Três professores do Instituto Politécnico do Porto, mais concretamente da Escola Superior de Educação, foram suspensos por três meses devido às queixas apresentadas por alunos ao provedor dos estudantes, que fez participação à direção da instituição.
Em causa, segundo revelou o ‘Observador’, estão “alegados atos de conduta censurável”. “Fui um intermediário em todo este processo; há estudantes que pedem para se reunir comigo e que me relatam um conjunto de factos que, do meu ponto de vista, deviam ser objeto de investigação e verificação, pelo que fiz uma participação à presidência do politécnico”, reconheceu Eduardo Albuquerque, provedor do instituto, e que está em funções há um mês e meio.
De acordo com o jornal ‘Público’, foram instaurados processos disciplinares aos três professores, reconheceu a presidência da instituição, “tendo em vista a salvaguarda e integridade de todo o processo, bem como a salvaguarda das alegadas vítimas”.
Dois terão sido acusados de assédio sexual e um terceiro de assédio moral. Segundo as queixas, em causa estarão toques alegadamente inapropriados dos professores, durante as aulas e as correções dos exercícios de educação física, assédio sexual, e assédio moral, tanto em contexto de aula como de trabalho académico – Dois dos professores em questão fazem parte do corpo docente da licenciatura de Desporto, o outro é do curso de Educação Básica e um dos pró-presidentes do Instituto Politécnico do Porto.







