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	<title>e-commerce &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 28 Jul 2025 11:25:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bruxelas ameaça Temu com multa multimilionária por não impedir a venda de produtos ilegais na plataforma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 11:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Temu]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o executivo da UE, há evidências de que "há um alto risco para os consumidores da UE encontrarem produtos ilegais na plataforma", particularmente itens como brinquedos de bebé e pequenos dispositivos eletrónicos, apontou a Comissão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia ameaçou, esta segunda-feira, a gigante de e-commerce Temu com uma multa após concluir preliminarmente que a empresa chinesa viola a Lei Europeia de Serviços Digitais (DSA) por não avaliar adequadamente o risco de vender produtos ilegais na sua plataforma. </p>
<p>De acordo com o executivo da UE, há evidências de que &#8220;há um alto risco para os consumidores da UE encontrarem produtos ilegais na plataforma&#8221;, particularmente itens como brinquedos de bebé e pequenos dispositivos eletrónicos, apontou a Comissão.</p>
<p>Bruxelas alegou que a avaliação de risco do Temu, realizada em outubro passado, &#8220;foi insuficiente&#8221;, que &#8220;foi imprecisa e baseou-se em informações gerais da indústria, em vez de detalhes específicos da sua própria plataforma&#8221;, observaram fontes da UE. Isso poderia ter levado a medidas de mitigação inadequadas contra a disseminação de produtos ilegais, alertou a mesma instituição.</p>
<p>Temu tem agora um prazo de &#8220;algumas semanas&#8221; para exercer o seu direito de defesa, analisando o processo de investigação da Comissão e respondendo por escrito, indicaram as fontes. </p>
<p>Se as conclusões preliminares forem confirmadas, a Comissão poderá impor multas de até 6% do faturamento mundial anual da gigante tecnológica e ordenar que tome medidas para sanar a infração. A decisão da Comissão também poderá desencadear um período de supervisão reforçada para garantir o cumprimento das medidas que o fornecedor pretende tomar para sanar a infração.</p>
<p>Bruxelas também declarou que planeia continuar a sua investigação sobre outras supostas violações abertas em outubro de 2024, incluindo a eficácia das medidas de mitigação do Temu, o seu uso de recursos de design viciantes, a transparência dos seus sistemas de recomendação e o acesso dos investigadores aos dados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_653171]]></sapo:autor>
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		<title>Filas de 48 horas e prémios. O primeiro dia da AliExpress em Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Rita Rebelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2019 11:53:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AliExpress]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[expansão europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Salto para outros mercados europeus pode estar para breve. Amazon é a principal rival.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gigante chinesa de e-commerce AliExpress, do grupo Alibaba, inaugurou, no passado domingo, a sua primeira loja física em Espanha, estando prevista a abertura de mais lojas na Europa. Arroyomolinos foi a zona de Madrid escolhida para acolher o espaço, que ajudou a criar 20 empregos.</p>
<p>A abertura da primeira loja AliExpress no Velho Continente representa o primeiro passo num mercado liderado pela retalhista online Amazon. De acordo com o &#8220;El País&#8221;, Espanha é já o terceiro mercado da empresa, ficando apenas atrás dos Estados Unidos e da Rússia.</p>
<p>No dia em que abriu portas, contavam-se duas mil cabeças na fila, prontas a conhecer o espaço, com 740 metros quadrados.<span style="text-transform: initial;"> O espanhol David Cardeno, de 34 anos, era o primeiro. Chegou às nove horas de sexta-feira e dormiu duas noites ao relento para conseguir o prémio prometido às primeiras 500 pessoas a conseguir entrar na loja. «Queria uma trotinete, mas não me deixaram escolher o presente. Vão dar-me um smartphone», disse, na altura, ao diário espanhol. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_30752]]></sapo:autor>
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		<title>Citroën França aposta em e-commerce</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/citroen-franca-aposta-em-e-commerce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 10:37:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorised]]></category>
		<category><![CDATA[Citröen]]></category>
		<category><![CDATA[citroen carstore]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[vendas online citroen]]></category>
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					<description><![CDATA[A Citroën lançou um site denominado de CarStore que marca o seu início nas iniciativas de e-commerce. A ideia é que o cliente possa escolher o modelo que pretende comprar à distância de um clique. Em termos práticos, qualquer pessoa pode comparar modelos online, selecionar o que pretende e entrar diretamente em contato com o ponto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://automonitor.pt/wp-content/uploads/2015/10/citroen.png" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-27758 alignleft" src="http://automonitor.pt/wp-content/uploads/2015/10/citroen.png" alt="citroen" width="544" height="481" /></a><br />
A Citroën lançou um site denominado de<strong><a href="http://www.carstore.citroen.fr/accueil" target="_blank" rel="noopener"> CarStore</a> </strong>que marca o seu início nas iniciativas de e-commerce. A ideia é que o cliente possa escolher o modelo que pretende comprar à distância de um clique.<br />
Em termos práticos, qualquer pessoa pode comparar modelos online, selecionar o que pretende e entrar diretamente em contato com o ponto de venda, responsável pelo modelo em questão. A reserva do automóvel é feita através de uma transferência bancária de 250 euros que permite &#8220;bloquear&#8221; o modelo durante três dias (isto é, o modelo é retirado do ponto de venda).<br />
Em termos de marketing, a Citroën, acredita que esta é uma aposta muita vantajosa para um universo de clientes que cada vez mais prefere serviços simples e imediatos.    	</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_380494]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crescente procura online de componentes automóveis determina tendência</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/crescente-procura-online-de-componentes-automoveis-determina-tendencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Portugal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 09:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acessorios]]></category>
		<category><![CDATA[christoph atz]]></category>
		<category><![CDATA[componentes]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<category><![CDATA[UPS]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa, poupança e comparação são as palavras de ordem que &#8216;pintam&#8217; o panorama mundial das compras online e que se estendem também ao mercado português. O &#8216;e-commerce&#8217; é uma realidade em diversas áreas retalhistas mundiais, incluindo a de venda de acessórios e componentes para automóveis, no âmbito do pós-venda. No entanto, o dia em que os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://automonitor.pt/wp-content/uploads/2015/06/UPS_-_e-commerce1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-15201" src="http://automonitor.pt/wp-content/uploads/2015/06/UPS_-_e-commerce1-1024x595.jpg" alt="UPS_-_e-commerce[1]" width="960" height="558" /></a><br />
Pesquisa, poupança e comparação são as palavras de ordem que &#8216;pintam&#8217; o panorama mundial das compras online e que se estendem também ao mercado português. O &#8216;e-commerce&#8217; é uma realidade em diversas áreas retalhistas mundiais, incluindo a de venda de acessórios e componentes para automóveis, no âmbito do pós-venda. No entanto, o dia em que os automóveis serão vendidos em plataformas online ainda parece estar distante.<br />
“Este novo modelo de consumo mudou os padrões de compra dos consumidores domésticos em muitos aspectos, nomeadamente ao nível da comparação de produtos”, explica Christoph Atz, responsável da UPS em Portugal e Espanha, em entrevista à Automonitor.<br />
Procurando analisar o comportamento dos consumidores online, a empresa de logística e serviços de transporte de mercadorias expresso levou a cabo o estudo &#8220;2014 Pulse of the Online Shopper&#8221;, tendo retirado do mesmo algumas conclusões interessantes. Uma delas prende-se com o facto de o mercado estar perante aquilo a que a UPS apelida de ‘cliente flex’, isto é, “um comprador online que muda facilmente de canais e dispositivos para avaliar e comprar produtos”, acrescenta Atz.<br />
<strong>Portugueses procuram variedade e poupança</strong><br />
No último trimestre de 2014, 4.8 milhões de portugueses acederam a sites de comércio electrónico a partir dos seus computadores pessoais, número que se traduz em 79,7% dos internautas nacionais, segundo os resultados do Netpanel da Marktest.<br />
Mas quem são os consumidores que procuram peças de automóveis para compra na Internet? “Um cliente frequente e experiente, que espera uma experiência de compra conveniente e flexível ao longo de todo o processo”, afirma Atz, sendo que estes utilizadores das plataformas de comércio online, apesar de não possuírem o conhecimento necessário para instalar os componentes sem recorrer a profissionais, “ainda conseguem obter alguma poupança ao comprar online e, claro, garantem acesso a uma ampla variedade e opções de produtos que não seria possível numa loja convencional”.<br />
Numa altura em que a poupança pesa cada vez mais na balança de tomada de decisão dos consumidores, 83% dos inquiridos do estudo da UPS afirmou comparar preços antes de fazer uma compra e mais de metade dos consumidores online de peças e acessórios para automóveis (56%) afirmaram que o preço influencia a sua decisão de compra, prevalecendo sobre marcas e programas de fidelidade.<br />
Este mercado ainda é recente em Portugal e, por isso mesmo, este “terá obrigatoriamente de adaptar alguns aspectos do seu &#8216;modus operandi&#8217; para fazer face às necessidades e expectativas dos seus consumidores”, segundo o responsável da UPS na Península Ibérica.<br />
<strong>Hoje componentes e acessórios, amanhã automóveis? </strong><br />
Christoph Atz acredita que o caminho não será traçado para apenas um canal mas sim por vários, incluindo o online mas não se limitando apenas neste. “Os online shoppers vão reunir informação, preparar-se e poupar tempo na visita à loja física para verificação final do produto e efectivar a sua compra”, afirma, referindo os efeitos que a tecnologia tem vindo a representar para os concessionários, no mundo inteiro.<br />
Nos Estados Unidos, por exemplo, o número médio de visitas aos concessionários caiu de 5 para 1, sendo que um terço dos consumidores norte-americanos coloca a hipótese a compra online do seu próximo automóvel, de acordo com o estudo &#8220;Innovating Automotive Retail&#8221;,  levado a cabo pela consultora McKinsey. Marcas como a <a href="http://automonitor.pt/2015/05/14/novidades/fabricantes-de-automoveis-preparam-entrada-no-mercado-online/" target="_blank" rel="noopener">Volvo, a Hyundai</a> ou a <a href="http://automonitor.pt/2015/05/06/novidades/tesla-vende-model-s-usados-online/" target="_blank" rel="noopener">Tesla </a>já têm em curso programas piloto que visam a compra online de automóveis, em regiões específicas.<br />
O ‘e-commerce’ será assim uma tendência futura que se prevê que cresça quatro vezes mais do que o PIB global, sendo que as transacções internacionais crescerão sete vezes mais. Para corresponder às exigências dos consumidores, o executivo da UPS defende que uma das maiores tendências desta modalidade será a “melhoria da cadeia de abastecimento dos retalhistas com o intuito de melhorar o serviço ao cliente”.    	</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_15122]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>e-commerce: a batalha entre Amazon e eBay</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/e-commerce-a-batalha-entre-amazon-e-ebay/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipa Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2014 15:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[eBay]]></category>
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					<description><![CDATA[Qual a estratégia que a eBay deve seguir para, uma vez mais, recuperar a vantagem sobre a Amazon? João Cotrim comenta o tema]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2014/03/ebay_marketplaces_ipad_logo.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-6489" title="ebay_marketplaces_ipad_logo" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2014/03/ebay_marketplaces_ipad_logo.jpg" alt="ebay_marketplaces_ipad_logo" width="300" height="244" /></a>Como deve a eBay reagir ao crescimento da Amazon.com no e-commerce?</strong></p>
<p>Uma loja virtual bem elaborada pode realmente fazer a diferença para uma empresa. O e-commerce oferece a possibilidade de praticamente todas as pessoas verem os produtos disponíveis em qualquer lugar no mundo, criando novas possibilidades para o público e, assim, gerar mais receitas e rentabilidade.</p>
<p>Ora, dois dos players-chave na revolução do e-commerce têm sido a eBay, Inc e a Amazon.com. Na busca por tirar proveito de todos os recursos relacionados com o e-commerce, estes players têm estado numa renhida &#8220;batalha&#8221; para ganhar vantagem no mercado.</p>
<p>Neste jogo, as duas empresas têm tido altos e baixos. Num ano, uma parece ganhar a posição superior e, logo em seguida, a outra reage e retoma a liderança. Em 2010, a Amazon aparentava ter conseguido o ímpeto e consolidado a sua liderança no mercado. &#8220;O preço das acções da empresa havia crescido a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 37% desde 2001 – mais de seis vezes dos 6% de crescimento da eBay em relação ao mesmo período. Ao longo dos últimos cinco anos, em especial, a sua receita, lucro operacional e receita líquida haviam crescido, em média, a taxas robustas de 32%, 27% e 26%, respectivamente. Por outro lado, a eBay tinha aumentado estes indicadores com taxas de 15%, 14% e 21%. Nomeadamente, o seu núcleo de negócio – Marketplaces – aumentou a sua receita em CAGR de 10% ao ano entre 2005-2010&#8221; (eBay, Inc. e Amazon.com).</p>
<p>Hoje, a pergunta fulcral para a eBay terá de ser: qual a estratégia a seguir para uma vez mais recuperar a vantagem sobre a Amazon? Deverá manter o seu platform business model? Ou, por outro lado, transformar e expandir o seu modelo a novas áreas?</p>
<p>A eBay deve tentar seguir uma estratégia multifacetada – a manutenção do seu platform business model (tendo simultaneamente uma política de leilões e de preço fixo) e expandir o seu modelo de negócio a áreas como serviços para os seus vendedores, incluindo até mesmo o Fulfilment e Marketing (à semelhança do que a Amazon tem feito) –, que deve ser implementada em duas fases distintas. E são elas:</p>
<p><strong>Primeira fase</strong></p>
<p>Face ao seu mais recente &#8220;crescimento lento&#8221;, a eBay deve fazer todos os esforços para manter os seus usuários actuais, uma vez que representam um grande ecossistema sustentado – &#8220;com uma base de 95 milhões de usuários activos e 4,5 mil milhões de listagens&#8221; (eBay, Inc. e Amazon.com). Deverá haver uma política estratégica de melhoria da fundação do seu negócio de leilões nucleares e de preço fixo.</p>
<p>A empresa poderia, por exemplo, &#8220;esforçar-se para atrair mais compradores para o site, elevando os padrões de confiança com um sistema de feedback aperfeiçoado e melhorar a experiência do usuário com a pesquisa e navegação optimizada&#8221;. E, além disso, ela poderia &#8220;expandir a selecção de produtos e atrair mais compradores para o site&#8221; (eBay, Inc. e Amazon).</p>
<p><strong>Segunda fase</strong></p>
<p>A empresa não deve apenas concentrar-se na melhoria do seu negócio de leilões nucleares e de preço fixo nem na redução das listagens e taxas de valor final.</p>
<p>Depois de ter implementado a primeira fase, a eBay deverá também olhar estrategicamente (no sentido de não negligenciar) para a possibilidade de implantação de novos serviços para os seus vendedores (semelhantes os lançados com sucesso pela Amazon) – incluindo o Fulfilment e Interactive Marketing. Não deve negligenciar o efeito positivo tremendo que essas políticas também poderiam ter sobre o seu crescimento. Implementando as mesmas medidas tomadas pelo seu principal concorrente, poderia na realidade ajudar a eBay a recuperar o ritmo e a vantagem na sua batalha com a Amazon.</p>
<p>Complementarmente às duas fases descritas, a eBay também deverá meditar sobre o designo como uma terceira opção estratégica que só deverá ser considerada numa fase posterior: a possível mudança de uma platform business model para um owned-inventory business model semelhante ao da Amazon. Não deverá ter uma viabilidade imediata porque, defendo, é mais prudente dar um passo de cada vez do que colocar em risco toda uma estratégia. Uma estratégia sustentável é aquela em que os lucros devem seguir bem de perto. A eBay deve concentrar-se, em primeiro lugar, no que já tem: os seus usuários actuais. Só então deverá pensar noutros empreendimentos mais desafiantes e estratégias de negócios.</p>
<p>Tal como nas palavras de Hugh Macmillan e Mahen Tampoe, o “objectivo da estratégia é ganhar e isso significa vencer o inimigo ou a competição num jogo que pode ser vencida ou perdida&#8221; (Macmillan e Tampoe, 2010: 23). Na verdade, o foco da eBay é encontrar uma estratégia que possa permitir que vença o seu principal concorrente. Estando sempre consciente de que essa &#8220;batalha&#8221; pode ser &#8220;vencida ou perdida&#8221;, e para aumentar as suas possibilidades de ganhar, a eBay deverá implementar uma estratégia correcta e adequada – uma que siga um passo de cada vez, onde cada passo é bem medido e sustentado.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em><strong>João Cotrim </strong>é mestre em Relações Internacionais pelo ISCSP e em Media &amp; Cultural Analysis pela Loughborough University, Reino Unido. Tem um Executive MBA pelo Robert Kennedy College, Suíça. É professor convidado de Negócios &amp; Cenários Locais e Internacionais no B.I. International, São Paulo, Brasil e consultor em Liderança e Business Representative – União Europeia e África – do Instituto Yiesia, Governança Corporativa &amp; Compliance, São Paulo.</em></span></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_6488]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Jack Ma deixa presidência executiva da Alibaba</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/jack-ma-deixa-presidencia-executiva-da-alibaba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipa Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 10:56:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tema de Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Alibaba]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Ma]]></category>
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					<description><![CDATA[Fundador da empresa chinesa vai afastar-se em Maio da liderança executiva]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2013/01/jackma-101433_copy1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-5875" title="jackma-101433_copy1" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2013/01/jackma-101433_copy1.jpg" alt="jackma-101433_copy1" width="300" height="244" /></a>O CEO da maior empresa de comércio online da China vai abandonar a presidência executiva em Maio. Jack Ma mantém-se, no entanto, como chairman e responsável pela estratégia e promoção do talento da Alibaba.</strong></p>
<p>«Com 48 anos, já não sou “jovem” para o negócio da Internet», justificou Jack Ma no seu blogue pessoal, acrescentando que pretende ceder a liderança da firma a uma nova geração de executivos.</p>
<p>A administração ainda não divulgou o nome do sucessor de Jack Ma, que assumirá funções em Maio. O fundador da empresa tem sido um CEO marcante, pelo seu estilo de liderança. É-lhe atribuído um valor de 3,4 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) e foi classificado como o 11º homem mais rico da China, em 2012.</p>
<p>A Alibaba, fundada em 1999, foi avaliada em 40 mil milhões de dólares (cerca de 30 mil milhões de euros) quando fechou um negócio para a compra de acções da Yahoo.</p>
<p>Segundo um estudo recente da Euromonitor, a Tmall, empresa pertencente à Alibaba, irá ultrapassar a Amazon em 2015, tornando-se o maior site de e-commerce.</p>
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