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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sat, 27 Jun 2026 07:02:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>&#8220;Afrocalipse&#8221;, novo romance de Mário Lúcio Sousa, expõe &#8220;desmandos&#8221; dos ditadores africanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 07:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA["Afrocalipse", novo romance do escritor cabo-verdiano Mário Lúcio Sousa, é uma viagem aos "desmandos" e aos "absurdos" do poder em África, num país nunca nomeado, onde um ditador permanece por mais de 40 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>&#8220;Afrocalipse&#8221;, novo romance do escritor cabo-verdiano Mário Lúcio Sousa, é uma viagem aos &#8220;desmandos&#8221; e aos &#8220;absurdos&#8221; do poder em África, num país nunca nomeado, onde um ditador permanece por mais de 40 anos.   </P><br />
<P>&#8220;A minha intenção era mostrar o apocalíptico que nós vivemos, mostrar as desgraças, os desmandos, os absurdos que estão a acontecer. Infelizmente, que a palavra África nos permitiu encontrar uma palavra nova, fácil de leitura e de várias leituras. Mas a ideia fundamental é mostrar o apocalipse que nós vivemos em África e esse apocalipse tem a ver com os ditadores&#8221;, explica, em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>Para a editora Maria do Rosário Pedreira, este é o &#8220;mais político&#8221; e mais &#8220;corajoso&#8221; romance do autor, ousando revelar que afinal os ex-colonizados podem fazer pior do que o colonizador.    </P><br />
<P>&#8220;Os personagens estão lá, existem, eu não nomeei nenhum personagem e não me inspirei em nenhum personagem. Eu vi os factos históricos, vivi os factos históricos, li os factos históricos e achei que, independentemente do nome A ou B, aquela figura chamada presidente da república e outro que se chamou imperador em vários lugares da África e do mundo também, são a mesma figura&#8221;, sublinha o escritor.</P><br />
<P>Uma espécie de retrato-robô do ditador africano, que o autor ficciona depois de guiar o leitor por uma &#8220;bússola de eventos&#8221;, onde fixa nomes, lugares e a história, e que vão de Angola ao Zaire, do Ruanda à Libéria, da Guiné-Bissau à República Centro Africana.   </P><br />
<P> &#8220;Os indivíduos têm a mesma conduta, a mesma paranoia, a mesma obsessão pelo poder, a mesma insanidade e desrespeito pelos seus semelhantes. É isso que o livro trata&#8221;, esclarece.</P><br />
<P>O escritor, que sempre disse que nunca sairia uma vírgula das suas mãos sobre os ditadores, explica a fórmula encontrada para a reflexão que propõe aos leitores com a nova ficção editada este mês em Portugal pela Leya.   </P><br />
<P> &#8220;Eu disse que não escreveria a biografia ou uma história sobre nenhum desses ditadores em particular, mas coloquei-os todos no mesmo saco, utilizando intencionalmente essa palavra sobre a figura de um magistrado e escrevi sobre ele, porque realmente não merecem que seja eu o romancista a tratar disso&#8221;, esclarece.</P><br />
<P>Convencido que a verdade obedece à pesquisa dos historiadores, e que estes &#8220;farão melhor&#8221; do que o escritor, Mário Lúcio Sousa confessa o gosto por explorar os vários lados das personagens, inspiradas, neste caso, pelos factos, que expõe com a ironia que lhe é reconhecida.</P><br />
<P>Do Supremo que &#8220;vai fazer cocó ao mato&#8221;, ao chefe que forra a piscina a diamantes, outro que manda aviões a Paris todas as manhãs para trazer os croissants do pequeno-almoço, aos golpes de Estado e ao genocídio no Ruanda, ou ao assessor que é branco e que se chama Preto, &#8220;Afrocalipse&#8221; retrata a natureza humana com um desconcerto capaz de nos fazer sorrir.    </P><br />
<P>&#8220;Deixando esse trabalho de pesquisa sobre a verdade histórica &#8211; os historiadores o farão melhor que eu -, gosto, nos meus romances, de ver vários lados dos personagens e que nem sempre é muito agradável falar deles com nomes e apelidos. Eu não os vou fixar na história, por isso, achei que a única vez que podia utilizar o nome verdadeiro de uma pessoa, é quando a senhora Ellen Sirleaf é eleita a primeira mulher presidente da África&#8221;, conta.</P><br />
<P>A mulher que governou a Libéria (2006/2018) representa a mudança em que o escritor acredita. Mulheres cansadas de décadas de medo, abuso e resignação, que lideram a transformação de um país marcado pelo delírio do poder.</P><br />
<P>&#8220;Isto no romance deu-me muito prazer, o facto de que não é fácil poupar, da primeira à quase última página, sem citar o nome de ninguém, para que, quando se citasse o nome, o livro praticamente fosse dedicado a ela. Ela dita amor, era mesmo uma dama africana, cheia de maternalismo, cheia de compreensão, de compaixão e de coragem&#8221;, conclui. </P><br />
<P>Com ironia, poesia e uma linguagem profundamente inventiva, &#8220;Afrocalipse&#8221; fala de feridas políticas e humanas, mas também da possibilidade de romper o ciclo.</P><br />
<P>O escritor e também musico cabo-verdiano, antigo ministro da cultura, é também autor de &#8220;O Novíssimo Testamento&#8221; (Prémio Carlos de Oliveira 2010), &#8220;Biografia do Língua&#8221; (Prémio Miguel Torga 2015 e Prémio PEN Clube de Narrativa 2016), &#8220;O Diabo Foi Meu Padeiro&#8221; (2019), &#8220;A Última Lua de Homem Grande&#8221; (finalista do Prémio LeYa 2022 e do Prémio Oceanos 2023) e &#8220;O Livro Que Me Escreveu&#8221; (2024).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782674]]></sapo:autor>
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		<title>Chuvas torrenciais causam inundações e deixam dois mortos em Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 05:58:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos duas pessoas morreram na sequência das chuvas torrenciais que atingiram a cidade de Tainan pelo segundo dia consecutivo, provocando inundações generalizadas na região do sudoeste de Taiwan, disseram hoje as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos duas pessoas morreram na sequência das chuvas torrenciais que atingiram a cidade de Tainan pelo segundo dia consecutivo, provocando inundações generalizadas na região do sudoeste de Taiwan, disseram hoje as autoridades.</P><br />
<P>A passagem da tempestade tropical Mekkhala deixou inúmeros residentes completamente isolados e obrigou os serviços de emergência a realizar resgates urgentes.</P><br />
<P>De acordo com a Administração Meteorológica Central da ilha, as fortes chuvas foram provocadas pela Mekkhala, que &#8220;se deslocou para o norte e leste de Taiwan, intensificando os ventos sudoeste e a aproximação de uma frente meteorológica vinda do sul da China&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades locais informaram que as duas vítimas mortais eram mulheres idosas que foram arrastadas pela corrente.</P><br />
<P>O autarca de Tainan, em declarações divulgadas pelo jornal Taipei Times, explicou que &#8220;a cidade registou mais de 250 milímetros de chuva em seis horas, o que, aliado à maré alta, provocou graves inundações&#8221;.</P><br />
<P>Hsu Po-sen disse à imprensa taiwanesa que as fortes chuvas que caíram num curto espaço de tempo &#8220;inundaram muitas ruas do distrito, levando as autoridades locais e a polícia a deslocarem-se rapidamente para o local para lidar com a situação e ajudar nas evacuações&#8221;.</P><br />
<P>As chuvas torrenciais associadas à passagem do tufão Mekkhala paralisaram na sexta-feira o sul de Taiwan, que acordou com escolas e escritórios encerrados e com um troço ferroviário interrompido pelas inundações, informaram fontes oficiais.</P><br />
<P>Embora o tufão não tenha chegado a tocar terra em Taiwan, a circulação periférica, combinada com os ventos fortes do sudoeste, provocou chuvas abundantes em várias zonas da ilha, incluindo a capital, Taipé, onde se registaram inundações.</P><br />
<P>As autoridades decretaram o encerramento das escolas e a suspensão das atividades nos escritórios de Kaohsiung, Tainan e Pingtung, que somam mais de cinco milhões de habitantes.</P><br />
<P>As intensas precipitações obrigaram à suspensão temporária do tráfego no troço ferroviário que liga a estação de Yongkang, no norte de Tainan, a Gangshan, em Kaohsiung, um dos serviços ferroviários mais utilizados no sul da ilha, indicou a Corporação Ferroviária de Taiwan (Taiwan Railway Corporation), em comunicado.</P><br />
<P>As companhias aéreas locais EVA Air, China Airlines, Starlux Airlines e Tigerair Taiwan anunciaram também cancelamentos ou alterações nos voos previstos entre Taiwan e Naha, em Okinawa, perto de onde está a passar o tufão Mekkhala, que perdeu força nos últimos dias.</P><br />
<P>Os tufões são fenómenos recorrentes nesta região do planeta durante o verão e outono, quando as águas quentes do Oceano Pacífico favorecem a formação de ciclones que, por vezes, provocam danos significativos e perturbações nos transportes e na atividade económica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782673]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Acordo com Israel cria duas &#8220;zonas piloto&#8221; para exército libanês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 05:21:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O acordo-quadro assinado em Washington, entre Israel, Líbano e Estados Unidos, prevê a transferência gradual do controlo de duas "zonas piloto" para o exército libanês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O acordo-quadro assinado em Washington, entre Israel, Líbano e Estados Unidos, prevê a transferência gradual do controlo de duas &#8220;zonas piloto&#8221; para o exército libanês.</P><br />
<P>As zonas devem expandir-se até que as forças estatais controlem todas as áreas afetadas, permitindo, em última análise, o regresso dos civis, refere o documento, assinado na sexta-feira.</P><br />
<P>Uma das duas primeiras zonas situa-se a sul e a outra a norte do rio Litani, a cerca de 30 quilómetros da fronteira com Israel.</P><br />
<P>Espera-se que a retirada israelita seja limitada, uma vez que o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu reiterou que o exército permanecerá no sul do Líbano até que o movimento armado xiita pró-Irão Hezbollah seja desarmado.</P><br />
<P>&#8220;Temos o prazer de anunciar um acordo-quadro entre o governo soberano do Líbano e o governo de Israel, com a mediação e o apoio dos Estados Unidos&#8221;, disse o chefe da diplomacia norte-americana.</P><br />
<P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, acrescentou que o acordo estabelece as bases para &#8220;uma estrutura para uma paz e segurança duradouras&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente libanês, Joseph Aoun, considerou que o acordo-quadro é &#8220;o primeiro passo&#8221; para recuperar a plena soberania do país, sem ocupação de Israel ou tutela de terceiros, numa referência ao Irão.</P><br />
<P>Já o deputado do Hezbollah, Hassan Fadlallah, defendeu que o acordo corre o risco de conduzir a uma &#8220;guerra civil&#8221; se for implementado pelas autoridades libanesas.</P><br />
<P>Um dos pontos-chave do acordo é o &#8220;desarmamento verificado de grupos armados não estatais e o desmantelamento das suas infraestruturas associadas&#8221;, incluindo o Hezbollah, que se opôs consistentemente às negociações.</P><br />
<P>Após o anúncio do acordo, os apoiantes do movimento manifestaram-se nas ruas de Beirute, particularmente nos bairros próximos do parlamento e ao longo de uma estrada que conduz ao aeroporto, e bloquearam pelo menos uma estrada com pneus em chamas, segundo a agência nacional de notícias libanesa.</P><br />
<P>As hostilidades na frente libanesa foram retomadas no início de março, depois de o Hezbollah ter lançado ataques contra Israel em apoio de Teerão, que foi alvo de uma ofensiva militar israelo-norte-americana.</P><br />
<P>O exército israelita realizou extensos ataques aéreos no Líbano e mobilizou tropas no sul do país, matando mais de 4.200 pessoas, segundo as autoridades libanesas. Ocupa uma zona de aproximadamente dez quilómetros de profundidade a partir da sua fronteira, destinada a proteger os habitantes do norte de Israel.</P><br />
<P>A trégua anunciada a 17 de abril nunca foi respeitada, mas os confrontos entre Israel e o Hezbollah diminuíram consideravelmente desde a assinatura, em meados de junho, de um memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão, no qual Teerão exigiu que a cessação dos combates no Líbano fizesse parte do acordo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782672]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Bélgica bate Nova Zelândia e qualifica-se com o Senegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Bélgica qualificou-se na sexta-feira para os 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao golear a Nova Zelândia, que foi eliminada, por 5-1, em encontro da terceira jornada do Grupo G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Bélgica qualificou-se na sexta-feira para os 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao golear a Nova Zelândia, que foi eliminada, por 5-1, em encontro da terceira jornada do Grupo G.</P><br />
<P>Leandro Trossard, aos 28 e 50 minutos, Kevin De Bruyne, aos 66, Romelu Lukako, aos 86, e Alexis Saelemaekers, aos 90+4, apontaram os tentos dos belgas, enquanto Elijah Just faturou para o conjunto da Oceânia, aos 84.</P><br />
<P>Os belgas acabaram com cinco pontos e 6-2 em golos, contra a mesma pontuação e 5-3 em golos do Egito, que já estava apurado e fechou em segundo, depois do 1-1 com o Irão, num jogo em que marcou primeiro, por Mahmoud Saber (cinco minutos), com Ramin Rezaeian (14) a restabelecer a igualdade.</P><br />
<P>Os iranianos ficaram em terceiro, com três pontos (3-3 em golos), desfecho que, indiretamente, garantiu o apuramento do Senegal, como um dos oito melhores segundos (fechou em terceiro do Grupo I com três pontos e 8-6 em golos).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782671]]></sapo:autor>
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		<title>Fortes chuvas atingem o Japão com aproximação de duas tempestades tropicais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 04:30:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fortes chuvas provocaram hoje inundações em partes do oeste do Japão, numa altura em que duas tempestades tropicais se aproximavam, somando-se a uma frente de chuva sazonal que já tinha chegado ao país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Fortes chuvas provocaram hoje inundações em partes do oeste do Japão, numa altura em que duas tempestades tropicais se aproximavam, somando-se a uma frente de chuva sazonal que já tinha chegado ao país.</P><br />
<P>A tempestade Mekkhala, com rajadas que podem atingir os 144 quilómetros por hora (km/h), estava ao largo da costa oeste da remota ilha de Amami, no sul do Japão, ao final da tarde de sexta-feira, enquanto seguia para nordeste, informou a Agência Meteorológica do Japão (JMA, na sigla em inglês).</P><br />
<P>Outra tempestade, Higos, estava a passar perto e espera-se que as duas tempestades cheguem hoje à região de Tóquio, trazendo chuvas fortes, acrescentou a JMA.</P><br />
<P>Caso a Mekkhala e a Higos se juntem, poderão provocar o efeito Fujiwhara, que ocorre quando duas tempestades interagem, tornando os movimentos e a intensidade difíceis de prever.</P><br />
<P>Na manhã de sexta-feira, um homem ficou ferido ao cair num rio em Nara, de acordo com a emissora pública japonesa NHK.</P><br />
<P>Imagens televisivas de Quioto mostraram o rio Kamo a transbordar com água barrenta. Foi emitido um alerta de inundação em partes de Quioto, Osaka e outras áreas do oeste do Japão.</P><br />
<P>A região de Quioto recomendou a retirada de vários milhares de habitantes, alertando para potenciais deslizamentos de terra.</P><br />
<P>Quioto e Osaka anunciaram que os níveis dos principais cursos de água estavam a subir, apelando para a vigilância face ao risco de inundações.</P><br />
<P>A Agência de Gestão de Incêndios e Desastres informou que mais de 30 casas foram inundadas em Nara e Hiroshima na sexta-feira. As fortes chuvas também interromperam operações de comboio e voos na região.</P><br />
<P>Mais de 100 voos foram cancelados na sexta-feira, à medida que duas tempestades tropicais se aproximam do Japão, tendo as autoridades recomendado a evacuação de certas zonas devido ao risco de inundações e deslizamentos de terra.</P><br />
<P>As companhias Japan Airlines e All Nippon Airways cancelaram, respetivamente, 70 e 50 voos com destino e provenientes das regiões de Okinawa e Kagoshima.</P><br />
<P>O exército japonês chegou mesmo a cancelar o primeiro voo previsto de um avião V-22 Osprey com destino à ilha de Miyako, que se inseria no âmbito de exercícios conjuntos com os Estados Unidos, informou a agência de notícias japonesa Kyodo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782670]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA permitem que algumas empresas usem modelo mais avançado de IA da Anthropic</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 03:45:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo dos Estados Unidos permitiu o acesso ao modelo de inteligência artificial mais poderoso da Anthropic a aproximadamente 100 empresas e agências governamentais norte-americanas, de acordo com o portal de notícias Semafor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo dos Estados Unidos permitiu o acesso ao modelo de inteligência artificial mais poderoso da Anthropic a aproximadamente 100 empresas e agências governamentais norte-americanas, de acordo com o portal de notícias Semafor.</P><br />
<P>Segundo fontes não identificadas, o Departamento do Comércio anunciou numa carta à Anthropic que estava a levantar as restrições à utilização do Mythos 5 para uma lista selecionada de empresas e departamentos federais, após a sua utilização ter sido suspensa há quase duas semanas por motivos de segurança nacional.</P><br />
<P>A carta não explica o que acontecerá ao modelo Fable 5, uma versão menos avançada do Mythos, que foi disponibilizado publicamente na plataforma Claude e também viu o seu acesso suspenso.</P><br />
<P>&#8220;Determinei que as salvaguardas necessárias estão em vigor para permitir que certos parceiros de confiança acedam ao Claude Mythos 5&#8221;, afirmou na carta o secretário do Comércio norte-americano, Howard Lutnick.</P><br />
<P>Segundo o Governo norte-americano, a Anthropic demonstrou &#8220;progressos significativos&#8221; após vários dias de negociações devido a receios de que os modelos mais avançados da empresa pudessem ser usados em ciberataques.</P><br />
<P>Esta notícia surgiu na sexta-feira, nno mesmo dia em que a OpenAI apresentou os novos modelos GPT-5.6 Sol, Terra e Luna, também com acesso limitado a parceiros aprovados pelo Governo dos EUA.</P><br />
<P>Em comunicado, a OpenAI manifestou oposição a que a aprovação governamental &#8220;se torne o padrão a longo prazo&#8221;, uma vez que isso &#8220;priva os utilizadores, os programadores, as empresas, os profissionais de cibersegurança e os parceiros globais das melhores ferramentas&#8221;.</P><br />
<P>Em 13 de junho, a Anthropic suspendeu o acesso público aos modelos de IA mais avançados, para cumprir uma diretiva de controlo de exportações, que a obriga a impedir o acesso ao serviço por parte de estrangeiros por motivos de segurança nacional.</P><br />
<P>De acordo com a Anthropic, para poder cumprir a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país, optou por bloquear todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os clientes.</P><br />
<P>Num comunicado, a Anthropic afirmou que o Governo norte-americano não forneceu detalhes específicos sobre os motivos pelos quais os novos serviços de inteligência artificial constituem um problema de segurança nacional e pediu desculpa aos  clientes pela interrupção.</P><br />
<P>&#8220;Como já afirmámos publicamente, acreditamos que o Governo deve ter a capacidade de bloquear desenvolvimentos inseguros como parte de um processo transparente, justo, claro e baseado em factos técnicos. Esta ação não está de acordo com esses princípios&#8221;, afirmou a empresa.</P><br />
<P>A suspensão ocorreu poucos dias depois de a Anthropic ter disponibilizado aos assinantes do serviço Claude o modelo Fable 5, apresentado como o mais avançado em vários testes de competências e considerado muito superior aos modelos Opus.</P></p>
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		<title>Líder da Colômbia diz-se pronto para iniciar a transição com presidente eleito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 02:54:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente cessante da Colômbia, Gustavo Petro, declarou estar pronto para iniciar a transição governativa com Abelardo de la Espriella, vencedor das presidenciais de domingo, com quem ainda não falou.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente cessante da Colômbia, Gustavo Petro, declarou estar pronto para iniciar a transição governativa com Abelardo de la Espriella, vencedor das presidenciais de domingo, com quem ainda não falou.</P><br />
<P>&#8220;Estamos prontos (&#8230;) Estamos à espera que venham e se sentem&#8221;, disse Petro à imprensa, na sexta-feira, acrescentando que ainda não falou com De la Espriella, de quem promete ser um opositor acérrimo.</P><br />
<P>De la Espriella, de direita radical, obteve 49,7% &#8211; correspondente a 12,9 milhões de votos &#8211; na segunda volta das presidenciais, derrotando Iván Cepeda (48,7%), o candidato de esquerda apoiado por Gustavo Petro.</P><br />
<P>Após reunir-se com Iván Cepeda, Gustavo Petro &#8211; constitucionalmente impedido de concorrer a um segundo mandato &#8211; indicou que a Casa de Nariño, sede da Presidência da Colômbia, está agora vaga para o seu sucessor.</P><br />
<P>O Presidente afirmou que a esquerda colombiana deve organizar-se para que, durante o governo de De la Espriella, que tomará posse a 07 de agosto, as &#8220;reformas sociais&#8221; não sejam revertidas.</P><br />
<P>&#8220;O Abelardo devia vir aqui receber este governo e dar-nos os parabéns, porque soube fazer isto&#8221;, acrescentou Petro.</P><br />
<P>Após a primeira volta das presidenciais, o atual chefe de Estado acusou a campanha de Abelardo de la Espriella de compra de votos e rejeitou os resultados.</P><br />
<P>Mas, na sexta-feira, num comunicado, o presidente cessante assegurou que a sua posição &#8220;não será impeditiva da mudança de governo&#8221; e que já estão &#8220;prontos para o processo de transição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Preparámo-nos técnica, metodológica e logisticamente para esta tarefa; mais de 200 funcionários participaram neste trabalho, compilando informação e definindo prioridades para atenção imediata, de forma a garantir a continuidade do Estado, que é um princípio constitucional&#8221;, afirmou Petro.</P><br />
<P>Também Iván Cepeda reconheceu na quarta-feira a vitória de De la Espriella, três dias após a segunda volta mais renhida da história eleitoral da Colômbia.</P><br />
<P>&#8220;Como candidato do Pacto Histórico e a Aliança pela Vida, tal como anunciei na altura e nesta fase da contagem dos votos, decidi aceitar o resultado que decorre desse processo e que indica que Abelardo de la Espriella é o novo Presidente da República&#8221;, afirmou Cepeda numa conferência de imprensa.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o partido Pacto Histórico, de Petro e Cepeda, anunciou que apresentará uma &#8220;oposição firme, democrática e mobilizada&#8221; a qualquer tentativa de desmantelar as reformas implementadas durante o atual governo.</P><br />
<P>Quando questionado sobre quem irá liderar a oposição, Cepeda apontou para Petro, sem adiantar mais pormenores sobre a forma como o presidente cessante irá conduzir a oposição.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782667]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia conclui que Flávio Bolsonaro caluniou Lula ao atribuir-lhe vários crimes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 02:20:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) do Brasil concluiu que o senador Flávio Bolsonaro terá cometido calúnio contra o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao atribuir-lhe crimes como tráfico de drogas e branqueamento de dinheiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Federal (PF) do Brasil concluiu que o senador Flávio Bolsonaro terá cometido calúnio contra o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao atribuir-lhe crimes como tráfico de drogas e branqueamento de dinheiro.</P><br />
<P>A acusação consta do relatório final de uma investigação, divulgada na sexta-feira, e conduzida pela PF a pedido do juiz Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).</P><br />
<P>O Ministério Público Federal deverá agora decidir se prossegue a acusação e solicitar ao STF a abertura de um processo por difamação contra o filho mais velho do ex-Presidente Jair Bolsonaro e pré-candidato à presidência do Brasil.</P><br />
<P>O senador de extrema-direita recorreu à rede social X, em 03 de janeiro, para atribuir ao líder brasileiro crimes como tráfico de drogas, branqueamento de dinheiro, além de associar Lula ao do líder venezuelano Nicolás Maduro. </P><br />
<P>&#8220;Lula será delatado. É o fim do foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas&#8221;, escreveu. </P><br />
<P>Flávio Bolsonaro fez o comentário ao compartilhar dois &#8216;prints&#8217; do noticiário daquele dia: uma imagem de Nicolás Maduro sendo capturado por forças militares dos Estados Unidos e a reportagem que revelava que o Governo brasileiro tinha convocado uma reunião de emergência, após a captura do líder venezuelano.</P><br />
<P>&#8220;É claro, portanto, que o senador Flávio Bolsonaro, através da sua publicação, acusou falsamente o Presidente Lula de cometer os crimes mencionados, que estão expressamente definidos no nosso Código Penal&#8221;, afirmou a PF no relatório final.</P><br />
<P>A eventual abertura de um processo contra Bolsonaro poderá ter impacto nas eleições presidenciais de outubro, nas quais Lula procurará a reeleição e cujo principal rival, segundo as sondagens, é o senador de extrema-direita.</P><br />
<P>Até há poucas semanas, os dois candidatos pareciam estar praticamente empatados nas sondagens para uma possível segunda volta, mas nas últimas sondagens, Lula está a liderar com até seis pontos de vantagem sobre Bolsonaro.</P><br />
<P>O presidente distanciou-se do rival após a divulgação de conversas em que o senador pede a um banqueiro, preso e acusado de uma das maiores fraudes do país nas últimas décadas, fundos para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>Desde que assumiu o mandato, Lula da Silva fez várias aproximações a Nicolás Maduro e à Venezuela, sendo alvo de críticas da oposição, em especial de políticos &#8220;bolsonaristas&#8221;, o que resultou num desgaste para a imagem do Palácio do Planalto.</P><br />
<P>Em abril, após a abertura da investigação, a assessoria de imprensa do senador informou, em comunicado, que Flávio Bolsonaro &#8220;recebe com profunda estranheza a decisão&#8221; e garantiu que o parlamentar não imputou crimes a Lula da Silva.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782666]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Portugal e estreante Cabo Verde nos 16 avos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 02:12:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A seleção portuguesa de futebol assegurou na sexta-feira, sem jogar, o apuramento para os 16 avos de final do Mundial de 2026, depois do fecho do Grupo H, no qual o estreante Cabo Verde conseguiu uma histórica qualificação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seleção portuguesa de futebol assegurou na sexta-feira, sem jogar, o apuramento para os 16 avos de final do Mundial de 2026, depois do fecho do Grupo H, no qual o estreante Cabo Verde conseguiu uma histórica qualificação.</P><br />
<P>Portugal, que na pior das hipóteses, acabará em terceiro do Grupo K, com quatro pontos, fará sempre melhor do que os terceiros do Grupo A (Coreia do Sul), C (Escócia), I (Senegal) e H (Uruguai), no qual os cabo-verdianos foram segundos.</P><br />
<P>Em Houston, os africanos, que tinham empatado com Espanha (0-0) e Uruguai (2-2), somaram a terceira igualdade, a zero, com a Arábia Saudita, enquanto a Espanha venceu o Uruguai por 1-0, graças a um golo de Álex Baena, aos 42 minutos.</P><br />
<P>Com estes resultados, a Espanha venceu o agrupamento, com sete pontos, contra três de Cabo Verde, que marcou encontro nos 16 avos de final com a campeã em título Argentina, e dois de Uruguai e Arábia Saudita, que foram eliminados.</P><br />
<P>Além de Portugal, também se qualificaram no &#8216;sofá&#8217; a Inglaterra, o Gana, treinado pelo português Carlos Queiroz, o Egito e o Paraguai.</P><br />
<P>Nos 16 avos de final, já estavam México, África do Sul, Suíça, Canadá, Bósnia-Herzegovina, Brasil, Marrocos, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, Costa do Marfim, Equador, Países Baixos, Japão, Suécia, França, Noruega, Argentina e Colômbia.</P><br />
<P>Em sentido contrário, Uruguai e Arábia Saudita juntaram-se no lote de eliminados a República Checa, Qatar, Haiti, Turquia, Tunísia, Iraque, Panamá e aos estreantes Curaçau e Jordânia. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782665]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Mundial2026: Portugal e estreante Cabo Verde nos 16 avos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 02:02:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção portuguesa de futebol assegurou na sexta-feira, sem jogar, o apuramento para os 16 avos de final do Mundial de 2026, depois do fecho do Grupo H, no qual o estreante Cabo Verde conseguiu uma histórica qualificação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seleção portuguesa de futebol assegurou na sexta-feira, sem jogar, o apuramento para os 16 avos de final do Mundial de 2026, depois do fecho do Grupo H, no qual o estreante Cabo Verde conseguiu uma histórica qualificação.</P><br />
<P>Portugal, que na pior das hipóteses, acabará em terceiro do Grupo K, com quatro pontos, fará sempre melhor do que os terceiros do Grupo A (Coreia do Sul), C (Escócia), I (Senegal) e H (Uruguai), no qual os cabo-verdianos foram segundos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782664]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: PR faz momento de silêncio pelas vítimas em encontro com lusodescendentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 01:42:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, reuniu-se com a comunidade portuguesa da Florida, no sudeste dos EUA, incluindo vários luso-venezuelanos, e fez um minuto de silêncio pelas vítimas dos sismos na Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, reuniu-se com a comunidade portuguesa da Florida, no sudeste dos EUA, incluindo vários luso-venezuelanos, e fez um minuto de silêncio pelas vítimas dos sismos na Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;Estou feliz por estar aqui convosco, mas quero também dizer-vos que estou a acompanhar em permanência, em articulação com o Governo português, e com muita preocupação a situação que se está a viver na Venezuela. Em especial a situação da grande comunidade de portugueses e luso-venezuelanos naquele país&#8221;, começou por dizer o chefe de Estado, na sexta-feira.</P><br />
<P>Numa receção à comunidade portuguesa do estado da Florida, num hotel em Miami, Seguro lamentou as 28 mortes já confirmadas de portugueses e lusodescendentes devido aos sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>&#8220;Expresso sentidas condolências às famílias. Sei que muitos de vós aqui sois também luso-venezuelanos. Espero que as vossas famílias estejam bem e que já tenham tido oportunidade de falar, de contactar com elas. Que encontrem todos vós, e sobretudo aqueles que vivem ainda momentos de angústia, e em particular aqueles que vivem momentos de perda, força e coragem para enfrentar esta tragédia&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Presidente da República dirigiu-se então ao público e pediu que o acompanhassem num momento de silêncio em homenagem àqueles que perderam a vida nessa catástrofe.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 28 portugueses e luso-descendentes, e outros 85 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Num encontro com cerca de duas centenas de pessoas , António José Seguro abordou o significado de ser português e enalteceu as comunidades espalhadas pelo mundo como &#8220;uma parte essencial de Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;São um ativo valiosíssimo que, com o seu trabalho, empreendedorismo e espírito de iniciativa contribuem diariamente para estreitar o relacionamento entre Portugal e o país de acolhimento e para elevar e levar bem longe o nome de Portugal&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Referindo-se à vasta comunidade de origem portuguesa nos Estados Unidos, &#8220;com cerca de um milhão e meio de pessoas espalhadas pelo país e muito diversa nas suas características, profissões e idades&#8221;, o Presidente observou que está presente em todos os domínios da sociedade norte-americana e é &#8220;muito respeitada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E é o caso, muito concretamente, daqui da Florida, o estado onde mais cresceu a nossa comunidade na última década. Os números mais recentes apontam para cerca de 15 a 20 mil cidadãos portugueses residentes na Florida e, de acordo com os cadernos eleitorais das últimas eleições presidenciais, é já a segunda maior circunscrição eleitoral de Portugal nos EUA&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O Presidente destacou igualmente o papel da língua portuguesa como o elo mais profundo que uma comunidade pode manter com as suas origens. </P><br />
<P>Admitiu ter como prioridade que as comunidades no estrangeiro possam continuar a aprender português.</P><br />
<P>&#8220;Portugal tem a responsabilidade de garantir a essas comunidades uma rede que permita aos seus filhos continuar a aprender a nossa língua. (&#8230;) Hoje, a língua portuguesa é ensinada em 195 escolas nos Estados Unidos, abrangendo cerca de 21 mil alunos. Há naturalmente muito caminho a percorrer para alargar este número&#8221;, disse.</P><br />
<P>O chefe de Estado aproveitou a presença em solo norte-americano para enaltecer as relações entre Portugal e os Estados Unidos, defendendo que são um eixo estruturante da política externa portuguesa e que &#8220;são países amigos e aliados, parceiros em termos políticos, económicos, geoestratégicos, de segurança e defesa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É uma parceria que se renova, uma parceria entre iguais e, como todas as amizades verdadeiras, não exige concordância permanente. Exige, sim, lealdade, reciprocidade e respeito mútuo&#8221;, assinalou.</P><br />
<P>António José Seguro viajou para Miami para assistir hoje ao jogo entre Portugal e a Colômbia, para o Grupo K do Mundial2026, a convite do presidente da FIFA, Gianni Infantino, e regressará a Portugal no domingo.</P><br />
<P>Sobre o encontro da equipa das quinas, Seguro afirmou que, quando a seleção entrar em campo, &#8220;estaremos todos juntos, não haverá há linhas a separar os de cá e os de lá&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estamos todos unidos pela mesma bandeira e pela mesma emoção. E essa é talvez a imagem mais bela do que significa ser português: estar espalhado pelo mundo e ainda assim bater como um só coração. Obrigado por aquilo que são. Obrigado por nunca deixarem de ser portugueses. E vamos Portugal&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Estiveram também presentes no encontro a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, e o embaixador de Portugal em Washington, Francisco Duarte Lopes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782663]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Galp Energia e Petrogal qualificadas para o próximo leilão de petróleo no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 01:20:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As portuguesas Galp Energia e Petrogal estão entre as 19 empresas qualificadas para o próximo leilão de licenças em parceria com o Governo do Brasil para explorar petróleo e gás natural na camada do pré-sal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As portuguesas Galp Energia e Petrogal estão entre as 19 empresas qualificadas para o próximo leilão de licenças em parceria com o Governo do Brasil para explorar petróleo e gás natural na camada do pré-sal.</P><br />
<P>A lista das empresas elegíveis para participar no quarto ciclo da Oferta Permanente em Partilha de Produção, cuja sessão pública está agendada para 07 de outubro, foi divulgada na sexta-feira pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) após a sua publicação em Diário Oficial da União.</P><br />
<P>Através destes contratos de parceria, as empresas vencedoras irão explorar em conjunto, com o Governo brasileiro, blocos localizados na camada do pré-sal, o horizonte de hidrocarbonetos situado sob uma vasta camada de sal nas águas ultraprofundas do Oceano Atlântico, ao largo da costa brasileira.</P><br />
<P>A camada do pré-sal detém algumas das maiores reservas descobertas nas últimas décadas e é considerada o principal motor do crescimento da produção brasileira, com potencial para tornar o país num dos cinco maiores exportadores de petróleo do mundo até ao final da década.</P><br />
<P>Foram também autorizadas BP (Reino Unido), Shell (Reino Unido-Países Baixos), Repsol (Espanha), Chevron (Estados Unidos), TotalEnergies (França), Equinor (Noruega), CNOOC e Sinopec (China), Karoon (Austrália), Kufpec (Kuwait), Petronas (Malásia) e QatarEnergy (Catar).</P><br />
<P>A ANP esclareceu que a inclusão na lista não implica necessariamente que as empresas apresentem propostas no leilão. Para isso, devem manifestar formalmente o seu interesse e apresentar as garantias exigidas pela entidade reguladora até 21 de julho, individualmente ou em consórcio.</P><br />
<P>A agência informou ainda que o atual concurso inclui a possibilidade de participação em parcerias para o desenvolvimento de 23 blocos de exploração disponíveis nas bacias offshore de Campos e Santos, na camada pré-sal.</P><br />
<P>A ANP acrescentou que, em 06 de agosto, divulgará quais destas áreas receberam manifestações de interesse e, por isso, serão oferecidas na ronda de concursos de outubro.</P><br />
<P>A Galp fechou o primeiro trimestre do ano com um lucro ajustado de 272 milhões de euros, uma subida de 41% face ao período homólogo, sustentada pelo aumento da produção de petróleo no Brasil e dos preços do Brent.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782661]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Missão portuguesa parte de Beja em aviões da Força Aérea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 00:58:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela partiu de Beja, com os 64 elementos transportados em dois aviões da Força Aérea, anunciaram as Forças Armadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela partiu de Beja, com os 64 elementos transportados em dois aviões da Força Aérea, anunciaram as Forças Armadas.</P><br />
<P>Num comunicado, o Gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general João Cartaxo Alves, disse que o primeiro avião partiu da Base Aérea N.º 11 às 22:22 de sexta-feira, com o segundo a descolar às 23:57.</P><br />
<P>Fazem parte da força conjunta elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da Guarda Nacional Republicana, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que reúnem &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, refere a nota.</P><br />
<P>O líder das Forças Armadas indicou também que seguem a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo &#8220;equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares&#8221;, para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas.</P><br />
<P>A operação reafirma &#8220;o compromisso de Portugal com a solidariedade internacional, o apoio às populações afetadas por catástrofes e a proteção das comunidades portuguesas no estrangeiro&#8221;, sublinha o comunicado.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a diplomacia portuguesa disse que a operação resulta de um esforço de coordenação que envolveu especialmente os ministérios dos Negócios Estrangeiros, da Defesa Nacional, da Administração Interna e da Saúde.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o segundo comandante nacional da ANEPC, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos.</P><br />
<P>Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 28 portugueses e lusodescendentes, e outros 85 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Além de Portugal, outros sete países da União Europeia prometeram enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782660]]></sapo:autor>
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		<title>Para Javier Cercas &#8220;o protagonista da literatura é o leitor&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 00:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O escritor espanhol Javier Cercas disse que existe um "mal-entendido fundamental" na conceção da literatura atual, que passa por considerar que o protagonista dela é o autor, em vez do leitor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O escritor espanhol Javier Cercas disse que existe um &#8220;mal-entendido fundamental&#8221; na conceção da literatura atual, que passa por considerar que o protagonista dela é o autor, em vez do leitor.</P><br />
<P>Numa conversa com o colombiano Héctor Abad Faciolince, moderada pelo português João Gobern, na Praça Gomes Teixeira, no Porto, no âmbito do festival Babell, na sexta-feira à noite, Cercas afirmou que esta era uma das poucas certezas que tinha na vida.</P><br />
<P>&#8220;Vivemos no meio de grandes mal-entendidos. Um mal-entendido fundamental para mim é que o protagonista da literatura é o autor. Isto é superstição romântica. O autor não é o protagonista da literatura. O protagonista da literatura é o leitor&#8221;, disse o autor de &#8220;Soldados de Salamina&#8221; perante uma praça lotada.</P><br />
<P>Cercas frisou que a &#8220;magia da literatura&#8221; passa por encarar um livro como uma &#8220;partitura&#8221;, que cada leitor interpretará à sua maneira.</P><br />
<P>&#8220;Um livro sem leitores é letra morta. Isto não é populismo, detesto o populismo em todas as suas facetas, mas sobretudo o populismo literário. Isto não é populismo, isto é a realidade&#8221;, declarou o escritor, no terceiro dia de Babell.</P><br />
<P>Para Javier Cercas, que se rotulou como &#8220;espantosamente egoísta&#8221;, o papel de um escritor tem de passar pela sua humildade: &#8220;Diz-se que para se ser um grande escritor há que ter muito ego, muita vaidade. Os melhores escritores que conheci na minha vida são os mais humildes. E já vi muitos escritores com talento malogrados pelo seu próprio ego.&#8221;</P><br />
<P> &#8220;Condição fundamental para um escritor é a humildade. Qual é o nosso papel? Trabalhar muito e quando se acaba um livro rezar para que alguém goste&#8221;, disse o espanhol, que algumas vezes interrompeu as suas intervenções para perguntar se os gritos da &#8216;movida&#8217; que se ouviam nas imediações do evento ao ar livre se deviam ao futebol.</P><br />
<P>Numa conversa que tanto versou sobre conceitos literários como sobre detalhes particulares da obra dos dois autores sexagenários, Cercas realçou que os escritores o são porque &#8220;a literatura é um instrumento&#8221; que lhes permite viver, citando o italiano Cesare Pavese: &#8220;A literatura é um instrumento de defesa contra as ofensas da vida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Por isso somos escritores, porque temos este instrumento extraordinário que permite que nos defendamos&#8221;, afirmou Javier Cercas.</P><br />
<P>O festival literário Babell arrancou na quarta-feira e decorre até segunda-feira, com nomes como Olga Tokarczuk, Salman Rushdie e Margaret Atwood num programa de sessões literárias, concertos, cinema e outras apresentações que, ao todo, custou mais de três milhões de euros à fundação da Livraria Lello, excetuando o apoio da Câmara do Porto, que coorganiza o evento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782659]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Novo abalo de magnitude 5,4 na escala de Richter atinge o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 00:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Venezuela voltou a ser abalada por um sismo de magnitude 5,4 na escala de Richter, depois de, na quarta-feira, dois sismos de 7,2 e 7,5, causarem pelo menos 929 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Venezuela voltou a ser abalada por um sismo de magnitude 5,4 na escala de Richter, depois de, na quarta-feira, dois sismos de 7,2 e 7,5, causarem pelo menos 929 mortos.</P><br />
<P>O novo abalo, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, de magnitude preliminar 5,4 graus, teve lugar pelas 18:16 de sexta-feira (23:16 em Lisboa), junto à costa do estado venezuelano de Arágua, 44 quilómetros a norte da cidade de Maracay.</P><br />
<P>O sismo, segundo reportado nas redes sociais, foi sentido intensamente nos estados de Arágua, Carabobo, Miranda, La Guaira e no Distrito Capital.</P><br />
<P>A Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas confirmou a ocorrência de um novo sismo, pelas 18:16, apontando uma magnitude de 4,9, com o epicentro a uma profundidade de 4,6 quilómetros, 50 quilómetros a noroeste de La Victoria.</P><br />
<P>O sismo foi precedido por outro de magnitude 2,9, que ocorreu pelas 18:02 (23:02 em Lisboa), 17 quilómetros a noroeste da localidade de San Felipe e 290 quilómetros a oeste de Caracas, a capital do país.</P><br />
<P>De momento não há dados sobre danos materiais ou humanos causados por estes dois terramotos.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 28 portugueses e lusodescendentes, e outros 85 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Segundo a imprensa local, desde a quarta-feira já se registaram mais de 300 réplicas, embora de menor intensidade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782658]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: País ataca posições dos EUA como resposta à ofensiva norte-americana no estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 23:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Guarda Revolucionária do Irão informou hoje que as suas forças navais atacaram "vários pontos" onde o Exército dos Estados Unidos estava "posicionado", como resposta ao ataque de Washington a instalações iranianas, após acusar Teerão de violar pré-acordo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Guarda Revolucionária do Irão informou hoje que as suas forças navais atacaram &#8220;vários pontos&#8221; onde o Exército dos Estados Unidos estava &#8220;posicionado&#8221;, como resposta ao ataque de Washington a instalações iranianas, após acusar Teerão de violar pré-acordo.</P><br />
<P>&#8220;Em resposta à agressão, a Marinha do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica atacou vários locais onde o exército terrorista norte-americano estava acantonado na região&#8221;, informou o braço militar iraniano, em declarações recolhidas pela cadeia de televisão pública iraniana, IRIB.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária garantiu que a Casa Branca violou o artigo cinco do pré-acordo de paz alcançado na semana passada e destacou que os ataques dos Estados Unidos &#8220;receberam a resposta necessária&#8221;. &#8220;Continuará a ser assim&#8221;, acrescentaram, se os ataques continuarem.</P><br />
<P>&#8220;Se a infração se repetir, a nossa resposta será mais contundente&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Esta troca de declarações aconteceu horas depois de as forças do Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) terem atacado instalações no Irão, como resposta ao navio atingido por um míssil na passada quinta-feira junto à costa de Omã. </P><br />
<P>Relativamente à resposta dos Estados Unidos, meios iranianos, incluindo a agência de notícias IRNA e a televisão estatal IRIB, noticiaram que houve várias explosões no porto de Sirik, uma localidade da província de Hormozgão, junto ao estreito de Ormuz, que também abriga uma base militar.</P><br />
<P>A agência britânica de segurança marítima UKMTO informou na quinta-feira que um cargueiro foi danificado por um projétil de origem desconhecida no estreito.</P><br />
<P>A reabertura imediata do estreito de Ormuz, por onde passavam 20% dos produtos petrolíferos mundiais antes da guerra, está incluída no memorando de entendimento assinado na semana passada por Washington e Teerão, que levou à suspensão das hostilidades e abertura de negociações de paz.</P><br />
<P>Como resultado do ataque contra o cargueiro, a Organização Marítima Internacional (OMI) suspendeu o seu plano que estava em execução para retirar cerca de 11 mil tripulantes retidos no Golfo Pérsico desde o bloqueio imposto no estreito de Ormuz, como resposta à ofensiva israelo-americana lançada em 28 de fevereiro contra a Republica Islâmica.</P><br />
<P>O plano permitiu a retirada de 115 navios com cerca de 2.500 tripulantes do Golfo Pérsico desde terça-feira, informou na sexta-feira a OMI.</P><br />
<P>O Irão, por sua vez, insistiu na sexta-feira que os navios que transitam pelo estreito de Ormuz devem seguir as rotas estabelecidas pela República Islâmica.</P><br />
<P>A Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico (PGSA), organismo criado pelo Irão para gerir o tráfego marítimo através do estreito de Ormuz, alertou em comunicado que &#8220;a navegação de embarcações fora das rotas designadas não está coberta pela Garantia de Trânsito Seguro&#8221;.</P><br />
<P>Ao abrigo do memorando, Estados Unidos e Irão vão prosseguir negociações com vista a alcançar um acordo de paz definitivo, centradas no futuro do estreito de Ormuz e no programa nuclear iraniano, bem como no levantamento das sanções contra a República Islâmica e dos seus bens congelados no exterior.</P><br />
<P>O diálogo encontra-se porém ameaçado pela continuação da ofensiva de Israel contra o grupo xiita Hezbollah no Líbano, país abrangido pela trégua por exigência de Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782657]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Todos disponíveis e homenagem à Venezuela no treino de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 23:26:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção portuguesa completou na sexta-feira o último treino antes do embate com a Colômbia, do Mundial2026 de futebol, numa sessão com todos os jogadores disponíveis e com homenagem às vitimas dos sismos na Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Palm Beach, Estados Unidos, 27 jun 2026 (Lusa) &#8212; A seleção portuguesa completou na sexta-feira o último treino antes do embate com a Colômbia, do Mundial2026 de futebol, numa sessão com todos os jogadores disponíveis e com homenagem às vitimas dos sismos na Venezuela. </P><br />
<P>Antes do arranque da sessão de trabalho, no Gardens North County District Park, em Palm Beach, nos Estados Unidos, os 27 jogadores de Portugal e equipa técnica liderada por Roberto Martínez juntaram-se no centro do relvado para um minuto de silêncio em memória das vitimas do sismo da Venezuela que, de acordo com o mais recente balanço oficial, resultou em 929 mortos e 3.360 feridos.</P><br />
<P>Martínez voltou a contar com todos os convocados no treino, pelo menos nos primeiros 15 minutos da sessão, que foram abertos à comunicação social, período em que os jogadores fizeram os habituais exercícios de aquecimento, sempre sem bola.</P><br />
<P>Desta vez, as condições meteorológicas permitiram a realização do treino, depois de, na quinta-feira, uma tempestade ter impedido Portugal de trabalhar no relvado. Essa foi a segunda vez que o tempo &#8216;traiu&#8217; a seleção nacional.</P><br />
<P>Portugal defronta hoje a Colômbia, em Miami, às 19:30 locais (00:30 de domingo em Lisboa), numa partida da terceira e última jornada do Grupo K que será arbitrada pelo australiano Alireza Faghani.</P><br />
<P>A seleção portuguesa chega a esta fase depois de ter empatado com a República Democrática do Congo (1-1) na estreia e de ter goleado o Uzbequistão (5-0), na segunda ronda, em jogos realizados em Houston.</P><br />
<P>A Colômbia, já apurada, lidera o Grupo K com seis pontos, seguida de Portugal no segundo posto, com quatro, da RD Congo, que é terceira com um, e do Uzbequistão, última e ainda a zero.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro alargado a 48 seleções, realiza-se entre 11 de junho e 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // JP</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782656]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Presidente interina vaiada em visita a zona de crise em Caracas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 23:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de moradores e familiares de pessoas presas sob os escombros de um edifício em Caracas atingido pelos devastadores sismos na Venezuela vaiou na sexta-feira a presidente interina, Delcy Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo de moradores e familiares de pessoas presas sob os escombros de um edifício em Caracas atingido pelos devastadores sismos na Venezuela vaiou na sexta-feira a presidente interina, Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>&#8220;Chega de campanha política no meio de uma tragédia como a que estamos a viver&#8221;, frisaram à governante, de acordo com a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Rodríguez visitava uma zona nobre da capital perto de um edifício que ruiu na quarta-feira e os moradores acusaram também o Governo de &#8220;não fazer nada pelo povo&#8221;.</P><br />
<P>O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, anunciou a restrição de acesso ao Estado de La Guaira (norte, perto de Caracas), a zona mais afetada pelos sismos, a partir das 20:00 de sexta-feira (01:00 de sábado em Lisboa).</P><br />
<P>Num discurso na emissora estatal, Cabello especificou que qualquer pessoa que deseje viajar para La Guaira deve registar-se junto do Governo em Caracas para &#8220;impedir que pessoas sem qualquer missão designada&#8221; entrem no Estado.</P><br />
<P>O objetivo desta medida é facilitar os esforços de socorro e evitar obstruções, sublinhou o alto responsável chavista.</P><br />
<P>Antes, a presidente interina tinha pedido aos cidadãos que não se deslocassem a La Guaira, a cerca de 40 quilómetros de Caracas, para facilitar as operações de resgate.</P><br />
<P>Aproximadamente cem edifícios ruíram em La Guaira, enquanto continua a mobilização de mais de cem máquinas pesadas para o resgate de pessoas presas nos escombros, e foi anunciado o envio de 11.500 agentes de segurança de várias instituições.</P><br />
<P>Milhares de civis venezuelanos estão a fazer voluntariado nos esforços de resgate nos edifícios afetados e também organizaram campanhas de recolha de mantimentos e entrega de donativos para várias áreas de Caracas e La Guaira.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 28 portugueses e luso-descendentes, e outros 85 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782655]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Trincão alerta para transições dos colombianos mas não falou com Suárez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 23:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** António João Oliveira e Luís Garoupa, enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** António João Oliveira e Luís Garoupa, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Palm Beach, Estados Unidos, 27 jun 2026 (Lusa) &#8212; O extremo Francisco Trincão alertou na sexta-feira para o risco que Portugal corre com as transições da Colômbia, adversária na terceira ronda do Grupo K do Mundial2026 de futebol, assegurando não ter falado com Luis Suárez.</P><br />
<P>&#8220;Temos de ter respeito, é uma seleção que tem grandes jogadores. Temos de ter cuidado, é forte na transição, vão pressionar e será um jogo difícil&#8221;, disse conferência de imprensa no Gardens North County District, em Palm Beach, local de treinos da seleção lusa.</P><br />
<P>O avançado do Sporting, de 26 anos, disse ainda que não ter falado com o seu companheiro de clube Luis Suárez, avançado que tem sido titular nos &#8216;cafeteros&#8217;, mas que o central Gonçalo Inácio já deu umas indicações.</P><br />
<P>&#8220;Não falei com o Suárez. De certeza que, no final do jogo, vamos falar, mas o Inácio já falou sobre o Luis, é defesa e está mais atento a isso&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Trincão, que soma 19 internacionalizações e três golos, reafirmou que a partida será difícil e garantiu que está pronto para ajudar &#8220;seja de que forma for&#8221;, explicando que o calor pode tirar alguma velocidade ao jogo.</P><br />
<P>&#8220;A velocidade do jogo pode ser afetada devido ao calor, mas vamos estar preparados pelos treinos que já fizemos aqui&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O extremo, que foi suplente utilizado na vitória frente ao Uzbequistão (5-0), defendeu ainda que Portugal tem de pensar na fase de grupos e só depois analisar a fase seguinte.</P><br />
<P>&#8220;A nossa principal ideia era jogar estes três jogos e depois fazer contas. Sabemos da importância do jogo com a Colômbia e não queremos pensar muito no que vem à frente&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Portugal defronta hoje a já apurada Colômbia, em Miami, às 19:30 locais (00:30 de domingo em Lisboa), numa partida da terceira e última jornada do Grupo K, que será arbitrada pelo australiano Alireza Faghani.</P><br />
<P>A seleção portuguesa chega a esta partida depois de ter empatado com a República Democrática do Congo (1-1) na estreia e de ter goleado o Uzbequistão (5-0), na segunda ronda, em jogos realizados em Houston.</P><br />
<P>A Colômbia lidera o Grupo K com seis pontos, seguida de Portugal, no segundo posto, com quatro, da RD Congo, que é terceira, com um, e do Uzbequistão, último, ainda a zero.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro alargado a 48 seleções, realiza-se entre 11 de junho e 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>AJO/LG // JP</P></p>
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		<title>Mundial2026: Diogo Costa só pensa na Colômbia e no primeiro lugar do grupo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 23:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
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<P>Palm Beach, Estados Unidos, 27 jun 2026 (Lusa) &#8212; O guarda-redes Diogo Costa afirmou hoje a seleção portuguesa está apenas concentrada no jogo com a Colômbia, da terceira e última jornada do Grupo K do Mundial2026 de futebol, e só depois vai pensar nas eliminatórias.</P><br />
<P>&#8220;O mais importante, para já, é ganhar à Colômbia. Esse é o foco principal. Respeitamos a Colômbia. É uma equipa que tem cultura de jogo, mas fazer tudo para ganhar o jogo&#8221;, afirmou Diogo Costa, &#8216;fugindo&#8217; à pergunta sobre se seria importante para a fase a eliminar garantir o primeiro lugar do agrupamento.</P><br />
<P>O guarda-redes de 26 anos, habitual &#8216;dono&#8217; da baliza de Portugal, falava aos jornalistas no Gardens North County District Park, em Palm Beach, nos Estados Unidos, minutos antes de mais um treino da seleção lusa, o último antes do embate com os sul-americanos.</P><br />
<P>&#8220;Talvez não joguem com um bloco tão baixo, ou se calhar até vão jogar assim. Temos de estar à altura. Tem de haver respeito por todas as seleções. Prova disso é que já aconteceram muitas surpresas no Mundial&#8221;, referiu o guardião do FC Porto.</P><br />
<P>Diogo Costa destacou ainda o &#8220;excelente ambiente&#8221; que existe na equipa das &#8216;quinas&#8217; e a importância de ter jogadores experientes como Cristiano Ronaldo no balneário.</P><br />
<P>&#8220;É vantajoso para nós e cada um irá colocar em campo a sua experiência necessária para ganhar&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Portugal defronta a Colômbia no sábado, em Miami, às 19:30 locais (00:30 de domingo em Lisboa), numa partida da terceira e última jornada do Grupo K que será arbitrada pelo australiano Alireza Faghani.</P><br />
<P>A seleção portuguesa chega a esta fase depois de ter empatado com a República Democrática do Congo (1-1) na estreia e de ter goleado o Uzbequistão (5-0), na segunda ronda, em jogos realizados em Houston.</P><br />
<P>A Colômbia, já apurada, lidera o Grupo K com seis pontos, seguida de Portugal no segundo posto, com quatro, da RD Congo, que é terceira com um, e do Uzbequistão, última e ainda a zero.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro alargado a 48 seleções, realiza-se entre 11 de junho e 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // JP</P></p>
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