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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Quem faz pate do novo Governo do Reino Unido? Remodelação de Andy Burnham expõe nova direção política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:05:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, iniciou o seu mandato com uma remodelação governamental de grande alcance, afastando vários dos mais próximos aliados do seu antecessor, Keir Starmer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, iniciou o seu mandato com uma remodelação governamental de grande alcance, afastando vários dos mais próximos aliados do seu antecessor, Keir Starmer, e promovendo uma nova equipa ministerial que procura refletir o equilíbrio entre diferentes sensibilidades do Partido Trabalhista. A reorganização do Executivo, anunciada na segunda-feira, evidencia uma mudança de estilo e de prioridades, demonstrando que Burnham pretende imprimir rapidamente a sua marca na governação e afastar-se da herança política do anterior líder.</p>
<p>Segundo o Politico, Burnham avançou de imediato para uma profunda reorganização do Governo, relegando para os bancos traseiros do Parlamento várias figuras identificadas com Keir Starmer, entre as quais Rachel Reeves e David Lammy. Em sentido inverso, promoveu antigos aliados, dirigentes oriundos do norte de Inglaterra e ministros que se tinham incompatibilizado com o anterior primeiro-ministro, procurando construir um Executivo representativo das várias correntes internas do Labour.</p>
<p>A decisão mais inesperada foi a nomeação de John Healey para ministro das Finanças (Chancellor). Antigo titular da Defesa, Healey abandonara o Governo pouco mais de um mês antes, alegando divergências relativamente ao nível do investimento militar. Na altura, defendia um reforço mais ambicioso das despesas com a Defesa num contexto internacional cada vez mais instável e criticava a resistência do Tesouro às suas propostas.</p>
<p>Agora responsável pelas finanças públicas britânicas, Healey terá pela frente um dos maiores desafios do novo Executivo: encontrar financiamento para os compromissos assumidos em matéria de defesa, incluindo o objetivo de elevar a despesa militar para 3% do Produto Interno Bruto até 2030. Entre as principais decisões estarão a eventual subida de impostos ou cortes noutras áreas da despesa pública.</p>
<p>Apesar destes desafios, Downing Street acredita que Healey transmite estabilidade aos mercados financeiros. Um responsável do gabinete do primeiro-ministro afirmou ao Politico que Burnham e o novo ministro das Finanças partilham a mesma visão em matérias como a reindustrialização do país, a descentralização administrativa, o combate ao aumento do custo de vida e o compromisso com as regras orçamentais destinadas a garantir estabilidade económica.</p>
<p>Outra das alterações mais relevantes ocorreu na diplomacia britânica. Ed Miliband passa a assumir a pasta dos Negócios Estrangeiros, depois de ter recusado abandonar anteriormente o Ministério da Energia durante o Governo de Starmer. Antigo líder do Partido Trabalhista, Miliband foi também uma das primeiras figuras do Executivo cessante a defender publicamente que Starmer deveria abandonar o cargo.</p>
<p>A escolha surge numa altura em que Burnham pretende concentrar a ação governativa sobretudo nos assuntos internos, entregando a política externa a uma personalidade experiente e respeitada dentro da ala mais à esquerda do Labour. No entanto, Miliband poderá enfrentar desafios delicados nas relações com os Estados Unidos.</p>
<p>O novo chefe da diplomacia britânica tem um histórico de posições que nem sempre coincidiram com as prioridades de Washington. Em 2013 foi determinante para impedir a participação britânica numa intervenção militar na Síria, complicando os planos da administração de Barack Obama. Mais recentemente, foi também uma das vozes que, segundo o Politico, defendeu internamente que Londres não autorizasse a utilização da base de Diego Garcia pelos Estados Unidos para eventuais ataques contra o Irão.</p>
<p>Na primeira declaração enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros, Miliband recordou que os seus pais chegaram ao Reino Unido como refugiados judeus que fugiam do regime nazi e comprometeu-se a trabalhar &#8220;incansavelmente&#8221; para alcançar uma paz sustentável entre Israel e os seus vizinhos.</p>
<p>Shabana Mahmood permanece no Ministério da Administração Interna, contrariando as expectativas de parte da imprensa britânica que a apontava ao Ministério das Finanças. A ministra continuará responsável pela política de imigração, embora alguns dos seus aliados admitam que Burnham poderá introduzir maior equilíbrio entre as posições mais restritivas e as exigências da ala moderada do partido.</p>
<p>Também Miatta Fahnbulleh foi promovida, assumindo a liderança do Ministério da Segurança Energética e Neutralidade Carbónica. Antiga ministra de Estado e responsável por um centro de estudos, Fahnbulleh integrava o grupo de conselheiros políticos de Burnham e terá agora a missão de garantir segurança energética, reduzir os custos da eletricidade para famílias e empresas e assegurar o cumprimento das metas climáticas legalmente estabelecidas pelo Reino Unido.</p>
<p>Segundo duas fontes citadas pelo mesmo jornal, Burnham prepara ainda um conjunto de medidas destinadas a aliviar rapidamente o custo de vida, podendo anunciar já esta terça-feira uma redução da taxa de IVA aplicada às faturas domésticas de eletricidade, atualmente fixada em 5%.</p>
<p>Na Defesa, Wes Streeting sucede a Dan Jarvis apenas algumas semanas depois da nomeação deste último. Embora nunca tenha exercido funções diretamente relacionadas com assuntos militares ou internacionais, Streeting tem defendido um aumento do investimento na Defesa, incluindo a emissão de obrigações específicas para financiar esse esforço, bem como a eliminação de programas militares considerados ultrapassados.</p>
<p>A remodelação também permitiu o regresso ao Governo de várias figuras afastadas durante a liderança de Keir Starmer. Louise Haigh, que desempenhou um papel relevante na contestação interna ao anterior primeiro-ministro e coordenou a campanha eleitoral parcial de Burnham em Makerfield, passa agora a liderar o Cabinet Office enquanto Chanceler do Ducado de Lancaster e Primeira Secretária de Estado, assumindo um dos cargos mais influentes do Executivo.</p>
<p>Angela Rayner regressa igualmente ao Governo como ministra da Habitação, depois de ter resolvido questões relacionadas com a sua situação fiscal. A dirigente ficará responsável pela concretização de uma das principais prioridades do novo primeiro-ministro: aumentar o controlo público sobre infraestruturas consideradas estratégicas e aprofundar o processo de descentralização de poderes para as autoridades locais.</p>
<p>Lucy Powell regressa ao Executivo para assumir a pasta da Educação. A deputada tinha sido afastada anteriormente por Starmer, mas acabaria por reforçar a sua posição política ao vencer a eleição interna para vice-líder do Partido Trabalhista, tornando-se uma das aliadas mais próximas de Burnham.</p>
<p>Jonathan Reynolds volta igualmente ao Ministério dos Negócios e Comércio, cargo que já desempenhara anteriormente, enquanto Anneliese Midgley assume funções como chefe da disciplina parlamentar (Chief Whip), sendo apontada como uma figura capaz de unir diferentes sensibilidades dentro da bancada trabalhista.</p>
<p>Nem todas as mudanças representam, contudo, perdas de influência. Yvette Cooper deixa os Negócios Estrangeiros para assumir a Saúde, um ministério que poderá ganhar enorme protagonismo caso Burnham avance com a prometida reforma do sistema de apoio social e dos cuidados continuados.</p>
<p>Pat McFadden mantém-se responsável pelo Trabalho e Pensões, sinalizando que o novo primeiro-ministro pretende prosseguir a reforma do sistema de prestações sociais. Já Lisa Nandy permanece à frente do Ministério da Cultura, Media e Desporto, que passa igualmente a incorporar competências na área do digital, numa altura em que Burnham pretende reduzir gradualmente as funções do atual Departamento para a Ciência, Inovação e Tecnologia.</p>
<p>Entre as novidades figura ainda Kanishka Narayan, promovido a ministro da Inteligência Artificial. O novo responsável responderá simultaneamente perante o Cabinet Office e o Ministério da Cultura, Media e Desporto, participando também nas reuniões do Conselho de Ministros, reforçando o peso político desta área estratégica.</p>
<p>A remodelação governamental evidencia a intenção de Andy Burnham de romper rapidamente com a liderança anterior, recompensando aliados que desempenharam um papel determinante na queda de Keir Starmer e distribuindo responsabilidades por várias correntes internas do Partido Trabalhista. Ao mesmo tempo, procura transmitir uma imagem de estabilidade económica, reforço da indústria, descentralização do poder e resposta às dificuldades provocadas pelo aumento do custo de vida, prioridades que deverão marcar os primeiros meses do novo Governo britânico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791793]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Presidente do EduQa garante que sistema de digitalização foi &#8220;testado várias vezes&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQa) garantiu hoje que o sistema de digitalização das provas foi "testado várias vezes" antes dos exames do secundário, sublinhando que a implementação começou há vários anos, "não começou ontem".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQa) garantiu hoje que o sistema de digitalização das provas foi &#8220;testado várias vezes&#8221; antes dos exames do secundário, sublinhando que a implementação começou há vários anos, &#8220;não começou ontem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O sistema de digitalização de fichas de prova foi testado várias vezes&#8221;, afirmou hoje o presidente do EduQa, Luís Pereira, durante a audição parlamentar sobre o processo de digitalização e avaliação dos exames nacionais, requerida pelos grupos parlamentares do Livre e do PCP, assegurando que foi seguido &#8220;um processo de pilotagem sistemático que não começou ontem&#8221;.</P><br />
<P>Luís Pereira dos Santos sublinhou que foi um processo gradual que começou com as provas do 9.º ano, ficando os exames nacionais do ensino secundário &#8220;para a última fase&#8221;, depois de testados os sistemas.</P><br />
<P>&#8220;A prova de matemática do 9.º ano utiliza um sistema idêntico e não teve problemas logo na primeira aplicação&#8221;, disse, referindo-se ao facto de existir uma parte da prova que é feita pelos alunos em papel e posteriormente digitalizada.</P><br />
<P>&#8220;Quem acha que esta é uma transição assética, nunca implementou nada desta complexidade&#8221;, acusou o presidente do EduQa, na sua primeira declaração pública desde o arranque dos exames nacionais do ensino secundário, que este ano foram pela primeira vez digitalizados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791780]]></sapo:autor>
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		<title>Especialistas questionam sigilo da PJ sobre contratos com empreiteiro ligado ao caso Luís Neves</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/especialistas-questionam-sigilo-da-pj-sobre-contratos-com-empreiteiro-ligado-ao-caso-luis-neves/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A crescente polémica em torno da relação entre o ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o empreiteiro João Carvalho continua a ganhar novos contornos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crescente polémica em torno da relação entre o ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o empreiteiro João Carvalho continua a ganhar novos contornos. Dez dias depois de terem sido reveladas as ligações entre o governante e o empresário da Construbarcelos, especialistas em direito público, transparência e cibersegurança levantam agora dúvidas sobre o nível de confidencialidade aplicado pela Polícia Judiciária (PJ) aos contratos celebrados com aquela empresa. Em causa está o facto de a polícia de investigação não divulgar informação detalhada sobre a maioria das adjudicações efetuadas entre 2019 e 2025, alimentando questões sobre a transparência dos procedimentos públicos.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/21/sociedade/noticia/especialistas-questionam-secretismo-contratos-pj-empreiteiro-barcelos-2182432" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a Polícia Judiciária confirmou apenas que celebrou 17 contratos com a Construbarcelos, no valor global de 2,3 milhões de euros, limitando-se a indicar o montante total e o período em que os contratos foram celebrados. Apenas cinco dessas adjudicações, todas relacionadas com obras em instalações da PJ na Guarda, têm informação pública disponível sobre o respetivo objeto, regime de contratação e valor. Quanto às restantes 12, não existe qualquer detalhe no Portal Base, nem a instituição esclarece se esses contratos ainda estão em execução ou se já foram concluídos, justificando a ausência de informação com razões de confidencialidade.</p>
<p>Essa posição é contestada por vários especialistas ouvidos pelo jornal. O assistente convidado da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Tiago Serrão, reconhece que o Código dos Contratos Públicos prevê exceções para determinados contratos ligados à defesa e à segurança, mas considera difícil aceitar que esse enquadramento possa justificar o sigilo aplicado a empreitadas desta natureza. Na sua perspetiva, mesmo que alguns elementos processuais permanecessem reservados, nada impediria a divulgação de informação essencial, como o objeto de cada adjudicação ou o respetivo valor. O jurista lamenta, por isso, aquilo que descreve como uma persistente &#8220;cultura de opacidade&#8221; na Administração Pública. Também o especialista em cibersegurança Nuno Pires manifesta estranheza perante a inexistência de informação pública sobre 12 contratos, sublinhando que preocupações de segurança fazem sentido em áreas como a aquisição de tecnologia crítica, mas dificilmente justificam o mesmo nível de reserva em contratos de obras, salvo em casos muito específicos, como intervenções em infraestruturas sensíveis, situação que, tanto quanto é conhecido, não se verifica neste caso. Na mesma linha, Ana Coimbra, vogal da Transparência Internacional Portugal, considera que seria &#8220;normal e exigível&#8221; que os elementos essenciais das adjudicações fossem divulgados, recordando que o Portal Base foi criado precisamente para reforçar a transparência da contratação pública.</p>
<p>A Polícia Judiciária mantém, contudo, a mesma posição, afirmando que a escolha do procedimento aplicável é analisada caso a caso, tendo em conta fatores como a localização das intervenções, a natureza dos trabalhos e as exigências de segurança associadas a cada empreendimento. A instituição não concretiza, porém, quais foram os critérios específicos que justificaram a não divulgação da informação relativa à maioria dos contratos celebrados com a Construbarcelos.</p>
<p>Entretanto, a controvérsia alargou-se também ao desaparecimento de um atrelado apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga, que acabou por ser encontrado junto às instalações da empresa de João Carvalho. Um antigo juiz de instrução criminal alertou que tanto o reboque como os produtos químicos nele apreendidos constituem prova num processo judicial ainda pendente de julgamento, defendendo que a preservação rigorosa da cadeia de custódia é essencial para garantir a integridade da prova. O magistrado questiona, por isso, se os acontecimentos entretanto conhecidos poderão comprometer o valor jurídico desses elementos probatórios, uma preocupação que, segundo o Público, também já foi manifestada pelos advogados dos arguidos envolvidos no processo, que admitem invocar eventuais falhas na preservação da prova em benefício da defesa dos seus clientes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791769]]></sapo:autor>
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		<title>Celfocus: O futuro da operação passa por uma base única</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/celfocus-o-futuro-da-operacao-passa-por-uma-base-unica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:28:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Celfocus]]></category>
		<category><![CDATA[Vodafone]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa de transformação Onex, da Vodafone: a simplificação tecnológica, a inteligência artificial e a integração de canais estão a redefinir a experiência de cliente e a eficiência operacional nas telecomunicações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A transformação digital está a redefinir a forma como as empresas se relacionam com os clientes, exigindo operações mais ágeis, integradas e capazes de responder em tempo real às expectativas do mercado. Neste contexto, a simplificação de processos, a automatização e a inteligência artificial assumem um papel central na construção de experiências mais consistentes e eficientes. Em entrevista à Executive Digest, Luísa Pestana, administradora da Vodafone Portugal responsável pela Transformação Comercial e Operações, e João Teixeira, CIO da Vodafone Portugal, explicam como o projecto OneX está a transformar a operação da empresa, os desafios ultrapassados e o impacto estratégico desta nova base tecnológica para o futuro da organização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num sector em que os clientes são cada vez mais exigentes em termos de rapidez e consistência, que desafios operacioCarranchonais foram identificados pela Vodafone Portugal para justificar o arranque do projecto OneX?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luísa Pestana (LP):</strong> A Vodafone sempre foi conhecida por inovar e por ter o cliente no centro de tudo o que faz. O OneX é uma sequência natural dessa estratégia. Repare que hoje o cliente procura ter a mesma experiência em todos os canais de contacto com as empresas, e quer jornadas simples e muito rápidas. Nesta senda de evolução, adaptámo-nos proactivamente a estas exigências. E preparámos as novas jornadas com mecanismos mais avançados, para uma transformação que integra a inteligência artificial com componentes como a mesmo de sempre: servir o cliente da forma mais eficaz e rápida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>João Teixeira (JT):</strong> Essa transformação de que a Luísa fala exige que a arquitetura dos sistemas vá, por assim dizer, “de braço dado” com esta mudança. E temos de a projetar para acomodar futuras evoluções que sejam necessárias, de forma a não ficar limitada no futuro &#8211; por exemplo, em termos de segurança ou proteção de dados. No fundo, passamos de ter sistemas monolíticos para ter sistemas modulares. Ou seja, sistemas em que se vai construindo em blocos, com as funcionalidades pretendidas a cada momento e integrando o que faz mais sentido para o serviço que queremos prestar aos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX é apresentado como uma plataforma única para consolidar canais, processos e lógica de negócio. Que transformação está em causa relativamente ao modelo anterior?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> Hoje o negócio – com um cliente mais informado e mais exigente na relação com as empresas &#8211; requer uma capacidade de resposta diferente, e isso exige de todos uma flexibilidade acrescida. Este modelo que estamos a implementar na Vodafone é mais flexível e ágil, tem uma componente digital muito mais visível e que permite uniformizar os padrões nas transacções comerciais e de serviço, quer seja em canais assistidos ou não assistidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando se fala em uniformizar a experiência entre canais digitais e assistidos, quais eram os principais pontos de fricção que a Vodafone procurava resolver?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Os principais pontos de fricção estavam na descontinuidade da experiência entre os vários canais de contacto da Vodafone com o cliente. Um mesmo processo podia implicar jornadas diferentes e sistemas distintos e, muitas vezes, obrigava a repetir operações quando havia vários canais envolvidos. Ao consolidar sistemas e uniformizar a lógica de execução, o OneX está a garantir que a jornada é contínua e consistente, independentemente do canal que o cliente usa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os ganhos operacionais anunciados são significativos, desde a redução dos tempos de jornada comercial até à diminuição de erros operacionais. Que impacto prático têm estes resultados no dia-a-dia da operação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> O impacto é muito directo, sobretudo na dinâmica diária das equipas. Quando reduzimos os tempos de jornada para poucos minutos, aumentamos significativamente a capacidade de atendimento e melhoramos o tempo de resposta ao cliente. Ao mesmo tempo, reduzindo erros e a repetição de operações dá-nos maior fiabilidade e ficamos menos dependentes de correcções posteriores. O ganho final é claro: mais optimização operacional e maior consistência na execução das actividades comerciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX foi desenvolvido pela Celfocus para responder a desafios concretos da operação da Vodafone. O que pesou na escolha deste parceiro tecnológico para um projecto desta dimensão?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> A escolha da Celfocus esteve alinhada com a necessidade de endereçar um problema estrutural e não apenas tecnológico. A experiência da Celfocus em contextos de elevada complexidade e a sua abordagem orientada à simplificação foram determinantes. O projecto exigia capacidade de consolidar sistemas, eliminar redundâncias e desenhar uma arquitectura única com impacto mensurável no negócio. A cocriação entre as equipas da Celfocus e da Vodafone permitiu garantir que a solução respondia concretamente às necessidades da operação e não apenas a um exercício tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num programa com esta complexidade, que implicou transformação operacional e integração tecnológica, quais foram os maiores desafios do processo de implementação e que papel teve a Celfocus na sua superação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> O principal desafio passou por simplificar a base instalada, acumulada ao longo do tempo, sem comprometer a continuidade da operação. Isto implicou integrar sistemas, alinhar processos e redesenhar a forma como a organização executa as suas actividades. A Celfocus teve um papel central na estruturação desta transição, assegurando a convergência tecnológica e operacional e garantindo que a simplificação se traduzia em ganhos reais, e não ape- nas conceptuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Este tipo de transformação exige também adesão interna. Como foi gerida a adopção do OneX pelas equipas comerciais, de atendimento e outros utilizadores da organização?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Sejamos claros: sem adesão interna, não há transformação que se faça. Para colocar o OneX em marcha tivemos de evangelizar para a mudança, fazer o onboarding das equipas comerciais e envolver as equipas que iam beneficiar da transformação. Verdadeira transformação exige aculturação, exige tornar claros os benefícios que gera para o negócio. E tem de ser feita ao mesmo tempo que a organização continua em funcionamento, porque o negócio não para. No final do dia, não é só de alteração tecnológica que falamos: a transformação impacta de forma transversal na organização e na experiência do cliente, que é muito importante para o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A automatização surge como um dos pilares do projecto. Até que ponto esta evolução permite libertar as equipas para tarefas de maior valor acrescentado?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> A automatização e introdução de agentes de inteligência artificial têm um impacto estrutural na forma como o trabalho é distribuído. Ao automatizar até 90% dos processos, reduz-se significativamente a carga de tarefas repetitivas e operacionais. Isso permite às equipas focarem-se em actividades que exigem maior intervenção humana, como a interacção com o cliente, a personalização da oferta e a componente comercial, onde conseguem acrescentar mais valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX parece ir além de uma simples modernização tecnológica, tocando directamente a estratégia operacional da Vodafone Portugal. Em que medida este projecto mudou a forma como a organização pensa a gestão da experiência de cliente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> O OneX levou-nos a pensar a experiência do cliente de uma forma ainda mais integrada. Partimos da análise das necessidades actuais do cliente e do que ele procura quando interage com a Vodafone, seja em jornadas comerciais ou de serviço. E mobilizámos a organização para, com base nesses resultados, operar sobre uma base única. Dessa forma, a Vodafone passou a focar-se totalmente em garantir que toda e qualquer experiência do cliente é pensada de forma transversal para ser consistente em todos os canais com que ele possa vir a interagir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O facto de o OneX poder ser replicado noutros mercados do grupo Vodafone significa que este projecto vai além de uma necessidade local? Que significado estratégico tem isso para a organização?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> Esse carácter replicável do OneX que refere demonstra, de facto, que o projecto foi pensado desde o início como um activo estratégico e não apenas como uma solução local. Ao permitir a adaptação a outros mercados, criou-se uma base comum que pode ser escalada dentro do grupo Vodafone, acelerando processos de transformação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num mercado onde o time-to-market é cada vez mais crítico, que vantagens competitivas existem em ter uma arquitectura mais simples e uma base tecnológica mais flexível?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> Uma arquitectura simplificada reduz a dependência de sistemas legados e a complexidade técnica associada a alterações. Isso permite introduzir novos serviços, adaptar ofertas ou implementar mudanças com menor esforço e maior rapidez. Numa indústria onde o tempo de resposta é decisivo, esta agilidade na execução é uma mais-valia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX criou uma nova base operacional para a Vodafone. Que oportunidades abre agora esta transformação em termos de inovação, novos serviços ou evolução da experiência de cliente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Com uma base única e reutilizável, a Vodafone passa a ter condições para evoluir de forma contínua sem reintroduzir complexidade. A capacidade de reaproveitar componentes acelera o desenvolvimento de novos serviços e permite uma evolução mais consistente da experiência de cliente. A evolução natural será fazer uma transição das jornadas comerciais para jornadas de serviço, ainda mais próximas das necessidades dos clientes, tirando partido, a um nível ainda mais expressivo, das potencialidades da inteligên- cia artificial.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781524]]></sapo:autor>
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		<title>XLVIII BARÓMETRO: Pedro Carvalho, Generali Tranquilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de Pedro Carvalho, CEO da Generali Tranquilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Pedro Carvalho, CEO da Generali Tranquilidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Num contexto ainda marcado pela incerteza decorrente do contexto externo, os resultados revelam um tecido empresarial globalmente resiliente, com as empresas a anteciparem crescimento e níveis de investimento superiores ao inicialmente previsto. Nas prioridades estratégicas, a inteligência artificial, associada à digitalização, é a segunda mais referida, mas ainda a uma distância significativa da primeira. Ainda assim, mais de metade dos empresários reporta ganhos de produtividade nulos ou inferiores a 5% decorrentes da IA. Este desfasamento sugere que a IA está presente na agenda estratégica da generalidade das empresas portuguesas, mas não se destaca ainda como uma aposta prioritária e de ganhos imediatos. Simultaneamente, antecipa-se uma pressão moderada sobre os custos, sobretudo nos setores da energia e da logística, no entanto, a perceção sobre o grau de preparação estrutural do país mantém-se cautelosa (41% considera-a insuficiente), o que pode indiciar vulnerabilidades na capacidade de adaptação ao contexto atual de incerteza e volatilidade, bem como um risco de desaceleração do investimento e do crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">No que respeita à atuação do Governo, a desburocratização destaca-se como prioridade evidente, refletindo a necessidade estrutural de maior eficiência e previsibilidade. A carga fiscal mantém relevância, mas com menor centralidade, o que sugere uma valorização crescente da estabilidade do sistema e da qualidade institucional, nomeadamente a nível da justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Em síntese, os dados revelam um tecido empresarial mais confiante e focado na execução, mas ainda com um otimismo moderado atendendo ao atual contexto internacional e posicionamento económico-estrutural português.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780655]]></sapo:autor>
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		<title>Nova SBE, BPI e Fundação &#8220;la Caixa&#8221; lançam nova edição de programa que liga gestores ao setor social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BPI]]></category>
		<category><![CDATA[gestores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
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					<description><![CDATA[A Nova SBE, o BPI e a Fundação "la Caixa" vão lançar, em outubro, a 13.ª edição do programa Liderança Social para Gestores, uma iniciativa que desafia executivos com mais de 15 anos de experiência a colaborar diretamente com organizações da economia social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova SBE, o BPI e a Fundação &#8220;la Caixa&#8221; vão lançar, em outubro, a 13.ª edição do programa Liderança Social para Gestores, uma iniciativa que desafia executivos com mais de 15 anos de experiência a colaborar diretamente com organizações da economia social.</p>
<p>Desenvolvido no âmbito da Iniciativa para a Equidade Social, o programa procura reforçar a capacidade estratégica das organizações sociais através da criação de conselhos consultivos compostos por gestores experientes. O objetivo passa por aproximar o setor empresarial da economia social, promovendo a partilha de conhecimento e a capacitação das instituições.</p>
<p>A edição de 2026 mantém o formato intensivo de três dias e meio de formação presencial, organizado em três etapas — <em>Learn, Apply</em> e <em>Engage</em>. Para além da componente formativa, os participantes são convidados a integrar Conselhos Consultivos e a acompanhar as organizações sociais de forma continuada, incentivando relações de longo prazo.</p>
<p>Desde a sua criação, o programa já envolveu mais de 270 participantes ao longo de 12 edições. Destes, cerca de 150 continuam ligados a organizações sociais, quer através dos Conselhos Consultivos, quer em processos de mentoria.</p>
<p>Uma das novidades da próxima edição é a criação de oito bolsas, no valor de mil euros cada, destinadas a profissionais do distrito de Setúbal. A iniciativa pretende incentivar a participação de talento local e reforçar o impacto do programa na região, promovendo uma colaboração mais próxima entre gestores e organizações sociais do território.</p>
<p>Para Miguel Pina e Cunha, diretor académico do programa, a iniciativa aproxima dois setores que têm benefícios mútuos a retirar desta colaboração. &#8220;Ao colocar gestores experientes ao serviço de quem trabalha todos os dias para causas sociais, criamos uma troca de conhecimento que fortalece as instituições e, ao mesmo tempo, transforma a forma como estes profissionais olham para a liderança&#8221;, afirma.</p>
<p>Também Célia Crato, participante e conselheira do programa, destaca o impacto da experiência, considerando que a participação foi &#8220;transformadora&#8221; e reforçou a convicção de que liderar passa por servir os outros e contribuir para uma sociedade melhor.</p>
<p>Já Rita Diniz, gestora do programa, sublinha que a iniciativa continua a criar ligações entre organizações sociais e profissionais do setor privado que dificilmente aconteceriam de outra forma. Segundo a responsável, esta partilha permite às instituições sociais reforçarem as suas competências de gestão, enquanto os gestores regressam às suas organizações com uma visão mais abrangente sobre liderança e impacto social.</p>
<p>Este ano, o programa reforça a aposta no distrito de Setúbal, através da atribuição de bolsas destinadas a profissionais da região.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791767]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Neves mantém silêncio e resiste à pressão: Montenegro continua a defender ministro da Administração Interna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, continua sem responder publicamente às mais recentes notícias relacionadas com a sua ligação ao empresário da construção civil João Santos Carvalho e às alegadas irregularidades em obras realizadas numa propriedade sua, no concelho de Odemira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, continua sem responder publicamente às mais recentes notícias relacionadas com a sua ligação ao empresário da construção civil João Santos Carvalho e às alegadas irregularidades em obras realizadas numa propriedade sua, no concelho de Odemira. Apesar da crescente pressão política e mediática, o governante mantém a confiança do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que já garantiu publicamente confiar &#8220;plenamente&#8221; no ministro e não dá sinais de estar disposto a afastá-lo do Executivo, mesmo perante as sucessivas exigências da oposição para a sua demissão.</p>
<p>Segundo avança esta terça-feira o <a href="https://www.dn.pt/pol%C3%ADtica/lus-neves-mantm-silncio-e-conta-que-montenegro-fique-surdo-s-presses" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, Luís Neves aposta no silêncio como estratégia para enfrentar a polémica, contando que o apoio de Luís Montenegro seja suficiente para resistir às críticas. O ministro nega ter favorecido João Santos Carvalho, que assume ser seu amigo, na adjudicação de contratos públicos quando liderava a Polícia Judiciária, e rejeita igualmente qualquer irregularidade relacionada com as obras na sua propriedade. Paralelamente, enfrenta ainda um inquérito interno instaurado pela atual direção nacional da Polícia Judiciária para esclarecer as circunstâncias em que um atrelado apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga acabou nas instalações da empresa Construbarcelos, pertencente ao empresário.</p>
<p>A pressão política tem sido liderada por André Ventura, que voltou a exigir a saída de Luís Neves do Governo. Depois de ter enviado uma carta ao primeiro-ministro a defender que o ministro não reúne condições para permanecer em funções, o líder do Chega reiterou as críticas numa conferência de imprensa, acusando o governante de estar envolvido em &#8220;suspeitas de atividades ilícitas e criminais, eticamente reprováveis e criminalmente relevantes, e de flagrante abuso de autoridade&#8221;. Ventura apelou igualmente ao Presidente da República, António José Seguro, para que intervenha junto do Governo, sustentando que Luís Neves deveria seguir o exemplo de Miguel Macedo, antigo ministro da Administração Interna que se demitiu durante o caso dos vistos gold, apesar de mais tarde ter sido ilibado pela Justiça. Ainda assim, o DN considera improvável que o chefe de Estado pressione Luís Montenegro a afastar qualquer membro do Executivo, recordando que o primeiro-ministro tem demonstrado uma postura consistente de apoio aos seus ministros quando enfrentam situações politicamente delicadas.</p>
<p>Embora mantenha o respaldo do líder do Governo, Luís Neves começa também a enfrentar críticas dentro do próprio PSD. O conselheiro nacional social-democrata Vitório Rosário Cardoso apelou, através das redes sociais, a um maior escrutínio sobre pessoas próximas do ministro, defendendo que o partido deve impedir qualquer tentativa de captura do Estado por interesses particulares. O dirigente, associado ao setor mais conservador do PSD, criticou ainda a nomeação de pessoas consideradas próximas de Luís Neves para cargos na Administração Interna e voltou a recordar posições anteriores em que desafiava o atual ministro a filiar-se no PSD, afirmando que tal nunca aconteceria devido à sua alegada &#8220;verticalidade socialista&#8221;. Estas declarações contrastam com a solidariedade que vários dirigentes sociais-democratas têm demonstrado relativamente a outros ministros, como Fernando Alexandre, na sequência da polémica dos exames nacionais.</p>
<p>A controvérsia em torno de Luís Neves intensificou-se ao longo das últimas semanas. A 10 de julho, o semanário Nascer do Sol revelou a relação pessoal e profissional entre o ministro e João Santos Carvalho, referindo que a Polícia Judiciária adjudicou contratos no valor de cerca de 1,9 milhões de euros à Construbarcelos durante o período em que Luís Neves dirigia aquela força policial. Dois dias depois, em entrevista à TVI, o ministro garantiu que as obras na sua propriedade se limitavam a intervenções de pequena dimensão, estimando um custo entre 20 e 30 mil euros e assegurando que os trabalhos foram devidamente pagos. No entanto, novas reportagens colocaram em causa esses valores e revelaram que a piscina existente no imóvel não teria o respetivo licenciamento municipal. A situação agravou-se novamente a 17 de julho, quando o Nascer do Sol noticiou que um atrelado apreendido pela Polícia Judiciária numa operação antidroga foi encontrado nas instalações da empresa de João Santos Carvalho, facto que motivou a abertura de um inquérito interno e aumentou a pressão política sobre o ministro, que continua, para já, a contar com o apoio inequívoco de Luís Montenegro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791751]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Júri Nacional dá instruções às escolas para notificarem erros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Júri Nacional de Exames (JNE) avisou hoje as direções escolares que devem notificar erros de digitalização das provas no sistema, para que sejam corrigidos, com novos prazos para reapreciação das notas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Júri Nacional de Exames (JNE) avisou hoje as direções escolares que devem notificar erros de digitalização das provas no sistema, para que sejam corrigidos, com novos prazos para reapreciação das notas.</p>
<p>&#8220;Tendo sido detetadas desconformidades em digitalizações de exames nacionais do ensino secundário, foi adotado um procedimento específico para a correção das mesmas, através da plataforma criada para o envio aos alunos e encarregados de educação das provas digitalizadas&#8221;, referiu o presidente do JNE, numa comunicação enviada aos diretores de escolas a que a Lusa teve acesso.</p>
<p>Nos casos em que a &#8220;digitalização da prova que lhe foi enviada não corresponde à prova de exame realizada, na totalidade ou em parte&#8221;, os alunos e encarregados de educação têm dois dias apara &#8220;requerer, junto dos serviços de administração escolar da escola onde foram afixados os resultados, a correção da informação em falta no ficheiro disponibilizado&#8221;.</p>
<p>Depois, a &#8220;escola deve aceder à plataforma de disponibilização das provas em formato digital, localizar a prova e clicar no botão &#8216;Erro de digitalização&#8217;, o que permite reportar um problema de digitalização da prova&#8221;, cabendo depois ao JNE a verificação do problema.</p>
<p>&#8220;Depois de corrigida, a escola é informada via agrupamento&#8221; e o aluno ou encarregado de educação recebem &#8220;o ficheiro corrigido (prova reconstruída)&#8221;, dispondo &#8220;dos dois dias úteis seguintes para, se assim o entender, solicitar a reapreciação&#8221; da nota.</p>
<p>Na mensagem, o JNE/EduQA (Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação) &#8220;agradece a colaboração das direções e dos serviços administrativos das escolas e apresenta as suas desculpas aos alunos afetados por desconformidades no processo de digitalização&#8221;.</p>
<p>Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo registou várias falhas.</p>
<p>As pautas dos exames nacionais começaram a ser afixadas apenas na sexta-feira à noite, mas inicialmente sem todas as classificações, devido a falhas identificadas pelo JNE.</p>
<p>As classificações em falta chegaram às escolas durante o fim de semana, mas, na segunda-feira, milhares de alunos ainda viram corrigidas as notas inicialmente atribuídas a Física e Química e a Geografia, por erros na avaliação de itens da prova.</p>
<p>Apesar dos problemas reconhecidos pelo ministro Fernando Alexandre, o Governo manteve os calendários do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, bem como os da segunda fase dos exames.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791766]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trânsito retomado em estrada nacional no concelho de Serpa após acidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação na Estrada Nacional 385 (EN385) junto a Vila Verde de Ficalho, no concelho de Serpa, distrito de Beja, foi restabelecida às 02:30 de hoje, após 12 horas cortada devido a acidente, indicou a GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A circulação na Estrada Nacional 385 (EN385) junto a Vila Verde de Ficalho, no concelho de Serpa, distrito de Beja, foi restabelecida às 02:30 de hoje, após 12 horas cortada devido a acidente, indicou a GNR.</p>
<p>Este troço da EN385 reabriu ao trânsito depois de, na segunda-feira à tarde, um camião se ter despistado e incendiado, tendo ficado tombado a ocupar toda a estrada.</p>
<p>O alerta para o acidente foi dado às autoridades às 14:12 de segunda-feira.</p>
<p>Uma fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil referiu à agência Lusa que o condutor do pesado foi assistido no local.</p>
<p>As operações de socorro mobilizaram 13 operacionais, apoiados por cinco veículos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791762]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Primeiro-ministro não vai tirar férias no verão e estará a &#8220;coordenar atividade do Governo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro decidiu este ano não marcar férias no verão e estará a "coordenar a atividade do Governo", mantendo também agenda como presidente do PSD, disse fonte do gabinete de Luís Montenegro à Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro decidiu este ano não marcar férias no verão e estará a &#8220;coordenar a atividade do Governo&#8221;, mantendo também agenda como presidente do PSD, disse fonte do gabinete de Luís Montenegro à Lusa.</p>
<p>Segundo o gabinete do primeiro-ministro, Montenegro &#8220;pretende gozar apenas alguns fins de semana e um ou outro dia esporádico, se a agenda o permitir e sem se ausentar do país&#8221;.</p>
<p>&#8220;O primeiro-ministro decidiu não gozar férias no verão, período no qual estará a coordenar a atividade do Governo e em que manterá também a agenda como presidente do PSD&#8221;, refere a mesma fonte.</p>
<p>Como é habitual, vão realizar-se no verão as tradicionais &#8216;rentrées&#8217; dos sociais-democratas, com a Festa do Pontal &#8212; que este ano completa 50 anos &#8212; marcada para 14 de agosto e a Universidade de Verão (iniciativa de formação política de jovens) a decorrer entre 24 e 30 de agosto, em Castelo de Vide (distrito de Portalegre), contando ambas com a presença de Luís Montenegro.</p>
<p>No ano passado, o primeiro-ministro gozou uns dias de férias no Algarve, em agosto, e em 2024, no primeiro verão em que exerceu o cargo, foram notícia as férias no Brasil com a família.</p>
<p>No início de julho, Luís Montenegro foi criticado pela oposição por se ter ausentado do país para assistir a jogos da seleção nacional no mundial de futebol, nos Estados Unidos, num período em que o Governo decretou situação de alerta, devido ao calor intenso e ao risco elevado de incêndio em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791761]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal atinge máximo histórico de emprego, mas escassez de trabalhadores ameaça crescimento económico</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-atinge-maximo-historico-de-emprego-mas-escassez-de-trabalhadores-ameaca-crescimento-economico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de trabalho português atingiu, no verão de 2025, o melhor desempenho dos últimos cinco anos, com a população empregada a ultrapassar os 5,3 milhões de pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho português atingiu, no verão de 2025, o melhor desempenho dos últimos cinco anos, com a população empregada a ultrapassar os 5,3 milhões de pessoas, o valor mais elevado desde que existem registos comparáveis. Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego recuou para 5,8%, o nível mais baixo desde 2020.</p>
<p>Os dados constam do relatório “Mercado de Trabalho em Portugal – Os cinco verões 2021-2025”, divulgado pela EGOR e elaborado com base em dados do INE, IEFP e Banco de Portugal. A análise revela que, entre 2021 e 2025, foram criados cerca de 455 mil empregos adicionais, num período em que a população ativa aumentou aproximadamente 465 mil pessoas.</p>
<p>Apesar da evolução positiva, o forte desempenho do mercado de trabalho está a colocar uma nova pressão sobre as empresas: a dificuldade crescente em encontrar trabalhadores disponíveis para responder às necessidades de recrutamento.</p>
<p>Segundo a EGOR, Portugal está a entrar numa nova fase em que a escassez de candidatos poderá assumir um caráter estrutural, sobretudo em funções operacionais e sazonais.</p>
<p><strong>Imigração perde força</strong></p>
<p>As perspetivas para 2026 e 2027 apontam para um agravamento da escassez de trabalhadores disponíveis, devido à combinação entre o menor crescimento da imigração e o envelhecimento demográfico.</p>
<p>Os dados analisados pela EGOR mostram que as saídas de trabalhadores estrangeiros aumentaram cerca de 40% em 2024, para aproximadamente 45 mil pessoas no total do ano, o valor mais elevado desde o início da série estatística, em 2015.</p>
<p>Em simultâneo, as entradas de novos trabalhadores estrangeiros diminuíram significativamente na segunda metade de 2024, passando de cerca de 20 mil para 12 mil entradas por mês. Como consequência, o saldo líquido migratório caiu de aproximadamente 17 mil para 7 mil trabalhadores por mês, uma redução de cerca de 59%.</p>
<p>A evolução assume particular relevância tendo em conta que o crescimento recente da população ativa portuguesa esteve fortemente apoiado pela imigração, nomeadamente em setores como a hotelaria, restauração, construção, logística, agricultura e indústria alimentar.</p>
<p><strong>Serviços concentram procura</strong></p>
<p>A descida do desemprego entre 2021 e 2025 ocorreu, assim, em simultâneo com o crescimento da população ativa, demonstrando a capacidade do mercado de trabalho para absorver um número significativo de novos trabalhadores.</p>
<p>No verão de 2025, destacou-se ainda a forte procura por profissionais ligados aos serviços, sobretudo nas áreas do comércio, transportes, alojamento e restauração. São setores diretamente relacionados com a atividade turística e que continuam a concentrar uma parte relevante das oportunidades de emprego.</p>
<p>Para a EGOR, a tendência dos próximos anos poderá traduzir-se numa maior competição entre empregadores, numa pressão crescente sobre os salários e em dificuldades acrescidas no preenchimento de vagas, sobretudo para funções operacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791757]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro da farmacêutica Novartis cai 16% até junho para 5.612 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:52:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Novartis registou um lucro líquido atribuído de 6.413 milhões de dólares (cerca de 5.612 milhões de euros) no primeiro semestre, uma queda de 16% relativamente aos lucros registados no período homólogo, informou hoje a farmacêutica suíça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Novartis registou um lucro líquido atribuído de 6.413 milhões de dólares (cerca de 5.612 milhões de euros) no primeiro semestre, uma queda de 16% relativamente aos lucros registados no período homólogo, informou hoje a farmacêutica suíça.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, as vendas líquidas no semestre atingiram 27.521 milhões de dólares (cerca de 24.086 milhões de euros), com um crescimento homólogo de 1%.</p>
<p>As receitas fixaram-se nos 14.408 milhões de dólares (cerca de 12.609 milhões de euros) no segundo trimestre, o que representa um aumento de 3%.</p>
<p>Apenas entre abril e junho, a farmacêutica suíça registou um lucro líquido atribuído de 3.257 milhões de dólares (cerca de 2.850 milhões de euros), menos 19% do que no ano anterior, devido a impostos sobre o rendimento mais elevados e a maiores despesas com juros.</p>
<p>Apesar disso, a Novartis pretende aumentar as vendas líquidas, enquanto prevê uma diminuição nas receitas operacionais principais.</p>
<p>&#8220;Estamos no bom caminho para alcançar vários resultados importantes no segundo semestre e mantemos o rumo para cumprir as previsões para todo o ano e as perspetivas a médio prazo&#8221;, afirmou o presidente executivo (CEO), Vas Narasimhan.</p>
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		<title>Ébola: RDCongo eleva para 967 o número de mortos e para 2.423 casos confirmados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:51:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou hoje para 967 o número de mortos e 2.423 os casos confirmados de Ébola decorrentes da epidemia declarada no leste do país em 15 de maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou hoje para 967 o número de mortos e 2.423 os casos confirmados de Ébola decorrentes da epidemia declarada no leste do país em 15 de maio.</p>
<p>Segundo o boletim mais recente do executivo, com base em dados recolhidos até 19 de julho, a taxa de letalidade está atualmente em 39,9%.</p>
<p>Além disso, 734 pacientes estão em &#8220;isolamento ou hospitalização&#8221; e 469 pessoas recuperaram da doença, enquanto a taxa de rastreamento de contactos atingiu 81,1%.</p>
<p>Até ao momento, cinco províncias congolesas foram afetadas pelo surto de Ébola: Ituri (epicentro do surto), Kivu do Norte, Kivu do Sul, Haut-Uele (leste) e Tshopo (centro-norte).</p>
<p>&#8220;As equipas de saúde continuam a realizar operações de vigilância, assistência e acompanhamento dos contactos, com o objetivo de conter a propagação da doença&#8221;, assinalou o Governo da RDCongo.</p>
<p>Por seu lado, o Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) congolês alertou no boletim que &#8220;os resultados do acompanhamento dos contactos continuam a ser insuficientes&#8221;, pelo que é necessário reforçar a vigilância.</p>
<p>Os dados indicam uma &#8220;transmissão comunitária contínua&#8221; e a recente expansão geográfica do surto &#8220;sublinha a necessidade de manter simultaneamente intervenções intensivas no epicentro e atividades de preparação nas províncias vizinhas&#8221;, acrescentou o INSP.</p>
<p>Depois de ter sido declarada no passado dia 15 de maio em Ituri, província fronteiriça com o Sudão do Sul e o Uganda, a epidemia propagou-se também a este último país.</p>
<p>No entanto, o Uganda deu alta na quinta-feira ao último doente que permanecia internado no país, após ter registado um total de 20 casos confirmados, incluindo 15 considerados importados da RDCongo, entre os quais se contaram duas mortes.</p>
<p>O Uganda iniciou assim a contagem regressiva de 42 dias sem novos casos, necessária para declarar o fim do surto.</p>
<p>A epidemia está associada à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de letalidade oscila entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera &#8220;elevado&#8221; o risco de propagação do surto na África subsaariana e &#8220;baixo&#8221; à escala global.</p>
<p>Trata-se da terceira pior epidemia de Ébola já registada e a 17.ª a afetar a RDCongo.</p>
<p>A epidemia atual fica atrás do que assolou a África Ocidental entre 2014 e 2016, que causou cerca de 11 mil mortes e 28 mil infeções.</p>
<p>Da que se registou no leste do Congo, entre 2018 e 2020, resultaram 2.299 mortes e 3.481 casos.</p>
<p>O vírus Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</p>
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		<title>Novobanco distinguido como Melhor Banco para PME em Portugal pela Euromoney</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:48:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O novobanco foi distinguido pela revista Euromoney com o prémio Best Bank for SMEs in Portugal 2026, uma distinção que reconhece a sua oferta dirigida às PME.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novobanco foi distinguido pela revista Euromoney com o prémio Best Bank for SMEs in Portugal 2026, uma distinção que reconhece a sua oferta dirigida às pequenas e médias empresas, a proximidade ao tecido empresarial português e a capacidade de resposta às necessidades deste segmento.</p>
<p>Segundo o banco, o reconhecimento reflete a estratégia desenvolvida no apoio às PME, assente numa combinação entre proximidade comercial, conhecimento especializado dos diferentes setores de atividade, soluções financeiras e investimento na transformação digital da experiência bancária empresarial.</p>
<p>Nos últimos anos, o novobanco tem reforçado a sua atuação junto das empresas portuguesas, apoiando projetos nas áreas do investimento, inovação, internacionalização e transição sustentável. A instituição tem também desenvolvido soluções digitais destinadas a simplificar e agilizar a gestão das operações bancárias por parte das empresas.</p>
<p>“Receber esta distinção da Euromoney é um motivo de grande orgulho para o novobanco. Este prémio reconhece a confiança que as PME portuguesas depositam em nós e o trabalho desenvolvido pelas nossas equipas para apoiar o crescimento e a transformação das empresas”, afirma Mark Bourke, CEO do novobanco.</p>
<p>“Num contexto económico cada vez mais exigente, continuaremos focados em disponibilizar soluções competitivas, especializadas e inovadoras que contribuam para o desenvolvimento sustentável do tecido empresarial português”, acrescenta.</p>
<p>A distinção da Euromoney reforça, segundo o novobanco, o seu posicionamento enquanto parceiro financeiro das empresas em Portugal e o seu papel no apoio ao crescimento, competitividade e internacionalização da economia portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791748]]></sapo:autor>
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		<title>Justiça trava liberdade do ‘rei Ghob’: homicida condenado por três mortes continua sem autorização para sair da prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:39:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Francisco Leitão, conhecido como o "rei Ghob" ou "rei dos gnomos", continua sem autorização para beneficiar de saídas precárias da prisão, apesar de já ter cumprido metade da pena máxima de 25 anos a que foi condenado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Leitão, conhecido como o &#8220;rei Ghob&#8221; ou &#8220;rei dos gnomos&#8221;, continua sem autorização para beneficiar de saídas precárias da prisão, apesar de já ter cumprido metade da pena máxima de 25 anos a que foi condenado pelos homicídios de Tânia, Ivo e Joana, cometidos entre 2009 e 2010, em Carqueja, no concelho da Lourinhã. O homicida, condenado em março de 2012, solicita este regime de flexibilização da pena desde, pelo menos, 2023, mas a Justiça continua a negar-lhe essa possibilidade, mantendo-o em reclusão.</p>
<p>Segundo avança esta terça-feira o Correio da Manhã (CM), Francisco Leitão não obteve parecer favorável dos técnicos de reinserção social, apesar do comportamento considerado disciplinado durante o período de reclusão. Depois de ter estado detido no Estabelecimento Prisional da Carregueira, foi recentemente transferido para a prisão de Vale de Judeus, onde trabalha na lavandaria, tratando da roupa de outros reclusos. O homicida recebe apenas a visita da irmã, que permaneceu a viver na conhecida propriedade de Carqueja, apelidada de &#8220;castelo&#8221;, e, embora não seja considerado um preso problemático, também não participa de forma significativa nas atividades promovidas pela instituição prisional.</p>
<p>Os crimes que chocaram o país continuam envoltos em mistério. Francisco Leitão nunca revelou o destino dado aos corpos das três vítimas e a Polícia Judiciária também nunca conseguiu determinar de que forma Tânia, Ivo e Joana foram mortos. As famílias continuam, por isso, privadas da possibilidade de realizar os funerais dos jovens. De acordo com a condenação, Francisco Leitão matou Tânia e Joana — esta última com apenas 16 anos — por ciúmes, uma vez que ambas eram namoradas de rapazes com quem pretendia envolver-se sentimentalmente. Já Ivo foi assassinado depois de se recusar a retomar um relacionamento sexual com o homicida, após o desaparecimento de Tânia. Em 2017, Francisco Leitão voltou a ser condenado, desta vez a 17 anos de prisão, por centenas de crimes de violação.</p>
<p>Conhecido por afirmar que era bruxo, que comunicava com espíritos e que encarnava o diabo, Francisco Leitão utilizava essas alegadas capacidades para intimidar e controlar os jovens que frequentavam a sua propriedade em Carqueja. Segundo a investigação, aproveitava-se da vulnerabilidade das vítimas, oferecendo pequenos presentes e refeições antes de as manipular psicologicamente. Chamava-lhes &#8220;gnomos&#8221;, enquanto se autointitulava &#8220;rei&#8221;, comportamento que acabaria por dar origem à alcunha pela qual ficou conhecido.</p>
<p>Além das penas de prisão, Francisco Leitão foi condenado ao pagamento de 350 mil euros em indemnizações às famílias das vítimas, montante que, segundo o CM, permanece integralmente por liquidar. A mãe de Joana, Maria de Fátima, chegou mesmo a intentar uma ação contra o Estado, procurando obter compensação, mas essa iniciativa acabou por não produzir qualquer resultado. Entretanto, enquanto persistem as dúvidas sobre o paradeiro dos corpos das três vítimas, a Justiça continua a entender que não estão reunidas as condições para conceder ao homicida qualquer saída precária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791699]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em alta com BCP a liderar ganhos e a subir mais de 1,4%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:37:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o BCP a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 1,04 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   	A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o BCP a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 1,04 euros. </P><br />
<P>	Cerca das 09:25 em Lisboa, o PSI avançava 0,20% para 9.088,56 pontos, com oito empresas a subir e as outras oito a descer a cotação.</P><br />
<P>   	Às ações do BCP seguiam-se as da Teixeira Duarte, CTT e Navigator, que subiam 1,24% para 0,49 euros, 1,13% para 5,82 euros e 0,51% para 3,18 euros respetivamente.   </P><br />
<P>    A Mota-Engil e a EDP Renováveis também se valorizavam, designadamente 0,35% para 4,54 euros e 0,26% para 19,35 euros. </P><br />
<P>	As outras duas empresas que estavam eram a Galp e a Ibersol, que subiam 0,26% para 19,35 euros e 0,11% para 9,13 euros. </P><br />
<P>	Em sentido contrário, a NOS, a Jerónimo Martins e a Altri recuavam 0,99% para 4,82 euros, 0,66% para 16,56 euros e 0,64% para 4,64 euros. </P><br />
<P>	A Sonae, Semapa e EDP baixavam 0,49% para 2,05 euros, 0,24% para 20,60 euros e 0,20% para 5,54 euros. 	</P><br />
<P>	As outras duas empresas que desciam de cotação eram a Corticeira Amorim (-0,15% para 6,52 euros) e a REN (-0,14% para 3,62 euros). </P><br />
<P>	Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente que levou o preço do petróleo a ceder moderadamente, com o barril a alcançar novamente 89 dólares.</P><br />
<P>	O euro valoriza-se 0,07% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1422 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>	Hoje, o instituto alemão ZEW publicará os índices de julho, que medem a perceção que têm os grandes investidores e os analistas sobre a situação atual e as expectativas da economia da Alemanha.</P><br />
<P>	Analistas da Link Securities citados pela Efe afirmam que se espera que ambos os índices tenham voltado a melhorar ligeiramente em julho, embora acreditem que o aumento da tensão no Médio Oriente e os últimos aumentos dos preços da energia voltarão a afetar os indicadores em agosto.</P><br />
<P> 	O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, cai 0,77% para 88,53 dólares. </P><br />
<P>	Em sentido contrário, o gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 0,88% para 59,26 euros por megawatt-hora (MWh).     </P><br />
<P>	O preço da onça de ouro avança 1,56% para 4.070,61 dólares, enquanto o da de prata sobe 4,68% para 59,0649 dólares por onça. </P><br />
<P>	Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq, que na segunda-feira fecharam em terreno negativo, registam subidas de 0,31% e 1,16%. </P></p>
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		<title>Bolsas europeias em alta pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-alta-pendentes-de-um-novo-cessar-fogo-provisorio-no-medio-oriente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:21:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente que levou o preço do petróleo a ceder moderadamente, com o barril a alcançar novamente 89 dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente que levou o preço do petróleo a ceder moderadamente, com o barril a alcançar novamente 89 dólares.</P><br />
<P>Às 09:00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,13% para 640,41 pontos.                                                                                                     </P><br />
<P>As bolsas de Paris e Frankfurt avançavam 0,08% e 0,15%, bem como as de Madrid e Milão, que subiam 0,30% e 0,47%, respetivamente.</P><br />
<P>Londres era a exceção, já que descia 0,14%. </P><br />
<P>A bolsa de Lisboa invertia a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,06% para 9.075,74 pontos.    </P><br />
<P>O euro valoriza-se 0,07% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1422 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>Hoje, o instituto alemão ZEW publicará os índices de julho, que medem a perceção que têm os grandes investidores e os analistas sobre a situação atual e as expectativas da economia da Alemanha.</P><br />
<P>Analistas da Link Securities citados pela Efe afirmam que se espera que ambos os índices tenham voltado a melhorar ligeiramente em julho, embora acreditem que o aumento da tensão no Médio Oriente e os últimos aumentos dos preços da energia voltarão a afetar os indicadores em agosto.</P><br />
<P> O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, cai 0,77% para 88,53 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em setembro, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), baixa 0,28% para 82,25 dólares.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 0,88% para 59,26 euros por megawatt-hora (MWh).     </P><br />
<P>O preço da onça de ouro avança 1,56% para 4.070,61 dólares, enquanto o da de prata sobe 4,68% para 59,0649 dólares por onça. </P><br />
<P>Na Ásia, as bolsas fecharam com destacadas subidas, que são de 3,26% no caso do Nikkei de Tóquio, de 1,79% no de Xangai, de 4,81% no de Shenzhen e de 3,56% no caso do Kospi sul-coreano, enquanto o Hang Seng de Hong Kong fechou estável.</P><br />
<P>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq, que na segunda-feira fecharam em terreno negativo, registam subidas de 0,31% e 1,16%. </P><br />
<P>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos continuava a subir, designadamente para 3,157%, depois de ter fechado em 3,149% na sessão anterior.</P><br />
<P>A bitcoin sobe 1,04% para 66.002,60 dólares. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791703]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Governo da Jordânia diz que país foi alvo de drones iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:21:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As Forças Armadas da Jordânia disseram hoje que intercetaram cinco drones lançados pelo Irão que tinham como objetivo atingir o Reino, de acordo com a agência de notícias estatal jordana Petra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças Armadas da Jordânia disseram hoje que intercetaram cinco drones lançados pelo Irão que tinham como objetivo atingir o Reino, de acordo com a agência de notícias estatal jordana Petra.</P><br />
<P>Os militares jordanos afirmaram que a interceção não causou vítimas, nem danos.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária iraniana confirmou no seu portal Sepah News que realizou um ataque que visou um &#8220;complexo que alberga forças terroristas dos Estados Unidos na região de Rukban&#8221;, segundo a agência de notícias AFP.</P><br />
<P>A Jordânia, que tem no seu território forças militares norte-americanas, tem sido um alvo frequente do Irão desde o colapso do acordo de entendimento provisório entre os iranianos e Washington para encerrar a guerra no Médio Oriente, que teve início no final de fevereiro.</P><br />
<P>O Irão atacou hoje instalações norte-americanas de radares e defesa antiaérea em vários países do Golfo, advertindo Washington para &#8220;ataques ainda mais poderosos&#8221;, num conflito que ameaça alargar-se com o envolvimento dos rebeldes Huthis do Iémen.</P><br />
<P>Já o exército dos Estados Unidos anunciou ter concluído a décima noite consecutiva de bombardeamentos contra a República Islâmica, atingindo centros de comando militar e alvos marítimos, com o objetivo de &#8220;reduzir a capacidade do Irão de continuar a atacar navios comerciais que transitam no estreito de Ormuz&#8221;.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária afirmou ter intercetado dois petroleiros pelo estreito de Ormuz, ao largo de Omã, reclamando a autoria de &#8220;explosões que provocaram incêndios significativos a bordo&#8221;.</P><br />
<P>A agência britânica de segurança marítima UKMTO tinha relatado anteriormente que um navio tinha sido atingido por um &#8220;projétil não identificado&#8221; a cerca de 15 quilómetros a nordeste de Limah, em Omã, acrescentando depois que a tripulação abandonou a embarcação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791702]]></sapo:autor>
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		<title>Uma andorinha não faz a primavera: Generali avisa que a inflação ainda não está vencida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:19:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Generali Investments antecipa uma nova escalada das tensões geopolíticas, mas considera que os efeitos sobre a economia global deverão permanecer moderados. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Generali Investments antecipa uma nova escalada das tensões geopolíticas, mas considera que os efeitos sobre a economia global deverão permanecer moderados. A análise, assinada por Vincent Chaigneau, Head of Research da Generali Investments, surge na sequência de uma série de ataques entre os Estados Unidos e o Irão durante o fim de semana, que continua a pressionar os preços do petróleo.</p>
<p>O cenário central da gestora aponta para uma reescalada contida do conflito, que não deverá comprometer o crescimento global, que permanece estável. No entanto, a redução do tráfego através do Estreito de Ormuz poderá contribuir para manter a inflação acima dos objetivos durante mais tempo.</p>
<p>Neste contexto, a Generali Investments recomenda uma posição neutra na duração das obrigações em euros, mantendo simultaneamente uma pequena posição curta nos Estados Unidos. Para Vincent Chaigneau, a recente desaceleração da inflação nos EUA não é suficiente para alterar de forma significativa as perspetivas, uma vez que &#8220;uma andorinha — um CPI mais suave em junho — não faz a primavera&#8221;.</p>
<p>A análise considera ainda que os riscos de recessão permanecem reduzidos e que o crédito deverá manter-se resiliente, apoiado por fatores técnicos favoráveis, como a oferta limitada prevista para as próximas semanas.</p>
<p>Apesar deste cenário, a Generali Investments reduziu a sua exposição positiva aos mercados acionistas. A decisão não resulta apenas da expectativa de padrões sazonais menos favoráveis à medida que o verão avança, mas também dos sinais de fadiga observados nos mercados.</p>
<p>As ações globais registaram uma forte valorização em abril e maio, mas começam agora a evidenciar sinais de perda de força. Ao mesmo tempo, a dispersão entre ações aumentou significativamente, enquanto a rotação de mercado provocou uma forte queda nas estratégias de momentum durante este mês.</p>
<p>A principal mudança ocorreu no setor tecnológico, onde as empresas de semicondutores entraram num mercado bear após uma forte subida no segundo trimestre.</p>
<p>Para a Generali Investments, o aumento da dispersão não significa necessariamente que esteja iminente uma correção dos mercados. No entanto, tende a indicar uma maior vulnerabilidade e reforça a importância de uma diversificação mais ampla entre setores e geografias.</p>
<p><strong>Investimento em IA continua a suportar crescimento</strong></p>
<p>Entre os fatores positivos, a gestora destaca a continuidade dos planos de investimento em infraestruturas de inteligência artificial. Apesar das preocupações relacionadas com a capacidade de monetização dos grandes modelos de linguagem (LLM), a Generali Investments não identifica sinais de abrandamento no investimento em inteligência artificial, que continua a contribuir para o crescimento global.</p>
<p>A análise destaca ainda a tendência de flexibilização regulatória, apontando como exemplo a proposta da Comissão Europeia para reduzir os requisitos de capital dos bancos europeus, nomeadamente através do rácio de alavancagem, na sequência de movimentos semelhantes nos Estados Unidos e no Reino Unido.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fisco acumula mais de 10 mil milhões de euros em dívidas incobráveis e bate novo recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) terminou 2025 com 10.445 milhões de euros em dívidas declaradas incobráveis, o valor mais elevado de sempre, prolongando uma tendência de crescimento que dura há uma década.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) terminou 2025 com 10.445 milhões de euros em dívidas declaradas incobráveis, o valor mais elevado de sempre, prolongando uma tendência de crescimento que dura há uma década. O montante representa um aumento de 681 milhões de euros, ou cerca de 7%, face ao ano anterior, sendo que uma parte significativa destas dívidas está concentrada num universo restrito de cerca de 20 mil grandes devedores, responsáveis por 63% do total declarado em falhas.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/-fisco-tem-10-mil-milhoes-de-euros-em-dividas-que-nao-consegue-cobrar/18107977" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, os dados constam do relatório sobre o combate à fraude e à evasão fiscais e aduaneiras, recentemente entregue no Parlamento. As dívidas são declaradas em falhas quando deixam de existir bens penhoráveis, quando o devedor é desconhecido ou quando se encontra em parte incerta. A Autoridade Tributária explica que o aumento dos montantes incobráveis também resulta de uma alteração na interpretação da lei que prolongou os prazos de suspensão da prescrição das dívidas fiscais. Como consequência, o valor das prescrições caiu de 290 milhões de euros, em 2024, para 114 milhões, em 2025, embora muitas dessas dívidas continuem sem possibilidade de cobrança por inexistência de património penhorável.</p>
<p>No relatório, a AT sublinha que, na maioria dos processos, tanto a dívida como o respetivo devedor são identificados atempadamente, mas a ausência de bens impede qualquer recuperação dos valores em falta. Por esse motivo, a administração fiscal esclarece que &#8220;a declaração da prescrição não revela ineficácia dos serviços&#8221;. Paralelamente, a dívida suspensa — que corresponde aos processos em litígio nos tribunais — ascendia a 8.343 milhões de euros no final de 2025, menos 141 milhões do que no ano anterior, enquanto a dívida ativa, ainda em fase normal de execução, aumentou 167 milhões de euros, fixando-se em 9.161 milhões.</p>
<p>Grande parte destas dívidas encontra-se concentrada nos chamados &#8220;devedores estratégicos&#8221;, categoria que abrangia 21.208 contribuintes no último ano e representava 61% da carteira total da dívida fiscal. Embora correspondessem a apenas 38% da dívida ativa, estes contribuintes concentravam 84% da dívida suspensa e 63% da dívida declarada em falhas, evidenciando uma maior propensão para processos judiciais ou para situações em que a cobrança se torna impossível. Entre os maiores devedores destacam-se empresas de dimensão média, muitas de âmbito regional, ligadas a setores como a indústria, o comércio de ouro, as finanças e a tecnologia, sendo que a maioria entrou entretanto em insolvência ou liquidação.</p>
<p>De acordo com os critérios da Autoridade Tributária, é considerado &#8220;devedor estratégico&#8221; quem acumule uma dívida superior a 500 mil euros numa única direção de Finanças ou superior a 250 mil euros distribuídos por mais do que uma direção de Finanças. Todas as empresas e contribuintes declarados insolventes com dívidas fiscais passam igualmente a integrar automaticamente esta lista, que concentra uma parte significativa dos créditos que o Estado já não consegue recuperar.</p>
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