Volvo v40 d2

Ensaio Volvo V40 D2 Momentum: Mudar para melhor

[easingslider id=”22514″] Existe atualmente uma tendência generalizada entre os construtores para promoverem o ‘downsizing’ das suas gamas de motores. Poucas marcas se têm atrevido a ‘navegar’ no sentido oposto. Contudo, a Volvo é uma delas, tendo optado por substituir o anterior motor 1.6 Diesel originalmente desenvolvido no âmbito da parceria PSA/Ford por uma unidade ‘caseira’ de 2.0 litros para o V40. No cerne desta mudança estão as exigentes regras ambientais europeias que exigem blocos mais eficientes em termos de emissões (Euro 6) e consumos e que obrigaram, assim, à adoção de um bloco de dois litros, que no caso desta versão D2 conta com 120 cv e 280 Nm de binário. A troca de unidades revela-se tremendamente favorável para a capacidade de utilização deste Volvo V40, uma vez que os 2.0 litros de cilindrada permitem maior fôlego a baixas rotações. Doce impetuosidade E é por aí que passa uma das grandes virtudes deste modelo, com imensa disponibilidade do motor desde as 1400-1500 rpm, impelindo o V40 para a frente com grande prontidão, subindo de regime de forma progressiva até às 3000 rpm, sendo que a partir daí o fôlego sentido anteriormente esmorece e torna-se imperativa a passagem para uma relação superior. O binário máximo disponibilizado numa faixa de regimes tão baixa também se traduz em recuperações breves e na facilidade de rolamento com mudanças mais altas engrenadas a velocidades reduzidas, incrementando assim a economia. A este respeito, há que enaltecer a facilidade com que se consegue rodar abaixo dos 5,0 l/100 km, com a média final do ensaio a evidenciar bem toda esta eficiência – 4,8 l/100 km. A caixa de seis velocidades tem um escalonamento acertado (embora o manuseamento nem sempre seja pacifico), permitindo de igual forma extrair facilmente o potencial deste motor de 120 cv, que se destaca igualmente…

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