“Nenhuma das empresas de transportes em causa foi forçada a cessar a atividade, mas algumas estão a ser seriamente afetadas e em dificuldades”, assegura a Associação Nacional de Transportadoras Portuguesas (ANTP) à Renascença, esta quinta-feira.
Segundo Sónia Valente, presidente da Associação Nacional de Transportadoras Portuguesas (ANTP), ainda nenhuma das empresas de transportes em causa foi forçada a cessar a atividade, mas “algumas estão a ser seriamente afetadas e em dificuldades”.
Num cenário em que muito está por detalhar, a ANTP aguarda pelo esclarecimentos do Conselho de Ministros quanto à amplitude do estado de emergência decretado por Marcelo Rebelo de Sousa, sendo que, na ótica da empresária e dirigente do setor transportador, “é importante rever planos, na medida em que, para além da cadeia alimentar há que assegurar o transporte de contentores, da carga geral e mesmo da distribuição porta a porta”.
Tendo em conta que a única cerca sanitária em vigor no país é a que confina o concelho de Ovar, Sónia Valente diz ter conhecimento pontual de algumas situações restritivas, mas nada que esteja a impedir as transportadoras de operar dentro de um quadro próximo do normal.
A presidente da ANTP, considerando que vivemos um momento “sensível e preocupante” , assegura que vai manter-se em contacto com o Governo e União Europeia, de forma a garantir o máximo de operacionalidade às empresas transportadoras.






