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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Comprou carro elétrico em 2025 e ficou sem apoio? Governo dá nova oportunidade este ano. O que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:27:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Incentivo mantém as regras do ano passado. Os particulares podem receber 4.000 euros na compra de um carro elétrico novo, desde que comprovem o abate de uma viatura com motor de combustão interna, a gasolina ou gasóleo, com mais de dez anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa de incentivos à compra de carros elétricos deverá abrir até 11 de junho e terá uma novidade relevante para quem já trocou de carro no ano passado: os particulares que compraram um elétrico novo em 2025, entregando para abate uma viatura antiga a gasolina ou gasóleo, vão poder candidatar-se este ano ao apoio, avançou a ministra do Ambiente, Graça Carvalho, em entrevista à rádio &#8216;TSF&#8217; e ao &#8216;Jornal de Notícias&#8217;.</p>
<p>O incentivo mantém as regras do ano passado. Os particulares podem receber 4.000 euros na compra de um carro elétrico novo, desde que comprovem o abate de uma viatura com motor de combustão interna, a gasolina ou gasóleo, com mais de dez anos.</p>
<p>Outra condição mantém-se: o apoio só será atribuído a veículos elétricos novos com preço de aquisição até 38.500 euros. As candidaturas serão avaliadas por ordem de entrada e apenas enquanto existir verba disponível no Fundo Ambiental.</p>
<p>A principal alteração está no período elegível. Habitualmente, o programa abrangia apenas compras realizadas no próprio ano. Desta vez, o Governo vai permitir que sejam analisadas candidaturas relativas a 2025, dando uma nova oportunidade a quem cumpriu os requisitos no ano passado, mas não conseguiu receber o apoio por esgotamento da verba.</p>
<p>Em 2025, houve candidatos que ficaram sem incentivo apesar de reunirem as condições exigidas, por terem apresentado a candidatura demasiado tarde. Com a aplicação retroativa agora prevista, essas situações poderão voltar a ser avaliadas.</p>
<p>O programa arranca, no entanto, com metade da dotação inicialmente prevista. Em vez dos 20 milhões de euros autorizados para este ano, o Governo vai abrir uma primeira fase com dez milhões de euros.</p>
<p>Graça Carvalho justificou a decisão com prudência na gestão do Fundo Ambiental, numa altura em que este instrumento está também a financiar outros apoios ligados ao aumento dos combustíveis e à crise no Médio Oriente. A ministra referiu apoios a táxis, ambulâncias, transportes, mercadorias e à botija solidária.</p>
<p>“Nós estamos neste momento a financiar através do Fundo Ambiental o apoio devido à situação do Irão e ao aumento do preço dos combustíveis; estamos a financiar, a ajudar os táxis, as ambulâncias, os transportes, as mercadorias, a botija solidária, há uma série de apoios que saem do Fundo Ambiental”, declarou a governante.</p>
<p>A ministra explicou ainda que a opção por manter as regras anteriores permite acelerar o processo. “As regras vão ser as mesmas, para evitar termos que fazer uma nova resolução do Conselho de Ministros e estabelecer todo um novo processo legislativo”, afirmou.</p>
<p>Apesar de a autorização orçamental total ser de 20 milhões de euros, o Governo vai avançar em duas fases. “Temos autorização para 20 milhões de euros este ano e vamos fazer em duas fases, vamos abrir dez milhões de euros, o mais tardar até 11 de junho”, acrescentou Graça Carvalho.</p>
<p>Na prática, quem comprou um elétrico novo em 2025, entregou para abate um carro antigo a combustão e ficou sem apoio por falta de verba poderá ter agora uma segunda oportunidade. Já quem pretende comprar este ano terá de estar atento à abertura das candidaturas, uma vez que a atribuição continuará dependente da ordem de chegada e da disponibilidade do Fundo Ambiental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767452]]></sapo:autor>
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		<title>Mota-Engil assina contrato de 207 M€ com a CALB para &#8216;gigafábrica&#8217; em Sines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:17:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Mota-Engil assinou um contrato de 207 milhões de euros com a CALB para a construção da fase 1 da New Sines Gigafactory, em Sines, distrito de Setúbal, foi hoje comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mota-Engil assinou um contrato de 207 milhões de euros com a CALB para a construção da fase 1 da New Sines Gigafactory, em Sines, distrito de Setúbal, foi hoje comunicado ao mercado.</p>
<p>&#8220;A Mota-Engil informa que, através da sua subsidiaria Mota-Engil Engenharia e Construção, celebrou com a CALB um novo contrato no montante de 207,3 milhões de euros relacionado com a construção da fase 1 da New Sines Gigafactory&#8221;, lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.</p>
<p>Este contrato para a construção da primeira fase da fábrica de baterias de lítio tem 22 meses de duração estimada e abrange uma área de intervenção de, aproximadamente, 17 hectares e 62.000 metros quadrados (m2) de construção.</p>
<p>Incluem-se aqui oficinas, uma estação de redução de tensão, área de armazenamento, uma estação de resíduos sólidos, uma estação de lixo, uma estação de esgotos e portarias, além de um edifício associado à central elétrica integrada, conforme detalhou a construtora.</p>
<p>A CALB (China Aviation Lithium Battery) é uma das maiores fabricantes mundiais de baterias de iões de lítio, com sede na China.</p>
<p>Na sessão de hoje da bolsa de Lisboa, as ações da Mota-Engil subiram 3,05% para 4,80 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767429]]></sapo:autor>
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		<title>ANACOM tem participado na legislação de combate às fraudes através de &#8216;spoofing&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:16:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente da ANACOM afirmou hoje que o regulador tem estado envolvido no desenho da futura legislação de combate às fraudes digitais através da técnica do 'spoofing', contando que haja uma proposta de lei "em breve".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente da ANACOM afirmou hoje que o regulador tem estado envolvido no desenho da futura legislação de combate às fraudes digitais através da técnica do &#8216;spoofing&#8217;, contando que haja uma proposta de lei &#8220;em breve&#8221;.</p>
<p>Durante uma mesa redonda numa conferência organizada pelo Banco de Portugal hoje em Lisboa, sobre combate à fraude digital, a presidente do Conselho de Administração da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), Sandra Maximiano, foi confrontada com o facto de Portugal ainda não ter um mecanismo legislativo para combater o &#8216;spoofing&#8217;.</p>
<p>Em causa está uma técnica de falsificação de identidade, em que os burlões usam o nome ou referências de pessoas ou entidades confiáveis para tentar obter dados pessoais e, com isso, praticar fraudes (por exemplo, alguém falsifica um número de telefone de um organismo fazendo parecer que a chamada está a ser realizada de um número oficial).</p>
<p>A líder da ANACOM sublinhou que o regulador entregou um projeto de alteração da lei das comunicações eletrónicas em outubro de 2024, do qual constam medidas de combate ao &#8216;spoofing&#8217;, Entretanto, adiantou, houve &#8220;múltiplas interações&#8221; e revelou ter indicação de que &#8220;em breve essas alterações serão implementadas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os operadores [das comunicações] estão mais preparados tecnicamente e tecnologicamente para detetar essas fraudes&#8221; através de &#8216;spoofing&#8217;, conseguindo identificar que uma chamada vinda do exterior &#8220;vem mascarada com um número nacional&#8221;, referiu.</p>
<p>&#8220;O nosso trabalho tem sido criar o enquadramento legislativo para que se possa fazer algo a partir deste conhecimento&#8221;, disse.</p>
<p>Na abertura da conferência, o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, lembrou que Portugal é o único país da União Europeia (UE) que ainda não legislou o combate ao &#8216;spoofing&#8217;.</p>
<p>Questionada pelo moderador da mesa redonda sobre a evolução do combate à fraude digital nos últimos anos, Sandra Maximiano começou por referir a grande preocupação com o tema e a cooperação que tem existido com o Banco de Portugal, com o Centro Nacional de Cibersegurança, com a Associação Portuguesa de Bancos e com outras entidades.</p>
<p>&#8220;As coisas andam muito lentas &#8212; isso não pode ser escondido, é um facto &#8212; muito mais lentas do que queríamos. Mas existem certamente melhorias. Estamos melhor do que há dois, três anos em alguns aspetos&#8221;, disse, indicando que a cooperação institucional nacional e internacional tem melhorado, designadamente com os operadores e com os outros reguladores.</p>
<p>&#8220;Existe já a capacidade técnica e tecnológica para aplicar medidas para bloquear ou anonimizar estas chamadas&#8221; e, quanto a isso, &#8220;estamos melhor hoje certamente do que estamos no passado&#8221;, frisou.</p>
<p>A responsável disse que os próprios operadores, apesar de poderem encontrar soluções tecnológicas, se confrontam com limitações legais, como por exemplo em relação à proteção de dados.</p>
<p>&#8220;O enquadramento legislativo anda um bocadinho mais lento do que todos queríamos&#8221;, mas &#8220;o enquadramento regulatório europeu tem dado um grande avanço&#8221; no regulamento dos serviços digitais, disse.</p>
<p>Na mesma mesa redonda, Maria Tereza Cavaco, diretora do Departamento de Sistemas de Pagamentos do Banco de Portugal, sublinhou a necessidade de as instituições conseguirem utilizar a Inteligência Artificial a favor do combate às fraudes.</p>
<p>Teresa Mesquita, membro da Comissão Executiva da SIBS, referiu que tem havido uma &#8220;alteração dos padrões de fraude&#8221; que exige uma permanente atuação, dando como exemplo o caso do fenómeno das mensagens de &#8220;Olá, mãe&#8221;, &#8220;Olá, pai&#8221;, que diminuíram à medida que foram sendo identificadas.</p>
<p>A presidente do Conselho de Administração da ANACOM disse que hoje &#8220;existe uma melhor consciencialização da população&#8221; em relação às fraudes digitais.</p>
<p>Sandra Maximiano referiu ainda que hoje é mais fácil aos cidadãos reportarem à plataforma casos de anúncios fraudulentos e de esta, conhecendo de que se trata de um anúncio ilegal, retirar essa publicação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767435]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros da Águas de Portugal sobem 5% para 107,9 M€ em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:16:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Águas de Portugal (AdP) registou lucros consolidados de 107,9 milhões de euros em 2025, um aumento de 5,06% em relação a 2024, adiantou, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Águas de Portugal (AdP) registou lucros consolidados de 107,9 milhões de euros em 2025, um aumento de 5,06% em relação a 2024, adiantou, em comunicado.</p>
<p>A empresa adiantou que a sua assembleia-geral de acionistas da aprovou o relatório e contas consolidadas de 2025, salientando que &#8220;evidencia um desempenho sólido, com reforço do investimento e evolução positiva dos principais indicadores&#8221;, ainda que num contexto de &#8220;maior pressão sobre os recursos hídricos&#8221;, assim como de &#8220;exigência acrescida de resiliência operacional&#8221;.</p>
<p>Assim, &#8220;o resultado líquido consolidado fixou-se em 107,9 milhões de euros, o que representa um crescimento de 5,06% face a 2024&#8221;, adiantou.</p>
<p>Já o investimento atingiu 266,9 milhões de euros, o que representa um crescimento de 32,4%, com a dívida financeira líquida a diminuir em 112 milhões de euros, situando-se em 1.103 milhões de euros.</p>
<p>Por sua vez, o volume de negócios consolidado ascendeu a 866,9 milhões de euros, uma subida de 4,4% face ao ano anterior, &#8220;impulsionado pelo aumento das atividades de abastecimento de água e de saneamento&#8221;.</p>
<p>Segundo o grupo, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) ajustado cresceu 4%, para 390,7 milhões de euros, o que, destacou, reflete &#8220;o aumento do volume de negócios superior ao acréscimo de custos operacionais&#8221;.</p>
<p>A AdP lembrou que em 2025, &#8220;avançaram processos estruturantes ligados à resiliência hídrica&#8221;, destacando o desenvolvimento da &#8220;solução de dessalinização&#8221; e &#8220;o avanço do enquadramento de soluções complementares de reforço de disponibilidade, incluindo a tomada de água no Pomarão, no Algarve&#8221;.</p>
<p>Paralelamente, indicou, &#8220;consolidou-se o novo enquadramento na gestão integrada das origens de água na Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS)&#8221;, com &#8220;um modelo operacional mais resiliente&#8221;, integrando &#8220;origens não convencionais como a água do mar e a água para reutilização&#8221;.</p>
<p>Segundo a AdP, em 2025 houve &#8220;resultados particularmente relevantes na continuidade e qualidade do serviço, com destaque para a garantia de 99,7% de água segura em alta e 99,5% em baixa&#8221;.</p>
<p>Na transição energética registou-se o &#8220;aumento da autossuficiência energética para 5,1%, acima dos 4,7% registados em 2024, e o crescimento em 8,9% na produção de energia renovável&#8221;.</p>
<p>A AdP assegura serviços de abastecimento público de água em 214 municípios e de saneamento de águas residuais em 218, em Portugal Continental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767445]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EDP assina novo acordo para projeto solar nos EUA avaliado em 258 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:15:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A EDP assinou um acordo com a Appalachian Power, subsidiária da American Electric Power, para a construção e venda de um projeto solar nos Estados Unidos por 300 milhões de dólares (cerca de 258 milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP assinou um acordo com a Appalachian Power, subsidiária da American Electric Power, para a construção e venda de um projeto solar nos Estados Unidos por 300 milhões de dólares (cerca de 258 milhões de euros).</p>
<p>O acordo foi realizado através da sua unidade de renováveis, a EDP Renewables, e está ainda sujeito &#8220;a condições suspensivas, regulatórias e outras habituais para uma transação desta natureza&#8221;, segundo o comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</p>
<p>A transação prevê a construção e desenvolvimento de um projeto solar de 100 megawatts em corrente alternada (MWac), equivalente a cerca de 136 megawatts em corrente contínua (MWdc), nos Estados Unidos da América, com entrada em operação prevista para 2028, altura em que o negócio deverá ser concluído.</p>
<p>&#8220;Este novo acordo é mais um indicador do posicionamento estratégico da EDP nos EUA como um &#8216;player&#8217; relevante no setor das energias renováveis&#8221; e reforça &#8220;a solidez das parcerias com as principais empresas de serviços públicos&#8221;, refere a empresa no mesmo comunicado.</p>
<p>A EDP acrescenta que a operação contribui para uma maior visibilidade sobre as adições de capacidade bruta, bem como sobre os encaixes e ganhos com rotação de ativos, em linha com as métricas de retorno definidas para o período do plano estratégico 2026-2028.</p>
<p>&#8220;Desde 2019, a EDP celebrou quatro transações de natureza semelhante nos EUA, das quais duas nos últimos seis meses&#8221;, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767438]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola fora de controlo no Congo: polícia dispara contra multidão que queria recuperar corpos de vítimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:12:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Agitação ocorreu este domingo e prolongou-se ao longo do dia, segundo dois jornalistas locais citados pela BBC. O centro de tratamento, instalado no recinto de um hospital, já tinha sido atacado na noite de sexta-feira para sábado, quando uma tenda de isolamento foi incendiada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia disparou tiros para o ar no leste da República Democrática do Congo para dispersar multidões que tentavam recuperar corpos de familiares mortos num centro de tratamento de Ébola em Mongwalu, avança a &#8216;BBC&#8217;. O episódio mostra como a desconfiança das comunidades, a violência e o medo estão a dificultar a resposta a um surto que já soma mais de 900 casos suspeitos e 220 mortes suspeitas.</p>
<p>A agitação ocorreu este domingo e prolongou-se ao longo do dia, segundo dois jornalistas locais citados pela BBC. O centro de tratamento, instalado no recinto de um hospital, já tinha sido atacado na noite de sexta-feira para sábado, quando uma tenda de isolamento foi incendiada.</p>
<p>O corpo de uma pessoa que morreu com Ébola é altamente infeccioso e pode provocar novas cadeias de transmissão durante a preparação tradicional para o funeral. É por isso que as equipas de saúde e a Cruz Vermelha estão a realizar enterros seguros, sob proteção policial, para tentar impedir a propagação do vírus.</p>
<p>Segundo o diretor médico do Hospital Geral de Mongwalu, Richard Lokudu, os atacantes exigiam a entrega dos corpos de duas pessoas às respetivas famílias. Um dos mortos era um pastor católico, descrito por responsáveis hospitalares como uma figura religiosa conhecida na comunidade.</p>
<p>A desconfiança em relação às autoridades e o ceticismo sobre a causa das mortes têm alimentado a tensão nas zonas afetadas. Na passada quinta-feira, uma multidão já tinha incendiado tendas de isolamento num hospital de Rwampara, localidade situada a cerca de 85 quilómetros a sudeste de Mongwalu, depois de ter sido impedida de levar o corpo de um homem que se suspeitava ter morrido de Ébola.</p>
<p>A Cruz Vermelha está no terreno a realizar enterros seguros, mas a operação tornou-se perigosa também para os próprios voluntários. Segundo a organização, três voluntários morreram de suspeita de Ébola, provavelmente depois de contacto com corpos durante a gestão de funerais.</p>
<p>O surto foi declarado a 15 de maio pela Africa CDC na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo. É o 17º surto de Ébola registado no país. A atual epidemia é causada pela rara espécie Bundibugyo do vírus, que não era detetada há mais de uma década.</p>
<p>A situação é particularmente difícil porque não existem atualmente vacinas ou medicamentos específicos para a variante Bundibugyo. A Organização Mundial da Saúde indicou na semana passada que uma vacina poderá demorar até nove meses a estar pronta.</p>
<p>Para além de Ituri, foram detetados casos nas províncias congolesas de Kivu Norte e Kivu Sul, junto à fronteira com o Ruanda. Partes destas regiões estão sob controlo do grupo rebelde M23, cujos confrontos com as forças governamentais tornam ainda mais difícil a contenção do vírus.</p>
<p>O surto já ultrapassou as fronteiras congolesas. O Uganda confirmou esta segunda-feira dois novos casos, ambos em profissionais de saúde, elevando para sete o número total de infeções confirmadas no país, com uma morte registada. Os doentes estão a receber tratamento e as autoridades estão a rastrear os respetivos contactos.</p>
<p>Os ministros da Saúde da República Democrática do Congo, do Uganda e do Sudão do Sul finalizaram no fim de semana um plano de coordenação transfronteiriça, em conjunto com o Africa CDC. A agência alertou que outros países africanos também estão em risco, incluindo Angola, Burundi, República Centro-Africana, Etiópia, Quénia, Ruanda, Sudão do Sul, Tanzânia e Zâmbia.</p>
<p>O diretor-geral do Africa CDC, Jean Kaseya, afirmou que o plano regional procura evitar desperdícios, melhorar o isolamento e a gestão dos casos e garantir funerais dignos. A resposta conjunta da República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul prevê um orçamento de 319 milhões de dólares, cerca de 274 milhões de euros. Até agora, apenas 10% desse montante terá sido assegurado pelos países afetados.</p>
<p>A África do Sul anunciou uma contribuição inicial de cinco milhões de dólares, aproximadamente 4,3 milhões de euros. O presidente Cyril Ramaphosa apelou a outros Estados africanos e à comunidade internacional para apoiarem a resposta, defendendo que “o mundo é mais seguro quando África é mais segura”.</p>
<p>A OMS declarou o surto uma emergência de saúde pública de interesse internacional. Dez dias depois da declaração do surto, o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, admitiu que as equipas estão a “correr atrás do prejuízo” devido ao atraso inicial na deteção dos casos.</p>
<p>“Estamos a ampliar urgentemente as operações, mas neste momento a epidemia está a ultrapassar-nos”, afirmou Tedros, que deverá viajar para a República Democrática do Congo para acompanhar a resposta.</p>
<p>A combinação de uma variante rara, ausência de vacina específica, conflitos armados, ataques a centros de tratamento, resistência comunitária e risco de propagação regional transformou este surto num dos desafios de saúde pública mais graves em África nos últimos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767436]]></sapo:autor>
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		<title>A nova corrida dos milionários americanos: comprar passaportes para fugir ao risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:55:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[passaportes]]></category>
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					<description><![CDATA[Num mundo imprevisível, ter apenas um passaporte passou a ser visto por alguns milionários como uma exposição excessiva ao risco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os americanos mais ricos estão a procurar cada vez mais segundas e terceiras residências ou cidadanias, numa estratégia que especialistas em migração por investimento comparam à diversificação de uma carteira financeira. A lógica é simples: num mundo imprevisível, ter apenas um passaporte passou a ser visto por alguns milionários como uma exposição excessiva ao risco, revela a &#8216;Forbes&#8217;.</p>
<p>Segundo Eric Major, CEO da consultora Latitude World, os Estados Unidos ultrapassaram a China como maior mercado de clientes à procura de cidadanias secundárias ou terciárias. O responsável diz mesmo que os americanos passaram de 4% para 74% do seu negócio desde 2019.</p>
<p>O interesse não se limita aos ultra-ricos. Um estudo da Apex Capital Partners, consultora especializada em residência e cidadania estrangeira, indica que 61% dos americanos com rendimentos anuais superiores a 200 mil dólares, cerca de 172 mil euros, admitem mudar-se para outro país nos próximos cinco anos.</p>
<p>Nuri Katz, presidente da Apex Capital Partners, diz que o crescimento do interesse americano está a disparar. O inquérito perguntou aos participantes se se identificavam mais à esquerda ou à direita e, segundo o responsável, a divisão foi equilibrada: 50% para cada lado.</p>
<p>A procura acelerou depois da reeleição de Donald Trump. A Henley &#038; Partners registou um aumento de 183% nas consultas de cidadãos americanos sobre residência ou cidadania alternativa no primeiro trimestre de 2025, face ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>As razões são variadas, mas têm uma base comum: proteção. Entre os inquiridos pela Apex Capital Partners, o custo de vida foi referido por 68% como motivo para ponderar uma saída dos Estados Unidos. O clima político surgiu em segundo lugar, com 54%.</p>
<p>Para alguns clientes, trata-se de mobilidade. Para outros, de segurança, estilo de vida, planeamento fiscal ou proteção contra instabilidade política. “Os americanos agora perceberam que estão expostos com apenas uma cidadania”, afirmou Eric Major à Forbes.</p>
<p>O fenómeno também tem uma dimensão simbólica. Katz diz ter clientes que colecionam cidadanias “como selos”, em vez de comprarem relógios Rolex ou Lamborghini. Major conta que alguns pedem combinações complexas: “Quero duas cidadanias e um green card.&#8221;</p>
<p>A Nova Zelândia tornou-se uma das opções mais desejadas entre americanos com patrimónios muito elevados, na ordem dos 100 milhões de dólares em ativos investíveis, cerca de 86 milhões de euros. A atração é evidente: país anglófono, qualidade de vida elevada e distância geográfica face aos principais focos de instabilidade. “Se rebentasse a III Guerra Mundial, seria um sítio bastante bom para estar”, disse Major.</p>
<p>Mas a entrada não é barata. O acesso a um visto de residência na Nova Zelândia começa nos cinco milhões de dólares neozelandeses, cerca de 2,6 milhões de euros. Trata-se de um investimento, não de uma doação, mas ainda assim o valor exclui muitos candidatos.</p>
<p>A Europa continua a ser muito procurada, sobretudo por quem quer cidadania e não apenas residência. A razão é simples: a cidadania de um país europeu pode garantir mobilidade ampla no espaço Schengen, que integra 29 países.</p>
<p>Mas entrar na Europa tornou-se mais difícil. A Grécia aumentou o investimento mínimo do seu programa de ‘golden visa’ de 250 mil euros para até 800 mil euros nas zonas mais procuradas. Espanha encerrou o seu programa em abril de 2025, depois de críticas de residentes sobre o impacto dos investidores estrangeiros no preço da habitação.</p>
<p>Portugal também apertou regras, duplicando de cinco para 10 anos o período de residência necessário antes de um pedido de cidadania. Malta, por sua vez, foi obrigada a reformular o seu modelo depois de uma decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia contra o regime de cidadania por investimento. Ainda assim, continua a atrair clientes ricos, agora através de um enquadramento mais restrito de ‘cidadania por mérito’.</p>
<p>Para quem procura rapidez e custo mais baixo, as Caraíbas surgem como uma alternativa. Segundo a &#8216;Forbes&#8217;, a cidadania em alguns países das Caraíbas pode ser obtida por cerca de 250 mil dólares, aproximadamente 215 mil euros, com prazos de processamento entre quatro e seis meses.</p>
<p>A Organização dos Estados das Caraíbas Orientais funciona, em alguns aspetos, como uma pequena versão regional da União Europeia: cidadãos de um dos países participantes podem viver e trabalhar nos restantes. Para muitos americanos ricos, isso torna estes passaportes uma forma rápida de ganhar mobilidade e segurança adicional.</p>
<p>Ainda assim, o caminho mais simples e barato pode ser a cidadania por ascendência. Americanos com pais, avós ou outros laços familiares em países europeus ou no Canadá estão a recuperar nacionalidades por descendência. O número de pedidos de cidadania irlandesa por ascendência subiu 63% no último ano. No Canadá, depois da remoção de limites geracionais para dupla cidadania, os americanos passaram a liderar os pedidos, à frente dos nove países seguintes combinados.</p>
<p>O movimento contrasta com o fraco desempenho do chamado ‘Trump Gold Card’, um visto anunciado para atrair estrangeiros muito ricos para os Estados Unidos. Inicialmente, Donald Trump disse que o país poderia vender um milhão destes vistos a cinco milhões de dólares cada, cerca de 4,3 milhões de euros.</p>
<p>Mas o programa não teve a adesão esperada. O preço acabou por ser reduzido em 80%, para um milhão de dólares, cerca de 860 mil euros, e a vantagem fiscal inicialmente prometida foi eliminada. Ainda assim, segundo os dados citados pela &#8216;Forbes&#8217;, apenas um visto Gold Card tinha sido aprovado dois meses depois de a Casa Branca afirmar que muitos estrangeiros ricos estavam interessados.</p>
<p>O que está a acontecer nos Estados Unidos é, por isso, mais do que uma moda entre milionários. É um sinal de que a cidadania passou a ser tratada como ativo estratégico: algo que se acumula, protege, diversifica e pode ser usado em caso de crise.</p>
<p>Para muitos americanos ricos, um segundo passaporte deixou de ser apenas um símbolo de estatuto. Tornou-se uma apólice contra instabilidade política, económica e geopolítica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767428]]></sapo:autor>
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		<title>Peugeot prepara ofensiva sem precedentes: sete novos modelos e tecnologia revolucionária até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Stellantis]]></category>
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					<description><![CDATA[Ofensiva inclui modelos urbanos, SUV compactos, propostas de posicionamento mais elevado e a estreia de uma nova plataforma técnica, denominada STLA One]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Peugeot prepara uma das maiores ofensivas de produto da sua história recente. A marca francesa deverá lançar sete novos modelos até 2030, no âmbito do plano estratégico FaSTLAne 2030 da Stellantis, que coloca a Peugeot no centro da próxima fase industrial do grupo, avança o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>A ofensiva inclui modelos urbanos, SUV compactos, propostas de posicionamento mais elevado e a estreia de uma nova plataforma técnica, denominada STLA One. Esta arquitetura será usada em veículos elétricos, híbridos e com motor de combustão interna, com o objetivo de reduzir a complexidade industrial, acelerar o desenvolvimento de novos automóveis e baixar custos de produção.</p>
<p>A Peugeot foi elevada pela Stellantis ao estatuto de marca global, ao lado de Jeep, Ram e Fiat. A designação é reservada às marcas consideradas com maior potencial de crescimento e rentabilidade dentro do grupo. A Stellantis prevê investir 60 mil milhões de euros nos próximos cinco anos, destinando 60% desse valor ao desenvolvimento de marcas e produtos. O restante será canalizado para novas plataformas, motorizações e tecnologias digitais.</p>
<p>Na Europa, o grupo planeia lançar 50 modelos até 2030, dos quais 25 serão totalmente novos. A Peugeot terá um papel relevante nessa estratégia, com sete novidades previstas até ao final da década.</p>
<p>A nova plataforma STLA One será uma das peças centrais desta transformação. A Peugeot será a primeira marca do grupo a utilizá-la, numa arquitetura modular pensada para modelos dos segmentos B, C e D. Segundo a Stellantis, esta base permitirá reduzir a complexidade industrial e os custos de produção em cerca de 20%.</p>
<p>A plataforma será compatível com diferentes tipos de baterias e sistemas de propulsão. Também integrará tecnologias como o sistema STLA Brain, o ambiente digital STLA SmartCockpit e a direção eletrónica ‘steer-by-wire’, que elimina a ligação mecânica entre o volante e as rodas.</p>
<p>O primeiro modelo a estrear esta tecnologia será a próxima geração do Peugeot e-208. O utilitário elétrico deverá ser lançado oficialmente em 2027 e será o primeiro veículo da Stellantis equipado com direção eletrónica. Neste sistema, os comandos do volante são transmitidos às rodas através de sinais elétricos, substituindo a coluna de direção tradicional. A tecnologia será fornecida pela JTEKT, empresa japonesa ligada ao grupo Toyota.</p>
<p>O futuro e-208 já foi antecipado pelo protótipo Polygon, apresentado no final de 2025. A estreia pública poderá acontecer no Salão Automóvel de Paris, antes do início da produção em Saragoça, previsto para junho de 2027.</p>
<p>A mesma arquitetura deverá ser usada também no próximo Peugeot 2008. O SUV urbano será proposto exclusivamente com motorizações elétricas e não deverá chegar antes do final de 2029.</p>
<p>A renovação da gama passará ainda por um novo SUV compacto do segmento C, posicionado ao lado do atual Peugeot 3008. A Stellantis ainda não revelou o nome nem as especificações técnicas, mas indicou que o modelo terá uma oferta multienergia.</p>
<p>Também o Peugeot 308 deverá adotar a plataforma STLA One na próxima geração. O compacto francês, incluindo a variante SW, deverá receber uma nova evolução em 2028.</p>
<p>A ofensiva não se ficará pelos segmentos de maior volume. A Peugeot prepara também o regresso a propostas de posicionamento mais elevado, com um novo modelo do segmento D desenvolvido em parceria com a Dongfeng, fabricante estatal chinesa com a qual a Stellantis deverá reforçar a colaboração industrial na Europa.</p>
<p>Este futuro modelo deverá assumir o formato de uma shooting brake e terá produção na fábrica francesa de Rennes-La Janais, no âmbito de uma joint venture em que a Stellantis terá uma participação maioritária de 51%. A proposta foi antecipada pelo Concept 6, apresentado no Salão Automóvel de Pequim de 2026, com uma silhueta desportiva e aerodinâmica inspirada no Peugeot Instinct de 2017.</p>
<p>A eletrificação será outra dimensão central da estratégia. A plataforma STLA One será compatível com arquiteturas de 800 volts, permitindo carregamentos mais rápidos e maior eficiência energética. A Stellantis pretende ainda alargar a utilização de baterias LFP, de fosfato de ferro-lítio, mais baratas e menos dependentes de matérias-primas críticas.</p>
<p>Outra novidade prevista é a integração estrutural da bateria na carroçaria do veículo, uma solução pensada para reduzir peso, simplificar a produção e aumentar a autonomia.</p>
<p>Antes desta nova vaga de modelos, a Peugeot ainda tem novidades previstas para 2026. Depois dos novos 308, nas versões de cinco portas e SW, e do 408, a marca prepara para o segundo semestre a chegada do e-208 GTi, que recupera uma sigla histórica da Peugeot, agora associada à eletrificação.</p>
<p>O novo Peugeot e-208 GTi será produzido em Saragoça e deverá chegar aos concessionários entre setembro e outubro. Terá 280 cv, chassis desenvolvido pela Peugeot Sport, diferencial autoblocante e travões de alto desempenho, prometendo uma interpretação elétrica e desportiva do segmento B.</p>
<p>Com sete novos modelos, uma nova plataforma global, tecnologias de direção eletrónica, baterias mais acessíveis e um projeto de gama alta com a Dongfeng, a Peugeot entra numa fase decisiva. A marca francesa quer reforçar a presença internacional e assumir-se como um dos pilares tecnológicos e comerciais da Stellantis até 2030.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767413]]></sapo:autor>
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		<title>Itália em alerta por dois casos suspeitos de Ébola em cidadãos regressados do Uganda</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/italia-em-alerta-por-dois-casos-suspeitos-de-ebola-em-cidadaos-regressados-do-uganda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
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					<description><![CDATA[Exames estão a ser realizados no Hospital Sacco, em Milão, unidade especializada na gestão de doenças infeciosas de elevado risco biológico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A região italiana da Lombardia ativou os protocolos de emergência sanitária depois de dois cidadãos regressados do Uganda terem apresentado sintomas compatíveis com Ébola, avança a &#8216;Euronews&#8217;. Os exames estão a ser realizados no Hospital Sacco, em Milão, unidade especializada na gestão de doenças infeciosas de elevado risco biológico.</p>
<p>Os dois casos suspeitos foram registados na zona de Como. Trata-se de uma mulher residente em Lurate Caccivio e de um homem residente em Bulgarograsso, que regressaram nas últimas 24 horas do Uganda, juntamente com outros membros das respetivas famílias, após cerca de três meses como cooperantes humanitários.</p>
<p>Ambos apresentaram sintomas que obrigaram à ativação do protocolo de vigilância, incluindo febre alta, náuseas, vómitos e perturbações intestinais. Por precaução, foram transferidos para o Hospital Sacco, onde decorrem os exames previstos pelos protocolos nacionais e internacionais.</p>
<p>O responsável regional pela Saúde da Lombardia, Guido Bertolaso, confirmou a ativação dos procedimentos de emergência, mas apelou à prudência. “Ainda não há qualquer certeza de que se trate de Ébola”, afirmou, explicando que os resultados dos exames eram esperados durante a tarde e que a expectativa das autoridades era que fossem negativos.</p>
<p>Segundo Bertolaso, os dois doentes estiveram numa zona do Uganda próxima das fronteiras com a República Democrática do Congo e o Ruanda, regiões atualmente sob vigilância devido ao aumento dos casos de Ébola. Ainda assim, a hipótese considerada mais provável pelos médicos é a de malária.</p>
<p>A situação mais grave será a da mulher, de 30 anos, que apresentou febre muito alta e ligeiras complicações neurológicas. Os médicos admitem a possibilidade de uma forma de malária cerebral, que poderá exigir internamento em cuidados intensivos. Também a filha terá contraído malária durante a permanência no Uganda.</p>
<p>O quadro clínico do homem de 31 anos é considerado mais ligeiro. O doente apresenta febre na ordem dos 38 graus e sintomas gastrointestinais. Apesar disso, a origem geográfica dos dois casos levou as autoridades a aplicar imediatamente o protocolo previsto para suspeitas de Ébola.</p>
<p>Os restantes cinco membros das duas famílias envolvidas estão também sob monitorização e vigilância sanitária pelas autoridades competentes.</p>
<p>O Ministério da Saúde italiano garantiu, em comunicado, que o risco de Ébola em Itália “permanece muito baixo”. O ministério sublinhou ainda que o sistema nacional de preparação e resposta a emergências infeciosas está plenamente operacional.</p>
<p>A situação está a ser acompanhada em articulação com a Região Lombardia, o Instituto Superior de Saúde, o Hospital Sacco de Milão, o Spallanzani de Roma e outras unidades de referência na gestão de emergências epidémicas.</p>
<p>De acordo com a &#8216;Euronews&#8217;, realizou-se também uma reunião do Health Security Committee da Comissão Europeia dedicada à emergência de Ébola, com a participação dos ministérios italianos competentes e das principais autoridades nacionais de saúde.</p>
<p>O caso gerou ainda polémica em Itália devido à divulgação pública de informações antes de existirem confirmações clínicas. Guido Bertolaso criticou a exposição prematura de imagens e declarações sobre os casos, considerando que poderia criar alarmismo injustificado.</p>
<p>Também a presidente da câmara de Lurate Caccivio, Serena Arrighi, tinha anunciado durante a manhã a ativação do protocolo sanitário numa nota dirigida aos munícipes. As autoridades insistem, no entanto, que a medida é preventiva e que não há, para já, confirmação de infeção por Ébola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767420]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha a subir em linha com restante Europa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-fecha-a-subir-em-linha-com-restante-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 0,62% para 9.223,83 pontos, em linha com a restante Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 0,62% para 9.223,83 pontos, em linha com a restante Europa.</p>
<p>Das 16 cotadas que fazem parte do PSI, 11 subiram, quatro desceram e a Altri ficou inalterada em 5,24 euros.</p>
<p>A liderar as subidas ficou a Teixeira Duarte, que cresceu 4,71% para 0,44 euros.</p>
<p>No resto da Europa, Madrid progrediu 2,24%, Frankfurt 2,01% e Paris 1,76%. A bolsa de Londres está encerrada devido ao feriado &#8216;Memorial Day&#8217;, dedicado aos militares que morreram em combate.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767398]]></sapo:autor>
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		<title>“A epidemia está a ultrapassar-nos”: surto de ébola já soma 220 mortes suspeitas no Congo e Uganda</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-epidemia-esta-a-ultrapassar-nos-surto-de-ebola-ja-soma-220-mortes-suspeitas-no-congo-e-uganda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:02:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Epicentro do surto está na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo, uma zona marcada por instabilidade e violência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o surto de ébola na República Democrática do Congo e no Uganda está a evoluir mais depressa do que a capacidade de resposta das equipas no terreno, numa crise sanitária que já soma 220 mortes suspeitas e mais de 900 casos suspeitos. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, avisou que a epidemia poderá “piorar antes de melhorar”.</p>
<p>O epicentro do surto está na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo, uma zona marcada por instabilidade e violência. A cidade de Mongbwalu foi identificada como um dos principais focos da epidemia, detetada oficialmente em maio. A estirpe em causa é a Bundibugyo, uma variante rara do vírus ébola para a qual não existe uma vacina aprovada.</p>
<p>Numa reunião online da União Africana sobre o surto, Tedros afirmou que o atraso na deteção dos casos deixou as equipas de saúde a “correr atrás do prejuízo”. “Estamos a ampliar urgentemente as operações, mas, neste momento, a epidemia está a ultrapassar-nos”, afirmou o responsável da OMS.</p>
<p>O diretor-geral da OMS anunciou ainda que viajará para a República Democrática do Congo com Chikwe Ihekweazu, responsável da organização para emergências de saúde, numa tentativa de reforçar a resposta internacional ao surto.</p>
<p>A situação agravou-se também no Uganda, país vizinho da República Democrática do Congo. As autoridades ugandesas confirmaram esta segunda-feira mais dois casos de ébola, elevando para sete o número total de infeções confirmadas no país. Os dois novos casos dizem respeito a profissionais de saúde numa unidade privada em Kampala, a capital ugandesa.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde do Uganda, os dois doentes foram encaminhados para uma unidade de tratamento designada e estão a receber cuidados médicos. As equipas de resposta estão agora a rastrear todos os contactos próximos, numa tentativa de travar novas cadeias de transmissão.</p>
<p>A OMS já declarou o surto de ébola provocado pela estirpe Bundibugyo uma emergência de saúde pública de interesse internacional. Tedros avisou que os países que fazem fronteira com a República Democrática do Congo estão em risco elevado e devem agir imediatamente para reforçar vigilância, rastreio, preparação hospitalar e comunicação pública.</p>
<p>O combate ao surto é particularmente difícil porque as províncias congolesas de Ituri e Kivu do Norte são altamente inseguras. A violência na região, a desconfiança das populações e os ataques a unidades de saúde estão a complicar a resposta das autoridades e das organizações internacionais.</p>
<p>Na província de Ituri, os profissionais de saúde têm enfrentado ataques a instalações médicas e episódios de fuga de doentes. Pelo menos três incidentes foram registados, incluindo dois ataques no fim de semana ao mesmo hospital, que permitiram a saída de mais de duas dezenas de pacientes. Alguns ataques terão sido perpetrados por civis revoltados por não poderem enterrar familiares, ou convencidos de que o surto não era real.</p>
<p>A situação aumenta o risco de propagação. O ébola transmite-se por contacto direto com sangue, secreções, órgãos ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas, bem como por contacto com superfícies contaminadas. Quando há doentes em fuga, funerais sem medidas de proteção ou resistência das comunidades às equipas médicas, torna-se mais difícil isolar casos e quebrar cadeias de transmissão.</p>
<p>Além do risco sanitário imediato, há uma preocupação regional. O Uganda já confirmou casos ligados ao surto congolês, e outros países vizinhos foram alertados para a necessidade de preparação urgente. O movimento de pessoas através de fronteiras porosas, a insegurança armada e a fragilidade dos sistemas de saúde tornam a contenção mais complexa.</p>
<p>A estirpe Bundibugyo torna o desafio ainda maior. Ao contrário de outras variantes do vírus ébola, não há vacina aprovada para este subtipo, o que limita as ferramentas disponíveis para travar a transmissão. A resposta depende sobretudo de deteção rápida, isolamento, rastreio de contactos, proteção dos profissionais de saúde, informação às comunidades e medidas rigorosas em funerais e unidades médicas.</p>
<p>O surto é já considerado o terceiro maior alguma vez registado desta estirpe. A OMS insiste que ainda é possível travar a epidemia, mas admite que a situação poderá agravar-se nos próximos dias ou semanas devido ao atraso na identificação dos primeiros casos e às dificuldades no terreno.</p>
<p>Para as autoridades sanitárias, o objetivo imediato é ganhar tempo: identificar casos, proteger profissionais de saúde, recuperar a confiança das populações e evitar que o surto se consolide em zonas urbanas ou atravesse novas fronteiras. Mas o aviso de Tedros é claro: a resposta está atrasada, e o vírus está a avançar mais depressa do que as equipas conseguem acompanhar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767386]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia avisa estrangeiros para saírem de Kiev devido a novos ataques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Kiev]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[“Os ataques terão como alvo centros de decisão” e “empresas do complexo militar-industrial” em Kiev, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros em comunicado, sem especificar qualquer data ou hora]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo russo instou hoje os cidadãos estrangeiros residentes em Kiev, incluindo funcionários diplomáticos, a abandonar a capital ucraniana devido à iminência de novos bombardeamentos para responder ao ataque de sexta-feira contra uma residência estudantil.</p>
<p>“Os ataques terão como alvo centros de decisão” e “empresas do complexo militar-industrial” em Kiev, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros em comunicado, sem especificar qualquer data ou hora.</p>
<p>Segundo o ministério russo, a campanha visa responder ao “ataque sangrento” a uma residência de estudantes da região ocupada de Lugansk, realizado na madrugada de sexta-feira, e do qual resultaram 21 mortos e pelo menos 42 feridos.</p>
<p>O ministério aconselhou ainda os residentes de Kiev a “não se aproximarem das infraestruturas militares e administrativas da cidade”.</p>
<p>O alerta surge um dia depois de um grande ataque russo contra a Ucrânia, para o qual Moscovo usou um míssil com capacidade nuclear. O bombardeamento, realizado na madrugada de domingo, utilizou, de acordo com a Força Aérea ucraniana, 690 sistemas de ataque aéreo, incluindo drones e mísseis de vários tipos e teve Kiev como alvo principal.</p>
<p>Segundo o último balanço das autoridades ucranianas, citado pela agência francesa de notícias AFP, o bombardeamento russo causou pelo menos quatro mortos e mais de 100 feridos.</p>
<p>O ataque, que foi criticado por várias organizações e países, incluindo a Comissão Europeia e Portugal, atingiu uma infraestrutura de abastecimento de água, um mercado, dezenas de edifícios residenciais e várias escolas, avançou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>Moscovo justificou os bombardeamentos noturnos, que disse terem tido como alvos apenas instalações militares, como uma primeira retaliação pelo ataque à residência estudantil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767383]]></sapo:autor>
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		<title>Exportações de pequenos frutos mais que triplicam em 10 anos e atingem máximo de 398 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor dos pequenos frutos em Portugal mais do que triplicou o valor das exportações na última década, atingindo 398 milhões de euros em 2025, impulsionado sobretudo pela produção de framboesa, segundo o presidente da Portugal Fresh, Gonçalo Santos Andrade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor dos pequenos frutos em Portugal mais do que triplicou o valor das exportações na última década, atingindo 398 milhões de euros em 2025, impulsionado sobretudo pela produção de framboesa, segundo o presidente da Portugal Fresh, Gonçalo Santos Andrade.</p>
<p>&#8220;Em termos de exportações, o setor valia cerca de 85 milhões de euros há 10 anos e tem vindo sempre a crescer&#8221;, afirmou o responsável à Lusa, sublinhando que o aumento tem sido &#8220;consistente e significativo&#8221;, com o valor a ultrapassar os 200 milhões de euros em 2018, os 250 milhões em 2022 e aproximar-se dos 300 milhões em 2023, até chegar aos atuais 398 milhões.</p>
<p>Segundo o mesmo, o crescimento do setor está ligado, por um lado, à procura internacional, com destaque para mercados da União Europeia (UE) e, por outro, à valorização de dietas mais saudáveis.</p>
<p>&#8220;Há uma tendência muito grande por parte dos consumidores em procurarem dietas equilibradas, à base destes produtos, o que cria potencial para continuarmos a crescer&#8221;, referiu.</p>
<p>As exportações portuguesas de pequenos frutos destinam-se, principalmente, à União Europeia, com mercados como Espanha, França, Alemanha e Países Baixos entre os principais destinos, além do Reino Unido.</p>
<p>Nos últimos anos, países do Médio Oriente, como os Emirados Árabes Unidos, têm também registado &#8220;um aumento relevante&#8221;.</p>
<p>Segundo dados fornecidos à Lusa pela Portugal Fresh, no caso da framboesa, o valor das exportações atingiu cerca de 258 milhões de euros em 2025, com um preço médio de 8,65 euros por quilo.</p>
<p>Espanha surge como o principal mercado de destino, concentrando 32% do total, seguida da França, com 20%, dos Países Baixos, com 19%, e da Alemanha, com 13%. A grande maioria das exportações, cerca de 96%, destina-se a países da UE.</p>
<p>Relativamente aos mirtilos, o valor exportado atingiu 53 milhões de euros em 2025, com um preço médio de 6,59 euros por quilo. Espanha lidera também, com 37% das exportações, seguida da França (25%), dos Países Baixos (17%) e da Alemanha (6%). Tal como na framboesa, o mercado europeu absorve cerca de 96% das exportações.</p>
<p>O morango teve uma expressão residual, entre 1% e 2%.</p>
<p>A produção concentra-se, sobretudo, no sudoeste alentejano, região que tem sido determinante para a expansão da fileira, beneficiando de condições climáticas que permitem assegurar produção ao longo de todo o ano.</p>
<p>&#8220;Portugal é o único país na Europa que consegue produzir framboesas e amoras 52 semanas por ano, o que nos dá uma vantagem competitiva clara&#8221;, afirmou, explicando que, apesar de outros países iniciarem a produção mais cedo em termos de volume, a produção nacional distingue-se pela continuidade ao longo do ano.</p>
<p>Ainda assim, apesar do crescimento Gonçalo Santos Andrade alertou para os principais desafios do setor, colocando a disponibilidade de água como a principal preocupação.</p>
<p>&#8220;Se me perguntar quais são os três principais desafios, digo que o primeiro é a água, o segundo é a água e o terceiro é a água&#8221;, sublinhou, defendendo investimento em infraestruturas de armazenamento e gestão hídrica.</p>
<p>O responsável sublinhou a importância de concretizar projetos anunciados pelo Governo, como o reforço de barragens e sistemas de regadio, lembrando que apenas cerca de 15% da superfície agrícola em Portugal tem acesso a regadio.</p>
<p>Apesar das dificuldades, o presidente da Portugal Fresh mostrou-se otimista quanto ao futuro, considerando que os pequenos contribuem para a dinamização económica e fixação de população em territórios de baixa densidade.</p>
<p>&#8220;O agroalimentar tem ganho peso na economia e já representa uma parte relevante das exportações nacionais&#8221;, destacou.</p>
<p>O responsável considerou ainda que o destaque dado aos pequenos frutos na Feira Nacional de Agricultura (FNA 26), que decorre em Santarém entre 6 e 14 de junho, reflete a importância estratégica desta fileira para a agricultura nacional, &#8220;tanto ao nível da produção como das exportações e do emprego&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767353]]></sapo:autor>
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		<title>5G: Meo reclama 82 ME em ação contra o Estado por exclusão da Huawei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:14:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Meo entrou com uma ação em tribunal contra o Estado português para ser ressarcida da exclusão da Huawei como fornecedora de 5G, reclamando 82 milhões de euros de indemnização, que é uma estimativa do impacto da decisão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Meo entrou com uma ação em tribunal contra o Estado português para ser ressarcida da exclusão da Huawei como fornecedora de 5G, reclamando 82 milhões de euros de indemnização, que é uma estimativa do impacto da decisão.</p>
<p>A notícia desta ação, que deu entrada no Tribunal Administrativo de Lisboa a 24 de abril, com o objetivo o ressarcimento pelos danos provocados por a Huawei ter sido banida do 5G, no montante de 81,7 milhões de euros, foi hoje avançada pelo Público.</p>
<p>Três anos depois da Comissão de Avaliação de Segurança (CAS), no âmbito do Conselho Superior de Segurança do Ciberespaço, ter considerado de &#8220;alto risco&#8221; para a segurança de redes e serviços 5G a fornecedora chinesa Huawei, a empresa liderada por Ana Figueiredo avança com um processo contra o Estado português e o Centro Jurídico do Estado, conforme informação que consta no portal Citius.</p>
<p>&#8220;Esta ação está relacionada com as deliberações da Comissão de Avaliação de Segurança, de 2023, e visa o ressarcimento da Meo pelos danos especiais e anormais que aquelas decisões administrativas lhe impuseram&#8221;, afirmou à Lusa fonte oficial da operadora, quando contactada sobre o tema.</p>
<p>A ação da Meo visa apenas o ressarcimento dos impactos da decisão, que incluem a substituição de equipamentos, alterações das configurações de investimento, entre outros, num valor que é uma estimativa.</p>
<p>Ou seja, a empresa não pede a anulação da decisão que baniu a Huawei, mas somente a compensação pelos custos decorrentes.</p>
<p>Desde 2024, o fornecedor da Meo para o 5G é a Nokia.</p>
<p>A decisão da CAS foi conhecida em maio de 2023 e em setembro do mesmo ano a Huawei Portugal entrou com uma ação administrativa contra a deliberação sobre equipamentos 5G da Comissão de Avaliação de Segurança, com o objetivo de salvaguardar os seus direitos legais.</p>
<p>Em 25 de outubro de 2023, questionado sobre se o Governo estava aberto a compensar os operadores pela exclusão de fornecedores de alto risco, o ministro das Infraestruturas da altura, João Galamba, afirmou que naquele momento não estava &#8220;em cima da mesa&#8221;.</p>
<p>Um estudo feito pela consultora EY a pedido da Huawei e divulgado em setembro de 2024 referia que a exclusão da tecnológica chinesa das redes 5G em Portugal poderia custar à economia portuguesa mais de mil milhões de euros.</p>
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		<title>Serviços de confirmação de destinatário de transferências já evitaram 6,5 ME em fraudes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:06:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de os clientes bancários verem o nome do destinatário de uma transferência quando colocam o IBAN e outras funcionalidades confirmativas já evitaram 6,5 milhões de euros em fraudes desde maio de 2024, estima o Banco de Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de os clientes bancários verem o nome do destinatário de uma transferência quando colocam o IBAN e outras funcionalidades confirmativas já evitaram 6,5 milhões de euros em fraudes desde maio de 2024, estima o Banco de Portugal.</p>
<p>A projeção foi divulgada hoje pelo governador do banco central, Álvaro Santos Pereira, numa conferência em Lisboa, dizendo respeito à fraude evitada nos últimos dois anos, desde que, em maio de 2024, os bancos e outros prestadores de serviços de pagamento passaram a permitir que os clientes vejam o nome do destinatário de uma transferência antes de autorizarem a operação.</p>
<p>Na abertura da conferência &#8220;Fraude Digital: detetar, responder e prevenir&#8221;, que decorre hoje no Museu do Dinheiro, Santos Pereira disse que as três funcionalidades lançadas pelo Banco de Portugal &#8212; de confirmação dos beneficiários das operações e o sistema &#8216;SPIN&#8217; &#8212; terão &#8220;permitido evitar 6,5 milhões de euros de fraudes durante os dois anos do seu funcionamento&#8221;.</p>
<p>A inovação, salientou, permitiu ao país faz com que seja &#8220;mais eficaz no combate à fraude&#8221;.</p>
<p>&#8220;Desde a sua disponibilização, o peso da manipulação do ordenante na fraude com transferências tem vindo a diminuir de forma expressiva&#8221; e isso explica o porquê de se verificar uma &#8220;trajetória de descida&#8221; nas fraudes em Portugal, em sentido contrário à tendência na União Europeia (UE), disse.</p>
<p>A funcionalidade da confirmação do beneficiário foi lançada em maio de 2024, permitindo que um cliente, antes de autorizar uma transferência bancária, saiba o nome do destinatário do dinheiro no momento em que coloca o IBAN do beneficiário.</p>
<p>Além desta funcionalidade, foram disponibilizadas outras duas, o chamado &#8220;SPIN&#8221; em junho de 2024, que facilita a iniciação de transferências com o número de telemóvel e com o NIF, e o serviço de verificação do beneficiário em outubro de 2025.</p>
<p>As três são disponibilizadas pelo banco central aos bancos e outros prestadores de serviços de pagamento, que, por sua vez, os disponibilizam aos clientes.</p>
<p>Santos Pereira ressalvou que estes mecanismos não são eficazes quando os cidadãos são contactados por telefone por um contacto &#8220;supostamente fidedigno&#8221;, através da técnica conhecida por &#8216;spoofing&#8217;, em que alguém falsifica um número de origem, fazendo parecer que a chamada está a ser realizada a partir de um número oficial.</p>
<p>O governador defendeu a necessidade de Portugal legislar o combate ao &#8216;spoofing&#8217; para combater fraudes digitais, lembrando que é o único país da União Europeia (EU) que ainda não o fez.</p>
<p>As fraudes em que os burlões manipulam os ordenantes das transferências caíram 21% nos primeiros cinco meses de 2025 face ao período homólogo de 2024, em que não havia confirmação do beneficiário, detalhou.</p>
<p>Santos Pereira referiu ainda que as fraudes com a manipulação do ordenante &#8212; como as mensagens em que os destinatários são interpelados com um &#8220;Olá, pai&#8221; ou &#8220;Olá, mãe&#8221; &#8212; representavam 60% das transferências fraudulentas em 2023 e que, em 2025, esse rácio baixou para 16%.</p>
<p>&#8220;Os números mostram que, em Portugal, os níveis de fraude são reduzidos&#8221;, afirmou Santos Pereira, dando como exemplo o que se passou nos primeiros seis meses de 2025, em que &#8220;ocorreram quatro débitos diretos fraudulentos por cada milhão de operações, 10 transferências fraudulentas em cada milhão e, nos cartões, 66 em cada milhão de operações&#8221;.</p>
<p>&#8220;Entre o primeiro semestre de 2024 e o primeiro semestre de 2025, registou-se uma diminuição da fraude nas transferências e nos cartões&#8221;, acrescentou, considerando que esta evolução não aconteceu &#8220;ao acaso&#8221;, mas que &#8220;resulta de um esforço continuado do BdP, dos demais supervisores financeiros, das instituições financeiras e das autoridades públicas&#8221;.</p>
<p>Na conferência, Santos Pereira assinalou ainda o lançamento de uma plataforma de acompanhamento da fraude digital em Portugal, que junta operadores de pagamentos, das comunicações, investigação criminal e da justiça.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767348]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bombeiro ferido no combate a incêndio em armazém em Vila Franca de Xira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um bombeiro sofreu hoje ferimentos ligeiros no combate ao incêndio que atinge um complexo de armazéns logísticos da DHL em Vialonga, no concelho de Vila Franca de Xira, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bombeiro sofreu hoje ferimentos ligeiros no combate ao incêndio que atinge um complexo de armazéns logísticos da DHL em Vialonga, no concelho de Vila Franca de Xira, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.</p>
<p>&#8220;Confirma-se uma vítima, um bombeiro, ferido leve por trauma, que foi transportado para o Hospital de Vila Franca de Xira&#8221;, disse à agência Lusa o comandante de permanência às operações do Comando Sub-Regional da Grande Lisboa, Bartolomeu Castro.</p>
<p>Segundo um ponto de situação feito às 15:20, o incêndio estava a ser combatido no local por 130 operacionais, apoiados por 50 veículos.</p>
<p>O fogo, cujo alerta foi dado às 12:55, teve início na zona de cobertura de um complexo de armazéns da DHL, em Vialonga.</p>
<p>A proteção civil adiantou ainda que existem alguns condicionamentos de trânsito na estrada de acesso direto aos armazéns, &#8220;de forma a permitir a movimentação e o posicionamento dos meios de socorro&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767344]]></sapo:autor>
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		<title>Supermercado vai ficar mais caro: famílias devem preparar-se para novos aumentos a partir de junho, alerta APED</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:49:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[APED]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Gonçalo Lobo Xavier]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[supermercados]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Gonçalo Lobo Xavier, os preços já estão pressionados por vários fatores, desde o aumento dos custos de produção aos aumentos salariais, mas ainda não refletem totalmente o impacto das tempestades e da subida do petróleo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços nos supermercados vão continuar a subir nos próximos meses, com o impacto da subida dos combustíveis a fazer-se sentir de forma mais clara em junho e julho. O alerta é deixado por Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, em entrevista à &#8216;Renascença&#8217;.</p>
<p>Segundo o responsável, os preços já estão pressionados por vários fatores, desde o aumento dos custos de produção aos aumentos salariais, mas ainda não refletem totalmente o impacto das tempestades e da subida do petróleo associada ao agravamento da tensão geopolítica no Médio Oriente.</p>
<p>“Ao dia de hoje, em maio, os preços já estão completamente impregnados, não só do aumento dos custos de vários fatores de produção, como os aumentos salariais, mas já sentimos o impacto da guerra com o Irão”, afirmou Gonçalo Lobo Xavier. Ainda assim, o diretor-geral da APED avisa que a pressão não terminou.</p>
<p>Em entrevista ao programa “Dúvidas Públicas”, da &#8216;Renascença&#8217;, o responsável explicou que o setor já sentia uma pressão sobre os preços desde outubro, agravada depois pelo impacto das tempestades e pela subida do petróleo, provocada pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.</p>
<p>De acordo com Gonçalo Lobo Xavier, os preços começaram a refletir em março o efeito das tempestades, mas esse impacto ainda deverá intensificar-se. Já a subida dos combustíveis, embora tenha começado a chegar ao supermercado, será sobretudo visível em junho e julho.</p>
<p>“Ainda não sentimos verdadeiramente o impacto deste aumento de combustíveis”, sublinhou. “O conflito começa em fevereiro, em março ainda conseguimos aguentar alguma coisa.” Mas, se a situação se mantiver, acrescentou, “junho e julho já vai refletir todo este esforço que está a ser feito e todo este impacto”.</p>
<p>Entre os produtos mais afetados pela subida de preços estão alimentos com cacau, carne, peixe e ovos. O caso dos ovos é particularmente sensível, por se tratar de uma das proteínas mais procuradas pelas famílias com menores rendimentos.</p>
<p>O diretor-geral da APED criticou ainda a demora das medidas de apoio do Governo e defendeu respostas que protejam a produção nacional e a competitividade da economia portuguesa, sobretudo perante a concorrência espanhola.</p>
<p>Gonçalo Lobo Xavier considera que o PTRR, pacote de medidas apresentado pelo Governo de Luís Montenegro para responder aos prejuízos causados pelas tempestades e reforçar a prevenção futura, fica aquém do necessário. “Parece-nos curto”, afirmou, classificando o plano como uma reformulação de medidas já existentes e criticando o atraso na sua aplicação no terreno.</p>
<p>O responsável lamentou ainda que o setor da distribuição tenha ficado de fora do plano, apesar de, segundo afirmou, não estar a pedir apoios financeiros diretos ao Governo. A APED defendia antes medidas práticas, como a possibilidade de as lojas armazenarem mais combustível para alimentar geradores em situações de emergência.</p>
<p>Na mesma entrevista, Gonçalo Lobo Xavier defendeu uma “via verde contra a burocracia” e pediu maior peso político para a economia e a agricultura nas decisões do Conselho de Ministros.</p>
<p>Outro desafio apontado pela APED é a dificuldade de contratação no setor da distribuição. Segundo o diretor-geral da associação, os trabalhadores estrangeiros passaram de 4,7% para 11% nos últimos cinco anos, refletindo a crescente dependência do setor da mão-de-obra imigrante.</p>
<p>Gonçalo Lobo Xavier rejeitou, no entanto, a ideia de que a distribuição continue associada apenas a baixos salários. Ainda assim, lamentou a falta de acordo entre parceiros sociais sobre a reforma laboral, em particular em matérias como o banco de horas individual.</p>
<p>Quanto à greve geral marcada para 3 de junho contra as alterações à Lei Laboral, o responsável não espera impacto relevante no comércio. Admitiu constrangimentos nos transportes, mas não antecipa lojas fechadas nem perturbações significativas entre os associados da APED.</p>
<p>“No nosso setor em particular não adivinho uma grande mudança em relação ao que tem sido feito. Não adivinho perturbações nas lojas, nem lojas fechadas”, afirmou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767331]]></sapo:autor>
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		<title>“Internet é mais perigosa do que a rua”: mais de 500 crianças desapareceram em Portugal em cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:43:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[IAC]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 2020 e 2025, o Instituto de Apoio à Criança registou 532 crianças desaparecidas em Portugal, o que corresponde a uma média de 89 casos por ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 500 crianças foram dadas como desaparecidas em Portugal nos últimos cinco anos, num retrato que preocupa o Instituto de Apoio à Criança (IAC) e que, segundo o presidente da instituição, Manuel Coutinho, já não pode ser visto apenas através da imagem tradicional da criança que se perde na rua ou num jardim público. Em declarações à &#8216;RTP&#8217;, o responsável alerta que muitos desaparecimentos começam hoje dentro de casa, através de contactos feitos na Internet.</p>
<p>Entre 2020 e 2025, o Instituto de Apoio à Criança registou 532 crianças desaparecidas em Portugal, o que corresponde a uma média de 89 casos por ano. Os números foram revelados no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, assinalado esta segunda-feira, e servem de alerta para pais, escolas, instituições, autoridades e toda a comunidade.</p>
<p>Manuel Coutinho sublinha que estes casos não dizem respeito, na sua maioria, a raptos por terceiros. “Não se está a falar de raptos efetuados por terceiros. Estamos essencialmente a falar de crimes de subtração de menores e de fugas da família e das instituições”, afirmou à &#8216;RTP Antena1&#8217;.</p>
<p>O presidente do IAC considera, ainda assim, que o número é “muitíssimo elevado” e deve levar a uma vigilância reforçada. O responsável destaca que há cada vez mais jovens a fugir de casa ou de instituições, muitas vezes depois de contactos online com adultos ou redes que os expõem a situações de risco.</p>
<p>“O que leva muitas vezes ao desaparecimento não é as crianças andarem a passear ou a brincar nos jardins públicos. É muitas vezes andarem a navegar na Internet”, avisou Manuel Coutinho.</p>
<p>O responsável vai mais longe e afirma que “a maior parte das crianças que desaparece não é de jardins públicos” nem “da rua”. Segundo Manuel Coutinho, muitas desaparecem de casa, depois de contactos feitos no “submundo da Internet”, onde se expõem de forma perigosa e podem ficar vulneráveis a predadores.</p>
<p>Embora a maior parte das crianças desaparecidas acabe por ser localizada, o IAC alerta que o regresso nem sempre significa que o problema ficou resolvido. Segundo Manuel Coutinho, há menores que, quando são recuperados, já passaram por situações de maus-tratos, abuso sexual, privação ou outros contextos de elevada complexidade.</p>
<p>O alerta surge também num momento em que a Polícia Judiciária se associou à campanha europeia “A nossa Casa Deve Ser um Lugar Seguro”, lançada pela AMBER Alert Europe em 20 países. A iniciativa pretende chamar a atenção para o desaparecimento de crianças que fogem de ambientes familiares inseguros, uma das causas consideradas mais negligenciadas nestes casos.</p>
<p>Em comunicado, a PJ lembra que “todos os anos, milhares de crianças desaparecem depois de fugirem de ambientes familiares inseguros” e alerta que, em muitos casos, os sinais surgem antes do desaparecimento, mas são ignorados ou mal interpretados pelos adultos à volta da criança.</p>
<p>A campanha identifica cinco sinais de alerta: mudanças repentinas de comportamento, ferimentos inexplicáveis, postura defensiva permanente, medo de regressar a casa e dificuldade em contar o que se passa. Estes indicadores, segundo a Polícia Judiciária, baseiam-se em investigação científica e em diretrizes nacionais de proteção à infância, tendo sido analisados por especialistas na União Europeia e no Reino Unido.</p>
<p>O objetivo é mobilizar adultos que contactam regularmente com crianças, como professores, treinadores, vizinhos, profissionais de saúde ou outras pessoas de confiança, para que reconheçam estes sinais e intervenham antes de a fuga ser vista pela criança como a única saída.</p>
<p>Além desta campanha, o Instituto de Apoio à Criança assinala a data com a divulgação da Linha SOS Criança Desaparecida — 116 000. Trata-se de uma linha europeia gratuita, confidencial e disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, destinada a apoiar crianças desaparecidas e as suas famílias.</p>
<p>Em Portugal, a linha é assegurada pelo IAC, com apoio da Polícia Judiciária, garantindo apoio emocional, acompanhamento técnico e articulação com as autoridades competentes em situações de desaparecimento de crianças e jovens.</p>
<p>O IAC associou-se ainda este ano à campanha europeia #BlueForHope, promovida pela Missing Children Europe, organização da qual o instituto é membro fundador. A iniciativa convida entidades públicas, organizações e cidadãos a iluminarem edifícios e monumentos a azul, reforçando a visibilidade do problema e a importância da cooperação na proteção das crianças.</p>
<p>Questionado sobre o caso das duas crianças abandonadas em Alcácer do Sal, Manuel Coutinho admitiu não se recordar de uma situação semelhante em Portugal. “A realidade, infelizmente, por vezes, ultrapassa a ficção”, afirmou o presidente do IAC.</p>
<p>Para o Instituto de Apoio à Criança, a mensagem central deste Dia Internacional das Crianças Desaparecidas é clara: a prevenção não passa apenas por vigiar espaços públicos. Passa também por perceber o que acontece dentro de casa, nas relações familiares, nas instituições e no mundo digital onde muitas crianças começam a ser aliciadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767323]]></sapo:autor>
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		<title>Criança de seis anos morre subitamente em escola no Seixal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[seixal]]></category>
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					<description><![CDATA[Autoridades estiveram no local a investigar as circunstâncias da morte. O corpo foi posteriormente encaminhado para o Instituto de Medicina Legal, por indicação do Ministério Público]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma criança de seis anos morreu na manhã desta segunda-feira na Escola Básica da Quinta de São João, na Arrentela, concelho do Seixal, depois de se ter sentido mal no estabelecimento de ensino, avançou a &#8216;CNN Portugal&#8217;.</p>
<p>O aluno terá chegado à escola a queixar-se de cansaço e sono. Perante o estado da criança, uma funcionária encaminhou-a para descansar.</p>
<p>Cerca das 10 horas, quando a auxiliar tentou acordá-la, verificou que o menino se encontrava inanimado e com o corpo frio. O alerta foi dado de imediato para o 112.</p>
<p>Para o local foram mobilizados meios de socorro, incluindo a VMER de Almada, mas o óbito acabou por ser confirmado no local.</p>
<p>Segundo fontes citadas pela &#8216;CNN Portugal&#8217;, a criança tinha antecedentes cardíacos e já teria sido submetida a uma intervenção cirúrgica com apenas oito meses.</p>
<p>As autoridades estiveram no local a investigar as circunstâncias da morte. O corpo foi posteriormente encaminhado para o Instituto de Medicina Legal, por indicação do Ministério Público.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Correio da Manhã&#8217;, as restantes crianças acabaram por ser levadas pelos pais para casa, numa manhã marcada pela consternação na comunidade escolar.</p>
<p>As circunstâncias da morte estão agora a ser analisadas pelas autoridades competentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767314]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump exige agora acordo “excelente e significativo” para acabar a guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, advertiu hoje que um eventual acordo com o Irão terá de ser “excelente e significativo”, caso contrário não será concretizado, depois de ter admitido no sábado que estava iminente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, advertiu hoje que um eventual acordo com o Irão terá de ser “excelente e significativo”, caso contrário não será concretizado, depois de ter admitido no sábado que estava iminente.</p>
<p>“Ou o acordo com o Irão será um acordo excelente e significativo, ou não haverá acordo”, escreveu Trump numa rede social própria.</p>
<p>Trump começou por anunciar no sábado que o acordo estava quase finalizado, para no dia seguinte assegurar ao aliado Israel que iria incluir a questão do programa nuclear iraniano, que Teerão recusa discutir.</p>
<p>Ainda antes da advertência de hoje, já tinha moderado as expectativas ao dizer que dera instruções aos negociadores para que não se apressassem, porque o tempo estava do lado dos Estados Unidos.</p>
<p>Pelo meio, o Paquistão, mediador do acordo, anunciou que esperava acolher muito em breve uma nova ronda de negociações entre os Estados Unidos e o Irão, enquanto o chefe do exército paquistanês se deslocava a Teerão.</p>
<p>O cenário positivo, pelo menos até sábado, trouxe alívio aos mercados e os preços do petróleo caíram hoje abaixo da barreira dos 100 dólares, o que não acontecia há duas semanas, de acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP).</p>
<p>Já hoje, o porta-voz da diplomacia do Irão admitiu progressos nas negociações, adiantando mesmo que as partes chegaram a “uma conclusão sobre grande parte das questões”, mas recomendou prudência.</p>
<p>“Daí a dizer que a assinatura de um acordo é iminente, ninguém o pode afirmar”, declarou Esmaeil Baghaei, acusando Washington de ser versátil.</p>
<p>Os ataques contra o Irão têm estado em pausa com a entrada em vigor de um cessar-fogo em 08 de abril, com que Washington e Teerão concordaram para dar vez às negociações promovidas pelo Paquistão.</p>
<p>O fracasso de uma primeira ronda em Islamabad em abril levou Trump a ordenar um bloqueio naval ao Irão, o que agravou a situação no estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão desde o início da guerra.</p>
<p>Passagem habitual de um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo, o bloqueio do estreito de Ormuz causou uma subida acentuada dos preços do petróleo e o receio de uma recessão económica global.</p>
<p>O Japão, uma das economias mais robustas do mundo, anunciou hoje a apresentação em breve de um orçamento suplementar para ajudar as famílias a enfrentar o aumento do custo de vida causado pela guerra no Médio Oriente.</p>
<p>A guerra foi desencadeada por um ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.</p>
<p>Teerão respondeu com o bloqueio do estreito de Ormuz e com ataques contra países da região, generalizando o conflito a uma parte significativa do Médio Oriente.</p>
<p>A guerra provocou já milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano, arrastado para o conflito pelos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah contra Israel.</p>
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