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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Portugal vence na Grécia e avança na qualificação para o Mundial de basquetebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 18:32:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal garantiu hoje o apuramento para a segunda fase de qualificação para o Mundial de basquetebol de 2027, ao conseguir um histórico triunfo face à Grécia por 71-56, em Atenas, no fecho do Grupo B da primeira fase.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal garantiu hoje o apuramento para a segunda fase de qualificação para o Mundial de basquetebol de 2027, ao conseguir um histórico triunfo face à Grécia por 71-56, em Atenas, no fecho do Grupo B da primeira fase.</P><br />
<P>A formação das &#8216;quinas&#8217;, que precisava de vencer para não ter de ficar à espera do triunfo de Montenegro na receção à Roménia, já liderava ao intervalo por 28-23.</P><br />
<P>Antes do último embate do agrupamento, Portugal lidera, provisoriamente, com nove pontos, os mesmos da Grécia, segunda, com Montenegro, terceiro, a poder &#8216;saltar&#8217; para os 10. </P><br />
<P>Na segunda fase de qualificação, Portugal (nove pontos), Grécia (nove) e Montenegro ou Roménia, seguem para o Grupo I, com os pontos entretanto somados, juntando-se a Espanha (11), Ucrânia (10) e Geórgia (nove).</P><br />
<P>As seis jornadas desta fase vão disputar-se em 28 e 31 de agosto, 26 e 29 de novembro e, já em 2027, 26 de fevereiro e 01 de março.</P><br />
<P>A 20.ª edição do Mundial de basquetebol está marcada para o Qatar, de 27 de agosto a 12 de setembro de 2027, com a participação de 32 seleções.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785634]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Gazprom acerta com Ministério da Defesa russo proteger instalações energéticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 18:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Moscovo, 05 jul (Lusa) - A gigante estatal russa do gás, Gazprom, assinou um contrato com o Ministério da Defesa de Moscovo para a criação de unidades de defesa das infraestruturas energéticas, noticiou hoje o Eco de Moscovo, meio de comunicação da oposição russa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moscovo, 05 jul (Lusa) &#8211; A gigante estatal russa do gás, Gazprom, assinou um contrato com o Ministério da Defesa de Moscovo para a criação de unidades de defesa das infraestruturas energéticas, noticiou hoje o Eco de Moscovo, meio de comunicação da oposição russa.</P><br />
<P>Estas unidades têm por missão &#8220;patrulhar e proteger as instalações de abastecimento de gás&#8221;, segundo o portal russo de notícias, que analisou documentos internos da Gazprom.</P><br />
<P>Os operacionais contratados para essas equipas serão submetidos a exames médicos, a dois meses de formação e, a par do seu salário, vão receber ainda pagamentos adicionais do Ministério da Defesa pelo serviço na reserva.</P><br />
<P>De acordo com os documentos citados, o contrato para servir nessas unidades móveis permite combinar o trabalho civil com o treino militar, diferenciando-se dos contratos de serviço militar padrão, até agora conhecidos.</P><br />
<P>Os operacionais terão direito ao pagamento de uma compensação mensal de 200.000 rublos {cerca de 2.200 euros] da parte do atual empregador, pela participação no processo de formação, durante o qual mantêm o seu atual posto de trabalho.</P><br />
<P>Os reservistas não serão considerados pessoal militar no ativo, mas podem ser chamados para &#8220;garantir a proteção de instalações críticas e outras infraestruturas-chave exclusivamente na região em que o contrato for assinado&#8221;, cita o Eco de Moscovo.</P><br />
<P>Em maio, o governo russo deu luz verde às empresas privadas para adquirirem equipamento militar pesado para se defenderem dos drones ucranianos que, ao longo do último ano, intensificaram os seus ataques contra as infraestruturas ligadas ao aparelho de guerra russo.</P><br />
<P>Ainda em 2023, órgãos de comunicação internacionais noticiaram que duas empresas paramilitares ligadas à Gazprom, denominadas Potok e Fakel, participavam na guerra na Ucrânia, tendo o recrutamento começado ainda antes do início da guerra, em fevereiro de 2022.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785633]]></sapo:autor>
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		<title>Wimbledon: Líder do ranking mundial Aryna Sabalenka afastada por Naomi Osaka</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 18:13:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista bielorrussa Aryna Sabalenka, líder do ranking mundial, foi hoje afastada no torneio de Wimbledon pela japonesa Naomi Osaka, que avançou para os quartos de final com triunfo em dois sets, na relva da prova londrina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista bielorrussa Aryna Sabalenka, líder do ranking mundial, foi hoje afastada no torneio de Wimbledon pela japonesa Naomi Osaka, que avançou para os quartos de final com triunfo em dois sets, na relva da prova londrina.</P><br />
<P>No All England Club, Naomi Osaka, 14.ª do ranking internacional, vinha de três desaires consecutivos contra a sua rival, mas hoje superou-a pelos parciais de 6-2 e 7-6 (7-2), em uma hora e 21 minutos.</P><br />
<P>Nos quartos de final, a nipónica vai defrontar a checa Karolina Muchova (9.ª), que eliminou a sua compatriota Barbora Krejcikova (38.ª), com 7-5, 5-7 e 6-3.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785632]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;O sal é o novo petróleo&#8221;: baterias de sódio podem revolucionar o futuro da energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 18:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A conclusão é de um relatório da Morgan Stanley, que defende que as baterias de sódio têm potencial para transformar o mercado mundial do armazenamento de energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O sódio, um dos elementos mais abundantes do planeta, poderá assumir um papel central na transição energética durante a próxima década. A conclusão é de um relatório da Morgan Stanley, que defende que as baterias de sódio têm potencial para transformar o mercado mundial do armazenamento de energia e reduzir a dependência do lítio.</p>
<p class="isSelectedEnd">No documento, intitulado &#8220;O sal: o novo petróleo&#8221;, os analistas afirmam que esta tecnologia está a ultrapassar a fase inicial de desenvolvimento e poderá registar um forte crescimento nos próximos anos.</p>
<p><strong>Produção poderá disparar até 2035</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As previsões da Morgan Stanley apontam para uma capacidade de produção anual de baterias de sódio de cerca de 830 gigawatts-hora (GWh) em 2030.</p>
<p class="isSelectedEnd">O crescimento deverá acelerar na década seguinte, podendo atingir 2,4 terawatts-hora (TWh) em 2035 e, num cenário mais otimista, alcançar 3,7 TWh no mesmo período.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta expansão deverá ser acompanhada por um forte aumento do investimento em toda a cadeia de valor da tecnologia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o relatório, até 2035 poderão ser mobilizados cerca de 800 mil milhões de dólares, destinados à extração de matérias-primas, produção de baterias e desenvolvimento de infraestruturas elétricas.</p>
<p><strong>Mais baratas e com menor dependência de matérias-primas críticas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das principais vantagens das baterias de sódio é o custo de produção.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com as estimativas da Morgan Stanley, o preço desta tecnologia poderá situar-se entre 30% e 40% abaixo do das atuais baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP), atualmente as mais utilizadas no mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A utilização de sódio, um recurso muito mais abundante do que o lítio, reduz igualmente a dependência de matérias-primas cuja produção está concentrada num número limitado de países, contribuindo para diversificar o fornecimento de materiais essenciais à eletrificação.</p>
<p><strong>Melhor desempenho em temperaturas baixas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório destaca ainda outra vantagem das baterias de sódio: o seu comportamento em ambientes frios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os analistas, esta tecnologia apresenta um desempenho superior a baixas temperaturas, podendo tornar-se particularmente atrativa em regiões onde as baterias atualmente disponíveis registam maiores limitações devido ao clima.</p>
<p><strong>Três setores deverão beneficiar primeiro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Morgan Stanley identifica três áreas onde a adoção das baterias de sódio poderá avançar mais rapidamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A primeira é o armazenamento de energia, onde a redução dos custos poderá facilitar a implementação de novos sistemas de armazenamento elétrico.</p>
<p class="isSelectedEnd">A segunda corresponde às frotas comerciais. O melhor desempenho térmico e o menor custo poderão acelerar a substituição de veículos movidos a gasóleo por modelos elétricos, sobretudo nos mercados emergentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o terceiro segmento é o dos automóveis compactos, onde o preço de aquisição continua a ser um dos fatores mais importantes para os consumidores, muitas vezes acima da autonomia.</p>
<p><strong>Tecnologia poderá reduzir procura por lítio</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O crescimento das baterias de sódio poderá também alterar o equilíbrio do mercado das matérias-primas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Morgan Stanley, esta tecnologia poderá conquistar cerca de 20% do mercado mundial de baterias até 2030, aumentando essa quota para 37% em 2035.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este avanço deverá reduzir gradualmente a procura por lítio, sobretudo nas aplicações ligadas ao armazenamento de energia e aos veículos elétricos de menor custo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora o banco considere que o mercado do lítio deverá manter-se robusto ao longo de 2026, alerta que, a partir de 2027, o aumento da produção de baterias de sódio poderá exercer maior pressão sobre os preços.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório refere ainda que outros setores associados a matérias-primas, como o cobre e o grafite, também poderão sentir os efeitos desta mudança tecnológica, uma vez que as baterias de sódio recorrem ao alumínio e a alternativas ao grafite na sua produção.</p>
<p><strong>China parte na frente</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Morgan Stanley considera que a expansão desta tecnologia deverá favorecer os fabricantes com maior capacidade financeira e industrial, num mercado em que os líderes poderão reforçar significativamente a sua posição.</p>
<p>Neste contexto, a China surge como o país mais bem preparado para liderar a produção de baterias de sódio, beneficiando da sua forte capacidade industrial. Já os Estados Unidos e a Europa continuam numa fase menos avançada de desenvolvimento desta tecnologia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784977]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Raimundo alerta para &#8220;toneladas de combustível&#8221; acumuladas na região Centro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 17:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP alertou hoje para as "toneladas de combustível acumulado" existentes sobretudo na zona Centro, devido às tempestades do inverno, vincando que ainda há tempo para "retirar o mais possível".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PCP alertou hoje para as &#8220;toneladas de combustível acumulado&#8221; existentes sobretudo na zona Centro, devido às tempestades do inverno, vincando que ainda há tempo para &#8220;retirar o mais possível&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos toneladas de combustível acumulado, em particular na zona Centro, no seguimento das tempestades do início do ano. O governo diz que tomou medidas para limpar uma parte importante. E limpou. O problema são os dois terços que ficaram por limpar&#8221;, disse Paulo Raimundo, em declarações à Lusa à margem da participação no Passeio das Mulheres CDU &#8212; Porto, que se realizou em Vilar de Mouros, Caminha, no distrito de Viana do Castelo.</P><br />
<P>O líder do PCP mostrou-se convencido de que o país &#8220;podia e devia ter ido mais longe&#8221; nas medidas para atenuar os impactos do calor e dos incêndios.</P><br />
<P>&#8220;Ainda estamos a tempo de o fazer&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>De acordo com Paulo Raimundo, o PCP já apresentou uma proposta para que &#8220;se mobilizem todos os meios possíveis, públicos e privados, para limpar o mais possível, em particular o distrito de Leiria, onde de facto o combustível é muito&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quanto mais tirarmos, menos o risco&#8221;, justificou.</P><br />
<P>Mais de 1.300 operacionais combatiam às 05:00 de hoje os dois principais incêndios no continente, com o de Vouzela (distrito de Viseu) a concentrar o maior número de meios, de acordo com a Proteção Civil.</P><br />
<P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou na sexta-feira que Portugal acionou o mecanismo europeu e os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos para reforçar o dispositivo de combate aos incêndios.</P><br />
<P>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse no sábado que o estado de alerta em Portugal deverá ser mantido na próxima semana, já que os próximos dias vão continuar a ser de muito calor.</P><br />
<P>Bragança e Guarda juntaram-se hoje ao grupo de distritos que estão sob aviso vermelho devido ao calor, aumentando de sete para nove o número de distritos, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>A anterior informação do IPMA colocava hoje sete distritos de Portugal continental sob aviso vermelho (o mais grave numa escala de três), nomeadamente Portalegre, Évora, Beja, Santarém, Lisboa, Setúbal e Castelo Branco.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785631]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Compra de 16 caças Gripen representa um &#8220;reforço histórico&#8221; para Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 17:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que a compra de 16 caças Gripen de fabrico sueco, a entregar em 2029, representa um "reforço histórico" da capacidade de combate de Kiev.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que a compra de 16 caças Gripen de fabrico sueco, a entregar em 2029, representa um &#8220;reforço histórico&#8221; da capacidade de combate de Kiev.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de um reforço histórico da nossa aviação de combate e de uma colaboração económica fundamental entre a Ucrânia e a Suécia no domínio da segurança&#8221;, salientou, durante uma chamada com o primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, segundo a informação divulgada pela Presidência ucraniana.</P><br />
<P>A entrega dos 16 aviões Gripen E adquiridos só terá início no início de 2029, mas em 2027 Kiev irá receber outros 16 do modelo Gripen C/D a título de ajuda militar.</P><br />
<P>Zelensky garantiu estar em curso a preparação da infraestrutura necessária para a Ucrânia receber os caças até início do próximo ano, bem como a parte da formação e operacional.</P><br />
<P>O líder ucraniano aproveitou a ocasião para agradecer a Kristersson o &#8220;apoio e a posição clara&#8221; de Estocolmo na &#8220;guerra da Rússia contra a Ucrânia e contra os ucranianos&#8221;.</P><br />
<P>Volodymyr Zelensky salientou ainda que a Rússia &#8220;está a apostar tudo nos ataques com mísseis balísticos, nos ataques combinados e nos drones Shahed de propulsão&#8221;, considerando importante reforçar a defesa ucraniana para &#8220;privar a Rússia desta capacidade de prolongar a guerra&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785630]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rara erupção de vulcão submarino pode dar origem à mais recente ilha da Terra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rara-erupcao-de-vulcao-submarino-pode-dar-origem-a-mais-recente-ilha-da-terra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 17:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As imagens captadas por satélites mostram uma atividade intensa junto à superfície do mar, alimentando a expectativa de que o fenómeno possa dar origem a um novo território emerso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma erupção vulcânica submarina está a ser acompanhada de perto por cientistas, que admitem a possibilidade de estar prestes a nascer uma nova ilha. As imagens captadas por satélites mostram uma atividade intensa junto à superfície do mar, alimentando a expectativa de que o fenómeno possa dar origem a um novo território emerso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os especialistas, trata-se de uma oportunidade rara para observar, praticamente em tempo real, a formação de uma ilha através de imagens de satélite.</p>
<p><strong>Satélites revelam sinais de atividade intensa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados recolhidos por satélites óticos mostram uma atividade vigorosa em águas pouco profundas, onde são visíveis extensas manchas de água descolorada, bem como múltiplas colunas de vapor e cinzas à superfície.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além disso, sensores de média e alta resolução, pertencentes a programas governamentais e empresas privadas, identificaram grandes mantos de pedra-pomes flutuante que estão a ser transportados pelas correntes oceânicas, formando longas faixas visíveis nas imagens de satélite.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores consideram que a quantidade de anomalias térmicas detetadas indica que existe uma grande concentração de material magmático próximo da superfície.</p>
<p class="isSelectedEnd">&#8220;Tem de existir muito material quente perto da superfície para gerar tantas anomalias térmicas&#8221;, explica o vulcanólogo Simon Carn, da Michigan Technological University. Segundo o investigador, tudo indica que a abertura eruptiva se encontra a uma profundidade muito inferior à sugerida pelos mapas batimétricos existentes, que apontavam para várias centenas de metros de profundidade.</p>
<p><strong>Nova ilha poderá estar prestes a nascer</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os cientistas acompanham agora a evolução da erupção para perceber se a atividade vulcânica será suficiente para fazer emergir uma nova ilha.</p>
<p class="isSelectedEnd">&#8220;Estamos ansiosos por perceber se uma nova ilha está prestes a nascer, algo que raramente conseguimos observar em tempo real através de satélites&#8221;, afirma Jim Garvin.</p>
<p class="isSelectedEnd">Caso surja uma nova massa de terra, os especialistas irão monitorizar a sua evolução para perceber se se transforma num cone de tufo com uma cratera vulcânica estável ou se acaba por colapsar rapidamente devido à ação do mar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores admitem ainda que a erupção poderá tornar-se mais explosiva caso a água do mar consiga entrar em contacto com a câmara magmática pouco profunda que está a alimentar o vulcão.</p>
<p><strong>Risco de explosão semelhante ao de Tonga é considerado reduzido</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da intensidade da atividade observada, os especialistas consideram pouco provável que a erupção atinja níveis comparáveis aos registados em fenómenos recentes, como os vulcões submarinos de Hunga Tonga-Hunga Ha&#8217;apai, em 2022, ou Fukutoku-Okanoba, em 2021.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Simon Carn, tudo indica que esta erupção está associada a uma dorsal vulcânica situada junto ao encontro entre uma falha transformante e um centro de expansão de retroarco, estruturas geológicas normalmente ligadas a erupções menos explosivas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O investigador explica que os centros de expansão tendem a produzir atividade vulcânica mais moderada, enquanto as erupções mais violentas ocorrem habitualmente em zonas de subducção, associadas a grandes estratovulcões.</p>
<p><strong>Duração da erupção continua a ser uma incógnita</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os cientistas ainda não conseguem prever durante quanto tempo a atividade vulcânica irá manter-se.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como referência, recordam que uma erupção ocorrida na mesma região em 1972 teve uma duração de apenas quatro dias. Em contrapartida, outro episódio registado cerca de 100 quilómetros dali, no Estreito de St. Andrew, prolongou-se durante quase quatro anos.</p>
<p><strong>Uma oportunidade única para a ciência</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A comunidade científica continua a acompanhar atentamente a evolução da erupção através de imagens de satélite e de radares espaciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jim Garvin pretende recorrer aos dados do satélite NISAR, desenvolvido pela NASA em parceria com a agência espacial indiana ISRO, bem como da constelação RADARSAT, da Agência Espacial Canadiana, para cartografar qualquer nova superfície terrestre que venha a emergir e acompanhar as alterações na sua forma ao longo do tempo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se a ilha se mantiver acima do nível do mar, os investigadores esperam poder estudar a sua evolução desde os primeiros momentos, analisando a colonização por plantas e animais, os efeitos da precipitação, a meteorização química e os processos de erosão, à semelhança do trabalho realizado após a formação da ilha resultante da erupção do Hunga Tonga-Hunga Ha&#8217;apai.</p>
<p>Para Jim Garvin, este poderá tornar-se um raro laboratório natural para compreender como nasce e evolui uma ilha vulcânica, fornecendo conhecimento útil para futuras missões de exploração, incluindo o programa Artemis IV.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784972]]></sapo:autor>
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		<title>Governo deve garantir que nenhum aluno é prejudicado por correção de exames &#8211; PCP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 16:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP defendeu hoje que o Governo tem de garantir que nenhum aluno é prejudicado pela "bronca descomunal" na classificação digital dos exames nacionais e acusou o executivo de "sacudir responsabilidades".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PCP defendeu hoje que o Governo tem de garantir que nenhum aluno é prejudicado pela &#8220;bronca descomunal&#8221; na classificação digital dos exames nacionais e acusou o executivo de &#8220;sacudir responsabilidades&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Isto é um problema de fundo, estrutural, do processo que é da responsabilidade única e exclusiva do Governo. Nem os professores podem ser injustamente acusados, e, talvez até mais determinante, nenhum aluno pode ser prejudicado com esta trapalhada&#8221;, afirmou Paulo Raimundo em declarações à Lusa à margem da participação no Passeio das Mulheres CDU &#8212; Porto, que se realizou em Vilar de Mouros, Caminha, no distrito de Viana do Castelo.</P><br />
<P>O líder do PCP considera que &#8220;infelizmente não está&#8221; garantido que nenhum aluno seja prejudicado com este primeiro ano de correção digital das provas de exame do 11.º e 12.º ano, que levou professores a relatar não ter acesso aos itens de classificação, receber respostas incompletas e constrangimentos na plataforma.</P><br />
<P>Paulo Raimundo considera que o Governo &#8220;vai ter de apresentar&#8221; alguma forma de garantir que nenhum aluno seja prejudicado com aquilo a que chamou, durante o discurso, de &#8220;bronca descomunal&#8221; e &#8220;gestão calamitosa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O governo vai ter que resolver isto. Acho que um governo que tem esta atitude, esta forma de estar, de empurrar com a barriga e de não assumir responsabilidades, dificilmente está em condições de resolver. Mas logo veremos o que é que vai fazer&#8221;, observou.</P><br />
<P>O secretário-geral comunista lamenta que a primeira reação do Governo tenha sido &#8220;sacudir as responsabilidades&#8221;. </P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, as mais de 300 mil provas realizadas pelos alunos do 11.º e 12.º anos foram todas digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas.</P><br />
<P>No sábado o movimento de professores S.O.S Escola Pública denunciou que os docentes avaliadores continuam sem receber exames nacionais para corrigir, acusando o ministro da Educação de mentir ao dizer que há apenas &#8220;duas ou três provas&#8221; por entregar.</P><br />
<P>Na sexta-feira, perante as dificuldades informáticas na correção dos exames nacionais, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, adiou a data de divulgação dos resultados das provas, e o calendário de realização da segunda fase dos exames nacionais.</P><br />
<P> Os professores terão agora até 14 de julho para classificar as provas (era até dia 10), e os resultados serão afixados a 17 de julho, em vez de 14 de julho. </P><br />
<P>   O novo calendário prevê ainda que a segunda fase dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário, que deveria começar a 16 de julho, arranque apenas na tarde de 20 de julho e termine a 24 de julho, em vez de 22 de julho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785629]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Reacendimentos no fogo de Vouzela não dão tréguas aos bombeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 16:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os reacendimentos no incêndio que se iniciou em Vouzela às 03:04 de quinta-feira continuam a ser uma preocupação e a não darem tréguas aos bombeiros, disse à Lusa o comandante da corporação daquele concelho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os reacendimentos no incêndio que se iniciou em Vouzela às 03:04 de quinta-feira continuam a ser uma preocupação e a não darem tréguas aos bombeiros, disse à Lusa o comandante da corporação daquele concelho.</P><br />
<P>&#8220;O fogo está dominado, mas continuamos a ter muitas reativações, porque o perímetro é muito grande. Estamos atentos a todas elas&#8221;, disse à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários de Vouzela, Francisco Lima.</P><br />
<P>O responsável reafirmou que a situação está &#8220;mais calma&#8221; e o vento não sopra com intensidade, mas o número de reacendimentos é elevado dada a extensão da área ardida, pelo que os bombeiros não descansam para impedir a progressão de novos focos de incêndio.</P><br />
<P>O incêndio, que começou em Tourelhe, freguesia de Cambra, propagou-se depois aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro, estava dominado às 12:40.</P><br />
<P>Pelas 17:20, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) na internet indicava que estavam 1.155 operacionais no terreno, apoiados por 383 veículos e cinco meios aéreos.</P><br />
<P>Segundo a Proteção Civil, na sexta-feira, registaram-se dois feridos graves. Um homem de 55 anos com queimaduras de segundo e terceiro grau, ao tentar apagar o fogo, e um outro de 34 anos sofreu um traumatismo craniano grave ao cair de uma carrinha particular que transportava água para combater o incêndio.</P><br />
<P>Há também três vítimas ligeiras a registar, dois bombeiros voluntários, devido ao fumo nos olhos, um da corporação de São Pedro do Sul e outra da de Vouzela. E ainda um civil de Águeda com queimaduras.</P><br />
<P>Na sexta-feira, este incêndio destrui totalmente uma fábrica em Vouzela de componentes de madeira, produtora de biomassa para produção de energia.</P><br />
<P></P><br />
<P>EYC/(IYN/ATR/JLS) // MAG</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785628]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Portugal na máxima força na véspera do duelo com Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 16:18:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O selecionador Roberto Martínez contou hoje em Dallas, nos Estados Unidos, com os 27 convocados, no último treino antes do embate com a Espanha, dos 16 avos de final do Mundial2026 de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Dallas, Estados Unidos, 05 jul 2026 (Lusa) &#8212; O selecionador Roberto Martínez contou hoje em Dallas, nos Estados Unidos, com os 27 convocados, no último treino antes do embate com a Espanha, dos 16 avos de final do Mundial2026 de futebol.</P><br />
<P>No Washburne Soccer and Track Stadium, no estado do Texas, todos os jogadores mostraram-se disponíveis para o embate ibérico, pelo menos nos primeiros 15 minutos da sessão, que foram abertos à comunicação social.</P><br />
<P>Durante esse período, com os termómetros a apontarem 32 graus e sob um sol abrasador, a equipa das &#8216;quinas&#8217; efetuou os habituais exercícios de aquecimento sob a atenção de Martínez, mas também de cerca de 200 jornalistas estrangeiros, entre televisões e fotógrafos de todo o mundo, que marcaram presença no local.</P><br />
<P>Depois do treino, às 12:45 locais (18:45 em Lisboa), Roberto Martínez e um jogador ainda a designar vão fazer a antevisão da partida frente à Espanha em Arlington, a cerca de 30 quilómetros de Dallas, no &#8216;gigante&#8217; Estádio AT&amp;T, palco da partida e o maior recinto do Mundial2026, com capacidade para 94 mil espetadores.</P><br />
<P>O jogo entre Portugal e Espanha está agendado para segunda-feira, com arbitragem do inglês Anthony Taylor, e tem início agendado para as 14:00 (20:00).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // MO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785627]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Só a pintura custa 13 milhões de euros: o luxo sem limites do megaiate do emir do Qatar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 16:00:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com 123 metros de comprimento e um valor estimado em cerca de 500 milhões de dólares, o Al Lusail regressou recentemente ao mar após a sua primeira grande remodelação desde que entrou ao serviço.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O emir do Qatar concluiu a renovação do Al Lusail, um dos maiores e mais luxuosos megaiates privados do mundo, depois de uma intervenção que durou sete meses e terá custado cerca de 35 milhões de dólares. Só a pintura do casco representou um investimento estimado em 15 milhões de dólares, o equivalente a cerca de 13 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com 123 metros de comprimento e um valor estimado em cerca de 500 milhões de dólares, o Al Lusail regressou recentemente ao mar após a sua primeira grande remodelação desde que entrou ao serviço, em 2017.</p>
<p><strong>Sete meses em estaleiro para uma renovação profunda</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Construído pelo estaleiro alemão Lürssen, o megaiate permaneceu durante sete meses nas instalações da empresa em Bremen e Lemwerder, um dos poucos complexos navais do mundo preparados para receber embarcações com mais de 100 metros de comprimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Terminados os trabalhos de renovação, o Al Lusail regressou ao Mediterrâneo para iniciar mais uma temporada de navegação.</p>
<p><strong>Muito mais do que uma simples pintura</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora a renovação exterior seja o aspeto mais visível, grande parte da intervenção incidiu sobre os sistemas técnicos da embarcação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a estadia em estaleiro foram revistos os motores, geradores, sistemas de climatização e de automação, bem como o casco, hélices, lemes e restantes equipamentos submersos, garantindo que o megaiate continua a operar nas melhores condições.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os trabalhos incluíram ainda a manutenção dos decks em madeira de teca, a substituição e limpeza de diversos elementos em vidro e a revisão dos sofisticados sistemas eletrónicos instalados a bordo.</p>
<p><strong>Pintar o casco custa uma pequena fortuna</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das operações mais dispendiosas na manutenção de um megaiate desta dimensão é precisamente a pintura.</p>
<p class="isSelectedEnd">Especialistas do setor explicam que o maior custo não está apenas na aplicação da tinta, mas sobretudo na preparação da superfície. Antes da pintura é necessário eliminar imperfeições, lixar, selar e preparar cuidadosamente todo o casco, um processo que pode prolongar-se durante vários meses.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso do Al Lusail, estima-se que apenas esta operação tenha custado mais de 15 milhões de dólares, um valor superior ao orçamento total de muitos iates de luxo.</p>
<p><strong>Um palácio flutuante com 18 suites</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O interior do Al Lusail continua envolto em grande discrição, mas são conhecidas algumas das suas principais características.</p>
<p class="isSelectedEnd">O megaiate pode receber até 36 convidados, distribuídos por 18 suites, além de alojar 56 tripulantes, responsáveis pelo funcionamento diário de todas as instalações.</p>
<p class="isSelectedEnd">O projeto arquitetónico foi desenvolvido em torno de um amplo átrio central, concebido para ligar os diferentes conveses e reforçar a sensação de espaço.</p>
<p><strong>Cinema, spa, ginásio e heliponto privado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os equipamentos disponíveis encontram-se um heliponto, piscinas, jacuzzis, clube de praia, cinema privado, ginásio, spa e centro de bem-estar, salão de beleza, amplos terraços exteriores e áreas preparadas para churrascos e eventos privados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Todas estas áreas distribuem-se por seis conveses e são complementadas por grandes superfícies envidraçadas que proporcionam vistas panorâmicas sobre o mar.</p>
<p><strong>Autonomia para atravessar o Atlântico sem abastecer</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além do luxo, o Al Lusail destaca-se também pelas suas capacidades técnicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Equipado com dois motores diesel MTU, o megaiate consegue atingir uma velocidade máxima próxima dos 19 nós.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os depósitos têm capacidade para cerca de 500 mil litros de combustível, permitindo uma autonomia aproximada de 4.500 milhas náuticas, equivalente a cerca de 8.300 quilómetros, distância suficiente para realizar uma travessia do oceano Atlântico sem necessidade de reabastecimento.</p>
<p><strong>Pertence ao emir do Qatar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Al Lusail é propriedade do emir do Qatar, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani, membro da família Al Thani, cuja riqueza assenta em grande parte nas vastas reservas de gás natural do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">O líder qatari preside ainda à Qatar Investment Authority, um dos maiores fundos soberanos do mundo, responsável pela gestão de ativos avaliados em centenas de milhares de milhões de dólares.</p>
<p>Concluída esta remodelação, o Al Lusail regressa ao Mediterrâneo preparado para mais uma época de navegação, mantendo o estatuto de um dos megaiates privados mais exclusivos e luxuosos do mundo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784966]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Previsto novo recorde de &#8216;apagões&#8217; em Cuba que pode deixar até 72% da ilha sem luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 16:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Até 72% da ilha de Cuba pode ficar hoje sem energia elétrica, o que será um novo recorde de 'apagões' naquele país, nas horas de maior procura, segundo dados compilados pela agência noticiosa EFE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Até 72% da ilha de Cuba pode ficar hoje sem energia elétrica, o que será um novo recorde de &#8216;apagões&#8217; naquele país, nas horas de maior procura, segundo dados compilados pela agência noticiosa EFE.</P><br />
<P>Segundo os dados da agência EFE, a partir de informações da companhia estatal Unión Elétrica, até 72% do país pode ficar sem energia elétrica no dia de hoje, nas horas de maior procura, batendo os 71% no primeiro grande &#8216;apagão&#8217; no país caribenho, na sexta-feira.</P><br />
<P>A crise energética em Cuba tem-se feito sentir ao longo dos últimos dias, sobretudo no período da tarde e noite, mas também de madrugada, afetado, em parte, pelos cortes e avarias na central termoelétrica Antonio Guiteras, o maior gerador da ilha.</P><br />
<P>Na quinta-feira, registaram-se cortes durante 24 horas e, para hoje, prevê-se uma capacidade de geração de mil megawatts, para as horas mais exigentes, e uma procura máxima que pode chegar aos 3.100 megawatts.</P><br />
<P>O défice pode chegar, portanto, aos 2.230 megawatts, numa altura em que 10 das 16 unidades geradoras termoelétricas do país estarão desativadas, por avarias ou trabalhos de manutenção.</P><br />
<P>Estas centrais representam 40% da mistura energética do país, permitindo a Cuba não ficar afetada, nesta proporção, pelo bloqueio petrolífero de que é alvo, com outros 40% a cargo dos motores geradores, que dependem de diesel e fueloil, restando 20% obtido de gás e fontes renováveis.</P><br />
<P>O Governo cubano reconheceu, de resto, que a situação na ilha em termos energéticos é &#8220;aguda&#8221;, &#8220;crítica&#8221;, &#8220;extremamente tensa&#8221;, com partes de Havana a passarem por períodos de 20 horas seguidas sem luz.</P><br />
<P>A crise energética no país arrasta-se desde meados de 2024 e foi agravada desde janeiro pela pressão petrolífera dos Estados Unidos, já chamada de &#8220;genocida&#8221; por Havana, que necessitaria de 100 mil barris de petróleo diários para cobrir as necessidades de energia, conseguindo produzir 40 mil a nível nacional.</P><br />
<P>Segundo estudos independentes, seriam precisos entre oito mil a 10 mil milhões de euros para requalificar o sistema energético cubano, afetado por subfinanciamento crónico, sistemas obsoletos e o &#8216;cerco&#8217; iniciado em janeiro deste ano por Washington D.C..</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785625]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Iraque faz acordo com norte-americana Halliburton para gestão de dois campos petrolíferos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/iraque-faz-acordo-com-norte-americana-halliburton-para-gestao-de-dois-campos-petroliferos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:52:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo iraquiano assinou hoje um acordo com a norte-americana Halliburton, segunda maior empresa de serviços petrolíferos do mundo, para a gestão de dois campos na província de Baçorá, no sul do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo iraquiano assinou hoje um acordo com a norte-americana Halliburton, segunda maior empresa de serviços petrolíferos do mundo, para a gestão de dois campos na província de Baçorá, no sul do país.</P><br />
<P>O contrato foi celebrado numa altura em que Bagdad pretende aumentar a quota de produção de petróleo.</P><br />
<P>&#8220;A Companhia Petrolífera de Baçorá e a empresa norte-americana Halliburton assinaram um contrato de gestão integrada para os campos petrolíferos de Bin Omar e Sindbad&#8221;, fez saber em comunicado o Ministério do Petróleo iraquiano.</P><br />
<P>A Halliburton opera no Iraque desde 2003.</P><br />
<P>Durante a assinatura do acordo, o ministro do Petróleo, Basim Mohamed, salientou que o entendimento alcançado &#8220;está em consonância com os planos e a estratégia do ministério para aumentar a capacidade de produção de petróleo e gás&#8221;. </P><br />
<P>O contrato tem uma duração de cinco anos, explicou o ministro.</P><br />
<P>O Governo iraquiano prevê que a produção de petróleo no campo de Bin Omar &#8220;aumentará para 150.000 barris por dia&#8221;, disse.</P><br />
<P>A produção no campo de Sindbad deverá aumentar &#8220;até atingir entre 80.000 e 100.000 barris por dia&#8221;, e a capacidade de gás associado aumentará de &#8220;240 para 260 milhões de pés cúbicos padrão por dia&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O governante confirmou ainda que o ministério assinará &#8220;contratos com importantes empresas internacionais, nomeadamente norte-americanas, e que prestará apoio e eliminará obstáculos para alcançar os objetivos e zelar pelo interesse público&#8221;.</P><br />
<P>O acordo surge pouco depois de o Iraque, um dos fundadores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), ter pedido na quinta-feira um aumento da produção atual, devido à crise financeira resultante da guerra no Golfo Pérsico e do bloqueio do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Entretanto, sete países da aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, anunciaram hoje que vão aumentar a produção de petróleo a partir de agosto, pelo quinto mês consecutivo, em 188.000 barris por dia.</P></p>
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		<title>Tour: Pogacar &#8216;ofereceu&#8217; a segunda etapa ao estreante Isaac del Toro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:52:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ciclista mexicano Isaac del Toro (UAE Emirates) ganhou hoje a segunda etapa da Volta a França, com a 'benção' do seu líder Tadej Pogacar, que foi segundo, enquanto Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike) manteve a camisola amarela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ciclista mexicano Isaac del Toro (UAE Emirates) ganhou hoje a segunda etapa da Volta a França, com a &#8216;benção&#8217; do seu líder Tadej Pogacar, que foi segundo, enquanto Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike) manteve a camisola amarela.</P><br />
<P>Após uma aceleração nos metros finais da última de três subidas a Montjuïc, o estreante de 22 anos impôs-se no final dos 168,5 quilómetros entre Tarragona e Barcelona, com a autorização do seu líder, segundo com as mesmas 03:40.01 horas do vencedor.</P><br />
<P>Vingegaard, que foi quarto na etapa com o mesmo tempo de Del Toro, manteve a liderança da geral, tendo agora seis segundos de vantagem sobre Pogacar e 15 sobre o belga Remco Evenepoel (Red Bull-BORA-hansgrohe), terceiro na jornada.  </P><br />
<P>Na segunda-feira, a terceira etapa da 113.ª edição liga Granollers, ainda em Espanha, a Les Angles, numa jornada de 195,9 quilómetros que marca a incursão em território francês. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785623]]></sapo:autor>
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		<title>Leclerc vence GP da Grã-Bretanha de F1 que terminou com &#8216;safety car&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O piloto monegasco Charles Leclerc (Ferrari) venceu hoje o Grande Prémio da Grã-Bretanha de Fórmula 1, nona ronda da temporada, que terminou com o 'safety car' à frente do pelotão devido ao despiste do neerlandês Max Verstappen (Red Bull).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O piloto monegasco Charles Leclerc (Ferrari) venceu hoje o Grande Prémio da Grã-Bretanha de Fórmula 1, nona ronda da temporada, que terminou com o &#8216;safety car&#8217; à frente do pelotão devido ao despiste do neerlandês Max Verstappen (Red Bull).</P><br />
<P>Leclerc deixou o britânico George Russell (Mercedes) na segunda posição e o também britânico Lewis Hamilton (Ferrari) na terceira, garantindo a 250.ª vitória da Ferrari na Fórmula 1, num dia em que o líder do Mundial, o italiano Kimi Antonelli (Mercedes), teve problemas mecânicos e terminou apenas em 16.º.</P><br />
<P>Com estes resultados, Antonelli mantém o comando do campeonato, com 179 pontos e 25 de avanço para George Russell, que é segundo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785622]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Acampamentos temporários albergam atualmente 10.702 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um total de 10.702 pessoas encontram-se alojadas em 79 acampamentos transitórios que foram montados após os terramotos de 24 de junho, na Venezuela, adiantou hoje o ministro da Educação, Héctor Rodriguez, no seu canal na plataforma Telegram.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um total de 10.702 pessoas encontram-se alojadas em 79 acampamentos transitórios que foram montados após os terramotos de 24 de junho, na Venezuela, adiantou hoje o ministro da Educação, Héctor Rodriguez, no seu canal na plataforma Telegram.</P><br />
<P>Segundo a agência EFE, o relatório, com dados até às 11:00 de hoje (hora de Lisboa), detalha que a infraestrutura de emergência conta com uma capacidade instalada de 14.599 lugares, o que deixa margem para continuar a acolher pessoas afetadas.</P><br />
<P>O estado mais devastado pelos terramotos, La Guaira, regista a maior concentração de cidadãos em refúgios, com 6.655 pessoas distribuídas em 20 acampamentos. Destes, 11 encontram-se em &#8220;processo de ampliação&#8221;, segundo o Governo.</P><br />
<P>Caracas, capital do país, conta com 37 acampamentos transitórios com uma capacidade instalada para 8.078 pessoas, acolhendo atualmente 3.234 desalojados.</P><br />
<P>O estado de Miranda (norte do país, próximo de Caracas) mantém operacionais 22 acampamentos com capacidade para 1.787 pessoas, albergando atualmente 813 afetados.</P><br />
<P>&#8220;Graças ao esforço articulado entre o Governo nacional, organismos internacionais, setores privados e a comunidade estamos a preparar cada instalação para garantir espaços dignos às famílias&#8221;, disse o ministro da Educação.</P><br />
<P>Onze dias depois do duplo terramoto que abalou a Venezuela, os trabalhos concentram-se hoje na retirada de escombros dos edifícios derrubados em La Guaira, enquanto os operacionais de busca e resgate diminuem e se reduzem as possibilidades de encontrar sobreviventes.</P><br />
<P>Até ao momento, contabilizam-se pelo menos 2.954 mortos e 16.592 feridos, segundo os dados mais recentes do Governo, que continua sem atualizar os números de desaparecidos, que se mantêm em 157 desde 25 de junho, o dia seguinte aos sismos.</P><br />
<P>O número de cidadãos portugueses que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 95 e registam-se 58 portugueses desaparecidos, revelou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785621]]></sapo:autor>
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		<title>Risco de incêndio obriga CP a interromper comboios temporariamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O risco de incêndio obrigou a CP a interromper ou a reter comboios de forma temporária, pelo impacto das altas temperaturas na linha ferroviária, disse hoje a empresa, garantindo estar em contacto com a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O risco de incêndio obrigou a CP a interromper ou a reter comboios de forma temporária, pelo impacto das altas temperaturas na linha ferroviária, disse hoje a empresa, garantindo estar em contacto com a Proteção Civil.</P><br />
<P>Além da supressão de seis comboios Intercidades no sábado e hoje, a circulação tem sido afetada por interrupções noutras ligações.</P><br />
<P>Num esclarecimento sobre o impacto do calor extremo na operação dos últimos dias, a CP explica que &#8220;os efeitos das altas temperaturas não se limitam ao material circulante&#8221;, podendo &#8220;afetar diferentes componentes da infraestrutura ferroviária, ao nível dos sistemas de sinalização, catenária, aparelhos de mudança de via e outros equipamentos fundamentais para a circulação segura dos comboios&#8221;.</P><br />
<P>O risco de incêndio que daí decorre &#8220;pode, e tem, originado interrupções e/ou retenções temporárias de comboios em determinados locais da rede ferroviária&#8221;, justifica a empresa de transporte, dizendo tratar-se &#8220;de uma realidade conhecida e transversal aos operadores ferroviários europeus, que enfrentam dificuldades acrescidas sempre que se verificam fenómenos meteorológicos extremos&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente às ligações que se mantêm, a CP garante ter em curso &#8220;um conjunto de medidas preventivas destinadas a minimizar riscos e a assegurar as melhores condições possíveis de conforto e assistência durante as viagens&#8221;.</P><br />
<P>Entre essas medidas está a decisão de, em alguns comboios de longo curso (ou seja, Intercidades e Alfa), bloquear a venda de lugares &#8220;em horários considerados mais críticos&#8221; para as composições terem menos passageiros, bem como em reforçar o acompanhamento da operação e disponibilizar mais água em vários pontos da rede, elenca a empresa.</P><br />
<P>O jornal Público noticia hoje que algumas supressões se devem à falta de manutenção do ar condicionado dos comboios que se encontram em circulação, mas a empresa assegura que a manutenção tem sido realizada.</P><br />
<P>No comunicado, a CP admite que &#8220;algumas séries de material circulante, em virtude da sua antiguidade, apresentam limitações face aos atuais padrões de climatização&#8221; e assegura que está a tomar &#8220;medidas operacionais para minimizar o impacto destas condições extremas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os comboios parqueados são mantidos com as cortinas fechadas e/ou janelas abertas, de forma a reduzir o aquecimento das composições sem ar condicionado&#8221; e nos comboios com sistemas de refrigeração, &#8220;sempre que operacionalmente viável, os equipamentos permanecem ligados durante os períodos de estacionamento, garantindo níveis de conforto mais adequados para os passageiros&#8221;.</P><br />
<P>Reconhecendo &#8220;os constrangimentos existentes&#8221;, a CP garante que &#8220;não está em causa a manutenção do ar condicionado dos comboios que se encontram a circular e que as manutenções periódicas de todo o material circulante são escrupulosamente realizadas pela empresa, incluindo a manutenção dos sistemas de climatização&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o site da CP, hoje e no sábado não circularam os Intercidades entre Lisboa Santa Apolónia e Guarda (com partida às 12:30), entre a Guarda e Lisboa Santa Apolónia (12:48), entre Lisboa Santa Apolónia e Porto Campanhã (15:30), entre Porto Campanhã e Lisboa Santa Apolónia (12:45), entre Lisboa Oriente e Faro (14:02) e entre Faro e Lisboa Oriente (14:15).</P><br />
<P>Neste comunicado, a CP não especifica que outros comboios foram suprimidos ou que tiveram de ser retidos temporariamente, estando a Lusa a aguardar resposta sobre o assunto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785620]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parou 88 segundos numa bomba de gasolina para ir buscar água ao carro e recebeu conta de 372 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[O proprietário da estação de serviço, Nikoll Bibaj, defende a medida, alegando que o espaço é propriedade privada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma paragem de apenas 88 segundos numa estação de serviço austríaca acabou por se transformar numa reclamação de 372 euros. O caso aconteceu em Wöllersdorf-Steinabrückl, na Baixa Áustria, e envolve um condutor que entrou no recinto de uma bomba de gasolina apenas para abrir a bagageira e retirar uma garrafa de água.</p>
<p class="isSelectedEnd">Duas semanas depois, Jakob P. recebeu uma carta de um advogado a exigir o pagamento de 372 euros. Segundo os responsáveis pela estação de serviço, o condutor utilizou o espaço sem abastecer combustível, uma prática expressamente proibida pela propriedade.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Estive exatamente um minuto e 28 segundos naquele terreno”, explicou o condutor ao diário austríaco &#8216;Kronen Zeitung&#8217;.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Câmaras registam todos os movimentos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A estação de serviço, que entretanto já deixou de funcionar, tinha instalado um sistema de vigilância capaz de registar detalhadamente quem entra nas instalações, quem abastece e quem utiliza o recinto para outros fins.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o relato, ações como dar a volta, parar durante alguns instantes, trocar de condutor, comparar preços ou fazer uma pausa podem resultar numa reclamação económica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora existam cartazes informativos à entrada, vários afetados consideram que os avisos são pouco visíveis. Muitos condutores só percebem as consequências quando recebem a carta de cobrança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Condutor consultou apoio jurídico</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de receber a reclamação, Jakob decidiu consultar a assistência jurídica do clube automóvel austríaco ÖAMTC e também um advogado particular.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo explicou, ambos lhe recomendaram inicialmente que não pagasse e aguardasse para perceber se a empresa avançaria ou não para tribunal.</p>
<p class="isSelectedEnd">As queixas multiplicaram-se entretanto na internet. Entre os casos relatados está o de Anita K., que fez uma breve paragem com o marido enquanto viajavam de motocicleta. Ambos receberam posteriormente pedidos de pagamento e, segundo contaram, uma segunda carta oferecia até a possibilidade de pagar a quantia em prestações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jakob criticou ainda o tom usado nas comunicações enviadas aos condutores. “A carta do advogado está redigida de forma muito agressiva para que as pessoas paguem rapidamente antes de pensarem demasiado”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Proprietário defende que se trata de propriedade privada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O proprietário da estação de serviço, Nikoll Bibaj, defende a medida, alegando que o espaço é propriedade privada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo explicou, é proibido parar, virar ou atravessar as instalações sem abastecer. Nem sequer é permitido entrar apenas para consultar os preços dos combustíveis. “Os preços também se podem ver a partir da estrada”, argumentou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bibaj afirmou ainda que pretende rescindir o contrato com a empresa responsável pela vigilância, mas disse que o acordo só pode ser cancelado no final do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Bomba já fechou, mas vigilância continua</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O caso tornou-se ainda mais invulgar porque a estação de serviço já não está em funcionamento. Ainda assim, o acesso continua a ser vigiado e atravessar o recinto permanece proibido enquanto o contrato com a empresa de controlo estiver ativo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os condutores que passam pela zona continuam, por isso, a encontrar cartazes de aviso e câmaras que registam qualquer movimento.</p>
<p>A combinação entre uma bomba encerrada, propriedade privada, vigilância ativa e cartas de cobrança transformou esta pequena estação de serviço austríaca numa das histórias mais insólitas do verão: uma paragem de menos de minuto e meio para ir buscar água ao carro acabou numa reclamação de 372 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784891]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Governo de Kiev diz ter quase duplicado os ataques contra alvos na Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-governo-de-kiev-diz-ter-quase-duplicado-os-ataques-contra-alvos-na-russia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da defesa ucraniano, Mijailo Fedórov, afirmou hoje que o país praticamente duplicou, em junho, o número de ataques contra alvos russos a mais de 50 quilómetros da linha de contacto da frente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da defesa ucraniano, Mijailo Fedórov, afirmou hoje que o país praticamente duplicou, em junho, o número de ataques contra alvos russos a mais de 50 quilómetros da linha de contacto da frente.</P><br />
<P>A Ucrânia atingiu, em junho, mais de 200.000 alvos inimigos, afirmou o ministro numa mensagem publicada na rede social Telegram.</P><br />
<P>Fedórov sustentou que, em junho, também se registou um aumento significativo na intensidade dos ataques contra alvos na península ocupada da Crimeia.</P><br />
<P>O foco principal dos ataques ucranianos continua a ser a logística russa. </P><br />
<P>&#8220;A destruição de depósitos, meios de transporte e rotas de abastecimento reduz a capacidade do adversário de abastecer as suas unidades&#8221;, declarou o ministro.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785619]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Amadora com níveis de ozono que podem prejudicar saúde &#8211; CCDR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:30:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) detetou hoje níveis de concentração de ozono prejudicais para a saúde na Amadora, em concreto na Reboleira, no distrito de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) detetou hoje níveis de concentração de ozono prejudicais para a saúde na Amadora, em concreto na Reboleira, no distrito de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Foi ultrapassado, na(s) estação(ões) de monitorização da qualidade do ar desta CCDR, o valor de concentração de ozono de 180 µg/m³ (microgramas por metro cúbico), definido como limiar de informação para este poluente&#8221;, pode ler-se em comunicado hoje divulgado.</P><br />
<P>Na Reboleira, registaram-se 184 microgramas por metro cúbico entre as 13:00 e as 14:00, e segundo a CCDR-LVT estes valores de concentração de ozono podem provocar &#8220;alguns efeitos na saúde&#8221;, sobretudo em grupos mais sensíveis, como crianças, idosos, pessoas asmáticas e quem tiver doenças respiratórias ou cardíacas.</P><br />
<P>&#8220;A exposição a este poluente afeta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias, podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos&#8221;, avisa.</P><br />
<P>Aquela entidade avisa ainda que &#8220;enquanto esta situação se mantiver&#8221;, é recomendado que os grupos mais frágeis possam &#8220;reduzir ao mínimo a atividade física intensa ao ar livre e evitem a permanência no exterior&#8221;.</P><br />
<P>No sábado, a mesma entidade tinha registado níveis acima do valor definido como limiar de informação para este poluente nos Olivais (Lisboa) e Alverca (Vila Franca de Xira), emitindo as mesmas recomendações.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785618]]></sapo:autor>
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