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	<title>sintomas &#8211; Executive Digest</title>
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		<title>Covid-19 longa: Quase metade de todos os doentes do mundo continua com sintomas após 4 meses, revela novo estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2022 13:03:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quase metade de todos os sobreviventes da Covid-19 a nível global, crianças e adultos, continuavam com sintomas persistentes da doença passados quatro meses da infeção inicial, revela um novo estudo científico, desenvolvido por cientistas ingleses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase metade de todos os sobreviventes da Covid-19 a nível global, crianças e adultos, continuavam com sintomas persistentes da doença passados quatro meses da infeção inicial, revela um novo estudo científico, desenvolvido por cientistas ingleses.</p>
<p>Os <a href="https://www.thelancet.com/journals/eclinm/article/PIIS2589-5370(22)00491-6/fulltext#%20" target="_blank" rel="noopener">investigadores da Universidade de Leicester</a>, no Reino Unido, analisaram quase 200 estudos diferentes que se debruçaram sobre doentes Covid-19, juntando informação sobre um total de quase 750 mil pacientes em todo o mundo, alguns que foram hospitalizados, e outros que não.</p>
<p>A investigação, publicada na afamada revista científica The Lancelet, revelou que mais de 45% dos doentes analisados tinha pelo menos um sintoma persistente ao fim de quatro meses da infeção com o SARS-CoV-2. Um em cada quatro destes doentes relatava cansaço e fadiga, e o mesmo número relatava dor ou desconforto, os sintomas mais prevalentes entres os doentes com ‘Covid longa’ analisados.</p>
<p>Outros sintomas menos reportados, mas que permaneciam em menos de um quarto dos doentes, foram problemas de sono, falta de ar ou dificuldades respiratórias e dificuldade em retomar as atividades diárias normais.</p>
<p>Frequentemente, não foram encontradas anomalias clínicas nos doentes que fizeram parte do estudo, que pudessem explicar a persistência dos sintomas. Mas, sublinham os investigadores, verificaram-se sinais nos doentes hospitalizados devido à Covid-19, incluindo mudanças na estrutura dos pulmões e função pulmonar. Quase metade dos doentes que tinham sido hospitalizados apresentavam tomografias computorizadas ou raios-X com anomalias, tendo também sido verificada menor capacidade de expelir dióxido de carbono em um a cada três doentes internados devido à Covid-19.</p>
<p>“As mudanças na função pulmonar são similares às observadas após outras infeções virais, como o SARS ou MERS”, continuam os autores.</p>
<p>De acordo com os números do estudo, se excluirmos os doentes Covid-19 que não foram hospitalizados, mais de um terço dos sobreviventes da doença tinha sintomas ao fim de quatro meses. “As razões pelas quais tantos pacientes têm Covid longa permanece desconhecida”, sustentam os autores do estudo, que apontam como causas possíveis danos nos órgãos, inflamação, alterações no sistema imunitário ou efeitos psicológicos.</p>
<p>O estudo não aferiu que existissem diferenças entre homens ou mulheres, ou entre grupos etários, nos dados aferidos sobre pacientes Covid-19.</p>
<p>A ‘Covid longa’ é definida por sintomas que persistem ou aparecem algum tempo depois da infeção inicial desaparecer, mas ainda não há uma definição específica que seja aceite universalmente. Alguns especialistas defendem que este ‘tipo’ de Covid-19 é distinguido pelo sintoma de fadiga quase crónica que se desenvolve depois da doença.</p>
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		<title>DGS atualiza norma: Testes à Covid-19 deixam de ser recomendados a pessoas sem sintomas e internados com visitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2022 18:29:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os testes à infeção com o coronavírus SARS-CoV-2 deixaram de ser recomendados a pessoas sem sintomas de infeção e doentes internados com covid-19 passam a poder receber visitas, avançou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os testes à infeção com o coronavírus SARS-CoV-2 deixaram de ser recomendados a pessoas sem sintomas de infeção e doentes internados com covid-19 passam a poder receber visitas, avançou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).</p>
<p>As alterações constam de uma norma sobre os casos de suspeita ou confirmação de covid-19, que salienta que a elevada cobertura vacinal e a evolução epidemiológica favorável permitem “progredir para um modelo de resposta focado na prevenção e no tratamento da doença grave, atento ao padrão de circulação e ao aparecimento de novas variantes de SARS-CoV-2”.</p>
<p>A autoridade de saúde adianta que, perante as altas taxas de vacinação em Portugal, a maioria dos casos de covid-19 apresenta uma gravidade ligeira, uma duração autolimitada e requer apenas tratamento sintomático.</p>
<p>A norma reforça que as pessoas com sintomas respiratórios agudos devem adotar as medidas de prevenção e controlo de infeção, como evitar ambientes fechados ou aglomerados e manter distanciamento físico, utilizar máscara quando em contacto com outras pessoas ou em espaços de utilização partilhada, manter a etiqueta respiratória e a lavagem e desinfeção das mãos, proceder ao arejamento e ventilação dos espaços interiores e à desinfeção de equipamentos e de superfícies.</p>
<p>“A realização de teste para SARS-CoV-2 deve ser integrada no contexto da avaliação clínica e está indicada em pessoas com sintomas de infeção aguda das vias respiratórias”, refere ainda o documento da autoridade de saúde.</p>
<p>A DGS alerta que a realização do teste não deve atrasar a prestação de cuidados de saúde adequados à gravidade clínica determinada na triagem do doente, particularmente nas situações de emergência médica.</p>
<p>“A realização de testes em pessoas sem sintomas deixa também de ser recomendada, bem como em pessoas que não tenham sintomas e que necessitem de realizar intervenções como cirurgias ou exames”, adianta a DGS.</p>
<p>Quanto às pessoas com sintomas respiratórios agudos, devem ser encaminhadas, através do contacto preferencial com o SNS24, para os “cuidados adequados à sua situação clínica”, que vão desde a emergência médica (INEM), os serviços de urgência hospitalares, os cuidados de saúde primários e o autocuidado.</p>
<p>No caso das pessoas com covid-19 em ambulatório (autocuidados), a norma indica que têm de manter o distanciamento físico, evitando frequência de espaços com aglomerados de pessoas e utilizando a máscara com bom ajuste facial na presença de outras pessoas até, pelo menos, 10 dias desde o início de sintomas.</p>
<p>Além disso, devem vigiar os sintomas e, em caso de agravamento, contactar a sua Unidade de Saúde Familiar ou o SNS24, para encaminhamento conforme o seu estado clínico.</p>
<p>“Nas situações em que a pessoa apresente condições para manter o exercício das funções laborais e voluntariamente deseje manter a sua atividade, em concordância com a entidade patronal e dentro do enquadramento legal, recomenda-se sempre que possível a adoção de teletrabalho durante os primeiros cinco dias de sintomas ou diagnóstico de covid-19”, aconselha a direção-geral.</p>
<p>Nos casos de internamento, as administrações dos hospitais, dos centros hospitalares e das unidades locais de saúde devem permitir visitas aos doentes com covid-19, assim como assegurar o direito a acompanhante durante a gravidez, o parto, o puerpério e em contexto pediátrico, desde que garantido o cumprimento das medidas de prevenção e controlo de infeção.</p>
<p>Segundo a DGS, nas pessoas com covid-19 em fase de recuperação, deve ser implementado um plano multidisciplinar de reabilitação funcional e respiratória, bem como a vigilância das sequelas respiratórias, em articulação com as equipas médicas de cuidados de saúde primários.</p>
<p>“As unidades de saúde asseguram a realização das consultas a pessoas com covid-19 em autocuidado em ambulatório, sempre que possível através de telessaúde, minimizando as deslocações destas pessoas para situações de intervenção urgente e inadiável”, avança.</p>
<p>Quanto aos lares de idosos e estruturas similares, durante o período da infeção, as visitas aos doentes com covid-19 devem ser asseguradas, desde que garantido o cumprimento do plano de contingência, incluindo utilização adequada de equipamento de proteção individual, indica a norma da DGS.</p>
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		<title>Especialistas alertam: Quem teve Covid-19 deve estar atento a sintomas de AVC. Saiba quais os primeiros sinais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 17:21:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os especialistas em saúde pública estão preocupados com dois tipos da chamada ‘Covid-19 longa’, que consiste na persistência de sintomas várias semanas ou até meses após a infeção: se por um lado há quem sofra de sintomas prolongados, como o cansaço ou dificuldades respiratórias, há outra ‘versão’ mais preocupante, em que os doentes recuperam mas ficam sujeitos a um maior risco de coágulos no sangue e acidentes vasculares cerebrais (AVC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os especialistas em saúde pública estão preocupados com dois tipos da chamada ‘Covid-19 longa’, que consiste na persistência de sintomas várias semanas ou até meses após a infeção: se por um lado há quem sofra de sintomas prolongados, como o cansaço ou dificuldades respiratórias, há outra ‘versão’ mais preocupante, em que os doentes recuperam mas ficam sujeitos a um maior risco de coágulos no sangue e acidentes vasculares cerebrais (AVC).</p>
<p>Harlan Krumholz, cardiologista na Escola de Medicina da Universidade de Yale dá voz à preocupação de muitos especialistas em declarações ao The Washington Post. Ainda que não queria causar o pânico, até porque, segundo afirma, a grande maioria dos doentes que fiquem infetados com Covid-19 não desenvolverão a ‘Covid-19 longa’, sublinha que vários estudos confirmam que alguns doentes recuperados da doença desenvolvem maior risco das doenças cardiovasculares já referidas, assim como outras, como ataques cardíacos.</p>
<p>O especialista alerta que, em qualquer caso, como grande parte das pessoas já teve Covid, todos devemos manter-nos atentos aos primeiros sinais de um AVC:</p>
<p>&#8211; Dores no peito<br />
&#8211; Inchaço anormal<br />
&#8211; Dormência, entorpecimento ou fraqueza<br />
&#8211; Mudanças súbitas no equilíbrio, fala ou visão</p>
<p>Recorde-se que, desde 2020, vários estudos vieram confirmar que a Covid-19 não é apenas uma doença respiratória, mas também afeta os vasos sanguíneos. Verificou-se que até doentes mais jovens, para além de fumadores, doentes com tensão alta ou diabetes, estavam em maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares.</p>
<p>Um estudo recente, publicado no jornal de especialidade cardiovascular Heart, acompanhou 54 mil ingleses durante quatro meses e meio e concluiu que os que tinham estado infetados com Covid-19 tinham quase três vezes (2,7) mais hipóteses de desenvolver um tromboembolismo venoso (um tipo perigoso de coágulo sanguíneo) do que quem nunca tinha estado infetado pelo SARS CoV-2.</p>
<p>Outro estudo, publicado na Neurosurgery, concluiu que a infeção por Covid-19 estava associada a AVCs, e que AVCs que ocorressem em pessoas infetadas seriam mais graves e mais difíceis de tratar com intervenções cirúrgicas.</p>
<p>“Ainda não temos informação sobre se estes riscos são mitigados pela vacinação, ou se o risco elevado continua igual com a passagem do tempo. A comunidade médica sempre soube que os vírus têm efeitos duradouros, mas até esta pandemia nunca os tínhamos estudado tão a fundo”, explica Harlan Krumholz.</p>
<p>Nem todos os que ficam doentes com Covid-19 vão sofrer uma inflamação grave nos vasos sanguíneos, mas a doença ainda “pode ser como uma Roleta Russa”, como explica o médico Ziyad Al-Aly. “A deteção e tratamento atempados podem salvar vidas”, sublinha o especialista, que por isso alerta os que estiveram infetados com o coronavírus para que estejam atentos a qualquer sinal de que algo possa estar errado, mesmo quem não faz parte dos grupos de maior risco de AVCs. “Há algo no SARS CoV-2 que aumenta a propensão para danos no tecido dos vasos sanguíneos, que aumenta a probabilidade de coágulos sanguíneos”, resume o médico.</p>
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		<title>Uma, todas ou nenhuma: Estudo revela que sintomas da Covid-19 variam conforme o tipo de vacinação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 13:27:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estado vacinal também está relacionado com a quantidade dos sintomas experienciados em simultâneo pelos doentes, estabelece o estudo. Quem recebeu a totalidade das vacinas ou apenas uma dose reportou menos sintomas, que perduraram “num período de tempo mais curto”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma infeção por Covid-19 pode manifestar-se com dezenas de sintomas diferentes, dos mais comuns, como a fadiga, dores de cabeça e garganta ou tosse, até aos mais raros e estranhos como a “língua Covid” (inchaço e descoloração da língua e problemas na boca). Agora, um novo estudo da ZOE Health Study, sugere que os sintomas que os doentes com Covid-19 sofrem podem variar conforme o tipo de vacinação que fizeram.</p>
<p>O projeto, que inclui a empresa de ciências da saúde ZOE e investigadores da Universidade de King’s College de Londres, do Hospital Geral de Massachussetts e das Universidades de Harvard e Stanford, analisou dados sobre os sintomas que afetaram mais de quatro milhões de pessoas, que usaram a aplicação ZOE Covid Study. Esta ‘app’ tem registado os sintomas da infeção pelo coronavírus, através de dados inseridos pelos utilizadores desde 2020.</p>
<p>Agora, o ZOE Health Study atualizou a lista de sintomas mais comuns da Covid-19 e verificou que variam em três grupos de vacinação: os doentes que completaram o esquema vacinal primário, os que só receberam uma dose da vacina e os não-vacinados.</p>
<p><strong>Doentes que completaram esquema primário:</strong></p>
<p>1 – Dores de garganta</p>
<p>2 – Corrimento nasal</p>
<p>3 – Nariz entupido</p>
<p>4 – Tosse persistente</p>
<p>5 – Dores de Cabeça</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Doentes só com uma dose da vacina:</strong></p>
<p>1 – Dores de cabeça</p>
<p>2 – Corrimento nasal</p>
<p>3 – Dores de garganta</p>
<p>4 – Espirros</p>
<p>5 – Tosse persistente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Doentes não vacinados:</strong></p>
<p>1 – Dores de cabeça</p>
<p>2 – Dores de garganta</p>
<p>3 – Corrimento nasal</p>
<p>4 – Febre</p>
<p>5 – Tosse persistente</p>
<p>Quatro dos cinco sintomas mais comuns incluem a dor de garganta, corrimento nasal, tosse e dores de cabeça, que foram reportados como comuns entre os três grupos, mas a sua prevalência variou. As pessoas não-vacinadas contra a Covid-19 reportaram com maior frequência sentir febre, algo que não aconteceu nos outros dois grupos analisados.</p>
<p>O estado vacinal também está relacionado com a quantidade dos sintomas experienciados em simultâneo pelos doentes, estabelece o estudo. Quem recebeu a totalidade das vacinas ou apenas uma dose reportou menos sintomas, que perduraram “um período de tempo mais curto”.</p>
<p>Um estudo da 2021 dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), apurou que participantes com uma ou duas doses da vacina Covid-19 tinham 60% menos risco de desenvolver sintomas como febre, quando comparado com não-vacinados. Os doentes vacinados passaram, em média, menos dois a seis dias doentes, comparado com quem não foi inoculado.</p>
<p>O novo estudo da ZOE aponta também um dado curioso: uma redução nos sintomas “tradicionais” da variante inicial da Covid-19: como falta de ar, dificuldades respiratórias e perda do olfato e ou paladar. Em causa estará, adianta a investigação, a prevalência de subvariantes da Omicron, que causam estes sintomas com menor frequência.</p>
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		<item>
		<title>Dos mais aos menos comuns: sintomas de Covid-19 que afetam pessoas vacinadas e a que deve estar atento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 12:15:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Epidemiologistas avisam que sintomas muitas vezes são ligeiros, o que torna difícil distinguir uma infeção por Covid-19 de uma constipação ou uma gripe.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As vacinas contra a Covid-19 garantiram um maior controlo da pandemia a nível global e ajudaram a mitigar a evolução e surgimento de novas vagas pandémicas, mas, mesmo as pessoas completamente vacinadas e com doses de reforço têm sempre risco de apanhar a doença. Isto porque variantes como a Omicron permitiram à Covid adaptar-se para que os casos de reinfeção (e continuação da disseminação do coronavírus) acontecessem.</p>
<p>Segundo a plataforma inglesa ZOE Health Study, o aumento de casos de infeção verificados atualmente é prova de que é necessário manter a vigilância perante novas mutações, variantes e sub-linhagens que possam surgir pelo mundo.</p>
<p>Da mesma forma, uma investigação científica em todo o mundo verificou que há  uma série de sintomas associados à variante Omicron e respetivas sub-linhagens em pessoas vacinadas.</p>
<p>A atenção a qualquer um destes sintomas é essencial, especialmente com a chegada do tempo mais frio e do inverno, até porque, avisam os epidemiologistas, muitas vezes os sintomas são ligeiros, o que torna difícil distinguir uma infeção por Covid-19 de uma constipação ou uma gripe.</p>
<p><strong>Os sintomas mais comuns</strong><br />
Uma investigação feita na Noruega, e publicada na prestigiada revista científica europeia de doenças infeciosas e epidemiologia Eurosurveillance, estudou através de entrevista um foco surgido a 26 de novembro de 2021. Numa festa com 117 pessoas, verificou-se um surto da variante Omicron.</p>
<p>Dos 111 entrevistados, 66 tinham cassos confirmados de infeção por Covid-19 e 15 com possíveis casos de infeção. Dos participantes 89% tinham recebido as duas doses de uma vacina de mRNA, mas sem nenhuma dose de reforço. No grupo de totalmente vacinados, os cientistas registaram nove sintomas-chave, que afetaram todos ou quase todos os presentes na festa:</p>
<p><strong>&#8211; Tosse persistente</strong></p>
<p><strong>&#8211; Corrimento nasal (‘pingo’ no nariz) ou congestão nasal</strong></p>
<p><strong>&#8211; Fatiga</strong></p>
<p><strong>&#8211; Dores de garganta</strong></p>
<p><strong>&#8211; Dores de cabeça</strong></p>
<p><strong>&#8211; Dores musculares</strong></p>
<p><strong>&#8211; Febre</strong></p>
<p><strong>&#8211; Espirros</strong></p>
<p><strong>&#8211; Náuseas</strong></p>
<p>Os sintomas mais comuns registados foram tosse, corrimento nasal e cansaço/fatiga, enquanto os menos comuns em indivíduos vacinados foram espirros e febre.</p>
<p>Os especialistas de saúde pública destacam também que, no caso da variante Omicron, as náuseas podem sentir-se de forma mais grave logo no início da infeção por esta variante, sob forma de episódios de <strong>tonturas</strong> ou <strong>desmaios</strong>, que podem anteceder o teste positivo à doença.</p>
<p>Segundo uma sondagem feita pela plataforma WebMD, entre 23 de dezembro de 2021 e 4 de janeiro de 2022, cerca de 40% das mulheres e 33% dos homens relataram sentir cansaço generalizado e fraqueza muscular pouco antes de testarem positivo à Covid-19.</p>
<p>Já um estudo epidemiológico feito na Alemanha, e citado pelo Arztezeitung, relacionou episódios de tonturas e desmaios e a variante Omicron, após médicos descobrirem que era a variante Omicron da Covid-19 que estava a causar desmaios recorrentes num paciente de 35 anos internado numa unidade hospitalar em Berlim. Os investigadores adiantam que esta é “uma ligação clara” entre a infeção com a variante Omicron e episódios de tonturas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_326742]]></sapo:autor>
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		<title>Estes são os sintomas de ansiedade e depressão: como saber se tem um problema de saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 09:57:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[Este tipo de transtornos aumentaram exponencialmente durante a pandemia da Covid-19, especialmente entre mulheres e crianças.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia da Covid-19 teve um impacto notório nas populações de todo o mundo no que diz respeito à saúde mental, fator fundamental para o nosso bem-estar, tendo sido registado um aumento considerável de casos de depressão e ansiedade.</p>
<p>De acordo com um estudo publicado na revista científica The Lancelet, desenvolvido por investigadores do Centro de Saúde Mental da Universidade de Queensland, na Austrália, em 2020, em todo o mundo, registaram-se pelo menos 53 milhões de novos casos de depressão e 17 milhões de casos de ansiedade, todos relacionados com os efeitos da pandemia.</p>
<p>Os investigadores assinalam que as mulheres e os mais afetados a nível de saúde mental, ao registarem maior número de casos de transtorno depressivo maior (ou depressão major, a forma mais grave desta doença) e de ansiedade.</p>
<p>Esta segunda-feira, dia em que se assinala o Dia Internacional da Saúde Mental, ganha maior relevo recordar que, da mesma forma que vamos a um médico para tratar qualquer problema ou doença física, devemos também tratar do mal-estar emocional e procurar ajuda profissional</p>
<p>Assim, perante a depressão e ansiedade, há uma série de sinais e sintomas a que devemos estar atentos e que caracterizam cada uma destas doenças que afetam a saúde mental.</p>
<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) explica que, num episódio depressivo, o doente tende a sentir um estado de desânimo, com sentimentos de tristeza, irritabilidade, sensação de vazio), ou uma perda do interesse em qualquer atividade, a maior parte do dia, quase todos os dias, durante pelo menos duas semanas.</p>
<p>Outros sintomas que alertam para uma depressão são a dificuldade de concentração, sentimento de culpa excessiva ou baixa autoestima, falta de esperança no futuro, pensamentos de morte ou de suicídio, alterações no sono, mudanças de apetite ou variações de peso e sensação de cansaço e falta de energia.</p>
<p><strong>Assim, os sinais e sintomas que caracterizam a depressão são os seguintes:</strong><br />
&#8211; Estado de ânimo irritável ou baixo e maior parte das vezes</p>
<p>&#8211; Dificuldades em conciliar o sono ou excesso de sono (dificuldade em dormir ou dormir demais)</p>
<p>&#8211; Mudanças no apetite, que causam aumento ou perda de pesa, conforme os casos</p>
<p>&#8211; Cansaço ou falta de energia</p>
<p>&#8211; Sentimentos de inutilidade, odio próprio e culpa</p>
<p>&#8211; Dificuldades em manter a concentração</p>
<p>&#8211; Movimentos particularmente lentou ou rápidos</p>
<p>&#8211; Inatividade ou redução na prática das atividades habituais</p>
<p>&#8211; Sentimentos de desalento ou abandono</p>
<p>&#8211; Pensamentos repetitivos de morte ou suicídio</p>
<p>-Perda de prazer em atividades que anteriormente o faziam feliz, incluindo a atividade sexual</p>
<p>Algumas pessoas podem também registar sintomas somáticos (físicos) como dores, cansaço ou debilidade/fraqueza. As crianças podem apresentar sintomas distintos dos adultos, como alterações no rendimento escolar, no sono ou no comportamento.</p>
<p>Já a <strong>ansiedade</strong>, outro distúrbio da saúde mental, caracteriza-se por um sentimento de medo, terror ou inquietação. Pode causar suores, e tensão, bem como palpitações e ritmo cardíaco acelerado.</p>
<p>Estes sentimentos podem ser uma reação normal ao stress, mas tornam-se num transtorno quando não desaparece ou alivia com o tempo. A ansiedade normalmente interfere com a atividade diária, o desempenho no trabalhou ou escola, e as relações pessoais.</p>
<p><strong>Os sintomas de ansiedade a ter em atenção são os seguintes</strong><br />
&#8211; Pensamentos ou crenças difíceis de controlar. O doente que sofre de ansiedade sente-se inquieto, tenso, e esses pensamentos afetam a vida diária. Não desaparecem e tendem a piorar com o tempo</p>
<p>&#8211; Sintomas físicos como batimento cardíaco forte e acelerado, dores ou queixas sem justificação aparente, vertigens e falta de ar</p>
<p>&#8211; Mudanças de comportamento, como evitar atividades quotidianas que anteriormente gostava de fazer</p>
<p>Importa ressalvas que existem vários tipos de transtorno de ansiedade, incluindo ansiedade generalizada, ataques de pânico ou fobias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_326432]]></sapo:autor>
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		<title>Identificado primeiro sintoma da ómicron &#8211; que pode passar despercebido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 16:50:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[MultiNews]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais contagiosa do que as variantes anteriores, pode agora ser identificada por um sintoma muito particular]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais contagiosa do que as variantes anteriores, pode agora ser identificada por um sintoma muito particular</p>
<p class="bbc-bm53ic" style="background: #FDFDFD;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #3f3f42;">Por volta do terceiro dia, mais cedo do que acontecia com a Delta ou outras variantes, a mega contagiosa Ómicron provoca um sintoma que está agora a ser apontado com o primeiro sinal de que alguém está infetado com Covid-19. É verdade que o coronavírus não afeta todas as pessoas da mesma forma, mas estão a ser apontadas características muito claras que permitem a sua catalogação.</span></p>
<p class="bbc-bm53ic" style="background: #FDFDFD;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #3f3f42;">Para já, é claro que é a variante com o maior número de pessoas com teste positivo com quase nenhum sintoma. Contudo, um dos sinais comuns à maioria dos infetados é uma irritação na garganta ou sensação de garganta arranhada &#8211; algo que ocorre cerca de dois a três dias após a infeção e dura pelo menos mais dois dias. Esta é, aliás, uma das razões para muitos países terem decidido reduzir o tempo de isolamento obrigatório, por entenderem que a Ómicron já não é contagiosa após o decido dia após o resultado positivo. </span></p>
<p class="bbc-bm53ic" style="background: #FDFDFD;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #3f3f42;">“Trata-se de um sintoma muitas vezes confundido com uma normal gripe ou constipação”, confirma ao The Independent Tim Spector, o epidemiologista britânico à frente da plataforma ZOE, que monitoriza os casos de Covid-19 no país, insistindo na importância da testagem e do reforço da vacina. </span></p>
<p class="bbc-bm53ic" style="background: #FDFDFD;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #3f3f42;">Christina Marriott, chefe executiva da Royal Society for Public Health corrobora: &#8220;Quem tem a imunização completa apresenta sintomas menos graves. Um deles é a dor de garganta”, rematando que, a este sintoma, deve atender-se depois a outros também menos graves, como dor de cabeça, corrimento nasal, espirros, dor de garganta e perda de olfato. </span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_368173]]></sapo:autor>
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		<title>Cerca de 70% dos pacientes que sofrem de &#8216;covid-19 prolongada&#8217; apresentam sequelas em um ou mais órgãos, indica estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 11:04:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19 prolongada]]></category>
		<category><![CDATA[sequelas]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[As sequelas podem ser sentidas quatro meses após a infeção, de acordo com um estudo da University College London.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo coronavírus pode deixar sequelas mesmo nos doentes mais novos e saudáveis pelo menos quatro meses após a infeção inicial e mais de metade (cerca de 70%) dos pacientes que sofrem de &#8216;covid-19 prolongada&#8217; apresentam sequelas em um ou mais órgãos, de acordo com um estudo da University College London.</p>
<p>Alguns dos &#8216;efeitos secundários&#8217; da covid-19 são cansaço, falta de ar, danos em órgãos vitais, fraqueza e atrofia muscular, distúrbios psicológicos, neurológicos ou cognitivos. Tratam-se de sequelas sentidas por pessoas que já recuperaram da doença.</p>
<p>O <a href="https://www.ucl.ac.uk/news/headlines/2020/nov/damage-multiple-organs-recorded-long-covid-cases" target="_blank" rel="noopener">estudo em causa</a>, que analisou 500 pacientes que estiveram hospitalizados, constatou que a maioria (cerca de 70%) apresentavam uma sequela em um ou mais órgãos meses, após a infeção. Os pulmões são o órgão que apresentava mais danos: cerca de 60% relataram sequelas. Além disso, 29% dos inquiridos apresentaram sequelas nos rins, 26% no coração e ainda 10% no fígado.</p>
<p>Estes efeitos inserem-se na <a href="https://executivedigest.sapo.pt/estes-quatro-sintomas-sao-as-pistas-que-conduzem-a-covid-19-prolongada-alerta-relatorio/">‘covid-19 prolongada’</a>, que se refere a um quadro de sintomas continuados após a infeção pelo novo coronavírus. Os mais comuns são fadiga/ cansaço, falta de ar, dores e ainda &#8216;nevoeiro cerebral&#8217; (dificuldade em pensar de forma clara). É uma condição que começa a ser reportada por cada vez mais pessoas que foram infetadas.</p>
<p>O estudo britânico apurou ainda que, em alguns casos, havia uma correlação entre os sintomas e o local/ órgão afetado pelas sequelas. Por exemplo, problemas cardíacos ou pulmonares correlacionados com falta de ar, enquanto problemas de fígado ou pâncreas foram associados a sintomas gastrointestinais.</p>
<p>Recentemente, além dos sintomas já relatados nos casos de &#8216;covid-19 prolongada&#8217;, surgiram outros <a href="https://executivedigest.sapo.pt/lista-de-efeitos-da-covid-19-prolongada-pode-aumentar-ha-novas-preocupacoes-com-os-dentes/">relatos de pessoas que tiveram problemas dentários</a>, tal como perda de dentes. No entanto, ainda não há provas rigorosas de que a infeção possa levar a este tipo de problemas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_135075]]></sapo:autor>
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		<title>Investigadores descobrem o sintoma mais comum do novo coronavírus (e não é febre nem tosse)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 12:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[No início da pandemia, afirmou-se que a tosse seca e a febre eram os sintomas mais comuns da infeção pelo novo coronavírus, mas os últimos dados recolhidos por uma equipa de investigadores mostram que afinal não é bem assim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início da pandemia, afirmou-se que a tosse seca e a febre eram os sintomas mais comuns da infeção pelo novo coronavírus, seguindo-se a perda do olfato e do paladar. Porém, os últimos dados recolhidos por uma equipa de investigadores do British Office for National Statistics mostram qual o sintoma mais repetido nos doentes com covid-19: a anosmia (perda do olfato) e a ageusia (perda do paladar).</p>
<p>Este sintoma é especialmente sentido pelas pessoas mais novas. 60% dos jovens até 35 anos relataram anosmia e ageusia, em comparação com outros sintomas. Cerca de 15% a 25% tiveram febre e menos de 10% tiveram tosse.</p>
<p>Já entre aqueles com mais de 35 anos, 20% a 40% dos pacientes relataram ter perdido o cheiro e o sabor; e cerca de 15% a 25% deste grupo relatou ter febre, enquanto 13% a 18% disse ter tosse.</p>
<p>De acordo com a investigação britânica realizada entre de 15 de agosto a 26 de outubro, a perda de olfato e de paladar aumentou em todos os grupos etários.</p>
<p>&#8220;As pessoas que testam positivo à covid-19 são geralmente mais propensas a ter sintomas de perda de gosto ou cheiro, e febre&#8221;, indica o relatório do British Office for National Statistics, citado pelo <em>Daily Mirror.</em></p>
<p>Além disso, segundo a análise, as crianças em idade escolar infetadas com o novo coronavírus são as que têm menos probabilidades de ter tosse. De facto, os dados recolhidos pelos investigadores mostram que 52% das crianças não apresentavam os sintomas &#8216;clássicos&#8217; dos adultos.</p>
<p>Especificamente, um terço das crianças que testaram positivo nunca registou nenhum dos 20 sintomas enumerados, provando que são mais assintomáticos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_133969]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Os três sintomas que podem antecipar um caso grave de covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2020 14:22:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os pacientes que apresentam febre, tosse e falta de ar estão entre os que apresentam, a priori, um pior prognóstico da doença.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tipo de sintomas e caraterísticas clínicas apresentados pelos pacientes com covid-19 no momento da admissão no hospital podem servir de guia para prever uma evolução da doença. Esta é a conclusão da investigação ligada ao &#8220;Registo Semi-Covid-19&#8221; que, após analisar 12.066 doentes hospitalizados com covid-19 em Espanha, identifica, estabelece e caracteriza quatro grandes grupos de quadros de sintomas.</p>
<p>Os pacientes que apresentam apenas febre, tosse e falta de ar; aqueles que também têm vómitos e diarreia; ou aqueles que sofrem de artromialgia (dor nas articulações e/ou músculos), dor de cabeça e dor de garganta são, a priori, os piores prognósticos. Ou seja, a doença pode evoluir de uma forma mais grave nestes pacientes.</p>
<p>Por outro lado, aqueles que apresentam sintomas como os de uma constipação comum ou com uma perda de olfato e paladar, são aqueles com melhor prognóstico, de acordo com esta investigação cujos resultados preliminares são publicados no <em>Journal of Clinical Medicine</em>.</p>
<p>Do total de 12.066 pacientes incluídos no estudo, a maioria era do sexo masculino (58,5%) e caucasiano (89,5%), com uma média de idades de 67 anos. As principais comorbidades (doenças pré-existentes) de antes da admissão foram hipertensão, hiperlipidemia (excesso de gorduras no sangue) e diabetes.</p>
<p>O primeiro grupo, que incluía 8.737 pacientes com os três sintomas clássicos: febre, tosse e dispneia, foi o maior e mais numeroso (com 72,4% dos que participaram no estudo). O perfil mais repetido neste caso foi o de um homem mais velho com uma maior prevalência de comorbilidades. O tempo entre o aparecimento dos sintomas e a admissão no hospital foi também mais curto do que nos outros grupos identificados. Um em cada dez pacientes deste grupo requereu a admissão em unidades de cuidados intensivos (UCI) e aproximadamente um quarto deles (24,1%) morreu, representando a maior taxa de mortalidade dos quatro grupos.</p>
<p>O segundo grupo, com 1196 pessoas (9,9% de todos os pacientes), também apresentava ageusia (perda de paladar) e anosmia (perda do olfato), frequentemente acompanhada de febre, tosse e/ou falta de ar. Este grupo apresentou a mais baixa percentagem de admissão e mortalidade nas UCI (4,3%).</p>
<p>O terceiro grupo, com 880 pacientes (7,3% do total), também apresentava artromialgia (dor nas articulações e/ou músculos), dor de cabeça e de garganta, frequentemente acompanhada também de febre, tosse e/ou dispneia. Até 10,8% dos pacientes necessitaram de UCI e 14,7% morreram.</p>
<p>Por último, o quarto grupo, com 1253 doentes (10,4% do total), apresentou diarreia, vómitos e dores abdominais, também frequentemente acompanhadas de febre, tosse e/ou falta de ar. Destes, 8,5% exigiram a admissão em UCI e 18,6% morreram &#8211; a segunda maior taxa de mortalidade dos quatro grupos identificados.</p>
<p>Em geral, os sintomas mais comuns foram febre, tosse e falta de ar. Já os três menos comuns foram vómitos, anosmia (perda total do olfato) e dor abdominal.</p>
<p>Esta investigação faz parte das mais de 70 investigações em curso ligadas ao &#8220;Registo Semi-Covid-19&#8221;, que envolve quase 900 internistas de 214 hospitais de todo o país e contém dados sobre mais de 17.000 doentes com covid-19.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_129408]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Covid-19: Não deve ignorar estes quatro sintomas ligeiros. Explicamos porquê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 16:35:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[Além dos sintomas mais comuns da Covid-19, como tosse, febre e perda de olfato ou paladar, há outros sintomas, menos comuns, relatados por pessoas que mais tarde são diagnosticadas com o novo coronavírus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alem dos sintomas mais comuns da Covid-19, como tosse, febre e perda de olfato ou paladar, há outros sintomas, menos comuns, relatados por pessoas que mais tarde são diagnosticadas com o novo coronavírus.</p>
<p><strong>1. Dores de estômago</strong></p>
<p>Alguns doentes com covid-19 relataram dores de barriga pouco antes de desenvolverem outros sintomas mais comuns.</p>
<p>Um estudo, publicado no jornal académico <em>American Journal of Gastroenterology</em>, sugere que as pessoas podem ter problemas digestivos quando estão infetadas com o coronavírus.</p>
<p>Os investigadores responsáveis pelo estudo analisaram dados de 204 pacientes com Covid-19 na província chinesa de Hubei e descobriram que 48,5% chegaram ao hospital com problemas digestivos, tal como diarreia, vómitos ou dores abdominais.</p>
<p><strong>2. Infeções oculares</strong></p>
<p>Infeções nos olhos, como a conjuntivite, também podem ser um sintoma da Covid-19. De acordo com a Associação Britânica de Otorrinolaringologia, &#8220;o &#8216;ponto de entrada&#8217; para o coronavírus está frequentemente nas áreas dos olhos, nariz e garganta&#8221;.</p>
<p>Também a perda de olfato ou de cheiro é &#8216;normal&#8217; quando se contrai o vírus, que afeta a capacidade de cheirar ou saborear. No entanto, não são sintomas exclusivos à covid-19.</p>
<p><strong>3. Nevoeiro cerebral</strong></p>
<p>O coronavírus também <a href="https://executivedigest.sapo.pt/dores-de-cabeca-confusao-e-delirio-novo-estudo-mostra-que-a-covid-19-pode-afetar-o-cerebro/">pode afetar o cérebro</a>. Algumas pessoas têm relatado dificuldade em raciocinar e dizem sentir uma espécie de &#8220;nevoeiro cerebral&#8221;, também conhecido como fadiga mental, como outro sintoma do novo coronavírus.</p>
<p>De acordo com um estudo realizado pelo Imperial College de Londres, no Reino Unido, o impacto da Covid-19 nas funções cognitivas pode equivaler a um envelhecimento de dez anos do cérebro.</p>
<p>Não foi oficialmente considerado como um sintoma, mas é outro indicador a que se deve estar atento.</p>
<p><strong>4. Fadiga</strong></p>
<p>Por último, outro sintoma que vários doentes têm relatado é sentir-se extremamente cansados antes de se desenvolverem o resto dos sintomas mais típicos.</p>
<p>De acordo com um relatório do Journal of the American Medical Association, até 44% dos hospitalizados com Covid-19 relataram exaustão e fadiga.</p>
<p>Juntamente com a febre e a tosse seca, o cansaço é um dos sintomas mais comuns.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_130311]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cancro do Pâncreas. Estes são os sintomas que não deve (mesmo) ignorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 10:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[50+]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cancro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[pancreas]]></category>
		<category><![CDATA[sinais]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[Saiba como identificar alguns dos principais sinais desta terrível doença, que vitimou neste domingo passado o conhecido apresentador norte-americano Alex Trebek.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cancro do pâncreas, é um dos tipos de cancro do sistema digestivo, sendo também um dos principais tumores hepatobiliopancreáticos (fígado, pâncreas e vias biliares). É provavelmente a neoplasia mais temível nos dias de hoje.</p>
<p>A sua detecção precoce é muito difícil e o prognóstico é sempre preocupante. É o terceiro cancro do tubo digestivo mais frequente em Portugal, ainda que a sua prevalência tenha estabilizado nas últimas décadas.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/cancro-estes-sao-os-5-mitos-que-deve-mesmo-esquecer/" target="_blank" rel="noopener">Cancro. Estes são os 5 mitos que deve (mesmo) esquecer</a>]</p>
<p>A maior parte dos casos ocorre entre os 35 e os 70 anos, com o pico da incidência no grupo etário entre os 55 e 74 anos. Os homens e as mulheres são igualmente afetados pela doença.</p>
<p>No passado domingo foi anunciado que, após um “combate” de mais de um ano contra esta doença. Alex Trebek faleceu aos 80 anos. O facto de ser um apresentador extremamente querido e reconhecido pelo público americano permitiu gerar uma plataforma de sensibilização contra este terrível tipo de cancro. Nos últimos meses de vida Trebek procurou alertar para o problema, explicando quais os principais desafios e sintomas que devem ser mais vigiados.</p>
<p>Eis 4 sintomas de cancro do pâncreas que não deve nunca ignorar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Dor persistente no estômago</strong></li>
</ol>
<p>Tal como explicou a mulher de Trebek, a dor no estômago foi o primeiro sinal de que algo não estava bem. Foi durante uma viagem a Israel que o apresentador começou a registar este sintoma. No entanto no momento inicial foi algo desvalorizado, pois podia apenas ser justificado pela ingestão de um qualquer alimento estragado ou refeição mais pesada. Já no regresso a casa, a dor persistia, pelo que o apresentador foi forçado a consultar um médico e a fazer exames. Foi neste momento que o cancro foi diagnosticado. Trebek referiu, numa entrevista a Oprah, que se arrepende de não ter sabido mais cedo que este tipo de sintoma poderia indicar algo bem grave.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Dor nas costas</strong></li>
</ol>
<p>Um outro sintoma muito associado a esta doença é uma dor intensa no meio ou fundo das costas. Isto é algo que nunca deve ser ignorado e que deve ter um acompanhamento médico adequado. Este tipo de cancro pode crescer de uma forma rápida e começar a pressionar os órgãos em redor, causando assim dor e desconforto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Perda de peso sem justificação</strong></li>
</ol>
<p>A perda de apetite é um sinal claro de que algo não está certo. Sobretudo nos casos de cancro do pâncreas isto é algo que acontece muito frequentemente. Nessa mesma entrevista Trebek confirmou que chegou a perder 5 quilos numa só semana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Amarelar da pele e dos olhos</strong></li>
</ol>
<p>De acordo com Associação Americana para o Cancro, um dos sintomas iniciais associados a este tipo de cancro é o amarelar da pele e olhos. Dado que esta pode ser uma manifestação algo subtil, é comum que seja um sinal que acabe por ser algo desvalorizado. Pode igualmente ser um sinal de outros problemas de saúde menos graves, no entanto é fundamental estar atento e consultar um médico para obter um diagnóstico adequado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/cenouras-muito-ricas-organismo/" target="_blank" rel="noopener">Cenouras: dos diabetes ao cancro, este é o alimento da prevenção</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_377628]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Covid-19 manifesta-se de sete formas diferentes, aponta estudo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/covid-19-manifesta-se-de-sete-formas-diferentes-aponta-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 17:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma investigação desenvolvida por cientistas da Universidade Médica de Viena, na Áustria, indica que a covid-19 'ligeira' pode manifestar-se de sete formas diferentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma investigação desenvolvida por cientistas da Universidade Médica de Viena, na Áustria, indica que a covid-19 &#8216;ligeira&#8217; pode manifestar-se de sete formas diferentes.</p>
<p>Além do conjunto de sintomas identificados, o estudo revela que o novo coronavírus deixa mudanças significativas no sistema imunitário até dez semanas após a infeção.</p>
<p>De acordo com o estudo publicado na <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/all.14647" target="_blank" rel="noopener">revista <em>Allergy,</em></a> a covid-19 pode manifestar-se das seguintes formas:</p>
<ol>
<li>Sintomas semelhantes aos da gripe (febre, calafrios, fadiga e tosse)</li>
<li>Sintomas parecidos com a constipação comum (rinite, espirros, garganta seca e congestão nasal)</li>
<li>Dores articulares e musculares</li>
<li>Inflamação ocular e da mucosa</li>
<li>Problemas pulmonares (pneumonia e falta de ar)</li>
<li>Distúrbios gastrointestinais (diarreia e náuseas)</li>
<li>Perda do olfato e paladar</li>
</ol>
<p>“As nossas descobertas contribuem para um melhor entendimento da doença e podem ajudar no desenvolvimento de potenciais vacinas, já que agora temos acesso a biomarcadores promissores e podemos realizar uma monitorização ainda melhor”, salientam os investigadores no estudo.</p>
<p>A pesquisa envolveu 109 pacientes recuperados da covid-19 e 98 pessoas saudáveis no grupo controlo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_128151]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Olhos secos? Eis algumas dicas que pode seguir para resolver o problema</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/olhos-secos-eis-algumas-dicas-que-pode-seguir-para-resolver-o-problema/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 10:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[50+]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<category><![CDATA[Olhos]]></category>
		<category><![CDATA[secos]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Este é um problema comum, com várias causas possíveis, que pode ser facilmente tratado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A secura ocular afeta todos os anos milhares de pessoas. É algo que pode ser provocado por inúmeros fatores, a maior parte deles bastante banais. Por exemplo um ambiente mais seco, o fumo de cigarros ou o passar muito tempo à frente de écran, são tudo situações que podem estar na origem do problema.</p>
<p>Esta doença caracteriza-se pela produção insuficiente de lágrimas ou pela sua evaporação excessiva e causa sintomas que limitam significativamente o desempenho de tarefas do dia a dia e a qualidade de vida.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/10-factos-fascinantes-sobre-os-seus-olhos-e-capacidade-de-visao/" target="_blank" rel="noopener">10 factos fascinantes sobre os seus olhos e capacidade de visão</a>]</p>
<p>De resto as alterações hormonais provocadas pela chegada do período da menopausa podem igualmente contribuir para que sinta os seus olhos mais secos.</p>
<p>Felizmente existem formas de “combater” este problema. Conheças algumas das principais dicas e estratégias que podem ajudar a manter os seus olhos lubrificados durante este inverno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Gotas oftalmológicas</strong></li>
</ol>
<p>Este tipo de produtos, disponíveis nas farmácias, são ideais para assegurar a proteção, hidratação e lubrificação dos seus olhos. Podem ser usadas ao longo do dia, conseguindo aliviar os sintomas com enorme eficácia. Se necessário aconselhe-se junto do seu oftalmologista em relação à melhor escolha de gotas para o seu caso, no entanto a maior parte destes produtos são inócuos, não possuindo grandes efeitos secundários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Pestanejar</strong></li>
</ol>
<p>A verdade é que quando passamos muito tempo em frente a um ecrã a ler texto, podemos ficar absolutamente fixados. Apenas estamos concentrados nisso e raramente olhamos para outro lado. Isto pode causar um enorme cansaço ocular, desidratando os olhos. A solução? Procure pestanejar mais vezes. Isto irá acelerar a lubrificação. De tempos a tempos, faça igualmente um intervalo e olhe para o horizonte de forma a dar um descanso à sua vista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Humidifique o ambiente</strong></li>
</ol>
<p>Um ar seco e rarefeito vai certamente contribuir para que sinta um maior desconforto nos seus olhos. Faça questão de garantir que no seu ambiente de trabalho existem equipamentos de climatização que conseguem umidificar o ar. Existem inclusive soluções mais portáteis de equipamentos que podem conseguir este efeito utilizando apenas um copo de água!</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Use óculos de sol</strong></li>
</ol>
<p>Se vai sair de casa e ficar exposto ao sol ou a ventos fortes, então é recomendado que use sempre óculos de sol. Estes vão funcionar como um agente protetor, evitando o acelerar da desidratação dos seus olhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Aplicar compressas de chá</strong></li>
</ol>
<p>Este é um remédio natural que pode ajudar a humedecer os seus olhos. É ideal que utilize para este efeito chá preto ou de camomila. Basta que ensope algumas compressas no chá quente e as aplique sobre os seus olhos fechados. Deixe ficar durante cerca de 15 minutos. Isto é ideal não só para lubrificar os olhos, como também para os desinflamar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>Dormir bem</strong></li>
</ol>
<p>Por fim, isto é algo essencial. Seja para a saúde dos seus olhos ou simplesmente para assegurar a recuperação da sua energia. O recomendado são pelo menos 7 horas de sono por dia. Ao fechar os seus olhos durante este período estará a permitir que estes tenham tempo adequado para descansar e recuperar a sua humidade natural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/desconforto-nos-olhos-estes-sao-os-5-sintomas-que-nao-deve-ignorar/" target="_blank" rel="noopener">Desconforto nos olhos? Estes são os 5 sintomas que não deve ignorar</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_377546]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Estes quatro sintomas são as pistas que conduzem à &#8216;covid-19 prolongada&#8217;, alerta relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 12:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19 prolongada]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[É uma condição que começa a ser reportada por cada vez mais pessoas que foram infetadas e, tal como o nome indica, traduz-se no impacto prolongado dos sintomas da covid-19, concretamente, de quatro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8216;covid-19 prolongada&#8217; refere-se a um quadro de sintomas continuados após a infeção pelo novo coronavírus. É uma condição que começa a ser reportada por cada vez mais pessoas que foram infetadas e, tal como o nome indica, traduz-se no impacto prolongado dos sintomas da covid-19, concretamente, de quatro.</p>
<p>De acordo com um relatório do National Institute for Health Research, no Reino Unido, a covid-19 prolongada está a afetar as pessoas de quatro maneiras diferentes. Esta condição pode manifestar-se em lesões permanentes dos órgãos dos pulmões e do coração, síndrome do pós-tratamento intensivo, síndrome de fadiga pós-viral, e sintomas contínuos do novo coronavírus.</p>
<p>Com base em entrevistas com 14 membros de um grupo de apoio à covid-19 prolongada no Facebook, a investigação encontrou sintomas recorrentes que afetam a respiração, o cérebro, o coração e o sistema cardiovascular até aos rins, o intestino, o fígado e a pele.</p>
<p>O relatório indica também que milhares de pacientes podem estar a viver com a &#8220;covid-19 prolongada&#8221;, apesar de a grande maioria das pessoas recuperar de infeções ligeiras no prazo de duas semanas e de infeções mais grave no prazo de três.</p>
<p>&#8220;Está a tornar-se claro que, para alguns indivíduos, uma infeção pelo novo coronavírus é uma doença com efeitos a longo prazo&#8221;. &#8220;Para algumas pessoas, estes sintomas estão relacionados com a reabilitação no seguimento de um internamento, mas outros estão a reportar mudanças que alteraram a sua vida, com sintomas que se estão a tornar mais graves à medida que o tempo passa”, conclui a investigação.</p>
<p>A realização de um &#8220;diagnóstico de trabalho&#8221; a esta condição ajudaria as pessoas a ter mais apoio e permitiria, também, estudar melhor a covid-19 prolongada e o respetivo quadro de sintomas.</p>
<p>O Serviço Nacional de Saúde britânico anunciou recentemente que vai criar clínicas específicas para estes pacientes, que podem ser “centenas de milhares”. As estimativas do relatório apontam que um em cada 10 infetados pode &#8216;sofrer&#8217; de covid-19 prolongada.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_122027]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 80% das pessoas com covid-19 não apresentam sintomas, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 12:49:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[Das 115 pessoas que receberam um resultado positivo no teste à covid-19, apenas 16 reportaram os principais sintomas que frequentemente associamos ao novo coronavírus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os chamados &#8220;propagadores silenciosos&#8221; do novo coronavírus podem ser mais comuns do que se pensava, de acordo com um estudo do Reino Unido que descobriu que mais de dois terços das pessoas que testaram positivo à covid-19 estavam assintomáticas no dia em que fizeram o teste.</p>
<p>Os investigadores do University College London estudaram dados recolhidos pelo organismo de estatística do Reino Unido, o Office for National Statistics, que tem vindo a reunir regularmente dados de testes de milhares de famílias britânicas durante a pandemia, como parte do seu &#8220;inquérito de infecção&#8221;. O inquérito testa as famílias, quer tenham ou não sintomas.</p>
<p>O estudo, que foi revisto por pares, analisou 36.061 indivíduos que fizeram um teste à covid-19 como parte do inquérito de infecção entre 26 de Abril e 27 de Junho de 2020. Verificou então que 86,1% das pessoas que testaram positivo não reportaram &#8220;sintomas-chave&#8221; associados ao vírus, como tosse, febre ou perda de gosto e/ou cheiro, no dia em que fizeram o teste.</p>
<p>Das 115 pessoas que receberam um resultado positivo no teste, apenas 16 reportaram os principais sintomas que frequentemente associamos ao novo coronavírus.</p>
<p>Os investigadores Irene Petersen e Andrew Phillips concluíram no estudo, publicado esta quinta-feira na revista <em>Clinical Epidemiology</em>, que &#8220;os sintomas da covid-19 são maus marcadores da SARS-CoV-2 (responsável pela doença)&#8221;.</p>
<p>&#8220;Para reduzir a transmissão da SARS-CoV-2 é importante identificar aqueles que são contagiosos. Contudo, pouco se sabe sobre a proporção de pessoas contagiosas que são assintomáticas e potenciais transmissores &#8220;silenciosos&#8221;, observaram os investigadores, citados pelo <em>CNBC.</em></p>
<p>Os resultados do estudo mostram que &#8220;é necessário um programa de testes mais alargado para capturar a transmissão &#8216;silenciosa&#8217; e potencialmente prevenir e reduzir futuros surtos&#8221;, argumentaram os investigadores.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_119550]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Covid-19: Apenas 18% das pessoas ficam de quarentena após desenvolverem sintomas, aponta estudo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/covid-19-apenas-18-das-pessoas-ficam-de-quarentena-apos-desenvolverem-sintomas-aponta-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 11:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
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		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
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		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação também revela que apenas 11% das pessoas em contacto com aqueles que testaram positivo ficaram em casa durante os 14 dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Menos de um quinto das pessoas no Reino Unido que desenvolvem sintomas do novo coronavírus estão a seguir as regras e a cumprir a quarentena em casa, segundo indica um novo estudo britânico.</p>
<p>A investigação conduzida pelo King&#8217;s College London, uma universidade pública do ramo de investigação, mostrou que a maioria das pessoas tencionava obedecer às orientações definidas e ficar em casa durante 14 dias &#8211; cerca de 70% das pessoas sem sintomas disseram que estariam dispostas a fazê-lo.</p>
<p>No entanto, apenas 18% das pessoas que desenvolveram sintomas, entre Março e Agosto, disseram que se tinham auto-isolado para impedir a propagação do novo coronavírus.</p>
<p>Além disso, apenas 11% das pessoas em contacto com alguém que testou positivo à covid-19 disse que tinham ficado em casa durante duas semanas.</p>
<p>Em Inglaterra, as pessoas que desobedecem à ordem de auto-isolamento a partir de 28 de Setembro enfrentam multas até 10 mil libras, anunciou o Governo de Boris Johnson no início desta semana. As multas começam nas mil libras, mas podem aumentar para os que repetem os &#8220;infractores reincidentes&#8221; e para as &#8220;infracções graves&#8221;.</p>
<p>Os cientistas por detrás do estudo de auto-isolamento de mais de 31.000 pessoas sugeriram que deveria ser dado mais apoio financeiro para se ficar em casa.</p>
<p>A investigação descobriu ainda que os homens eram mais propensos do que as mulheres a não seguir as regras, ao lado dos mais jovens, dos que têm filhos, dos que têm baixos rendimentos e de trabalhadores com funções importantes.</p>
<p>&#8220;Os nossos resultados sugerem que os constrangimentos financeiros e as responsabilidades de cuidado impediram a adesão ao auto-isolamento&#8221;, disseram os especialistas, citados pelo <em>Independent</em>.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_116328]]></sapo:autor>
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		<title>Alterações súbitas de humor? Saiba porque deve estar atento a estes sinais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 09:09:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[50+]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alterações humor]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[Da euforia ao desespero. Estes tipos de respostas emocionais podem sinalizar problemas graves de saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que pensamos em doenças graves e em preocupantes problemas de saúde automaticamente acabamos por nos concentrar nos sintomas físicos associados. Tendemos a acreditar que as manifestações iniciais de um certo problema serão sentidas fisicamente através de dores, desconfortos, perda de sentidos, etc.</p>
<p>No entanto a verdade é que em muitos casos os primeiros sinais de que algo não está certo podem ser emocionais. Frequentemente desvalorizamos sintomas como uma maior irritabilidade ou nervosismo. Pensamos, por exemplo, que se tratam de consequências naturais após um mau dia no emprego ou após uma discussão com um amigo.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/10-dicas-para-nao-entrar-em-depressao/" target="_blank" rel="noopener">10 dicas para não entrar em depressão</a>]</p>
<p>A verdade é que este tipo de mudança de humor podem ser sintomas iniciais de problemas graves de saúde, como o Parkinson, a diabetes e doenças cardiovasculares. Eis alguns exemplos que demonstram bem como certas respostas emocionais estão associadas a doenças preocupantes.</p>
<p>Mantenha-se vigilante!</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Sensação de desespero: Doença cardíaca</strong></li>
</ol>
<p>Um sentimento intenso de que algo vai correr terrivelmente mal pode ser um sinal de que algo não está bem com a saúde do seu coração. Isto acontece porque este tipo de sintoma pode ser o resultado de uma falta de oxigénio no sangue. De acordo com a <em><a href="https://www.dukehealth.org/blog/womens-intuition-detects-heart-trouble" target="_blank" rel="noopener">Duke University Health System</a></em>, as mulheres parecem ter uma maior tendência a registar este tipo de sintoma antes de sofrer um ataque cardíaco.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Desorientação: Doença nos pulmões</strong></li>
</ol>
<p>Os pacientes que sofrem de doenças crónicas nos pulmões registam um risco superior de serem afetados por confusão ou desorientação. Habitualmente as pessoas que sofrem com uma doença pulmonar crónica obstrutiva podem acabar por registar infeções e pneumonias mais frequentes, que diminuem os níveis de oxigénio que chegam ao cérebro. Isto resulta numa maior sensação de confusão e desorientação.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Alterações de humor: Parkinson</strong></li>
</ol>
<p>Este é um dos sinais iniciais mais comuns da Doença de Parkinson. Isto acontece sobretudo porque este problema médico afeta os níveis de dopamina produzidos pelo organismo. Este é o neurotransmissor que nos faz sentir bem. Ora sempre que as células responsáveis pela produção de dopamina morrem isso resulta numa alteração na disposição emocional do paciente, assim como na sua capacidade de mobilidade.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Apatia: Alzheimer</strong></li>
</ol>
<p>Uma maior apatia ou falta de motivação está muito relacionada com a doença de Alzheimer, no entanto é um sintoma que acaba por ser frequentemente desvalorizado. Este tipo de sinal pode ser o resultado das alterações cognitivas provocadas por esta doença neurológica.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Irritabilidade: Doença de Huntington</strong></li>
</ol>
<p>De acordo com um <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0165178112001503" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> de 2012 publicado na <em>Psychiatry Research</em>, uma maior irritabilidade é um dos sintomas mais associados à doença de Huntington. Este é um problema de saúde grave que causa a deterioração e morte de certas células cerebrais. Os danos provocados no núcleo caudado do cérebro podem, em particular, afetar a capacidade de as pessoas controlarem as suas emoções, tornando mais frequentes as exaltações negativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/por-que-surge-a-osteoporose/" target="_blank" rel="noopener">Tudo sobre a Osteoporose: a doença que ataca silenciosamente</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_375572]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Azia: conheça as causas e saiba como aliviar os sintomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 14:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[50+]]></category>
		<category><![CDATA[azia]]></category>
		<category><![CDATA[causas]]></category>
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		<category><![CDATA[esofago]]></category>
		<category><![CDATA[estomago]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[Perceba aquilo que pode (e deve) fazer para reduzir o ardor e desconforto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A azia é um problema comum que afeta milhares de pessoas. Este corresponde a um ardor e desconforto habitualmente provocado pelo refluxo do suco gástrico em direção ao esófago, que se mostra incapaz de bloquear este “avanço”.</p>
<p>De acordo com o portal Rota Saúde, 1 em cada 5 portugueses chega ao médico de família com queixas de uma sensação de queimadura que sobe da parte de trás do peito até à garganta. Sendo certo que este não corresponde a um problema de saúde grave, a verdade é que pode ser algo incapacitante.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/estes-sao-os-5-piores-alimentos-para-a-sua-saude-digestiva/" target="_blank" rel="noopener">Estes são os 5 piores alimentos para a sua saúde digestiva</a>]</p>
<p>É fundamental saber o que pode fazer para evitar ou diminuir os impactos mais negativos deste problema. Em primeiro lugar deve tentar corrigir alguns hábitos alimentares prejudicais assim como algumas rotinas do seu dia-a-dia. Caso o problema persista durante vários dias é importante que consulte um médico capaz de fazer um diagnóstico exato do problema.</p>
<p>Recentemente o portal Tua Saúde reuniu um conjunto de dicas que prometem ajudar a diminuir a frequência do aparecimento deste ardor e diminuir a intensidade do desconforto sempre que ele surge. Eis as principais conclusões:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Como evitar e tratar a azia?</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Evitar certos alimentos prejudiciais</strong></li>
</ol>
<p>Neste caso deve procurar não ingerir ingredientes e alimentos capazes de fomentar a produção de um maior suco gástrico. Alimentos difíceis de ingerir, ricos em gordura, açucares e conservantes devem ser evitados. Tudo aquilo que seja mais “industrializado” e menos fresco irá acentuar os sintomas mais negativos. De resto existem igualmente alimentos naturais que podem provocar uma maior azia, como as frutas cítricas, pimentas, álcool, cafeína, vinho, etc.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Ir dormir duas horas após a última refeição</strong></li>
</ol>
<p>As pessoas que sofrem mais de azia tendem a ter uma boca do estômago mais aberta do que o habitual. Como tal se escolherem ir deitar-se logo após a refeição é provável que o suco gástrico acabe por subir até ao esófago e provoque um maior desconforto. Tente sempre ir deitar-se após o concluir da digestão. Adicionalmente é recomendado que se deite de lado, de forma a dificultar a eventual subida do suco gástrico.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Reduzir a quantidade de comida nos pratos</strong></li>
</ol>
<p>Esta é uma dica essencial. Quanto mais cheio estiver o estômago mais suco gástrico terá que ser produzido, podendo assim acabar por gerar azia. É recomendado que coma doses mais pequenas às refeições e privilegie alguns ingredientes de fácil digestão. Legumes, verduras e frutas não cítricas deverão fazer parte das suas escolhas alimentares habituais.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Não beber e comer ao mesmo tempo</strong></li>
</ol>
<p>Caso tenha um historial de azia é desaconselhado que beba líquidos durante as refeições. Mesmo que seja água ou sumos naturais. A verdade é que o ácido digestivo presente no estômago acaba por se multiplicar sempre que é misturado com outro tipo de líquidos. Isto irá ajudar a que ele se possa espalhar pelo organismo. Como tal deve apenas consumir líquidos antes ou depois das refeições. O consumo de sopas e caldos é igualmente desaconselhado.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Não “saltar” refeições</strong></li>
</ol>
<p>Mesmo durante o sono o seu corpo irá produzir suco gástrico. Como tal é importante que não salte refeições e que procure ir comendo de 3 em 3 horas ao longo do dia. Desta forma irá evitar que a mucosa do estômago esteja exposta diretamente, durante muito tempo, aos ácidos digestivos. Este tipo de contacto direto prolongado irá acentuar tanto o ardor como o desconforto e pode inclusive “ajudar” a criar úlceras gástricas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/da-papaia-ao-kimchi-estes-sao-os-5-alimentos-que-realmente-ajudam-a-aliviar-os-gases/" target="_blank" rel="noopener">Da Papaia ao Kimchi. Estes são os 5 alimentos que realmente ajudam a aliviar os gases</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_375509]]></sapo:autor>
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		<title>Desconforto pulmonar? Conheça os sinais e sintomas a que deve estar mais atento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/desconforto-pulmonar-conheca-os-sinais-e-sintomas-a-que-deve-estar-mais-atento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 10:38:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[50+]]></category>
		<category><![CDATA[desconforto]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
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		<category><![CDATA[sinais]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tempos de Covid-19 é essencial que proteja alguns dos órgãos mais vitais de todo o seu organismo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que acontece com outros órgãos do nosso corpo, a verdade é que normalmente é fácil perceber quando algo não está bem com os nossos pulmões. Torna-se mais simples detetar alguma irregularidade com a nossa respiração &#8211; atividade que fazemos permanentemente – do que com o funcionamento dos nossos rins ou cérebro, por exemplo.</p>
<p>No entanto é essencial conhecer bem os sintomas mais preocupantes de forma a poder reagir de forma adequada aos mesmos. Sobretudo agora que vivemos num mundo assolado por um coronavírus que “ataca” em particular os nossos pulmões e função respiratória torna-se ainda mais importante sabermos proteger estes órgãos vitais.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/5-alimentos-essenciais-para-a-saude-do-seu-coracao-segundo-uma-especialista/" target="_blank" rel="noopener">5 alimentos essenciais para a saúde do seu coração, segundo uma especialista</a>]</p>
<p>De maneira geral deve sempre monitorizar com atenção a forma como está a respirar. Especialmente nesta fase não é recomendado que ignore sintomas que interfiram com a sua capacidade respiratória e que possam comprometer o seu bem-estar.</p>
<p>Eis alguns dos sinais e sintomas a que deve estar mais atento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Tosse seca e persistente</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Se estiver com uma tosse constante que parece não desaparecer independentemente do que faça, então o melhor é mesmo consultar um especialista. Especialmente se esta tosse for seca – e não envolver muco – isso poderá ser um sinal de coronavírus, pelo que deve redobrar a sua atenção. Neste momento o recomendado será que ligue para linha telefónica do SNS 24, de forma a receber indicações sobre como prosseguir.</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>Dificuldade em respirar fundo</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Caso perceba que está a registar uma dificuldade superior em respirar fundo, este poderá ser um sinal de uma doença obstrutiva pulmonar crónica (DPOC). Este é um problema que se desenvolve gradualmente ao longo do tempo e que está muito associado a um consumo regular de tabaco. À medida que se envelhece esta dificuldade respiratória terá tendência a agravar-se. Visto que a intensidade dos sintomas pode variar é importante que consulte um especialista médico capaz de fazer um diagnóstico adequado e delinear um tratamento.</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Falta de ar em momentos estranhos</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>É normal que em certos momentos do seu dia-a-dia possa sentir alguma falta de ar temporária, por exemplo após uma sessão de atividade física ou após subir um lance mais comprido de escadas. O que já não será tão normal é se este tipo de situação acontecer sem qualquer tipo de justificação. Caso perceba que está com falta de ar ao fazer tarefas comuns então isso poderá ser um sintoma de algo mais grave como uma fibrose pulmonar, uma DPOC ou até pode ser indicativo da existência de um tumor.</p>
<ol start="4">
<li>
<h5><strong>Som agudo no momento de respiração</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Ao inspirar ou expirar ouve algum tipo de som agudo semelhante a um apito? Este é um sinal que não deve nunca ser ignorado. Pode ser explicado por uma qualquer doença pulmonar, infeção respiratória, asma, entre outros. É importante que marque uma consulta com o seu médico de forma a perceber exatamente qual é o problema em questão.</p>
<ol start="5">
<li>
<h5><strong>Dor frequente e constante no peito</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Sendo certo que uma dor no peito pode ser frequentemente causada por algum problema na função cardíaca, é também verdade que esta pode ser explicada por algum problema nos pulmões. Por exemplo este é um sintoma comum em casos de cancro no pulmão, no qual o tumor pode gerar progressivamente uma maior pressão nos nervos ou causar um aperto do peito. Assim, sempre que registar algum tipo de dor no peito ao rir, tossir ou respirar, dê a devida atenção a este problema.</p>
<ol start="6">
<li>
<h5><strong>Tossir sangue</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Este é um sintoma que jamais deve ser ignorado. Tossir sangue é frequentemente sinal de algo grave que necessita de um cuidado imediato. O sangue pode ser proveniente tanto dos pulmões como dos tubos pulmonares e é um sintoma associado a situações graves como cancro pulmonar, tuberculose, bronquites, bronquiectasias ou pneumonia. Se começar a tossir grandes quantidades de sangue deve dirigir-se de imediato às urgências ou ligar para o INEM.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/vai-ser-possivel-diagnosticar-a-diabetes-com-uma-so-amostra-de-sangue/" target="_blank" rel="noopener">Vai ser possível diagnosticar a diabetes com uma só amostra de sangue</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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