Com 40 casos de infeção confirmados, o surto de Mora é, garante a diretora-geral da Saúde, “complexo, porque tem mais de 300 pessoas potencialmente envolvidas”.
Na conferência de imprensa de atualização do estado da pandemia em Portugal, Graça Freitas garantiu que a maioria destas três centenas de pessoas “já foram testadas”, mas “quer a origem, quer as cadeias de transmissão estão ainda em investigação”.
“É precoce estar a fazer afirmações sobre origem e cadeias subsequentes”, disse Graça Freitas, depois de o Presidente da Câmara Municipal de Mora, Luís Simão, ter afirmado que o surto de Covid-19 que invadiu a região no distrito de Évora, se trata «de um caso de polícia», revela citado pela ‘Renascença’ e mostrando-se muito preocupado com a situação.
Ainda sem confirmação oficial, a imprensa local revela que o surto pode ter tido origem num casal que veio de Espanha, o que constitui um crime de propagação da doença, punível com uma pena de prisão de até cinco anos.
Graça Freitas revelou que há também um outro surto com 24 casos identificados em Montemor-o-Novo, na freguesia de Ciborro, que “aparentemente está relacionado” com o surto de Mora e que já foram realizados 225 testes neste segundo foco. Porém, notou, “só quando as investigações terminarem é que poderemos reconstituir as cadeias de transmissão”.













