Surto de hepatite aguda: DGS não tem “nenhuma recomendação” de prevenção para a chegada de estrangeiros no verão

Graça Freitas sublinhou que todos os casos suspeitos devem ser investigados e que se se confirmar um caso da doença numa criança “deve ser imediatamente notificado”.

Executive Digest

Apesar do número de casos do surto de hepatite aguda infantil continuar a aumentar,  tendo já sido registados mais de 200 casos da doença no mundo, muitos dos quais no Reino Unido, a diretora-geral da Saúde frisou que a DGS não tem “nenhuma recomendação” de prevenção planeada para a chegada de estrangeiros a Portugal nos meses do verão.

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“Não há nenhuma recomendação porque não conhecemos a etiologia da doença”, salientou Graça Freitas em declarações aos jornalistas.

“As medidas que estamos a recomendar são as gerais, passam pela higienização das mãos, estamos mais relaxados agora mas é muito importante, e a higiene respiratória”, acrescentou.

A responsável lembrou que a DGS “tem um organismo que é destinado a situações de alerta”. Graça Freitas fazia menção à task force que foi recentemente criada para analisar e reportar eventuais casos de hepatite aguda infantil em Portugal.

A diretora-geral da Saúde vincou que “mesmo que seja suspeito, o caso tem de ser investigado”, e que se for confirmado como um caso de hepatite aguda infantil “deve ser imediatamente notificado”.

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