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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Primeira-dama do Brasil &#8220;preparada&#8221; para ver ataques à sua imagem com IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 01:52:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira-dama do Brasil, Rosângela Lula Silva, afirmou estar "preparada psicologicamente" durante as eleições gerais no país para ver o seu rosto e corpo exposto nas redes sociais em montagens de Inteligência Artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A primeira-dama do Brasil, Rosângela Lula Silva, afirmou estar &#8220;preparada psicologicamente&#8221; durante as eleições gerais no país para ver o seu rosto e corpo exposto nas redes sociais em montagens de Inteligência Artificial (IA).</P><br />
<P>&#8220;Isso já acontece, e na campanha vai acontecer ainda mais&#8221;, declarou em entrevista ao vivo na noite de segunda-feira ao jornal Folha de S. Paulo e ao portal UOL.</P><br />
<P>Janja, como é conhecida, afirmou ainda que os ataques a sua imagem são parte de uma estratégia política, porque &#8220;é mais fácil&#8221; para a extrema-direita atacá-la para atingir seu marido, o Presidente brasileiro Lula da Silva.</P><br />
<P>&#8220;Faz parte da estratégia política da extrema-direita. Contra isso, não tenho como combater&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Em determinado momento da entrevista, afirmou que a esquerda está atrás da extrema-direita nas redes sociais por uma questão de &#8220;princípios&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É óbvio que estamos preocupados com as redes sociais. Sabemos que estamos muito atrás da extrema-direita (&#8230;) porque, eu acho que a gente tem mais princípios quando usa as redes sociais, coisas que eles não têm&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Ainda na entrevista, Janja afirmou que não tem pretensão a ser candidata e que gostaria de viver com Lula a &#8220;vida normal de casal&#8221; que os dois não conseguem ter neste momento, em função do cargo de Presidente do Brasil.</P><br />
<P>Janja também chamou de &#8220;misoginia&#8221; as críticas que sofre nas redes sociais que a qualificam como &#8220;gastadeira&#8221;, ao comentar às viagens internacionais que já realizou ao longo de três anos e meio do governo Lula.</P><br />
<P>&#8220;Procuro me hospedar em embaixada, por questão de segurança e logística mais tranquila. Viajo de executiva por questão de segurança e não viajo de económica por alguns regulamentos que tenho que seguir&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Eu respondo com trabalho que eu faço, sei o que estou fazendo e como estou fazendo. Essa questão da gastadeira é exemplo da misoginia pura que surfa nas redes sociais&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Janja tem um gabinete no Palácio do Planalto e passou a divulgar sua agenda após o Governo brasileiro receber críticas pela falta de transparência dos compromissos realizados pela primeira-dama.</P><br />
<P>Socióloga de formação, Janja disse que a imprensa brasileira gosta da &#8220;fofoca&#8221;, mas não tem interesse em saber do trabalho que realiza no combate ao feminicídio e à insegurança alimentar.</P><br />
<P>Ainda em resposta a esses comentários, Janja disse que a &#8220;sociedade brasileira nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse efetivamente&#8221; e que sempre vai todos os dias para o Palácio do Planalto.</P><br />
<P>&#8220;Faço reunião, faço agenda, viajo a trabalho. A sociedade e a imprensa não estavam acostumados com isso&#8221;, respondeu.</P><br />
<P>&#8220;Tenho certeza absoluta que muito do preconceito contra mim é um preconceito de classe, não venho de uma família rica, venho de uma família pobre, fiz universidade pública, fiz universidade trabalhando&#8221;, lembrou.</P><br />
<P>Atualmente com 57 anos, a Janja é militante do Partido dos Trabalhadores (PT) desde os 15 anos, e ficou próxima de Lula, quando o petista esteve preso numa superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, em 2018.</P><br />
<P>Os dois são casados desde dezembro de 2022, sendo um casal que vive junto desde 2019, após Lula ser solto.</P><br />
<P>Ainda na entrevista, Janja evitou comentar qual o nome provável para substituir o presidente brasileiro dentro do PT e da esquerda brasileira daqui a quatro anos, uma vez que ele já tem 80 anos.</P><br />
<P>A primeira-dama também evitou se posicionar sobre aborto, quando questionada sobre o direito ao aborto no caso gravidezes indesejadas, que não tenham sido resultado de violência sexual.</P><br />
<P>Janja respondeu que há &#8220;muito tabu&#8221; dentro das famílias brasileiras para falar sobre o tema, e que o foco das discussões deveria ser a prevenção.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que nenhuma mulher, sei lá, em sã consciência, falando por mim, faria um aborto, mas acho que a gente tem que falar de prevenção&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788856]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dois homens condenados a 48 anos de prisão por morte de turista espanhola no Panamá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 01:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal panamiano condenou esta segunda-feira dois homens a 48 anos de prisão pelo assassinato e roubo de uma turista espanhola de 30 anos, num crime que abalou o Panamá e Espanha em julho de 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal panamiano condenou esta segunda-feira dois homens a 48 anos de prisão pelo assassinato e roubo de uma turista espanhola de 30 anos, num crime que abalou o Panamá e Espanha em julho de 2024.</P><br />
<P>&#8220;Na leitura da sentença foram fixados 30 anos para cada um pelo crime de femicídio e 18 anos pelo crime de roubo agravado&#8221;, informou o Ministério Público panamiano num comunicado referente à morte de Eneritz Argintxona Fraile.</P><br />
<P>Durante o julgamento, a acusação apresentou &#8220;mais de 50 provas, entre testemunhos, perícias e documentos, que permitiram comprovar a responsabilidade penal dos dois acusados&#8221; e obter uma condenação unânime por parte do Tribunal de Julgamento.</P><br />
<P>Segundo a investigação, os agora condenados &#8220;agrediram a cidadã espanhola com o propósito de lhe retirar os pertences&#8221;, causando-lhe a morte.</P><br />
<P>O corpo de Fraile foi encontrado a 26 de julho de 2024, no arquipélago de Bocas del Toro nas Caraíbas, três dias depois de ter sido vista com vida pela última vez.</P><br />
<P>A acusação confirmou posteriormente que os restos mortais correspondiam à turista espanhola, cuja identidade foi estabelecida através de testes de ADN realizados com a colaboração da família. </P><br />
<P>A autópsia determinou que a causa da morte foi um traumatismo cranioencefálico, orientando a investigação para homicídio.</P><br />
<P>Fraile, natural de Erandio, na província basca de Biscaia, viajava pela América Central quando chegou a Bocas del Toro, um dos principais destinos turísticos do Panamá.</P><br />
<P>A jovem estava hospedada num hostel na ilha de Carenero e, após o desaparecimento, familiares e amigos apresentaram denúncia que desencadeou uma ampla operação de busca internacional, que incluíram inspeções de campo, entrevistas, análises periciais e a reconstrução dos últimos movimentos da vítima.</P><br />
<P>Em agosto de 2024, as autoridades capturaram um dos principais suspeitos, um homem de 39 anos conhecido pelo apelido &#8220;Leche&#8221;. As investigações prosseguiram e levaram à detenção de outro implicado, culminando no julgamento a 28 de junho e na condenação de ambos.</P><br />
<P>O assassinato de Fraile teve ampla repercussão no Panamá e em Espanha, motivando acompanhamento próximo das autoridades de ambos os países durante a investigação e o processo judicial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788855]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão ataca dois petroleiros dos Emirados Árabes Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 01:18:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Emirados Árabes Unidos denunciaram hoje ataques de mísseis iranianos contra dois petroleiros no estreito de Ormuz, que provocaram a morte de um tripulante, após nova vaga de ataques dos Estados Unidos contra o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Emirados Árabes Unidos denunciaram hoje ataques de mísseis iranianos contra dois petroleiros no estreito de Ormuz, que provocaram a morte de um tripulante, após nova vaga de ataques dos Estados Unidos contra o Irão.</P><br />
<P>&#8220;O Ministério da Defesa anuncia que os petroleiros nacionais Mombasa e al-Bahiyah foram alvo de dois mísseis de cruzeiro iranianos enquanto transitavam pela rota meridional do estreito de Ormuz, em águas territoriais de Omã&#8221;, indicou o ministério na rede social X.</P><br />
<P>A ofensiva causou a morte de &#8220;um tripulante indiano a bordo do Mombasa e feriu outras oito pessoas, quatro delas com gravidade&#8221;, acrescentou. Entre os feridos contam-se seis indianos e dois ucranianos. Os navios sofreram danos após incêndios a bordo, entretanto controlados.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa do emirado condenou &#8220;este ataque flagrante, considerado uma violação grave e uma infração manifesta ao direito internacional, que ameaça a segurança e a estabilidade da região&#8221;. </P><br />
<P>Abu Dhabi afirma &#8220;reservar-se plenamente o direito de responder a esta escalada&#8221;.</P><br />
<P>A navegação comercial tem sido fortemente afetada pelo conflito no Médio Oriente desde 01 de março, quando o Irão encerrou o estreito em represália a ataques norte-americanos e israelitas.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram na madrugada, pela terceira noite consecutiva, ataques contra o Irão, marcando uma escalada na retoma das hostilidades, apesar de Donald Trump ter afirmado que um acordo com Teerão continua &#8220;possível&#8221;.</P><br />
<P>Quatro novas explosões foram registadas perto de Bandar Abbas, cidade portuária no sul do Irão situada junto ao estreito de Ormuz, segundo a agência de notícias oficial Irna.</P><br />
<P>Apesar da escalada, Trump declarou perante a imprensa na Casa Branca que um acordo com o Irão continua &#8220;possível&#8221;. </P><br />
<P>Antes, na rede social Truth Social, anunciou que os EUA tomariam o controlo do estreito de Ormuz e restabeleceriam o bloqueio dos portos iranianos. O Pentágono confirmou que o bloqueio entrará em vigor às 20:00 GMT (21:00 em Lisboa) de terça-feira.</P><br />
<P>Tal como Teerão pretende cobrar taxas de serviço pela travessia do estreito, Trump disse querer aplicar &#8220;uma remuneração equivalente a 20% do valor das cargas&#8221; que ali transitam, contrariando o direito internacional que garante a liberdade de navegação.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, respondeu na rede social X: &#8220;O Irão sempre foi o guardião do estreito e continuará a sê-lo para sempre&#8221;. </P><br />
<P>A escalada do conflito levou a uma subida dos preços do petróleo na segunda-feira, com o Brent do mar do Norte a subir 9,59% e fechando a 83,30 dólares (73,15 euros).</P><br />
<P>Após quase 40 dias de bombardeamentos desde o início da guerra a 28 de fevereiro, desencadeada por ataques israelo-americanos, um cessar-fogo tinha sido instaurado em abril e formalizado a 17 de junho por protocolo de entendimento.</P><br />
<P>O porta-voz da diplomacia iraniana, Esmail Baghaei, reconheceu que &#8220;não há dúvida&#8221; de que o protocolo &#8220;está em crise&#8221;, mas garantiu que &#8220;o Irão nunca foi o primeiro a violar os seus compromissos&#8221;.</P><br />
<P>Consultas com mediadores do Qatar, Paquistão e Omã prosseguem para &#8220;prevenir uma escalada&#8221;.</P><br />
<P>O protocolo previa a reabertura do estreito, mas Teerão apenas autorizou um corredor junto à sua costa. &#8220;Este ponto estratégico é mais importante do que dezenas de bombas atómicas, e a República Islâmica irá protegê-lo&#8221;, advertiu o conselheiro militar do guia supremo, Mohsen Rezaï.</P><br />
<P>Segundo meios iranianos, os bombardeamentos dos últimos dias atingiram vastas zonas do oeste e sul do país, incluindo a ilha de Qeshm, Bandar Abbas e a província do Khouzistão, junto ao Iraque.</P><br />
<P>No total, 25 pessoas morreram no Irão desde quarta-feira, segundo um balanço da agência France-Presse (AFP) com base em fontes oficiais e meios iranianos. Em resposta, a Guarda Revolucionári iraniana afirmaram ter atacado instalações norte-americanas em Omã, Bahrein, Kuwait e Jordânia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788854]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismos: Caracas nomeia representante nos EUA como ministro para o exterior</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-caracas-nomeia-representante-nos-eua-como-ministro-para-o-exterior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 00:52:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou o diplomata Félix Plasencia como novo ministro dos Negócios Estrangeiros, numa altura em que país procura ajuda humanitária após o duplo sismo que provocou mais de 4.500 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou o diplomata Félix Plasencia como novo ministro dos Negócios Estrangeiros, numa altura em que país procura ajuda humanitária após o duplo sismo que provocou mais de 4.500 mortos.</P><br />
<P>&#8220;Anuncio ao país que decidi fundir os ministérios das Relações Exteriores e do Comércio Externo (&#8230;) Para dirigir esta nova etapa, nomeei o diplomata Félix Plasencia&#8221;, declarou Rodríguez na plataforma de mensagens Telegram. </P><br />
<P>Plasencia exercia até agora funções como chefe da missão diplomática venezuelana nos Estados Unidos, e Yván Gil, que ocupou o cargo desde 2023, passa a ministro da Ciência e Tecnologia. Plasencia já tinha ocupado a pasta dos Negócios Estrangeiros entre 2021 e 2022. </P><br />
<P>Diplomata experiente, o novo chefe da diplomacia venezuelana foi embaixador no Reino Unido, na Colômbia e na China, e chefiava a missão de Caracas em Washington. </P><br />
<P>Os dois países reativaram relações em março, após terem rompido os laços diplomáticos em 2019, mas continuam sem embaixadores.</P><br />
<P>A mudança ocorre quando os Estados Unidos, que capturaram o ex-presidente Nicolás Maduro a 03 de janeiro, anunciaram uma ajuda de cerca de 400 milhões de dólares (351 milhões de euros) e o envio de dois navios de guerra para apoiar o país, segundo a embaixada norte-americana.</P><br />
<P>Rodríguez governa sob pressão de Washington desde a detenção de Maduro. O plano norte-americano prevê estabilizar o país, relançar a economia e avançar para uma transição democrática em três fases.</P><br />
<P>Nomeado por Maduro, Gil é considerado parte da ala &#8220;dura&#8221; do poder e integra o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), fundado por Hugo Chávez (1999-2013).</P><br />
<P>Durante o seu mandato, o ministério multiplicou comunicados hostis contra os Estados Unidos e a Europa. </P><br />
<P>Em 2024, acusando-os de &#8220;ingerência&#8221;, expulsou representantes de sete países latino-americanos após a contestada reeleição de Maduro. A oposição reivindica vitória nesse escrutínio, marcado por alegações de fraude.</P><br />
<P>Em janeiro de 2025, Caracas limitou a três o número de diplomatas franceses, italianos e neerlandeses autorizados a permanecer no país, em represália pela recusa em reconhecer a vitória de Maduro. A medida foi progressivamente levantada após 03 de janeiro de 2026, sob pressão norte-americana.</P><br />
<P>O balanço oficial do duplo sismo de 24 de junho foi revisto em alta esta segunda-feira, ultrapassando os 4.500 mortos, com o país a necessitar de ajuda humanitária urgente.</P><br />
<P>As autoridades não avançam números de desaparecidos. A ONU estimou até 50.000 no dia seguinte à tragédia, embora outras projeções apontem para cerca de 10.000.</P><br />
<P>De magnitude 7,2 e 7,5, os dois tremores ocorreram com 39 segundos de intervalo e atingiram sobretudo Caracas e o estado vizinho de La Guaira, onde milhares de deslocados vivem em estádios, praças públicas e passeios.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788853]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 1,22%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 00:19:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,22% para 66.419,03 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,22% para 66.419,03 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,42% para 3.993,00 pontos, às 09:10 locais (01:10 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788852]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Kiev acusa exército russo de executar centenas de soldados ucranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:53:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Ucrânia já abriu 116 investigações à morte de 306 soldados prisioneiros do exército russo, embora haja estimativas de números mais altos, segundo as autoridades de Kiev, citadas pela Agence France-Presse (AFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ucrânia já abriu 116 investigações à morte de 306 soldados prisioneiros do exército russo, embora haja estimativas de números mais altos, segundo as autoridades de Kiev, citadas pela Agence France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Na sequência das 116 investigações abertas a propósito de execuções a tiro de prisioneiros de guerra desarmados, a Procuradoria-Geral da Ucrânia realça que o número de execuções por tropas russas começou a aumentar em 2023, embora o número exato de vítimas seja desconhecido.</P><br />
<P>&#8220;Isso decorre de uma política russa que, na prática, incentivou e possibilitou tais crimes, com comandantes a emitirem ordens posteriores nesse sentido&#8221;, disse à AFP na segunda-feira Andrii Atamanchuk, advogado ucraniano que está a supervisionar as investigações sobre tais incidentes.</P><br />
<P>Já os serviços de informações ucranianos estimam que &#8220;mais de 900 soldados&#8221; foram mortos em &#8220;mais de 340&#8221; incidentes desde 2022, com um dos funcionários desses organismos, em declarações à AFP sob a condição de anonimato, a reconhecer que esse número representa &#8220;entre 25% e 40%&#8221; do total de casos.</P><br />
<P>Questionados pela AFP sobre a discrepância entre as estatísticas, ambos os órgãos citaram diferenças de metodologia, com a procuradoria-geral a basear-se em &#8220;fatos documentados e comprovados&#8221; e os serviços de informações a alegarem a receção de &#8220;informações mais rapidamente&#8221; por unidades posicionadas na linha da frente da guerra. </P><br />
<P>Já um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), que data do final de junho, indica 129 casos confirmados de execuções de prisioneiros de guerra ucranianos e a evidência de um &#8220;aumento acentuado&#8221; nesses casos a partir de 2025.</P><br />
<P>As autoridades russas não responderam aos pedidos da AFP para comentarem as alegações ucranianas, mas Moscovo rejeita sistematicamente as acusações de crimes de guerra e contra-ataca, acusando as forças ucranianas de os cometerem.</P><br />
<P>Segundo Atamanchuk, cinco soldados russos foram até agora condenados na Ucrânia pela execução de prisioneiros ucranianos, no âmbito da invasão em larga escala movida pela Federação Russa, em 24 de fevereiro de 2022.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788851]]></sapo:autor>
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		<title>Congressistas democratas dos EUA descrevem Cuba como uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:53:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro congressistas norte-americanos democratas que se deslocaram a Cuba este fim de semana descreveram o embargo energético imposto por Donald Trump como estando a tornar a ilha em uma "Gaza silenciosa".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quatro congressistas norte-americanos democratas que se deslocaram a Cuba este fim de semana descreveram o embargo energético imposto por Donald Trump como estando a tornar a ilha em uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221;.</P><br />
<P>O embargo foi aplicado em janeiro depois do rapto do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, com ameaças aos Estados que vendessem combustível a Cuba. </P><br />
<P>As medidas exacerbaram uma crise existente há cinco anos, resultante de sanções anteriores e políticas internas falhadas. </P><br />
<P>Mark Pocan, eleito pelo Estado do Wisconsin, Teresa Leger-Fernández, pelo Novo México, Maxine Dexter, pelo Oregon, e Delia Catalina Ramírez, pelo Ilinóis, chegaram na terça-feira para uma visita que incluiu uma reunião com o Presidente, Miguel Díaz-Canel, e se prolongou até segunda-feira.</P><br />
<P>Os congressistas também se reuniram com ministros, profissionais do setor da saúde e empresários e passaram pelas ruas de Havana, disseram a jornalistas. </P><br />
<P>Clarificaram que não há negociações em curso entre Washington e Havana.</P><br />
<P>&#8220;Penso que (o secretário de Estado) Marco Rubio está a lidar com o assunto de forma pessoal e não profissional&#8221;, disse Pocan.</P><br />
<P>Rubio é filho de imigrantes cubanos e cresceu em Miami, onde começou a sua carreira política sob a influência de grupos de exilados anti-Castro. </P><br />
<P>Os dois governos já admitiram em várias ocasiões que têm tido contactos, mas desconhece-se onde. </P><br />
<P>Há pouco, o neto do ex-presidente Raúl Castro, o coronel Raúl Guillermo Rodríguez Castro ofereceu-se a Trump como intermediário e chegou a ter uma reunião secreta com Rubio, em fevereiro, durante uma cimeira da Comunidade das Caraíbas, em St. Kitts.</P><br />
<P>Trump e Rubio têm dito que esperam que o embargo estrangule o governo da ilha, que acusam de ser ineficiente. Por sua vez, os dirigentes cubanos falam em punição coletiva. </P><br />
<P>Nas ruas, as consequências são evidentes: &#8216;apagões&#8217; que duram mais de 20 horas por dia, reduzido transporte público, cancelamento de voos, queda no turismo, redução as horas de trabalho e paralisia geral da vida doméstica. </P><br />
<P>Os congressistas condenaram o impacto do embargo. Segundo Pocan, uma pessoa com quem falou em Cuba descreveu a situação como uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221;, o que considerou ser uma &#8220;descrição apropriada&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Pode não haver bombardeamentos, mas há condições que impedem as pessoas de fazerem as suas vidas quotidianas. Não podem ir trabalhar, não podem conservar os alimentos, não podem ter medicamentos, não podem viver como viviam&#8221;, especificou.</P><br />
<P>Por sua vez, Leger-Fernández disse que &#8220;não faz qualquer sentido obrigar um país a sofrer&#8221;. </P><br />
<P>Dexter, que é médico, e Ramírez disseram que vão procurar aprovar medidas no Congresso para mitigar o impacto do embargo na saúde e impedir mais ações de Trump sem autorização legislativa, como as operações armadas com que ameaça frequentemente. </P></p>
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		<title>Irão: Trump acredita que acordo com Teerão ainda é possível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu que ainda é possível um acordo com o Irão, apesar dos novos ataques aéreos dos Estados Unidos (EUA) e do restabelecimento do bloqueio aos portos iranianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu que ainda é possível um acordo com o Irão, apesar dos novos ataques aéreos dos Estados Unidos (EUA) e do restabelecimento do bloqueio aos portos iranianos.</P><br />
<P>Trump questionado, na segunda-feira na Sala Oval, se acreditava que um acordo com Teerão era concebível e respondeu afirmativamente, alegando também que o Irão queria continuar as negociações.</P><br />
<P>&#8220;Penso que tínhamos um acordo com eles há dois dias, mas eles queriam continuar a negociar&#8221;, destacou Trump aos jornalistas na Sala Oval, sem apresentar detalhes sobre o alegado acordo ou os seus termos.</P><br />
<P>Trump afirmou que, apesar das conversações com Teerão, a sua administração não conseguiu chegar a um acordo final porque o Irão optou por prolongar o diálogo. </P><br />
<P>O Presidente norte-americano insistiu que a pressão sobre o Irão vai continuar até que haja um acordo que satisfaça Washington e defendeu a utilização combinada de medidas económicas e de ação militar como mecanismo para forçar Teerão a aceitar as suas condições.</P><br />
<P>Trump afirmou que o seu objetivo continua a ser impedir o Irão de desenvolver ou manter capacidades que considera uma ameaça para os Estados Unidos e para os seus aliados.</P><br />
<P>A nova ofensiva norte-americana surge depois de Trump ter anunciado o retomar do bloqueio naval contra o Irão e de ter afirmado que Washington assumirá o papel de &#8220;guardião do Estreito de Ormuz&#8221;, uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio global de energia.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano declarou que outros países terão de compensar os Estados Unidos com 20% do valor da carga transportada para cobrir os custos de segurança nesta via navegável, que Teerão fechou &#8220;até novas ordens&#8221; após os recentes ataques norte-americanos.</P><br />
<P>O chefe de Estado norte-americano indicou ainda na segunda-feira que a sua administração está a investigar se o Irão tem &#8216;drones&#8217; armazenados em Cuba e avisou que Washington tomará medidas caso se confirme a presença deste equipamento na ilha.</P><br />
<P>&#8220;Se os tiverem, e é muito possível que tenham, trataremos disso&#8221;, garantiu Trump nas mesmas declarações.</P><br />
<P>A declaração de Trump surge no meio da crescente pressão dos EUA sobre Cuba, depois de o Governo norte-americano ter alargado as sanções contra autoridades e entidades ligadas ao Governo cubano.</P><br />
<P>Os Estados Unidos sancionaram o Ministério do Turismo de Cuba e nove entidades estatais, incluindo agências que exportam combustíveis, bens e serviços, no âmbito da sua política de pressão sobre a ilha, que atravessa uma grave crise económica.</P><br />
<P>Em junho, foram impostas sanções ao Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, a vários dos seus familiares e ao coronel Alejandro Castro Espín, filho do ex-presidente Raúl Castro (2008-2018), irmão mais novo de Fidel Castro.</P><br />
<P>O Departamento de Justiça apresentou também acusações contra Raúl Castro pela sua alegada responsabilidade na queda de dois aviões pertencentes a uma organização de exilados cubanos em 1996, que resultou na morte de quatro pessoas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788849]]></sapo:autor>
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		<title>Reino Unido quer mudar lei para deportar líder de rede de tráfico sexual de crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo britânico pretende obter uma alteração à lei para tentar deportar um pedófilo paquistanês condenado por liderar uma rede de tráfico sexual de crianças, anunciou ministra do Interior, Shabana Mahmood.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo britânico pretende obter uma alteração à lei para tentar deportar um pedófilo paquistanês condenado por liderar uma rede de tráfico sexual de crianças, anunciou ministra do Interior, Shabana Mahmood.</P><br />
<P>Shabir Ahmed foi condenado em 2012 a 22 anos de prisão por múltiplos crimes sexuais contra crianças, incluindo violação. </P><br />
<P>Era o líder de um grupo de homens com atividades predatórias semelhantes que visavam raparigas em Rochdale, no norte de Inglaterra.</P><br />
<P>Libertado em 02 de julho e colocado em prisão domiciliária com pulseira eletrónica, enfrenta apelos unânimes de todo o espetro político para a sua deportação para o seu país natal.</P><br />
<P>Shabir Ahmed viu a sua cidadania britânica ser cassada após a condenação, mantendo apenas a nacionalidade paquistanesa, mas uma lei de imigração de 1971 impede a sua deportação.</P><br />
<P>Esta lei proíbe a deportação de cidadãos da Commonwealth que, como Ahmed, tenham chegado ao Reino Unido antes de 1973.</P><br />
<P>Ao anunciar que a lei seria mudada através de uma proposta de alteração ao Projeto de Lei da Imigração e Asilo, atualmente em debate no Parlamento, Mahmood disse aos deputados que esta medida garantiria a deportação dos &#8220;criminosos estrangeiros mais hediondos&#8221;.</P><br />
<P>Mahmood reconheceu, no entanto, que isto não garantia a deportação de Shabir Ahmed, uma vez que o Paquistão teria de aceitar recebê-lo de volta. </P><br />
<P>Segundo os meios de comunicação social britânicos, Islamabade recusa-se a receber o pedófilo.</P><br />
<P>A ministra acrescentou que o Governo continua &#8220;a explorar todas as vias para concretizar a sua deportação&#8221;.</P><br />
<P>Os partidos da oposição exigiram que o Governo pressionasse o Paquistão para cumprir esta exigência, ameaçando inclusive reduzir a ajuda ao desenvolvimento e impor sanções.</P><br />
<P>Durante várias décadas, em várias cidades inglesas, homens predominantemente de origem sul-asiática abusaram de milhares de raparigas.</P><br />
<P>Mais de 100 pessoas foram condenadas por estes crimes, mas os relatos apontam para a responsabilidade das autoridades, que não intervieram com medo de serem vistas como racistas.</P><br />
<P>Figuras da extrema-direita, incluindo Stephen Yaxley-Lennon, mais conhecido pelo pseudónimo Tommy Robinson, utilizaram este escândalo como um grito de guerra contra o multiculturalismo e a imigração.</P><br />
<P>O primeiro-ministro Keir Starmer anunciou no ano passado uma investigação ao caso, que também atraiu a atenção do multimilionário norte-americano Elon Musk.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788848]]></sapo:autor>
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		<title>30 adultos e 29 menores detidos por incêndios em França &#8211; ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:30:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os incêndios em França, incluindo na histórica floresta de Fontainebleau, a menos de 100 quilómetros de Paris, levaram à detenção de 30 adultos e 29 menores, informou o ministro do Interior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os incêndios em França, incluindo na histórica floresta de Fontainebleau, a menos de 100 quilómetros de Paris, levaram à detenção de 30 adultos e 29 menores, informou o ministro do Interior.</P><br />
<P>&#8220;São 30 adultos e 29 menores [detidos], com perfis muito diferentes. Desses 59, sete pessoas estão atualmente em prisão preventiva aguardando julgamento, após admitirem ter iniciado um incêndio deliberadamente&#8221;, observou o ministro Laurent Nuñez, em declarações na segunda-feira à televisão pública francesa.</P><br />
<P>Quanto ao incêndio na floresta de Fontainebleau, a sudoeste da capital francesa, que começou no final da tarde de domingo, Laurent Nuñez afirmou o &#8220;foco principal&#8221; consumiu cerca de 1.200 hectares.</P><br />
<P>O ministro assumiu que um segundo incêndio começou pouco antes das 15:00 de segunda-feira, a cinco quilómetros do foco principal, e já consumiu cerca de 100 hectares, continuando a propagar-se.</P><br />
<P>Os comboios de e para a movimentada estação Gare de Lyon foram interrompidos no final da noite de domingo, mas voltaram à circulação normal segunda-feira de manhã, enquanto um troço da movimentada autoestrada A6, que liga o sudeste de Paris, se mantém encerrado.</P><br />
<P>Vários grandes incêndios têm devastado milhares de hectares no sul de França desde a semana passada, interrompendo a reconhecida corrida de ciclismo &#8220;Tour de France&#8221; e sobrecarregando os recursos de combate aos incêndios.</P><br />
<P>França está a atravessar o pico da sua terceira onda de calor deste verão, com temperaturas acima dos 40ºC em zonas do oeste e do centro do país e cerca de 37ºC em Paris.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788847]]></sapo:autor>
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		<title>Trump recomenda que a irmã do falecido Lindsay Graham complete o mandato deste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Darline Graham Nordone, irmã do falecido senador Lindsay Graham, anunciou na segunda-feira que vai completar o mandato deste até janeiro de 2027, depois de Donald Trump tal ter recomendado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Darline Graham Nordone, irmã do falecido senador Lindsay Graham, anunciou na segunda-feira que vai completar o mandato deste até janeiro de 2027, depois de Donald Trump tal ter recomendado. </P><br />
<P>Horas antes do anúncio no Capitólio, Trump tinha-se dirigido ao governador do Estado da Carolina do Sul, Henry McMaster, para que nomeasse interinamente Nordone para ocupar o posto do irmão no Senado. </P><br />
<P>A morte de Graham, que faleceu no sábado aos 71 anos, obrigou os republicanos a fazer uma substituição urgente de um dos senadores mais influentes, quando se aproximam as eleições intercalares, em novembro. </P><br />
<P>A legislação da Carolina do Sul estabelece que, quando um lugar no Senado federal fica vago, corresponde ao governador designar um substituto temporário até à realização de uma eleição especial para selecionar, neste caso, o candidato republicano às próximas eleições legislativas.</P><br />
<P>Em agosto vão decorrer umas primárias republicanas especiais na Carolina do Sul, nas quais se espera que Nordone seja a escolhida para o mandato completo de seis anos. </P><br />
<P>Nordone, que é a única irmã de Graham, tinha uma relação muito estreita com ele.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788846]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pete Hegseth quer identificar e processar autores de &#8216;fugas&#8217; de informação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth, anunciou a criação de um grupo de trabalho com o Departamento da Justiça para "identificar e processar" judicialmente quem der informação sensível de defesa à comunicação social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth, anunciou a criação de um grupo de trabalho com o Departamento da Justiça para &#8220;identificar e processar&#8221; judicialmente quem der informação sensível de defesa à comunicação social. </P><br />
<P>&#8220;Filtrar informação sensível de defesa nacional é trair os nossos guerreiros e pô-los em perigo. Por isso, o Departamento de Guerra e o de Justiça criaram um grupo de trabalho conjunto para identificar e julgar os que a revelarem&#8221;, declarou Hegseth, em vídeo colocado segunda-feira nas redes sociais.</P><br />
<P>A iniciativa é feita depois de o The New York Time revelar este fim de semana que o governo de Donald Trump fez queixas judiciais contra vários dos seus jornalistas, devido à publicação de uma reportagem sobre preocupações com a segurança do novo avião da Presidência, oferecido pelo Qatar.</P><br />
<P>Desde o regresso de Trump à Casa Branca, o Pentágono endureceu as relações com os meios.</P><br />
<P>Em 2025, Hegseth restringiu o acesso físico às instalações do Pentágono e às suas fontes e definiu sanções à solicitação de informação de interesse público sem autorização, incluindo a não classificada. </P><br />
<P>Isto levou a maioria dos meios a renunciarem às suas credenciais, incluindo The New York Times, The Washington Post, Politico, Reuters, Associated Press e cadeias televisivas como ABC, CBS, CNN, NBC e a própria Fox News, onde Hegseth estava antes de assumir o cargo. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788845]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Índia doa 500 toneladas de arroz para apoiar vítimas das cheias em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Índia entregou hoje a Moçambique 500 toneladas de arroz e medicamentos para assistência humanitária a famílias afetadas pelas cheias e inundações de janeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Índia entregou hoje a Moçambique 500 toneladas de arroz e medicamentos para assistência humanitária a famílias afetadas pelas cheias e inundações de janeiro.</P><br />
<P>Os produtos foram entregues à secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior pelo Alto-Comissário da Índia em Moçambique, Robert Shetkintong, que destacou o compromisso do seu país em apoiar as populações afetadas pelas calamidades naturais.</P><br />
<P>&#8220;Em março, o navio indiano Tricon entregou itens essenciais e medicamentos. Este carregamento de [500 toneladas de] arroz demorou algum tempo por causa da logística, mas hoje tenho a honra e fico muito feliz em entregar o símbolo do carregamento ao honorável secretário de Estado&#8221;, afirmou o diplomata.</P><br />
<P>O apoio indiano surge após as cheias que atingiram várias regiões de Moçambique no início do ano, provocando mortes, destruição de infraestruturas e afetando milhares de famílias.</P><br />
<P>A secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior, Maria de Fátima Manso, afirmou que a ajuda internacional será importante, tanto para responder às necessidades imediatas das populações, como para apoiar a reconstrução das zonas afetadas.</P><br />
<P>&#8220;Essas cheias criaram destruições e essas destruições vão precisar também da mão internacional, do apoio internacional para podermos ultrapassar&#8221;, disse Maria de Fátima Manso.</P><br />
<P>Além do donativo da Índia, o Consulado Geral da Grécia, em parceria com a Igreja Ortodoxa, entregou produtos alimentares e consumíveis não farmacêuticos para apoiar famílias afetadas pelas inundações.</P><br />
<P>O assessor do consulado grego, Aguinaldo Mazive, explicou que o apoio resulta de uma iniciativa conjunta para ajudar a reduzir as dificuldades enfrentadas pelas comunidades atingidas pelas cheias.</P><br />
<P>Moçambique é um dos países mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas, sendo frequentemente afetado por cheias e ciclones tropicais durante a época chuvosa, que decorre entre outubro e abril.</P><br />
<P>Segundo dados anteriores do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), na última época chuvosa morreram 314 pessoas e foram afetadas mais de 1 milhão de pessoas em todo o país. O balanço indica ainda que cerca de 260 mil casas foram afetadas pelas chuvas, incluindo 211.655 inundadas, 15.616 totalmente destruídas e 31.081 parcialmente destruídas.</P><br />
<P>As autoridades registaram igualmente 19 pessoas desaparecidas e 361 feridos, além de danos em infraestruturas públicas, incluindo estradas, pontes e aquedutos. Apenas as cheias de janeiro provocaram 43 mortos, 147 feridos e nove desaparecidos, afetando mais de 715 mil pessoas em várias regiões do país.</P><br />
<P>A passagem do ciclone Gezani pela província de Inhambane, em fevereiro, causou quatro mortes e afetou mais de 9.000 pessoas, agravando os impactos da época chuvosa. No mesmo período, foram registados danos em cerca de 9.735 quilómetros de estradas, 52 pontes e 237 aquedutos, aumentando as necessidades de recuperação e reconstrução nas zonas afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788844]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia de Toronto confirma que vítimas mortais eram alvo em tiroteio em festival</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Toronto, Canadá 13 jul 2026 (Lusa) - A polícia de Toronto confirmou hoje que os dois homens mortos no tiroteio de sábado entre dois grupos num festival de rua na cidade canadiana eram o alvo dos disparos, prosseguindo a investigação até agora sem detenções.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Toronto, Canadá 13 jul 2026 (Lusa) &#8211; A polícia de Toronto confirmou hoje que os dois homens mortos no tiroteio de sábado entre dois grupos num festival de rua na cidade canadiana eram o alvo dos disparos, prosseguindo a investigação até agora sem detenções.</P><br />
<P>O chefe da Polícia de Toronto, Myron Demkiw, confirmou que os cinco restantes feridos eram transeuntes que foram atingidos pela troca de tiros, revelou que foram recuperadas duas armas de fogo no local e apelou à colaboração de testemunhas com imagens ou outras informações relevantes.</P><br />
<P>As vítimas mortais do ataque ocorrido cerca das 20:00 locais de sábado (01:00 de domingo em Lisboa) foram identificadas como Shaquan Quashie, de 25 anos, e Cesar Vernaza, de 20, mortos.</P><br />
<P>Demkiw adiantou que os dois homens conheciam-se, embora não tenha divulgado pormenores sobre a relação entre ambos nem sobre as circunstâncias que antecederam o incidente.</P><br />
<P>O tiroteio ocorreu durante o festival Salsa on St. Clair, que atraiu cerca de 13 mil pessoas, e levou ao cancelamento do evento.</P><br />
<P>O chefe da Polícia de Toronto indicou que os investigadores continuam a analisar um elevado volume de imagens de videovigilância e depoimentos recolhidos desde o ataque, acrescentando que ainda não foram efetuadas detenções.</P><br />
<P>&#8220;Os tiroteios diminuíram mais de 26 por cento na cidade em comparação com o mesmo período do ano passado, mas quando ocorre um ataque armado num espaço público, isso abala o sentimento de segurança que os habitantes de Toronto esperam e merecem&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Demkiw garantiu que os festivais de rua continuarão com presença policial, mas defendeu uma revisão das medidas de segurança aplicadas a este tipo de eventos.</P><br />
<P>Entre as opções em análise estão pontos de acesso controlados, revistas de segurança e um reforço do policiamento, em função da avaliação de risco e da informação disponível para cada evento.</P><br />
<P>O chefe da polícia revelou ainda que já tinha alertado anteriormente a administração municipal para a necessidade de reforçar a coordenação entre a cidade, a polícia e os organizadores de festivais.</P><br />
<P>Demkiw apontou a realização dos seis jogos do Mundial de Futebol FIFA 2026 em Toronto como um exemplo de cooperação que poderá servir de base para futuras medidas de segurança.</P><br />
<P>O responsável voltou igualmente a defender alterações legislativas para que homicídios cometidos com armas de fogo em locais públicos com grande concentração de pessoas possam ser classificados como homicídio em primeiro grau.</P><br />
<P>Segundo o chefe da polícia, entre 85 e 90 por cento das armas de fogo apreendidas em Toronto e cuja origem pode ser rastreada entram ilegalmente no Canadá provenientes dos Estados Unidos.</P><br />
<P>A presidente da Câmara de Toronto, Olivia Chow, classificou a violência registada no festival como &#8220;irresponsável e repugnante&#8221;, manifestando confiança de que a polícia identificará os responsáveis.</P><br />
<P>A autarca revelou ter solicitado ao ministro federal da Segurança Pública um reforço da cooperação com as autoridades norte-americanas para travar o tráfico de armas ilegais para Toronto.</P><br />
<P>Olivia Chow assegurou que a cidade continuará a realizar festivais de rua e prometeu trabalhar com a polícia e os serviços municipais para reforçar a segurança destes eventos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788843]]></sapo:autor>
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		<title>PR quer redução do risco sísmico como prioridade nacional acima dos ciclos políticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:28:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República defende que a redução do risco sísmico deve ser "entendida como uma prioridade nacional e um compromisso de Estado, acima dos ciclos políticos", com políticas públicas "coordenadas, continuadas e avaliáveis no terreno".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República defende que a redução do risco sísmico deve ser &#8220;entendida como uma prioridade nacional e um compromisso de Estado, acima dos ciclos políticos&#8221;, com políticas públicas &#8220;coordenadas, continuadas e avaliáveis no terreno&#8221;.</P><br />
<P>Esta posição de António José Seguro consta de uma nota publicada hoje à noite no sítio oficial da Presidência da República na Internet, na qual se dá conta de que o chefe de Estado recebeu no Palácio de Belém &#8220;especialistas em engenharia civil, geologia e sismologia&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a nota, nesse encontro &#8220;foi analisado o estado da preparação nacional face ao risco sísmico e as condições para a sua redução&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal dispõe hoje de conhecimento científico, capacidade técnica e experiência profissional suficientes para reduzir significativamente o risco sísmico do país, importando dar a esse conhecimento continuidade em políticas públicas coordenadas, continuadas e avaliáveis no terreno&#8221;, refere-se.</P><br />
<P>Para o Presidente da República, &#8220;a redução do risco sísmico deve ser entendida como uma prioridade nacional e um compromisso de Estado, acima dos ciclos políticos&#8221;, acrescenta-se na mesma nota.</P><br />
<P>António José Seguro, que assumiu a chefia do Estado em 09 de março, tem insistido na necessidade de melhor organização e planeamento a médio e longo prazo, contra a cultura do improviso perante catástrofes.</P><br />
<P>Em 17 de abril, reuniu pela primeira vez o Conselho de Estado, sobre segurança e defesa, e dessa reunião saiu como conclusão &#8220;a importância de reforçar a preparação nacional face a fenómenos atmosféricos severos, a ameaças híbridas e a riscos emergentes, bem como de assegurar a proteção eficaz de infraestruturas críticas e o regular funcionamento dos serviços essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o comunicado divulgado na altura, &#8220;foi igualmente destacada a necessidade de continuar a promover a articulação entre as diferentes entidades com responsabilidades nestas áreas, reforçando a capacidade de prevenção, resposta e recuperação em situações de crise&#8221;.</P></p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 116</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 116 e o número de desaparecidos diminuiu para 53, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 116 e o número de desaparecidos diminuiu para 53, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 116 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 99 tinham também a nacionalidade venezuelana, contam-se 22 crianças e 94 adultos, acrescentou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado no domingo, contabilizava 114 portugueses e lusodescendentes mortos e 54 desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>O número total de mortos subiu hoje para 4.561, enquanto o número de feridos se manteve em 16.740, informa o relatório oficial hoje divulgado na rede social Telegram pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>As autoridades não referiram o número total de desaparecidos.</P><br />
<P>A Organização das Nações Unidas estimou, dois dias após o desastre, que o número de desaparecidos poderia chegar a 50 mil, enquanto outras projeções, citadas pela Agence France-Presse (AFP), sugerem um número próximo de 10 mil.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<title>Médio Oriente: EUA condenam &#8220;desrespeito&#8221; do Irão pela soberania do Iémen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos (EUA) consideraram hoje inaceitável o "desrespeito deliberado" do Irão pela soberania do Iémen e pelas decisões coletivas do Conselho de Segurança da ONU.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos (EUA) consideraram hoje inaceitável o &#8220;desrespeito deliberado&#8221; do Irão pela soberania do Iémen e pelas decisões coletivas do Conselho de Segurança da ONU.</P><br />
<P>Numa reunião de emergência do Conselho de Segurança solicitada pelo Governo iemenita, a diplomata norte-americana Tammy Bruce afirmou que voos iranianos aterraram recentemente no Iémen para transportar membros da Guarda Revolucionária Islâmica, incluindo especialistas em &#8216;drones&#8217; e mísseis, &#8220;em apoio ao terrorismo dos Huthis&#8221;, sob o pretexto de participarem nas cerimónias fúnebres do antigo líder supremo iraniano Ali Khamenei. </P><br />
<P>&#8220;Esse tipo de apoio permite que os Huthis aterrorizem o povo iemenita e ameacem a liberdade de navegação no Mar Vermelho e nas vias navegáveis adjacentes. (&#8230;) Aliás, os líderes Huthis comemoraram publicamente o voo recente como uma bem-sucedida evasão dos esforços internacionais para isolar o grupo terrorista&#8221;, afirmou Bruce, representante adjunta dos EUA junto às Nações Unidas.</P><br />
<P>Essas ações, avaliou a diplomata, constituem uma violação da Resolução 2216 do Conselho de Segurança da ONU, que proíbe o fornecimento, a venda ou a transferência de armas, assistência técnica, treino ou outro tipo de apoio aos Huthis relacionado com atividades militares ou uso de armas e material similar, incluindo &#8216;drones&#8217; e mísseis.</P><br />
<P>De acordo com Tammy Bruce, os rebeldes xiitas têm demonstrado, devido à assistência iraniana, uma crescente sofisticação militar, incluindo frequentes ataques transfronteiriços com &#8216;drones&#8217; e mísseis, além do uso de munições de fragmentação.</P><br />
<P>&#8220;Essa crescente capacidade, por si só, é uma evidência de que os Huthis receberam apoio externo, em violação ao embargo de armas imposto&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;O desrespeito deliberado da República Islâmica do Irão pela soberania do Iémen e pelas decisões coletivas deste Conselho é simplesmente inaceitável&#8221;, frisou a representante de Washington.</P><br />
<P>Tammy Bruce fez ainda referência aos recentes ataques iranianos contra navios que passam pelo estreito de Ormuz e contra países vizinhos, os quais considerou uma provocação deliberada que contradiz o memorando de entendimento alcançado em maio.</P><br />
<P>&#8220;Os EUA não implementarão unilateralmente o memorando de entendimento enquanto o Irão continuar a ameaçar a passagem segura protegida pelo Memorando. Em resumo, se o Irão disparar contra navios, responderemos imediatamente com força&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o embaixador francês frisou que, ao pousar aeronaves nos aeroportos iemenitas de Sana e Hodeida sem o consentimento das autoridades legítimas do Iémen, o Irão violou o direito internacional.</P><br />
<P>&#8220;Isso demonstra o comportamento desestabilizador do Irão na região. Essas ações precisam de acabar&#8221;, apelou Jérôme Bonnafont.</P><br />
<P>Por outro lado, Moscovo insistiu que o voo de 03 de julho do Irão para Sana teve um propósito &#8220;estritamente humanitário&#8221;.</P><br />
<P>A diplomata russa Anna Evstigneeva reconheceu que o voo deveria ter sido acordado com as autoridades oficiais, insistindo, no entanto: &#8220;Este foi um voo estritamente humanitário&#8221;.</P><br />
<P>O incidente não causou vítimas nem danos materiais, porém, resultou numa escalada da violência no Iémen e na região, o que é &#8220;particularmente perigoso&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o embaixador Abdullah Al-Saadi, do Iémen, afirmou que os recentes acontecimentos no seu país constituem &#8220;um verdadeiro teste&#8221; dos princípios sobre os quais o sistema internacional se fundamenta, principalmente o respeito à soberania e a não interferência.</P><br />
<P>O diplomata afirmou que o Iémen solicitou a reunião de hoje pois o recente voo não autorizado constitui um &#8220;precedente extremamente perigoso&#8221;, questionando se o Conselho é capaz de proteger as regras do sistema internacional.</P><br />
<P>O uso do aeroporto de Sana poderia encorajar grupos armados a explorar instalações civis que estão fora do controlo de governos legítimos, alertou ainda.</P><br />
<P>Os Huthis, apoiados pelo Irão, controlam Sana e grande parte do norte do Iémen, enquanto o Governo internacionalmente reconhecido está instalado sobretudo no sul do país e conta com o apoio de Riade.</P><br />
<P>O Irão nega repetidamente que esteja a armar os Huthis, apesar das conclusões reiteradas de peritos da ONU e de governos ocidentais que associam Teerão a envios de armas e apoio militar ao grupo xiita.</P></p>
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		<title>Defesa de Flávio Bolsonaro critica juiz por proibi-lo de visitar pai durante 90 dias</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasília 13 jul 2026 (Lusa) -- A defesa do pré-candidato presidencial brasileiro Flávio Bolsonaro criticou hoje a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu o senador de visitar o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 13 jul 2026 (Lusa) &#8212; A defesa do pré-candidato presidencial brasileiro Flávio Bolsonaro criticou hoje a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu o senador de visitar o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.</P><br />
<P>A decisão de hoje do juiz Alexandre de Moraes, consultada pela Lusa, ocorre após Flávio Bolsonaro divulgar no último sábado nas redes sociais uma carta do pai, em que este declara apoio à pré-candidatura do filho nas eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>Moraes escreveu que, ao conceder prisão domiciliária humanitária ao ex-presidente brasileiro, em março, determinou, entre as medidas cautelares, a &#8220;proibição de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros&#8221;.</P><br />
<P>Em nota enviada à imprensa, a advogada Tracy Reinaldet, que faz a defesa de Flávio Bolsonaro durante a pré-campanha, chama a decisão de Moraes de ilegal e inconstitucional.</P><br />
<P>&#8220;Vale lembrar que o senador Flávio Bolsonaro é também advogado de seu pai. A proibição de contacto viola, portanto, o direito que o advogado tem de se comunicar com seu representado&#8221;, escreveu Reinaldet.</P><br />
<P>&#8220;Desde a proclamação da Constituição de 1988, deixar o preso incomunicável sempre foi visto pelo Supremo Tribunal Federal como algo inconstitucional. No entanto, a decisão de hoje aproxima o Presidente Jair Bolsonaro da incomunicabilidade&#8221;, completou.</P><br />
<P>Na decisão, Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai, o que, na prática, impede o senador de se encontrar com ele durante a primeira volta das eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>Segundo o juiz do Supremo brasileiro, Flávio desrespeitou a medida cautelar e utilizou o seu direito de visita ao pai &#8220;com a exclusiva finalidade&#8221; de divulgar a carta nas redes sociais.</P><br />
<P>Moraes considerou ainda que houve &#8220;propaganda eleitoral antecipada em período vedado pela legislação&#8221; e determinou que o Ministério Público Eleitoral apure se houve incumprimento da legislação.</P><br />
<P>Além de suspender as visitas, Moraes deu um prazo de 48 horas para que Jair Bolsonaro explique se tinha conhecimento de que a carta seria divulgada nas redes sociais pelo senador.</P><br />
<P>Na carta lida por Flávio Bolsonaro, Jair sinaliza que o filho é seu &#8220;porta-voz&#8221;, no qual confia &#8220;para resgatar o Brasil e (&#8230;) conduzir [o país] para a paz e a prosperidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à presidência&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Na decisão, o juiz do Supremo brasileiro lembrou que Flávio Bolsonaro é reincidente na &#8221; conduta desrespeitosa às decisões judiciais&#8221;, por ter violado a mesma medida cautelar em agosto do ano passado.</P><br />
<P>Na altura, lembrou Moraes, o senador telefonou para o pai durante um ato político e transmitiu a ligação nas redes sociais.</P><br />
<P>Quem também se pronunciou contra Moraes foi o líder da oposição no Senado brasileiro, o senador Rogério Marinho, que acusou o juiz do supremo de &#8220;interferência no jogo político&#8221; e &#8220;perseguição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A decisão (&#8230;) é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável&#8221;, informou nota à imprensa.</P><br />
<P>Marinho, que pertence ao Partido Liberal (PL) tal como Flávio Bolsonaro, afirmou que &#8220;calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contacto familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Jair Bolsonaro foi condenado e está preso por tentativa de golpe de Estado e organização criminosa, e cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788820]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA atingem alvos iranianos pela terceira noite consecutiva</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) anunciou hoje que lançou, pela terceira noite consecutiva, ataques contra o Irão, após Donald Trump ter ameaçado que as forças norte-americanas atacariam "com muita força" a República Islâmica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) anunciou hoje que lançou, pela terceira noite consecutiva, ataques contra o Irão, após Donald Trump ter ameaçado que as forças norte-americanas atacariam &#8220;com muita força&#8221; a República Islâmica.</P><br />
<P>Numa nota na rede social X, o Centcom indicou que os bombardeamentos procuram degradar a capacidade do Irão de atacar civis e navios mercantes no estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Os ataques começaram poucos minutos depois do Presidente norte-americano, Donald Trump ter declarado, numa entrevista, que a República Islâmica seria atingida &#8220;com muita força&#8221; na mesma noite. </P><br />
<P>&#8220;Não podem fazer nada quanto a isso. Não têm nada. Só têm bocas grandes. Eu conheço-os e são completamente malucos&#8221;, frisou.</P></p>
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		<title>Wall Street fecha em baixa generalizada devido a Médio Oriente e semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, a ceder a uma subida da cotação do petróleo, no seguimento do agravamento da situação no Médio Oriente e em contexto de fraqueza dos semicondutores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, a ceder a uma subida da cotação do petróleo, no seguimento do agravamento da situação no Médio Oriente e em contexto de fraqueza dos semicondutores. </P><br />
<P>O resultado da sessão indica que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average recuou 0,26%, tecnológico Nasdaq perdeu 1,55% e o alargado S&amp;P500 baixou 0,79%.</P><br />
<P>&#8220;Um fim de semana marcado por tensões entre Washington e Teerão originou uma sessão de aversão ao risco em Wall Street&#8221;, disse Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Os EUA bombardearam o Irão na noite de domingo e Teerão anunciou resposta com ataques às bases militares norte-americanas no Golfo Pérsico. </P><br />
<P>Na segunda-feira, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o restabelecimento do bloqueio dos portos iranianos no Estreito de Ormuz e disse que tencionava criar uma taxa sobre as mercadorias transportadas pelos navios nesta via marítima estratégica. </P><br />
<P>Estes desenvolvimentos &#8212; que fazem recear uma escassez de petróleo &#8212; propulsionaram a cotação do petróleo em mais de 9%, agravando as inquietações com a inflação na praça bolsista, apontou Torres.</P><br />
<P>Tanto assim que um dirigente da Reserva Federal já preveniu que o banco central pode subir a sua taxa de juro de referência &#8220;em breve&#8221;, se a inflação continuar a subir. </P><br />
<P>Justamente, os investidores vão conhecer na terça-feira a evolução do índice de preços no consumidor (IPC) em junho e no dia seguinte a do índice de preços no produtor (IPP). </P><br />
<P>Entretanto, &#8220;os títulos do setor dos semicondutores estão sob pressão, com a SK Hynix a sofrer uma forte quebra, depois de um excelente inicio de cotação&#8221; na sexta-feira, comentaram os analistas da Briefing.com.</P><br />
<P>Este fabricante sul-coreano perdeu hoje 9,32%, desempenho extensível a nomes relevantes do setor, como Nvidia (-3,52%), Broadcom (-3,98%), AMD (-4,21%) ou Intel (-6,12%).</P><br />
<P>O desempenho destes grupos é particularmente escrutinado, mais a mais quando está prestes a começar mais uma época de apresentação de resultados trimestrais. </P></p>
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