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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Jun 2026 07:50:24 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sondagem: Maioria dos portugueses defende que Seguro deve reforçar fiscalização ao Governo e à oposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 07:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos portugueses considera que o Presidente da República, António José Seguro, deve assumir uma postura mais exigente perante o Governo e os partidos da oposição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos portugueses considera que o Presidente da República, António José Seguro, deve assumir uma postura mais exigente perante o Governo e os partidos da oposição, privilegiando a fiscalização da atividade política em vez de uma relação de maior cooperação institucional. A conclusão resulta da mais recente <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/maioria-quer-seguro-mais-exigente-com-governo-e-oposicao" target="_blank" rel="noopener">sondagem da Intercampus</a> para o Negócios, Correio da Manhã, CMTV e NOW, divulgada esta segunda-feira.</p>
<p>De acordo com o barómetro realizado entre 10 e 16 de junho, 56,7% dos inquiridos defendem que o chefe de Estado deve ser mais fiscalizador da ação governativa, enquanto apenas 32,2% entendem que deverá concentrar-se em apoiar o Executivo na tomada das decisões consideradas mais adequadas. A diferença de cerca de 25 pontos percentuais evidencia uma preferência clara por um papel mais interventivo de Belém.</p>
<p>A mesma tendência verifica-se relativamente aos partidos da oposição. Quando questionados sobre a relação entre o Presidente e as forças opositoras, 51,6% dos participantes na sondagem afirmam preferir uma atitude mais exigente e fiscalizadora, contra 34,6% que defendem uma postura mais cooperante. No caso específico do Chega, a exigência surge ainda mais destacada: 53,7% dos inquiridos consideram que António José Seguro deve ser mais rigoroso na avaliação das propostas do partido, enquanto apenas 24,8% optam por um papel de maior apoio ou colaboração.</p>
<p>O estudo foi realizado já após a Presidência Aberta às regiões afetadas pelo conjunto de tempestades que atingiu sobretudo a região Centro no início de abril e depois do discurso de 10 de Junho, no qual António José Seguro apelou à “coragem” para enfrentar decisões difíceis. Ainda assim, a avaliação global do desempenho presidencial mantém-se positiva. Cerca de 45% dos inquiridos consideram que o Presidente está a corresponder às expectativas criadas aquando da sua eleição, enquanto quase três em cada dez entendem que a sua atuação tem sido melhor do que o esperado. Apenas 15% avaliam o desempenho de forma negativa.</p>
<p>A sondagem procurou ainda comparar o atual Presidente da República com o seu antecessor, Marcelo Rebelo de Sousa. Neste ponto, quase 40% dos portugueses consideram que não existem diferenças significativas entre ambos. Já 28,9% classificam António José Seguro como melhor Presidente, enquanto 16,3% entendem que o atual chefe de Estado apresenta um desempenho inferior. Segundo a análise da Intercampus, as avaliações positivas continuam a superar de forma clara as negativas, indicando que, apesar da perceção de continuidade em relação ao anterior mandato presidencial, Seguro mantém níveis de aceitação globalmente favoráveis junto da opinião pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779405]]></sapo:autor>
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		<title>Concentração de pólen na atmosfera estará de moderada a elevada esta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 07:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria do território continental terá uma concentração moderada a elevada de pólen na atmosfera esta semana, em contraste com valores baixos no distrito de Faro e nas regiões autónomas.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria do território continental terá uma concentração moderada a elevada de pólen na atmosfera esta semana, em contraste com valores baixos no distrito de Faro e nas regiões autónomas.</p>
<p>Segundo as previsões da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), a maioria do território continental estará, entre sexta-feira e 25 de junho, em risco moderado a elevado de concentração de pólen, sobretudo das árvores oliveira, castanheiro, sobreiro e carvalhos e das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, bredo, azeda, urtiga e urticáceas (incluindo a parietária).</p>
<p>Em Vila-Real (região de Trás-Os-Montes e Alto Douro) a concentração de pólen no ar irá registar valores de risco elevado, enquanto no Porto (região de Entre Douro e Minho), as previsões apontam para risco moderado a elevado, para mesmas árvores e ervas.</p>
<p>Em risco elevado estará também Coimbra (região da Beira Litoral), assim como Castelo Branco (região da Beira Interior) relativamente às mesmas espécimes.</p>
<p>Já na região de Lisboa e Setúbal, a concentração de pólen na atmosfera estará em risco moderado a elevado, com destaque dos grãos de pólen das árvores oliveira, sobreiro e carvalhos e das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, bredo, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>A região do Alentejo terá uma concentração elevada de pólen na atmosfera para as árvores oliveira, castanheiro, eucalipto e sobreiro e das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, bredo, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>Em contrapartida, na região do Algarve as previsões apontam para uma concentração baixa, designadamente dos pólenes das árvores oliveira, castanheiro, sobreiro e carvalhos, mantendo-se as ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, bredo, urtiga e urticáceas (incluindo a parietária).</p>
<p>Na região autónoma da Madeira, a concentração de pólen na atmosfera será também baixa, mas para as árvores cipreste e eucalipto e das ervas gramíneas, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>A região autónoma dos Açores terá igualmente uma concentração baixa, mas para as árvores cipreste (e/ou criptoméria), pinheiro, eucalipto e castanheiro e das ervas gramíneas, tanchagem, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778412]]></sapo:autor>
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		<title>Quantos estrangeiros vivem em Portugal? INE divulga hoje números aguardados há meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 07:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal deverá conhecer esta segunda-feira um dos mais aguardados retratos estatísticos dos últimos anos: os números atualizados da população estrangeira residente no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal deverá conhecer esta segunda-feira um dos mais aguardados retratos estatísticos dos últimos anos: os números atualizados da população estrangeira residente no país. A divulgação dos dados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) surge após vários meses de atraso e no final de um complexo processo de revisão e validação de informação relacionada com os fluxos migratórios.</p>
<p>A publicação é particularmente aguardada porque deverá ajudar a esclarecer a verdadeira dimensão do crescimento da imigração em Portugal nos últimos anos, numa altura em que o país viveu aquilo que vários responsáveis classificaram como um autêntico &#8220;vazio estatístico&#8221; sobre a população estrangeira.</p>
<p>Desde o final de 2023 que não eram divulgados dados atualizados sobre residentes estrangeiros, deixando em aberto questões fundamentais sobre quantos imigrantes vivem atualmente em Portugal, onde estão concentrados e qual o impacto do seu crescimento em diversos indicadores económicos e sociais.</p>
<p><strong>Dois anos sem números atualizados</strong><br />
Até agora, os dados oficiais do INE continuavam a apontar para pouco mais de um milhão de estrangeiros residentes em Portugal no final de 2023.</p>
<p>Contudo, a realidade migratória alterou-se significativamente desde então, impulsionada pelo aumento dos fluxos migratórios e pela regularização de centenas de milhares de processos pendentes.</p>
<p>A suspensão da divulgação dos dados foi explicada pelo INE com a necessidade de tratar e validar informação proveniente da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), cruzando-a com outras bases administrativas utilizadas na produção das estatísticas oficiais.</p>
<p>O resultado foi um atraso de vários meses na publicação inicialmente prevista, obrigando o instituto a realizar uma profunda revisão dos dados demográficos nacionais.</p>
<p><strong>Governo antecipa aumento significativo da população imigrante</strong><br />
Em audição parlamentar realizada em maio, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou não ter dúvidas de que os novos números revelarão um crescimento expressivo da população residente e da população estrangeira em Portugal.</p>
<p>&#8220;Não temos dúvida que vai haver uma revelação do aumento significativo da população total e da população imigrante neste período&#8221;, afirmou o governante.</p>
<p>A convicção do ministro baseia-se nos dados já conhecidos da AIMA, que apontavam para cerca de 1,5 milhões de cidadãos estrangeiros em Portugal durante 2024.</p>
<p>Segundo os números divulgados pela agência, a população estrangeira quadruplicou ao longo dos últimos sete anos e duplicou apenas nos últimos três.</p>
<p><strong>Porque podem os números do INE ser diferentes dos da AIMA?</strong><br />
Apesar das expectativas geradas em torno dos dados, o Governo tem alertado que os números do INE não deverão coincidir com os divulgados pela AIMA.</p>
<p>A diferença resulta dos critérios utilizados por cada entidade.</p>
<p>Enquanto a AIMA contabiliza cidadãos estrangeiros com títulos de residência válidos, processos de regularização em curso ou estatutos de proteção humanitária, o INE mede a população residente em Portugal durante mais de 12 meses, independentemente da sua situação documental.</p>
<p>Esta metodologia pode incluir pessoas sem documentação regularizada, ao mesmo tempo que exclui trabalhadores sazonais ou recém-chegados que ainda não cumpram o período mínimo de residência.</p>
<p>Leitão Amaro deu alguns exemplos concretos dessas diferenças.</p>
<p>&#8220;Entre os números que não aparecem na AIMA está um grande agregado de crianças que estão nas escolas, que vieram com os pais, mas que ainda não têm títulos. E estão também os ilegais&#8221;, explicou.</p>
<p>O ministro acrescentou ainda que os dois relatórios apresentarão uma forte sobreposição, mas poderão registar diferenças relevantes sem que isso coloque em causa a credibilidade de qualquer uma das estatísticas.</p>
<p><strong>Regularização de 440 mil processos obrigou a rever dados históricos</strong><br />
Um dos principais fatores que contribuiu para o atraso da publicação foi a resolução de cerca de 440 mil processos de autorização de residência que se encontravam pendentes.</p>
<p>Estes processos, muitos deles associados às antigas manifestações de interesse, estavam acumulados há vários anos e foram posteriormente tratados por uma Estrutura de Missão criada especificamente para esse efeito.</p>
<p>Segundo o ministro da Presidência, foi precisamente esta enorme quantidade de informação que obrigou o INE a desenvolver um trabalho de revisão estatística sem precedentes.</p>
<p>&#8220;A AIMA tirou do armário uma grande explosão de entradas não reportadas, uma pilha de mais de 440 mil, e o INE ainda não tinha esses números suficientemente e robustamente tratados&#8221;, afirmou.</p>
<p>O governante justificou ainda o atraso da divulgação dos dados com a necessidade de garantir rigor estatístico.</p>
<p>&#8220;Parar para fazer bem é melhor do que fazer um disparate&#8221;, declarou.</p>
<p><strong>Revisão pode afetar indicadores económicos e sociais</strong><br />
A atualização dos dados não se limita à simples contabilização da população estrangeira.</p>
<p>O INE teve igualmente de rever séries estatísticas de anos anteriores, redistribuindo os processos entretanto regularizados pelos respetivos anos de entrada no país.</p>
<p>Essa revisão poderá ter impacto em diversos indicadores nacionais, incluindo estimativas da população residente, fluxos migratórios e indicadores económicos e sociais.</p>
<p>Entre os dados potencialmente afetados encontram-se métricas como o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, os rácios de utilização dos serviços públicos, o número de médicos por habitante e até indicadores relacionados com natalidade e mortalidade.</p>
<p>Leitão Amaro descreveu o processo como &#8220;uma operação brutal, e brutalmente complexa&#8221;, explicando que o instituto teve de cruzar informação proveniente de múltiplas bases de dados administrativas.</p>
<p><strong>Escolas, SNS e Segurança Social revelam dimensão do crescimento</strong><br />
Embora os números oficiais da população estrangeira ainda não tenham sido divulgados, vários indicadores apresentados pelo Governo dão uma ideia da dimensão da transformação ocorrida nos últimos anos.</p>
<p>Segundo os dados apresentados pelo ministro da Presidência, entre 2017 e 2024:</p>
<p>O número de alunos estrangeiros inscritos nas escolas públicas aumentou de 40 mil para 70 mil;<br />
As consultas de cidadãos estrangeiros nos cuidados de saúde primários passaram de 326 mil para 1,4 milhões;<br />
Os utentes estrangeiros registados no Serviço Nacional de Saúde aumentaram de 328 mil para 871 mil;<br />
O número de contribuintes estrangeiros ativos na Segurança Social subiu de 244 mil para mais de um milhão.</p>
<p>O aumento da participação dos imigrantes no mercado de trabalho, particularmente em setores como a agricultura, turismo e serviços, tem sido apontado como um dos fatores que contribuem para o crescimento das receitas da Segurança Social e para o desempenho das contas públicas.</p>
<p><strong>Mais de 458 mil cartões de residência emitidos</strong><br />
Durante a audição parlamentar, António Leitão Amaro apresentou também um balanço detalhado do processo de regularização conduzido pela AIMA.</p>
<p>Segundo o governante, o atual executivo encontrou cerca de 933 mil processos pendentes.</p>
<p>No caso das manifestações de interesse, que totalizavam aproximadamente 450 mil processos, 98% já se encontram resolvidos.</p>
<p>O ministro revelou ainda que foram emitidos 458.989 cartões de residência no âmbito dos vários processos analisados.</p>
<p>No total, registaram-se 933 mil notificações, 763 mil atendimentos, 568 mil imigrantes atendidos, 528 mil processos decididos, 473 mil deferimentos e cerca de 52 mil indeferimentos.</p>
<p>A operação envolveu a colaboração da AIMA, da Estrutura de Missão e de uma bolsa externa de advogados e solicitadores, aos quais já foram pagos cerca de 3,7 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778549]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Greve na EMEL arranca hoje com trabalhadores a exigirem aumentos salariais e retoma das negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da EMEL – Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa iniciam esta segunda-feira uma greve parcial de quatro dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores da EMEL – Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa iniciam esta segunda-feira uma greve parcial de quatro dias para exigir a retoma das negociações do caderno reivindicativo e uma proposta salarial que consideram adequada à realidade da empresa e dos seus profissionais.</p>
<p>A paralisação, aprovada em plenário pelos trabalhadores, prolonga-se até quinta-feira, 25 de junho, e inclui interrupções de duas horas por turno ao longo de cada dia. A decisão surge após vários meses de impasse negocial, durante os quais os trabalhadores acusam a administração da empresa e a Câmara Municipal de Lisboa de não apresentarem respostas concretas às suas reivindicações.</p>
<p><strong>Paralisação prolonga-se até quinta-feira</strong><br />
A greve decorre entre os dias 22 e 25 de junho e abrange todos os turnos de trabalho da empresa municipal responsável pela gestão do estacionamento e da mobilidade na capital.</p>
<p>De acordo com o calendário definido pelos trabalhadores, a paralisação realiza-se nos seguintes períodos:</p>
<ul>
<li>Turno da manhã: das 10h00 às 12h00;</li>
<li>Turno da tarde: das 15h30 às 17h30;</li>
<li>Turno da noite: das 18h00 às 20h00;</li>
<li>Turno da madrugada: das 06h00 às 08h00.</li>
</ul>
<p>Além da greve parcial, estão também previstos piquetes de greve junto à sede da empresa, no Lumiar, durante os turnos da manhã e da tarde. Os trabalhadores anunciaram igualmente a realização de concentrações e ações de protesto no local.</p>
<p><strong>Trabalhadores acusam EMEL e Câmara de silêncio</strong><br />
Na origem da contestação está aquilo que os trabalhadores classificam como uma falta de resposta às propostas apresentadas no âmbito do caderno reivindicativo.</p>
<p>Num comunicado divulgado para justificar a greve, os funcionários afirmam continuar a assistir a um &#8220;desrespeito contínuo&#8221; pelos seus direitos, responsabilizando tanto o Conselho de Administração da EMEL como a Câmara Municipal de Lisboa pela ausência de avanços nas negociações.</p>
<p>Segundo os trabalhadores, as duas entidades mantêm &#8220;um silêncio inaceitável&#8221;, sem apresentarem aquilo que consideram ser uma proposta séria para a valorização salarial dos profissionais da empresa.</p>
<p><strong>Contestação à proposta de aumento salarial</strong><br />
Um dos principais pontos de conflito prende-se com a proposta salarial apresentada pela administração.</p>
<p>Os trabalhadores criticam a manutenção de uma atualização salarial de apenas 25 euros, valor que afirmam já ter sido rejeitado de forma clara pelos funcionários.</p>
<p>De acordo com a posição assumida pelos representantes dos trabalhadores, a proposta não responde à necessidade de valorização das carreiras nem acompanha a evolução do custo de vida.</p>
<p>A contestação surge numa altura em que a empresa anunciou novos investimentos, situação que os trabalhadores utilizam para questionar as prioridades da gestão.</p>
<p>&#8220;Há dinheiro para investimentos, mas não há vontade para valorizar quem realmente trabalha e constrói os resultados da empresa diariamente&#8221;, defendem.</p>
<p><strong>Questão das diuturnidades continua sem solução</strong><br />
Outro dos temas centrais da greve está relacionado com a implementação das diuturnidades.</p>
<p>Os trabalhadores acusam a empresa de continuar a recusar a aplicação deste mecanismo de progressão remuneratória, apesar de considerarem que existiram compromissos assumidos anteriormente nesse sentido.</p>
<p>A ausência de avanços nesta matéria é apontada como mais um exemplo da falta de resposta às reivindicações apresentadas pelos profissionais.</p>
<p><strong>Trabalhadores criticam referência a possíveis despedimentos</strong><br />
No comunicado divulgado para anunciar a greve, os trabalhadores afirmam ainda que a administração da EMEL tentou justificar a ausência de melhorias salariais com a possibilidade de futuros despedimentos.</p>
<p>Segundo os funcionários, essa argumentação foi encarada como uma tentativa de desencorajar a mobilização dos trabalhadores e a defesa dos seus direitos laborais.</p>
<p>Perante aquilo que classificam como uma postura de intransigência por parte da empresa e da Câmara Municipal de Lisboa, a maioria dos trabalhadores decidiu avançar para a paralisação agora iniciada.</p>
<p><strong>Exigências apresentadas ao longo da greve</strong><br />
Entre as principais reivindicações dos trabalhadores encontram-se uma revisão salarial significativamente superior aos 25 euros propostos pela empresa, a retoma das negociações do caderno reivindicativo e a implementação das diuturnidades.</p>
<p>Os trabalhadores exigem concretamente:</p>
<ul>
<li>Uma revisão salarial considerada digna e substancialmente superior à proposta apresentada pela administração;</li>
<li>A abertura de um processo de discussão e negociação efetiva das matérias constantes do caderno reivindicativo;</li>
<li>A implementação das diuturnidades, de acordo com os compromissos que afirmam ter sido assumidos anteriormente.</li>
</ul>
<p><strong>Novo plenário marcado para sexta-feira</strong><br />
No final do período de greve, os trabalhadores voltarão a reunir-se em plenário para avaliar a evolução do conflito laboral e decidir os próximos passos.</p>
<p>A nova reunião está marcada para 26 de junho, nos Paços do Concelho, em Lisboa.</p>
<p>A expectativa dos trabalhadores é que a paralisação e as ações de protesto previstas ao longo desta semana levem a administração da EMEL e a Câmara Municipal de Lisboa a retomarem as negociações e a apresentarem propostas que permitam desbloquear o impasse que se arrasta há vários meses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778507]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Mais de 30 concelhos do interiro Norte e Centro em perigo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 30 concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Coimbra e Portalegre estão em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 30 concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Coimbra e Portalegre estão em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Em perigo muito elevado de incêndio estão mais de uma centena de concelhos nos distritos de Bragança, Vila real, Braga, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Portalegre e Faro, de acordo com o IPMA.</P><br />
<P>Em perigo elevado está toda a região do Alentejo e dezenas concelhos dos distritos de Faro, Setúbal, Lisboa, Leiria, Santarém, Portalegre, Coimbra, Aveiro, Viseu, Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança.  </P><br />
<P>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P><br />
<P>A previsão meteorológica do IPMA aponta para hoje uma pequena descida da temperatura máxima, com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas no interior.</P><br />
<P>As temperaturas máximas vão variar entre os 25 graus Celsius (Aveiro e Sines) e os 37º (Bragança, Castelo Branco e Évora) e as mínimas entre os 17º (Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Leiria, Setúbal, Sines e Sangres) e os 25º (Portalegre).</P><br />
<P>Na quinta-feira, o ministro da Administração Interna apelou a que sejam evitados comportamentos de risco de incêndio devido às elevadas temperaturas previstas pelas autoridades.</P><br />
<P>Segundo o ministro, há comportamentos que não se devem ter como a utilização de maquinaria como roçadoras de discos e determinados equipamentos agrícolas, realização de queimas e queimadas e a utilização de fogos-de-artifício em festas tradicionais, incluindo balões de mecha acesa durante as festividades do São João, que se realizam na próxima semana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779399]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Ataque de drone russo causa um morto e incêndio em navio no mar Negro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um navio de carga incendiou-se no Mar Negro após um ataque de drone russo, matando pelo menos uma pessoa, anunciou hoje o vice-primeiro-ministro ucraniano, Oleksiy Kuleba.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um navio de carga incendiou-se no Mar Negro após um ataque de drone russo, matando pelo menos uma pessoa, anunciou hoje o vice-primeiro-ministro ucraniano, Oleksiy Kuleba.</P><br />
<P>A Marinha ucraniana reportou &#8220;múltiplas vítimas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um ataque de drone causou um incêndio numa embarcação de bandeira panamiana. Um membro da tripulação morreu: um cozinheiro egípcio de 58 anos&#8221;, escreveu Kuleba na plataforma de mensagens Telegram, acrescentando que oito marinheiros foram resgatados.</P><br />
<P>A Marinha ucraniana tinha declarado anteriormente que o incidente causou &#8220;múltiplas vítimas&#8221; a bordo do navio cargueiro Victress, que navegava com nove tripulantes, de nacionalidades egípcia, turca e indiana, e já não está em condições de navegar.</P><br />
<P>Segundo Kuleba, outros dois navios, com bandeiras do Belize e do Palau, foram atacados pela Rússia durante a madrugada de hoje, sem provocar feridos.</P><br />
<P>Também hoje, as autoridades ucranianas anunciaram que ataques aéreos russos contra as cidades de Zaporijia e Odessa fizeram dois mortos.</P><br />
<P>&#8220;Três pessoas ficaram feridas e uma mulher continua presa numa casa em chamas após um ataque inimigo em Zaporijia&#8221;, no sudeste do país, escreveu inicialmente no Telegram o chefe da administração militar da região, Ivan Fedorov.</P><br />
<P>&#8220;Infelizmente, a morte da mulher que estava dentro da casa destruída pelo drone inimigo foi confirmada&#8221;, acrescentou Fedorov, numa mensagem posterior.</P><br />
<P>O chefe da administração militar da região de Odessa (sul), Oleg Kiper, reportou um ataque com um míssil balístico Iskander durante a noite contra uma quinta, também com uma vítima mortal.</P><br />
<P>A Rússia bombardeia a Ucrânia diariamente desde o início da guerra, em fevereiro de 2022. Recentemente, Kiev intensificou os ataques contra o território russo.</P><br />
<P>Os quatro aeroportos de Moscovo foram temporariamente encerrados hoje devido a vagas de drones ucranianos, com as autoridades locais a noticiarem que cerca de 60 drones foram abatidos.</P><br />
<P></P><br />
<P>VQ //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779398]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Montenegro inicia hoje visita aos EUA com Mundial 2026, economia e comunidade portuguesa na agenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, inicia esta segunda-feira, uma visita aos Estados Unidos da América que se prolongará até quarta-feira, dia 25.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, inicia esta segunda-feira, uma visita aos Estados Unidos da América que se prolongará até quarta-feira, dia 25, numa deslocação que combinará contactos com a comunidade portuguesa, iniciativas de cariz económico e a presença em eventos ligados ao Campeonato do Mundo de Futebol de 2026.</p>
<p>A deslocação tinha sido anunciada pelo gabinete do chefe do Governo no final de maio, altura em que foi indicado que a visita decorreria “previsivelmente entre 22 e 25 de junho” e incluiria uma componente dedicada às comunidades portuguesas, à promoção económica e também ao desporto.</p>
<p>A visita acontece numa altura em que os Estados Unidos acolhem, juntamente com o México e o Canadá, o Campeonato do Mundo de Futebol de 2026, competição que decorre entre 11 de junho e 19 de julho e que, pela primeira vez na história, reúne 48 seleções nacionais.</p>
<p><strong>Apoio à Seleção Nacional no Mundial</strong><br />
Um dos momentos centrais da deslocação de Luís Montenegro será a presença no segundo encontro de Portugal na fase de grupos do Mundial.</p>
<p>O primeiro-ministro deverá assistir, em Houston, ao jogo entre Portugal e o Uzbequistão, marcado para terça-feira, 23 de junho. A partida assume particular importância para as aspirações da equipa das quinas na competição, depois da estreia frente à República Democrática do Congo.</p>
<p>Portugal integra o Grupo K da fase final do torneio, juntamente com as seleções do Uzbequistão, da Colômbia e da República Democrática do Congo. De acordo com o regulamento da competição, seguem para a fase a eliminar os dois primeiros classificados de cada grupo, bem como os oito melhores terceiros classificados.</p>
<p>A presença do chefe do Governo português no encontro reforça a dimensão institucional do apoio nacional à seleção durante a maior competição de futebol do mundo.</p>
<p><strong>Comunidade portuguesa e vertente económica entre as prioridades</strong><br />
Para além da componente desportiva, a deslocação inclui encontros com representantes da comunidade portuguesa residente nos Estados Unidos, uma das maiores diásporas portuguesas no exterior.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas pelo gabinete do primeiro-ministro, a visita contempla igualmente uma vertente económica, enquadrada nos esforços de reforço das relações entre Portugal e os Estados Unidos, bem como na promoção de oportunidades de investimento e cooperação empresarial.</p>
<p>Os contactos previstos deverão abranger representantes do tecido económico e empresarial, numa missão que pretende igualmente destacar os laços históricos e culturais entre os dois países.</p>
<p><strong>Presidente da República também estará nos Estados Unidos</strong><br />
A visita de Luís Montenegro antecede uma outra deslocação institucional portuguesa relacionada com o Mundial 2026.</p>
<p>A Assembleia da República aprovou por unanimidade a deslocação do Presidente da República, António José Seguro, a Miami, entre os dias 25 e 29 de junho, para assistir ao encontro entre Portugal e a Colômbia.</p>
<p>Na comunicação enviada ao Parlamento, o chefe de Estado indicou que viajará para os Estados Unidos a convite do presidente da FIFA, Gianni Infantino, para acompanhar o terceiro jogo da Seleção Nacional na fase de grupos.</p>
<p>O duelo entre Portugal e a Colômbia está agendado para as 19h30 locais de 27 de junho, correspondendo às 00h30 de 28 de junho em Lisboa.</p>
<p><strong>Presença institucional portuguesa no torneio</strong><br />
O Mundial 2026 tem contado com a presença de várias figuras institucionais portuguesas. O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, assistiu ao encontro de estreia da seleção portuguesa frente à República Democrática do Congo, disputado em Houston.</p>
<p>Agora, será a vez de Luís Montenegro marcar presença na competição, numa visita que combina diplomacia, economia, ligação às comunidades portuguesas e apoio à Seleção Nacional.</p>
<p>Com o Mundial a decorrer até 19 de julho, Portugal procura garantir a qualificação para a fase seguinte da prova, enquanto o Governo aproveita a deslocação aos Estados Unidos para reforçar contactos políticos, económicos e comunitários num dos mais importantes parceiros internacionais do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778511]]></sapo:autor>
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		<title>Aeroportos de Moçambique voltam aos lucros em 2025 após anos de prejuízos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Aeroportos de Moçambique (AdM) regressaram aos lucros em 2025, com resultados líquidos de 637 milhões de meticais (8,7 milhões de euros), após concluírem o saneamento da dívida da LAM e a reestruturação dos passivos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Aeroportos de Moçambique (AdM) regressaram aos lucros em 2025, com resultados líquidos de 637 milhões de meticais (8,7 milhões de euros), após concluírem o saneamento da dívida da LAM e a reestruturação dos passivos.</P><br />
<P>Segundo o relatório e contas de 2025, a empresa pública, que gere cerca de 20 aeroportos e aeródromos da rede nacional, encerrou o exercício invertendo vários anos consecutivos de prejuízos, que tinham atingido 1,53 mil milhões de meticais (20,9 milhões de euros) em 2024.</P><br />
<P>A administração atribui a melhoria dos resultados sobretudo às reversões de perdas por imparidade associadas ao processo de saneamento da dívida da também estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), que permitiram que os resultados operacionais passassem de um saldo negativo de 583 milhões de meticais (oito milhões de euros) em 2024 para um resultado positivo de 1,19 mil milhões de meticais (16,3 milhões de euros) em 2025.</P><br />
<P>A Deloitte, auditora das contas da empresa, refere no documento que o Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) procedeu em 2025 a um encontro de contas entre créditos da AdM sobre a LAM e dívidas da gestora aeroportuária ao Estado e outras entidades públicas, no montante de 3,78 mil milhões de meticais (51,7 milhões de euros).</P><br />
<P>Segundo o parecer, a operação permitiu a reversão de imparidades anteriormente registadas no valor de 2,48 mil milhões de meticais (33,9 milhões de euros), contribuindo assim para a melhoria dos resultados da AdM, mas com alertas.</P><br />
<P>Apesar do regresso aos lucros, a Deloitte aponta para uma &#8220;incerteza material&#8221; sobre a continuidade da empresa. Em 31 de dezembro de 2025, a AdM apresentava um capital próprio negativo de 857 milhões de meticais (11,7 milhões de euros) e passivos correntes superiores aos ativos correntes.</P><br />
<P>A auditora acrescenta que a empresa mantinha créditos sobre a LAM avaliados em 1,12 mil milhões de meticais (15,3 milhões de euros) e avisa que, tal como alertou em anos anteriores, &#8220;existe uma incerteza material que pode colocar dúvidas significativas sobre a capacidade da entidade em se manter em continuidade&#8221;, acrescentando que a operação continua dependente do apoio financeiro do Estado.</P><br />
<P>O volume de negócios da AdM recuou para 2,85 mil milhões de meticais (39,1 milhões de euros), refere a administração no relatório, acrescentando que o valor ficou 23% abaixo do plano e 5% abaixo do registado em 2024.</P><br />
<P>As receitas aeronáuticas, principal fonte de rendimento da empresa, totalizaram 2,57 mil milhões de meticais (35,1 milhões de euros), uma redução de 6,7% face ao ano anterior, enquanto as receitas não-aeronáuticas cresceram 10%, para 290 milhões de meticais (quatro milhões de euros).</P><br />
<P>Ao nível operacional, os aeroportos moçambicanos movimentaram 1.863.772 passageiros em 2025, menos 9,3% do que os 2.055.435 registados em 2024. O número de aeronaves movimentadas recuou 10,9%, para 54.495 operações.</P><br />
<P>A carga manuseada totalizou 7.842 toneladas, menos 28,4% que em 2024, enquanto o movimento de correio caiu 43,5%, para 275 toneladas. Em contrapartida, os sobrevoos do espaço aéreo nacional aumentaram 10,6%, para 32.901 aeronaves.</P><br />
<P>A empresa empregava 843 trabalhadores no final de 2025, mais 13 do que no ano anterior.</P><br />
<P>No plano financeiro, os rendimentos e ganhos da AdM ascenderam a 5,85 mil milhões de meticais (79,9 milhões de euros), um aumento de 67%, enquanto os gastos e perdas cresceram 12,2%, para 5,45 mil milhões de meticais (74,5 milhões de euros).</P><br />
<P>Sobre o contexto operacional, a presidente da empresa, Amélia Mucandane, reconhece que 2025 foi &#8220;bastante desafiador para o sector de aviação&#8221;, devido à conjuntura macroeconómica, aos desenvolvimentos geopolíticos, à instabilidade registada no país após o último trimestre de 2024 e à situação de segurança em Cabo Delgado.</P><br />
<P>A AdM antecipa uma evolução positiva da atividade em 2026, sustentada pelo crescimento da procura de passageiros, do turismo e do tráfego aéreo, bem como pela expansão das operações da Solenta Aviation e pela entrada da companhia Airlink no Aeroporto Internacional de Nacala.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779397]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>GNR e PSP retomam hoje negociações com o Governo. Revisão salarial domina discussões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana (GNR) e os sindicatos representativos da Polícia de Segurança Pública (PSP) regressam esta segunda-feira à mesa das negociações com o Ministério da Administração Interna (MAI).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana (GNR) e os sindicatos representativos da Polícia de Segurança Pública (PSP) regressam esta segunda-feira à mesa das negociações com o Ministério da Administração Interna (MAI), numa reunião considerada decisiva para o futuro das carreiras e das condições remuneratórias dos profissionais das forças de segurança.</p>
<p>O encontro decorre no âmbito da retoma do processo negocial entre o Governo e as estruturas representativas das forças policiais, na sequência dos compromissos assumidos anteriormente pelo executivo, incluindo o acordo subscrito por duas associações da GNR, entre as quais a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR).</p>
<p>A revisão do regime remuneratório surge como o principal tema da agenda, depois de o Governo ter assumido o compromisso de trabalhar numa solução até ao final deste ano.</p>
<p><strong>Revisão salarial é a prioridade das associações</strong><br />
A expectativa das associações profissionais da GNR e dos sindicatos da PSP centra-se sobretudo na valorização das carreiras e na correção de situações que consideram injustas no atual sistema remuneratório.</p>
<p>Há duas semanas, quando foi anunciada a retoma das negociações, o presidente da APG/GNR, César Nogueira, identificou a revisão do estatuto remuneratório como a principal reivindicação da estrutura que lidera.</p>
<p>Segundo explicou na altura, o ministro da Administração Interna, Luís Neves, transmitiu às associações a intenção de avançar com medidas que permitam valorizar os profissionais das forças de segurança.</p>
<p>&#8220;A questão do estatuto remuneratório para nós é principal&#8221;, afirmou César Nogueira, acrescentando que voltou a questionar o ministro várias vezes para perceber se o processo ficaria concluído até ao final do ano.</p>
<p>De acordo com o dirigente associativo, o governante garantiu que o objetivo passa por trabalhar nesse sentido e promover a valorização dos profissionais.</p>
<p><strong>Promoções sem aumento salarial preocupam profissionais</strong><br />
Entre os problemas apontados pela APG/GNR está a existência de situações em que militares são promovidos sem qualquer benefício financeiro efetivo.</p>
<p>César Nogueira alertou que existem profissionais que, após uma promoção, mantêm exatamente o mesmo nível de remuneração, apesar das novas responsabilidades assumidas.</p>
<p>&#8220;Temos profissionais que são promovidos e ficam a ganhar o mesmo, para além da penalização de terem de ser deslocados, muitos deles para várias centenas de quilómetros. Ou seja, deixa de ser uma promoção e passa a ser uma penalização&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para a associação, a revisão do sistema deverá garantir mecanismos que permitam uma progressão mais justa e evitar situações de bloqueio nas carreiras.</p>
<p><strong>APG defende mais níveis remuneratórios</strong><br />
No entendimento da APG/GNR, uma solução equilibrada para o problema passaria pela criação de mais escalões remuneratórios e por uma maior valorização da progressão profissional.</p>
<p>Questionado anteriormente sobre aquilo que consideraria uma proposta justa, César Nogueira respondeu que a solução deveria contemplar &#8220;sempre os quatro níveis remuneratórios no mínimo&#8221;, defendendo igualmente a existência de mais patamares de evolução salarial para impedir a estagnação dos profissionais ao longo da carreira.</p>
<p>O dirigente associativo recordou ainda que o estatuto profissional prevê o direito à progressão horizontal, mesmo quando não existe promoção.</p>
<p>&#8220;O nosso estatuto profissional, que parece que é um decreto-lei que está morto, diz que os profissionais têm o direito à progressão. Podem não ter direito à promoção, porque isso depende depois de cada um, mas têm direito à progressão horizontal e esse direito está-lhes a ser cortado e isso não pode continuar a acontecer&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Governo comprometeu-se a melhorar condições de trabalho</strong><br />
Além da questão salarial, as negociações deverão igualmente abordar aspetos relacionados com as condições de trabalho dos profissionais da GNR e da PSP.</p>
<p>Na preparação desta nova ronda negocial, o ministro da Administração Interna já tinha indicado que o Governo pretende discutir medidas que permitam melhorar tanto as condições individuais como as condições coletivas dos elementos das forças de segurança.</p>
<p>&#8220;Vamos encetar de facto uma discussão relativamente àquilo que é possível melhorar as condições individuais e coletivas das pessoas&#8221;, afirmou Luís Neves numa declaração anterior.</p>
<p>O encontro desta segunda-feira é, por isso, encarado como um momento importante para aferir a concretização dos compromissos assumidos pelo executivo e para avaliar até que ponto poderão surgir avanços concretos na revisão do regime remuneratório.</p>
<p><strong>Associações admitem formas de luta se não houver acordo</strong><br />
Apesar de manifestar confiança nas garantias dadas pelo ministro, a APG/GNR já deixou claro que espera resultados concretos do processo negocial.</p>
<p>&#8220;Acreditamos na palavra do senhor ministro&#8221;, afirmou César Nogueira.</p>
<p>Contudo, o presidente da associação advertiu também que, caso a revisão remuneratória não avance ou não produza resultados satisfatórios, a estrutura poderá recorrer a novas formas de contestação.</p>
<p>Segundo o dirigente, a APG/GNR está preparada para avançar com formas de luta caso a valorização prometida aos profissionais não se concretize.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775330]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>FMI alerta para desafios colocados pelos cortes acentuados nas ajudas a África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As ajudas aos países africanos registam desde 2025 uma queda acentuada e preveem-se mais cortes devido ao ambiente geopolítico, alerta hoje o FMI, destacando a importância de gerir este declínio sem recuar nas melhorias alcançadas nas últimas décadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As ajudas aos países africanos registam desde 2025 uma queda acentuada e preveem-se mais cortes devido ao ambiente geopolítico, alerta hoje o FMI, destacando a importância de gerir este declínio sem recuar nas melhorias alcançadas nas últimas décadas.</P><br />
<P>&#8220;A tarefa imediata consiste em gerir o declínio da ajuda sem retroceder nas conquistas significativas em matéria de desenvolvimento humano alcançadas nas últimas décadas&#8221;, lê-se num relatório divulgado hoje pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).</P><br />
<P>Já a longo prazo, &#8220;o desafio [&#8230;] é adaptar-se a um mundo em que a ajuda é menos abundante e menos previsível&#8221;, sendo que &#8220;a forma como os países lidarem com ambas as situações irá moldar os resultados em termos de crescimento e desenvolvimento nos próximos anos&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Assinado pelos economistas do Departamento Africano do FMI Chie Aoyagi, Maurizio Leonardi e Athene Laws e pelo analista Hamza Mighri, no relatório destaca-se que a ajuda oficial ao desenvolvimento tem sido há décadas &#8220;um pilar central&#8221; do financiamento na África subsaariana, mas os atuais cortes no financiamento são &#8220;profundos, generalizados e impulsionados pelos doadores&#8221;, deixando os decisores políticos &#8220;com poucas opções fáceis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não se trata de uma flutuação rotineira. Esta situação está a afetar países que dispõem de margem limitada para se adaptarem e de poucas fontes alternativas de financiamento&#8221;, enfatiza-se.</P><br />
<P>As primeiras estimativas apontam que, em 2025, a ajuda bilateral sofreu um corte na ordem dos 26%, estando o apoio multilateral também sob pressão, com as principais instituições &#8220;a preverem reduções orçamentais consideráveis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Poderão seguir-se mais cortes à medida que os doadores redefinem as suas prioridades num ambiente geopolítico em mudança&#8221;, antecipa o FMI.</P><br />
<P>Afetando praticamente todos os países da África subsaariana &#8211; que em 2024 registou maior dependência mundial de ajuda, que representou 3% do Produto Interno Bruto (PIB) regional e foi sobretudo utilizada para financiar serviços essenciais como a saúde, educação e assistência humanitária &#8211; estes &#8220;cortes avultados&#8221; são ainda mais &#8220;difíceis de gerir&#8221; porque se seguem a seis anos de choques sucessivos, incluindo a pandemia, condições financeiras globais mais restritivas e crises alimentares e energéticas.</P><br />
<P>Neste contexto, o FMI alerta para as &#8220;escolhas difíceis&#8221; que se colocam aos governos locais, muitos dos quais têm espaço orçamental limitado, dívida crescente e reservas reduzidas.</P><br />
<P>Inquéritos realizados pela instituição em 28 países africanos indicam que alguns governos não estão a substituir a ajuda perdida, permitindo que os programas caduquem, o que acarreta &#8220;elevados custos sociais&#8221;, enquanto muitos estão a redefinir as prioridades de despesa, muitas vezes reduzindo o investimento público, prejudicando o seu crescimento futuro.</P><br />
<P>Já outros estão a contrair mais dívida, aumentando os riscos daí decorrentes, havendo ainda os que estão a intensificar a mobilização de receitas, mas com resultados que demoram a surgir.</P><br />
<P>&#8220;Cada opção acarreta compromissos. Substituir a ajuda perdida pode proteger os serviços e o crescimento, mas à custa de défices mais elevados e desequilíbrios externos. Não a substituir estabiliza os orçamentos e protege a sustentabilidade da dívida, mas arrisca danos duradouros ao capital humano e ao desenvolvimento. Não há escolhas fáceis&#8221;, nota-se no relatório.</P><br />
<P>Para o FMI, o atual desafio político passa por tentar &#8220;gerir o ajustamento, preservando simultaneamente os ganhos fundamentais em matéria de desenvolvimento&#8221;, sendo três as prioridades: Proteger e direcionar a ajuda de alto impacto para os países e setores onde tem maior efeito, alargar o conjunto de instrumentos de financiamento e reforçar a capacidade interna.</P><br />
<P>Salientando viver-se &#8220;um ponto de viragem&#8221;, o FMI considera &#8220;improvável que a mudança iniciada em 2025 seja temporária&#8221; e aponta um novo contexto em que a dependência da ajuda externa será mais incerta e a política interna terá maior importância.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779396]]></sapo:autor>
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		<title>Prova de Matemática do 9.º ano realiza-se hoje e encerra a primeira fase dos exames finais do ensino básico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de alunos de todo o país enfrentam esta segunda-feira um dos momentos mais importantes do seu percurso escolar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de alunos de todo o país enfrentam esta segunda-feira um dos momentos mais importantes do seu percurso escolar. A prova final de Matemática do 9.º ano realiza-se hoje, encerrando a primeira fase dos exames nacionais do ensino básico e concluindo um processo de avaliação que tem peso direto na classificação final dos estudantes.</p>
<p>Depois da realização da prova de Português na semana passada, os alunos chegam agora ao segundo e último exame obrigatório do 3.º ciclo do ensino básico. A avaliação de Matemática decorre em dois turnos distintos, estando o primeiro agendado para as 09h30 e o segundo para as 12h00.</p>
<p>A realização das provas finais integra o calendário oficial definido para o ano letivo de 2025-2026, publicado em Diário da República, que estabelece as datas das provas de monitorização da aprendizagem, das provas finais do ensino básico, dos exames nacionais do ensino secundário e das provas de equivalência à frequência.</p>
<p><strong>Exame tem peso na nota final dos alunos</strong><br />
A prova de Matemática assume uma importância determinante para os estudantes do 9.º ano. Tal como acontece com a disciplina de Português, a classificação obtida corresponde a 30% da nota final da disciplina.</p>
<p>Além do impacto na média final, a realização destas provas mantém carácter obrigatório para efeitos de conclusão do 3.º ciclo do ensino básico, sendo um requisito necessário para a certificação do ensino básico e para a transição para o ensino secundário.</p>
<p>As disciplinas de Português e Matemática continuam a ser as únicas sujeitas a provas finais nacionais no 3.º ciclo, concentrando por isso grande parte da atenção de alunos, professores e encarregados de educação nesta fase do ano letivo.</p>
<p><strong>Semanas de preparação culminam no exame de hoje</strong><br />
A prova desta segunda-feira surge após vários dias de preparação por parte dos estudantes, que desde a realização do exame de Português concentraram esforços na revisão dos conteúdos lecionados ao longo do ciclo de ensino.</p>
<p>Nas escolas de todo o país, o dia fica marcado por uma forte mobilização de recursos humanos e logísticos para garantir o normal funcionamento das provas, num processo que envolve milhares de alunos e centenas de estabelecimentos de ensino.</p>
<p>Para muitos estudantes, o exame de Matemática representa o último grande desafio antes do encerramento formal do ano letivo e da entrada numa nova etapa académica.</p>
<p><strong>Resultados serão conhecidos em julho</strong><br />
Concluída a primeira fase das provas finais do ensino básico, os alunos terão agora de aguardar pela divulgação dos resultados.</p>
<p>De acordo com o calendário oficial, as pautas serão afixadas a 14 de julho, data em que os estudantes ficarão a conhecer as classificações obtidas nos exames de Português e Matemática.</p>
<p>Os alunos que pretendam solicitar a reapreciação das provas poderão fazê-lo nos termos previstos pela legislação em vigor. Os resultados desses processos deverão ser divulgados a 6 de agosto.</p>
<p><strong>Segunda fase arranca em julho</strong><br />
Para os estudantes que necessitem de realizar a segunda fase dos exames finais do ensino básico, o calendário prevê novas datas durante o mês de julho.</p>
<p>A prova de Português está marcada para 16 de julho, às 09h30, enquanto a prova de Matemática se realizará a 20 de julho, também às 09h30.</p>
<p>Com o exame de Matemática desta segunda-feira, termina assim a primeira fase das provas finais do ensino básico de 2025-2026, um momento decisivo para milhares de alunos que procuram concluir com sucesso o 9.º ano e preparar a entrada no ensino secundário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768826]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia australiana deteta 2,7 toneladas de cocaína na maior apreensão de sempre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/policia-australiana-deteta-27-toneladas-de-cocaina-na-maior-apreensao-de-sempre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia encontrou 2,7 toneladas de cocaína numa propriedade nos arredores de Sydney, na maior apreensão da droga alguma vez registada na Austrália, disseram hoje as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia encontrou 2,7 toneladas de cocaína numa propriedade nos arredores de Sydney, na maior apreensão da droga alguma vez registada na Austrália, disseram hoje as autoridades.</P><br />
<P>A droga foi encontrada a 19 de junho em recipientes de plástico enterrados em bunkers subterrâneos escondidos sob três contentores numa propriedade semirrural no subúrbio de Londonderry, na zona oeste de Sydney, informou a Força Conjunta de Combate ao Crime Organizado do estado de Queensland, em comunicado.</P><br />
<P>Os contentores tinham pisos falsos que davam acesso à cocaína, que a polícia estima ter um valor de mercado de 816 milhões de dólares australianos (499 milhões de euros).</P><br />
<P>Dois residentes de Sydney, homens de 21 e 25 anos, foram detidos na propriedade e acusados de posse de uma quantidade comercial de droga ilícita. Caso sejam considerados culpados, podem ser condenados à prisão perpétua.</P><br />
<P>A anterior apreensão recorde de cocaína na Austrália era de 2,34 toneladas métricas, confiscadas em 2024 de um barco de pesca perto de K&#8217;gari, anteriormente conhecida como Fraser Island, na costa do estado de Queensland.</P><br />
<P>A polícia disse que a cocaína encontrada em Sydney, capital do estado de Nova Gales do Sul e a cidade mais populosa da Austrália, foi desembarcada de barco em Midge Point, nos trópicos pouco povoados de Queensland.</P><br />
<P>As forças de segurança afirmam que um grupo de crime organizado de Sydney transportou a droga por terra até à cidade, uma distância de 1.800 quilómetros.</P><br />
<P>A polícia suspeita que a carga tenha sido desembarcada do mesmo navio-mãe que transportou 178 quilos de cocaína apreendidos anteriormente em Queensland.</P><br />
<P>Seis pessoas foram acusadas em relação a esta cocaína e a 142 quilos de metanfetamina que também foram encontrados na investigação.</P><br />
<P>A polícia suspeita que o navio-mãe seja o Wealth, um cargueiro com bandeira do Belize que foi apreendido pelas autoridades das Ilhas Salomão por suspeita de envolvimento em crime organizado transnacional.</P><br />
<P>As Ilhas Salomão ficam a dois mil quilómetros a nordeste de Queensland.</P><br />
<P>O comandante da Polícia Federal Australiana, Stephen Jay, disse que os grupos de crime organizado estão cada vez mais a visar a costa de 13 mil quilómetros de Queensland para contrabandear drogas.</P><br />
<P>Os australianos pagam alguns dos preços mais elevados do mundo pela cocaína, o que faz da Austrália um mercado lucrativo para os traficantes de droga.</P><br />
<P>A Austrália e a Nova Zelândia têm o maior consumo per capita de cocaína do mundo, segundo um relatório do Gabinete das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) publicado em junho de 2025.</P><br />
<P>A agência alertou na altura que as ilhas do Pacífico estão a ser cada vez mais utilizadas como pontos de trânsito para a cocaína destinada à Austrália e à Nova Zelândia, onde a ONU estima que 3% das pessoas entre os 15 e os 64 anos tenham consumido cocaína em 2023.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779395]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Combustíveis: Descidas em dose dupla a partir de hoje. Veja aqui quanto poupa na hora de atestar e os postos mais baratos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Se precisa de atestar o depósito de combustível, a semana começa com boas notícias. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se precisa de atestar o depósito de combustível, a semana começa com boas notícias. Isto porque, de acordo com fontes do setor contactadas pela ‘Executive Digest’, esta trará descidas nos preços dos combustíveis, sendo que “a orientação será para uma descida de até 11 cêntimos por litro no preço do gasóleo&#8221; e de &#8220;até 5 cêntimos por litro no preço da gasolina 95&#8221;.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência e reportam “uma desvalorização de 0,959 euros no gasóleo e de uma descida de 0,0500 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>O Governo vai reduzir o desconto no ISP esta próxima semana, em 1,8 cêntimos por litro para o gasóleo e em 1 cêntimo para a gasolina, segundo uma portaria sexta-feira publicada em Diário da República.</p>
<p>&#8220;Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma descida dos preços do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu ajustar o desconto extraordinário e temporário no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) em vigor aplicável ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo&#8221;, lê-se no documento.</p>
<p>Assim, &#8220;os descontos resultantes da aplicação deste mecanismo temporário e extraordinário na taxa do ISP aplicável, no continente, ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo são de 24,86 euros e de 31,21 euros por 1000 litros, respetivamente&#8221;, detalha.</p>
<p>Com base nos valores atuais da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e tendo em conta as previsões das descidas com os valores da abertura do mercado, a partir desta segunda-feira, o preço médio da gasolina simples 95 deverá situar-se nos 1,868 euros por litro, enquanto o gasóleo simples nos 1,745 euros por litro.</p>
<p>Assim, a partir de hoje, o gasóleo vai registar a terceira descida de preço nas últimas cinco semanas, ao passo que a gasolina 95 volta a descer, depois de um aumento na semana anterior. Veja como evoluiu o preço desde o início do ano: </p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-6.png" alt="" width="1186" height="476" class="alignnone size-full wp-image-778688" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-6.png 1186w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-6-300x120.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-6-900x361.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-6-768x308.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-6-600x241.png 600w" sizes="(max-width: 1186px) 100vw, 1186px" /></p>
<p><strong>Portugal está em 6º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong><br />
No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no oitavo lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 11,4 cêntimos acima da média europeia e 42 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 7.ª posição do preço mais caro, a 32,8 cêntimos do preço no país vizinho e mais 5,2 cêntimos da média europeia.</p>
<p>A Dinamarca tem, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,392 euros/litro. Já a Finlândia ‘reina’ no caso do gasóleo: 2,238 euros/litro.</p>
<p>Com a descida prevista para a próxima semana, é possível poupar ainda mais alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:<br />
<img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-7.png" alt="" width="1207" height="477" class="alignnone size-full wp-image-778697" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-7.png 1207w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-7-300x119.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-7-900x356.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-7-768x304.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-7-1200x474.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-7-600x237.png 600w" sizes="(max-width: 1207px) 100vw, 1207px" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-8.png" alt="" width="1210" height="478" class="alignnone size-full wp-image-778699" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-8.png 1210w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-8-300x119.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-8-900x356.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-8-768x303.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-8-1200x474.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-8-600x237.png 600w" sizes="(max-width: 1210px) 100vw, 1210px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778547]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSU: prazo para alterações termina hoje. Deputados correm contra o tempo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psu-prazo-para-alteracoes-termina-hoje-deputados-correm-contra-o-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A discussão parlamentar da proposta do Governo para criar a Prestação Social Única (PSU) entra esta segunda-feira numa fase decisiva, com os deputados a terem até ao meio-dia para apresentar propostas de alteração ao diploma.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão parlamentar da proposta do Governo para criar a Prestação Social Única (PSU) entra esta segunda-feira numa fase decisiva, com os deputados a terem até ao meio-dia para apresentar propostas de alteração ao diploma. A contagem decrescente para a conclusão dos trabalhos tem sido marcada por críticas de vários partidos, que consideram insuficiente o tempo concedido para analisar uma reforma com impacto significativo no sistema de proteção social.</p>
<p>O Parlamento tinha estabelecido um período de apenas dez dias para a apreciação na especialidade da proposta governamental, prazo que motivou um intenso debate na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão sobre a forma de conciliar a necessidade de escrutínio político com o calendário definido. Os deputados acabaram por concordar numa solução que permitiria prolongar até hoje, segunda-feira, a entrega de propostas de alteração, mas essa decisão ficou dependente de autorização da Presidência da Assembleia da República, uma vez que ultrapassa os dez dias inicialmente fixados para o processo legislativo.</p>
<p>Caso essa autorização não tivesse sido concedida, os partidos ficariam obrigados a apresentar todas as alterações até ao final da passada sexta-feira. A possibilidade de extensão foi defendida por vários deputados que alertaram para a dificuldade de analisar devidamente uma matéria considerada complexa e sensível dentro dos prazos inicialmente estabelecidos.</p>
<p>Durante os trabalhos da comissão, o deputado socialista Miguel Cabrita criticou a exiguidade do calendário definido para a discussão da PSU. “Não vamos convidar as pessoas de manhã para dizer venham à tarde”, afirmou, defendendo a necessidade de garantir audições minimamente preparadas. O parlamentar acrescentou ainda que “é completamente impensável fazer um trabalho com esta delicadeza neste prazo absurdo”.</p>
<p>A pressão dos prazos levou também alguns grupos parlamentares a admitirem a realização de trabalho extraordinário durante o fim de semana. O deputado do Livre, Fabian Figueiredo, propôs que fosse solicitada uma autorização excecional para permitir reuniões parlamentares ao sábado e ao domingo, caso tal se revelasse necessário para concluir o processo. A deputada social-democrata Carla Barros manifestou posição semelhante, admitindo a possibilidade de os deputados trabalharem durante todo o fim de semana para cumprir o calendário previsto.</p>
<p>Nem todos os partidos, porém, concordaram com a forma como o processo foi conduzido. O deputado do PCP, Alfredo Maia, fez questão de assinalar formalmente a discordância do seu partido relativamente aos prazos definidos na comissão para a apreciação da proposta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778184]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Santander tem objetivo de gerar mais de 1.000 ME em valor de negócio com IA até 2028</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Santander tem como objetivo gerar mais de 1.000 milhões de euros em valor de negócio através da inteligência artificial (IA) entre este ano e 2028, afirma o chefe máximo de dados e IA do banco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Santander tem como objetivo gerar mais de 1.000 milhões de euros em valor de negócio através da inteligência artificial (IA) entre este ano e 2028, afirma o chefe máximo de dados e IA do banco.</P><br />
<P>&#8220;O Santander definiu o objetivo de gerar mais de 1.000 milhões de euros em valor de negócio através da IA [inteligência artificial] entre 2026 e 2028, combinando novas fontes de receitas com redução de custos&#8221;, afirma o &#8216;chief data &amp; AI officer&#8217; do Banco Santander, Ricardo Martín Manjón, num artigo distribuído a nível internacional pelo grupo e a que a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>O novo período de medição &#8220;teve início em 2026, tendo-se registado só no primeiro trimestre um valor de negócio de 35 milhões de euros. Esperamos que este valor continue a crescer no segundo trimestre e estamos no bom caminho para superar os 200 milhões de euros no final do ano, à medida que determinadas soluções continuem a ser implementadas em todo o grupo&#8221;, adianta o responsável.</P><br />
<P>O Santander &#8220;está a passar da ambição à execução em matéria de inteligência artificial&#8221; e um ano depois de ter anunciado a sua ambição de se tornar um banco orientado por dados e inteligência artificial (AI-first), &#8220;a IA já está a ajudar a melhorar a forma como trabalhamos, servimos os clientes, gerimos o risco e gerimos o banco. Para mim, ser AI-first significa aplicar a IA onde ela pode gerar um impacto tangível&#8221;, salienta Ricardo Martín Manjón.</P><br />
<P>A instituição está focada em três prioridades: &#8220;Tornar o banco mais rápido, seguro e eficiente, por exemplo, através da automatização de processos, utilizar a IA para abrir novas fontes de crescimento e ajudar os nossos colaboradores a integrar a IA no seu trabalho diário&#8221;, diz. </P><br />
<P>De acordo com o Santander, 185.000 colaboradores têm acesso a ferramentas de IA em todo o mundo. Em junho, 17.000 pessoas utilizam a IA no desenvolvimento de software e 40% no desenvolvimento de código.</P><br />
<P>Os modelos de IA do Openbank processam 100.000 alertas de prevenção de branqueamento de capitais por ano e mais de 280 agentes de automatização de processos em produção.</P><br />
<P>No Brasil, &#8220;a IA está a ser utilizada na gestão de reclamações relacionadas com fraude em cartões, tornando o processo cerca de 95% mais rápido, com níveis de automatização até 90% e uma taxa de erro inferior a 1%&#8221;, refere o responsável. </P><br />
<P>No Reino Unido, &#8220;o banco está a começar a implementar a IA nos seus canais de voz para consultas relacionadas com cartões&#8221;. </P><br />
<P>O objetivo é que cerca de 240.000 chamadas &#8212; aproximadamente 40% do volume anual &#8212; sejam resolvidas através de &#8216;self-service&#8217;, permitindo aos clientes poupar cerca de 26.000 horas e libertando aproximadamente 45.000 horas das equipas de atendimento para responderem a necessidades mais complexas, acrescenta o &#8216;chief data &amp; AI officer&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;Esta capacidade está também a ser aplicada no Santander e no Openbank, em Espanha, com interações concebidas para serem naturais e simples para o cliente&#8221;.</P><br />
<P>A IA está também a ajudar o Santander a incorporar mais informação na relação com os clientes desde o primeiro momento. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779393]]></sapo:autor>
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		<title>Fretilin pede a população para receber corpo de &#8220;Lu Olo&#8221; no aeroporto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Díli, 22 jun 2026 (Lusa) -- O partido Fretilin pediu hoje à população para participar terça-feira na receção do corpo do ex-Presidente timorense Francisco Guterres "Lu Olo", que morreu domingo em Kuala Lumpur, na Malásia, no aeroporto de Díli.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O partido Fretilin pediu hoje à população para participar terça-feira na receção do corpo do ex-Presidente timorense Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, que morreu domingo em Kuala Lumpur, na Malásia, no aeroporto de Díli.</P><br />
<P>&#8220;Apelamos a todo o povo do país para que, com respeito e sentimento de pesar, esteja presente no aeroporto e ao longo do percurso até à residência do saudoso&#8221;, afirmou, em conferência de imprensa, o secretário-geral adjunto da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), Antoninho Branco.</P><br />
<P>Segundo Antoninho Branco, o corpo de Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221; parte da Malásia cerca das 01:00 da madrugada de terça-feira e chegará à capital timorense às 06:00 (22:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Governo timorense decretou luto nacional durante sete dias, que terá início às 15:00 (07:00 em Lisboa) de hoje e as 00:00 de dia 28 de junho.</P><br />
<P>O executivo determinou igualmente que a bandeira nacional será hasteada a meia-adriça em todos os edifícios públicos, incluindo embaixadas, consulados e outras representações do Estado no estrangeiro, bem como nas embarcações do Estado.</P><br />
<P>Antoninho Branco disse também que o programa das cerimónias fúnebres será anunciado brevemente ao público.</P><br />
<P>&#8220;Os valores fundamentais que o nosso herói deixou, através de toda a sua trajetória de vida, devem servir de referência para cada um de nós, orientando as nossas palavras e ações para dar continuidade à luta pela libertação da pátria e do povo&#8221;, afirmou o deputado da Fretilin.</P><br />
<P>&#8220;Apelamos a todo o povo no país e no estrangeiro para que, neste momento difícil que todos atravessamos, estejam unidos num só pensamento e num só sentimento, elevando as nossas orações a Deus para que o nosso saudoso, que já partiu deste mundo, possa alcançar a felicidade eterna no reino dos céus&#8221;, acrescentou Antoninho Branco.</P><br />
<P>O ex-Presidente timorense e presidente da Fretilin morreu domingo num hospital em Kuala Lumpur, na Malásia.</P><br />
<P>Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221; foi Presidente de Timor-Leste entre 2017 e 2022 e antigo presidente da Assembleia Constituinte e do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Enquanto presidente da Assembleia Constituinte, &#8220;Lu Olo&#8221; proclamou oficialmente a restauração da independência de Timor-Leste, em 20 de maio de 2002, tendo, depois, dado posse a Xanana Gusmão como Presidente da República.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779392]]></sapo:autor>
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		<title>Noites tropicais, humidade baixa e trovoadas secas: termómetros podem chegar aos 45 graus nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O verão astronómico arrancou oficialmente este domingo e a nova estação começa com um cenário meteorológico exigente em Portugal Continental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão astronómico arrancou oficialmente este domingo e a nova estação começa com um cenário meteorológico exigente em Portugal Continental. Depois de um fim de semana marcado por temperaturas elevadas, poeiras provenientes do Norte de África e episódios localizados de instabilidade, os próximos dias deverão trazer uma intensificação significativa do calor, com os termómetros a aproximarem-se dos 45 graus em algumas regiões do país.</p>
<p>De acordo com as previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://lusometeo.com/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, a semana ficará marcada pela influência de uma massa de ar muito quente associada a um fluxo de sudeste, que transportará ar saariano para a Península Ibérica. A situação poderá colocar várias regiões portuguesas perante temperaturas excecionalmente elevadas para esta época do ano.</p>
<p>Após um domingo já marcado por calor intenso, a tendência para o início da semana aponta para uma nova subida das temperaturas máximas, sobretudo no interior do território.</p>
<p>As previsões indicam que os dias 23 e 24 de junho poderão ser os mais quentes deste episódio, com alguns modelos meteorológicos a admitirem valores próximos dos 45 graus em zonas tradicionalmente mais quentes do interior do país.</p>
<p>Segundo a análise do LusoMeteo, a localização exata de uma depressão atlântica continuará a ser determinante para definir a intensidade final do calor em Portugal. No entanto, a tendência dominante mantém-se: temperaturas muito acima da média para a época.</p>
<p>Além do calor diurno, espera-se que as noites sejam particularmente difíceis em várias regiões. Em algumas áreas, especialmente nos vales e zonas urbanas, as temperaturas mínimas poderão manter-se muito elevadas, reduzindo significativamente o arrefecimento noturno.</p>
<p><strong>Poeiras africanas mantêm qualidade do ar degradada</strong><br />
Outro dos elementos que deverá continuar a marcar o estado do tempo durante os próximos dias é a presença de poeiras em suspensão provenientes do Norte de África.</p>
<p>Este fenómeno poderá deixar o céu com tonalidades acinzentadas ou amareladas em grande parte do território nacional, limitando a visibilidade e contribuindo para uma diminuição da qualidade do ar.</p>
<p>A combinação entre calor intenso, humidade variável e partículas em suspensão poderá aumentar a sensação de desconforto térmico, sobretudo nas regiões do interior.</p>
<p><strong>Interior continua sob ameaça de trovoadas localizadas</strong><br />
Apesar do domínio do calor, a atmosfera continuará a apresentar alguma instabilidade.</p>
<p>Segundo o portal meteorológico, existe a possibilidade de formação de aguaceiros e trovoadas localizadas durante as tardes dos próximos dias, principalmente nas regiões do Norte e Centro do interior.</p>
<p>A instabilidade poderá desenvolver-se rapidamente devido ao forte aquecimento diurno, favorecendo o aparecimento de nuvens de grande desenvolvimento vertical.</p>
<p>Embora o risco de fenómenos severos seja considerado relativamente baixo, não estão excluídos episódios pontuais de granizo, rajadas fortes de vento e aguaceiros intensos de curta duração.</p>
<p><strong>Litoral terá temperaturas mais moderadas</strong><br />
Ao contrário do interior, as regiões costeiras deverão beneficiar de alguma influência marítima.</p>
<p>O litoral ocidental continuará sujeito à formação de neblinas e nuvens baixas, especialmente durante as manhãs, o que ajudará a conter a subida das temperaturas.</p>
<p>Ainda assim, as poeiras em altitude poderão impedir a presença de céu totalmente limpo, mesmo nas zonas costeiras.</p>
<p>A ondulação deverá permanecer relativamente baixa ao longo da semana, com condições marítimas estáveis na generalidade da costa portuguesa.</p>
<p><strong>Risco máximo de incêndio preocupa autoridades</strong><br />
Uma das principais preocupações associadas a este episódio de calor é o aumento significativo do perigo de incêndio rural.</p>
<p>O LusoMeteo alerta para a combinação de três fatores considerados particularmente críticos: temperaturas superiores a 30 graus, humidade relativa abaixo dos 30% e vento acima dos 30 quilómetros por hora.</p>
<p>Este cenário, frequentemente designado pelos meteorologistas como a regra dos &#8220;três 30&#8221;, cria condições extremamente favoráveis à rápida propagação de incêndios.</p>
<p>As regiões do interior deverão ser as mais vulneráveis, mas o risco elevado poderá estender-se a grande parte do território nacional ao longo da semana.</p>
<p><strong>São João poderá coincidir com o pico do calor</strong><br />
As previsões indicam que o período mais intenso deste episódio poderá coincidir com as celebrações de São João, nos dias 23 e 24 de junho.</p>
<p>Caso o cenário se confirme, muitas festas populares decorrerão sob temperaturas excecionalmente elevadas, incluindo durante a madrugada.</p>
<p>As noites tropicais ou mesmo tórridas poderão dificultar o descanso e aumentar o risco para grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças e pessoas com doenças crónicas.</p>
<p>Perante este cenário, os especialistas recomendam hidratação frequente, redução da exposição solar nas horas mais quentes do dia e especial atenção aos sinais de exaustão pelo calor.</p>
<p><strong>Açores e Madeira mantêm cenário distinto</strong><br />
Enquanto Portugal Continental enfrenta calor intenso, os arquipélagos deverão continuar com condições meteorológicas bastante diferentes.</p>
<p>Nos Açores, a influência atlântica deverá manter alguma nebulosidade e períodos ocasionais de chuva fraca ou aguaceiros dispersos, embora também sejam esperadas abertas e períodos de sol. As temperaturas deverão permanecer próximas da média para a época.</p>
<p>Na Madeira, o domínio anticiclónico continuará a proporcionar tempo geralmente estável, com boas abertas, especialmente na vertente sul da ilha e na região do Funchal. Nas zonas montanhosas e encostas viradas a norte poderá persistir alguma nebulosidade baixa, sem alterações significativas no estado do tempo.</p>
<p><strong>Julho poderá continuar a ser muito quente</strong><br />
Olhando mais além, as projeções analisadas pelo LusoMeteo apontam para a manutenção de temperaturas acima da média durante o mês de julho.</p>
<p>Embora seja esperada uma descida temporária do calor após o pico previsto para esta semana, os cenários de médio prazo continuam a indicar condições favoráveis ao regresso de massas de ar muito quente sobre a Península Ibérica.</p>
<p>As previsões sugerem que o verão de 2026 poderá continuar a ser marcado por episódios frequentes de calor intenso, com possibilidade de novas temperaturas superiores aos 40 graus em várias regiões do país.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os especialistas admitem que a interação entre períodos muito quentes e perturbações atlânticas poderá favorecer episódios de instabilidade atmosférica durante as próximas semanas.</p>
<p>Para já, a principal preocupação centra-se nos próximos dias, numa semana que arranca sob o signo do calor extremo e que poderá ficar entre os períodos mais quentes registados desde o início deste ano em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778545]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Navios sul-coreanos atravessam Ormuz durante diálogo entre EUA e Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Coreia do Sul anunciou hoje que dois navios operados por companhias de navegação sul-coreanas atravessaram o estreito de Ormuz, no momento em que decorriam negociações entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Coreia do Sul anunciou hoje que dois navios operados por companhias de navegação sul-coreanas atravessaram o estreito de Ormuz, no momento em que decorriam negociações entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Dois navios operados por companhias de navegação sul-coreanas, que aguardavam no interior do estreito de Ormuz, atravessaram a passagem e estão a navegar normalmente&#8221;, afirmou o Ministério dos Oceanos sul-coreano, em comunicado.</P><br />
<P>O ministério não especificou a hora exata da travessia, embora tenha avisado que os navios &#8220;ainda não atravessaram completamente a zona de perigo&#8221;, sem fornecer mais detalhes sobre o trânsito, as companhias de navegação ou os nomes dos navios, alegando motivos de segurança.</P><br />
<P>O ministério esclareceu que não há tripulantes sul-coreanos a bordo dos navios e que o destino final das embarcações não é a Coreia do Sul.</P><br />
<P>Esta é a primeira travessia de navios sul-coreanos desde a assinatura do memorando de entendimento entre os EUA e o Irão a 15 de junho, com o objetivo de pôr fim à guerra iniciada por Israel e Washington a 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Dois navios sul-coreanos, um navio transportador de gás natural liquefeito e um petroleiro já tinham atravessado o estreito antes da assinatura do acordo.</P><br />
<P>O ministério confirmou que 22 navios operados pela Coreia do Sul permanecem no estreito de Ormuz, juntamente com 135 tripulantes sul-coreanos, 102 dos quais estão em navios sul-coreanos e os restantes em navios estrangeiros.</P><br />
<P>O anúncio sul-coreano surge horas depois de Teerão e Washington terem acordado uma &#8220;linha de comunicação&#8221; para garantir a segurança da passagem de embarcações comerciais pelo estreito de Ormuz, uma importante via navegável para o comércio global de petróleo.</P><br />
<P>&#8220;Foi estabelecida uma linha de comunicação entre as partes (&#8230;), a fim de evitar incidentes e problemas de comunicação, com o objetivo de garantir a passagem segura dos navios comerciais pelo estreito de Ormuz&#8221;, explicaram os mediadores paquistaneses e cataris.</P><br />
<P>Teerão e Washington iniciaram no domingo as primeiras conversações na Suíça, mediadas pelo Paquistão e pelo Qatar, desde a assinatura, na semana passada, de um memorando de entendimento destinado a um fim duradouro das hostilidades no Médio Oriente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779390]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China veta compras públicas a 46 empresas norte-americanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China proibiu hoje organismos públicos de adquirirem produtos de 46 empresas norte-americanas, incluindo fabricantes de armamento e aeronáutica, ampliando as restrições contra entidades dos Estados Unidos anunciadas horas antes por Pequim, em resposta a medidas adotadas por Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China proibiu hoje organismos públicos de adquirirem produtos de 46 empresas norte-americanas, incluindo fabricantes de armamento e aeronáutica, ampliando as restrições contra entidades dos Estados Unidos anunciadas horas antes por Pequim, em resposta a medidas adotadas por Washington.</P><br />
<P>O Ministério das Finanças chinês anunciou hoje restrições à contratação pública envolvendo 46 empresas norte-americanas, entre as quais a Lockheed Martin, Raytheon, General Dynamics e Boeing Defense.</P><br />
<P>Segundo um comunicado, os organismos públicos chineses deixam de poder adquirir produtos fabricados por estas empresas, embora a medida não se aplique a companhias de capital norte-americano estabelecidas na China.</P><br />
<P>A lista inclui sobretudo empresas ligadas aos setores da defesa, aeronáutica, veículos aéreos não tripulados (drones), sistemas militares e segurança, entre as quais a Anduril, BAE Systems, Teledyne e Cubic Global Defense.</P><br />
<P>A decisão alarga o alcance das restrições anunciadas também hoje pelo ministério do Comércio chinês, que incluiu dez entidades norte-americanas na lista de controlo de exportações.</P><br />
<P>Nesse caso, Pequim proibiu a exportação de produtos de dupla utilização para empresas ligadas aos setores da defesa, drones, tecnologia aeroespacial, serviços marítimos e terras raras, incluindo Aveox, Red Cat Holdings, Teal Drones, Ball Aerospace, Oshkosh Defense, L3Harris Maritime Services, MP Materials e USA Rare Earth.</P><br />
<P>O ministério do Comércio justificou a medida com a necessidade de &#8220;salvaguardar a segurança e os interesses nacionais&#8221; e de cumprir obrigações internacionais em matéria de não proliferação, ordenando a suspensão imediata das operações de exportação em curso com essas entidades.</P><br />
<P>Os dois anúncios surgem depois de a China prometer &#8220;contramedidas firmes e vigorosas&#8221; em resposta à decisão dos Estados Unidos de incluir várias empresas chinesas, entre as quais Alibaba, Baidu, BYD e Unitree, na lista norte-americana de &#8220;empresas militares chinesas&#8221;.</P><br />
<P>A nova ronda de restrições ocorre apesar da visita de Estado do Presidente norte-americano, Donald Trump, a Pequim em maio, durante a qual ambas as partes defenderam uma nova &#8220;relação de estabilidade estratégica construtiva&#8221; para orientar as relações bilaterais.</P><br />
<P>Desde então, Pequim e Washington anunciaram mecanismos de diálogo nas áreas do comércio e investimento, compromissos nos setores da agricultura e aviação e contactos militares, mas mantiveram divergências em matérias como tarifas aduaneiras, controlos tecnológicos, terras raras, Taiwan e restrições empresariais.</P><br />
<P>A China acusa repetidamente os Estados Unidos de alargarem o conceito de segurança nacional para limitar o desenvolvimento das empresas chinesas, enquanto acelera os esforços para alcançar autossuficiência tecnológica em áreas como semicondutores, inteligência artificial, robótica, novos materiais e cadeias industriais estratégicas.</P></p>
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		<item>
		<title>Keir Starmer prepara saída: deve anunciar renúncia ao cargo de primeiro-ministro esta segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 05:00:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, está sob intensa pressão para se demitir e espera-se uma declaração sobre o seu futuro esta segunda-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, está sob intensa pressão para se demitir e espera-se uma declaração sobre o seu futuro esta segunda-feira, mas o processo de sucessão pode levar semanas ou meses.</p>
<p class="text-paragraph">O jornal Observer foi o primeiro a avançar, no domingo, que Starmer ia &#8220;definir um calendário para a sua saída&#8221; esta segunda-feira, seguindo-se notícias nesse sentido por outros meios de comunicação britânicos.</p>
<p class="text-paragraph">O ministro da Economia britânico, Peter Kyle, não desmentiu, em entrevista às estações Sky News e BBC, confirmando que Starmer consultou uma série de pessoas nos últimos dias e estava a &#8220;refletir sobre as realidades políticas, os desafios e as oportunidades com que se confronta&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Kyle fazia uma referência à eleição do presidente da câmara de Manchester, Andy Burnham, como deputado por Makerfield na sexta-feira, posição que lhe permite concorrer à liderança dos Trabalhistas (Labour) numa eleição interna.</p>
<p class="text-paragraph">O tom deste aliado do primeiro-ministro foi mais cauteloso do que aquele usado por Starmer na sexta-feira, quando reiterou que não pretendia demitir-se e pretendia recandidatar-se se fosse desafiado.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Vamos encontrar uma forma para que, aconteça o que acontecer, exista um processo funcional&#8221;, garantiu Kyle.</p>
<p class="text-paragraph">Se Keir Starmer se demitir de líder do Partido Trabalhista, inicia-se o processo de uma eleição interna, cujo calendário será determinado pelo comité nacional.</p>
<p class="text-paragraph">Os candidatos à sucessão terão de ter o apoio de pelo menos 20% do grupo parlamentar do &#8216;Labour&#8217;, ou seja, 81 entre os atuais 403.</p>
<p class="text-paragraph">Depois de uma vitória confortável em Makerfield com 55% dos votos, Andy Burnham é considerado por analistas e imprensa o favorito. Se não tiver adversários, poderá ser &#8220;coroado&#8221; rapidamente.</p>
<p class="text-paragraph">Mas o antigo ministro da Saúde Wes Streeting já declarou a intenção de concorrer e outros candidatos podem ainda surgir, prolongando o processo.</p>
<p class="text-paragraph">Desde 2018, é também requerido que os candidatos obtenham o apoio de 5% das concelhias trabalhistas ou de pelo menos três entidades afiliadas do partido, como sindicatos.</p>
<p class="text-paragraph">Os candidatos são depois sujeitos ao escrutínio dos militantes, que votam nos candidatos de ordem de preferência. O vencedor será aquele com mais de 50% dos votos.</p>
<p class="text-paragraph">O Partido Trabalhista reúne-se em congresso de 27 a 30 de setembro, pelo que a eleição e preparativos para a transição podem acontecer durante as férias parlamentares de verão.</p>
<p class="text-paragraph">Só após ser encontrado um sucessor é que Starmer vai apresentar a demissão ao Rei, que chamará então o líder do Partido Trabalhista para formar governo enquanto líder do partido com maioria parlamentar.</p>
<p class="text-paragraph">Keir Starmer foi eleito há 23 meses com uma maioria absoluta nas eleições legislativas, mas o mandato como primeiro-ministro tem sido marcado por controvérsias e recuos políticos.</p>
<p class="text-paragraph">A mais grave foi a nomeação de Peter Mandelson para embaixador britânico nos Estados Unidos, apesar de saber que Mandelson manteve contacto com o pedófilo norte-americano Jefrey Epstein depois de este ter sido condenado em 2008 por aliciar uma menor de 14 anos.</p>
<p class="text-paragraph">Posteriormente, os maus resultados nas eleições locais e regionais de maio desencadearam uma série de demissões no Governo e declarações de cerca de 100 deputados a pedir a saída do atual primeiro-ministro.</p>
<p class="text-paragraph">Starmer é bastante impopular junto de grande parte da população e o Partido Trabalhista caiu nas sondagens, lideradas pelo Partido Reformista, formação populista de direita anti-imigração, há quase dois anos.</p>
<p class="text-paragraph">O potencial sucessor de Starmer será o sétimo primeiro-ministro em 10 anos.</p>
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