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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Venezuela/Sismo: Acampamentos temporários albergam atualmente 10.702 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um total de 10.702 pessoas encontram-se alojadas em 79 acampamentos transitórios que foram montados após os terramotos de 24 de junho, na Venezuela, adiantou hoje o ministro da Educação, Héctor Rodriguez, no seu canal na plataforma Telegram.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um total de 10.702 pessoas encontram-se alojadas em 79 acampamentos transitórios que foram montados após os terramotos de 24 de junho, na Venezuela, adiantou hoje o ministro da Educação, Héctor Rodriguez, no seu canal na plataforma Telegram.</P><br />
<P>Segundo a agência EFE, o relatório, com dados até às 11:00 de hoje (hora de Lisboa), detalha que a infraestrutura de emergência conta com uma capacidade instalada de 14.599 lugares, o que deixa margem para continuar a acolher pessoas afetadas.</P><br />
<P>O estado mais devastado pelos terramotos, La Guaira, regista a maior concentração de cidadãos em refúgios, com 6.655 pessoas distribuídas em 20 acampamentos. Destes, 11 encontram-se em &#8220;processo de ampliação&#8221;, segundo o Governo.</P><br />
<P>Caracas, capital do país, conta com 37 acampamentos transitórios com uma capacidade instalada para 8.078 pessoas, acolhendo atualmente 3.234 desalojados.</P><br />
<P>O estado de Miranda (norte do país, próximo de Caracas) mantém operacionais 22 acampamentos com capacidade para 1.787 pessoas, albergando atualmente 813 afetados.</P><br />
<P>&#8220;Graças ao esforço articulado entre o Governo nacional, organismos internacionais, setores privados e a comunidade estamos a preparar cada instalação para garantir espaços dignos às famílias&#8221;, disse o ministro da Educação.</P><br />
<P>Onze dias depois do duplo terramoto que abalou a Venezuela, os trabalhos concentram-se hoje na retirada de escombros dos edifícios derrubados em La Guaira, enquanto os operacionais de busca e resgate diminuem e se reduzem as possibilidades de encontrar sobreviventes.</P><br />
<P>Até ao momento, contabilizam-se pelo menos 2.954 mortos e 16.592 feridos, segundo os dados mais recentes do Governo, que continua sem atualizar os números de desaparecidos, que se mantêm em 157 desde 25 de junho, o dia seguinte aos sismos.</P><br />
<P>O número de cidadãos portugueses que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 95 e registam-se 58 portugueses desaparecidos, revelou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785621]]></sapo:autor>
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		<title>Risco de incêndio obriga CP a interromper comboios temporariamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O risco de incêndio obrigou a CP a interromper ou a reter comboios de forma temporária, pelo impacto das altas temperaturas na linha ferroviária, disse hoje a empresa, garantindo estar em contacto com a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O risco de incêndio obrigou a CP a interromper ou a reter comboios de forma temporária, pelo impacto das altas temperaturas na linha ferroviária, disse hoje a empresa, garantindo estar em contacto com a Proteção Civil.</P><br />
<P>Além da supressão de seis comboios Intercidades no sábado e hoje, a circulação tem sido afetada por interrupções noutras ligações.</P><br />
<P>Num esclarecimento sobre o impacto do calor extremo na operação dos últimos dias, a CP explica que &#8220;os efeitos das altas temperaturas não se limitam ao material circulante&#8221;, podendo &#8220;afetar diferentes componentes da infraestrutura ferroviária, ao nível dos sistemas de sinalização, catenária, aparelhos de mudança de via e outros equipamentos fundamentais para a circulação segura dos comboios&#8221;.</P><br />
<P>O risco de incêndio que daí decorre &#8220;pode, e tem, originado interrupções e/ou retenções temporárias de comboios em determinados locais da rede ferroviária&#8221;, justifica a empresa de transporte, dizendo tratar-se &#8220;de uma realidade conhecida e transversal aos operadores ferroviários europeus, que enfrentam dificuldades acrescidas sempre que se verificam fenómenos meteorológicos extremos&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente às ligações que se mantêm, a CP garante ter em curso &#8220;um conjunto de medidas preventivas destinadas a minimizar riscos e a assegurar as melhores condições possíveis de conforto e assistência durante as viagens&#8221;.</P><br />
<P>Entre essas medidas está a decisão de, em alguns comboios de longo curso (ou seja, Intercidades e Alfa), bloquear a venda de lugares &#8220;em horários considerados mais críticos&#8221; para as composições terem menos passageiros, bem como em reforçar o acompanhamento da operação e disponibilizar mais água em vários pontos da rede, elenca a empresa.</P><br />
<P>O jornal Público noticia hoje que algumas supressões se devem à falta de manutenção do ar condicionado dos comboios que se encontram em circulação, mas a empresa assegura que a manutenção tem sido realizada.</P><br />
<P>No comunicado, a CP admite que &#8220;algumas séries de material circulante, em virtude da sua antiguidade, apresentam limitações face aos atuais padrões de climatização&#8221; e assegura que está a tomar &#8220;medidas operacionais para minimizar o impacto destas condições extremas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os comboios parqueados são mantidos com as cortinas fechadas e/ou janelas abertas, de forma a reduzir o aquecimento das composições sem ar condicionado&#8221; e nos comboios com sistemas de refrigeração, &#8220;sempre que operacionalmente viável, os equipamentos permanecem ligados durante os períodos de estacionamento, garantindo níveis de conforto mais adequados para os passageiros&#8221;.</P><br />
<P>Reconhecendo &#8220;os constrangimentos existentes&#8221;, a CP garante que &#8220;não está em causa a manutenção do ar condicionado dos comboios que se encontram a circular e que as manutenções periódicas de todo o material circulante são escrupulosamente realizadas pela empresa, incluindo a manutenção dos sistemas de climatização&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o site da CP, hoje e no sábado não circularam os Intercidades entre Lisboa Santa Apolónia e Guarda (com partida às 12:30), entre a Guarda e Lisboa Santa Apolónia (12:48), entre Lisboa Santa Apolónia e Porto Campanhã (15:30), entre Porto Campanhã e Lisboa Santa Apolónia (12:45), entre Lisboa Oriente e Faro (14:02) e entre Faro e Lisboa Oriente (14:15).</P><br />
<P>Neste comunicado, a CP não especifica que outros comboios foram suprimidos ou que tiveram de ser retidos temporariamente, estando a Lusa a aguardar resposta sobre o assunto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785620]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parou 88 segundos numa bomba de gasolina para ir buscar água ao carro e recebeu conta de 372 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Áustria]]></category>
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					<description><![CDATA[O proprietário da estação de serviço, Nikoll Bibaj, defende a medida, alegando que o espaço é propriedade privada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma paragem de apenas 88 segundos numa estação de serviço austríaca acabou por se transformar numa reclamação de 372 euros. O caso aconteceu em Wöllersdorf-Steinabrückl, na Baixa Áustria, e envolve um condutor que entrou no recinto de uma bomba de gasolina apenas para abrir a bagageira e retirar uma garrafa de água.</p>
<p class="isSelectedEnd">Duas semanas depois, Jakob P. recebeu uma carta de um advogado a exigir o pagamento de 372 euros. Segundo os responsáveis pela estação de serviço, o condutor utilizou o espaço sem abastecer combustível, uma prática expressamente proibida pela propriedade.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Estive exatamente um minuto e 28 segundos naquele terreno”, explicou o condutor ao diário austríaco &#8216;Kronen Zeitung&#8217;.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Câmaras registam todos os movimentos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A estação de serviço, que entretanto já deixou de funcionar, tinha instalado um sistema de vigilância capaz de registar detalhadamente quem entra nas instalações, quem abastece e quem utiliza o recinto para outros fins.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o relato, ações como dar a volta, parar durante alguns instantes, trocar de condutor, comparar preços ou fazer uma pausa podem resultar numa reclamação económica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora existam cartazes informativos à entrada, vários afetados consideram que os avisos são pouco visíveis. Muitos condutores só percebem as consequências quando recebem a carta de cobrança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Condutor consultou apoio jurídico</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de receber a reclamação, Jakob decidiu consultar a assistência jurídica do clube automóvel austríaco ÖAMTC e também um advogado particular.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo explicou, ambos lhe recomendaram inicialmente que não pagasse e aguardasse para perceber se a empresa avançaria ou não para tribunal.</p>
<p class="isSelectedEnd">As queixas multiplicaram-se entretanto na internet. Entre os casos relatados está o de Anita K., que fez uma breve paragem com o marido enquanto viajavam de motocicleta. Ambos receberam posteriormente pedidos de pagamento e, segundo contaram, uma segunda carta oferecia até a possibilidade de pagar a quantia em prestações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jakob criticou ainda o tom usado nas comunicações enviadas aos condutores. “A carta do advogado está redigida de forma muito agressiva para que as pessoas paguem rapidamente antes de pensarem demasiado”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Proprietário defende que se trata de propriedade privada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O proprietário da estação de serviço, Nikoll Bibaj, defende a medida, alegando que o espaço é propriedade privada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo explicou, é proibido parar, virar ou atravessar as instalações sem abastecer. Nem sequer é permitido entrar apenas para consultar os preços dos combustíveis. “Os preços também se podem ver a partir da estrada”, argumentou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bibaj afirmou ainda que pretende rescindir o contrato com a empresa responsável pela vigilância, mas disse que o acordo só pode ser cancelado no final do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Bomba já fechou, mas vigilância continua</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O caso tornou-se ainda mais invulgar porque a estação de serviço já não está em funcionamento. Ainda assim, o acesso continua a ser vigiado e atravessar o recinto permanece proibido enquanto o contrato com a empresa de controlo estiver ativo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os condutores que passam pela zona continuam, por isso, a encontrar cartazes de aviso e câmaras que registam qualquer movimento.</p>
<p>A combinação entre uma bomba encerrada, propriedade privada, vigilância ativa e cartas de cobrança transformou esta pequena estação de serviço austríaca numa das histórias mais insólitas do verão: uma paragem de menos de minuto e meio para ir buscar água ao carro acabou numa reclamação de 372 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784891]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Governo de Kiev diz ter quase duplicado os ataques contra alvos na Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-governo-de-kiev-diz-ter-quase-duplicado-os-ataques-contra-alvos-na-russia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da defesa ucraniano, Mijailo Fedórov, afirmou hoje que o país praticamente duplicou, em junho, o número de ataques contra alvos russos a mais de 50 quilómetros da linha de contacto da frente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da defesa ucraniano, Mijailo Fedórov, afirmou hoje que o país praticamente duplicou, em junho, o número de ataques contra alvos russos a mais de 50 quilómetros da linha de contacto da frente.</P><br />
<P>A Ucrânia atingiu, em junho, mais de 200.000 alvos inimigos, afirmou o ministro numa mensagem publicada na rede social Telegram.</P><br />
<P>Fedórov sustentou que, em junho, também se registou um aumento significativo na intensidade dos ataques contra alvos na península ocupada da Crimeia.</P><br />
<P>O foco principal dos ataques ucranianos continua a ser a logística russa. </P><br />
<P>&#8220;A destruição de depósitos, meios de transporte e rotas de abastecimento reduz a capacidade do adversário de abastecer as suas unidades&#8221;, declarou o ministro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785619]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Amadora com níveis de ozono que podem prejudicar saúde &#8211; CCDR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) detetou hoje níveis de concentração de ozono prejudicais para a saúde na Amadora, em concreto na Reboleira, no distrito de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) detetou hoje níveis de concentração de ozono prejudicais para a saúde na Amadora, em concreto na Reboleira, no distrito de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Foi ultrapassado, na(s) estação(ões) de monitorização da qualidade do ar desta CCDR, o valor de concentração de ozono de 180 µg/m³ (microgramas por metro cúbico), definido como limiar de informação para este poluente&#8221;, pode ler-se em comunicado hoje divulgado.</P><br />
<P>Na Reboleira, registaram-se 184 microgramas por metro cúbico entre as 13:00 e as 14:00, e segundo a CCDR-LVT estes valores de concentração de ozono podem provocar &#8220;alguns efeitos na saúde&#8221;, sobretudo em grupos mais sensíveis, como crianças, idosos, pessoas asmáticas e quem tiver doenças respiratórias ou cardíacas.</P><br />
<P>&#8220;A exposição a este poluente afeta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias, podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos&#8221;, avisa.</P><br />
<P>Aquela entidade avisa ainda que &#8220;enquanto esta situação se mantiver&#8221;, é recomendado que os grupos mais frágeis possam &#8220;reduzir ao mínimo a atividade física intensa ao ar livre e evitem a permanência no exterior&#8221;.</P><br />
<P>No sábado, a mesma entidade tinha registado níveis acima do valor definido como limiar de informação para este poluente nos Olivais (Lisboa) e Alverca (Vila Franca de Xira), emitindo as mesmas recomendações.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785618]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: médico palestiniano detido Hussam Abu Safiya em estado crítico &#8212; advogado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-medico-palestiniano-detido-hussam-abu-safiya-em-estado-critico-advogado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O advogado de um proeminente médico palestiniano, Hussam Abu Safiya, detido pelas forças israelitas há 18 meses, denunciou hoje maus-tratos ao seu cliente durante o cativeiro, revelando que está em estado crítico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O advogado de um proeminente médico palestiniano, Hussam Abu Safiya, detido pelas forças israelitas há 18 meses, denunciou hoje maus-tratos ao seu cliente durante o cativeiro, revelando que está em estado crítico. </P><br />
<P>Hussam Abu Safiya, que ocupava o cargo de diretor do Hospital Kamal Adwan, no norte de Gaza, tornou-se o rosto dos profissionais de saúde que lutavam para tratar doentes durante a guerra entre Israel e o Hamas.</P><br />
<P>Safiya liderou a instituição durante um cerco de 85 dias imposto pelas forças armadas israelitas, divulgando vídeos nos quais implorava por ajuda, antes de ser detido em dezembro de 2024. Ainda não lhe foram apresentadas acusações.</P><br />
<P>As forças armadas israelitas afirmaram que Abu Safiya, de 53 anos, estava a ser investigado por suspeita de cooperação com o Hamas ou de trabalhar para esta organização. Os colaboradores e as organizações de ajuda internacional que trabalharam com ele negam estas alegações.</P><br />
<P>A organização Médicos pelos Direitos Humanos de Israel e o advogado de Abu Safiya, Nasser Odeh, afirmaram que Abu Safiya parecia extremamente fraco e tinha dificuldade em manter-se sentado direito durante uma visita realizada em 02 de julho. Odeh referiu que ele apresentava lesões recentes na cabeça, à volta dos olhos, das orelhas e do pescoço, e que tinha dificuldade em respirar.</P><br />
<P>Odeh e a organização não governamental afirmaram ter apresentado um pedido para que Abu Safiya fosse transferido para outra instalação.</P><br />
<P>Abu Safiya foi vítima de abusos físicos e psicológicos e foi mantido em regime de isolamento durante longos períodos, afirmou Odeh na sequência de uma audiência no Supremo Tribunal de Israel, em junho, na qual contestou a detenção prolongada do médico, sem acusação.</P><br />
<P>Abu Safiya apareceu brevemente em vídeo durante essa audiência, com um ar pálido e abatido e com marcas semelhantes a chicotadas em ambos os braços.</P><br />
<P>O Serviço Prisional de Israel classificou as alegações como &#8220;falsas e totalmente desprovidas de fundamento factual&#8221;. </P><br />
<P>O serviço prisional recusou-se a discutir o caso diretamente, invocando questões de privacidade, mas afirmou que todos os prisioneiros e detidos são mantidos em conformidade com a lei e recebem cuidados médicos com base nas diretrizes do Ministério da Saúde.</P><br />
<P>&#8220;O Serviço Prisional de Israel rejeita as alegações de maus-tratos, tortura, privação de alimentos ou recusa de tratamento médico&#8221;, afirmou o serviço prisional.</P><br />
<P>Em outubro de 2025, as autoridades de Israel prorrogaram por mais seis meses a detenção do médico.</P><br />
<P>&#8220;A decisão foi tomada apesar de o nome do meu pai ter sido anteriormente incluído nas listas de libertação em troca de reféns, o que redobra a ansiedade e a perplexidade entre a sua família e todos aqueles que defendem a sua causa humanitária&#8221;, denunciou, na altura, um dos seus filhos, Idris, num comunicado publicado na rede social Instagram.</P><br />
<P>Israel tem enfrentado críticas severas devido ao tratamento dispensado aos prisioneiros e detidos palestinianos desde o início da guerra com o Hamas, em outubro de 2023. Organizações de direitos humanos e as Nações Unidas têm alegado padrões sistemáticos de abuso.</P><br />
<P>O número de palestinianos detidos por Israel aumentou drasticamente após o início da guerra e milhares continuam detidos. A Associated Press já tinha noticiado anteriormente as condições desastrosas nas prisões.</P><br />
<P>A guerra entre Israel e o Hamas começou a 07 de outubro de 2023, depois de o grupo militante sediado em Gaza ter liderado um ataque ao sul de Israel, matando cerca de 1.200 pessoas e fazendo 251 reféns. </P><br />
<P>Desde então, mais de 73.000 palestinianos foram mortos na ofensiva israelita em Gaza, de acordo com o Ministério da Saúde do território, que não faz distinção entre civis e combatentes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785617]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Sul da Europa enfrenta início precoce da época de fogos florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:14:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O sul da Europa está a braços com o início precoce da época de grandes incêndios florestais, potenciados pela onda de calor que assola o continente, mas também por comportamentos negligentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O sul da Europa está a braços com o início precoce da época de grandes incêndios florestais, potenciados pela onda de calor que assola o continente, mas também por comportamentos negligentes.</P><br />
<P>Portugal regista o maior incêndio em termos de área ardida, com o fogo que se iniciou em Vouzela e consumiu parte da serra do Caramulo, a registar mais de 13 mil hectares de área ardida e a mobilizar milhares de operacionais no combate às chamas.</P><br />
<P>Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos para reforçar o dispositivo de combate aos incêndios, tendo recebido ajuda de Itália, que enviou dois aviões Canadair, e de Espanha, que enviou um Canadair e meios terrestres.</P><br />
<P>Em França um fogo na região dos Pirinéus-Orientais, sudeste do país, já queimou 1.350 hectares desde sábado numa zona de difícil acesso junto ao maciço de Canigou, com o vento e o calor a dificultar o combate às chamas, que motivaram retiradas de pessoas.</P><br />
<P>Na região, em alerta laranja devido ao calor, as temperaturas podem atingir os 40ºC em alguns locais, apenas uma semana depois de uma onda de calor histórica no país.</P><br />
<P>O sul de França já tinha enfrentado dois incêndios no início da última semana, tendo o ministro do Interior, Laurent Nuñez, manifestado a sua preocupação com a época de incêndios que arrancou &#8220;com um mês de avanço&#8221;.</P><br />
<P>Os bombeiros apontam origem humana na maioria dos fogos, mas as vagas de calor e a seca, efeitos das alterações climáticas, favorecem a sua progressão.</P><br />
<P>Do outro lado da fronteira, em Espanha, na região da Costa Brava na Catalunha, um incêndio que hoje foi dado como dominado já consumiu 2.200 hectares, mas os bombeiros estão preocupados com as temperaturas altas que se fazem sentir e a persistência de pequenos focos.</P><br />
<P>Ao início da tarde as autoridades levantaram as restrições impostas a uma dezena de localidades próximas de Girona, permitindo aos habitantes regressar as suas casas.</P><br />
<P>As autoridades suspeitam de negligência na origem do incêndio e detiveram um trabalhador suspeito de ter usado uma máquina em zona proibida.</P><br />
<P>Na Grécia, um incêndio numa fábrica de reciclagem junto a Tessalónica levou as autoridades a ordenar aos habitantes que permanecessem em casa e fechassem portas e janelas para evitar respirar o fumo tóxico saído do local, depois de ter sido atingido pelas chamas de um fogo florestal que chegou aos arredores da segunda maior cidade do país.</P><br />
<P>O incêndio motivou ainda alertas para evacuação em três subúrbios e numa unidade de acolhimento de pessoas com necessidades especiais e provocou estragos em empresas e habitações.</P><br />
<P>Um homem de 76 anos foi detido por suspeitas de negligência e de ter iniciado o fogo com faíscas geradas pelo seu veículo, que incendiaram vegetação próxima à estrada, devendo comparecer em tribunal ainda hoje.</P><br />
<P>Este incêndio acontece dias depois de um outro, que provocou a morte a um rapaz de 12 anos e do seu pai.</P><br />
<P>O risco de incêndio no país para hoje permanece elevado devido às elevadas temperaturas e ao vento forte.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785616]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Relógios de 300 mil euros e tratamentos antienvelhecimento: como gasta dinheiro a nova elite milionária da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento da inteligência artificial criou uma nova vaga de milionários entre investidores e empresários tecnológicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O crescimento da inteligência artificial criou uma nova vaga de milionários entre investidores e empresários tecnológicos. Esta redistribuição de riqueza está também a mudar os padrões de consumo de luxo, com a nova elite da tecnologia a gastar dinheiro em casas, viagens, experiências, relógios raros e tratamentos ligados à longevidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Scott Kerr, fundador da consultora de luxo Silvertone Consulting, estes novos milionários estão a melhorar o estilo de vida e a investir em habitação, experiências e artigos de luxo. O fenómeno tornou-se particularmente visível com a entrada em bolsa da SpaceX, que transformou mais de 4.000 trabalhadores em milionários, incluindo alguns funcionários da cafetaria.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Relógios de luxo como símbolo de estatuto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os produtos mais procurados por esta nova elite estão os relógios de luxo. Para muitos destes compradores, as marcas mecânicas de alta gama funcionam como sinal de estatuto e distinção num mundo dominado pela velocidade digital.</p>
<p class="isSelectedEnd">Scott Kerr explica que estes perfis compram relógios mecânicos de marcas como Patek, Audemars Piguet, Rolex e fabricantes independentes ultrarraros não por necessidade prática, mas pelo valor simbólico da mecânica, da precisão artesanal e da relação com o tempo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o consultor, estes relógios comunicam uma ideia de exclusividade: a capacidade de pagar pela lentidão, pela manutenção e pela obsessão pelo detalhe num mundo otimizado para a rapidez.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alguns destes modelos podem custar cerca de 300 mil dólares. Entre as mulheres, uma das escolhas mais populares é o clássico Baignoire, da Cartier. Entre os homens, destacam-se modelos como o Polo, da Piaget, e o Audemars Piguet Bamboo, que pode atingir os 50 mil dólares em plataformas como a RealReal.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Longevidade como novo luxo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além dos relógios, a elite tecnológica tem vindo a investir em tratamentos associados à longevidade e ao desempenho físico. Entre as opções procuradas estão o intercâmbio terapêutico de plasma e as câmaras hiperbáricas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As câmaras hiperbáricas têm como objetivo aumentar os níveis de oxigénio no corpo e podem custar cerca de 2.600 dólares por mês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Faye Mythen, diretora executiva consultora de uma clínica, vê nesta tendência um paralelo com o mundo dos atletas. Na sua perspetiva, estes tratamentos atraem a elite tecnológica porque respondem ao desejo de alcançar o máximo desempenho.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Luxo menos convencional ganha espaço</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O padrão de consumo destes novos milionários não se limita aos símbolos clássicos de riqueza. Embora continuem a investir em habitação, viagens e objetos de luxo, há uma procura crescente por experiências e artigos menos convencionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A combinação entre tecnologia, fortuna recente e cultura de desempenho está a criar uma nova forma de consumo de luxo, em que o relógio mecânico raro pode conviver com tratamentos antienvelhecimento e terapias de otimização física.</p>
<p>No centro desta mudança está uma elite enriquecida pela inteligência artificial e pelo setor tecnológico, que procura transformar dinheiro em estatuto, saúde, tempo e exclusividade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784884]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/sismo: Sobe para 95 número de portugueses mortos e há 58 desaparecidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 13:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 95 e registam-se 58 portugueses desaparecidos, revelou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de cidadãos portugueses que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 95 e registam-se 58 portugueses desaparecidos, revelou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 95 cidadãos portugueses mortos, em que 82 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 17 crianças e 78 adultos, indicou o MNE.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 2.954 mortos e 16.592 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785615]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial 2026: Cabo Verde recebe seleção em festa no Dia da Independência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 13:20:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O 51.º aniversário da independência de Cabo Verde está hoje a ser festejado com a receção aos Tubarões Azuis na capital, cidade da Praia, com a população a saudar a equipa após a participação no Mundial 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O 51.º aniversário da independência de Cabo Verde está hoje a ser festejado com a receção aos Tubarões Azuis na capital, cidade da Praia, com a população a saudar a equipa após a participação no Mundial 2026.</P><br />
<P>A formação foi recebida como uma campeã depois de ter dado luta à Argentina, detentora do troféu, na sexta-feira, levando o jogo dos dezasseis avos de final para prolongamento, antes de ser eliminada pelos sul-americanos por 3-2.</P><br />
<P>Antes, na fase de grupos, a equipa das ilhas já tinha conseguido três empates com Espanha (0-0), Uruguai (2-2) e Arábia Saudita (0-0), numa campanha que excedeu as expectativas e ganhou notoriedade global, tendo em conta que foi a primeira participação de sempre em campeonatos mundiais.</P><br />
<P>O avião oriundo dos Estados Unidos em que viajou a seleção aterrou no aeroporto internacional Nelson Mandela pelas 10:00 (12:00 em Lisboa) numa altura em que já se concentravam muitos adeptos com as bandeiras nacionais, criando um fundo azul, riscado a branco e vermelho em redor da pista.</P><br />
<P>Alguns carregavam camisolas para serem autografadas, outros queriam tão só estar perto dos jogadores que se tornaram celebridades, como o guarda-redes Vozinha &#8212; um dos mais requisitados, mal colocou pé em terra &#8211;, após a prestação no Mundial 2026.</P><br />
<P>A chegada coincide com o feriado de 05 de julho e isso tem um significado especial, disse Bubista, ao &#8220;felicitar aqueles que lutaram pela independência, por estarmos num pais que é livre&#8221;.</P><br />
<P>Apesar da popularidade, garante ser &#8220;o mesmo Bubista, com o mesmo espírito e vontade de aprender&#8221;.</P><br />
<P>Contra a Argentina, os Tubarões Azuis mostraram &#8220;vontade, qualidade e resiliência, a equipa mostrou o quanto cresceu e que não se apurou à toa, foi à custa de muito trabalho&#8221;.</P><br />
<P>Pico Lopes, defesa do Shamrock Rovers (Irlanda), tenta articular o melhor português possível para dizer que hoje &#8220;é dia de festa e é incrível&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Penso que as coisas vão mudar: fizemos um bom mundial e espero que isto inspire as futuras gerações&#8221;, acrescentou, ainda no aeroporto, na zona de chegadas reservada para a seleção.</P><br />
<P>Ao lado, Sidny Lopes Cabral dizia ser difícil encontrar palavras para descrever o golo que marcou à Argentina.</P><br />
<P>&#8220;Sem dúvida, todo o jogo foi uma sensação diferente, e acho que demonstrámos qualidade&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Kevin Pina, eleito melhor jogador pela UEFA na partida contra o Uruguai, fala de uma &#8220;grande felicidade&#8221; por tudo o alcançado no Mundial 2026.</P><br />
<P>&#8220;Como dizemos em crioulo, é tanta que não cabe no peito. Mas agora é altura de descansar e aproveitar o momento, com o nosso povo, por todo o apoio que nos deram&#8221;, disse.</P><br />
<P>Ryan Mendes considera que &#8220;Cabo Verde mostrou muita qualidade, muito potencial, agora é continuar a trabalhar forte para seguir estes passos&#8221;.</P><br />
<P>Depois de sair do aeroporto, a equipa vai percorrer vários bairros e avenidas da capital, num percurso rodeado por adeptos sque terminará com música e festa no largo de Quebra Canela, que foi palco de exibição dos jogos em ecrã gigante.</P><br />
<P>O primeiro-ministro cabo-verdiano, Francisco Carvalho, propôs no sábado que o dia 03 de julho, em que Cabo Verde se bateu com a Argentina, passe a ser assinalado como Dia dos Tubarões Azuis para celebrar &#8220;os valores da união, da superação e do orgulho nacional, inspirando as gerações presentes e futuras&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785614]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Farto das espreguiçadeiras &#8216;reservadas&#8217; com toalhas, turista recorre a pó de comichão e gera polémica nas redes sociais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/farto-das-espreguicadeiras-reservadas-com-toalhas-turista-recorre-a-po-de-comichao-e-gera-polemica-nas-redes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 13:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A prática de reservar espreguiçadeiras junto à piscina com toalhas continua a gerar polémica em muitos destinos turísticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A prática de reservar espreguiçadeiras junto à piscina com toalhas continua a gerar polémica em muitos destinos turísticos. Em Maiorca, um turista britânico decidiu levar a frustração ao limite e protagonizou uma vingança insólita que rapidamente se tornou viral nas redes sociais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tom Caunce, de 31 anos, estava de férias em família quando se cansou de ver hóspedes a ocuparem espreguiçadeiras logo pela manhã, deixando apenas as toalhas e ausentando-se durante várias horas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de observar durante vários dias o comportamento de alguns hóspedes, Tom decidiu pôr em prática um plano pouco convencional.</p>
<p class="isSelectedEnd">O britânico identificou um casal que, todas as manhãs, reservava sempre as mesmas espreguiçadeiras antes de abandonar a zona da piscina. Convencido de que estavam a abusar do sistema, resolveu agir.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sua escolha passou por colocar pó comichoso numa das toalhas deixadas sobre uma espreguiçadeira, aguardando depois pelo regresso dos proprietários.</p>
<p><strong>Primeira tentativa não teve efeito</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo contou, a primeira tentativa não produziu o resultado esperado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tom tentou espalhar discretamente o pó enquanto passava junto às toalhas, mas diz que praticamente não houve reação quando o casal regressou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sem desistir, voltou a repetir a partida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na segunda tentativa, o turista esfregou o pó comichoso numa toalha branca do hotel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pouco tempo depois, o homem do casal utilizou a toalha para se secar e começou a coçar-se de forma insistente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tom afirmou que uma pequena irritação acabou por se transformar numa comichão generalizada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os vídeos publicados nas redes sociais ultrapassaram, no total, 864 mil visualizações e somaram mais de 13 mil &#8220;gostos&#8221;, dividindo opiniões entre os utilizadores.</p>
<p><strong>Redes sociais divididas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A partida gerou reações muito diferentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto alguns internautas consideraram a atitude exagerada, outros defenderam que a prática de reservar espreguiçadeiras durante horas é um comportamento desrespeitoso para os restantes hóspedes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os comentários publicados nas redes sociais houve quem classificasse a atitude como &#8220;muito estranha&#8221;, enquanto outros admitiram que retirar as toalhas poderia ser aceitável, mas consideraram que recorrer ao pó comichoso ultrapassou os limites.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também houve utilizadores que elogiaram a iniciativa, descrevendo-a como uma resposta criativa ao problema das espreguiçadeiras reservadas.</p>
<p><strong>Um problema frequente nas férias de verão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A reserva antecipada de espreguiçadeiras continua a ser um dos temas mais polémicos em muitos hotéis durante o verão, sobretudo em destinos turísticos muito procurados.</p>
<p>Apesar de vários hotéis terem criado regras para impedir esta prática, continua a ser frequente ver hóspedes a deixarem toalhas sobre as espreguiçadeiras durante longos períodos sem as utilizarem, uma situação que gera conflitos entre turistas e alimenta regularmente debates nas redes sociais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784998]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Missão da GNR no controlo de fronteiras do aeroporto de Lisboa terminou hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 13:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O reforço da GNR no controlo de fronteiras do aeroporto de Lisboa terminou hoje pelas 13:00, na véspera de entrada em estágio de novos agentes da PSP formados para estas funções, adiantou a Polícia de Segurança Pública (PSP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O reforço da GNR no controlo de fronteiras do aeroporto de Lisboa terminou hoje pelas 13:00, na véspera de entrada em estágio de novos agentes da PSP formados para estas funções, adiantou a Polícia de Segurança Pública (PSP).</P><br />
<P>Em comunicado, a PSP recorda que o reforço operacional da Guarda Nacional Republicana (GNR) no controlo de fronteiras, no aeroporto Humberto Delgado, teve início a 06 de janeiro deste ano, &#8220;aumentando a capacidade de resposta policial de controlo de fronteira enquanto decorriam as obras de ampliação e o aumento das posições de controlo no aeroporto, bem como a formação de novos efetivos especializados (Guardas de Fronteira) da PSP&#8221;.</P><br />
<P>Na segunda-feira, iniciam funções, em regime de estágio operacional, durante duas semanas, 367 novos agentes da PSP, sendo que 170 vão ficar alocados ao aeroporto de Lisboa, sendo os restantes distribuídos por Porto, Faro, Madeira e Açores.</P><br />
<P>No comunicado hoje divulgado, o diretor nacional da PSP, Luís Carrilho, agradece e reconhece a &#8220;colaboração prestada, destacando o profissionalismo, a competência, a dedicação e o elevado sentido de missão demonstrados pelos militares da GNR ao longo de toda a operação, fatores que a PSP considera determinantes para o sucesso desta missão conjunta&#8221;, que contribuiu para &#8220;reforçar os laços institucionais e a capacitação mútua&#8221; no controlo de fronteiras.</P><br />
<P>O ministro da Administração Interna (MAI) afirmou na sexta-feira, na cerimónia de encerramento do curso de formação dos novos agentes, em Torres Novas, Santarém, que o reforço de 367 agentes da PSP nas fronteiras aeroportuárias permitirá acelerar o controlo de passageiros, embora admita que continuem a existir filas pontuais devido a constrangimentos operacionais.</P><br />
<P>Luís Neves advertiu que poderão continuar a verificar-se constrangimentos pontuais na operação aeroportuária, sublinhando que &#8220;as filas existirão sempre&#8221; e que poderá haver dias em que problemas informáticos ou no acesso a bases de dados nacionais e internacionais afetem a rapidez do controlo de passageiros.</P><br />
<P>O ministro salientou também que o aumento do número de viajantes tem colocado pressão adicional sobre as infraestruturas aeroportuárias, referindo que Portugal recebe atualmente mais 20 mil passageiros por dia do que no mesmo período do ano passado.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785613]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Macron vai visitar Síria para reforçar cooperação económica &#8212; Presidência síria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 12:54:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente francês, Emmanuel Macron, deverá visitar Damasco, anunciou hoje a Presidência síria sem indicar a data da deslocação, com o objetivo de reforçar a cooperação económica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente francês, Emmanuel Macron, deverá visitar Damasco, anunciou hoje a Presidência síria sem indicar a data da deslocação, com o objetivo de reforçar a cooperação económica.</P><br />
<P>A Presidência síria indicou que Macron será acompanhado por &#8220;uma delegação composta por investidores e representantes de empresas francesas&#8221;, com o objetivo de &#8220;reforçar a cooperação económica&#8221;.</P><br />
<P>Acrescentou que &#8220;as conversações incidirão sobre os desenvolvimentos regionais e internacionais&#8221;.</P><br />
<P>A deslocação de Macron à Síria será a primeira de um chefe de Estado de uma potência ocidental desde a chegada ao poder do Presidente Ahmad al-Chareh, no final de 2024.</P><br />
<P>Trata-se igualmente da primeira visita de um Presidente francês à Síria desde as deslocações de Nicolas Sarkozy, em 2008 e 2009, antes da rutura das relações provocada pela repressão da chamada &#8220;Primavera Árabe&#8221; pelo regime de Bashar al-Assad, em 2011.</P><br />
<P>O emir do Qatar, Tamim bin Hamad al-Thani, foi, no início de 2025, o primeiro chefe de Estado a visitar o novo dirigente islamita sírio, que derrubou Bashar al-Assad em dezembro de 2024.</P><br />
<P>Seguiram-se, em janeiro de 2026, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e, em abril, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</P><br />
<P>Macron será, no entanto, o primeiro dirigente de um Estado-membro da União Europeia e o primeiro chefe de Estado de uma potência ocidental a deslocar-se a Damasco.</P><br />
<P>O Presidente francês já tinha sido o primeiro líder ocidental a receber Ahmad al-Chareh, em maio de 2025.</P><br />
<P>O anúncio da visita surge numa altura em que um atentado à bomba provocou, na quinta-feira, 10 mortos num café em Damasco, ilustrando os desafios enfrentados pelos novos dirigentes sírios.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785612]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Dominado fogo que ameaçou casas em Santo Tirso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 12:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que lavrava desde sábado em Santo Tirso, no distrito do Porto, e chegou a mobilizar mais de uma centena de operacionais e um meio aéreo foi dominado durante a manhã, disse fonte dos bombeiros locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que lavrava desde sábado em Santo Tirso, no distrito do Porto, e chegou a mobilizar mais de uma centena de operacionais e um meio aéreo foi dominado durante a manhã, disse fonte dos bombeiros locais.</P><br />
<P>&#8220;O incêndio foi dominado e os meios permanecem no local para consolidação de rescaldo&#8221;, disse a adjunta do comandante dos Bombeiros Voluntários de Santo Tirso, Olga Ribeiro, num ponto de situação à Lusa, cerca das 13:15.</P><br />
<P>Quanto à bombeira ferida que, após uma queda, no sábado, foi encaminhada para o Hospital do Médio Ave, Olga Ribeiro revelou que está estável e teve alta.</P><br />
<P>O incêndio foi considerado dominado às 12:35.</P><br />
<P>Antes, cerca das 09:30, o comandante dos bombeiros de Santo Tirso, Pedro Santos, indicou a expectativa de que este incêndio entrasse na fase de rescaldo ainda durante a manhã e sublinhou que não havia casas em risco, explicando o reforço de meios como medida de precaução.</P><br />
<P>&#8220;Efetivamente chegámos a mobilizar uma equipa de combate a incêndios urbanos por causa do risco do fogo chegar às casas, mas não temos relatos de que tenha acontecido algo nesse sentido. Há um flanco ativo neste momento que está a ceder aos meios&#8221;, disse Pedro Santos.</P><br />
<P>De acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) para este incêndio continuam mobilizados 85 operacionais, apoiados por 27 veículos e um meio aéreo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785611]]></sapo:autor>
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		<title>Wimbledon: Francisco Cabral eliminado nos &#8216;oitavos&#8217; em pares masculinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 12:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista português Francisco Cabral, ao lado do austríaco Lucas Miedler, foi hoje eliminado nos oitavos de final do torneio de pares masculinos de Wimbledon, ao perder em dois sets com os alemães Kevin Krawietz e Tim Puetz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Francisco Cabral, ao lado do austríaco Lucas Miedler, foi hoje eliminado nos oitavos de final do torneio de pares masculinos de Wimbledon, ao perder em dois sets com os alemães Kevin Krawietz e Tim Puetz.</P><br />
<P>Francisco Cabral (25.º classificado do ranking mundial de pares) e Lucas Miedler (24.º), 11/os cabeças de série em Londres, foram batidos por dois tenistas mais bem posicionados na hierarquia da ATP (Krawietz é 12.º e Puetz é 13.º) pelos parciais de 7-6 (7-3) e 7-6 (9-7), após uma hora e 46 minutos de confronto no &#8216;court&#8217; em piso de relva.</P><br />
<P>Num encontro com apenas duas quebras de serviço (uma para cada dupla), no set inicial, a decisão dos dois parciais arrastou-se até ao &#8216;tie-break&#8217;, ambos favoráveis ao par germânico, que é sétimo pré-designado do torneio inglês, terceiro Grand Slam de 2026.</P><br />
<P>Francisco Cabral, de 29 anos, que atingiu pela primeira vez a terceira ronda em Wimbledon, após quatro tentativas consecutivas falhadas, regressa ainda hoje ao &#8216;court&#8217; para disputar o encontro dos oitavos de final de pares mistos, ao lado da australiana Ellen Perez, frente à dupla composta pelo britânico Neal Skupski e a norte-americana Desirae Krawczyk.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785610]]></sapo:autor>
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		<title>BE propõe comissão de inquérito sobre processo de classificação digital dos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 12:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O BE propôs hoje a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito para apurar responsabilidades sobre o processo de classificação digital dos exames nacionais, após terem sido reportadas várias falhas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O BE propôs hoje a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito para apurar responsabilidades sobre o processo de classificação digital dos exames nacionais, após terem sido reportadas várias falhas.</P><br />
<P>De acordo com a proposta, Fabian Figueiredo quer que esta comissão analise as &#8220;decisões, contratações e responsabilidades na conceção e execução da classificação digital dos exames nacionais de 2025 e 2026, incluindo os efeitos da reorganização orgânica do Ministério da Educação, Ciência e Inovação nesse processo e as suas consequências para os alunos, designadamente no acesso ao Ensino Superior&#8221;.</P><br />
<P>O bloquista considera que a integridade, fiabilidade e confiança depositada no sistema público de exames e de acesso ao Ensino Superior está comprometida, &#8220;não por força de um acidente, mas na sequência de um encadeamento de decisões políticas cujas circunstâncias, fundamentos e responsabilidades importa apurar com os poderes que só um inquérito parlamentar confere&#8221;.</P><br />
<P>Fabian Figueiredo começa por lembrar que no projeto-piloto do exame de Filosofia, realizado em 2025, já tinham sido reportadas falhas agora repetidas em maior escala: &#8220;Exames que desapareciam do sistema, impedindo a revisão da classificação; folhas de prova totalmente brancas ou totalmente pretas; respostas cortadas a meio; respostas trocadas; folhas de resposta em branco em que a resposta do aluno simplesmente não constava&#8221;.</P><br />
<P>O bloquista argumenta que a decisão de generalizar este sistema de classificação de provas &#8220;foi tomada em simultâneo com a mais profunda reorganização orgânica de que há memória recente no setor da Educação&#8221;, apontando que &#8220;a entidade responsável pela avaliação externa&#8221; apenas viu a sua estrutura institucional completa já as inscrições para os exames estavam em curso.</P><br />
<P>Fabian Figueiredo aponta várias falhas &#8220;em todas as fases do processo&#8221;, apontando, por exemplo, que na chamada dos classificadores, &#8220;foram documentados casos de professores convocados para disciplinas que nunca lecionaram, para agrupamentos em que não davam aulas, de docentes aposentados e, pelo menos, de uma professora já falecida&#8221;.</P><br />
<P>Nos primeiros dias deste mês, &#8220;multiplicaram-se relatos convergentes e circunstanciados de respostas já classificadas que desapareciam das contas dos classificadores&#8221; ou &#8220;respostas que surgiam nessas contas já classificadas ou gravadas por terceiros&#8221;, além de &#8220;digitalizações ilegíveis, respostas integralmente a preto, páginas em branco, folhas de continuação em falta, deixando respostas e raciocínios interrompidos a meio, e folhas de continuação de alunos diferentes associadas à mesma prova&#8221;.</P><br />
<P>Acusando o Governo de &#8220;negação, desresponsabilização e recuo&#8221;, o deputado sustenta que &#8220;permanecem resposta a questões essenciais&#8221;, como o número de provas afetadas, &#8220;quem concebeu, desenvolveu e mantém a Plataforma de Classificação e Supervisão, que permanece alojada em domínios eletrónicos de um instituto extinto&#8221;, em que condições foi montado e operado o centro de digitalização ou ainda &#8220;se os registos da plataforma permitem sequer reconstituir, com fiabilidade, quem classificou cada resposta&#8221;.</P><br />
<P>O bloquista argumenta ainda que os instrumentos habituais de fiscalização &#8220;revelaram-se insuficientes&#8221;, uma vez que o ministro, em audição, &#8220;recusou identificar a entidade responsável pela plataforma&#8221; e que várias perguntas e requerimentos aguardam resposta.</P><br />
<P>&#8220;Estão em causa atos do Governo e da Administração com impacto direto e potencialmente irreversível nos direitos de dezenas de milhares de jovens, na confiança pública de um processo de certificação nacional e na aplicação de fundos públicos, incluindo fundos europeus do Plano de Recuperação e Resiliência. O apuramento cabal dos factos e das responsabilidades, administrativas e políticas, exige o acesso a atas, pareceres, comunicações internas, contratos e registos informáticos que só os poderes de um inquérito parlamentar permitem obter e verificar&#8221;, é sustentado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785609]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Fogo de Vouzela está dominado, mas há risco de reacendimentos &#8212; bombeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 12:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que se iniciou em Vouzela às 03:04 de quinta-feira está, neste momento, dominado e a situação está "mais calma", mas com risco de reacendimentos, disse à Lusa fonte dos bombeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que se iniciou em Vouzela às 03:04 de quinta-feira está, neste momento, dominado e a situação está &#8220;mais calma&#8221;, mas com risco de reacendimentos, disse à Lusa fonte dos bombeiros.</P><br />
<P>O comandante dos Bombeiros Voluntários de Vouzela, Francisco Lima, adiantou que o incêndio, que começou em Tourelhe, freguesia de Cambra, propagou-se depois aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro, estava dominado às 12:40.</P><br />
<P>No entanto, continua a existir muitos reacendimentos em todo o perímetro a que os bombeiros têm de acorrer rapidamente.</P><br />
<P>Francisco Lima alertou, contudo, que a situação ainda está longe de estar resolvida. &#8220;Apesar de tudo estar muito mais calmo, é a partir desta hora que as coisas se começam a complicar. Continuamos com todos os meios no terreno para combater os reacendimentos e evitar que tudo se complique&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>O presidente da Câmara de Vouzela, Carlos Oliveira, mostrou-se mais tranquilo com o evoluir positivo do fogo, mas frisou que existem &#8220;muitos pontos quentes, ao longo de vários quilómetros&#8221;, o que é uma preocupação devido aos reacendimentos.</P><br />
<P>&#8220;Os bombeiros estão sempre a correr para resolver as coisas rapidamente e impedir novas progressões&#8221;, afirmou à Lusa o autarca.</P><br />
<P>Pelas 13:00, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) na internet indicava que estavam 1.183 operacionais no terreno, apoiados por 394 veículos e 11 meios aéreos.</P><br />
<P>Segundo a Proteção Civil, na sexta-feira, registaram-se dois feridos graves. Um homem de 55 anos com queimaduras de segundo e terceiro grau, ao tentar apagar o fogo, e um outro de 34 anos sofreu um traumatismo craniano grave ao cair de uma carrinha particular que transportava água para combater o incêndio.</P><br />
<P>Há também três vítimas ligeiras a registar, dois bombeiros voluntários, devido ao fumo nos olhos, um da corporação de São Pedro do Sul e outra da de Vouzela. E ainda um civil de Águeda com queimaduras.</P><br />
<P>Na sexta-feira, este incêndio destrui totalmente uma fábrica em Vouzela de componentes de madeira, produtora de biomassa para produção de energia.</P><br />
<P></P><br />
<P>EYC/(IYN/ATR/JLS) // MAG</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785608]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Excesso de turismo: onde estão os moradores a ser empurrados para fora pelo aumento das rendas?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/excesso-de-turismo-onde-estao-os-moradores-a-ser-empurrados-para-fora-pelo-aumento-das-rendas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Europa continua a ser a maior região turística do mundo, concentrando mais de metade de todas as chegadas internacionais de turistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Europa continua a ser a maior região turística do mundo, concentrando mais de metade de todas as chegadas internacionais de turistas. O setor gera milhões de euros por ano para as economias nacionais, mas o impacto para quem vive fora da atividade turística pode ser pesado: mais pressão nas cidades, mais sobrelotação, mais poluição e, sobretudo, rendas mais caras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo um estudo da New Economics Foundation, citado pela Euronews, o aumento dos fluxos turísticos está a contribuir diretamente para a subida dos preços da habitação em vários países europeus. A análise combinou dados do Eurostat sobre o crescimento das rendas com o volume de passageiros aéreos e os preços atuais do arrendamento.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Grécia é o país mais afetado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os residentes na Grécia são os mais penalizados. De acordo com o estudo, o impacto do turismo fez subir as rendas anuais em 342 euros desde 2019. O país tem sido um dos mais atingidos pelas críticas ao excesso de turismo, num movimento de contestação que também já levou protestos às ruas nos Países Baixos, em Itália e em Espanha.</p>
<p class="isSelectedEnd">A seguir à Grécia surge Espanha, onde o turismo terá contribuído para um aumento anual estimado de 236 euros nas rendas. Portugal aparece logo depois, com uma subida de 220 euros, seguido de Itália, onde o acréscimo estimado é de 202 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores assinalam, no entanto, diferenças entre os países. Em Espanha, as políticas de controlo das rendas terão ajudado a limitar parcialmente a inflação no mercado de arrendamento. Em Itália, a maior oferta de habitação terá atenuado a pressão sobre os preços.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal entre os países onde as rendas mais sobem</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal surge entre os países europeus onde os moradores mais sentem o impacto do turismo no custo da habitação. A subida estimada de 220 euros por ano desde 2019 coloca o país entre os casos mais expostos à pressão turística sobre o mercado de arrendamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo aponta para uma tendência comum nos países analisados: onde há maior pressão turística, há também maior risco de agravamento das rendas. Para os residentes, isso significa que o crescimento do turismo pode traduzir-se num custo de vida mais elevado, sobretudo nas zonas urbanas e nos destinos mais procurados.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Irlanda deverá liderar novas subidas nos próximos cinco anos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo olha também para a evolução esperada das rendas nos próximos cinco anos. Neste cenário, a Irlanda surge como o país onde o aumento absoluto deverá ser mais elevado, com uma subida adicional de 251 euros por ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">A seguir à Irlanda encontram-se Espanha e Portugal, com aumentos previstos de 217 euros e 193 euros por ano, respetivamente. A análise alerta ainda que os planos para expandir o aeroporto de Dublin poderão agravar a pressão sobre um mercado de arrendamento já considerado difícil para os consumidores.</p>
<p class="isSelectedEnd">De forma geral, as rendas deverão continuar a aumentar em todos os países analisados, com o turismo a surgir como um dos fatores associados a essa evolução.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Construção não explica tudo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das explicações frequentemente apontadas para a subida das rendas é o aumento dos custos de construção. Na União Europeia, estes custos subiram 45% na última década. No entanto, o estudo sugere que essa não é a principal explicação nos países com maior pressão turística.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo dados do Eurostat citados na análise, Itália, Espanha e Grécia registaram apenas aumentos mínimos nos custos de construção nos últimos anos. Isso indica que a subida das rendas poderá estar relacionada com outros fatores, entre os quais o crescimento do turismo.</p>
<p>A conclusão reforça a ligação entre excesso de turismo e pressão sobre a habitação. Para os países mais procurados pelos visitantes, incluindo Portugal, o desafio passa por equilibrar o peso económico do setor com a capacidade de manter as cidades acessíveis para quem nelas vive.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785103]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Le Mans em tamanho de bolso: mini Ford GT40 aguenta cinco dias num teste insólito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 11:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ford GT40]]></category>
		<category><![CDATA[Hot Wheels]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Ford fez história em Le Mans há 60 anos, ao tornar-se a primeira — e até hoje única — marca dos Estados Unidos a vencer a famosa corrida de resistência. Agora, num ano de aniversário para essa saga, o GT40 voltou a cumprir uma proeza de endurance, mas em versão de bolso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um Ford GT40 voltou a dar uma lição de resistência. Desta vez, porém, não foi em Le Mans, não teve pilotos e não precisou sequer de combustível. Era um Hot Wheels à escala 1:64, preso a uma passadeira improvisada, e conseguiu rodar durante cinco dias, uma hora, 10 minutos e 42 segundos antes de finalmente ceder.</p>
<p>A experiência foi destacada pelo site &#8216;The Drive&#8217; e realizada pelo canal &#8216;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=nfJcbywiA8g" target="_blank" rel="noopener">Diecast Endurance</a>&#8216;, dedicado a um nicho muito específico: pôr miniaturas metálicas a rodar até falharem. Para o teste, foi escolhido um Hot Wheels Ford GT40 Mark IV, inspirado no carro que deu à Ford a vitória nas 24 Horas de Le Mans de 1967.</p>
<p>O detalhe torna a história ainda mais curiosa. A Ford fez história em Le Mans há 60 anos, ao tornar-se a primeira — e até hoje única — marca dos Estados Unidos a vencer a famosa corrida de resistência. Agora, num ano de aniversário para essa saga, o GT40 voltou a cumprir uma proeza de endurance, mas em versão de bolso.</p>
<p>O “circuito” não tinha nada de sofisticado. A equipa usou uma lixadeira de cinta virada de lado como uma espécie de banco de ensaio. Um clip de plástico mantinha o pequeno carro no lugar, permitindo que as rodas girassem livremente e que a carroçaria se movesse como se estivesse realmente em andamento.</p>
<p>A transmissão, neste caso, era simples: a passadeira rodava, as rodas acompanhavam e a câmara ficava a registar tudo. A experiência foi transmitida em direto em 12 partes, embora exista também uma versão condensada de cerca de cinco minutos para quem não tenha paciência para acompanhar cinco dias de tortura automóvel em miniatura.</p>
<p>Antes de partir, o Hot Wheels percorreu o equivalente a 13.549 milhas à escala, cerca de 21.800 quilómetros, a uma velocidade equivalente de 111 mph, aproximadamente 179 km/h. Para uma miniatura que cabe na palma da mão, é quase uma epopeia mecânica.</p>
<p>O ponto fraco foram as rodas. Em contacto permanente com a superfície abrasiva da lixadeira, começaram a gastar-se até ficarem profundamente marcadas. As rodas dianteiras acabaram por bloquear, cobertas por uma camada de resíduos plásticos que dava ao pequeno GT40 o aspeto de ter acabado uma prova real de resistência.</p>
<p>O desgaste foi tão agressivo que até a pintura na parte interior das cavas das rodas ficou danificada. No fim, o carro parecia menos um brinquedo de prateleira e mais um veterano de corrida, com marcas, sulcos e sinais claros de uma batalha perdida contra a fricção.</p>
<p>A experiência deixa uma pergunta absurda, mas inevitável: teria o Hot Wheels ido mais longe com um banco de ensaio mais adequado ou rodas mais resistentes? O &#8216;The Drive&#8217; admite essa possibilidade, lembrando que a lixadeira acabou por ser uma adversária tão dura quanto o próprio teste.</p>
<p>O canal &#8216;Diecast Endurance&#8217; já tinha testado outras miniaturas, incluindo um Toyota Soarer Z30, conhecido nos Estados Unidos como Lexus SC de primeira geração. Esse modelo atingiu uma velocidade à escala superior, mas percorreu menos distância: 7.964,8 milhas à escala, cerca de 12.818 quilómetros, ao longo de três dias, quatro horas, 41 minutos e 49 segundos.</p>
<p>No fim, a graça da história está precisamente no contraste. O GT40 nasceu para vencer uma das corridas mais exigentes do mundo. Décadas depois, uma versão em miniatura voltou a ser levada ao limite, não por engenheiros da Ford, mas por entusiastas dispostos a descobrir quanto tempo aguenta um carro de brincar antes de se desfazer.</p>
<p>É uma história pequena, literalmente, mas com alma de grande corrida. Sem boxes, sem público, sem troféu e sem piloto, este Hot Wheels acabou por fazer aquilo que qualquer bom GT40 deve fazer: resistir mais do que parecia razoável.</p>
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		<title>Calor: Aviso vermelho alargado hoje a Bragança e Guarda aplicando-se a nove distritos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 11:24:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Bragança e Guarda juntam-se ao grupo de distritos que estão hoje sob aviso vermelho devido ao calor, aumentando de sete para nove o número de distritos, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Bragança e Guarda juntam-se ao grupo de distritos que estão hoje sob aviso vermelho devido ao calor, aumentando de sete para nove o número de distritos, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>A anterior informação do IPMA colocava hoje sete distritos de Portugal continental sob aviso vermelho (o mais grave numa escala de três), nomeadamente Portalegre, Évora, Beja, Santarém, Lisboa, Setúbal e Castelo Branco.</P><br />
<P>Posteriormente, o IPMA colocou também hoje os distritos de Bragança e Guarda sob aviso vermelho de tempo quente, com &#8220;persistência de valores extremamente elevados da temperatura máxima&#8221;.</P><br />
<P>O aviso vermelho para estes dois distritos &#8212; Bragança e Guarda &#8212; vigora desde as 09:18 de hoje até às 23:00 de segunda-feira, período que também se aplica a Castelo Branco e Portalegre.</P><br />
<P>Os outros cinco distritos, designadamente Évora, Beja, Santarém, Lisboa e Setúbal, estão sob aviso vermelho até às 23:00 de hoje, de acordo com informação do IPMA.</P><br />
<P>Os restantes nove dos 18 distritos de Portugal continental, nomeadamente Viseu, Porto, Faro, Vila Real, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga, estão sob aviso laranja (o segundo mais grave), a maioria até às 23:00 deste domingo.</P><br />
<P>O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</P><br />
<P>Na quinta-feira, o Governo declarou situação de alerta, das 00:00 de sexta-feira às 23:59 de segunda-feira, devido à previsão de altas temperaturas e ao &#8220;significativo agravamento do risco de incêndios rurais&#8221;.</P><br />
<P>No sábado, o ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse que o estado de alerta em Portugal deverá ser mantido na próxima semana, já os próximos dias vão continuar a ser de muito calor.</P><br />
<P>A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) elevou também na quarta-feira o estado de prontidão especial para o nível III (intermédio/alto), tendo em conta o previsível &#8220;agravamento muito significativo&#8221; do perigo de incêndios rurais nos dias seguintes.</P><br />
<P>Nesse dia, o dispositivo de combate a incêndios rurais foi reforçado para entrar na sua capacidade máxima.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recomendações aos municípios para protegerem as populações das temperaturas elevadas e ondas de calor, alegando o &#8220;papel de proximidade essencial&#8221; que desempenham na preparação e resposta a esses fenómenos.</P></p>
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