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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Circulação na linha Amarela do metro de Lisboa interrompida por avaria na sinalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:20:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação na linha Amarela do metro de Lisboa está interrompida devido a avaria na sinalização, adiantou hoje a empresa na rede social X.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A circulação na linha Amarela do metro de Lisboa está interrompida devido a avaria na sinalização, adiantou hoje a empresa na rede social X.</P><br />
<P>De acordo com a publicação, divulgada pelas 20:50, a circulação na linha Amarela está interrompida devido a uma &#8220;avaria na sinalização&#8221;.</P><br />
<P>Devido ao Mundial de futebol, o Metropolitano de Lisboa encerrou hoje pelas 17:30 os acessos da estação do Terreiro do Paço para esta praça e para o Cais das Colunas, por motivos de segurança.</P><br />
<P>Numa nota publicada hoje na rede social X, a empresa referiu que a medida foi tomada &#8220;por razões de segurança relacionadas com a estreia da seleção nacional de futebol no Mundial de 2026 frente à RDCongo&#8221;, que terminou com um empate (1-1).</P><br />
<P>Também devido a avaria na sinalização a circulação na linha Azul esteve ao final da tarde interrompida entre Terreiro do Paço e Santa Apolónia, mas a situação ficou resolvida pelas 20:53, segundo divulgou a empresa no X.</P><br />
<P>O Terreiro do Paço tem sido palco de transmissão dos jogos do Mundial de 2026, reunindo os adeptos da competição junto ao Lisboa Football Arena, espaço criado numa parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Federação Portuguesa de Futebol, que permite acompanhar os jogos em ecrã gigante.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer até 19 de julho, dia da final, nos Estados Unidos, México e Canadá.</P><br />
<P>O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).</P><br />
<P>Normalmente, o metro funciona entre as 06h30 e as 01h00.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777803]]></sapo:autor>
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		<title>Nasce a totalmente europeia rede social W que pretende competir com a X</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:36:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A rede social W, criada por uma empresa sueca para competir com a X utilizando um modelo "totalmente europeu", alinhado com os objetivos de soberania tecnológica da UE, foi hoje lançada, em fase de testes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A rede social W, criada por uma empresa sueca para competir com a X utilizando um modelo &#8220;totalmente europeu&#8221;, alinhado com os objetivos de soberania tecnológica da UE, foi hoje lançada, em fase de testes.</P><br />
<P>Esta nova plataforma assenta no mesmo protocolo da Bluesky, outra rede social criada em 2019 pelo cofundador do antigo Twitter, Jack Dorsey, e foi desenvolvida pela W Social, uma companhia com sede na Suécia e dirigida por &#8220;uma equipa pan-europeia de empreendedores e investidores&#8221; de diversos setores, segundo a empresa.</P><br />
<P>&#8220;Estamos sediados na Europa, temos as infraestruturas e os centros de dados na Europa, operamos ao abrigo da legislação europeia e só os europeus podem ser acionistas da empresa&#8221;, afirmou a diretora executiva (CEO) da W Social, Anna Zeiter, numa apresentação em Bruxelas.</P><br />
<P>O modelo de negócio da rede social W assenta em duas fontes de receitas: publicidade, em conformidade com a Lei de Serviços Digitais (DSA) da UE e com os regulamentos de proteção de dados; e &#8220;micropagamentos&#8221; feitos pelos utilizadores, explicou Zeiter.</P><br />
<P>A W atribui especial importância à verificação da humanidade dos utilizadores, bem como ao respeito da privacidade, em contraste com os &#8216;bots&#8217; ou contas operadas por inteligência artificial (IA) que se multiplicam em outras plataformas digitais, e, para tal, aposta numa aplicação separada que permite aos utilizadores identificarem-se como humanos sem comprometer os seus dados pessoais. </P><br />
<P>A plataforma pode ser usada sem autenticação (apenas para ler e seguir outros utilizadores), mas a etapa de verificação é necessária para publicar mensagens e interagir com outros utilizadores na W.</P><br />
<P>Além disso, publicar com o nome verdadeiro permite aos utilizadores que os seus conteúdos tenham prioridade sobre os daqueles que desejam permanecer anónimos.</P><br />
<P>Todos os &#8216;posts&#8217; na rede social W são públicos por defeito na plataforma, construída com base no AT-Protocol, o protocolo descentralizado e de padrão aberto desenvolvido pela já referida Bluesky. </P><br />
<P>A plataforma foi aberta ao público em versão beta, depois de ter sido apresentada em fevereiro no Fórum de Davos, na Suíça.</P><br />
<P>Entre os utilizadores, encontram-se já algumas figuras políticas europeias de destaque, como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, adiro à W, plataforma em que os dados se alojam integralmente na Europa, o combate à desinformação é uma prioridade e os utilizadores são pessoas verdadeiras verificadas. Espero ter conversas mais humanas!&#8221;, escreveu António Costa na estreia na rede social.</P><br />
<P>Esta nova plataforma começa a funcionar depois de a Comissão Europeia ter apresentado, no início deste mês, um conjunto de leis para impulsionar as empresas europeias de serviços na nuvem e garantir o fornecimento de &#8216;chips&#8217;.</P><br />
<P>Tudo isto tem como objetivo reduzir a dependência tecnológica da UE em relação às empresas norte-americanas e chinesas, em relação às quais Bruxelas planeia em breve divulgar também um &#8220;plano abrangente sobre cibersegurança e IA&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777802]]></sapo:autor>
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		<title>Lula reage a declarações de Trump e promete apresentar urna eletrónica ao norte-americano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:24:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Lula da Silva, reagiu hoje às declarações do homólogo norte-americano, Donald Trump, sobre a situação política do Brasil, afirmando que os Estados Unidos têm de aprender com o sistema eleitoral brasileiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Lula da Silva, reagiu hoje às declarações do homólogo norte-americano, Donald Trump, sobre a situação política do Brasil, afirmando que os Estados Unidos têm de aprender com o sistema eleitoral brasileiro.</P><br />
<P>Lula respondeu a Trump durante uma conferência de imprensa realizada à margem da Cimeira do G7, em Évian, França, e prometeu mostrar ao chefe de Estado norte-americano uma urna eletrónica na próxima vez que os dois se encontrarem.</P><br />
<P>Antes, numa conferência de imprensa, Trump declarou que a situação política no Brasil é perigosa e que o país se tornou &#8220;um pouco complicado&#8221;.</P><br />
<P>Na ocasião, o político republicano foi questionado sobre se conversou durante o G7 sobre as novas tarifas impostas ao Brasil e sobre a classificação de fações criminosas brasileiras como organizações terroristas globais.</P><br />
<P>&#8220;Na verdade, passei bastante tempo com ele [Lula]. E o Brasil tornou-se um país um pouco complicado, não é? Politicamente. A situação política ficou um pouco perigosa. Você está falando do Brasil, certo? Tem sido algo desagradável&#8221;, completou.</P><br />
<P>Na sequência, Trump mostrou o seu apoio a Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato a Presidente do Brasil, e tornou a comentar o sistema eleitoral brasileiro ao dizer que &#8220;eles jogam duro, mas ninguém joga mais duro que os Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre essas declarações de Trump, Lula ironizou, dizendo que o norte-americano conhece pouco o Brasil.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que ele conhece pouco o Brasil. Se ele conhece o Brasil pela relação que ele tem com a família Bolsonaro, ele desconhece o Brasil&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O Presidente brasileiro defendeu a confiabilidade do sistema eleitoral do país e destacou a rapidez do apuramento dos resultados.</P><br />
<P>&#8220;Se tem alguém que tem que aprender com as eleições civilizadas no Brasil, é o meu amigo Trump&#8221;, afirmou o chefe de Estado brasileiro.</P><br />
<P>&#8220;Na próxima vez eu vou levar uma urna eletrónica para mostrar para ele como é que ela funciona&#8221;, ironizou.</P><br />
<P>Segundo Lula, Trump tem o direito de manter as suas preferências políticas e ideológicas, mas deve respeitar o princípio da não ingerência entre Estados.</P><br />
<P>&#8220;Ele pode continuar gostando do Bolsonaro, do pai, do filho, do neto. Não tem nenhum problema. (&#8230;)  Agora, não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil é um problema do Brasil&#8221;, indicou.</P><br />
<P>&#8220;O que eu quero é o respeito pelo Brasil que eu tenho pelos Estados Unidos&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Questionado sobre a sua relação com Trump durante a cimeira, Lula afirmou que não solicitou uma reunião bilateral com o Presidente norte-americano porque os dois países continuam a negociar questões das tarifas.</P><br />
<P>&#8220;Eu não pedi bilateral para o Trump porque nós estamos em negociação&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O chefe de Estado brasileiro criticou ainda as tarifas anunciadas por Washington contra produtos brasileiros e classificou a decisão como uma atitude inadequada.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada para o Brasil&#8221;, disse.</P><br />
<P>Lula afirmou que as negociações continuam a ser conduzidas pelos ministros e diplomatas dos dois países e manifestou confiança numa solução negociada.</P><br />
<P>Apesar das divergências, o Presidente brasileiro indicou que mantém aberta a possibilidade de um contacto direto com Trump caso as conversações não avancem.</P><br />
<P>&#8220;Se não der em nada, eu não tenho nenhum problema de pegar o telefone e ligar para o Trump outra vez e marcar uma outra conversa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P></P><br />
<P>MYMA // MLL</P><br />
<P>Lusa/</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777801]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Portugal empata com RD Congo na estreia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:02:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção portuguesa de futebol empatou hoje a um golo com a República Democrática do Congo, em encontro da primeira jornada do Grupo K do Mundial de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seleção portuguesa de futebol empatou hoje a um golo com a República Democrática do Congo, em encontro da primeira jornada do Grupo K do Mundial de 2026.</P><br />
<P>Em Houston, nos Estados Unidos, Portugal adiantou-se logo aos seis minutos, por João Neves, servido por Pedro Neto, mas, já nos descontos, aos 45+5, Yoane Wissa restabeleceu a igualdade, que se manteve até final.</P><br />
<P>Com este resultado, portugueses e congoleses seguem com um ponto, na frente do Grupo K, antes do embate entre a Colômbia e o estreante Uzbequistão, na Cidade do México.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777800]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parlamento regional dos Açores rejeita projetos de resolução do BE sobre a SATA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:56:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento dos Açores rejeitou hoje dois projetos de resolução, apresentados pelo BE, sobre a manutenção no grupo SATA da nova empresa de assistência em escala e um acordo estratégico entre as companhias aéreas SATA e TAP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento dos Açores rejeitou hoje dois projetos de resolução, apresentados pelo BE, sobre a manutenção no grupo SATA da nova empresa de assistência em escala e um acordo estratégico entre as companhias aéreas SATA e TAP.</P><br />
<P>O projeto de resolução que propunha a manutenção no grupo SATA da nova empresa de assistência em escala (&#8216;handling&#8217;) foi rejeitado com votos contra de PSD, Chega, CDS-PP, PPM e IL, votos a favor de BE e PAN e abstenção do PS.</P><br />
<P>O segundo, relativo ao acordo estratégico entre as companhias aéreas SATA e TAP, foi chumbado com votos contra de PSD, CDS-PP, PPM, IL e PAN, votos a favor de Chega e BE e abstenção do PS.</P><br />
<P>Na apresentação das propostas, o deputado do BE António Lima referiu que o grupo SATA é constituído por empresas estratégicas para a região e é &#8220;o instrumento mais importante para a mobilidade dos açorianos&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, sublinhou, apesar de o executivo regional de coligação PSD/CDS-PP/PPM &#8220;prometeu salvar a SATA&#8221;, hoje está &#8220;cada vez mais claro que o que tem sido feito é desmantelar&#8221; a empresa.</P><br />
<P>O Governo Regional, disse António Lima, &#8220;está a preparar a privatização total da Sata Handling, a nova empresa do grupo para onde transitaram cerca de 640 trabalhadores&#8221;, mas a decisão é &#8220;um enorme erro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Separar e privatizar esta função significa que o grupo SATA passará a depender totalmente de uma empresa privada que terá, na prática, um monopólio num mercado de pequena dimensão como o nosso&#8221;, alegou.</P><br />
<P>Quanto ao futuro da Azores Airlines/SATA Internacional, em processo de privatização, o deputado do BE lamentou que o executivo insista &#8220;numa solução que já falhou três vezes&#8221;, considerando que privatizar a empresa em seis meses é &#8220;uma corrida contra o tempo que só pode correr mal&#8221;.</P><br />
<P>Assim, defendeu, deveria existir um acordo estratégico entre a SATA e a TAP, que permitisse &#8220;reforçar a conectividade dos Açores, criar ganhos de escala e eficiência, aumentar a resiliência operacional e, ao mesmo tempo, preservar a autonomia regional e a missão&#8221; da companhia açoriana.</P><br />
<P>Pelo PS, Carlos Silva concordou que o Governo Regional devia ter tentado &#8220;manter o controlo do &#8216;handling&#8217;, tendo em conta a importância que tem&#8221; para a região.</P><br />
<P>Quanto à proposta de acordo estratégico entre as companhias aéreas SATA e TAP, o deputado socialista rejeitou a solução, argumentando que as empresas estão em processo de privatização.</P><br />
<P>Pelo PSD, Paulo Simões lembrou que não foi o atual executivo de coligação que &#8220;inventou a privatização do &#8216;handling'&#8221;, mas foi &#8220;empurrado&#8221; para tal &#8220;pela má governação que o PS fez&#8221; da SATA.</P><br />
<P>Por outro lado, acrescentou, atendendo aos dois processos de privatização que estão em curso, &#8220;nem a TAP pode negociar com a SATA, nem a SATA pode negociar com a TAP&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, o parlamentar Francisco Lima (Chega) contrapôs que a privatização do &#8216;handling&#8217; evitará a sua insolvência por incumprimento daquilo que é exigido pela União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Se existe uma posição da União Europeia para a privatização da empresa, o que é que o senhor pretende fazer&#8221;, questionou também João Mendonça (PPM), dirigindo-se ao deputado do BE.</P><br />
<P>Já Nuno Barata (IL) disse ter &#8220;imensas dúvidas&#8221; sobre como o Governo dos Açores quer &#8220;vender&#8221; a Azores Airlines, antevendo que se chegará ao final de 2026 e não se irá &#8220;ter nem TAP, nem Azores Airlines vendidas e os açorianos e os portugueses vão, mais uma vez, assumir os prejuízos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não concordamos que haja o ajuntamento de duas companhias completamente falidas&#8221;, acrescentou o parlamentar Pedro Neves (PAN) sobre a proposta de parceria entre SATA e TAP.</P><br />
<P>Pedro Pinto (CDS-PP) considerou as iniciativas do BE como &#8220;um absurdo político&#8221;, perguntando a António Lima onde é que as propostas se enquadram na decisão de privatização das duas empresas do grupo SATA.</P><br />
<P>Por parte do Governo Regional, o secretário das Finanças, Duarte Freitas, esclareceu que as operações em curso inserem-se no plano de restruturação assinado com a Comissão Europeia e garantiu que o serviço de &#8216;handling&#8217; &#8220;será sempre prestado por uma SATA pública, por uma SATA privada, ou por quem vencer o concurso das obrigações do serviço público (OSP)&#8221;.</P><br />
<P>Quanto à junção da TAP e da SATA, Duarte Freitas lembrou que &#8220;há acordos estratégicos&#8221; entre os dois grupos de aviação, mas que na fase em que está o processo de restruturação da SATA, outros tipos de acordos societários &#8220;são totalmente inviáveis&#8221;.</P><br />
<P>Na sessão plenária de hoje o parlamento dos Açores aprovou ainda, por unanimidade, um projeto de decreto legislativo que cria mecanismos de promoção e utilização obrigatória de sal iodado na administração pública regional, apresentado por PSD, CDS-PP e PPM.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777799]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro avisa que país deve preparar-se para concorrer ao fundo europeu de competitividade</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:52:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, avisou hoje que "ninguém pode ficar a dormir na forma" e que Governo, empresas e universidades devem preparar-se para concorrer ao futuro Fundo Europeu de Competitividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, avisou hoje que &#8220;ninguém pode ficar a dormir na forma&#8221; e que Governo, empresas e universidades devem preparar-se para concorrer ao futuro Fundo Europeu de Competitividade.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém pode dormir na forma. O Governo, a administração pública, as universidades, politécnicos, agentes económicos têm de estar na primeira linha da antecipação de 01 janeiro de 2028, aplicados desde a primeira hora em entrar nesse processo concorrencial&#8221;, defendeu o chefe do Governo, durante o debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira, no qual o próximo orçamento da União Europeia (Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034) estará em debate.</P><br />
<P>A proposta do executivo comunitário prevê a criação de um fundo dirigido às empresas e universidades, que terão de apresentar projetos em concorrência com outros países.</P><br />
<P>&#8220;Temos de preparar o país para os fundos concorrenciais. Não podemos ter medo da concorrência, temos de vencer a concorrência&#8221;, sublinhou Montenegro.</P><br />
<P>Pelo PS, Eduardo Pinheiro considerou que &#8220;esta nova realidade exige uma capacidade muito maior de antecipação, preparação e articulação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não está em causa a capacidade, mas saber se estamos estruturalmente preparados para concorrer com os melhores projetos da Europa&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Sobre o próximo orçamento plurianual comunitário, o primeiro-ministro afirmou que a mais recente proposta da presidência cipriota do Conselho da UE &#8220;é um ponto de partida, ainda está longe de ser o ponto de chegada&#8221;.</P><br />
<P>Portugal, prosseguiu, privilegia &#8220;as politicas de coesão e um panorama que não prejudique o caminho que fez até aqui&#8221;, além de &#8220;não esquecer as regiões ultraperiféricas&#8221;, Açores e Madeira, e querer &#8220;aprofundar as condições de aplicação e acesso a fundos competitivos, em especial o da competitividade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Queremos uma Europa mais competitiva, menos burocrática e focada no conhecimento e inovação para que não fiquemos mais uma vez para trás no desenvolvimento&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O primeiro-ministro recordou que a Comissão &#8220;propôs um acréscimo de recursos que precisa de ter a aceitação dos Estados&#8221;, referiu o primeiro-ministro, antecipando uma &#8220;negociação muito difícil&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos de robustecer o orçamento (&#8230;) mas é preciso que os Estados queiram, é preciso que haja apoio político&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Montenegro indicou que defende que &#8220;um caminho para um bolo um pouco maior é adiar, protelar, reequacionar a forma de devolução do pagamento do PRR&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Já que não temos a oportunidade de constituir mais dívida comum, então vamos aproveitar para recalendarizar a que temos e permitir que ela possa ter uma utilização ou os recursos que estavam destinados a pagá-la possam ter uma utilização no próximo quadro financeiro plurianual&#8221;, disse.</P><br />
<P>Com esta medida, salientou, &#8220;ninguém vai ficar mais pobre, não há nenhum problema com aprovação nos parlamentos nacionais, não há nenhuma necessidade de alterar a filosofia&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777798]]></sapo:autor>
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		<title>Repetição de cartoon em exame de português e manual de apoio levanta polémica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:50:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A utilização de uma imagem de um manual de estudo no exame nacional de português está a motivar críticas de professores, que se queixam de desigualdade entre os alunos que compraram o referido livro e os restantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A utilização de uma imagem de um manual de estudo no exame nacional de português está a motivar críticas de professores, que se queixam de desigualdade entre os alunos que compraram o referido livro e os restantes.</P><br />
<P>&#8220;É inaceitável o que se passou. Há alunos que tiveram sorte e, com isso, sabiam a resposta, os outros nem por isso&#8221;, afirmou à Lusa Carlos Ceia, catedrático da Universidade Nova.</P><br />
<P>Em causa está o facto de uma das perguntas do exame ser igual a uma prova de preparação de um manual de apoio para a prova deste ano, algo que Carlos Ceia considera &#8220;perfeitamente absurdo e injusto&#8221;.</P><br />
<P>A pergunta contempla uma análise crítica em relação a um cartoon do artista iraniano Takjoo, que tem como título &#8220;trabalho infantil&#8221; e inclui uma criança a costurar num cavalo de madeira.</P><br />
<P>A mesma imagem foi utilizada num manual deste ano e continha a legenda &#8220;e se o teu lápis fosse uma ferramenta contra o trabalho forçado?&#8221;. O exame não indicava essa legenda, mas pedia, igualmente, um comentário crítico à imagem.</P><br />
<P>&#8220;Os autores do exame falharam e criaram uma situação iníqua&#8221;, acusou Carlos Ceia, considerando que houve &#8220;alunos que tiveram a sorte de treinar nesse livro&#8221; e &#8220;alunos que tiveram azar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há desculpa para o que aconteceu. Os autores têm de criar perguntas novas e não podem ir buscar umas já existentes&#8221;, acrescentou ainda.</P><br />
<P>Por seu turno, Carmo Oliveira, da Associação de Professores de Português (APP), considerou que se tratou de &#8220;uma coincidência infeliz&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os alunos compram muitos livros e é incontrolável o que se passou. Qualquer professor poderia ter utilizado essa imagem&#8221;, afirmou a professora da associação.</P><br />
<P>Em comunicado enviado entretanto, a organização confirmou que &#8220;nomeia especialistas para realizarem a auditoria das provas&#8221; de português, mas reafirmou o profissionalismo do processo.</P><br />
<P>Admitindo que a inclusão de uma pergunta com um pedido de &#8220;apreciação crítica do mesmo cartoon publicado em agosto de 2025 num livro de apoio aos exames&#8221;, a associação lamentou &#8220;a infeliz coincidência&#8221; e salientou que a autora do manual, que integra a direção da APP &#8220;não é autora de provas de avaliação externa, não é nem nunca foi nomeada como auditora de provas e não forneceu nem teve acesso a informação privilegiada&#8221;.</P><br />
<P>A associação reafirmou o &#8220;caráter totalmente sigiloso de todo o processo, imprescindível para a elevada qualidade do trabalho realizado em avaliação externa e para a confiança da comunidade educativa e da sociedade, em geral, na avaliação externa dos alunos&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, para Carlos Ceia, &#8220;há uma violação do princípio da confiança&#8221; em todo o processo e a pergunta deve ser anulada, porque, &#8220;objetivamente houve alunos que tiveram uma sorte que lhes deu uma vantagem&#8221;.</P><br />
<P>O docente criticou outros pontos do exame, considerando-o &#8220;desajustado&#8221; e &#8220;com vários erros pedagógicos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este exame é a base do insucesso da disciplina de português&#8221;, porque os professores &#8220;vão treinando os alunos para esta tipologia de exames e este tipo de perguntas&#8221;, acrescentou ainda.</P><br />
<P>Em resposta à Lusa, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação disse que a &#8220;elaboração do item do exame nacional em questão&#8221; foi &#8220;anterior à publicação do manual de preparação para os exames de 2026 da Leya&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Assim sendo, não seria possível a equipa&#8221; que faz os exames &#8220;verificar a existência prévia de um item (cujo objeto de avaliação é a escrita, com um suporte idêntico) que ainda não tinha sido publicado&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>Segundo a tutela, &#8220;nem a autora, que não faz parte de nenhuma equipa de elaboração de provas&#8221;, nem &#8220;a referida editora tiveram qualquer acesso prévio ao conteúdo do exame&#8221;, salientando que o &#8220;cartoon em causa se destacou num concurso internacional, pelo que a sua visibilidade pública é notória&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777796]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Acordo prevê diluição de urânio enriquecido em troca de suspensão de sanções &#8211; EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:41:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão prevê a diluição do urânio enriquecido iraniano e a suspensão de sanções a Teerão, no quadro das negociações a concluir em 60 dias, indicaram hoje as autoridades norte-americanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão prevê a diluição do urânio enriquecido iraniano e a suspensão de sanções a Teerão, no quadro das negociações a concluir em 60 dias, indicaram hoje as autoridades norte-americanas.</P><br />
<P>Responsáveis dos Estados Unidos leram a minuta do memorando aos jornalistas, após dias de secretismo e especulações sobre o conteúdo, que, segundo o texto divulgado, implica um mecanismo para gerir os &#8216;stocks&#8217; de urânio iranianos &#8220;utilizando, no mínimo, um método de diluição no local sob a supervisão da AIEA [Agência Internacional de Energia Atómica]&#8221;.</P><br />
<P>Em troca, os Estados Unidos vão suspender, mas não eliminar, algumas sanções contra o Irão.</P><br />
<P>A minuta do acordo garante a passagem gratuita da navegação comercial pelo estreito de Ormuz durante 60 dias, mas não impede a cobrança de taxas no futuro, segundo as autoridades de Washington sob anonimato.</P><br />
<P>O entendimento, que tem assinatura prevista para sexta-feira na Suíça, estipula que o Irão receba pelo menos 300 mil milhões de dólares (260 mil milhões de euros) ao abrigo de um fundo para a reconstrução pós-guerra e o desenvolvimento económico da República Islâmica, caso seja alcançado um acordo final sobre o programa nuclear.</P><br />
<P>Teerão poderá retomar as vendas de petróleo assim que o memorando for assinado e as sanções serão levantadas se for alcançado um acordo final após o período de negociação de 60 dias, detalharam as autoridades de Washington.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777795]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores Lusa e RTP temem que falta de objetividade do Governo comprometa serviço público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:37:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As comissões de trabalhadores da RTP e da Lusa alertaram hoje que o serviço público de notícias pode ficar "seriamente comprometido" devido à "falta de objetividade do Governo no chamado 'processo de transformação' das duas empresas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As comissões de trabalhadores da RTP e da Lusa alertaram hoje que o serviço público de notícias pode ficar &#8220;seriamente comprometido&#8221; devido à &#8220;falta de objetividade do Governo no chamado &#8216;processo de transformação&#8217; das duas empresas&#8221;.</P><br />
<P>A reação, em comunicado conjunto das estruturas representativas dos trabalhadores das duas empresas públicas, surge após as declarações do ministro da Presidência, António Leitão Amaro, hoje na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República.</P><br />
<P>Segundo as comissões de trabalhadores, o governante voltou a demonstrar que pretende &#8220;transformar&#8221; o serviço público assegurado pela RTP e pela Lusa através de &#8220;medidas apressadas, pouco precisas&#8221; que podem &#8220;destruir o serviço público de informação&#8221;.</P><br />
<P>A Comissão de Trabalhadores da RTP sustenta que as declarações do ministro revelam &#8220;uma política assente em perceções pessoais, em detrimento de dados concretos e objetivos claros&#8221;, criticando a ausência de uma visão estratégica para a empresa mais de um ano após a assinatura do novo Contrato de Concessão.</P><br />
<P>Os representantes dos trabalhadores da RTP consideram ainda que a modernização da empresa é incompatível com os atuais constrangimentos à contratação e mostram preocupação com o anúncio de novas reestruturações quando ainda decorre um processo de reorganização &#8220;cujo desenho permanece indefinido&#8221;.</P><br />
<P>A Comissão de Trabalhadores da RTP manifesta ainda preocupação &#8220;pelo facto de o Governo nunca afastar inequivocamente cenários de privatização, alimentando propósitos populistas e demagógicos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Causa igualmente estranheza que o ministro se pronuncie publicamente sobre a negociação salarial que ainda decorre, dando-a, aparentemente, como encerrada e substituindo-se ao Conselho de Administração e às estruturas sindicais envolvidas&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Já a Comissão de Trabalhadores da Lusa acusa o ministro de voltar a confundir a renegociação do Acordo de Empresa com a sua denúncia, acrescentando que a forma como o processo está a decorrer &#8220;já está a afetar gravemente a &#8216;paz social&#8217; junto dos trabalhadores da empresa que sentem os direitos comprometidos&#8221;.</P><br />
<P>A estrutura critica igualmente o facto de o governante não ter abordado os estatutos propostos para a agência de notícias, contestados pelos representantes dos trabalhadores e já objeto de iniciativas junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, da Provedoria de Justiça e de instâncias europeias.</P><br />
<P>&#8220;No essencial, o Governo continua a não ter um plano concreto sobre jornalismo de serviço público tendo o ministro da tutela confirmado que tomou decisões com base em observações pessoais que, na nossa opinião, não têm qualquer tipo de sustentação técnica&#8221;, criticam.</P><br />
<P>As estruturas representativas dos trabalhadores afirmam ainda estar disponíveis para discutir mudanças &#8220;sempre que sejam construtivas e dentro do quadro do cumprimento do serviço público, essencial à democracia&#8221;, reiterando que continuarão a recorrer às instituições na defesa dos trabalhadores e do serviço público.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777793]]></sapo:autor>
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		<title>UGT vai ao parlamento assistir ao debate sobre alterações à lei laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma delegação da UGT, liderada pelo secretário-geral, Mário Mourão, vai assistir à discussão, na generalidade, da proposta de lei do Governo de revisão da legislação laboral, foi hoje anunciado pela central sindical, que pede "uma legislação laboral equilibrada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma delegação da UGT, liderada pelo secretário-geral, Mário Mourão, vai assistir à discussão, na generalidade, da proposta de lei do Governo de revisão da legislação laboral, foi hoje anunciado pela central sindical, que pede &#8220;uma legislação laboral equilibrada&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Uma delegação de dirigentes sindicais da UGT, liderada pelo secretário-geral, Mário Mourão, estará amanhã [quinta-feira], 18 de junho, nas galerias da Assembleia da República, para acompanhar o debate, na generalidade, do Pacote Laboral&#8221;, adianta a central sindical, na nota de agenda enviada às redações. </P><br />
<P>A UGT argumenta que esta presença &#8220;traduz a importância que a Central atribui a uma matéria com impacto direto nos direitos dos trabalhadores, nas relações laborais e na negociação coletiva&#8221; e sublinha que &#8220;continuará a acompanhar de perto o processo parlamentar, defendendo uma legislação laboral equilibrada, assente na valorização do trabalho, na proteção dos trabalhadores e no reforço da contratação coletiva&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Ao longo dos últimos meses, a UGT participou ativamente no processo de discussão das alterações à legislação laboral, apresentando propostas e alertando para as consequências de medidas que possam representar um retrocesso nos direitos laborais e um agravamento da precariedade&#8221;, acrescenta ainda.</P><br />
<P>A proposta do Governo de revisão da legislação laboral é discutida na quinta-feira no parlamento, estando prevista uma concentração da CGTP em frente à Assembleia da República para exigir &#8220;a derrota do pacote laboral&#8221;. </P><br />
<P>Na sexta-feira, o secretário-geral da CGTP afirmou que há &#8220;todas as condições&#8221; para o documento &#8220;ser derrotado&#8221; no parlamento, reiterando que os partidos serão responsabilizados pelo seu posicionamento e acusou o Governo de &#8220;encurtar prazos&#8221;, dado que a consulta pública termina em 02 de julho.</P><br />
<P>Sem referir diretamente a UGT, Tiago Oliveira disse ainda que esta central sindical é que &#8220;tem assumido&#8221; ao longo dos últimos meses &#8220;a condução da luta&#8221; contra o pacote laboral e avisou que a CGTP não condiciona a sua intervenção &#8220;a ninguém&#8221;.</P><br />
<P>A CGTP realizou no passado 03 de junho uma nova greve geral contra a proposta do Governo, mas ao contrário do que aconteceu em dezembro, a paralisação não contou com a adesão da UGT. </P><br />
<P>Mário Mourão considerou, na altura, a greve &#8220;extemporânea&#8221;, mas não excluiu avançar com uma nova paralisação mais perto da data do documento ser votado no parlamento, não detalhando, no entanto, se seria na generalidade ou na votação final global. </P><br />
<P>Após não ter alcançado acordo entre os parceiros sociais que compõem a Concertação Social, a proposta do Governo deu entrada na Assembleia da República em 18 de maio e contempla &#8220;mais de 50 alterações&#8221; ao anteprojeto inicial, das quais 12 provenientes da UGT, segundo referiu a ministra do Trabalho, aquando da aprovação do diploma em Conselho de Ministros.</P><br />
<P>Entre as medidas apontadas como &#8216;traves mestras&#8217;, o Governo manteve a versão inicial do seu anteprojeto relativa ao prazo dos contratos, prevendo que volte a ter um máximo de três anos no caso dos contratos a termo certo e de cinco anos a termo incerto, e insiste no regresso do banco de horas individual, bem como na revogação da norma relativa à proibição de recurso ao &#8216;outsourcing&#8217; [contratação de trabalho externo] durante um ano após despedimentos.</P><br />
<P>Quanto à não reintegração de trabalhadores em caso de despedimento ilícito, mantém-se igual à da proposta inicial do executivo, sendo alargada às empresas de pequena, média e grande dimensão, quando na lei atual só está disponível para as microempresas (empresas com até nove trabalhadores) ou quando os visados exercem cargos de administração ou direção.</P><br />
<P>No entanto, o Governo propõe aumentar o valor da indemnização, passando o referencial para o seu cálculo dos atuais 30 a 60 dias por ano para 45 a 60 dias.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777791]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal quarto no Mundial de atletismo para desportistas com síndrome de Down</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:20:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal terminou hoje os Campeonatos do Mundo de atletismo para desportistas com síndrome de Down com 13 medalhas, assegurando em Sofia duas de ouro, quatro de prata e sete de bronze, que lhe valeram o quarto lugar coletivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal terminou hoje os Campeonatos do Mundo de atletismo para desportistas com síndrome de Down com 13 medalhas, assegurando em Sofia duas de ouro, quatro de prata e sete de bronze, que lhe valeram o quarto lugar coletivo. </P><br />
<P>Na competição organizada pela Associação Internacional de Atletismo para Pessoas com Síndrome de Down (IAADS), os lusos garantiram hoje os derradeiros três pódios, com Beatriz Bastos e ser prata e João Machado bronze, ambos no lançamento do peso.</P><br />
<P>Prata igualmente para a estafeta 4×400 metros, composta por João Machado, Vasco Avelino, Nelson Silva e Luís Gonçalves.</P><br />
<P>Na classificação final da competição por seleções, vitória para o México, com 248 pontos, seguido da República Checa, com 176,5, e da Polónia, com 143,5, enquanto Portugal foi quarto, com 96 pontos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777788]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal rejeita retirar competências à chefe da diplomacia da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo português demarcou-se hoje da posição de França e da Alemanha para retirar competências à chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, rejeitando que a condução da política externa da União Europeia fique dependente "de um ou dois Estados-membros".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo português demarcou-se hoje da posição de França e da Alemanha para retirar competências à chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, rejeitando que a condução da política externa da União Europeia fique dependente &#8220;de um ou dois Estados-membros&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Chega vê com satisfação a notícia de que a França e a Alemanha se preparam para limitar consideravelmente as competências da alta representante da União Europeia (UE)) para os Negócios Estrangeiros. Parece evidente que à senhora [Kaja] Kallas faltam as características elementares do domínio dos temas e do bom senso diplomático nos tempos perigosos que vivemos&#8221;, afirmou hoje o deputado Ricardo Dias, no debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira.</p>
<p>Para o Chega, a Europa &#8220;precisa mais do que nunca de profissionalismo e maturidade nas suas instituições&#8221; e &#8220;não pode continuar refém do diletantismo da senhora Kallas&#8221;, cuja &#8220;inconcebível falta de tato diplomático enfraquece a diplomacia europeia&#8221;.</p>
<p>O jornal Financial Times noticiou na semana passada, citando fontes diplomáticas, que Paris, Berlim e outras capitais estão a estudar opções para retirar poderes à chefe da diplomacia da UE e do Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE), que lidera, devolvendo-os à Comissão Europeia e aos Estados-membros.</p>
<p>Uma posição que &#8220;não tem acolhimento&#8221; do Governo português, disse hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro.</p>
<p>&#8220;A solução é alguns Estados reassumirem competências do ponto de vista da condução da política externa da União e, portanto, ficarmos mais dependentes da vontade de um Estado-membro, de dois Estados-Membros, (o que) não tem respaldo no espírito da construção Europeia&#8221;, sustentou o chefe do Governo, rematando: &#8220;Eu tenho uma posição precisamente contrária&#8221;.</p>
<p>Para Montenegro, &#8220;dizer que esta nação é mais importante do que aquela é exatamente o contrário daquilo que se deve fazer, porque a Europa vai aparecer, aos olhos do mundo, como uma Europa fraca, frágil&#8221;.</p>
<p>O primeiro-ministro considerou &#8220;muito negativo&#8221; que &#8220;se multipliquem os fóruns de debate internacional com os mesmos agentes que fazem parte da União Europeia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Somos contra a formação de grupos, nomeadamente o chamado grupo dos 6&#8221;, disse, referindo-se aos seis países mais populosos da UE &#8211; Alemanha, França, Itália, Espanha, Países Baixos e Polónia.</p>
<p>&#8220;Não serve os interesses da União, não serve os interesses de solidariedade, não serve os interesses de possibilitar níveis de desenvolvimento similares&#8221;, comentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777787]]></sapo:autor>
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		<title>Cadeia hoteleira lança &#8220;anti-appy hour&#8221; para afastar hóspedes das redes sociais e dos telemóveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[YOTEL]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma cadeia internacional de hotéis decidiu combater a crescente dependência dos dispositivos móveis durante as viagens através de uma iniciativa pouco convencional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cadeia internacional de hotéis decidiu combater a crescente dependência dos dispositivos móveis durante as viagens através de uma iniciativa pouco convencional. A YOTEL lançou o chamado “anti-appy hour”, um programa que desafia os hóspedes a afastarem-se temporariamente das redes sociais e de outras distrações digitais para privilegiarem experiências mais autênticas durante a estadia.</p>
<p>A iniciativa foi apresentada por ocasião do Dia Mundial do Bem-Estar e está disponível em várias unidades da marca espalhadas pelo mundo. Em cidades europeias como Amesterdão, Edimburgo, Glasgow, Londres e Manchester, os hóspedes podem participar numa experiência concebida para promover uma maior ligação ao momento presente e reduzir o tempo passado em frente aos ecrãs.</p>
<p>Segundo a empresa, o objetivo passa por “criar espaço para experiências de viagem mais significativas”, numa altura em que as férias deixaram de representar necessariamente um período de desconexão tecnológica. A expansão do acesso à internet de alta velocidade, incluindo em voos comerciais, e a utilização constante de plataformas como Instagram, X e outras redes sociais fizeram com que muitos viajantes permanecessem ligados ao mundo digital mesmo durante os períodos de lazer.</p>
<p><strong>Como funciona a “anti-appy hour”</strong><br />
Para participar, os hóspedes têm primeiro de descarregar a aplicação Bloom. Depois, ao dirigirem-se ao bar do hotel, podem aproximar o telemóvel de um cartão físico Bloom, ativando o bloqueio temporário das aplicações que escolherem.</p>
<p>Durante uma hora, as aplicações selecionadas ficam inacessíveis no dispositivo. Redes sociais como Instagram ou X estão entre os exemplos mais óbvios, mas o sistema pode ser utilizado para bloquear outras plataformas consideradas distrativas.</p>
<p>Terminada a sessão, os funcionários do hotel informam o participante de que o período terminou. Para recuperar o acesso às aplicações bloqueadas, é necessário voltar a aproximar o telemóvel do cartão físico Bloom.</p>
<p><strong>Tecnologia criada para dificultar recaídas digitais</strong><br />
A aplicação Bloom foi lançada em 2024 e distingue-se de outros programas de bloqueio digital por exigir a utilização de um cartão físico para desbloquear novamente o acesso às aplicações.</p>
<p>A lógica é simples: se o utilizador tiver de se levantar e procurar fisicamente o cartão para recuperar o acesso às redes sociais, terá menos tendência para interromper a experiência de desconexão.</p>
<p>Este mecanismo pretende reduzir os impulsos automáticos de consultar notificações, verificar atualizações ou navegar sem objetivo pelas plataformas digitais.</p>
<p><strong>Conversas, postais e cocktails em vez de notificações</strong><br />
Durante a hora de bloqueio digital, a cadeia hoteleira sugere várias atividades alternativas. Os hóspedes são incentivados a escrever um postal para alguém de quem sintam saudades, experimentar um cocktail especial criado no âmbito da parceria com a Bloom ou simplesmente conversar com amigos, familiares ou outros viajantes.</p>
<p>A iniciativa surge num contexto de crescente preocupação com os impactos do excesso de tempo de ecrã na saúde mental e no bem-estar. Diversos estudos têm apontado para os benefícios de períodos regulares de desconexão digital, sobretudo durante férias e momentos de descanso.</p>
<p>A colaboração entre a YOTEL e a Bloom não se limita ao período de estadia. Os hóspedes que participarem na iniciativa podem adquirir cartões Bloom com um desconto de 10%, permitindo continuar a utilizar o sistema de bloqueio digital fora do ambiente hoteleiro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777544]]></sapo:autor>
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		<title>Fed decide manter taxas de juro em primeira reunião liderada por Warsh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reserva Federal americana (Fed) decidiu manter as taxas de juro no intervalo entre 3,50% e 3,75%, após uma reunião de dois dias que marcou a estreia de Kevin Warsh à frente da instituição, anunciou, num comunicado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Reserva Federal americana (Fed) decidiu manter as taxas de juro no intervalo entre 3,50% e 3,75%, após uma reunião de dois dias que marcou a estreia de Kevin Warsh à frente da instituição, anunciou, num comunicado. </P><br />
<P>Segundo a nota, o Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC), &#8220;decidiu manter o intervalo-alvo para a taxa de fundos federais&#8221; entre 3,50% e 3,75%, em &#8220;apoio ao duplo mandato da Reserva Federal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Comité reafirmou a sua política de manter reservas abundantes no sistema bancário&#8221;, destacou ainda. </P><br />
<P>&#8220;A atividade económica está a expandir-se a um ritmo sólido, apesar da elevada incerteza que se deve, em parte, ao conflito no Médio Oriente&#8221;, destacou a Fed. </P><br />
<P>Por outro lado, &#8220;o crescimento da produtividade e o investimento de capital apresentam-se fortes&#8221;, sendo que &#8220;o aumento do emprego tem acompanhado o crescimento da população ativa, e a taxa de desemprego tem-se mantido praticamente inalterada&#8221;, referiu. </P><br />
<P>Já a inflação &#8220;permanece elevada em relação à meta de 2% do Comité, refletindo, em parte, choques de oferta que impulsionaram aumentos de preços em determinados setores, incluindo o da energia&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>&#8220;O Comité irá garantir a estabilidade dos preços&#8221;, salientou. </P><br />
<P>Ainda assim, num documento de projeções trimestrais, citado pela AP, nove responsáveis da Reserva Federal afirmaram que esperavam pelo menos um aumento das taxas de juro este ano, tendo seis deles defendido dois ou mais aumentos.</P><br />
<P>Trata-se de uma mudança acentuada em relação a março, altura em que nenhum decisor político previa um aumento das taxas e o comité, no seu conjunto, previa um corte em 2026. </P><br />
<P>Esta mudança reflete o reconhecimento de que a inflação se encontra no seu nível mais elevado dos últimos três anos e muitos responsáveis afirmaram, em discursos recentes, que, caso a inflação não diminua, poderá ser necessário aumentar as taxas já no final do ano.</P><br />
<P>O Presidente dos EUA, Donald Trump, tem pressionado a instituição para que acelere a descida de juros, que se mantém no mesmo nível desde dezembro. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777783]]></sapo:autor>
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		<title>Inaugurado novo Centro de Coordenação Operacional da Afocelca na Figueira da Foz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Afocelca, empresa de proteção florestal detida pelos grupos do setor da celulose Altri e The Navigator Company, inaugurou hoje o novo Centro de Coordenação Operacional, reforçando a capacidade de prevenção, monitorização e resposta aos incêndios rurais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Afocelca, empresa de proteção florestal detida pelos grupos do setor da celulose Altri e The Navigator Company, inaugurou hoje o novo Centro de Coordenação Operacional, reforçando a capacidade de prevenção, monitorização e resposta aos incêndios rurais.</P><br />
<P>&#8220;Este centro é a expressão concreta e o compromisso continuado com a inovação, a excelência operacional e a melhoria permanente dos meios de prevenção de combate. Aqui estarão concentradas capacidades acrescidas de monitorização, coordenação, gestão operacional, apoiadas por tecnologia de última geração e por equipas altamente qualificadas&#8221;, afirmou o presidente executivo da Altri José Pina.</P><br />
<P>O novo Centro de Coordenação Operacional da Afocelca está localizado nas instalações da Celbi, na Leirosa, no concelho da Figueira da Foz, no litoral do distrito de Coimbra.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de um investimento orientado para o futuro, preparado para responder aos desafios de uma floresta cada vez mais exigente e de um contexto climático que requer maior capacidade de antecipação e de adaptação&#8221;, defendeu José Pina, na sua intervenção.</P><br />
<P>A cerimónia de inauguração contou, entre outros, com a presença do secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira, e do vereador do Ambiente da Câmara da Figueira da Foz, Ricardo Silva. </P><br />
<P>O diretor executivo da Afocelca, Sérgio Gomes, explicou aos jornalistas que desde a criação da empresa de proteção florestal, em 2002, já existia um Centro de Coordenação Operacional, que agora foi alvo de intervenção.</P><br />
<P>&#8220;Nós ampliámos o Centro de Coordenação Operacional e a sala de operações. A sala de operações era um espaço muito mais pequeno que não nos permitia desenvolver determinado tipo de tarefas que hoje nos é permitido. E, naturalmente, a tecnologia, tudo o que é associado à inteligência artificial, hoje, é nos permitido usufruir dessa tecnologia&#8221;, disse. </P><br />
<P>O Centro de Coordenação Operacional é, segundo o responsável, onde &#8220;começa e termina&#8221; toda a atividade da Afocelca.</P><br />
<P>&#8220;É aqui que os incêndios chegam para poderem ser tratados, para poderem ser despachados meios, se houver a necessidade de o fazer. Se tivermos de simular, de recorrer a outras tecnologias para perceber o potencial que aquele incêndio nos pode vir a trazer, é aqui que é estudado&#8221;, adiantou. </P><br />
<P>Sérgio Gomes apontou como mais-valias do novo centro para país o facto de a Afocelca intervir &#8220;em mais de 90% fora do património&#8221; das empresas e de &#8220;ter grande parte do seu dispositivo assente em pessoas que, ao longo de todo ano, trabalham na floresta&#8221;.</P><br />
<P>A AFOCELCA conta com cerca de 500 elementos e, para 2026, o orçamento previsto é de 5,164 milhões de euros.</P><br />
<P>Desde 2006, integra o dispositivo nacional de defesa da floresta contra incêndios, atuando em coordenação com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e demais entidades responsáveis pela gestão integrada de fogos rurais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777782]]></sapo:autor>
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		<title>A corrida para trazer o ouro de volta: bancos centrais já não confiam como antes em Londres e Nova Iorque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, guardar ouro em Londres ou Nova Iorque era quase sinónimo de segurança absoluta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, guardar ouro em Londres ou Nova Iorque era quase sinónimo de segurança absoluta. Os cofres do Banco de Inglaterra e da Reserva Federal de Nova Iorque funcionavam como pilares discretos da arquitetura financeira do pós-guerra, lugares onde bancos centrais de todo o mundo mantinham parte das suas reservas estratégicas. Mas esse consenso começa a mudar, escreve o &#8216;El Economista&#8217;: cada vez mais países querem recuperar o ouro e trazê-lo para dentro das suas fronteiras.</p>
<p>O que parecia uma questão meramente logística tornou-se uma decisão estratégica. A repatriação do ouro está hoje ligada à soberania financeira, à fragmentação geopolítica e a uma palavra que surge de forma recorrente nos relatórios dos bancos centrais: confiança. Ou, mais precisamente, a perda gradual dessa confiança.</p>
<p>Segundo dados do Conselho Mundial do Ouro citados pelo jornal espanhol, 19% dos bancos centrais afirmam ter aumentado as reservas domésticas de ouro ou diversificado a localização das suas reservas nos últimos 12 meses. Um ano antes, essa percentagem era de apenas 7%. Ao mesmo tempo, diminui a fatia de instituições que mantém parte do ouro em Londres ou Nova Iorque.</p>
<p>A explicação passa pelo receio de que ativos guardados sob jurisdição estrangeira possam deixar de estar plenamente acessíveis em momentos de crise. Shaokai Fan, responsável global para bancos centrais no Conselho Mundial do Ouro, aponta as “preocupações geopolíticas” e o risco de perda de acesso às reservas como fatores centrais desta mudança.</p>
<p>O grande alerta surgiu em 2022, depois da invasão russa da Ucrânia e do congelamento de quase 300 mil milhões de dólares, cerca de 258 mil milhões de euros, em reservas internacionais russas. Embora o ouro físico seja diferente das reservas cambiais, a mensagem foi clara para muitos governos: ativos mantidos no estrangeiro podem ficar expostos a decisões políticas, sanções e disputas entre potências.</p>
<p>A Alemanha já tinha iniciado antes esse caminho, mas o debate ganhou nova força. O Bundesbank mantém ainda 1.236 toneladas de ouro em Nova Iorque, cerca de 37% das suas reservas totais. Oficialmente, Berlim continua a considerar segura a custódia nos Estados Unidos, mas aumentou a pressão política para rever a estratégia e repatriar mais barras.</p>
<p>A questão tornou-se ainda mais sensível com o regresso de Donald Trump à Casa Branca e com o receio, em algumas capitais europeias, de políticas americanas mais erráticas. O &#8216;El Economista&#8217; refere que França e Alemanha estão a tomar, ou a ponderar tomar, decisões que antes seriam vistas como delicadas: retirar ouro dos Estados Unidos e reforçar as reservas em território nacional.</p>
<p>França protagonizou um dos movimentos mais relevantes dos últimos anos ao retirar 129 toneladas de ouro da Reserva Federal de Nova Iorque entre julho de 2025 e janeiro de 2026, passando a armazenar todas as suas reservas dentro das próprias fronteiras. Já a Índia reduziu a proporção de ouro guardado no estrangeiro de 55%, em março de 2023, para 22%, em março de 2026.</p>
<p>A valorização do ouro também ajuda a explicar a mudança. Com a onça em torno de 4.200 dólares, cerca de 3.612 euros, muitos países voltaram a olhar para reservas que tinham permanecido durante anos longe do centro da discussão política. Quando o metal parecia estabilizado entre 1.000 e 1.500 dólares, entre cerca de 860 e 1.290 euros, mantê-lo fora do país parecia menos problemático. Quanto mais valioso se torna, maior é o interesse em controlar diretamente a sua localização.</p>
<p>O movimento tem ainda uma dimensão simbólica. Charles-Henry Monchau, diretor de investimentos do Syz Group, recorda o precedente francês de 1965, quando Charles de Gaulle enviou um navio de guerra a Nova Iorque para recuperar ouro em troca de dólares, num desafio direto à hegemonia monetária americana. Seis décadas depois, a desconfiança em relação aos sistemas baseados no dólar volta a ganhar espaço.</p>
<p>A repatriação do ouro coincide com outro dado relevante: pela primeira vez, o metal precioso ultrapassou as obrigações do Tesouro dos EUA como principal ativo de reserva dos bancos centrais. O valor do ouro detido pelas autoridades monetárias ronda agora os quatro biliões de dólares, cerca de 3,44 biliões de euros, superando os cerca de 3,9 biliões de dólares, perto de 3,35 biliões de euros, investidos em dívida pública americana.</p>
<p>Isto não significa uma substituição abrupta do dólar, mas indica uma procura crescente por diversificação. De acordo com o Conselho Mundial do Ouro, 45% dos bancos centrais inquiridos esperam aumentar as reservas de ouro nos próximos 12 meses, a percentagem mais elevada desde o início da série estatística, em 2018. Grande parte desse apetite vem de economias emergentes, para as quais acumular ouro é uma forma de reduzir exposição a riscos externos.</p>
<p>Londres, ainda assim, continua longe de perder o seu papel central. O Banco de Inglaterra mantém mais de 700 mil milhões de dólares, cerca de 602 mil milhões de euros, em barras de ouro e continua a ser o maior depositário de ouro de um banco central no mundo. Mas o aparecimento de alternativas como Singapura e Hong Kong mostra que a tendência já não é concentrar tudo numa única jurisdição.</p>
<p>A Polónia já tinha dado um sinal claro em 2019, antes da pandemia, ao repatriar 100 toneladas de ouro dos cofres do Banco de Inglaterra. A operação envolveu oito viagens, camiões blindados, escolta policial, helicóptero e aviões, numa logística preparada durante meses. Varsóvia justificou a decisão com a força da economia polaca e com a necessidade de ter acesso imediato a um dos ativos mais preciosos das reservas nacionais.</p>
<p>No fundo, a repatriação do ouro mostra que os bancos centrais estão a reavaliar o significado de segurança financeira. Num mundo marcado por sanções, guerras, rivalidade entre potências e desconfiança entre aliados, o ouro está a regressar ao seu papel histórico: não apenas como refúgio contra crises e inflação, mas como símbolo máximo de soberania monetária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777511]]></sapo:autor>
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		<title>O recall mais exclusivo do ano? Até o Aston Martin Valkyrie tem de voltar à oficina</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-recall-mais-exclusivo-do-ano-ate-o-aston-martin-valkyrie-tem-de-voltar-a-oficina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aston Martin Valkyrie]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[recall]]></category>
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					<description><![CDATA[Campanha envolve unidades do ano-modelo 2024 equipadas com suspensão ‘track’ e está relacionada com uma possível deformação interna num dos cilindros mestres de travão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Aston Martin anunciou um recall para apenas sete exemplares do Valkyrie, o hipercarro desenvolvido para levar tecnologia de pista ao limite da estrada, devido a um possível problema no sistema de travagem, avança o &#8216;Motor1&#8217;. A campanha envolve unidades do ano-modelo 2024 equipadas com suspensão ‘track’ e está relacionada com uma possível deformação interna num dos cilindros mestres de travão.</p>
<p>O número é pequeno, e esse é precisamente o detalhe mais curioso da notícia. Não se trata de uma chamada massiva à oficina, mas de uma intervenção dirigida a sete carros muito específicos, num modelo já por si raro e extremo. Ainda assim, a falha identificada pode desencadear uma sequência perigosa caso surja em utilização intensiva em circuito.</p>
<p>O problema começa quando a vedação deformada impede que o fluido dos travões regresse ao reservatório depois de o condutor libertar o pedal. Nessa situação, a pressão no sistema pode não ser totalmente aliviada, mantendo os travões em ligeiro contacto com o disco. Se a temperatura já estiver elevada e o carro continuar a ser conduzido de forma agressiva, os discos podem sobreaquecer ao ponto de inflamar a resina no duto de refrigeração do travão traseiro em fibra de carbono.</p>
<p>A própria descrição das condições necessárias mostra como o cenário é improvável em estrada. Para que o problema ocorra, o Valkyrie tem de estar a ser usado em pista, com o controlo eletrónico de estabilidade nos modos Sport, Track ou desligado, em situação de sobreviragem ou derrapagem, com intervenção do ESP e aplicação simultânea de travagem pelo condutor no momento exato em que o sistema já pré-carregou os travões dianteiros e traseiros.</p>
<p>Na prática, é preciso que o carro esteja a deslizar lateralmente a velocidade muito elevada, que o condutor esteja no acelerador durante ou imediatamente antes da intervenção do ESP, que a roda traseira interna seja travada para evitar perda de tração e que o pedal do travão seja pressionado com força no instante crítico. Se todos estes fatores coincidirem, a pressão acumulada pode provocar travagem residual. O condutor não recebe um aviso específico, mas deverá conseguir sentir a anomalia no pedal.</p>
<p>Segundo o &#8216;Motor1&#8217;, a origem do problema está no desenho inicial do sistema de travagem do Valkyrie. A Aston Martin não terá previsto originalmente que os travões integrassem ESP ou controlo de tração ajustável, o que significa que o sistema não estava preparado para gerir em simultâneo o fluido comandado pelo pedal e pelas intervenções eletrónicas.</p>
<p>A marca britânica tomou conhecimento de um potencial problema em novembro de 2022 e começou a trabalhar com a Alcon, fornecedora do sistema, para identificar a falha. A causa foi determinada em fevereiro de 2025 e a solução ficou pronta no mês seguinte. A nova peça começou a ser distribuída em setembro de 2025 e, no final de maio, a Aston Martin decidiu avançar com um recall voluntário de segurança.</p>
<p>Os proprietários dos sete carros afetados serão contactados para levar os veículos a um concessionário, onde será substituído o cilindro mestre de travão por uma peça nova, concebida para funcionar corretamente com os sistemas de ESP e controlo de tração. A intervenção pode demorar até cinco horas.</p>
<p>A campanha mostra a particularidade de trabalhar com hipercarros de produção quase artesanal: mesmo um problema que exige uma combinação rara de fatores pode justificar uma ação formal de segurança. No caso do Valkyrie, a Aston Martin prefere corrigir sete carros antes de transformar uma falha improvável num risco real para quem leva o carro ao limite em pista.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777355]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Férias, reservas falsas e Wi-Fi público: os cuidados digitais que deve ter antes de viajar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[As férias de verão são sinónimo de descanso, viagens e reservas feitas à distância, mas também de maior exposição a burlas online]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As férias de verão são sinónimo de descanso, viagens e reservas feitas à distância, mas também de maior exposição a burlas online. Sites falsos de alojamento, mensagens fraudulentas, esquemas de phishing e pedidos de pagamento fora das plataformas oficiais tendem a aumentar nesta altura do ano, alerta a Atlântica – Instituto Universitário.</p>
<p>Os especialistas em Cibersegurança da instituição deixam um conjunto de recomendações para ajudar os consumidores a identificar sinais de alerta antes de reservar viagens, alojamentos, bilhetes ou outros serviços associados às férias. A primeira regra é simples: a segurança deve começar antes do clique.</p>
<p>“O esquema mais frequente nesta época são os alojamentos inexistentes. Os anúncios com fotografias reais retiradas de outras plataformas, avaliações inventadas e preços abaixo do mercado enganam milhares de consumidores todos os anos”, explica Mauro Gil, coordenador da Licenciatura em Gestão de Dados e Computação da Atlântica.</p>
<p>Antes de avançar com qualquer reserva, os utilizadores devem verificar o endereço do site, confirmar se a página utiliza uma ligação segura, pesquisar avaliações em motores de busca independentes e desconfiar de contactos feitos por mensagens privadas ou links enviados por desconhecidos. Preços demasiado baixos ou pedidos de urgência no pagamento devem ser encarados como sinais de risco.</p>
<p>A segurança do pagamento é outro ponto essencial. De acordo com Mauro Gil, os burlões recorrem frequentemente a links falsos, mensagens que simulam confirmações de reserva e pedidos urgentes de transferência por MBWay para desconhecidos. A recomendação dos especialistas é clara: os consumidores não devem realizar pagamentos fora das plataformas oficiais.</p>
<p>Viajar também significa ligar telemóveis, computadores e tablets a ambientes digitais menos controlados. Redes Wi-Fi públicas em aeroportos, hotéis ou cafés podem facilitar o roubo de dados e ataques de phishing. Por isso, a Atlântica recomenda evitar o acesso a contas bancárias nestas redes, utilizar uma VPN sempre que possível e proteger os equipamentos com PIN, biometria e autenticação multifator.</p>
<p>Mesmo com todos os cuidados, podem ocorrer situações inesperadas. Mauro Gil aconselha os utilizadores a manterem as notificações bancárias ativas, uma vez que os alertas em tempo real permitem identificar rapidamente movimentos suspeitos e agir antes de os danos aumentarem.</p>
<p>Para o especialista, a proteção contra burlas digitais não depende apenas da tecnologia. “A melhor defesa contra as burlas digitais não é tecnológica, mas sim humana”, sublinha. Saber reconhecer um e-mail suspeito, questionar uma oferta demasiado vantajosa ou resistir a um clique motivado pela pressa pode fazer a diferença.</p>
<p>Quanto mais informado estiver o utilizador, mais difícil será enganá-lo. Em período de férias, a recomendação da Atlântica é que o entusiasmo com a viagem não se sobreponha à prudência digital: antes de reservar, pagar ou ligar-se a uma rede pública, vale a pena confirmar se tudo é realmente seguro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777635]]></sapo:autor>
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		<title>O ‘filho do Concorde’ já quebrou a barreira do som. Agora a NASA quer provar que pode fazê-lo quase em silêncio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Concorde]]></category>
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					<description><![CDATA[O X-59, descrito como uma espécie de ‘filho do Concorde’, atingiu Mach 1.1, equivalente a 713 milhas por hora (1.150 km/h), durante um voo de ensaio realizado a 5 de junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo avião supersónico experimental da NASA quebrou pela primeira vez a barreira do som, num teste que pode abrir caminho ao regresso de viagens comerciais ultrarrápidas, avança o &#8216;Daily Mail&#8217;. O X-59, descrito como uma espécie de ‘filho do Concorde’, atingiu Mach 1.1, equivalente a 713 milhas por hora (1.150 km/h), durante um voo de ensaio realizado a 5 de junho.</p>
<p>O aparelho, desenvolvido pela Lockheed Martin para a NASA, partiu e aterrou na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, pilotado por Jim ‘Clue’ Less. Durante o voo, que durou 81 minutos, o X-59 subiu até aos 43.400 pés (13.200 metros) antes de ultrapassar a velocidade do som.</p>
<p>O objetivo da NASA não é apenas voar depressa. A ambição é resolver o problema que durante décadas limitou os voos supersónicos sobre terra: o estrondo sónico. Aviões como o Concorde produziam ondas de choque audíveis no solo como um forte ‘boom’, que podia chegar a níveis próximos de 110 decibéis, comparáveis a um concerto de rock ruidoso.</p>
<p>Esse ruído levou à proibição generalizada de voos supersónicos sobre zonas habitadas e tornou mais difícil a expansão comercial deste tipo de aviação. A tecnologia testada no X-59, designada Quiet SuperSonic Technology, procura transformar esse estrondo num som muito mais discreto, descrito pela NASA como algo entre um trovão distante e o fechar de uma porta de carro a seis metros de distância.</p>
<p>A aeronave resulta de um contrato de 247,5 milhões de dólares (cerca de 213 milhões de euros) atribuído à divisão Skunk Works da Lockheed Martin em 2016. O X-59 tem 99,7 pés de comprimento (30 metros), uma envergadura de 29,7 pés (nove metros) e uma geometria radicalmente diferente da de um jato convencional. O nariz fino e alongado representa quase um terço do comprimento total do avião e foi desenhado para dispersar as ondas de choque.</p>
<p>Essa configuração tem uma consequência invulgar: o cockpit fica praticamente a meio da aeronave e não tem janelas frontais. Em vez de olhar diretamente para a frente, o piloto usa câmaras e ecrãs de realidade aumentada, num sistema conhecido como eXternal Vision System, para ter visibilidade durante o voo.</p>
<p>Apesar do sucesso do teste, a NASA ainda não conseguiu medir com precisão o som produzido pelo X-59 no solo. Durante o ensaio, a aeronave foi acompanhada por um F-15 supersónico, equipado com uma sonda para registar as ondas de choque, mas o estrondo do próprio avião de perseguição acabou por dificultar a avaliação direta do ruído emitido pelo X-59.</p>
<p>Os próximos ensaios serão mais exigentes. Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, a NASA pretende levar o X-59 a Mach 1.4, cerca de 1.490 km/h, a uma altitude de 16.764 metros, antes de o empurrar até Mach 1.6 a 60.000 pés (18.288 metros), aproximadamente o dobro da altitude e da velocidade de um avião comercial comum.</p>
<p>Se os testes confirmarem que o X-59 consegue voar a velocidade supersónica sem provocar o estrondo tradicional, a NASA pretende sobrevoar comunidades nos Estados Unidos para perceber como as pessoas reagem ao som produzido pela aeronave. Esses dados serão depois partilhados com reguladores americanos e internacionais, com o objetivo de apoiar novas normas de ruído e, eventualmente, permitir um futuro mercado de voos comerciais supersónicos sobre terra.</p>
<p>O Concorde, que entrou ao serviço em 1976 e foi retirado em 2003, continua a ser a grande referência desse passado supersónico. Voava a mais de duas vezes a velocidade do som e podia ligar Londres a Nova Iorque em menos de quatro horas, mas acabou condicionado por custos elevados, restrições operacionais, queda da procura e pelo impacto do acidente de 2000, dos ataques de 11 de setembro de 2001 e da retirada do apoio de manutenção pela Airbus. O X-59 não é ainda o novo Concorde, mas pode ser o teste que decide se o supersónico comercial tem uma segunda vida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777307]]></sapo:autor>
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		<title>ONU: Montenegro destaca reforço da &#8220;reputação internacional&#8221; com eleição para Conselho de Segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou hoje a importância "muito significativa" da eleição de Portugal como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, que "fortalece a reputação" internacional do país, admitindo estranhar alguma desvalorização "cá dentro".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou hoje a importância &#8220;muito significativa&#8221; da eleição de Portugal como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, que &#8220;fortalece a reputação&#8221; internacional do país, admitindo estranhar alguma desvalorização &#8220;cá dentro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta eleição tem uma importância muito significativa, por mais fastidioso que possa parecer a alguns deputados das oposições, porque é o reconhecimento da credibilidade da nossa política externa&#8221;, defendeu hoje o chefe do Governo, durante o debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira.</p>
<p>Portugal foi eleito, em 03 de junho, para um lugar de membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas no biénio 2027-2028, com 134 votos, liderando a votação no grupo Europa Ocidental e Outros Estados, à frente da Áustria, que também foi eleita, e a Alemanha, que teve uma derrota inédita.</p>
<p>Montenegro destacou que &#8220;a reputação que advém do resultado&#8221; que Portugal obteve &#8220;também fortalece&#8221; o país nas outras dimensões da intervenção externa, nomeadamente na União Europeia, na comunidade lusófona ou na relação ibero-americana.</p>
<p>&#8220;Não perceber isso sinceramente é ter uma visão muito redutora do que é ter um papel na comunidade internacional. Não se chega lá, levanta-se o dedo e toda a gente respeita aquilo que se está a dizer&#8221;, sublinhou.</p>
<p>&#8220;Às vezes é um bocadinho estranho que esta valorização seja feita de uma forma muito intensa lá fora por todos os outros responsáveis políticos dos outros países e nós cá dentro, ignoramos ou desvalorizamos aquilo que está diante de nós&#8221;, comentou o primeiro-ministro.</p>
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