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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Incêndios: Semana de calor começa com oito concelhos em perigo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:55:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Todas as regiões do interior de Portugal continental enfrentam hoje um perigo de incêndio rural muito elevado, com oito concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre e Faro em risco máximo, segundo o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Todas as regiões do interior de Portugal continental enfrentam hoje um perigo de incêndio rural muito elevado, com oito concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre e Faro em risco máximo, segundo o IPMA.</P><br />
<P>Esta semana as temperaturas vão subir significativamente e o perigo de incêndio, previsto pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), vai intensificar-se diariamente, e na quinta-feira todo o território continental vai estar com perigo máximo ou muito elevado.</P><br />
<P> Cinco distritos do interior do país estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente e seco, com a temperatura máxima a oscilar entre os 31 e os 37 graus.</P><br />
<P>Os avisos vão ser estendidos a todo o território continental na quarta-feira.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no domingo, o IPMA alertou que se prevê &#8220;um longo período com tempo quente e seco com a temperatura máxima a atingir valores entre os 40 e os 43 graus no vale do Tejo e Alentejo, na quinta-feira, e que poderão estender-se a alguns locais das restantes regiões no final da semana&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com as previsões, a temperatura mínima também vai aumentar nos próximos dias &#8220;para valores superiores a 20 graus centígrados&#8221;, ficando grande parte do território &#8220;com condições de noites tropicais&#8221;.</P><br />
<P>Dada a previsão de temperaturas elevadas, o IPMA indica no boletim meteorológico que &#8220;é muito provável que o nível dos avisos seja agravado em vários distritos nas atualizações ao longo dos próximos dias&#8221;.</P><br />
<P>Esta subida da temperatura deve-se a um anticiclone &#8220;localizado a norte/noroeste do arquipélago dos Açores, estendendo-se em crista até ao Golfo da Biscaia&#8221; e que a partir de segunda-feira &#8220;irá deslocar-se para leste&#8221;.</P><br />
<P>   O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782862]]></sapo:autor>
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		<title>Operadores de emergência da Proteção Civil iniciam hoje greve de cinco dias (mas socorro está assegurado)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Operadores de Telecomunicações de Emergência (OPTELEM) da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) iniciam esta segunda-feira uma greve nacional que se prolongará até 3 de julho, sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Operadores de Telecomunicações de Emergência (OPTELEM) da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) iniciam esta segunda-feira uma greve nacional que se prolongará até 3 de julho, sexta-feira. A paralisação, convocada pelo Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil (SinFAP), pretende chamar a atenção para a necessidade de valorização destes profissionais, cuja atividade é considerada essencial para o funcionamento do Sistema Nacional de Proteção Civil. Apesar da greve, o sindicato garante que o socorro à população estará plenamente assegurado através do cumprimento dos serviços mínimos legalmente definidos.</p>
<p>Segundo o SinFAP, a greve pretende sensibilizar a sociedade, os responsáveis políticos e o Governo para o papel estratégico desempenhado pelos operadores de telecomunicações de emergência, que asseguram, de forma permanente e ininterrupta, a receção das chamadas, a triagem das ocorrências, o despacho dos meios de socorro, bem como a gestão e coordenação operacional das respostas às diversas situações de emergência. O sindicato considera que estes trabalhadores constituem &#8220;a verdadeira espinha dorsal da resposta operacional&#8221; do sistema de proteção civil.</p>
<p>A estrutura sindical denuncia que, apesar das elevadas responsabilidades e da especialização exigida pelas funções desempenhadas, os OPTELEM continuam sem ver reconhecida oficialmente a sua atividade pela própria ANEPC. De acordo com o SinFAP, estes profissionais permanecem integrados na carreira geral de assistente técnico, sem qualquer enquadramento específico que reflita a natureza das funções exercidas, nem uma carreira profissional compatível com o nível de responsabilidade que assumem diariamente.</p>
<p>Para o sindicato, esta situação representa uma injustiça prolongada, deixando estes trabalhadores &#8220;no esquecimento&#8221;, sem o reconhecimento institucional e profissional que consideram merecido. O SinFAP defende que, ano após ano, o contributo dos operadores para o funcionamento do Sistema Nacional de Proteção Civil não tem sido acompanhado por uma valorização da profissão, quer ao nível da carreira, quer das condições laborais.</p>
<p>A convocação da greve mantém-se mesmo após uma reunião recente entre o SinFAP e o Ministério da Administração Interna. Segundo o sindicato, o ministério manifestou abertura para iniciar as diligências necessárias com vista ao arranque das negociações para a criação de uma carreira profissional própria para os Operadores de Telecomunicações de Emergência. Ainda assim, a estrutura sindical decidiu avançar com a paralisação por considerar essencial dar visibilidade pública à realidade destes profissionais e reforçar a necessidade de transformar essa disponibilidade em medidas concretas.</p>
<p>O SinFAP sustenta que este é o momento para avançar com decisões que garantam o reconhecimento institucional da profissão, defendendo a criação de uma carreira especial para os OPTELEM e condições de trabalho compatíveis com a responsabilidade das funções que desempenham. O sindicato sublinha que estes profissionais asseguram, 24 horas por dia e 365 dias por ano, o funcionamento das comunicações de emergência e a mobilização dos meios de socorro, concluindo que &#8220;é hora de valorizar os Operadores de Telecomunicações de Emergência da ANEPC&#8221; e de lhes devolver a dignidade profissional que considera há muito reclamada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781312]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>LusaTV: Venezuela/Sismo: Comunidade portuguesa com esperança de encontrar sobreviventes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:41:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Duração total: 00:15:07]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço disponível no FTP ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Duração total: 00:15:07</P><br />
<P>Duração dos vivos: 00:10:58</P><br />
<P></P><br />
<P>V1 a V11 &#8212; Martin de Abreu, presidente do Centro Português de Caracas (00:00:00 &#8211; 00:03:31)</P><br />
<P>V12 a V18 &#8212; Alba Maria Ferreira, diretora de Cultura do Centro Português de Caracas (00:03:32 &#8211; 00:09:39)</P><br />
<P>V19 a V22 &#8212; Gabriela Alves da Silva, voluntária no Comité de Damas do Centro Português de Caracas (00:09:40 &#8211; 00:10:58)</P><br />
<P></P><br />
<P>Planos  (00:10:59 &#8212; 00:15:07)</P><br />
<P></P><br />
<P>Local: Macaracuay, Caracas, Venezuela</P><br />
<P>Imagem e texto: Felipe Gouveia</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782861]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Atenção pais! Matrículas escolares terminam hoje para alunos do 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/atencao-pais-matriculas-escolares-terminam-hoje-para-alunos-do-6-o-7-o-8-o-9-o-e-11-o-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os encarregados de educação dos alunos que vão frequentar o 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos de escolaridade no ano letivo 2026/2027 têm apenas até ao final desta segunda-feira para concluir o processo de matrícula ou renovação sempre que este seja obrigatório. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os encarregados de educação dos alunos que vão frequentar o 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos de escolaridade no ano letivo 2026/2027 têm apenas até ao final desta segunda-feira para concluir o processo de matrícula ou renovação sempre que este seja obrigatório. O prazo termina hoje e encerra a segunda fase do calendário oficial definido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.</p>
<p>O calendário das matrículas para o próximo ano letivo foi estabelecido através de despacho assinado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, abrangendo a educação pré-escolar, o ensino básico e o ensino secundário. O processo decorre de forma faseada desde abril e prolonga-se até julho, de acordo com o ano de escolaridade.</p>
<p><strong>Quem tem de concluir o processo hoje</strong><br />
O período compreendido entre 16 e 29 de junho destina-se especificamente aos alunos que irão frequentar o 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos. Para os encarregados de educação abrangidos por esta fase, hoje representa o último dia disponível para submeter a matrícula ou efetuar a renovação sempre que a legislação o exija.</p>
<p>O despacho determina ainda que, caso o último dia de um prazo coincidisse com um sábado, domingo ou feriado, a data-limite transitava automaticamente para o primeiro dia útil seguinte. No entanto, este ano o prazo termina precisamente numa segunda-feira.</p>
<p><strong>Em que situações a renovação não é automática?</strong><br />
Na maioria dos casos, a renovação da matrícula é efetuada automaticamente pelos serviços, não sendo necessária qualquer intervenção dos encarregados de educação.</p>
<p>Existem, contudo, várias exceções em que o procedimento tem obrigatoriamente de ser realizado dentro dos prazos definidos. É o caso das situações em que exista mudança de escola, transição de ciclo de ensino, alteração do encarregado de educação ou modificações nas opções curriculares do aluno.</p>
<p>Sempre que se verifique uma destas circunstâncias, os encarregados de educação devem formalizar a renovação da matrícula antes do encerramento do respetivo período.</p>
<p><strong>Ainda há outras fases de matrícula por decorrer</strong><br />
Com o encerramento da fase destinada ao 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos, o calendário prossegue com os restantes níveis de ensino.</p>
<p>Entre 1 e 13 de julho decorre o período reservado aos alunos do 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos, enquanto as matrículas para o 10.º e 12.º anos estarão abertas entre 15 e 22 de julho.</p>
<p>A primeira fase, destinada à educação pré-escolar e ao 1.º ano do ensino básico, decorreu entre 22 de abril e 1 de junho.</p>
<p><strong>Quando são divulgadas as listas de alunos?</strong><br />
No caso da educação pré-escolar e do 1.º ano, as listas de crianças e alunos inscritos devem ser divulgadas até 16 de junho.</p>
<p>Para os restantes anos de escolaridade, as escolas publicam as listas de inscritos até cinco dias úteis após o termo do respetivo período de matrículas.</p>
<p>Já as listas de alunos admitidos deverão ficar disponíveis até ao início de julho para a educação pré-escolar e 1.º ano, sendo divulgadas até ao final de julho para os restantes níveis de ensino.</p>
<p><strong>Calendário aplica-se a várias redes de ensino</strong><br />
O regime de matrículas definido pelo Ministério da Educação não abrange apenas as escolas da rede pública. O calendário aplica-se igualmente aos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo com contrato de associação, bem como a outras instituições financiadas pelo Estado, incluindo escolas profissionais.</p>
<p>Com o fim do prazo desta segunda-feira para os alunos do 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos, as famílias abrangidas deverão assegurar que todos os procedimentos obrigatórios ficam concluídos dentro do período estabelecido, evitando eventuais constrangimentos no processo de matrícula para o próximo ano letivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_744564]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fórum anual do BCE arranca hoje em Sintra com futuro da Europa na agenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) começa hoje, em Sintra, com os olhos postos no futuro da Europa, num contexto de incerteza à volta da política comercial e do conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) começa hoje, em Sintra, com os olhos postos no futuro da Europa, num contexto de incerteza à volta da política comercial e do conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>Este fórum é um evento anual organizado pelo BCE e realizado em Sintra, Portugal, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.</P><br />
<P>Este ano tem como tema &#8220;Moldar o futuro da Europa: inovação, crescimento e estabilidade&#8221; e arranca hoje com um discurso de abertura de Christine Lagarde, presidente do BCE, às 20:00 (hora de Lisboa).</P><br />
<P>A discussão passará por temas relacionados com o comércio internacional, após os anúncios de tarifas pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, terem motivado uma mudança de cenário, bem como numa altura ainda de incerteza sobre o desenrolar do conflito no Médio Oriente, que afetou os preços da energia e levou o BCE a subir os juros em 25 pontos base na reunião de junho.</P><br />
<P>A manhã do segundo dia do fórum conta com duas sessões, a primeira sobre acelerar o crescimento na Europa e outra sobre os ciclos regulatórios, riscos à estabilidade e oportunidades de crescimento.</P><br />
<P>Segue-se um painel sobre a inteligência artificial (IA) e estabilidade financeira, com responsáveis do FMI, do Banco de Inglaterra, da Universidade da Pennsylvania e da Apollo Global Management, bem como uma conversa também sobre IA entre o economista chefe da OpenAI, Aaron Chatterji, e o membro do Conselho Executivo do BCE Philip R. Lane.</P><br />
<P>Já o terceiro e último dia, 01 de julho, começa com uma sessão sobre as implicações da migração para a produtividade e o crescimento na Europa, analisando um &#8216;paper&#8217; sobre o tema, bem como uma sessão sobre a &#8216;tokenização&#8217;, focada nos pagamentos digitais.</P><br />
<P>Há ainda um painel sobre o papel da Europa no novo cenário global do comércio internacional, com responsáveis do Banco de Desenvolvimento Inter-Americano, da OCDE, da Universidade de Zurique e da Comissão Europeia.</P><br />
<P>Após o almoço há o habitual &#8220;momento alto&#8221; do encontro, um painel sobre política monetária com governadores de bancos centrais: Andrew Bailey, governador do Banco da Inglaterra, Christine Lagarde, Tiff Macklem, governador do Banco do Canadá, e Kevin Warsh, presidente do Conselho de Governadores do Sistema da Reserva Federal dos EUA, que assumiu o cargo em maio.</P><br />
<P>O Fórum BCE termina com a cerimónia de entrega do Prémio Jovem Economista e o discurso de encerramento de Lagarde.</P><br />
<P>Nesse dia, existirá ainda um jantar para os participantes organizado pelo Banco de Portugal, sendo esta a primeira vez que o fórum ocorre sob a liderança do governador Álvaro Santos Pereira, que tomou posse em outubro do ano passado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782860]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Fogo em Freixo de Espada à Cinta entrou em resolução</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-fogo-em-freixo-de-espada-a-cinta-entrou-em-resolucao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que deflagrou ao início da tarde de domingo numa zona de mato em Ligares, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, entrou em resolução às 05:20 de hoje, disse à Lusa fonte da proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que deflagrou ao início da tarde de domingo numa zona de mato em Ligares, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, entrou em resolução às 05:20 de hoje, disse à Lusa fonte da proteção civil.</P><br />
<P>No local mantêm-se 131 operacionais, apoiados por 37 meios, adiantou a fonte do Comando Sub-regional do Douro.</P><br />
<P>No domingo à noite, o comandante dos bombeiros de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança, Vítor Rentes, tinha dito que o incêndio, que teve duas frentes ativas, começou a ceder, mas que se previa uma noite de muito trabalho.</P><br />
<P>Segundo Vítor Rentes, não houve zonas rurais ou habitacionais em perigo.</P><br />
<P>O alerta para este incêndio foi dado às 13:57 de domingo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782859]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Juliannis volta a uma Venezuela irreconhecível para saber se vai &#8220;fazer o luto ou abraçar&#8221; o irmão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-juliannis-volta-a-uma-venezuela-irreconhecivel-para-saber-se-vai-fazer-o-luto-ou-abracar-o-irmao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ *** André Campos Ferrão, jornalista em serviço para a Lusa, em Caracas ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> *** André Campos Ferrão, jornalista em serviço para a Lusa, em Caracas ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Caracas, 29 jun 2026 (Lusa) &#8212; Juliannis deixou o filho no Panamá para regressar à Venezuela, reconhecendo que vai encontrar o país &#8220;irreconhecível&#8221;, e procurar um irmão entre os escombros do que outrora foi La Guaira, um dos muitos desaparecidos nesta cidade costeira.</P><br />
<P>O Aeroporto Internacional Tocumen, o principal do Panamá, é o ponto de ligação para todo o continente americano, mas nos últimos dias as filas concentram-se nas portas de embarque que pouco a pouco reabrem o acesso à Venezuela e ajudam familiares a levantar o véu da tragédia que assolou o país em 24 de junho.</P><br />
<P>Na fila amontoam-se cidadãos venezuelanos e equipas de resgate de múltiplas nacionalidades, quase todos os integrantes são voluntários. O ambiente é de comoção e ansiedade, lágrimas acompanham enquanto as notícias chegam pelas redes sociais. </P><br />
<P>As histórias são diferentes, apesar do destino em comum. Na fila está Juliannis, de 29 anos, imigrante no Panamá há quase dez anos, com a irmã, que veio dos Estados Unidos da América. As duas olham impacientemente para o ecrã, a aguardar que o embarque comece.</P><br />
<P>Juliannis deixou o filho em casa com o marido e embarcou no primeiro voo disponível para poder chegar a Valência, a única cidade que está a receber voos comerciais, ainda que sejam escassos. O destino de ambas é La Guaira, cidade costeira e epicentro da devastação provocada por um sismo de magnitude 7,2 e outro de magnitude 7,5, 40 segundos depois.</P><br />
<P>O irmão de ambas está desaparecido, o prédio em que vivia foi reduzido a escombros.</P><br />
<P>&#8220;Tenho de ir, tenho de ir para saber se o enterro ou se volto a abraçá-lo&#8221;, disse à Lusa a cidadã venezuelana, visivelmente comocionada.</P><br />
<P>Enquanto apertava e torcia levemente o bilhete de avião, Juliannis descreveu que desde 24 de junho não tem notícias do irmão e todo o quarteirão onde vivia desapareceu. Apesar de conhecer aquelas ruas de trás para a frente, já sabe que, à semelhança de grande parte do país, vai encontrar uma La Guaira &#8220;irreconhecível&#8221; e que nada resta da Avenida 16-A, a poucos metros do rio San Julian.</P><br />
<P>A esperança não desvanece, ainda que a incerteza domine: &#8220;Sei que perto do prédio do meu irmão acabaram de resgatar uma senhora com vida, mas as câmaras térmicas [utilizadas pelas equipas de resgate] não detetaram outros sinais de vida nessas imediações.&#8221;</P><br />
<P>Apesar dos esforços para procurar em todas as partes, a cidade era casa para mais de 460.000 pessoas, convertendo os esforços de resgate em autênticas tarefas hercúleas. Por isso, a venezuelana apelou à intervenção de mais países nos esforços de resgate, em particular de Itália, uma vez que o irmão, segundo descreveu, tem dupla nacionalidade.</P><br />
<P>Apesar de saber que passaram cinco dias desde o desastre natural e a probabilidade de encontrar sobreviventes diminui a cada dia, Juliannis não perde a esperança de que o irmão esteja vivo. </P><br />
<P>&#8220;Só quero saber o que lhe aconteceu, já venho preparada, mas pode ser que ainda esteja vivo, debaixo daquilo tudo&#8221;, disse, enquanto embarcava.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782858]]></sapo:autor>
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		<title>Tecnológica chinesa Momenta estreia-se na bolsa em operação de 660 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:17:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnológica chinesa especializada em condução autónoma Momenta estreia-se na bolsa de Hong Kong no início de julho, numa operação que deverá captar cerca de 5,894 mil milhões de dólares de Hong Kong (660 milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tecnológica chinesa especializada em condução autónoma Momenta estreia-se na bolsa de Hong Kong no início de julho, numa operação que deverá captar cerca de 5,894 mil milhões de dólares de Hong Kong (660 milhões de euros).</P><br />
<P>Segundo o prospeto enviado hoje pela empresa à bolsa da antiga colónia britânica, a oferta pública inicial compreende cerca de 19,9 milhões de ações, ao preço unitário de 295,6 dólares de Hong Kong (33,1 euros).</P><br />
<P>De acordo com o documento, a estreia em bolsa está prevista para 08 de julho.</P><br />
<P>A tecnológica prevê aplicar 60% das receitas da operação em investigação e desenvolvimento (I&amp;D), com o objetivo de &#8220;impulsionar soluções de condução autónoma de nova geração&#8221;, incluindo um reforço da capacidade para inteligência artificial (IA), armazenamento de dados e melhorias nos algoritmos.</P><br />
<P>Outros 20% serão destinados a acelerar a comercialização dos serviços de táxis autónomos (&#8216;robotaxis&#8217;), incluindo a expansão de frotas com condução autónoma de nível 4, numa escala de cinco níveis, em que os veículos conseguem circular sem intervenção humana, embora mantenham comandos para permitir a tomada de controlo por um condutor.</P><br />
<P>Entre os investidores que apoiam a operação figuram a fabricante automóvel alemã Mercedes-Benz, já acionista relevante da Momenta, uma subsidiária da chinesa BYD, maior fabricante mundial de veículos elétricos, e fundos como a BlackRock, a Boyu Capital e a GIC.</P><br />
<P>No final de 2025, mais de 680 mil veículos utilizavam &#8216;software&#8217; de assistência à condução de nível 2 desenvolvido pela Momenta, que tinha estabelecido parcerias com 24 fabricantes internacionais, entre os quais a Mercedes-Benz, a BYD, a Toyota, a General Motors, a BMW, a Hyundai-Kia, a Volkswagen e a Honda.</P><br />
<P>A empresa colabora também com plataformas como a Uber e a Grab para lançar este ano serviços de &#8216;robotaxis&#8217; em Abu Dhabi e Munique, na Alemanha, com planos para expandir posteriormente essas operações a outras cidades do Médio Oriente, Europa e Sudeste Asiático.</P><br />
<P>A Momenta foi fundada em 2016 por Cao Xudong, que anteriormente desenvolveu atividades de investigação em empresas como a SenseTime e a norte-americana Microsoft. Em 2025, a tecnológica registou prejuízos líquidos de 3,458 mil milhões de yuan (447 milhões de euros), mais 7,9% do que no ano anterior.</P><br />
<P>Segundo um estudo da China Insights Consultancy, citado pelo portal económico Yicai, a penetração da condução autónoma na China deverá aumentar de 11% este ano para 62% em 2030, sendo que a Momenta detém uma quota de 65% do mercado de fornecedores externos deste tipo de tecnologia para zonas urbanas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782856]]></sapo:autor>
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		<title>Calor vai intensificar-se esta semana e termómetros podem atingir 42ºC já nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal entra hoje numa nova semana marcada pelo agravamento gradual do calor, com as temperaturas máximas a subirem de forma generalizada em praticamente todo o território continental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal entra hoje numa nova semana marcada pelo agravamento gradual do calor, com as temperaturas máximas a subirem de forma generalizada em praticamente todo o território continental. O cenário meteorológico aponta para um início de julho muito quente, podendo algumas regiões do Centro-Sul aproximar-se ou mesmo ultrapassar os 40 ºC, enquanto o vale do Guadiana poderá atingir máximas na ordem dos 42 ºC durante a segunda metade da semana.</p>
<p>As previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a> apontam para uma subida significativa das temperaturas ao longo dos próximos dias, impulsionada pelo reforço de uma crista subtropical sobre a Península Ibérica e pela permanência de uma depressão sobre o noroeste da Europa. Esta configuração deverá favorecer a entrada de uma massa de ar tropical continental, muito quente e seca, proveniente do Norte de África, criando condições para um episódio de calor intenso em grande parte de Portugal continental.</p>
<p><strong>Hoje começa a subida mais acentuada das temperaturas</strong><br />
Depois de um aumento gradual registado durante o fim de semana, é a partir de hoje que os termómetros deverão subir de forma mais expressiva. As temperaturas máximas deverão oscilar entre os 23 e os 24 ºC em Viana do Castelo e os 35 a 36 ºC em Beja, enquanto o vale do Guadiana poderá atingir os 37 a 38 ºC. Também os vales do Douro e do Tejo deverão registar temperaturas elevadas, com máximas previstas até aos 36 e 37 ºC.</p>
<p>Ao mesmo tempo, regressam praticamente a todo o território continental as chamadas anomalias térmicas positivas, ou seja, temperaturas acima dos valores habituais para esta época do ano. Em vários distritos do interior e do Sul, os desvios poderão atingir cerca de 7 ºC acima da normal climatológica, enquanto apenas parte do litoral Centro e uma pequena faixa do Sotavento Algarvio poderão manter valores próximos da média.</p>
<p><strong>Calor poderá intensificar-se ainda mais a partir de quarta-feira</strong><br />
O episódio de calor mais significativo deverá desenvolver-se a partir de quarta-feira, coincidindo com o início do mês de julho. Os modelos meteorológicos europeu (ECMWF) e norte-americano (GFS) convergem na previsão de um reforço da massa de ar quente sobre a Península Ibérica, cenário que poderá provocar temperaturas entre 11 e 12 ºC acima da média em várias regiões do país.</p>
<p>Caso esta evolução se confirme, o Baixo Alentejo deverá ser uma das zonas mais afetadas, juntamente com outros pontos do Centro-Sul de Portugal continental. Os distritos de Beja, Évora e Portalegre, bem como áreas dos distritos de Santarém e Setúbal, poderão registar temperaturas próximas ou superiores aos 40 ºC durante vários dias consecutivos.</p>
<p><strong>Vale do Guadiana poderá atingir os 42 ºC</strong><br />
As projeções mais recentes do modelo europeu apontam para máximas entre 40 e 42 ºC no vale do Guadiana, não estando excluída, de forma localizada, a possibilidade de alguns locais do Baixo Alentejo alcançarem os 43 ºC.</p>
<p>Ainda assim, os meteorologistas alertam que estas previsões continuam sujeitas a um grau significativo de incerteza, sobretudo por dizerem respeito a vários dias de antecedência. A evolução da localização da massa de ar quente e da circulação atmosférica poderá ainda alterar quer a intensidade quer a extensão geográfica do calor previsto.</p>
<p><strong>Norte deverá continuar a ser a região menos quente</strong><br />
Embora o calor se faça sentir em praticamente todo o país, o Norte deverá continuar a apresentar temperaturas mais moderadas, sobretudo nas zonas costeiras. O litoral Norte deverá aquecer progressivamente apenas durante os últimos dias da semana, mantendo, ainda assim, valores inferiores aos registados no Alentejo e no interior Centro.</p>
<p>Já o litoral Centro poderá conhecer uma ligeira descida temporária das temperaturas durante terça-feira, antes de voltar a aquecer nos dias seguintes.</p>
<p><strong>Noites tropicais poderão regressar</strong><br />
Além das temperaturas diurnas, também as mínimas deverão subir de forma significativa ao longo da semana. As previsões indicam que, a partir de quinta-feira, uma parte considerável do território continental poderá registar noites tropicais, ou seja, com temperaturas mínimas iguais ou superiores a 20 ºC.</p>
<p>As regiões do interior surgem como as mais propensas a noites muito quentes, podendo algumas localidades manter temperaturas próximas dos 30 ºC durante a noite. No litoral, os valores deverão variar entre 20 e 24 ºC, com tendência para aumentarem até ao final da semana.</p>
<p><strong>Previsão continua sujeita a alterações</strong><br />
Apesar da elevada concordância entre os principais modelos meteorológicos, os especialistas sublinham que ainda existe alguma incerteza quanto à magnitude final deste episódio de calor extremo. Por esse motivo, a evolução das previsões continuará a ser acompanhada nos próximos dias para confirmar a intensidade e a duração do fenómeno.</p>
<p>Se o cenário atualmente previsto se confirmar, Portugal poderá enfrentar uma semana marcadamente quente e seca, com o arranque de julho a coincidir com um dos episódios de calor mais intensos deste verão até ao momento.</p>
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		<title>Xi recebe Lukashenko em Pequim durante périplo do líder bielorrusso pela Ásia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:11:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês, Xi Jinping, reuniu-se hoje, em Pequim, com o homólogo bielorrusso, Alexander Lukashenko, no âmbito de uma digressão do líder europeu pelo Leste e Sudeste Asiático, informaram órgãos de comunicação estatais dos dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês, Xi Jinping, reuniu-se hoje, em Pequim, com o homólogo bielorrusso, Alexander Lukashenko, no âmbito de uma digressão do líder europeu pelo Leste e Sudeste Asiático, informaram órgãos de comunicação estatais dos dois países.</P><br />
<P>O encontro decorreu durante a manhã, na residência oficial de hóspedes de Diaoyutai, indicou a televisão estatal chinesa CCTV, que não adiantou, para já, pormenores sobre o conteúdo da reunião nem sobre a duração da estadia de Lukashenko na China.</P><br />
<P>A agência oficial bielorrussa Belta noticiou no domingo que Lukashenko partira para uma visita ao Leste e Sudeste Asiático, com passagens por três países não especificados.</P><br />
<P>Segundo a Belta, as partes deverão abordar projetos &#8220;de grande escala&#8221; em diferentes áreas, na sequência de um trabalho preparatório realizado antes de cada uma das visitas.</P><br />
<P>O órgão estatal bielorrusso acrescentou que o reforço da cooperação com os países asiáticos constitui uma das prioridades da política externa de Minsk.</P><br />
<P>O ministério dos Negócios Estrangeiros chinês não anunciou previamente a visita de Lukashenko ao país.</P><br />
<P>A deslocação do Presidente bielorrusso a Pequim acontece depois de ter participado, em setembro de 2025, no desfile militar organizado pela China para assinalar o 80.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no Pacífico.</P><br />
<P>Antes dessa cerimónia, Lukashenko reuniu-se com Xi, em junho de 2025, ocasião em que agradeceu à China o &#8220;apoio firme&#8221; e a &#8220;ajuda de longo prazo&#8221;.</P><br />
<P>Nesse encontro, Xi classificou China e Bielorrússia como &#8220;verdadeiros amigos e bons parceiros&#8221;, enquanto Lukashenko afirmou que Minsk desenvolveria de forma &#8220;inquebrantável&#8221; as relações com Pequim.</P><br />
<P>O líder bielorrusso visitou também a China por duas vezes em 2023, em março e dezembro, num contexto de aprofundamento dos laços bilaterais e de crescente isolamento de Minsk em relação à Europa e ao restante Ocidente.</P><br />
<P>China e Bielorrússia mantêm uma relação marcada pela cooperação política, económica, industrial e tecnológica, bem como por uma retórica comum de rejeição da ingerência externa, do unilateralismo e das sanções.</P><br />
<P>A guerra na Ucrânia tem sido um dos principais enquadramentos da relação recente entre os dois países: Kiev acusa a Bielorrússia de apoiar a Rússia, enquanto a China tem mantido uma posição ambígua, apelando ao diálogo e a uma solução política para o conflito.</P></p>
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		<title>Paquistão afirma ter realizado novos ataques no leste do Afeganistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:55:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Paquistão realizou ataques aéreos no leste do Afeganistão contra uma fação dissidente dos talibãs paquistaneses, anunciou hoje o ministro da Informação, Attaullah Tarar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Paquistão realizou ataques aéreos no leste do Afeganistão contra uma fação dissidente dos talibãs paquistaneses, anunciou hoje o ministro da Informação, Attaullah Tarar. </P><br />
<P>Segundo o governante, três alvos nas províncias de Paktia, Paktika e Kunar foram destruídos durante a noite em &#8220;ataques de precisão&#8221;, causando a morte a 25 combatentes.</P><br />
<P>A ofensiva incluiu também operações terrestres nas zonas fronteiriças e visou o Jamaat-ul-Ahrar, uma fação radical ligada ao Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), responsável por ataques crescentes nos últimos anos. </P><br />
<P>O anúncio surge após uma ofensiva contra um campo da força paramilitar Rangers em Karachi, no sábado.</P><br />
<P>As forças armadas paquistanesas acusaram o grupo Jamaat-ul-Ahrar de estar por detrás do ataque &#8220;covarde&#8221; em Karachi. </P><br />
<P>Já o porta-voz do governo talibã afegão, Zabihullah Mujahid, afirmou que as operações paquistanesas mataram ou feriram dezenas de civis, classificando-as como um &#8220;ato de agressão covarde&#8221;.</P><br />
<P>O Paquistão tem conduzido várias ofensivas aéreas contra o Afeganistão nos últimos meses, incluindo sobre Cabul, acusando o país vizinho de albergar combatentes do TTP &#8212; alegações negadas pelas autoridades afegãs. </P><br />
<P>Entre janeiro e março, pelo menos 372 civis afegãos morreram, segundo um relatório da ONU.</P><br />
<P>As relações entre os dois países deterioraram-se desde a tomada de poder dos talibãs em 2021. </P><br />
<P>Apesar de esforços de mediação de países como a China, não foi encontrada uma solução duradoura e a fronteira permanece em grande parte fechada desde outubro, travando os fluxos comerciais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782854]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Candidaturas ao novo regime de incentivos ao cinema e audiovisual abrem hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:50:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O acesso ao novo regime de incentivo a médias e grandes produções de cinema e audiovisual, que reúne os mecanismos 'cash rebate' e 'cash refund', abre hoje com uma dotação anual de 50 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O acesso ao novo regime de incentivo a médias e grandes produções de cinema e audiovisual, que reúne os mecanismos &#8216;cash rebate&#8217; e &#8216;cash refund&#8217;, abre hoje com uma dotação anual de 50 milhões de euros.</P><br />
<P>Os mecanismos &#8216;cash rebate&#8217; e &#8216;cash refund&#8217; destinavam-se a captar mais filmagens e mais projetos estrangeiros em Portugal, mas acabaram por ser agora &#8220;harmonizados e simplificados&#8221; num só regime &#8212; o Regime de Incentivos à Produção Audiovisual e Cinematográfica (RIPAC) &#8212; com as candidaturas a serem submetidas a partir de hoje.</P><br />
<P>Segundo o regulamento do RIPAC, dos 50 milhões de euros anuais previstos, 15 milhões de euros são &#8220;exclusivamente&#8221; para incentivo à produção de médio orçamento (era o anterior &#8216;cash rebate&#8217;) e 20 milhões de euros são &#8220;reservados exclusivamente ao incentivo financeiro à grande produção&#8221; (o anterior &#8216;cash refund&#8217;).</P><br />
<P>Os restantes 15 milhões de euros do RIPAC são destinados &#8220;preferencialmente&#8221; a grandes produções e &#8220;residualmente à globalidade&#8221; do regime&#8221;, explicita o regulamento.</P><br />
<P>No entanto, o regulamento determina que as produções de médio orçamento podem ter reforço de financiamento caso haja &#8220;disponibilidade financeira adicional no RIPAC não executada&#8221;.</P><br />
<P>No caso de candidatura ao incentivo a médias produções, o prazo de candidatura é de apenas duas semanas. O incentivo à grande produção cinematográfica e audiovisual não tem prazo de encerramento, sendo atribuído aos projetos elegíveis por ordem de entrada e até ao limite financeiro disponível.</P><br />
<P>Habitualmente, o acesso ao incentivo a produções de médio orçamento é feito em duas fases num ano &#8212; em abril e em setembro -, mas em 2026, excecionalmente, as candidaturas abrem a 29 de junho.</P><br />
<P>Os projetos vão ser escolhidos por uma &#8220;Comissão de Seleção&#8221;, composta por três pessoas nomeadas pelo Governo, nas áreas da Comunicação Social, Turismo e Cultura.</P><br />
<P>O novo regime RIPAC faz parte de um novo programa de financiamento para cinema e audiovisual, batizado de SCRI.PT, com uma dotação global de 350 milhões de euros a repartir pelo quadriénio 2026-2029.</P><br />
<P>Além do novo regime, o SCRI.PT inclui a criação de uma linha de garantia mútua de apoio ao crédito, através do Banco Português de Fomento, com 150 milhões de euros para 2026-2029.</P><br />
<P>O Governo deixou escrito em decreto-lei que o SCRI.PT tem como objetivo apoiar o desenvolvimento e a internacionalização de produções audiovisuais e cinematográficas em Portugal, &#8220;contribuindo para a promoção da cultura, para o fomento da indústria nacional do audiovisual e do cinema, para a sustentabilidade do setor da comunicação social e para o reforço do posicionamento turístico do país&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782853]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China restringe exportações para 40 entidades japonesas por &#8220;remilitarização&#8221; de Tóquio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:28:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China anunciou hoje restrições à exportação de bens de dupla utilização para entidades japonesas, em resposta ao que descreveu como "remilitarização" japonesa, ao incluir 20 organizações nipónicas numa lista de controlo e 20 numa lista de vigilância.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China anunciou hoje restrições à exportação de bens de dupla utilização para entidades japonesas, em resposta ao que descreveu como &#8220;remilitarização&#8221; japonesa, ao incluir 20 organizações nipónicas numa lista de controlo e 20 numa lista de vigilância.</P><br />
<P>O ministério do Comércio chinês afirmou, em comunicado, que a medida visa travar a &#8220;remilitarização&#8221; do Japão e as alegadas tentativas de Tóquio de &#8220;desenvolver capacidades nucleares&#8221;, depois de, segundo Pequim, o país ter enveredado por uma trajetória de &#8220;novo militarismo&#8221;.</P><br />
<P>A tutela sustentou que o país vizinho &#8220;não refletiu nem corrigiu os seus erros&#8221;, tendo antes &#8220;acelerado a remilitarização&#8221; e destacado &#8220;armas ofensivas&#8221;, razão pela qual a China decidiu adotar novas medidas ao abrigo da Lei de Controlo das Exportações e do regulamento relativo a bens de dupla utilização.</P><br />
<P>As restrições abrangem, por um lado, 20 entidades japonesas que, segundo Pequim, participam em atividades destinadas a &#8220;reforçar a capacidade militar&#8221; do Japão.</P><br />
<P>A partir de agora, os exportadores chineses ficam proibidos de lhes vender bens de dupla utilização e organizações ou indivíduos no estrangeiro deixam também de poder transferir para essas entidades produtos dessa natureza de origem chinesa.</P><br />
<P>A China colocou outras 20 entidades japonesas numa lista de vigilância, alegando não conseguir verificar o utilizador final nem a utilização final dos bens de dupla utilização.</P><br />
<P>Da lista de controlo constam o Instituto Nacional de Estudos de Defesa, vários centros japoneses de investigação de sistemas terrestres, navais e aéreos, entidades ligadas à Mitsubishi Electric e à Mitsubishi Heavy Industries, bem como a KGM, a NIPPI e a Aoki Seimitsu Kogyo.</P><br />
<P>A lista de vigilância inclui a Mitsui E&amp;S, a Mitsubishi Nuclear Fuel, a Japan Nuclear Fuel, a Fujitsu Network Solutions, a Hitachi Advanced Systems, a Howa Machinery, a Hosoya Pyro-Engineering e a The Fujikura Parachute.</P><br />
<P>Os exportadores que pretendam vender bens de dupla utilização a estas entidades deixam de poder recorrer a licenças gerais, tendo de apresentar avaliações de risco e compromissos escritos de que os produtos não serão utilizados para reforçar a capacidade militar japonesa.</P><br />
<P>O ministério garantiu que as medidas são &#8220;completamente legítimas, razoáveis e legais&#8221; e defendeu que afetam apenas um número reduzido de entidades japonesas e bens de dupla utilização, pelo que não deverão perturbar os &#8220;intercâmbios económicos normais&#8221; entre os dois países.</P><br />
<P>A China já tinha adotado medidas semelhantes em fevereiro, quando incluiu 20 empresas e organismos japoneses, entre os quais subsidiárias da Mitsubishi Heavy Industries, a Kawasaki Heavy Industries, a Japan Marine United, a Academia Nacional de Defesa e a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial, na lista de controlo das exportações.</P><br />
<P>As relações entre Pequim e Tóquio deterioraram-se no final de 2025, depois de a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, ter afirmado que um eventual ataque chinês contra Taiwan poderia constituir uma ameaça à sobrevivência do Japão e justificar uma intervenção das Forças de Autodefesa japonesas.</P><br />
<P>Desde então, a China respondeu com protestos diplomáticos, avisos de viagem, restrições comerciais e críticas ao que interpreta como um reforço das capacidades militares japonesas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782852]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Juízes de língua portuguesa preocupados com forma de nomeação de juízes em Timor-Leste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:25:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Internacional de Juízes de Língua Portuguesa (UIJLP) manifestou preocupação com o modelo de nomeação de juízes para os tribunais superiores de Timor-Leste, atribuída a uma comissão criada por nomeação política.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Internacional de Juízes de Língua Portuguesa (UIJLP) manifestou preocupação com o modelo de nomeação de juízes para os tribunais superiores de Timor-Leste, atribuída a uma comissão criada por nomeação política.</P><br />
<P>&#8220;A UIJLP regista, com preocupação, que o modelo transitório adotado atribui a avaliação e a graduação dos candidatos aos tribunais superiores a uma comissão de composição de indicação política, da qual se excluem os magistrados em exercício, reservando ao Conselho Superior da Magistratura Judicial apenas a nomeação dos previamente graduados&#8221;, pode ler-se num comunicado divulgado domingo.</P><br />
<P>Segundo a UIJLP, o modelo que retira ao Conselho Superior de Magistratura Judicial o controlo sobre a seleção de juízes é &#8220;dificilmente compatível com a separação de poderes e com as garantias de independência que protegem&#8221; o &#8220;direito dos cidadãos a justiça imparcial&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está a nomeação de uma comissão, indicada pelas autoridades políticas para selecionar os juízes que vão integrar o futuro Supremo Tribunal de Justiça e o Tribunal de Recurso, liderada por Avelino Coelho.</P><br />
<P>&#8220;A UIJLP ressalta que o associativismo judicial e o autogoverno da magistratura não se confundem com corporativismo&#8221;, salienta o comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A escassez de recursos humanos e as legítimas exigências de eficiência na instalação dos tribunais superiores &#8212; desafios reais que a UIJLP reconhece &#8212; devem ser enfrentadas por soluções que reforcem, e não que enfraqueçam, o papel constitucional do órgão de gestão da magistratura&#8221;, acrescenta no comunicado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782851]]></sapo:autor>
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		<title>Fretilin agradece solidariedade demonstrada por morte de &#8220;Lu Olo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:01:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Díli, 29 de junho de 2026 (Lusa) --- A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) agradeceu hoje à população as manifestações de solidariedade em homenagem ao antigo Presidente Francisco Guterres "Lu Olo", que morreu no domingo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Díli, 29 de junho de 2026 (Lusa) &#8212; A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) agradeceu hoje à população as manifestações de solidariedade em homenagem ao antigo Presidente Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, que morreu no domingo.</P><br />
<P>&#8220;A bancada da Fretilin quer expressar a todos os timorenses, no país e na diáspora, a sua profunda gratidão pelas extraordinárias manifestações de solidariedade, carinho e respeito prestadas ao nosso herói nacional e restaurador da Independência, Dr. Francisco Guterres &#8216;Lu Olo'&#8221;, afirmou a deputada Nurima Alkatiri, durante a sessão plenária do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Nurima Alkatiri salientou que, desde que foi conhecida a notícia da morte de Lu Olo, durante a vigília realizada na residência da família até às cerimónias de despedida no Jardim dos Heróis, foi evidente a enorme participação popular.</P><br />
<P>A deputada recordou que, durante os dias de luto nacional, Timor-Leste voltou a demonstrar ao mundo a força da sua identidade e dos valores que nasceram da resistência à ocupação Indonésia.</P><br />
<P>&#8220;A perda do nosso Presidente Lu Olo não foi sentida apenas pela sua família e pela Fretilin. Todo o povo maubere sentiu esta perda&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Milhares de pessoas participaram sexta-feira no funeral de &#8220;Lu Olo&#8221;, que morreu domingo, no Jardim dos Heróis, nos arredores de Díli.</P><br />
<P>&#8220;Esta expressão do povo não foi organizada por nenhuma instituição, nem determinada por qualquer protocolo. Também não surgiu porque alguém obrigou. Nasceu naturalmente do coração dos timorenses&#8221;, sublinhou Nurima Alkatiri.</P><br />
<P>Segundo a deputada, esta homenagem constitui um reconhecimento pela dedicação de toda uma vida ao serviço da pátria e do povo.</P><br />
<P>&#8220;Lu Olo foi uma pessoa que nunca vendeu a sua integridade. Viveu e exerceu as mais altas funções do Estado sem nunca abandonar os princípios que marcaram a sua personalidade desde o tempo da luta de libertação nacional&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, de 71 anos, que morreu domingo num hospital da Malásia, foi Presidente da República Democrática de Timor-Leste entre 2017 e 2022. Desempenhou também os cargos de Presidente da Assembleia Constituinte e de Presidente do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Na qualidade de Presidente da Assembleia Constituinte, &#8220;Lu Olo&#8221; proclamou oficialmente a restauração da independência de Timor-Leste em 20 de maio de 2002 e deu posse a Kay Rala Xanana Gusmão como o primeiro Presidente da República de Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782850]]></sapo:autor>
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		<title>Hotel &#8220;mais caro do mundo&#8221; reabre em Macau após anos de dificuldades financeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 03:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O hotel The 13 Palace em Macau, em tempos descrito como um dos mais caros e luxuosos alguma vez construídos no mundo, reabriu após anos de encerramentos e mudanças de proprietários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O hotel The 13 Palace em Macau, em tempos descrito como um dos mais caros e luxuosos alguma vez construídos no mundo, reabriu após anos de encerramentos e mudanças de proprietários. </P><br />
<P>O empreendimento de cinco estrelas combina arquitetura moderna com estética barroca europeia e oferece 199 suítes, todas com elevadores privados e serviço de quarto personalizado e disponível a qualquer hora.</P><br />
<P>Segundo a plataforma online do hotel, as reservas estão disponíveis a partir de hoje, com preços entre 3.900 patacas (450 euros) e 6.500 patacas (750 euros) por noite. </P><br />
<P>Concebido em 2013 pelo empresário de Hong Kong Stephen Hung como &#8220;The 13 Hotel&#8221;, o projeto foi alvo de um investimento de 1,4 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros), com um custo médio de sete milhões de dólares (6,5 milhões de euros) por quarto, tendo sido em tempos designado como &#8220;o hotel mais caro do mundo&#8221;.</P><br />
<P>O design do hotel foi elaborado em colaboração por arquitetos e designers do Japão, Hong Kong e Estados Unidos, incluindo o arquiteto de renome norte-americano Peter Marino.</P><br />
<P>A propriedade tinha como alvo o setor de jogo VIP, que representava na altura a maior percentagem das receitas dos casinos locais, prevendo incluir até 66 mesas de jogo VIP. </P><br />
<P>No entanto, o hotel nunca chegou a conseguir obter uma licença de casino em Macau, com a abertura adiada sucessivamente e com a eventual saída de Hung do projeto em 2018. </P><br />
<P>O hotel abriu parcialmente em 2018 sem casino e suspendeu operações em 2020, com a companhia proprietária, The 13 Holdings, a mudar de nome para South Shore Holdings, e a enfrentar graves problemas financeiros até um tribunal declarar falência em 2023. </P><br />
<P>Em junho do ano passado, o hotel foi vendido por 600 milhões de dólares de Hong Kong (69 milhões de euros) à Chang Fu Investment Ltd, uma empresa ligada à família do empresário da hotelaria de Macau, Loi Keong Kuong, que procedeu a várias renovações.</P><br />
<P>Entre as novidades, destaca-se a fachada dourada a substituir o anterior vermelho, novos restaurantes, e uma piscina com uma parede verde vertical já reconhecida pelo Guinness como a maior do mundo, que se estende do 5.º ao 20.º andar, com uma área total de 2.964 metros quadrados.</P><br />
<P>Um dos símbolos mais extravagantes da história do hotel foi a encomenda de uma frota de 30 Rolls-Royce Phantom, avaliada em 20 milhões de dólares (18,1 milhões de euros), a maior encomenda da história da marca. </P><br />
<P>A frota acabou vendida em 2019 para pagar dívidas, e hoje o hotel opera com 13 veículos elétricos da marca chinesa JAC Motors para transporte VIP.</P><br />
<P>O novo diretor executivo do hotel, Lui Ka Hei apontou, em declarações aos meios de comunicação locais, incluindo o jornal em língua chinesa Ou Mun, esperar que, com esta &#8220;imagem totalmente renovada, seja possível reverter os estereótipos do passado e oferecer uma opção única no mercado do turismo de lazer de luxo de Macau&#8221;.</P><br />
<P>Nos últimos anos, o setor de jogo VIP em Macau sofreu uma transformação profunda. O modelo dos &#8216;junkets&#8217;, que durante décadas dominou o mercado ao trazer clientes VIP e conceder crédito, foi desmantelado entre 2021 e 2023. </P><br />
<P>Uma nova lei do jogo de 2023 impôs regras mais rígidas, obrigando os promotores a trabalhar apenas com uma dos seis concessionárias licenciadas e sob maior supervisão. </P><br />
<P>Como consequência, a percentagem do jogo VIP no resultados brutos de jogo totais caiu de quase metade em 2019 para pouco mais de um quarto em 2025, embora continue a representar milhares de milhões de patacas em receitas. </P><br />
<P>O crescimento atual é impulsionado sobretudo pelo segmento de massas, que se tornou dominante, com as autoridades locais a promover um foco maior em atrações e opções de entretenimento não relacionadas com o jogo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782849]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sismo de magnitude 5,5 faz 13 feridos ligeiros na província chinesa de Sichuan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 03:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 5,5 abalou hoje a província chinesa de Sichuan, no centro do país, sem causar vítimas mortais, mas provocou 13 feridos ligeiros e obrigou à retirada de 196 pessoas, informaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 5,5 abalou hoje a província chinesa de Sichuan, no centro do país, sem causar vítimas mortais, mas provocou 13 feridos ligeiros e obrigou à retirada de 196 pessoas, informaram as autoridades.</P><br />
<P>O abalo foi registado às 00:12 locais (17:12 de domingo em Lisboa) no condado de Gao, que pertence à cidade de Yibin, com epicentro a seis quilómetros de profundidade, segundo a medição oficial do Centro de Redes Sismológicas da China.</P><br />
<P>O epicentro localizou-se na vila de Shahe, nas coordenadas 28,5 graus de latitude norte e 104,69 graus de longitude leste, de acordo com o organismo.</P><br />
<P>O comando local de resposta ao sismo, citado pela agência de notícias oficial chinesa Xinhua, informou hoje que não foram registadas vítimas mortais e que os 13 feridos ligeiros foram transportados para unidades de saúde, onde receberam tratamento.</P><br />
<P>O presidente da câmara de Shahe explicou que 21 habitações apresentavam fendas, três das quais com danos mais graves, levando ao realojamento das dez pessoas afetadas em casas de familiares ou conhecidos.</P><br />
<P>Sichuan, com cerca de 83 milhões de habitantes situa-se numa zona de elevada atividade sísmica.</P><br />
<P>Em 2022, um sismo de magnitude 6,8 provocou 93 mortos e 24 desaparecidos na província.</P><br />
<P>Em maio de 2008, Sichuan foi atingida por outro sismo catastrófico, de magnitude 8 que causou mais de 90.000 mortos e desaparecidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782848]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BAD reforça melhoria de produção do café e segurança alimentar em Timor-Leste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 03:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) aprovou 4,95 milhões de dólares de financiamento adicional para um projeto que ajuda os pequenos agricultores a adotar boas práticas agroflorestais para melhorar a produção de café e a segurança alimentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) aprovou 4,95 milhões de dólares de financiamento adicional para um projeto que ajuda os pequenos agricultores a adotar boas práticas agroflorestais para melhorar a produção de café e a segurança alimentar.</P><br />
<P>O financiamento, segundo um comunicado divulgado à imprensa com data de sexta-feira, inclui uma subvenção de quatro milhões de dólares (3,5 milhões de euros) do Fundo Asiático de Desenvolvimento e uma subvenção de 950 mil dólares (cerca de 834 mil euros) do Fundo Verde para o Clima.</P><br />
<P>Aquele montante, salienta o BAD, vai permitir aumentar o apoio a mais de 2.000 agregados familiares nos municípios de Aileu, Bobonaro, Ainaro, Ermera, Liquiçá e Manufahi.</P><br />
<P>&#8220;O café é um pilar fundamental dos meios de subsistência rurais em Timor-Leste&#8221;, afirmou Michael Walsh, o responsável interino do BAD no país.</P><br />
<P>&#8220;O financiamento adicional ajudará os agricultores a adotar práticas resilientes, melhorar a qualidade e a produtividade do café e criar oportunidades de subsistência para mulheres, homens e jovens&#8221;, acrescentou o responsável, citado no comunicado.</P><br />
<P>O café é o maior produto de exportação não petrolífera de Timor-Leste, mas a produtividade continua muito baixa.</P><br />
<P>Segundo o BAD, o financiamento vai permitir formar mais agricultores, reforçar a adaptação a fenómenos meteorológicos extremos e aumentar o apoio aos meios de subsistência de mulheres e jovens nas comunidades produtoras de café.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782847]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão e Washington aceitam suspender ataques e reunir-se no Qatar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 03:04:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão e Washington aceitaram hoje suspender temporariamente qualquer ataque e planeiam reunir-se no Qatar, na terça-feira, para tentar resolver os diferendos em torno do estreito de Ormuz, noticiou o portal de notícias norte-americano Axios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Teerão e Washington aceitaram hoje suspender temporariamente qualquer ataque e planeiam reunir-se no Qatar, na terça-feira, para tentar resolver os diferendos em torno do estreito de Ormuz, noticiou o portal de notícias norte-americano Axios.</P><br />
<P>Apesar do acordo assinado a 17 de junho, os dois países trocaram ataques nos últimos dias, acusando-se mutuamente de violar o cessar-fogo, com o controlo de Ormuz no centro das tensões.</P><br />
<P>&#8220;Decidimos parar todas as atividades [militares]&#8221;, informou o Axios, citando um responsável norte-americano que não foi identificado.</P><br />
<P>Um segundo responsável dos Estados Unidos assegurou ao mesmo jornal online que ambas as partes cessavam os ataques &#8220;por enquanto&#8221; e que &#8220;os navios podiam circular livremente&#8221; no estreito, enquanto prosseguem as negociações para uma solução duradoura para o conflito.</P><br />
<P>Estes dois responsáveis e uma terceira fonte confirmaram que iranianos e norte-americanos se encontrariam na terça-feira no Qatar.</P><br />
<P>A emissora CNN relatou declarações semelhantes de um responsável da Administração do Presidente Donald Trump, mas a Casa Branca não reagiu de imediato.</P><br />
<P>De acordo com o acordo, o Irão compromete-se a permitir a passagem segura de navios comerciais no estreito de Ormuz, enquanto os Estados Unidos aceitam levantar o bloqueio aos portos iranianos.</P><br />
<P>Na noite de sábado, o presidente norte-americano retomou ameaças, afirmando que o Irão &#8220;deixaria de existir&#8221; se os Estados Unidos decidissem retomar a guerra.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, avisou no domingo os Estados Unidos de que Teerão tem controlo absoluto sobre o estreito de Ormuz nos próximos 30 dias de negociações e exigiu que os EUA pressionem Israel a retirar-se do Líbano.</P><br />
<P>Araghchi fez as declarações no meio de novos confrontos com os EUA e após um acordo entre o Líbano e Israel que foi rejeitado pelo Hezbollah, partido paramilitar libanês e aliado estratégico de Teerão, que acredita que o acordo contraria o documento assinado pelo Irão e pelos EUA.</P><br />
<P>O primeiro ponto do documento não só exige a suspensão dos bombardeamentos israelitas, como obriga as partes a encontrarem uma solução para a retirada de Israel do país.</P><br />
<P>O acordo assinado na sexta-feira entre o Líbano e Israel, no entanto, apenas menciona uma &#8220;retirada gradual&#8221; condicionada à verificação do desarmamento do Hezbollah, algo que o grupo armado não tem intenção de fazer, entendendo ser uma manobra israelita para deixar o país indefeso.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Venezuela/sismo: Comunidade portuguesa com esperança de encontrar sobreviventes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 02:14:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugueses na Venezuela disseram à Lusa que a comunidade poderá ser o grupo estrangeiro mais afetado pelos sismos no estado de La Guaira, a norte de Caracas, apesar de continuarem a ter esperança de encontrar pessoas com vida.</P><br />
<P>&#8220;Estamos muitos consternados, com o que aconteceu na Venezuela, no estado La Guaira, que foi o mais afetado. Por isso, no Centro Português criámos um centro de recolha de ajudas que serão entregues à Caritas Venezuela e ao Dividendo Voluntário para a Comunidade, para ser distribuídas pelos necessitados&#8221;, disse o presidente do Centro Português de Caracas (CPC) à agência Lusa.</P><br />
<P>Martin de Abreu explicou que &#8220;das comunidades [estrangeiras] na Venezuela, a mais afetada, em La Guaira é a comunidade portuguesa&#8221;, sublinhando que &#8220;tristemente é assim&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Conhecemos muitas pessoas, amigas, associadas, afetadas, outras desaparecidas, e algumas já dadas como mortas (&#8230;) viver isto é muito difícil, mas continuaremos em frente&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O presidente do CPC explicou ainda que a recolha de ajudas tem tido muita recetividade e que a comunidade tem contribuído com medicamentos, alimentos, água e roupa.</P><br />
<P>&#8220;Quando aconteceram os sismos o clube estava aberto, mas com pouca gente porque tínhamos festejado a noite de São João. O clube esteve dois dias encerrado e reabriu para avançar com a recolha&#8221;, disse.</P><br />
<P>Lamentou que persistam dificuldades nas telecomunicações em La Guaira e que as pessoas ficam a saber umas das outras através de alguém.</P><br />
<P>&#8220;Estamos orando pela Venezuela, pelos cidadãos portugueses, porque sabemos que há muita gente que tem família lá [em La Guaira]&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por outro lado, a diretora de Cultura do CPC, Alba Maria Ferreira, explicou à Lusa que os sismos começaram por ser um susto, mas que a dimensão da catástrofe começa a ser conhecida.</P><br />
<P>&#8220;Não acreditámos no que tínhamos vivido, mas à medida que o tempo passa vamos tomando consciência do que aconteceu, de que há muita gente a pedir ajuda para encontrar familiares&#8221;, disse.</P><br />
<P>Alba Maria Ferreira notou que há membros da comunidade que sabem que familiares morreram e querem resgatar os corpos. &#8220;E, nós não sabemos como responder. Então sentimo-nos de mãos amarradas, porque não temos como ajudar e vamos sabendo histórias muito tristes da destruição que houve (&#8230;) de que isto realmente foi uma coisa muito grande, horrível&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;Também temos tido outras histórias, de pessoas que os familiares estão à procura e de repente aparecem em bom estado&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Como exemplo referiu que a comunidade esteve angustiada porque estava desaparecida a diretora de um grupo folclórico em La Guaira e que quando apareceu foi uma sensação incrível.</P><br />
<P>&#8220;Assim como há notícias tristes, também há outras que nos dão conforto. Ainda há esperanças de encontrar pessoas que estão desaparecidas. Isso aconteceu com o meu irmão: estivemos sem saber dele até o dia de ontem [sábado], e ele está bem, graças a Deus&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou ainda que conhece pessoas que sobreviveram as enxurradas de 1999 em La Guaira (antigo estado de Vargas) e que sobreviveram agora aos sismos, lamentando que ficassem de novo sem nada.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de todo tipo de ajuda, de comidas e muita medicação, equipamentos médicos. Também de autorização para o transporte de maquinaria. Conheço portugueses, construtores, que têm maquinaria disponível para prestar ajuda, mas são impedidos de passar até La Guaira&#8221;, disse.</P><br />
<P>Sobre a recolha de ajuda, Gabriela Alves da Silva, do Comité de Damas do CPC, explicou à Lusa que estão a pedir às pessoas que apoiem com medicamentos, produtos para bebés, como leite, fraldas e biberões.</P><br />
<P>&#8220;Os afetados estão a precisar de roupa e colchões, e dos hospitais estão a pedir medicamentos, luvas, algodão, álcool. Estamos também a receber comida, alimentos que não se estragam, água e bebidas energéticas&#8221;, disse.</P><br />
<P>A responsável frisou ainda que têm recebido muitas doações e que a resposta está a ser muito positiva.</P></p>
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