Terceira maior desvalorização da sua história: BCP afunda quase 50% neste semestre

O primeiro semestre deste ano, para sempre marcado pelos efeitos económicos e sociais da pandemia do novo coronavírus, vai guardar, pelas piores razões, os momentos históricos de algumas empresas, como é o caso do Banco Comercial Português que teve a terceira maior desvalorização semestral da sua história em bolsa.

Neste período, o BCP afundou 47,19%, de acordo com os cálculos do ‘Negócios’, alicerçados nos dados divulgados pela Bloomberg. Estes dados permitem ainda constatar que só no primeiro semestre de 2008 e no segundo semestre de 2011, anos de profundas crises, registou quedas superiores.

Nestas datas, o BCP desvalorizou 47,67% e 66,82%, respetivamente, e as ações renovaram mínimos históricos por duas sessões consecutivas, em maio, com cada título a valer 8,5 cêntimos.

Contudo, estas contas conduzem a um cenário diferente se o foco da análise for apenas o segundo trimestre deste ano. Neste período específico, o maior banco privado português conseguiu uma valorização de 4,39%, deixando para trás um primeiro trimestre de maus resultados no qual viu as suas ações caírem 49%.

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