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	<title>motivaçao &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Esqueça a segunda-feira… este é o pior dia da semana para o seu humor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 07:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[London School of Economics and Political Science (LSE).]]></category>
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		<category><![CDATA[Rotina]]></category>
		<category><![CDATA[terça-feira]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe um momento na semana em que a motivação cai, o stress aumenta e o tempo parece arrastar-se. E não, não é à segunda-feira. Segundo a ciência, é na terça-feira que o desgaste se torna mais evidente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante muitos anos, a segunda-feira foi apontada como o dia mais temido da semana. O regresso ao trabalho, o fim do descanso e a quebra do ritmo do fim de semana ajudaram a consolidar essa ideia. No entanto, a ciência vem contrariar essa perceção: afinal, não é a segunda-feira o pior dia &#8211; é a terça-feira.</p>
<p>De acordo com o Huffpost, um estudo conduzido pela London School of Economics (LSE), com mais de 22 mil participantes, concluiu que a terça-feira é o dia em que as pessoas se sentem pior. A investigação baseou-se em dados recolhidos em tempo real através da aplicação móvel Mappiness, que monitorizou o bem-estar dos utilizadores ao longo do dia.</p>
<p>Os resultados mostram uma tendência clara: é à terça-feira que se verifica uma maior quebra de humor, acompanhada por níveis mais elevados de stress, menor energia e uma maior sensação de rotina.</p>
<p>À primeira vista, faria sentido que a segunda-feira fosse o dia mais difícil. No entanto, os investigadores explicam que esse dia ainda beneficia do chamado “efeito de fim de semana”. Ou seja, apesar do regresso às obrigações, existe ainda algum impacto positivo do descanso, do lazer e da desconexão dos dias anteriores.</p>
<p>Esse efeito funciona como uma espécie de amortecedor emocional. O verdadeiro impacto surge na terça-feira, quando essa sensação desaparece por completo. Nessa altura, o corpo e a mente já estão totalmente mergulhados na rotina de trabalho, mas o próximo fim-de-semana ainda parece distante, o que intensifica a sensação de desgaste.</p>
<p>A terça-feira não está isolada neste fenómeno. Outras investigações, incluindo uma análise publicada no The Journal of Positive Psychology com quase 340 mil pessoas, indicam que o humor tende a piorar entre terça e quinta-feira.</p>
<p>Durante este período, as pessoas reportam níveis mais baixos de motivação e satisfação. Em contraste, sexta-feira e sábado surgem como os dias mais positivos, associados ao lazer e ao descanso.</p>
<p>Este padrão revela uma espécie de “curva emocional semanal”: após o impulso positivo do fim de semana, há uma descida progressiva que atinge o ponto mais baixo no início da semana de trabalho real &#8211; precisamente na terça-feira.</p>
<p>Um dos principais fatores por detrás desta sensação é a perceção de rotina. A terça-feira é o momento em que as tarefas acumuladas se tornam mais evidentes e o tempo parece passar mais lentamente.</p>
<p>Ao contrário da segunda-feira, que ainda traz consigo uma sensação de recomeço, a terça-feira não oferece esse estímulo psicológico. Também não existe ainda a expectativa de descanso iminente, o que reforça a ideia de que a semana ainda vai a meio ou pior, que ainda falta muito para terminar.</p>
<p>Especialistas descrevem este dia como um “vazio” na semana, onde a motivação diminui e as obrigações parecem mais pesadas, com impacto direto no bem-estar.</p>
<p>Apesar desta tendência geral, os especialistas sublinham que o humor não é fixo e pode ser influenciado por hábitos diários. Manter uma rotina equilibrada, fazer pausas ao longo do dia e praticar atividade física são estratégias que ajudam a melhorar os níveis de energia.</p>
<p>Dividir tarefas em objetivos mais pequenos também pode reduzir a sensação de sobrecarga. Além disso, fatores como alimentação, descanso e interação social desempenham um papel importante na forma como cada pessoa vive a semana.</p>
<p>Pequenos momentos de prazer, como ouvir música ou planear algo agradável, podem fazer a diferença e transformar a experiência da terça-feira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_752026]]></sapo:autor>
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		<title>Sabe o que motiva cada geração no local de trabalho? Este estudo dá a resposta (surpreendente, em alguns casos)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sabe-o-que-motiva-cada-geracao-no-local-de-trabalho-este-estudo-da-a-resposta-surpreendente-em-alguns-casos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 12:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[50+]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[human resources PT]]></category>
		<category><![CDATA[motivaçao]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estudo “Motivação de Geração em Geração” da EY Portugal questionou 1300 trabalhadores portugueses, de diferentes gerações, para saber quais os fatores que mais impactam a sua motivação no local de trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De entre as quatro gerações que, atualmente, coexistem no mercado de trabalho – Baby Boomers, Geração X, Millennials e Geração Z – são os primeiros que se mostram mais impactados pelos desafios impostos pela pandemia. De acordo com o estudo, são estes trabalhadores, com uma média de idade de 60 anos, quem mais sente os efeitos do atual contexto. O impacto é mais expressivo na importância que atribuem hoje ao espaço físico de trabalho: se, antes, era a geração que menos importância atribuía ao local de trabalho, é agora aquela que mais o privilegia. Da mesma forma, passaram a colocar mais peso em temas como o equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal, priorizando a necessidade de serem informados sobre a estratégia da empresa. Passaram, também a valorizar mais a autonomia na função desempenhada.</p>
<p>O estudo “Motivação de Geração em Geração” revela que  a obrigatoriedade do teletrabalho imposta nos últimos meses a uma grande fatia da população trabalhadora em Portugal veio também trazer maior dinâmica à forma como as gerações valorizam a proximidade entre o local de trabalho e o local de residência. Antes da pandemia, mais de  metade dos participantes Millennials (nascidos entre 1980 e 1995) e da Geração Z (nascidos a partir 1996) consideravam esta proximidade relevante; agora, apenas um terço.</p>
<p>Impelidos também pelo atual contexto, todas as gerações auscultadas atribuem, atualmente, mais importância à inovação tecnológica da empresa para a qual trabalham. Por outro lado, antes do surto de Covid-19, eram as gerações mais jovens quem mais ponderava sair da empresa no próximo ano. Agora, são os Baby Boomers quem mais equaciona essa possibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>O que valorizam as diferentes gerações?</strong></h5>
<p>Os <strong>Baby Boomers</strong> valorizam o reconhecimento do seu trabalho e de um bom ambiente de trabalho, sendo, dos que mais privilegiam a autonomia. A colaboração e entreajuda entre colegas é também um factor fundamental para esta geração, que se mostra mais conservadora: por exemplo, apenas uma pequena minoria valoriza um ambiente de trabalho mais informal.</p>
<p>Também os participantes da <strong>Geração X</strong> (nascidos entre 1961 e 1979) consideram ser importante a manutenção de um bom ambiente laboral, assim como o reconhecimento do seu trabalho. E contrariando a ideia de que são workaholics, estes profissionais garantem que um dos fatores que mais apreciam é o equilíbrio entre a vida laboral e a esfera pessoal. Em contrapartida, a maioria diz-se insatisfeita com o seu pacote de benefícios, sublinhando que a remuneração é um factor determinante para a escolha de novos projetos profissionais. Por isso, para se sentirem realizados necessitam de remuneração adequada e reconhecimento profissional.</p>
<p>Por seu turno, os <strong>Millennials</strong> apresentam dois traços muito distintivos: não só consideram relevante o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, como querem ver o seu trabalho reconhecido. E destacam-se das gerações anterior pela importância que dão à formação e ao desenvolvimento como drivers motivacionais, privilegiando oportunidades de crescimento. Contudo, apenas uma minoria considera que a função que desempenha lhe permite desenvolver novas competências. Talvez por isso, só um número reduzido dos participantes que se encaixam nesta faixa etária admita que se sente desafiado profissionalmente.</p>
<p>Finalmente, a <strong>Geração Z</strong>, que começou a entrar mais recentemente para o mercado de trabalho, quer ter perspetivas de evolução na carreira. Afirmam que necessitam de ter oportunidades de crescimento e a remuneração adequada para se sentirem realizados. Valorizam menos a autonomia e mostram alguma inquietação, procurando novos projetos profissionais, sublinhando que não se sentem desafiados profissionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(artigo originalmente publicado no site <a href="https://hrportugal.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Human Resources Portugal</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_378536]]></sapo:autor>
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		<title>O seu filho adulto tem falta de motivação? Perceba de que forma os pais devem ajudar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 16:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[50+]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[filho]]></category>
		<category><![CDATA[jovem adulto]]></category>
		<category><![CDATA[motivaçao]]></category>
		<category><![CDATA[parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Saber o que fazer pode ser tão importante como saber o que não fazer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para além da crise sanitária e de saúde pública, a pandemia provocada pela Covid-19 tem provocado uma igualmente intensa crise familiar e emocional. Alguns dos principais problemas das famílias foram exacerbados por este fenômeno epidemiológico.</p>
<p>Em particular, o desemprego, a instabilidade financeira e o isolamento social têm sido capazes de prejudicar o bem-estar e a motivação dos jovens adultos, que neste momento olham para o seu presente e futuro com níveis baixos de confiança.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/5-razoes-que-explicam-porque-magoamos-quem-mais-amamos/" target="_blank" rel="noopener">5 razões que explicam porque magoamos quem mais amamos</a>]</p>
<p>Muitos destes jovens vivem ainda em casa dos seus pais – muito por culpa das dificuldades financeiras – e como tal, estes sofrem também com as frustrações dos seus filhos. Esta situação pode criar uma enorme tensão na relação parental, assim como uma falta de compreensão mutua.</p>
<p>A falta de independência dos filhos transtorna os pais. A pressão de terem que continuar a apoiar financeiramente, o facto de muitas vezes serem apontados como culpados pelo fracasso dos filhos e os comportamentos infantis que se perpetuam, etc. Tudo isto contribui para o desgosto dos pais.</p>
<p>De forma a ajudar os filhos a ultrapassar estes momentos mais difíceis existem algumas coisas que os pais devem fazer e outras que devem evitar a todo o custo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que não deve fazer:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Injetar mais culpa.</strong> Os pais que usam sentimentos de culpa para controlar os seus filhos acabam por arriscar aliená-los por completo, agravando os problemas.</li>
<li><strong>Fazer comentários sarcásticos.</strong> Este tipo de frase e expressões mais negativas podem magoar os filhos e enfraquecer a comunicação parental.</li>
<li><strong>Fazer ameaças.</strong> Raramente são eficazes. O mais provável é que apenas consiga fazer com que os seus filhos adultos se sintam mais frágeis e irritados. Este tipo de ressentimentos pode aumentar os conflitos.</li>
<li><strong>Negar os seus sentimentos</strong>. Quando os seus filhos lhe explicam como se sentem é fundamental que não desvalorize esses sentimentos. Mesmo que não concorde com a forma como eles se estão a sentir, não deve nunca desvalorizar as emoções deles.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que deve fazer:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Assinale os aspetos positivos.</strong> Procure gerar sempre que possível uma “bolha de motivação”. Isto poderá ser concretizado se demonstrar a capacidade se concentrar nos aspetos mais positivos do comportamento do seu filho adulto. Destaque sempre os momentos em que ele revela intuição, persistência e motivação.</p>
<p>Sendo certo que não deve ignorar os aspetos mais negativos do seu comportamento, a verdade é que a nossa atenção é seletiva pelo que quanto mais se focar no positivo, mais facilmente conseguirá ver as melhorias.</p>
<p>Este apoio será fundamental para continuar a inspirar o seu filho a não desistir. Garantindo que ele percebe que você está disponível para o ouvir e para o “aplaudir” sobretudo quando as coisas correm bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Mantenha-se calmo, assertivo e não-controlador.</strong> Este tipo de postura irá garantir que consegue manter as suas conversas construtivas, evitando ameaças, conflitos e lutas de poder. Acima de tudo um pai ou uma mãe deve procurar funcionar como uma espécie de “coach” emocional. Não deixe de acompanhar o seu filho e de perceber o que este tem feito, mas não exerça uma pressão ou um controlo avassalador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/nao-tem-uma-boa-relacao-com-o-seu-irmao-saiba-como-lidar-com-a-situacao/" target="_blank" rel="noopener">Não tem uma boa relação com o seu irmão? Saiba como lidar com a situação</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_377480]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>5 dicas para recuperar a sua motivação em tempos de Covid-19</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/5-dicas-para-recuperar-a-sua-motivacao-em-tempos-de-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2020 13:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[50+]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[motivaçao]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<category><![CDATA[objetivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Cansado da pandemia? Perceba como pode (e deve) dar a volta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início do surto da crise sanitária que ainda enfrentamos encontrar a motivação e capacidade de concentração para desempenhar as tarefas relacionadas com o nosso emprego ou com a nossa escola foi certamente um desafio. A preocupação e o medo tomaram conta dos nossos dias. Tudo o resto tornou-se secundário.</p>
<p>Passados mais de 5 meses, procuramos agora regressar a uma nova normalidade, no entanto este ajuste não tem sido fácil para todos. A incerteza sobre o futuro, a falta de esperança relativa ao fim deste “pesadelo”, os desafios físicos e mentais de uma falta de liberdade de movimentos, tudo isto continua a assombrar os nossos dias.</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/fatiga-provocada-pela-pandemia-eis-10-sinais-a-que-deve-estar-atento/" target="_blank" rel="noopener">Fatiga provocada pela pandemia? Eis 10 sinais a que deve estar atento</a>]</p>
<p>Permanecer motivado e focado nas nossas tarefas ou objetivos diários tornou-se assim mais difícil do que nunca. Compreender estes desafios é certamente o primeiro passo para os conseguirmos ultrapassar. Apesar da pandemia ser uma situação sem precedentes na nossa vida, isso não significa que não existam formas de procurar gerir melhor estes momentos mais incertos.</p>
<p>Conheça agora 5 estratégias fundamentais, recomendadas pelo portal <em>Psychology Today</em>, que prometem ajudar a recuperar um pouco da sua motivação, mantendo-o alinhado e emocionalmente positivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h5><strong>Definir objetivos claros e realistas</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Esta é uma excelente forma de incrementar a nossa motivação. A verdade é que quando nos sentimos algo perdidos ou dispersos pode ser extremamente complicado ter a disciplina mental para agir e concretizar tarefas. É preciso conhecer a direção para onde desejamos ir. Os nossos objetivos funcionam exatamente para isto: para nos guiar.</p>
<p>Na definição destes objetivos procure privilegiar coisas relativamente simples, que possam ser medidas e concretizadas. Não tente ser demasiado ambicioso pois isso pode gerar uma maior frustração. Um passo de cada vez. Seja na sua vida profissional ou pessoal, para melhorar a sua saúde ou aparência física, deve sempre ter ciente quais os seus reais objetivos.</p>
<ol start="2">
<li>
<h5><strong>Enfrente as suas tarefas diárias</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Ter objetivos pode ser determinante para definir uma estrutura de futuro capaz de guiar os seus dias. No entanto isso nem sempre é suficiente para assegurar a sua motivação diária, especialmente quando temos muito para fazer e pouca vontade para o concretizar.</p>
<p>Planear antecipadamente as tarefas de cada dia é uma importante sugestão para auxiliar este processo. Escrever logo de manhã uma lista de tudo aquilo que temos para fazer ao longo do dia é eficaz na redução da nossa ansiedade, “limpando” a nossa mente e oferecendo uma sensação de maior controlo. Sempre que termina uma tarefa pode riscar da sua lista esse item para sentir uma pequena (mas gratificante) recompensa.</p>
<ol start="3">
<li>
<h5><strong>Construir uma rotina</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Controlar o nosso tempo e os nossos horários é sem dúvida essencial para proteger a nossa motivação. Numa altura em que tudo é tão incerto e em que tudo pode mudar tão rapidamente, garantir algum maior controlo sobre o nosso dia-a-dia vai sem dúvida fazer sentir-nos melhor.</p>
<p>Procure criar hábitos e rotinas fixas para os seus dias. Porventura pode começar todos os dias com uma chávena de café. À tarde pode apostar num passeio de 15 minutos. No final do dia pode ir dar uma corrida, por exemplo. Estes tipos de coisas irão ajudar a controlar as suas emoções, oferecendo ao seu dia alguma importante previsibilidade que o irá fazer sentir mais calmo e seguro.</p>
<ol start="4">
<li>
<h5><strong>Fortaleça o seu cuidado pessoal</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Nestes momentos mais desafiantes e angustiantes é determinante que seja bom e sensível consigo próprio. Caso não seja cuidadoso poderá facilmente sucumbir a um maior estado de stress e ansiedade que destrua o seu bem-estar. Assim, é fundamental que dedique parte do seu tempo a fazer coisas que contribuam para a sua saúde física e mental.</p>
<p>Sempre que comece a sentir que está a ter dificuldades em concentrar-se na finalização de uma determinada tarefa pode ser útil parar por uns minutos para fazer algo mais agradável que o motive mais. Este intervalo vai ajudar a recuperar a sua concentração, permitindo que passado um curto espaço de tempo a volte a utilizar para terminar a tarefa. Vá fazendo este tipo de paragem para evitar um <em>burnout</em> psicológico.</p>
<ol start="5">
<li>
<h5><strong>Socialização</strong></h5>
</li>
</ol>
<p>Uma outra estratégia bastante relevante para assegurar a sua motivação &#8211; especialmente ao trabalhar a partir de casa &#8211; é procurar estimular as suas conexões sociais. Todos somos diferentes e para algumas pessoas a interação com os outros pode ser um aspeto bem determinante para a sua motivação e produtividade. Sem a proximidade dos colegas, amigos ou familiares, algumas pessoas sentem-se bastante perdidas e isoladas. Isto enfraquece a motivação para concretizar as tarefas necessárias. Deve garantir que mantém, seja de forma presencial ou remota, um contacto frequente com os outros. Faça uso das tecnologias ou simplesmente combine um café para assegurar que não se sente isolado do resto do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Leia também: <a href="https://foreveryoung.sapo.pt/regresso-as-aulas-5-dicas-para-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade-dos-mais-novos/" target="_blank" rel="noopener">Regresso às aulas. 5 dicas para ajudar a reduzir a ansiedade dos mais novos</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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