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	<title>CrowdStrike &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>A sua conta pode ser esvaziada em 27 segundos: IA está a acelerar o cibercrime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 18:41:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Tempo médio de acesso inicial às redes empresariais reduziu-se 65% face a 2024]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ataques cibernéticos facilitados por inteligência artificial dispararam 89% no último ano, ao mesmo tempo que o tempo necessário para os criminosos acederem à infraestrutura de uma empresa caiu para apenas 29 minutos. Os dados constam do “Relatório Global de Ameaças 2026”, divulgado pela CrowdStrike e citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, que alerta para uma aceleração sem precedentes das capacidades ofensivas no ciberespaço.</p>
<p>Segundo o El Economista, o tempo médio de acesso inicial às redes empresariais reduziu-se 65% face a 2024. O caso mais extremo observado pela empresa de cibersegurança registou uma intrusão em apenas 27 segundos. A conclusão é clara: a IA não está apenas a multiplicar o número de ataques, está também a torná-los mais rápidos e sofisticados.</p>
<p>O relatório indica que os criminosos utilizam a inteligência artificial sobretudo para reconhecimento, roubo de credenciais e evasão de sistemas de segurança. Entre os exemplos citados está o grupo FANCY BEAR, associado à Rússia, que terá recorrido ao malware LAMEHUG, baseado num modelo de linguagem de grande dimensão (LLM), para automatizar a recolha de documentos.</p>
<p>Outro caso mencionado pelo &#8216;El Economista&#8217; envolve o grupo PUNK SPIDER, que utilizou scripts gerados por IA para acelerar o roubo de credenciais e apagar vestígios digitais. Já o ator FAMOUS CHOLLIMA, ligado à Coreia do Norte, terá recorrido a identidades criadas por IA para infiltrar operações internas.</p>
<p>As intrusões propagam-se agora através de identidades consideradas confiáveis, aplicações de Software como Serviço (SaaS) e infraestruturas em nuvem, misturando-se com atividades legítimas e dificultando a deteção. Além disso, os próprios sistemas de inteligência artificial tornaram-se alvo, com comandos maliciosos inseridos em ferramentas de IA generativa em mais de 90 organizações.</p>
<p>O relatório aponta ainda para a exploração de vulnerabilidades em plataformas de desenvolvimento de IA, permitindo a instalação de ransomware e a criação de servidores falsos que simulam serviços legítimos para intercetar dados sensíveis.</p>
<p>A CrowdStrike monitoriza mais de 280 grupos identificados e registou um aumento de 38% nas operações ligadas à China e superior a 130% nas associadas à Coreia do Norte. Também se verificou um crescimento significativo na exploração de vulnerabilidades de dia zero, com 42% das falhas a serem exploradas antes da divulgação pública.</p>
<p>No que respeita à computação em nuvem, as intrusões aumentaram 37% no total, mas dispararam 266% quando associadas a agentes estatais, que utilizam estes ambientes para recolha de informação estratégica.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; sublinha que a corrida tecnológica entre inovação e exploração criminosa está a intensificar-se, exigindo respostas cada vez mais rápidas e sofisticadas por parte das equipas de segurança.</p>
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