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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>EUA e Irão entram numa nova fase da guerra: do Estreito de Ormuz ao Iémen, os cenários que podem desencadear uma escalada militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:24:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O conflito entre os Estados Unidos e o Irão entrou numa nova fase, aumentando os receios de uma escalada militar que poderá envolver vários países do Médio Oriente e comprometer uma das mais importantes rotas energéticas do mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conflito entre os Estados Unidos e o Irão entrou numa nova fase, aumentando os receios de uma escalada militar que poderá envolver vários países do Médio Oriente e comprometer uma das mais importantes rotas energéticas do mundo. Depois dos ataques norte-americanos contra posições militares iranianas e da resposta de Teerão, que incluiu novos ataques e ameaças contra interesses dos EUA e dos seus aliados na região, analistas alertam que a frágil trégua entre Washington e Teerão foi, na prática, desfeita.</p>
<p>Em declarações à Newsweek, o vice-almirante norte-americano na reserva Robert Murrett considera que os acontecimentos dos últimos dias representam um ponto de viragem. &#8220;O conflito entre os Estados Unidos e o Irão entrou numa nova fase&#8221;, afirmou o antigo comandante da Marinha norte-americana, acrescentando que &#8220;este é certamente um ponto de inflexão que ocorreu ao longo dos últimos três ou quatro dias&#8221;. Murrett, atualmente vice-diretor do Institute for Security Policy and Law da Universidade de Syracuse, acredita que a dimensão dos acontecimentos poderá redefinir o equilíbrio militar em toda a região.</p>
<p>Os ataques mais recentes foram confirmados pelo Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM), que anunciou operações contra sistemas costeiros de defesa, posições de lançamento de mísseis, bases de drones e outras capacidades marítimas iranianas. Segundo os militares norte-americanos, as operações tiveram como principal objetivo reduzir a capacidade de Teerão para controlar ou bloquear o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás comercializados mundialmente.</p>
<p>Entre os alvos atingidos encontram-se instalações militares em Bandar Abbas, na ilha de Qeshm, em Sirik, na província de Bushehr e na zona de Jask e da ilha de Hengam. O CENTCOM indicou igualmente que destruiu ou degradou radares costeiros, sistemas de defesa antiaérea, centros de comando e controlo e capacidades de lançamento de mísseis antinavio. Além disso, foram atacadas infraestruturas de radar utilizadas para monitorizar a navegação e a atividade militar no Estreito de Ormuz, procurando limitar a capacidade iraniana de perturbar o tráfego marítimo naquela via estratégica.</p>
<p>Teerão reconheceu os ataques, embora sem divulgar qualquer balanço oficial dos danos. Em simultâneo, foram registadas explosões em Bandar Abbas, um dos principais portos iranianos no Golfo Pérsico, enquanto o Irão intensificava as ameaças de retaliação contra instalações militares norte-americanas espalhadas pelo Médio Oriente.</p>
<p>A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) anunciou ter lançado ataques contra alvos no Bahrein, na Jordânia e contra três navios petroleiros que haviam atravessado o Estreito de Ormuz. Segundo as autoridades dos Emirados Árabes Unidos, dois desses navios — o Mombasa e o Al Bahiyah —, ambos ligados aos Emirados, incendiaram-se na sequência dos ataques. Um tripulante morreu e outros oito ficaram feridos, levando Abu Dhabi a prometer uma resposta.</p>
<p>No Bahrein, o Ministério do Interior emitiu três alertas sucessivos à população para procurar abrigo, depois de a Guarda Revolucionária afirmar ter atacado depósitos de armamento, um centro de comunicações por satélite, um edifício utilizado pelas forças norte-americanas e um radar de controlo do tráfego aéreo da Marinha dos Estados Unidos. Já a Jordânia confirmou a interceção de quatro mísseis iranianos, segundo informações citadas pela Associated Press.</p>
<p>Para Robert Murrett, a seleção dos alvos não é aleatória. &#8220;Eles têm sido muito cuidadosos na escolha dos países que atacam&#8221;, afirmou. Na sua análise, &#8220;a mensagem implícita é que estão dispostos a atacar instalações onde acreditam não provocar baixas norte-americanas, porque sabem que existe uma linha vermelha&#8221;. Ainda assim, acrescenta que a Guarda Revolucionária &#8220;não parece considerar que essa linha vermelha seja suficiente para os travar&#8221;.</p>
<p>Os acontecimentos colocam também em causa o memorando de entendimento alcançado em 17 de junho entre Washington e Teerão, que previa a reabertura do Estreito de Ormuz após o seu encerramento pelo Irão e o levantamento do bloqueio imposto pelos Estados Unidos. O Presidente norte-americano, Donald Trump, já prometeu restabelecer o bloqueio aos portos iranianos e reiterou que pretende cobrar às embarcações pela passagem segura através do estreito, uma posição que contrasta com críticas anteriormente dirigidas às tentativas iranianas de impor taxas de trânsito naquela rota marítima.</p>
<p>Ao mesmo tempo, cresce o receio de que o conflito alastre ao Iémen através dos rebeldes Houthis, apoiados por Teerão. A Arábia Saudita denunciou que o grupo disparou mísseis balísticos e drones contra o aeroporto civil de Abha, no sudoeste do reino. Trata-se dos confrontos mais significativos desde a trégua alcançada em 2022, que colocou fim a sete anos de guerra entre os Houthis e uma coligação de países árabes.</p>
<p>Os Houthis justificaram os ataques alegando que Riade bombardeou o aeroporto de Sanaa para impedir a aterragem do avião que transportava a delegação do movimento, de regresso do funeral do líder iraniano Ali Khamenei. Murrett considera que a Arábia Saudita &#8220;fez um bom trabalho ao limitar o número de tensões com o Irão&#8221; nos últimos anos, mas admite que o recente ataque poderá levar Riade a considerar que &#8220;este pode ser um bom momento para ajustar contas que continuam a existir com o Iémen&#8221;.</p>
<p>Enquanto os confrontos se intensificam, Donald Trump voltou igualmente a endurecer o discurso relativamente a possíveis novos alvos. Durante a cimeira da NATO realizada na semana passada em Ancara, recordou uma ameaça feita em março, segundo a qual os Estados Unidos poderão atacar infraestruturas civis estratégicas caso a escalada militar prossiga. Entre os alvos mencionados encontram-se centrais elétricas, unidades de dessalinização e até a ilha de Kharg, principal terminal de exportação de petróleo do Irão.</p>
<p>&#8220;As centrais onde produzem eletricidade&#8230; se tivermos de o fazer, destruí-las-emos&#8221;, afirmou Trump. &#8220;Não quero fazê-lo.&#8221; Referindo-se às instalações de dessalinização, acrescentou: &#8220;Vamos destruí-las se tivermos de o fazer.&#8221;</p>
<p>A sucessão de ataques, contra-ataques e ameaças evidencia um agravamento da crise entre Washington e Teerão num momento particularmente sensível para a estabilidade do Médio Oriente. Com o Estreito de Ormuz novamente transformado num foco de tensão, bases militares norte-americanas espalhadas pela região sob ameaça, os Houthis a voltarem ao centro do conflito e os avisos cada vez mais duros da Casa Branca, os analistas admitem que qualquer novo incidente poderá desencadear uma escalada militar de consequências imprevisíveis para toda a região e para os mercados energéticos mundiais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789133]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro enaltece inclusão e &#8216;fair-play&#8217; do desporto em tempos de intolerância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República enalteceu hoje os Jogos Olímpicos e o desporto em geral pelos valores éticos e de cidadania que promovem, como a inclusão e o 'fair-play', em tempos que descreveu como de crescente intolerância e fragmentação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República enalteceu hoje os Jogos Olímpicos e o desporto em geral pelos valores éticos e de cidadania que promovem, como a inclusão e o &#8216;fair-play&#8217;, em tempos que descreveu como de crescente intolerância e fragmentação.</P><br />
<P>António José Seguro falava numa cerimónia no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, durante a qual foram homenageados os antigos atletas olímpicos portugueses e apresentada a nova Equipa Portugal para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Los Angeles, nos Estados Unidos da América, em 2028.</P><br />
<P>O chefe de Estado assinalou que &#8220;pela primeira vez, atletas olímpicos e paraolímpicos apresentam-se sob uma identidade comum&#8221;, e congratulou-se com essa decisão.</P><br />
<P>&#8220;Mais do que uma opção de organização ou de imagem, esta decisão traduz convictamente uma ideia de país. Afirma que a igualdade se concretiza em escolhas, afirma que a inclusão se realiza em práticas. Afirma que Portugal reconhece o mérito, a coragem e o talento em todas as pessoas, sem exceção. Esta é uma decisão que honra o desporto, honra o movimento olímpico, honra o movimento paraolímpico e honra os valores da República Portuguesa&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O Presidente da República referiu-se aos Jogos Olímpicos como &#8220;uma das mais notáveis realizações da comunidade internacional&#8221;, por &#8220;reunir tantas nações em torno de valores comuns, ultrapassando diferenças de língua, de cultura, de religião ou de geografia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esse património ético que gostaríamos que fosse um marco civilizacional torna-se particularmente importante num tempo em que assistimos, vezes demais, ao crescimento da intolerância, da fragmentação e da desconfiança. O desporto lembra-nos que competir não significa excluir, que procurar vencer nunca pode significar desrespeitar o adversário e que a verdadeira excelência exige sempre respeito pelas regras, pelos outros e por nós próprios&#8221;, considerou.</P><br />
<P>O chefe de Estado apontou o desporto como &#8220;uma extraordinária escola de cidadania&#8221;, que &#8220;ensina disciplina, responsabilidade e perseverança, ensina que o talento só produz resultados quando acompanhado pelo trabalho&#8221; e que &#8220;nenhuma vitória é exclusivamente individual&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E lembra-nos que os valores do &#8216;fair-play&#8217; não pertencem apenas às pistas, aos pavilhões ou às piscinas, pertencem também à vida democrática e ao modo como escolhemos viver em sociedade&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>António José Seguro, que na quarta-feira disse esperar que os problemas na classificação dos exames nacionais fossem rapidamente resolvidos e que a confiança no sistema de avaliação fique intacta, não quis hoje, nesta ocasião, voltar a abordar esse tema.</P><br />
<P>Interpelado pelos jornalistas, à saída do Pavilhão Carlos Lopes, respondeu: &#8220;A única coisa importante neste momento é assinalar a Equipa Portugal, que é uma excelente ideia de integração dos nossos atletas paralímpicos e olímpicos. E eu não quero desviar o assunto deste importante ato que o país deve reconhecer como um exemplo&#8221;.</P><br />
<P>Na intervenção que fez nesta cerimónia, o Presidente da República realçou o &#8220;momento raro&#8221; de homenagem a antigos atletas olímpicos e dirigiu-se em particular ao &#8220;campeão Carlos Lopes&#8221;, que conquistou a primeira medalha de ouro para Portugal, na maratona, nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, recuando no tempo para lembrar essa vitória.</P><br />
<P>&#8220;À uma da manhã estava eu, um bocadinho mais novo, o Carlos Lopes também, a assistir, conjuntamente com umas centenas de pessoas, à sua corrida. Se me permite, à nossa corrida, porque a forma como correu, a sua coragem, a sua persistência, o seu talento, o seu esforço e, no final, a sua alegria, representava muito mais do que um atleta. Representava esse atleta e representava Portugal&#8221;, disse-lhe, agradecendo-lhe &#8220;por essa alegria que deu a um país inteiro&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789129]]></sapo:autor>
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		<title>Pró-reitor da Universidade do Porto acusado em investigação europeia a alegada fraude de 3,5 milhões de euros com fundos do PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria Europeia deduziu acusação contra 15 arguidos no âmbito do denominado caso Nexus, uma investigação relacionada com um alegado esquema fraudulento na contratação pública para aquisição de equipamentos informáticos e de cibersegurança destinados à Universidade do Porto e ao Agrupamento de Escolas Fontes Pereira de Melo, no Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria Europeia deduziu acusação contra 15 arguidos no âmbito do denominado caso Nexus, uma investigação relacionada com um alegado esquema fraudulento na contratação pública para aquisição de equipamentos informáticos e de cibersegurança destinados à Universidade do Porto e ao Agrupamento de Escolas Fontes Pereira de Melo, no Porto. Entre os acusados encontra-se Pedro Brandão, que exerceu funções de pró-reitor da Universidade do Porto até há menos de um mês. Segundo a acusação, o alegado esquema terá provocado um prejuízo estimado de 3,5 milhões de euros aos cofres da União Europeia, através de projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>
<p>Segundo avança o Público, entre os 15 acusados estão 12 pessoas singulares, incluindo quatro funcionários públicos, e três pessoas coletivas. Dos quatro funcionários públicos acusados, três pertencem à Universidade do Porto e um é professor do Agrupamento de Escolas Fontes Pereira de Melo. Além de Pedro Brandão, foram igualmente acusados um dirigente da UPDigital, que exerce funções de diretor do Serviço de Apoio Informático, e um antigo responsável pela unidade de redes e comunicações da universidade, que se encontra em prisão preventiva. Também Paulo Ferreira, diretor-geral da empresa DecUnify, apontada como a principal beneficiária do alegado esquema, permanece sujeito à mesma medida de coação. Na acusação, a Procuradoria Europeia solicita agora que ambos passem para prisão domiciliária com vigilância eletrónica.</p>
<p>De acordo com o comunicado divulgado pela Procuradoria Europeia, os elementos de prova recolhidos indiciam que os arguidos integravam &#8220;um esquema criminoso organizado e sistemático, criado para obter informação privilegiada relativa a contratos públicos, com o objectivo de assegurar a adjudicação de procedimentos de contratação pública&#8221;. O organismo europeu sustenta ainda que &#8220;os procedimentos de aquisição de equipamentos informáticos eram sistematicamente concebidos de modo a satisfazer os interesses comerciais e os requisitos técnicos do fornecedor&#8221;, alegando que os concursos públicos eram preparados de forma a favorecer empresas previamente identificadas.</p>
<p>A Procuradoria Europeia acrescenta que &#8220;os contratos foram adjudicados a um grupo empresarial nacional e a empresas com ele relacionadas, dedicadas à importação, exportação e comercialização de equipamento e programas informáticos&#8221;. O comunicado refere igualmente que outras empresas participaram nos procedimentos de contratação pública apenas para &#8220;criar a aparência de uma concorrência efectiva&#8221;, permitindo que os contratos fossem adjudicados ao fornecedor alegadamente favorecido.</p>
<p>Segundo o organismo europeu, este alegado esquema não só comprometeu a concorrência nos concursos públicos, como também contribuiu para aumentar os custos suportados pelos projetos financiados com verbas europeias. &#8220;A fraude contribuiu igualmente para o aumento dos custos de aquisição, permitindo ao fornecedor obter lucros significativamente superiores aos habitualmente alcançados&#8221;, sublinha a Procuradoria Europeia.</p>
<p>O caso Nexus centra-se, assim, na utilização de fundos do PRR destinados à modernização tecnológica da Universidade do Porto e de um agrupamento escolar da cidade, estando agora a investigação numa nova fase com a formalização das acusações. Até ao momento, a Procuradoria Europeia não divulgou oficialmente a identidade dos arguidos no comunicado emitido, limitando-se a descrever a natureza do alegado esquema e os crimes imputados aos envolvidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789119]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal argentino reconhece peixinhos dourados como seres sencientes: decisão histórica pode mudar proteção animal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-argentino-reconhece-peixinhos-dourados-como-seres-sencientes-decisao-historica-pode-mudar-protecao-animal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois peixes dourados mantidos num pequeno aquário à entrada de um restaurante de sushi em Buenos Aires tornaram-se protagonistas de uma decisão judicial inédita na Argentina. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois peixes dourados mantidos num pequeno aquário à entrada de um restaurante de sushi em Buenos Aires tornaram-se protagonistas de uma decisão judicial inédita na Argentina. Um tribunal reconheceu Magui e Fede como seres sencientes e sujeitos de direitos, determinando a sua transferência para um ambiente adequado e estabelecendo um precedente que poderá influenciar futuros casos relacionados com a proteção animal. A decisão representa um novo passo na evolução do reconhecimento jurídico dos direitos dos animais, deixando de os tratar apenas como objetos perante a lei.</p>
<p>Segundo a CNN Internacional, o caso começou quando membros da organização não-governamental Jaulas Vacías observaram as condições em que os dois peixes viviam, expostos ao sol, ao ruído intenso da rua e às constantes pancadas de crianças no vidro do aquário instalado na montra do restaurante. Para Matías Trufero, advogado da organização, &#8220;qualquer pessoa que passasse por ali e parasse para olhar para o aquário podia ver que não era um local adequado para os peixes&#8221;. Com base nessa constatação, a associação apresentou uma ação judicial alegando que aquelas condições violavam a Lei 14.346 da Argentina, que pune os maus-tratos a animais. Com o apoio de especialistas, conseguiu convencer rapidamente o tribunal a ordenar a retirada dos animais. A estação televisiva refere ainda que contactou o restaurante para obter uma reação.</p>
<p>Após o resgate, Magui e Fede foram entregues aos cuidados de Carlos José Aga, especialista que colaborou no processo e que se disponibilizou para os acolher. Os dois peixes passaram de um aquário com apenas 40 litros para um habitat com cerca de 2.500 litros. Aga compara a situação anterior a &#8220;colocar dois ursos polares numa jaula dentro de uma sauna&#8221; e explica que o transporte exigiu cuidados rigorosos, salientando que &#8220;os peixes são como os astronautas: viajam no seu próprio ambiente com uma monitorização cuidadosa de todos os seus parâmetros vitais&#8221;. Atualmente, garante, &#8220;agora estão ótimos&#8221;.</p>
<p>Contudo, o objetivo da ação judicial não era apenas retirar os animais daquele local. A Jaulas Vacías pediu igualmente que Magui e Fede fossem reconhecidos como &#8220;seres sencientes&#8221; e sujeitos de direitos, deixando de ser considerados simples bens materiais perante a lei. O tribunal aceitou essa pretensão, criando um precedente que poderá beneficiar outros animais mantidos em condições inadequadas. Trufero esclarece, no entanto, que possuir peixes num aquário não é, por si só, ilegal. &#8220;Não é ilegal, em si, manter um peixe num aquário. Mas é ilegal mantê-los em condições que configurem maus-tratos ou crueldade&#8221;, explica, acrescentando que algumas espécies exóticas podem ainda estar sujeitas a legislação específica de proteção da vida selvagem.</p>
<p>A decisão enquadra-se numa evolução jurídica que tem vindo a ganhar força em vários países. O primeiro pedido de habeas corpus em nome de um animal não humano remonta a 2005, no Brasil, envolvendo a chimpanzé Suíça, que morreu antes de ser transferida para um santuário. Na Argentina, um dos casos mais conhecidos foi o da orangotango Sandra, declarada em 2014 como &#8220;pessoa não humana&#8221; após duas décadas no Jardim Zoológico de Buenos Aires. Essa decisão levou ao reconhecimento de que o seu cativeiro violava direitos fundamentais e culminou, anos mais tarde, na sua transferência para um santuário na Florida. Para Trufero, a importância destas decisões reside precisamente em fazer com que os animais &#8220;deixem de ser considerados uma coisa, um objeto&#8221;, podendo passar a ser tratados como vítimas em processos relacionados com maus-tratos.</p>
<p>Para Carlos José Aga, o reconhecimento legal apenas produz efeitos se existirem pessoas dispostas a defender esses direitos em tribunal. &#8220;Estes seres, com direitos perante a lei, não podem fazer muito por si próprios, a não ser que existam pessoas que falem em nome deles, fazendo cumprir a lei&#8221;, sublinha. O caso de Magui e Fede poderá, assim, marcar um ponto de viragem na forma como a justiça argentina encara espécies tão comuns como os peixes dourados, abrindo caminho para uma proteção jurídica mais ampla de animais mantidos em cativeiro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789116]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro do Goldman Sachs sobe 45% até junho para 10.730 ME</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-do-goldman-sachs-sobe-45-ate-junho-para-10-730-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Goldman Sachs registou um lucro de 12.258 milhões de dólares (cerca de 10.730 milhões de euros) no primeiro semestre do ano, um aumento de 45% relativamente ao ano anterior, informou hoje a entidade bancária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Goldman Sachs registou um lucro de 12.258 milhões de dólares (cerca de 10.730 milhões de euros) no primeiro semestre do ano, um aumento de 45% relativamente ao ano anterior, informou hoje a entidade bancária.</p>
<p>Só no segundo trimestre, a Goldman Sachs registou um lucro de 6.628 milhões (cerca de 5.801 milhões de euros), um aumento de 78% em relação ao mesmo período de 2025 e de 18% comparativamente com o primeiro trimestre de 2026.</p>
<p>O banco indicou hoje que tanto o lucro por ação como as receitas atingiram valores recorde.</p>
<p>Os analistas de Wall Street tinham previsto um lucro de 14,51 dólares (cerca de 12,70 euros) por ação e receitas de 16.230 milhões de dólares (cerca de 14.206 milhões de euros).</p>
<p>Nos primeiros seis meses do ano, o Goldman Sachs alcançou os 37.565 milhões de dólares (cerca de 32.882 milhões de euros) em receitas.</p>
<p>O presidente executivo (CEO) do Goldman Sachs, David Solomon, afirmou num comunicado que os bons resultados trimestrais refletem &#8220;a solidez&#8221; da presença global.</p>
<p>&#8220;O dinamismo acelerou em todas as linhas de negócio. Os clientes recorrem ao banco para liderar as operações mais estratégicas, que muitas vezes atuam como catalisadoras da atividade em toda a empresa&#8221;, explicou.</p>
<p>Hoje, os grandes bancos dos EUA deram o pontapé de saída para a época de resultados. O JPMorgan, o Bank of America, o Citigroup e o Wells Fargo também anunciaram hoje aumentos nos lucros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789114]]></sapo:autor>
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		<title>Professores convocados para classificar exames a poucas horas do fim do prazo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:28:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A poucas horas do fim do prazo para concluir o processo de classificação dos exames nacionais do secundário, ainda há professores a serem convocados, revelou a Missão Escola Pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucas horas do fim do prazo para concluir o processo de classificação dos exames nacionais do secundário, ainda há professores a serem convocados, revelou a Missão Escola Pública.</p>
<p>Em declarações à Lusa, a porta-voz do movimento cívico, Cristina Mota revelou que &#8220;há professores a serem chamados hoje para substituir colegas que estão de baixa&#8221;.</p>
<p>A Lusa conhece uma das docentes convocadas hoje de manhã que, à hora de almoço, continuava a aguardar o envio de itens do exame nacional. &#8220;O ministro prometeu dez dias e nem dez horas temos [para classificar]&#8221;, desabafou a professora de Português.</p>
<p>&#8220;Por muito que queiram, ninguém consegue estar a trabalhar com rigor nestas condições, até porque os professores não terão qualquer possibilidade de rever as classificações&#8221;, disse Cristina Mota.</p>
<p>Há professores à espera das folhas de continuação em falta e outros que receberam itens para corrigir sem a folha de resposta, acrescentou, dizendo que &#8220;as pessoas não estão a conseguir sinalizar o problema&#8221;.</p>
<p>No dia em que os mais de 300 mil exames têm de estar classificados, a Missão Escola Pública defendeu que o ministério deveria prolongar novamente a data.</p>
<p>&#8220;Até acredito que o ministro dê o processo por concluído, mas acho muito difícil que alguns colegas consigam ter o processo concluído, ainda mais com os constrangimentos que a plataforma está a ter&#8221;, alertou.</p>
<p>Cristina Mota lembrou que foram dados mais três dias para afixar as notas, mas apenas dois extra para concluir as avaliações: &#8220;Deveria haver pelo menos mais um dia para os professores terminarem as tarefas&#8221;.</p>
<p>A professora de Matemática já concluiu a avaliação de todos os itens que recebeu, mas perante as falhas detetadas na plataforma sente algum receio.</p>
<p>Cristina Mota teve &#8220;90 provas nulas sem nada escrito pelo aluno&#8221;. Em causa estão dois itens de dificuldade média em que a resposta chegou à professora em branco.</p>
<p>&#8220;Eu julgo que não escreveram nada e que aquela é a folha do aluno. A média de Matemática não costuma ser muito alta, mas realmente tive muitos casos em que não estava nada escrito&#8221;, contou, explicando que o seu receio se prende com o facto de os alunos poderem ter respondido o item numa outra folha.</p>
<p>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário estão a ser corrigidos em formato digital, mas o processo tem registado falhas técnicas desde o início e, devido aos constrangimentos, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) adiou os prazos inicialmente previstos.</p>
<p>Um balanço feito na segunda-feira de manhã pelo ministro Fernando Alexandre indicava que 92% dos exames já estavam corrigidos, o que significa que num universo de mais de 300 mil provas estariam por classificar cerca de 20 mil provas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789112]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros do Citigroup sobem 45% no 2.º trimestre para 5.096 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:26:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Citigroup registou lucros líquidos de 5.831 milhões de dólares (5.096 milhões de euros) no segundo trimestre, um aumento de 45,1% em termos homólogos, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Citigroup registou lucros líquidos de 5.831 milhões de dólares (5.096 milhões de euros) no segundo trimestre, um aumento de 45,1% em termos homólogos, foi hoje anunciado.</p>
<p>As receitas entre abril e junho cresceram 14,3% em termos homólogos, para 24.766 milhões de dólares (21.635 milhões de euros), enquanto as despesas aumentaram 4,7% para 14.215 milhões de dólares (12.418 milhões de euros).</p>
<p>O banco constituiu ainda provisões de 2.522 milhões de dólares, 12% abaixo do constituído um ano antes.</p>
<p>Citada no comunicado, a presidente executiva do Citigroup, Jane Fraser, apontou que este foi &#8220;o melhor trimestre do Citi em 10 anos&#8221; em termos de receitas.</p>
<p>&#8220;A nossa crescente geração de lucros permitir-nos-á aumentar os nossos dividendos planeados em 12% e lançamos o nosso plano de recompra de 30.000 milhões de dólares&#8221;, acrescentou a responsável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789111]]></sapo:autor>
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		<title>APAJO denuncia operadores ilegais de jogo &#8216;online&#8217; e envolvimento da EuPago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:23:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) denunciou ao Ministério Público quatro plataformas de jogo 'online' ilegais e a instituição de pagamentos EuPago, alegando que esta permitiu operações associadas ao jogo não licenciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) denunciou ao Ministério Público quatro plataformas de jogo &#8216;online&#8217; ilegais e a instituição de pagamentos EuPago, alegando que esta permitiu operações associadas ao jogo não licenciado.</p>
<p>Num comunicado divulgado hoje, a associação refere ter apresentado recentemente uma queixa-crime relativa à atividade de plataformas de jogo não licenciadas e ao papel da plataforma EuPago enquanto prestadora de serviços de pagamento associada a estas operações, defendendo uma resposta &#8220;articulada e eficaz&#8221; das autoridades.</p>
<p>Segundo a APAJO, apesar da existência de um mercado regulado desde 2016, os operadores ilegais continuam a disponibilizar meios de pagamento utilizados em Portugal, incluindo MBWay, Multibanco, Visa e Mastercard.</p>
<p>A associação afirma ter recolhido evidências do envolvimento da entidade EuPago e diz ter alertado o Banco de Portugal para a situação numa carta enviada em abril de 2024.</p>
<p>&#8220;Cerca de 40% dos utilizadores de jogos e apostas &#8216;online&#8217; em Portugal ainda recorrem a plataformas de jogo ilegais&#8221;, sustenta a associação, considerando que essa realidade demonstra limitações na fiscalização do ecossistema digital.</p>
<p>A APAJO alerta que o acesso das plataformas não licenciadas a meios de pagamento nacionais facilita a movimentação de fundos para entidades não autorizadas, aumentando o risco de financiamento de atividades criminosas.</p>
<p>A associação acrescenta ainda que a utilização de métodos de pagamento reconhecidos pelos consumidores pode criar uma perceção errada de legalidade das operações.</p>
<p>A queixa surge no âmbito de uma iniciativa lançada pela associação em novembro de 2025 para reduzir significativamente o jogo ilegal em Portugal durante 2026, tendo como primeira medida o fim da disponibilização de métodos de pagamento associados a bancos portugueses por operadores sem licença.</p>
<p>O presidente da APAJO, Ricardo Domingues, afirma no comunicado que &#8220;centenas de milhões de euros circulam todos os anos de consumidores portugueses para entidades não licenciadas&#8221; e defende que impedir ou dificultar esse fluxo deve ser uma prioridade do Estado e da sociedade.</p>
<p>A associação reafirma a disponibilidade para colaborar com reguladores, setor financeiro, plataformas digitais e operadores licenciados na criação de soluções que reforcem a proteção dos consumidores e a segurança do mercado regulado.</p>
<p>Hoje a Deco Proteste revelou ter recebido nos primeiros seis meses do ano 87 reclamações relacionadas com as plataformas de jogo &#8216;online&#8217;, o equivalente a uma média mensal de 14,5 queixas, acima das 6,8 registadas em 2025.</p>
<p>A associação de defesa do consumidor refere ainda que caso a tendência se mantenha o número de reclamações poderá crescer cerca de 112% este ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789109]]></sapo:autor>
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		<title>Putin não vai esperar: chefe da Força Aérea alemã avisa que a Europa “não tem tempo” sem armas dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Holger Neumann]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Mensagem surge quando a União Europeia procura reduzir a dependência militar de Washington e direcionar uma fatia maior dos novos investimentos em defesa para fabricantes europeus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa não tem tempo para esperar pelo desenvolvimento de novos sistemas de defesa próprios e terá de continuar a comprar armas já disponíveis nos Estados Unidos para responder à ameaça da Rússia, alertou o comandante da Força Aérea alemã.</p>
<p>Em entrevista ao ‘POLITICO’, Holger Neumann defendeu que a necessidade de preparar rapidamente as forças aéreas da Alemanha e da NATO obriga a recorrer a equipamentos americanos já testados, mesmo quando estes não correspondem integralmente aos requisitos definidos por Berlim.</p>
<p>“Se a missão da Força Aérea, ou do poder aéreo da NATO, é estar pronta o mais rapidamente possível, poderemos ter de adquirir sistemas disponíveis no mercado”, afirmou o tenente-general.</p>
<p>Esses equipamentos poderão não ser a solução ideal para todas as necessidades alemãs, reconheceu, mas podem representar “a melhor coisa que se pode comprar agora para os próximos anos”.</p>
<p>“Desenvolver as nossas próprias capacidades demora tempo. Neste momento, não temos tempo”, avisou o chefe da Luftwaffe.</p>
<p>A mensagem surge quando a União Europeia procura reduzir a dependência militar de Washington e direcionar uma fatia maior dos novos investimentos em defesa para fabricantes europeus. O objetivo é construir uma base industrial capaz de fornecer armamento avançado aos Estados-membros e diminuir a exposição às decisões políticas dos Estados Unidos.</p>
<p>Para Neumann, porém, a estratégia europeia só poderá produzir resultados no longo prazo. A ameaça representada por Vladimir Putin exige uma resposta mais imediata, sobretudo numa altura em que os países da NATO aceleram o rearmamento e procuram colmatar lacunas nas suas forças aéreas.</p>
<p>O comandante reconheceu que a indústria europeia possui capacidades importantes, mas admitiu que não desenvolveu algumas tecnologias de ponta ao mesmo ritmo dos Estados Unidos. A prioridade passa, por isso, por comprar agora os sistemas disponíveis e manter em paralelo os projetos europeus.</p>
<p>O exemplo mais claro é o F-35 Lightning II, caça furtivo de quinta geração fabricado pela americana Lockheed Martin. A Alemanha aprovou em 2022 a compra de 35 F-35A por 8,3 mil milhões de euros.</p>
<p>Os aparelhos vão substituir os envelhecidos Tornado na missão de partilha nuclear da NATO, que permite à Alemanha transportar bombas atómicas americanas em caso de conflito.</p>
<p>O primeiro F-35 alemão deverá sair da linha de produção nos Estados Unidos em setembro. Depois de mais de um ano de formação de pilotos alemães naquele país, as primeiras aeronaves deverão chegar à base aérea de Büchel no final de 2027.</p>
<p>Berlim poderá, no entanto, aumentar substancialmente a encomenda. “Há ideias dentro da Luftwaffe para adquirir mais F-35”, confirmou Neumann, embora tenha sublinhado que a decisão cabe ao Ministério da Defesa e ainda não foi tomada.</p>
<p>O Governo alemão terá reservado mais de dois mil milhões de euros para comprar outros 15 aviões, elevando a frota planeada de 35 para 50 unidades.</p>
<p>A necessidade de encontrar uma solução rápida tornou-se ainda mais evidente depois de a Alemanha e a França terem abandonado, em junho, os planos para desenvolver conjuntamente o caça tripulado de sexta geração previsto no programa Future Combat Air System.</p>
<p>O projeto ficou bloqueado por divergências entre a Airbus e a Dassault Aviation sobre a liderança, a propriedade intelectual e a distribuição do trabalho.</p>
<p>Neumann ressalvou que o conceito mais amplo do FCAS poderá sobreviver. “A única decisão tomada é que não construiremos em conjunto um caça de comando tripulado”, esclareceu.</p>
<p>Outras áreas do programa, incluindo drones, sensores, comunicações e uma rede digital de combate, poderão continuar a ser desenvolvidas com parceiros europeus.</p>
<p>A Alemanha está também a comprar um novo lote de caças Eurofighter, com entregas previstas entre 2031 e 2034. Para o chefe da Força Aérea, esta deverá ser a última aquisição de aviões de quarta geração.</p>
<p>“Tudo o que vier depois, ou a partir de 2035, deverá ser de quinta geração ou mais avançado”, afirmou.</p>
<p>A solução definitiva deverá ser europeia, através da participação num projeto existente ou do desenvolvimento de um novo caça com outros países. Nenhuma dessas opções, porém, deverá produzir um avião operacional até 2035.</p>
<p>É esse intervalo que poderá manter a Alemanha dependente do equipamento dos Estados Unidos. “A questão é saber o que acontece entretanto”, resumiu Neumann.</p>
<p>O alerta expõe o principal dilema da defesa europeia: Bruxelas quer que os milhares de milhões destinados ao rearmamento reforcem a indústria do continente, mas os militares precisam agora de aviões, mísseis e sistemas capazes de entrar rapidamente em serviço.</p>
<p>Perante a urgência russa, a posição da Força Aérea alemã é pragmática: a Europa poderá procurar a autonomia no futuro, mas, para enfrentar Putin no presente, ainda precisa das armas americanas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789083]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Habitação: CGTP diz que reforma do Governo vai provocar nova escalada nas rendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Para a CGTP, a proposta que o Governo vai enviar ao parlamento dá aos senhorios "uma total liberdade na fixação das condições dos contratos de arrendamento, deixando os inquilinos em posição de maior fragilidade"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CGTP considerou que a reforma do arrendamento anunciada pelo Governo vai provocar &#8220;uma nova escalada no preço das rendas, impulsionar a especulação e dificultar ainda mais a procura de uma casa para arrendar&#8221;, segundo um comunicado divulgado hoje.</p>
<p>&#8220;É difícil de compreender de que modo estas medidas, que dão aos senhorios todo o poder negocial e facilitam os despejos, vão contribuir para resolver a grave crise habitacional que o país atravessa&#8221;, alertou a central sindical.</p>
<p>Para a CGTP, a proposta que o Governo vai enviar ao parlamento dá aos senhorios &#8220;uma total liberdade na fixação das condições dos contratos de arrendamento, deixando os inquilinos em posição de maior fragilidade&#8221;.</p>
<p>Considerando que &#8220;o principal problema com que os trabalhadores e os cidadãos em geral hoje se confrontam é a impossibilidade de suportarem os encargos com as rendas habitacionais&#8221;, a CGTP acredita que as medidas do Governo poderão agravar ainda mais a situação.</p>
<p>No comunicado, o Governo é acusado de não prestar informação sobre as alegadas medidas de proteção dos inquilinos idosos, com deficiência ou economicamente fragilizados, já que &#8220;se forem realizadas obras no imóvel arrendado ou se o contrato for posterior a 1990, o regime de proteção desaparece&#8221;.</p>
<p>O apoio financeiro do novo Fundo de Emergência para a Habitação, destinado ao realojamento de famílias despejadas, é outra das medidas questionadas pela estrutura sindical, com o argumento de que não é conhecido &#8220;o valor do apoio nem por quanto tempo será assegurado nem que tipo de alojamento é garantido&#8221;.</p>
<p>No entender da CGTP, as alterações do regime do Arrendamento Urbano anunciadas pelo executivo obedecem à &#8220;mesma lógica presente na proposta de lei da Prestação Social Única, que estigmatiza a pobreza e condena os pobres a pagar um preço pela sua condição de fragilidade&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789101]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro do JP Morgan sobem 27% no primeiro semestre para 33.000 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:09:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[JP Morgan]]></category>
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					<description><![CDATA[O maior banco dos Estados Unidos, o JP Morgan Chase, obteve um lucro de 37.647 milhões de dólares (33.000 milhões de euros) no primeiro semestre, mais 27% face ao mesmo período do ano anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O maior banco dos Estados Unidos, o JP Morgan Chase, obteve um lucro de 37.647 milhões de dólares (33.000 milhões de euros) no primeiro semestre, mais 27% face ao mesmo período do ano anterior.</P><br />
<P>   Até junho, as receitas atingiram os 107.183 milhões de dólares, um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2025.</P><br />
<P>   Em comunicado, o presidente executivo (CEO), Jamie Dimon, destaca os &#8220;sólidos resultados financeiros do segundo trimestre, no qual o lucro líquido atingiu 16.900 milhões de dólares (14.823 milhões de euros), um aumento de 41% em relação ao segundo trimestre de 2025&#8221;.</P><br />
<P>Dimon refere também a &#8220;notável resiliência&#8221; da economia norte-americana, na qual se destacam o investimento empresarial e de capital, apoiados por fatores como a inteligência artificial (IA), os estímulos fiscais e os benefícios de uma regulamentação mais eficiente. </P><br />
<P>   No entanto, o banqueiro alerta para &#8220;diversos riscos que se deslocam sob a superfície como placas tectónicas&#8221;, entre os quais destaca as tensões geopolíticas e os conflitos bélicos, a inflação persistente e os elevados défices orçamentais a nível mundial.</P><br />
<P>   As despesas não relacionadas com juros ascenderam a 27.300 milhões de dólares, um aumento de 15% impulsionado principalmente por custos mais elevados com remunerações, incluindo a remuneração ligada aos rendimentos e o aumento do quadro de pessoal.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789079]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BCP, CGD e Unicre selecionados para o projeto-piloto do euro digital</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bcp-cgd-e-unicre-selecionados-para-o-projeto-piloto-do-euro-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:06:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Euro Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[Unicre]]></category>
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					<description><![CDATA[As instituições financeiras CGD, BCP e Unicre foram escolhidos pelo BCE para o projeto-piloto do euro digital, no qual também participa o Banco de Portugal, disse em comunicado o banco central.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As instituições financeiras CGD, BCP e Unicre foram escolhidos pelo BCE para o projeto-piloto do euro digital, no qual também participa o Banco de Portugal, disse em comunicado o banco central.</P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE), em conjunto com os bancos centrais nacionais da zona euro, selecionou 36 prestadores de serviços de pagamento para participar no projeto-piloto do euro digital, sendo três de Portugal.</P><br />
<P>O BCE recebeu mais de 50 candidaturas e selecionou operadores de vários modelos de negócio, dimensões e geografias.</P><br />
<P>Em Portugal, foram selecionados o Banco Comercial Português (BCP), a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e a Unicre. </P><br />
<P>Em comunicado, o Banco de Portugal, que também participará no projeto-piloto, explicou que o objetivo será testar do ponto de vista técnico e operacional a futura moeda digital e avaliar a experiência dos utilizadores. O projeto-piloto decorrerá no segundo semestre de 2027 e deverá durar 12 meses.</P><br />
<P>A CGD e o BCP também emitiram hoje comunicados sobre o tema, desde logo considerando ser muito importante a sua participação.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o presidente executivo do BCP, Miguel Maya, disse que o projeto do euro digital &#8220;tem todas as condições para vir a ser mais um marco relevante no aperfeiçoamento do projeto europeu&#8221;.</P><br />
<P>Por seu lado, o banco público CGD considerou-a &#8220;uma iniciativa estratégica para o futuro dos pagamentos na Europa e para a modernização do sistema financeiro europeu&#8221;.  </P><br />
<P>O BCE lançou o projeto do euro digital em 2021 e avança agora com este piloto, depois de no início do mês o Parlamento Europeu ter respaldado o início das negociações com o Conselho da União Europeia sobre a criação do euro digital.</P><br />
<P>O euro digital é a moeda digital a ser emitida pelo BCE em conjunto com os bancos centrais nacionais da área do euro e, se for avante, poderá ser utilizada para qualquer pagamento digital no conjunto da zona euro. Os operadores privados vêm reclamando que sejam integrados neste projeto europeu. </P><br />
<P>Um dos objetivos deste projeto é fomentar a soberania europeia em matéria de pagamentos (pois na Europa é um problema que o sistema de pagamentos seja dominado pelas norte-americanas Visa e Mastercard) e fazer face a cada vez mais instrumentos de pagamento eletrónico privados não regulamentados, como as &#8216;stablecoins&#8217; (criptoativos que procuram manter um valor constante em relação a um ativo, como euro ou dólar).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789087]]></sapo:autor>
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		<title>Instituto alerta para baixa das reservas de sangue e apela à dádiva antes ou nas férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:05:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) apelou hoje à população para dar sangue antes ou durante as férias, alertando que as reservas de sangue do instituto se encontram abaixo dos níveis desejáveis para vários grupos sanguíneos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) apelou hoje à população para dar sangue antes ou durante as férias, alertando que as reservas de sangue do instituto se encontram abaixo dos níveis desejáveis para vários grupos sanguíneos.</P><br />
<P>Segundo o Instituto Português do Sangue e da Transplantação, a situação é &#8220;particularmente preocupante&#8221; nos grupos A+, A -, O+ e O-.</P><br />
<P>&#8220;Assim, apelamos a todos, que antes ou durante as férias, façam uma dádiva de sangue, pois assim poderemos manter as reservas de sangue em níveis adequados e dar resposta às necessidades dos doentes que precisam de transfusões sanguíneas para viver&#8221;, afirma o instituto em comunicado.</P><br />
<P>O IPST refere que, como acontece habitualmente durante os meses de verão, a partir do início de julho, se verifica &#8220;uma redução significativa da afluência de dadores&#8221;, devido sobretudo ao período de férias e às elevadas temperaturas. </P><br />
<P>No entanto, alerta, &#8220;as necessidades dos hospitais mantêm-se inalteradas, uma vez que continuam a existir doentes que necessitam diariamente de transfusões sanguíneas, vítimas de acidentes rodoviários, doentes oncológicos, intervenções cirúrgicas programadas e situações de emergência&#8221;.</P><br />
<P>O instituto recorda que &#8220;dar sangue é um gesto simples, sem contraindicações para adultos saudáveis&#8221;, explicando que &#8220;basta ter mais de 18 anos, menos de 70 anos, peso igual ou superior a 50 kg e ser saudável&#8221;.</P><br />
<P>No momento da dádiva é importante estar bem hidratado e alimentado, reforça, informando que o dador pode agendar a sua dádiva em www.ipst.pt</P><br />
<P>Aconselha ainda o dador a preencher o questionário de autoavaliação também disponível em www.ipst.pt antes de se deslocar a um local de colheita.</P><br />
<P>Até 15 de setembro, às segundas e sextas-feiras, irá publicar nas suas redes sociais os grupos mais necessários, apelando à população para estar atenta e ajudar o instituto &#8220;a dar mais vida à vida&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789088]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal Constitucional invalida reeleição de Inês de Sousa Real como líder do PAN</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Constitucional (TC) declarou ilegal parte do regulamento do último Congresso do PAN e, como consequência, invalidou a última eleição da direção do partido, na qual Inês de Sousa Real foi reeleita como porta-voz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal Constitucional (TC) declarou ilegal parte do regulamento do último Congresso do PAN e, como consequência, invalidou a última eleição da direção do partido, na qual Inês de Sousa Real foi reeleita como porta-voz.</P><br />
<P>A decisão consta de um acórdão do Tribunal Constitucional, a que a agência Lusa teve acesso, datado de 13 de julho e feito na sequência de um pedido de impugnação da militante do PAN Carolina Pia à eleição dos titulares dos órgãos internos do partido que decorreu no X Congresso do PAN, realizado em 20 de dezembro de 2025, em Coimbra.</P><br />
<P>No acórdão, que tem como relatora a Juíza Conselheira Mariana Canotilho, o TC declarou ilegais duas alíneas do regulamento do X Congresso Nacional do PAN e, &#8220;em consequência&#8221;, invalidou a eleição dos titulares da Comissão de Jurisdição Nacional (CJN) e da Comissão Política Nacional (CPN), órgão máximo da direção do partido e do qual resulta a eleição do porta-voz.</P><br />
<P>No entanto, o TC esclarece que não lhe compete &#8220;determinar a realização de novo Congresso, nem condenar o partido à prática de atos concretos&#8221;, considerando que cabe &#8220;aos órgãos partidários competentes extrair as devidas consequências da presente decisão e, por essa via, repor a legalidade&#8221;.</P><br />
<P>Uma das normas do regulamento declaradas ilegais determina que os delegados ao Congresso fossem eleitos pelas assembleias regionais e distritais &#8220;com Comissão Política em funções&#8221;.</P><br />
<P>A outra permitia que, na ausência de uma Comissão Política Distrital em funções, uma Comissão Política Concelhia pudesse promover a eleição de delegados.</P><br />
<P>O Constitucional recorda que os estatutos do PAN reservam apenas às Comissões Políticas Regionais e Distritais a competência para eleger delegados ao Congresso, não incluindo, como previa o regulamento e como acabou por acontecer, a possibilidade de as estruturas concelhias do partido elegerem representantes.</P><br />
<P>No último congresso, Inês de Sousa Real foi reeleita para um terceiro mandato como porta-voz do PAN, com 69 dos 72 votos dos delegados, conquistando todos os lugares da Comissão Política Nacional.</P><br />
<P>Também no Conselho de Jurisdição, a lista da líder conseguiu os três lugares. A lista opositora teve apenas um voto e houve dois votos em branco, sendo os restantes 69 na lista de Sousa Real.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789078]]></sapo:autor>
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		<title>Relação confirma pena máxima para autor do triplo homicídio na barbearia da Penha de França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 12:46:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[tribunal da relação de lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[Arguido tinha sido condenado em janeiro pelo Tribunal Central Criminal de Lisboa por três crimes de homicídio, um homicídio na forma tentada e detenção de arma proibida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a pena máxima de 25 anos de prisão aplicada ao homem que matou três pessoas numa barbearia da Penha de França, em Lisboa, depois de não ter sido atendido de imediato.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, que teve acesso ao acórdão, a decisão torna definitiva a condenação de Fernando Silva, não estando previsto recurso para o Supremo Tribunal de Justiça.</p>
<p>O arguido tinha sido condenado em janeiro pelo Tribunal Central Criminal de Lisboa por três crimes de homicídio, um homicídio na forma tentada e detenção de arma proibida.</p>
<p>Os juízes aplicaram-lhe 19 anos de prisão por cada uma das três mortes, nove anos pela tentativa de homicídio e dois anos e seis meses pela posse da arma. Em cúmulo jurídico, foi fixado o limite máximo permitido pela lei portuguesa: 25 anos de cadeia.</p>
<p>O tribunal condenou ainda Fernando Silva ao pagamento de indemnizações aos filhos das vítimas e ao funcionário da barbearia contra quem também disparou, mas que não chegou a ser atingido.</p>
<p>O crime ocorreu a 2 de outubro de 2024, na barbearia “Granda Pente”, no Bairro do Vale, na Penha de França. Fernando Silva dirigiu-se ao estabelecimento com a intenção de cortar o cabelo e reagiu a tiro quando não foi atendido imediatamente.</p>
<p>No interior da barbearia, disparou contra o proprietário, Carlos Pina, de 43 anos. Já à entrada do estabelecimento, atingiu mortalmente um cliente, Bruno Neto, de 36 anos, e a companheira deste, Fernanda Júlia da Silva, de 34 anos.</p>
<p>O homem disparou ainda contra um empregado da barbearia, sem conseguir atingi-lo. Depois dos homicídios, fugiu de Lisboa e foi localizado uma semana mais tarde na região de Setúbal, onde acabou por se entregar com a intervenção de familiares.</p>
<p>Durante o julgamento, o Ministério Público considerou que os crimes tinham sido cometidos por um “motivo fútil” e pediu uma condenação próxima do limite máximo, destacando a personalidade agressiva do arguido e a falta de respeito demonstrada pela vida das vítimas.</p>
<p>Na leitura da primeira decisão, o tribunal descreveu a atuação como praticada “a sangue frio” e com “indiferença” pela vida humana. A recusa em cortar-lhe imediatamente o cabelo foi classificada como uma razão “frívola, totalmente irrazoável e desproporcional”.</p>
<p>A defesa procurou demonstrar que Fernando Silva sofria de esquizofrenia e que a sua saúde mental deveria ser considerada na determinação da pena. Contudo, a avaliação do Instituto Nacional de Medicina Legal concluiu que o diagnóstico era compatível com uma psicose associada ao consumo ou à abstinência de substâncias.</p>
<p>Os peritos entenderam que o arguido era imputável, tinha capacidade para distinguir o bem do mal e não estava a atravessar um surto psicótico quando cometeu os crimes.</p>
<p>O Tribunal Central Criminal de Lisboa concluiu igualmente que Fernando Silva tinha plena consciência de que os seus atos eram proibidos e estava em condições de orientar o próprio comportamento.</p>
<p>A defesa recorreu da condenação, mas a Relação de Lisboa decidiu agora manter os 25 anos de prisão. De acordo com a CNN Portugal, com a confirmação do acórdão, o processo transita em julgado e a pena máxima torna-se definitiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789077]]></sapo:autor>
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		<title>O Irão e os milhares de milhões que nunca chegaram: a armadilha económica dos EUA que reacendeu a guerra em Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 12:41:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta surge numa nova escalada militar com o Irão e ameaça comprometer definitivamente o entendimento alcançado entre Washington e Teerão em junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump quer que os Estados Unidos recebam 20% do valor de toda a carga transportada através do Estreito de Ormuz, como compensação pelos custos de garantir a segurança de uma das rotas comerciais mais importantes do mundo. A proposta surge numa nova escalada militar com o Irão e ameaça comprometer definitivamente o entendimento alcançado entre Washington e Teerão em junho.</p>
<p>“O Estreito de Ormuz está aberto e assim permanecerá, com ou sem o Irão”, escreveu o presidente dos Estados Unidos na rede &#8216;Truth Social&#8217;. Trump anunciou igualmente o restabelecimento do bloqueio naval aos navios iranianos e declarou que Washington passaria a ser conhecido como o “guardião do Estreito de Ormuz”.</p>
<p>Segundo o ‘El Confidencial’, o presidente dos EUA pretende que os restantes países tenham acesso livre à passagem, mas mediante um pagamento de 20% sobre a carga transportada. Trump apresentou a cobrança como um “reembolso” destinado a cobrir os custos militares necessários para manter aberta a rota marítima.</p>
<p>A proposta provocou perplexidade entre transportadoras e organizações internacionais. A Hapag-Lloyd, uma das maiores companhias de transporte marítimo do mundo, classificou a cobrança como “fundamentalmente errada”, argumentando que não se deve aplicar a uma passagem natural o mesmo modelo utilizado em infraestruturas construídas pelo homem, como os canais do Suez ou do Panamá.</p>
<p>O Estreito de Ormuz é uma das principais artérias energéticas mundiais, por onde circula uma parte significativa do petróleo e do gás comercializados internacionalmente. A disputa pelo controlo da passagem tornou-se um dos principais focos do confronto entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>A ofensiva económica de Trump procura contrariar a estratégia de Teerão, que tem utilizado o estreito como fonte de pressão política, militar e financeira. O Irão reivindica autoridade sobre a passagem e tem ameaçado atacar ou bloquear embarcações que atravessem a zona sem autorização da Guarda Revolucionária.</p>
<p>A tensão voltou a aumentar depois de navios mercantes terem sido atacados na rota marítima. Washington respondeu com novos ataques contra alvos iranianos, enquanto Teerão lançou mísseis e drones contra posições dos EUA e de países aliados na região.</p>
<p>O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos confirmou que dois petroleiros com bandeira do país foram atingidos por mísseis de cruzeiro iranianos. Um tripulante morreu e vários ficaram feridos, segundo informações citadas pela &#8216;Associated Press&#8217;.</p>
<p>O Irão anunciou posteriormente o encerramento do Estreito de Ormuz “até nova ordem”, justificando a decisão com aquilo que classificou como interferência ilegal de potências estrangeiras. As autorizações de passagem emitidas por Teerão foram suspensas até ao restabelecimento da “calma e estabilidade”.</p>
<p>Trump rejeitou a versão iraniana e insistiu que a passagem continuava aberta sob proteção dos Estados Unidos. O Comando Central dos EUA anunciou, entretanto, novas operações contra instalações militares iranianas, incluindo alvos ligados a mísseis, drones e à base naval de Bandar Abbas.</p>
<p>A atual escalada ameaça fazer ruir o memorando de entendimento alcançado a 17 de junho. O acordo previa a reabertura do Estreito de Ormuz, a manutenção de uma trégua por 60 dias e negociações destinadas a alcançar uma solução mais abrangente entre os dois países.</p>
<p>Nos termos divulgados, o Irão comprometia-se a permitir a passagem de navios sem cobrança de portagens durante o período transitório. Em contrapartida, os Estados Unidos aceitavam avançar com o levantamento gradual de sanções, facilitar o acesso de Teerão a ativos congelados e apoiar um plano de investimento e reconstrução avaliado em pelo menos 300 mil milhões de dólares — aproximadamente 257 mil milhões de euros, à taxa de câmbio atual.</p>
<p>Grande parte desses compromissos económicos não chegou, porém, a ser concretizada. O ‘El Confidencial’ refere que o único alívio efetivamente aplicado consistiu em algumas autorizações para a comercialização de petróleo iraniano e seus derivados.</p>
<p>O Irão também não terá conseguido aceder aos cerca de seis mil milhões de dólares — aproximadamente 5,1 mil milhões de euros — mantidos em contas congeladas no Qatar, apesar de o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, ter anunciado anteriormente a recuperação desses fundos.</p>
<p>Com a economia pressionada pela guerra, pelas sanções e pela inflação, Teerão voltou a olhar para o Estreito de Ormuz como uma fonte potencial de receita e como instrumento de influência diplomática.</p>
<p>Já Trump pretende inverter essa lógica: em vez de permitir que o Irão cobre ou condicione a passagem, quer que sejam os Estados Unidos a assumir o controlo militar e a receber uma parcela do valor das mercadorias.</p>
<p>A cobrança anunciada não tem ainda um mecanismo de aplicação conhecido. Trump não explicou se os 20% incidiriam sobre o valor comercial da carga, sobre o custo do transporte ou através de outra fórmula, nem indicou quem faria a avaliação e a cobrança.</p>
<p>A proposta levanta igualmente dúvidas jurídicas. Empresas de transporte marítimo argumentam que o princípio da liberdade de navegação impede a imposição unilateral de taxas sobre uma passagem internacional natural e alertam que o precedente poderia ser replicado noutros estreitos estratégicos.</p>
<p>O anúncio teve impacto imediato nos mercados energéticos. O petróleo Brent subiu para mais de 86 dólares por barril, aproximadamente 74 euros, com os investidores a anteciparem novos riscos para o abastecimento mundial.</p>
<p>Para o ‘El Confidencial’, a disputa demonstra que o conflito já não se limita à segurança, à influência regional ou ao programa nuclear iraniano. O controlo económico do Estreito de Ormuz passou a ocupar o centro das hostilidades.</p>
<p>Teerão declarou que não permitirá que os Estados Unidos assumam a gestão da passagem marítima. Washington, por seu lado, promete continuar os ataques destinados a reduzir a capacidade iraniana de ameaçar navios civis.</p>
<p>A tentativa de ambos os países cobrarem pelo controlo do estreito aproxima o acordo de junho do colapso e aumenta o risco de uma guerra mais ampla. O que tinha sido apresentado como uma reabertura temporária da principal rota petrolífera mundial transformou-se agora numa disputa militar sobre quem manda — e sobre quem recebe o dinheiro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789072]]></sapo:autor>
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		<title>Estava aborrecido no ar e decidiu escrevê-lo no céu: piloto transforma voo de teste num recado gigante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 12:30:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Flightradar]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Aparelho, um Piper Tomahawk da Ravenair, descolou de Liverpool às 11h25 de sábado para um voo técnico com cerca de duas horas. A operação destinava-se a verificar o funcionamento do avião depois da substituição de uma peça]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um piloto obrigado a realizar um voo de teste encontrou uma forma pouco discreta de mostrar como se sentia: aproveitou o trajeto para escrever “I’m bored” (“Estou aborrecido”) no céu, através da rota desenhada pelo pequeno avião.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, o aparelho, um Piper Tomahawk da Ravenair, descolou de Liverpool às 11h25 de sábado para um voo técnico com cerca de duas horas. A operação destinava-se a verificar o funcionamento do avião depois da substituição de uma peça.</p>
<p>Durante aproximadamente 20 minutos, o piloto executou pequenas curvas angulares sobre o estuário do Dee, entre Inglaterra e País de Gales, formando as palavras “I’m bored” na trajetória registada pelos sistemas de acompanhamento aéreo.</p>
<p>A mensagem foi desenhada sobre a água, entre Talacre e Greenfield, a uma altitude aproximada de 335 metros e a uma velocidade ligeiramente inferior a 100 nós, cerca de 185 quilómetros por hora.</p>
<p>O recado acabou por ser descoberto por utilizadores da plataforma Flightradar24, que acompanharam o percurso do avião e partilharam a imagem nas redes sociais.</p>
<p>Apesar da criatividade, o piloto, na casa dos 20 anos, não deverá sofrer qualquer consequência disciplinar. Wayne Barrett, responsável pelas operações da Ravenair, confirmou à BBC que o jovem “não está em apuros”, embora a empresa tenha recebido muito mais atenção do que esperava.</p>
<p>O voo era necessário para testar uma peça que tinha sido substituída, provavelmente um cilindro. A aeronave tinha de permanecer no ar durante tempo suficiente para confirmar que tudo funcionava corretamente — o que acabou por acontecer.</p>
<p>A empresa reconheceu também que a manobra exigiu bastante perícia. Escrever uma frase legível através da trajetória de um avião implica calcular curvas, distâncias e ângulos, mantendo simultaneamente a altitude e a velocidade.</p>
<p>“Foi uma pilotagem bastante habilidosa”, admitiu Wayne Barrett, citado pelo ‘The Independent’.</p>
<p>O responsável ironizou ainda que o piloto poderia ter começado o voo aborrecido, mas terá terminado bastante ocupado. Para conseguir completar corretamente a mensagem, precisou de um nível de concentração que dificilmente combinaria com o tédio anunciado no céu.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789068]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cerimónias, milhões do PRR e computadores que não funcionam: sindicato denuncia “distopia” nas Finanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 12:12:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade Tributária e Aduaneira]]></category>
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					<description><![CDATA[Crítica surge depois da cerimónia dedicada à “Transformação Digital nos Impostos sobre o Património”, realizada a 29 de junho no Ministério das Finanças, onde foram apresentados projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos acusa o Governo de promover cerimónias e discursos sobre transformação digital enquanto os Serviços Locais de Finanças continuam dependentes de aplicações que falham, procedimentos manuais e tarefas que consomem dias de trabalho.</p>
<p>A crítica surge depois da cerimónia dedicada à “Transformação Digital nos Impostos sobre o Património”, realizada a 29 de junho no Ministério das Finanças, onde foram apresentados projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência.</p>
<p>Para o sindicato, existe uma distância profunda entre a narrativa oficial de modernização e a realidade encontrada diariamente pelos trabalhadores da Autoridade Tributária e Aduaneira.</p>
<p>“Enquanto se realizam cerimónias dedicadas à transformação digital, persistem falhas informáticas básicas”, denuncia o STI, referindo que os funcionários continuam obrigados a executar manualmente tarefas essenciais e a passar longos períodos perante aplicações que funcionam de forma deficiente.</p>
<p>Um dos casos apontados envolve as notificações relativas às avaliações de prédios urbanos. Desde janeiro de 2026, estes procedimentos continuam dependentes de intervenção manual devido a problemas informáticos que permanecem sem solução.</p>
<p>Seis meses depois, segundo o sindicato, acumulam-se milhares de notificações por emitir. Os atrasos afetam trabalhadores, contribuintes e agentes económicos, enquanto várias dúvidas operacionais continuam sem resposta.</p>
<p>O STI classifica esta realidade como uma “distopia” dentro da administração fiscal: por um lado, são anunciados investimentos, plataformas e projetos de modernização; por outro, os serviços continuam a enfrentar dificuldades em operações elementares.</p>
<p>O sindicato aponta ainda a alteração recente do modelo de notificação das liquidações de IRS como outro exemplo de decisões implementadas sem preparação suficiente.</p>
<p>A mudança não terá sido previamente comunicada aos trabalhadores e acabou por provocar duplicação de tarefas nos Serviços Locais de Finanças. Os funcionários foram obrigados a repetir explicações aos contribuintes e a executar trabalho que, segundo o STI, poderia ter sido evitado.</p>
<p>A estrutura sindical estabelece também um paralelo com os problemas recentes vividos pelos professores durante o processo de classificação dos exames nacionais.</p>
<p>“Tal como sucede com os professores, os trabalhadores da AT lidam diariamente com falhas estruturais, falta de meios e decisões políticas tomadas à distância”, afirma o sindicato.</p>
<p>A diferença, acrescenta, é que os trabalhadores da Autoridade Tributária não receberam qualquer pedido de desculpa por parte dos responsáveis políticos, apesar da carga adicional e da frustração provocadas pelas falhas dos sistemas.</p>
<p>Para o STI, existe um padrão transversal na administração pública: decisões apresentadas com grande exposição pública, mas tomadas sem considerar as condições concretas de quem assegura o funcionamento diário dos serviços.</p>
<p>O resultado, sustenta o sindicato, é mais trabalho, mais atrasos e maior desgaste para os funcionários, além de um serviço menos eficiente para os contribuintes.</p>
<p>A verdadeira transformação digital, defende o STI, não deve ser medida pelo número de cerimónias, projetos anunciados ou verbas mobilizadas, mas pelos resultados práticos.</p>
<p>Isso implica procedimentos efetivamente simplificados, ferramentas fiáveis e sistemas capazes de responder às necessidades dos trabalhadores e dos cidadãos.</p>
<p>Enquanto situações como a das avaliações patrimoniais continuarem por resolver, o sindicato considera que permanecerá um desfasamento preocupante entre o discurso oficial e a realidade vivida nos Serviços Locais de Finanças.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789061]]></sapo:autor>
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		<title>Compra histórica transforma Petroprix num dos gigantes ibéricos dos combustíveis low-cost</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 12:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Eroski]]></category>
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		<category><![CDATA[Petroprix]]></category>
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					<description><![CDATA[Aquisição surge menos de dois anos depois da entrada da Petroprix em Portugal, onde a empresa conta já com 14 postos em funcionamento. O mercado nacional é apresentado como um dos pilares da estratégia de internacionalização, com a Península Ibérica a servir de base para a expansão para outras geografias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petroprix chegou a acordo para comprar a totalidade da rede de 40 postos de abastecimento do Grupo Eroski, naquela que será a maior operação realizada pela empresa. O negócio deverá ficar concluído até ao final de 2026 e permitirá ao operador reforçar a presença em Espanha e ganhar maior dimensão no mercado ibérico dos combustíveis de baixo custo.</p>
<p>A aquisição surge menos de dois anos depois da entrada da Petroprix em Portugal, onde a empresa conta já com 14 postos em funcionamento. O mercado nacional é apresentado como um dos pilares da estratégia de internacionalização, com a Península Ibérica a servir de base para a expansão para outras geografias.</p>
<p>Depois de concluída a operação, a Petroprix passará a dispor de 245 estações de serviço distribuídas por Espanha, Portugal, Chile e Panamá. A empresa pretende atingir os 300 postos em 2027 e alcançar uma faturação próxima de 1,4 mil milhões de euros.</p>
<p>“O setor dos combustíveis está a entrar numa fase de maior consolidação e acreditamos que haverá espaço para novas operações nos próximos anos”, afirma Jaime Vega de Seoane, diretor de Desenvolvimento Europeu da Petroprix.</p>
<p>O responsável adianta que a empresa continuará disponível para analisar ativos que possam acrescentar valor ao projeto, melhorar a cobertura da rede e reforçar a capacidade de servir os consumidores.</p>
<p>A Petroprix iniciou a atividade em Portugal em 2024, tendo escolhido o país para dar o primeiro passo da expansão internacional. Desde então, tem reforçado a presença sobretudo no Norte e na Área Metropolitana de Lisboa, estando previstas novas aberturas nos próximos meses.</p>
<p>O modelo da empresa assenta em postos totalmente automatizados, disponíveis 24 horas por dia, e numa estrutura tecnológica desenvolvida internamente. A Petroprix projeta e constrói as próprias estações e é também responsável pelos sistemas de pagamento, controlo e gestão remota.</p>
<p>Segundo a empresa, esta integração permite reduzir custos operacionais e praticar preços mais baixos, mantendo os padrões definidos para a segurança e a qualidade do combustível.</p>
<p>A compra da rede da Eroski coincide com uma nova etapa de internacionalização. Depois de Portugal, Panamá e Chile, a Petroprix prepara a entrada na Polónia, o primeiro mercado da Europa Central, e prevê abrir ainda este ano a primeira estação nos Estados Unidos.</p>
<p>A operação reforça igualmente a estratégia de crescimento através de aquisições. A empresa admite continuar a combinar a abertura de novos postos com a compra de redes existentes que permitam acelerar a expansão e consolidar a posição como um dos maiores operadores independentes de combustíveis low-cost da Península Ibérica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789049]]></sapo:autor>
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		<title>Lidl retira Gelado ao estilo Dubai devido à presença de caju por risco alérgico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 12:05:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A cadeia de supermercados Lidl alertou hoje para os riscos de consumo de um gelado que está a retirar do mercado, devido à possibilidade da presença de caju e das reações que pode provocar em pessoas alérgicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cadeia de supermercados Lidl alertou hoje para os riscos de consumo de um gelado que está a retirar do mercado, devido à possibilidade da presença de caju e das reações que pode provocar em pessoas alérgicas.</p>
<p>Em causa está o &#8220;Gelado ao Estilo Dubai, com sabor a Pistácio e Chocolate &#8211; 500 ml&#8221;.</p>
<p>O Lidl Portugal está a proceder à recolha do artigo, com as datas de validade 04/12/2027 e 05/12/2027, anunciou a empresa, em comunicado.</p>
<p>A razão para esta recolha prende-se com o facto de não ser possível excluir a presença de caju no produto em causa, segundo a mesma fonte.</p>
<p>&#8220;Devido à possibilidade de uma reação alérgica decorrente do seu consumo, os consumidores com alergia a caju devem respeitar rigorosamente esta indicação e não consumir, em circunstância alguma, o produto afetado. Para os consumidores que não têm alergia a caju, o produto está apto para consumo&#8221;, garantiu a empresa.</p>
<p>Os consumidores que tenham adquirido o gelado podem devolvê-lo em qualquer loja da cadeia, sendo o respetivo reembolso assegurado, &#8220;mesmo sem a apresentação do talão de compra&#8221;.</p>
<p>Esta recolha afeta exclusivamente o artigo &#8220;Gelado ao estilo Dubai, com sabor a Pistácio e Chocolate &#8211; 500 ml&#8221; (Dubai Style Pistachio Flavour &amp; Chocolate) da marca &#8220;1001 delights&#8221;, com as datas de validade (datas de durabilidade mínima) 04/12/2027 e 05/12/2027.</p>
<p>Outros artigos vendidos nas lojas Lidl, designadamente da marca &#8220;1001 delights&#8221;, não estão afetados por esta recolha.</p>
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