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	<title>consumidores &#8211; Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Telecomunicações: preços descem, mas os consumidores continuam a reclamar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da descida dos preços nas telecomunicações em Portugal, o número de reclamações continua a aumentar, revelando um paradoxo num dos mercados mais competitivos dos últimos anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de o sector das telecomunicações atravessar a maior pressão competitiva dos últimos anos, com a entrada da DIGI no final de 2024 a forçar MEO, NOS, Vodafone e respetivas marcas low-cost a baixar mensalidades, o número de queixas dirigidas aos operadores não para de crescer. Segundo o último relatório anual da ANACOM, em 2025 foram registadas cerca de 106,4 mil reclamações dirigidas aos prestadores de serviços de comunicações, um aumento ligeiro de 1% face a 2024. As comunicações eletrónicas concentraram 60% do total, com 64,3 mil queixas e um crescimento de 3%.</span><a href="https://www.anacom-consumidor.pt/-/reclamacoes-sobem-nas-comunicacoes-eletronicas-e-descem-nos-postais-106-4-mil-queixas-em-2025" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A contradição é evidente: os portugueses pagam menos, mas reclamam mais. Em fevereiro de 2026, os preços das telecomunicações em Portugal desceram 2,2% face ao mesmo mês de 2025, e a entrada de novos players empurrou as mensalidades dos pacotes mais procurados para mínimos históricos em algumas modalidades. Ainda assim, a faturação de serviços mantém-se como o assunto mais reclamado, com 16,4 mil registos, liderada pela Vodafone (39%). Seguem-se as falhas nos serviços (12,7 mil queixas, com a MEO em destaque, com 30%) e a contratação de serviços (12,6 mil queixas). Em particular, registou-se um acréscimo de cinco pontos percentuais nas situações relacionadas com a demora na reparação ou reparações deficientes.</span><a href="https://4gnews.pt/ha-boas-e-mas-noticias-sobre-o-preco-das-operadoras-em-portugal-atualmente/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por trás destes números está, na maioria dos casos, uma escolha mal feita à partida. Comparar um pacote 3P (TV+Net+Voz), 4P (que adiciona um cartão de telemóvel) ou 5P (com dois cartões móveis) deixou de ser uma questão de olhar apenas para a mensalidade publicitada. O preço promocional dos primeiros meses esconde frequentemente um valor final substancialmente mais alto, e os custos de instalação podem ascender a centenas de euros nos contratos sem fidelização. Plataformas independentes como o</span><a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">ComparaJá.pt</span></a><span style="font-weight: 400;"> permitem cruzar mais de 400 pacotes do mercado em simultâneo, considerando velocidade efetiva disponível na morada, número de canais, plafond móvel e período de fidelização — fatores decisivos para evitar surpresas na fatura.</span><a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cobertura real é outro tema crítico. As operadoras low-cost (Uzo, Woo, Amigo) recorrem às redes das suas marcas-mãe (MEO, NOS e Vodafone, respetivamente) e nem sempre apresentam disponibilidade total fora dos grandes centros urbanos. Antes de assinar contrato, é fundamental verificar se a fibra ótica chega ao endereço e qual a velocidade efetivamente garantida, os valores publicitados de 1 Gbps ou 10 Gbps representam o máximo teórico, não o desempenho médio. As consequências do &#8220;comboio&#8221; de tempestades do início de 2026 vieram, aliás, expor a fragilidade de algumas redes: meses depois, milhares de clientes continuavam sem serviço fixo reposto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fidelização é, talvez, a principal armadilha para o consumidor. Os contratos de 24 meses oferecem mensalidades mais baixas, mas implicam penalizações elevadas em caso de rescisão antecipada, sobretudo se a instalação foi abatida ao longo do período. Os contratos sem fidelização (ou com apenas três meses, como praticam DIGI e várias low-cost) ganham terreno pela flexibilidade que garantem, ainda que com mensalidades ligeiramente superiores. Recorde-se que, desde 10 de novembro de 2025, as operadoras de telecomunicações em Portugal estão proibidas de cobrar qualquer valor aos clientes que queiram mudar de operador mantendo o mesmo número de telemóvel, o que reduz uma das barreiras tradicionais à mudança.</span><a href="https://contaspoupanca.pt/casa/2026-04-20-telecomunicacoes--qual-e-a-operadora-mais-barata-este-mes--9aef2d8c" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As cláusulas de rescisão merecem leitura atenta antes da assinatura: o utilizador tem o direito legal de denunciar o contrato em situações específicas, como falhas reiteradas na prestação do serviço ou alteração unilateral das condições. Em caso de litígio, o livro de reclamações eletrónico continua a ser o canal mais utilizado pelos consumidores, representando 63% das reclamações apresentadas em 2025, com um crescimento de 11% face a 2024.</span><a href="https://www.anacom-consumidor.pt/-/reclamacoes-sobem-nas-comunicacoes-eletronicas-e-descem-nos-postais-106-4-mil-queixas-em-2025" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade da assistência é, segundo os números, o calcanhar de Aquiles do sector. A MEO lidera as reclamações sobre falhas nos serviços (30%) e sobre assistência técnica (33% das 11,9 mil queixas registadas neste assunto), ao passo que a NOS concentra 37% das reclamações sobre cancelamento de serviços. Mais do que escolher pelo preço de campanha, o consumidor deve ponderar a experiência pós-venda. É aí, e não na ficha técnica, que o pacote acaba por se revelar bom ou mau negócio.</span></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756500]]></sapo:autor>
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		<title>Confiança dos consumidores da UE em abril no nível mais baixo em três anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-confianca-dos-consumidores-da-ue-em-abril-no-nivel-mais-baixo-em-tres-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:38:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
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		<category><![CDATA[descida]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[poder de compra]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[A confiança dos consumidores da União Europeia (UE) e da zona euro atingiu, neste mês de abril, o nível mais baixo desde 2023, divulgou hoje a Comissão Europeia, atribuindo a "queda acentuada" ao conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A confiança dos consumidores da União Europeia (UE) e da zona euro atingiu, neste mês de abril, o nível mais baixo desde 2023, divulgou hoje a Comissão Europeia, atribuindo a &#8220;queda acentuada&#8221; ao conflito no Médio Oriente.</p>
<p>De acordo com a estimativa hoje publicada pela Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia, no mês de abril, o indicador de confiança dos consumidores &#8220;continuou a sua queda acentuada desde o início da guerra no Irão&#8221;, tanto na área da moeda única (-4,2 pontos percentuais em comparação com março) como no conjunto da União (-4,0 pontos percentuais).</p>
<p>&#8220;Com -19,4 (UE) e -20,6 (área do euro) pontos, a confiança dos consumidores situa-se significativamente abaixo da sua média de longo prazo, atingindo o nível mais baixo desde a viragem de 2022/23&#8221;, adiantam os serviços do executivo comunitário.</p>
<p>O indicador de confiança dos consumidores é calculado com base em dados de inquéritos aos consumidores da UE, abrangendo as despesas e o consumo final privado.</p>
<p>Esta foi a segunda publicação desde que os Estados Unidos e Israel lançaram, em 28 de fevereiro, um ataque militar contra o Irão e da consequente resposta iraniana, conflito que tem vindo a causar pressões nos preços da energia e inflacionistas, com impacto direto para os consumidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_752258]]></sapo:autor>
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		<title>Confiança dos consumidores com queda acentuada na zona euro em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 16:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[indicador de confiança]]></category>
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		<category><![CDATA[poder financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O indicador de confiança dos consumidores caiu acentuadamente na zona euro e na União Europeia (UE) neste mês de março, segundo o primeiro inquérito divulgado pela Comissão Europeia após o início do conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O indicador de confiança dos consumidores caiu acentuadamente na zona euro e na União Europeia (UE) neste mês de março, segundo o primeiro inquérito divulgado pela Comissão Europeia após o início do conflito no Médio Oriente.</p>
<p>Segundo a estimativa hoje publicada pela Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia, no mês de março, o indicador de confiança dos consumidores registou &#8220;uma queda acentuada&#8221; tanto na área da moeda única (-4,0 pontos percentuais em relação a fevereiro) como no conjunto da União (-3,4 pontos percentuais face ao mês anterior).</p>
<p>&#8220;Com valores de -15,2 (UE) e -16,3 (zona euro), a confiança dos consumidores situa-se significativamente abaixo da sua média de longo prazo, atingindo o seu nível mais baixo em dois anos e meio&#8221;, adiantam os serviços do executivo comunitário.</p>
<p>O indicador de confiança dos consumidores é calculado com base em dados de inquéritos aos consumidores da UE, abrangendo as despesas e o consumo final privado.</p>
<p>Este é a primeira publicação desde que os Estados Unidos e Israel lançaram, em 28 de fevereiro, um ataque militar contra o Irão e da consequente resposta iraniana, conflito que tem vindo a causar pressões nos preços da energia e inflacionistas, com impacto direto para os consumidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_737394]]></sapo:autor>
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		<title>Taxas máximas de crédito aos consumidores descem no 3.º trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taxas-maximas-de-credito-aos-consumidores-descem-no-3-o-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 11:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Para os contratos de cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto, o recuo face ao segundo trimestre é de 0,2 pontos percentuais, para 19,1%]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As taxas máximas para os créditos pessoal, automóvel e para cartões e linhas de crédito vão baixar, em cadeia, no terceiro trimestre, descendo até 0,5 pontos percentuais no crédito automóvel, anunciou hoje o Banco de Portugal (BdP).</p>
<p>A informação é relativa à taxa anual de encargos efetiva global (TAEG) e à taxa de juro anual nominal (TAN) e foi hoje disponibilizada no portal do Cliente Bancário e diz respeito ao período entre julho e setembro, estabelecendo uma descida entre 0,1 e 0,5 pontos percentuais.</p>
<p>No crédito pessoal, tanto nos créditos para educação, saúde, transição energética e locação financeira de equipamentos, como nos outros créditos pessoais &#8211; que incluem lar, obras, consolidado e outras finalidades &#8211; a descida foi de 0,1 ponto percentual face ao segundo trimestre, para, respetivamente, 9,1% e 15,9%.</p>
<p>No crédito automóvel, a partir de julho, a locação financeira ou aluguer de longa duração (ALD) de veículos novos passa a ter uma TAEG máxima de 5,8% e de usados de 7,6%, contra 5,9% e 8,1% no trimestre anterior.</p>
<p>Já para a compra de veículos novos, a TAEG máxima cai de 11,0% para 10,7% e a de usados recua de 14,3% para 14,2%.</p>
<p>Para os contratos de cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto, o recuo face ao segundo trimestre é de 0,2 pontos percentuais, para 19,1%.</p>
<p>Sobre a TAN máxima nas ultrapassagens de crédito, o BdP divulgou que irá descer de 19,3% para 19,1%.</p>
<p>Segundo a legislação, as &#8220;taxas máximas correspondem às taxa anual de encargos efetiva global (TAEG) médias praticadas pelas instituições de crédito no trimestre anterior, nos diferentes tipos de contratos, acrescidas de um quarto&#8221;, sendo que &#8220;nenhuma pode ainda ultrapassar em 50% a TAEG média da totalidade dos contratos de crédito aos consumidores celebrados no trimestre anterior&#8221;, sublinhou o BdP.</p>
<p>O regime de taxas máximas prevê ainda que a TAEG máxima dos contratos de facilidade de descoberto com obrigação de reembolso no prazo de um mês e que a taxa anual nominal (TAN) máxima das ultrapassagens de crédito sejam iguais à TAEG máxima definida para os contratos de crédito sob a forma de facilidade de descoberto com prazo de reembolso superior a um mês.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_632490]]></sapo:autor>
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		<title>O futuro é feito de experiências pensadas à medida do consumidor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-futuro-e-feito-de-experiencias-pensadas-a-medida-do-consumidor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 10:42:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[DPD Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Américo Mendes, Managing Director Business da DPD Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Américo Mendes, Managing Director Business da DPD Portugal</p>
<p>Vivemos uma era de grande transformação na forma como as pessoas consomem, interagem com as marcas e avaliam a qualidade dos produtos e serviços. O consumidor atual não quer apenas uma solução — espera que essa solução vá ao encontro das suas necessidades e perfil. A personalização desta resposta deixou assim de ser uma mais-valia para passar a ser um must have competitivo.</p>
<p>Durante anos, o setor da logística e do transporte expresso funcionou com base na eficiência operacional e na escala, priorizando a padronização dos serviços para garantir entregas rápidas e a custos competitivos, servindo o maior número de clientes possível. Atualmente, essa lógica não é suficiente. O consumidor atual exige experiências adaptadas às suas necessidades — desde a personalização das entregas até à flexibilidade horária e rastreamento em tempo real — e valoriza empresas que o reconhecem como único, e não apenas como mais um número num sistema. As suas expectativas são altas, nivelam por cima. Uma resposta à altura obriga a repensar processos, modelos de negócio, estruturas tecnológicas e até a cultura interna das organizações. Logo, responder a esta realidade exige uma combinação de visão estratégica e capacidade de execução. É preciso saber compreender e traduzir as necessidades do consumidor em soluções concretas e que tragam valor real ao mesmo. Isto implica também um esforço contínuo de inovação, muitas vezes disruptiva, e uma enorme capacidade de adaptação.</p>
<p>Uma boa experiência é um fator determinante na sua fidelidade a uma empresa, e por isso é fundamental proporcionar experiências de qualidade e com foco no consumidor, que vão além do produto ou serviço oferecido.</p>
<p>A tecnologia é uma aliada essencial nesse percurso. Mas o verdadeiro diferencial está na forma como ela é usada: ao serviço das pessoas. Inteligência artificial, dados, automação — tudo isso tem um enorme potencial, mas apenas se for orientado para melhorar a vida do consumidor. No fundo, qualquer transformação só será bem-sucedida se colocar o consumidor no centro de todas as decisões.</p>
<p>No setor logístico, e em particular no transporte expresso, esta visão torna-se ainda mais crítica e diferenciadora. Entregar uma encomenda deixou de ser apenas uma operação técnica nos bastidores para se tornar parte central da experiência do consumidor. No transporte expresso, onde a promessa está assente na velocidade e na fiabilidade, qualquer falha tem um impacto direto na perceção da marca e na confiança do cliente. Por isso, já não basta entregar rápido: é essencial entregar bem, com previsibilidade, flexibilidade e sustentabilidade integradas em todo o processo.</p>
<p>O consumidor atual quer saber exatamente quando e como vai receber a sua encomenda, quer ter opções para reencaminhar entregas ou ajustar horários, e está cada vez mais atento ao impacto ambiental das operações. A previsibilidade tornou-se um fator-chave — tanto no rastreamento em tempo real como na comunicação proativa em caso de imprevistos. A flexibilidade também já não é um extra: é uma exigência, que passa por permitir que o consumidor tenha um papel mais ativo na gestão da sua entrega. E a sustentabilidade, que outrora era um diferencial, é hoje um critério de escolha crescente, com os consumidores e as empresas a exigirem soluções mais ecológicas, como frotas elétricas ou compensações de carbono.</p>
<p>O futuro do transporte expresso será, inevitavelmente, cada vez mais tecnológico, com a automação, a inteligência artificial e o big data a permitirem otimizar rotas, antecipar problemas e personalizar serviços à escala. Mas, acima de tudo, será um futuro mais centrado nas pessoas. As empresas que conseguirem desenhar soluções de transporte expresso verdadeiramente adaptáveis — que respondam de forma eficaz às necessidades específicas de cada cliente, sejam elas particulares ou empresariais — estarão mais bem posicionadas para liderar esta nova fase do mercado. A humanização do serviço, mesmo num setor tão orientado para a eficiência, continuará a ser o maior trunfo competitivo, porque, no final do percurso logístico, o que importa é sempre a experiência vivida pelo destinatário</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_628669]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Confiança dos consumidores atinge máximo desde fevereiro de 2022 e clima económico cai, revela INE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 09:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Actualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[INE]]></category>
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					<description><![CDATA[O indicador de confiança dos consumidores aumentou em maio para o valor máximo desde fevereiro de 2022, enquanto o indicador de clima económico diminuiu pela primeira vez este ano, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O indicador de confiança dos consumidores aumentou em maio para o valor máximo desde fevereiro de 2022, enquanto o indicador de clima económico diminuiu pela primeira vez este ano, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Segundo os resultados dos &#8220;Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores&#8221; do INE, “o indicador de confiança dos consumidores aumentou entre dezembro e maio, atingindo o valor máximo desde fevereiro de 2022, após ter registado em novembro o valor mais baixo desde o início da pandemia, em abril de 2020”.</p>
<p>Quanto ao indicador de clima económico, “diminuiu em maio, após ter aumentado entre janeiro e abril”, tendo os indicadores de confiança diminuído em todos setores inquiridos: Indústria transformadora, construção e obras públicas, comércio e serviços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_395290]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crise leva consumidores a fazer escolhas no cabaz básico, voltar aos mercados e a reclamar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/crise-leva-consumidores-a-fazer-escolhas-no-cabaz-basico-voltar-aos-mercados-e-a-reclamar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 07:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento do custo de vida está a levar os consumidores a fazerem escolhas dentro do cabaz de alimentos, a voltar aos mercados, mas também a serem mais exigentes e a reclamar face a práticas que consideram erradas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento do custo de vida está a levar os consumidores a fazerem escolhas dentro do cabaz de alimentos, a voltar aos mercados, mas também a serem mais exigentes e a reclamar face a práticas que consideram erradas.</p>
<p>“O que nós vamos vendo é que essa é uma tendência que se tem vindo a recuperar. A seguir à pandemia, lentamente, as pessoas foram voltando ao mercado, à venda direta e aos cabazes. Tudo isso acaba por se estar a recuperar”, apontou, em declarações à Lusa, Pedro Santos, da direção da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).</p>
<p>No entanto, a confederação notou que existe “uma pressão muito grande” para que os consumidores façam as suas compras nas grandes superfícies, impulsionada pelas campanhas promocionais e pelos incentivos dados pelo Governo.</p>
<p>Exemplo disso, segundo Pedro Santos, é a isenção da tributação em sede de IRS no caso do subsídio de alimentação, que é superior quando é paga em cartão de refeição, uma escolha que impossibilita as compras na maior parte das bancas dos mercados e feiras.</p>
<p>“A forma como estes incentivos são dados, canaliza para um determinado local, em detrimento de outros. Tem sido feito algum investimento [na própria atividade dos mercados], mas está longe do que seria necessário”, acrescentou, lembrando que os horários destes pontos de venda não permitem que sejam frequentados por um grande número de pessoas.</p>
<p>O consumidor, que já optava por marcas próprias (vulgarmente conhecidas como marcas brancas) nos supermercados, começa agora também a fazer escolhas dentro do cabaz básico de alimentos.</p>
<p>“É a parte mais complicada para as famílias, quando percebem que têm que começar a diminuir. Muitas vezes, reduzem outras despesas para suportar os custos da alimentação e chega o momento em que os gastos na alimentação também têm que ser reduzidos. Não é uma situação com a qual podemos continuar indiferentes”, referiu a coordenadora do Gabinete de Apoio ao Consumidor da Deco, Ana Sofia Ferreira.</p>
<p>Segundo a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, esta realidade tem levado os consumidores a ficarem mais atentos e a alertarem para práticas que consideram erradas, como as diferenças entre o preço da prateleira e o valor pago na caixa dos supermercados ou a reduflação (diminuição do tamanho dos produtos, mas o preço fica inalterado).</p>
<p>As queixas enviadas à Deco têm vindo a aumentar desde o último semestre de 2022 e a associação lembra que o preço de venda ao público tem que ser cumprido, aconselhando assim os consumidores a utilizar o livro da reclamações e também a dar conhecimento da situação à ASAE- Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.</p>
<p>Em particular, no que se refere à reduflação, Ana Sofia Ferreira explicou que não existe regulamentação nesta matéria, mas apelou às empresas para que sejam “transparentes na informação disponibilizada ao consumidor”.</p>
<p>A Deco pede também a criação de um Observatório de Preços, que represente toda a cadeia – produção, distribuição, retalho e consumidores.</p>
<p>Entre janeiro e 21 de março, o Portal da Queixa recebeu 9.488 reclamações nas categorias água, eletricidade e gás, bancos, financeiras e pagamentos, gastronomia, alimentação e bebidas, híper e supermercados, transportes públicos, aluguer e condução e tecnologia, um aumento homólogo de 30%.</p>
<p>No caso da gastronomia, alimentação e bebidas, foram recebidas 980 queixas, sobretudo, devido a problemas com entregas ou pedidos (471) e mau atendimento (258), tendo-se verificado uma taxa de resolução de 37,6%.</p>
<p>Já os híper e supermercados foram alvo de 603 reclamações por, sobretudo, aumento de preço dos produtos (222 reclamações), mau atendimento (178) e problemas com entregas ou pedidos (144), com uma taxa de resolução de 78,5%.</p>
<p>Os comparadores de preços e as plataformas alternativas de compras também são já uma realidade para os portugueses, que optam, cada vez mais, por cabazes de alimentos, com destaque para os que vêm diretamente do produtor, apesar de também terem sofrido alguns aumentos.</p>
<p>Na Fruta Feia, cooperativa que criou um mercado alternativo para frutas e hortaliças de dimensões e aspeto não padronizados, que tem por objetivo combater o desperdício alimentar e gerar valor para os agricultores, tem-se verificado um aumento do número de inscrições e um maior compromisso quanto ao levantamento dos cabazes.</p>
<p>“Na nossa cooperativa, os cabazes que não são cancelados previamente e não são levantados, são doados a instituições que os encaminham para pessoas que precisam, mas os associados pagam na mesma esses cabazes. Se antes alguns associados não iam levantar o cabaz, não se importando de o pagar na semana seguinte, pois sabiam que o mesmo tinha sido doado, hoje em dia, dada a diminuição do poder de compra do consumidor, isso já pouco se verifica”, adiantou, em resposta à Lusa, a equipa da Fruta Feia.</p>
<p>Para aumentar o preço pago aos agricultores, a Fruta Feia optou por agravar o valor do cabaz aos consumidores, mas, mesmo assim, tem-se verificado, em alguns pontos, uma subida significativa das compras de cestas grandes (7,80 euros).</p>
<p>“O aumento de preços a que assistimos nos supermercados não reflete um aumento equitativo do valor de compra aos agricultores, mas sim um aumento do lucro dos mesmos. Foi, contrariando esta lógica, que a Fruta Feia decidiu aumentar o preço da cesta a partir de outubro de 2022”, referiu.</p>
<p>Também na Too Good To Go, aplicação que liga os utilizadores a lojas com excedentes alimentares, o número de clientes cresceu 42% no ano passado, evolução que acompanhou a inflação, uma vez que os consumidores “procuram por alternativas mais económicas para cumprir com as mesmas necessidades de compras dos cabazes de alimentos familiares”.</p>
<p>Desde 2019, em Portugal, já foram salvas mais de 2,6 milhões de ‘surprise bags’ (caixas com excedentes alimentares, a um preço mais acessível), graças a 3.700 parceiros e 1,5 milhões de utilizadores.</p>
<p>A nível global, a Too Good To Go conta com 200 milhões de refeições salvas, sendo que, a cada segundo, através da aplicação, são aproveitadas três ‘surprise bags’.</p>
<p>Perante o atual contexto económico, os consumidores recorrem, cada vez mais, a comparadores de preços de produtos e créditos na hora de fazer as suas compras e, apesar de os bens essenciais, regra geral, não fazerem parte dos produtos analisados, categorias como a alimentação animal têm já alguma expressão.</p>
<p>Dados do KuantoKusta, apontam que, em 2023, manteve-se uma “elevada procura” por ‘smartphones’ ou televisores, mas também se destacaram produtos de saúde, beleza e alimentação animal.</p>
<p>“Categorias como portáteis, ração seca para animais, produtos de cuidado de rosto e pequenos eletrodomésticos, nomeadamente ‘airfryer’, ganham mais expressão nas pesquisas. Por outro lado, as categorias relacionadas à área de casa e decoração registaram um decréscimo […]. A tendência para comparar mais preços em produtos de valor menor e de compra mais regular é algo que, no último ano se intensificou, principalmente, após o início da guerra e com o aumento da inflação”, explicou à Lusa o diretor comercial do KuantoKusta, André Duarte.</p>
<p>Este responsável adiantou ainda que os consumidores não têm optado pelos produtos mais baratos, mas feito compras “informadas e ponderadas”, principalmente as de maior valor.</p>
<p>“A nossa experiência como ‘marketplace’ do KuantoKusta mostra-nos, por exemplo, que em produtos de compra recorrente como ração para animais ou produtos de higiene pessoal, o prazo de entrega é, por vezes, o fator com mais peso na decisão. O cliente não se importa de pagar um preço ligeiramente acima do preço mais barato se receber a encomenda com mais antecedência”, acrescentou André Duarte.</p>
<p>Já o recurso a crédito para fazer compras tem vindo a ser impactado, nomeadamente pela subida das taxas de juro, sendo que, por exemplo, no caso do interesse pelo crédito à habitação a quebra foi de quase 50% no primeiro trimestre deste ano, de acordo com o ComparaJá.</p>
<p>“O crédito está cada vez mais caro e, por isso, a solução adotada pela maior parte dos portugueses tem passado por melhorar as condições dos créditos já contratados, transferindo os mesmos para outros bancos”, defendeu o ‘managing director’ do ComparaJá, André Pedro.</p>
<p>No mesmo sentido, a procura também diminuiu no crédito pessoal (-1,16%), o que, “tendo em conta a imprevisibilidade dos mercados, é normal que as pessoas se retraiam na contratação de créditos”.</p>
<p>A comparação de tarifas de energia também evoluiu este ano, tendo, em média, entre janeiro e março, mais do que duplicado.</p>
<p>Situação parecida verificou-se com os seguros, cuja procura disparou quase 94% em comparação com o período homólogo, destacando-se o seguro automóvel.</p>
<p>Para conter o impacto da inflação na carteira dos portugueses, o Governo lançou um conjunto de medidas, como a aplicação de uma taxa de IVA de 0% num cabaz de produtos alimentares essenciais e o reforço dos apoios à produção, uma ajuda que vai custar cerca de 600 milhões de euros aos cofres do Estado.</p>
<p>A lista de produtos com IVA a 0% inclui o atum em conserva, bacalhau, pão, batatas, massa, arroz, cebola, brócolos, frango, carne de porco ou azeite.</p>
<p>O Pacto para a Estabilização e Redução de Preços dos Bens Alimentares, que foi celebrado entre o Governo, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) e a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) prevê ainda um reforço de 140 milhões de euros nos apoios à produção.</p>
<p>O executivo comprometeu-se igualmente a assegurar a renovação imediata do apoio extraordinário ao gasóleo agrícola, bem como o apoio para mitigar os aumentos dos custos com fertilizantes e adubos.</p>
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		<title>Questionário: Será que conhece os seus direitos como consumidor? Tente acertar na respostas certas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 06:45:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Constituição Portuguesa e a Lei de Defesa do Consumidor (Lei 24/96 de 31 de Julho) atribuem aos consumidores um conjunto de direitos que todos devem conhecer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Constituição Portuguesa e a Lei de Defesa do Consumidor (Lei 24/96 de 31 de Julho) atribuem aos consumidores um conjunto de direitos que todos devem conhecer.</p>
<p>Com base em informações disponibilizada pela Direcção-Geral do Consumidor, preparámos um pequeno quiz para que possa, de forma simples e interactiva, testar os conhecimentos sobre os seus direitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.opinionstage.com/api/v1/widgets/628871/iframe?em=1" name="opinionstage-widget" width="100%" height="763px" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
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		<title>Energia: Consumidores europeus veem como “arriscado” estender mecanismo ibérico a toda a UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 11:33:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Organização Europeia de Consumidores (BEUC) considera ser “arriscado” introduzir, aquando da reforma do mercado elétrico da União Europeia (UE), um modelo europeu “revolucionário e sem provas” semelhante ao mecanismo ibérico limitador do preço do gás na eletricidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Europeia de Consumidores (BEUC) considera ser “arriscado” introduzir, aquando da reforma do mercado elétrico da União Europeia (UE), um modelo europeu “revolucionário e sem provas” semelhante ao mecanismo ibérico limitador do preço do gás na eletricidade.</p>
<p>“O mecanismo ibérico existe, mas as aprendizagens que temos vieram de apenas alguns meses da sua aplicação e apenas num lugar bastante peculiar, na Península Ibérica, por isso penso que seria bastante arriscado introduzir uma enorme medida revolucionária desta forma”, reagiu o responsável pela equipa de Energia da BEUC, Jaume Loffredo, questionado pela Lusa.</p>
<p>Falando num encontro com jornalistas europeus a propósito da reforma da conceção do mercado de eletricidade da UE, dias antes de a Comissão Europeia apresentar a sua proposta, na próxima quinta-feira, Jaume Loffredo apontou que o executivo comunitário vai “concentrar-se em mudanças rápidas através de contratos diferenciados, em acordos de compra de energia e em melhorias dos direitos dos consumidores, em vez de introduzir mudanças ambiciosas na legislação sem ter provas práticas”.</p>
<p>“Para nós, o que é importante […] é como alcançar o objetivo de assegurar que os consumidores tenham preços estáveis e acessíveis. O que a Comissão parece estar a propor fazer é introduzir contratos diferenciados para novos geradores de energia renovável e, na nossa perspetiva, esta é uma melhor forma de abordar a questão”, acrescentou o responsável.</p>
<p>A posição surge depois de Portugal ter sugerido a criação de uma cláusula de emergência para toda a UE, como acontece com o mecanismo ibérico, e de a Comissão Europeia ter salientado os riscos e as diferentes realidades energéticas entre os Estados-membros.</p>
<p>No início deste ano, a Comissão Europeia lançou uma consulta pública, entretanto concluída, sobre a reforma da conceção do mercado de eletricidade da UE, cuja proposta será divulgada na próxima quinta-feira para melhor proteger os consumidores da excessiva volatilidade dos preços, facilitar o seu acesso a energia segura proveniente de fontes limpas e tornar o mercado mais resiliente.</p>
<p>O Governo português defendeu, numa posição submetida ao executivo comunitário durante a consulta pública, que “para além do funcionamento regular do mercado, há uma necessidade de enquadrar a extrema volatilidade do mercado”.</p>
<p>“Uma solução seria prever uma cláusula de emergência”, apontou o executivo no documento de trabalho a que a Lusa teve acesso, salientando que a prática, através do mecanismo ibérico, “provou que a colocação de um limite máximo nos preços de mercado provou ser eficaz” e com “resultados muito positivos”.</p>
<p>Porém, questionado pela Lusa, um alto funcionário da Comissão Europeia vincou que “a medida espanhola e portuguesa para baixar os preços da eletricidade durante a crise energética foi considerada justificada pelas circunstâncias particulares do mercado grossista de eletricidade ibérico”, dada a “limitada capacidade de interligação, […] bem como a elevada influência do gás na fixação dos preços” da luz.</p>
<p>No que toca ao resto da UE, “os Estados-membros são muito diversos no que diz respeito aos seus ‘mix’ energéticos, ligações e sistemas de energia”, adiantou o responsável à Lusa.</p>
<p>Na atual configuração do mercado europeu, o gás determina o preço global da eletricidade quando é utilizado, uma vez que todos os produtores recebem o mesmo preço pelo mesmo produto — a eletricidade — quando este entra na rede.</p>
<p>Na UE, tem havido consenso de que este atual modelo de fixação de preços marginais é o mais eficiente, mas a acentuada crise energética, exacerbada pela guerra da Ucrânia, tem motivado discussão, dada a dependência europeia dos combustíveis fósseis russos.</p>
<p>Desde meados de maio passado, está em vigor um mecanismo temporário para limitar o preço de gás na produção de eletricidade na Península Ibérica até final de maio de 2023.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_357785]]></sapo:autor>
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		<title>Queixas dos portugueses contra bancos crescem 30% num ano. Problemas relacionados sobre burlas e ‘phishing’ são os que mais aumentam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2023 17:33:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[reclamações]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo os dados, a plataforma teve quase 8000 (7711) reclamações relacionadas com a categoria ‘Bancos, Financeiras e Pagamentos’. Em 2021 tinham sido 5954.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No último ano os portugueses queixaram-se de maus serviços prestado e falta de apoio ao cliente no setor bancário, tendo as reclamações registadas pelo Portal da Queixa crescido 30% em 2022, face aos números registados no ano anterior.</p>
<p>Segundo os dados, a plataforma teve quase 8000 (7711) reclamações relacionadas com a categoria ‘Bancos, Financeiras e Pagamentos’. Em 2021 tinham sido 5954.</p>
<p>O mau serviço prestado é o motivo mais recorrente para queixa, com 36% do volume recebido pelo Portal, seguindo-se a falta de apoio ao cliente (25%). Os problemas relacionados com burlas e esquemas de ‘phishing’ e ‘vishing’ foram responsáveis por 15% das queixas. Foi alias esta a área onde cresceram mais as queixas num ano, em termos percentuais: um aumento de 44%. No ano passado foram 1181 as denúncias dos consumidores relacionadas com estes esquemas envolvendo entidades financeiras, quando no ano anterior tinham sido 819.</p>
<p>No que respeita a bancos, segundo os dados do Portal da Queixa, a Caixa geral de Depósitos (715), o Millennium BCP (305) e o ActivoBank (263) foram os que registaram maior número de queixas no ano passado. No extremo oposto, com menos reclamações, estão o Banco, o Banco Montepio (72) e o Bankinter (36).</p>
<p>Quando a Bancos Digitais e APPs Financeiras, o Top 3 das mais marcas mais reclamadas é composto pelo MB Way (532), Money (105) e o Paypal (79).<br />
Sobre Instituições Financeiras de Crédito, as com maior número de queixas registadas pelo Portal da Queixa no ano passado são a Oney (221), a Cetelem (128) e a Unicre (72).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_364142]]></sapo:autor>
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		<title>“Manobra de fidelização”: Portal da Queixa denuncia dezenas de reclamações sobre alegado ‘esquema’ da Via Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 17:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[identificadores]]></category>
		<category><![CDATA[Portal da Queixa]]></category>
		<category><![CDATA[reclamações]]></category>
		<category><![CDATA[via verde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Portal da Queixa verificou um aumento das reclamações dos consumidores contra a Via Verde, que dão conta de um alegado “esquema” que envolve os identificadores colocados nos veículos de quem tem este serviço. A empresa desmente "categoricamente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Portal da Queixa, em comunicado, diz que registou um aumento das reclamações dos consumidores contra a Via Verde, que dão conta de um alegado “esquema” que envolve os identificadores colocados nos veículos de quem tem este serviço.</p>
<p>Segundo o Portal da Queixa, contam-se dezenas de reclamações só em novembro, que representam um aumento de 50% face às reclamações recebidas no mês anterior.</p>
<p>O motivo que está na base do aumento será uma comunicação da Via Verde, enviada aos clientes, na qual a empresa informa sobre um registo de falhas no identificados e solicita que este seja substituído pelo aderente ao serviço.</p>
<p>As comunicações estão a ser feitas para o email dos clientes, pedindo que os aparelhos sejam substituídos, o que segundo os queixosos ouvidos pelo Portal da Queixa é “uma estratégia para o cliente aderir a uma nova modalidade de pagamento mensal ou anual sobre o equipamento”, acusando a empresa de “estar a agir de má-fé e enganar os clientes”.</p>
<p>O organismo cita várias queixas de clientes que denunciam “pressão por parte” da Via Verde com o envio de emails automáticos sobre erros “falsos” relatados sobre os identificadores.</p>
<p>“O meu identificador continua a registar as passagens sem problema algum e a acender a luz verde. Tenho encontrado muitas pessoas na mesma situação, acho que se trata de uma manobra/estratégia para obrigar o cliente a estar fidelizado a um serviço, tal como se fosse uma subscrição ou seja a modalidade compra acaba e passa a haver um aluguer, mensal ou anual”, relata um dos consumidores que denunciaram a situação ao Portal da Queixa.</p>
<p>A Via Verde já reagiu, e através de um comunicado enviado à Multinews, a empresa &#8220;rejeita categoricamente qualquer acusação de burla, incompatível com os valores e a prática da marca.&#8221;</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8220;A Via Verde apenas contacta o cliente quando aparece uma luz amarela na passagem da portagem, indiciando um potencial problema. <span style="text-transform: initial;">Este alerta visa sempre proteger os clientes, tendo em conta que em causa estão transações financeiras cuja segurança é fundamental&#8221;, pode ler-se na mesma nota.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">&#8220;Se o problema for confirmado, o cliente pode subscrever um plano Via Verde ou, se assim preferir, comprar um identificador novo. A decisão final é sempre do cliente&#8221;, conclui.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_335812]]></sapo:autor>
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		<title>Crise energética: Apoio de 10 euros mensais à compra de gás de botija reativado por quatro meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 12:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[MultiNews]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Está disponível a partir de quinta-feira, com efeitos em 1 de setembro, para consumidores domésticos, beneficiários de tarifa social de eletricidade ou de prestações sociais mínimas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O apoio de 10 euros por mês à compra de gás de botija está disponível a partir de quinta-feira, com efeitos em 01 de setembro, para consumidores domésticos, beneficiários de tarifa social de eletricidade ou de prestações sociais mínimas.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o regulamento hoje publicado em Diário da República, &#8220;o apoio destina-se à aquisição de gás de petróleo liquefeito em garrafa (GPL), por beneficiários da tarifa social de eletricidade ou de prestações sociais mínimas e ascende a 10 euros por garrafa, o qual é pago por um período de quatro meses, de setembro a dezembro de 2022&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Na anterior fase, este apoio foi pago durante três meses, de abril a junho, aos balcões dos CTT, e desta vez será na sede das juntas e união de juntas de freguesias.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o diploma, &#8220;o atual conflito entre a Rússia e a Ucrânia tem conduzido a uma grande instabilidade no setor energético, impactando diretamente nos preços e nas cadeias de abastecimento de energia, com repercussões expressivas na economia e nos consumidores&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Neste sentido, &#8220;mantendo-se o referido conflito e a instabilidade no setor energético, importa continuar a apoiar os consumidores mais vulneráveis&#8221;, estando previsto uma dotação de dois milhões de euros para iniciar uma 2.ª fase deste apoio às famílias mais carenciadas.</p>
<p class="text-paragraph">O apoio compete à direção do Fundo Ambiental, em articulação com as juntas e uniões de juntas de freguesias, através da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), lê-se ainda no despachado assinado pelo ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o diploma, &#8220;o período para pagamento do apoio inicia-se após a aprovação do presente Regulamento e decorre até ao dia 31 de dezembro de 2022, ou até se esgotar a dotação [de dois milhões de euros], o que se verificar primeiro&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Os beneficiários deverão apresentar na sede das juntas e união de juntas de freguesias a fatura da eletricidade em que comprove ser beneficiário da tarifa social da eletricidade, a fatura/recibo, ou recibo onde conste o respetivo número de identificação fiscal (NIF) em nome do titular do contrato de eletricidade, beneficiário da TSEE, com data de setembro, outubro, novembro ou dezembro de 2022, e que comprove a aquisição da garrafa de GPL.</p>
<p class="text-paragraph">Tem ainda que apresentar cartão do cidadão, de residente ou passaporte do titular do contrato de eletricidade beneficiário de tarifa social.</p>
<p class="text-paragraph">Já os beneficiários de apoios sociais abrangidos têm de apresentar documento comprovativo do recebimento de uma das prestações sociais mínimas referidas, com referência ao mês anterior ou ao mês do apoio, o recibo de aquisição da garrafa e a documentação do titular da prestação social mínima.</p>
<p class="text-paragraph">O apoio é pago em dinheiro face à apresentação de documentação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_328154]]></sapo:autor>
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		<title>Vem aí uma nova e louca demanda pelo papel higiénico, alerta Bank of America</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Carvalho da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 08:09:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[papel higiénico]]></category>
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					<description><![CDATA[Economista defende que a tendência é fundamentada na "prevenção de choques futuros de fornecimento", por medo de uma nova catástrofe ou da inflação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ethan Harris, economista do Bank of America, sublinhou, citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, que pode estar a chegar uma nova era de &#8220;procura louca&#8221; por matérias e materiais essenciais, à semelhança do que se passou em março de 2020, com a demanda pelo papel higiénico.</p>
<p>Segundo o economista, a tendência é fundamentada na &#8220;prevenção de choques futuros de fornecimento&#8221;, por medo de uma nova catástrofe ou da inflação.</p>
<p>Na semana passada, a Goldman Sachs frisou, no boletim emitido na semana passada sobre commodities, que a China já não é mais o fixador mundial dos preços das matérias-primas, como nos últimos 20 anos. &#8220;Agora esse poder está dividido entre os consumidores do Oriente e do Ocidente&#8221;, pode ler-se.</p>
<p>Este fenómeno macroeconómico é explicável pelo facto de os Estados em todo o Mundo &#8220;estarem a copiar a China e a alimentar grandes reservas de commdotites para se protegerem da escassez&#8221;, explica o boletim.</p>
<p>Atualmente só em Portugal, no setor da construção, &#8220;os preços de referência do varão para betão, material essencial para as edificações, registaram já variações médias superiores a 35%, devido à forte inflação dos preços nos mercados internacionais de matérias-primas&#8221;, como esclarece Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_178754]]></sapo:autor>
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		<title>Como estão os consumidores a adaptar-se à vida durante uma pandemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:05:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[Ford]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Ford de Tendências para 2021]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi a pergunta à qual a Ford tentou dar resposta no seu Relatório Ford de Tendências para 2021 chegando à conclusão que 69% dos adultos dizem sentir-se esmagados pelas mudanças enquanto 47% dizem que tem sido "mais fácil do que eu imaginava".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Covid-19 provocou o caos económico, político e emocional, testando os limites das pessoas, famílias, sistemas de saúde e setores inteiros das sociedades. No entanto, como o nono relatório anual Looking Further with Ford Trends Report destaca, a pandemia global também revela quão resistentes as pessoas podem ser na procura de formas de enfrentar e adaptar-se à realidade.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-158329" src="https://automonitor.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/12/sustainabilty-blue-bkg.jpg" alt="" width="639" height="639" /></p>
<p>&#8220;À medida que nos aproximamos de 2021 e esperamos um mundo pós-pandémico, é evidente que as mudanças trazidas pela Covid-19 nos mudaram &#8211; mas até que ponto?&#8221; disse Sheryl Connelly, gerente global de tendências de consumo e futuro da Ford Motor Company.</p>
<p>&#8220;A Ford e outras empresas estão vivamente interessadas em saber quais as mudanças que se verificarão muito depois da Covid estar no nosso espelho retrovisor. E embora ninguém possa prever o futuro, isso não significa que não nos possamos preparar para ele&#8221;, referiu Connelly.</p>
<p>Num inquérito global a 14 países, 69% dos inquiridos dizem estar esmagados pelas mudanças que veem ocorrer no mundo. Quando questionados sobre a sua adaptação às mudanças durante a pandemia, 53% dizem que a adaptação tem sido &#8220;mais difícil do que eu imaginava&#8221;, enquanto 47% dizem que tem sido &#8220;mais fácil do que eu imaginava&#8221;.</p>
<p>Gerações mais jovens têm-no levado mais a peito do que os seus pares mais velhos: 63% dos inquiridos da chamada “Geração Zero” (nascidos depois de 1995) dizem que a adaptação tem sido mais difícil do que imaginavam, contra 42% dos “Baby Boomers” (nascidos entre 1946 e 1964) que dizem o mesmo.</p>
<p>O Relatório de Tendências Ford 2021 examina estes padrões de mudança no comportamento e atitudes dos consumidores em todo o mundo para ajudar os decisores a compreender como estas mudanças podem influenciar o nosso mundo em 2021 e mais além.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter  wp-image-158331" src="https://automonitor.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/12/time-to-escape-blue-bkg.jpg" alt="" width="697" height="697" /></p>
<p>Outras tendências destacadas no relatório incluem:</p>
<p><strong>• Pontos de Pressão:</strong> A nível mundial, a ansiedade é elevada &#8211; alimentada pelo medo de contrair a Covid-19 e pelas preocupações sobre o impacto da pandemia nas comunidades, emprego, educação e muito mais. 63% dos adultos a nível mundial dizem que se sentem mais stressados do que há um ano, e 4 em cada 5 dizem que devem cuidar melhor do seu bem-estar emocional. Agudamente conscientes das implicações da pandemia na saúde mental, as pessoas estão a encontrar formas inovadoras de lidar com a pandemia e de se ligar.</p>
<p><strong>• Tempo para Escapar:</strong> &#8220;Que dia é hoje?&#8221; tornou-se um refrão comum à medida que as fronteiras entre o trabalho e a vida privada desaparecem. Para combater a monotonia da pandemia e o confinamento do lar, os consumidores procuram novas formas de escapar &#8211; e muitos procuram refúgio nos seus veículos. Mais de 1 em cada 4 adultos em todo o mundo que possuem um veículo dizem utilizar o seu veículo para relaxar. Cerca de 1 em cada 5 dizem que utilizam o seu veículo para encontrar privacidade. E 17% dizem que o utilizam como local de trabalho.</p>
<p><strong>• Manter a companhia:</strong> A pandemia pôs em destaque a necessidade de companhia do consumidor e reformulou o seu sentido de família. A solidão é omnipresente no mundo &#8211; uma em cada duas pessoas diz sentir-se só regularmente. As gerações mais jovens sentem isto de forma mais aguda: As pessoas da “Geração Zero” são quase 2x mais suscetíveis de dizer que se sentem sozinhas numa base regular do que os “Baby Boomers” (64 por cento vs 34 por cento). Como resultado, muitos estão a reconsiderar o sítio onde vivem, aproximando-se da família, e encontrando companhia de novas formas &#8211; online e offline.</p>
<p><strong>• Importar-se com as Desigualdades:</strong> A nível mundial, as desigualdades e injustiças são cada vez maiores &#8211; particularmente porque a pandemia teve um impacto desproporcionado nas comunidades de baixos rendimentos, nas minorias étnicas e nas mulheres. À medida que os consumidores se tornam mais conscientes da divisão, as marcas estão a aparecer como ativistas e empreendedoras. 76% dos adultos a nível mundial dizem esperar que as marcas tomem uma posição sobre questões sociais &#8211; e 75% dizem que pensam que as marcas estão hoje a tentar fazer o mais acertado.</p>
<p><strong>• Boa compra:</strong> No meio da pandemia, a forma como compramos &#8211; e o que procuramos comprar &#8211; transformou-se. As empresas grandes e pequenas estão a adaptar-se a uma velocidade vertiginosa &#8211; e muitos consumidores estão a abraçar e a desfrutar do novo normal. 75% dos adultos a nível mundial dizem apreciar a forma como as empresas melhoraram a experiência de compra desde o início da pandemia &#8211; e 41% dizem que não querem voltar à forma como faziam compras antes da pandemia.</p>
<p><strong>• Desvio de Tráfego:</strong> A pandemia pode fazer com que se sinta preso, mas não estamos num impasse &#8211; o transporte pessoal está a florescer. A venda de bicicletas disparou e as cidades fecharam as ruas para dar espaço aos ciclistas. As vendas de automóveis dispararam à medida que as pessoas procuram segurança ao saberem que podem controlar o seu ambiente. E o planeamento inteligente da cidade está a acelerar o caminho para uma condução autónoma totalmente implementada. 67% dos adultos a nível mundial dizem estar &#8220;esperançosos quanto ao futuro dos veículos autónomos&#8221;, e 68% dos pais dizem preferir ver os seus filhos a serem transportados num carro auto-conduzido do que com um desconhecido.</p>
<p><strong>• Apoiar a Sustentabilidade:</strong> Nos primeiros tempos da pandemia, a qualidade do ar emergiu como um possível benefício para o encerramento mundial, mas esse otimismo diminuiu rapidamente à medida que o mundo recuou para os plásticos e outros descartáveis &#8211; tornando claro que ser e manter-se sustentável nem sempre estão em sintonia. As gerações mais jovens estão particularmente preocupadas: 46% dos inquiridos da Geração Z dizem que a pandemia nos tornou mais esbanjadores &#8211; e 47% dizem que a longo prazo, a pandemia terá um impacto negativo sobre o ambiente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-158325" src="http://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/12/ford-trends-2021.jpg" alt="" width="675" height="379" /></p>
<p>Pode ler o relatório completo Looking Further with Ford 2021 Trends em www.fordtrends.com.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_379010]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estudo: Compradores dispostos a esperar e pagar mais por entregas ecológicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 10:44:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria dos compradores na Alemanha e no Reino Unido preferiria receber entregas de compras online por veículos movidos a eletricidade, de acordo com um novo inquérito encomendado pela Ford.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Reino Unido, 58% dos inquiridos prefeririam que o seu serviço de entregas utilizasse um veículo movido a eletricidade, um desejo partilhado por 54% dos inquiridos na Alemanha.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-157651" src="http://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/11/all-new_ford_e-transit_08.jpg" alt="" width="1250" height="840" /></p>
<p>Mais surpreendentemente, talvez, foi saber que 49% dos inquiridos no Reino Unido, e 38% na Alemanha, também estariam dispostos a esperar mais tempo por entregas mais ecológicas.</p>
<p>O número de compradores que estariam dispostos a pagar mais por entregas mais eficientes em termos energéticos é menor, mas ainda assim totalizava 28% no Reino Unido e 21% na Alemanha.</p>
<p>Mil pessoas no Reino Unido e na Alemanha foram inquiridas para compreender melhor as atitudes dos consumidores em relação à eletrificação.</p>
<p>Devido aos bloqueios provocados pela Covid-19, espera-se que a próxima Black Friday seja a maior de sempre, levando a um aumento do tráfego de carrinhas a entregar mercadorias às portas dos clientes.</p>
<p>Existem mais de 32 milhões de carrinhas nas estradas europeias. A Ford já começou a introduzir versões eletrificadas das suas carrinhas mais vendidas para empresas na Europa, como parte do seu compromisso de mais de 9,6 mil milhões de euros (11,5 mil milhões de dólares) para eletrificar a gama de veículos da empresa.</p>
<p>“Comprar online a partir de casa é já o “novo normal” e é encorajador que, para muitas pessoas, a forma como recebem as suas entregas seja uma preocupação importante. Estamos a ajudar as empresas de entregas a reduzir a sua pegada de carbono com nossas carrinhas híbridas e com capacidade de emissões zero, incluindo a próxima E-Transit totalmente elétrica”, afirmou Dave Petts, Market lead, carrinhas urbanas eletrificadas, da Ford Europa.</p>
<p>A carrinha Transit Custom Plug-In Hybrid, da Ford, já está à venda em toda a Europa e combina um eficiente motor a gasolina EcoBoost de 1.0 litros com um conjunto de baterias colocadas na parte inferior do veículo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-157650" src="http://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/11/ford-reveals-production-version-of-new-transit-custom-plug-in-hybrid.jpg" alt="" width="902" height="572" /></p>
<p>Este avançado sistema proporciona um alcance de emissões zero até 50 kms e um alcance total de 500 kms, apoiado por tecnologia inovadora de geofencing que muda automaticamente a carrinha para o modo elétrico em zonas de emissões baixas.</p>
<p>As empresas também podem definir as suas próprias zonas geográficas para melhorar a qualidade do ar em locais sensíveis, tais como escolas, jardins e em torno de armazéns.</p>
<p>A carrinha Ford E-Transit, recentemente anunciada, é uma mudança radical para as carrinhas de entregas urbanas. Oferece o mesmo espaço de carga que as furgonetas a gasóleo existentes e uma autonomia de até 350 quilómetros, permitindo às empresas trabalhar as suas rotas habituais, independentemente da carga e do tempo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_378117]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Toyota é a marca de maior confiança ambiental dos portugueses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/toyota-e-a-marca-de-maior-confianca-ambiental-dos-portugueses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 15:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[maior confiança ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Toyota]]></category>
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					<description><![CDATA[A Toyota é a marca com práticas de responsabilidade social e ambiental em que os consumidores portugueses mais confiam, arrecadando 54% dos votos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong>Continente </strong>(6%), <strong>EDP</strong> (3%), <strong>Delta</strong> (3%) e <strong>Valorsul</strong> (2%) são as outras marcas a ocupar o TOP 5 das mais votadas de forma espontânea (método de pergunta aberta) na <strong>categoria Ambiente, do estudo Marcas de Confiança 2020 da Revista das Selecções do Reader’s Digest.</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">As preocupações ambientais estão cada vez mais na ordem do dia para os consumidores, sendo um fator decisivo e de diferenciação no ato de compra. Por isso, desde 2009, a revista das Selecções do Reader’s Digest inclui no estudo Marcas de Confiança a opinião dos portugueses sobre a aposta das marcas nesta matéria. Este ano, no total, foram distinguidas 12 categorias pela sua política ambiental e de sustentabilidade social.</p>
<p style="font-weight: 400;">A <strong>Toyota</strong> lidera o ranking automóvel com 53% dos votos e vê assim reconhecida a sua aposta na área ambiental, com o lançamento de diversos modelos mais amigos do ambiente, seguida da Mercedes e da Tesla (ambas com 6%). Na categoria Companhias Aéreas, a <strong>TAP</strong> é a mais votada, com 79% dos votos, tendo a Easyjet ficado em segundo lugar (7%) e a Rayanair em terceiro (6%).</p>
<p style="font-weight: 400;">Ainda no setor do turismo, na categoria Hotéis/ Eco-Resorts, os hotéis <strong>Pestana</strong> são o grande vencedor, com 35% dos votos, as Pousadas obtiveram 11% e o Eco-resort da Zambujeira do Mar, Z-MAR 10%.</p>
<p style="font-weight: 400;">A <strong>CARRIS</strong> alcançou o primeiro lugar na categoria de Transporte Urbano (64%), pelo terceiro ano consecutivo, o que vem premiar a aposta da empresa num serviço assente na descarbonização, eficiência e sustentabilidade. Ainda na mesma categoria, o Metro mereceu 14% dos votos dos portugueses e a CP ficou em terceiro lugar com 8%.</p>
<p style="font-weight: 400;">Relativamente aos Hiper e Supermercados, o <strong>Continente</strong> lidera a confiança dos consumidores com 69% dos votos, bem à frente do Pingo Doce e da Auchan, ambos com 12%.</p>
<p style="font-weight: 400;">A <strong>GALP</strong>, na categoria Petrolíferas detém a melhor reputação em questões ambientais, com 83%, face à Prio que obteve 10% dos votos e da BP com 7%.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para os portugueses, as políticas ambientais e de responsabilidade social da <strong>EDP </strong>são valorizadas<strong> </strong>e a marca lidera na categoria Fornecedores de energia, com 77% dos votos, seguida da GALP, com 8% e da Endesa com 7%.</p>
<p style="font-weight: 400;">No lista dos vencedores, constam ainda a <strong>SUMA</strong>  na categoria Empresas de Tratamento de Lixo , com 50%, ficando a Valorsul (12%) e a Tratolixo (5%) em segundo e terceiro lugar respetivamente.  A <strong>Vulcano conquistou o primeiro lugar na categoria de </strong> Equipamentos/ Sistemas de Aquecimento de Água com 73% dos votos, sendo que Roca obteve 14% e a Daikin, 6%.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na categoria de Grandes Eletrodomésticos, a <strong>Samsung</strong> mereceu 52% dos votos, ficando em primeiro lugar, embora a Miele e a Bosch também mereçam a confiança dos portugueses em termos ambientais, com 28% e 6% dos votos.</p>
<p style="font-weight: 400;">A <strong>Eurocaixilho, na categoria de </strong>Janelas e Caixilharia ficou em primeiro lugar com 22% logo seguida da Velux com 15% e a Technal com 6%. Na categoria de Rede de Reciclagem de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos a <strong>Electrão</strong> é a marca que merece maior confiança , com 75% dos votos, sendo que a ANB3E conquistou o segundo lugar com 6% e a REEE o terceiro com 2%.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ao votar nas marcas de maior reputação em termos ambientais, os portugueses valorizam mais uma Marca que opera ativamente na reciclagem e valorização dos resíduos (36%), uma empresa que fabrica produtos ou opera visando o menor impacto  ambiental da sua atividade (34%), e finalmente uma Marca que aposta na reutilização e adere a projetos de economia circular ou a programas de compensação da pegada ecológica.</p>
<p style="font-weight: 400;">Há 20 anos que o Estudo Marcas de Confiança avalia os níveis de confiança dos portugueses em 60 categorias de produtos ou serviços para além de outras questões de âmbito pessoal, político ou económico, seja sobre instituições, profissões, personalidades ou relações pessoais.</p>
]]></content:encoded>
					
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