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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 13 May 2026 05:55:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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		<title>China e Estados Unidos iniciam discussões comerciais na Coreia do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 05:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Delegações chinesa e norte-americana iniciaram hoje discussões económicas e comerciais na Coreia do Sul, antes da chegada do Presidente norte-americano Donald Trump à China, informou a agência de notícias oficial chinesa Xinhua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Delegações chinesa e norte-americana iniciaram hoje discussões económicas e comerciais na Coreia do Sul, antes da chegada do Presidente norte-americano Donald Trump à China, informou a agência de notícias oficial chinesa Xinhua.</P><br />
<P>As conversações decorreram no aeroporto de Incheon, perto de Seul, segundo a mesma fonte, e antecedem os encontros entre os líderes dos dois países, agendados para quinta e sexta-feira em Pequim.</P><br />
<P>A presença do vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng e do secretário norte-americano do Tesouro Scott Bessent foi confirmada na Coreia do Sul.</P><br />
<P>As relações comerciais deverão dominar as reuniões em Pequim entre os dirigentes das duas maiores economias mundiais.</P><br />
<P>Em 2025, Estados Unidos e China envolveram-se numa intensa guerra comercial com repercussões globais, marcada pela imposição de tarifas alfandegárias elevadas e múltiplas restrições, após o regresso de Trump à Casa Branca.</P><br />
<P>Trump e o homólogo chinês Xi Jinping concluíram em outubro uma trégua temporária, cujos desenvolvimentos deverão estar em destaque nas próximas discussões.</P><br />
<P>A cimeira entre os Presidentes dos Estados Unidos e da China, na quinta e sexta-feira, em Pequim, visa estabilizar a relação entre as duas maiores potências mundiais, marcada por rivalidades e tensões persistentes.</P><br />
<P>Apesar de uma trégua tarifária em vigor, várias questões e problemas sensíveis continuam por resolver, num contexto de interdependência económica e competição geopolítica crescente.</P><br />
<P>O comércio deverá dominar as discussões, com a delegação norte-americana a procurar acordos que beneficiem setores como a aeronáutica, a energia e a agricultura.</P><br />
<P>Vários analistas apontaram igualmente para a possibilidade de criação de um comité bilateral de comércio, destinado a facilitar trocas em áreas consideradas não sensíveis, como a eletrónica de consumo.</P><br />
<P>O domínio da China na produção de terras raras, essenciais para indústrias tecnológicas e de defesa, deverá ser um dos pontos mais sensíveis das negociações.</P><br />
<P>Estes recursos são fundamentais para cadeias de abastecimento globais, desde a eletrónica de consumo até aos sistemas militares avançados.</P><br />
<P></P><br />
<P>NCM (JPI/RJP) // VQ</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762008]]></sapo:autor>
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		<title>“A guerra não nos serve”: estudantes promovem hoje encontro pela paz na Faculdade de Letras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 05:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional de Estudantes pela Paz]]></category>
		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro é promovido pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e pelo Comité Nacional Preparatório de Portugal do 20º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa recebe esta quarta-feira o Encontro Nacional de Estudantes pela Paz, uma iniciativa dedicada ao debate sobre direito internacional, lutas de libertação, conflitos mundiais e a posição de Portugal no atual contexto geopolítico.</p>
<p>O encontro é promovido pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e pelo Comité Nacional Preparatório de Portugal do 20º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes.</p>
<p>“A guerra não nos serve, queremos construir a paz”, declara a organização, que pretende juntar estudantes de diferentes níveis de ensino num dia de debate, testemunhos, solidariedade internacional e convívio.</p>
<p>A iniciativa decorre entre as 9h30 e as 18h00, no Anfiteatro III, sala A201, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A participação é livre, embora a organização recomende inscrição prévia através do formulário disponibilizado para o efeito.</p>
<p><strong>Direito internacional abre os debates</strong></p>
<p>Depois da sessão de abertura, que contará com a intervenção de Hermenegildo Fernandes, diretor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o primeiro painel será dedicado ao tema “O Direito Internacional – entre os princípios e a realidade”.</p>
<p>A sessão contará com a participação do major-general Agostinho Costa, especialista em geopolítica, Eduardo Vera Cruz, diretor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Gonçalo Vinhas, da direção da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, Guilherme Vaz, estudante de Ciências Políticas e Relações Internacionais e antigo dirigente associativo estudantil, e Mariana Metelo, do Projeto Ruído – Associação Juvenil.</p>
<p>A moderação ficará a cargo de Gonçalo Veiga, responsável pelo Comité Nacional Preparatório de Portugal do 20.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes.</p>
<p><strong>Lutas de libertação em debate</strong></p>
<p>O segundo painel, marcado para as 11h30, será dedicado ao tema “Lutas de Libertação Nacional: Memória, Presente e Futuro”.</p>
<p>A discussão reunirá várias associações de estudos e estudantes africanos em Portugal, com a presença de Emanuel Simba, do Núcleo de Estudantes Africanos da Faculdade de Direito, Beatriz Pires, da Federação Académica Africana de Portugal, Julie Neves, do Conselho Português para a Paz e Cooperação, Aisha Sylla, da União de Estudantes Cabo-Verdianos em Lisboa, Ayrton Pahula, da Associação de Estudantes Angolanos em Portugal, Dinis Silveira, mestre e docente de Economia Política no Instituto Politécnico de Setúbal, e Trindade Gomes Nanque, do Núcleo de Estudos Africanos e Lusófonos da NOVA FCSH.</p>
<p>A moderação será feita por Vasco Josué, membro da direção da Associação de Estudantes da NOVA FCSH.</p>
<p><strong>Portugal, guerra e direitos</strong></p>
<p>Durante a tarde, às 14h30, o terceiro painel terá como tema “Portugal, guerra ou direitos?”.</p>
<p>A sessão abordará a política portuguesa no contexto dos conflitos internacionais e as suas consequências internas para a população.</p>
<p>Participam neste debate Margarida Davim, jornalista da Visão e comentadora na CNN Portugal, Bianca Castro, ativista ambiental da ONG Roots, e Pedro Esteves, membro da Equipa Nacional da Juventude Operária Católica.</p>
<p>A moderação estará a cargo de Beatriz Rocha, membro da Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.</p>
<p><strong>Tribuna e “Sunset pela Paz”</strong></p>
<p>Além dos três painéis, o programa inclui uma “Tribuna Anti-Imperialista”, apresentada pela organização como um espaço de testemunhos de estudantes internacionais oriundos de países afetados por agressões e ameaças.</p>
<p>A condução da tribuna ficará a cargo de Gonçalo Lopes, presidente da Federação Mundial da Juventude Democrática, e David Talete, da direção da Associação de Estudantes da Faculdade de Letras.</p>
<p>No final do encontro, a organização promove ainda um “Sunset pela Paz”, no Jardim D. Pedro V, a partir das 18h00, com música e apelo à solidariedade internacional.</p>
<p>O encontro surge num momento em que a guerra, o papel das instituições internacionais e a posição de Portugal perante os principais conflitos mundiais continuam a marcar o debate político e académico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761806]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Falham negociações entre Samsung e sindicatos da Coreia do Sul para evitar greve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 05:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A fabricante de semicondutores Samsung Electronics anunciou hoje que não chegou a acordo com os sindicatos da Coreia do Sul, após dias de conversações salariais para tentar evitar uma greve prevista para 21 de maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A fabricante de semicondutores Samsung Electronics anunciou hoje que não chegou a acordo com os sindicatos da Coreia do Sul, após dias de conversações salariais para tentar evitar uma greve prevista para 21 de maio.</P><br />
<P>A mediação governamental &#8220;infelizmente falhou, depois de o sindicato ter declarado que as negociações tinham terminado&#8221;, afirmou a empresa, num comunicado citado pela Yonhap.</P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias sul-coreana, a Samsung Electronics afirmou que fará &#8220;esforços sinceros até ao fim para evitar que o pior cenário se concretize&#8221;.</P><br />
<P>Após dois dias de negociações mediadas pelo Governo, o sindicato e a administração da empresa continuam divididos sobre os bónus por desempenho, aumentando as preocupações de que uma greve possa perturbar a cadeia de fornecimento de semicondutores.</P><br />
<P>Após uma reunião no escritório da Comissão Nacional de Relações Laborais, na cidade de Sejong, o líder sindical Choi Seung-ho disse que, como as diferenças entre os trabalhadores e a empresa &#8220;não diminuíram&#8221;, solicitaram a mediação do governo, &#8220;mas a proposta só veio piorar as coisas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É inútil continuar à espera&#8221;, disse Choi, citado pela Yonhap. &#8220;Não temos qualquer intenção de iniciar uma greve ilegal, mas procederemos pela via legal&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O ministro das Finanças, Koo Yun-cheol, disse na rede social X que &#8220;lamenta profundamente&#8221; a notícia e confirmou que &#8220;dará todo o apoio para garantir que o problema é resolvido através do diálogo&#8221;.</P><br />
<P>Koo defendeu que &#8220;tanto os trabalhadores como a administração devem continuar a esforçar-se&#8221; para chegar a um acordo, tendo em conta a situação da Samsung Electronics e o impacto da fabricante na economia global.</P><br />
<P>&#8220;É uma grande empresa, que o mundo está a observar atentamente&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>À falta de acordo, a greve deverá ocorrer entre 21 de maio e 07 de junho.</P><br />
<P>Os trabalhadores exigem a eliminação atual do limite para o bónus de desempenho, fixado em até 50% do salário anual, e pedem a substituição por um sistema que reserve 15% do lucro operacional para incentivos.</P><br />
<P>O jornal local JoongAng Daily aponta que, se a empresa obtivesse este ano um lucro operacional de 300 biliões de wons (173,4 mil milhões de euros), o fundo para bónus seria de 45 biliões de wons (26 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Choi Seung-ho alertou que, se a produção for interrompida durante 18 dias, tal terá um impacto para a empresa próximo de 18 biliões de wons (10,4 mil milhões de euros).</P><br />
<P>De acordo com analistas, as perdas para a economia da Coreia do Sul poderão ultrapassar 40 biliões de won (22,7 mil milhões de euros).</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762007]]></sapo:autor>
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		<title>Quando volta o sol? Quarta-feira ainda traz aguaceiros antes da melhoria do tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 05:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Anticiclone dos Açores começa a tentar repor um padrão mais habitual para maio, mas ainda sem força suficiente para afastar totalmente a chuva]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo esta quarta-feira continuará marcado por nuvens, aguaceiros e possibilidade de trovoada em várias regiões do continente, prolongando um mês de maio invulgarmente húmido e instável. De acordo com a previsão da &#8216;Luso Meteo&#8217;, o sol poderá estar mais perto de regressar, mas ainda não será este o dia de viragem total.</p>
<p>A instabilidade deverá manter-se devido à influência de uma perturbação em altitude, uma “cut-off low” posicionada entre a Madeira e Portugal continental. Trata-se dos restos da depressão que tem condicionado o estado do tempo nos últimos dias, agora envolvida pela alta pressão que começa a evoluir a norte do país.</p>
<p>O anticiclone dos Açores começa a tentar repor um padrão mais habitual para maio, mas ainda sem força suficiente para afastar totalmente a chuva. O resultado será um dia de transição: menos precipitação generalizada, temperaturas ligeiramente mais altas, mas ainda com aguaceiros e trovoada em algumas zonas.</p>
<p><strong>Continente com nuvens, abertas e aguaceiros</strong></p>
<p>Em Portugal continental, esta quarta-feira deverá ter períodos de céu muito nublado, alternando com abertas.</p>
<p>As abertas deverão ser mais prolongadas na região Sul, em especial no interior e durante a tarde, onde a influência da circulação atlântica será menor.</p>
<p>Durante a madrugada e a manhã, poderá ocorrer chuvisco ou chuva fraca no litoral. À tarde, a instabilidade deverá ganhar expressão no interior, com aguaceiros e possibilidade de trovoadas, sobretudo em zonas montanhosas.</p>
<p>As regiões Norte e Centro continuarão a ser as mais expostas à precipitação, em particular Minho, Douro Litoral, Beiras e áreas montanhosas do interior.</p>
<p><strong>Temperaturas sobem, mas continuam abaixo do normal</strong></p>
<p>As temperaturas deverão subir ligeiramente esta quarta-feira, entre 1 e 3 graus, mas continuarão abaixo do que é habitual para a época do ano em várias regiões.</p>
<p>No Norte e Centro, as máximas deverão manter-se relativamente contidas, em muitos casos entre 16 e 19 graus. No Sul, o ambiente será mais ameno, com valores próximos dos 20 a 22 graus.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; destaca que este 13 de maio será bastante diferente de outros anos recentes, em que a data ficou muitas vezes marcada por calor intenso. Desta vez, as temperaturas estarão longe dos valores extremos já registados em maio em Portugal, ficando cerca de 20 graus abaixo dos picos próximos dos 40 graus observados noutros anos.</p>
<p>O vento deverá soprar fraco, de oeste, inferior a 15 km/h, tornando-se moderado de noroeste a partir da tarde, com 15 a 25 km/h. No litoral e nas terras altas, poderão ocorrer rajadas até 35 km/h.</p>
<p><strong>Quando regressa o sol?</strong></p>
<p>A mudança poderá começar a notar-se a partir de quinta-feira.</p>
<p>A circulação depressionária deverá perder influência, permitindo uma expansão mais clara do anticiclone dos Açores em direção à Península Ibérica. Isso deverá traduzir-se numa diminuição dos aguaceiros e num aumento dos períodos de céu pouco nublado.</p>
<p>Ainda assim, poderão persistir episódios pontuais de instabilidade no interior durante a tarde, sobretudo em zonas montanhosas.</p>
<p>A melhoria virá acompanhada de uma subida gradual das temperaturas, mais evidente nas regiões do interior e do Sul. Durante a segunda metade da semana, as máximas poderão chegar aos 22 a 24 graus em várias localidades, mas não se prevê calor significativo.</p>
<p><strong>Atenção ao vento na quinta-feira</strong></p>
<p>A partir de quinta-feira, o vento deverá ganhar intensidade.</p>
<p>O reforço do gradiente de pressão entre o anticiclone dos Açores e a circulação depressionária sobre a Europa poderá provocar rajadas entre 50 e 70 km/h no litoral ocidental e nas terras altas, especialmente ao final da tarde.</p>
<p>Ou seja, a chuva deverá começar a perder terreno, mas a melhoria do tempo poderá chegar acompanhada de vento mais forte em algumas regiões.</p>
<p><strong>Açores com estabilidade, mas ainda com aguaceiros</strong></p>
<p>Nos Açores, a quarta-feira deverá ser marcada por alguma estabilidade, embora não de forma uniforme em todo o arquipélago.</p>
<p>As ilhas do Grupo Ocidental, como Flores e Corvo, deverão sentir maior influência anticiclónica e poderão ter mais períodos de sol.</p>
<p>Nas ilhas dos grupos Central e Oriental, a probabilidade de aguaceiros será maior, embora devam ser, em geral, fracos e pouco frequentes.</p>
<p>O vento deverá soprar moderado de nordeste, entre 15 e 25 km/h, podendo ser temporariamente mais intenso, com rajadas até 40 km/h, sobretudo em encostas voltadas a norte e zonas montanhosas.</p>
<p>As temperaturas não deverão registar alterações relevantes e a água do mar deverá rondar os 17 graus.</p>
<p><strong>Madeira ainda com alguma chuva</strong></p>
<p>Na Madeira, a proximidade de uma pequena perturbação continuará a favorecer alguma instabilidade.</p>
<p>O dia deverá ter períodos de céu muito nublado, com abertas mais prováveis nas vertentes voltadas a sul da ilha da Madeira.</p>
<p>Aguaceiros ou períodos de chuva fraca serão mais prováveis e frequentes nas encostas voltadas a norte e em Porto Santo.</p>
<p>O vento será geralmente fraco, de noroeste, inferior a 15 km/h, sem alterações significativas nas temperaturas.</p>
<p>A ondulação deverá variar entre 1 e 2 metros na costa norte das ilhas e ficar, em geral, até 1 metro na costa sul. A temperatura da água deverá rondar os 19 a 20 graus.</p>
<p><strong>Maio continua fora do padrão habitual</strong></p>
<p>Este mês de maio tem sido mais húmido e instável do que é habitual, com sucessivas perturbações a impedirem uma estabilização duradoura do tempo.</p>
<p>A pergunta sobre “quando vem o sol” continua sem resposta definitiva, porque os modelos meteorológicos apresentam cenários diferentes para o final da semana.</p>
<p>Ainda assim, o sinal dominante aponta para uma melhoria gradual a partir de quinta-feira, com menos aguaceiros, mais abertas e temperaturas em subida.</p>
<p>Para esta quarta-feira, porém, o conselho mantém-se simples: o guarda-chuva ainda pode ser necessário, sobretudo no Norte e Centro, e a trovoada poderá marcar presença durante a tarde em zonas do interior.+++++++</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761376]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Explicador. Keir Starmer pode cair? O que está a abalar o Governo britânico e quem pode suceder ao primeiro-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 05:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Keir Starmer]]></category>
		<category><![CDATA[político]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Keir Starmer enfrenta a maior crise desde que chegou ao poder no Reino Unido]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Keir Starmer enfrenta a maior crise desde que chegou ao poder no Reino Unido. Menos de dois anos depois de ter levado o Partido Trabalhista a uma maioria absoluta no Parlamento britânico, o primeiro-ministro está sob pressão crescente dentro do próprio partido, com dezenas de deputados a pedirem a sua saída, ministros a defenderem uma transição organizada e três membros do Governo a apresentarem demissão.</p>
<p>A crise foi agravada pelos resultados eleitorais considerados desastrosos para os trabalhistas nas recentes eleições locais e regionais. Segundo a imprensa britânica, mais de 70 deputados do Labour já terão perdido confiança na capacidade de Starmer liderar o partido até às próximas legislativas.</p>
<p>O &#8216;POLITICO&#8217; aponta mesmo para cerca de 89 deputados a pedir a sua saída, enquanto aliados do primeiro-ministro tentam organizar uma demonstração de força com mais de 100 assinaturas contra uma disputa imediata pela liderança.</p>
<p>Starmer rejeita, para já, abandonar o cargo. Depois da reunião semanal do gabinete, o primeiro-ministro disse aos ministros que o processo para a sua destituição “não foi iniciado” e que, por isso, continuará em funções. A sua linha pública é clara: abrir agora uma batalha interna mergulharia o país no caos e poderia beneficiar a oposição, incluindo o Reform UK de Nigel Farage.</p>
<p>Mas a pressão aumenta. A ministra do Interior, Shabana Mahmood, terá aconselhado Starmer a preparar uma transição “ordeira” e a considerar um calendário para a sua saída. Três ministros — Miatta Fahnbulleh, Jess Phillips e Alex Davies-Jones — deixaram o Governo, com Davies-Jones a classificar a dimensão das derrotas eleitorais como “catastrófica”.</p>
<p><strong>O que desencadeou a crise?</strong></p>
<p>O ponto de rutura foram os maus resultados eleitorais do Partido Trabalhista.</p>
<p>A escala das derrotas levou vários deputados e membros do Governo a questionarem se Starmer ainda tem condições para liderar o Labour nas próximas legislativas. A preocupação central é simples: muitos trabalhistas temem que o primeiro-ministro, apesar da vitória histórica de 2024, se tenha tornado incapaz de reconquistar o eleitorado que abandonou o partido nas urnas.</p>
<p>A vitória de Starmer em julho de 2024 foi expressiva em número de lugares: 411 deputados num Parlamento de 650. Mas foi menos robusta em termos de voto popular, com 33,7%. Essa fragilidade tornou-se agora politicamente mais visível.</p>
<p>A contestação ganhou força porque a crise não está apenas na bancada parlamentar. Entrou no Governo.</p>
<p>Quando ministros começam a pedir uma transição organizada, a questão deixa de ser apenas uma rebelião de deputados descontentes. Passa a ser uma crise de autoridade no centro do poder.</p>
<p><strong>O que está em cima da mesa?</strong></p>
<p>Há três cenários principais.</p>
<p>O primeiro é Starmer resistir. É, neste momento, a posição oficial de Downing Street. O primeiro-ministro insiste que continuará no cargo, que pretende governar até 2029 e que está disposto a enfrentar qualquer desafio interno.</p>
<p>O segundo é uma saída negociada. Neste cenário, Starmer não cairia de imediato, mas aceitaria definir um calendário para a sucessão, permitindo ao Partido Trabalhista organizar uma transição sem colapso governativo. Esta parece ser a hipótese defendida por alguns membros do Governo que não querem uma rutura abrupta, mas também já não acreditam na continuidade plena do líder.</p>
<p>O terceiro é uma disputa interna. Para que isso aconteça, um candidato à liderança precisaria de reunir apoio suficiente entre os deputados trabalhistas. A POLITICO refere que seriam necessários 80 apoios para lançar formalmente uma disputa. Apesar de o número de críticos de Starmer já ultrapassar esse patamar, ainda não há um candidato assumido com apoios consolidados.</p>
<p>É por isso que Westminster está em suspenso. Muitos querem que Starmer saia, mas ninguém quer avançar cedo demais e falhar.<br />
Porque é que uma mudança de líder não implica necessariamente eleições?</p>
<p>No sistema britânico, o primeiro-ministro não é eleito diretamente pelos eleitores.</p>
<p>É líder do partido que tem maioria na Câmara dos Comuns. Se Starmer sair da liderança trabalhista, o Labour pode escolher um novo líder e esse novo líder pode tornar-se primeiro-ministro sem eleições legislativas imediatas, desde que mantenha o apoio da maioria parlamentar.</p>
<p>Foi isso que aconteceu várias vezes nos últimos anos com os conservadores. O Reino Unido teve sucessivos primeiros-ministros sem eleições gerais imediatas, incluindo Theresa May, Boris Johnson, Liz Truss e Rishi Sunak.</p>
<p>Se Starmer cair, o Reino Unido pode ter o sexto primeiro-ministro em seis anos, ou o sétimo em dez, sem que a solução da crise passe necessariamente por novas legislativas.</p>
<p>A decisão ficaria, em primeiro lugar, nas mãos dos trabalhistas: deputados, estruturas internas e militantes.</p>
<p><strong>Quem pode suceder a Starmer?</strong></p>
<p>Wes Streeting é, neste momento, um dos nomes mais observados.</p>
<p>O ministro da Saúde vem da ala direita do Partido Trabalhista e é associado ao espaço político mais próximo do blairismo. Tem 43 anos, é deputado por Ilford North e tem ambição reconhecida dentro do partido.</p>
<p>Streeting pode partir em vantagem se a disputa for rápida, porque já tem rede parlamentar e visibilidade nacional. Mas também carrega riscos. A proximidade a figuras do blairismo, como Peter Mandelson, pode prejudicá-lo junto de setores mais à esquerda e entre militantes que rejeitam um regresso a essa matriz política.</p>
<p>O silêncio de Streeting depois da reunião de gabinete desta terça-feira está a ser lido em Westminster como um sinal a acompanhar. Para já, não avançou. Mas muitos olham para ele como o potencial desafiante mais preparado para uma corrida imediata.</p>
<p><strong>Angela Rayner: popular, mas condicionada</strong></p>
<p>Angela Rayner foi vice de Starmer no Governo e no Partido Trabalhista até setembro de 2025, quando se demitiu por causa de uma questão fiscal relacionada com uma casa que possuía.</p>
<p>É uma figura da esquerda moderada trabalhista, com forte ligação às origens de classe trabalhadora e boa capacidade de comunicação com o eleitorado tradicional do Labour.</p>
<p>Rayner tem currículo governativo em áreas como habitação e direitos laborais e é vista por muitos como uma política genuína, com ligação às bases do partido.</p>
<p>O problema é o calendário. A questão fiscal ainda pode condicionar uma eventual candidatura. Se a sucessão avançar já, Rayner pode não estar em condições ideais para disputar a liderança. Se houver uma transição mais lenta, ganha tempo.</p>
<p><strong>Andy Burnham: popular, mas fora do Parlamento</strong></p>
<p>Andy Burnham, presidente da Câmara da Grande Manchester, é uma das figuras trabalhistas mais populares no Reino Unido.<br />
Já tentou liderar o partido em 2010 e 2015, e hoje poderia apresentar-se numa posição mais forte, com perfil capaz de fazer ponte entre a esquerda e o centro do Labour.</p>
<p>O problema é institucional: Burnham não é deputado. E, para liderar o Partido Trabalhista e tornar-se primeiro-ministro, teria primeiro de regressar à Câmara dos Comuns.</p>
<p>Isso exigiria uma eleição intercalar, com todos os riscos associados. Teria de haver uma vaga segura, uma candidatura rápida e uma vitória. Numa fase de turbulência e com o Reform UK a crescer em algumas zonas, esse caminho não é isento de perigo.</p>
<p>Por isso, Burnham precisa de tempo. Uma saída imediata de Starmer favorece Streeting. Uma transição mais longa poderia favorecer Burnham.</p>
<p><strong>Ed Miliband: o regresso possível</strong></p>
<p>Ed Miliband, atual ministro do Ambiente, já liderou o Partido Trabalhista entre 2010 e 2015.</p>
<p>Chegou à liderança de forma inesperada, derrotando o irmão David Miliband, então visto como favorito. Acabou por sair depois da derrota nas legislativas de 2015, mas manteve-se no Parlamento e foi recuperado por Starmer para o Governo.</p>
<p>Miliband não anunciou ambições, mas pode surgir como solução se a corrida interna ficar bloqueada entre nomes mais divisivos.</p>
<p>É popular entre muitos militantes, tem experiência de liderança e pode funcionar como figura de continuidade com alguma distância em relação ao núcleo mais impopular de Starmer.</p>
<p>A sua fraqueza é evidente: já perdeu uma eleição geral como líder. Mas, em cenário de crise, essa experiência também pode ser apresentada como vantagem.</p>
<p><strong>Shabana Mahmood: a ministra que pediu uma saída ordenada</strong></p>
<p>Shabana Mahmood ganhou destaque por ter aconselhado Starmer a preparar um calendário para a sua saída.</p>
<p>Ministra do Interior, é uma figura da ala Blue Labour, mais culturalmente conservadora e focada nas preocupações dos trabalhadores. Tem defendido uma linha dura contra a imigração irregular e é vista como uma voz importante no equilíbrio interno do partido.</p>
<p>A grande pergunta é se dará o passo seguinte.</p>
<p>Se Mahmood se demitir, a crise de Starmer pode entrar numa nova fase. Até agora, permanece no Governo. Mas o facto de ter pedido em privado uma transição organizada mostra que a dúvida sobre a liderança chegou ao núcleo do executivo.</p>
<p>Outros nomes possíveis</p>
<p>John Healey, ministro da Defesa, pode surgir como solução de compromisso ou liderança de transição.</p>
<p>Tem experiência parlamentar, prestígio internacional e perfil atlantista, com apoio firme à Ucrânia e uma posição cautelosa em relação a Donald Trump. Aos 66 anos, não seria necessariamente uma aposta geracional, mas poderia oferecer estabilidade.</p>
<p>Catherine West, deputada por Hornsey and Friern Barnet, chegou a admitir que poderia avançar caso ninguém desafiasse Starmer. Mais tarde reconheceu falta de apoios e passou a defender sobretudo um calendário de saída.</p>
<p>Al Carns, secretário de Estado das Forças Armadas, é um nome mais inesperado. Ex-Royal Marine, condecorado pela experiência no Afeganistão e deputado apenas desde 2024, tem perfil militar e biografia distinta, mas pouca implantação parlamentar para uma corrida deste peso.</p>
<p><strong>Porque é que ninguém avança já?</strong></p>
<p>Porque todos estão a medir riscos.</p>
<p>Uma candidatura falhada pode destruir carreiras. Um desafio lançado cedo demais pode permitir a Starmer reorganizar apoios e apresentar-se como vítima de uma manobra interna. Uma transição demasiado agressiva pode dividir o partido e abrir espaço à oposição.</p>
<p>Há também uma questão estratégica: se Starmer cair sem plano, o Labour pode parecer tão caótico como os conservadores nos anos de sucessão entre Boris Johnson, Liz Truss e Rishi Sunak.</p>
<p>É esse o argumento dos leais ao primeiro-ministro.</p>
<p>Um grupo de apoiantes de Starmer recolheu mais de 100 assinaturas numa carta que defende que “não é hora para uma disputa pela liderança”. Para estes deputados, mudar de líder agora seria oferecer a Nigel Farage e aos conservadores uma imagem de desordem.</p>
<p><strong>O que acontece agora?</strong></p>
<p>O momento-chave será perceber se a pressão interna continua a subir nos próximos dias.</p>
<p>Há três sinais a observar.</p>
<p>O primeiro é se mais ministros se demitem.</p>
<p>O segundo é se Shabana Mahmood abandona o Governo depois de ter defendido uma transição organizada.</p>
<p>O terceiro é se Wes Streeting, Andy Burnham ou outro potencial sucessor assume publicamente disponibilidade para disputar a liderança.</p>
<p>Enquanto isso não acontecer, Starmer pode resistir. Mas fica politicamente enfraquecido.</p>
<p>A crise já não é apenas sobre resultados eleitorais. É sobre confiança, autoridade e capacidade de o primeiro-ministro convencer o próprio partido de que ainda pode ganhar de novo.</p>
<p>Para já, Starmer diz que fica. Mas, em Westminster, a pergunta já mudou: não é apenas se ele consegue sobreviver à semana. É se ainda consegue liderar o Labour até 2029.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761814]]></sapo:autor>
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		<title>China diz-se pronta para &#8220;esmagar&#8221; qualquer tentativa de independência de Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A determinação da China em opor-se à independência de Taiwan é "tão firme como uma rocha" e a sua capacidade de "esmagar" qualquer tentativa de secessão é "inabalável", afirmou hoje uma porta-voz do Governo chinês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A determinação da China em opor-se à independência de Taiwan é &#8220;tão firme como uma rocha&#8221; e a sua capacidade de &#8220;esmagar&#8221; qualquer tentativa de secessão é &#8220;inabalável&#8221;, afirmou hoje uma porta-voz do Governo chinês. </P><br />
<P>&#8220;Taiwan nunca foi um país, não o foi no passado e, de forma alguma, o será no futuro. As mentiras de William Lai [Presidente de Taiwan] continuarão a ser mentiras, mesmo que as repita mil vezes, e nunca se tornarão verdade&#8221;, afirmou Zhang Han, porta-voz do Gabinete para os Assuntos de Taiwan no Conselho de Estado (Executivo chinês), numa conferência de imprensa, antes da chegada do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Pequim.</P><br />
<P>A funcionária chinesa referia-se à recente intervenção de William Lai Ching-te na Cimeira da Democracia de Copenhaga, na qual afirmou que a democracia é o &#8220;bem mais precioso&#8221; de Taiwan e que o povo taiwanês &#8220;sabe muito bem que a democracia se conquista, não se concede&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O povo taiwanês nunca recuou perante os crescentes desafios externos e nunca se submeterá à pressão. Taiwan é uma nação soberana e independente (&#8230;). Nenhuma tentativa de isolar Taiwan alterará a nossa determinação em participar na comunidade internacional&#8221;, sublinhou ainda o líder da ilha, numa mensagem em vídeo.</P><br />
<P>Zhang Han afirmou que as autoridades de Taiwan costumam utilizar a democracia como &#8220;pretexto para se gabarem e enganarem a comunidade internacional&#8221;, tentando &#8220;atrair forças antichinesas de certos países&#8221; e &#8220;incitar ao confronto&#8221; entre os dois lados do estreito.</P><br />
<P>&#8220;Tudo isto constitui uma verdadeira farsa política que há muito já foi claramente percebida pelo mundo e que apenas irá merecer o desprezo de todos os filhos e filhas da nação chinesa&#8221;, afirmou a porta-voz.</P><br />
<P>&#8220;A atuação desajeitada de William Lai não consegue esconder os seus atos desprezíveis de repressão contra os opositores políticos e de restrição da liberdade de expressão dentro da ilha, nem a sua natureza ditatorial. A &#8216;democracia&#8217; é falsa; buscar a &#8216;independência&#8217; é o que é verdadeiro&#8221;, acrescentou Zhang.</P><br />
<P>As declarações ocorreram na véspera da cimeira entre Trump e o homólogo chinês, Xi Jinping, em Pequim, onde está previsto que abordem a situação da ilha autónoma, entre outros temas da agenda bilateral.</P><br />
<P>Há mais de sete décadas que os Estados Unidos são um ator central no contexto das disputas entre as Pequim e Taipé, sendo que Washington está mesmo legalmente comprometida a fornecer a Taiwan os meios necessários para a sua autodefesa e, embora não mantenha laços diplomáticos com a ilha, poderia defendê-la em caso de conflito com a China.</P><br />
<P>Para além de abordar a questão da venda de armas, Xi poderá também aproveitar o encontro com Trump para tentar alterar a posição oficial de Washington em relação a Taiwan, seja promovendo uma declaração de oposição à independência de Taiwan, seja procurando uma formulação mais favorável à posição chinesa sobre a chamada &#8216;reunificação&#8217;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762006]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Comandante-geral da GNR espera que reativação da BT aconteça ainda este ano (C/ÁUDIO E FOTO)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 05:02:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Célia Paulo (texto) e José Goulão (foto), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 13 mai 2016 (Lusa) &#8212; O comandante-geral da GNR espera que a reativação da Brigada de Trânsito aconteça ainda este ano e considera que cerca de 1.800 militares serão suficientes para controlar todas as estradas principais e autoestradas do país. </P><br />
<P>&#8220;Agora com as novas tecnologias, com o novo sistema de comando e controlo, eu julgo que, eu não quero aqui adiantar o número poderia ser mal interpretado, mas julgo que a Brigada de Trânsito com cerca de 1.800, 1.900 militares, consegue novamente assumir o controlo total sobre os itinerários principais e as autoestradas do país&#8221;, disse o tenente-general Rui Veloso à agência Lusa, na sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo, em setembro de 2023.</P><br />
<P>A reativação da Brigada de Trânsito (BT), extinta há quase 20 anos, foi anunciada em abril pelo ministro da Administração Interna como uma medida de reduzir a sinistralidade rodoviária no país.</P><br />
<P>O comandante-geral da GNR considerou que &#8220;a segurança rodoviária é um dos maiores problemas de segurança interna no país&#8221;, defendendo que &#8220;tem de ser feito alguma coisa&#8221; para que os números sejam alterados e controlados&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Julgo que a Brigada de Trânsito irá ter a quota parte, precisamente, no controlo dessa sinistralidade&#8221;, salientou, defendendo que tem de haver &#8220;uma maior presença na estrada e maior visibilidade nas patrulhas&#8221;. </P><br />
<P>Com a BT, segundo o responsável, vai passar a existir &#8220;mais fiscalização, mais patrulhamento e mais controlo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas vão sentir que está ali uma patrulha, seja para fiscalizar, seja para controlar, seja para ajudar. Acho que as próprias pessoas terão uma mentalidade completamente diferente e esperamos com isso também reduzir a sinistralidade&#8221;, precisou, recusando que este reforço da visibilidade nas estradas seja uma &#8220;caça à multa&#8221;.</P><br />
<P>Rui Veloso considerou que &#8220;mais importante do que levantar um auto é fazer a prevenção e visibilidade porque, se um automobilista olhar para uma patrulha e ver a patrulha, o comportamento muda completamente&#8221;.</P><br />
<P>Apesar de não existir ainda uma data prevista para a entrada em funções da BT, o comandante-geral da GNR confessou que gostaria que a reativação fosse antes de 2027, apesar do trabalho que ainda há para fazer e de ser necessário encontrar um local para a sede da BT.</P><br />
<P>&#8220;Criar novamente uma brigada, ou seja, uma unidade nacional demora o seu tempo, requer mais efetivos, requer aqui também a nível de comando e controlo criar uma sala de situação própria para fazer o controlo do trânsito a nível nacional&#8221;, disse, explicando que com o fim da BT o controlo do trânsito passou a ficar dividido pelos comandos distritais. </P><br />
<P>&#8220;Agora, viu-se que este tempo demonstrou que foi um erro ter acabado com a BT e essa também é a minha opinião, enquanto comandante-geral, e sempre o defendi&#8221;, disse, afirmando que é preciso também formar mais militares nesta área porque &#8220;andar no trânsito requer formação específica&#8221;.</P><br />
<P>Sobre um local para a sede da BT, porque atualmente o trânsito funciona na Escola da Guarda, em Queluz, Rui Veloso acrescentou: &#8220;Há um projeto antigo, que já vem de há muitos anos, que tem a ver com um terreno que temos no Fogueteiro, que era precisamente para criar o comando da BT e também uma escola de trânsito. Um pouco à semelhança ao que existe em Espanha, em Mérida, uma escola de trânsito muito reconhecida a nível mundial. Só que este projeto vai demorar muitos anos&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, referiu, que para já a GNR está a tentar encontrar um outro local para instalar o comando da BT, estando a instituição a tentar encontrar esse local.</P><br />
<P>Rui Veloso disse também que é necessário alterar alguma legislação, nomeadamente a lei orgânica da GNR.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a fazer estes estudos e esperamos em breve apresentar ao ministro toda esta alteração legislativa e, o quanto antes, tentar voltar a criar a Brigada de Trânsito&#8221;, disse. </P><br />
<P>Questionado sobre se BT vai retirar competências à PSP na área do trânsito, referiu que não, mas realçou que &#8220;não faz sentido haver autoestradas ou itinerários principais partilhados porque a questão do trânsito e os movimentos são nacionais&#8221;.</P><br />
<P>Disse ainda que não faz sentido, que na mesma autoestrada ou itinerário, a PSP seja responsável por alguns quilómetros, nos quilómetros seguintes seja a GNR e depois mais à frente volta a ser a PSP.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762005]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Na GNR &#8220;não há lugar para comportamentos contra direitos humanos&#8221; &#8211; comandante-geral (C/ÁUDIO E FOTO)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 05:02:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Célia Paulo (texto) e José Goulão (foto), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 13 mai 2016 (Lusa) &#8212; O comandante-geral da GNR recusou hoje que exista racismo na corporação, considerando que na Guarda Nacional Republicana &#8220;não há lugar para comportamentos que vão contra os direitos humanos&#8221; e que os &#8220;casos gravíssimos&#8221; de comportamentos desviantes são pontuais. </P><br />
<P>&#8220;São situações muito graves. Na Guarda temos a plena consciência e, julgo que todos os militares sabem, que não há lugar para comportamentos que vão contra os direitos humanos. Na Guarda, os direitos humanos não são opções, são direitos absolutos&#8221;, disse o tenente-general Rui Veloso em entrevista à agência Lusa.</P><br />
<P>Na sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo, em setembro de 2023, o comandante-geral da GNR sustentou que os militares &#8220;têm que respeitar os direitos humanos&#8221; e aqueles que não os respeitarem &#8220;não têm lugar&#8221; na GNR e terão que ir embora&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Acho que isso não há dúvidas para ninguém&#8221;, frisou, acrescentando que &#8220;na Guarda não há racismo&#8221;, caso contrário, a GNR teria que atuar de uma outra forma.</P><br />
<P>Esclarecendo que a GNR tem um efetivo de 24 mil militares, afirmou que os casos que têm vindo a público são casos pontuais. </P><br />
<P>&#8220;Naquela situação em concreto, tem que ser averiguada, dar a presunção de inocência às pessoas, porque até ao trânsito em julgado as pessoas são inocentes, mas se ficar aprovado, terão que ser condenadas e exemplarmente condenadas e afastadas da Guarda&#8221;, disse.</P><br />
<P>Rui Veloso referia-se à operação &#8220;Safra Justa&#8221;, em que 10 militares da GNR, atualmente suspenso de funções, são suspeitos de envolvimento num alegado esquema de auxílio à imigração ilegal no Alentejo.</P><br />
<P>Outros dos casos mais marcantes que envolveram elementos da GNR foi também no Alentejo, em que dois militares foram condenados por agredirem imigrantes do sudeste asiático e filmarem esses episódios em Vila Nova de Milfontes, tendo sido outros cinco julgados por vários crimes, mas tiveram pena suspensa.</P><br />
<P>Questionado se o controlo interno aumentou depois destes episódios, o comandante-geral respondeu: &#8220;Sempre que detetamos algo negativo, temos a obrigação de estarmos mais atentos. Acho que, a todos os níveis, essa atenção acaba por ser redobrada&#8221;.</P><br />
<P>Rui Veloso salientou que se tem que &#8220;aprender com os erros, com aquilo que se passou e com a parte negativa para melhorar no futuro&#8221;, frisando que &#8220;toda a cadeia de comando está mais atenta&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o responsável, &#8220;há mais formação, instrução e diálogo&#8221; para que estas situações, caso existam, &#8220;sejam detetadas a tempo e participadas ao tribunal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não queremos andar a encobrir qualquer tipo de comportamento lesivo nesta área dos nossos militares&#8221;, disse, dando conta dos vários mecanismos de controlo que existem na GNR, em que &#8220;a primeira forma de controlar este tipo de situações é através da hierarquia&#8221;.</P><br />
<P>Rui Veloso referiu que oficiais, sargentos e também guardas têm o &#8220;dever de tutela e de supervisão perante situações que contrariam precisamente a dignidade da pessoa humana&#8221;.</P><br />
<P>O comandante-geral indicou que &#8220;a cadeia de comando funciona&#8221; e que há cada vez mais formação em todas as categorias, salientando que &#8220;o próprio curso de formação de guardas tem muitas disciplinas&#8221; na área dos direitos humanos, além da formação contínua em todo o dispositivo ao longo da carreira.</P><br />
<P>&#8220;Infelizmente há situações que não conseguimos detetar, mas quando as detetamos comunicámo-las logo. E aí investigamos tudo e de uma forma célebre, ou seja, mal haja conhecimento da situação, nós comunicamos logo. Se for criminal, ao Ministério Público, se for disciplinar e criminal também, à própria IGAI [Inspeção-Geral da Administração Interna]&#8221;, afirmou, ressalvando que pode também ser a própria GNR a dar &#8220;logo início aos processos internos&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>ENTREVISTA: Um terço dos candidatos à GNR chumbou nos testes psicológicos (C/ÁUDIO E FOTO)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 05:02:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Célia Paulo (texto) e José Goulão (foto), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 13 mai 2016 (Lusa) &#8212; A GNR expulsou 51 militares nos últimos quatro anos por comportamentos desviantes e excluiu cerca de um terço dos candidatos por terem chumbado na avaliação psicológica no último curso de formação, revelou à Lusa o comandante-geral.</P><br />
<P>Na sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo, em setembro de 2023, o comandante-geral da Guarda Nacional Republicana, tenente-general Rui Veloso, disse que 51 militares foram expulsos nos últimos quatro anos, 13 dos quais este ano, &#8220;por comportamentos inadequados&#8221; em serviço e na vida pessoal.</P><br />
<P>&#8220;O nosso estatuto, o nosso código deontológico e o nosso próprio regulamento de disciplina militar diz mesmo isso que o militar tem que manter uma conduta exemplar dentro e fora do serviço&#8221;, afirmou, indicando que estes militares foram expulsos &#8220;por comportamentos inadequados&#8221; na vida civil, como violência doméstica e burlas, e em serviço.</P><br />
<P>Rui Veloso avançou que também os militares recém-formados, que após terminarem o curso ficam um ano à experiência (regime probatório), podem ser afastados da corporação, existindo esses afastamentos todos os anos e em 2026 já foi um expulso.</P><br />
<P>Segundo o comandante-geral da GNR, os militares recém-formados são avaliados &#8220;permanentemente pelos seus superiores&#8221; e, se durante aquele ano, &#8220;demonstrarem qualquer tipo de atitude que não se coaduna com os valores da Guarda podem ser expulsos&#8221;.</P><br />
<P>Rui Veloso destacou &#8220;o nível de seleção e de recrutamento&#8221;, dando conta que na GNR há vários tipos de provas, nomeadamente sobre conhecimentos técnicos, físicos, médicos e psicológicos.</P><br />
<P>&#8220;Uma média de cerca de 30% a 35% dos nossos candidatos chumbam nas avaliações psicológicas. Temos vários testes psicológicos, muitos dos quais é para auferir a personalidade dos candidatos e temos uma média de chumbos muito elevada. No último curso, e os números não variam muito, entre 550 e 600 candidatos chumbaram nestas provas psicológicas&#8221;, observou.</P><br />
<P>Rui Veloso precisou que nos últimos três anos tem sido &#8220;praticamente na casa dos 550&#8221; os candidatos que são afastados nas provas psicológicas e que estão relacionados com a personalidade.</P><br />
<P>&#8220;Acho que são números muito expressivos aqueles que não entram na Guarda por chumbarem nesta questão da avaliação psicológica&#8221;, sublinhou, afirmando que a GNR vai manter os &#8220;testes com este rigor&#8221; e &#8220;nunca vai facilitar por escassez de efetivos&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre a falta de militares, Rui Veloso afirmou que &#8220;felizmente a Guarda nestes últimos anos tem recuperado efetivo&#8221; e acrescentou que atualmente está a decorrer um curso com 800 candidatos à guarda.</P><br />
<P>&#8220;Estes 800 já vão permitir um aumento muito importante no efetivo no final do ano. Efetivo que no verão irá estagiar, que é muito importante, e vamos colocá-los no terreno&#8221;, disse.</P><br />
<P>Questionado sobre o Plano de Prevenção de Manifestação de Discriminação nas Forças de Segurança, feito pela Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) e em vigor na PSP e na GNR desde 2021, o comandante-geral desta força de segurança afirmou que a GNR já tinha diretivas internas sobre direitos humanos, mas o plano veio introduzir alterações no recrutamento, formação e mecanismo de controlo.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762003]]></sapo:autor>
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		<title>Caracas destaca participação europeia no desenvolvimento económico da Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 04:58:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo da Venezuela destacou a participação de diversas comunidades europeias no progresso e desenvolvimento económico do país, enfatizando os italianos, espanhóis, portugueses e alemães.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Venezuela destacou a participação de diversas comunidades europeias no progresso e desenvolvimento económico do país, enfatizando os italianos, espanhóis, portugueses e alemães.</P><br />
<P>&#8220;Esta noite [de terça-feira], celebramos a relação da Venezuela com a Europa, porque a Venezuela se construiu a par da Europa&#8221;, disse o ministro venezuelano de Comércio Exterior.</P><br />
<P>Johann Álvarez Márquez falava em Caracas, em nome da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, durante a celebração local do Dia da Europa, que reuniu centenas de convidados, entre eles diplomatas de Portugal, de outros países europeus, e representantes das autoridades locais.</P><br />
<P>&#8220;Quando olhamos para a história, desde a época colonial até aos dias de hoje, crescemos juntos e somos hoje parte do que tem sido a Europa. E quando olhamos também para as comunidades que vivem na Venezuela, a Itália, a Espanha, Portugal, a Alemanha e assim muitos países, tem uma grande representação, há já muitos anos. Mas é que, além disso, têm feito parte do desenvolvimento económico da Venezuela. Por isso, de certa forma, partilhamos a nossa história e os nossos destinos&#8221;, disse.</P><br />
<P>O ministro fez uma reflexão sobre a situação mundial atual, para concluir que todos os países estão obrigados a ponderar a maneira de relacionar-se e a impulsionar a paz económica.</P><br />
<P>&#8220;Não há problemas apenas na Venezuela.  O mundo inteiro está a atravessar uma situação difícil e complicada, que obriga a todos a enfrentar grandes desafios que se apresentam hoje e que nos obrigam também a vê-los de uma forma muito diferente, a livrar-nos dos preconceitos, a abrir a mente a uma nova forma de nos relacionarmos (&#8230;) e a Venezuela está nesse caminho de impulsionar novamente uma relação na área económica que seja benéfica para os nossos povos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Johann Álvarez Márquez explicou ainda que, no contexto global atual, &#8220;o Governo da Venezuela acredita que existem muitas oportunidades para prosperar, em paz&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E a paz económica faz parte desse grande conceito que precisamos de construir todos, enquanto nação, enquanto país&#8221;, disse.</P><br />
<P>O ministro explicou que todas as instituições do Governo da Venezuela estão totalmente à disposição &#8220;para construir essa relação que é necessária no mundo de hoje&#8221;.</P><br />
<P>Apesar de não existirem dados oficiais públicos sobre a quantidade de cidadãos europeus que residem atualmente na Venezuela, historicamente as comunidades espanhola, italiana, portuguesa e alemã são referenciadas como as maiores.</P><br />
<P>Em abril, durante uma visita à Venezuela, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, referiu a existência de 220 mil portugueses inscritos nos consulados de Portugal em Caracas e Valência.</P><br />
<P>No entanto, admitiu que, tendo em conta os lusodescendentes sem dupla nacionalidade, a comunidade lusa local ultrapasse um milhão de pessoas.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>Lucros do BNU em Macau caiem 17% entre janeiro e março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 04:32:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Banco Nacional Ultramarino (BNU) registou lucro líquidos de 110,6 milhões de patacas (11,7 milhões de euros) no primeiro trimestre de 2026, uma queda de 17% face ao mesmo período do ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Nacional Ultramarino (BNU) registou lucro líquidos de 110,6 milhões de patacas (11,7 milhões de euros) no primeiro trimestre de 2026, uma queda de 17% face ao mesmo período do ano passado. </P><br />
<P>Apesar da descida homóloga, o BNU sublinhou que os resultados revelaram uma evolução positiva ao longo do trimestre, com aumentos sucessivos de janeiro a março.</P><br />
<P>&#8220;O desempenho do banco demonstrou uma dinâmica positiva durante o trimestre, com os resultados a registarem um aumento mensal constante de janeiro a março&#8221;, indicou o BNU em comunicado.</P><br />
<P>A margem financeira do BNU fixou-se em 214,2 milhões de patacas (22,7 milhões de euros), menos 8% em termos homólogos, influenciada pela evolução das taxas de juro. </P><br />
<P>Já a receita líquida de comissões recuou para 20,7 milhões de patacas (2,2 milhões de euros), uma diminuição de 15,5%, atribuída a custos adicionais com prémios relacionados com cartões de crédito.</P><br />
<P>O crédito mal parado de empréstimos e investimentos financeiros totalizou 3,8 milhões de patacas (402 mil euros) caiu 29,3% em comparação com o primeiro trimestre de 2025, numa redução que a instituição diz refletir uma &#8220;gestão prudente do risco e a qualidade estável dos ativos do banco&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o BNU, os custos operacionais também &#8220;desceram ligeiramente&#8221;, para 104 milhões de patacas (11 milhões de euros), indicando que a &#8220;disciplina de custos e os ganhos de eficiência resultantes da simplificação de processos ajudaram a otimizar as despesas&#8221;, mantendo o apoio aos investimentos na transformação digital, no desenvolvimento de talentos e no reforço da marca.</P><br />
<P>O crédito concedido atingiu 26,8 mil milhões de patacas (2,84 mil milhões de euros) em março, um aumento de 5,1% em termos homólogos, enquanto os depósitos de clientes subiram para 35,5 mil milhões de patacas (3,76 mil milhões de euros), mais 8,7% do que no ano anterior.</P><br />
<P>O BNU tem sede em Macau e pertence ao Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), sendo, juntamente com o Banco da China, emissor de moeda na região administrativa especial da China. </P><br />
<P>Entre as três subsidiárias estrangeiras da CGD, o BNU contribuiu com 13 milhões de euros para os resultados totais do grupo no primeiro trimestre, mais do que o BCG Angola, que contribuiu cinco milhões de euros, mas menos do que o banco BCI em Moçambique, que gerou 24 milhões de euros.</P><br />
<P>O BNU sublinhou também que a sucursal na vizinha zona económica especial de Hengqin (ilha da Montanha) continua a &#8220;desempenhar um papel estratégico no apoio a investidores de Macau e Hong Kong&#8221; como um centro financeiro transfronteiriço que apoia a colaboração económica entre a China continental, Macau e os países de língua portuguesa.</P><br />
<P>O BNU destacou também que a posição de capital e liquidez do banco permanece robusta, permitindo &#8220;navegar em condições de mercado complexas&#8221;.</P><br />
<P>Os bancos de Macau obtiveram um lucro de 4,02 mil milhões de patacas (426 milhões de euros) nos primeiros três meses do ano, mais 5,4% do que no mesmo período de 2025.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761999]]></sapo:autor>
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		<title>Cimeira de Xi e Trump testa trégua frágil entre rivalidade e risco global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 04:05:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O encontro entre os Presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, na quinta e sexta-feira em Pequim, é essencialmente um exercício de contenção estratégica, com ambições limitadas, mas implicações potencialmente vastas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O encontro entre os Presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, na quinta e sexta-feira em Pequim, é essencialmente um exercício de contenção estratégica, com ambições limitadas, mas implicações potencialmente vastas.</P><br />
<P>Para analistas contactados pela Lusa, a primeira visita de um Presidente norte-americano à China em quase uma década é vista como uma &#8220;cimeira de gestão de risco&#8221;, sobretudo destinada a evitar uma deterioração abrupta das relações entre as duas maiores potências mundiais. </P><br />
<P>Kate Dennis, especialista em relações internacionais do Hunter College, em Nova Iorque, disse à Lusa considerar que Trump chega a Pequim &#8220;fragilizado externamente e muito pressionado internamente&#8221;.</P><br />
<P>Ou, pelo menos, Trump está &#8220;sem uma agenda suficientemente sólida para equilibrar esses problemas&#8221; e sente que vai sentar-se ao lado de Xi numa posição bem mais frágil do que aquela que desejava para repetir os &#8220;velhos truques de vendedor imobiliário&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Já Maximillian Fuchs, do instituto Bruegel, com sede em Bruxelas, disse à Lusa que Pequim olha para esta reunião como uma oportunidade para estabilizar a relação com Washington e testar se Trump está disposto a manter a promessa de diálogo assumida após a trégua tarifária de outubro.</P><br />
<P>Num contexto marcado pela guerra no Irão, pela fragilidade da trégua comercial e por uma crescente rivalidade tecnológica, o encontro vai testar se a atual &#8216;détente&#8217;, negociada em outubro após tarifas momentâneas superiores a 100%, pode sobreviver a novas pressões políticas e económicas.</P><br />
<P>Em foco vão estar os chamados quatro &#8220;T&#8221; &#8211; &#8216;Trade&#8217; (comércio), &#8216;Technology&#8217; (tecnologia), Teerão e Taiwan &#8211; e do lado norte-americano, a prioridade imediata é económica.</P><br />
<P>Trump procura regressar a Washington com resultados tangíveis que possam ser apresentados ao eleitorado antes das intercalares de novembro, nomeadamente compromissos chineses de compra de produtos agrícolas, energia e aeronaves, bem como avanços no mecanismo de cooperação económica conhecido como &#8220;Board of Trade&#8221;.</P><br />
<P>A lógica é simultaneamente económica e política: reduzir o défice comercial, reforçar a narrativa de independência económica e demonstrar capacidade negocial num contexto de competição global.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, Washington pretende pressionar Pequim em temas estratégicos, incluindo o apoio económico da China ao Irão e, de forma mais discreta, o papel no esforço de guerra russo na Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Não devemos esperar avanços substanciais. Trump desloca-se a Pequim fragilizado externamente e muito pressionado internamente. Mas, claramente, sem uma agenda que equilibre estes problemas&#8221;, resumiu Kate Dennis, refletindo um consenso alargado entre analistas de que o melhor desfecho será a manutenção da atual trégua.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano chega a Pequim com um baralho de cartas marcadas e a temer que os trunfos estejam do lado chinês, disse.</P><br />
<P>Para a China, a estratégia é mais estrutural e paciente, procurando estabilidade, previsibilidade e ganhos incrementais, apostando numa abordagem que combina pragmatismo económico com firmeza geopolítica.</P><br />
<P>As prioridades passam por prolongar a trégua tarifária, obter algum alívio nas restrições tecnológicas, sobretudo no acesso a semicondutores avançados, e garantir que Washington não altera significativamente a posição sobre Taiwan.</P><br />
<P>&#8220;Para a China, é fundamental que Trump honre a promessa de diálogo. Pequim aposta em alguma estabilidade de relação com Washington, até para sossegar os principais aliados&#8221;, explicou Fuchs.</P><br />
<P>Fuchs considerou que, mais do que concessões imediatas, Pequim pretende consolidar a imagem de potência responsável e previsível, contrastando com uma perceção de volatilidade da política externa norte-americana.</P><br />
<P>Para Xi, a visita oferece também dividendos internos: legitimação externa, demonstração de resiliência face à guerra comercial e reforço da narrativa de que a China joga &#8220;a longo prazo&#8221;, enquanto os Estados Unidos enfrentam ciclos eleitorais.</P><br />
<P>Ainda assim, a guerra no Irão surge como principal fator de incerteza e qualquer escalada militar no Golfo durante a cimeira pode tornar politicamente inviável qualquer entendimento.</P><br />
<P>Para Kate Dennis, Washington pretende que Pequim utilize a sua influência para moderar Teerão e ajudar a reabrir o estreito de Ormuz, vital para o abastecimento energético global.</P><br />
<P>Mas a China, principal importadora de petróleo iraniano, tem mostrado relutância em alinhar com a estratégia norte-americana, defendendo uma posição de equilíbrio.</P><br />
<P>&#8220;Este é talvez o conflito que mais acrescenta uma dimensão de pressão mútua&#8221;, disse Fuchs.</P><br />
<P>Outro ponto crítico é Taiwan, o dossier mais sensível da relação bilateral, já que Pequim insiste que a questão &#8220;não pode ser evitada&#8221; e procura sinais, mesmo que subtis, de redução do apoio norte-americano à ilha.</P><br />
<P>Washington, por seu lado, enfrenta fortes constrangimentos internos que limitam qualquer alteração visível da sua posição.</P><br />
<P>Também a guerra tecnológica continua a dividir os dois países. </P><br />
<P>As restrições norte-americanas à exportação de semicondutores e a utilização chinesa de terras raras como instrumento de pressão ilustram uma dinâmica de valorização das cadeias de valor, que deverá persistir independentemente de eventuais acordos pontuais e, neste quadro, os efeitos da cimeira deverão sentir-se muito para além da relação bilateral.</P><br />
<P>Sobre a guerra na Ucrânia, Washington poderá testar a disposição chinesa para limitar o apoio indireto à Rússia, embora sem expectativas de mudanças significativas.</P><br />
<P>No Médio Oriente, qualquer coordenação mínima entre as duas potências poderá contribuir para aliviar a crise energética global, mas os analistas consultados pela Lusa foram unânimes a considerar improvável um entendimento pacífico.</P><br />
<P>Na Europa, o encontro é acompanhado com cautela.</P><br />
<P>Bruxelas teme que eventuais concessões comerciais entre Washington e Pequim possam desviar fluxos comerciais e penalizar exportadores europeus, ao mesmo tempo que um aumento das compras chinesas de energia norte-americana poderá pressionar os preços globais.</P><br />
<P>Para a economia mundial, o impacto dependerá sobretudo do sinal político que sair desta cimeira.</P><br />
<P>Um prolongamento da trégua comercial poderá reduzir a incerteza e estabilizar mercados, em particular nos setores agrícola, energético e industrial, mas a tendência de fundo, de afastamento gradual entre as duas economias, deverá manter-se.</P><br />
<P>Num sistema internacional cada vez mais fragmentado, a possibilidade de diálogo sem agravar tensões entre as duas maiores potências pode ser considerado um sucesso, ou como resumiu Dennis, &#8220;num tempo de volatilidade global, um não evento pode ser o melhor resultado possível&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761998]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Laboratório China-Portugal com impacto na saúde pública global &#8211; investigadora</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/laboratorio-china-portugal-com-impacto-na-saude-publica-global-investigadora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 04:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma investigadora do Laboratório Conjunto China-Portugal para Inteligência Artificial e Tecnologias da Saúde Pública disse hoje à Lusa que o projeto está a ter "impacto direto na saúde pública global", com várias inovações de combate a epidemias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma investigadora do Laboratório Conjunto China-Portugal para Inteligência Artificial e Tecnologias da Saúde Pública disse hoje à Lusa que o projeto está a ter &#8220;impacto direto na saúde pública global&#8221;, com várias inovações de combate a epidemias.</P><br />
<P>&#8220;Este laboratório é a prova de que a ciência pode ser um elo de ligação entre culturas e sistemas de saúde distintos,&#8221; afirmou à Lusa Lara Lopes, também diretora clínica do Hospital de Medicina Chinesa em Portugal.</P><br />
<P>Segundo a investigadora, o objetivo é desenvolver &#8220;soluções práticas, acessíveis e eficazes para responder às necessidades reais das comunidades lusófonas&#8221;, através de &#8220;tecnologias simples, de baixo custo e com capacidade de resposta rápida, desenhadas para contextos onde os recursos são limitados, mas a urgência é elevada&#8221;.</P><br />
<P>Criado em dezembro de 2024, o laboratório resultou de uma parceria entre o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores &#8211; Investigação e Desenvolvimento, a Universidade de Medicina de Guangzhou, o Laboratório Nacional de Guangzhou e a Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau.</P><br />
<P>O laboratório opera em regime de cogestão, com equipas em Lisboa, Porto, Coimbra, e nas cidades chinesas de Macau, Cantão e Chengdu.</P><br />
<P>A missão é integrar dados multimodais, desenvolver tecnologias de previsão epidemiológica e diagnóstico de precisão, além de construir uma plataforma inteligente para a prevenção e controlo de epidemias relevantes para os países de língua portuguesa.</P><br />
<P>Segundo comunicados anteriores, trata-se do único laboratório do género a ligar instituições de investigação da China com um país da Europa ocidental.</P><br />
<P>A diretora do laboratório indicou à Lusa que o projeto já desenvolveu uma linha de produtos de saúde pública classificados como soluções de baixo custo e operação simplificada, destinadas sobretudo ao Brasil e aos países lusófonos em África.</P><br />
<P>&#8220;O laboratório está a introduzir esta linha também na própria China, numa rara inversão do fluxo tecnológico habitual&#8221;, destacou, sublinhando que a decisão reconhece Portugal como uma porta de entrada da China para a Europa e para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).</P><br />
<P>A investigadora destacou a tradução para português de um manual clínico do Oitavo Hospital Popular da Dengue de Guangzhou, e que apresenta &#8220;uma taxa de sucesso de 98% em casos graves, integrando diagnósticos de medicina chinesa e ocidental&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A experiência clínica do Hospital (&#8230;) é, em volume e em resultados, a referência mundial em dengue. Receber este protocolo em português, formar os nossos clínicos e construir a partir daí um circuito de gestão integrada para Portugal e países lusófonos é um ganho concreto de saúde pública&#8221;, indicou Lopes.</P><br />
<P>O protocolo, que integra medicina convencional e tradicional chinesa, foi traduzido para português e está a ser distribuído a profissionais de saúde em Portugal, nos seis Estados-membros da CPLP em África e junto da comunidade clínica brasileira.</P><br />
<P>O laboratório desenvolveu também um sistema de testes modular descrito como um &#8220;laboratório numa mala&#8221; recarregável via USB, e desenvolvido especificamente para deteção de vírus (Gripe, covid-19, Nipah) em países lusófonos com infraestruturas limitadas.</P><br />
<P>Outras descobertas incluem um &#8220;repelente fitoaromático puro, sem químicos sintéticos e já em distribuição internacional&#8221;, uma máquina integrada de previsão epidemiológica, capaz de prever surtos em tempo real com base em dados multimodais, e um robot de triagem para doentes febris.</P><br />
<P>Em setembro, coincidindo com uma visita do primeiro-ministro Luís Montenegro à China, foi assinado um acordo para criar o Ambiente de Investigação de Confiança, uma plataforma tecnológica isolada projetada para o acesso, gestão e análise de dados sensíveis, que, segundo Lopes, garante &#8220;confidencialidade e conformidade&#8221; entre estas cooperações científicas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761997]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>União Europeia pede à Venezuela que liberte todos os presos políticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 03:34:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) pediu a Caracas que liberte todos os presos políticos, em particular os europeus, numa altura em que estarão detidas na Venezuela 667 pessoas por motivos políticos, entre eles cinco portugueses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia (UE) pediu a Caracas que liberte todos os presos políticos, em particular os europeus, numa altura em que estarão detidas na Venezuela 667 pessoas por motivos políticos, entre eles cinco portugueses.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos que o processo de libertação de presos e a aplicação da Lei de Amnistia, com especial atenção também aos nossos concidadãos, avancem com determinação e grande generosidade, com aquela generosidade de coração que caracteriza os venezuelanos&#8221;, disse a chefe da delegação da UE na Venezuela.</P><br />
<P>Embora Maria Antónia Calvo Puerta não tenha usado a expressão &#8220;presos políticos&#8221;, a Lei da Amnistia, aprovada pela presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em fevereiro, tem como objetivo libertar os presos políticos.</P><br />
<P>De acordo com a organização não governamental Justiça, Encontro e Perdão estão presas na Venezuela 667 pessoas por motivos políticos, entre eles cinco cidadãos portugueses.</P><br />
<P>Calvo Puerta falava durante a celebração do Dia da Europa na Venezuela, que reuniu centenas de convidados, entre eles diplomatas de Portugal, de outros países europeus, e representantes das autoridades locais, incluindo o presidente da Comissão Especial de Acompanhamento da Lei de Amnistia, Jorge Arreaza, e a nova provedora de justiça, Eglée González Lobato.</P><br />
<P>&#8220;A Venezuela entrou numa fase de mudança, mas também numa fase de grandes oportunidades. Enquanto parceiros construtivos que somos, queremos acompanhar este processo porque acreditamos neste país&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>A diplomata explicou que a UE tem dado ajuda humanitária à Venezuela e prestado apoio à sociedade civil no acesso a serviços básicos, sublinhando que no país estão também empresas e empresários europeus, outros parceiros doadores e instituições bancárias.</P><br />
<P>Calvo Puerta explicou ainda que, mediante iniciativas como a Global Gateway, a UE procura criar ligações sustentáveis que beneficiem as sociedades europeias e venezuelana.</P><br />
<P>&#8220;Mas para que a prosperidade chegue realmente a todos os cidadãos, precisamos de gerar confiança. A confiança de queremos resolver este conflito em paz, de que nos queremos reconciliar&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Recordando o escritor austríaco Stefan Zweig, &#8220;um europeu que conheceu muito bem a nostalgia do exílio&#8221;, vincou que &#8220;há muitos venezuelanos que hoje não puderam estar&#8221; naquela celebração.</P><br />
<P>&#8220;A paz não é apenas a ausência de guerra, mas uma virtude que nasce da força da alma, disse.</P><br />
<P>Calvo Puerta frisou ainda que essa força está presente nos venezuelanos que lutam pelo seu país e em cada europeu que, apesar de todas as dificuldades, continua a apostar na Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;Percorremos [na Venezuela] um caminho que outros já percorreram antes. Não se enganem. A história da Europa ensina-nos que a reconciliação é possível, mesmo após muita dor, se houver a vontade de nos tornarmos pontes entre aqueles que se distanciam&#8221;, frisou.</P><br />
<P>A diplomata instou a &#8220;não construir muros&#8221;, mas &#8220;pontes com quem pensa e sente diferente&#8221;, porque a grande riqueza de um país é que todos contribuam a partir do seu ponto de vista.</P><br />
<P>&#8220;Peço-vos que continuemos, europeus e venezuelanos, a construir uma solidariedade de facto com o espírito de quem sabe que, embora o caminho seja longo, não se está sozinho ao percorrê-lo e que a Europa está aqui, esteve no passado e continuará na Venezuela&#8221;, disse.</P><br />
<P>A diplomata explicou que há mais de um milhão de venezuelanos radicados na Europa e que muitas coisas unem um lado ao outro do mar atlântico.</P><br />
<P>Calvo Puerta frisou ainda que a Europa homenageia os venezuelanos, através da campanha &#8220;Resolve&#8221;, pela capacidade de resolver perante as dificuldades e encontrar a solução.</P><br />
<P>&#8220;Esta capacidade de transformação é a mesma que permitiu à Europa renascer das cinzas após a guerra. Nós também tivemos de aprender a resolver, a reconciliar-nos, a procurar novos caminhos, porque queríamos construir um futuro de paz e prosperidade&#8221;, disse.</P><br />
<P>Em nome da UE reafirmou os seus princípios inabaláveis, o respeito absoluto pela soberania e pela integridade territorial, e a defesa da democracia como único caminho legítimo para a coexistência, assim como a proteção dos direitos humanos para além de qualquer cor política.</P><br />
<P>&#8220;Na Venezuela, estes princípios traduzem-se no nosso apoio a um diálogo profundo que já se iniciou. Liderado &#8211;e é assim que deve ser&#8211; pelos próprios venezuelanos&#8221;, disse.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761996]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 140 aldeias de Timor-Leste vão ter eletricidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 03:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Díli, 13 mai 2026 - Um total de 141 aldeias de Timor-Leste vão ter acesso a eletricidade, após o Governo ter assinado terça-feira contratos com 51 empresas para implementar projetos de eletrificação, anunciou a empresa de eletricidade pública timorense.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Díli, 13 mai 2026 &#8211; Um total de 141 aldeias de Timor-Leste vão ter acesso a eletricidade, após o Governo ter assinado terça-feira contratos com 51 empresas para implementar projetos de eletrificação, anunciou a empresa de eletricidade pública timorense.</P><br />
<P>Segundo um comunicado da Empresa de Eletricidade de Timor-Leste (EDTL), os contratos no valor de 11,73 milhões de dólares (cerca de 10 milhões de euros) deverão beneficiar 7.201 famílias dos municípios de Aileu, Ainaro, Baucau, Bobonaro, Díli, Ermera, Liquiçá, Lautém, Manatuto, Manufahi e Viqueque.</P><br />
<P>Os trabalhos de construção e instalação vão decorrer até ao início de 2027.</P><br />
<P>O Governo timorense pretende assinar nas próximas semanas mais 20 contratos para construção e instalação de eletricidade pública.</P><br />
<P>O ministro das Obras Públicas, Samuel Marçal, disse, citado no comunicado, que a assinatura dos contratos &#8220;demonstra o compromisso do Governo em assegurar o fornecimento de eletricidade a todo o território nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós próximos meses, o Governo vai implementar um projeto de construção de centrais solares fotovoltaicas com capacidade entre 72 e 80 megawatts, o que ajudará a reduzir a dependência do consumo de combustíveis e permitirá poupanças ao Estado&#8221;, afirmou o ministro.</P><br />
<P>Samuel Marçal anunciou também o lançamento de concursos para projetos de energia eólica, no próximo ano, e de fornecimento de energia solar fotovoltaico em Ataúro, nos próximos meses.</P><br />
<P>O pacote assinado na terça-feira inclui a instalação de 130,6 quilómetros de rede de média tensão e 377,42 quilómetros de rede de baixa tensão.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761994]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Excedente da balança corrente do Japão cresce em março 30% face ao mesmo mês em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 03:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Japão registou um excedente da balança corrente de 4,68 biliões de ienes (25,3 milhões de euros) em março, quase 30% acima do registo homólogo anterior, informou hoje o Governo japonês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Japão registou um excedente da balança corrente de 4,68 biliões de ienes (25,3 milhões de euros) em março, quase 30% acima do registo homólogo anterior, informou hoje o Governo japonês.</P><br />
<P>A balança comercial japonesa registou, no terceiro mês do ano, um excedente de 218 biliões de ienes (1,18 mil milhões de euros), um valor 29,1% superior ao saldo registado em março de 2025, de acordo com os dados publicados pelo Ministério das Finanças do Japão.</P><br />
<P>As exportações aumentaram 11,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, atingindo 10,8 biliões de ienes (58,4 mil milhões de euros), enquanto as importações cresceram 10%, atingindo 9,9 biliões de ienes (54,5 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A balança de serviços registou um excedente de 572,8 biliões de ienes (3,09 mil milhões de euros), com um aumento de 0,2%.</P><br />
<P>A conta de rendimentos cresceu 20,8%, atingindo os 4,6 biliões de ienes (24.9 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Por sua vez, a balança de viagens registou um excedente de 491,3 mil milhões de ienes (2,65 mil milhões de euros), impulsionado pelo aumento do número de turistas no arquipélago.</P><br />
<P>O Ministério das Finanças publicou também os dados da balança de pagamentos relativos ao ano fiscal japonês de 2025, que encerrou em março passado, com um saldo positivo de 34,5 biliões de ienes (186,4 mil milhões de euros), o terceiro ano consecutivo de valores recorde e um aumento de 15% em relação a 2024, devido às exportações num contexto de debilidade do iene.</P><br />
<P>A balança de pagamentos reflete os pagamentos e receitas decorrentes das trocas com o exterior de bens, serviços, rendimentos e transferências, sendo considerada um dos indicadores económicos mais abrangentes de um país.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761993]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>S&#038;P altera perspetiva da notação soberana do México de &#8220;estável&#8221; para &#8220;negativa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 02:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A agência de notação Standard &#38; Poor's (S&#38;P) alterou a perspetiva da notação soberana do México de "estável" para "negativa" e atribuiu a notação de longo prazo em moeda estrangeira "BBB" e em moeda local "BBB+".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência de notação Standard &amp; Poor&#8217;s (S&amp;P) alterou a perspetiva da notação soberana do México de &#8220;estável&#8221; para &#8220;negativa&#8221; e atribuiu a notação de longo prazo em moeda estrangeira &#8220;BBB&#8221; e em moeda local &#8220;BBB+&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O lento crescimento económico do México, as restrições orçamentais e a materialização de passivos contingentes podem resultar numa consolidação orçamental muito gradual e num aumento moderado da dívida pública&#8221;, justificou a agência de rating, num comunicado divulgado na terça-feira.</P><br />
<P>A previsão da S&amp;P aponta para a perspetiva de uma relação sólida entre  a Cidade do México e Washington, no entanto, alerta que &#8220;a incerteza&#8221; sobre a renegociação do tratado entre o México, os Estados Unidos e o Canadá (T-MEC) &#8220;enfraquece a confiança dos investidores&#8221;, o que também pode voltar a fazer baixar a classificação devido a contratempos inesperados no comércio internacional.</P><br />
<P>A incerteza em torno da revisão do T-MEC, o baixo investimento privado e o aumento dos preços da energia combinados levam a agência de notação a prever um crescimento da economia mexicana de apenas 1% em 2026.</P><br />
<P>Na última segunda-feira, a Secretaria do Tesouro e Crédito Público (SHCP) do Governo do México reviu em baixa a previsão de crescimento do produto interno bruto (PIB), fixando-a em 2,3% para 2026, depois de ter previsto um crescimento de 3%.</P><br />
<P>A agência de notação de risco também salienta que o apoio financeiro público às empresas estatais Petróleos Mexicanos (Pemex) e Comissão Federal de Eletricidade (CFE) pode estreitar a margem de manobra orçamental do país e exercer pressão sobre as finanças públicas.</P><br />
<P>&#8220;Os maus resultados operacionais da Pemex podem levar o Governo a disponibilizar mais fundos para cobrir futuras perdas financeiras, o que agravará o défice orçamental&#8221;, sublinha o texto.</P><br />
<P>Segundo as estimativas da S&amp;P, o défice orçamental situou-se em 4,9% do PIB em 2025, contra os 5,2% em 2024, mas a agência salienta que a dívida líquida do governo poderá aumentar para 54% do PIB até 2029, face aos 49% em 2025. </P><br />
<P>Nesse sentido, indica que poderá vir a reduzir a notação da dívida soberana do país nos próximos 24 meses, caso o México não reduza o défice orçamental ou venha a deteriorar-se a relação comercial com os Estados Unidos.</P><br />
<P>Entre as notações de outras agências, a Fitch mantém a notação em BBB-, a Moody&#8217;s em Baa2 e a DBRS em BBB.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761992]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump destaca &#8220;crescente papel&#8221; de Timor-Leste na região em mensagem de felicitações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 02:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Díli, 13 mai 2026 -- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou o "crescente papel" de Timor-Leste na região, numa mensagem de felicitações pela adesão à Associação das Nações do Sudeste Asiático e pelo 24.º aniversário de restauração da independência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Díli, 13 mai 2026 &#8212; O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou o &#8220;crescente papel&#8221; de Timor-Leste na região, numa mensagem de felicitações pela adesão à Associação das Nações do Sudeste Asiático e pelo 24.º aniversário de restauração da independência.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto Timor-Leste assinala o aniversário da sua restauração da independência, a 20 de maio, apresento as minhas felicitações a Vossa Excelência e ao povo de Timor-Leste&#8221;, pode ler-se numa mensagem, com data de 06 de maio, enviada ao Presidente timorense, José Ramos-Horta, e divulgada terça-feira pela Presidência.</P><br />
<P>&#8220;Felicitamos igualmente Timor-Leste por ter alcançado a adesão plena à Associação das Nações do Sudeste Asiático [em outubro de 2025], um marco histórico que reflete o crescente papel da vossa Nação na região&#8221;, acrescenta a mensagem.</P><br />
<P>Na mensagem, segundo a Presidência timorense, Donald Trump &#8220;valoriza os progressos alcançados pelos dois países através da cooperação nas áreas da defesa, segurança, assuntos económicos e outras&#8221;.</P><br />
<P>José Ramos-Horta agradeceu ao Presidente norte-americano a sua &#8220;calorosa carta de felicitações&#8221; e salientou que os Estados Unidos estiveram ao lado de Timor-Leste &#8220;tanto nos momentos de luta como de paz&#8221;.</P><br />
<P>Em 2025, após ter tomado posse, o Presidente Donald Trump extinguiu a agência norte-americano para o desenvolvimento internacional (USAID) e a maioria dos seus projetos de cooperação, incluindo em Timor-Leste.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761991]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BNDES regista lucro trimestral de 539 ME, subida de 17% face a 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 02:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) do Brasil registou um lucro recorrente de 3,1 mil milhões de reais (cerca de 539 milhões de euros) no primeiro trimestre de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) do Brasil registou um lucro recorrente de 3,1 mil milhões de reais (cerca de 539 milhões de euros) no primeiro trimestre de 2026.</P><br />
<P>O valor é 17% superior ao registado no mesmo período de 2025, segundo informou na terça-feira o banco estatal brasileiro</P><br />
<P>Nos últimos 12 meses, encerrados em março, o lucro recorrente atingiu 15,6 mil milhões de reais (2,71 mil milhões de euros), segundo dados divulgados pelo BNDES. </P><br />
<P>Os ativos totais do banco aproximaram-se de 1 bilião de reais, ao alcançarem 995 mil milhões de reais (173,1 mil milhões de euros), crescimento superior a 45% desde 2022.</P><br />
<P>A carteira de crédito expandida subiu 14% face a 2025 e atingiu 678,2 mil milhões de reais (108 mil milhões de euros), o valor mais elevado registado desde 2016, informou o banco estatal em comunicado.</P><br />
<P>Os números do BNDES mostraram um crescimento de 51% nas aprovações de crédito para o setor de infraestrutura, com valores de 13,4 mil milhões de reais (2,3 mil milhões de euros). </P><br />
<P>Já as aprovações de crédito para agropecuária mostram um crescimento de 40% e de 67% para a indústria. </P><br />
<P>As aprovações de crédito do banco estatal para micro, pequenas e médias empresas atingiram 29 mil milhões de reais (5,04 mil milhões de euros), &#8220;alta de 120% na comparação com o mesmo período de 2025&#8221;. </P><br />
<P>As garantias prestadas por fundos garantidores em operações realizadas por agentes financeiros, informou o BNDES, chegaram a 20,8 mil milhões de reais (3,61 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A carteira de participações societárias totalizou 110,3 mil milhões de reais (19,19 mil milhões de euros), impulsionada pela valorização de investimentos em empresas como Petrobras, JBS, Axia Energia (nome da antiga Eletrobras) e Copel.</P><br />
<P>O património líquido alcançou 192 mil milhões de reais (33,41 mil milhões de euros), novo recorde histórico para o banco, apoiado pelo lucro líquido trimestral e pela valorização de ativos financeiros.</P><br />
<P>A taxa de incumprimento do BNDES permaneceu em 0,046% em março, abaixo da média do Sistema Financeiro Nacional, que registou 4,33% no mesmo período, segundo o banco estatal brasileiro.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761989]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Novo líder da comissão eleitoral do Brasil defende urnas eletrónicas e alerta para IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 00:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo presidente da comissão eleitoral do Brasil defendeu a utilização de urnas eletrónicas mas demonstrou preocupação com "casos de utilização inadequada" da inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo presidente da comissão eleitoral do Brasil defendeu a utilização de urnas eletrónicas mas demonstrou preocupação com &#8220;casos de utilização inadequada&#8221; da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>Os dois juízes indicados pelo ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal (STF) tomaram posse na noite de terça-feira para o comando do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</P><br />
<P>Kássio Nunes Marques é o novo presidente, e André Mendonça o vice-presidente do TSE, em ano marcado por eleições gerais de outubro. </P><br />
<P>No discurso de posse, Nunes Marques declarou que o sistema eletrónico de votação no brasileiro constitui património institucional da democracia do país. </P><br />
<P>&#8220;No tocante à receção e a apuração dos votos, nosso sistema é o mais avançado do mundo. E essa condição de destaque global não impede o constante aperfeiçoamento do nosso dia&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Entre os desafios que terá á frente do cargo, Nunes Marques destacou o uso da IA e afirmou que &#8220;embora tenha potencial benéfico, poderá trazer problemas principalmente em casos de utilização inadequada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vivemos em uma era que as campanhas eleitorais não chegam às urnas [eletrónicas] sem antes atravessar algoritmos, e que a disputa política já não se desenvolve apenas nas ruas e nos espaços tradicionais da vida pública&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>O juiz disse ainda que o TSE existe precisamente para assegurar &#8220;que a direção da nossa democracia permaneça sempre nas mãos do povo brasileiro&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O voto não constitui mero ato formal de participação política, representa a expressão de pertencimento cívico, de dignidade democrática e de confiança nas instituições da República&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>No Brasil, a Justiça Eleitoral é responsável por organizar e supervisionar as eleições, regulamentando todo o pleito, tendo o TSE como a Corte principal dessa estrutura. </P><br />
<P>A posse dos novos presidentes do TSE contou com a presença de várias autoridades dos três poderes, entre eles o atual Presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva. </P><br />
<P>O evento também contou com a presença de dois outros candidatos à presidência do Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (filho do ex-Presidente Jair Bolsonaro) e o ex-governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado, assim como a esposa de Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro.</P><br />
<P>Nunes Marques e André Mendonça assumem o comando do TSE com um Brasil ainda polarizado segundo as sondagens de intenção de voto, e com &#8220;fake news&#8221; de bolsonaristas sobre a credibilidade do processo eleitoral e das urnas eletrónicas. </P><br />
<P>Os dois juízes também chefiam o TSE num momento em que a justiça brasileira vive uma crise de imagem, após casos de vendas de sentença em tribunais e o envolvimento membros do STF no escândalo do Banco Master. </P><br />
<P>Em abril, o Partido dos Trabalhadores, maior partido de esquerda do Brasil, do qual Lula da Silva é fundador, promoveu um congresso em que defendeu uma reforma da justiça, como uma das medidas estruturantes para o país.</P><br />
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