The Lisbon MBA Católica|Nova: MBA internacional com impacto na progressão de carreira

O The Lisbon MBA aposta na expansão internacional com foco no desenvolvimento de competências de liderança e inovação digital

Executive Digest

O The Lisbon MBA aposta na expansão internacional com foco no desenvolvimento de competências de liderança e inovação digital.

O The Lisbon MBA voltou este ano a ser considerado o melhor MBA em Portugal pelo Financial Times Global MBA ranking 2026, #24 na Europa, com destaque para a 4.ª posição no mundo em “International Course Experience” e 12.ª na Europa no critério de “Career Progress” (#34 no mundo) com o seu programa International MBA (full-time). É também o 20.º melhor MBA do mundo, com o seu programa Executive MBA (part-time), no ranking QS, na categoria “joint-programme”, em 2026.

Num mundo cada vez mais interligado e competitivo, o alcance global do The Lisbon MBA, com 80% dos alunos de procedência internacional no MBA full-time, e 35% no Executive MBA (part-time), e o aumento das parcerias internacionais, entre as quais se destaca o MIT Sloan School of Management, com quem o The Lisbon MBA celebrará 20 anos de parceria em 2027, assim como o retorno de investimento que se traduz no avanço profissional dos graduados, são factores decisivos na hora de escolher os programas do The Lisbon MBA.

Após três anos da graduação, os alunos do The Lisbon MBA beneficiam em média de um aumento salarial de 77% no International MBA (full-time) e 63% no Executive MBA (part-time), chegando a obter um salário médio anual bruto de 138.032 US$ e 208.060 US$, respectivamente.

Progredir profissionalmente a lugares de topo nas organizações é a ambição dos alunos do Executive MBA, programa dirigido a profissionais com mais de cinco anos de experiência profissional, embora a média seja de 15 anos. Um programa que tem vindo a ser redesenhado para responder às necessidades dos executivos que estão a trabalhar e pretendem um melhor equilíbrio entre as suas vidas profissionais e pessoais, enquanto realizam o MBA. Um programa que detém a “Triple Crown Accreditation”, unicamente concedida a MBA com um curriculum inovador, rigoroso, que segue os mais altos padrões de qualidade académica.

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Em entrevista à Executive Digest, Maria José Amich, directora executiva do The Lisbon MBA Católica| Nova, detalhou as principais evoluções, sublinhando que esta edição «trouxe novidades em várias dimensões do programa».

Uma das alterações mais visíveis no programa Executive MBA, lançado em Outubro de 2025, foi a passagem para um modelo híbrido com a duração de 20 meses. As sessões presenciais concentram-se uma vez por mês, de quinta-feira a sábado, sendo complementadas por aulas online de hora e meia, quatro vezes por trimestre, no fim do dia. A componente customizada do programa foi ainda reforçada em “tracks” ou especializações, em que o aluno pode escolher realizar disciplinas optativas com foco em áreas como finanças, empreendedorismo e inovação tecnológica, ou estratégia e marketing. Adicionalmente, o programa de intercâmbio foi reforçado, permitindo que todos os alunos que assim o desejam possam realizar uma disciplina optativa num MBA parceiro de alto prestígio como o MBA de St. Gallen, na Suíça, ESADE, em Barcelona, Fundação Dom Cabral, no Brasil, e mais recentemente, o MBA de Vlerick Business School, em Bruxelas, centro da liderança europeia.

Outra novidade da projecção internacional do curriculum do MBA é a inclusão de uma semana dedicada ao desenvolvimento de liderança com o módulo “The Connecting Leader”.

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Maria José partilha que «num mundo cada vez mais complexo, incerto e interconectado, a agilidade na tomada de decisão e na execução é chave. Para isso, as empresas têm evoluído para estruturas organizacionais mais horizontais e menos hierárquicas, e o impacto da liderança já não vem apenas da expertise, mas também da capacidade do líder de criar e cultivar conexões significativas. Uma liderança inclusiva, com propósito, com uma comunicação aberta que permite tomada de decisões colaborativas, onde as habilidades do líder como persuasão, influência, negociação e networking, são críticas».

Neste âmbito do desenvolvimento de competências interpessoais, a parceria com a Marinha Portuguesa constitui outra dimensão diferenciadora do programa, concretizando- se num módulo de liderança na Escola de Fuzileiros. Trata- -se de uma experiência desenhada para colocar os alunos fora da sua zona de conforto, onde são confrontados com situações de pressão e ambiguidade. Neste contexto, os alunos «têm de tomar decisões sob stress, gerir dinâmicas de grupo em contextos ambíguos e liderar equipas em condições exigentes», acrescenta a directora executiva.

Adicionalmente, foi consolidada a parceria com o St. Gallen Institute of Management in Asia, que permite aos alunos do Executive MBA realizar um curso de uma semana intensiva em Singapura, focada em aprender a fazer negócio na Ásia. Durante cinco dias, os alunos mergulham num dos ecossistemas empresariais mais dinâmicos do mundo, que combina a análise de casos de negócio reais da região, visitas a empresas locais, conferências com executivos sénior, e ainda a visita a um dos principais fabricantes mundiais de componentes de engenharia de precisão no Sul da Malásia.

O resultado desta imersão não se mede apenas em conhecimento de mercado. «Compreender a Ásia não é apenas perceber os mercados, é perceber a cultura, a velocidade, a escala e a ambição desta região que se tornou, em menos de uma geração, na 4.ª maior economia do mundo, com um PIB combinado estimado de cerca de 4,8 biliões de dólares, e uma população de 690 milhões de pessoas, com a idade mediana das mais jovens do mundo – 31 anos», sublinha Maria José Amich, que acompanhou pessoalmente a edição 2026.

Paralelamente, o MBA integrou de forma mais consistente temas emergentes, nomeadamente a inteligência artificial (IA) e a sustentabilidade, ESG (Environment, Social and Governance) como um todo.

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Além de criar disciplinas específicas ligadas a estas temáticas, o programa reforçou a incorporação de IA e ESG em todo o curriculum.

Como explicou a responsável, «a decisão mais importante foi esta integração transversal em todas as cadeiras», garantindo que os alunos compreendem o impacto em diferentes dimensões da gestão. Em paralelo, reforça-se o foco em competências humanas, como o pensamento crítico e a ética, consideradas essenciais num contexto de crescente automatização. Nesse sentido, alertou que «um MBA que se limite a ensinar ferramentas de IA estará rapidamente obsoleto, se não as combinar com o reforço de cadeiras de liderança humanística, gestão de pessoas, da mudança e da inovação com foco humano».

A par destas mudanças, foi lançada a 2.ª edição do programa de mentoria com líderes empresariais, envolvendo CEOs de grandes empresas portuguesas e internacionais. A adesão foi, segundo a directora executiva, «genuinamente, superior ao que antecipávamos», tanto por parte dos mentores como dos alunos, que valorizaram «o acesso a perspectivas de liderança de topo num ambiente confidencial e de proximidade ». Esta edição conta com 45 mentores que acompanham os alunos ao longo de seis meses, apoiando- os em decisões de carreira, no desenvolvimento de competências de liderança, melhoria na tomada de decisão, clareza estratégica, e aumento de confiança e inteligência emocional, entre outros benefícios.

Esta aproximação efectiva entre aprendizagem académica e prática empresarial, também se materializa no ciclo de “Talks with CEOs”, em que mensalmente um CEO é convidado a partilhar a sua jornada de liderança, insights e tendências do seu sector, assim como os in-company assignments para os alunos do International MBA, em que as empresas são convidadas a oferecer programas de estágio e projectos de consultadoria aos alunos. Sendo que aqueles alunos que desejam lançar a sua empresa, ainda podem participar no programa de aceleração que o The Lisbon MBA proporciona em parceria com a Lisbon Unicorn Factory.

A directora executiva destacou que esta colaboração com empresas e organizações «é o reflexo directo da importância que damos a um dos pilares do nosso posicionamento diferenciador, um curriculum que prima o action learning, para que os alunos possam pôr em prática os conhecimentos adquiridos enquanto desenvolvem competências adicionais num ambiente empresarial».

A diversidade das turmas continua a ser um elemento distintivo do The Lisbon MBA. Alunos de múltiplas nacionalidades e áreas de formação diversas geram aquilo que Maria José Amich descreve como «fricção intelectual», um factor considerado essencial para o desenvolvimento de competências.

Neste contexto de aprender fazendo, os alunos são desafiados a trabalhar em equipas heterogéneas, sendo que «as melhores soluções raramente emergem do consenso imediato», mas sim do «questionamento, do choque de perspectivas e da capacidade de integrar visões contraditórias». Este processo contribui para o desenvolvimento de competências como a inteligência intercultural e a tolerância à ambiguidade, sendo frequentemente apontado pelos alumni como um dos aspectos mais transformadores da experiência do MBA.

No que diz respeito à diversidade de género, o International MBA apresenta actualmente 53% de mulheres, enquanto no Executive MBA essa percentagem se situa nos 31%.

Apesar da evolução positiva, Maria José Amich reconheceu que há ainda um caminho a percorrer. A estratégia passa por várias frentes, incluindo a atribuição de bolsas específicas para promover o talento feminino. O objectivo, afirmou, é claro: «Queremos que os nossos programas de MBA sejam, de forma crescente, um espaço onde as mulheres se revêm e onde sentem que a sua ambição de liderança é levada a sério.»

Por fim, a rede de alumni afirma- -se como um dos activos estratégicos do programa, reunindo mais de 40 mil profissionais em todo o mundo, distribuídos por três comunidades a que cada graduado passa a pertencer em simultâneo: o The Lisbon MBA Alumni Club; a Alumni Community da Nova SBE e da CATÓLICA-LISBON; e ainda a comunidade de Affiliate Alumni do MIT Sloan. Comunidades orientadas para a valorização do networking, a partilha de experiências e a promoção do lifelong learning.

Este artigo faz parte do Caderno Especial “MBA, Pós-graduações & formação de executivos”, publicado na edição de Maio (n.º 242) da Executive Digest.

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