<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 10:37:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Preços na produção industrial sobem mais de 4% em junho na zona euro e na UE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/precos-na-producao-industrial-sobem-mais-de-4-em-junho-na-zona-euro-e-na-ue/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/precos-na-producao-industrial-sobem-mais-de-4-em-junho-na-zona-euro-e-na-ue/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:37:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Euro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797763</guid>

					<description><![CDATA[Os preços na produção industrial aumentaram em junho 4,6% na zona euro e 4,7% na União Europeia, em termos homólogos, registando-se a maior subida na energia, segundo dados hoje divulgados pelo serviço estatístico europeu, Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os preços na produção industrial aumentaram em junho 4,6% na zona euro e 4,7% na União Europeia, em termos homólogos, registando-se a maior subida na energia, segundo dados hoje divulgados pelo serviço estatístico europeu, Eurostat. </P><br />
<P>No que se refere à comparação com maio de 2026, o indicador diminuiu 0,3% na zona euro e 0,2% na União Europeia (UE), tratando-se da primeira queda na variação mensal desde fevereiro.</P><br />
<P>Entre os Estados-membros que registaram o maior aumento anual nos preços da produção industrial estão a Bulgária (18,2%), a Roménia (14,3%) e a Irlanda (11,4%). A única queda nos preços registou-se no Luxemburgo (-3,2%).</P><br />
<P>Já na comparação com maio deste ano, os maiores aumentos registaram-se na Eslováquia (1,1%), Roménia (1%) e Estónia (0,9%) e as maiores quedas na Lituânia (-1,7%), Irlanda (-1,5%), Bulgária e Grécia (ambos com -1,3%).</P><br />
<P>Em Portugal, a variação homóloga fixou-se nos 4,2%, em linha com o bloco europeu. </P><br />
<P>Contudo, o país contrariou a desaceleração mensal na zona euro e na UE, ao registar uma subida de 0,4% face a maio de 2026, a sexta maior entre os Estados-membros.</P><br />
<P>Em termos anuais na zona euro, os maiores aumentos nos preços da produção registaram-se na energia (8,8%), seguidos dos bens intermédios (6,1%), bens de consumo duradouros (2,9%), bens de capital (2,3%) e bens de consumo não duradouros (0,6%).</P><br />
<P>A mesma tendência verificou-se na UE, com os maiores aumentos a registarem-se igualmente na energia (10%), bens intermédios (5,7%), bens de consumo duradouros (2,8%) e bens de capital (2,2%).</P><br />
<P>Excluindo a energia, a indústria registou um aumento de 3% nos preços da produção industrial na zona euro e de 2,9% na UE.</P><br />
<P>Relativamente à variação mensal, os maiores aumentos na zona euro também foram na energia (1,5%), bens intermédios (0,3%), bens de capital e de consumo duradouros (ambos com 0,2%).</P><br />
<P>Na UE, a maior variação mensal também se registou na energia (1,4%), bens intermédios e de capital (ambos com 0,3%).</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/precos-na-producao-industrial-sobem-mais-de-4-em-junho-na-zona-euro-e-na-ue/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797763]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Homem armado é detido no campo de golfe de Trump 48 horas antes da visita do presidente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/homem-armado-e-detido-no-campo-de-golfe-de-trump-48-horas-antes-da-visita-do-presidente/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/homem-armado-e-detido-no-campo-de-golfe-de-trump-48-horas-antes-da-visita-do-presidente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797765</guid>

					<description><![CDATA[Suspeito foi identificado como Jeanine John Taele, residente em Downey e com cerca de 30 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem armado foi detido este domingo no campo de golfe de Donald Trump, em Rancho Palos Verdes, no estado da Califórnia, apenas dois dias antes de o presidente dos Estados Unidos visitar o local para participar num evento de angariação de fundos.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol &#8217;20 Minutos&#8217;, que cita a Fox News, o suspeito foi identificado como Jeanine John Taele, residente em Downey e com cerca de 30 anos.</p>
<p>A detenção ocorreu depois de agentes federais à paisana o terem visto a caminhar pelo campo de golfe, a tirar fotografias e a gravar vídeos. De acordo com as autoridades, o homem aparentava também estar a observar o dispositivo de segurança montado para preparar a visita presidencial.</p>
<p>Durante a revista, os agentes encontraram 16 munições de ponta oca já carregadas. As buscas permitiram ainda apreender um rifle AR modificado ilegalmente, uma pistola Colt 1911 calibre .45, um componente superior para um rifle AR, coletes à prova de bala, grandes quantidades de munições para pistolas e espingardas, dois dispositivos de comunicação por rádio e vários cadernos.</p>
<p>Segundo as autoridades locais, esses cadernos continham &#8220;declarações preocupantes&#8221;, embora o seu conteúdo não tenha sido divulgado.</p>
<p>As investigações revelaram ainda que Jeanine John Taele já era alvo de um inquérito por alegado roubo conduzido pelo Departamento de Polícia de El Segundo.</p>
<p>O caso está agora a ser investigado em conjunto pelo Serviço Secreto, pelo Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles e pelo FBI. As autoridades não excluem a possibilidade de virem a ser apresentadas acusações adicionais à medida que a investigação avança.</p>
<p>A detenção acontece apenas 48 horas antes da deslocação de Donald Trump ao clube de golfe para um evento de angariação de fundos, circunstância que levou as autoridades a reforçarem as medidas de segurança no local.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/homem-armado-e-detido-no-campo-de-golfe-de-trump-48-horas-antes-da-visita-do-presidente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797765]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Estes são os carros elétricos com as baterias mais fiáveis (e não são os mais caros)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estes-sao-os-carros-eletricos-com-as-baterias-mais-fiaveis-e-nao-sao-os-mais-caros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/estes-sao-os-carros-eletricos-com-as-baterias-mais-fiaveis-e-nao-sao-os-mais-caros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797748</guid>

					<description><![CDATA[Análise a 9.954 testes independentes de baterias de carros elétricos, todos com mais de 100 mil quilómetros percorridos, concluiu que alguns modelos mantêm praticamente intacta a capacidade original da bateria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As baterias continuam a ser um dos maiores argumentos de quem desconfia dos carros elétricos. A autonomia, o tempo de carregamento e, sobretudo, a degradação ao longo dos anos levantam dúvidas sobre quanto poderá custar manter um veículo elétrico após vários milhares de quilómetros.</p>
<p>Mas um novo estudo realizado na Suécia vem contrariar muitos desses receios. Segundo o jornal &#8216;El Confidencial&#8217;, uma análise a 9.954 testes independentes de baterias de carros elétricos, todos com mais de 100 mil quilómetros percorridos, concluiu que alguns modelos mantêm praticamente intacta a capacidade original da bateria.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido pela plataforma sueca &#8216;Carla&#8217;, com base em diagnósticos realizados entre 2022 e 2026 pela empresa austríaca AVILOO, especializada na avaliação da saúde das baterias. Ao contrário de muitas análises, os investigadores não recorreram aos dados fornecidos pelo próprio veículo, medindo antes de forma independente o chamado Estado de Saúde (SoH), indicador que mostra a capacidade real da bateria face à que tinha quando saiu de fábrica.</p>
<p>A maior surpresa surge no topo da tabela. Os modelos que melhor preservam a bateria não pertencem a marcas premium nem são da Tesla. O primeiro lugar é ocupado pelo Kia e-Niro, cuja bateria de 64 kWh conservava, em média, 97,25% da capacidade original após mais de 100 mil quilómetros. Seguem-se o Hyundai Kona Electric, com 97,18%, e o Kia EV6, que mantém 95,95%.</p>
<p>Na prática, estes valores significam que, após uma utilização equivalente a seis ou sete anos para muitos condutores, a perda de capacidade fica abaixo dos 5%, mantendo uma autonomia muito próxima da que o automóvel oferecia quando era novo.</p>
<p>Segundo o estudo, parte desta longevidade explica-se pela gestão térmica das baterias. Manter as células dentro da temperatura ideal durante a utilização e o carregamento reduz o desgaste e atrasa o envelhecimento. Também o software desenvolvido por cada fabricante desempenha um papel importante, controlando automaticamente situações que podem acelerar a degradação.</p>
<p>Os investigadores destacam ainda a influência da química utilizada nas baterias. No caso do Tesla Model 3, por exemplo, as versões equipadas com baterias LFP (fosfato de ferro-lítio), fornecidas pela CATL, apresentaram uma retenção de capacidade superior às versões equipadas com baterias NCM. Embora sejam mais pesadas e tenham menor densidade energética, as baterias LFP são conhecidas por suportarem um maior número de ciclos de carregamento.</p>
<p>Outro fator relevante são as atualizações de software. O estudo indica que alguns modelos da plataforma elétrica MEB, do Grupo Volkswagen, melhoraram a preservação da bateria através de atualizações remotas (OTA), que alteram a forma como o sistema gere o carregamento, o arrefecimento e a distribuição de energia.</p>
<p>Os resultados ajudam também a explicar por que motivo a maioria dos fabricantes oferece garantias de oito anos ou 160 mil quilómetros para a bateria, assegurando pelo menos 70% da capacidade original. Nos modelos analisados, porém, a realidade mostrou-se bastante mais favorável, com muitas baterias a manterem níveis muito acima desse limite.</p>
<p>Para o mercado de usados, esta poderá ser uma das conclusões mais importantes. À medida que aumenta a oferta de carros elétricos em segunda mão, o estado da bateria torna-se um fator decisivo na compra, levando cada vez mais concessionários a fornecer certificados independentes sobre a sua saúde.</p>
<p>O estudo não conclui que todas as baterias envelhecem da mesma forma nem que os hábitos de utilização deixem de ser importantes. Carregamentos rápidos frequentes, temperaturas extremas ou manter a bateria constantemente nos 100% continuam a influenciar a sua longevidade. Ainda assim, os dados sugerem que, em condições normais de utilização, a degradação é significativamente menor do que muitos consumidores ainda imaginam.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/estes-sao-os-carros-eletricos-com-as-baterias-mais-fiaveis-e-nao-sao-os-mais-caros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797748]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nova SBE é a escola com a melhor reputação junto dos líderes empresariais em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-e-a-escola-com-a-melhor-reputacao-junto-dos-lideres-empresariais-em-portugal/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-e-a-escola-com-a-melhor-reputacao-junto-dos-lideres-empresariais-em-portugal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797756</guid>

					<description><![CDATA[O estudo da OnStrategy foi realizado junto de mais de 8.000 profissionais C-Level, representativos do tecido empresarial português em termos de dimensão e distribuição geográfica. No total, foram analisadas mais de 2.000 marcas de cerca de 70 setores de atividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova School of Business &amp; Economics (Nova SBE) é a instituição de ensino superior com melhor reputação junto dos líderes empresariais em Portugal, segundo o estudo RepScore 2026, realizado pela OnStrategy e referente ao primeiro semestre deste ano.</p>
<p>No segmento de <em>Schools &amp; Universities</em>, a Nova SBE alcançou uma pontuação de 86,6 pontos, ocupando o primeiro lugar entre as instituições de ensino superior avaliadas. O ranking mede a perceção dos principais decisores empresariais portugueses relativamente às marcas com maior relevância e reputação.</p>
<p>O estudo da OnStrategy foi realizado junto de mais de 8.000 profissionais C-Level, representativos do tecido empresarial português em termos de dimensão e distribuição geográfica. No total, foram analisadas mais de 2.000 marcas de cerca de 70 setores de atividade.</p>
<p>Para além da liderança no segmento de ensino superior, a Nova SBE integra o grupo de marcas portuguesas com melhor reputação entre os líderes empresariais. A avaliação considera dimensões como relevância, confiança, admiração, consideração, preferência, recomendação e intenção de compra.</p>
<p>&#8220;Este reconhecimento tem um significado muito particular por resultar da avaliação dos próprios líderes empresariais. Mais do que distinguir a qualidade da nossa oferta, demonstra que a marca Nova SBE é hoje uma referência para quem toma decisões nas organizações&#8221;, afirma Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE.</p>
<p>Segundo o responsável, a confiança conquistada pela instituição &#8220;reforça a nossa responsabilidade de continuar a produzir conhecimento relevante, desenvolver talento e manter uma ligação próxima ao tecido empresarial&#8221;.</p>
<p>O RepScore é desenvolvido pela OnStrategy desde 2009 e acompanha a reputação das marcas em Portugal. A metodologia utilizada segue as normas internacionais ISO 20671, relativa à avaliação de estratégia e força da marca, e ISO 10668, referente à avaliação financeira da marca.</p>
<p>Os resultados agora divulgados dizem respeito ao primeiro semestre de 2026 e refletem exclusivamente a perceção do público C-Level, tendo em conta indicadores como relevância, consideração, confiança, admiração, preferência, recomendação e defesa da marca.</p>
<p>A Nova SBE é a faculdade de Economia, Finanças e Gestão da Universidade NOVA de Lisboa e é membro do CEMS desde 2007. A instituição possui a chamada Triple Crown, com acreditações EQUIS, AMBA e AACSB, e mantém uma forte orientação internacional, com a maioria dos seus programas lecionados em inglês.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-e-a-escola-com-a-melhor-reputacao-junto-dos-lideres-empresariais-em-portugal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797756]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro da Heineken sobe 51,2% até junho para 1.125 M€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-heineken-sobe-512-ate-junho-para-1-125-me/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-heineken-sobe-512-ate-junho-para-1-125-me/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[HEINEKEN]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797741</guid>

					<description><![CDATA[A cervejaria Heineken registou um lucro líquido atribuído de 1.125 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 51,2% em relação aos 744 milhões de lucros do primeiro semestre do ano passado, informou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cervejaria Heineken registou um lucro líquido atribuído de 1.125 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 51,2% em relação aos 744 milhões de lucros do primeiro semestre do ano passado, informou hoje a empresa.</P><br />
<P>De acordo com a informação disponibilizada, as receitas líquidas da Heineken entre janeiro e junho totalizaram 14.841 milhões de euros, mais 4,4% do que no primeiro semestre de 2025.</P><br />
<P>As vendas líquidas da Heineken em África e no Médio Oriente cresceram 5,3%, para 2.110 milhões, enquanto na América aumentaram 12,6%, para 4.617 milhões.</P><br />
<P>Já na região Ásia-Pacífico, diminuíram 1,8%, para 2.096 milhões, e no mercado europeu, as receitas líquidas da Heineken totalizaram 5 697 milhões, mais 0,1% do que no ano anterior.</P><br />
<P>Em fevereiro, a multinacional neerlandesa anunciou que iria extinguir 5.000 a 6.000 postos de trabalho e justificou a decisão com &#8220;difíceis condições de mercado&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a intenção é &#8220;aumentar a produtividade em larga escala para conseguir uma redução de custos significativa, eliminando entre 5.000 a 6.000 postos de trabalho nos próximos dois anos&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-heineken-sobe-512-ate-junho-para-1-125-me/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797741]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal é o sétimo país da União Europeia onde a população menos fuma</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-e-o-setimo-pais-da-uniao-europeia-onde-a-populacao-menos-fuma/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-e-o-setimo-pais-da-uniao-europeia-onde-a-populacao-menos-fuma/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[tabaco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797742</guid>

					<description><![CDATA[Portugal é o sétimo país da União Europeia onde a população menos fuma, com menos de um em seis portugueses a consumir tabaco diariamente, apesar de se verificar um aumento quando comparado com 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal é o sétimo país da União Europeia onde a população menos fuma, com menos de um em seis portugueses a consumir tabaco diariamente, apesar de se verificar um aumento quando comparado com 2022.</P><br />
<P>De acordo com o Eurostat, em 2025, cerca de 15,2% da população portuguesa acima dos 16 anos fumou diariamente, seja tabaco ou &#8220;produtos relacionados&#8221;, a sétima taxa mais baixa na União Europeia (UE).</P><br />
<P>No entanto, ao contrário da maioria dos restantes países europeus, o consumo de tabaco em Portugal está a aumentar: em 2022 (a última vez que o Eurostat tinha divulgado dados sobre esta matéria), apenas 14,1% da população portuguesa admitia que fumava.</P><br />
<P>Segundo os dados do serviço estatístico europeu, 20,6% dos homens em Portugal fumam diariamente, contra 10,4% entre as mulheres.</P><br />
<P>A população entre os 35 e 49 anos é a que fuma mais, com 21,3% a fazê-lo diariamente, seguida da faixa etária entre os 25 e os 34 anos (19,9%) e dos 50 aos 64 anos (19,8%). </P><br />
<P>No que se refere ao resto da UE, verifica-se uma diminuição do consumo de tabaco em 17 Estados-membros, passando a média europeia de pessoas que fumam diariamente dos 17,5% registados em 2022 para 16,5% em 2025.</P><br />
<P>Os Países Baixos são o Estado-membro onde a população menos fuma, com apenas 9,9% a fazê-lo diariamente, seguidos da Irlanda (11,7%), Bélgica (13,6%) e Luxemburgo (13,8%). </P><br />
<P>Alemanha (14,9%) e Espanha (15%) registam ainda taxas inferiores à de Portugal.</P><br />
<P>Em sentido contrário, a Bulgária regista os maiores níveis de consumo diários (26,3%), assim como a Suécia (23,9%) e a Croácia (23,6%).</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-e-o-setimo-pais-da-uniao-europeia-onde-a-populacao-menos-fuma/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797742]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nearing Visabeira compra Carter Electric e reforça presença nos EUA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nearing-visabeira-compra-carter-electric-e-reforca-presenca-nos-eua/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nearing-visabeira-compra-carter-electric-e-reforca-presenca-nos-eua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nearing Visabeira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797743</guid>

					<description><![CDATA[A Nearing Visabeira, subsidiária da Visabeira e participada pela Goldman Sachs Alternatives, comprou a norte-americana Carter Eletric, empresa de instalações elétricas, por um valor não revelado, reforçando a sua presença nos EUA, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Nearing Visabeira, subsidiária da Visabeira e participada pela Goldman Sachs Alternatives, comprou a norte-americana Carter Eletric, empresa de instalações elétricas, por um valor não revelado, reforçando a sua presença nos EUA, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>A aquisição foi feita através da subsidiária Sargent Eletric, de acordo com o grupo Visabeira, que adianta que a Carter Electric Inc, sediada na Flórida, tem receitas previstas para este ano superiores a 50 milhões de dólares (mais de 43 milhões de euros, à taxa de câmbio atual) e mais de 300 colaboradores. </P><br />
<P>A Nearing Visabeira opera na área de serviços de engenharia e construção para os setores da energia e das telecomunicações.</P><br />
<P>&#8220;Esta aquisição representa mais um passo na estratégia de expansão da Nearing Visabeira nos EUA, atualmente um dos principais motores de crescimento do grupo, reforçando a sua posição num dos mercados de infraestruturas de energia e eletrificação mais dinâmicos do mundo&#8221;, refere a empresa, em comunicado. </P><br />
<P>Esta operação, &#8220;amplia a plataforma operacional da Nearing Visabeira na Flórida e cria novas oportunidades para os clientes da Carter Electric beneficiarem de uma oferta mais abrangente de serviços e da experiência do grupo na execução de projetos de elevada complexidade e âmbito nacional&#8221;.</P><br />
<P>Atualmente, &#8220;a Carter Electric desempenha um papel particularmente relevante na prestação de serviços de infraestruturas de baixa e média tensão em toda a região da Flórida Central, incluindo a Universal Studios e a Space Coast, para clientes de referência como a SpaceX e a Blue Origin&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Em conjunto com outras empresas do Grupo Nearing Visabeira, &#8220;nomeadamente a Sargent Electric, a JF Edwards Construction Company e a Verità, a Carter Electric passará a beneficiar de um conjunto significativamente mais alargado de competências, reforçando a sua capacidade para servir novos setores de atividade e expandir a sua presença junto de novos clientes na crescente economia da Flórida&#8221;.</P><br />
<P>A oferta inclui áreas como &#8220;a produção de energia, sistemas de armazenamento de energia em baterias, transporte e distribuição de energia elétrica e infraestruturas de telecomunicações, serviços que a Nearing Visabeira já presta a clientes estratégicos em todo o território norte-americano&#8221;.</P><br />
<P>A Nearing Visabeira &#8220;tem vindo a reforçar de forma consistente a sua presença no mercado dos &#8216;data centers&#8217;, capitalizando a experiência adquirida na execução de projetos de elevada dimensão, complexidade técnica e ritmo de execução acelerado&#8221;. </P><br />
<P>Esta compra &#8220;reforça igualmente a capacidade do grupo para acompanhar o forte ciclo de investimento associado à eletrificação da economia, ao crescimento dos data centers e ao desenvolvimento da inteligência artificial [IA] nos EUA&#8221;.</P><br />
<P>A atual equipa de gestão da Carter Electric, liderada por Doug Carter, continuará à frente da empresa. </P><br />
<P>&#8220;Esta parceria estratégica permitirá acelerar ainda mais o nosso crescimento, disponibilizando serviços e competências adicionais aos nossos clientes atuais e dando igualmente a conhecer a Carter Electric aos clientes da Nearing Visabeira&#8221;, afirma o presidente executivo (CEO) da Carter Eletric, Doug Carter, citado em comunicado. </P><br />
<P>Esta aquisição permitirá às operações da Nearing Visabeira ultrapassar os mil milhões de dólares de receitas anuais&#8221; nos EUA e &#8220;atingir cerca de 2,5 mil milhões de euros de volume de negócios a nível global&#8221;.</P><br />
<P>Os EUA &#8220;assumem hoje um papel central na estratégia de crescimento da Nearing Visabeira e esta aquisição reforça de forma muito significativa a nossa presença num dos mercados mais atrativos e dinâmicos do setor&#8221;, afirma Nuno Marques, CEO da Nearing Visabeira, citado em comunicado.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nearing-visabeira-compra-carter-electric-e-reforca-presenca-nos-eua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797743]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A moto lançada de paraquedas na II Guerra Mundial está de volta&#8230; mas agora em versão elétrica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-moto-lancada-de-paraquedas-na-ii-guerra-mundial-esta-de-volta-mas-agora-em-versao-eletrica/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-moto-lancada-de-paraquedas-na-ii-guerra-mundial-esta-de-volta-mas-agora-em-versao-eletrica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Flying Flea]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mota elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Royal Enfield]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797735</guid>

					<description><![CDATA[Há mais de 80 anos, milhares de soldados britânicos saltavam de aviões sobre território inimigo acompanhados por um equipamento pouco habitual: uma pequena moto que seguia presa a um paraquedas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de 80 anos, milhares de soldados britânicos saltavam de aviões sobre território inimigo acompanhados por um equipamento pouco habitual: uma pequena moto que seguia presa a um paraquedas. O objetivo era simples. Assim que aterravam, podiam deslocar-se rapidamente, transportar mensagens, estabelecer comunicações ou chegar a posições estratégicas sem depender de veículos maiores.</p>
<p>Era a Royal Enfield Flying Flea, uma das motos mais improváveis da II Guerra Mundial e que, décadas depois, acaba de regressar&#8230; em versão elétrica.</p>
<p>Segundo a &#8216;ETAuto&#8217;, a Royal Enfield lançou oficialmente a nova marca Flying Flea, recuperando um nome histórico que marcou a presença da fabricante britânica no conflito mundial. Em vez de um motor a gasolina, a nova geração aposta exclusivamente na propulsão elétrica, mantendo, no entanto, várias referências estéticas ao modelo original.</p>
<p>A Flying Flea nasceu em 1940, quando o Exército britânico precisava de um veículo extremamente leve que pudesse acompanhar as tropas aerotransportadas. Com pouco mais de 60 quilos, a moto era suficientemente compacta para ser colocada dentro de uma estrutura metálica e lançada de avião juntamente com os paraquedistas.</p>
<p>Assim que chegavam ao solo, bastavam poucos minutos para retirar a moto da estrutura e colocá-la em funcionamento. A pequena Royal Enfield permitia aos soldados deslocarem-se rapidamente em missões de reconhecimento, transportar oficiais ou estabelecer ligações entre unidades espalhadas pelo terreno.</p>
<p>Foi precisamente essa capacidade de &#8220;cair do céu&#8221; que lhe valeu o nome Flying Flea, ou &#8220;Pulga Voadora&#8221;, uma referência ao seu tamanho reduzido e à forma como parecia saltar dos aviões para o campo de batalha.</p>
<p>Terminada a guerra, a Flying Flea desapareceu gradualmente, transformando-se numa peça muito procurada por colecionadores e aficionados da história militar.</p>
<p>Mais de oito décadas depois, a Royal Enfield decidiu recuperar esse legado para entrar num segmento completamente diferente. A nova Flying Flea é uma moto elétrica concebida para utilização urbana, equipada com tecnologia moderna e soluções de conectividade, mas inspirada nas linhas simples e minimalistas da sua antecessora.</p>
<p>Embora já não seja lançada de paraquedas nem tenha de atravessar campos de batalha, a marca acredita que a nova Flying Flea consegue manter vivo o espírito original: uma moto leve, ágil e pensada para responder rapidamente aos desafios do seu tempo.</p>
<p>Com este regresso, a Royal Enfield não recupera apenas um nome histórico. Recupera uma das histórias mais curiosas da indústria das duas rodas, provando que algumas lendas conseguem atravessar gerações sem perder a identidade.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-moto-lancada-de-paraquedas-na-ii-guerra-mundial-esta-de-volta-mas-agora-em-versao-eletrica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797735]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>TML : Uma nova plataforma para mover Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tml-uma-nova-plataforma-para-mover-lisboa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tml-uma-nova-plataforma-para-mover-lisboa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[TML]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791295</guid>

					<description><![CDATA[De autoridade de transportes a plataforma tecnológica: a transformação digital da mobilidade em Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há poucos anos, viajar de transporte público na Área Metropolitana de Lisboa significava lidar com um sistema profundamente fragmentado: 16 operadores distintos, mais de 7.700 tipologias tarifárias e apenas cerca de 30% do território coberto por um passe intermodal. Para quem se deslocava diariamente, isso traduzia-se numa experiência complexa, pouco intuitiva e desigual, dependente do concelho onde se vivia ou trabalhava. Hoje, essa realidade mudou radicalmente, e a transformação tem um nome &#8211; navegante® &#8211; e uma instituição por trás dela: a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML).</p>
<p style="text-align: justify;">Carlos Humberto de Carvalho, presidente da TML, explica que a entidade deixou de se definir apenas pela sua função regulatória enquanto autoridade de transportes. «Hoje, somos também responsáveis pelo desenvolvimento e gestão de soluções digitais que tornam o sistema de transportes mais simples, integrado e acessível para milhões de pessoas», afirma. Essa mudança de identidade reflecte-se na própria estrutura interna da organização, onde a área de Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS) se tornou uma das maiores e mais estratégicas, responsável por gerir o sistema navegante® e garantir a interoperabilidade entre todos os operadores da região. Para o presidente, esta transformação resultou de «inovação tecnológica, do conhecimento das nossas equipas e de um foco permanente nas necessidades das pessoas».</p>
<p style="text-align: justify;">O maior desafio deste processo, reconhece Carlos Humberto de Carvalho, não foi propriamente tecnológico, mas político e organizacional: conseguir alinhar 18 municípios, múltiplos operadores e diferentes entidades em torno de uma visão comum para a mobilidade metropolitana. Isso implicou não só integração de sistemas, mas também harmonização de regras de negócio e a articulação entre organizações com culturas e formas de trabalhar distintas. O resultado foi a criação de duas tipologias de passe, municipal e metropolitano, válidas em 100% do território e em todos os operadores e modos de transporte, substituindo um mosaico de regras dispersas por uma experiência unificada para o passageiro. Depois desta transformação estrutural, a TML avançou para uma fase de digitalização de serviços, simplificando processos e criando novas soluções que tornam a utilização dos transportes mais rápida e cómoda.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta lógica de integração tem, segundo o presidente, um objectivo comum a todas as soluções desenvolvidas: colocar o utilizador no centro da mobilidade. Através do Sistema navegante®, a TML criou plataformas e serviços partilhados por todos os operadores, o que se traduz em tarifas mais simples e económicas, maior cobertura territorial e um acesso mais equitativo a oportunidades de emprego, educação, saúde e lazer. Ao mesmo tempo, a partilha de informação entre operadores permite uma gestão mais eficiente das redes e uma resposta mais rápida a alterações operacionais. São benefícios que, para o utilizador comum, se traduzem simplesmente em viagens mais previsíveis e menos burocráticas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A APP NAVEGANTE® como porta de entrada única</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos pilares mais visíveis desta transformação é a app navegante®, que Carlos Humberto de Carvalho descreve como um verdadeiro hub de mobilidade. Na prática, isso significa concentrar num único ponto de acesso praticamente tudo o que o utilizador precisa para se deslocar: «já permite adquirir um cartão navegante® e recebê-lo em casa, carregar passes em cerca de um minuto, consultar informação sobre a rede e acompanhar os transportes em tempo real», detalha. A aplicação permite ainda activar benefícios como a gratuitidade para jovens até aos 24 anos, com carregamento do respectivo passe feito de forma totalmente digital, até ao final da validade do cartão. A ambição da TML, segundo o presidente, é que esta plataforma se torne cada vez mais completa, consolidando-se como a principal via de entrada para a mobilidade em toda a Área Metropolitana de Lisboa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, a introdução do navegante® mobile, que dispensa o cartão físico, surge como um passo natural desta evolução. Ao permitir que o título de transporte esteja disponível directamente no telemóvel, a TML elimina a necessidade do cartão físico para muitos utilizadores, tornando o processo mais simples, cómodo e sustentável, ao mesmo tempo que aproxima o sistema lisboeta das melhores práticas internacionais em matéria de bilhética digital e reduz custos operacionais associados aos suportes físicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A par disto, a aposta na informação em tempo real representa, na visão de Carlos Humberto de Carvalho, «um salto muito importante para todo o ecossistema da mobilidade». O benefício é duplo: para o passageiro, traduz-se em maior previsibilidade e redução da incerteza no planeamento de cada viagem; para os operadores e para a própria TML, representa uma ferramenta de gestão mais poderosa, que permite acompanhar o funcionamento da rede, identificar constrangimentos mais rapidamente, ajustar a operação sempre que necessário e tomar decisões com base em dados objectivos, em vez de suposições.</p>
<p style="text-align: justify;">Também o pagamento directo com cartão bancário ou outros meios de pagamento digitais faz parte desta lógica de simplificação. Segundo o presidente, esta opção «elimina barreiras de acesso ao transporte público, sobretudo para utilizadores ocasionais, turistas e visitantes», dispensando a necessidade de adquirir previamente um título específico, sem nunca comprometer a integração tarifária nem a facilidade de utilização do sistema como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre como garante que estas soluções respondem simultaneamente às necessidades de utilizadores e operadores, Carlos Humberto de Carvalho refere um trabalho contínuo de auscultação junto de ambas as partes: sessões de auscultação, processos participativos, workshops de design thinking e contacto permanente com os diferentes intervenientes. A isto soma-se uma articulação diária com os operadores da região, de forma a garantir que as soluções tecnológicas desenvolvidas são interoperáveis, robustas e acrescentam valor real à operação. É este equilíbrio, sublinha, entre visão tecnológica, conhecimento operacional e proximidade aos utilizadores, que tem permitido o sucesso da transformação digital da mobilidade metropolitana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sustentabilidade em prática</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se a dimensão digital é a face mais visível da transformação, a reorganização operacional foi igualmente profunda. Com a criação da Carris Metropolitana, a TML substituiu um cenário de informação, regras de negócio e níveis de serviço dispersos por 12 operadores diferentes por uma rede única, com identidade própria, procedimentos harmonizados, modelo tarifário comum e padrões consistentes de conforto e qualidade de serviço. Hoje, essa rede rodoviária metropolitana assegura a operação municipal em 15 concelhos e as ligações intermunicipais em toda a Área Metropolitana de Lisboa, garantindo uma experiência «muito mais simples, coerente e previsível» para quem viaja, independentemente do concelho onde inicia ou termina a sua deslocação.</p>
<p style="text-align: justify;">No capítulo da sustentabilidade, o navegante® Empresas surge como um dos produtos mais estratégicos da TML para apoiar organizações comprometidas com a descarbonização. O programa permite que as empresas ofereçam o passe navegante® aos colaboradores como benefício de mobilidade, incentivando a substituição do automóvel nas deslocações casa-trabalho-casa e beneficiando, em simultâneo, de um enquadramento fiscal vantajoso, com vantagens na tributação do lucro tributável para quem apoia os trabalhadores na utilização do transporte público. Carlos Humberto de Carvalho sublinha que já mais de 560 empresas aderiram à iniciativa, o que, na sua leitura, comprova que «este modelo responde às necessidades do tecido empresarial e constitui uma ferramenta eficaz para promover uma mobilidade mais sustentável». Para o presidente da TML, trata-se de um produto que «gera valor para todos»: para as empresas, que reforçam a sua estratégia de sustentabilidade e responsabilidade social, cumprindo critérios ESG; para os colaboradores, que passam a contar com um apoio concreto que melhora a sua qualidade de vida; e para as cidades, que beneficiam de menos congestionamento, menos emissões e maior utilização do transporte público.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um modelo a caminho de escala nacional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O interesse que as soluções da TML têm despertado noutras regiões do País abre uma nova frente de reflexão sobre o futuro do sector. Carlos Humberto de Carvalho não fala de replicar mecanicamente o modelo lisboeta, mas de construir algo mais amplo e interoperável: «o importante é contribuir para que exista uma maior interoperabilidade entre sistemas e uma visão nacional da mobilidade digital», afirma, apontando para um cenário em que os cidadãos possam utilizar os transportes públicos de forma cada vez mais simples, integrada e consistente em todo o território português; e não apenas na área metropolitana da capital.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao futuro próximo, o presidente da TML identifica um conjunto de tecnologias que deverão marcar a próxima fase do sector: uso intensivo de dados, inteligência artificial, plataformas digitais integradas, bilhética desmaterializada e sistemas de informação em tempo real. Estas ferramentas, na sua perspectiva, permitirão «uma gestão mais inteligente das redes, uma melhor previsão da procura, maior personalização dos serviços e uma experiência cada vez mais fluida» para quem utiliza os transportes públicos diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A estratégia da TML, conclui Carlos Humberto de Carvalho, passa por continuar a investir nestas áreas, reforçando a integração entre operadores, promovendo a inovação e utilizando a tecnologia como instrumento para tornar a mobilidade «mais simples, eficiente, inclusiva e sustentável». Num sector em constante transformação, a aposta de Lisboa assenta numa ideia simples, mas exigente de concretizar: a tecnologia só tem valor real quando serve, de facto, quem se desloca todos os dias pela cidade e pela região.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “</em>Mobilidade urbana/ smart cities<em>”, publicado na edição de Julho (n.º 244</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tml-uma-nova-plataforma-para-mover-lisboa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791295]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Os 8 maiores erros de quem compra casa pela primeira vez</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/os-8-maiores-erros-de-quem-compra-casa-pela-primeira-vez/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/os-8-maiores-erros-de-quem-compra-casa-pela-primeira-vez/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Dr. Finanças]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797346</guid>

					<description><![CDATA[Ser bem-sucedido na compra da primeira casa vai muito além de encontrar o imóvel ideal. Antes de avançar, saiba como evitar oito erros que podem sair-lhe caros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar casa pela primeira vez é um marco importante na vida de muitos portugueses. No entanto, a emoção de encontrar o imóvel com que há tanto tempo sonha pode levá-lo a tomar decisões precipitadas que podem pesar, e muito, no seu orçamento. Conheça oito erros comuns e perceba como evitá-los.</p>
<p><strong>1. Procurar casa antes de perceber quanto pode realmente gastar</strong></p>
<p>Quem decide comprar casa começa frequentemente por visitar imóveis e só depois pensa no crédito habitação. No entanto, pedir uma pré-aprovação do crédito ao banco permite saber qual o montante que poderá ver financiado e qual a prestação expectável. Assim, evita perder tempo com casas que estão fora do seu orçamento.</p>
<p><strong>2. Esquecer-se de que comprar casa envolve muito mais do que o preço do imóvel</strong></p>
<p>O valor que pagará pela casa é apenas uma parte da despesa. Deve contar também com encargos como o IMT, o Imposto do Selo, a escritura, os registos, as comissões bancárias e os seguros associados ao crédito. Sem este planeamento, o orçamento pode revelar-se insuficiente.</p>
<p><strong>3. Não comparar propostas de crédito habitação</strong></p>
<p>Aceitar a primeira proposta de crédito pode significar que ficará a pagar mais ao banco durante décadas. Por isso, é importante que compare várias ofertas. Mas não se limite a olhar para o spread. Analise e compare as propostas sobretudo com base na TAEG e no montante total pago pelo crédito (MTIC) para perceber qual é, efetivamente, a opção mais vantajosa.</p>
<p><strong>4. Assumir que o banco financia tudo</strong></p>
<p>Embora os jovens possam beneficiar da garantia pública, a maioria dos compradores continua a precisar de suportar, com capitais próprios, parte dos custos da compra – normalmente, entre 10% a 20% do valor do imóvel. Além disso, há despesas que nunca são financiadas, como impostos, escritura ou outros encargos iniciais. Por isso, antes de avançar, confirme quanto terá de pagar.</p>
<p><strong>5. Comprar uma casa no limite da capacidade financeira</strong></p>
<p>O facto de o banco aprovar o crédito não significa que esse seja o valor ideal para si. Uma prestação demasiado elevada deixa pouca margem para lidar com imprevistos, como uma perda de rendimento, despesas inesperadas ou a subida das taxas de juro. Não deixe de refletir sobre estes aspetos antes de tomar uma decisão. Além disso, garanta que tem um fundo de emergência com um montante que lhe permita fazer face a imprevistos.</p>
<p><strong>6. Pensar apenas na prestação mensal, ignorando os custos anuais de manter a casa</strong></p>
<p>Depois da compra da casa, as despesas não se extinguem. Condomínio, IMI, seguro de vida e multirriscos-habitação, manutenção ou reparações fazem parte das responsabilidades dos proprietários. Antes de comprar, faça uma estimativa destes custos para perceber qual será o seu impacto no orçamento familiar.</p>
<p><strong>7. Assinar o CPCV sem perceber todas as cláusulas</strong></p>
<p>O Contrato-Promessa de Compra e Venda (CPCV) é um documento com consequências legais importantes para quem compra e vende casa. Antes de assinar, e para evitar surpresas desagradáveis, confirme os prazos, as condições de pagamento, as penalizações em caso de incumprimento e ainda as cláusulas relativas à obtenção de crédito.</p>
<p><strong>8. Não analisar bem o condomínio e o estado do edifício</strong></p>
<p>Se comprar um apartamento, não se limite a avaliar o estado do imóvel. É importante que se informe sobre o valor do condomínio, a existência de dívidas, o fundo comum de reserva e eventuais obras previstas. Tenha em mente que um edifício mal conservado pode exigir encargos elevadas pouco tempo depois da compra.</p>
<p>Em suma, comprar casa pela primeira vez exige preparação e alguma cautela. Quanto mais informado estiver sobre os custos, o crédito e as obrigações associadas à compra, mais fácil será tomar uma decisão consciente e evitar erros que podem pesar no seu orçamento durante muitos anos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/os-8-maiores-erros-de-quem-compra-casa-pela-primeira-vez/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797346]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acordo milionário entre norte-americana e britânica cria a maior empresa de ativos logísticos do mundo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-milionario-entre-norte-americana-e-britanica-cria-a-maior-empresa-de-ativos-logisticos-do-mundo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-milionario-entre-norte-americana-e-britanica-cria-a-maior-empresa-de-ativos-logisticos-do-mundo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[milionário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797738</guid>

					<description><![CDATA[A norte-americana Prologis chegou a acordo com a administração da Segro para a aquisição da totalidade do capital da empresa britânica, numa operação avaliada em aproximadamente 16,2 mil milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A norte-americana Prologis chegou a acordo com a administração da Segro para a aquisição da totalidade do capital da empresa britânica, numa operação avaliada em cerca de 18,8 mil milhões de dólares (aproximadamente 16,2 mil milhões de euros). A transação deverá criar uma das maiores plataformas globais de ativos logísticos e ampliar significativamente a presença da Prologis no mercado europeu.</p>
<p>A combinação das duas empresas permitirá à Prologis atingir cerca de 269 mil milhões de dólares em ativos sob gestão a nível global. Na Europa, a carteira operacional combinada deverá atingir 368 milhões de pés quadrados, o equivalente a cerca de 34,2 milhões de metros quadrados.</p>
<p>Com a integração da Segro, a área operacional europeia da Prologis aumentará 47%. A operação permitirá também juntar uma carteira de desenvolvimento de aproximadamente 13 milhões de pés quadrados e aumentar em 126% o banco de terrenos da Prologis na região.</p>
<p>O acordo prevê que os acionistas da Segro recebam 0,0920 novas ações da Prologis por cada ação detida. Os investidores poderão, em alternativa, optar por receber dinheiro relativamente a parte ou à totalidade da contrapartida em ações, ao abrigo de uma opção de pagamento em dinheiro com um montante máximo de aproximadamente 3,5 mil milhões de libras.</p>
<p>Na modalidade base desta alternativa, os acionistas receberão 258 pence em dinheiro e 0,0690 novas ações da Prologis por cada ação Segro. A componente em dinheiro será financiada através de uma linha de crédito a prazo, liquidez existente e outras fontes de financiamento disponíveis.</p>
<p>Os acionistas da Segro terão ainda direito a receber e manter os dividendos relativos a 2026, até um máximo de 10,14 pence por ação referentes ao dividendo intercalar e de 22,56 pence relativos ao dividendo final, que a empresa pretende pagar antes da conclusão da operação.</p>
<p>O conselho de administração da SEGRO aprovou por unanimidade os termos da operação e pretende recomendar aos acionistas que votem a favor da aquisição.</p>
<p>A conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2027, ficando dependente da aprovação dos acionistas da SEGRO, da validação judicial do processo, das autorizações regulatórias necessárias e do cumprimento das restantes condições habituais para o fecho da operação.</p>
<p>A transação não requer a aprovação dos acionistas da Prologis.</p>
<p>Como parte do acordo, a Prologis irá ainda solicitar uma cotação secundária das suas ações na Bolsa de Londres. A aprovação deste pedido constitui uma das condições para a conclusão da operação.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/acordo-milionario-entre-norte-americana-e-britanica-cria-a-maior-empresa-de-ativos-logisticos-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797738]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>7000 quilómetros e 384 terabits por segundo: o novo cabo da Google que chega a Sines</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/7000-quilometros-e-384-terabits-por-segundo-o-novo-cabo-da-google-que-chega-a-sines/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/7000-quilometros-e-384-terabits-por-segundo-o-novo-cabo-da-google-que-chega-a-sines/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797724</guid>

					<description><![CDATA[O Nuvem integra a expansão da rede internacional de cabos submarinos da Google e reforça a posição de Portugal nas ligações digitais entre os dois lados do Atlântico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Google concluiu a ligação do Nuvem, um novo cabo submarino com cerca de 7000 quilómetros que une os Estados Unidos a Portugal e pretende aumentar a capacidade de transmissão de dados entre a América do Norte e a Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apresentado em 2023, o cabo liga o estado da Carolina do Sul à cidade de Sines, passando pelas Bermudas e pelos Açores. A infraestrutura foi desenvolvida para responder ao crescimento da computação na nuvem e da inteligência artificial, duas áreas que exigem uma capacidade cada vez maior para transportar grandes volumes de informação.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o 20minutos, o Nuvem integra a expansão da rede internacional de cabos submarinos da Google e reforça a posição de Portugal nas ligações digitais entre os dois lados do Atlântico.</p>
<p><strong>Cabo pode transportar 384 terabits por segundo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O sistema é constituído por 16 pares de fibra e tem uma capacidade total projetada de cerca de 384 terabits por segundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta capacidade permitirá gerir um volume de dados muito superior e acompanhar o aumento da procura associado aos serviços digitais, à computação na nuvem e às aplicações de inteligência artificial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os cabos submarinos desempenham atualmente um papel central nas comunicações internacionais. Segundo o 20minutos, que cita dados da Reuters, estas infraestruturas transportam mais de 95% do tráfego mundial de dados entre continentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de a comunicação por satélite ser mais visível para o público, é através de redes instaladas no fundo dos oceanos que circula a maior parte da informação digital trocada em todo o mundo.</p>
<p><strong>Sines reforça importância nas ligações digitais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O nome Nuvem resulta da palavra portuguesa utilizada para designar a “cloud” e reflete o objetivo do projeto: aumentar a capacidade necessária para suportar o crescimento dos serviços baseados na nuvem.</p>
<p class="isSelectedEnd">A chegada do cabo a Sines faz também parte de uma estratégia mais ampla para reforçar Portugal como um dos principais centros de conectividade digital da Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O país já é ponto de chegada de outras duas infraestruturas submarinas de elevada capacidade. O Equiano, propriedade da Google, estabelece uma ligação a outras regiões através do Atlântico, enquanto o EllaLink liga Portugal ao Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a entrada em funcionamento do Nuvem, Portugal passa a assumir um papel ainda mais relevante na circulação de dados entre a Europa, os Estados Unidos e outros mercados internacionais.</p>
<p><strong>Cabos submarinos existem desde 1956</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro sistema telefónico transatlântico por cabo submarino, conhecido como TAT-1, começou a funcionar em 1956.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde então, estas redes multiplicaram-se e tornaram-se essenciais para o funcionamento da Internet, das plataformas digitais, dos serviços financeiros, das comunicações empresariais e das aplicações tecnológicas utilizadas diariamente.</p>
<p>O Nuvem representa uma nova geração destas infraestruturas, preparada para transportar quantidades de informação muito superiores e para responder às necessidades criadas pela rápida expansão da inteligência artificial e da computação na nuve</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/7000-quilometros-e-384-terabits-por-segundo-o-novo-cabo-da-google-que-chega-a-sines/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797724]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portuguesa Neuraspace capta 15,6 milhões de euros para conquistar o mercado espacial com IA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portuguesa-neuraspace-capta-156-milhoes-de-euros-para-conquistar-o-mercado-espacial-com-ia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portuguesa-neuraspace-capta-156-milhoes-de-euros-para-conquistar-o-mercado-espacial-com-ia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:12:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Neuraspace]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797725</guid>

					<description><![CDATA[A Neuraspace, empresa portuguesa especializada em soluções de Vigilância Espacial e Gestão de Tráfego Espacial baseadas em inteligência artificial, captou 15,6 milhões de euros numa nova ronda de financiamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Neuraspace, empresa portuguesa especializada em soluções de Vigilância Espacial e Gestão de Tráfego Espacial baseadas em inteligência artificial, captou 15,6 milhões de euros numa nova ronda de financiamento. O montante será utilizado para acelerar a expansão internacional da empresa e reforçar as suas soluções comerciais e de defesa.</p>
<p>Do total angariado, 9,6 milhões de euros são provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), enquanto os restantes seis milhões correspondem a investimento privado. A ronda foi liderada pela Lince Capital, Explorer Investments e Armilar Venture Partners.</p>
<p>A empresa pretende canalizar os recursos para o desenvolvimento das suas capacidades comerciais e de defesa, com particular enfoque nas operações espaciais autónomas, em infraestruturas soberanas de deteção e na aplicação de inteligência artificial à segurança espacial.</p>
<p>Entre as prioridades está o reforço da plataforma de IA da Neuraspace, a expansão da sua rede própria de sensores óticos e o desenvolvimento da NeuraspaceDEF, uma oferta dual-use destinada a apoiar entidades governamentais e de defesa através de serviços de Vigilância Espacial.</p>
<p>“A Neuraspace afirmou-se como uma das mais promissoras empresas europeias de tecnologia espacial”, afirma Vasco Pereira Coutinho, CEO da Lince Capital, considerando que a empresa está “bem posicionada para se tornar uma referência europeia” em soluções de Vigilância Espacial e Gestão de Tráfego Espacial baseadas em inteligência artificial.</p>
<p>Fundada em 2020, a Neuraspace tem registado um crescimento acelerado. No último ano, as receitas aumentaram mais de 350% e, atualmente, a empresa monitoriza mais de 600 satélites operados por clientes comerciais e institucionais.</p>
<p>Entre os clientes estão a Spire Global, GEOSAT, NanoAvionics, Sidus Space, U-Space e a Agência Espacial Europeia (ESA). As soluções da empresa permitem aos operadores antecipar e prevenir colisões, reforçar a resiliência operacional e conduzir missões espaciais mais autónomas e seguras.</p>
<p><strong>Defesa ganha peso na estratégia</strong></p>
<p>A atividade da Neuraspace no setor da defesa tem também vindo a crescer, com contratos com a Força Aérea Portuguesa e a NATO. Mais recentemente, a empresa foi selecionada como parceiro principal por um Ministério da Defesa europeu, reforçando a sua posição enquanto fornecedor de serviços de Vigilância Espacial para aplicações civis e militares.</p>
<p>O novo investimento surge num contexto de crescente congestionamento e competição no espaço. Além do aumento do risco de colisões entre objetos e satélites, os operadores enfrentam ameaças como ciberataques, interferências de radiofrequência e ataques de spoofing e jamming a sinais GNSS.</p>
<p>A plataforma da Neuraspace cruza dados de sensores comerciais e soberanos com determinação orbital de elevada precisão, avaliação de risco e de ameaças baseada em inteligência artificial e apoio autónomo à tomada de decisão.</p>
<p>A tecnologia permite a operadores comerciais, entidades governamentais e organizações de defesa detetar, avaliar e responder mais rapidamente tanto a incidentes operacionais como a ameaças emergentes.</p>
<p>Para a empresa, a combinação de infraestrutura soberana de deteção, fusão de dados através de IA e automação operacional contribui ainda para reforçar a soberania tecnológica europeia e reduzir a dependência de capacidades externas de Vigilância Espacial.</p>
<p>“Quando a Neuraspace foi fundada, a nossa missão era tornar o espaço mais seguro. Essa missão evoluiu acompanhando a realidade operacional”, afirma Chiara Manfletti, CEO da empresa.</p>
<p>“Hoje, proteger satélites significa lidar tanto com riscos acidentais como com ameaças intencionais. Segurança operacional e proteção já não são desafios separados. São duas faces do mesmo problema operacional”, acrescenta.</p>
<p>Segundo a CEO, o financiamento marca “o início da próxima fase de crescimento da Neuraspace”, permitindo reforçar as capacidades soberanas europeias de Vigilância Espacial e disponibilizar serviços baseados em inteligência artificial para missões comerciais, institucionais e de defesa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portuguesa-neuraspace-capta-156-milhoes-de-euros-para-conquistar-o-mercado-espacial-com-ia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797725]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucros do Banco Montepio caem 17,3% para 58,4 ME até junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucros-do-banco-montepio-caem-173-para-584-me-ate-junho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lucros-do-banco-montepio-caem-173-para-584-me-ate-junho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797730</guid>

					<description><![CDATA[O Banco Montepio teve lucros de 58,4 milhões de euros no primeiro semestre, menos 17,3% do que nos primeiros seis meses de 2025, disse hoje em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Montepio teve lucros de 58,4 milhões de euros no primeiro semestre, menos 17,3% do que nos primeiros seis meses de 2025, disse hoje em comunicado.</p>
<p>Até junho, a margem financeira (diferença entre juros cobrados no crédito e juros pagos nos depósitos) subiu 2,7% para 171,6 milhões de euros enquanto as comissões cresceram 5,1% para 69,1 milhões de euros.</p>
<p>O Banco Montepio é detido pela Associação Mutualista Montepio Geral.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lucros-do-banco-montepio-caem-173-para-584-me-ate-junho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797730]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O valor estratégico da imitação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-valor-estrategico-da-imitacao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-valor-estrategico-da-imitacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[ISEG]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Miranda de Oliveira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797444</guid>

					<description><![CDATA[Opinião de Sandra Miranda de Oliveira, Professora de Gestão Estratégica e Marketing. ISEG – Lisbon School of Economics &#038; Management. Universidade de Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um recente artigo publicado no Journal of Marketing de autoria de Suyun Mah, da Singapore Management University, e de Neil A. Morgan, da University of Wisconsin-Madison, reexamina uma questão antiga da estratégia empresarial: o papel da imitação na construção de vantagem competitiva. À primeira vista, a ideia pode parecer pouco original. Afinal, a literatura sobre first-mover e second-mover advantages já demonstrou há décadas que os pioneiros nem sempre vencem e que os seguidores podem beneficiar de menores custos, menor incerteza e maior aprendizagem acumulada. Por exemplo, a Google entrou num mercado já bastante preenchido por motores de busca como o AltaVista, o Yahoo!, o Lycos, entre outros. Em vez de competir como mais um portal de internet com um écran cheio de informação, a Google apresentou uma página em branco com uma caixa que permitia a pesquisa pura, ajudando os utilizadores a encontrar rapidamente a informação que procuravam. Esta aposta na pesquisa pura, combinada com um sistema inovador de ranking de páginas baseado na relevância dos links, permitiu-lhe oferecer resultados significativamente superiores aos dos concorrentes e, em poucos anos, destronar os líderes estabelecidos. Outro bom exemplo é o Facebook. O Facebook não derrotou uma tecnologia nem criou um mercado novo. Derrotou empresas que já tinham provado que as redes sociais eram um negócio viável. O seu mérito não esteve em inventar o conceito de rede social, mas em perceber o que funcionava e o que não funcionava em cada uma das redes socias concorrentes. Por exemplo, a rede social Friendster destacou-se por introduzir a lógica das redes de amigos, mas nunca conseguiu resolver os problemas de lentidão à medida que a sua popularidade aumentava. O MySpace gerava elevados níveis de envolvimento e expressão pessoal, mas a experiência de utilização era frequentemente caótica e inconsistente. O Orkut conseguiu criar comunidades particularmente ativas e participativas, mas a sua influência permanecia limitada a alguns mercados geográficos, como o Brasil e a India. Ao observar as diversas plataformas concorrentes, o Facebook soube preservar aquilo que funcionava e corrigir aquilo que as limitava, transformando uma ideia já existente numa rede social mais simples, estável, escalável e adaptada à expansão global.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o mérito do artigo não está em defender que imitar pode funcionar. Isso já se sabia. O seu contributo reside antes em mostrar que, de um modo geral, as organizações têm tratado a imitação de forma demasiado estreita, associando-a sobretudo à cópia de produtos de concorrentes diretos. Os autores propõem uma visão mais ampla, na qual a imitação deve envolver processos, modelos de negócio, estratégias e práticas organizacionais observadas não apenas em concorrentes diretos, mas também em empresas de outras geografias e de outras indústrias. Veja-se o caso da Toyota que se tornou uma referência mundial através dos seus processos de produção lean posteriormente adotados por fabricantes como a Ford, a General Motors e a BMW, ou, num contexto totalmente diferente, os hospitais que passaram a estudar os procedimentos de pit stop da Ferrari para melhorar a coordenação das equipas cirúrgicas. Nenhum destes casos envolveu a cópia de produtos. Tratou-se antes da transferência de conhecimento organizacional entre contextos distintos. No caso da Toyota a transferência de conhecimento deu-se na mesma indústria, mas entre geografias distintas. No caso da sala de operações, a transferência de conhecimento deu-se entre diferentes indústrias.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta mudança de perspetiva é relevante porque desloca a discussão da simples oposição entre inovadores e seguidores para uma questão de como aprendem as empresas. Muitas das organizações mais bem-sucedidas não criaram necessariamente algo totalmente novo. Em vez disso, identificaram soluções bem-sucedidas noutros contextos, adaptaram-nas às suas capacidades e mercados, e desenvolveram propostas de valor superior. Desta forma, a imitação não deve ser entendida como o oposto da inovação. Pelo contrário, ambas podem coexistir e complementarem-se. Muitas vezes, aquilo que parece uma inovação radical resulta da adaptação inteligente de simples ideias já existentes. O exemplo da OYO Rooms é particularmente ilustrativo. A empresa inspirou-se em vários aspetos do modelo da Airbnb, mas adaptou-os ao mercado hoteleiro indiano, criando uma proposta de valor distinta que acabou por transformar um setor altamente fragmentado numa das maiores redes hoteleiras do mundo em número de quartos. Em vez de construir hotéis próprios, a OYO, padronizou hotéis existentes através de parcerias com dezenas de pequenos hotéis.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, mesmo quando uma empresa decide não copiar nenhuma ideia observada, a procura sistemática de oportunidades de imitação pode ajudá-la a identificar tendências emergentes, a acelerar a aprendizagem organizacional e a ampliar o conjunto de opções disponíveis. Em certa medida, o simples ato de procurar constitui já uma opção estratégica de valor.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-valor-estrategico-da-imitacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Sandra Miranda de Oliveira, Professora de Gestão Estratégica e Marketing]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Honda mais do que duplica lucro entre abril a junho para 2.500 M€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/honda-mais-do-que-duplica-lucro-entre-abril-a-junho-para-2-500-me/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/honda-mais-do-que-duplica-lucro-entre-abril-a-junho-para-2-500-me/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Honda]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797720</guid>

					<description><![CDATA[A fabricante automóvel Honda registou um lucro líquido de 450.915 milhões de ienes (cerca de 2.500 milhões de euros) entre abril a junho, um aumento de 129,3% em relação ao mesmo período de 2025, informou hoje a empresa japonesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fabricante automóvel Honda registou um lucro líquido de 450.915 milhões de ienes (cerca de 2.500 milhões de euros) entre abril a junho, um aumento de 129,3% em relação ao mesmo período de 2025, informou hoje a empresa japonesa.</p>
<p>No primeiro trimestre do ano fiscal da Honda, o lucro operacional duplicou e centrou-se nos 530.767 milhões de ienes (cerca de 2.900 milhões de euros), enquanto as receitas aumentaram 13,5% em termos homólogos, atingindo os 6,06 biliões de ienes (cerca de 33.330 milhões de euros).</p>
<p>Por regiões, a procura na América do Norte disparou 294,2%, enquanto na Europa registou uma queda de 69,6%.</p>
<p>Para o exercício fiscal em curso, que termina em março de 2027, a fabricante automóvel eleva a previsão de lucro líquido para 400.000 milhões de ienes (cerca de 2.200 milhões de euros) e de receitas para 24 biliões de ienes (cerca de 131.970 milhões de euros).</p>
<p>Ainda assim, os possíveis impactos no volume de vendas ou nos custos de materiais decorrentes da incerteza em torno da situação no Médio Oriente não sofreram alterações relativamente à previsão anterior, uma vez que a Honda considera &#8220;necessário avaliar cuidadosamente&#8221; estes riscos.</p>
<p>Além disso, salientou que o terramoto de magnitude 7,1 que abalou recentemente a cidade de Kumamoto, no sudoeste do Japão, afetou algumas das suas principais fábricas, onde as operações foram suspensas durante vários dias para monitorizar a situação e determinar medidas a tomar.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/honda-mais-do-que-duplica-lucro-entre-abril-a-junho-para-2-500-me/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797720]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSI em alta com Teixeira Duarte a liderar ganhos e a subir 1,4%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-alta-com-teixeira-duarte-a-liderar-ganhos-e-a-subir-14/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-alta-com-teixeira-duarte-a-liderar-ganhos-e-a-subir-14/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797716</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Teixeira Duarte a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 0,50 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Teixeira Duarte a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 0,50 euros.</p>
<p>Cerca das 09:20 em Lisboa, o PSI avançava 0,30% para 9.196,39 pontos, com nove empresas a subir, cinco a descer e duas a manter a cotação (Altri em 4,79 euros e Corticeira Amorim em 6,69 euros).</p>
<p>Às ações da Teixeira Duarte seguiam-se as da Sonae, REN e EDP, que valorizavam 1,21% para 2,09 euros, 1,16% para 3,49 euros e 0,85% para 4,49 euros.</p>
<p>A Mota-Engil, EDP Renováveis e BCP subiam 0,65% para 4,64 euros, 0,52% para 13,53 euros e 0,41% para 1,09 euros.</p>
<p>As outras duas empresas que se valorizavam eram os CTT (0,24% para 6,20 euros) e a Galp (0,20% para 19,83 euros).</p>
<p>Em sentido contrário, a Semapa, Ibersol e NOS baixavam 0,74% para 20 euros, 0,52% para 9,64 euros e 0,29% para 4,81 euros.</p>
<p>A Jerónimo Martins e a Navigator também baixavam a cotação, designadamente 0,23% para 17,40 euros e 0,06% para 3,27 euros.</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta e com novos máximos em alguns dos índices, como o de Madrid, devido às maiores esperanças de que Washington e Teerão alcancem de forma iminente um acordo de paz.</p>
<p>O euro estava estabilizado, a valorizar-se 0,05% face ao dólar e a ser trocado a 1,1537 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>O preço do contrato genérico de petróleo Brent, de referência na Europa, sobe 0,95% para 80,11 dólares.</p>
<p>Devido ao otimismo dos investidores por um possível pacto no Médio Oriente, em Nova Iorque, o Dow Jones e o Nasdaq fecharam a valorizar 1,71% e 2,59%, enquanto os futuros registam subidas de 0,21% para o primeiro e de 0,14% para o tecnológico.</p>
<p>O Nasdaq subiu, impulsionado pela apresentação de resultados melhores do que o esperado da Palantir, e atento à SpaceX, que caiu quase 8% nas operações pós-encerramento de Wall Street, depois de ter apresentado resultados.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-alta-com-teixeira-duarte-a-liderar-ganhos-e-a-subir-14/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797716]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Família Amorim vende participação no BLB e deixa banca brasileira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/familia-amorim-vende-participacao-no-blb-e-deixa-banca-brasileira/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/familia-amorim-vende-participacao-no-blb-e-deixa-banca-brasileira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:49:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797713</guid>

					<description><![CDATA[O Grupo Américo Amorim deixou de ser acionista do Banco Luso-Brasileiro (BLB), depois de ter reduzido a sua participação na instituição para 32,8% no ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Américo Amorim deixou de ser acionista do Banco Luso-Brasileiro (BLB), depois de ter reduzido a sua participação na instituição para 32,8% no ano passado. A posição foi entretanto alienada à RC Participações S.A. (Ruas e Cunha), que passou a concentrar 91,55% do capital do banco.</p>
<p>A saída da Amorim Aliança B.V., sociedade através da qual o grupo português detinha a participação, aconteceu no âmbito de uma decisão estratégica do próprio acionista. A informação consta do <a href="https://bancoluso.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INF901059118133062026.pdf" target="_blank" rel="noopener">relatório</a> do BLB relativo à atividade no primeiro semestre de 2026.</p>
<p>“A saída da Amorim Aliança B.V. do quadro acionário decorreu de decisão do próprio acionista, no âmbito de sua estratégia corporativa. A operação foi realizada em conformidade com a regulamentação aplicável, não implica descontinuidade das operações, nem afeta o cumprimento das obrigações do Banco perante clientes, parceiros e órgãos reguladores, permanecendo inalteradas a sua estrutura administrativa e a condução dos negócios”, pode ler-se</p>
<p>A operação ficou concluída em abril deste ano, depois de ter recebido a aprovação do Banco Central do Brasil (BACEN). A reorganização societária resultou na concentração do controlo do banco na RC Participações S.A., que passou a ser a única acionista controladora da instituição.</p>
<p>A saída do grupo português acontece cerca de um ano depois de este ter vendido 15,43 pontos percentuais da participação que então detinha no BLB ao grupo brasileiro Mônaco. Na altura, o Grupo Américo Amorim reduziu a sua posição de 49,23% para 32,8%.</p>
<p>Com a mais recente operação, esses 32,8% foram alienados à RC Participações elevando a participação desta sociedade para 91,55% do capital do banco. Ao mesmo tempo, a K2CR Holding Financeira, ligada ao grupo Mônaco, passou a deter 6,9% do capital, abaixo da posição que tinha anteriormente. A família fundadora do BLB mantém pouco mais de 1,5% da instituição.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/familia-amorim-vende-participacao-no-blb-e-deixa-banca-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797713]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IGAS arquiva caso de grávida que passou por cinco hospitais antes de perder o bebé</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/igas-arquiva-caso-de-gravida-que-passou-por-cinco-hospitais-antes-de-perder-o-bebe/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/igas-arquiva-caso-de-gravida-que-passou-por-cinco-hospitais-antes-de-perder-o-bebe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797710</guid>

					<description><![CDATA[A IGAS concluiu que a morte, registada a 22 de junho de 2025, poderá ser enquadrada como um “acidente obstétrico súbito e imprevisível” e considerou que as unidades de saúde envolvidas cumpriram as regras aplicáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde arquivou o processo relacionado com a morte de um recém-nascido, ocorrida depois de a mãe ter recorrido a cinco hospitais ao longo de 12 dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A IGAS concluiu que a morte, registada a 22 de junho de 2025, poderá ser enquadrada como um “acidente obstétrico súbito e imprevisível” e considerou que as unidades de saúde envolvidas cumpriram as regras aplicáveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Correio da Manhã, o caso envolveu Edmizalda Conceição, então com 37 anos, que passou pelas urgências dos hospitais de Setúbal, Barreiro, Almada, Cascais e, por fim, Santa Maria, em Lisboa.</p>
<p><strong>Grávida recorreu a várias urgências nos dias anteriores ao parto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A 10 de junho, perto das 40 semanas de gestação, Edmizalda foi encaminhada pelo SNS24 para a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Setúbal, devido a dores fortes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de realizar uma ecografia e uma cardiotocografia, teve alta e recebeu indicação para uma consulta de pré-parto no Hospital Garcia de Orta, em Almada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Seis dias depois, dirigiu-se à urgência do Barreiro, onde os exames realizados não detetaram sinais de gravidade. A 19 de junho, foi observada no Hospital Garcia de Orta, mas a unidade não tinha vagas para indução do parto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A grávida teve novamente alta, com indicação para contactar o SNS24 e ser encaminhada para um hospital com urgência aberta no dia 22.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, a 21 de junho, continuando com dores, voltou a ligar para o SNS24 e foi encaminhada para Cascais. Ficou medicada e sob vigilância, mas também não havia vagas para induzir o parto.</p>
<p><strong>Parto foi induzido em Santa Maria</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A mulher acabou por ser transferida para o Hospital de Santa Maria, onde a indução do parto começou pelas 17h00.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, a IGAS refere que, durante a noite, a grávida entrou em trabalho de parto e manteve registos de cardiotocografia considerados normais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Às 11h00 do dia seguinte, já se encontrava no período expulsivo. A equipa médica decidiu então avançar para uma cesariana.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos momentos finais do parto, ocorreu uma compressão aguda e imprevisível do cordão umbilical. O bebé nasceu com baixa oxigenação e batimentos cardíacos fracos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foram realizadas manobras de reanimação, mas o recém-nascido não resistiu.</p>
<p><strong>IGAS iliba hospitais de responsabilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No processo de esclarecimento, a IGAS considerou que a morte resultou de um evento obstétrico súbito e imprevisível e não encontrou elementos que justificassem a responsabilização dos hospitais envolvidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O processo administrativo foi, por isso, arquivado.</p>
<p>O caso continua, contudo, a ser investigado pelo Ministério Público, que abriu um inquérito para apurar eventuais violações de deveres deontológicos e profissionais por parte da equipa clínica que interveio no parto no Hospital de Santa Maria.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/igas-arquiva-caso-de-gravida-que-passou-por-cinco-hospitais-antes-de-perder-o-bebe/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797710]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro da farmacêutica Novo Nordisk sobe 25% entre janeiro e junho para 9.303 ME</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-farmaceutica-novo-nordisk-sobe-25-entre-janeiro-e-junho-para-9-303-me/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-farmaceutica-novo-nordisk-sobe-25-entre-janeiro-e-junho-para-9-303-me/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797709</guid>

					<description><![CDATA[A farmacêutica Novo Nordisk registou um lucro líquido de 69.546 milhões de coroas dinamarquesas (cerca de 9.303 milhões de euros) entre janeiro e junho, um aumento de 25% relativamente ao mesmo período de 2025, divulgou hoje a empresa dinamarquesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A farmacêutica Novo Nordisk registou um lucro líquido de 69.546 milhões de coroas dinamarquesas (cerca de 9.303 milhões de euros) entre janeiro e junho, um aumento de 25% relativamente ao mesmo período de 2025, divulgou hoje a empresa dinamarquesa.</p>
<p>As vendas líquidas ascenderam a 175.311 milhões de coroas (cerca de 23.450 milhões de euros), um aumento de 18% a taxas de câmbio constantes.</p>
<p>O resultado operacional líquido (EBIT) subiu 27%, para 86.679 milhões (cerca de 11.595 milhões de euros).</p>
<p>A farmacêutica dinamarquesa espera agora que tanto as vendas como o EBIT ajustado registem uma queda entre 0% e 6%, a taxas de câmbio constantes, em 2026, face a uma queda entre 4% e 12% na previsão anterior.</p>
<p>Apenas no segundo trimestre, a Novo Nordisk registou um lucro líquido de 20.989 milhões de coroas (cerca de 2.808 milhões de euros), uma redução de 21%, enquanto as vendas aumentaram 3%, para 78.488 milhões de coroas (cerca de 10.499 milhões de euros).</p>
<p>Hoje, após a apresentação dos resultados, a farmacêutica registou uma queda superior a 3% na Bolsa de Copenhaga.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-farmaceutica-novo-nordisk-sobe-25-entre-janeiro-e-junho-para-9-303-me/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797709]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
