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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 26 May 2026 18:23:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Resposta para fragmentação, polarização e desconfiança está dentro da ONU &#8211; MNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal defendeu hoje que a resposta para a "fragmentação, polarização e desconfiança" que o mundo atravessa "está dentro das Nações Unidas", sublinhando tratar-se do único fórum universal onde todos os Estados se reúnem como iguais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal defendeu hoje que a resposta para a &#8220;fragmentação, polarização e desconfiança&#8221; que o mundo atravessa &#8220;está dentro das Nações Unidas&#8221;, sublinhando tratar-se do único fórum universal onde todos os Estados se reúnem como iguais.</P><br />
<P>Num debate de alto nível do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sob o tema: &#8220;Defender os propósitos e princípios da Carta da ONU e fortalecer o sistema internacional centrado na ONU&#8221;, o ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, Paulo Rangel, saiu em defesa da organização multilateral e do seu trabalho em prol da humanidade.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de todas as suas falhas, Portugal acredita que as Nações Unidas mantêm a sua promessa. Num tempo de fragmentação, polarização e desconfiança, a mensagem de Portugal é simples: a resposta não é menos multilateralismo, mas antes um melhor e mais eficaz multilateralismo&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;A resposta encontra-se dentro das Nações Unidas. O sistema criado em 1945 não pressupunha o desaparecimento dos conflitos, mas sim que o diálogo deve prevalecer sobre a divisão, a cooperação sobre o confronto e o direito internacional sobre a lei do mais forte&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Rangel sublinhou que a ONU continua a ser a plataforma central para a diplomacia, a mediação, a consolidação da paz, o desenvolvimento e a cooperação, e que, apesar das falhas da organização, nenhum outro sistema se compara em legitimidade, universalidade ou poder de convocação.</P><br />
<P>O ministro enalteceu igualmente as organizações regionais parceiras da ONU, como a União Africana, a União Europeia, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), entre outras, advogando que as mesmas trazem proximidade, legitimidade e experiência e ajudam a prevenir crises, a mediar disputas e a apoiar transições para a paz.</P><br />
<P>Portugal está em campanha para uma vaga de membro não  permanente do Conselho de Segurança, um dos órgãos mais importantes das Nações Unidas, cujo mandato é zelar pela manutenção da paz e da segurança internacional e cujas decisões são vinculativas.</P><br />
<P>A eleição para o biénio 2027/2028 está agendada para 03 de junho e Portugal tem como adversários diretos a Alemanha e a Áustria, numa disputa pelos dois lugares de membros não permanentes atribuídos ao grupo da Europa Ocidental e Outros Estados.</P><br />
<P>Paulo Rangel defendeu que o Conselho de Segurança não deve apenas reagir às crises, mas também prevenir a escalada, abrir espaço político para o diálogo e utilizar as ferramentas mais eficazes, como mediação, bons ofícios e consolidação da paz.</P><br />
<P>&#8220;Para Portugal, a prevenção deve ser central no trabalho do Conselho&#8221;, afirmou, na sede da ONU, em Nova Iorque.</P><br />
<P>Sobre a necessidade de reforma o sistema da ONU e o próprio Conselho de Segurança, o líder da diplomacia portuguesa advogou que um Conselho &#8220;mais eficaz também precisa de ser mais representativo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apoiamos a expansão quer nas categorias permanentes, quer nas não permanentes, com especial atenção à sub-representação histórica de África. O Conselho deve também refletir melhor a América Latina, as Caraíbas, a Ásia-Pacífico, os Estados árabes, os SIDS (Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento) e os países de pequena e média dimensão, especialmente aqueles que nunca fizeram parte dele&#8221;, defendeu Rangel.</P><br />
<P>&#8220;Essas vozes importam. Se for eleito na próxima semana (&#8230;), Portugal trabalhará para as amplificar. Portugal quer ser uma voz à mesa, uma voz que ressoe a voz deles, a sua voz&#8221;, prometeu.</P><br />
<P>Em geral, quase todos os países da ONU consideram necessário reformar o Conselho de Segurança, mas não há acordo sobre como fazê-lo, com diferentes propostas na mesa há anos, sendo que algumas englobam uma representação africana permanente no Conselho.</P><br />
<P>Portugal já foi membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU por três vezes: em 1979-1980, 1997-1998 e 2011-2012.</P><br />
<P>O Conselho de Segurança da ONU é composto por 15 membros (cinco permanentes e 10 não permanentes). Cada membro tem um voto, sendo que os cinco membros permanentes &#8211; China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia &#8211; têm também poder de veto.</P><br />
<P>Os membros não permanentes são eleitos para um mandato de dois anos.</P><br />
<P>Paulo Rangel declarou que a ONU deve também adaptar-se aos desafios atuais, nomeadamente riscos de segurança relacionados com clima, insegurança alimentar, desinformação, guerra urbana, redes criminosas e o impacto das novas tecnologias na paz e na segurança.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum destes desafios pode ser enfrentado isoladamente. Nenhum pode ser resolvido fora do multilateralismo&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;Portugal está pronto para trabalhar com todos os parceiros para reforçar a eficácia, a credibilidade e a legitimidade desta organização&#8221;, sublinhou Rangel.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768092]]></sapo:autor>
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		<title>Pedro Gonçalves pede desculpa por &#8220;uma das piores derrotas&#8221; na história do Sporting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:19:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O médio Pedro Gonçalves pediu hoje desculpa por "uma das piores derrotas na história" do Sporting, na final da Taça de Portugal de futebol, frente ao Torreense, da II Liga, por 2-1, após prolongamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio Pedro Gonçalves pediu hoje desculpa por &#8220;uma das piores derrotas na história&#8221; do Sporting, na final da Taça de Portugal de futebol, frente ao Torreense, da II Liga, por 2-1, após prolongamento.</P><br />
<P>&#8220;Depois de pensar e estar mais calmo venho aqui pedir desculpa por uma das piores derrotas na história do clube. Sempre aceitei qualquer crítica, não tenho medo e assumo que não estive ao nível que este clube exige&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Numa publicação nas redes sociais, Pedro Gonçalves reconheceu que, &#8220;mentalmente&#8221;, desde a paragem de março para as seleções, não esteve no seu melhor. </P><br />
<P>&#8220;O meu corpo queria mas a minha cabeça andava sempre com um &#8216;travão de mão&#8217; com medo de me lesionar. Parece fácil, mas quem está lá dentro sabe o quão difícil é. Aquele miúdo que saiu de casa sem os pais aos 11 anos, foi para Espanha sozinho e teve um ano sem competir, tinha o sonho de poder estar num Mundial e esse foi um dos meus grandes objetivos este ano&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Pedro Gonçalves, de 27 anos, teve uma época com menos lesões, comparando com a anterior, marcando 15 golos e fazendo nove assistências em 41 jogos, mas acabou por não integrar a lista final da seleção portuguesa para o Mundial2026.</P><br />
<P>&#8220;Sou uma pessoa que gosta de vencer, não me acomodo a nada e tenta sempre melhorar. Seis épocas no clube, sete títulos e seis finais perdidas. É triste ter tão poucos títulos&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Além da surpreendente derrota na final da Taça de Portugal, frente ao Torreense, a primeira equipa do segundo escalão a vencer o troféu, o Sporting, que era bicampeão, terminou a I Liga na segunda posição, foi eliminado nas meias-finais da Taça da Liga.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768090]]></sapo:autor>
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		<title>Casa Branca como estádio de UFC? Imagens mostram obras de construção para evento no aniversário de Trump</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/casa-branca-como-estadio-de-ufc-imagens-mostram-obras-de-construcao-para-evento-no-aniversario-de-trump/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhos decorrem no relvado sul da residência presidencial, onde está a ser montada uma estrutura semicircular destinada a acolher o recinto do espetáculo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa Branca já começou a preparar a estrutura temporária que vai receber uma noite de combates do UFC integrada nas comemorações do 80º aniversário do presidente americano, Donald Trump. O evento está previsto para 14 de junho e deverá ter cerca de 5.000 espectadores, avança o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">A closer look at the progress on the White House South Lawn for the UFC Freedom 250 event on June 14th </p>
<p>📸 BryantGarcia/IG <a href="https://t.co/91M0FDkCPB">pic.twitter.com/91M0FDkCPB</a></p>
<p>&mdash; FULL SEND MMA (@full_send_mma) <a href="https://twitter.com/full_send_mma/status/2059109438494245135?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 26, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Os trabalhos decorrem no relvado sul da residência presidencial, onde está a ser montada uma estrutura semicircular destinada a acolher o recinto do espetáculo. Segundo a agência Efe, citada pelo jornal espanhol, as peças foram transportadas da Pensilvânia para Washington antes do início da construção.</p>
<p>A lotação prevista ronda os 5.000 lugares e deverá incluir membros das Forças Armadas, convidados do UFC e convidados da própria Casa Branca.</p>
<p>O combate principal da noite deverá opor o espanhol-georgiano Ilia Topuria, invicto na carreira, ao americano Justin Gaethje, num duelo pela unificação do cinturão dos pesos-leves.</p>
<p>A ligação de Trump ao entretenimento desportivo não é nova. Antes da carreira política, o presidente americano promoveu combates de boxe em Nova Iorque nas décadas de 1980 e 1990 e manteve uma relação prolongada com a WWE, a principal empresa americana de luta livre, que o incluiu no seu Hall of Fame em 2013.</p>
<p>A realização de um evento do UFC na Casa Branca junta, assim, duas dimensões associadas ao percurso público de Trump: a política presidencial e o espetáculo desportivo. O resultado será um dos momentos mais invulgares das celebrações oficiais do seu aniversário, transformando temporariamente o relvado sul da residência presidencial num recinto de artes marciais mistas.</p>
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DVm63hCjCpw/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Ilia Topuria (@iliatopuria)</a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768086]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia alerta que câmaras inteligentes podem expor localização de líderes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/camaras-em-teerao-terao-exposto-lideres-iranianos-diz-chefe-dos-servicos-secretos-russos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:06:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Bortnikov]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Localização de responsáveis iranianos terá sido obtida através de ‘marcadores’ ou falhas introduzidas em software usado em sistemas de videovigilância]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O chefe do Serviço Federal de Segurança russo, Alexander Bortnikov, afirmou que sistemas de videovigilância podem expor a localização de altos responsáveis políticos, citando alegados incidentes envolvendo dirigentes iranianos em Teerão. As declarações foram feitas esta terça-feira durante uma reunião de responsáveis de segurança de países da Comunidade de Estados Independentes, de acordo com o &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>Segundo a agência estatal russa &#8216;TASS&#8217;, Bortnikov alegou que a localização de responsáveis iranianos terá sido obtida através de ‘marcadores’ ou falhas introduzidas em software usado em sistemas de videovigilância. O responsável russo apresentou o caso como um exemplo dos riscos associados à dependência de plataformas tecnológicas estrangeiras.</p>
<p>“Um sinal claro e alarmante é a recente eliminação de representantes da liderança de topo do Irão”, afirmou Bortnikov, referindo-se ao que descreveu como ações dos Estados Unidos e de Israel. O chefe do FSB, no entanto, não apresentou provas que sustentem a acusação.</p>
<p>As declarações surgem num momento de maior preocupação em Moscovo com a proteção de infraestruturas estatais contra ciberataques, espionagem e recolha de informações sensíveis. Para Bortnikov, o recurso a tecnologia estrangeira pode criar vulnerabilidades exploradas por serviços de informações ou por agentes externos.</p>
<p>O tema ganha particular peso num contexto em que também têm surgido relatos sobre receios de segurança em torno do próprio Presidente russo. Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, citando informações separadas avançadas pela Important Stories e pela &#8216;CNN&#8217;, Vladimir Putin temerá uma possível tentativa de assassínio, incluindo com recurso a drones, bem como o risco de um golpe dentro da elite política e de segurança russa.</p>
<p>Esses relatos baseiam-se num alegado documento interno, mas a sua autenticidade não foi verificada. Ainda assim, ajudam a enquadrar o tom das declarações de Bortnikov, que apontam para uma crescente ansiedade do aparelho de segurança russo perante ameaças tecnológicas, vigilância digital e ataques de precisão.</p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; refere ainda um outro episódio ligado ao conflito: o Estado-Maior ucraniano afirmou que mísseis de cruzeiro britânicos Storm Shadow foram usados para atingir um centro de comando russo na região ocupada de Lugansk, alegadamente perto de Dovzhansk. As forças ucranianas disseram ter registado vários impactos no quartel-general e prometeram novos ataques. Moscovo ainda não comentou a alegação.</p>
<p>Noutro desenvolvimento, um relatório anterior indicava que a Rússia terá planeado fornecer ao Irão milhares de drones avançados e treinar as suas forças para os utilizar contra forças americanas. A proposta incluiria drones de fibra ótica resistentes a interferências e sistemas guiados por satélite, embora não seja claro se o plano chegou a ser executado.</p>
<p>A mensagem de Bortnikov é, por isso, dupla. Por um lado, acusa adversários externos de explorarem tecnologias civis para fins de inteligência e eliminação de alvos. Por outro, reflete a preocupação russa com a vulnerabilidade dos seus próprios dirigentes, infraestruturas e centros de decisão num ambiente de guerra cada vez mais marcado por drones, ciberoperações e vigilância digital.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768079]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: UE prolonga sanções contra a Rússia por violações dos direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia decidiu hoje prolongar por mais um ano o regime de sanções contra a Rússia por violações dos direitos humanos, que abrange atualmente 72 indivíduos e uma entidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia decidiu hoje prolongar por mais um ano o regime de sanções contra a Rússia por violações dos direitos humanos, que abrange atualmente 72 indivíduos e uma entidade.</P><br />
<P>Em comunicado, o Conselho da União Europeia (UE) referiu que, com o prolongamento aprovado pelos 27 Estados-membros, o regime de sanções fica em vigor até 28 de maio de 2027.</P><br />
<P>Este regime visa sancionar responsáveis por &#8220;violações graves dos direitos humanos, repressão da sociedade civil e da oposição democrática e por comprometer a democracia e o Estado de Direito na Rússia&#8221;.</P><br />
<P>No total, o regime abrange 72 indivíduos e uma entidade, incluindo juízes, funcionários do Ministério da Justiça ou personalidades ligadas ao sistema penitenciário russo.</P><br />
<P>&#8220;Os indivíduos e entidade incluídos no regime de sanções da UE estão sujeitos a congelamento de bens. Os cidadãos e empresas da UE estão proibidos de lhes disponibilizar fundos. Os indivíduos estão igualmente sujeitos a uma proibição de viajar, que os impede de entrar ou transitar pelos territórios da UE&#8221;, adiantou o Conselho da UE.</P><br />
<P>No comunicado, a instituição disse que a UE se mantém &#8220;inabalável na condenação das violações dos direitos humanos e da repressão na Rússia&#8221; e está &#8220;profundamente preocupada com a contínua deterioração dos direitos humanos no país&#8221;.</P><br />
<P>Este regime de sanções contra a Rússia foi criado em março de 2024, na sequência da morte do opositor Alexey Navalny.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768080]]></sapo:autor>
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		<title>Mota-Engil prevê que primeiras centrais de biometano estejam a funcionar este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:54:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As cinco primeiras instalações de produção de biometano sustentável por via da purificação de biogás, projeto da Mota-Engil Ambiente e Energia, deverão estar a funcionar este ano, disse hoje, em Coimbra, o administrador executivo (CEO) da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cinco primeiras instalações de produção de biometano sustentável por via da purificação de biogás, projeto da Mota-Engil Ambiente e Energia, deverão estar a funcionar este ano, disse hoje, em Coimbra, o administrador executivo (CEO) da empresa.</p>
<p>As cinco instalações, integradas em estações de tratamento de resíduos já existentes &#8212; Coimbra e Aveiro (ERSUC), Leiria (Valorlis), Amarsul (Seixal) e Valorsul (Amadora) representam &#8211; segundo a Mota-Engil Ambiente e Energia &#8212; um potencial de valorização de 600 mil toneladas anuais de resíduos urbanos biodegradáveis e respetiva conversão em biometano, para injeção na rede nacional de gás, num investimento total de 25 milhões de euros (ME).</p>
<p>Na sessão de hoje, que contou com a participação do secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Barroca, e incluiu uma visita ao local, nas instalações da ERSUC em Coimbra, onde a central de produção de biometano será instalada, Hugo Pereira, CEO da Mota-Engil Ambiente e Energia, classificou o investimento como &#8220;um primeiro passo relevante para o país&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas também um passo distinto nesta atividade (&#8230;) São precisos mais projetos, são precisas mais iniciativas para criar este mercado [do biometano]&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo dados hoje divulgados, as cinco unidades do projeto &#8220;Biometano &#8212; Economia Circular ao Serviço da Descarbonização&#8221; preveem um total de produção de até 170 GWh (Gigawatt-hora) em 2026.</p>
<p>No entanto, e ainda segundo Hugo Pereira, a Mota-Engil Ambiente e Energia está já a trabalhar em outros cinco projetos para o horizonte 2027-2030 (um no Norte, dois no Centro, um no Sul e outro no Alentejo), que permitirão, daqui por quatro anos, atingir os 500 GWh.</p>
<p>Em declarações à Lusa sobre o investimento de 25 ME, Hugo Pereira frisou que se trata de &#8220;investimento da Mota-Engil para desenvolvimento deste setor. Faz parte da nossa estratégia de crescer neste setor do biometano, começámos por estes projetos e temos outros agora em vista&#8221;.</p>
<p>&#8220;É um investimento já relevante, estamos a dar passos firmes e sólidos e penso que vamos ser bem-sucedidos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Apoiado pelo Fundo Ambiental, através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), em 8,39 ME, o projeto das cinco primeiras unidades de purificação de biogás &#8212; um processo através do qual o dióxido de carbono e os contaminantes são retirados &#8212; permitirá, segundo a empresa promotora, &#8220;a primeira injeção de biometano à escala na rede nacional de gás natural&#8221;.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma mudança estrutural na forma como o biogás gerado a partir da fração orgânica dos resíduos é valorizado em Portugal, estimando-se um volume anual de biogás valorizado de cerca de 20,3 milhões de metros cúbicos&#8221;, adiantou.</p>
<p>Na sua intervenção, o secretário de Estado Adjunto e da Energia lembrou que 9% do consumo em 2030 &#8220;terá de ser de biometano, através destas moléculas verdes injetadas na nossa rede, e 18% até 2040&#8221;, objetivo que Jean Barroca classificou de ambicioso.</p>
<p>O governante admitiu que &#8220;do ponto de vista da energia, muitas vezes, estes projetos não são, por si só, viáveis financeiramente&#8221;, exigindo, argumentou, que &#8220;a tarifa pague parte do investimento inicial&#8221;.</p>
<p>&#8220;E foi por isso que se fez esse despacho, que pede à Direção-Geral de Energia e Geologia que faça o estudo de qual é a estrutura tarifária que permita suportar este tipo de projetos no futuro&#8221;, declarou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768072]]></sapo:autor>
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		<title>Gouveia e Melo critica perícia de entidade civil a navio militar Mondego e fala em &#8220;processo politizado&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gouveia e Melo]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[marinha]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo chefe militar da Armada Henrique Gouveia e Melo questionou hoje a competência de uma entidade civil para elaborar uma perícia a um navio militar como o Mondego e considerou que o processo dos militares revoltosos "está politizado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo chefe militar da Armada Henrique Gouveia e Melo questionou hoje a competência de uma entidade civil para elaborar uma perícia a um navio militar como o Mondego e considerou que o processo dos militares revoltosos &#8220;está politizado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este processo está politizado e o que se pretende é ganhar o processo fora dos tribunais&#8221;, disse Henrique Gouveia e Melo, em declarações à agência Lusa.</p>
<p>Em causa está uma notícia veiculada hoje pelo &#8216;Correio da Manhã&#8217; de que uma perícia recente pedida pelo Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) ao navio no qual 13 militares se recusaram a cumprir uma missão em 2023 concluiu que a embarcação não reunia condições de segurança necessárias.</p>
<p>De acordo com o jornal, a perícia foi elaborada pela empresa de consultores de engenharia Navaltik.</p>
<p>À Lusa, Henrique Gouveia e Melo, que à data dos acontecimentos chefiava a Marinha, afirmou que na altura o departamento operacional indicou que o NRP Mondego teria problemas, mas que não o impedia de continuar a navegar e cumprir missões.</p>
<p>Após os acontecimentos de março de 2023, Gouveia e Melo pediu uma perícia interna independente à Superintendência do Material &#8212; órgão que integra a Direção de Navios, responsável pela manutenção e a gestão do ciclo de vida das unidades navais &#8212; que concluiu &#8220;precisamente a mesma coisa que o departamento das operações&#8221;, ou seja, que as limitações identificadas não colocavam em risco a segurança do navio.</p>
<p>Gouveia e Melo criticou que agora surja uma entidade civil defender que &#8220;a estrutura operacional estava errada e quem faz a análise da área do material da Marinha também estava errada&#8221; e que &#8220;essas duas estruturas se juntaram para mentir&#8221;.</p>
<p>O antigo chefe militar da Marinha questionou ainda a legitimidade desta entidade civil para fazer uma perícia a um navio de guerra: &#8220;É a mesma coisa que ir pedir à ANAC [Autoridade Nacional da Aviação Civil] para fazer uma auditoria a um F-16&#8221;, argumentou o antigo candidato às eleições presidenciais.</p>
<p>Gouveia e Melo salientou que um navio de guerra não é um navio comercial, e que as embarcações militares têm redundâncias excessivas para que possam sobreviver em situações limite de combate.</p>
<p>Ainda assim, o almirante na reserva realçou que estes militares foram acusados dos crimes de abandono de posto e de insubordinação e que mesmo que a embarcação tivesse problemas de segurança nunca poderiam ter recusado uma missão.</p>
<p>O ex-chefe militar explicou ainda que existem três tipos de manutenção: a preventiva, a corretiva e a preditiva.</p>
<p>A preventiva é feita a partir de determinado número de horas de funcionamento de um equipamento, independentemente de as peças ainda estarem boas. Esta manutenção é a mais cara, mas é feita em sistemas como submarinos ou helicópteros, segundo o militar, por serem sistemas que não podem falhar.</p>
<p>Existe ainda a manutenção corretiva, ou seja, a resolução de um problema apenas quando algo se avaria. Uma vez que todos os equipamentos têm redundâncias, e estão preparados para situações limite, este tipo de manutenção é possível sem limitar a operação de um navio.</p>
<p>Gouveia e Melo mencionou ainda a manutenção preditiva, que consiste em analisar os dados do equipamento e perceber se este se está a começar a &#8220;desviar do padrão normal&#8221;.</p>
<p>O almirante na reserva argumentou que quem analisa estes dados em primeira mão &#8220;é o primeiro escalão de manutenção&#8221;, ou seja, quem está no navio.</p>
<p>&#8220;Esse departamento dentro do navio tinha um engenheiro que não disse nada, tinha um sargento que também não escreveu nada e que de repente parece que o navio está todo podre&#8221;, criticou.</p>
<p>Contada pela Lusa, a Marinha não quis comentar, uma vez que o processo está a decorrer.</p>
<p>A 11 de março de 2023, o NRP Mondego falhou uma missão de acompanhamento de um navio russo a norte da ilha de Porto Santo, na Madeira, após quatro sargentos e nove praças se terem recusado a embarcar, alegando razões de segurança.</p>
<p>Na altura, a Marinha participou o sucedido à Polícia Judiciária Militar (PJM), em Lisboa, no âmbito de inquérito criminal e instaurou processos disciplinares, recentemente reabertos pelo ramo depois de o Supremo Tribunal Administrativo ter considerado ilícitas as sanções aplicadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768061]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Explicador. Apagão de abril classificado como evento excecional: ERSE revela que consumidores não terão compensações automáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[apagão ibérico]]></category>
		<category><![CDATA[ERSE]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão significa que a interrupção generalizada de eletricidade não será considerada para efeitos dos indicadores de qualidade de serviço dos operadores de rede e, por isso, não haverá lugar ao pagamento de compensações automáticas aos clientes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ERSE classificou como evento excecional o incidente de grande impacto relacionado com o apagão de 28 de abril de 2025, na sequência dos pedidos apresentados pela REN e pela E-Redes. A decisão significa que a interrupção generalizada de eletricidade não será considerada para efeitos dos indicadores de qualidade de serviço dos operadores de rede e, por isso, não haverá lugar ao pagamento de compensações automáticas aos clientes.</p>
<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos concluiu que o incidente resultou de circunstâncias excecionais associadas ao funcionamento interligado do sistema elétrico ibérico, com origem em Espanha. A ocorrência foi considerada exógena e extraordinária, enquadrando-se nos critérios previstos no Regulamento da Qualidade de Serviço dos setores elétrico e do gás.</p>
<p>Segundo a análise da ERSE, foram cumpridos cumulativamente os quatro critérios necessários para classificar o incidente como evento excecional: baixa probabilidade de ocorrência, degradação significativa da qualidade de serviço, desproporção económica de medidas que pudessem evitar integralmente os efeitos do evento e ausência de imputação aos operadores da rede afetada.</p>
<p>O regulador assinala que, nos últimos 16 anos, não foi identificado qualquer incidente com características comparáveis em termos de extensão geográfica e efeito sistémico. No caso da rede de transporte, a energia não fornecida ascendeu a 55.489,40 MWh, enquanto na rede de distribuição atingiu 42.135 MWh.</p>
<p>O apagão afetou todo o território continental, todos os níveis de tensão e cerca de 6,4 milhões de clientes abastecidos pelas redes operadas pela REN e pela E-Redes. A ERSE considera que a dimensão temporal, a abrangência geográfica e o processo de reposição da rede configuraram uma degradação significativa da qualidade de serviço.</p>
<p>A decisão teve por base o relatório submetido pela REN e pela E-Redes, o parecer técnico da Direção-Geral de Energia e Geologia, os relatórios publicados pelo painel de peritos coordenado pela ENTSO-E e documentação complementar solicitada pelo regulador.</p>
<p>O relatório final do painel de peritos, publicado em 20 de março de 2026, descreveu o apagão como o incidente mais grave ocorrido na Europa nos últimos 20 anos. Para a ERSE, a escala, a rapidez de propagação e a origem externa ao Sistema Elétrico Nacional tornam desproporcionado exigir aos operadores medidas autónomas capazes de evitar integralmente as consequências do evento.</p>
<p>O regulador sublinha que a REN e a E-Redes acionaram os respetivos planos operacionais de contingência logo após o apagão. A REN iniciou a execução do Plano Nacional de Reposição de Serviço, com ativação das centrais com capacidade de arranque autónomo, enquanto a E-Redes mobilizou cerca de 600 operacionais a nível nacional no âmbito do seu plano de atuação em crise.</p>
<p>Apesar de não haver direito a compensações automáticas, a ERSE esclarece que os consumidores podem pedir indemnizações por prejuízos concretos. Esses pedidos dependem, no entanto, de decisões judiciais ou arbitrais e exigem a análise individual das provas e danos alegadamente causados.</p>
<p>O regulador distingue, assim, entre compensações automáticas previstas no Regulamento da Qualidade de Serviço e indemnizações por danos específicos. As primeiras são atribuídas automaticamente quando são ultrapassados limites regulamentares de duração ou número de interrupções, salvo quando o incidente é classificado como evento excecional. As segundas dependem de ação própria intentada pelos consumidores afetados.</p>
<p>Segundo a ERSE, eventuais ações judiciais podem ser apresentadas em Portugal ou em Espanha, dependendo da forma como forem configuradas e das entidades identificadas como responsáveis. No regime português, o direito de indemnização por responsabilidade extracontratual prescreve, em regra, no prazo de três anos a contar da data em que o lesado teve conhecimento do direito que lhe compete.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768063]]></sapo:autor>
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		<title>Baterias de lítio nos aviões: incidente com easyJet mostra por que devem estar sempre acessíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[easyJet]]></category>
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		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[power banks]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[Carregadores portáteis, também conhecidos como power banks, só podem ser transportados na cabine precisamente por representarem risco de incêndio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um voo da easyJet com destino ao aeroporto de Londres Luton chegou quase 16 horas depois da hora inicialmente prevista, após ter sido desviado devido a preocupações relacionadas com um carregador portátil. O caso, relatado pelo &#8216;Business Insider&#8217;, voltou a chamar a atenção para os riscos associados às baterias de lítio transportadas em aviões.</p>
<p>A companhia aérea pediu desculpa aos passageiros pelo desvio e pelo atraso. “Pedimos desculpa por qualquer incómodo causado pelo desvio e consequente atraso”, afirmou um porta-voz da easyJet.</p>
<p>Os carregadores portáteis, também conhecidos como power banks, só podem ser transportados na cabine precisamente por representarem risco de incêndio. Estes dispositivos usam baterias de lítio, as mesmas que alimentam telemóveis, computadores portáteis, câmaras e cigarros eletrónicos.</p>
<p>“Se apresentarem defeitos ou forem danificados, podem provocar um incêndio intenso e difícil de extinguir”, explicou Glenn Bradley, responsável pelas operações de voo da Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido.</p>
<p>O risco está associado a um fenómeno conhecido como fuga térmica, uma reação em cadeia que pode provocar um aumento rápido da temperatura, libertação de fumo e, em casos extremos, incêndio.</p>
<p>Depois do incidente, a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido defendeu que é necessária “maior sensibilização” dos passageiros, uma vez que os carregadores portáteis apresentam “sérios riscos” de sobreaquecimento ou incêndio.</p>
<p>“Não gostaria de ser o passageiro que colocou a bagagem no lugar errado e acabou com todos os outros passageiros na cidade errada porque o voo foi desviado”, afirmou Jonathan Nicholson, da autoridade britânica.</p>
<p>As companhias aéreas recomendam que as baterias portáteis sejam mantidas visíveis e acessíveis durante o voo. Desta forma, qualquer sinal de fumo, aquecimento anormal ou princípio de incêndio pode ser detetado mais rapidamente pela tripulação.</p>
<p>Nos últimos meses, várias transportadoras e autoridades reforçaram regras. Após um incêndio num compartimento de bagagem de mão em Busan, na Coreia do Sul, em janeiro de 2025, o Ministério dos Transportes do país proibiu o armazenamento de baterias portáteis e cigarros eletrónicos nesses compartimentos.</p>
<p>A Emirates também proibiu os passageiros de transportarem dispositivos com baterias externas, enquanto a Southwest Airlines determinou que estes equipamentos não podem ser guardados em bolsas ou compartimentos de bagagem de mão enquanto estiverem a ser utilizados.</p>
<p>“Viajar de avião é de longe a forma mais segura de viajar, e queremos que assim continue. Fazer as malas de forma segura reduz os riscos”, sublinhou Glenn Bradley.</p>
<p>O alerta para os passageiros é simples: baterias de lítio devem viajar na cabine, acessíveis e protegidas contra danos. Uma regra aparentemente menor pode evitar desvios de rota, atrasos prolongados e riscos de segurança a bordo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768054]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Repsol ganha terreno rumo à liderança europeia nos combustíveis renováveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:27:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Repsol]]></category>
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					<description><![CDATA[Energética espanhola aumenta assim a sua capacidade de produção de combustíveis renováveis e aproxima-se da finlandesa Neste, líder europeia neste mercado entre as refinadoras]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Repsol iniciou a produção em larga escala de combustíveis 100% renováveis na sua nova unidade de Puertollano, em Ciudad Real, reforçando a aposta num segmento em que os grandes grupos petrolíferos europeus procuram ganhar escala. De acordo com a &#8216;Bloomberg&#8217;, a energética espanhola aumenta assim a sua capacidade de produção de combustíveis renováveis e aproxima-se da finlandesa Neste, líder europeia neste mercado entre as refinadoras.</p>
<p>A nova unidade tem capacidade para produzir 200 mil toneladas por ano de diesel renovável a partir de óleo alimentar usado e outros resíduos da indústria agroalimentar. Segundo a Repsol, o projeto representa um investimento superior a 130 milhões de euros e transforma uma antiga unidade de refinação baseada em matérias-primas fósseis numa instalação capaz de processar resíduos orgânicos para produzir combustíveis de menor pegada carbónica.</p>
<p>A fábrica de Puertollano é a segunda unidade da Repsol dedicada exclusivamente à produção de combustíveis 100% renováveis na Península Ibérica. Junta-se à unidade de Cartagena, que já produz 250 mil toneladas por ano. Com Puertollano, a capacidade combinada da empresa neste tipo de combustíveis passa para 450 mil toneladas anuais.</p>
<p>O combustível produzido em Puertollano será diesel renovável, destinado a automóveis, camiões e navios. A Repsol sublinha que estes combustíveis podem ser usados nos motores atuais e distribuídos através das infraestruturas já existentes, sem necessidade de alterações nos veículos ou nas redes de abastecimento.</p>
<p>Segundo a empresa, a utilização das 200 mil toneladas anuais de combustível renovável produzidas nesta unidade permitirá evitar cerca de 700 mil toneladas de emissões de CO2 por ano, considerando todo o ciclo de vida do produto face aos combustíveis convencionais que substitui.</p>
<p>A Repsol pretende ainda reduzir a pegada carbónica do diesel produzido em Puertollano através da utilização de hidrogénio renovável. Para isso, investiu mais 16 milhões de euros num projeto que substituirá o gás natural, tradicionalmente usado para obter hidrogénio convencional, por biogás produzido a partir de resíduos. A empresa estima que esta solução possa reduzir até 98% a pegada de CO2 do diesel face ao combustível de origem mineral.</p>
<p>“A entrada em produção desta fábrica representa mais um passo no compromisso da Repsol com os combustíveis líquidos de origem renovável e na transformação do nosso complexo”, afirmou Antonio Lorenzo, diretor do complexo industrial da Repsol em Puertollano, citado pela empresa. O responsável defendeu ainda que o projeto reforça a independência energética de Espanha e a criação de emprego qualificado.</p>
<p>A construção da unidade teve impacto direto na economia local. De acordo com a Repsol, foram registadas mais de 650 mil horas de trabalho durante as fases de construção e arranque, com cerca de 80 empresas subcontratadas, a maioria da região, e uma média diária superior a 110 trabalhadores, com picos acima dos 250.</p>
<p>O arranque em Puertollano surge num momento em que os combustíveis renováveis ganham peso na estratégia das petrolíferas europeias. Apesar da eletrificação do transporte ligeiro, setores como o transporte pesado, marítimo e aéreo continuam a procurar soluções capazes de reduzir emissões sem substituir de imediato frotas, motores e infraestruturas.</p>
<p>A Repsol já comercializa o seu Nexa Diesel 100% renovável em mais de 1.600 estações de serviço em Espanha e Portugal. A empresa produz também combustível sustentável de aviação, conhecido como SAF, a partir de resíduos orgânicos no complexo de Puertollano, destinado ao setor aéreo.</p>
<p>O movimento reforça uma tendência clara: as antigas refinarias estão a ser reconvertidas para responder à transição energética, não apenas através da eletrificação, mas também com combustíveis líquidos de menor intensidade carbónica. Para a Repsol, Puertollano passa a ser uma peça central nessa transformação industrial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768043]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa acompanha tendência europeia e fecha em queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:18:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 10 desceram, cinco subiram e a REN ficou inalterada em 3,59 euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, de 0,31%, para 9.195,51 pontos, acompanhando a tendência europeia, com a Altri e os CTT a liderarem as descidas.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 10 desceram, cinco subiram e a REN ficou inalterada em 3,59 euros.</p>
<p>As principais praças europeias fecharam hoje maioritariamente em queda, com Paris a recuar 1,03%, Frankfurt 0,80%, Madrid 0,52% e Milão 0,64%. Apenas Londres fechou em território positivo, a subir 0,24%.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768029]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Parlamento vai ouvir Rangel sobre declarações de Rubio sobre Lajes a pedido do Livre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:17:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento vai ouvir o chefe da diplomacia portuguesa sobre as declarações do homólogo norte-americano relativas à base das Lajes, depois da comissão de Negócios Estrangeiros ter aprovado o pedido do Livre e chumbado o do PS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parlamento vai ouvir o chefe da diplomacia portuguesa sobre as declarações do homólogo americano relativas à base das Lajes, depois da comissão de Negócios Estrangeiros ter aprovado o pedido do Livre e chumbado o do PS.</p>
<p>PS e Livre apresentaram requerimentos para ouvir Paulo Rangel com caráter de urgência, depois de terem sido conhecidas declarações do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, a elogiar Portugal, afirmando que o Governo deu autorização para a utilização da base das Lajes no conflito com o Irão ainda antes de saber qual seria o pedido.</p>
<p>Na reunião da comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, PSD e Chega chumbaram o requerimento do PS, mas os sociais-democratas abstiveram-se na votação do pedido do Livre, viabilizando assim a ida de Rangel ao parlamento.</p>
<p>No início da semana passada, o ministro já se tinha declarado disponível para ser ouvido pela comissão parlamentar e sugeriu até o dia 18 de maio para essa audição, mas tal não foi possível por não estar agendada nenhuma reunião da comissão.</p>
<p>Rangel também anunciou que faria a audição à porta aberta, mas hoje Livre e Iniciativa Liberal defenderam que, pelo menos em parte, devia decorrer sem a presença da imprensa. A decisão cabe aos deputados, que ficaram de avaliar esta matéria posteriormente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768031]]></sapo:autor>
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		<title>Caso Henry Nowak agita Reino Unido: estudante algemado pela polícia antes de receber socorro após ataque mortal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Nowak]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Vickrum Digwa está a ser julgado num tribunal de Southampton, acusado de homicídio e posse de faca em espaço público]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O caso de Henry Nowak, estudante de 18 anos da Universidade de Southampton que morreu após ser esfaqueado em dezembro, tornou-se uma das controvérsias políticas e judiciais mais sensíveis no Reino Unido. O jornal espanhol &#8216;ABC&#8217; relata que o processo combina violência urbana, imigração, racismo, religião, redes sociais e acusações de duplo critério na atuação policial.</p>
<p>Nowak regressava à sua residência universitária na noite de 3 de dezembro quando se cruzou com Vickrum Digwa, de 23 anos, numa rua frequentada por estudantes. Menos de uma hora depois, morreu devido a múltiplos ferimentos provocados por arma branca.</p>
<p>Digwa está a ser julgado num tribunal de Southampton, acusado de homicídio e posse de faca em espaço público. A sua mãe, Kiran Kaur, de 53 anos, também está a ser processada por alegadamente ter removido a arma do local do crime.</p>
<p>Segundo a acusação, citada pelo &#8216;ABC&#8217;, o arguido transportava uma faca com uma lâmina de 20 centímetros e terá esfaqueado Nowak, perseguindo-o enquanto este tentava fugir. A autópsia concluiu que o estudante sofreu vários golpes, incluindo um ferimento fatal no peito, além de cortes nas pernas e na mandíbula. A acusação afirma ainda que o telemóvel da vítima foi encontrado posteriormente no bolso do arguido.</p>
<p>A defesa apresenta outra versão. Digwa declarou perante o júri que Nowak parecia embriagado, terá esbarrado nele, proferido insultos racistas, dado um murro e arrancado o seu turbante tradicional sikh. O arguido alega ter agido em legítima defesa e afirma que esfaqueou Nowak na parte de trás das pernas para se proteger, sustentando que não tinha consciência de ter provocado um ferimento fatal no peito.</p>
<p>A complexidade jurídica aumentou quando o juiz William Mousley instruiu o júri a considerar não apenas a acusação de homicídio doloso, mas também a possibilidade alternativa de homicídio culposo. O juiz explicou que uma pessoa não é culpada de homicídio doloso se não tiver intenção de matar ou causar danos graves, embora possa responder por homicídio culposo caso cause a morte através de um ato que qualquer pessoa razoável entenderia como perigoso. Digwa nega as acusações.</p>
<p>Mas o caso ultrapassou a esfera judicial sobretudo devido à atuação da polícia. Durante o julgamento, ficou claro que os primeiros agentes a chegar ao local algemaram o estudante após terem sido chamados para uma altercação e para relatos de possíveis insultos racistas. Só mais tarde, ao perceberem a gravidade dos ferimentos, começaram a prestar primeiros socorros. Nowak morreu pouco depois.</p>
<p>A decisão provocou críticas duras no debate público britânico. Alguns setores acusam a polícia de ter dado prioridade à denúncia de insultos racistas em vez de prestar assistência médica urgente a uma vítima ferida. Robert Jenrick, deputado do Reform UK, levou o caso ao Parlamento britânico e acusou as autoridades de terem falhado na resposta inicial.</p>
<p>A polémica ganhou ainda maior dimensão quando Elon Musk interveio publicamente na rede social &#8216;X&#8217; e se ofereceu para financiar um eventual processo civil contra a polícia britânica. O empresário tem sido uma voz ativa nos debates sobre imigração, liberdade de expressão e regulamentação digital no Reino Unido, e voltou a usar a sua plataforma para denunciar aquilo que considera sinais de parcialidade institucional.</p>
<p>O caso reacendeu também a expressão “policiamento de duas classes”, usada por setores da direita britânica para acusar as forças de segurança de tratarem de forma diferente pessoas envolvidas em incidentes consoante a origem racial, religiosa ou ideológica. Para os defensores desta tese, a polícia age com cautela excessiva quando estão envolvidas minorias étnicas ou religiosas, por receio de acusações de racismo ou xenofobia.</p>
<p>Os críticos respondem que a expressão se tornou um slogan político usado para enfraquecer políticas antidiscriminatórias e alimentar a polarização cultural. O caso Nowak encaixou nesse debate por reunir vários elementos altamente sensíveis: uma vítima branca, um arguido sikh que alega ter sido alvo de insultos racistas e uma intervenção policial que está agora sob escrutínio público.</p>
<p>A controvérsia surge num Reino Unido marcado por outros episódios recentes que também reacenderam discussões sobre imigração, multiculturalismo, violência e resposta policial. Um dos casos citados pelo &#8216;ABC&#8217; é o confronto no Aeroporto de Manchester, em julho de 2024, que envolveu dois irmãos e vários agentes, deixando uma polícia com o nariz partido e gerando acusações de brutalidade após a divulgação de vídeos parciais do incidente.</p>
<p>No caso de Henry Nowak, o julgamento continua a centrar-se em duas perguntas distintas, mas politicamente explosivas: o que aconteceu na altercação que levou à morte do estudante e se a polícia respondeu de forma adequada quando encontrou uma vítima gravemente ferida. É essa combinação entre processo criminal e debate identitário que transformou uma morte em Southampton num caso nacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768036]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia sobe o tom contra a Ucrânia: o que dizem as novas ameaças sobre a guerra?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Kiev lembra que a Rússia tem bombardeado cidades ucranianas todas as semanas desde o início da invasão em larga escala, em fevereiro de 2022]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia intensificou as ameaças contra Kiev, avisando que poderá realizar ataques “consistentes e sistemáticos” contra o complexo militar-industrial da capital ucraniana. Moscovo apelou ainda a cidadãos estrangeiros e pessoal diplomático para deixarem a cidade “o mais rapidamente possível”, numa mensagem que a &#8216;BBC&#8217; interpreta como sinal da pressão crescente sobre o Kremlin, mas também de risco acrescido para a Ucrânia.</p>
<p>À primeira vista, a ameaça parece anunciar uma nova fase da guerra. Mas Kiev lembra que a Rússia tem bombardeado cidades ucranianas todas as semanas desde o início da invasão em larga escala, em fevereiro de 2022. Para o Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano, o nível geral de ameaça colocado pela Rússia a Kiev e a outras cidades mantém-se semelhante ao dos últimos meses e anos.</p>
<p>O que mudou, segundo a &#8216;BBC&#8217;, foi a linguagem usada por Moscovo para justificar os ataques. O Kremlin acusa a Ucrânia de ter matado deliberadamente 21 estudantes num ataque a Starobilsk, na região ocupada de Luhansk, na semana passada. Kiev rejeita essa versão e afirma que atingiu uma instalação militar em território ocupado pela Rússia.</p>
<p>Moscovo apresenta agora esse episódio como motivo legítimo para uma retaliação contra a capital ucraniana. A lógica, porém, é contestada por analistas ucranianos, que veem nas ameaças uma tentativa de controlar a narrativa da guerra num momento desfavorável para a Rússia.</p>
<p>Ivan Stupak, analista militar e antigo oficial dos serviços de informações ucranianos, considera que o discurso russo revela pressão interna. “Quando há problemas com a economia e com a sociedade russa, há pressão por vingança”, afirma.</p>
<p>Também Andrii Kovalenko, do Conselho Nacional de Segurança e Defesa da Ucrânia, defende que as ameaças vão além do episódio de Lugansk. Na sua leitura, a Rússia procura exercer pressão psicológica sobre a Ucrânia numa altura em que não consegue obter resultados estratégicos no campo de batalha.</p>
<p>Essa pressão dirige-se também aos aliados ocidentais. Ao avisar diplomatas estrangeiros para abandonarem Kiev, Moscovo tenta atingir uma presença simbólica importante: o apoio político e militar europeu à Ucrânia, visto pelo Kremlin como um obstáculo central aos seus objetivos de guerra.</p>
<p>Há ainda uma terceira dimensão. Segundo Kovalenko, a retórica russa pode servir para desviar atenções dos ataques ucranianos de longo alcance contra território russo e da capacidade de Kiev para atingir alvos no interior da Rússia, incluindo na região de Moscovo.</p>
<p>A avaliação do Instituto para o Estudo da Guerra, citada pela &#8216;BBC&#8217;, aponta para uma alteração temporária da dinâmica do conflito a favor das forças ucranianas. Segundo essa leitura, a Rússia está a perder mais soldados para obter ganhos territoriais menores, enquanto as baixas russas ultrapassam os números mensais de recrutamento há cinco meses.</p>
<p>Nigel Gould-Davies, do International Institute for Strategic Studies, considera que Moscovo enfrenta constrangimentos industriais e humanos crescentes. A Rússia poderá ter de decidir se mobiliza de forma mais forçada a economia e a sociedade, uma opção que seria impopular e potencialmente arriscada para a estabilidade interna.</p>
<p>Mas estes sinais de pressão sobre Moscovo não reduzem a ameaça para a Ucrânia. Kiev ainda recupera do ataque russo do fim de semana, no qual foram lançados quase 600 drones e 90 mísseis, muitos deles contra a capital. As defesas ucranianas abateram a maioria dos drones, mas 35 mísseis atingiram alvos.</p>
<p>O bombardeamento incluiu o raro uso de pelo menos um míssil hipersónico russo Oreshnik, equipado com seis ogivas e difícil de intercetar com sistemas convencionais de defesa aérea. Para Stupak, o Oreshnik tem sobretudo uma função de propaganda, já que até agora terá sido usado com ogivas inertes e causado danos limitados.</p>
<p>Ainda assim, ataques repetidos desta escala podem colocar Kiev sob forte pressão. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a pedir aos aliados mais sistemas de defesa aérea. Segundo Yurii Ihnat, porta-voz da Força Aérea ucraniana, o principal problema continua a ser o número limitado de mísseis intercetores disponíveis.</p>
<p>Os sistemas Patriot americanos continuam a ser a principal arma eficaz contra mísseis balísticos russos, mas estão em falta. É essa escassez que torna as novas ameaças de Moscovo particularmente preocupantes: mesmo que revelem frustração e desgaste no lado russo, podem traduzir-se em ataques mais intensos contra uma Ucrânia que precisa de mais meios para se defender.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768028]]></sapo:autor>
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		<title>A nova guerra dos elétricos na Europa: Tesla resiste, europeus respondem e China pressiona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Renault]]></category>
		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
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					<description><![CDATA[Skoda Elroq foi o elétrico mais vendido na Europa em abril, com 10.699 novas matrículas e um crescimento de 33%]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As vendas de automóveis elétricos voltaram a acelerar na Europa em abril, mas a fotografia do mercado mostra uma mudança relevante: a Tesla continua a liderar no acumulado do ano, mas já não domina sozinha a conversa. Modelos como o Skoda Elroq e o Renault 5 E-Tech estão a ganhar espaço, enquanto as marcas chinesas aumentam a pressão sobre os fabricantes tradicionais.</p>
<p>Segundo a publicação &#8216;Diariomotor&#8217;, o Skoda Elroq foi o elétrico mais vendido na Europa em abril, com 10.699 novas matrículas e um crescimento de 33%. No acumulado dos primeiros quatro meses de 2026, o SUV compacto checo soma 38.968 unidades, mais 162% do que no mesmo período do ano anterior, ficando apenas atrás do Tesla Model Y.</p>
<p>O Model Y mantém a liderança europeia entre janeiro e abril, com 59.157 unidades matriculadas e uma subida de 67,9%. Mas o ranking começa a revelar um mercado mais distribuído. O Tesla Model 3 aparece no terceiro lugar, com 29.324 unidades, muito perto do Renault 5 E-Tech, que soma 29.121 matrículas no mesmo período.</p>
<p>O Renault 5 é um dos sinais mais interessantes desta nova fase. Em vez de competir apenas pela autonomia ou pela potência, o elétrico francês aposta num formato urbano, numa imagem retro e numa ligação emocional com um nome histórico. Em abril, foi o segundo elétrico mais vendido na Europa, com 8.190 unidades matriculadas e um crescimento de 44%.</p>
<p>A leitura de mercado vai além do ranking de modelos. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou que as vendas de elétricos a bateria nos principais mercados europeus subiram 34,1% em abril, para 201.541 novas matrículas em 15 países. O crescimento foi impulsionado por políticas públicas, preços dos combustíveis e investimento industrial, embora com diferenças significativas entre países.</p>
<p>A Europa surge também como um dos motores globais da procura. A &#8216;Electrek&#8217;, citando dados da Benchmark Mineral Intelligence, avançou que as vendas mundiais de elétricos chegaram a 1,6 milhões de unidades em abril e a 5,6 milhões desde o início do ano. O crescimento global foi mais moderado, mas a Europa destacou-se num momento em que China e América do Norte mostraram sinais de abrandamento.</p>
<p>Há outro dado que ajuda a perceber a pressão sobre o mercado europeu: os automóveis elétricos fabricados na China estão a ganhar peso. Segundo a mesma análise citada pela &#8216;Electrek&#8217;, os veículos construídos na China representavam 19% das vendas europeias de elétricos em 2025 e já chegavam a 22% em 2026.</p>
<p>A BYD é um dos exemplos mais claros dessa ofensiva. A marca chinesa vendeu 135 mil veículos fora da China em abril, mais 70% do que no mesmo mês do ano anterior, atingindo o seu melhor registo internacional. Nos primeiros quatro meses de 2026, as vendas internacionais da BYD chegaram a 456.253 unidades.</p>
<p>Esta mudança ajuda a explicar porque os fabricantes europeus estão a acelerar a resposta. O sucesso do Skoda Elroq mostra que há espaço para SUV elétricos compactos com uma proposta familiar e mais racional. O Renault 5 demonstra que a nostalgia e o desenho ainda podem pesar na decisão de compra. E o crescimento de marcas chinesas como BYD e Leapmotor lembra que o preço continuará a ser uma das armas mais fortes.</p>
<p>A Tesla, por enquanto, continua a ser a referência. O Model Y mantém uma vantagem clara no acumulado do ano e o Model 3 permanece entre os mais vendidos. Mas abril mostrou que o mercado europeu dos elétricos entrou numa fase menos dependente de dois modelos americanos.</p>
<p>A próxima batalha já não será apenas sobre quem tem mais autonomia ou melhor software. Será também sobre quem consegue fazer elétricos que pareçam familiares, tenham preço competitivo, sejam fáceis de justificar no dia a dia e não obriguem o comprador a sentir que está a fazer um compromisso. Na Europa, essa resposta começa a vir de vários lados ao mesmo tempo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768022]]></sapo:autor>
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		<title>ASAE trava venda especulativa de bilhetes para Bad Bunny em Lisboa e instaura seis processos-crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação foi conduzida pela Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal (UNIIC)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ASAE instaurou seis processos-crime no âmbito de uma operação de prevenção criminal dirigida à venda especulativa de bilhetes para os concertos de Bad Bunny em Lisboa, que decorrem hoje e amanhã. A ação incidiu sobre anúncios publicados em plataformas digitais e redes sociais, onde foram detetados bilhetes colocados à venda por valores muito acima do preço oficial.</p>
<p>A operação, conduzida pela Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal (UNIIC), permitiu identificar margens líquidas especulativas entre 120 e 410 euros por bilhete. No total, foram apreendidos 14 bilhetes e detidos seis indivíduos pela prática do crime de especulação na venda de bilhetes.</p>
<p>Os detidos foram sujeitos a Termo de Identidade e Residência e notificados para comparência em tribunal. Após apresentação à Autoridade Judiciária, os arguidos ficaram sujeitos à suspensão provisória dos processos, por períodos entre cinco e seis meses.</p>
<p>A suspensão ficou condicionada ao pagamento de injunções entre 400 e 1.000 euros ou, em alternativa, à realização de trabalho comunitário até 110 horas.</p>
<p>A ASAE recorda que a venda de bilhetes acima do preço oficial constitui crime de especulação, punível com pena de prisão de seis meses a três anos e multa não inferior a 100 dias.</p>
<p>A autoridade deixa ainda um alerta aos consumidores para que evitem comprar bilhetes fora dos canais oficiais ou por valores superiores ao preço facial, sobretudo em períodos de forte procura, como acontece com grandes concertos e eventos internacionais.</p>
<p>A operação reforça o combate à revenda abusiva em plataformas digitais, um fenómeno que tende a intensificar-se em eventos esgotados ou com grande procura mediática, penalizando consumidores e distorcendo o acesso ao mercado oficial de bilhetes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768023]]></sapo:autor>
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		<title>Bardella a caminho do Eliseu em 2027? Sondagem mostra líder da extrema-direita à frente em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eleições presidenciais]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jordan Bardella]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio do Eliseu]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Corrida presidencial francesa continua ainda distante, mas a sondagem aponta para uma recomposição política marcada por três movimentos: a consolidação da extrema-direita, a perda de margem do centro e a recuperação da esquerda radical]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova sondagem coloca Jordan Bardella, líder do Rassemblement National, em posição favorável para vencer as presidenciais francesas de 2027, mas o estudo também revela uma subida de Jean-Luc Mélenchon que pode baralhar a corrida ao Eliseu. O &#8216;POLITICO&#8217; avança que o inquérito da Odoxa mostra Bardella a derrotar o antigo primeiro-ministro Édouard Philippe numa eventual segunda volta.</p>
<p>Segundo a sondagem, Bardella venceria Philippe por 52% contra 48% na segunda volta das presidenciais. O resultado confirma a força eleitoral da extrema-direita francesa, mas a principal novidade está na fragilidade crescente do candidato conservador e centrista, até agora visto como um dos nomes mais bem posicionados para chegar à fase decisiva.</p>
<p>A dúvida passa agora por saber se Édouard Philippe conseguirá sequer qualificar-se para a segunda volta como candidato de consenso entre liberais, centristas e parte da direita moderada. A sondagem da Odoxa mostra uma subida significativa de Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda radical do La France Insoumise, que aparece praticamente empatado com Philippe na primeira volta.</p>
<p>Mélenchon surge com 16% das intenções de voto, acima dos 12% registados numa sondagem semelhante realizada no mês passado. Philippe, por sua vez, caiu de 21% para 17%, ficando apenas um ponto acima do líder da esquerda radical.</p>
<p>A eventual passagem de Mélenchon à segunda volta é vista como um cenário de risco para grande parte do centro-direita e do centro-esquerda em França. A razão é simples: outras sondagens indicam que, num duelo direto com o Rassemblement National, o candidato da esquerda radical perderia por larga margem.</p>
<p>Um inquérito da Odoxa publicado em novembro projetava uma vitória esmagadora de Jordan Bardella sobre Mélenchon, por 74% contra 26%. Esse cenário alimenta o receio de que uma esquerda fragmentada e um centro enfraquecido possam abrir caminho a uma vitória confortável da extrema-direita.</p>
<p>A sondagem agora divulgada mostra ainda que Mélenchon continua a ser a figura mais popular entre os eleitores de esquerda. Cerca de 49% dos votantes de esquerda manifestam apoio ao líder do La France Insoumise, acima do antigo presidente François Hollande, com 43%, e do eurodeputado Raphaël Glucksmann, com 36%.</p>
<p>Para Gaël Sliman, responsável da Odoxa, o estudo lança um sinal de alerta para Édouard Philippe. O antigo primeiro-ministro sofre uma “dupla pancada”: fica atrás de Bardella numa eventual segunda volta e vê Mélenchon aproximar-se perigosamente na primeira.</p>
<p>A corrida presidencial francesa continua ainda distante, mas a sondagem aponta para uma recomposição política marcada por três movimentos: a consolidação da extrema-direita, a perda de margem do centro e a recuperação da esquerda radical. Se esta tendência se mantiver, a questão central das presidenciais de 2027 poderá deixar de ser apenas quem enfrenta Bardella na segunda volta — e passar a ser se alguém consegue realmente travá-lo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768010]]></sapo:autor>
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		<title>PJ detém suspeitos de ajudarem a regularizar ilegalmente quatro mil imigrantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:21:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Judiciária]]></category>
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					<description><![CDATA[Suspeitos - de 53 e 56 anos e que serão dois dos cabecilhas de um grupo criminoso organizado - foram detidos no âmbito da operação policial "Terra Milagrosa", realizada pela Diretoria do Centro da PJ na segunda-feira, em Oeiras e Odivelas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção de um empresário e de um advogado suspeitos de terem ajudado a regularizar ilegalmente cerca de quatro mil imigrantes e de terem recebido centenas de milhares de euros.</p>
<p>Os suspeitos &#8211; de 53 e 56 anos e que serão dois dos cabecilhas de um grupo criminoso organizado &#8211; foram detidos no âmbito da operação policial &#8220;Terra Milagrosa&#8221;, realizada pela Diretoria do Centro da PJ na segunda-feira, em Oeiras e Odivelas.</p>
<p>Esta operação teve como objetivo desmantelar o grupo criminoso &#8220;que se dedicava à prática, reiterada, dos crimes de auxílio à imigração ilegal, falsificação de documentos, acesso ilegítimo, falsidade informática, branqueamento de capitais e detenção de arma proibida&#8221;, explicou a PJ, em comunicado.</p>
<p>A &#8220;complexa investigação&#8221; foi iniciada em setembro de 2023 e desenvolvida em articulação com a Unidade de Fiscalização do Centro da Segurança Social.</p>
<p>&#8220;Foi possível apurar que este grupo dedicava-se à legalização irregular e massiva de cidadãos estrangeiros em Portugal, obtendo proventos financeiros na ordem das centenas de milhares de euros&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Segundo a PJ, os imigrantes que se mostravam &#8220;disponíveis a pagar valores elevados para se conseguirem legalizar em território nacional eram angariados pelo grupo, através de complexos esquemas&#8221;, quer nos países de origem, quer na chegada a Portugal.</p>
<p>Eram-lhes prometidos vários serviços, como obtenção de contratos de trabalho, Número de Identificação Fiscal, Número de Identificação de Segurança Social, atestados de residência e histórico contributivo na Segurança Social.</p>
<p>A investigação permitiu ainda apurar que os dois suspeitos, &#8220;através da utilização abusiva de senhas de acesso à Segurança Social Direta, usurpadas a dezenas de entidades empregadoras insolventes e sem qualquer atividade económica (duas das quais com ligações à região centro do país), qualificaram irregularmente e entregaram declarações de remuneração&#8221;.</p>
<p>Desta forma, conseguiram &#8220;criar falsos históricos contributivos para cerca de quatro mil cidadãos estrangeiros, o que gerou, até à data, uma dívida acumulada à Segurança Social de cerca de dez milhões de euros&#8221;.</p>
<p>A PJ referiu que muitos dos imigrantes legalizados por este grupo, &#8220;apesar de figurarem como estando a trabalhar e a residir em Portugal, encontram-se, na verdade, noutros países do espaço europeu&#8221;.</p>
<p>Na sequência de quatro buscas feitas na segunda-feira, foi apreendido &#8220;um vasto acervo de documentação utilizada em processos de legalização irregular de estrangeiros, equipamentos informáticos, dinheiro em numerário e diversos artigos adquiridos com os proventos do crime&#8221;.</p>
<p>A operação &#8220;Terra Milagrosa&#8221; contou com a participação de várias equipas da PJ integradas por elementos da Unidade de Perícia Tecnológica e Informática, uma juíza de Instrução Criminal, uma procuradora da República e um representante da Ordem dos Advogados.</p>
<p>Os detidos, ambos com antecedentes criminais pela prática de iguais crimes, ainda não foram apresentados às autoridades judiciárias.</p>
<p>O inquérito é da responsabilidade do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) Regional de Coimbra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768015]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores da Estoril-Sol convocam plenário para 5.ª feira e exigem aumentos salariais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal plenário]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da Estoril Sol anunciaram hoje um plenário/concentração para quinta-feira, exigindo aumentos salariais imediatos e uma reunião urgente com a Comissão Executiva da empresa, que acusam de falta de diálogo e incompetência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhadores da Estoril Sol anunciaram hoje um plenário/concentração para quinta-feira, exigindo aumentos salariais imediatos e uma reunião urgente com a Comissão Executiva da empresa, que acusam de falta de diálogo e incompetência.</P><br />
<P>&#8220;Os trabalhadores da Estoril Sol (III) &#8212; Turismo, Animação e Jogo, S.A. continuam a manifestar um profundo descontentamento face à postura da Comissão Executiva da empresa, marcada pela ausência de diálogo, pelo adiamento sucessivo de reuniões com as Organizações Representativas dos Trabalhadores (ORT) e pela falta de resposta às legítimas reivindicações dos trabalhadores, nomeadamente no que respeita ao aumento dos salários e das cláusulas de expressão pecuniária&#8221;, lê-se num comunicado divulgado hoje pelo Sindicato de Hotelaria Sul.</P><br />
<P>A agência Lusa tentou obter um comentário da administração da Estoril Sol, mas tal não foi possível até ao momento.</P><br />
<P>Segundo o sindicato, após um plenário/concentração realizado no passado dia 16 de abril no Casino do Estoril, onde foi aprovada uma proposta reivindicativa comum, as ORT solicitaram por escrito uma reunião com a Comissão Executiva da Estoril Sol, que &#8220;chegou a estar agendada para o passado dia 13/05/2026, mas acabou por ser cancelada pela administração da empresa, sem qualquer indicação de nova data, numa atitude de profundo desrespeito para com os trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>As ORT denunciam ainda a &#8220;ausência total&#8221; da Comissão Executiva &#8220;na gestão diária da empresa&#8221;, assim como a inexistência de qualquer estratégia para o presente e para o futuro da Estoril Sol (III)&#8221; e a &#8220;incapacidade de assegurar o cumprimento das mais elementares obrigações legais&#8221;.</P><br />
<P>A prová-lo, apontam o incumprimento do prazo legal para a divulgação dos resultados anuais referentes ao exercício de 2025 e a não apresentação do orçamento para 2026.</P><br />
<P>&#8220;A incapacidade demonstrada pela administração para cumprir as suas obrigações legais ou as opções de gestão que decide seguir a cada momento não podem servir de desculpa para continuar a recusar a valorização dos rendimentos mensais dos trabalhadores&#8221;, sustenta o sindicato, reclamando &#8220;para ontem&#8221; aumentos &#8220;justos dos salários e das cláusulas de expressão pecuniária&#8221;.</P><br />
<P>Os trabalhadores da Estoril Sol (III), Turismo Animação e Jogo &#8211; que detém a concessão do Casino Estoril e do Casino Lisboa &#8211; exigem um aumento salarial nominal de 56,38 euros para todos os trabalhadores, a subida do subsídio de alimentação em um euro por dia e a atualização de 5% dos subsídios de turno, prémio de línguas e abono para falhas.</P><br />
<P>Adicionalmente, reclamam a atribuição de 25 dias de férias a todos os trabalhadores, não dependentes da assiduidade, e a abertura imediata de um &#8220;verdadeiro processo negocial&#8221; dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho em vigor na empresa.</P><br />
<P>Neste contexto, foi convocado um novo plenário geral/concentração de trabalhadores para quinta-feira, durante o qual será entregue um abaixo-assinado &#8220;subscrito por centenas de trabalhadores com a exigência de aumentos salariais e respeito pelas ORT&#8221;.</P><br />
<P>O plenário/concentração está marcado para as 12:00, junto à porta de serviço do Casino de Lisboa.</P></p>
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		<title>Rajadas de vento podem ter atingido 100 quilómetros por hora na região Centro no passado sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 16:02:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[IPMA]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ventos fortes]]></category>
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					<description><![CDATA[As rajadas de vento registadas no sábado poderão ter atingido ou mesmo ultrapassado os 100 quilómetros por hora nalguns locais da região Centro, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As rajadas de vento registadas no sábado poderão ter atingido ou mesmo ultrapassado os 100 quilómetros por hora nalguns locais da região Centro, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Segundo o IPMA, a estação meteorológica de Viseu registou uma rajada máxima de 87,5 quilómetros por hora entre as 08:30 e as 08:40 de sábado, &#8220;tendo as observações radar evidenciado a ocorrência de diversos fenómenos deste tipo&#8221; na região Centro.</p>
<p>&#8220;Em alguns locais, os padrões observados sugerem que as rajadas poderão ter atingido ou mesmo ultrapassado os 100 quilómetros por hora&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Na região de Viseu, durante a madrugada e o início da manhã de sábado verificaram-se &#8220;episódios de vento muito forte associados a fenómenos do tipo &#8216;downburst&#8217; &#8212; correntes descendentes intensas geradas por células convectivas&#8221;.</p>
<p>O vento forte provocou a queda de ramos, pernadas e árvores, que danificaram várias viaturas, disse à agência Lusa, nesse dia, o adjunto de Comando dos Bombeiros Sapadores, Rui Poceiro.</p>
<p>Este responsável apontou também um telhado arrancado, danos em portões e em cabos elétricos.</p>
<p>O IPMA explicou que, no fim de semana, as regiões Norte e Centro foram afetadas por &#8220;episódios de instabilidade atmosférica severa associados a uma depressão do tipo gota-fria, que originou fenómenos de trovoada, vento forte e queda de granizo de grande dimensão em vários locais&#8221;.</p>
<p>No início de sábado, a depressão estava &#8220;centrada a oeste da região de Aveiro, promovendo o transporte de uma massa de ar instável em altitude sobre o Norte e Centro do país&#8221;.</p>
<p>&#8220;Apesar da presença de ar seco nos níveis inferiores da atmosfera e da reduzida contribuição do aquecimento solar, a dinâmica da depressão e os efeitos da orografia favoreceram o desenvolvimento de linhas de convergência atmosférica com orientação sudoeste&#8211;nordeste&#8221;, acrescentou.</p>
<p>No domingo, &#8220;mantiveram-se condições termodinâmicas favoráveis à instabilidade atmosférica, desta vez particularmente propícias à formação de granizo de grande dimensão, devido à forte energia disponível em altitude e à presença de condições atmosféricas favoráveis ao crescimento prolongado das pedras de gelo&#8221;.</p>
<p>O IPMA referiu que, &#8220;em vários locais, sobretudo no noroeste do continente, foi observada a queda de granizo com dimensões pouco frequentes no território nacional, por vezes superiores a três centímetros de diâmetro, como observado em locais como Cabril (Arouca)&#8221;.</p>
<p>A &#8220;atividade elétrica associada à convecção foi igualmente intensa, conforme evidenciado pela rede de deteção de descargas elétricas do IPMA&#8221;, tendo registado especial incidência entre as 16:00 e as 18:00 de domingo.</p>
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