A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação voltou a descer em Dezembro, ainda que ligeiramente (1,011%), ficando muito próxima dos 1%, enquanto nos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa de juro encolheu para 1,065%. Os dados foram divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo o gabinete de estatísticas nacional, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos aumentou 34 euros, fixando-se em 53 460 euros. A prestação média subiu dois euros, para 248 euros. Deste valor, 45 euros (18%) correspondem a pagamento de juros e 203 euros (82%) a capital amortizado. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu 29 euros, para 365 euros.
Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida foi 102 938 euros, mais 808 euros do que em Novembro.
Para o destino de financiamento ‘Aquisição de Habitação’ – «o mais relevante no conjunto do crédito à habitação», como descreve o INE -, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 1,032%. Já nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro para este destino de financiamento diminuiu 2,4 pontos base (p.b.) no último mês de 2019. Passou de 1,062% para 1,038%.
Em 2019, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação fixou-se em 1,060%, valor 2,5 p.b superior ao ano anterior, aponta também o INE. O capital médio em dívida aumentou 943 euros, para 52 940 euros. Já prestação média mensal aumentou 2,0% (cinco euros), para 246 euros. No destino de financiamento ‘Aquisição de Habitação’, verificou-se também um aumento de cinco euros em 2019, face ao ano anterior, fixando-se em 268 euros.
*Última actualização com mais informação às 11:23





