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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Extraterrestres, lasers espaciais e rivais em camisa de forças: o fim de semana surreal de Trump nas redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:59:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Fim de semana digital de Trump teve ainda uma componente ligada à sua imagem física e política. O Presidente republicou mensagens que o descreviam como alguém que “fica mais novo” ou “envelhece ao contrário”, a menos de um mês de completar 80 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump voltou a transformar a sua conta na Truth Social num palco de imagens geradas por inteligência artificial. O presidente americano publicou durante o fim de semana uma série de montagens em que surge em cenários de ficção científica, incluindo uma imagem na qual aparece acompanhado por agentes dos serviços secretos a escoltar um extraterrestre prateado e musculado, aparentemente algemado, numa base militar, relata o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591901587847680/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>A imagem foi publicada sem qualquer legenda ou explicação. Pouco depois, Trump partilhou outras montagens com estética espacial, nas quais surge num centro de comando futurista da Space Force, sobre a Terra, enquanto satélites, asteroides e explosões ocupam o fundo. Noutra imagem, o Presidente aparece numa espécie de estação espacial com capacidade para disparar lasers contra alvos no planeta.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591989539415412/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591982606626739/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>As publicações surgiram depois do regresso de Trump a Washington, após uma cimeira de três dias na China. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, o presidente passou parte do fim de semana a jogar golfe e a publicar conteúdos na sua rede social, alternando imagens de tom fantástico com ataques a adversários políticos.</p>
<p>O tema extraterrestre surgiu poucas semanas depois de a administração americana ter divulgado novos ficheiros anteriormente classificados sobre fenómenos aéreos não identificados. A imprensa americana noticiou que o material fazia parte de uma nova vaga de documentos sobre UFO/UAP, embora sem confirmar a existência de tecnologia extraterrestre.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591886804530879/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>A sequência de publicações não se ficou pela ficção científica. Trump também partilhou imagens e ataques dirigidos a vários adversários políticos, incluindo o congressista republicano Thomas Massie e figuras democratas como JB Pritzker, Brandon Johnson, Hakeem Jeffries, Barack Obama e Gavin Newsom.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591877860242804/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>Newsom, governador da Califórnia e apontado como possível candidato democrata em 2028, foi um dos principais alvos. Numa das montagens, Trump apresentou-o com uma camisa de forças numa cela acolchoada, numa referência à expressão “Trump Derangement Syndrome”, usada pelos apoiantes do Presidente para descrever críticas persistentes ao seu comportamento político.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591899358572000/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116591875772379598/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>Noutra publicação, o governador da Califórnia surgia associado a uma matrícula fictícia do estado, com uma imagem de zombie e uma inscrição alusiva a “Newscum”, alcunha depreciativa que Trump usa para se referir a Newsom. A equipa do governador reagiu nas redes sociais, questionando o estado do presidente e explorando politicamente a sucessão de imagens publicadas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Trump publicou fotografias de imprensa em que surge em conversa com o Presidente chinês, Xi Jinping, bem como imagens a promover obras no espelho de água junto ao Monumento a Washington. Também surgiram publicações com representações dramáticas de ataques de drones a embarcações iranianas, numa altura em que as conversações com Teerão continuam sob tensão.</p>
<p>O fim de semana digital de Trump teve ainda uma componente ligada à sua imagem física e política. O Presidente republicou mensagens que o descreviam como alguém que “fica mais novo” ou “envelhece ao contrário”, a menos de um mês de completar 80 anos.</p>
<p>Essas publicações surgem num momento em que a sua saúde voltou a ser tema de discussão pública nos Estados Unidos, depois de imagens em que parecia adormecer durante um evento na Sala Oval e de comentários nas redes sociais sobre tornozelos inchados durante a visita a Pequim. Trump deverá realizar um novo exame médico no Walter Reed Military Medical Center a 26 de maio.</p>
<p>A nova série de imagens reforça uma marca já conhecida da comunicação política de Trump: o uso intensivo de memes, ataques personalizados e conteúdos visuais altamente partilháveis. A diferença, agora, está no peso crescente das imagens geradas por IA, que permitem criar versões cada vez mais fantasiosas do Presidente — de comandante espacial a caçador de extraterrestres — enquanto a fronteira entre propaganda, sátira e comunicação oficial se torna mais difusa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764263]]></sapo:autor>
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		<title>Colisão no céu, paraquedas e fumo negro: imagens mostram acidente em exibição aérea nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Gunfighter Skies]]></category>
		<category><![CDATA[Idaho]]></category>
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					<description><![CDATA[Aviões envolvidos eram dois EA-18G Growler, aeronaves de guerra eletrónica da Marinha americana]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As imagens são o elemento mais impressionante do acidente: dois aviões militares da Marinha dos Estados Unidos colidiram no ar durante uma exibição aérea em Idaho, obrigando os quatro tripulantes a ejetarem-se antes da queda. O incidente ocorreu este domingo, durante o espetáculo Gunfighter Skies, nas imediações da base aérea de Mountain Home, e levou ao cancelamento do resto do evento.</p>
<p>Os aviões envolvidos eram dois EA-18G Growler, aeronaves de guerra eletrónica da Marinha americana. Segundo a &#8216;BBC&#8217;, todos os tripulantes conseguiram ejetar-se em segurança e estavam em condição estável após o acidente. A Marinha indicou que os militares estavam a ser avaliados por equipas médicas.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Better angle of today&#39;s midair collision in Idaho.</p>
<p>The trailing plane (on the right) appears to have descended onto the plane below it, perhaps after losing sight of it in a blind spot.</p>
<p>Miraculous that all four ejected safely. <a href="https://t.co/Zwwf2Z83Ef">pic.twitter.com/Zwwf2Z83Ef</a></p>
<p>&mdash; Brick Suit (@Brick_Suit) <a href="https://twitter.com/Brick_Suit/status/2056183711549608239?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 18, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O acidente aconteceu no segundo e último dia do Gunfighter Skies Air Show, cerca de 3,2 quilómetros a noroeste da base aérea de Mountain Home. De acordo com a &#8216;Reuters&#8217;, os dois aparelhos colidiram durante uma demonstração aérea e despenharam-se perto da base, levando as autoridades a isolar a zona e a abrir uma investigação.</p>
<p>As imagens captadas no local mostram o momento de tensão após o embate, com paraquedas no céu e uma coluna de fumo negro a subir junto à base militar. Segundo a &#8216;ABC&#8217;, foram vistos quatro paraquedas depois da colisão, sinal de que os tripulantes conseguiram abandonar os aviões antes do impacto.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">BREAKING: Two U.S. Navy jets collided mid-air and exploded during the Gunfighter Skies Air Show at Mountain Home Air Force Base. <a href="https://t.co/R66ADWM2TY">pic.twitter.com/R66ADWM2TY</a></p>
<p>&mdash; Breaking911 (@Breaking911) <a href="https://twitter.com/Breaking911/status/2056088038128685448?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 17, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A queda dos aparelhos provocou um incêndio e levou ao encerramento temporário da base. O restante programa do espetáculo aéreo foi cancelado, enquanto as equipas de emergência respondiam ao incidente. As autoridades pediram ao público que evitasse a zona.</p>
<p>“Os tripulantes envolvidos no incidente estão em condição estável”, informou o esquadrão Gunfighters da base aérea de Mountain Home, numa declaração publicada nas redes sociais. A organização agradeceu ainda a “paciência e compaixão” dos visitantes, que permitiram uma resposta rápida e segura ao acidente.</p>
<p>Os EA-18G Growler estavam atribuídos a um esquadrão de ataque eletrónico do estado de Washington. Cada uma destas aeronaves tem um custo estimado de cerca de 67 milhões de dólares (aproximadamente 58 milhões de euros), segundo a Marinha dos Estados Unidos citada pela &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>A empresa Silver Wings of Idaho, que ajudou a organizar o espetáculo, indicou a uma estação local da &#8216;CBS&#8217; que ninguém na base militar ficou ferido. Também não há indicação de ferimentos entre o público presente.</p>
<p>O Gunfighter Skies Air Show regressava este ano depois de vários anos de ausência. A última edição tinha decorrido em 2018, ano em que um piloto de planador morreu num acidente durante o evento. A nova colisão volta agora a colocar o espetáculo sob escrutínio, embora as autoridades sublinhem que a investigação ainda está em curso.</p>
<p>Para já, o essencial está confirmado: os quatro tripulantes sobreviveram, o espetáculo foi cancelado e as imagens do acidente — com os aviões a cair, os paraquedas a abrir e o fumo negro a marcar o horizonte — tornaram-se o centro visual de um incidente que poderia ter tido consequências muito mais graves.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764258]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia atinge navio mercante ligado à China durante nova vaga de ataques à Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Zelensky, a Rússia realizou mais de seis horas de ataques durante a noite contra Dnipro e a região envolvente, provocando danos num edifício residencial de vários andares e em infraestruturas civis, incluindo habitação e energia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de voltar a colocar civis em risco depois de um drone russo ter atingido um navio mercante ligado à China no Mar Negro. A informação foi avançada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, numa altura em que novas vagas de ataques russos atingiram várias regiões da Ucrânia, incluindo Dnipro e Odessa. A &#8216;Reuters&#8217; também noticiou que três navios de bandeira estrangeira, incluindo um cargueiro chinês, foram atingidos junto a Odessa.</p>
<p>Segundo Zelensky, a Rússia realizou mais de seis horas de ataques durante a noite contra Dnipro e a região envolvente, provocando danos num edifício residencial de vários andares e em infraestruturas civis, incluindo habitação e energia. O presidente ucraniano afirmou ainda que drones russos atingiram Odessa e que um deles acertou num navio pertencente à China, defendendo que Moscovo “não podia desconhecer” que embarcação estava no mar.</p>
<p><script async src="https://telegram.org/js/telegram-widget.js?23" data-telegram-post="V_Zelenskiy_official/19101" data-width="100%"></script></p>
<p>A Marinha ucraniana indicou que forças russas atingiram um navio mercante chinês em águas territoriais ucranianas na madrugada de segunda-feira. Dmytro Pletenchuk, porta-voz da Marinha, afirmou que o ataque foi feito com um drone Shahed e que não houve vítimas. “O que motivou os russos quando decidiram usar um drone Shahed para atingir um navio mercante chinês no nosso mar?”, questionou, ironizando depois: “Aconteceu um terrível erro, camaradas?”</p>
<p>Ao mesmo tempo, a administração militar regional de Odessa informou que dois navios civis com bandeiras da Guiné-Bissau e das Ilhas Marshall foram atingidos por drones russos enquanto se encontravam na zona de espera e seguiam pelo corredor marítimo ucraniano em direção aos portos da Grande Odessa. As tripulações apagaram pequenos incêndios a bordo e as embarcações prosseguiram viagem, sem registo de vítimas.</p>
<p>O episódio acrescenta uma dimensão diplomática sensível ao ataque, uma vez que uma das embarcações atingidas estaria ligada à China. De acordo com relatos citados por meios ucranianos e internacionais, tratava-se de um navio com tripulação chinesa e propriedade associada a uma empresa chinesa, embora navegasse sob bandeira estrangeira.</p>
<p>O ataque ocorreu durante uma nova vaga de bombardeamentos russos contra a Ucrânia. A &#8216;Associated Press&#8217; noticiou que Moscovo lançou 524 drones e 22 mísseis balísticos e de cruzeiro, ferindo mais de duas dezenas de civis, incluindo crianças. Dnipro foi uma das zonas mais atingidas, com danos em áreas residenciais e infraestruturas.</p>
<p>Em Dnipro, as autoridades regionais indicaram inicialmente que 18 pessoas ficaram feridas, incluindo uma menina de dois anos e um rapaz de dez anos, ambos em tratamento ambulatório. Oito pessoas foram hospitalizadas em estado estável. Em Odessa, outro ataque com drones provocou incêndios, danificou edifícios residenciais e deixou pelo menos dois feridos.</p>
<p>Zelensky voltou a insistir na necessidade de reforçar a defesa aérea ucraniana, em particular contra mísseis balísticos. “A Rússia depende de balísticos para atingir pessoas, e é por isso que nós, na Europa, devemos fazer tudo para garantir proteção fiável contra isto”, afirmou. O presidente ucraniano defendeu ainda que a Europa deve desenvolver os seus próprios sistemas antibalísticos e ser mais autossuficiente perante este tipo de ameaça.</p>
<p>O apelo surge num momento em que Kiev tenta acelerar o apoio dos parceiros ocidentais para reforçar a proteção de cidades, infraestruturas energéticas e corredores logísticos. “Precisamos agora dos nossos próprios mísseis antibalísticos e de uma defesa aérea reforçada”, sublinhou Zelensky, acrescentando que esta semana será dedicada ao trabalho com aliados para proteger vidas.</p>
<p>O ataque a navios civis no Mar Negro volta a colocar em evidência a vulnerabilidade das rotas marítimas ucranianas, essenciais para o comércio e para a ligação dos portos de Odessa ao exterior. Mesmo sem vítimas, o facto de drones terem atingido embarcações estrangeiras em trânsito pelo corredor marítimo aumenta a pressão sobre a segurança da navegação numa zona já marcada por risco militar elevado.</p>
<p>Para Kiev, o incidente confirma que a guerra deixou de se limitar ao território ucraniano e ameaça também interesses comerciais de países terceiros. Ao envolver um navio ligado à China, parceira estratégica de Moscovo, o ataque cria ainda um potencial embaraço diplomático para a Rússia, num momento em que Moscovo depende fortemente de Pequim no plano económico e político.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764251]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro elogia competitividade de Monção e pede aos jovens para ficarem em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Monção]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro convidou hoje os jovens a ficarem no país para aproveitarem o seu potencial em vez de o esbanjarem "noutras paragens", destacando Monção como exemplo de conectividade tecnológica, competitividade e qualidade de vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro convidou hoje os jovens a ficarem no país para aproveitarem o seu potencial em vez de o esbanjarem &#8220;noutras paragens&#8221;, destacando Monção como exemplo de conectividade tecnológica, competitividade e qualidade de vida.</p>
<p>&#8220;Aqui vive-se melhor. Quero deixar um convite, aos menos jovens e aos mais jovens, para que olhem para projetos como este e pensem naquilo que podemos fazer se cá ficarmos todos. Se aproveitarmos o nosso potencial cá dentro, em Portugal, em vez de o esbanjarmos noutras paragens. E para o aproveitarmos obtendo a qualidade de vida que muitos querem, legitimamente&#8221;, afirmou Luís Montenegro em Monção, no distrito de Viana do Castelo, onde inaugurou o Minho Park, uma zona empresarial de 56 hectares situada junto à fronteira com a Galiza, em Espanha.</p>
<p>Para o governante, a região oferece &#8220;um fator de competitividade enorme e não há muitos lugares na Europa e no mundo que o possam oferecer com tanta consistência&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta região oferece uma qualidade de vida enorme. Oferece bons serviços públicos, bons empregos, boas oportunidades de progressão. Oferece proximidade a grandes centros e proximidade é conectividade, em termos de mobilidade física e de mobilidade tecnológica&#8221;, descreveu.</p>
<p>&#8220;Saibamos todos enaltecer, apreciar e desenvolver aquilo que temos. E temos efetivamente uma grande oportunidade connosco&#8221;, insistiu.</p>
<p>Montenegro apontou o Minho Park Monção como &#8220;um bom exemplo&#8221; do que o Governo pretende para Portugal, explicando estar a referir-se a &#8220;fazer convergir vontades, ao arrojo empresarial&#8221; ou &#8220;à capacidade de acreditar nas pessoas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta área empresarial vai ter sobretudo indústria e serviços. Mas quantas áreas de atividade económica vão usufruir daquilo que aqui se vai fazer? Isto multiplica-se. Vai trazer mais comércio, mais turismo, mais necessidade de robustecer os serviços públicos. Tudo isto são âncoras de desenvolvimento.</p>
<p>Montenegro pediu, por isso: &#8220;aproveitemos estes fatores de produtividade, a localização, as condições naturais, o capital humano, a nossa vontade de reformar, transformar e estar na linha da frente do conhecimento e da inovação&#8221;.</p>
<p>O primeiro-ministro disse estar convencido de que será criada em Monção &#8220;uma nova centralidade que se vai alastrar e contaminar positivamente&#8221; o Alto Minho e a região Norte.</p>
<p>&#8220;Procuramos que Portugal seja âncora de infraestruturas modernas e temos hoje &#8216;clusters&#8217; consolidados&#8221;, afirmou.</p>
<p>Por outro lado, o governante apontou o parque empresarial como &#8220;exemplo daquilo que muitos dos nossos autarcas podem, devem e têm procurado fazer para contrariar a inevitabilidade do definhamento populacional e económico das regiões menos povoadas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Fico perturbado quando dizem que Monção é interior, porque estamos a dezenas de quilómetros da costa. Monção está no epicentro do Norte de Portugal e da Galiza, nesta frente atlântica onde vivem mais de três milhões e meio de pessoas, onde estão localizadas infraestruturas fundamentais &#8211; desde portos, aeroportos, vias rodoviárias, vias ferroviárias, centros tecnológicos, centros de conhecimento, boas universidade&#8221;, observou.</p>
<p>Montenegro indicou que &#8220;proximidade é estarmos perto, às vezes em distância física, outras vezes em distância tecnológica, em distância da vanguarda de conhecimento, de presença, de participação&#8221;</p>
<p>O primeiro-ministro respondeu ao apelo do presidente da câmara de Monção para um investimento nos acessos rodoviários ao concelho dizendo saber &#8220;que falta a parte rodoviária&#8221; e reconhecendo as &#8220;limitações&#8221; de acessos.</p>
<p>Montenegro prometeu apenas que a &#8220;primeira ligação é até Monção&#8221; e a segunda até Melgaço.</p>
<p>&#8220;Este é um ramo que merece muita atenção dos poderes públicos. Só quem não vem cá não percebe as limitações de acessos rodoviários&#8221;, observou, destacando a linha de alta velocidade ferroviária, a valorização do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, e a &#8220;ligação de todo este tecido com a Europa e o mundo&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Passageiro morde hospedeira em pleno voo e obriga avião a aterrar de emergência no Taiti</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dallas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Qantas]]></category>
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					<description><![CDATA[Avião descolou de Melbourne às 14h30 locais e seguia há cerca de sete horas quando teve de ser desviado para Papeete, capital do Taiti, devido ao comportamento agressivo do passageiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um passageiro neozelandês foi detido no Taiti e banido para sempre da Qantas depois de ter sido acusado de morder uma hospedeira durante um voo entre a Austrália e os Estados Unidos. O incidente, relatado pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, ocorreu na passada sexta-feira a bordo do voo QF21, que fazia a ligação entre Melbourne e Dallas.</p>
<p>O avião descolou de Melbourne às 14h30 locais e seguia há cerca de sete horas quando teve de ser desviado para Papeete, capital do Taiti, devido ao comportamento agressivo do passageiro. Segundo a companhia aérea australiana, elementos da tripulação e vários passageiros ajudaram a imobilizar o homem depois de este alegadamente ter atacado e mordido uma hospedeira em pleno voo.</p>
<p>A Qantas confirmou que o passageiro ficou proibido de voltar a viajar quer na companhia quer na Jetstar, a sua subsidiária de baixo custo. A empresa sublinhou que a segurança e o bem-estar dos passageiros e dos trabalhadores são a sua “prioridade absoluta”.</p>
<p>Após a aterragem no Taiti, as autoridades locais detiveram o passageiro, cuja identidade não foi divulgada. O voo permaneceu várias horas em solo antes de retomar a rota para Dallas. Não foram comunicados ferimentos graves.</p>
<p>Imagens partilhadas nas redes sociais pelo comediante australiano Mike Goldstein mostram um homem a discutir de forma exaltada com membros da tripulação, insultando-os enquanto estes lhe pediam que se deslocasse para a parte traseira do avião. O vídeo não mostra a alegada agressão.</p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&#038;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F2493691351066007%2F&#038;show_text=false&#038;width=267&#038;t=0" width="267" height="476" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowFullScreen="true"></iframe></p>
<p>Nas imagens, o passageiro surge cambaleante e com a fala arrastada, afirmando que queria “sair para fumar um cigarro”. O Ministério dos Negócios Estrangeiros e Comércio da Nova Zelândia confirmou à imprensa local que tinha conhecimento da detenção de um cidadão neozelandês no Taiti a 16 de maio, mas recusou divulgar mais detalhes por razões de privacidade.</p>
<p>O caso junta-se a uma série de incidentes recentes envolvendo passageiros indisciplinados em voos comerciais, que têm levado companhias aéreas a reforçar alertas sobre comportamentos agressivos a bordo e a aplicar sanções mais duras, incluindo proibições permanentes de embarque.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764246]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndio junto a central nuclear aumenta tensão no Golfo: drone atinge instalação em Abu Dhabi</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendio-junto-a-central-nuclear-aumenta-tensao-no-golfo-drone-atinge-instalacao-em-abu-dhabi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Abu Dhabi]]></category>
		<category><![CDATA[central nuclear de Barakah]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Incidente ocorreu este domingo, depois de três drones terem entrado no espaço dos Emirados Árabes Unidos a partir da “direção da fronteira oeste”, segundo o Ministério da Defesa local]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ataque com drone provocou um incêndio junto à central nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos, aumentando a preocupação internacional com os riscos de segurança nuclear num momento de elevada tensão no Médio Oriente. De acordo com o &#8216;POLITICO&#8217;, as autoridades de Abu Dhabi garantiram que não houve feridos nem libertação radiológica, e que as unidades da central continuam a operar normalmente.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨<a href="https://twitter.com/hashtag/Bigbreaking?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#Bigbreaking</a> news 🇮🇷 🇦🇺 <br /> A high alert has been issued across the Gulf region after a drone strike and fire near the UAE’s Barakah nuclear facility. <a href="https://t.co/ycTOOmhRYj">pic.twitter.com/ycTOOmhRYj</a></p>
<p>&mdash; Tehran Live News (@Tehran_lives) <a href="https://twitter.com/Tehran_lives/status/2056269053946474593?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 18, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O incidente ocorreu este domingo, depois de três drones terem entrado no espaço dos Emirados Árabes Unidos a partir da “direção da fronteira oeste”, segundo o Ministério da Defesa local. Dois aparelhos foram intercetados, mas um terceiro atingiu um gerador elétrico localizado fora do perímetro interno da central nuclear.</p>
<p>A Agência Internacional de Energia Atómica reagiu com preocupação. Rafael Grossi, diretor-geral da AIEA, afirmou que “atividades militares que ameaçam a segurança nuclear são inaceitáveis” e apelou à “máxima contenção militar” perto de qualquer central nuclear, para evitar o risco de um acidente. A agência indicou que os níveis de radiação se mantiveram normais.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">The IAEA has been informed by the UAE that radiation levels at the Barakah NPP remain normal and no injuries were reported after a drone strike this morning caused a fire in an electrical generator located outside the inner site perimeter of the NPP. Emergency diesel generators… <a href="https://t.co/km2rg08Gvd">pic.twitter.com/km2rg08Gvd</a></p>
<p>&mdash; IAEA &#8211; International Atomic Energy Agency ⚛️ (@iaeaorg) <a href="https://twitter.com/iaeaorg/status/2055974241313361927?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 17, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A autoridade reguladora nuclear dos Emirados Árabes Unidos afirmou que o incêndio não afetou a segurança da central e que todas as unidades continuavam a funcionar. A central de Barakah, situada na região de Al Dhafra, em Abu Dhabi, é uma das infraestruturas energéticas mais sensíveis do Golfo.</p>
<p>As autoridades emiradenses indicaram que as investigações continuam para determinar a origem do ataque. O episódio surge num contexto regional marcado por forte instabilidade, com repetidos ataques de drones e mísseis associados ao conflito mais amplo com o Irão e com as negociações de cessar-fogo entre Washington e Teerão paralisadas.</p>
<p>O ataque também teve impacto nos mercados da região. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, as bolsas do Golfo registaram quedas após a notícia do ataque junto à central de Barakah e da interceção de outros drones pela Arábia Saudita. A instabilidade regional contribuiu ainda para uma subida dos preços do petróleo para máximos de duas semanas.</p>
<p>A central de Barakah é particularmente sensível por representar o programa nuclear civil dos Emirados Árabes Unidos e por estar localizada numa região atravessada por tensões militares persistentes. Embora o ataque tenha atingido uma infraestrutura fora do perímetro interno da instalação, o simples facto de um drone ter provocado um incêndio junto a uma central nuclear levou a AIEA a reforçar o apelo para que instalações deste tipo sejam mantidas fora de qualquer atividade militar.</p>
<p>O episódio reabre também uma questão mais ampla: a vulnerabilidade de infraestruturas críticas a ataques com drones. Mesmo quando não atingem diretamente reatores ou sistemas nucleares, estes ataques podem afetar equipamentos auxiliares, criar perturbações operacionais e aumentar o risco de erro ou escalada militar.</p>
<p>Para já, as autoridades insistem que não houve consequências radiológicas e que a central está segura. Mas o incidente mostra como, num Médio Oriente sob tensão, a fronteira entre ataque limitado, risco energético e alarme nuclear pode tornar-se cada vez mais estreita.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764220]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: estará a Europa preparada para enfrentar uma nova pandemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O surto de hantavírus associado ao navio de cruzeiro MV Hondius voltou a colocar a Europa perante uma questão que parecia adormecida desde a pandemia da COVID-19: estará a União Europeia realmente preparada para responder a uma nova ameaça sanitária transfronteiriça?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O surto de hantavírus associado ao navio de cruzeiro MV Hondius voltou a colocar a Europa perante uma questão que parecia adormecida desde a pandemia da COVID-19: estará a União Europeia realmente preparada para responder a uma nova ameaça sanitária transfronteiriça? Apesar de as autoridades europeias insistirem que o risco permanece “muito baixo”, as mortes associadas à variante agressiva dos Andes reacenderam preocupações sobre a rapidez de resposta, coordenação internacional e eficácia dos mecanismos criados após a última grande crise pandémica.</p>
<p>Embora os especialistas não tenham emitido alertas de pânico, o Conselho da União Europeia ativou na quinta-feira o mecanismo europeu de resposta a crises em modo de partilha de informação, permitindo acompanhar em permanência a evolução do surto. Paralelamente, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) mantém a situação sob vigilância, numa altura em que vários países europeus e não europeus monitorizam possíveis cadeias de transmissão ligadas aos passageiros do cruzeiro.</p>
<p><strong>O que mudou após a pandemia de COVID-19?</strong><br />
Depois do caos provocado pela pandemia de COVID-19 — marcado por respostas descoordenadas, disputas sobre vacinas e divergências nas regras sanitárias entre países — a União Europeia reformulou parte da sua arquitetura de resposta a emergências de saúde pública. O objetivo passou por garantir uma atuação mais rápida e uniforme perante futuras ameaças.</p>
<p>Dois regulamentos europeus adotados em 2022 tornaram-se peças centrais desse novo sistema. O primeiro, o Regulamento 2022/2371, obriga os Estados-membros a comunicarem potenciais ameaças sanitárias no prazo máximo de 24 horas através do Sistema de Alerta Rápido e Resposta. O mecanismo pode ser ativado quando a ameaça é considerada invulgar, inesperada, altamente letal, de rápida disseminação ou capaz de ultrapassar a capacidade de resposta nacional.</p>
<p>Já o Regulamento 2022/2372 centra-se na coordenação prática da resposta sanitária europeia, incluindo a aprovação conjunta de vacinas e medicamentos e a criação de reservas estratégicas comuns. Este regulamento pretende evitar os conflitos registados durante a pandemia, quando vários países disputaram entre si o acesso a vacinas e equipamentos médicos.</p>
<p>A ativação destes instrumentos depende das instituições europeias. A Comissão Europeia pode avançar com medidas baseadas nas recomendações do ECDC ou da Agência Europeia de Medicamentos, enquanto o Conselho da União Europeia tem capacidade para desencadear mecanismos mais amplos de coordenação.</p>
<p>Além disso, os Estados-membros podem recorrer ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil, destinado ao envio de equipas, equipamentos e apoio logístico em situações de emergência. Espanha acionou recentemente esse mecanismo devido ao surto de hantavírus. O sistema envolve também dez países fora da União Europeia: Albânia, Bósnia e Herzegovina, Islândia, Moldávia, Montenegro, Macedónia do Norte, Noruega, Sérvia, Turquia e Ucrânia.</p>
<p><strong>Ainda não existe uma quarentena europeia unificada</strong><br />
Apesar dos avanços institucionais, continua a existir uma limitação importante: a União Europeia não dispõe de um protocolo único para medidas de quarentena, isolamento ou distanciamento físico. Tal como aconteceu durante a COVID-19, cada país mantém autonomia para definir as suas próprias regras sanitárias.</p>
<p>No actual surto de hantavírus, contudo, a resposta internacional tem revelado maior convergência. Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos e outros países afetados estão a seguir recomendações semelhantes baseadas nas orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p>Entre as medidas recomendadas encontram-se quarentenas de seis semanas para contactos de alto risco, realização de testes PCR, monitorização rigorosa dos sintomas, limitação de deslocações e manutenção de distanciamento físico entre metro e meio e dois metros.</p>
<p>Ainda assim, persistem diferenças relevantes na aplicação prática dessas medidas. Em muitos países, a quarentena pode ser cumprida em casa, mas Reino Unido e França optaram por regras mais rígidas. No caso britânico, os infetados devem permanecer hospitalizados durante pelo menos 72 horas, enquanto as autoridades francesas exigem isolamento hospitalar durante toda a quarentena, embora admitam o seu levantamento antecipado após os primeiros 14 dias, dependendo da evolução clínica.</p>
<p>Fora da Europa, países como Austrália e Canadá adotaram quarentenas mais curtas, limitadas a três semanas.</p>
<p><strong>O que revela o caso do MV Hondius?</strong><br />
O caso do MV Hondius tornou-se um teste importante aos mecanismos criados pela Europa após a pandemia. O navio de cruzeiro, associado ao actual surto, atracou no porto de Granadilla, em Tenerife, nas Ilhas Canárias, depois de terem sido detetados casos da variante agressiva do hantavírus a bordo.</p>
<p>As imagens do desembarque dos passageiros acabaram por simbolizar uma realidade incómoda para as autoridades europeias: embora a União Europeia esteja hoje mais preparada do que estava há seis anos, continua sem possuir um sistema totalmente harmonizado para responder a crises sanitárias de grande escala.</p>
<p>O atual enquadramento europeu permite maior rapidez de comunicação, melhor coordenação institucional e mecanismos conjuntos de apoio logístico e farmacêutico. No entanto, questões essenciais como quarentenas, confinamentos e regras de isolamento continuam dependentes das decisões nacionais.</p>
<p>Por agora, o ECDC mantém a avaliação de risco em níveis baixos. Ainda assim, o surto de hantavírus funciona como um alerta político e sanitário para a Europa, numa altura em que cresce o receio de futuras pandemias e em que os sistemas de saúde continuam a tentar recuperar do impacto deixado pela COVID-19.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764213]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Distribuição de medicamentos em zonas remotas: o compromisso social da indústria</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/distribuicao-de-medicamentos-em-zonas-remotas-o-compromisso-social-da-industria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de José Cascalho, Diretor de Negócio Logista Pharma Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por José Cascalho, Diretor de Negócio Logista Pharma Portugal</em></strong></p>
<p>O acesso a medicamentos continua a não ser igual para todos. Em zonas remotas ou de menor densidade populacional, garantir a disponibilidade de tratamentos essenciais implica ultrapassar desafios logísticos que vão além da distância física. Nestes contextos, a distribuição farmacêutica assume um papel determinante na redução de desigualdades e na garantia de um acesso mais justo aos cuidados de saúde.</p>
<p>Perante esta realidade, não há margem para erro. Cada envio exige o cumprimento de condições específicas de temperatura, prazos de validade, requisitos regulamentares, aliados a total rastreabilidade. Mais do que uma operação logística, trata-se de garantir que cada medicamento chega ao destino com segurança, qualidade e integridade.</p>
<p>Este desafio intensifica-se quando falamos de territórios mais isolados. Percursos mais longos e uma menor frequência de entregas, aliados a infraestruturas limitadas e a uma menor densidade de pontos de distribuição, tornam a operação mais complexa. Ainda assim, para quem depende de um medicamento, o contexto geográfico não pode reduzir a urgência nem limitar o acesso.</p>
<p>A capilaridade da rede de distribuição é, por isso, um fator crítico. A capacidade de chegar a hospitais, farmácias e centros de saúde em todo o território, independentemente da sua localização, é essencial para garantir a continuidade dos tratamentos. Redes integradas, especializadas e altamente coordenadas permitem garantir entregas consistentes, com controlo total sobre o percurso dos medicamentos e cumprimento rigoroso das condições exigidas.</p>
<p>A tecnologia tem vindo a reforçar significativamente esta capacidade. Sistemas avançados de rastreabilidade permitem acompanhar cada medicamento desde o laboratório até ao ponto de dispensa, garantindo transparência e segurança ao longo de toda a cadeia. Em paralelo, a monitorização das condições de transporte e o controlo térmico validado asseguram que os produtos preservam a sua eficácia, mesmo em trajetos mais longos ou em condições mais exigentes. Inovações recentes, como a entrega de medicamentos ao domicílio a partir de farmácias hospitalares, contribuem também para reduzir barreiras de mobilidade, sobretudo em contexto de maior vulnerabilidade.</p>
<p>Contudo, a resposta a estes desafios não se reduz à tecnologia. Exige um compromisso contínuo por parte dos operadores do setor para investir em redes mais resilientes, flexíveis e adaptadas às especificidades de cada território. Em muitos casos, implica adaptar modelos operacionais, reforçar parcerias locais e encontrar soluções que garantam eficiência sem comprometer a equidade.</p>
<p>A distribuição em zonas remotas levanta também desafios económicos relevantes. Os custos são mais elevados e a escala é reduzida, mas encarar esta operação apenas numa lógica de custo é redutor. Trata-se, acima de tudo, de um investimento social, que constitui um contributo direto para um sistema de saúde mais justo e inclusivo.</p>
<p>Num sistema de saúde que se pretende verdadeiramente equitativo, garantir o acesso a medicamentos em qualquer ponto do território é essencial. A distribuição farmacêutica ultrapassa, assim, a função logística, afirmando-se como um compromisso com a continuidade dos cuidados, com a confiança no sistema de saúde e com a garantia de que a saúde não tem código postal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de José Cascalho, Diretor de Negócio Logista Pharma Portugal]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Europa passa do frio ao calor em poucos dias: Portugal pode chegar aos 37ºC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
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		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Países como França e Inglaterra registem valores até 15ºC superiores aos da semana anterior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias de frio fora de época em grande parte da Europa, uma viragem brusca no estado do tempo deverá fazer subir as temperaturas de forma acentuada nos próximos dias. A mudança, descrita pelo &#8216;The Guardian&#8217;, poderá fazer com que países como França e Inglaterra registem valores até 15ºC superiores aos da semana anterior, enquanto Espanha e Portugal poderão chegar a máximas de meados ou finais dos 30ºC.</p>
<p>Em Portugal, a subida deverá ser particularmente sentida entre quarta e quinta-feira, depois de um início de semana ainda fresco e algo húmido. A previsão aponta para uma forte subida das temperaturas, com máximas que poderão chegar aos 34ºC a 37ºC no interior do continente, enquanto no litoral os valores deverão ficar mais baixos, entre os 23ºC e os 27ºC.</p>
<p>A mudança será rápida. Segundo a previsão para Portugal pela &#8216;Luso Meteo&#8217;, a semana começa com tempo fresco, alguma nebulosidade e possibilidade de chuva fraca ou chuvisco no Norte e Centro, sobretudo no litoral. Mas a partir de quarta-feira o cenário altera-se, com a entrada de ar mais quente e temperaturas já acima dos 30ºC em várias regiões.</p>
<p>O fenómeno insere-se numa alteração mais ampla no padrão atmosférico europeu. Depois de uma massa de ar ártico ter descido sobre o continente, levando as temperaturas para valores 10ºC a 15ºC abaixo da média sazonal durante mais de uma semana, uma área de altas pressões deverá instalar-se sobre o oeste da Europa e favorecer a subida de ar quente proveniente do norte de África.</p>
<p>O contraste será particularmente expressivo porque chega depois de um período prolongado de instabilidade e frio. Em França, alguns viticultores chegaram a acender fogueiras para proteger as vinhas das geadas noturnas. Entre 11 e 16 de maio, foram registadas cerca de 750 mil descargas elétricas na Europa e nas áreas envolventes, resultado da combinação entre ar frio, instabilidade e forte radiação solar típica de maio.</p>
<p>O &#8216;The Guardian&#8217; sublinha que episódios de frio persistente e generalizado se tornaram menos frequentes nas últimas décadas, num contexto em que a Europa aquece mais depressa do que qualquer outro continente devido à crise climática. Ainda assim, a primavera continua a ser uma estação propícia a oscilações rápidas, sobretudo quando massas de ar frio e quente se sucedem em poucos dias.</p>
<p>Em Portugal, a quinta-feira poderá ser o dia mais quente da semana, com calor intenso para maio em zonas do interior. Na sexta-feira, porém, a previsão aponta já para uma possível descida das máximas, sobretudo no litoral, devido ao regresso do vento marítimo de oeste e ao aumento da nebulosidade. Também poderão surgir neblinas ou nevoeiros.</p>
<p>O fim de semana permanece mais incerto. Parte dos cenários meteorológicos aponta para uma nova descida das temperaturas e eventual instabilidade, incluindo possibilidade de trovoadas. Ainda assim, alguns modelos mantêm a hipótese de persistência ou até intensificação do calor, o que mostra a elevada incerteza associada a este tipo de padrão atmosférico.</p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta para uma semana com mais nuvens, precipitação ocasional e temperaturas geralmente abaixo da média, com possibilidade de vento mais forte entre terça e quarta-feira. Já na Madeira, deverá dominar o tempo estável, seco e quente, com máximas acima do normal para a época.</p>
<p>A mesma instabilidade térmica está também a ser observada nos Estados Unidos. No noroeste do país, zonas que registaram cerca de 30ºC na semana passada deverão enfrentar agora uma nova tempestade de inverno, com neve significativa em áreas elevadas do Wyoming, norte do Colorado e nordeste do Utah. Em algumas zonas de maior altitude, a acumulação poderá chegar a 46 centímetros, acompanhada por ventos fortes e condições de nevão.</p>
<p>Mais a sul e a oeste, o tempo seco, o vento e a baixa humidade aumentam o risco de incêndios, enquanto no centro dos Estados Unidos o choque entre ar frio e massas de ar quente e húmido poderá favorecer o desenvolvimento de novas trovoadas. O Storm Prediction Center alertou mesmo para risco de tornados em vários estados centrais.</p>
<p>A sucessão de frio, trovoadas e calor forte mostra como a transição para o verão pode ser marcada por extremos em rápida sequência. Para Portugal, o ponto central é precisamente esse: depois de um arranque de semana fresco, a subida das temperaturas deverá ser repentina, intensa e possivelmente curta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764189]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Shein compra marca de vestuário norte-americana Everlane</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/shein-compra-marca-de-vestuario-norte-americana-everlane/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa de moda chinesa Shein comprou a marca de vestuário norte-americana Everlane, numa operação que avalia a empresa dos EUA em 100 milhões de dólares (86 milhões de euros), segundo informam vários meios de comunicação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa de moda chinesa Shein comprou a marca de vestuário norte-americana Everlane, numa operação que avalia a empresa dos EUA em 100 milhões de dólares (86 milhões de euros), segundo informam vários meios de comunicação. </P><br />
<P>O conselho de administração da Everlane aprovou a transação no sábado, fixando aquele preço, que se situa muito abaixo da avaliação que a empresa alcançou há alguns anos, com o auge do comércio eletrónico.</P><br />
<P>Assim, numa nota aos acionistas, divulgada pelo &#8220;Puck News&#8221;, a empresa informou no domingo que os acionistas ordinários não receberão qualquer pagamento pela operação.</P><br />
<P>Os executivos da Everlane, com sede em São Francisco, estavam à procura de um investidor que pudesse ajudar a saldar a dívida de 90 milhões de dólares (77,36 milhões de euros). </P><br />
<P>Nesse sentido, a L Catterton, fundo de investimento do grupo francês Louis Vuitton Moët Hennessy (LVMH) e proprietária da Everlane, mostrou-se disposta há meses tanto a vender a marca de vestuário como a aumentar o seu investimento, caso se aliasse a outro investidor.</P><br />
<P>O gigante do retalho asiático adquiriu esta empresa cujos princípios fundadores se baseiam na venda de produtos de elevada sustentabilidade e na &#8220;transparência radical&#8221;, segundo a qual informavam sobre os custos de produção das peças de vestuário e mantinham um modelo de negócio de venda direta.</P><br />
<P>Outras &#8216;startups&#8217; norte-americanas centradas no comércio &#8216;online&#8217; de vestuário também iniciaram novos caminhos devido às mudanças nas tendências da moda e na publicidade digital. </P><br />
<P>Uma das empresas a mudar foi o fabricante de ténis Allbirds que anunciou há um mês a reconversão do seu negócio para o campo da inteligência artificial (IA).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764205]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fundo de Acidentes de Trabalho pagou 10,4 ME a sinistrados e pensionistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo de Acidentes de Trabalho (FAT) pagou 10,4 milhões de euros a sinistrados e pensionistas em 2025, mais 1,47% face ao ano anterior, segundo o relatório estatístico da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo de Acidentes de Trabalho (FAT) pagou 10,4 milhões de euros a sinistrados e pensionistas em 2025, mais 1,47% face ao ano anterior, segundo o relatório estatístico da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões. </P><br />
<P>Até 31 de dezembro, o FAT geriu 2.001 processos de indemnizações de acidentes de trabalho, dos quais 1.874 referiam-se a processos com pensões em pagamento.</P><br />
<P>O valor dos reembolsos pagos às empresas de seguros, que representam cerca de 83,4% da despesa total do FAT, atingiu 52 milhões de euros referentes a atualizações de pensões, duodécimos adicionais e atualizações de prestações por assistência de terceira pessoa, representando um acréscimo de 6,8% em relação ao ano anterior.</P><br />
<P>Já a receita recebida pelo FAT a título de reembolsos de indemnizações e de reversões ascendeu a 2,2 milhões de euros, o que significou uma descida de cerca de 16,47% em relação ao ano de 2024. </P><br />
<P>A receita proveniente das empresas de seguros, resultante de uma taxa de 0,15% sobre os salários seguros (sempre que são processados prémios de seguros de acidentes de trabalho), foi de cerca de 142,5 milhões de euros, a que se somou uma taxa de 0,85% sobre o capital de remição das pensões em pagamento e sobre a provisão matemática das prestações suplementares por assistência de terceira pessoa no valor de 10,1 milhões de euros. </P><br />
<P>O montante arrecadado com coimas representou cerca de 5 milhões de euros. </P><br />
<P>Em relação a 2024, a receita conjunta de empresas de seguros e coimas registou um aumento de cerca de 15,36%, informa ainda o relatório anual da ASF. </P><br />
<P>O Fundo de Acidentes de Trabalho é um fundo público que garante as prestações por acidentes de trabalho sempre que não possam ser pagas pela entidade responsável. É ainda a entidade responsável pelo reembolso às empresas de seguros dos montantes suportados com atualizações de pensões e atualizações das prestações por assistência de terceira pessoa resultantes de acidentes de trabalho.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764203]]></sapo:autor>
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		<title>Inovação, talento e IA: formar para transformar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/inovacao-talento-e-ia-formar-para-transformar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Inês Vacas, Head of Marketing da Rumos Formação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Inês Vacas, Head of Marketing da Rumos Formação</strong></em></p>
<p>Fala-se muitas vezes de inovação como se ela dependesse apenas de tecnologia. Mas basta olhar com atenção para perceber que nenhuma transformação acontece sem pessoas capazes de a concretizar. Ferramentas, plataformas e algoritmos são importantes, sem dúvida, mas não produzem impacto por si só. A inovação ganha forma quando existe talento preparado para interpretar mudanças, aplicar conhecimento e transformar potencial tecnológico em valor real.</p>
<p>É neste contexto que a Inteligência Artificial se impõe como um dos temas mais relevantes da atualidade. O seu crescimento acelerado está a alterar processos, modelos de trabalho e formas de decisão em praticamente todos os setores. Ainda assim, adotar IA não é apenas dar acesso a ferramentas. É preciso saber utilizá-las com critério, contexto e utilidade para o negócio.</p>
<p>É precisamente aqui que a formação ganha um papel central. Formar profissionais para trabalhar com Inteligência Artificial não é apenas ensinar comandos, plataformas ou aplicações. É desenvolver literacia tecnológica, pensamento crítico e capacidade de avaliação. É garantir que as pessoas sabem quando recorrer à IA, de que forma a podem integrar no seu trabalho e quais são os seus limites, riscos e oportunidades. Numa altura em que estas ferramentas evoluem a grande velocidade, a diferença entre adoção superficial e utilização estratégica está, muitas vezes, no nível de preparação das equipas.</p>
<p>Para que a IA gere impacto real dentro das organizações, é necessária uma estratégia estruturada de implementação. Isso implica perceber com clareza onde a tecnologia pode criar valor, em que áreas faz sentido começar, que objetivos se pretendem atingir e que competências já existem internamente. Implica também reconhecer que o ponto de partida não é igual para todos: dentro da mesma empresa, há colaboradores com níveis muito diferentes de contacto, confiança e autonomia no uso de ferramentas de IA. Ignorar essa diversidade é comprometer a eficácia de qualquer processo de adoção.</p>
<p>Por isso, implementar Inteligência Artificial de forma consistente exige mais do que entusiasmo ou experimentação pontual. Exige diagnóstico, planeamento e capacitação progressiva.</p>
<p>Inovar continua a significar transformar organizações com visão, método e capacidade de execução. A IA é hoje uma das expressões mais poderosas dessa transformação, mas só produz resultados sustentáveis quando existe uma combinação sólida entre tecnologia, formação e estratégia.</p>
<p>A inovação não acontece apenas porque a tecnologia avança. Acontece quando as organizações sabem preparar pessoas, estruturar processos e criar condições para que novas ferramentas sejam usadas com inteligência e intenção. No caso da IA, essa exigência é ainda mais clara. O futuro não se constrói apenas com acesso à tecnologia, mas com a capacidade de a integrar de forma consciente, estratégica e humana. E isso começa, inevitavelmente, na formação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764196]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Greenvolt lança oferta suplementar de obrigações verdes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/greenvolt-lanca-oferta-suplementar-de-obrigacoes-verdes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Greenvolt lançou hoje uma oferta particular de subscrição de obrigações suplementar às Obrigações Verdes Greenvolt 2029, para financiar projetos verdes, segundo comunicou ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Greenvolt lançou hoje uma oferta particular de subscrição de obrigações suplementar às Obrigações Verdes Greenvolt 2029, para financiar projetos verdes, segundo comunicou ao mercado.</P><br />
<P>Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a Greenvolt informou que, com vista ao financiamento e/ou refinanciamento de projetos verdes elegíveis nos termos do respetivo Green Finance Framework, &#8220;procedeu hoje ao lançamento de uma oferta particular de subscrição de obrigações suplementar às Obrigações Verdes Greenvolt 2029&#8221;.</P><br />
<P>A Oferta é dirigida exclusivamente a investidores qualificados, especificou a empresa. </P><br />
<P>&#8220;Será solicitada a admissão à negociação das Novas Obrigações Verdes Greenvolt 2029 no Mercado Regulamento da Euronext Lisbon&#8221;, lê-se no comunicado, sendo que com a emissão e admissão à negociação, as Novas Obrigações Verdes Greenvolt 2029 &#8220;serão fungíveis com as obrigações emitidas pela Greenvolt em 14 de fevereiro de 2024 e com reembolso de capital em 14 de fevereiro de 2029&#8221;. </P><br />
<P>Assim, passam a ser todas estas obrigações, em conjunto, representativas do empréstimo obrigacionista denominado &#8220;Obrigações Verdes Greenvolt 2024-2029&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764197]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Técnicos de emergência e trabalhadores do INEM alertam para redução de meios</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tecnicos-de-emergencia-e-trabalhadores-do-inem-alertam-para-reducao-de-meios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:39:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores do INEM alertaram hoje que a 'pool' anunciada de 40 ambulâncias para doentes críticos dos hospitais e para picos de pedidos de ajuda representa uma redução de cerca de 50 meios face ao dispositivo existente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhadores do INEM alertaram hoje que a &#8216;pool&#8217; anunciada de 40 ambulâncias para doentes críticos dos hospitais e para picos de pedidos de ajuda representa uma redução de cerca de 50 meios face ao dispositivo existente.</P><br />
<P>Em comunicado, tanto a Comissão de Trabalhadores do INEM como o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) dizem que as informações divulgadas no final da semana, pelo jornal Sol, sobre as mudanças no instituto são &#8220;enganadoras e suscetíveis de induzir em erro a opinião pública&#8221;.</P><br />
<P>O STEPH disse que a criação desta &#8216;pool&#8217; de 40 ambulâncias corresponde, na prática, à retirada de 56 ambulâncias de emergência médica do INEM dedicadas a emergência pré-hospitalar, transformando-as em apenas 39 ambulâncias colocadas nas unidades Locais de Saúde para assegurar transporte inter-hospilatar de doentes, uma medida que se traduz &#8220;numa redução efetiva dos meios disponíveis para socorrer a população&#8221;.</P><br />
<P>Já a comissão de trabalhadores do INEM disse que o que está a ser desenhado não é uma privatização formal do instituto, mas sim a retirada progressiva de competências, diminuição dos meios próprios, fragilização dos profissionais e abertura deliberada de espaço para que entidades privadas ocupem o que o Estado deixa de assegurar.</P><br />
<P>&#8220;Chamar a isto reorganização é insuficiente. Chamar-lhe modernização é abusivo. Na prática, trata-se de uma privatização material sem privatizar juridicamente o INEM&#8221;, consideram os trabalhadores do instituto.</P><br />
<P>Na nota hoje divulgada, o STEPH apontou a anunciada colocação de 90 veículos ligeiros nas ruas das cidades, com médicos e enfermeiros, para assistência aos casos mais complexos, dizendo que corresponde &#8220;à manutenção das atuais 44 Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER) e à transformação das 46 ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV) &#8212; atualmente com enfermeiro e técnico de emergência &#8212; em veículos ligeiros de passageiros&#8221;. </P><br />
<P>Embora o número total de meios se mantenha (44 VMER + 46 SIV = 90), os técnicos de emergência pré-hospitalar dizem que se perde capacidade de transporte de doentes, o que consideram &#8220;particularmente grave&#8221; nalgumas regiões do país. </P><br />
<P>&#8220;Também não é aceitável comparar dois meios de emergência, quando um tem médico e outro não&#8221;, acrescentam.</P><br />
<P>Consideram ainda &#8220;irrealista&#8221; a manutenção do objetivo político de garantir tempos de resposta inferiores a oito minutos, lembrando que não tem sido alcançado desde a sua implementação, há cerca de seis meses, e que tal &#8220;não se determina por decreto&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente à anunciada possibilidade de recorrer ao setor privado para responder aos casos menos graves, classificados com tempo de espera até 120 minutos, os técnicos alertam para vários constrangimentos legais e operacionais.</P><br />
<P>Recordam que qualquer abertura ao setor privado terá de ser através de concurso público, sendo provável que associações humanitárias de bombeiros voluntários ou a Cruz Vermelha Portuguesa apresentem propostas mais competitivas, devido à sua estrutura de custos e benefícios fiscais, o que poderá apenas resultar num aumento dos encargos públicos.</P><br />
<P>Depois, dizem ainda que a atual legislação não permite o transporte de doentes urgentes em ambulâncias sem dispositivos acústicos e luminosos, nem por entidades que não sejam Postos de Emergência Médica formalmente constituídos.</P><br />
<P>Os profissionais associam-se ainda aos alertas recentemente deixados por ex-presidentes do INEM relativamente às alterações em curso no sistema de emergência médica pré-hospitalar.</P><br />
<P>Numa carta publicada no jornal Expresso há uma semana, quatro ex-presidentes do INEM (Sérgio Janeiro, Luis Meira, Regina Pimentel e Miguel Oliveira) e pelo ex-presidente do Colégio da Competência de Emergência Médica, que chegou a ser convidado a assumir a presidência do instituto, Vitor Almeida, manifestaram &#8220;preocupações técnicas e operacionais&#8221; com as mudanças anunciadas para o instituto, alertando que contribuem para a &#8220;fragmentação&#8221; do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764195]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Iscte Executive Education reforça formação executiva em Inteligência Artificial com programas para líderes e gestores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Iscte Executive Education]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A crescente adoção da Inteligência Artificial (IA) pelas empresas está a intensificar a procura por formação executiva especializada, com mais profissionais a procurarem competências capazes de acompanhar a transformação tecnológica em curso. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crescente adoção da Inteligência Artificial (IA) pelas empresas está a intensificar a procura por formação executiva especializada, com mais profissionais a procurarem competências capazes de acompanhar a transformação tecnológica em curso. Neste contexto, a Iscte Executive Education reforça a sua oferta formativa na área da IA, com vários programas a arrancarem já durante o mês de maio.</p>
<p>Entre as formações com início imediato destacam-se a Pós-graduação em Inteligência Artificial para Gestão, o programa <em>Applied Online AI for Tech Leaders</em> e a Pós-graduação em Tecnologias e Inteligência Artificial Aplicadas aos Negócios. As três propostas foram desenhadas para responder a diferentes perfis profissionais, desde gestores e decisores até perfis mais técnicos.</p>
<p>A Pós-graduação em Inteligência Artificial para Gestão, em regime híbrido, pretende apoiar líderes e quadros médios na integração da IA nos processos de decisão, na otimização de operações e na criação de vantagem competitiva. Já o programa <em>AI for Tech Leaders</em>, totalmente online, foca-se no desenvolvimento de competências práticas em áreas como GenAI, copilots e machine learning, preparando profissionais para liderar equipas e projetos tecnológicos. Por sua vez, a formação em Tecnologias e Inteligência Artificial Aplicadas aos Negócios centra-se na aplicação direta da tecnologia ao contexto empresarial, com enfoque na automatização de processos, análise de dados e melhoria da eficiência organizacional.</p>
<p>A oferta formativa inclui ainda programas especializados, como a formação intensiva em IA aplicada à Saúde, que explora casos e tendências do setor, e a Pós-graduação em Marketing Digital com Inteligência Artificial, orientada para a criação de estratégias mais eficazes num ambiente digital cada vez mais orientado por dados e automação.</p>
<p>A maioria dos programas tem uma duração média de seis meses e combina ensino online síncrono com momentos presenciais, incluindo projetos imersivos em que os participantes são desafiados a resolver problemas reais de empresas, garantindo uma ligação direta entre a formação e o contexto profissional.</p>
<p>“Estamos a assistir a uma transformação estrutural na forma como as organizações operam e tomam decisões. É fundamental que os profissionais desenvolvam competências que lhes permitam aplicar novas ferramentas de IA de forma crítica, ética e estratégica. O Iscte Executive Education responde a esta realidade através de uma oferta formativa alargada que capacita profissionais de diferentes áreas para que possam integrar a IA nos seus contextos de trabalho e liderar processos de transformação. A Inteligência Artificial é hoje transversal a todas as funções, da saúde à engenharia, da gestão ao marketing. Já não é exigido apenas conhecimento técnico, mas também capacidade de adaptação e visão estratégica num ambiente em rápida evolução”, afirma José Crespo de Carvalho, Presidente do Iscte Executive Education.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764190]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rússia perde influência em Cuba e Venezuela e &#8216;agarra-se&#8217; ao Nicarágua como último bastião estratégico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nicarágua]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia está a concentrar no Nicarágua a sua estratégia de influência na América Latina, numa altura em que Moscovo enfrenta um enfraquecimento do seu peso político e geoestratégico na região após a queda de Nicolás Maduro na Venezuela e o aumento da pressão dos Estados Unidos sobre Cuba. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia está a concentrar no Nicarágua a sua estratégia de influência na América Latina, numa altura em que Moscovo enfrenta um enfraquecimento do seu peso político e geoestratégico na região após a queda de Nicolás Maduro na Venezuela e o aumento da pressão dos Estados Unidos sobre Cuba. O reforço da cooperação militar entre o Kremlin e o regime liderado por Daniel Ortega e Rosario Murillo surge, assim, como uma tentativa de preservar presença no hemisfério ocidental num momento particularmente delicado para o Presidente russo, Vladimir Putin.</p>
<p>O mais recente sinal dessa aproximação aconteceu quando Julio César Avilés, chefe do Exército do Nicarágua, se reuniu em Moscovo com o ministro da Defesa russo, Andrei Belousov, para assinar um acordo de cooperação militar. Durante o encontro, Avilés transmitiu as saudações de Ortega e Murillo e manifestou ainda “apoio e admiração” pelos militares russos envolvidos na guerra na Ucrânia, numa declaração interpretada como um alinhamento político explícito com o Kremlin. Dias depois, Putin ratificou oficialmente o acordo, que prevê o aprofundamento da cooperação militar, exercícios conjuntos e partilha de informações de inteligência.</p>
<p>Segundo o investigador Ruslan Trad, do Atlantic Council, citado pelo El Confidencial, o principal interesse russo no Nicarágua não é económico, uma vez que o comércio bilateral ronda apenas os 120 milhões de dólares anuais, mas sim geopolítico. “O verdadeiro prémio é contar com uma plataforma avançada no hemisfério ocidental”, afirmou o especialista em guerras híbridas e política externa russa. Diversos relatórios apontam, aliás, para uma modernização de infraestruturas militares russas no território nicaraguense e para a criação de mecanismos legais de proteção do pessoal militar destacado no país. Na análise de Trad, essa presença poderá transformar o Nicarágua num potencial centro de operações cibernéticas e eletrónicas próximo dos Estados Unidos, além de servir como plataforma para operações de ingerência política e eleitoral na região.</p>
<p>A importância estratégica do Nicarágua aumentou drasticamente para Moscovo após a captura de Nicolás Maduro pelas forças norte-americanas, um episódio que representou um duro golpe para o Kremlin depois de anos de investimento político e financeiro no regime venezuelano. A Rússia terá aplicado mais de 10 mil milhões de dólares no apoio ao governo venezuelano, mantendo também interesses energéticos relevantes no país. Paralelamente, Cuba enfrenta atualmente forte pressão económica e política dos Estados Unidos, deixando o Nicarágua como o principal aliado regional da Rússia. “A presença continental da Rússia ficou reduzida a um único país relativamente pequeno e economicamente marginal”, sustentou Ruslan Trad.</p>
<p>Para o regime de Ortega e Murillo, o acordo com Moscovo surge igualmente como uma forma de reforçar a sua sobrevivência política num contexto de crescente isolamento internacional. Steven E. Hendrix, antigo diplomata norte-americano e autor do livro “O Novo Nicarágua: Lições de desenvolvimento, democracia e construção nacional para os Estados Unidos”, considera que a sobrevivência do regime depende cada vez mais de alianças externas com governos autoritários. Segundo o analista, a aproximação à Rússia faz parte de uma estratégia baseada na concentração de poder, criminalização da dissidência e fortalecimento de relações com potências dispostas a cooperar sem exigências democráticas. Hendrix defende ainda que o pacto militar não representa necessariamente uma escalada militar imediata, mas antes uma tentativa de “institucionalizar a resiliência autoritária” do sistema Ortega-Murillo.</p>
<p>Ao mesmo tempo que tenta preservar influência na América Latina, Moscovo enfrenta também dificuldades noutros pontos estratégicos do globo, nomeadamente em África. A recente deterioração da situação no Mali, onde forças separatistas tuaregues e grupos ligados à Al-Qaeda intensificaram ataques contra posições apoiadas por mercenários russos e pelo Africa Corps, colocou em causa o modelo de influência que o Kremlin vinha a desenvolver no Sahel. Esse modelo assentava numa troca de apoio militar por acesso a recursos naturais e influência política, mas vários analistas consideram que a Rússia já não dispõe da capacidade logística, militar e de inteligência necessária para controlar eficazmente essas alianças. Para Ruslan Trad, o chamado “poder brando” russo está a falhar no teste de resistência imposto pela crise no Sahel.</p>
<p>As dificuldades externas coincidem com sinais crescentes de instabilidade e insegurança dentro da própria Rússia. Nos últimos meses, Moscovo reforçou drasticamente as medidas de segurança após sucessivos ataques com drones ucranianos em território russo. Dias antes das comemorações do Dia da Vitória, um drone atingiu um edifício próximo do Kremlin, enquanto este domingo Kiev lançou uma ofensiva com cerca de 600 drones, considerada pelas agências russas como a maior em mais de um ano. O ataque terá provocado pelo menos quatro mortos e surgiu como resposta aos bombardeamentos russos sobre Kiev na semana anterior, que causaram 25 vítimas mortais.</p>
<p>O ambiente de tensão interna agravou-se ainda mais após a divulgação de um relatório de um serviço de informações europeu, citado pelo portal de investigação iStories, que descreve o Kremlin em “alerta máximo” desde Março de 2026. O documento refere que Putin teme um eventual golpe de Estado ou tentativa de assassinato, especialmente através do uso de drones por elementos da elite política russa. Entre as medidas adoptadas estarão restrições severas à utilização de telemóveis por funcionários próximos do Presidente e a redução das deslocações da família presidencial às residências situadas na região de Moscovo.</p>
<p>Vários analistas consideram que os reveses militares na Ucrânia, o elevado número de baixas russas e a crescente pressão interna estão a fragilizar a estratégia internacional de Putin. Para Ruslan Trad, os problemas internos e externos estão diretamente ligados. “Os reveses externos alimentam diretamente a pressão política interna: culpam-se comandantes e os serviços de segurança trocam acusações”, concluiu o investigador.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764177]]></sapo:autor>
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		<title>CT da RTP reitera importância de integrar o novo Conselho de Administração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP reiterou hoje a importância de estar representada no próximo Conselho de Administração da televisão pública, defendendo que tal será possível "existindo vontade" do acionista Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP reiterou hoje a importância de estar representada no próximo Conselho de Administração da televisão pública, defendendo que tal será possível &#8220;existindo vontade&#8221; do acionista Estado.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos [&#8230;] que, existindo vontade do acionista Estado, seria possível encontrar uma solução que permitisse concretizar este modelo de participação, sendo a RTP uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, cujo acionista único é o Estado&#8221;, sustenta a CT em comunicado.</P><br />
<P>No documento &#8211; divulgado na sequência de uma recente reunião com o Conselho Geral Independente (CGI), no âmbito da reflexão sobre o futuro da RTP e do próximo ciclo de escolha do Conselho de Administração, que decorrerá este ano -, a estrutura que representa os trabalhadores da televisão pública defende o reforço de &#8220;mecanismos de participação, transparência e aproximação entre a gestão e os trabalhadores da empresa&#8221;.</P><br />
<P>Neste sentido, destaca a importância da existência de um representante dos trabalhadores no Conselho de Administração, como vogal não executivo.</P><br />
<P>A este propósito, a CT salienta que o programa do primeiro governo de Luís Montenegro &#8220;previa, para as empresas públicas de maior dimensão, &#8216;à semelhança das empresas privadas, introduzir membros independentes e representantes dos trabalhadores como administradores não executivos'&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta é uma luta que se mantém em permanência ao longo de anos por sucessivas estruturas de trabalhadores&#8221;, enfatiza.</P><br />
<P>Segundo recorda, mais recentemente, a CT promoveu mesmo um processo eleitoral para esse efeito, do qual resultou a eleição de um representante dos trabalhadores, mas cuja concretização &#8220;viria posteriormente a ser impedida&#8221;.</P><br />
<P>Em resposta a esta &#8220;não aceitação de uma eleição legítima&#8221;, a CT e várias estruturas sindicais interpuserem uma ação judicial, relativamente à qual o Tribunal do Trabalho de Lisboa se declarou incompetente, levando os autores a recorrer ao Tribunal da Relação de Lisboa, que emitiu uma decisão favorável.</P><br />
<P>A RTP recorreu, entretanto, desta decisão para o Supremo Tribunal de Justiça, encontrando-se o processo atualmente nessa fase, o que leva a CT a lamentar que, &#8220;como em outras situações, o Conselho de Administração opte por enterrar dinheiro a litigar contra os trabalhadores em lugar de os integrar na participação efetiva no futuro da empresa&#8221;.</P><br />
<P>Na recente reunião com o CGI, a CT diz ter reafirmado que &#8220;este direito encontra consagração constitucional no artigo 54.º, n.º 5, alínea f), da Constituição da República Portuguesa, que reconhece às Comissões de Trabalhadores o direito de promover a eleição de representantes dos trabalhadores para os órgãos sociais de empresas pertencentes ao Estado ou a outras entidades públicas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A participação dos trabalhadores na gestão constitui, aliás, uma prática consolidada em diversos países europeus, com particular expressão na Alemanha, existindo em grandes empresas internacionais como a Volkswagen e a Siemens &#8211; ou no caso da multinacional FORVIA, que conta com um trabalhador português no seu Conselho de Administração -, onde as estruturas laborais integram os órgãos de supervisão e governação&#8221;, salienta.</P><br />
<P>A CT nota que também em Portugal existem &#8220;exemplos, em empresas como a TAP e a SATA&#8221;. </P><br />
<P>Na reunião com o CGI, a CT diz terem ainda sido &#8220;transmitidas preocupações relativamente à situação da RTP, nomeadamente o recurso continuado à precariedade laboral, os elevados encargos associados à litigância e ao recurso a escritórios de advogados, a insuficiente valorização profissional dos trabalhadores e as dificuldades na aprovação do Plano de Atividades e Orçamento, situação que continua a condicionar a capacidade de gestão da empresa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Comprometemo-nos, por fim, a apresentar oportunamente um contributo relativamente às linhas essenciais que, pelo que conhecemos da empresa, deveriam nortear a escolha do próximo Conselho de Administração da RTP&#8221;, remata.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764188]]></sapo:autor>
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		<title>Botija de gás baixa em Espanha e fica a menos de metade do preço médio em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[botija de gás]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Preço médio em Portugal é mais do dobro: em termos aproximados, a botija espanhola custa 1,23 euros por quilo, enquanto a portuguesa ronda os 2,88 euros por quilo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço da botija tradicional de butano em Espanha vai voltar a descer a partir desta terça-feira, fixando-se em 15,39 euros para a garrafa de 12,5 quilos. A notícia, avançada pelo &#8217;20 Minutos&#8217; com base numa resolução publicada no Boletim Oficial do Estado espanhol, contrasta fortemente com a realidade portuguesa: em Portugal, o preço médio da garrafa de gás butano de 13 quilos chegou a 37,47 euros a 13 de maio, segundo dados da ERSE compilados pela DECO PROteste.</p>
<p>A diferença é expressiva. Mesmo tendo em conta que a garrafa espanhola considerada tem 12,5 quilos e a referência portuguesa mais usada é a de 13 quilos, o preço médio em Portugal é mais do dobro. Em termos aproximados, a botija espanhola custa 1,23 euros por quilo, enquanto a portuguesa ronda os 2,88 euros por quilo.</p>
<p>A nova redução em Espanha é de 5,87% face à revisão anterior e resulta sobretudo da descida do IVA para 10% e da eliminação temporária do Imposto sobre Hidrocarbonetos, medidas aprovadas no âmbito do Plano de Resposta à Crise no Médio Oriente. Estas alterações fiscais compensaram a forte subida das matérias-primas, de 74,5%, o aumento dos fretes marítimos, de 39,8%, e a depreciação do euro face ao dólar.</p>
<p>A diferença entre os dois países explica-se também pelo modelo de formação de preços. Em Espanha, o preço máximo de venda ao público do GLP engarrafado em recipientes entre 8 e 20 quilos não está liberalizado e é revisto de dois em dois meses, na terceira terça-feira do mês. A fórmula tem em conta o custo das matérias-primas, o transporte e a evolução cambial euro-dólar, e as variações estão limitadas a 5% por revisão.</p>
<p>Em Portugal, pelo contrário, os preços do GPL engarrafado são livres e podem variar consoante o comercializador, como explica a ERSE. O regulador disponibiliza um comparador de preços para ajudar os consumidores a escolher a garrafa mais adequada e alerta que as empresas podem ainda cobrar um valor adicional pela entrega ao domicílio.</p>
<p>A DECO PROteste tem vindo a alertar para o peso do IVA no preço final do gás de botija em Portugal. Segundo os dados divulgados pela organização, a garrafa de butano de 13 quilos custava em média 34,11 euros em janeiro, 34,12 euros em fevereiro, 34,32 euros em março, 36,66 euros em abril e 37,47 euros a 13 de maio. Com IVA a 6%, o preço médio estimado para essa mesma garrafa seria de 32,29 euros em maio.</p>
<p>Em Espanha, o gás liquefeito de petróleo engarrafado continua a ser uma alternativa ao gás natural, sobretudo em zonas sem ligação à rede. Em 2025, foram consumidos 57 milhões de botijas de GLP de diferentes dimensões, embora o consumo esteja em queda: desde 2021, a utilização total deste combustível recuou mais de 12%.</p>
<p>A descida espanhola surge, assim, como um alívio direto para os consumidores, mas também expõe o contraste com Portugal, onde o gás de botija continua a pesar de forma significativa nos orçamentos familiares, em particular nos agregados que dependem deste combustível para cozinhar ou aquecer água.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764163]]></sapo:autor>
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		<title>Associação lança petição a exigir reforço urgente dos cuidados paliativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:21:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) lançou hoje uma petição que exige reforço urgente neste nível de cuidados, recordando as 70 a 85 mil pessoas que morrem todos os anos sem acesso a estes cuidados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) lançou hoje uma petição que exige reforço urgente neste nível de cuidados, recordando as 70 a 85 mil pessoas que morrem todos os anos sem acesso a estes cuidados.</P><br />
<P>&#8220;A elas, juntam-se ainda milhares de crianças e jovens com doenças complexas que beneficiariam deste acompanhamento especializado&#8221;, recordam os signatários, apontando as 150 mil pessoas que vivem em Portugal com sofrimento associado a doença grave progressiva e incurável.</P><br />
<P>Os promotores da petição pública lançada hoje de manhã sublinham que os cuidados paliativos &#8220;não são um luxo&#8221;, mas sim um &#8220;direito fundamental&#8221;, centrado na qualidade de vida, alívio do sofrimento e no apoio à pessoa e à sua família &#8220;nos momentos de maior vulnerabilidade&#8221;, e lembram que a resposta está &#8220;muito aquém das necessidades&#8221;.</P><br />
<P>Além do reforço urgente com a expansão das equipas comunitárias e intra-hospilarares de cuidados paliativos, pedem igualmente um reforço na Rede Nacional de Cuidados Paliativos, com mais camas e respostas especializadas para adultos e crianças.</P><br />
<P>Os signatários pedem ainda incentivos e condições de fixação para profissionais especializados, o reconhecimento oficial da medicina paliativa como especialidade médica autónoma e o &#8220;investimento estruturado&#8221; na formação dos profissionais de saúde neste tipo de cuidados.</P><br />
<P>Segundo as recomendações europeias, Portugal precisaria de mais de 100 equipas comunitárias e intra-hospitalares e cerca de 1.000 camas especializadas. </P><br />
<P>&#8220;A cobertura existente representa apenas uma fração desse valor, com fortes assimetrias territoriais e falta de respostas adequadas em várias regiões do país&#8221;, lembram os promotores da petição, que alertam para o facto de se confundirem muitas vezes respostas distintas, que não substituem camas especializadas de cuidados paliativos em hospitais de agudos.</P><br />
<P>Num país cada vez mais envelhecido e &#8220;com crescente complexidade clínica e social&#8221;, esta resposta &#8220;não pode continuar a ser adiada&#8221;, consideram, lembrando que as consequências deste adiamento: sofrimento evitável, famílias sobrecarregadas, internamentos desnecessários e perda de dignidade no fim de vida.</P><br />
<P>&#8220;Cuidar até ao fim não é um privilégio. É uma responsabilidade coletiva&#8221;, insistem.</P><br />
<P>Em fevereiro, a APCP veio alertar para as conclusões do relatório da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) sobre a Rede Nacional de Cuidados Paliativos (RNCP), divulgado em março, considerando que as informações tornadas públicas exigem ao Governo a tomada de medidas estruturais imediatas.</P><br />
<P>Segundo a ERS, mais de metade (53%) dos utentes referenciados para cuidados paliativos no Serviço Nacional de Saúde em 2024 morreram à espera de vaga, mais do que nos dois anos anteriores (47,5% em 2023 e 48% em 2022).</P><br />
<P>Na altura, a APCP disse que os dados do relatório da ERS confirmam falhas estruturais graves no acesso, na cobertura territorial e na capacidade de resposta do sistema.</P><br />
<P>Um mês depois, numa carta enviada à ministra da Saúde, os profissionais da área dos cuidados paliativos apontaram a &#8220;falta de rumo&#8221; na gestão destes cuidados e pediram a nomeação urgente da comissão nacional, aguardada há um ano, alertando que se sentiam desamparados.</P><br />
<P>Já no final de março, após a publicação pela Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde do Plano Estratégico de Cuidados Paliativos para o biénio 2025-2026, a APCP veio criticar o documento, considerando que a ausência de metas, cronogramas e indicadores colocava em causa a sua execução.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764184]]></sapo:autor>
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		<title>Israel interceta flotilha rumo a Gaza. Perdido contacto com mais de 20 embarcações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:20:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[flotilha]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[a Flotilha internacional de ajuda humanitária com destino à Faixa de Gaza denunciou esta segunda-feira ter sido intercetada por forças israelitas no Mediterrâneo oriental, avançando que dez embarcações foram abordadas e que se perdeu contacto com outras 23.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>a Flotilha internacional de ajuda humanitária com destino à Faixa de Gaza denunciou esta segunda-feira ter sido intercetada por forças israelitas no Mediterrâneo oriental, avançando que dez embarcações foram abordadas e que se perdeu contacto com outras 23. A operação envolveu a chamada Global Sumud Flotilla, organização que tenta há vários meses furar o bloqueio naval imposto por Israel ao território palestiniano.</p>
<p>Segundo os organizadores, a flotilha era composta por 54 embarcações e transportava 426 participantes oriundos de 39 países. O grupo afirmou que os navios partiram do sul da Turquia na passada quinta-feira, naquela que representava a terceira tentativa de entregar ajuda humanitária a Gaza, depois de missões anteriores também terem sido travadas pelas autoridades israelitas em águas internacionais.</p>
<p>Em transmissões vídeo divulgadas pela organização nas redes sociais era possível observar embarcações militares a aproximarem-se da flotilha. Numa primeira reação publicada na plataforma X, os organizadores afirmaram que “embarcações militares estão atualmente a intercetar a nossa frota” e que forças israelitas estavam “a abordar o primeiro dos nossos barcos em plena luz do dia”. A organização exigiu ainda “passagem segura para esta missão humanitária legal e não violenta”.</p>
<p>Mais tarde, a Global Sumud Flotilla anunciou que dez barcos tinham sido efetivamente intercetados e que o contacto com 23 embarcações tinha sido perdido a cerca de 250 milhas náuticas — aproximadamente 463 quilómetros — da costa de Gaza. Entre os ocupantes dos barcos intercetados estariam cerca de duas dezenas de cidadãos turcos.</p>
<p>Do lado israelita, o Ministério dos Negócios Estrangeiros reiterou que o país “não permitirá qualquer violação do bloqueio naval legal sobre Gaza”. A diplomacia israelita apelou ainda a todos os participantes da flotilha para alterarem a rota e regressarem aos seus pontos de origem, classificando a operação como uma “provocação”.</p>
<p>A tensão em torno destas missões marítimas tem aumentado nos últimos meses. Em abril, uma flotilha que tinha partido de Espanha foi igualmente intercetada pelas forças israelitas, levando mais de uma centena de ativistas pró-palestinianos para Creta, enquanto duas outras pessoas foram detidas em Israel. Já em outubro do ano passado, outra missão organizada pelo mesmo movimento terminou com a detenção da ativista sueca Greta Thunberg e de mais de 450 participantes.</p>
<p>A situação humanitária em Gaza continua a ser motivo de forte contestação internacional. Organizações de ajuda, autoridades palestinianas, a Turquia e vários outros países consideram que os abastecimentos que chegam ao enclave continuam insuficientes, apesar do cessar-fogo alcançado em outubro incluir garantias de aumento da ajuda humanitária.</p>
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