Teletrabalho ganha adeptos, mas modelo presencial continua a ser o preferido, revela estudo

O teletrabalho é um modelo de trabalho em vigor que tem vindo a ganhar adeptos, mas modelo presencial continua a ser o preferido dos funcionários, sendo a primeira preferida por apenas 11% dos profissionais.

Este é um dos pontos destacados no estudo “Necessidades e Expectativas dos Colaboradores de Empresas em Portugal”, desenvolvido pela Multipessoal, que analisou tendências e preferências dos colaboradores de empresas no país.

André Ribeiro Pires, Executive Board Member e COO da Multipessoal, comenta que “muitos profissionais viram com bons olhos a transição para modelos de teletrabalho e foi algo que, por força da necessidade, se normalizou. No entanto, de acordo com os dados recolhidos, os portugueses continuam a preferir ter maioritariamente uma componente presencial, ao invés de usufruírem de um regime exclusivamente remoto”.

O estudo dá conta de que quase metade dos inquiridos valoriza mais um modelo de trabalho 100% presencial, especialmente as gerações mais velhas, e as principais razões para essa preferência são a impossibilidade de realizar o trabalho de outra forma e a socialização.

78% dos inquiridos disse estar a trabalhar exclusivamente em regime presencial, 17% está em regime hibrido e 5% está totalmente em regime remoto.

No que toca especificamente ao modelo híbrido, foi eleito o favorito de 40% dos inquiridos, e o escalão etário entre os 25 aos 34 anos é o que mostra uma maior percentagem de preferência, com 48%. Em termos de região, na área da Grande Lisboa, mais de metade dos profissionais, 51%, prefere esta opção.

Este modelo de trabalho dá aos profissionais poder de escolha entre trabalhar em casa ou no escritório, oferece poupança entre tempo e dinheiro, mais flexibilidade, maior conciliação entre a vida profissional, principais fatores que levam os funcionários a preferi-lo.

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