Tem piscina em casa? Saiba as melhores práticas para poupar na fatura da água

Com as temperaturas altas em pleno verão, ter uma piscina em casa é um privilégio. No entanto, este luxo pode traduzir-se num aumento significativo da fatura da água, especialmente se não forem adotadas boas práticas de utilização e manutenção

Executive Digest
Agosto 12, 2025
10:28

Com as temperaturas altas em pleno verão, ter uma piscina em casa é um privilégio. No entanto, este luxo pode traduzir-se num aumento significativo da fatura da água, especialmente se não forem adotadas boas práticas de utilização e manutenção. Além do impacto económico, importa considerar também o impacto ambiental, particularmente num contexto de seca severa que atinge várias regiões de Portugal e Espanha.

A boa notícia é que é possível desfrutar da piscina de forma sustentável, sem comprometer o conforto nem os recursos hídricos. A Selectra, empresa especializada na comparação de tarifas e eficiência energética, partilha algumas recomendações práticas para poder desfrutar do verão sem se preocupar com a fatura da água:

Reduzir o risco de evaporação

Cobrir a piscina durante o período em que não está a ser utilizada pode reduzir a perda de água por evaporação até 70%. Por isso, se não for utilizar a piscina durante algum tempo, deve certificar-se de que está bem protegida.

Estar atento a possíveis fugas de água

As fugas de água na piscina não são de todo invulgares e podem ocorrer de várias formas, como na bomba ou no filtro. Neste sentido, é muito importante estar consciente deste problema e inspecionar a estrutura com regularidade, prestando atenção a sinais de alerta como fissuras nas pastilhas ou uma descida rápida do nível da água, para poder agir o mais rapidamente possível.

Não ultrapassar o nível de água recomendado

Sempre que alguém mergulha ou salta para a piscina, há sempre água que se perde. No entanto, e embora seja impossível evitar completamente este desperdício, há uma forma de o minimizar: não encher demasiado a piscina. Ou seja, basta que o nível da água se mantenha cerca de 15 cm abaixo do rebordo para evitar que os saltos se reflitam nas faturas mensais.

Manter uma limpeza e manutenção frequentes

Estando exposta ao exterior, a piscina acaba por acumular vários tipos de sujidade como partículas ou pó, que ficam não só na superfície da água, mas também nas paredes e no fundo. No entanto, sendo este um problema diário, torna-se insustentável mudar a água sempre que se suja. Por isso, é essencial apostar numa manutenção regular.

Optar por sistemas de desinfeção mais económicos

Embora o cloro seja o método de desinfeção mais conhecido, não é necessariamente o mais económico. Por exemplo, existem alternativas como o oxigénio ativo ou o clorador salino, que podem manter a qualidade da água sem necessidade de a substituir durante 3 a 5 anos, permitindo uma poupança significativa. Além disso, se atualmente estiver a utilizar cloro para limpar a piscina, é possível mudar para qualquer um destes métodos de forma simples, pois são compatíveis com os sistemas de filtração de piscinas.

Reutilizar a água da piscina

Dependendo do nível de cloro presente na piscina, é possível utilizar essa água para regar o jardim, por exemplo. Por isso, sempre que for necessária uma limpeza mais profunda, deve evitar o impulso de deitar essa água fora e pensar primeiro em que uso lhe pode dar.

Preparar a piscina para o inverno

Preparar a piscina para o inverno é uma estratégia fundamental para garantir que a água não perde as suas propriedades e, assim, não seja necessário substituí-la na próxima temporada. Para isso, no final do verão, deve colocar uma cobertura sobre a piscina, usar um produto que evite a proliferação de algas e/ou outro tipo de sujidade, esvaziar todos os tubos e acessórios e também reduzir o nível da água até cerca de 50 cm abaixo da borda.

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