Três maiores companhias aéreas europeias perderam 6.823 milhões de euros no 1.º semestre

As três maiores companhias aéreas europeias perderam 6.823 milhões de euros, durante o primeiro semestre deste ano, menos 42,2% do que os 11.800 milhões de euros, registados no período homólogo.

Esta perda junta-se ao prejuízo contabilizado durante o ano de 2020, considerado pelo setor, como “um dos piores anos na História da aviação”, numa altura em que o International Consolidated Airlines Group (IAG), a Air France-KLM e a Lufthansa sofreram uma quebra de 20.726 milhões de euros, um resultado desastroso, face ao lucro de  3.218 milhões de euros, alcançados em 2019, de acordo com as demonstrações de resultados, enviadas pelas companhias aos reguladores financeiros nacionais.

O IAG – grupo a que pertencem a Iberia, British Airways, Vueling, Aer Lingus e Level – registou prejuízos de 2.048 milhões de euros no primeiro semestre do ano, menos 46,3% do que no período homólogo.

Já a Air France-KLM registou um prejuízo líquido de 2.970 milhões de euros, menos 32,7% do que no primeiro semestre de 2020, com uma quebra de receitas de 19,1%.

A Lufthansa, o grupo em que, além da própria empresa alemã, detém a SwissAir, a Brussels Airlines e a Eurowings, registou um prejuízo líquido de 1.805 milhões de euros.

Relativamente à portuguesa TAP, ainda não foram publicados os resultados semestrais da companhia aérea, sendo que a empresa encerrou o ano de 2020 com um prejuízo de1.418 milhões de euros, de acordo com o relatório enviado à Comissão de Mercado e Valores Mobiliários (CMVM).

Do outro lado do Atlântico, as quatro maiores transportadoras norte-americanas – American Airlines, Delta, United Airlines e Southwest – acumularam, entre janeiro e junho deste ano, 2.590 milhões de euros em prejuízo. Entre estas empresas, a única que conseguiu “salvar-se das chamas” foi a Southwest Airline, a maior companhia aérea low cost dos Estados Unidos, que atingiu um lucro de 390 milhões de euros.

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