Tem mobiliário ou cerâmica made in China? Chineses estão a comprar património

«A China quer recuperar o seu património histórico», revelou Miguel Cabral Moncada, da leiloeira Cabral Moncada, à revista “Sábado”, sublinhando que «há muitos milionários chineses que estão a fazer fundações e museus e não têm nada porque ou está na mão do Estado ou foi destruído na Revolução Cultural. As grandes obras chineses está cá fora».

O recorde da leiloeira Cabral Moncada foi em 2016. Um aquário em porcelana chinesa do séc. XVIII, que teve uma base de licitação de 12 mil euros, foi vendido a um chinês por 640 mil. Anos mais tarde, em Dezembro de 2019, a leiloeira vendeu por 175 mil euros um biombo chinês de doze folhas (238×552 centímetros) do séc. XVII. Ambas as peças eram de colecções particulares.

Segundo a “Sábado”, uma das apostas mais seguras para investir é em peças pequenas de Vhils. Num leilão de Dezembro estava à venda na leiloeira Palácio do Correio Velho uma peça composta «por cartazes recolhidos na rua, esculpidos manualmente e cortados a lazer». Era uma obra de 2015, que tinha uma base de 20 mil euros e foi arrematada por 49 mil. Em 2018, uma serigrafia de Vhils, que pertencia a uma série numerada – era a nº 2 de 300 – foi vendida por 1.200 euros.

Joana Vasconcelos é também uma boa aposta, aponta a revista. Por exemplo, as pequenas esculturas em faiança e as peças que tem desenhada em parceria com a Bordalo Pinheiro passam facilmente os 10 mil euros em Portugal.

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