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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 May 2026 12:03:50 +0000</lastBuildDate>
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		<title>&#8216;Limpeza&#8217; sem precedentes: Ministro da Administração Interna expulsa 44 agentes da PSP e GNR em menos de três meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:55:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em menos de três meses à frente do Ministério da Administração Interna, Luís Neves determinou o afastamento de 44 elementos das forças de segurança, numa ofensiva disciplinar que atinge 30 militares da GNR e 14 agentes da PSP, em processos que envolvem propostas de expulsão ou suspensão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em menos de três meses à frente do Ministério da Administração Interna, Luís Neves determinou o afastamento de 44 elementos das forças de segurança, numa ofensiva disciplinar que atinge 30 militares da GNR e 14 agentes da PSP, em processos que envolvem propostas de expulsão ou suspensão. Em causa estão crimes de elevada gravidade, incluindo peculato, violência doméstica, burla, ofensas à integridade física, abuso sexual de pessoa incapaz de resistência, branqueamento de capitais, corrupção, tráfico de influências, tráfico de seres humanos, sequestro e abuso de poder, num sinal claro de endurecimento da tutela face a comportamentos desviantes no seio das polícias.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/05/08/sociedade/noticia/ministro-administracao-interna-afastou-44-agentes-forcas-seguranca-menos-tres-meses-2173995" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, esta vaga de afastamentos surge num contexto particularmente sensível para as forças de segurança, marcado por sucessivos escândalos, denúncias de violência policial e investigações criminais envolvendo agentes da PSP e militares da GNR. Desde que tomou posse, a 23 de Fevereiro, Luís Neves, antigo director nacional da Polícia Judiciária, assumiu uma linha de “tolerância zero” perante irregularidades internas, prometendo agir com firmeza sempre que fossem detetadas condutas incompatíveis com a missão e os valores das forças de autoridade.</p>
<p>A atualização dos números coincide com o agravamento de um dos casos mais mediáticos dos últimos tempos: a investigação à esquadra do Rato, em Lisboa, onde 24 agentes da PSP são suspeitos de agressões e atos de tortura sobre vítimas vulneráveis, entre toxicodependentes, cidadãos estrangeiros e pessoas em situação de sem-abrigo, entre 2024 e 2025. Catorze agentes foram detidos esta semana, juntando-se a outros nove já em prisão preventiva, enquanto dois elementos seguem já para julgamento, um deles acusado de 29 crimes e outro de sete. A investigação revelou ainda que parte dos episódios de violência terá sido filmada e partilhada num grupo de WhatsApp com cerca de 70 agentes, levantando sérias questões sobre cumplicidade, omissão e cultura de impunidade.</p>
<p>A pressão sobre o sector aumentou também com o caso que, em Novembro, levou à acusação de dez militares da GNR e um agente da PSP por alegado envolvimento numa rede de tráfico de pessoas e exploração laboral em explorações agrícolas de Beja. De acordo com a investigação, elementos das forças de segurança atuariam como capatazes armados, controlando, intimidando e agredindo trabalhadores estrangeiros em troca de compensações financeiras, numa operação que culminou no resgate de centenas de vítimas. A Polícia Judiciária referiu então que os agentes “ameaçavam aqueles cidadãos, dando-lhes a entender que a queixa às autoridades não seria uma alternativa viável para reagir aos abusos”, circunstância que acelerou a decisão ministerial de suspender funções.</p>
<p>Perante a sucessão de casos, ganha também força o debate sobre o reforço da fiscalização externa das polícias. Nesse âmbito, a Inspeção-geral da Administração Interna pretende passar a poder instaurar autonomamente processos disciplinares e determinar suspensões preventivas sem necessidade de autorização ministerial, uma alteração defendida como essencial para aumentar o escrutínio e a capacidade de resposta disciplinar. Até lá, a actuação de Luís Neves já representa uma das mais expressivas vagas de afastamentos disciplinares de agentes da PSP e da GNR num tão curto espaço de tempo, num momento em que a credibilidade das forças de segurança está sob forte pressão pública e institucional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760406]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quando a inovação deixa de ser discurso e passa a decidir o futuro das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Cynthia Bravo, Country Head na MJV Technology &#038; Innovation Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Cynthia Bravo, Country Head na MJV Technology &amp; Innovation Portugal</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A inovação tem sido tratada como um exercício de antecipação: olhar para o futuro, mapear tendências e preparar planos para “o que aí vem”. Esse tempo acabou. A transformação agora está integrada, silenciosa e a operar em cada interação, serviço e decisão de negócio.</p>
<p>A inteligência artificial é talvez o exemplo mais evidente desta mudança. Já não é uma tecnologia pontual, acionada apenas em momentos específicos, mas sim ubíqua, embebida nos sistemas, nos canais de relação com o cliente, nas operações e na própria tomada de decisão. O desafio, agora, é integrá-la com estratégia, governação e propósito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tecnologia sem estratégia falha, mesmo quando funciona</strong></p>
<p>Em 2025, o ecossistema de inovação foi abalado por um dado do MIT: 95% dos pilotos de IA generativa estariam a falhar. Olhando para trás, percebemos que a &#8220;falha&#8221; era, na verdade, o processo natural de aprendizagem. É prematuro ler esse número como como um veredito sobre a tecnologia, é muito mais provável que seja um sintoma da imaturidade estratégica de um momento em que ainda andávamos a tatear o terreno. Muitos dos insucessos foram o esperado e o comum custo de maturação necessário para as organizações que tentaram replicar modelos alheios em vez de potenciarem os seus próprios ativos com uma estratégia assertiva para o seu caso.</p>
<p>Hoje, estamos finalmente a encerrar o ciclo da experimentação desordenada, onde a IA era tratada como <em>buzzword</em> ou acessório de marketing, para entrar na era da IA de precisão. E inovação de precisão exige, acima de tudo, estratégia de precisão.</p>
<p>A lição é valiosa: a tecnologia não cria uma vantagem competitiva por si só. Limita-se a amplificar a estratégia pré-existente. Se a estratégia é frágil, a tecnologia apenas acelera o erro. Para os líderes, a bússola é clara: os 5% que estão hoje a mover o ponteiro do negócio não têm necessariamente melhores algoritmos, mas sim uma integração consciente entre dados, cultura e execução. Para garantirmos que as falhas signifiquem real evolução e alavanquem o crescimento, a estratégia tem de vir antes da tecnologia, nunca o contrário.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>A transformação é humana antes de ser digital</strong></h2>
<p>Outro erro comum é olhar para a transformação unicamente pela lente tecnológica. Na realidade, trata-se sobretudo de uma mudança humana. Estudos recentes indicam que 48% dos executivos colocam a requalificação e a adaptação de competências como prioridade máxima, e que cerca de 50% dos colaboradores vão precisar de formação num horizonte muito próximo. Até 2030, 70% das competências exigidas no mercado de trabalho terão mudado, com a IA como principal motor dessa mudança.</p>
<p>Isto significa que a inovação sustentável exige investimento em pessoas, cultura e novos modelos de trabalho, não apenas em software ou infraestrutura. Afinal, a empresa que não se transforma por dentro não consegue servir quem está lá fora.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Um novo consumidor, um novo mercado</strong></p>
<p>Em paralelo, o contexto económico e social está a mudar rapidamente. Encontra-se em curso a maior transferência de riqueza da história recente: cerca de 124 biliões de dólares estão a passar das mãos dos <em>Baby Boomers</em> para as das gerações <em>Millennial</em> e <em>Z</em>, segundo a Forbes. Além de herdarem património, estas gerações redefinem os critérios de valor e a relação com as marcas.</p>
<p>São consumidores que privilegiam propósito, conveniência e experiências integradas, tomando decisões em ecossistemas digitais onde o social, o conteúdo e a transação coexistem no mesmo espaço. Para as empresas, isto implica repensar modelos de negócio e formas de criar relevância cultural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dados, energia e responsabilidade: o custo invisível</strong></p>
<p>Há ainda um lado menos visível, mas cada vez mais crítico: o impacto físico desta transformação. A IA consome dados, processamento e energia em escala. Data centers e recursos naturais entram agora na equação estratégica. Alguns projetos internacionais já apontam para investimentos na ordem das centenas de milhares de milhões associados a infraestrutura energética para suportar IA em larga escala.</p>
<p>A inovação do futuro terá de equilibrar crescimento tecnológico com eficiência energética, sustentabilidade e responsabilidade ambiental. Isto exige que as empresas abandonem a lógica do &#8216;processamento infinito&#8217; e passem a desenhar arquiteturas pautadas pelo Green IT. A escolha entre modelos pesados (LLMs) ou modelos mais ágeis e específicos (SLMs &#8211; Small Language Models) deixará de ser apenas uma decisão técnica para se tornar uma decisão de sustentabilidade e custo operacional. Ignorar este fator é comprometer a viabilidade do próprio progresso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O futuro constrói-se agora com escolhas conscientes</strong></h2>
<p>O ponto central é simples: a inovação não pode ser tratada como um exercício de previsão, mas como uma disciplina de execução consciente. As organizações que vão crescer são aquelas que conseguem alinhar tecnologia, pessoas, dados e propósito num modelo coerente.</p>
<p>Não se trata de adotar tudo, nem de correr atrás de cada novidade. Trata-se de fazer escolhas informadas, com visão de longo prazo e capacidade de adaptação contínua. Porque, num mundo em que a mudança deixou de ser exceção, a verdadeira vantagem competitiva está na forma como decidimos hoje integrar a inovação no coração do negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760383]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Investir na mobilidade urbana é investir no futuro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/investir-na-mobilidade-urbana-e-investir-no-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:35:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Carlos Humberto de Carvalho, presidente da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Carlos Humberto de Carvalho, presidente da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É difícil falar de mobilidade urbana, hoje, sem tocar em duas ideias centrais: eficiência e sustentabilidade. A forma como nos deslocamos deixou de ser apenas uma questão prática. Passou a ter um peso direto na forma como vivemos, na qualidade das cidades e até no tipo de futuro que estamos a construir.</p>
<p>Se analisarmos o modelo de mobilidade dominante, centrado no transporte individual, percebemos rapidamente os seus limites. Mais carros significam mais emissões, mais trânsito, mais tempo perdido no dia a dia. Além disso, resultam também em cidades mais saturadas e menos respiráveis. É um modelo que funcionou durante décadas, mas que já não responde às necessidades atuais.</p>
<p>É aqui que o investimento na mobilidade urbana e, em particular, no transporte público, ganha relevância. Não apenas como alternativa, mas como parte da solução. O veículo ligeiro emite quase sete vezes mais CO2 para fazer a mesma tarefa: levar uma pessoa do ponto A ao ponto B. A diferença não é pequena e mostra bem o potencial de um sistema pensado para transportar mais pessoas com menos impacto.</p>
<p>Quando passamos da teoria à escala real, os efeitos tornam-se ainda mais evidentes. Com cerca de 750 mil passageiros por dia, o impacto acumulado é expressivo. Estamos a falar de cerca de 8.870 toneladas de CO₂ evitadas diariamente.</p>
<p>Dito assim, pode parecer um número distante. Mas ele traduz-se em coisas muito concretas: menos carros nas estradas, menos pressão sobre as infraestruturas, menos poluição no ar que respiramos. No fundo, cidades que funcionam melhor. É também um sinal claro de que escolhas individuais, quando existe uma rede capaz de as suportar, acabam por gerar ganhos coletivos muito relevantes.</p>
<p>Há ainda uma dimensão menos visível, mas igualmente importante. O chamado custo social do carbono tenta justamente dar valor económico ao impacto das emissões. Ou seja, cada tonelada de CO₂ emitida tem um custo real para a sociedade. Reduzi-la não é apenas uma questão ambiental, é também evitar encargos futuros que, de uma forma ou de outra, acabam por ser suportados por todos.</p>
<p>Mas a mobilidade urbana não se esgota no ambiente ou na economia. Há um lado social que não pode ser ignorado. Uma rede com maior cobertura, horários mais ajustados, melhor frequência e tarifas acessíveis faz mais do que transportar pessoas.</p>
<p>Também no plano económico os efeitos são visíveis. Mais mobilidade traz mais pessoas para o espaço público, mais atividade, mais comércio local. As zonas bem servidas por transporte público tendem a tornar-se mais atrativas, o que se reflete no investimento e na valorização do território. A mobilidade não é apenas um meio de deslocação, é um fator de desenvolvimento.</p>
<p>Convém, no entanto, não perder de vista que nada disto acontece de forma automática. Resulta de investimento consistente, de planeamento e de uma visão clara sobre o papel do transporte público. Melhorar frequências, ajustar horários, garantir acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e manter tarifas acessíveis são escolhas que exigem continuidade e compromisso.</p>
<p>Portugal assumiu metas climáticas ambiciosas para 2030 e 2050. Cumpri-las implica agir em várias frentes, mas poucas têm um impacto tão imediato como a mobilidade urbana. Expandir a rede e reforçar a oferta não é apenas melhorar um serviço, é dar um passo concreto na direção de uma região, um país, um mundo mais sustentável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Carlos Humberto de Carvalho, presidente da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Terceiro mandato de Trump, acordo EUA-China e vigilância por IA: as novas previsões do ‘Nostradamus chinês’</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/terceiro-mandato-de-trump-acordo-eua-china-e-vigilancia-por-ia-as-novas-previsoes-do-nostradamus-chines/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jiang Xueqin]]></category>
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					<description><![CDATA[Declarações foram feitas no podcast ‘Diary of a CEO’, onde Jiang Xueqin foi questionado sobre os cenários que vê para os próximos anos. O tom não foi otimista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O académico sino-canadiano Jiang Xueqin, apelidado de ‘Nostradamus chinês’ depois de ter feito previsões consideradas certeiras sobre a tensão entre os Estados Unidos e o Irão, voltou a lançar novos alertas sobre o futuro, escreve o site &#8216;LADBible&#8217;.</p>
<p>Desta vez, as previsões vão da política americana à relação entre Washington e Pequim, passando pela vigilância baseada em inteligência artificial e por um possível conflito no Leste Asiático.</p>
<p>As declarações foram feitas no podcast ‘Diary of a CEO’, onde Jiang Xueqin foi questionado sobre os cenários que vê para os próximos anos. O tom não foi otimista.</p>
<p>A primeira previsão é também uma das mais explosivas: o académico acredita que poderá haver uma guerra civil nos Estados Unidos e que Donald Trump poderá tentar chegar a um terceiro mandato.</p>
<p>Questionado sobre a impossibilidade constitucional de um presidente americano cumprir mais de dois mandatos, Jiang Xueqin respondeu que há caminhos “não convencionais”, “imorais” e “perigosos”, mas que, na sua leitura, poderiam não ser necessariamente ilegais.</p>
<p>Entre os cenários apontados está a possibilidade de Trump apoiar uma candidatura de alguém próximo, como um filho ou JD Vance, que depois poderia abandonar o cargo em favor do vice-presidente.</p>
<p>Outra hipótese levantada pelo académico passa por um contexto de guerra em 2028, que permitiria invocar poderes de emergência e suspender regras constitucionais. “Nenhuma pessoa sã com um mínimo de moralidade faria isso, mas isso não impede Trump”, afirmou.</p>
<p><strong>Um grande acordo entre EUA e China</strong></p>
<p>A segunda previsão aponta para um “grande acordo” entre os Estados Unidos e a China.</p>
<p>Jiang Xueqin considera que muitos esperam uma guerra entre as duas potências, sobretudo por causa de Taiwan, mas defende que Pequim poderá preferir uma estratégia mais pragmática.</p>
<p>Na sua leitura, a China poderá tentar posicionar-se entre a Rússia e os Estados Unidos, apoiando Teerão ou financiando Moscovo, mas mantendo ao mesmo tempo canais de entendimento com Washington.</p>
<p>O cenário descrito pelo académico não aponta necessariamente para um confronto direto entre EUA e China, mas para uma tentativa chinesa de jogar em vários tabuleiros ao mesmo tempo.</p>
<p>Essa previsão surge num momento em que a rivalidade entre as duas maiores economias do mundo continua a marcar o comércio internacional, a tecnologia, a segurança no Indo-Pacífico e o debate sobre Taiwan.</p>
<p><strong>Vigilância com inteligência artificial</strong></p>
<p>A terceira previsão afasta-se da geopolítica tradicional e entra no campo da tecnologia.</p>
<p>Jiang Xueqin afirma que o mundo caminha para um estado de vigilância assente em inteligência artificial, identidade digital e moeda digital.</p>
<p>Para o académico, isso permitiria aos Governos monitorizar a atividade online dos cidadãos e controlar transações financeiras.</p>
<p>O &#8216;LADBible&#8217; refere exemplos recentes de preocupações com sistemas de IA, desde erros de identificação policial a câmaras inteligentes usadas em espaços residenciais.</p>
<p>Jiang Xueqin vai mais longe e alerta para a possibilidade de os cidadãos serem classificados em bases de dados, permitindo às autoridades prever comportamentos através de sistemas automatizados.</p>
<p>“Isso já acontece na China”, afirmou.</p>
<p><strong>Novo conflito no Leste Asiático</strong></p>
<p>A quarta previsão aponta para a possibilidade de o Leste Asiático também entrar em conflito.</p>
<p>O académico não detalha no texto quais os países ou territórios que considera mais vulneráveis, mas a região é há muito marcada por tensões em torno de Taiwan, da Coreia do Norte, do Mar do Sul da China e da rivalidade entre Pequim, Washington e os seus aliados.</p>
<p>Num mundo já pressionado pela guerra na Ucrânia, pela tensão no Médio Oriente e por crises em África, Jiang Xueqin considera que o alastramento da instabilidade ao Leste Asiático não deve ser descartado.</p>
<p>O cenário é apresentado como mais um sinal de uma ordem internacional em deterioração, com várias frentes de risco abertas ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>Irão pode resistir mais do que Trump espera</strong></p>
<p>Jiang Xueqin também voltou a comentar a guerra entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Na sua leitura, Teerão tem mais vantagens do que Washington poderá admitir publicamente.</p>
<p>“Considerando a minha análise de como a guerra está a progredir, acho que o Irão tem muito mais vantagens sobre os Estados Unidos”, afirmou.</p>
<p>O académico considera que o conflito se transformou numa guerra de desgaste e que os iranianos se prepararam para esse cenário durante duas décadas.</p>
<p>A conclusão é particularmente sombria: Jiang Xueqin diz não conseguir ver, neste momento, um fim claro para a guerra entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>As previsões devem ser lidas como cenários e não como certezas. Ainda assim, o interesse em torno do académico aumentou precisamente porque algumas das suas leituras anteriores foram vistas como antecipações invulgarmente precisas de acontecimentos que hoje dominam a agenda internacional.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760367]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Portugal tem — e continuará a ter — um enorme potencial turístico”, assegura o CEO da gestora hoteleira AHM</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-tem-e-continuara-a-ter-um-enorme-potencial-turistico-assegura-o-ceo-da-gestora-hoteleira-ahm/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AHM]]></category>
		<category><![CDATA[hotel]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, Mariano Faz reflete sobre os desafios de escalar operações em Portugal, o papel das equipas na criação de valor, a atração de talento e o futuro de uma indústria que, na sua perspetiva, está a tornar-se cada vez mais integrada na vida das cidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num setor hoteleiro em transformação, marcado pela consolidação de marcas internacionais, pela pressão da sustentabilidade e por novos modelos de operação, Mariano Faz, CEO da Ace Hospitality Management (AHM), acompanha de perto a evolução de um mercado cada vez mais competitivo e exigente.</p>
<p>Com uma carreira construída entre a Europa, o Médio Oriente e a Península Ibérica, o gestor traz uma visão global sobre liderança, investimento e inovação na hotelaria.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, Mariano Faz reflete sobre os desafios de escalar operações em Portugal, o papel das equipas na criação de valor, a atração de talento e o futuro de uma indústria que, na sua perspetiva, está a tornar-se cada vez mais integrada na vida das cidades<strong>.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A sua carreira passou por mercados tão distintos como Europa, Médio Oriente e Península Ibérica. O que mais mudou na sua forma de liderar ao longo destes contextos?</strong></p>
<p>Ter trabalhado com uma multiplicidade de culturas dá-nos uma perspetiva muito mais ampla sobre as pessoas e sobre a forma de conduzir projetos. Em contextos internacionais, a zona de conforto é, muitas vezes, a última coisa que encontramos — e isso obriga-nos a desenvolver uma capacidade real de adaptação às práticas, ritmos e expectativas locais. O resultado é uma aprendizagem contínua: percebemos que não existe uma única forma “certa” de fazer as coisas; existem, sim, abordagens diferentes para chegar ao mesmo objetivo.</p>
<p>Na liderança, isto traduz-se em equipas mais abertas, mais curiosas e menos conformadas com o “sempre foi assim”. Ter vivido e trabalhado com culturas tão diversas faz-nos questionar o que muitos tomam por inevitável e incentiva-nos a desafiar constantemente o <em>status quo</em>. Na hotelaria, em particular, não acredito em realidades rígidas: a experiência que oferecemos e os resultados que alcançamos constroem-se todos os dias, a partir da nossa energia, motivação e capacidade de execução.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Que aprendizagens traz hoje da experiência de crescimento da The First Group?</strong></p>
<p>A minha experiência na The First Group só se compreende quando a colocamos lado a lado com o que vivi no Dubai. Ambas refletem um espírito de inovação, reinvenção e superação constante — e é isso que trago comigo hoje.</p>
<p>Três aprendizagens principais: Não aceitar o “isto não se consegue fazer”. Trocar essa frase por “como é que o podemos fazer?”. Aplicar esta mentalidade a tudo: do conceito do hotel à forma de operar, do reposicionamento de ativos à entrada em novos mercados, cidades e públicos e manter um padrão elevado de exigência e execução — porque inovação sem disciplina não escala.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Houve algum momento decisivo na sua carreira que redefiniu a forma como olha para a hotelaria?</strong></p>
<p>Sim — e foi logo no meu primeiro ano de contacto com a hotelaria. Não fiz um percurso convencional no setor: entrei por uma perspetiva muito estratégica. Na Barceló, trabalhava sobretudo na análise de investimentos e de oportunidades hoteleiras. Dominava os números, mas ainda não dominava “o hotel” — a operação, o detalhe e, acima de tudo, gerir pessoas.</p>
<p>O momento decisivo foi perceber como um número no papel se transforma numa experiência real para o cliente — e como essa transformação depende da paixão e do compromisso de quem trabalha em hotelaria. A partir daí, a minha forma de olhar para o setor mudou: passei a procurar, em tudo o que faço, o equilíbrio entre a disciplina do resultado (o rigor do número) e a energia humana que torna um projeto vivo e memorável.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A AHM gere atualmente mais de 1.300 quartos e tem um pipeline de 2.000. Qual é o racional estratégico por trás deste crescimento tão acelerado em Portugal?</strong></p>
<p>Portugal tem — e continuará a ter — um enorme potencial turístico. O nosso racional parte de uma abordagem muito <em>asset-focused</em>: olhamos primeiro para o ativo e para o seu contexto e perguntamos como podemos maximizar o seu desempenho (receita, posicionamento e experiência), e que marca internacional é a mais adequada para o potenciar.</p>
<p>Esta lógica leva-nos a analisar oportunidades em todo o mercado português, tanto em cidades primárias como em destinos secundários com procura sólida e margem para criação de valor. Foi por isso que crescemos com uma visão abrangente de Portugal, sem nos limitarmos a um conjunto restrito de cidades — avaliamos cada oportunidade pelo mérito do ativo e pelo potencial de execução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estão a apostar mais em gestão de ativos, operação ou modelos híbridos? Onde está hoje o maior valor?</strong></p>
<p>A nossa aposta assenta, sobretudo, na gestão hoteleira — é aí que está o nosso foco e onde acreditamos que conseguimos criar mais valor. Ao mesmo tempo, estamos a avaliar outras alternativas que nos permitam crescer de forma sustentável e coerente com a nossa estratégia.</p>
<p>Nos últimos anos, investimos de forma muito significativa em pessoas e em construir uma estrutura de gestão capaz de suportar o crescimento futuro. Muitas gestoras só fazem esse investimento quando os projetos já estão abertos; na minha perspetiva, isso é um erro. Primeiro constrói-se a equipa — depois escala-se.</p>
<p>É esse capital humano que nos permite responder a qualquer desafio operativo, manter padrões de qualidade consistentes e, no fim, proteger a rentabilidade dos investidores. Tal como no futebol, a “Champions” ganha-se com equipas fortes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estamos a assistir a uma consolidação do setor hoteleiro em Portugal. Estamos perante uma nova fase de maturidade do mercado?</strong></p>
<p>Tenho algumas dúvidas de que estejamos, de facto, perante uma consolidação plena do setor hoteleiro em Portugal. Continuo a ver espaço para novas ideias, novos conceitos e novas oportunidades- tanto em destinos já estabelecidos como em mercados em crescimento.</p>
<p>Dito isto, é verdade que o mercado tem vindo a amadurecer nos últimos anos, algo que se nota no aumento e na melhoria da oferta hoteleira. Ainda assim, acredito que Portugal não atingiu o seu potencial máximo: há margem para elevar o produto, diversificar a proposta e continuar a criar valor de forma sustentável.</p>
<p><strong>Como é que a pressão da habitação turística e o debate sobre turismo sustentável está a impactar os modelos de operação hoteleira?</strong></p>
<p>A sustentabilidade já deixou de ser um tema “em discussão” — é uma realidade incontornável para todos nós. Quando falamos de turismo sustentável, para mim estamos a falar, sobretudo, de qualidade: não é uma questão de aumentar o número de turistas, mas sim de elevar o tipo de procura que queremos atrair e de garantir que o crescimento é compatível com as comunidades, os recursos e a infraestrutura existente.</p>
<p>Nesse contexto, torna-se ainda mais importante trabalharmos com marcas internacionais que trazem consigo programas robustos de fidelização (<em>loyalty</em>). Isso ajuda-nos a reforçar a consistência do produto e a atrair um perfil de cliente com maior afinidade com a proposta e com maior previsibilidade de consumo. O impacto, na prática, é claro: os hoteleiros têm de continuar a inovar e a entregar valor acrescentado — na experiência, no serviço e na forma como integramos o hotel na cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Na sua experiência em projetos multimilionários, o que faz hoje um projeto hoteleiro ser verdadeiramente atrativo para investidores?</strong></p>
<p>Antes de mais, é essencial ter os fundamentos certos: um racional de investimento sólido, pressupostos realistas e um plano operacional robusto. Naturalmente, o retorno do investimento é a principal métrica para medir o sucesso. No entanto, retornos consistentes não dependem apenas de ter “um bom projeto” — dependem, em grande medida, dos <em>partners</em> e das equipas que o acompanham do início ao fim.</p>
<p>Gosto de citar Ed Catmull, cofundador da Pixar: “Dêem uma boa ideia a uma equipa mediana e ela arranjará forma de a estragar; dêem uma ideia mediana a uma grande equipa e ela vai melhorá-la.” Nos projetos acontece exatamente o mesmo. Um projeto torna-se verdadeiramente grande — e atrativo para investidores — quando é executado pelos melhores: as pessoas certas, com a cultura certa e com capacidade de entregar resultados.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A hotelaria está a conseguir atrair talento jovem qualificado ou continua a ser um desafio estrutural?</strong></p>
<p>É uma pergunta que me fazem com muita frequência. A hotelaria consegue, sim, atrair jovens muito qualificados, mas continua a exigir algo que nem todos procuram: é uma indústria intensa, muito humana e em que o ritmo operacional pede vocação e paixão pelo serviço.</p>
<p>Ainda recentemente li um artigo sobre inteligência artificial e o seu impacto em vários setores. À partida, a tecnologia é frequentemente vista como a área que mais talento atrai, pela inovação e pelo crescimento; paradoxalmente, também é uma das que se prevê serem mais impactadas pela IA. No fim, cada setor tem os seus desafios; o nosso passa por continuar a tornar as carreiras mais atrativas, com formação, progressão e projetos que motivem as novas gerações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Olhando para os próximos 10 anos, como imagina a evolução da hotelaria em Portugal?</strong></p>
<p>Acredito que, na hotelaria, há sempre muito por fazer — e que a próxima grande evolução passa por tornar os hotéis espaços mais diversos e verdadeiramente diferenciados. Pode soar a um lugar-comum, mas vejo a diferenciação a acontecer, sobretudo, através de uma proposta de restauração pensada para o público local e de restantes áreas com uma identidade muito clara e intencional.</p>
<p>Em termos práticos, imagino o hotel como um conjunto de “microespaços” dentro de um mesmo edifício: dividimos o produto em várias áreas e somos muito especialistas em cada uma delas, para atrair diferentes perfis ao longo do dia. No limite, os hotéis tornar-se-ão espaços reais de convivência, com ritmos distintos e um papel mais ativo na vida da cidade — centros de comunidade e de experiência, e não apenas lugares para dormir.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760358]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Iberia ativa plano para mitigar impacto do preço do combustível nos bilhetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:23:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Iberia lançou um plano de resposta ao aumento do preço do combustível, com medidas que garantem o abastecimento, para atenuar o impacto no preço dos bilhetes, e assegurar que não existem cancelamentos de voos neste verão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Iberia lançou um plano de resposta ao aumento do preço do combustível, com medidas que garantem o abastecimento, para atenuar o impacto no preço dos bilhetes, e assegurar que não existem cancelamentos de voos neste verão.</P><br />
<P>O presidente da companhia, Marco Sansavini, explicou nas redes sociais que os resultados apresentados hoje pela IAG (o grupo ao qual pertence a Iberia) refletem a solidez da empresa, com um lucro líquido de 301 milhões de euros, mais 71% do que em 2025.</P><br />
<P>No entanto, o contexto mudou, afirmou o presidente, porque a forte subida do preço do combustível está a ter um impacto significativo em toda a indústria e obriga a agir com antecipação e a continuar a reforçar a solidez financeira e a excelência operacional. </P><br />
<P>O plano de resposta ao aumento do combustível para aviação passa pela contenção máxima dos custos internos e pela priorização de investimentos para tentar atenuar o aumento dos custos e &#8220;amortecer ao máximo&#8221; o impacto nos preços dos bilhetes.</P><br />
<P>Marco Sansavini acrescentou que, graças a estas medidas, não se prevê o cancelamento de voos este verão em consequência da crise no mercado dos combustíveis provocada pelo encerramento do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>&#8220;Os clientes poderão ter a tranquilidade de reservar os voos com a Iberia e a confiança de que não correrão o risco de lhes serem aplicadas taxas adicionais após terem comprado os bilhetes&#8221;, garantiu Sansavini.</P><br />
<P>Para o responsável, a segunda prioridade é continuar a investir em tudo o que contribua para a melhoria do serviço, como a incorporação de novos aviões, a renovação das cabines e a implementação de tecnologia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760348]]></sapo:autor>
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		<title>CTGP afirma que Portugal não pode ter uma economia assente no turismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[CGTP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, afirmou hoje que Portugal não pode ter uma economia baseada no turismo, dizendo que o país está "assente em produtos de baixo valor acrescentado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, afirmou hoje que Portugal não pode ter uma economia baseada no turismo, dizendo que o país está &#8220;assente em produtos de baixo valor acrescentado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Há aqui outra questão que é central e que ninguém discute, que é o valor daquilo que é produzido no nosso país, nós temos um país assente em produtos de baixo valor acrescentado, nós não podemos ter um país assente na hotelaria, no turismo&#8221;, disse o dirigente em declarações aos jornalistas à margem da tribuna pública que assinala o dia mundial da Segurança Social.</p>
<p>Tiago Oliveira reiterou também, que Portugal pode vender a quantidade que quiser de pastéis de nata que não irá competir com as importações que o país tem que fazer.</p>
<p>&#8220;Podemos querer vender o maior número de croissants e pastéis de nata que quisermos vender, nada disto vai entrar em concorrência com aquilo que temos que comprar fora porque abdicámos da nossa produção nacional&#8221;, afirmou o sindicalista.</p>
<p>O dirigente fez também referência à compra de comboios que Portugal vai fazer a países estrangeiros, dizendo que existia uma &#8220;grande empresa de comboios a nível nacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós agora temos que comprar mais 100 comboios, vamos comprar os 100 comboios onde? Vamos comprar a Espanha, vamos comprar a França, vamos comprar à Suíça&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Mas nós tínhamos uma grande empresa de comboios a nível nacional, e quantos pastéis de nata é que vamos ter que vender para comprar um comboio à Suíça, a Espanha ou a França?&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Tiago Oliveira remete as questões da baixa produtividade nacional para as políticas públicas que foram seguidas ao longo dos anos.</p>
<p>&#8220;A questão da produtividade está aqui, naquilo que são as escolhas políticas que foram seguidas ao longo de todos estes anos, e portanto, quando se fala em produtividade, que se olhe para as questões do trabalho, para a valorização dos trabalhadores e criar nos trabalhadores condições para terem uma vida próspera no seu país&#8221;, reiterou o dirigente.</p>
<p>Relativamente ao pacote laboral, Tiago Oliveira asseverou que &#8220;há uma rejeição&#8221; e que os partidos na Assembleia da República &#8220;terão de ser responsabilizados&#8221; consoante o seu voto no parlamento.</p>
<p>&#8220;Ou estão do lado de um governo que tem respondido aos interesses dos patrões, ou estão do lado da maioria, a maioria são os trabalhadores, e os trabalhadores rejeitam este pacote laboral&#8221;, defendeu.</p>
<p>Em relação a impostos, o sindicalista assegura que os trabalhadores não têm problema em pagá-los, que apenas exigem que eles sejam investidos &#8220;na melhoria dos serviços públicos, na melhoria da resposta às necessidades das populações&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os trabalhadores não se queixam de pagar impostos a mais, porque a questão central é por onde é que vai o dinheiro dos nossos impostos&#8221;, rematou Tiago Oliveira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760353]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“Made in Russia”: Zelensky compara agressão de Putin a uma nova forma de nazismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Zelensky recordou que esta é a data em que a Europa marca o fim da guerra “mais terrível do século XX”, um conflito após o qual deveria ter existido apenas “uma paz verdadeira”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que uma “versão atualizada do nazismo” tem hoje o selo “Made in Russia”, numa mensagem divulgada por ocasião do Dia da Memória e da Vitória sobre o Nazismo, assinalado na Europa.</p>
<p>Numa publicação no &#8216;Telegram&#8217; citada pelo site ucraniano &#8216;NV&#8217;, Zelensky recordou que esta é a data em que a Europa marca o fim da guerra “mais terrível do século XX”, um conflito após o qual deveria ter existido apenas “uma paz verdadeira”.</p>
<p>“Esse era o sonho quando as armas da II Guerra Mundial começaram a silenciar-se”, escreveu o presidente ucraniano.</p>
<p>Zelensky sublinhou, porém, que a guerra voltou a transformar o território ucraniano num campo de batalhas brutais, marcado por abusos nas zonas ocupadas e pela destruição em massa de vidas.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Today is the Day of Remembrance and Victory over Nazism. The day when all of Europe marks the end of the most terrible war of the 20th century. A war after which there should have been only genuine peace. That was the dream back then, when the guns of World War II began to fall… <a href="https://t.co/gdbLlvJ8bc">pic.twitter.com/gdbLlvJ8bc</a></p>
<p>&mdash; Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) <a href="https://twitter.com/ZelenskyyUa/status/2052635167987036311?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 8, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Ucrânia recorda perdas na II Guerra Mundial</strong></p>
<p>Na mensagem, o chefe de Estado ucraniano lembrou que as perdas do povo ucraniano estiveram entre as maiores da II Guerra Mundial.</p>
<p>Zelensky destacou também o contributo dos ucranianos para a derrota da Alemanha nazi, afirmando que milhões combateram nas várias forças da coligação anti-Hitler.</p>
<p>“Milhões de ucranianos estiveram entre os vencedores, fazendo tudo o possível para que o mal total perdesse”, afirmou.</p>
<p>A referência surge num dia de forte carga simbólica para Kiev, que nos últimos anos se tem afastado das tradições soviéticas associadas à memória da II Guerra Mundial e aproximado do calendário europeu de comemoração do fim do conflito.</p>
<p><strong>“Uma ideologia semelhante de ódio”</strong></p>
<p>Zelensky afirmou que, 81 anos depois, a Ucrânia volta a ser obrigada a travar o mal.</p>
<p>Segundo o presidente ucraniano, esse mal é “total”, deixa apenas ruínas e abusos e assenta numa ideologia de ódio semelhante à que devastou a Europa no século XX.</p>
<p>“Uma versão atualizada do nazismo, com a etiqueta ‘Made in Russia’”, escreveu.</p>
<p>O líder ucraniano defendeu que o mundo livre, unido, pode e deve derrotar a agressão russa.</p>
<p>Zelensky agradeceu ainda a todos os países e cidadãos que ajudam a Ucrânia a proteger vidas e a impedir que o regime russo dite o futuro do mundo.</p>
<p><strong>Zelensky pede homenagem através da defesa da liberdade</strong></p>
<p>Na mensagem, o presidente ucraniano afirmou que proteger vidas e a liberdade das nações perante Vladimir Putin é uma forma digna de honrar a memória daqueles que impediram Adolf Hitler de conquistar a Europa e o mundo.</p>
<p>Zelensky deixou uma homenagem a todos os que combateram o nazismo e libertaram povos durante a Segunda Guerra Mundial, bem como às vítimas inocentes do conflito.</p>
<p>“Glória a todos os defensores da vida. Glória à Ucrânia”, concluiu.</p>
<p>A declaração surge num momento em que Kiev continua a denunciar a agressão russa como uma guerra de destruição contra a soberania ucraniana e a segurança europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760357]]></sapo:autor>
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		<title>Trump aperta regras e prepara-se para retirar passaportes a quem tenha pensões de alimentos por pagar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[passaportes]]></category>
		<category><![CDATA[pensão de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração do presidente norte-americano Donald Trump prepara-se para avançar com uma nova medida que terá forte impacto no combate ao incumprimento do pagamento de pensão de alimentos nos EUA, incluindo a revogação de passaportes de cidadãos que tenham dívidas significativas de apoio financeiro aos filhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A administração do presidente norte-americano Donald Trump prepara-se para avançar com uma nova medida que terá forte impacto no combate ao incumprimento do pagamento de pensão de alimentos nos EUA, incluindo a revogação de passaportes de cidadãos que tenham dívidas significativas de apoio financeiro aos filhos. A iniciativa, que foi apresentada pelo Departamento de Estado como uma ação de coordenação “sem precedentes” com o Departamento da Saúde e Serviços Humanos (HHS), representa uma escalada na aplicação de sanções a pais incumpridores e poderá atingir, numa primeira fase, cerca de 2.700 pessoas.</p>
<p>De acordo com a orientação anunciada por Washington, a medida vai começar por abranger abranger norte-americanos com dívidas superiores a 100 mil dólares em pensões de alimentos por pagar, embora as autoridades estejam já a avaliar uma redução drástica desse limiar para 2.500 dólares, um valor previsto na legislação federal em vigor e que, caso venha a ser adotado de forma alargada, poderá aumentar exponencialmente o número de cidadãos afetados.</p>
<p>Esta decisão marca uma mudança clara do posicionamento de aplicação de uma lei de 1996, que já permitia ao Departamento de Estado negar ou revogar passaportes a contribuintes em incumprimento no pagamento de pensão de alimentos acima de 2.500 dólares, mas cuja utilização prática era até agora limitada. Em muitos casos, o mecanismo era acionado apenas quando o devedor procurava assistência junto de uma embaixada ou consulado norte-americano no estrangeiro, tornando o instrumento pouco eficaz em termos de pressão direta.</p>
<p>Agora, a administração Trump quer transformar esta ferramenta num mecanismo de execução ativa e de grande alcance. Na mensagem oficial divulgada, o Departamento de Estado sublinha que a medida visa “colocar as famílias norte-americanas em primeiro lugar através do processo de passaportes”, acrescentando que esta ação “apoia o bem-estar das crianças norte-americanas ao impor consequências reais à delinquência no pagamento de pensão de alimentos ao abrigo da legislação federal existente”.</p>
<p><strong>Passaportes revogados e regresso obrigatório aos EUA</strong><br />
Nos casos em que a revogação avance, os titulares serão formalmente notificados de que deixam de poder utilizar o passaporte para viajar internacionalmente. A recuperação do documento ficará dependente da regularização integral da dívida ou da confirmação oficial de que os montantes em atraso foram liquidados.</p>
<p>Para cidadãos que se encontrem fora dos Estados Unidos no momento da revogação, a administração norte-americana prevê apenas a emissão de um passaporte temporário de validade limitada, exclusivamente destinado ao “regresso direto aos Estados Unidos”, impedindo qualquer outra utilização para viagens internacionais.</p>
<p>A secretária-adjunta de Estado para Assuntos Consulares, Mora Namdar, justificou o endurecimento da política afirmando que “estamos a expandir uma prática de bom senso que já provou ser eficaz para levar quem deve pensão de alimentos a pagar a sua dívida”.</p>
<p>Os primeiros sinais de impacto já começaram a surgir. De acordo com o Departamento de Estado, desde que em fevereiro vieram a público informações sobre o reforço deste programa, centenas de pais em incumprimento avançaram para regularizar os montantes em atraso junto das autoridades estaduais, numa tentativa de evitar sanções mais severas.</p>
<p><strong>Sistema poderá abranger um universo muito maior de afetados</strong><br />
Ainda que a primeira vaga tenha como alvo dívidas superiores a 100 mil dólares, a verdadeira dimensão desta medida dependerá da eventual descida do limiar para 2.500 dólares. Caso essa fasquia venha a ser aplicada de forma generalizada, o universo de cidadãos abrangidos poderá tornar-se muito mais vasto, já que o HHS continua a recolher dados junto dos organismos estaduais responsáveis pelo acompanhamento destes pagamentos.</p>
<p>Ainda não é claro se existirão exceções ou mecanismos de flexibilização consoante circunstâncias específicas, como incapacidade financeira comprovada, processos judiciais em curso ou acordos de pagamento faseado.</p>
<p>Connie Chesnik, presidente da Divisão de Segurança Familiar e Económica do Wisconsin, reconheceu que o atual sistema já prevê a revogação, mas classificou-o como “complexo” e pouco utilizado por muitos estados. Segundo explicou, as autoridades estaduais recorrem mais frequentemente ao bloqueio de novos pedidos de passaporte ou à recusa de renovação de documentos existentes, em vez da revogação efetiva de passaportes já emitidos.</p>
<p><strong>Milhares de milhões por pagar todos os anos</strong><br />
A nova ofensiva surge num contexto de incumprimento estrutural no sistema norte-americano de apoio financeiro a filhos dependentes.</p>
<p>Dados oficiais do censo dos Estados Unidos indicam que, em 2022, cerca de 4,7 milhões de pais com guarda legal ou acordos informais de pensão de alimentos deveriam receber, em média, aproximadamente 6.400 dólares anuais, cerca de 530 dólares por mês.</p>
<p>No total, os pagamentos esperados ascendiam a 29,9 mil milhões de dólares, mas apenas 19,2 mil milhões chegaram efetivamente aos beneficiários. Ou seja, cerca de um terço do montante devido ficou por pagar.</p>
<p>As mães continuaram a concentrar a maior fatia desses pagamentos: dos 25,2 mil milhões de dólares que deveriam ter recebido, apenas 16,2 mil milhões foram efetivamente pagos. Já os pais com direito a receber apoio financeiro deveriam arrecadar 4,8 mil milhões, mas receberam apenas 3 mil milhões.</p>
<p>Desde 1998, o uso das restrições de passaporte como ferramenta coerciva já levou à recuperação de 657 milhões de dólares em dívidas acumuladas, dos quais 156 milhões foram pagos apenas nos últimos cinco anos — números que a administração Trump usa agora como argumento para justificar o reforço desta política.</p>
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		<title>Um minuto com… Luísa Pestana, Administradora da Vodafone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[30ª Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Vodafone]]></category>
		<category><![CDATA[XXX Conferência Executive Digest]]></category>
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					<description><![CDATA[Luísa Pestana sublinhou a importância de automatizar e simplificar os processos nas empresas, processos esses que são muito complexos, trazendo benefícios para o clientes e cidadãos do Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luísa Pestana sublinhou a importância de automatizar e simplificar os processos nas empresas, processos esses que são muito complexos, trazendo benefícios para o clientes e cidadãos do Estado.</p>
<p>A Administradora da Vodafone foi uma dos oradoras convidadas da XXX Conferência Executive Digest, tendo integrado o painel ”Simplificação e Digitalização – os seus efeitos na produtividade e crescimento”.</p>
<p>Veja aqui o testemunho:</p>
<p><iframe title="06 Luísa Pestana ENT" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GKmcEW2xF5s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A XXX Conferência Executive Digest decorreu no dia 15 de Abril, na Culturgest, sob o tema “Os caminhos para um Portugal Extraordinário”, e conta com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, Delta Q, Fidelidade, MC Sonae, Nova SBE, Randstad, Recordati, Steelcase, Tabaqueira/Philip Morris, Unilever, CTT, Lusíadas Saúde, Vodafone, Galp, e ainda com a parceria da Neurónio Criativo, Sapo, SENO. A Sociedade Ponto Verde foi o Parceiro de Sustentabilidade do evento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760347]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Passageiros sem direito a indemnização em cancelamento de voo por falta de combustível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Os passageiros aéreos não terão direito a indemnização caso o cancelamento do voo se deva à escassez de querosene, segundo orientações hoje adotadas pela Comissão Europeia, que proíbem a aplicação de taxas adicionais sobre bilhetes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os passageiros aéreos não terão direito a indemnização caso o cancelamento do voo se deva à escassez de querosene, segundo orientações hoje adotadas pela Comissão Europeia, que proíbem a aplicação de taxas adicionais sobre bilhetes.</p>
<p>O executivo comunitário considerou, segundo um comunicado, que &#8220;uma escassez local de combustível&#8221; se enquadra na categoria de circunstâncias extraordinárias que isentam as transportadoras aéreas de indemnizar os clientes, mas sustentou que &#8220;os preços elevados dos combustíveis não devem ser considerados como constituindo uma circunstância extraordinária&#8221;.</p>
<p>&#8220;Falta de combustível sim, preços elevados não&#8221;, sintetizou, na conferência de imprensa diária, a porta-voz da Comissão para a Energia, Anna-Kaisa Itkonen, reiterando que não há ainda &#8220;nenhuma evidência de que vá haver uma escassez de combustível para aviões&#8221;.</p>
<p>O Irão mantém bloqueado o estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global de combustíveis fósseis, desde 28 de fevereiro, data em que os Estados Unidos e Israel iniciaram uma guerra contra a República Islâmica que já fez milhares de mortos, sobretudo no seu território e no do Líbano, e abalou a economia mundial, nomeadamente fazendo disparar os preços dos combustíveis.</p>
<p>Washington, por sua vez, mantém o bloqueio aos portos iranianos, imposto em 13 de abril, cinco dias após a entrada em vigor de um cessar-fogo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760329]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: DGS não tem conhecimento de qualquer passageiro que queira vir para Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Direção-Geral da Saúde não tem conhecimento de qualquer passageiro do cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus que queira ser recebido em Portugal e diz que o repatriamento será feito para os países de residência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Saúde não tem conhecimento de qualquer passageiro do cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus que queira ser recebido em Portugal e diz que o repatriamento será feito para os países de residência.</p>
<p>Numa resposta a perguntas da agência Lusa, a DGS sublinha que a única pessoa com nacionalidade portuguesa a bordo do navio, um elemento da tripulação, não reside em Portugal.</p>
<p>Acrescenta que todos os que estão a bordo do MV Hondius deverão chegar a Tenerife (Espanha) na noite de sábado para domingo e que o repatriamento será coordenado pelas autoridades nacionais, Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla inglesa) e Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>A DGS diz ainda que se mantém em articulação com as instituições europeias &#8220;para acompanhamento, em permanência, da situação&#8221; e que a gestão dos passageiros está a ser feita pelo Governo de Espanha.</p>
<p>Na quinta-feira, numa nota divulgada no seu &#8216;site&#8217;, a DGS informou que o encaminhamento dos passageiros será feito para os respetivos países de residência.</p>
<p>As autoridades espanholas disseram na quinta-feira que, no caso de cidadãos da União Europeia (UE), o Governo espanhol, que ativou o mecanismo europeu de proteção civil para esta operação, vai propor a cada Estado-membro que faça a repatriação dos seus cidadãos nacionais.</p>
<p>Se for preciso, por impossibilidade de algum Estado, a Comissão Europeia assumirá a transferência, acrescentaram.</p>
<p>Quanto às pessoas de países fora da UE, estão ainda a decorrer contactos e reuniões através do Ministério dos Negócios Estrangeiros &#8220;para coordenar&#8221; os repatriamentos, informou o Ministério da Administração Interna espanhol, numa informação enviada aos jornalistas.</p>
<p>A secretária-geral da Proteção Civil de Espanha, Virginia Barcones, disse na quinta-feira que, tanto no caso de países europeus como de outros de fora da União Europeia que por algum motivo não enviem aviões próprios, os Países Baixos assumirão os repatriamentos, sobretudo da tripulação do navio, que tem bandeira neerlandesa.</p>
<p>A menos que tenham sintomas de doença, todas as pessoas serão repatriadas a partir das Canárias e só sairão do barco quando os aviões em que serão transportadas já estiveram no aeroporto, para que possam entrar de imediato nas aeronaves.</p>
<p>Numa nota divulgada na quinta-feira à tarde, a DGS disse que, face à evidência atual e, à data, avalia o risco para residentes em Portugal como muito baixo, não se esperando transmissão generalizada.</p>
<p>Na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, na quinta-feira, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse que o Governo português e a DGS estão a receber informação &#8220;hora a hora&#8221;.</p>
<p>A governante recordou que a Organização Mundial da Saúde e o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) referem que o risco para a população em geral de &#8220;disseminação do surto do navio cruzeiro Hondius é muito baixo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Todas as autoridades de saúde estão em contacto e isso é permanente&#8221;, assegurou a ministra.</p>
<p>Até ao moento o surto já provocou três mortos.</p>
<p>O cruzeiro, que zarpou da Argentina com 149 pessoas a bordo, de 23 nacionalidades, fazia a rota entre Ushuaia (Argentina) e as ilhas Canárias, durante todo o mês de abril, com paragens no Atlântico Sul para turismo de observação da vida selvagem.</p>
<p>Na quarta-feira, o ECDC admitiu como hipótese que alguns passageiros tenham sido expostos à estirpe Andes do vírus na Argentina, antes de embarcarem, e podem ter transmitido o vírus a outros passageiros já a bordo do navio.</p>
<p>Os hantavírus são vírus zoonóticos, caracterizados por infetar roedores, e diferentes espécies circulam na Europa, na Ásia e no continente americano.</p>
<p>Embora tenham sido identificadas numerosas espécies de hantavírus, apenas algumas estão associadas a infeção humana, nos quais podem causar doença grave, cujas manifestações clínicas dependem do tipo de vírus, que difere entre zonas geográficas</p>
<p>SO (PC/MP) // FPA</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760303]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Governo rejeita recomendar teletrabalho ou menos viagens de avião para diminuir procura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:59:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo escusou-se hoje a recomendar teletrabalho ou a redução das viagens de avião para diminuir a procura, dada a atual crise petróleo, assegurando combustível da aviação até final de agosto e planos B e C para depois.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo escusou-se hoje a recomendar teletrabalho ou a redução das viagens de avião para diminuir a procura, dada a atual crise petróleo, assegurando combustível da aviação até final de agosto e planos B e C para depois.</p>
<p>&#8220;A questão do teletrabalho, para nós, não está ainda em cima da mesa. Há muitas formas de chegar ao trabalho e não estamos sequer a discutir ainda essa questão&#8221;, afirmou a ministra da Energia, Maria da Graça Carvalho.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas após uma intervenção na sessão do Conselho da Diáspora, a governante salientou que também não existe recomendação para reduzir as viagens de avião &#8212; sendo estas duas recomendações da Agência Internacional de Energia &#8211;, vincando que &#8220;as pessoas têm o direito às suas férias e às viagens&#8221;, quando se aproxima o verão.</p>
<p>&#8220;Temos uma grande diáspora que tem direito a viver a família e gosta de regressar a Portugal [&#8230;] e o turismo é 15% do nosso PIB, mas também individualmente, as pessoas gostam de viajar, faz parte de aumentar a sua cultura, e eu não queria estar aqui a fazer uma recomendação a evitar, para já&#8221;, elencou.</p>
<p>De acordo com a Maria da Graça Carvalho, no caso da Galp e da Repsol, o combustível da aviação (jetfuel) &#8220;está assegurado até ao fim de agosto e [&#8230;] se a guerra se intensificar, [&#8230;] têm planos para a importação dos 20%&#8221;.</p>
<p>&#8220;Têm planos B e C [&#8230;] e pode continuar a não haver problema, mas é mais problemático porque o efeito destas crises são cumulativas. Vamos ter esperança que acabe antes de agosto&#8221;, disse, aludindo à guerra do Irão causada pelos ataques norte-americanos e israelitas e consequente resposta iraniana.</p>
<p>&#8220;Portanto, vamos tentar que não seja preciso fazer reduções. Nós temos um plano de eficiência energética em muitas coisas&#8221;, apontou ainda.</p>
<p>No final de abril, a Comissão Europeia divulgou um conjunto de medidas para fazer face aos elevados preços da energia, incluindo apoio direcionado a consumidores e empresas, possíveis reduções fiscais e ajustes de tarifas e utilização de instrumentos de mercado e reservas estratégicas.</p>
<p>Na altura, Bruxelas recuou e não apresentou recomendações para reduzir o consumo energético, como recurso ao teletrabalho ou alternativas ao avião e carro, mas garantiu que &#8220;continua claramente&#8221; a incentivar a UE a fazer tal redução.</p>
<p>Num rascunho anterior consultado pela Lusa, Bruxelas sugeria que os países da UE promovessem pelo menos um dia obrigatório de teletrabalho por semana, adotassem alternativas ao automóvel (como bicicletas partilhadas, partilha de veículos, mais veículos elétricos e maior utilização do transporte público) e evitassem viagens aéreas sempre que possível, na linha do que é recomendado pela Agência Internacional da Energia (AIE), mas isso não foi depois assumido.</p>
<p>A AIE recomendou, já hoje, que Portugal apoie a compra de veículos elétricos usados, sobretudo por famílias de baixos rendimentos, para reduzir emissões num setor dos transportes ainda muito dependente do petróleo.</p>
<p>Respondendo a tal sugestão, Maria da Graça Carvalho assegurou que o executivo &#8220;já o faz desde há algum tempo&#8221; para os veículos elétricos novos, devendo em breve lançar um novo concurso.</p>
<p>Quanto à recomendação da AIE de retirar custos não energéticos da fatura da eletricidade, a governante apontou que a luz em Portugal é das mais baixas da União Europeia e não tem registado subidas devido à crise energética dado ser mais afetada por renováveis do que pelo gás.</p>
<p>A União Europeia importa a maior parte do petróleo e gás que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética, que é sobretudo de preços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760309]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vice-presidente do BCE descarta existência de uma bolha da IA semelhante à da internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) afirmou hoje que o aumento dos investimentos em Inteligência Artificial (IA), não é comparável à bolha da internet, cujo colapso desencadeou uma crise mundial no início do século XXI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) afirmou hoje que o aumento dos investimentos em Inteligência Artificial (IA), não é comparável à bolha da internet, cujo colapso desencadeou uma crise mundial no início do século XXI.</p>
<p>O &#8216;boom&#8217; dos investimentos relacionados IA, que elevou as cotações das empresas ligadas a esta tecnologia para níveis históricos, não apresenta semelhanças com a bolha da internet, afirmou hoje o vice-presidente do banco europeu.</p>
<p>&#8220;Não há uma bolha&#8221;, assegurou hoje Luis de Guindos durante um evento organizado pelo jornal elEconomista no qual defendeu que o fenómeno da IA é &#8220;completamente distinto do da bolha da internet&#8221;.</p>
<p>Neste sentido, o vice-presidente do BCE, cujo mandato expira no próximo dia 31 de maio, salientou que, embora, as empresas disponham de planos de negócios, poderá ser necessário ajustar os preços, perante a possibilidade de haver uma sobrevalorização.</p>
<p>Da mesma forma, embora se comece a observar uma alteração na forma de contratação, a análise do BCE apontou que, por enquanto, não estão a ocorrer ajustes no emprego relacionados com esta tecnologia.</p>
<p>Porém, o economista espanhol salientou que casos como o do Mythos, o mais recente modelo de IA desenvolvido pela Anthropic, que gerou grande expectativa e incerteza quanto à sua capacidade de detetar vulnerabilidades que afetam os sistemas das entidades, revelam o atraso e a dependência da Europa em relação à IA face aos Estados Unidos ou à China.</p>
<p>&#8220;Isso põe em evidência o atraso europeu num domínio como é a IA e isso aumenta a dependência do continente&#8221;, advertiu Luis de Guindos, para quem o Mythos é apenas uma amostra do que possivelmente virá a seguir e que obrigará a ter muito mais segurança face a ciberataques.</p>
<p>No que diz respeito à política monetária, o vice-presidente do BCE reiterou que, após a recente decisão do Conselho do BCE de manter as taxas de juro, o órgão contará, na reunião de junho, com mais dados e novas projeções económicas para poder tomar uma decisão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760318]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Gomas, chocolates e suplementos com canábis na mira da ASAE: mais de 6.800 artigos apreendidos e 19 processos-crime abertos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ASAE]]></category>
		<category><![CDATA[canábis]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ilícitos em causa incluem género alimentício anormal falsificado por adição e tráfico de estupefacientes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica apreendeu 6.822 artigos no âmbito de uma operação nacional dirigida à comercialização de suplementos alimentares e produtos contendo extratos da planta Cannabis sativa.</p>
<p>A ação decorreu na última semana e incidiu sobre estabelecimentos especializados na venda de suplementos alimentares, ervanárias, lojas de produtos naturais, parafarmácias, farmácias, supermercados e websites dedicados à venda online destes géneros alimentícios.</p>
<p>Segundo a ASAE, a operação teve como objetivo verificar o cumprimento das normas legais aplicáveis a suplementos alimentares e outros produtos com canábis, garantindo a salvaguarda da saúde pública e da segurança dos consumidores.</p>
<p>Em causa estiveram, nomeadamente, o uso de ingredientes considerados novos alimentos ou substâncias não autorizadas, a composição dos produtos, a rotulagem, as alegações nutricionais e de saúde e a notificação de colocação no mercado, nos termos da legislação nacional e europeia em vigor.</p>
<p><strong>Gomas, chocolates, infusões e suplementos apreendidos</strong></p>
<p>No total, foram fiscalizados 53 operadores económicos.</p>
<p>A ASAE apreendeu 6.822 artigos, incluindo sementes, flores, sumidades floridas ou frutificadas da planta Cannabis sativa L., resina e pólen.</p>
<p>De acordo com a autoridade, estes produtos eram provenientes de partes da planta e correspondem a substâncias consideradas psicoativas, cuja detenção e comercialização estão sujeitas a regimes legais estritos.</p>
<p>Foram também apreendidos vários géneros alimentícios destinados ao consumo, incluindo gomas, chupa-chupas, chocolates, massas e infusões ou tisanas.</p>
<p>Segundo a ASAE, estes produtos não cumpriam os requisitos legais de segurança, rotulagem ou qualidade, por conterem biomassa ou extratos de Cannabis sativa L.</p>
<p><strong>19 processos-crime e oito contraordenações</strong></p>
<p>Na sequência da operação, foram instaurados 19 processos-crime.</p>
<p>Os ilícitos em causa incluem género alimentício anormal falsificado por adição e tráfico de estupefacientes.</p>
<p>A ASAE instaurou ainda oito processos de contraordenação, relacionados com práticas comerciais desleais por indução em erro, incumprimentos de rotulagem e outras infrações.</p>
<p>A autoridade alerta que a comercialização de géneros alimentícios, incluindo suplementos alimentares com CBD, canabidiol ou outros canabinoides, não é permitida quando estes integrem novos alimentos não autorizados.</p>
<p>A ASAE garante que continuará a realizar ações de fiscalização em todo o território nacional, no âmbito das suas competências, para proteger a segurança alimentar e a saúde pública dos consumidores.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760325]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nem tudo passa pelo elétrico: GPL Auto promete cortar emissões e reduzir custos nas frotas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nem-tudo-passa-pelo-eletrico-gpl-auto-promete-cortar-emissoes-e-reduzir-custos-nas-frotas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[GASIB]]></category>
		<category><![CDATA[gpl]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[GASIB defende que o GPL e o BioAutogás podem assumir um papel imediato na descarbonização do transporte rodoviário em Portugal, tanto nos veículos ligeiros como nas frotas profissionais e no transporte pesado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A GASIB defende que o GPL e o BioAutogás podem assumir um papel imediato na descarbonização do transporte rodoviário em Portugal, tanto nos veículos ligeiros como nas frotas profissionais e no transporte pesado.</p>
<p>Num contexto em que empresas e consumidores procuram soluções mais sustentáveis, mas também economicamente viáveis, a companhia sublinha que a transição energética na mobilidade não deve depender de uma única tecnologia.</p>
<p>Para a GASIB, o GPL Auto surge como uma alternativa acessível, de utilização simples e com impacto direto na redução de emissões, sobretudo em segmentos onde a eletrificação ainda enfrenta limitações operacionais, económicas e de autonomia.</p>
<p>“Não existe uma solução única para a descarbonização da mobilidade. O mercado necessita de várias soluções complementares e o GPL pode desempenhar um papel muito relevante, especialmente no transporte profissional e nas frotas”, afirma Filipe Henriques, responsável da GASIB.</p>
<p>O Autogás é atualmente a área de negócio da GASIB com maior potencial de crescimento, com uma previsão de evolução anual em torno dos 8%.</p>
<p><strong>Redução de emissões pode chegar aos 92% com BioAutogás</strong></p>
<p>Segundo a empresa, o GPL Auto permite reduzir até 20% das emissões de CO₂ face aos combustíveis líquidos tradicionais.</p>
<p>No caso do BioAutogás, a redução pode chegar aos 92%.</p>
<p>A GASIB destaca ainda reduções expressivas noutros poluentes: até 99% de partículas e até 96% de emissões de NOx face ao diesel, ou 68% face à gasolina.</p>
<p>Além da componente ambiental, o Autogás pode contribuir para a redução do ruído urbano, permitindo diminuir até 50% o ruído dos motores em comparação com o diesel.</p>
<p>A empresa sublinha também que esta solução beneficia de classificações ambientais favoráveis, permitindo a circulação sem restrições em diferentes contextos urbanos.</p>
<p>“Hoje já existem soluções que permitem reduzir emissões de forma imediata sem comprometer a operação das empresas, a autonomia dos veículos ou os hábitos de utilização dos condutores”, acrescenta Filipe Henriques.</p>
<p><strong>Poupança pode chegar aos 50% por litro</strong></p>
<p>A GASIB aponta ainda vantagens económicas para particulares e empresas, numa altura em que os custos de mobilidade continuam a pesar nos orçamentos familiares e empresariais.</p>
<p>De acordo com a companhia, o GPL Auto pode permitir uma poupança direta até 50% por litro face à gasolina e ao diesel.</p>
<p>Além do menor custo do combustível, a empresa destaca menores custos de manutenção, abastecimentos rápidos e autonomias que podem ultrapassar os 1.000 quilómetros.</p>
<p>Para frotas profissionais, estes fatores podem ter impacto direto na gestão operacional, ao permitirem reduzir emissões sem comprometer rotas, tempos de abastecimento ou disponibilidade dos veículos.</p>
<p><strong>Retrofitting e remotorização como alternativas à renovação total</strong></p>
<p>A GASIB considera que o GPL pode acelerar a renovação sustentável do parque automóvel sem obrigar consumidores e empresas a substituir integralmente os veículos atuais.</p>
<p>A empresa destaca soluções de retrofitting para veículos ligeiros e de remotorização para veículos industriais, com motores 100% GPL.</p>
<p>“Nem sempre é necessário substituir toda a frota para reduzir emissões. Hoje já existem soluções de retrofitting para veículos ligeiros e remotorização para veículos industriais com motores 100% GPL, que permitem às empresas acelerar a transição energética a um custo muito inferior”, explica Filipe Henriques.</p>
<p>No segmento dos pesados, a GASIB destaca a evolução de soluções como os motores 100% GPL da BeGas e a existência de camiões GPL da Herko Trucks já em operação em Espanha.</p>
<p>A empresa alerta que a ausência de alternativas adaptadas à realidade operacional dos consumidores e das empresas pode atrasar a descarbonização do transporte rodoviário.</p>
<p>Sem soluções acessíveis e tecnologicamente viáveis, defende a GASIB, o risco é prolongar a utilização de veículos mais antigos e mais poluentes.</p>
<p><strong>GASIB reforça aposta no mercado ibérico</strong></p>
<p>A GASIB é uma companhia especializada em produtos e serviços de gás liquefeito, comercializados sob a marca Cepsa em Espanha e Portugal.</p>
<p>A oferta inclui butano, propano, autogás, biopropano e bioautogás.</p>
<p>A empresa está presente em Portugal desde 2003, ano em que iniciou atividade no negócio de propano a granel.</p>
<p>Em 2017, expandiu a operação no mercado de enchimento e mantém atualmente uma posição de crescimento, com reforço da rede de distribuidores e clientes.</p>
<p>A GASIB é a segunda companhia por quota de mercado na Península Ibérica, com 3,5 milhões de clientes de engarrafado, mais de 16.000 clientes de granel, cerca de 200 colaboradores e oito plantas de armazenamento e enchimento.</p>
<p>Constituída como GASIB em 2021, a empresa acumula mais de 30 anos de atividade, desde que a Cepsa iniciou, em 1992, as operações de comercialização e distribuição de GPL.</p>
<p>Em 2024, a GASIB foi adquirida pela Abastible, uma das dez principais companhias de GPL a nível mundial, líder de mercado no Chile, Colômbia, Equador e Peru, e filial da Empresas Copec, holding financeira especializada em energia e recursos naturais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760317]]></sapo:autor>
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		<title>CIA põe em causa otimismo de Trump: Irão ainda tem petróleo, mísseis e meses de resistência pela frente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Avaliação contraria a tese de Donald Trump de que Teerão precisa de pôr fim à guerra de forma iminente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão poderá resistir aos efeitos do bloqueio americano durante mais três a quatro meses e mantém reservas significativas de mísseis, segundo informações dos serviços secretos dos Estados Unidos citadas pelo &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>A avaliação contraria a tese de Donald Trump de que Teerão precisa de pôr fim à guerra de forma iminente.</p>
<p>Uma nova análise da CIA sugere que a República Islâmica está mais resistente do que Washington admitia publicamente e poderá suportar a pressão económica do bloqueio até mais tarde este ano.</p>
<p>O relatório confidencial foi entregue esta semana a responsáveis da Administração Trump, de acordo com quatro pessoas familiarizadas com o documento ouvidas pelo &#8216;The Washington Post&#8217;.</p>
<p>Segundo essa avaliação, o Irão conseguiu ganhar margem ao armazenar parte do petróleo em navios-tanque e ao reduzir os fluxos nos campos petrolíferos, mantendo os poços operacionais.</p>
<p>“Não está nem perto de ser tão grave como alguns têm dito”, afirmou uma fonte sobre a situação económica iraniana.</p>
<p><strong>Petróleo em navios e rotas terrestres</strong></p>
<p>A CIA considera que Teerão poderá resistir entre 90 e 120 dias antes de enfrentar dificuldades económicas mais severas, podendo até aguentar mais tempo.</p>
<p>O relatório aponta também para a possibilidade de o regime conseguir contornar parte do bloqueio através do contrabando de petróleo por rotas terrestres, recorrendo a camiões e caminhos de ferro.</p>
<p>Um responsável citado no texto admite que o Irão poderá começar a transportar algum petróleo por via ferroviária através da Ásia Central.</p>
<p>A avaliação agora revelada confirma indicações anteriores do &#8216;The Independent&#8217;, segundo as quais o Irão teria cerca de 120 dias de crude disponível para abastecer a China.</p>
<p>Em abril, uma análise da Kpler já apontava para um impacto menos imediato do bloqueio, devido aos “volumes substanciais” de petróleo iraniano que já se encontravam no mar.</p>
<p><strong>Mísseis e lançadores continuam disponíveis</strong></p>
<p>A resistência iraniana não é apenas económica.</p>
<p>Segundo um responsável americano, Teerão mantém cerca de 75% dos inventários de lançadores móveis que tinha antes da guerra e aproximadamente 70% das reservas de mísseis.</p>
<p>Estes dados entram em contradição com declarações públicas de Trump sobre a rápida degradação do arsenal iraniano.</p>
<p>Para alguns responsáveis americanos, a liderança iraniana tornou-se mais radical, determinada e confiante de que conseguirá resistir durante mais tempo do que a vontade política dos Estados Unidos.</p>
<p>Um dos oficiais citados comparou a situação a outros regimes que resistiram durante anos a embargos prolongados e a guerras conduzidas apenas por poder aéreo.</p>
<p><strong>Casa Branca insiste que bloqueio está a esmagar Teerão</strong></p>
<p>Apesar da avaliação da CIA, responsáveis americanos sublinham que o bloqueio está a causar danos reais à economia iraniana.</p>
<p>Um alto responsável dos serviços de informação afirmou que o comércio foi severamente cortado, as receitas foram esmagadas e o colapso económico sistémico está a acelerar.</p>
<p>“Irão viu as suas capacidades militares seriamente degradadas, a sua marinha destruída e os seus líderes escondidos”, afirmou o mesmo responsável.</p>
<p>A Casa Branca mantém também a linha de que Teerão está sob forte pressão.</p>
<p>Anna Kelly, porta-voz da Administração Trump, disse ao &#8216;Washington Post&#8217; que o Irão está a perder 500 milhões de dólares por dia, cerca de 426 milhões de euros, devido ao bloqueio americano.</p>
<p>“Durante a Operação Epic Fury, o Irão foi esmagado militarmente”, afirmou.</p>
<p>“Agora está a ser estrangulado economicamente pela Operação Economic Fury e perde 500 milhões de dólares por dia graças ao bloqueio bem-sucedido dos portos iranianos pelas Forças Armadas dos Estados Unidos.”</p>
<p><strong>Negociações sob pressão</strong></p>
<p>A Administração Trump defende que o regime iraniano sabe que a situação atual é insustentável e que o presidente americano “tem todas as cartas” enquanto decorrem negociações para tentar alcançar um acordo.</p>
<p>Mas a leitura dos serviços secretos introduz uma nota de cautela nessa narrativa.</p>
<p>Se o Irão ainda dispõe de petróleo, rotas alternativas, lançadores móveis e uma parte significativa do arsenal de mísseis, a pressão americana poderá demorar mais tempo a produzir efeitos decisivos.</p>
<p>A questão central passa a ser política e militar: saber se Teerão cederá antes de a crise económica se tornar insuportável ou se tentará prolongar o conflito, apostando no desgaste da vontade política dos Estados Unidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760308]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Porto Business School lança formação executiva para acelerar estratégia digital das empresas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/porto-business-school-lanca-formacao-executiva-para-acelerar-estrategia-digital-das-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Business School]]></category>
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					<description><![CDATA[A Porto Business School lançou o novo Open Executive Program (OEP) Digital Strategy &#038; Ecommerce, uma formação executiva criada para ajudar empresas e líderes a acelerar as suas estratégias digitais num contexto de crescente transformação tecnológica e omnicanalidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Business School lançou o novo Open Executive Program (OEP) Digital Strategy &amp; Ecommerce, uma formação executiva criada para ajudar empresas e líderes a acelerar as suas estratégias digitais num contexto de crescente transformação tecnológica e omnicanalidade.</p>
<p>O programa surge numa altura em que o digital assume um papel central nas organizações, influenciando decisões, experiências de cliente e resultados de negócio. A nova oferta formativa da PBS pretende responder aos desafios das empresas que procuram integrar estratégia, marketing de performance, ecommerce e canais digitais numa abordagem mais orientada por dados e resultados.</p>
<p>Segundo a instituição, a formação foi desenhada para ultrapassar a visão isolada das várias áreas do ecossistema digital, promovendo uma ligação mais eficaz entre a omnicanalidade, a gestão da jornada do cliente e o impacto direto no negócio, independentemente do setor de atividade.</p>
<p>Um dos principais pilares do programa é o “Real Challenge”, modelo de aprendizagem que coloca os participantes perante desafios reais de negócios digitalmente habilitados. A abordagem procura fomentar a resolução de problemas transversais através da tecnologia, com foco na criação de valor mensurável e na escalabilidade das soluções desenvolvidas.</p>
<p>A direção do curso está a cargo de Pedro Barbosa, profissional com experiência em grupos como a Sonae, BNP Paribas e El Corte Inglés.</p>
<p>A Porto Business School destaca ainda que o programa é elegível para o Cheque-Formação + Digital, medida de apoio financeiro destinada à requalificação de profissionais e à aceleração da digitalização das empresas em Portugal.</p>
<p>O OEP Digital Strategy &amp; Ecommerce arranca a 28 de maio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760307]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Governo ultima taxa sobre lucros extraordinários mas diz que será &#8220;bem dirigida&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Maria da Graça Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo está a ultimar os detalhes da nova taxa sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, dada a atual crise, prometendo que será "bem desenhada e bem dirigida" para evitar "afugentar investimento" como em 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo está a ultimar os detalhes da nova taxa sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, dada a atual crise, prometendo que será &#8220;bem desenhada e bem dirigida&#8221; para evitar &#8220;afugentar investimento&#8221; como em 2022.</p>
<p>&#8220;Ela [a taxa], se for bem desenhada, é importante e, portanto, o que nós estamos a fazer é aprender com as lições de 2022 e desenhá-la, e quando eu digo bem desenhada, tem de ser muito bem dirigida, não pode ser geral, tem de ser dirigida&#8221;, disse a ministra da Energia, Maria da Graça Carvalho.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas após uma intervenção na sessão do Conselho da Diáspora, a governante salientou que &#8220;não pode ser algo generalizado que vá pôr em causa os investimentos neste processo da transição energética, da eletrificação&#8221;.</p>
<p>&#8220;O senhor ministro das Finanças está a olhar para este assunto, nós também estamos a olhar para este assunto, e temos que aprender com as lições de 2022. Houve algumas questões que tiveram consequências negativas na forma como foi feito na crise de 2022, e, portanto, aprender com isso&#8221;, com o facto de &#8220;não terem [o Governo socialista de então] conseguido arrecadar o que esperaram e afugentaram investimentos, muito, e isso está provado com dados&#8221;, elencou Maria da Graça Carvalho.</p>
<p>E reforçou: &#8220;Temos de evitar isso&#8221;.</p>
<p>Admitindo que preferia que este fosse um imposto europeu em vez de uma taxa nacional para evitar discrepâncias no mercado interno da União Europeia, a ministra apontou que está a ser analisado como aplicar em Portugal, dado estarem em causa empresas internacionais, como a Galp.</p>
<p>&#8220;É por isso que eu não quero entrar aqui em detalhes, ela não é fácil desenhar, tem que ser muito bem desenhada, muito bem pensada, mas está em boas mãos&#8221;, concluiu.</p>
<p>O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, disse esta semana em Bruxelas que Portugal vai avançar com taxas sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, à semelhança do que aconteceu em 2022 na anterior crise dos preços dos combustíveis.</p>
<p>No final de abril, a Comissão Europeia admitiu que os países da UE avancem com impostos nacionais sobre os lucros extraordinários das energéticas, mas disse ser difícil adotar esta medida ao nível europeu dada a necessária unanimidade.</p>
<p>A posição surgiu após um pedido do ministro das Finanças português, Joaquim Miranda Sarmento, e dos seus homólogos da Alemanha, Espanha, Itália e Áustria para criação ao nível da UE de um imposto sobre os lucros extraordinários das energéticas, semelhante às medidas para conter a crise energética de 2022.</p>
<p>Bruxelas divulgou, no final de abril, um conjunto de medidas para fazer face aos elevados preços da energia, incluindo apoio direcionado a consumidores e empresas, possíveis reduções fiscais e ajustes de tarifas e utilização de instrumentos de mercado e reservas estratégicas.</p>
<p>A UE importa a maior parte do petróleo e gás que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética.</p>
<p>Apesar de Bruxelas garantir não haver problemas no abastecimento de petróleo e de gás à UE, já se assiste à volatilidade dos preços, aumento dos custos para famílias e empresas, pressão inflacionista e perturbações na indústria e nos transportes, havendo maior sentido de urgência em diversificar fornecedores e acelerar a transição para fontes de energia mais seguras e renováveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760297]]></sapo:autor>
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		<title>Miguel Maya reconduzido como presidente executivo do BCP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[BCP]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Maya]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Geral do Millennium BCP aprovou na quinta-feira a recondução de Miguel Maya como presidente executivo e de Nuno Amado como 'chairman' para o mandato de 2026-2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia Geral do Millennium BCP aprovou na quinta-feira a recondução de Miguel Maya como presidente executivo e de Nuno Amado como &#8216;chairman&#8217; para o mandato de 2026-2029.</P><br />
<P>A Assembleia Geral Anual de Acionistas do maior banco privado em Portugal, que se realizou nas instalações do banco em Oeiras (TagusPark) e por meios telemáticos, contou com a participação de detentores de 68,53% do capital social, segundo comunicado divulgado na noite de quinta-feira ao mercado.</P><br />
<P>Entre os 13 pontos aprovados pelos acionistas e constantes na nota enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), destaca-se o ponto nove da reunião magna, em que os principais acionistas do BCP &#8211; o grupo chinês Fosun e a petrolífera angolana Sonangol &#8212; propunham a recondução de Nuno Amado como presidente do Conselho de Administração (&#8216;chairman&#8217;, não executivo) e de Miguel Maya como vice-presidente e presidente executivo (CEO).</P><br />
<P>As alterações incluem Jorge Magalhães Correia e Valter Rui Dias de Barros como vice-presidentes do Conselho de Administração.</P><br />
<P>A proposta aprovada incluía ainda como vogais da administração António Pinto Júnior, Carla Bambulo, Fernando da Costa Lima, Isabel Maria Capeloa Gil, João Nuno Palma, José Pedro Malaquias, Luís Miguel Santos, Maria João Almeida, Maria Madalena Tomé, Maria José Campos, Miguel Bragança, Patrícia Couto Viana e Vicent Li.</P><br />
<P>Cidália Maria Mota Lopes foi também substituída na presidência da comissão de auditoria por Patrícia Couto Viana.</P><br />
<P>Os acionistas aprovaram ainda a distribuição de 509,28 milhões de euros em dividendos, a um preço unitário de 0,0344 euros por ação. </P><br />
<P>Também a redução do capital social em 240 milhões de euros através da extinção de ações próprias adquiridas através do programa de recompra de ações foi validada pelos acionistas. Ao mesmo tempo, o banco viu aprovada a proposta para aumentar o capital social para 3.000 milhões de euros, numa tentativa de simplificar a estrutura do balanço.</P><br />
<P>O BCP tem como principais acionistas o grupo chinês Fosun, com 20,03%, e a petrolífera Sonangol, com 19,49%.</P><br />
<P>O banco apresentou na quarta-feira lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025.</P><br />
<P></P><br />
<P>JO (IM/ALN) // EA</P></p>
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