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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>China defende patrulhas marítimas a leste de Taiwan como &#8220;razoáveis&#8221; e &#8220;necessárias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 05:03:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China defendeu hoje que as recentes patrulhas marítimas realizadas em águas a leste de Taiwan são "razoáveis, legais, legítimas e necessárias" e acusou o Japão e as Filipinas de violarem o direito internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China defendeu hoje que as recentes patrulhas marítimas realizadas em águas a leste de Taiwan são &#8220;razoáveis, legais, legítimas e necessárias&#8221; e acusou o Japão e as Filipinas de violarem o direito internacional.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa regular, a porta-voz do Gabinete para os Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado (Governo chinês), Zhu Fenglian, afirmou que a China &#8220;possui uma zona económica exclusiva e uma plataforma continental nas águas a leste da ilha de Taiwan&#8221;, uma posição rejeitada por Taipé.</P><br />
<P>&#8220;As patrulhas de fiscalização realizadas pela Guarda Costeira do continente nas águas em causa constituem um exercício de jurisdição conforme a lei e uma ação justa para salvaguardar a soberania territorial e os direitos e interesses marítimos do país&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Segundo Zhu, a operação foi uma resposta à intenção anunciada por Japão e Filipinas de iniciarem negociações para delimitar as respetivas zonas económicas exclusivas e plataformas continentais naquela área.</P><br />
<P>A porta-voz afirmou que a realização dessas negociações sem considerar a posição de Pequim &#8220;viola gravemente o direito internacional e as normas básicas que regem as relações internacionais, lesa seriamente os direitos e interesses marítimos da China e é totalmente ilegal e nula&#8221;.</P><br />
<P>Zhu criticou ainda as autoridades do Partido Democrático Progressista (PDP), no poder em Taiwan, acusando-as de &#8220;cederem e fazerem concessões&#8221; a Tóquio e Manila na tentativa de &#8220;procurar a independência com o apoio de forças externas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Prejudicaram os interesses gerais da nação chinesa e os interesses concretos dos pescadores de Taiwan, tornando-se um peso morto para a nação. Já foram repudiados pelos compatriotas de ambos os lados do Estreito e acabarão inevitavelmente por ser julgados pela História&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A responsável respondia a perguntas sobre a &#8220;operação especial de controlo do tráfego marítimo&#8221; efetuada por Pequim entre 06 e 10 de junho em águas a leste de Taiwan, durante a qual foram inspecionados 198 navios, segundo o ministério dos Transportes da China.</P><br />
<P>No mês passado, Reino Unido, França e Alemanha manifestaram, numa rara declaração conjunta, oposição ao destacamento chinês, considerando que representava uma &#8220;ameaça&#8221; à estabilidade regional, à liberdade de navegação e à segurança do transporte marítimo internacional.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e não exclui o recurso à força para assumir o controlo da ilha, uma posição rejeitada pelas autoridades taiwanesas, que defendem que apenas os 23 milhões de habitantes de Taiwan podem decidir o seu futuro político.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784444]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Ataques de mísseis e drones a Kiev causam dois mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 03:53:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A capital ucraniana foi hoje alvo de barragens de mísseis e drones russos que provocaram incêndios e causaram pelo menos duas mortes, após um alerta do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, sobre uma ofensiva "de grande envergadura".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A capital ucraniana foi hoje alvo de barragens de mísseis e drones russos que provocaram incêndios e causaram pelo menos duas mortes, após um alerta do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, sobre uma ofensiva &#8220;de grande envergadura&#8221;.</P><br />
<P>O dirigente ucraniano indicou na quarta-feira, a partir de Dublin, que regressaria de imediato a Kiev na sequência de informações sobre uma nova ofensiva russa em preparação.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que [o Presidente russo] Vladimir Putin prepara este ataque massivo contra a Ucrânia há já algum tempo&#8221;, declarou, apelando aos ucranianos para &#8220;redobrarem a cautela para se protegerem&#8221;, durante uma conferência de imprensa na Irlanda, na quarta-feira.</P><br />
<P>&#8220;Durante a noite, o inimigo voltou a lançar uma ofensiva massiva contra a região de Kiev, utilizando drones de ataque, mísseis balísticos e mísseis de cruzeiro&#8221;, afirmou hoje Mykola Kalachnyk, responsável da administração militar da região de Kiev, na rede de mensagens Telegram, precisando que cinco distritos foram atingidos.</P><br />
<P>Jornalistas da agência France-Presse (AFP) ouviram explosões durante várias séries de ataques ao longo de muitas horas.</P><br />
<P>Uma nuvem de fumo ergueu-se após uma detonação no centro da capital ucraniana, seguida de chamas e brasas, de acordo com um repórter em Kiev. Bombeiros e ambulâncias chegaram rapidamente ao local.</P><br />
<P>Cerca de cinquenta minutos após a primeira explosão, foi registada uma segunda deflagração perto do ponto inicial de impacto, que projetou destroços no ar.</P><br />
<P>Nas ruas, os habitantes dirigiam-se para os abrigos, levando colchões debaixo do braço.</P><br />
<P>Kateryna Koval, residente em Kiev, explicou à AFP que tinha perdido o hábito de se refugiar sistematicamente nos abrigos. &#8220;Mas depois dos últimos ataques, decidi ir porque houve simplesmente demasiadas ofensivas contra locais civis na recente investida&#8221;, sublinhou, refugiada no metro da capital.</P><br />
<P>&#8220;Claro que a situação pode sempre piorar, mas não penso que consigam intimidar-nos&#8221;, observou Kateryna Kucheriava, médica residente em Kiev.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, o número de feridos no ataque subiu para 16. Infelizmente, duas pessoas morreram&#8221;, anunciou o responsável da administração militar de Kiev, Timour Tkatchenko.</P><br />
<P>O responsável precisou que 28 locais foram atingidos pelas ofensivas, &#8220;essencialmente edifícios residenciais e infraestruturas civis&#8221;.</P><br />
<P>O presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, indicou que ataques danificaram um edifício no centro da capital que albergava um posto de ambulâncias.</P><br />
<P>&#8220;Cinco profissionais de saúde ficaram feridos no distrito de Chevtchenkivskyï. Um deles, um paramédico, está em estado crítico&#8221;, detalhou no Telegram.</P><br />
<P>&#8220;O telhado de um edifício residencial de grande altura está em chamas&#8221; noutro distrito, enquanto pessoas ficaram presas noutro prédio danificado de nove andares, acrescentou o autarca.</P><br />
<P>Mais de quatro anos após o início da invasão russa da Ucrânia, a capital continua a ser regularmente alvo de ataques aéreos mortais e por vezes massivos.</P><br />
<P>No dia 02 de junho, uma ofensiva russa de grande escala, conduzida com 656 drones e 73 mísseis, provocou 23 mortos, incluindo 16 em Dnipro, no centro-leste do país, e sete em Kiev, onde cerca de 50 pessoas ficaram também feridas, segundo as autoridades.</P><br />
<P>Kiev intensificou, por seu lado, nos últimos meses, as ofensivas contra a Rússia e os territórios ocupados por Moscovo, enquanto as negociações sob mediação norte-americana para pôr fim à guerra permanecem bloqueadas.</P><br />
<P>Em 18 de junho, uma ofensiva ucraniana de grande escala provocou 17 feridos e atingiu uma importante refinaria em Moscovo, causando explosões e um incêndio espetacular.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784443]]></sapo:autor>
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		<title>China insta Estados Unidos a tratarem questão de Taiwan &#8220;com a máxima prudência&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 03:27:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, instou os Estados Unidos a tratarem a questão de Taiwan "com máxima prudência", durante uma conversa telefónica com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, segundo um comunicado divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, instou os Estados Unidos a tratarem a questão de Taiwan &#8220;com máxima prudência&#8221;, durante uma conversa telefónica com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, segundo um comunicado divulgado hoje.</P><br />
<P>&#8220;Um pequeno movimento na questão de Taiwan pode afetar toda a situação&#8221;, afirmou Wang, num contexto de crescente tensão entre Pequim e Taipé.</P><br />
<P>A conversa teve lugar em 30 de junho e o respetivo conteúdo foi divulgado hoje pelo ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.</P><br />
<P>Segundo o comunicado, Wang defendeu que a construção de uma &#8220;relação de estabilidade estratégica construtiva&#8221; entre a China e os Estados Unidos &#8220;é o que desejam os povos dos dois países e o que espera a comunidade internacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ambas as partes devem eliminar as interferências, ultrapassar os obstáculos e avançar firmemente nesta direção correta&#8221;, afirmou o ministro, acrescentando que os dois países &#8220;devem manter sempre o espírito de igualdade, respeito e benefício mútuo&#8221; e transformar os consensos alcançados pelos respetivos presidentes em &#8220;políticas concretas e medidas eficazes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Construir uma relação de estabilidade estratégica construtiva não pode ficar pelas palavras. Exige ação, caminhar na mesma direção e perseverança. Para isso, ambas as partes devem alargar a lista de áreas de cooperação, desenvolver mais temas positivos na agenda, reduzir a lista de problemas e gerir todos os riscos latentes&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O comunicado chinês não reproduz as declarações de Marco Rubio, limitando-se a descrever a conversa como &#8220;positiva e construtiva&#8221; e a indicar que ambos concordaram em &#8220;aplicar conjuntamente os importantes consensos alcançados pelos chefes de Estado&#8221; e em &#8220;manter uma comunicação flexível&#8221;.</P><br />
<P>A chamada ocorreu cerca de um mês e meio após a cimeira realizada em Pequim entre os Presidentes da China, Xi Jinping, e dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a qual ambos abordaram, entre outros temas, a questão de Taiwan, ilha autogovernada que Pequim considera uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês.</P><br />
<P>Há mais de sete décadas que Washington ocupa uma posição central nas disputas entre Pequim e Taipé, sendo o principal fornecedor de armamento a Taiwan. Embora não mantenha relações diplomáticas formais com a ilha, os Estados Unidos poderão defendê-la em caso de conflito com a China.</P><br />
<P>Esta posição tem sido uma fonte permanente de fricção entre as duas maiores potências mundiais, com Pequim a considerar a questão de Taiwan como a principal &#8220;linha vermelha&#8221; nas relações sino-americanas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784442]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Serviços de imigração dos EUA duplica ritmo de detenções nos últimos cinco dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 03:15:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os serviços de imigração norte-americanos detiveram mais de 10.000 pessoas em cinco dias, duplicando o ritmo de detenções registadas no início do ano, no âmbito de uma estratégia para intensificar a aplicação das leis de imigração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os serviços de imigração norte-americanos detiveram mais de 10.000 pessoas em cinco dias, duplicando o ritmo de detenções registadas no início do ano, no âmbito de uma estratégia para intensificar a aplicação das leis de imigração.</P><br />
<P>Segundo o New York Times esta quarta-feira, que cita documentos internos e entrevistas com funcionários federais, a direção do Serviço de Imigração e Controlo Aduaneiro (ICE) ordenou recentemente aos seus responsáveis regionais para redobrarem os esforços para localizar e deter imigrantes passíveis de deportação. </P><br />
<P>As detenções ocorreram durante controlos de imigração, inspeções de trânsito e operações nas vias públicas.</P><br />
<P>O número de detenções passou de cerca de 1.000 por dia no início deste ano para cerca de 2.000 por dia, uma meta que, segundo três funcionários citados pelo jornal, foi transmitida aos agentes a pedido da Casa Branca.</P><br />
<P>Um deles alertou, no entanto, que não é claro por quanto tempo esse nível de atividade poderá ser mantido.</P><br />
<P>Ao contrário de operações anteriores amplamente divulgadas em cidades como Chicago ou Los Angeles, o recente aumento das detenções tem ocorrido de forma mais discreta, sem grandes mobilizações públicas, depois de a Administração do Presidente Donald Trump ter alterado a estratégia, na sequência das críticas suscitadas por operações de grande impacto nos meses anteriores, referiu o jornal.</P><br />
<P>O aumento das detenções ocorre enquanto Trump insiste em acelerar a política de deportações em larga escala, uma das principais promessas do segundo mandato.</P><br />
<P>A ofensiva em matéria de imigração coincide ainda com decisões recentes do Supremo Tribunal, que ampliaram a margem de manobra do Executivo nesta matéria, embora tenham limitado a tentativa de pôr fim à cidadania por nascimento para filhos de imigrantes indocumentados e visitantes temporários. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784441]]></sapo:autor>
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		<title>Timor-Leste vai ter hospital militar construído pela China &#8212; PM timorense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 02:59:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Díli, 02 de julho de 2026 (Lusa) --- O primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, disse hoje que a China vai construir um hospital militar e formar médicos para diminuir a dependência de estabelecimentos hospitalares estrangeiros para tratamentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Díli, 02 de julho de 2026 (Lusa) &#8212; O primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, disse hoje que a China vai construir um hospital militar e formar médicos para diminuir a dependência de estabelecimentos hospitalares estrangeiros para tratamentos.</P><br />
<P>&#8220;Concordámos com uma oferta da China para construir um hospital militar nas traseiras do Ministério da Defesa e também para formar médicos, de modo a evitar que tenhamos de enviar repetidamente doentes para a Malásia&#8221;, explicou Xanana Gusmão.</P><br />
<P>O primeiro-ministro falava aos jornalistas após a reunião semanal com o Presidente timorense, José Ramos-Horta, no Palácio Presidencial.</P><br />
<P>O Conselho de Ministros aprovou quarta-feira o projeto de construção do hospital militar das forças de defesa timorense.</P><br />
<P>&#8220;O projeto prevê a construção de um hospital geral com capacidade para 100 camas, numa área de cerca de 10.500 metros quadrados, incluindo um edifício principal com oito pisos e vários edifícios de apoio&#8221;, pode ler-se no comunicado do Conselho de Ministros.</P><br />
<P>O hospital terá tecnologia moderna e vai estar preparado para prestar serviços de consultas externas, urgência, internamento, imagiologia, análises clínicas e cuidados intensivos.</P><br />
<P>Com a construção da nova unidade hospitalar, o Governo pretende complementar o Serviço Nacional de Saúde, melhorar a resposta a emergências, catástrofes e crises humanitárias e promover a formação e o desenvolvimento da medicina militar.</P><br />
<P>&#8220;Outro dos objetivos é reduzir a dependência de tratamentos médicos no estrangeiro e beneficiar igualmente a população civil, contribuindo para o reforço da capacidade nacional na área da saúde e para o desenvolvimento económico do país&#8221;, acrescentou o Conselho de Ministros.</P><br />
<P>Nas declarações aos jornalistas, Xanana Gusmão recordou que, em julho de 2023, havia dívidas de 31 milhões de dólares (27,2 milhões de euros), entretanto pagas, relacionadas com tratamentos de saúde realizados no estrangeiro.</P><br />
<P>A China já financiou e construiu diversas infraestruturas em Timor-Leste, incluindo os edifícios do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, do Ministério da Defesa, do Quartel-General das forças de defesa, o Palácio Presidencial, entre outros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784440]]></sapo:autor>
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		<title>Senado da Bolívia cria comissão para investigar alegada influência de Zapatero no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 02:53:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Senado da Bolívia aprovou a criação de uma comissão para investigar a alegada influência exercida pelo ex-líder espanhol José Luis Zapatero no país a favor de uma empresa peruana em troca de 200 mil euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Senado da Bolívia aprovou a criação de uma comissão para investigar a alegada influência exercida pelo ex-líder espanhol José Luis Zapatero no país a favor de uma empresa peruana em troca de 200 mil euros.</P><br />
<P>A &#8220;Comissão Especial de Investigação&#8221;, aprovada numa sessão realizada na quarta-feira, ficará &#8220;encarregada de investigar as supostas manobras de influência exercidas na Bolívia por José Luis Rodríguez Zapatero e outros intervenientes nacionais ou estrangeiros, a favor do Grupo Gloria do Peru&#8221;, explicou a câmara alta do Parlamento em comunicado.</P><br />
<P>Esta comissão vai investigar também a &#8220;eventual influência&#8221; de Zapatero e dos outros possíveis implicados &#8220;em decisões judiciais e constitucionais relacionadas com um litígio empresarial&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A comissão vai ser composta por seis senadores das diferentes forças políticas com representação na câmara alta e terá um prazo de até três meses para realizar a investigação e apresentar um relatório final ao plenário.</P><br />
<P>Na semana passada, foi divulgado um relatório da Unidade de Crimes Económicos e Fiscais (UDEF) da Polícia Nacional de Espanha, que sustenta que Zapatero participou numa &#8220;dinâmica de intermediação e influências&#8221; junto de autoridades da Bolívia, com o objetivo de &#8220;beneficiar os interesses&#8221; do Grupo Gloria, &#8220;mediante uma contrapartida económica de 200 mil euros&#8221;.</P><br />
<P>O relatório inclui conversas no WhatsApp entre Zapatero e a secretária, Gertrudis Alcázar, bem como várias agendas do ex-presidente Luis Arce, que serviram para sustentar a última acusação do caso Plus Ultra, no qual está a ser investigado por possivelmente ter recebido comissões pela influência exercida no resgate dessa companhia aérea.</P><br />
<P>No relatório surgem figuras de destaque do Governo da Bolívia entre 2020 e 2025, incluindo o ex-presidente Luis Arce (2020-2025), três ministros de Arce, o então procurador-geral boliviano Ricardo Condori e a ex-embaixadora da Bolívia em Espanha entre 2007 e 2015, Carmen Almendras.</P><br />
<P>O caso na Bolívia envolve a Sociedad Boliviana de Cemento (Soboce) numa disputa judicial, desde 2010, com a empresa estatal Fábrica Nacional de Cementos (Fancesa) pela posse de ações que permitiriam à primeira empresa expandir as  fábricas regionais detidas, o que foi denunciado pela segunda como um caso de alegada concorrência desleal.</P><br />
<P>Desde 2014, o caso envolveu também o grupo peruano Gloria, atual acionista maioritário da Soboce, que reclama uma indemnização pela reversão dessas ações e mantém litígios contra o Estado boliviano.</P><br />
<P>O ex-presidente Arce, que se encontra em prisão preventiva desde dezembro de 2025 por um caso de alegada corrupção, negou estar envolvido &#8220;em qualquer caso de tráfico de influências&#8221; a favor da Soboce.</P><br />
<P>Recentemente, após a divulgação do relatório da UDEF, o Supremo Tribunal de Justiça da Bolívia (TSJ) confirmou uma sentença de 2025 que obriga a Soboce a pagar à Fancesa uma indemnização de mais de 74,4 milhões de dólares (65,3 milhões de euros). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784439]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Estados Unidos nos &#8216;oitavos&#8217; ao resistir com 10 à Bósnia-Herzegovina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 02:08:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os coanfitriões Estados Unidos qualificaram-se na quarta-feira pela oitava vez para os oitavos de final do Mundial de futebol, ao vencerem a Bósnia-Herzegovina por 2-0, no 10.º encontro dos '16 avos' da edição 2026, em Santa Clara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os coanfitriões Estados Unidos qualificaram-se na quarta-feira pela oitava vez para os oitavos de final do Mundial de futebol, ao vencerem a Bósnia-Herzegovina por 2-0, no 10.º encontro dos &#8217;16 avos&#8217; da edição 2026, em Santa Clara.</P><br />
<P>Folarin Balogun inaugurou o marcador aos 45 minutos, mas, aos 64, viu o cartão vermelho direto, deixando os norte-americanos reduzidos a 10, o que não impediu Malik Tillman de aumentar a vantagem, aos 82, de livre direto.</P><br />
<P>Nos &#8216;oitavos&#8217;, em jogo marcado para sexta-feira, em Seattle, os Estados Unidos, que só tinham vencido um jogo a eliminar (2-0 ao México, em 2002), defrontam a Bélgica, que venceu o Senegal por 3-2, após prolongamento, depois de estar a perder por 2-0.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784438]]></sapo:autor>
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		<title>Sánchez recorre a comissão interamericana para travar proclamação de Fujimori no Peru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 01:34:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O candidato de esquerda Roberto Sánchez, derrotado na segunda volta das presidenciais peruanas frente a Keiko Fujimori (direita), solicitou medidas cautelares à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos (CIDH) contra a proclamação dos resultados eleitorais, prevista para sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O candidato de esquerda Roberto Sánchez, derrotado na segunda volta das presidenciais peruanas frente a Keiko Fujimori (direita), solicitou medidas cautelares à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos (CIDH) contra a proclamação dos resultados eleitorais, prevista para sexta-feira.</P><br />
<P>Sánchez recorreu à CIDH depois de o Júri Nacional de Eleições (JNE), a máxima autoridade eleitoral do país, ter rejeitado o pedido que fez para que fossem anulados os votos no estrangeiro, o que lhe daria a vitória na disputa, uma vez que foi o candidato mais votado no território nacional.</P><br />
<P>Com a contagem dos votos concluída, Fujimori venceu Sánchez por uma margem estreita de 49.641 votos, mas se os votos no estrangeiro fossem anulados, seria o candidato de esquerda o vencedor, com mais 32.014 votos do que a filha e herdeira política do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000).</P><br />
<P>O candidato e líder do &#8220;Juntos pelo Peru&#8221;, que antes das eleições prometera respeitar os resultados, denunciou, embora sem a apresentação de provas, uma suposta fraude contra si e fundamentou o pedido de anulação dos votos dos peruanos no estrangeiro com o facto de ter sido alterada a forma de apuramento das atas em relação à primeira volta, escreveu a agência de notícias EFE.</P><br />
<P>Enquanto no primeiro turno as atas do exterior eram digitalizadas e enviadas em formato digital para apuramento, o Ministério dos Negócios Estrangeiros solicitou que se deixasse de proceder dessa forma no segundo turno, após terem surgido problemas com a plataforma informática.</P><br />
<P>Isto obrigou a que as atas fossem enviadas fisicamente para Lima para apuramento, o que, segundo Sánchez, foi feito sem a devida cadeia de custódia para preservar os resultados e abre a porta a uma suposta manipulação ainda não comprovada.</P><br />
<P>Os jurados eleitorais do Peru rejeitaram o pedido de Sánchez por ter sido apresentado fora do prazo e, além disso, por não terem sido pagas as taxas correspondentes de direito de tramitação.</P><br />
<P>O valor das taxas, que ascende a 1.375 soles (cerca de 353 euros) por cada mesa eleitoral que se pretende anular, é também um dos argumentos invocados por Sánchez para recorrer à CIDH, ao considerar que &#8220;o montante elevado de algumas taxas impede o acesso ao direito à justiça&#8221;.</P><br />
<P>A proclamação dos resultados eleitorais da segunda volta presidencial do Peru está prevista para esta sexta-feira, 03 de julho, ao meio-dia (18:00 em Lisboa), pelo JNE, enquanto que, a 15 de julho, serão entregues a Fujimori as credenciais de presidente eleita e, a 28 de julho, dia nacional do Peru, vai ser empossada como chefe de Estado para o mandato de 2026-2031.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784437]]></sapo:autor>
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		<title>Oito em cada 10 mortos em ações policiais no Brasil são negros &#8211; relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 00:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Oito em cada dez pessoas mortas em 2025 em ações policiais em nove estados brasileiros monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança eram negras, segundo relatório divulgado na quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Oito em cada dez pessoas mortas em 2025 em ações policiais em nove estados brasileiros monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança eram negras, segundo relatório divulgado na quarta-feira.</P><br />
<P>O estudo &#8220;Pele Alvo: Entre Racismo e Letalidade, o Amanhã&#8221; mostra que 86,3% das vítimas com raça identificada eram negras (pretos e pardos) entre as 4.330 mortes decorrentes de intervenção policial registadas.</P><br />
<P>A Rede de Observatórios, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) afirma que esse total de mortes representa aumento de 6,4% em relação a 2024 e constitui o maior número da série histórica iniciada em 2019.</P><br />
<P>Desde o início do monitoramento foram contabilizadas 28.799 mortes provocadas por policiais nos nove estados acompanhados pela organização entre 2019 e 2025.</P><br />
<P>O levantamento reúne dados das secretarias estaduais de segurança pública do Amazonas, Baía, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo, estados onde a rede está presente.</P><br />
<P>A Baía registou o maior número absoluto de mortes com 1.570 vítimas seguida por São Paulo com 834, Rio de Janeiro com 800, e Pará com 632.</P><br />
<P>Segundo o relatório a desproporção racial aparece em todos os estados monitorados com participação de vítimas negras superior ao peso dessa população em cada unidade da federação.</P><br />
<P>No Amazonas pessoas negras representam 73,7% da população, mas responderam por 96% das mortes decorrentes de intervenção policial enquanto Pernambuco registrou 94,4% Bahia 93,9% e Pará 93,3%.</P><br />
<P>O estudo afirma que pessoas negras tiveram em média quatro vezes mais probabilidade de morrer em ações policiais do que pessoas brancas nos estados analisados.</P><br />
<P>Em Pernambuco esse risco foi 11 vezes maior do que para brancos enquanto no Rio de Janeiro chegou a ser seis vezes superior segundo os pesquisadores.</P><br />
<P>Os jovens permaneceram como principal grupo atingido pelas ações policiais com 64,8% das vítimas tendo até 29 anos, sendo que entre os mortos do ano passado estavam 310 adolescentes de 12 a 17 anos.</P><br />
<P>Os autores do estudo afirmam que a concentração de mortes entre jovens negros revela uma política de segurança baseada no confronto bélico e com impacto sobretudo sobre moradores de periferias e favelas.</P><br />
<P>Para o coordenador da pesquisa da Rede Observatórios da Segurança, Jonas Pacheco, e especialista em ciências sociais e segurança pública, os números são &#8220;assustadores e assombrosos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Então, o desafio é olhar para o futuro dessa juventude, desses jovens moradores de periferia, homens, jovens, negros&#8221;, afirmou em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Como que a gente consegue consolidar e reestruturar uma ressignificação social para que essas pessoas consigam ter os seus direitos assegurados, a sua vida assegurada e alguma perspetiva de dignidade preservada para o futuro&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Para o especialista, um dos caminhos para redução da letalidade policial seria a melhor articulação entre os órgãos do sistema de Justiça e o controle da atividade da polícia, mas que ainda assim, &#8220;falta vontade política&#8221;.</P><br />
<P>Jonas Pacheco também defendeu o uso de câmaras corporais nos agentes, como já acontece, em alguns estados brasileiros, e reiterou a importância de fiscalizar essas gravações.  </P><br />
<P>MYMA// RBF</P><br />
<P>Lusa/</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784435]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela: Trump registou a sua marca de produtos para a casa naquele país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:18:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantém registada a sua marca "TRUMP HOME" na Venezuela, segundo a sua mais recente declaração de património divulgada pelo Escritório de Ética Governamental (OGE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantém registada a sua marca &#8220;TRUMP HOME&#8221; na Venezuela, segundo a sua mais recente declaração de património divulgada pelo Escritório de Ética Governamental (OGE).</P><br />
<P>O documento especifica que a marca está inscrita no Serviço Autónomo de Propriedade Intelectual (SAPI) venezuelano em várias classes de produtos relacionados com artigos para o lar, incluindo utensílios de cozinha, louça, têxteis e objetos domésticos.</P><br />
<P>A declaração identifica múltiplos registos consecutivos sob a denominação &#8220;TRUMP HOME&#8221;, todos com estado de &#8220;registados&#8221; na Venezuela.</P><br />
<P>O documento não indica, no entanto, que a marca esteja atualmente em uso comercial no país nem reporta rendimentos associados à sua exploração em território venezuelano.</P><br />
<P>As declarações de património de altos responsáveis dos Estados Unidos incluem ativos de propriedade intelectual como marcas registadas em diferentes países, independentemente de existir ou não atividade comercial ativa. </P><br />
<P>Esta é a primeira vez que o chefe de Estado norte-americano inclui numa declaração patrimonial a presença da sua marca na Venezuela, coincidindo com a reabertura das relações entre ambas as nações desde a captura pelos EUA do ex-Presidente venezuelano Nicolás Maduro, a 3 de janeiro deste ano. </P><br />
<P>A nova declaração patrimonial de Trump, divulgada a 29 de junho, mostra um forte peso das criptomoedas na sua carteira de rendimentos.</P><br />
<P>Segundo o documento, o presidente obteve mais de 1,4 mil milhões de dólares ligados a projetos digitais, principalmente através da sua empresa familiar World Liberty Financial e da venda de ativos e licenças associadas a criptomoedas e &#8220;memecoins&#8221;. </P><br />
<P>O relatório, de 927 páginas, também reflete rendimentos por licenças de marca, investimentos em bolsa e negócios imobiliários, num portefólio que ultrapassa os 2 mil milhões de dólares em rendimentos totais. </P><br />
<P>ATR // </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784434]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Guerra na Ucrânia causada pela invasão russa causou mais de 2 milhões de vítimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:17:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A guerra causada pela invasão russa da Ucrânia já causou mais de dois milhões de vítimas russas e ucranianas, juntando mortos, feridos e desaparecidos, segundo um estudo divulgado na quarta-feira nos EUA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A guerra causada pela invasão russa da Ucrânia já causou mais de dois milhões de vítimas russas e ucranianas, juntando mortos, feridos e desaparecidos, segundo um estudo divulgado na quarta-feira nos EUA. </P><br />
<P>Os russos foram quem sofreram as perdas mais pesadas, com entre 400 mil a 450 mil mortos, entre 1,4 milhões de vítimas nas suas fileiras, desde o início da invasão, há quatro anos, avançou o Center for Strategic and International Studies (CSIS, Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais).</P><br />
<P>Os militares ucranianos, por seu lado, já perderam 125 mil efetivos. E entre 525 mil e 625 mil dos seus soldados foram feridos. </P><br />
<P>O número de mortes russas é mais do quádruplo das sofridas pelos militares dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial, considerando todos os conflitos em que estiveram envolvidos, e mais de nove vezes o número de mortes sofridas pelos russos, considerando os mesmos termos de comparação. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784433]]></sapo:autor>
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		<title>EUA decidem não renovar acordo de livre comércio norte-americano com Canadá e México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Washington anunciou esta noite que não renova o acordo de livre comércio entre Estados Unidos, Canadá e México (ACEUM), apesar do prazo ter sido atingido, mas garante que continuará a negociar com os dois parceiros para melhorar o acordo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Washington anunciou esta noite que não renova o acordo de livre comércio entre Estados Unidos, Canadá e México (ACEUM), apesar do prazo ter sido atingido, mas garante que continuará a negociar com os dois parceiros para melhorar o acordo. </P><br />
<P>O acordo, assinado durante o primeiro mandato de Donald Trump como Presidente dos EUA, prevê que os três países possam renová-lo até 01 de julho, prolongando-o assim por 16 anos. </P><br />
<P>Com a recusa dos Estados Unidos em o fazer hoje, o acordo é prolongado ano a ano, com uma revisão anual prevista, a menos que um país anuncie formalmente a sua retirada. </P><br />
<P>O anúncio de Washington surge após uma reunião virtual entre os três países, que não deu resultados. </P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos não aceitaram renovar o ACEUM na sua forma atual. Em consequência, o acordo não é renovado&#8221;, declarou num comunicado o representante da Casa Branca para o Comércio (USTR), Jamieson Greer, responsável pelas negociações. </P><br />
<P>Washington conta, no entanto, &#8220;continuar as trocas com o México e o Canadá de modo a responder às limitações do acordo e ao nosso défice comercial com esses dois países&#8221;, acrescentou Greer, especificando que &#8220;o acordo continua a ser aplicado até à resolução destes problemas ou ao fim&#8221; da sua aplicação, previsto para daqui a 10 anos. </P><br />
<P>No início do mês, o presidente americano tinha assegurado que não tinha a intenção de renovar o acordo como está, enquanto Washington iniciou uma série de negociações bilaterais com a Cidade do México e Ottawa. </P><br />
<P>Um novo ciclo de negociações está, aliás, previsto entre os Estados Unidos e o México no dia 20 de julho, não tendo sido anunciada nenhuma nova data relativamente às negociações com o Canadá. </P><br />
<P>Na terça-feira, a presidente mexicana Claudia Sheinbaum declarou, durante uma conferência de imprensa, que esperava saber se os Estados Unidos pretendiam permanecer no acordo ou não. </P><br />
<P>&#8220;Esta carta deve ser assinada antes de quarta-feira, ou seja, antes de amanhã de manhã. Eu própria já assinei a que diz respeito à posição mexicana, que é que nós queremos uma renovação por 16 anos&#8221;, acrescentou Sheinbaum na mesma declaração de terça-feira. </P><br />
<P>Segundo a chefe de Estado mexicana, &#8220;o secretariado da Economia no Canadá também assinou, agora estamos apenas à espera da resposta dos Estados Unidos&#8221;. </P><br />
<P>O Canadá e o México estão entre os principais parceiros comerciais dos Estados Unidos, mas também foram os primeiros alvos das tarifas alfandegárias impostas por Donald Trump aquando do seu regresso à Casa Branca, em janeiro de 2025. </P><br />
<P>O presidente americano acusava os dois países de não combaterem suficientemente o tráfico de fentanilo e os fluxos migratórios para o seu país, decidindo aplicar-lhes a sobretaxa como represália. </P><br />
<P>Segundo os dados da Cidade do México e de Ottawa, mais de 80% dos produtos mexicanos e canadianos exportados para a primeira economia mundial são feitos ao abrigo do ACEUM, o que os protege das tarifas alfandegárias.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784432]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Bélgica vence Senegal no prolongamento e garante presença nos &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:55:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Bélgica qualificou-se hoje para os oitavos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer o Senegal por 3-2, no prolongamento, após o empate 2-2, no tempo regulamentar, em Seatlle, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Bélgica qualificou-se hoje para os oitavos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer o Senegal por 3-2, no prolongamento, após o empate 2-2, no tempo regulamentar, em Seatlle, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>No Estádio Lumen Field, Youri Tielemans, de penálti, aos 120+5 minutos, operou a reviravolta da Bélgica, que forçou o prolongamento com golos de Romelu Lukaku e Tielemans, aos 86 e 89, depois de Habib Diarra (24) e Ismaila Sarr (51) terem colocado o Senegal a vencer por 2-0.</P><br />
<P>Nos oitavos de final, a Bélgica vai defrontar o vencedor do encontro entre os Estados Unidos e a Bósnia-Herzegovina, que se disputa na quinta-feira, às 01:00 (hora de Lisboa).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784431]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Negociações com EUA e Irão sobre memorando retomadas após funeral de Khamenei &#8212; Qatar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:42:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Delegações dos Estados Unidos e Irão retomarão conversações técnicas indiretas sobre a implementação do memorando de entendimento bilateral após o funeral do Ayatollah Ali Khamenei, morto nos bombardeamentos israelitas e norte-americanos que desencadearam o conflito, anunciaram os mediadores qataris.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Delegações dos Estados Unidos e Irão retomarão conversações técnicas indiretas sobre a implementação do memorando de entendimento bilateral após o funeral do Ayatollah Ali Khamenei, morto nos bombardeamentos israelitas e norte-americanos que desencadearam o conflito, anunciaram os mediadores qataris.</P><br />
<P>As partes reuniram-se hoje separadamente em Doha sob mediação do Qatar e do Paquistão, e, segundo o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar, Majed Al Ansari, concordaram em continuar as negociações &#8220;o mais breve possível&#8221;, após as cerimónias fúnebres do líder supremo iraniano morto em fevereiro, que terão início no próximo fim-de-semana e terminarão a 09 de julho com o enterro na sua cidade natal, Mashhad.</P><br />
<P>O porta-voz adiantou no X que nos contactos de hoje houve avanços positivos &#8220;em questões relacionadas com o Memorando de Entendimento de Islamabad&#8221;.</P><br />
<P>As delegações não se reuniram diretamente, e os mediadores transmitiram mensagens entre os dois lados.</P><br />
<P>O memorando de entendimento, intermediado pelo Paquistão, entrou em vigor a 18 de junho, depois de ter sido assinado eletronicamente pelo Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e pelo seu homólogo norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>O acordo suspendeu as hostilidades mais de três meses após o início do conflito entre os dois lados, estipulando que Teerão não irá desenvolver armas nucleares.</P><br />
<P>O texto prevê também o estabelecimento de um mecanismo para processar os &#8216;stocks&#8217; iranianos de urânio altamente enriquecido, &#8220;no mínimo, por um método de diluição no local sob a supervisão da AIEA&#8221;.</P><br />
<P> Ao abrigo do memorando, as partes têm, a partir da assinatura do documento, 60 dias para negociar um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>Após o ataque de Teerão na semana passada a dois navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz, os norte-americanos responderam com ataques aéreos contra território iraniano no fim de semana.</P><br />
<P>O Irão reagiu à ofensiva norte-americana lançando mísseis e &#8216;drones&#8217; contra os seus aliados no Bahrein e no Kuwait.</P><br />
<P>Os &#8216;media&#8217; iranianos divulgaram hoje que a República Islâmica aceitou durante as conversações em Doha, criar de um canal de comunicação até quinta-feira, para sinalizar e registar eventuais violações do acordo.</P><br />
<P>O representante iraniano, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Kazem Gharibabadi, informou que se realizou &#8220;a primeira reunião do grupo de supervisão para a implementação do memorando de entendimento&#8221;, que contou com a presença de &#8220;altos negociadores dos três países&#8221;. </P><br />
<P>A delegação iraniana abordou ainda &#8220;a violação dos compromissos dos Estados Unidos (EUA) ao abrigo do parágrafo do memorando de entendimento sobre o fim da guerra no Líbano, as notícias publicadas sobre as ações dos Estados Unidos e as forças na região, bem como algumas declarações ameaçadoras e intervencionistas de responsáveis desse país&#8221;, indicou a IRNA.</P><br />
<P>Além disso, referiu que a parte iraniana defendeu, durante as conversações, &#8220;que os compromissos do memorando de entendimento constituem um todo e não podem ser considerados separadamente&#8221;.</P><br />
<P>Em reuniões com responsáveis do Qatar, incluindo do Banco Central do país, também &#8220;foram analisadas algumas questões relacionadas&#8221; com parte dos seis mil milhões de dólares de fundos iranianos que estão retidos em território qatari e &#8220;decidiu-se que, de acordo com as necessidades do nosso país, se procederia à aquisição dos bens necessários e estes seriam colocados à disposição do Irão&#8221;, avançou ainda a IRNA.</P><br />
<P>O montante em questão está relacionado com a libertação de seis mil milhões de dólares (cerca de 5,2 mil milhões de euros) de fundos iranianos bloqueados no Qatar provenientes de uma parte das receitas petrolíferas do Irão, transferidas da Coreia do Sul para contas de acesso restrito no Qatar.</P><br />
<P>&#8220;Chegou-se a um acordo para que, com base nas necessidades manifestadas pelo nosso país, os produtos solicitados sejam adquiridos e colocados à disposição do Irão&#8221;, acrescentou Gharibabadi, citado pela IRNA, sem entrar em pormenores sobre os mecanismos.</P><br />
<P>A questão dos ativos iranianos faz parte do protocolo de acordo entre o Irão e os Estados Unidos, que prevê que os fundos e ativos iranianos congelados ou sujeitos a restrições sejam totalmente disponibilizados e possam ser utilizados assim que o acordo entrar em vigor. </P><br />
<P>Por seu lado, os enviados norte-americanos Jared Kushner e Steve Witkoff reuniram-se com líderes qataris, com quem discutiram os últimos acontecimentos na região, &#8220;em particular o andamento das negociações entre os Estados Unidos e a República Islâmica no âmbito do memorando de entendimento&#8221;, afirmou o gabinete do emir do Qatar num comunicado.</P><br />
<P>Sobre futuras negociações com vista a um acordo final, o vice-ministro iraniano afirmou que &#8220;os grupos de trabalho encarregados de acompanhar a implementação do entendimento e de negociar um acordo final já foram constituídos&#8221;, mas que &#8220;ainda não se iniciaram quaisquer negociações no âmbito destes grupos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784430]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Discussões &#8220;altamente produtivas&#8221; sobre futuro de Gaza &#8211; administração interina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O organismo palestiniano encarregado da administração interina da Faixa de Gaza anunciou hoje que concluiu dois dias de discussões "altamente produtivas" no Chipre, para fazer avançar os planos de reconstrução do território devastado pela guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O organismo palestiniano encarregado da administração interina da Faixa de Gaza anunciou hoje que concluiu dois dias de discussões &#8220;altamente produtivas&#8221; no Chipre, para fazer avançar os planos de reconstrução do território devastado pela guerra.</P><br />
<P>O Comité Nacional para a Administração de Gaza (CNAG), composto por 15 tecnocratas palestinianos, foi criado no âmbito do plano do Presidente norte-americano, Donald Trump, para pôr fim à guerra em Gaza entre o movimento islamita Hamas e Israel.</P><br />
<P>O CNAG declarou no X que realizou discussões no Chipre com &#8220;especialistas e consultores&#8221; do &#8220;Conselho da Paz&#8221;, criado por Trump, do gabinete do Alto Representante para Gaza, Nikolai Mladenov, e do Instituto Tony Blair.</P><br />
<P>As discussões centraram-se nos esforços para &#8220;aliviar o sofrimento&#8221; dos residentes, nos planos de reconstrução, na segurança e na governação, e numa estrutura para garantir a transparência e a prestação de contas aos doadores internacionais, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>O comité reafirmou o seu compromisso com o plano de 20 pontos de Trump e indicou que continua pronto para assumir as suas responsabilidades em coordenação com o Conselho de Paz.</P><br />
<P>No entanto, não forneceu um calendário, especificando que novas medidas serão anunciadas &#8220;assim que as condições adequadas forem cumpridas&#8221;.</P><br />
<P>O plano de Trump para pôr fim à guerra iniciada a 07 de outubro de 2023, pelo ataque sem precedentes do Hamas contra Israel, foi endossado pelo Conselho de Segurança da ONU e levou ao estabelecimento de um frágil cessar-fogo em outubro.</P><br />
<P>A sua segunda fase inclui uma retirada gradual de Israel da Faixa de Gaza, o desarmamento do Hamas e o envio de uma força internacional de estabilização, que foi anunciada e discutida, mas ainda não se concretizou.</P><br />
<P>No final de fevereiro, o Hamas declarou-se aberto à presença de uma força deste tipo em Gaza, mas sem interferência nos assuntos internos do território, que ocupou em 2007.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, por sua vez, ordenou ao exército, no final de maio, que alargasse o seu controlo a 70% do território.</P><br />
<P>Israel e Hamas acusam-se mutuamente, quase diariamente, de violarem o cessar-fogo no território devastado.</P><br />
<P>O CNAG é liderado pelo engenheiro Ali Shaaz, natural de Khan Yunis (sul da Faixa de Gaza), mas residente na Cisjordânia, que exerceu funções de vice-ministro dos Transportes na década de 1990 na Autoridade Nacional Palestiniana (ANP).</P><br />
<P>Paralelamente, uma delegação do Hamas deslocou-se esta semana ao Cairo para retomar as negociações sobre a segunda fase do acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, reunindo-se com responsáveis e mediadores egípcios.</P><br />
<P>A delegação é encabeçada pelo líder do Hamas na Cisjordânia, Zaher Yabarín, em substituição de Jalil al Haya que liderava o processo negocial até então.</P><br />
<P>As conversações abordarão também a mobilização do CNAG, as condições de acesso das forças de proteção internacionais e, &#8220;em última instância&#8221;, a retirada total do exército israelita da Faixa de Gaza, segundo o Hamas.</P><br />
<P>O Hamas rejeitou na segunda-feira, de forma parcial, a mais recente proposta do Alto Representante para Gaza, e garantiu que apresentaria hoje uma resposta a esta.</P><br />
<P>Vários pontos da primeira fase do acordo encontram-se, na prática, completamente bloqueados, uma vez que o grupo continua a recusar-se a cumprir o ponto relacionado com o desarmamento &#8211; principal exigência israelita &#8211; e exige que Israel permita a entrada em Gaza do comité técnico para administrar a Faixa, algo que ainda não fez.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784429]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Brasil critica novas restrições da UE às importações de aço e cobra compensações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:21:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro lamentou hoje a decisão da União Europeia (UE) de impor novas restrições quantitativas e elevar as tarifas aduaneiras extraquota para produtos siderúrgicos, classificando a medida como unilateral e prejudicial ao comércio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro lamentou hoje a decisão da União Europeia (UE) de impor novas restrições quantitativas e elevar as tarifas aduaneiras extraquota para produtos siderúrgicos, classificando a medida como unilateral e prejudicial ao comércio.</P><br />
<P>&#8220;O sistema de quotas implementado hoje pela União Europeia constitui medida unilateral e não configura instrumento de compensação do ponto de vista do Governo brasileiro&#8221;, informa nota conjunta dos ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</P><br />
<P>Ainda assim, Brasília afirmou que pretende manter as negociações com o bloco europeu para buscar uma solução &#8220;aceitável e mutuamente benéfica&#8221;.</P><br />
<P>Até ao momento, segundo o governo brasileiro, o país e a União Europeia não chegaram a um acordo sobre compensações pela elevação das tarifas, conforme previsto no Acordo Geral sobre Tarifas Aduaneiras e Comércio.</P><br />
<P>A nota afirma que as novas regras reduzem ainda mais o acesso de produtos siderúrgicos ao mercado europeu mesmo após o fim da salvaguarda adotada pela UE em 2018 e atingem a maioria dos parceiros comerciais do bloco.</P><br />
<P>O governo brasileiro alega que também é afetado pelo excesso de capacidade global no setor siderúrgico e reiterou que continua a defender soluções multilaterais para o problema, especialmente no âmbito do Fórum Global sobre Excesso de Capacidade Siderúrgica.</P><br />
<P>Na avaliação de Brasília, impor restrições comerciais a países que não são responsáveis pelo excesso de produção mundial não contribui para resolver a questão e pode provocar uma escalada de medidas de defesa comercial.</P><br />
<P>&#8220;A imposição de medidas de restrição comercial a países que não são a causa do problema não contribui para a busca de solução efetiva e pode levar a uma escalada de medidas de defesa comercial&#8221;, leia-se no comunicado.</P><br />
<P>O novo regulamento de tarifas sobre importação de aço entrou em vigor para proteger a indústria da UE dos impactos do excesso de produção global, substituindo as medidas de salvaguarda que expiram hoje.</P><br />
<P>A medida, segundo a Comissão Europeia, reduz as importações isentas de direitos de 26 categorias de produtos de aço para a UE em 47%, em média, face aos contingentes previstos nas medidas de salvaguarda sobre o aço.</P><br />
<P>A partir de hoje será permitida a entrada na UE de um total de 18,3 milhões de toneladas de aço isentas de direitos por ano, assegurando que os países com quem a UE tem acordos de comércio livre são favorecidos com metade da quota anual da UE (9,15 milhões), ficando a outra metade disponível para todos os parceiros comerciais sem discriminação, incluindo os de livre comércio.</P><br />
<P>A UE chegou a acordos de princípio sobre os contingentes pautais aplicáveis ao aço com 13 parceiros: Turquia, Coreia, Indonésia, Egito, Brasil, Reino Unido, Suíça, Macedónia do Norte, África do Sul, Argentina, Ucrânia, Singapura e Índia, segundo fonte comunitária.</P><br />
<P>As importações fora de contingente estarão sujeitas a uma tarifa de 50% e as novas regras têm como meta &#8220;garantir a viabilidade a longo prazo de uma indústria europeia estrategicamente crucial&#8221;, segundo um comunicado da UE.</P><br />
<P>MYMA (IG)// RBF</P><br />
<P>Lusa/</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784428]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Dirigente do laboratório colaborativo ForestWise salienta papel &#8220;agregador&#8221; da AGIF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da ForestWise - Laboratório Colaborativo para a Gestão Integrada da Floresta e do Fogo considerou hoje, no parlamento, como "muito positivo" o trabalho da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, pelo papel "agregador" no setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da ForestWise &#8211; Laboratório Colaborativo para a Gestão Integrada da Floresta e do Fogo considerou hoje, no parlamento, como &#8220;muito positivo&#8221; o trabalho da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, pelo papel &#8220;agregador&#8221; no setor.</P><br />
<P>&#8220;O impacto da AGIF foi muito positivo a todos os níveis, pelo seu aspeto agregador em todo o setor, pelo aspeto de transparência e monitorização das políticas e dos resultados, por ter posto indicadores de controlo e isso antes, de facto, não existia, ou não existia de forma tão profissional e tão organizada&#8221;, afirmou Nuno Calado.</P><br />
<P>O gestor, numa audição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aos Negócios dos Incêndios Rurais, acrescentou que &#8220;o ForestWise dentro do que lhe foi possível também contribuiu para alguma dessa evolução positiva&#8221; com alguns estudos e &#8220;resultados que pouco a pouco vão ser introduzidos&#8221;.</P><br />
<P>A função do ForestWise, explicou, consiste em &#8220;fazer recomendações técnicas com base científica&#8221;, que &#8220;não são opiniões, são factos&#8221;, e a atividade centra-se em &#8220;recursos humanos altamente qualificados&#8221;, que com &#8220;base na ciência e no conhecimento&#8221; avaliam e propõem &#8220;essas recomendações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Umas já foram adotadas, outras não. Obviamente há aqui um processo normal, evolutivo, isso é normal dentro do que são as alterações a qualquer coisa&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Questionado sobre que recomendações foram concretizadas, Nuno Calado respondeu com a avaliação aos &#8220;sapadores florestais, por exemplo&#8221;, na sequência das quais o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) promoveu &#8220;alterações ao programa&#8221;, a par de &#8220;estudos e de recomendações mesmo para a AGIF&#8221;, também adotadas.</P><br />
<P>Em relação às políticas de gestão dos incêndios, o responsável da ForestWise admitiu que, como concluiu uma Comissão Técnica Independente (CTI), &#8220;havia um desequilíbrio grande&#8221;, mas nos últimos anos tem vindo a ser &#8220;feito um esforço para haver um maior equilíbrio entre prevenção e combate&#8221;.</P><br />
<P>Entre os projetos em desenvolvimento, na área da prevenção, destacou um sistema da Redes Energéticas Nacionais (REN) de câmaras de deteção nos postes de alta tensão, que com base em informação em tempo real permite fazer &#8220;modelos preditivos&#8221; do &#8220;trajeto mais provável&#8221; desse incêndio, antecipando os meios de combate.</P><br />
<P>No âmbito das respostas a questões de deputados do PSD, Chega, PS e IL, Calado assegurou não ter conhecimento de interesses económicos ou atividades lesivas do interesse público no setor em resultado dos incêndios.</P><br />
<P>E questionado como geria &#8220;potenciais conflitos de interesse&#8221; por ser responsável de regulação florestal e sustentabilidade da Sonae e presidente do ForestWise, respondeu que &#8220;da mesma forma como são geridos&#8221; em &#8220;qualquer associação empresarial&#8221;, e de acordo com a &#8220;ética de cada um&#8221;.</P><br />
<P>A Sonae, prosseguiu, participa como qualquer outra empresa em consórcios, e não entra noutros, e também pode &#8220;fazer aquisição de serviços ao ForestWise&#8221; de projetos específicos &#8220;como qualquer associado&#8221; do laboratório colaborativo.</P><br />
<P>Quanto a dúvidas sobre a avaliação do financiamento público ao ForestWise, Nuno Calado referiu que os projetos são devidamente examinados e que, em termos de financiamento, os laboratórios colaborativos (CoLab) &#8220;desejariam era que tivesse havido aqui um mecanismo de transição&#8221;, evitando a &#8220;redução de pessoal&#8221;, além disso altamente qualificado.</P><br />
<P>Em relação ao impacto socioeconómico dos CoLab em Portugal, apontou um estudo da Porto Business School, concluindo que, em 2025, &#8220;geraram 74 milhões de euros de VAB [Valor Acrescentado Bruto], 2.168 empregos, criaram 51,8 milhões de euros em remunerações e produziram 26 milhões de euros em receita fiscal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entre [20]21 e 25, cada euro de financiamento público esteve associado a 2,27 euros de VAB gerado na economia e cerca de 81% do financiamento público recebido, em relação ao Estado, sob a forma de receita fiscal direta, indireta e induzida&#8221;, referiu ainda, rematando: &#8220;Portanto, estamos a falar de um custo para o Estado de 19% do financiamento público, ao qual temos que somar tudo o que é a capacitação e a transferência e integração de conhecimento&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784427]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Israel reivindica eliminação de comandante do Hamas em Gaza</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/israel-reivindica-eliminacao-de-comandante-do-hamas-em-gaza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As Forças de Defesa de Israel (FDI) reivindicaram hoje a eliminação de um comandante da ala militar do movimento islamita palestiniano Hamas, num ataque terça-feira no sul da Faixa de Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças de Defesa de Israel (FDI) reivindicaram hoje a eliminação de um comandante da ala militar do movimento islamita palestiniano Hamas, num ataque terça-feira no sul da Faixa de Gaza.</P><br />
<P>As FDI e o Serviço Nacional de Informações (Shin Bet) declararam num comunicado conjunto que o indivíduo, identificado como Adel Jihad Muhammad Atsfur, era um &#8220;comandante de pelotão da ala militar da organização terrorista Hamas&#8221;, referindo-se às Brigadas al-Qassam.</P><br />
<P>Afirmaram ainda que Atsfur atuava como &#8220;atirador de elite&#8221; e realizava ataques &#8220;com explosivos&#8221; contra as forças israelitas posicionadas no enclave palestiniano. </P><br />
<P>&#8220;Recentemente, Atsfur tentou reforçar as capacidades da organização terrorista Hamas&#8221;, declararam.</P><br />
<P>&#8220;O terrorista representava uma ameaça para as nossas forças que operam na Faixa de Gaza e foi morto num ataque aéreo. As forças do Comando Sul das Forças de Defesa de Israel continuarão a trabalhar para eliminar quaisquer ameaças remanescentes&#8221;, acrescentaram.</P><br />
<P>Pelo menos cinco palestinianos morreram hoje em vários ataques israelitas com drones em diferentes zonas da Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro de 2025.</P><br />
<P>Segundo a agência noticiosa palestiniana WAFA, um drone israelita atacou um grupo de pessoas junto à estação de al-Hilu, no norte do enclave palestiniano, provocando três mortos.</P><br />
<P>Num outro incidente, um ataque com um drone israelita fez dois mortos e quatro feridos, depois de uma aeronave não tripulada ter atingido uma concentração de civis no bairro de Sheikh Radwan, a noroeste da cidade de Gaza.</P><br />
<P>O número de mortos na ofensiva militar israelita contra a Faixa de Gaza, desencadeada na sequência dos ataques do movimento islamita Hamas, em outubro de 2023, ascende a 73.069, enquanto o número de feridos aumentou para 173.514.</P><br />
<P>Um acordo de cessar-fogo está em vigor desde 10 de outubro de 2025 entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, mas as duas partes acusam-se mutuamente e regularmente de violar a trégua.</P><br />
<P>Em retaliação dos ataques do Hamas em outubro de 2023, nos quais cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 251 sequestradas, Israel lançou uma operação militar em grande escala no enclave palestiniano, que provocou um desastre humanitário, a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a deslocação de centenas de milhares de pessoas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784426]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: EUA e 12 países árabes defendem livre passagem no Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:49:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Comando Central norte-americano (Centcom) liderou hoje uma reunião no Bahrein com altos comandantes militares de 12 países árabes sobre a segurança no Médio Oriente, onde foi defendida a livre passagem no Estreito de Ormuz, cuja soberania o Irão reclama.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando Central norte-americano (Centcom) liderou hoje uma reunião no Bahrein com altos comandantes militares de 12 países árabes sobre a segurança no Médio Oriente, onde foi defendida a livre passagem no Estreito de Ormuz, cuja soberania o Irão reclama.</P><br />
<P>Em comunicado, o Centcom referiu que &#8220;liderou um diálogo regional de segurança, organizado pelas Forças de Defesa do Bahrein&#8221;, com a participação do almirante Brad Cooper e de altos comandantes militares do Bahrein, Egito, Jordânia, Kuwait, Omã, Qatar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Iémen, Líbano e Síria.</P><br />
<P>O diálogo de segurança com os Estados Unidos marcou &#8220;a primeira vez que os líderes militares da Síria e do Líbano participaram numa conferência regional de defesa liderada pelos EUA&#8221;, afirmou Cooper.</P><br />
<P>Durante a reunião, &#8220;analisaram o atual cenário de segurança regional e as oportunidades para reforçar a cooperação em matéria de defesa&#8221; e reafirmaram &#8220;o seu compromisso partilhado com o livre fluxo de comércio através do Estreito de Ormuz&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos a trabalhar em estreita colaboração com os nossos parceiros regionais&#8221;, afirmou Cooper, que esteve terça-feira no Líbano para coordenar com o país o acordo-quadro alcançado com Israel.</P><br />
<P>O oficial norte-americano assegurou que &#8220;os diálogos realçaram&#8221; o compromisso partilhado com a segurança e a estabilidade regional.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos e os seus parceiros regionais operam no Médio Oriente o sistema de defesa aérea e antimíssil ativo mais sofisticado e abrangente do mundo&#8221;, observou.</P><br />
<P>Em janeiro, o Centcom e os países da região &#8220;estabeleceram uma nova célula de coordenação de defesa aérea para o Médio Oriente, destinada a partilhar informações e alertas sobre ameaças, bem como a responder a contingências&#8221;, indicou.</P><br />
<P>O encontro acontece no meio de negociações indiretas entre o Irão e os Estados Unidos no Qatar, após o ataque de Teerão na semana passada a dois navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz e a resposta norte-americana com ataques aéreos contra território iraniano no fim de semana.</P><br />
<P>O Irão reagiu à ofensiva norte-americana lançando mísseis e &#8216;drones&#8217; contra os seus aliados no Bahrein e no Kuwait.</P><br />
<P>Sobre o Estreito de Ormuz, epicentro das tensões, o chefe da equipa negocial do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou na terça-feira que Teerão &#8220;não abdicará dos seus direitos&#8221; sobre esta passagem crucial no comércio marítimo global e reiterou que a isenção de taxas para o trânsito pelo estreito terá apenas a duração de 60 dias, conforme estipulado no acordo preliminar.</P><br />
<P>&#8220;A soberania sobre o Estreito de Ormuz pertence ao Irão e a Omã, e o tráfego através do estreito é regido por acordos especificados pelo Irão. O Irão não abdicará dos seus direitos no Estreito de Ormuz em nenhuma circunstância, uma vez que estas são as nossas águas territoriais&#8221;, declarou numa entrevista transmitida pela televisão estatal IRIB.</P><br />
<P> O memorando de entendimento assinado em 17 de junho por Estados Unidos e Irão, que suspendeu as hostilidades mais de três meses após o início do conflito entre os dois lados, estipula que Teerão não irá desenvolver armas nucleares. </P><br />
<P> O texto prevê também o estabelecimento de um mecanismo para processar os &#8216;stocks&#8217; iranianos de urânio altamente enriquecido, &#8220;no mínimo, por um método de diluição no local sob a supervisão da AIEA&#8221;.</P><br />
<P> Ao abrigo do memorando, as partes têm, a partir da assinatura do documento, 60 dias para negociar um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>Sobre as negociações, Ghalibaf acusou os Estados Unidos de não estarem a cumprir os primeiros dos 14 pontos contidos no recente memorando de entendimento. </P><br />
<P> &#8220;Não abordaremos as restantes questões até que os cinco primeiros [pontos] estejam cumpridos. Sempre que for tomada alguma ação que viole o ponto 1, referente ao fim da guerra, agiremos em conformidade. Os acontecimentos que se desenrolam no Estreito de Ormuz são consequência disso. Os acontecimentos a que o Hezbollah está a responder no Líbano são também consequência disso&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O dirigente iraniano defendeu o uso da força devido à falta de &#8220;lógica e entendimento&#8221; e em consequência dos ataques levados a cabo pelos Estados Unidos contra o Irão na semana passada, após Teerão ter atacado um navio que atravessava o Estreito de Ormuz. </P><br />
<P>&#8220;Consideramos o que aconteceu no Golfo Pérsico nas últimas noites uma violação do cessar-fogo&#8221;, afirmou Ghalibaf, que criticou os norte-americanos por serem &#8220;autoritários e arrogantes&#8221; nas suas ações.</P><br />
<P>&#8220;Damos prioridade ao diálogo, mas se este diálogo falhar, também estamos prontos para a guerra&#8221;, disse Ghalibaf, que é ainda presidente do Parlamento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784425]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street abre julho em baixa arrastada pelos semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:36:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, com os investidores a procurarem interpretar as declarações do presidente da Reserva Federal (Fed), Kevin Warsh, em contexto de retração dos fabricantes de semicondutores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, com os investidores a procurarem interpretar as declarações do presidente da Reserva Federal (Fed), Kevin Warsh, em contexto de retração dos fabricantes de semicondutores. </P><br />
<P>O resultado da sessão indica que o índice tecnológico Nasdaq recuou 0,66%, o alargado S&amp;P500 perdeu 0,22% e o seletivo Dow Jones Industrial Average baixou 0,03%.</P><br />
<P>Wall Street começa julho com perdas generalizadas no setor dos semicondutores, que bateu recordes no primeiro semestre.</P><br />
<P>Alguns analistas comentaram que se trata de uma correção normal derivada da rotação de carteiras, perante um novo trimestre, uma vez que muitos investidores vendem as ações das tecnológicas, embolsam os ganhos e aplicam-nos, no todo ou em parte, em opções menos arriscadas. </P><br />
<P>Certo é que a Micron e a Sandisk perderam mais de 10%, a Nvidia recuou 1,25%, a Advanced Micro Devices (AMD) 6,9% e a Intel 9%.</P><br />
<P>Porém, houve desempenhos opostos, caso da Meta, que valorizou 8,8%, depois de Bloomberg e CNBC noticiarem os seus planos de criar um negócio na &#8216;nuvem&#8217;, rivalizando com Amazon Web Services e outras, para vender o seu excedente de capacidade de computação para as tecnologias de inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A mesma tendência, mas com menos força, foi seguida por Microsoft (3%), Alphabet (1,3%) e Apple (1,7%).</P><br />
<P>Por outro lado, os investidores estiveram atentos à intervenção de Warsh, em Sintra, no fórum promovido pelo Banco Central Europeu. </P><br />
<P>Recusando falar sobre uma subida da taxa de juro de referência, Warsh assegurou que os riscos inflacionistas diminuíram nas últimas semanas, reiterou o compromisso da Fed devolver o crescimento dos preços ao objetivo de 2% e realçou que vai manter a independência da instituição quando se tratar de decidir a política monetária. </P></p>
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