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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Nissan LEAF ganha versão NISMO: o elétrico veste fato de competição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:07:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nissan LEAF NISMO]]></category>
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					<description><![CDATA[Desenvolvido pela divisão de competição da marca, o novo crossover promete uma condução mais envolvente sem abdicar da versatilidade e da eficiência que fizeram do LEAF uma referência na mobilidade elétrica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nissan revelou no Japão o novo LEAF NISMO, a versão mais desportiva da terceira geração do seu emblemático modelo 100% elétrico. Desenvolvido pela divisão de competição da marca, o novo crossover promete uma condução mais envolvente sem abdicar da versatilidade e da eficiência que fizeram do LEAF uma referência na mobilidade elétrica.</p>
<p>Desde a estreia da primeira geração, em 2010, o Nissan LEAF conquistou cerca de 700 mil clientes em todo o mundo. No início de 2026, a marca lançou no Japão a terceira geração do modelo, construída sobre uma nova plataforma dedicada a veículos elétricos, agora complementada por esta inédita variante NISMO.</p>
<p><strong>Chassis afinado para quem gosta de conduzir</strong></p>
<p>Desenvolvido sob o conceito de um &#8220;crossover desportivo ágil e inteligente&#8221;, o LEAF NISMO beneficia de uma afinação específica da suspensão, direção e modos de condução.</p>
<p>A suspensão recorre a molas, barras estabilizadoras e casquilhos exclusivos da NISMO, bem como a amortecedores equipados com válvulas swing valve, que melhoram a estabilidade e reduzem os movimentos iniciais da carroçaria sem sacrificar o conforto.</p>
<p>O conjunto é complementado por jantes Enkei de 19 polegadas e pneus Michelin Pilot Sport 5, concebidos para aumentar a aderência, a precisão da direção e a estabilidade em curva.</p>
<p><strong>Novo modo NISMO e travagem regenerativa ajustável</strong></p>
<p>Os modos de condução Standard, ECO e Sport foram revistos, sendo este último substituído pelo novo NISMO Mode, que oferece uma resposta mais imediata do acelerador e uma entrega de potência mais linear.</p>
<p>Pela primeira vez num elétrico da NISMO, o LEAF passa também a contar com patilhas no volante para ajustar a intensidade da travagem regenerativa, permitindo adaptar a desaceleração ao estilo de condução.</p>
<p><strong>Aerodinâmica inspirada na competição</strong></p>
<p>O novo LEAF NISMO distingue-se por uma imagem significativamente mais agressiva, com um para-choques dianteiro específico, novos defletores de ar, difusor traseiro e um spoiler tipo ducktail, soluções desenvolvidas para aumentar a estabilidade sem penalizar a eficiência aerodinâmica.</p>
<p>A imagem é reforçada pelos apontamentos em vermelho Arterial Magma, espelhos retrovisores em preto brilhante e jantes exclusivas de 19 polegadas.</p>
<p>O modelo estará disponível em seis cores, incluindo duas versões exclusivas do tom NISMO Stealth Gray.</p>
<p><strong>Interior mais desportivo</strong></p>
<p>No habitáculo, predominam os acabamentos em preto com detalhes vermelhos e vários elementos exclusivos da NISMO.</p>
<p>O volante recebe um marcador central vermelho e revestimento TailorFit™, enquanto os bancos dianteiros exibem logótipos NISMO bordados. A versão equipada com bancos desportivos RECARO oferece maior apoio lateral, mantendo o ajuste elétrico para preservar o conforto.</p>
<p><strong>Para já, apenas no Japão</strong></p>
<p>A Nissan confirma que, para já, o LEAF NISMO ficará reservado ao mercado japonês, não existindo, nesta fase, qualquer previsão para o lançamento da versão desportiva na Europa.</p>
<p>Com esta nova variante, a marca procura combinar a experiência acumulada pela NISMO na competição com a mais recente geração da sua plataforma elétrica, oferecendo uma proposta orientada para quem procura um elétrico com maior envolvimento na condução, sem abdicar da utilização quotidiana.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793181]]></sapo:autor>
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		<title>Caça às fugas de informação chega à Casa Branca: agente do Serviço Secreto suspenso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[serviços secretos]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso está a ser investigado pela divisão de assuntos internos do Serviço Secreto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um agente do Serviço Secreto responsável pela segurança do vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, foi suspenso por suspeitas de ter divulgado informações confidenciais sobre as deslocações do responsável político à comunicação social, avança o &#8217;20 Minutos&#8217;.</p>
<p>O caso está a ser investigado pela divisão de assuntos internos do Serviço Secreto, que procura determinar se o agente violou as regras da instituição e se poderá enfrentar sanções disciplinares ou mesmo acusações criminais.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN&#8217;, o agente é suspeito de ter sido a fonte de um artigo publicado pelo &#8216;MS Now&#8217;, que revelava o descontentamento de elementos da equipa de segurança com o elevado número de viagens pessoais realizadas por JD Vance e pela sua família.</p>
<p>Entre os exemplos citados estava a utilização de um helicóptero militar para transportar um dos filhos do vice-presidente para uma aula de golfe, uma deslocação que alguns elementos do Serviço Secreto terão considerado inadequada.</p>
<p>A publicação do artigo levou o Serviço Secreto, o FBI e altos responsáveis da Casa Branca a analisar detalhadamente as operações descritas para identificar a origem da fuga de informação, segundo a &#8216;CNN&#8217;.</p>
<p>O caso surge numa altura em que a Administração Trump intensificou o combate às fugas de informação dentro das agências federais.</p>
<p>No Pentágono, o secretário da Defesa, Pete Hegseth, criou recentemente uma força de trabalho dedicada à identificação e eventual acusação de funcionários suspeitos de fornecer informações confidenciais à imprensa.</p>
<p>Também este mês, quatro jornalistas do &#8216;The New York Times&#8217; foram intimados a depor perante um grande júri federal no âmbito de uma investigação relacionada com notícias sobre o avião oferecido pelo Qatar ao presidente Donald Trump, uma decisão que foi criticada por várias organizações de defesa da liberdade de imprensa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793167]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da Altri caem 60,3% no 1.º semestre para 5,6 M€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-lucros-da-altri-caem-603-no-1-o-semestre-para-56-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Altri registou, nos primeiros seis meses do ano, lucros atribuíveis aos acionistas de 5,6 milhões de euros, uma queda de 60,3% em relação ao período homólogo, adiantou a empresa, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Altri registou, nos primeiros seis meses do ano, lucros atribuíveis aos acionistas de 5,6 milhões de euros, uma queda de 60,3% em relação ao período homólogo, adiantou a empresa, em comunicado.</p>
<p>As receitas totais do grupo caíram 2,2%, para 364,7 milhões de euros e o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) registou uma queda de 38,5%, para 35,5 milhões de euros.</p>
<p>No que diz respeito ao segundo trimestre, o resultado líquido atribuível aos acionistas da Altri foi de 12,9 milhões de euros, o dobro do obtido no período homólogo.</p>
<p>No mesmo período, as receitas do grupo atingiram 204,6 milhões de euros, um aumento de 20,8% face ao período homólogo de 2025.</p>
<p>O segundo trimestre &#8220;mostrou uma recuperação significativa da rentabilidade em comparação com o primeiro trimestre de 2026, ainda que o efeito das tempestades continue a impactar o acesso a madeira, quer em termos de quantidade quer em termos de preço&#8221;, destacou, apontando que acredita que &#8220;este impacto se irá diluir nos próximos trimestres&#8221;.</p>
<p>Já o investimento líquido total realizado pela Altri no primeiro semestre de 2026 foi de 33,7 milhões de euros, o que compara com 20,9 milhões de euros no período homólogo, adiantou.</p>
<p>Por outro lado, a dívida líquida atingiu 397,9 milhões de euros no fim de junho de 2026, o que compara com 348,4 milhões de euros no final de março de 2026, indicou, apontando que a evolução no trimestre se deve &#8220;sobretudo, à distribuição de dividendos no valor de 51,3 milhões de euros e a um aumento já expectável no nível de investimento&#8221;.</p>
<p>O grupo lembrou que o projeto Gama, na Galiza, &#8220;na sua configuração atual, foi arquivado pela administração autónoma devido à não inclusão no planeamento da rede elétrica nacional, apesar da sua autossuficiência energética&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, &#8220;com base neste desenvolvimento, o Grupo Altri continuará a monitorizar futuras opções que permitam criar as condições adequadas ao seu desenvolvimento&#8221;.</p>
<p>Segundo a Altri, o ano de 2026 &#8220;tem apresentado uma melhoria na dinâmica do mercado global de fibras, após um ano de 2025 marcado por um ambiente de incerteza gerado pelos anúncios de tarifas dos EUA, que afetou os dois principais segmentos de negócio do Grupo Altri (BHKP e DP)&#8221;.</p>
<p>Os títulos da Altri fecharam hoje a cair 0,43% para 4,66 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793155]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministro da Administração Interna diz que se sente legitimado para continuar a trabalhar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministro-da-administracao-interna-diz-que-se-sente-legitimado-para-continuar-a-trabalhar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:39:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Luís Neves deixou a garantia à saída da cerimónia que decorreu hoje na Liga dos Bombeiros Portugueses, em Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna disse hoje que se sente totalmente legitimado para continuar a fazer o seu trabalho, na sequência da polémica com as obras da sua casa em Odemira e do atrelado encontrado em casa do construtor que trabalhou na sua propriedade.</p>
<p>&#8220;Quero dizer que me sinto totalmente legitimado para continuar a fazer o meu trabalho. Eu hoje estive aqui como ministro da Administração Interna. Se sentisse o contrário, não estaria aqui&#8221;, disse Luís Neves à saída da cerimónia que decorreu na Liga dos Bombeiros Portugueses, em Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793148]]></sapo:autor>
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		<title>Governo aprova proposta para ações contra a AIMA deixarem de estar concentradas em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo aprovou hoje uma proposta de lei para que os processos administrativos contra a Agência de Integração, Migrações e Asilo (AIMA) sejam redistribuídos pelos tribunais de todo o país e deixem de estar concentrados em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo aprovou hoje uma proposta de lei para que os processos administrativos contra a Agência de Integração, Migrações e Asilo (AIMA) sejam redistribuídos pelos tribunais de todo o país e deixem de estar concentrados em Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Vamos definir um novo critério de competência territorial para as intimações contra a AIMA&#8221;, anunciou a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, precisando que estas ações administrativas passarão a ser feitas &#8220;de acordo com a sede ou a residência do requerente&#8221;.</P><br />
<P>A medida, que se insere numa reforma alargada da justiça administrativa e fiscal, terá ainda de ser aprovada pela Assembleia da República.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793151]]></sapo:autor>
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		<title>Perder peso… à custa do cabelo? Estudo reforça suspeitas sobre os medicamentos para emagrecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Medicamentos pertencem à classe dos agonistas dos recetores GLP-1, utilizados no tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo que analisou dados de cerca de 50 mil pessoas concluiu que medicamentos como o Ozempic, Wegovy e Mounjaro estão associados a um risco mais elevado de queda de cabelo, reforçando suspeitas que já tinham levado reguladores a investigar este possível efeito secundário, relata o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>Os medicamentos pertencem à classe dos agonistas dos recetores GLP-1, utilizados no tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade. Ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue e reduzem o apetite, sendo atualmente dos fármacos mais utilizados para perda de peso.</p>
<p>A investigação, conduzida por especialistas da Universidade da Pensilvânia e publicada no British Medical Journal (BMJ), comparou pessoas tratadas com medicamentos GLP-1 com doentes que utilizavam outras terapêuticas para a diabetes.</p>
<p>Depois de ajustarem fatores como idade e peso, os investigadores concluíram que os doentes tratados com medicamentos GLP-1 apresentavam um risco 37% superior de desenvolver alopecia quando comparados com quem tomava inibidores SGLT-2.</p>
<p>Quando a comparação foi feita com utilizadores de inibidores DPP-4, o risco de queda de cabelo associado aos medicamentos GLP-1 foi 68% superior.</p>
<p>A análise sugere que a maioria dos casos corresponde a alopecia não cicatricial, uma forma de queda de cabelo em que os folículos pilosos permanecem intactos, permitindo o eventual crescimento de novos fios.</p>
<p>Os investigadores recordam que já tinham sido comunicados centenas de casos às autoridades reguladoras. Só este ano, a agência reguladora britânica recebeu 399 notificações de queda de cabelo relacionadas com a tirzepatida, substância ativa do Mounjaro. Em relação à semaglutida, utilizada no Ozempic e Wegovy, foram registadas 148 notificações.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) também está a avaliar este potencial sinal de segurança, depois de vários relatos e análises apontarem para a mesma associação.</p>
<p>Segundo os autores, a explicação mais provável não será um efeito direto dos medicamentos, mas sim a rápida perda de peso e a redução da ingestão calórica. Esse processo pode provocar défices nutricionais, nomeadamente de ferro, zinco e biotina, ou desencadear uma resposta fisiológica ao stress que interfere com o ciclo normal de crescimento do cabelo.</p>
<p>Os investigadores admitem ainda que alterações hormonais, metabólicas e da função da tiroide associadas aos agonistas GLP-1 poderão igualmente desempenhar um papel, embora sejam necessários mais estudos para confirmar os mecanismos envolvidos.</p>
<p>Apesar da associação identificada, os autores sublinham que o estudo não demonstra uma relação direta de causa e efeito. Ainda assim, consideram que os resultados reforçam os alertas anteriores e devem aumentar a atenção dos profissionais de saúde para este possível efeito secundário, que pode afetar a autoestima, a qualidade de vida e até a continuidade do tratamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793157]]></sapo:autor>
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		<title>Impresa reduz prejuízos para 3,4 M€ no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:22:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Impresa reduziu os seus prejuízos no primeiro semestre para 3,4 milhões de euros, contra 5,1 milhões de euros negativos no período homólogo do ano passado, anunciou hoje a dona da SIC e do Expresso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Impresa reduziu os seus prejuízos no primeiro semestre para 3,4 milhões de euros, contra 5,1 milhões de euros negativos no período homólogo do ano passado, anunciou hoje a dona da SIC e do Expresso.</P><br />
<P>Excluindo os efeitos não recorrentes, &#8220;o resultado líquido teria sido de -0,9 milhões de euros&#8221;, refere o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão.</P><br />
<P>Entre janeiro e junho, as receitas consolidadas do grupo Impresa &#8220;ascenderam a 88,0 milhões de euros, um crescimento de 2,5% face ao período homólogo, correspondente a um aumento de 2,1 milhões de euros&#8221;.</P><br />
<P>O desempenho &#8220;foi impulsionado pelo crescimento das receitas de televisão, que aumentaram 3,6%, para 76,4 milhões de euros&#8221;, o que permitiu &#8220;compensar a redução de 5,6% das receitas do segmento de Publishing&#8221;.</P><br />
<P>O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) subiu 37,8% para 4 milhões de euros e o EBITDA Recorrente registou um crescimento de 51,6%, para 6,6 milhões de euros, &#8220;refletindo a melhoria do desempenho operacional e a disciplina na gestão de custos&#8221;.</P><br />
<P>Excluindo os custos de reestruturação e os encargos associados à entrada do novo acionista, &#8220;os custos operacionais diminuíram 0,2% face ao período homólogo&#8221;. </P><br />
<P>A melhoria operacional &#8220;refletiu-se numa recuperação significativa dos resultados, apesar do impacto ainda relevante dos custos financeiros, que, embora tenham diminuído 20,2% face ao período homólogo, ascenderam a 4,8 milhões de euros no semestre&#8221;, adianta a empresa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793138]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha no &#8216;vermelho&#8217; com CTT a liderar quedas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:19:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a recuar 0,27% para 9.252,58 pontos, acompanhando a tendência vivida na Europa, e com os CTT a liderar as quedas, ao cair mais de 4%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a recuar 0,27% para 9.252,58 pontos, acompanhando a tendência vivida na Europa, e com os CTT a liderar as quedas, ao cair mais de 4%. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, 12 cotadas fecharam no &#8216;vermelho&#8217;, três no &#8216;verde&#8217; e a Sonae SGPS terminou inalterada, a cotar nos 2,05 euros.  </P><br />
<P>Lisboa acompanhou o sentimento vivido nas restantes principais praças europeias, num dia em que o francês CAC-40 caiu 1,64%, o alemão DAX caiu 1,56%, o espanhol IBEX-35 perdeu 1,55% e o britânico FTSE 100 desvalorizou 0,73%.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793133]]></sapo:autor>
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		<title>Fernando Madureira volta à prisão para cumprir o resto da pena da Operação Pretoriano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernando Madureira; Operação Petroriano]]></category>
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					<description><![CDATA[Antigo líder dos Super Dragões tinha sido condenado a uma pena única de três anos e quatro meses de prisão pelos incidentes ocorridos durante a Assembleia-Geral do FC Porto, em novembro de 2023]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Madureira entregou-se voluntariamente esta quinta-feira no Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira para cumprir o ano e quatro meses de pena que ainda lhe resta no âmbito da Operação Pretoriano, indicou o &#8216;Observador&#8217;.</p>
<p>O antigo líder dos Super Dragões tinha sido condenado a uma pena única de três anos e quatro meses de prisão pelos incidentes ocorridos durante a Assembleia-Geral do FC Porto, em novembro de 2023.</p>
<p>A condenação resultou de vários crimes, entre os quais ofensas à integridade física, ameaça simples, ameaça agravada e coação. Inicialmente, o Tribunal de São João Novo fixou a pena em três anos e nove meses de prisão, mas o Tribunal da Relação do Porto anulou um dos crimes de ofensa à integridade física e reduziu a pena em cinco meses.</p>
<p>Como já tinha cumprido um ano e oito meses em prisão preventiva, desde a detenção no início de 2024, Fernando Madureira atingiu o limite legal dessa medida de coação e saiu em liberdade no passado mês de fevereiro.</p>
<p>Na altura, os seus advogados admitiram que o ex-líder da claque do FC Porto poderia já não regressar à prisão, tendo em conta o tempo de pena entretanto cumprido.</p>
<p>Contudo, a defesa acabou por desistir do recurso que ainda corria no Tribunal Constitucional, o que tornou definitiva a condenação.</p>
<p>Perante essa decisão, Fernando Madureira apresentou-se voluntariamente na prisão de Paços de Ferreira para cumprir o período de pena que ainda lhe resta.</p>
<p>A Operação Pretoriano investiga os episódios de violência registados durante a Assembleia-Geral do FC Porto, realizada em novembro de 2023, que ficou marcada por agressões e intimidação de associados do clube.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793134]]></sapo:autor>
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		<title>Ofensiva chinesa ao mercado automóvel europeu mal começou… e a Xiaomi lidera a nova vaga</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ofensiva-chinesa-ao-mercado-automovel-europeu-mal-comecou-e-a-xiaomi-lidera-a-nova-vaga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Xiaomi]]></category>
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					<description><![CDATA[Fabricante chinesa é apenas a face mais visível de uma nova vaga de construtores tecnológicos que promete transformar o mercado automóvel europeu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Xiaomi vende automóveis há apenas dois anos, mas já traçou um objetivo ambicioso: tornar-se uma das cinco maiores marcas premium da Europa até 2030. Para o conseguir, escolheu a Alemanha — um dos mercados mais exigentes do continente — como porta de entrada para a sua expansão europeia, prevista para o próximo ano. </p>
<p>Mas, segundo o &#8216;Financial Times&#8217;, a fabricante chinesa é apenas a face mais visível de uma nova vaga de construtores tecnológicos que promete transformar o mercado automóvel europeu.</p>
<p>Depois de a BYD se afirmar como o maior símbolo da expansão chinesa, marcas como Xiaomi, Xpeng, Li Auto e Aito, apoiada pela Huawei, aceleram agora a internacionalização. Ao contrário da primeira geração de fabricantes chineses, estas empresas querem competir não pelo preço, mas pela tecnologia, pelo design e pelo segmento premium.</p>
<p>Para preparar essa ofensiva, a Xiaomi recrutou engenheiros e designers vindos da BMW, Porsche e Tesla. O fundador da empresa, Lei Jun, defende que a indústria automóvel chinesa deve &#8220;aspirar mais alto&#8221; e construir veículos capazes de rivalizar com os melhores do mundo.</p>
<p>A estratégia parece estar a dar frutos na China. Embora sejam menos conhecidas fora do país, estas novas marcas conquistaram uma forte base de seguidores, sobretudo entre os consumidores mais jovens, graças ao software avançado, às funcionalidades inteligentes e à integração entre automóveis e dispositivos digitais.</p>
<p>&#8220;O melhor ainda está por vir para os veículos chineses&#8221;, acredita Nathan Coe, diretor executivo da Auto Trader, o maior marketplace automóvel do Reino Unido, destacando a rapidez com que os fabricantes chineses estão a inovar.</p>
<p>Os números mostram que a presença chinesa na Europa continua a crescer. Nos primeiros seis meses do ano, as marcas chinesas representaram cerca de 9% das vendas de automóveis novos na Europa e 15% no Reino Unido. Só em maio, pela primeira vez, um em cada dez automóveis novos vendidos no continente foi fabricado por uma marca chinesa.</p>
<p>A consultora AlixPartners estima que essa quota possa subir para 16% na União Europeia até 2030, aproximando-se da fatia atualmente ocupada, em conjunto, pelos fabricantes japoneses e sul-coreanos.</p>
<p>A grande diferença desta nova geração de fabricantes está na abordagem tecnológica. Segundo Ernan Cui, analista da Gavekal Research, estas empresas &#8220;constroem e vendem carros mais como empresas tecnológicas do que como fabricantes tradicionais&#8221;, apostando em software, condução autónoma, inteligência artificial e interiores altamente digitalizados.</p>
<p>A Xpeng, apoiada pela Volkswagen, quer levar para os mercados internacionais não apenas os seus veículos elétricos, mas também robôs humanoides e carros voadores. Já a Huawei, apesar de não fabricar automóveis diretamente, tornou-se um parceiro tecnológico de referência para várias marcas chinesas, fornecendo sistemas de software e hardware avançados para os novos modelos.</p>
<p>O objetivo comum é claro: conquistar o segmento premium europeu, tradicionalmente dominado por BMW, Mercedes-Benz e Porsche. Para muitos analistas, esta será a verdadeira batalha da próxima década, já que as margens de lucro são significativamente superiores às dos modelos generalistas.</p>
<p>Nem todos, porém, acreditam que essa estratégia será bem-sucedida. Burkhard Weller, presidente da Associação de Concessionários Alemães de Automóveis, considera que as marcas premium alemãs continuam profundamente enraizadas na preferência dos consumidores europeus. &#8220;A minha previsão é que não vão conseguir&#8221;, afirma, recordando que fabricantes japoneses e sul-coreanos também falharam repetidamente as suas tentativas de conquistar este segmento.</p>
<p>Ainda assim, Lei Jun mostra-se confiante de que a tecnologia será o grande fator diferenciador da Xiaomi. Em junho, o SUV YU7 GT completou uma volta autónoma ao circuito alemão de Nürburgring em dez minutos, um feito que a empresa apresenta como demonstração das capacidades da sua tecnologia de condução inteligente. Para o fundador da Xiaomi, a ofensiva chinesa ao mercado premium europeu está apenas a começar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793124]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Petróleo volta aos 100 dólares pela primeira vez desde maio e ameaça encarecer combustíveis, alimentos e crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:04:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Brent, referência internacional para os preços do petróleo, valorizou mais de 6% esta quinta-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do petróleo ultrapassou os 100 dólares por barril pela primeira vez desde maio, numa altura em que o agravamento do conflito no Médio Oriente volta a alimentar receios sobre o abastecimento mundial de energia.</p>
<p>O Brent, referência internacional para os preços do petróleo, valorizou mais de 6% esta quinta-feira, prolongando vários dias de subidas depois de os Estados Unidos intensificarem os ataques militares contra o Irão, avança a &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>A escalada ganhou novo impulso após os rebeldes houthis, no Iémen, terem atacado petroleiros no mar Vermelho. Os ataques ameaçam uma rota de exportação fundamental utilizada pela Arábia Saudita para evitar o estreito de Ormuz, por onde passa uma parte significativa do petróleo comercializado mundialmente.</p>
<p>Também o gás natural tem vindo a encarecer. No Reino Unido, o preço de referência subiu de cerca de 98 pence por therm no final de junho para aproximadamente 150 pence, refletindo o aumento da tensão e os receios de perturbações no fornecimento.</p>
<p>Os preços do petróleo tinham recuado após um cessar-fogo temporário entre Washington e Teerão, chegando a regressar aos níveis anteriores ao início da intervenção militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro. A trégua, porém, fracassou.</p>
<p>Esta semana, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que os dirigentes iranianos “não estão preparados para chegar a um acordo”, reduzindo as expectativas de uma solução diplomática rápida.</p>
<p>A subida do petróleo deverá começar por fazer-se sentir nos preços da gasolina e do gasóleo. No Reino Unido, a gasolina aumentou cerca de cinco pence por litro desde o início de julho, aproximando-se de 1,56 libras, enquanto o gasóleo já custa, em média, 1,72 libras por litro.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o preço médio da gasolina voltou a ultrapassar os quatro dólares por galão, acima dos 3,92 dólares registados um mês antes, segundo a associação automóvel AAA.</p>
<p>O impacto, contudo, não deverá ficar limitado aos condutores. O aumento dos custos de energia e transporte pode levar as empresas a subir os preços de bens essenciais, incluindo os alimentos, fazendo regressar a pressão inflacionista depois de vários meses de abrandamento.</p>
<p>“Combustíveis e energia mais caros podem espalhar-se por toda a economia, aumentando os custos das empresas e acabando por chegar ao preço dos alimentos e de outros bens”, explicou Jonathan Raymond, gestor de investimentos da Quilter Cheviot.</p>
<p>Uma inflação mais persistente pode ainda dificultar a descida das taxas de juro. Os bancos centrais poderão ser obrigados a manter os juros elevados durante mais tempo, ou até a aumentá-los novamente, penalizando famílias com crédito à habitação e empresas que dependem de financiamento.</p>
<p>O Banco de Inglaterra manteve as taxas nos 3,75% nas últimas quatro reuniões, enquanto a Reserva Federal americana deixou os juros entre 3,5% e 3,75%. Com o petróleo novamente nos 100 dólares, uma descida rápida do custo do crédito torna-se agora mais difícil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793114]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>De Barcelona a Ibiza: quem era Daniel Siad, o alegado recrutador de Jeffrey Epstein encontrado morto em circunstâncias misteriosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Said]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[jeffrey epstein]]></category>
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					<description><![CDATA[Morte acontece numa altura em que Siad aguardava há vários meses para ser ouvido pela Justiça francesa no âmbito das investigações relacionadas com a rede de exploração sexual liderada por Jeffrey Epstein]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça francesa abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte de Daniel Siad, apontado como um dos alegados recrutadores de modelos para Jeffrey Epstein em vários países, incluindo Espanha, França, Marrocos e Hong Kong. O homem, de 69 anos, foi encontrado morto na terça-feira na sua casa, nos arredores de Paris. Embora a causa inicial tenha sido atribuída a um ataque cardíaco, as autoridades decidiram investigar o caso, avança o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<p>A morte acontece numa altura em que Siad aguardava há vários meses para ser ouvido pela Justiça francesa no âmbito das investigações relacionadas com a rede de exploração sexual liderada por Jeffrey Epstein. Segundo a sua advogada, Ménya Arab-Tigrine, o cliente insistia em prestar declarações para defender a sua inocência e a longa espera poderá ter contribuído para o agravamento do seu estado de saúde.</p>
<p>&#8220;Que ninguém se esqueça de que Daniel Siad morreu inocente&#8221;, afirmou a advogada, acrescentando que o homem &#8220;tinha muita fé no sistema judicial&#8221; e não compreendia porque continuava sem ser chamado para depor, apesar dos repetidos pedidos apresentados pela defesa.</p>
<p>Contudo, o nome de Daniel Siad surge cerca de duas mil vezes nos ficheiros de Epstein e o alegado recrutador foi alvo de pelo menos cinco acusações de violação. Entre as denunciantes encontra-se a ex-modelo sueca Ebba Karlsson, que afirmou ter sido convencida a viajar para o Mónaco com a promessa de um contrato de moda que nunca existiu e que acabou por ser violada numa propriedade de um amigo de Siad, em Cannes.</p>
<p>Segundo vários testemunhos recolhidos pelos investigadores, Siad utilizava métodos semelhantes aos de Jean-Luc Brunel, fundador de várias agências de modelos e considerado um dos principais recrutadores de jovens mulheres para Jeffrey Epstein. Brunel morreu enforcado na prisão de La Santé, em Paris, em 2022, enquanto aguardava julgamento por acusações relacionadas com violação e tráfico sexual.</p>
<p>As ligações de Siad a Epstein remontariam a 2009 e prolongaram-se até poucos dias antes da detenção do financeiro americano, em 2019. Numa entrevista concedida há alguns meses à rádio &#8216;RTL&#8217;, o alegado recrutador admitiu conhecer Epstein, mas garantiu que a relação era apenas profissional.</p>
<p>Os investigadores franceses conheciam-no desde, pelo menos, 2013, quando uma modelo o acusou de a tratar como &#8220;uma posse sexual&#8221; e de exigir que estivesse permanentemente à sua disposição. Mensagens trocadas entre Siad e Epstein mostram ainda que ambos discutiam o recrutamento de jovens mulheres em cidades como Barcelona e Ibiza, onde o suspeito terá desenvolvido parte da sua atividade.</p>
<p>Segundo a investigação, Siad enviava fotografias de potenciais modelos a Epstein, descrevendo as suas características físicas e organizando viagens, alojamento e contactos. Em troca, receberia comissões pelo recrutamento de mulheres que correspondiam ao perfil pretendido pelo milionário norte-americano.</p>
<p>Apesar das acusações, Daniel Siad negou sempre qualquer envolvimento em crimes sexuais. Em declarações à televisão BFMTV, afirmou nunca ter violado ninguém e garantiu ser &#8220;um homem de família&#8221;. Nas semanas que antecederam a sua morte, voltou a manifestar disponibilidade para comparecer perante a Justiça francesa e responder às acusações.</p>
<p>A morte de Siad acrescenta um novo capítulo ao longo historial de acontecimentos que continuam a rodear o caso Jeffrey Epstein. Para já, a Procuradoria de Nanterre limitou-se a confirmar a abertura de uma investigação destinada a esclarecer as circunstâncias em que ocorreu o óbito, não tendo sido divulgados indícios de intervenção de terceiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793099]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>AICEP e Hennig assinam contrato de investimento de 51M€ que vai criar 452 empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:41:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Hennig assinou hoje um contrato de investimento com a AICEP para uma nova unidade industrial na Figueira da Foz, um investimento que ascende a 51 milhões de euros e que vai criar mais de 450 postos de trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Hennig assinou hoje um contrato de investimento com a AICEP para uma nova unidade industrial na Figueira da Foz, um investimento que ascende a 51 milhões de euros e que vai criar mais de 450 postos de trabalho.</P><br />
<P>O projeto da empresa, que tem sede nos Estados Unidos, &#8220;prevê a criação de 452 postos de trabalho e reforça o posicionamento de Portugal como plataforma europeia para soluções energéticas destinadas a infraestruturas críticas e Data Centres&#8221;, refere a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), em comunicado.</P><br />
<P>O apoio financeiro do Estado português ao projeto &#8220;ascende a cerca de 7,7 milhões de euros, sendo atribuído pela AICEP ao abrigo do Regime Contratual de Investimento&#8221;.</P><br />
<P>O contrato de investmento será assinado pela administradora executiva da AICEP, Philomène Dias, e pelo presidente executivo (CEO) do grupo Goellner Inc., Dietmar Goellner, na presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro e do presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra da futura fábrica.</P><br />
<P>A Hennig &#8220;é uma referência mundial no desenvolvimento e fabrico de soluções metálicas e metalúrgicas para aplicações industriais, empregando cerca de 1.500 colaboradores em vários mercados internacionais&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com os dados, a nova unidade que será instalada na Zona Industrial do Pincho, na Figueira da Foz, &#8220;será dedicada à divisão Power Protection da empresa, especializada em soluções que asseguram a continuidade do fornecimento de energia em infraestruturas críticas, como Data Centres, hospitais e edifícios públicos&#8221;. </P><br />
<P>Esta é a primeira fábrica da Hennig na Europa dedicada à produção deste tipo de equipamentos de grande dimensão, trabalhando com parceiros internacionais de referência, como a Rolls-Royce e a Caterpillar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793094]]></sapo:autor>
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		<title>As surpreendentes formas como viajar de avião afeta o seu corpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:38:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Atualmente ocorre uma emergência médica em cerca de um em cada 212 voos, quando há pouco mais de uma década esse número rondava um em cada 604]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias, centenas de milhares de pessoas viajam de avião em todo o mundo sem qualquer incidente. No entanto, as emergências médicas a bordo têm vindo a tornar-se mais frequentes. Segundo um estudo citado pelo &#8216;The Independent&#8217;, atualmente ocorre uma emergência em cerca de um em cada 212 voos, quando há pouco mais de uma década esse número rondava um em cada 604.</p>
<p>Apesar de a aviação continuar a ser um dos meios de transporte mais seguros, o ambiente dentro da cabine coloca o organismo sob condições muito diferentes das que encontramos ao nível do mar. A menor pressão atmosférica, a redução da quantidade de oxigénio e o ar extremamente seco obrigam o corpo a adaptar-se rapidamente.</p>
<p><strong>Porque é que voar exige mais do organismo?</strong></p>
<p>Embora os aviões voem a mais de 10 mil metros de altitude, a pressão no interior da cabine é equivalente à existente a cerca de 2.400 metros acima do nível do mar. Nestas condições, existe menos oxigénio disponível, o que obriga o organismo a compensar aumentando o ritmo da respiração e acelerando os batimentos cardíacos.</p>
<p>A maioria das pessoas saudáveis quase não sente estas alterações. Já quem sofre de doenças cardíacas ou respiratórias, como hipertensão ou doença pulmonar obstrutiva crónica, pode ter mais dificuldades em adaptar-se, aumentando o risco de complicações durante o voo.</p>
<p><strong>A desidratação é um dos maiores problemas</strong></p>
<p>Outro fator importante é a humidade extremamente baixa dentro da cabine. O ambiente seco provoca perda de líquidos, secura da pele, dos olhos, do nariz e da garganta e pode fazer com que cada passageiro perca até cerca de 360 mililitros de água por hora.</p>
<p>Esta desidratação torna o sangue mais espesso, obrigando o coração a trabalhar mais e aumentando o risco de formação de coágulos, incluindo tromboses venosas profundas, sobretudo em viagens de longa duração.</p>
<p><strong>Porque acontecem tantos desmaios?</strong></p>
<p>Os desmaios estão entre as emergências médicas mais frequentes a bordo. Na maioria dos casos, ocorrem quando uma pessoa se levanta após permanecer muito tempo sentada, fazendo com que o sangue se acumule temporariamente nas pernas e reduza a irrigação do cérebro.</p>
<p>O consumo de álcool pode agravar ainda mais esta situação. Além de potenciar a desidratação, os seus efeitos tornam-se mais intensos em altitude. Também a alimentação servida durante os voos pode contribuir para o problema, uma vez que os alimentos costumam conter mais sal para compensar a diminuição da sensibilidade das papilas gustativas durante o voo.</p>
<p><strong>Porque aumentam os problemas digestivos?</strong></p>
<p>A pressão reduzida faz com que os gases presentes no intestino se expandam significativamente. Por isso, é normal sentir mais inchaço abdominal ou flatulência durante uma viagem de avião.</p>
<p>Alimentos como feijão, brócolos, cebola, lentilhas, couve, carne vermelha ou produtos com glúten podem intensificar este desconforto. Embora raramente representem um problema grave, já houve casos insólitos em que episódios de diarreia obrigaram aviões a regressar ao aeroporto de partida.</p>
<p><strong>Enfartes e AVC continuam a ser as situações mais graves</strong></p>
<p>As emergências cardíacas continuam a ser pouco frequentes, mas representam a principal causa de morte durante voos comerciais. Os especialistas explicam que o prognóstico tende a ser pior do que em terra devido à limitação dos equipamentos médicos disponíveis a bordo e ao tempo necessário até ser possível prestar assistência hospitalar.</p>
<p>O mesmo acontece com os acidentes vasculares cerebrais (AVC), cuja rapidez de tratamento é determinante para reduzir sequelas.</p>
<p><strong>Como reduzir os riscos durante uma viagem?</strong></p>
<p>Os especialistas aconselham a beber água antes e durante o voo, evitar o consumo excessivo de álcool e levantar-se para caminhar pelo corredor pelo menos de duas em duas horas, sobretudo em viagens longas.</p>
<p>Também é importante cumprir rigorosamente a medicação habitual e ter cuidados adicionais caso tenha sido submetido recentemente a uma cirurgia, tratamento dentário ou mergulho, situações em que as alterações de pressão podem aumentar o risco de complicações.</p>
<p>Na maioria das situações, as emergências médicas conseguem ser resolvidas sem necessidade de aterragens de emergência. Ainda assim, sempre que surge um caso grave, a decisão final cabe ao comandante, que avalia a informação fornecida pela tripulação, pelos profissionais de saúde em terra e, quando existem, por médicos que se encontrem entre os passageiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793092]]></sapo:autor>
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		<title>American Airlines passa de lucro a prejuízo 272 M€ no 1.º semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/american-airlines-passa-de-lucro-a-prejuizo-272-me-no-1-o-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:26:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A American Airlines registou um prejuízo líquido de 311 milhões de dólares (cerca de 272 milhões de euros) no primeiro semestre, face ao lucro de 126 milhões de dólares (cerca de 110 milhões de euros) do período homólogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A American Airlines registou um prejuízo líquido de 311 milhões de dólares (cerca de 272 milhões de euros) no primeiro semestre, face ao lucro de 126 milhões de dólares (cerca de 110 milhões de euros) do período homólogo.</P><br />
<P>De acordo com a informação divulgada hoje pela companhia aérea, no segundo trimestre do ano a transportadora alcançou um lucro líquido de 71 milhões de dólares (cerca de 62 milhões de euros), o que representa uma queda de 88,2% face aos 599 milhões de dólares (cerca de 525 milhões de euros) obtidos no período homólogo.</P><br />
<P>As receitas operacionais totalizaram 16.735 milhões de dólares (cerca de 14.669 milhões de euros) entre abril e junho, acima dos 14.392 milhões (cerca de 12.615 milhões de euros) registados no segundo trimestre de 2025.</P><br />
<P>Em contrapartida, os custos operacionais aumentaram 22,9%, para 16.289 milhões de dólares (cerca de 14.278 milhões de euros), pressionados pela subida de 83,3% dos gastos com combustível e impostos relacionados, que ascenderam a 4.881 milhões de dólares (cerca de 4.278 milhões de euros)</P><br />
<P>Os custos com salários, remunerações e benefícios cresceram 5,9%, para 4.639 milhões de dólares (cerca de 4.066 milhões de euros)</P><br />
<P>O resultado operacional caiu 60,7%, para 446 milhões de dólares (cerca de 390 milhões de euros), enquanto o lucro antes de impostos recuou 87,2%, para 107 milhões de dólares (cerca de 93 milhões de euros).</P><br />
<P>Em termos operacionais, o número de passageiros transportados aumentou 0,7% no segundo trimestre, para 59,1 milhões, enquanto a taxa de ocupação dos voos diminuiu de 84,7% para 83,2%.</P></p>
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		<title>Um ferido grave em assalto a banco com reféns na cidade alemã de Ratisbona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:25:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pessoa ficou hoje gravemente ferida num assalto com reféns, ainda em curso, a uma agência bancária na cidade de Ratisbona (sul da Alemanha), incidente que levou as autoridades a mobilizarem um vasto dispositivo policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma pessoa ficou hoje gravemente ferida num assalto com reféns, ainda em curso, a uma agência bancária na cidade de Ratisbona (sul da Alemanha), incidente que levou as autoridades a mobilizarem um vasto dispositivo policial.</P><br />
<P>Segundo um comunicado da polícia, citado pelo diário regional Mittelbayerische Zeitung, &#8220;cerca das 14:50 locais (13:50 em Lisboa), uma pessoa sofreu ferimentos que colocam a sua vida em perigo na sequência de um ataque com arma branca numa agência bancária&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O agressor continua no interior do edifício. segundo as informações disponíveis até ao momento, parece haver ainda mais pessoas no interior&#8221;, acrescentou a polícia.</P><br />
<P>Nas redes sociais, a polícia da região administrativa do Alto Palatinado, onde se situa Ratisbona, informou que mobilizou &#8220;numerosos efetivos&#8221; para o local e apelou à população para manter desimpedida a zona da operação, situada na parte ocidental da cidade, que tem cerca de 160.000 habitantes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793067]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Acordo nuclear entre EUA e Arábia Saudita: o que está em causa e porque pode mudar o equilíbrio de poder no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:24:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
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					<description><![CDATA[Receio não é que Riade esteja prestes a fabricar uma bomba atómica, mas sim que o entendimento abra um precedente capaz de desencadear uma nova corrida ao armamento nuclear no Médio Oriente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e a Arábia Saudita estão a negociar um acordo para desenvolver um programa nuclear civil saudita, mas a iniciativa já está a provocar forte preocupação entre especialistas em segurança internacional. </p>
<p>O receio não é que Riade esteja prestes a fabricar uma bomba atómica, mas sim que o entendimento abra um precedente capaz de desencadear uma nova corrida ao armamento nuclear no Médio Oriente, avança a &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p><strong>O que prevê o acordo?</strong></p>
<p>O entendimento permitirá aos Estados Unidos apoiar o desenvolvimento do programa nuclear civil saudita, destinado oficialmente à produção de energia. No entanto, a grande incógnita prende-se com uma questão decisiva: saber se Riade poderá enriquecer urânio no seu próprio território.</p>
<p>Inicialmente, surgiram indicações de que Washington estaria disposto a conceder essa autorização. Mais tarde, Donald Trump garantiu que o acordo apenas abrangeria fins civis, excluindo o enriquecimento de urânio e condicionando a sua concretização à normalização das relações entre a Arábia Saudita e Israel.</p>
<p><strong>Porque é que enriquecer urânio preocupa tanto?</strong></p>
<p>O enriquecimento de urânio não significa, por si só, que um país esteja a construir uma arma nuclear. Trata-se de um processo utilizado também para alimentar centrais nucleares, mas que, caso seja levado a níveis muito superiores de pureza, pode igualmente servir de base à produção de material para armas atómicas.</p>
<p>É precisamente essa dupla utilização que preocupa vários especialistas.</p>
<p>Yoel Guzansky, antigo membro do Conselho de Segurança Nacional de Israel, considera que o problema não está apenas na Arábia Saudita, mas sobretudo no precedente que poderá ser criado.</p>
<p>&#8220;Se os sauditas puderem enriquecer urânio, outros países vão exigir exatamente o mesmo tratamento&#8221;, alerta o investigador ouvido pela &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p><strong>Quem poderá seguir o exemplo saudita?</strong></p>
<p>A Arábia Saudita dificilmente ficará sozinha.</p>
<p>A Turquia já manifestou, por diversas ocasiões, a intenção de não ficar atrás de outros países da região em matéria de dissuasão estratégica. O Egito possui igualmente um programa nuclear civil e poderá rever a sua posição caso o equilíbrio regional se altere. Até os Emirados Árabes Unidos, que aceitaram regras muito mais apertadas nas suas instalações nucleares, poderão pressionar Washington para obter condições semelhantes às concedidas a Riade.</p>
<p>Segundo especialistas citados pela revista americana, existe o risco de se instalar um efeito dominó, em que cada país procura garantir capacidades tecnológicas semelhantes às dos seus rivais.</p>
<p><strong>A Arábia Saudita está perto de fabricar uma bomba nuclear?</strong></p>
<p>A resposta curta é não.</p>
<p>O reino continua oficialmente comprometido com a utilização exclusivamente pacífica da energia nuclear e é signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear, estando sujeito à supervisão da Agência Internacional da Energia Atómica.</p>
<p>Além disso, fabricar uma arma nuclear exige muito mais do que enriquecer urânio. São necessários anos de desenvolvimento tecnológico, conhecimentos altamente especializados, infraestruturas complexas e uma decisão política que teria pesadas consequências internacionais.</p>
<p>Os especialistas recordam ainda que a economia saudita depende fortemente do investimento estrangeiro e dificilmente suportaria um regime de sanções semelhante ao imposto ao Irão ou à Coreia do Norte.</p>
<p><strong>Porque é que o Irão também está atento?</strong></p>
<p>O eventual acordo poderá ter consequências inesperadas nas negociações entre Washington e Teerão.</p>
<p>Durante décadas, os Estados Unidos contestaram o direito do Irão a enriquecer urânio, precisamente por considerar que essa tecnologia poderia facilitar o desenvolvimento de armas nucleares.</p>
<p>Se Washington aceitar agora um modelo mais permissivo para a Arábia Saudita, Teerão poderá utilizar esse precedente para exigir um tratamento idêntico nas futuras negociações sobre o seu programa nuclear.</p>
<p><strong>Qual é o pior cenário?</strong></p>
<p>Vários especialistas admitem que o cenário mais perigoso seria o surgimento de um &#8220;Médio Oriente nuclear multipolar&#8221;.</p>
<p>Nesse cenário, os países da região começariam por investir em programas nucleares civis cada vez mais sofisticados, acumulando tecnologia e conhecimento que lhes permitiriam, se necessário, avançar rapidamente para um programa militar.</p>
<p>Caso um único Estado desse o passo seguinte e anunciasse possuir uma arma nuclear, o efeito dominó poderia tornar-se inevitável, levando outras potências regionais a seguir o mesmo caminho para não perderem capacidade de dissuasão.</p>
<p><strong>O acordo significa que o Médio Oriente vai entrar numa corrida às armas nucleares?</strong></p>
<p>Ainda não.</p>
<p>Os especialistas sublinham que continuam a existir numerosos obstáculos políticos, técnicos e diplomáticos que tornam esse cenário pouco provável no curto prazo.</p>
<p>Ainda assim, a guerra entre Israel, Estados Unidos e Irão alterou profundamente a forma como vários países encaram a sua própria segurança. Para muitos dirigentes da região, a ideia de depender exclusivamente das garantias militares das grandes potências tornou-se menos convincente.</p>
<p>É precisamente essa mudança de mentalidade — mais do que o acordo em si — que está a preocupar analistas e governos. Se Washington abrir a porta ao enriquecimento de urânio por parte da Arábia Saudita, poderá estar a redefinir as regras da proliferação nuclear no Médio Oriente e a desencadear uma competição estratégica cujas consequências poderão fazer-se sentir durante décadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793078]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da Vidrala aumenta 8,9% no 1.º semestre para 117,4 M€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-vidrala-aumenta-89-no-1-o-semestre-para-1174-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Marinha Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vidrala]]></category>
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					<description><![CDATA[A Vidrala, fabricante de embalagens de vidro com uma unidade na Marinha Grande, encerrou o primeiro semestre com um lucro líquido de 117,4 milhões de euros, um aumento de 8,9% relativamente ao mesmo período do exercício anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Vidrala, fabricante de embalagens de vidro com uma unidade na Marinha Grande, encerrou o primeiro semestre com um lucro líquido de 117,4 milhões de euros, um aumento de 8,9% relativamente ao mesmo período do exercício anterior.</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa informou que o resultado operacional bruto (ebitda) situou-se nos 225,5 milhões (mais 4,4%), valor que elevou a margem sobre as vendas para 29,9%.</P><br />
<P>As vendas da Vidrala atingiram os 754 milhões, um aumento de 0,5%, enquanto a dívida financeira líquida situou-se nos 252,3 milhões.</P><br />
<P>A melhoria dos resultados do primeiro semestre permitiu à Vidrala elevar o lucro por ação para 3,36 euros, face aos 3,06 euros do mesmo período do ano anterior, o que representa um crescimento de 9,9%.</P><br />
<P>A Vidrala manteve os objetivos para o conjunto do ano, que passam por atingir um ebitda superior a 450 milhões de euros, aumentar o lucro por ação em mais de 5% e gerar fluxo de caixa na ordem dos 200 milhões de euros.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da Vidrala, Raúl Gómez, sublinhou a &#8220;solidez&#8221; da empresa que, &#8220;num contexto repleto de adversidades, cresce em lucros e reforça as margens&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, a empresa recordou que a economia está condicionada por um contexto internacional complexo, marcado pela fraqueza do consumo na Europa e pelas pressões inflacionistas decorrentes da guerra no Irão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793049]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Google considera que lei europeia prejudica produtos, consumidores e empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Google afirmou hoje que a aplicação da Lei dos Mercados Digitais (DMA) na União Europeia (UE) está a prejudicar os seus produtos, reagindo à multa de 890 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia por incumprimento destas regras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Google afirmou hoje que a aplicação da Lei dos Mercados Digitais (DMA) na União Europeia (UE) está a prejudicar os seus produtos, reagindo à multa de 890 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia por incumprimento destas regras.</P><br />
<P>Numa reação enviada à Lusa, uma porta-voz da Google afirmou que a implementação do DMA está a obrigar a empresa a retirar funcionalidades utilizadas pelos consumidores europeus, como a apresentação em tempo real de preços e disponibilidade de hotéis, voos e restaurantes, e a alterar mecanismos de segurança da loja de aplicações Google Play.</P><br />
<P>&#8220;Esta implementação do DMA continua a prejudicar os produtos do dia-a-dia. Para cumprir as normas, estamos a ser obrigados a remover as capacidades de pesquisa em tempo real que os europeus adoram [&#8230;] e a desmantelar as proteções de segurança no Google Play&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A empresa considerou que as exigências impostas pela regulamentação não promovem uma concorrência justa e defendeu que acabam por prejudicar os consumidores e as empresas europeias.</P><br />
<P>&#8220;Isto não é concorrência leal, é a degradação do produto impulsionada por um pequeno grupo de queixosos que visam apenas o seu próprio benefício, com as empresas e os consumidores europeus a sofrerem as consequências. A regulamentação deveria melhorar os produtos, não piorá-los&#8221;, acrescentou a porta-voz da Google.</P><br />
<P>A reação surge depois de a Comissão Europeia ter concluído que a Google não cumpriu a Lei dos Mercados Digitais, ao dar tratamento preferencial aos seus próprios serviços na Pesquisa Google e ao impor restrições às empresas para encaminharem os consumidores para canais de compra alternativos, muitas vezes mais baratos, na Google Play.</P><br />
<P>Neste contexto, a Comissão aplicou à Google uma coima de 460 milhões de euros e outra de 430 milhões de euros, respetivamente. </P><br />
<P>A Google terá 60 dias para cumprir as decisões, caso contrário arrisca pagamentos periódicos de até 5% do seu volume de negócios mundial total.</P><br />
<P>O executivo comunitário adianta que a Google já começou a testar alterações à forma como apresenta os seus serviços na pesquisa Google e introduziu mudanças relacionadas com as regras de encaminhamento, que a seu ver constituem &#8220;um bom progresso no sentido do cumprimento&#8221;.</P><br />
<P>A Google poderá agora recorrer das decisões.</P><br />
<P>A Comissão Europeia já tinha aplicado à empresa grandes multas por infrações às regras de concorrência da UE, num total superior a 11 mil milhões de euros, incluindo a coima de 2,95 mil milhões de euros aplicada em 2025 por práticas abusivas no setor da publicidade digital e a multa de 4,125 mil milhões de euros relativa ao Android, confirmada pelo Tribunal de Justiça da UE este mês.</P></p>
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		<title>Judiciária detém homem em liberdade condicional com mais de dois quilos de cocaína</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[tráfico de droga]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) deteve, em Lisboa, um homem em liberdade condicional após prisão por tráfico de droga, na posse de 2,127 quilos de cocaína, quantidade suficiente para pelo menos 21 mil doses individuais, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária (PJ) deteve, em Lisboa, um homem em liberdade condicional após prisão por tráfico de droga, na posse de 2,127 quilos de cocaína, quantidade suficiente para pelo menos 21 mil doses individuais, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>O homem, detido pela Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, tem 37 anos e após um primeiro interrogatório judicial foi-lhe decretada a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.</P><br />
<P>Segundo a PJ, a cocaína agora apreendida estava guardada no interior de uma viatura, estacionada a mais de 30 km de distância da sua zona de residência.</P><br />
<P>Para além da condenação por este novo crime de tráfico de droga, a lei determina que devido à reincidência terá de cumprir o remanescente da pena a que estava condenado e em fase de liberdade condicional.</P></p>
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