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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 10:30:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ninguém quer ser chefe. Porque é a que a &#8216;Geração Z&#8217; está a recusar promoções?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia de que o sucesso profissional passa inevitavelmente por uma promoção ou por um cargo de chefia está a perder força entre os trabalhadores mais jovens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de que o sucesso profissional passa inevitavelmente por uma promoção ou por um cargo de chefia está a perder força entre os trabalhadores mais jovens. Cada vez menos elementos da Geração Z demonstram interesse em assumir funções de gestão, preferindo privilegiar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional em detrimento de maiores responsabilidades, jornadas de trabalho mais longas e da pressão inerente à liderança de equipas. A tendência começa a preocupar especialistas e empresas, que enfrentam dificuldades crescentes em preparar a próxima geração de dirigentes.</p>
<p>Segundo uma análise divulgada pela Euronews, a diminuição do interesse dos jovens por funções de liderança está a transformar-se num desafio estrutural para as organizações. À medida que muitas empresas já enfrentam dificuldades na renovação das suas equipas de gestão, a menor disponibilidade da Geração Z para aceitar promoções poderá comprometer a eficácia organizacional e dificultar a continuidade da liderança nos próximos anos.</p>
<p>Tomasz Szklarski, diretor executivo da Enpulse e especialista em envolvimento dos trabalhadores, afirma que os estudos internacionais revelam uma mudança significativa nas ambições profissionais desta geração.</p>
<p>&#8220;Olhando para a investigação global, apenas cerca de 6% da Geração Z quer assumir cargos de gestão de topo e tornar-se chefe. Para as organizações e para as suas estruturas, isto representa um problema muito grande&#8221;, afirmou Tomasz Szklarski à Euronews.</p>
<p>De acordo com o especialista, a principal razão para esta mudança prende-se com o aumento constante das exigências associadas aos cargos de chefia. Os jovens observam o nível de responsabilidade exigido aos atuais gestores e concluem que o esforço necessário já não compensa as vantagens da progressão na carreira.</p>
<p>Nos últimos anos, o número de colaboradores supervisionados por cada gestor aumentou de forma expressiva. Segundo Tomasz Szklarski, a dimensão média das equipas duplicou, passando de cerca de seis para aproximadamente doze trabalhadores por responsável.</p>
<p>Esta evolução fez crescer significativamente a pressão sobre quem ocupa funções de gestão. Além de responder perante conselhos de administração e equipas de direção pelo cumprimento dos objetivos da empresa, os gestores são igualmente responsáveis por acompanhar o desenvolvimento profissional dos trabalhadores, manter elevados níveis de motivação e assegurar o bem-estar de equipas cada vez mais numerosas.</p>
<p>Na perspetiva do especialista, a Geração Z analisa cuidadosamente este cenário antes de aceitar uma promoção.</p>
<p>&#8220;A Geração Z avaliou cuidadosamente o que significa o equilíbrio entre vida profissional e pessoal face aos sacrifícios necessários para se tornar chefe. Os jovens conseguem perceber claramente o peso que a gestão implica. Um gestor responde perante os seus superiores e, simultaneamente, por equipas cada vez maiores que exigem apoio constante&#8221;, explicou Tomasz Szklarski.</p>
<p><strong>Tendência poderá afetar especialmente a Europa</strong><br />
O menor interesse pelos cargos de chefia não constitui apenas um problema interno das empresas. Segundo a análise, trata-se de uma tendência global que poderá ter consequências particularmente relevantes na Europa, onde as alterações demográficas estão a reduzir progressivamente a população ativa.</p>
<p>A diminuição do número de trabalhadores disponíveis torna ainda mais importante a formação de novos líderes capazes de assumir responsabilidades de gestão. Caso isso não aconteça, as organizações poderão enfrentar dificuldades crescentes para manter níveis elevados de eficiência.</p>
<p>&#8220;Haverá cada vez menos pessoas a trabalhar, especialmente na Europa. Se não formarmos uma nova geração de gestores e não prepararmos pessoas para assumir a responsabilidade de liderar equipas, enfrentaremos desafios cada vez maiores para manter a eficiência das organizações&#8221;, alertou o responsável da Enpulse.</p>
<p><strong>Inteligência artificial não substitui os gestores</strong><br />
Apesar da rápida expansão da inteligência artificial nas empresas e da automatização crescente de processos, Tomasz Szklarski considera que esta tecnologia dificilmente resolverá a escassez de gestores.</p>
<p>O especialista entende que continua por esclarecer se os trabalhadores estarão dispostos a receber orientações de algoritmos ou se sistemas de inteligência artificial conseguirão desempenhar eficazmente o papel de um líder de equipa.</p>
<p>Na sua perspetiva, a gestão continua a depender de competências profundamente humanas que permanecem difíceis de replicar através da tecnologia. Entre elas destacam-se a empatia, a capacidade de construir relações de confiança, a motivação das equipas e a tomada de decisões que tenham em consideração a dimensão humana das organizações.</p>
<p>Perante esta realidade, a crescente recusa da Geração Z em aceitar promoções para cargos de chefia surge como um dos principais desafios que as empresas terão de enfrentar nos próximos anos, sobretudo num contexto marcado pelo envelhecimento da população ativa, pela escassez de talento e pela necessidade de assegurar uma renovação eficaz das estruturas de liderança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792346]]></sapo:autor>
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		<title>Mercedes, Peugeot e BMW continuam no topo em Portugal&#8230; enquanto a procura por elétricos premium dispara 37%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[standvirtual]]></category>
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					<description><![CDATA[Mercado de usados registou, no último mês do primeiro semestre, um crescimento global de 20% na procura e de 5% na oferta em comparação com junho do ano passado, consolidando um primeiro semestre positivo, com uma dinâmica de crescimento próxima dos 12%
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procura por automóveis usados continua a acelerar em Portugal e os veículos eletrificados, sobretudo os modelos premium, são os grandes vencedores. Em junho, a procura por usados elétricos e híbridos de gama alta disparou 37% face ao mesmo mês de 2025, enquanto a oferta aumentou 22%, segundo o mais recente Panorama Mensal do Mercado Automóvel do Standvirtual.</p>
<p>O mercado de usados registou, no último mês do primeiro semestre, um crescimento global de 20% na procura e de 5% na oferta em comparação com junho do ano passado, consolidando um primeiro semestre positivo, com uma dinâmica de crescimento próxima dos 12%.</p>
<p>Regionalmente, o Algarve foi a zona do país onde a procura mais aumentou, com uma subida de 40%, seguindo-se o Centro (+16%) e o Norte (+11%).</p>
<p><strong>Eletrificados continuam a ganhar terreno</strong></p>
<p>Os eletrificados lideram claramente o crescimento do mercado. Além dos modelos premium (+37% na procura), também os eletrificados de volume registaram uma forte subida de 34%. Do lado da oferta, estes veículos continuam igualmente a reforçar presença, com aumentos de 26% nos modelos de volume e de 22% nos premium.</p>
<p>Apesar desta tendência, os motores de combustão continuam a dominar as preferências dos portugueses. Os automóveis a diesel representam 47% da procura e os modelos a gasolina concentram 34%. Já os elétricos, híbridos e híbridos plug-in representam cerca de 15% da procura e 22% da oferta disponível.</p>
<p>Entre os combustíveis tradicionais, a procura por veículos a gasolina aumentou 10%, enquanto a oferta cresceu 3%. Nos automóveis a diesel, tanto a procura como a oferta registaram um ligeiro crescimento de 1%.</p>
<p><strong>Procura concentra-se nos carros mais baratos</strong></p>
<p>O maior crescimento da procura verificou-se nos automóveis abaixo dos 15 mil euros, com uma subida de 26% face a junho de 2025. Em sentido contrário, os veículos entre 15 mil e 30 mil euros perderam 7% de procura, enquanto os modelos acima dos 30 mil euros recuaram 1%.</p>
<p>Na oferta, o cenário é inverso: os automóveis acima dos 30 mil euros lideraram o crescimento (+10%), seguidos pelos modelos entre 15 mil e 30 mil euros (+8%) e pelos veículos abaixo dos 15 mil euros (+4%).</p>
<p>A faixa de preços entre os 10 mil e os 25 mil euros continua a concentrar a maior atividade do mercado, representando 34% das visualizações e 47% dos anúncios publicados.</p>
<p><strong>Utilitários ganham força e Tesla domina entre os eletrificados</strong></p>
<p>Por segmentos, os utilitários registaram o maior aumento da procura (+27%), seguidos pelos sedans e monovolumes, ambos com crescimentos de 24%. Os SUV continuam, contudo, a ser o segmento mais procurado, representando 22% da procura, à frente dos citadinos (21%) e dos utilitários (20%).</p>
<p>Mercedes-Benz, Peugeot e BMW mantêm-se como as marcas mais procuradas e também as mais anunciadas na plataforma.</p>
<p>Nos diferentes intervalos de preço, os modelos mais procurados foram o Renault Clio (até 5.000 euros), BMW Série 3 (5.000 a 10.000 euros), Tesla Model 3 (10.000 a 25.000 euros), Tesla Model Y (25.000 a 40.000 euros) e Mercedes-Benz Classe E (acima dos 40.000 euros).</p>
<p>Entre os elétricos e híbridos, o Tesla Model 3 liderou as preferências dos utilizadores, seguido pelo Tesla Model Y e pelo Renault Zoe.</p>
<p>Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual, sublinha que &#8220;os dados de junho mostram que o mercado de usados continua a evoluir de forma positiva, com uma procura consistente e uma oferta cada vez mais diversificada&#8221;. O responsável destaca ainda o forte crescimento do interesse pelos veículos elétricos, sobretudo no segmento premium, considerando que este comportamento demonstra uma maior abertura dos consumidores à eletrificação, sem que as motorizações tradicionais deixem de ter um peso relevante no mercado português.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792349]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Caixa Geral de Depósitos distinguida pela Euromoney em financiamento sustentável e crédito à habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos foi distinguida pela revista financeira Euromoney com dois prémios: “Portugal’s Best Bank for Sustainable Finance” e “Portugal’s Best for Mortgages/Home Loans”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Geral de Depósitos foi distinguida pela revista financeira Euromoney com dois prémios, “Portugal’s Best Bank for Sustainable Finance” e “Portugal’s Best for Mortgages/Home Loans”.</p>
<p>Estas duas distinções reconhecem a atuação do banco em duas áreas consideradas estratégicas para a sua atividade, o financiamento da transição sustentável da economia e o crédito à habitação.</p>
<p>Na área das finanças sustentáveis, a Caixa tem reforçado a aposta no financiamento de projetos com impacto ambiental ou social positivo, dirigidos a empresas, instituições e particulares. O banco considera esta dimensão um dos eixos centrais da sua estratégia, contribuindo para uma transição económica que pretende ser mais sustentável, justa e inclusiva.</p>
<p>Já no crédito à habitação, a distinção da Euromoney surge num contexto em que a Caixa mantém uma posição de referência no mercado português, disponibilizando soluções adaptadas a diferentes necessidades e fases da vida, num domínio determinante para o acesso à habitação, para a gestão financeira das famílias e para a concretização de projetos de longo prazo.</p>
<p>Os dois prémios juntam-se a outros reconhecimentos nacionais e internacionais atribuídos à instituição e, segundo a CGD, reforçam o compromisso do banco com os clientes e com o desenvolvimento de soluções financeiras capazes de responder aos desafios da economia e da sociedade portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792370]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Óbito/Luís Represas: Ministra da Cultura lembra &#8220;uma das vozes mais icónicas da música portuguesa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Margaria Balseiro Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, lamentou hoje a morte do músico Luís Represas, "uma das vozes mais icónicas da música portuguesa contemporânea".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, lamentou hoje a morte do músico Luís Represas, &#8220;uma das vozes mais icónicas da música portuguesa contemporânea&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desaparece uma das vozes mais icónicas da música portuguesa contemporânea, além de um talentoso compositor. A solo e com os Trovante, deixa uma marca inesquecível na nossa memória coletiva&#8221;, escreveu a ministra na rede social X.</P><br />
<P>O músico Luís Represas morreu hoje aos 69 anos em consequência de uma doença prolongada.</P><br />
<P>O cantor estava a comemorar 50 anos de carreira, tendo anunciado, para abril de 2027, dois concertos nos coliseus de Lisboa e do Porto.</P><br />
<P>Nascido em Lisboa, em 1956, Luís Represas foi um dos fundadores dos Trovante, em 1976, e o grupo permaneceu ativo até aos anos 1990, editando, por exemplo, &#8220;Baile no Bosque&#8221; (1981) e &#8220;Cais das Colinas&#8221; (1983), fortemente inspirados na música tradicional portuguesa.</P><br />
<P>Nas décadas seguintes, os músicos seguiram caminhos a solo e o grupo voltaria a reunir-se para alguns concertos esporádicos, nomeadamente em 1999, em 2006, em 2017 e em março passado, com atuações esgotadas em Lisboa e no Porto.</P><br />
<P>Luís Represas lançou-se a solo em 1993, com o álbum &#8220;Represas&#8221;, fruto de uma viagem a Cuba, onde foi gravado, e do qual fazem parte músicas como &#8220;Fora de Tempo&#8221;, &#8220;Neva sobre a marginal&#8221; e &#8220;Feiticeira&#8221;. O mais recente álbum, &#8220;Miragem&#8221;, é de 2024.</P><br />
<P>Da história de Luís Represas faz parte ainda o apoio à independência de Timor-Leste. A canção &#8220;Timor&#8221;, com música de João Gil e letra de João Monge, que vinha do álbum do grupo &#8220;Um destes dias&#8221; (1990), voltou a juntar os Trovante em 1999 e transformou-se num dos principais temas da luta que levou à independência timorense. A letra viria a ser traduzida para tetum, por Xanana Gusmão.</P><br />
<P>Represas foi convidado pelo então Presidente da República Portuguesa Jorge Sampaio para o acompanhar na visita oficial a Timor-Leste, em 2000. Em 2016, seria condecorado com a Medalha da Ordem de Timor-Leste pelo Presidente Taur Matan Ruak.</P><br />
<P>Em 2005, foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito &#8211; grau de Comendador. </P><br />
<P>Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Jorge Palma, Phil Collins, Compay Segundo, Gilberto Gil e Carlinhos Brown são alguns dos músicos com os quais Luís Represas colaborou. </P><br />
<P></P><br />
<P>SS/(DD/JRS) // MAG</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792341]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Óbito/Represas: Seguro chora morte de amigo e afirma que &#8220;Portugal, em dor, canta as suas canções&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Represas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje a morte do cantor Luís Represas, afirmando estar, em Cabo Verde, a chorar a morte de um amigo e um dos maiores artistas do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje a morte do cantor Luís Represas, afirmando estar, em Cabo Verde, a chorar a morte de um amigo e um dos maiores artistas do país.</P><br />
<P>&#8220;Os maiores deixam um país a cantar. O Luís Represas será sempre um dos nossos maiores. E Portugal, em dor, canta as suas canções&#8221;, lê-se numa longa nota de pesar publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet.</P><br />
<P>António José Seguro, que está em Cabo Verde em visita de Estado, escreve que &#8220;há vozes que não pertencem apenas a quem as canta&#8221;, mas &#8220;pertencem ao tempo, à memória e ao coração de um povo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em nome de Portugal, curvo-me perante a sua memória com gratidão. E abraço, com profunda solidariedade, a sua família, os seus amigos, os seus companheiros dos Trovante e todos aqueles que hoje sentem que perderam alguém da sua própria casa, da nossa própria casa&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>No fim desta mensagem, o chefe de Estado refere: &#8220;Hoje perdi um amigo. Choro, em Cabo Verde, a sua partida. Recordo a noite fantástica do Coliseu, no passado dia 21 de março. Recordo tantos momentos bons ao longo dos anos. Saudades do futuro, Luís&#8230; Talvez um dia te encontre&#8230;&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792314]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSI em alta com CTT a liderar ganhos e a subir 5,10%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-alta-com-ctt-a-liderar-ganhos-e-a-subir-510/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:18:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com os CTT a liderar os ganhos e a subir 5,10% para 6,28 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   	A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com os CTT a liderar os ganhos e a subir 5,10% para 6,28 euros.     </P><br />
<P>	Cerca das 09:15 em Lisboa, o PSI acentuava os ganhos da abertura e avançava 1,02% para 9.264,42 pontos, com 12 empresas a subir, duas a descer e duas a manter a cotação (Ibersol em 9,21 euros e Semapa em 20,70 euros).</P><br />
<P>   	Às ações dos CTT seguiam-se as da Teixeira Duarte, Galp e EDP Renováveis, que subiam 2,36% para 0,50 euros, 1,83% para 20,28 euros e 1,29% para 14,18 euros respetivamente.   </P><br />
<P>    A Jerónimo Martins, Altri e EDP também se valorizavam, designadamente 1,03% para 16,65 euros, 0,97% para 4,70 euros e 0,92% para 4,59 euros.</P><br />
<P>	A Navigator, Corticeira Amorim e Mota-Engil avançavam 0,82% para 3,21 euros, 0,77% para 6,58 euros e 0,65% para 4,65 euros. </P><br />
<P> 	As outras duas empresas que estavam a subir eram a REN e a Sonae, que subiam 0,55% para 3,64 euros e 0,24% para 2,06 euros. </P><br />
<P>	Em sentido contrário, a NOS e o BCP recuavam 0,16% para 4,90 euros e 0,05% para 1,07 euros.</P><br />
<P>	Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, focadas nos resultados empresariais, na reunião do BCE, que previsivelmente na quinta-feira decidirá manter as taxas diretoras, e na guerra do Irão com o petróleo em alta.    </P><br />
<P>	O euro valoriza-se 0,14% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1415 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>	O mercado presta especial atenção à apresentação de resultados empresariais, entre os quais se destacam hoje em Espanha os do Banco Santander, que obteve um lucro atribuído de 8.973 milhões de euros no melhor primeiro semestre de sua história, mais 31% do que no mesmo período de 2025, que incluem uma mais-valia de 1.895 milhões pela venda da filial na Polónia.</P><br />
<P>	As bolsas também estão atentas ao início da reunião do BCE, que com quase toda a probabilidade na quinta-feira decidirá que as taxas de juro se mantenham em 2,25% depois do aumento de 25 pontos base aprovado na anterior reunião, de junho, enquanto os analistas consideram que seguramente haverá um novo aumento na próxima de setembro.</P><br />
<P>	Outro ponto de interesse para os mercados nesta sessão continua a ser a situação de incerteza no Médio Oriente, depois da décima primeira noite consecutiva de ataques dos EUA contra o Irão, que leva o preço do barril de Brent a subir mais de 2,6% para mais de 93 dólares. </P><br />
<P>	O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, sobe 2,68% para 93,42 dólares.</P><br />
<P>	Nos Estados Unidos, o Dow Jones e o Nasdaq fechou na terça-feira com avanços de 0,74% e de 1,29%, enquanto os futuros apontam para quedas dos dois índices.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792322]]></sapo:autor>
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		<title>Perfil: Óbito/Luís Represas: Músico deixa 50 anos de canções entre os Trovante e a solo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O músico Luís Represas, que morreu hoje aos 69 anos, dizia que o essencial de um artista é ter-se uma identidade, contruída em 50 anos de carreira entre os Trovante e em nome próprio, ao lado de dezenas de outros músicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O músico Luís Represas, que morreu hoje aos 69 anos, dizia que o essencial de um artista é ter-se uma identidade, contruída em 50 anos de carreira entre os Trovante e em nome próprio, ao lado de dezenas de outros músicos.</P><br />
<P>&#8220;A minha impressão digital, aquilo que me faz ser eu e que me faz ser diferente dos outros, é o fundamental. Isso é que é o meu barco, o meu barco é esse e é nesse barco que tenho que navegar. E que eu quero e que gosto de navegar&#8221;, afirmou à agência Lusa em 2024, quando editou o álbum &#8220;Miragem&#8221;.</P><br />
<P>Para celebrar os 50 anos de carreira, Luís Represas tinha anunciado dois concertos para abril de 2027 nos coliseus de Lisboa e do Porto. Em março passado tinha atuado com os Trovante em concertos esgotados na Meo Arena (Lisboa) e no Pavilhão Rosa Mota (Porto).</P><br />
<P>Luís Represas nasceu em Lisboa em 1956 e pouco antes de completar 20 anos, no verão de 1976, fundou os Trovante com os amigos e o irmão &#8211; João Gil, Manuel Faria, Artur Costa e João Represas &#8211; e um ano depois saiu o álbum &#8220;Chão Nosso&#8221;.</P><br />
<P>Esse disco de estreia assinalou a identidade musical do grupo, fortemente influenciado pela música de cariz popular e tradicional e pelo rock. Trovante era ainda &#8220;uma mistura de trova, músico ambulante, e avante, para a frente, no melhor sentido da palavra&#8221;, como contou Manuel Faria numa biografa da banda publicada em 2003.</P><br />
<P>Os Trovante permaneceriam ativos até aos anos 1990, editando, por exemplo, &#8220;Baile no Bosque&#8221; (1981) e &#8220;Cais das Colinas&#8221; (1983), e até hoje reuniram-se algumas vezes depois, nomeadamente em 1999, em 2006 e em 2017.</P><br />
<P>Luís Represas lança-se a solo em 1993, com o álbum &#8220;Represas&#8221;, fruto de uma viagem a Cuba, onde foi gravado, e onde tocou com vários músicos, entre os quais Pablo Milanés (1943-2022).</P><br />
<P>Com músicas como &#8220;Fora de Tempo&#8221;, &#8220;Neva sobre a marginal&#8221; e &#8220;Feiticeira&#8221;, este álbum foi fundamental no seu percurso: &#8220;Foi um reencontro comigo próprio&#8221;, como contou à agência Lusa em março passado, quando anunciou os concertos de 2027.</P><br />
<P>Esses dois caminhos no percurso musical contaminaram-se um ao outro, disse.</P><br />
<P>&#8220;A primeira fase é a do aparecimento do Trovante, em 1976, e toda essa fase, até 1992, a história já foi mais do que contada, está mais do que contada, fez-se espetáculos [o grupo voltou a juntar-se ao vivo algumas vezes, a última das quais em março deste ano], onde a história se contou ainda mais&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Desde o final dos Trovante até hoje &#8220;vem uma história que se calhar não foi tão contada, mas foi muito vivida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi necessário arranjar uma distância em relação ao passado, sem me divorciar do passado, porque o passado faz parte daquilo que sou artisticamente e musicalmente. Mas foi preciso encontrar essa distância para não continuar a fazer coisas que fazia antigamente, ou de repente começar-me a baralhar e perder o meu norte&#8221;, partilhou.</P><br />
<P>Em 1996, editou &#8220;Cumplicidades&#8221;, álbum que contou com a colaboração do pianista Bernardo Sassetti (1970-2012). Seguiram-se &#8220;A hora do lobo&#8221; (1998), &#8220;Código Verde&#8221; (2000), &#8220;Reserva Especial&#8221; (2001) e &#8220;Fora de Mão&#8221; (2003).</P><br />
<P>Em 2008 voltou a editar um álbum gravado na íntegra em Cuba, &#8220;Olhos nos olhos&#8221;, e em 2011 volta a juntar-se a João Gil, cúmplice dos Trovante, para um álbum conjunto: &#8220;Luís Represas e João Gil&#8221;. Depois, editou &#8220;Cores&#8221; (2014), &#8220;Boa hora&#8221; (2018) (distinguido pela Sociedade Portuguesa de Autores), &#8220;Miragem&#8221; (2024) e vários álbuns ao vivo.</P><br />
<P>Da história de Luís Represas faz parte ainda o apoio à independência de Timor-Leste.</P><br />
<P>Foi convidado pelo então Presidente da República Jorge Sampaio para o acompanhar na visita oficial a Timor-Leste. Mais tarde, seria condecorado com a Medalha da &#8220;Ordem de Timor-Leste&#8221; pelo Presidente Taur Matan Ruak.</P><br />
<P>Em 2005 foi igualmente distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito &#8211; grau de Comendador. </P><br />
<P>A agência que o representa lembra que Luís Represas colaborou com Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Jorge Palma, Phil Collins, Compay Segundo, Gilberto Gil e Carlinhos Brown, entre muitos outros músicos. </P><br />
<P>Ao longo da vida, Luís Represas também enveredou pela restauração, tendo liderado a gestão de um bar-restaurante em Lisboa, editou um livro infantil, &#8220;A coragem de Tição&#8221;, e apresentou o programa de televisão &#8220;Língua Mãe&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>SS/(DD/JRS) // MAG</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792328]]></sapo:autor>
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		<title>Oferta de casas para arrendar em Portugal cai 22% no 2.º trimestre, indica Idealista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:16:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A oferta de casas para arrendar em Portugal recuou 22% no segundo trimestre, face ao período homólogo, para 40.716 imóveis destinados ao arrendamento de longa duração, segundo dados do portal 'online' de imobiliário Idealista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A oferta de casas para arrendar em Portugal recuou 22% no segundo trimestre, face ao período homólogo, para 40.716 imóveis destinados ao arrendamento de longa duração, segundo dados do portal &#8216;online&#8217; de imobiliário Idealista.</P><br />
<P>De acordo com a informação divulgada pela plataforma de compra e venda de casas, a redução da oferta verificou-se em seis das 20 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, com Coimbra (-58%) e Porto (-52%) a registarem as maiores quebras, seguidas de Lisboa (-27%), Leiria (-9%), Portalegre (-8%) e Braga (-5%).</P><br />
<P>Em sentido contrário, a oferta aumentou em 12 capitais de distrito, destacando-se o Funchal (58%), Viana do Castelo (57%), Vila Real (50%) e Ponta Delgada (44%).</P><br />
<P>Também se verificaram aumentos em Bragança (35%), Viseu (37%), Faro (33%), Évora (31%), Santarém (30%), Castelo Branco (20%), Guarda (11%) e Setúbal (6%), enquanto Aveiro e Beja permaneceram estáveis.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o porta-voz da empresa, Ruben Marques, salientou que os crescimentos superiores a 50% registados em algumas cidades correspondem, em muitos casos, apenas a &#8220;algumas dezenas de imóveis adicionais&#8221;, devido à reduzida dimensão desses mercados.</P><br />
<P>&#8220;O problema real do arrendamento em Portugal concentra-se nos grandes centros urbanos, onde a oferta continua a cair e a pressão sobre as famílias é mais intensa&#8221;, afirmou o representante do portal de imobiliário.</P><br />
<P>Ainda assim, a oferta de habitação para arrendamento aumentou em 14 dos 20 territórios analisados, liderados por Beja (65%), ilha da Madeira (50%) e Bragança (44%).</P><br />
<P>Seguiram-se Portalegre (41%), ilha de São Miguel (40%), Viana do Castelo (38%), Évora (28%), Guarda (27%), Vila Real (22%), Viseu (22%), Faro (14%), Castelo Branco (9%), Braga (7%) e Santarém (3%).</P><br />
<P>Em contrapartida, Coimbra (-49%) e Porto (-42%) registaram as maiores reduções do &#8216;stock&#8217; de arrendamento ao nível distrital, seguindo-se Lisboa (-20%), Setúbal (-10%), Leiria (-5%) e Aveiro (-4%).</P><br />
<P>Face ao primeiro trimestre de 2026, o &#8216;stock&#8217; manteve-se praticamente estável (-0,3%).</P><br />
<P>Os dados foram recolhidos e analisados pelo idealista/data, baseando-se na base de dados própria e nos dados públicos e privados disponíveis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792329]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taxa Euribor cai a três e 12 meses e sobe a seis meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:14:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e subiu a seis meses em relação a terça-feira, no dia do início da reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	A Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e subiu a seis meses em relação a terça-feira, no dia do início da reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).           </P><br />
<P> 	Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que recuou para 2,456%, continuou abaixo das taxas a seis (2,690%) e a 12 meses (2,912%).                                            </P><br />
<P>	A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou hoje, ao ser fixada em 2,690%, mais 0,001 pontos que na terça-feira.        </P><br />
<P>	Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a maio indicam que a Euribor a seis meses representava 39,17% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.                                                                                         </P><br />
<P>	Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,73% e 24,79%, respetivamente. </P><br />
<P>	Em sentido contrário, no prazo de 12 meses, a taxa Euribor desceu hoje para 2,912%, menos 0,006 pontos do que na sessão anterior. </P><br />
<P>	A Euribor a três meses também baixou hoje, ao ser fixada em 2,456%, menos 0,019 pontos que na terça-feira.</P><br />
<P> 	A reunião de política monetária do BCE começou hoje em Frankfurt e termina na quinta-feira, com o mercado a antecipar uma manutenção das taxas diretoras e uma subida das mesmas mas só em setembro.</P><br />
<P>	Na anterior reunião de política monetária em 11 de junho, como antecipado pelo mercado, o BCE decidiu subir, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente em 0,25 pontos percentuais. </P><br />
<P>	Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião consecutiva de política monetária, como também tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</P><br />
<P>	Em junho, a média mensal da Euribor subiu, de novo, a três e a seis meses, mas desceu no prazo mais longo.      </P><br />
<P>	A média mensal da Euribor em junho subiu 0,113 pontos para 2,339% a três meses e 0,060 pontos percentuais para 2,596% a seis meses.</P><br />
<P>	Já a 12 meses, a média da Euribor baixou 0,006 para 2,798%.</P><br />
<P>	As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792344]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Subida do preço dos combustíveis abranda em junho na UE, revela Eurostat</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Eurostat]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte privado na União Europeia (UE) aumentou, em junho, 13,7% em comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte privado na União Europeia (UE) aumentou, em junho, 13,7% em comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.</p>
<p>O ritmo de crescimento, no entanto, abrandou face aos aumentos homólogos de 20,8% em abril e de 20,7% em maio, indica também o gabinete estatístico da UE.</p>
<p>Portugal está no 11.º lugar da tabela, com uma subida de cerca de 17%, um abrandamento face aos aumentos de 23% em abril e de 25% em maio.</p>
<p>Em junho, em comparação com junho de 2025, os maiores aumentos foram registados na Bulgária (26,0%), Lituânia (23,5%), Roménia (23,1%), Finlândia (22,0%) e Luxemburgo (20,7%).</p>
<p>Os menores agravamentos dos preços dos combustíveis e lubrificantes para transporte privado foram observados, por outro lado, na Hungria (2,3%) e na Polónia (5,8%), enquanto nos restantes países da UE as subidas variaram entre os 7,9% em Espanha e os 18,6% em Chipre.</p>
<p>Os preços dos combustíveis dispararam após a guerra lançada em fevereiro contra o Irão pelos Estados Unidos e Israel, tendo os conflitos recomeçado nas últimas semanas, interrompendo um cessar-fogo que tinha levado à reabertura do estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico, à navegação comercial.</p>
<p>Esta importante rota do comércio mundial de petróleo foi novamente encerrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792347]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Época especial de exames: quem pode inscrever-se, datas, regras e impacto no acesso ao ensino superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os alunos do ensino secundário elegíveis para realizar exames nacionais na 2.ª fase vão ter uma nova oportunidade para repetir as provas numa época especial criada pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos do ensino secundário elegíveis para realizar exames nacionais na 2.ª fase vão ter uma nova oportunidade para repetir as provas numa época especial criada pelo Governo. A medida surge na sequência dos problemas técnicos registados na classificação eletrónica dos exames nacionais e pretende garantir que nenhum estudante é prejudicado pelas falhas verificadas durante o processo.</p>
<p>Segundo comunicado do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), todos os alunos que reuniam condições para realizar exames na 2.ª fase do ano letivo 2025/2026 podem inscrever-se nesta época extraordinária, independentemente de terem realizado ou não as provas que decorreram durante o mês de julho.</p>
<p><strong>Quem pode realizar a época especial?</strong><br />
Podem inscrever-se todos os alunos que eram elegíveis para realizar exames nacionais na 2.ª fase. A decisão aplica-se quer aos estudantes que optaram por fazer essas provas, quer àqueles que decidiram não comparecer.</p>
<p>Na prática, isto significa que mesmo os alunos que atualmente estão a realizar exames na 2.ª fase poderão voltar a fazer as mesmas disciplinas na época extraordinária.</p>
<p><strong>Porque foi criada esta nova época de exames?</strong><br />
O MECI justifica a medida com os problemas técnicos ocorridos durante o processo de classificação eletrónica dos exames nacionais.</p>
<p>Segundo o ministério, muitos estudantes não conseguiram conhecer atempadamente as classificações definitivas da 1.ª fase, situação que poderá ter condicionado a decisão de se inscreverem na 2.ª fase, bem como a preparação para essas provas.</p>
<p>Em comunicado, o ministério explica que &#8220;as dificuldades técnicas verificadas na classificação eletrónica impediram alguns alunos de conhecer as suas classificações definitivas atempadamente, circunstância que poderá ter condicionado, designadamente, a decisão de inscrição e de realização dos exames na 2.ª fase, bem como a adequada preparação dos alunos.&#8221;</p>
<p>Acrescenta ainda que esta &#8220;decisão de criar uma época extraordinária visa assegurar que nenhum aluno é prejudicado por circunstâncias que não lhe são imputáveis.&#8221;</p>
<p>O Governo garante igualmente que pretende assegurar &#8220;toda a transparência e rigor do processo de avaliação das aprendizagens dos alunos e as condições de equidade na conclusão do ensino secundário e no acesso ao ensino superior&#8221;.</p>
<p><strong>Quando decorrem as inscrições?</strong><br />
As inscrições serão gratuitas e decorrem entre 27 e 31 de julho.</p>
<p><strong>Quando se realizam os exames?</strong><br />
A época extraordinária decorrerá entre 3 e 8 de setembro.</p>
<p>O calendário definido pelo MECI é o seguinte:</p>
<p>3 de setembro</p>
<p>Português;<br />
Português Língua Segunda;<br />
Português Língua Não Materna;<br />
Literatura Portuguesa;<br />
Economia A;<br />
História da Cultura e das Artes;<br />
Latim.</p>
<p>4 de setembro</p>
<p>História A;<br />
Biologia e Geologia;<br />
História B;<br />
Geometria Descritiva A;<br />
Alemão;<br />
Espanhol;<br />
Francês;<br />
Italiano;<br />
Mandarim.</p>
<p>7 de setembro</p>
<p>Matemática A;<br />
Matemática B;<br />
Matemática Aplicada às Ciências Sociais;<br />
Filosofia.</p>
<p>8 de setembro</p>
<p>Desenho A;<br />
Física e Química A;<br />
Geografia A;<br />
Inglês.</p>
<p><strong>A nota da época especial substitui a da 2.ª fase?</strong><br />
Sim, sempre que for mais favorável ao aluno.</p>
<p>O MECI esclarece que o exame realizado na época extraordinária será considerado, para todos os efeitos, como correspondente à 2.ª fase.</p>
<p>Assim, caso um estudante realize exames tanto na 2.ª fase de julho como na época especial de setembro, será considerada a melhor classificação obtida entre as duas provas, incluindo para efeitos de candidatura ao ensino superior.</p>
<p><strong>O que muda nas candidaturas ao ensino superior?</strong><br />
A criação desta nova oportunidade obrigou o Governo a alterar o calendário da 2.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.</p>
<p>Assim:</p>
<ul>
<li>As candidaturas decorrem entre 24 de agosto e 22 de setembro;</li>
<li>Os resultados serão divulgados a 30 de setembro.</li>
</ul>
<p>Desta forma, os estudantes poderão utilizar, caso lhes seja mais favorável, a classificação obtida na época extraordinária.</p>
<p><strong>O que esteve na origem desta decisão?</strong><br />
Este ano, pela primeira vez, cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram classificados integralmente em formato digital.</p>
<p>O processo ficou marcado por vários problemas técnicos, que provocaram atrasos na divulgação das classificações.</p>
<p>As pautas começaram a ser afixadas apenas na noite de sexta-feira, mas muitas surgiram incompletas ou com classificações incorretas, na sequência de falhas identificadas pelo Júri Nacional de Exames.</p>
<p>Apesar destes constrangimentos, o Ministério da Educação decidiu manter inalterado o calendário da primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 6 de agosto, bem como a realização da 2.ª fase dos exames nacionais durante esta semana.</p>
<p><strong>O que pretende garantir o Governo?</strong><br />
Com a criação desta época extraordinária, o Executivo procura assegurar que os atrasos e os problemas técnicos ocorridos na classificação eletrónica não penalizam os estudantes, permitindo-lhes repetir os exames em setembro e beneficiar sempre da classificação mais elevada obtida, preservando assim condições de igualdade no acesso ao ensino superior e na conclusão do ensino secundário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792334]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Os 6 maiores erros ao contratar crédito pessoal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Dr. Finanças]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Contratar crédito pessoal sem comparar propostas ou fazer contas pode sair caro. Veja os erros mais comuns e como evitá-los antes de avançar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="https://www.doutorfinancas.pt/creditos/credito-pessoal/credito-pessoal-o-que-ter-em-conta-e-os-cuidados-a-ter/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">crédito pessoal</a> pode parecer uma solução simples para resolver uma despesa urgente ou avançar com um projeto adiado. Mas a rapidez na aprovação não deve ser confundida com uma decisão fácil. Cada euro pedido tem um custo, e esse custo pode acompanhar o orçamento durante vários anos.</p>
<p>Entre taxas, comissões, prazos e condições contratuais, há escolhas que parecem vantajosas no momento, mas que podem tornar o financiamento mais caro. Antes de assinar, vale a pena perceber onde muitos consumidores falham e o que deve fazer para não transformar uma ajuda financeira num problema difícil de gerir.</p>
<p><strong>1. Pedir crédito sem avaliar a taxa de esforço</strong></p>
<p>Um dos erros mais comuns é olhar apenas para a prestação e concluir que “cabe” no orçamento. Mas essa análise é curta. Antes de aprovar um crédito pessoal, a instituição avalia rendimentos, créditos já contratados, estabilidade profissional e risco de incumprimento. </p>
<p>A <a href="https://www.doutorfinancas.pt/creditos/como-calcular-a-minha-taxa-de-esforco/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">taxa de esforço</a> mostra a percentagem do rendimento destinada ao pagamento de prestações. Por isso, antes de avançar, some todos os créditos: habitação, automóvel, cartões de crédito ou outros financiamentos. Depois, acrescente a nova mensalidade.</p>
<p>Se a prestação eliminar a margem para despesas correntes ou imprevistos, deve rever o valor pedido, ajustar o prazo ou adiar a decisão.</p>
<p><strong>2. Escolher o prazo mais longo só para baixar a prestação</strong></p>
<p>Uma prestação mais baixa pode aliviar o orçamento no imediato. Mas pode também encarecer bastante o crédito. Quanto maior for o prazo, mais tempo paga juros.</p>
<p>Regra geral, o crédito pessoal pode ter um prazo máximo de sete anos. Em finalidades como educação, saúde, energias renováveis ou automóvel, pode chegar aos dez anos.</p>
<p>Antes de escolher, simule vários prazos. A melhor opção não é necessariamente a que tem a mensalidade mais baixa, mas a que equilibra uma prestação suportável com o menor custo total possível.</p>
<p><strong>3. Comparar propostas apenas pela TAN ou pela prestação</strong></p>
<p>A Taxa Anual Nominal (TAN) indica os juros do empréstimo, mas não mostra todos os encargos. Já a prestação mensal pode enganar, sobretudo quando compara propostas com prazos diferentes. </p>
<p>Para avaliar um crédito pessoal, olhe para a <a href="https://www.doutorfinancas.pt/creditos/mtic-e-taeg-os-melhores-amigos-na-comparacao-de-propostas-de-credito/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">TAEG e para o MTIC</a>. A TAEG inclui juros, comissões, impostos, seguros obrigatórios e outros custos associados ao contrato. O MTIC mostra o montante total que vai pagar até ao fim do empréstimo.</p>
<p>Estes dados constam da Ficha de Informação Normalizada (FIN). Antes de assinar, peça várias propostas e compare estes indicadores. Só assim percebe qual é, de facto, a solução mais barata.</p>
<p><strong>4. Pedir mais dinheiro do que realmente precisa</strong></p>
<p>Quando o crédito é aprovado, pode surgir a tentação de pedir um valor superior “para ficar com margem”. Mas esse dinheiro extra também se paga.</p>
<p>Quanto maior for o montante financiado, maior será o valor sobre o qual incidem juros, imposto do selo e eventuais comissões. Ou seja, pedir mais do que precisa aumenta a dívida e o custo final.</p>
<p>Antes de submeter o pedido, defina o valor exato de que necessita. Se o crédito tiver uma finalidade concreta, como saúde, educação ou energias renováveis, confirme ainda se pode beneficiar de condições diferentes das de um crédito sem finalidade definida.</p>
<p><strong>5. Ignorar comissões, impostos e condições do contrato</strong></p>
<p>O custo de um crédito pessoal não está apenas nos juros. Pode haver comissão de abertura ou de tratamento da documentação, imposto do selo, seguros associados e outras condições contratuais.</p>
<p>Também deve verificar as regras de reembolso antecipado. Se o contrato tiver taxa fixa, pode ser cobrada uma comissão quando amortiza antes do prazo: até 0,5% do valor reembolsado, se faltar mais de um ano para o fim do contrato, ou até 0,25%, se faltar um ano ou menos. Nos créditos com taxa variável, não pode ser cobrada esta comissão.</p>
<p>Antes de assinar, leia a FIN e confirme montante, prazo, TAEG, MTIC, encargos, garantias e condições de reembolso.</p>
<p><strong>6. Avançar com entidades não autorizadas</strong></p>
<p>A urgência em obter dinheiro pode tornar os consumidores mais vulneráveis a burlas. Promessas de crédito fácil, rápido, sem análise ou com aprovação garantida devem levantar suspeitas.</p>
<p>Antes de contratar crédito pessoal online, confirme se a entidade está autorizada pelo Banco de Portugal. Verifique o domínio do site, os contactos e a identificação da empresa.</p>
<p>Nunca pague comissões, seguros, impostos ou taxas de transferência antes da assinatura do contrato para “libertar” o financiamento. Uma entidade credível analisa sempre a capacidade financeira do cliente antes de conceder crédito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791823]]></sapo:autor>
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		<title>Mais do que diagnosticar, é preciso agir</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-do-que-diagnosticar-e-preciso-agir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos CE]]></category>
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					<description><![CDATA[Conselho editorial debateu debateu os principais desafios económicos do País ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Com a presença de: Ana Trigo Morais · Fernando Esmeraldo · Fernando Neves de Almeida · Luís Paulo Salvado · Manuel Lopes da Costa · Rui Minhós · Vitor Ribeirinho</em></strong></p>
<p>O encontro mensal do Conselho Editorial da Executive Digest de Julho realizou-se no Hotel Vila Galé Ópera e contou com as presenças de Ana Trigo Morais, Fernando Esmeraldo, Fernando Neves de Almeida, Luís Paulo Salvado, Manuel Lopes da Costa, Rui Minhós e Vitor Ribeirinho.</p>
<p>Os temas em maior destaque foram os últimos números divulgados pelo INE, que não constituíram propriamente uma surpresa, mas antes uma confirmação, bem como todas as implicações que deles decorrem para as empresas e para o País, em múltiplas vertentes, quer no imediato, quer a médio e longo prazo.</p>
<p>Outro dos temas em destaque foi a situação dos jovens, em particular as dificuldades que os jovens licenciados estão a sentir para entrar no mercado de trabalho e as suas implicações imediatas e futuras.</p>
<p>Foi também debatido o tema da 31.ª Conferência da Executive Digest, que se realizará no próximo dia 24 de Novembro, na Culturgest, e que será dedicada à «Execução». A necessidade de executar, de fazer, de construir, de ter ambição, coragem e vontade, bem como de ultrapassar as barreiras e os «pequenos poderes» que continuam a constituir verdadeiros obstáculos ao nosso desenvolvimento.</p>
<p><em>Artigo publicado na Revista Executive Digest n.º 244 de Julho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790920]]></sapo:autor>
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		<title>Falta de água provoca onda de cancelamentos no turismo e milhares de euros de prejuízo na Costa de Caparica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/falta-de-agua-provoca-onda-de-cancelamentos-no-turismo-e-milhares-de-euros-de-prejuizo-na-costa-de-caparica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os empresários do alojamento turístico da Costa de Caparica enfrentam uma nova vaga de prejuízos em plena época alta, depois de as falhas no abastecimento de água registadas no início de julho terem desencadeado um aumento dos cancelamentos de reservas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os empresários do alojamento turístico da Costa de Caparica enfrentam uma nova vaga de prejuízos em plena época alta, depois de as falhas no abastecimento de água registadas no início de julho terem desencadeado um aumento dos cancelamentos de reservas. Apesar de o serviço já ter sido normalizado, muitos turistas continuam a alterar os planos de férias por recearem novos cortes, enquanto os operadores alertam para os danos provocados na imagem do destino e para o impacto económico que a publicidade negativa poderá continuar a gerar durante os próximos meses.</p>
<p>Segundo noticia o <a href="https://www.dn.pt/economia/alojamento-turstico-enfrenta-catadupa-de-cancelamentos-na-costa-de-caparica#goog_rewarded" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, proprietários de alojamentos locais e unidades hoteleiras relatam que as anulações de reservas continuam a suceder-se devido à falta de confiança dos visitantes. Francisco Ribeiro, que gere 15 unidades de alojamento local entre a Charneca da Caparica e a Costa de Caparica, com capacidade para cerca de 80 hóspedes, estima já prejuízos superiores a 10 mil euros entre reembolsos, cancelamentos e noites oferecidas. O empresário descreve ainda situações concretas de clientes que optaram por cancelar as férias por não existirem garantias de que o abastecimento de água não voltará a falhar, incluindo uma família que viajaria com crianças e outra acompanhada por uma pessoa com doença oncológica. O gestor admite também preocupação com as avaliações negativas deixadas nas plataformas de reservas, onde alguns hóspedes classificaram a experiência como &#8220;horrível devido à falta de água&#8221;, comentários que poderão continuar a afastar turistas, sobretudo estrangeiros.</p>
<p>As preocupações são partilhadas por outros operadores da região. Cláudia Fernandes, responsável por seis alojamentos locais na Costa de Caparica, afirma que os comentários públicos sobre a crise da água estão a criar um &#8220;efeito multiplicador&#8221;, desencorajando potenciais visitantes e colocando em risco a fidelização de clientes habituais que regressavam todos os anos. A mesma preocupação é expressa pela Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP). O presidente da associação, Eduardo Miranda, considera que a situação representa &#8220;um problema gravíssimo num destino&#8221;, sublinhando que a publicidade negativa compromete a imagem de uma estância balnear que vinha a ganhar notoriedade. Também o hotel de quatro estrelas Tryp Lisboa Caparica Mar confirma que os cancelamentos aumentaram após os incidentes, com o diretor Gonçalo Proença a reconhecer que um problema relacionado com um serviço básico como o abastecimento de água provoca inevitavelmente uma retração da procura e afeta a atratividade turística da região. O responsável acrescenta ainda que já é visível uma diminuição do número de turistas nas praias da frente marítima da Caparica.</p>
<p>Enquanto os empresários defendem que os problemas de abastecimento não são inéditos nem exclusivos da época balnear, contrariando a explicação da Câmara Municipal de Almada de que as dificuldades resultaram do aumento do consumo, alertam para consequências económicas que poderão prolongar-se muito para além deste verão. Francisco Ribeiro recorda que as falhas acontecem regularmente e revela que, apenas entre maio e junho, faturou menos 45 mil euros do que no mesmo período de 2025, receando agora que os danos reputacionais causados pela crise da água continuem a afastar visitantes e a penalizar um dos principais destinos turísticos da margem sul do Tejo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792304]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Executar”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/executar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Portugal sabe discutir tudo, menos o que interessa. Discutimos declarações avulsas, episódios menores, polémicas que nascem e morrem na mesma semana. Gastamos energia colectiva em ruído. E, enquanto isso, os problemas sérios, os que exigem decisão, investimento ou coragem, continuam à espera. São adiados, mais uma vez. É verdade que a economia continua a funcionar. A até crescemos no segundo trimestre de 2026. Podíamos comemorar. Mas, a pergunta que devia incomo- dar-nos não é: Crescemos? É: Quanto mais poderíamos ter crescido, se não estivéssemos constantemente a adiar decisões? Porque é isso que fazemos. Adiamos. E adiar tornou-se, sem que ninguém o tenha decidido formalmente, a nossa estratégia nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Há um clima de suspeição que paralisa. Decidir passou a ser um risco maior do que não decidir. E há uma frase que já ouvimos tantas vezes que quase deixou de nos chocar: nunca ninguém foi verdadeiramente colocado em causa por não decidir nada. O imobilismo protege. A ousadia expõe. Mas basta alguém tomar uma decisão que mexa com os pequenos poderes instalados, locais, sectoriais, corporativos, para que o caos se instale. Surgem os interesses feridos, as vozes indignadas, os processos que se arrastam. E o decisor aprende, da pior forma, que em Portugal é mais seguro não fazer nada. Não podemos continuar assim. Não, quando o Mundo à nossa volta decide, executa, corrige, e volta a decidir, a uma velocidade que não espera pelos nossos consensos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portugal não precisa de mais diagnósticos, nem mesmo de planos. Já sabemos quais são os problemas que vale a pena resolver. O que falta é a coragem colectiva para os enfrentar sem medo do pequeno poder que se sente ameaçado. Chega de discutir o que não importa. Chega de recompensar quem não decide. É tempo de decidir. É tempo de executar.</p>
<p><em>Editorial publicado na revista Executive Digest n.º 244 de Julho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790917]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vodafone quer acabar com as zonas sem rede em Portugal até 2027 e aposta nos satélites</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vodafone-quer-acabar-com-as-zonas-sem-rede-em-portugal-ate-2027-e-aposta-nos-satelites/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[rede móvel]]></category>
		<category><![CDATA[satélite]]></category>
		<category><![CDATA[Vodafone]]></category>
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					<description><![CDATA[A Vodafone Portugal estabeleceu um acordo com a Satellite Connect Europe, joint venture entre a Vodafone e a AST SpaceMobile, para lançar em Portugal um serviço de conectividade móvel por satélite através de smartphones convencionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Vodafone Portugal estabeleceu um acordo com a Satellite Connect Europe, joint venture entre a Vodafone e a AST SpaceMobile, para lançar em Portugal um serviço de conectividade móvel por satélite através de smartphones convencionais.</p>
<p>A operadora pretende disponibilizar o serviço comercial até ao final de 2027.</p>
<p>A tecnologia permitirá que smartphones 4G e 5G estabeleçam ligações através de satélites em zonas onde não existe cobertura de redes móveis terrestres. O objetivo é complementar a atual rede móvel da Vodafone e garantir comunicações em áreas de difícil acesso, sem necessidade de antenas dedicadas, equipamentos especializados ou telefones satélite.</p>
<p>O serviço poderá permitir a realização de chamadas, envio de SMS e acesso a dados em banda larga, com o utilizador a poder alternar entre a rede terrestre e a rede espacial. A solução poderá também reforçar a resiliência das comunicações em situações de emergência, como tempestades ou falhas de energia.</p>
<p>A tecnologia, conhecida como D2D (Direct-to-Device), utiliza os satélites BlueBird da AST SpaceMobile, em órbita terrestre baixa. O sinal do smartphone é transmitido para os satélites e posteriormente encaminhado para um gateway espaço-terra da Satellite Connect Europe, que conduz as comunicações para a rede terrestre.</p>
<p>O lançamento comercial está dependente da obtenção das autorizações regulamentares necessárias para a utilização do espectro. Após essa fase, a Vodafone prevê avançar com um <em>soft launch</em> da solução, que funcionará como extensão da sua rede móvel terrestre.</p>
<p>“Este passo em frente na exploração de novas formas de comunicação reforça o compromisso da Vodafone Portugal com a digitalização e modernização da sociedade e com o reforço da competitividade da economia”, afirma Luís Lopes, CEO da Vodafone Portugal, acrescentando que a iniciativa “contribui para solidificar a segurança nacional, abrindo caminho à conectividade universal”.</p>
<p>Para Meredith Sharples, diretora-geral da Satellite Connect Europe, o acordo reforça “o impulso das operadoras de redes móveis em torno da conectividade por satélite” e permite à Vodafone Portugal “melhorar a cobertura móvel e a resiliência em todo o país”.</p>
<p>A parceria surge depois de a Vodafone e a AST SpaceMobile terem realizado, em janeiro de 2025, a primeira videochamada via satélite entre smartphones convencionais. A chamada foi efetuada a partir de uma localização montanhosa remota no País de Gales e ligou Rowan Chesmer, engenheiro da Vodafone, a Margherita Della Valle, CEO do Grupo Vodafone.</p>
<p>A AST SpaceMobile está a desenvolver uma rede de banda larga móvel baseada no espaço, concebida para permitir ligações diretamente a smartphones convencionais, com aplicações comerciais e governamentais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792335]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Centros de emprego receberam mais ofertas, mas 31% das vagas continuaram sem candidatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:09:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de um forte crescimento das ofertas de emprego registadas pelos centros do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) ao longo de 2025, quase um terço das vagas disponibilizadas pelas empresas acabou por não ser preenchido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de um forte crescimento das ofertas de emprego registadas pelos centros do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) ao longo de 2025, quase um terço das vagas disponibilizadas pelas empresas acabou por não ser preenchido, evidenciando um desfasamento persistente entre as necessidades do mercado de trabalho e o perfil ou as expectativas dos candidatos inscritos. O cenário é traçado pelo Relatório sobre Emprego e Formação em 2025, que mostra uma inversão da tendência de quebra das ofertas verificada nos anos anteriores, acompanhada também por um aumento do número de colocações.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/22/economia/noticia/terco-vagas-chegaram-centros-emprego-ficou-preencher-2182529" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, com base no relatório apresentado pelo Centro de Relações Laborais, as ofertas de emprego recebidas pelos centros de emprego aumentaram 22,8% face a 2024, atingindo as 134.100 propostas de trabalho. Apesar da melhoria nas colocações, apenas 69,2% das vagas foram satisfeitas, o que significa que cerca de 31% permaneceram por ocupar, uma deterioração face aos 26,5% de ofertas não preenchidas registados no ano anterior.</p>
<p>Francisco Madelino, antigo presidente do IEFP e membro da comissão científica responsável pelo relatório, considera que este desajustamento está longe de ser um fenómeno recente. Em declarações ao jornal, explica que uma das principais razões prende-se com a existência de cerca de 112 mil desempregados de longa duração, muitos deles com idade mais avançada e qualificações que já não correspondem às necessidades atuais das empresas. Acrescenta ainda que grande parte das vagas disponíveis concentra-se em setores como a restauração, hotelaria e construção, áreas que nem sempre correspondem às expectativas dos candidatos inscritos nos centros de emprego. Entre os fatores apontados estão igualmente a proximidade da idade da reforma para alguns desempregados ou a opção de permanecerem inscritos enquanto beneficiam das prestações de desemprego.</p>
<p>Os serviços concentraram a esmagadora maioria das ofertas, representando 73,3% do total, o equivalente a cerca de 99.600 vagas, com especial destaque para as atividades imobiliárias, alojamento e restauração, comércio, saúde e educação, setores que também registaram os maiores aumentos face ao ano anterior. Na indústria, praticamente todos os ramos reforçaram o número de ofertas, com exceção das áreas da eletricidade, água e resíduos. A construção destacou-se como o segmento industrial com maior peso, representando 6,7% das vagas, seguida pelas indústrias alimentares, bebidas e tabaco (2,8%), indústria do vestuário (2,3%), metalurgia e fabrico de produtos metálicos (1,9%) e fabrico de mobiliário, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (1,8%).</p>
<p>O relatório evidencia igualmente uma evolução positiva no número de colocações efetuadas pelos centros de emprego. Em 2025 foram colocadas 92.876 pessoas, um aumento de 15,7% relativamente a 2024 e o valor mais elevado dos últimos cinco anos. Paralelamente, os contratos registados na Segurança Social cresceram 3,3%, embora as novas contratações tenham registado apenas uma subida residual de 0,1%. O documento destaca ainda o peso crescente dos trabalhadores estrangeiros no mercado laboral português, salientando que os imigrantes representam atualmente mais de um quinto dos contribuintes para a Segurança Social.</p>
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		<title>Espanhóis da Catalyxx investem 120 milhões de euros a contruir fábrica de química renovável em Sines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:01:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa espanhola Catalyxx vai investir 120 milhões de euros na construção da sua primeira fábrica de química renovável, que ficará instalada em Sines, que continua assim a atrair projetos de dimensão internacional para a região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa espanhola Catalyxx vai investir 120 milhões de euros na construção da sua primeira fábrica de química renovável, que ficará instalada em Sines, que continua assim a atrair projetos de dimensão internacional para a região.</p>
<p>O projeto, desenvolvido pela Catalyxx Ibérica, combina investimento privado com financiamento público e deverá avançar para a fase de construção no quarto trimestre de 2026.</p>
<p>A unidade industrial irá produzir butanol, hexanol e octanol a partir de bioetanol, criando uma alternativa de baixas emissões de carbono aos processos petroquímicos tradicionais. Segundo a empresa, os produtos manterão compatibilidade com as aplicações industriais e cadeias de valor já existentes.</p>
<p>A escolha de Sines está relacionada com a infraestrutura industrial disponível, o porto de águas profundas, as ligações logísticas e o acesso a energia de origem renovável. O projeto foi classificado pelo Governo português como Projeto de Interesse Nacional (PIN), tendo em conta o seu contributo para a indústria, inovação, sustentabilidade e crescimento económico.</p>
<p>A iniciativa conta ainda com financiamento público europeu. Entre os apoios já assegurados está uma verba de 20 milhões de euros concedida pela Circular Bio-based Europe Joint Undertaking (CBE JU), no âmbito do financiamento do projeto.</p>
<p>A empresa estima que a nova fábrica possa evitar cerca de 105 mil toneladas de emissões de CO2 por ano. Além do impacto ambiental, o projeto pretende funcionar como um polo de atração de novos investimentos privados e institucionais e gerar um efeito multiplicador no ecossistema industrial português.</p>
<p>“Este projeto não só vai acelerar a descarbonização da indústria química, como também posicionar Portugal como líder europeu na inovação industrial sustentável”, afirma Joaquín Alarcón, CEO da Catalyxx.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792324]]></sapo:autor>
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		<title>Julho 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:00:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conheça todos os temas da edição n.º 244 da Executive Digest]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><strong>Tema de capa</strong></b></p>
<p>«A ambição de levar a Delta ao Top 10 mundial»</p>
<p><b><strong>Editorial</strong></b></p>
<p>Executar</p>
<p><strong>Conselho Editorial </strong></p>
<p>Mais do que diagnosticar, é preciso agir</p>
<p><strong>Entrevista</strong></p>
<p>Gigante do leite português investe milhões<br />
«Portugal é um País do não rigor»</p>
<p><b><strong>Gestão</strong></b></p>
<p>«Portugal tem uma base industrial competente no sector do calçado»<br />
Quem disse que o escritório morreu?<br />
Daily Coffee<br />
Do outro lado do espelho<br />
Como a Visa prepara os cartões de crédito para a era das compras com IA<br />
Xiaomi – Este braço robótico carrega o seu carro eléctrico<br />
O conjunto Lego com mais peças de sempre homenageia um ícone da arquitectura</p>
<p><strong>Branded</strong></p>
<p>Delta Cafés<br />
EDP<br />
Sociedade Ponto Verde</p>
<p><strong>Diáspora</strong></p>
<p>Pedro Miranda, «Captar capital estrangeiro para Portugal teria um efeito multiplicador enorme»</p>
<p><strong>Especial ESG</strong></p>
<p>iServices</p>
<p><b><strong>Randstad Insight</strong></b></p>
<p>Compreender a escassez de talento: IA e equidade</p>
<p><strong>Especial Golf</strong></p>
<p>Sesimbra</p>
<p><b><strong>Pé de Orelha</strong></b></p>
<p>Thomas Sørensen: Eficiência energética: o fator decisivo da próxima década</p>
<p><b><strong>MIT Sloan</strong></b></p>
<p>Como crescer sem apostar em grande<br />
Coloque o planeamento da sucessão do CEO no topo da agenda</p>
<p><b><strong>Cadernos</strong></b></p>
<p>Mobilidade Urbana, Smart Cities</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790876]]></sapo:autor>
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		<title>Vítimas de abusos sexuais exigem mais um milhão de euros à Igreja Católica em indemnizações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Coração Silenciado, que representa dezenas de vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, exige que a Conferência Episcopal Portuguesa pague a totalidade dos montantes inicialmente definidos pela comissão responsável por fixar as indemnizações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Coração Silenciado, que representa dezenas de vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, exige que a Conferência Episcopal Portuguesa pague a totalidade dos montantes inicialmente definidos pela comissão responsável por fixar as indemnizações. Segundo a associação, a diferença entre os valores recomendados e aqueles que acabaram por ser aprovados pelos bispos ronda um milhão de euros, motivo pelo qual as vítimas defendem que a Igreja deve cumprir integralmente o que foi estabelecido por um organismo que a própria criou.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/vitimas-de-abusos-sexuais-exigem-um-milhao-a-igreja" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, a associação reclama o pagamento dos 2,5 milhões de euros inicialmente previstos para compensar 57 vítimas cujos pedidos de indemnização foram aprovados. No entanto, o valor final atribuído ficou nos 1,6 milhões de euros, com compensações individuais entre 9 mil e 45 mil euros. António Grosso, representante das vítimas, considera que a redução dos montantes é injustificada e afirma: &#8220;Queremos que o Estado realize uma auditoria e obrigue a Igreja a cumprir um pressuposto moral. Eles criaram uma comissão para fixar os valores e depois, desrespeitando a comissão, reduziram as verbas para pouco mais de metade, ora, isso é, no mínimo, imoral&#8221;. A associação pretendia ainda ser recebida pelo Presidente da República, António José Seguro, mas acabou por ser informada de que seria recebida por duas assessoras.</p>
<p>A organização pretende agora entregar, em setembro, um dossiê com cerca de 40 páginas ao Presidente da República, ao presidente da Assembleia da República e a todos os partidos com representação parlamentar. Segundo António Grosso, &#8220;o nosso objetivo é entregar um dossiê de 40 páginas, em que constam dezenas de injustiças em todo este processo, ao senhor Presidente da República, assim como ao presidente do Parlamento e a todos os partidos com assento parlamentar. Esperamos fazê-lo em setembro&#8221;. Entre as reivindicações consta também o acesso, por parte das vítimas, ao conteúdo dos respetivos processos de indemnização, além da contestação aos critérios utilizados para reduzir os montantes inicialmente propostos.</p>
<p>Dos mais de 500 testemunhos recolhidos pela Comissão Independente que investigou os abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, 95 vítimas solicitaram indemnização à Conferência Episcopal. Destas, 78 foram consideradas elegíveis, mas apenas 57 acabaram por receber uma compensação financeira. Paralelamente, a associação critica ainda a decisão do Dicastério para a Doutrina da Fé, no Vaticano, de arquivar 17 processos relativos a padres portugueses ainda vivos acusados de abusos sexuais, considerando esses arquivamentos injustificados.</p>
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