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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Rali de Portugal: Federação Internacional multa ACP em 15 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 20:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A FIA aplicou uma reprimenda e uma multa de 15.000 euros, com pena suspensa até ao final de 2027, à organização do Rali de Portugal, devido aos incidentes com os veículos de segurança na sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A FIA aplicou uma reprimenda e uma multa de 15.000 euros, com pena suspensa até ao final de 2027, à organização do Rali de Portugal, devido aos incidentes com os veículos de segurança na sexta-feira.</P><br />
<P>Em comunicado, o Colégio de Comissários da Federação Internacional do Automóvel (FIA) considera que aconteceram &#8220;atos inseguros e falha na adoção de medidas razoáveis, resultando assim numa situação insegura (Artigo 12.2.1.h do Código Desportivo Internacional da FIA 2026)&#8221;.</P><br />
<P>Em causa, a entrada em pista, no sétimo setor seletivo, de um reboque da organização, a cargo do Automóvel Club de Portugal (ACP), quando os pilotos disputavam já o troço Arganil 2, bem como a entrada, no mesmo troço, poucos minutos depois, de um segundo veículo de segurança, também ligado à organização.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, lê-se que &#8220;o Diretor de Prova explicou que foi apurado que um veículo de assistência/reboque se dirigia para recolher um concorrente que tinha desistido do rali&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O condutor introduziu as coordenadas GPS e o sistema de navegação encaminhou-o pela SS7. O condutor do camião desconhecia que tinha entrado numa especial de classificação que se encontrava a decorrer. Ainda assim, o camião conseguiu ultrapassar várias barreiras que assinalavam a especial&#8221;, lê-se na descrição dos factos.</P><br />
<P>Os comissários dizem ainda que, &#8220;como o camião saiu rapidamente para uma estrada secundária e a situação foi controlada, a classificativa não foi interrompida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Aproximadamente 35 minutos depois, um segundo veículo, pertencente à mesma empresa do camião de assistência e alegadamente a caminho para o auxiliar, também ultrapassou as barreiras e entrou na SS7 à frente do carro n.º 21. A especial foi então imediatamente interrompida com bandeira vermelha por razões de segurança&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>O Diretor de Prova e o representante da organização &#8220;apresentaram desculpas pelos incidentes ocorridos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Declararam que a Organização tinha estabelecido acordos com a autoridade civil competente para garantir a segurança e o corte de estradas nas classificativas do rali. Confirmaram ainda que a investigação às circunstâncias deste incidente continua em curso&#8221;, adianta o mesmo documento.</P><br />
<P>O Diretor de Prova confirmou igualmente que, &#8220;em nenhum momento, a entrada destes veículos na classificativa foi comunicada ao Controlo do Rali&#8221;.</P><br />
<P>A FIA adverte que &#8220;é imperativo que os oficiais responsáveis pela gestão de uma classificativa (quer sejam comissários, quer prestadores de serviços contratados) estejam conscientes de que estão vinculados ao protocolo acordado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isto implica não apenas impedir o acesso de veículos não autorizados, mas também o dever de comunicar imediatamente ao Controlo do Rali qualquer entrada de veículos na classificativa, sempre que as especiais estejam encerradas e em disputa. Essas comunicações constituem um dos aspetos mais importantes da segurança num rali, uma vez que são a única forma de garantir que os concorrentes possam ser avisados atempadamente de quaisquer perigos imprevistos&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>A FIA lembra ainda que &#8220;não obstante a organização ter acordos com uma entidade terceira para a gestão do encerramento das estradas das classificativas, continua responsável pelos oficiais que nomeia e o Diretor de Prova mantém a responsabilidade de conduzir o evento de acordo com os regulamentos aplicáveis, devendo assegurar que os oficiais estejam nos seus postos e disponham da informação necessária para desempenhar as suas funções&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os Comissários Desportivos consideram que a falta de comunicação da entrada dos veículos na classificativa constituiu atos inseguros que conduziram a uma situação insegura, configurando, assim, uma infração ao Artigo 12.2.1.h do Código Desportivo Internacional da FIA 2026&#8221;, sublinha ainda o documento.</P><br />
<P>Por essas razões, a FIA decidiu aplicar uma reprimenda à organização do ACP, bem como uma multa de 15 mil euros, suspensa até 31 de dezembro de 2027.</P><br />
<P>Foi ainda decidido requerer &#8220;de forma formal à organização que implemente melhorias na edição&#8221; deste ano para evitar mais problemas de segurança.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760837]]></sapo:autor>
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		<title>CEO da Inditex revela a fórmula secreta do sucesso da Zara: (m+c+s+p)·v</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 20:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Óscar García Maceiras]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Zara]]></category>
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					<description><![CDATA[O modelo assenta numa combinação estratégica de quatro pilares essenciais e um fator multiplicador: os valores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O CEO da Inditex, Óscar García Maceiras, revelou recentemente aquilo que descreve como a base do sucesso da Zara: uma fórmula simples, mas estratégica — (m + c + s + p) · v. A apresentação foi feita numa conferência em Madrid, integrada nas comemorações dos 50 anos da marca.</p>
<p>Segundo o Expansión, esta fórmula resume décadas de crescimento de um dos maiores grupos de moda do mundo, que em 2024 atingiu receitas superiores a 38 mil milhões de euros e lucros de quase 6 mil milhões.</p>
<p>A Zara nasceu em 1975, após a criação de uma pequena oficina têxtil por Amancio Ortega em 1963. Desde então, a empresa evoluiu para um gigante global, com presença em milhares de lojas e um forte investimento na digitalização e internacionalização.</p>
<p>Hoje, sob a liderança de Marta Ortega, o grupo continua a reinventar-se, mantendo uma ligação forte às suas origens.</p>
<p><strong>Moda: democratizar o estilo</strong></p>
<p>O primeiro elemento da fórmula &#8211; “m” de moda &#8211; reflete a missão inicial da Zara: tornar a moda acessível a todos. A empresa aposta numa abordagem quase artesanal, com centenas de designers e modelistas, aliada a uma produção global eficiente.</p>
<p>Cerca de metade da produção é feita em proximidade, nomeadamente em Espanha, Portugal, Marrocos e Turquia. Esta estratégia permite ajustar rapidamente as coleções às preferências dos consumidores, algo que diferencia a marca no setor.</p>
<p><strong>Cliente: obsessão pela experiência</strong></p>
<p>O “c” representa o cliente, colocado no centro de toda a estratégia. A Inditex garante entregas frequentes e rápidas, com envios para lojas até duas vezes por semana.</p>
<p>Mais do que rapidez, o foco está na precisão e na experiência. Segundo o Expansión, a empresa tem investido em novos conceitos, como espaços híbridos e até cafetarias dentro das lojas, para tornar cada visita mais atrativa e diferenciadora.</p>
<p><strong>Sustentabilidade: compromisso a longo prazo</strong></p>
<p>A sustentabilidade, representada pelo “s”, é outro pilar essencial. A Inditex compromete-se a reduzir significativamente as emissões da sua cadeia de valor até 2030 e atingir a neutralidade carbónica até 2040.</p>
<p>A estratégia assenta em três eixos: circularidade, inovação e colaboração. A empresa defende que a transformação do setor exige esforços conjuntos e soluções partilhadas.</p>
<p><strong>Pessoas: o motor do crescimento</strong></p>
<p>O “p” refere-se às pessoas. Com mais de 160 mil colaboradores em todo o mundo, a Inditex aposta na valorização interna, oferecendo condições competitivas e oportunidades de progressão.</p>
<p>A cultura organizacional é marcada por uma forte ligação entre equipas jovens e altamente comprometidas com os objetivos da empresa.</p>
<p><strong>Valores: o verdadeiro multiplicador</strong></p>
<p>A fórmula termina com um multiplicador &#8211; “v” de valores. Para Óscar García Maceiras, este é o elemento que potencia todos os outros.</p>
<p>Entre os principais valores destacam-se a humildade, num setor onde o sucesso é sempre temporário; a prudência, face à volatilidade do mercado; e a ambição, que tem permitido à empresa crescer a partir de uma base local até se tornar num líder global.</p>
<p>Segundo o Expansión, a Inditex pretende continuar a evoluir como empresa de moda centrada no cliente, reforçando a inovação e a experiência de compra. O grupo acredita que a moda do futuro não pode ser apenas um produto, tem de ser uma experiência completa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757801]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Putin disposto a reunir-se com Zelensky e afirma que guerra &#8220;está a chegar ao fim&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-putin-disposto-a-reunir-se-com-zelensky-e-afirma-que-guerra-esta-a-chegar-ao-fim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que a guerra na Ucrânia "está a chegar ao fim", criticando os países ocidentais pelo seu apoio a Kiev, manifestando ainda disponibilidade para encontrar-se com o homólogo ucraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou hoje que a guerra na Ucrânia &#8220;está a chegar ao fim&#8221;, criticando os países ocidentais pelo seu apoio a Kiev, manifestando ainda disponibilidade para encontrar-se com o homólogo ucraniano. </P><br />
<P>&#8220;Começaram a intensificar o confronto com a Rússia, que continua até hoje. Acho que isto está a chegar ao fim, mas a situação continua grave&#8221;, respondeu Putin a uma questão sobre se a ajuda ocidental à Ucrânia estava a ir longe demais.</P><br />
<P>Nas mesmas declarações a jornalistas, o Presidente da Rússia disse estar disposto a reunir-se com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, num terceiro país, embora tenha colocado como condição que haja sobre a mesa um acordo definitivo de paz para pôr fim ao conflito com Kiev.</P><br />
<P>&#8220;Seria possível reunir num terceiro país, mas apenas se se alcançar um acordo definitivo sobre um tratado de paz, que deverá ser desenhado com uma perspetiva a longo prazo&#8221;, declarou à imprensa, segundo a agência de notícias russa TASS, citada por outras agências internacionais.</P><br />
<P>Putin falou também sobre a troca de prisioneiros anunciada na sexta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmando que a Rússia ainda não recebeu qualquer proposta da Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Contamos com a parte ucraniana para responder à proposta feita pelo Presidente dos Estados Unidos. Infelizmente, até hoje ainda não recebemos qualquer proposta&#8221;, afirmou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760836]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 100 pessoas adoeceram com norovírus num cruzeiro nas Bahamas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-100-pessoas-adoeceram-com-norovirus-num-cruzeiro-nas-bahamas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 pessoas estão doentes com um norovírus, um germe que causa gastroenterite aguda, a bordo de um cruzeiro que partiu da Florida, nos Estados Unidos, na semana passada e que regressará segunda-feira a este estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 pessoas estão doentes com um norovírus, um germe que causa gastroenterite aguda, a bordo de um cruzeiro que partiu da Florida, nos Estados Unidos, na semana passada e que regressará segunda-feira a este estado norte-americano.        </P><br />
<P>Um total de 102 passageiros e 13 membros da tripulação do cruzeiro &#8220;Caribbean Princess&#8221;, que se encontra a navegar perto das Bahamas, relataram estar doentes com o vírus que provoca vómitos e diarreia, indicaram os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) num comunicado.</P><br />
<P>Para conter o surto, a tripulação do navio intensificou as medidas de &#8220;limpeza e desinfeção&#8221;, isolou as pessoas infetadas e consultou as autoridades sanitárias sobre os procedimentos de &#8220;limpeza&#8221; e de notificação dos casos, conforme detalhado no comunicado.</P><br />
<P>O cruzeiro tem chegada prevista a Port Canaveral, nos arredores de Orlando, na segunda-feira, dia 11 de maio, de acordo com o portal de acompanhamento de cruzeiros CruiseMapper.</P><br />
<P>A bordo do navio viajam um total de 3.116 passageiros, pelo que o surto atual afeta 3% dos viajantes.</P><br />
<P>O norovírus é a principal causa de surtos de diarreia e vómitos nos Estados Unidos, segundo o CDC, e propagar-se através do contacto direto com outras pessoas infetadas, consumo de alimentos e bebidas contaminadas com o vírus, e tocando em superfícies contaminadas.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760835]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>50 coisas que os portugueses faziam em 1976 e que hoje seriam um escândalo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/50-coisas-que-os-portugueses-faziam-em-1976-e-que-hoje-seriam-um-escandalo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 19:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[1976]]></category>
		<category><![CDATA[absurdas]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>
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					<description><![CDATA[Fumar em consultórios médicos, trabalhar sem contrato ou viajar sem cinto de segurança eram situações comuns há 50 anos. Hoje, seriam impensáveis. Esta mudança reflete uma transformação estrutural da sociedade ao longo de meio século.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo dos últimos 50 anos, a sociedade sofreu transformações profundas que mudaram por completo a forma como se vive, trabalha e convive. Pequenos gestos do quotidiano ajudam a perceber essa evolução: hábitos que eram considerados normais em 1976 são hoje, em muitos casos, inaceitáveis ou simplesmente impossíveis.</p>
<p>Práticas como fumar em consultórios médicos, circular de mota sem capacete ou recorrer a castigos físicos nas escolas eram comuns há meio século. Hoje, essas situações são amplamente rejeitadas, refletindo mudanças sociais, legais e culturais significativas.</p>
<p>Em 1976, Portugal vivia um contexto muito diferente do atual. Basta olhar para os comportamentos do dia a dia para perceber como o país evoluiu em áreas como a saúde, o trabalho, a educação ou a igualdade social.</p>
<p>Muitas das mudanças devem-se a avanços legislativos, maior consciencialização social e também ao impacto da tecnologia e da globalização. Outras refletem uma transformação mais profunda nos valores da sociedade.</p>
<p data-cly-pid="11"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​e prejudiciais à saúde:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="12"><span dir="auto">Fumar no consultório médico, na sala de aula, no transporte público e dentro de bares.</span></li>
<li data-cly-pid="13"><span dir="auto">Beber água de qualquer torneira, mangueira ou fonte, sem parar para pensar se era potável.</span></li>
<li data-cly-pid="14"><span dir="auto">Comprar alimentos em mercados de rua ou em locais de higiene duvidosa.</span></li>
<li data-cly-pid="15"><span dir="auto">Tratar problemas de saúde mental como algo vergonhoso ou insano.</span></li>
<li data-cly-pid="16"><span dir="auto">Consumir álcool em bares sendo menor de idade sem que lhe perguntem quantos anos tem.</span></li>
<li data-cly-pid="17"><span dir="auto">Conviver com doenças crónicas sem acompanhamento frequente.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="18"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no trabalho:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="19"><span dir="auto">Trabalhar com menos de 16 anos de idade.</span></li>
<li data-cly-pid="20"><span dir="auto">Trabalhar sem contrato ou direitos trabalhistas.</span></li>
<li data-cly-pid="21"><span dir="auto">Trabalhar todos os dias da semana.</span></li>
<li data-cly-pid="22"><span dir="auto">Muitas mulheres paravam de trabalhar quando se casavam ou tinham filhos.</span></li>
<li data-cly-pid="23"><span dir="auto">Desenvolver toda a sua carreira profissional na mesma empresa.</span></li>
<li data-cly-pid="24"><span dir="auto">Receber salários em dinheiro. </span></li>
<li data-cly-pid="25"><span dir="auto">Guardar o salário em envelopes em casa.</span></li>
<li data-cly-pid="26"><span dir="auto">Trabalhar em jornadas de 12 horas regularmente.</span></li>
<li data-cly-pid="27"><span dir="auto">Trabalhar sem condições de segurança adequadas.</span></li>
<li data-cly-pid="28"><span dir="auto">Sofrer acidentes de trabalho sem que haja relatórios ou inspeções.</span></li>
<li data-cly-pid="29"><span dir="auto">Ir trabalhar quando um membro da família faleceu ou quando os filhos nascem.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="30"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​na estrada: </span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="31"><span dir="auto">Não usar cinto de segurança no carro.</span></li>
<li data-cly-pid="32"><span dir="auto">Não usar capacete ao andar de mota.</span></li>
<li data-cly-pid="33"><span dir="auto">Viajar com cinco ou seis pessoas nos bancos traseiros.</span></li>
<li data-cly-pid="34"><span dir="auto">Carregar um bebé no colo nos bancos da frente.</span></li>
<li data-cly-pid="35"><span dir="auto">Dirigir após consumir álcool era algo muito mais normalizado. </span></li>
<li data-cly-pid="36"><span dir="auto">Conduzir carros que nunca tinham sido inspecionados.</span></li>
<li data-cly-pid="37"><span dir="auto">Ver várias pessoas a andar numa mota.</span></li>
<li data-cly-pid="38"><span dir="auto">Conduzir à noite em estradas sem iluminação.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="39"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no ambiente familiar e pessoal:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="40"><span dir="auto">Deixar crianças sozinhas o dia todo, em casa ou na rua.</span></li>
<li data-cly-pid="41"><span dir="auto">Castigo físico de crianças.</span></li>
<li data-cly-pid="42"><span dir="auto">Mandar uma criança comprar tabaco ou álcool.</span></li>
<li data-cly-pid="43"><span dir="auto">As brincavam em campos abertos sem qualquer tipo de segurança.</span></li>
<li data-cly-pid="44"><span dir="auto">Considerar a violência de género como uma simples discussão entre casais.</span></li>
<li data-cly-pid="45"><span dir="auto">Piadas sexistas, racistas e homofóbicas eram muito mais comuns.</span></li>
<li data-cly-pid="46"><span dir="auto">Resolver conflitos familiares através de gritos ou até mesmo violência física.</span></li>
<li data-cly-pid="47"><span dir="auto">Escrever cartas.</span></li>
<li data-cly-pid="48"><span dir="auto">Memorizar vários números de telefone.</span></li>
<li data-cly-pid="49"><span dir="auto">Prestar serviço militar. </span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="50"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no mundo da educação:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="51"><span dir="auto">Os professores batiam nas crianças.</span></li>
<li data-cly-pid="52"><span dir="auto">Alta presença da religião católica na educação pública.</span></li>
<li data-cly-pid="53"><span dir="auto">Abandono escolar precoce devido a dificuldades financeiras.</span></li>
<li data-cly-pid="54"><span dir="auto">As universidades eram praticamente inacessíveis a mulheres e muitas famílias.</span></li>
<li data-cly-pid="55"><span dir="auto">Caminhar vários quilómetros até à escola ou faculdade. </span></li>
<li data-cly-pid="56"><span dir="auto">Sentir muito frio ou muito calor na sala de aula.</span></li>
<li data-cly-pid="57"><span dir="auto">Não receber apoio para determinadas necessidades educacionais.</span></li>
<li data-cly-pid="58"><span dir="auto">Não receber educação sexual.</span></li>
</ol>
<p data-cly-pid="59"><b><span dir="auto">Coisas impensáveis ​​no lazer e no consumo:</span></b></p>
<ol>
<li data-cly-pid="60"><span dir="auto">Haver dois únicos canais de televisão disponíveis.</span></li>
<li data-cly-pid="61"><span dir="auto">Ver conteúdo que ainda está censurado.</span></li>
<li data-cly-pid="62"><span dir="auto">Viajar para a aldeia todos os verões era a única opção.</span></li>
<li data-cly-pid="63"><span dir="auto">Considerar o bar como o único elemento de socialização.</span></li>
<li data-cly-pid="64"><span dir="auto">Utilizar uma câmera sem a possibilidade de ver o resultado até dias depois.</span></li>
<li data-cly-pid="65"><span dir="auto">Ouvir música apenas quando passava na TV ou no rádio.</span></li>
<li data-cly-pid="66"><span dir="auto">Pagar sempre em dinheiro.</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos destes hábitos desapareceram graças à evolução da sociedade, à melhoria das condições de vida e ao reforço de direitos fundamentais. O progresso na igualdade de género e na luta contra o racismo e a homofobia é particularmente significativo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757806]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Recluso foge da cadeia de Ponta Delgada mas foi capturado 40 minutos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um recluso, de 34 anos, evadiu-se hoje à tarde da cadeia de Ponta Delgada, nos Açores, mas acabou por ser capturado 40 minutos depois, numa casa nas imediações, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um recluso, de 34 anos, evadiu-se hoje à tarde da cadeia de Ponta Delgada, nos Açores, mas acabou por ser capturado 40 minutos depois, numa casa nas imediações, segundo o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP). </P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que três reclusos, conhecendo a falta de segurança e o estado de degradação da rede da cadeia, aproveitaram a hora de pátio para fugir, sendo que apenas um conseguiu chegar à rua, tendo um outro ficado ferido e o restante abortado a fuga após disparos de um guarda.</P><br />
<P>O recluso que conseguiu fugir pela rede degradada, e que estava a cumprir pena por tráfico de droga, foi capturado pela guarda prisional cerca de 40 minutos depois, numa casa degradada próxima do estabelecimento prisional, acrescentou à Lusa o presidente do SNCGP.</P><br />
<P>Frederico Morais disse que, ao aperceber-se da fuga, cerca das 16:00, um guarda prisional fez vários disparos de aviso para o ar, tendo um dos reclusos abortado a fuga por receio e outro, que se encontrava na zona do arame farpado feito ferimentos (cortes) nos pés e caído para o chão, durante a confusão que se gerou.</P><br />
<P>Apenas o recluso que já se encontrava em cima do muro conseguiu fugir.</P><br />
<P>Frederico Morais disse à Lusa que o sindicato &#8220;está farto de alertar&#8221; para a carência de guardas e para a falta de condições de segurança da cadeia de Ponta Delgada, mas que o assunto tem sido ignorado pela direção do estabelecimento e nada foi feito para colmatar a situação enquanto a programada nova cadeia não for construída. </P><br />
<P>O presidente do sindicato adiantou que já foram realizados vários plenários naquela cadeia para alertar para a falta de condições dos reclusos e para a insegurança das instalações, sobretudo das redes, mas que nada foi feito nem pela gestão do estabelecimento, nem pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).</P><br />
<P>No entendimento do sindicato, a diretora do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e a sua equipa não têm condições para continuar a dirigir a cadeia, mas que o problema fica à consideração da DGRSP.</P><br />
<P>O sindicalista deu como exemplo o facto de o adjunto da direção dar aulas de ioga aos reclusos no pátio sem a presença de qualquer guarda.</P><br />
<P>Frederico Morais disse ainda que há naquela cadeia 64 guardas para os vários turnos e 153 reclusos, existindo apenas um chefe principal e um adjunto para comandar as operações.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760834]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>O Corvette fazia demasiado barulho. Ela perdeu a paciência — e começou aos pontapés ao superdesportivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[corvette]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[O protagonista involuntário foi o proprietário de um Corvette C8 Z06 preto, que acabou envolvido numa discussão com uma mulher que se queixava do ruído do motor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros que chamam a atenção pelo desenho. Outros, pelo preço. E depois há os que anunciam a sua presença antes sequer de aparecerem. O Chevrolet Corvette Z06 pertence claramente a esta última categoria — e, desta vez, o som do V8 acabou por transformar uma paragem numa bomba de gasolina numa discussão filmada.</p>
<p>A história é relatada pela &#8216;Road &#038; Track&#8217; e aconteceu no Texas, nos Estados Unidos. O protagonista involuntário foi o proprietário de um Corvette C8 Z06 preto, que acabou envolvido numa discussão com uma mulher que se queixava do ruído do motor. O momento foi gravado em vídeo e partilhado nas redes sociais.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Texas Karen kicks man’s Corvette at gas station, demands he “certify” he heard her, then calls him retarded</p>
<p>A woman in Texas, claiming she has tinnitus, confronted a man at a gas station right after he started his Corvette.</p>
<p>She walked over, kicked his car to get his attention,… <a href="https://t.co/tEETn65pQX">pic.twitter.com/tEETn65pQX</a></p>
<p>&mdash; The Facts Dude 🤙🏽 (@Thefactsdude) <a href="https://twitter.com/Thefactsdude/status/2049525409910255714?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">April 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Nas imagens, a mulher aproxima-se do lado do condutor com o telemóvel na mão. Sem grande aviso, dá um pontapé na porta do Corvette e começa a discutir com o proprietário. Do outro lado, o condutor mantém um tom calmo, enquanto tenta perceber o motivo da reação.</p>
<p>A mulher alegava sofrer de tinnitus e dizia que o barulho do automóvel a estava a afetar fisicamente. Durante a discussão, ameaçou chamar a polícia para “fazer cumprir a lei”. O proprietário respondeu que também chamaria as autoridades, mas por outro motivo: os danos causados pelo pontapé no carro.</p>
<p>O detalhe que torna a história ainda mais improvável é o contraste entre os dois comportamentos. De um lado, uma mulher visivelmente irritada, convencida de que o ruído do Corvette tinha passado dos limites. Do outro, um condutor que, segundo a &#8216;Road &#038; Track&#8217;, parece ter dado uma pequena lição de calma perante uma situação que podia facilmente ter escalado.</p>
<p>Não é claro se aquele Corvette Z06 tinha escape modificado. Ainda assim, mesmo de origem, este modelo não é exatamente discreto. O motor LT6 V8 de cambota plana é conhecido pelo som agudo e intenso, capaz de subir até às 8.600 rotações por minuto. É uma das assinaturas mais marcantes do Z06 — e uma das razões pelas quais tantos entusiastas o veneram.</p>
<p>Mas o som de um carro, por mais irritante que possa ser para quem está por perto, não justifica danos materiais. Esse é também o ponto sublinhado pela publicação americana: um automóvel barulhento pode ser discutível, mas pontapear a carroçaria é outra conversa.</p>
<p>O Corvette em causa tinha película de proteção mate e jantes aftermarket, sinal de que pertenceria a um proprietário particularmente cuidadoso com o carro. Essa película pode ter sido decisiva para evitar danos mais sérios na pintura, embora o vídeo não permita perceber com clareza a extensão do estrago.</p>
<p>A discussão atingiu outro nível quando o condutor saiu do carro para registar a matrícula da mulher. Ela respondeu com insultos pessoais, enquanto ele insistia para que se afastasse do veículo. No fim, a cena terminou sem grandes demonstrações de fúria por parte do dono do Corvette — e com a internet a discutir, mais uma vez, a fronteira entre paixão automóvel, ruído e convivência pública.</p>
<p>A história tem todos os ingredientes de uma daquelas polémicas modernas que só precisam de uma câmara para ganhar vida própria: um superdesportivo americano, uma estação de serviço, uma queixa sobre barulho, um pontapé na porta e um condutor que pareceu perceber que, naquele momento, a melhor aceleração era mesmo não acelerar a discussão.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760144]]></sapo:autor>
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		<title>FC Porto vence Famalicão e conquista 24 título nacional de juniores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:39:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O FC Porto conquistou hoje o campeonato nacional de juniores, após receber e vencer o Famalicão, por 3-2, assegurando o título na 13.ª e penúltima jornada da fase de apuramento de campeão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O FC Porto conquistou hoje o campeonato nacional de juniores, após receber e vencer o Famalicão, por 3-2, assegurando o título na 13.ª e penúltima jornada da fase de apuramento de campeão. </P><br />
<P>Os &#8216;dragões&#8217;, que já tinham tido a oportunidade de se sagrarem campeões nas duas últimas jornadas, adiando a festa com um empate contra o Benfica (3-3) e uma derrota frente à União de Leiria (2-1), asseguraram finalmente a conquista com um golo obtido no último lance da partida, marcado por Duarte Cunha, aos 90+5.</P><br />
<P>Com a conquista do título, o FC Porto chega aos 24 troféus na categoria, ficando a dois do Benfica, o recordista com 26, enquanto o Sporting ocupa o terceiro lugar da hierarquia, com 17.</P><br />
<P></P><br />
<P>VR // VR</P><br />
<P>Lusa/fin</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760833]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 90 vacinas estão em desenvolvimento na Europa para responder a novas ameaças sanitárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do reconhecimento generalizado sobre a importância das vacinas, as especialistas alertaram para o crescimento de teorias falsas e campanhas de desinformação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="100" data-end="407">A investigação em vacinas está a atravessar uma fase de forte crescimento na Europa, com mais de 90 candidatas atualmente em desenvolvimento clínico. O objetivo passa por responder a algumas das maiores ameaças sanitárias da atualidade, incluindo o VIH, doenças respiratórias e resistências antimicrobianas.</p>
<p data-start="409" data-end="763">De acordo com o El Economista, os novos projetos incluem vacinas destinadas a doenças como a gripe, o vírus sincicial respiratório (VSR) e novas formulações contra a Covid-19. Existem ainda investigações focadas em bactérias resistentes a antibióticos, como a Clostridium, numa tentativa de combater o crescente problema das resistências antimicrobianas.</p>
<p data-start="765" data-end="998">O tema esteve em destaque no colóquio “Prevenção, resiliência e sustentabilidade de uma perspetiva One Health: vacinas, inovação e preparação para futuras crises”, realizado no âmbito do III Fórum Saúde organizado pelo El Economista.</p>
<p data-start="1051" data-end="1231">Ana Hernando, diretora de Relações Institucionais da área de vacinas da GSK, afirmou que este é um momento decisivo para identificar necessidades médicas ainda sem resposta eficaz.</p>
<p data-start="1233" data-end="1542">Segundo o El Economista, a responsável defendeu também uma mudança na forma como a vacinação é encarada pelos sistemas de saúde, considerando-a um investimento estratégico e não apenas um custo. Atualmente, a vacinação representa menos de 1% dos 105 mil milhões de euros do Sistema Nacional de Saúde espanhol.</p>
<p data-start="1544" data-end="1730">Na visão da responsável, um reforço do investimento em prevenção permitiria melhorar a resiliência dos sistemas de saúde e atrasar o aparecimento de doenças associadas ao envelhecimento.</p>
<p data-start="1788" data-end="2009">O envelhecimento da população foi outro dos temas centrais debatidos no encontro. Espanha é um dos países europeus com maior esperança média de vida, mas isso não significa necessariamente mais anos vividos com boa saúde.</p>
<p data-start="2011" data-end="2197">Dados do Eurostat citados durante o debate indicam que a esperança de vida saudável ronda os 64 anos, o que significa que muitos cidadãos passam cerca de duas décadas a viver com doença.</p>
<p data-start="2199" data-end="2490">Ana Hernando alertou que o envelhecimento afeta diretamente o sistema imunitário, tornando a prevenção ainda mais importante. A responsável sublinhou que atrasar a fragilidade física reduz a pressão sobre os serviços de saúde e permite aos profissionais concentrarem-se em patologias agudas.</p>
<p data-section-id="y7w6q9" data-start="2492" data-end="2543"><strong>Alterações climáticas aumentam risco de doenças</strong></p>
<p data-start="2545" data-end="2834">Gloria Pol Ferrer, responsável de medicina veterinária da LETI Pharma, destacou o impacto das alterações climáticas na propagação de doenças infecciosas. A especialista explicou que o aumento de vetores transmissores está a alterar a distribuição destas doenças em várias regiões do mundo.</p>
<p data-start="2836" data-end="3006">A responsável salientou ainda a importância da abordagem “One Health”, que integra saúde humana, animal e ambiental, defendendo uma resposta mais preventiva e coordenada.</p>
<p data-start="3008" data-end="3169">Além disso, considerou que a inteligência artificial poderá desempenhar um papel importante na previsão de riscos e na preparação para futuras crises sanitárias.</p>
<p data-start="3231" data-end="3395">Apesar do reconhecimento generalizado sobre a importância das vacinas, as especialistas alertaram para o crescimento de teorias falsas e campanhas de desinformação.</p>
<p data-start="3397" data-end="3589">Ana Hernando afirmou que muitas destas narrativas têm grande capacidade de influência e defendeu a necessidade de monitorizar e combater a desinformação com o apoio dos profissionais de saúde.</p>
<p data-start="3591" data-end="3825">Também foram apontadas desigualdades no acesso à vacinação e diferenças regionais nas estratégias adotadas. Segundo as intervenientes, continuam a existir dificuldades em transformar recomendações em níveis reais de cobertura vacinal.</p>
<p data-start="3827" data-end="4020">Outro problema identificado passa pelo modelo de vacinação ainda demasiado centrado nos hospitais, quando a vacinação em outros locais poderia aumentar significativamente a adesão da população.</p>
<p data-start="4022" data-end="4262" data-is-last-node="" data-is-only-node="">As especialistas concluíram que a transição demográfica e os novos desafios sanitários exigem sistemas de saúde mais preventivos, assentes em dados interoperáveis, planeamento financeiro de longo prazo e maior aposta na inovação científica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760045]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Soldados a controlar drones com a mente? Pentágono aposta em tecnologia que liga cérebro humano a máquinas de guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/soldados-a-controlar-drones-com-a-mente-pentagono-aposta-em-tecnologia-que-liga-cerebro-humano-a-maquinas-de-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 18:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pentágono]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto chamava-se Next-Generation Nonsurgical Neurotechnology, ou N3, e tinha um objetivo ambicioso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia parece saída de um filme de ficção científica: soldados capazes de controlar drones e outros sistemas militares apenas com sinais cerebrais, sem cirurgia e sem implantes invasivos. Mas o &#8216;Daily Mail&#8217; relata que a Agência de Projetos de Investigação Avançada de Defesa dos Estados Unidos, conhecida como DARPA, publicou informação sobre um programa que procurava precisamente aproximar o cérebro humano das máquinas de guerra.</p>
<p>O projeto chamava-se Next-Generation Nonsurgical Neurotechnology, ou N3, e tinha um objetivo ambicioso: desenvolver uma interface cérebro-computador portátil, não cirúrgica, que permitisse a militares saudáveis comunicar diretamente com sistemas de segurança nacional.</p>
<p>Na prática, a tecnologia deveria ler sinais cerebrais do utilizador e, ao mesmo tempo, enviar informação de volta para o cérebro. A promessa era criar uma ligação direta entre militares e equipamentos como drones, reduzindo a dependência de comandos tradicionais.</p>
<p>A DARPA é muitas vezes descrita como a ‘fábrica de ideias’ do Pentágono. A agência esteve ligada ao desenvolvimento de tecnologias que acabaram por marcar o mundo moderno, como a internet, o GPS e sistemas furtivos. Desta vez, porém, o campo era mais delicado: não se tratava apenas de melhorar máquinas, mas de criar uma nova forma de interação entre humanos e armamento.</p>
<p>O programa foi anunciado em 2018 e financiou seis equipas de investigação a partir de 2019, incluindo grupos ligados ao Battelle Memorial Institute, Carnegie Mellon University, Johns Hopkins Applied Physics Laboratory, Rice University, Palo Alto Research Center e Teledyne Scientific.</p>
<p>O desenvolvimento foi dividido em três fases. A primeira procurava testar componentes capazes de ler e registar sinais cerebrais, bem como enviar sinais de volta ao cérebro. A segunda fase passou pela integração desses componentes num sistema funcional e por ensaios em animais, para perceber se a tecnologia podia funcionar de forma segura e eficaz.</p>
<p>A terceira fase era a mais sensível: aperfeiçoar o dispositivo, aumentar a velocidade da transmissão de sinais e iniciar testes em humanos.</p>
<p>É precisamente aqui que começa o mistério.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, uma atualização da Carnegie Mellon University, datada de julho de 2023, indicava que a equipa já tinha iniciado testes em seres humanos. A universidade referia ainda uma técnica de estimulação cerebral não invasiva, apelidada de ‘SharpFocus’, apresentada como um avanço importante face ao que era possível até então.</p>
<p>Depois disso, porém, o rasto público do programa torna-se muito mais discreto. A página da DARPA dedicada ao N3 surge atualmente apenas como conteúdo de referência e indica que já não é mantida. A agência disse ao jornal que o esforço associado ao programa está concluído, acrescentando que não operacionaliza tecnologias.</p>
<p>Essa frase deixa espaço para uma pergunta inevitável: se a DARPA concluiu o programa, o que aconteceu à tecnologia?</p>
<p>A agência remeteu o conhecimento mais atualizado sobre a utilização dos dispositivos para as equipas de investigação envolvidas. Mas, até agora, não há uma explicação pública clara sobre o resultado dos testes humanos, sobre a eficácia dos equipamentos ou sobre uma eventual aplicação militar posterior.</p>
<p>O tema surge num contexto em que os Estados Unidos têm assumido publicamente a utilização de tecnologia militar avançada. O texto refere declarações de Donald Trump sobre armas que outros países desconheceriam, bem como relatos sobre alegadas armas sónicas e ferramentas secretas de deteção à distância.</p>
<p>Algumas dessas descrições devem, no entanto, ser lidas com cautela. Parte dos relatos citados envolve fontes anónimas, testemunhos não verificados ou episódios descritos sem confirmação independente. Ainda assim, ajudam a enquadrar o ambiente em que estas tecnologias são apresentadas: um campo onde propaganda, segredo militar e avanços reais se misturam com facilidade.</p>
<p>Entre os exemplos referidos está uma ferramenta conhecida como ‘Ghost Murmur’, que alegadamente usaria magnetometria quântica de longo alcance para detetar a assinatura eletromagnética de batimentos cardíacos. O sistema, segundo as descrições citadas, combinaria essa leitura com inteligência artificial para isolar uma pessoa no meio do ruído ambiente.</p>
<p>O ponto central, porém, continua a ser o N3: uma tentativa de tornar a interface cérebro-máquina suficientemente segura, portátil e prática para ser usada por pessoas saudáveis, começando pelo meio militar.</p>
<p>Até agora, tecnologias como a Neuralink, de Elon Musk, têm sido sobretudo associadas a pacientes com paralisia ou a contextos médicos e laboratoriais, muitas vezes com implantes colocados através de cirurgia. A proposta da DARPA era diferente: criar uma ligação não cirúrgica que pudesse ser usada em cenários reais.</p>
<p>Essa diferença é enorme. Um sistema implantado no cérebro já levanta debates éticos, médicos e técnicos. Um sistema portátil, capaz de ler sinais cerebrais sem cirurgia e de os transformar em comandos militares, abre uma discussão ainda mais ampla: até onde deve ir a fusão entre soldado e máquina?</p>
<p>O fascínio é evidente. Um militar que controle drones com a mente poderia reagir mais depressa, operar vários sistemas ao mesmo tempo e reduzir a distância entre intenção e ação. Mas os riscos também são claros: privacidade mental, autonomia humana, segurança dos dados cerebrais e possibilidade de erro num contexto de guerra.</p>
<p>É por isso que o silêncio em torno do desfecho do programa se torna tão relevante. O projeto foi apresentado, financiado, desenvolvido e levado até à fase de testes humanos. Depois, desapareceu da conversa pública.</p>
<p>No fim, a pergunta não é apenas se soldados já podem controlar drones com a mente. É outra, talvez mais inquietante: se essa tecnologia avançou, quem sabe hoje até onde chegou?</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760140]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O que acontece se deixar a sua conta bancária sem movimentos durante meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 17:30:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[setor bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o crescimento de bancos digitais como a Revolut, muitos portugueses passaram a manter contas antigas abertas em bancos tradicionais sem lhes dar uso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="204" data-end="431">Com o crescimento de bancos digitais como a Revolut, muitos portugueses passaram a manter contas antigas abertas em bancos tradicionais sem lhes dar uso. O problema é que estas contas esquecidas podem trazer custos inesperados.</p>
<p data-start="433" data-end="549">Em muitos casos, os titulares desconhecem o que acontece quando uma conta fica sem qualquer movimento durante meses.</p>
<p data-start="601" data-end="890">Em Portugal, uma conta pode ser considerada inativa quando não regista qualquer movimento entre seis meses e um ano, segundo o site 4gnews. No entanto, este critério não é uniforme e pode variar de banco para banco, pelo que é importante confirmar as condições definidas no contrato com a instituição financeira.</p>
<p data-start="892" data-end="1050">No caso das contas de serviços mínimos bancários, está previsto que o banco possa proceder ao encerramento da conta após 24 meses consecutivos sem movimentos.</p>
<p data-start="1093" data-end="1285">Uma das principais consequências de uma conta inativa é a aplicação de comissões de manutenção e inatividade. Estes valores variam normalmente entre 10 e 50 euros por ano, dependendo do banco.</p>
<p data-start="1287" data-end="1455">Com o passar do tempo, estes encargos podem acumular-se de forma silenciosa e levar a que uma conta que parecia inativa ou sem saldo acabe por ficar com saldo negativo.</p>
<p data-start="1457" data-end="1602">Mesmo quando existe saldo positivo, uma conta inativa pode ainda ser alvo de penhoras automáticas no caso de dívidas fiscais ou coimas judiciais.</p>
<p data-start="1646" data-end="1856">Existe ainda uma consequência menos conhecida: os valores depositados em contas sem movimentos durante 15 anos são considerados abandonados e revertem para o Estado, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 187/70.</p>
<p data-start="1897" data-end="2050">Os titulares podem consultar as contas associadas ao seu nome através da Base de Dados de Contas do Banco de Portugal, acessível via Portal das Finanças.</p>
<p data-start="2052" data-end="2215">Após autenticação com as credenciais pessoais, é possível consultar o Mapa de Responsabilidades, utilizado também em processos como pedidos de crédito à habitação.</p>
<p data-start="2217" data-end="2392" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Caso seja identificada uma conta inativa, a solução mais simples é solicitar o seu encerramento diretamente ao banco, sendo frequentemente recomendado fazê-lo presencialmente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759857]]></sapo:autor>
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		<title>Banco Central da Venezuela normaliza relações com instituições financeiras mundiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 17:18:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central da Venezuela (BCV) participou hoje no 1º Fórum Económico da América Latina, em Espanha, considerando ser um "novo marco na normalização das suas relações com instituições financeiras" mundiais, após o alívio das sanções dos EUA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Central da Venezuela (BCV) participou hoje no 1º Fórum Económico da América Latina, em Espanha, considerando ser um &#8220;novo marco na normalização das suas relações com instituições financeiras&#8221; mundiais, após o alívio das sanções dos EUA.</P><br />
<P>&#8220;A Venezuela retornou ao circuito dos bancos centrais no Fórum Económico da América Latina&#8221;, declarou a instituição num comunicado de imprensa.</P><br />
<P>A delegação que viajou para a Catalunha (região nordeste da Espanha que sedia o evento), chefiada pelo presidente do BCV, Luis Pérez, participou ativamente em grupos de trabalho sobre temas como &#8220;tarifas e geoeconomia, taxas de câmbio e política monetária, gestão de fluxos de capital e o impacto das tarifas comerciais&#8221;, segundo o mesmo comunicado.</P><br />
<P>Em abril passado, os Estados Unidos emitiram a Licença Geral 57, que autorizou &#8220;transações de serviços financeiros envolvendo certos bancos venezuelanos e instituições do Governo venezuelano&#8221;, incluindo o BCV.</P><br />
<P>Posteriormente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial retomaram as suas relações com Caracas.</P><br />
<P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, celebrou o retorno do país ao FMI como &#8220;um passo muito importante&#8221; para a economia da nação produtora de petróleo, agradecendo ao Presidente dos EUA, Donald Trump, e a &#8220;todas as equipas que também estiveram envolvidas&#8221; no processo.</P><br />
<P>O vice-presidente para os Assuntos Económicos da Venezuela, Calixto Ortega, foi nomeado governador do país junto ao FMI, conforme o anunciado na segunda-feira pelo presidente do Banco Central da Venezuela (BCV).</P><br />
<P>No 1.º Fórum Económico Latino-Americano, organizado pelo Banco da Espanha, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, falou na sexta-feira sobre a importância de construir &#8220;uma base&#8221; e uma &#8220;infraestrutura&#8221; europeias para operar com &#8216;stablecoins&#8217; (criptomoedas desenhadas para manter um valor estável, geralmente atrelado a um ativo de reserva como o dólar, euro ou ouro), em vez de replicar outros modelos. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760832]]></sapo:autor>
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		<title>Divulgadas na segunda-feira medidas de coação aos polícias detidos no caso da esquadra do Rato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 17:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os 14 polícias detidos no âmbito do caso de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, vão conhecer as medidas de coação na segunda-feira, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os 14 polícias detidos no âmbito do caso de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, vão conhecer as medidas de coação na segunda-feira, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.</P><br />
<P>A mesma fonte acrescentou que ao longo do dia de hoje foram ouvidas as alegações do Ministério Público (MP) e dos advogados, depois dos interrogatórios aos arguidos terem terminado na sexta-feira.</P><br />
<P>Segundo a fonte, o MP pediu prisão preventiva para quatro polícias, sendo um deles chefe da PSP, prisão domiciliária para três agentes e para os restantes suspensão de funções e proibição de contactos com as vítimas.</P><br />
<P>No total, foram detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno, tendo um dos agentes sido libertado logo depois da detenção, que aconteceu na terça-feira, e o civil libertado na quinta-feira, após o tribunal de instrução ter aceitado o pedido de habeas corpus por detenção ilegal. </P><br />
<P>Dos 15 polícias detidos, 14 são suspeitos de 19 crimes de tortura, além de outros que incluem ofensas à integridade física, abuso de poder e falsificação de documento em nove casos apontados pelo Ministério Público, referiu à Lusa fonte próxima do processo.</P><br />
<P>Um dos polícias não terá participado nas agressões, sendo suspeito dos crimes de tortura, abuso de poder e ofensas à integridade física por omissão, uma vez que terá assistido às agressões, e outro polícia é suspeito dos crimes de ofensas à integridade física, falsificação de documento, furto e violação de correspondência. </P><br />
<P>Com a detenção de 15 polícias &#8211; 13 agentes e dois chefes -, aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto, numa investigação denunciada pela PSP.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Ministério Público e a PSP realizaram 30 buscas, domiciliárias e em esquadras, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, num inquérito que investiga a eventual prática de crimes como &#8220;tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas&#8221;, segundo um comunicado sobre um inquérito tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, relativo a factos ocorridos nas esquadras do Rato e do Bairro Alto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760831]]></sapo:autor>
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		<title>A invenção que começou com um fracasso, passou pelas trincheiras da II Guerra Mundial e acabou nas suas calças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 17:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[fecho-éclair]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Origem desta peça remonta a 1893, na Feira Mundial de Chicago, quando Whitcomb Judson apresentou uma solução que prometia acabar com os incómodos atacadores das botas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está ali todos os dias, quase invisível, preso às calças, aos casacos, às malas ou às botas. Usa-se em segundos, sem grande pensamento, como se sempre tivesse existido. Mas o fecho-éclair tem uma história bem mais atribulada do que a sua simplicidade sugere: começou com uma invenção ridicularizada, atravessou guerras e acabou por mudar a forma como o mundo se veste.</p>
<p>O &#8216;ABC&#8217; recorda que a origem desta peça remonta a 1893, na Feira Mundial de Chicago, quando Whitcomb Judson apresentou uma solução que prometia acabar com os incómodos atacadores das botas. Chamou-lhe uma espécie de ‘fechadura de fecho’, feita com dentes de metal. A ideia era ambiciosa, mas a execução ainda estava longe de convencer.</p>
<p>O dispositivo era pesado, prendia com facilidade e, pior ainda, podia abrir-se sozinho. Em vez de aplausos, recebeu troça. Judson acabou por morrer em 1909, arruinado e praticamente esquecido, deixando para trás uma invenção inacabada e uma viúva ligada a uma promessa que ainda não tinha encontrado o seu momento.</p>
<p>Esse momento chegaria através de Gideon Sundback, engenheiro sueco e genro de Judson. Marcado pela morte da mulher durante o parto, Sundback fechou-se no trabalho e dedicou-se a aperfeiçoar o mecanismo criado pelo sogro.</p>
<p>Foi uma obsessão técnica e pessoal. Sundback redesenhou os dentes, tornou-os mais finos e precisos, criou tiras mais flexíveis e desenvolveu um cursor capaz de unir as duas partes com maior fiabilidade. Em 1913, nascia o chamado ‘Fecho sem Gancho’, uma versão muito mais próxima do fecho-éclair moderno.</p>
<p>A invenção, porém, ainda precisava de sair da oficina e entrar no mundo real. E foi a guerra que lhe abriu caminho.</p>
<p>Durante a Primeira Guerra Mundial, os soldados americanos nas trincheiras precisavam de soluções rápidas para fechar botas, bolsos e equipamento em condições duras, muitas vezes no meio da lama. O novo fecho revelou-se útil precisamente porque fazia em segundos aquilo que atacadores e botões tornavam mais lento.</p>
<p>Pouco depois, chegou aos casacos dos aviadores. Em grandes altitudes, onde o frio podia ser mortal, fechar rapidamente uma peça de roupa não era apenas uma questão de conforto: podia ser uma questão de sobrevivência.</p>
<p>Em 1923, a empresa BF Goodrich deu-lhe o nome pelo qual ficaria conhecido em inglês: ‘zipper’, inspirado no som rápido e seco do mecanismo. Em Portugal, o termo mais comum seria fecho-éclair, também associado à ideia de rapidez.</p>
<p>Mas a entrada no vestuário quotidiano não foi imediata. A alta costura resistiu. Alfaiates, casas de moda e setores mais conservadores da sociedade continuavam a preferir botões, vistos como mais elegantes e adequados. O fecho era prático, sim, mas também parecia demasiado mecânico, moderno e pouco refinado.</p>
<p>A década de 1930 mudou esse cenário. O fecho começou a conquistar as calças masculinas, primeiro por razões de conveniência e depois por pura eficácia. A empresa francesa Éclair aplicou-o em macacões de voo, enquanto a Talon, sucessora da empresa ligada a Sundback, ajudou a introduzi-lo nas calças com abertura frontal.</p>
<p>Os homens, cansados de botões pouco práticos, aderiram. O que antes parecia uma excentricidade técnica começou a transformar-se num gesto diário: puxar, fechar, seguir.</p>
<p>A II Guerra Mundial acelerou a mudança. Com o metal dos botões a tornar-se mais escasso e valioso, os Estados Unidos recorreram cada vez mais a fechos de náilon. A solução espalhou-se por casacos, calças, botas e equipamento militar, porque permitia vestir, fechar e proteger em poucos segundos.</p>
<p>O &#8216;ABC&#8217; sublinha que o fecho-éclair acabou por fazer muito mais do que unir tecidos. Ajudou crianças a vestirem-se sozinhas, deu novas possibilidades à moda feminina, permitiu cortes mais ajustados e peças mais rápidas de usar, e tornou-se indispensável em sectores tão diferentes como o vestuário, a bagagem, o desporto ou a indústria militar.</p>
<p>Hoje, produzem-se cerca de 10 mil milhões de fechos por ano. É um império silencioso, escondido em peças que usamos sem reparar. Mas por trás daquele gesto simples — subir ou descer um fecho — há uma história de fracasso, luto, guerra, engenho e velocidade.</p>
<p>No fim, talvez seja essa a força das grandes invenções: quando finalmente vencem, tornam-se tão comuns que quase deixam de ser vistas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760136]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Oliveirense despromovida à Liga 3 apesar de vitória frente ao Feirense</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/oliveirense-despromovida-a-liga-3-apesar-de-vitoria-frente-ao-feirense/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 16:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Oliveirense viu hoje confirmada a descida à Liga 3 de futebol na próxima época, apesar da vitória na visita ao Feirense, por 2-1, na 33.ª e penúltima jornada da II Liga.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Oliveirense viu hoje confirmada a descida à Liga 3 de futebol na próxima época, apesar da vitória na visita ao Feirense, por 2-1, na 33.ª e penúltima jornada da II Liga.</P><br />
<P>Em Santa Maria da Feira, a equipa da casa adiantou-se com um golo de Zé Ricardo, aos 26 minutos, mas a Oliveirense deu a volta, com tentos de Pedro Martelo, aos 76 e 84, numa altura em que o Feirense já jogava com menos um.</P><br />
<P>Com este resultado, a Oliveirense está no 18.º e último lugar, com 34  pontos, a dois pontos do Paços de Ferreira, 17.º, também em zona de descida, e a três do Portimonense, que é 16.º, lugar de play-off de manutenção.</P><br />
<P>No entanto, a Oliveirense tem desvantagem no confronto direto com o Portimonense e também num desempate a três, envolvendo Paços de Ferreira, o que significa que já não deixa a zona de despromoção direta.</P><br />
<P>A formação de Oliveira de Azeméis vai deixar os campeonatos profissionais depois de quatro épocas consecutivas na II Liga. Na época passada, a Oliveirense terminou o campeonato em 17.º, mas beneficiou do facto de o Boavista ter sido relegado para os campeonatos distritais para continuar no segundo escalão.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760830]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus: Sánchez diz ser &#8220;dever moral e legal&#8221; acolher navio nas Canárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 16:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro espanhol considerou hoje um "dever moral e legal" a operação de desembarque e repatriamento de mais de 100 pessoas que estão no barco onde houve infeções com hantavírus, prevista para as próximas horas nas ilhas Canárias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro espanhol considerou hoje um &#8220;dever moral e legal&#8221; a operação de desembarque e repatriamento de mais de 100 pessoas que estão no barco onde houve infeções com hantavírus, prevista para as próximas horas nas ilhas Canárias.</P><br />
<P>&#8220;Aceitar a solicitação da OMS [Organização Mundial da Saúde e oferecer um porto seguro é um dever moral e legal para os nossos cidadãos, a Europa e o direito internacional&#8221;, disse Pedro Sánchez, numa publicação nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Espanha estará sempre ao lado de quem precisa de ajuda. Porque há decisões que definem o que somos como sociedade&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A acompanhar este texto, Sánchez publicou imagens do encontro que teve hoje, em Madrid, com o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que está agora a caminho das Canárias, para acompanhar a operação de retirada de passageiros e tripulantes do navio de cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, que deverá chegar a um porto da ilha de Tenerife na próxima madrugada.</P><br />
<P>O Governo de Espanha disse hoje estar tudo preparado nas Canárias para o desembarque e repatriamento das pessoas que estão no navio, numa &#8220;operação inédita, de uma envergadura internacional sem precedentes&#8221;, nas palavras da ministra da Saúde espanhola, Mónica García.</P><br />
<P>Estão no &#8220;MV Hondius&#8221;, que esteve de quarentena em Cabo Verde, 147 pessoas, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).</P><br />
<P>Desembarcarão nas Canárias, em Tenerife, mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto desta ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE).</P><br />
<P>Vão manter-se no barco 43 membros da tripulação, que seguirão viagem, na segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</P><br />
<P>A OMS considerou que as Canárias são o porto com todas as condições logísticas e de segurança para esta operação que estava mais próximo do local onde estava o barco quando foi declarado o alerta sanitário por casos de infeção e suspeita de infeção com hantavírus.</P><br />
<P>O desembarque e repatriamento das pessoas a bordo far-se-á em zonas reservadas e isoladas do porto industrial de Granadilla e do aeroporto Tenerife Sul, sem qualquer contacto com a população local.</P><br />
<P>Também o percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto, em que serão usados veículos militares, estará isolado.</P><br />
<P>Tripulantes e passageiros só sairão do barco quando o avião que os vai repatriar estiver já preparado para descolar e serão levados diretamente à pista do aeroporto.</P><br />
<P>A previsão neste momento é que o &#8220;MV Hondius&#8221; chegue ao porto de Granadilla entre as 04:00 e as 06:00 de domingo (mesma hora em Lisboa).</P><br />
<P>O barco não vai tocar na costa e ficará ancorado, pelo que serão usadas lanchas para retirar as pessoas, em pequenos grupos, e por nacionalidades.</P><br />
<P>A operação será coordenada por Espanha, Países Baixos, a OMS e o ECDC.</P><br />
<P>O diretor-geral da OMS dirigiu-se hoje à população de Tenerife, numa carta aberta em que afastou o cenário de &#8220;uma nova covid&#8221; e reiterou que &#8220;o risco atual para a saúde pública causado pelo hantavírus mantém-se baixo&#8221;.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram neste barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetados estão já a bordo.</P><br />
<P>O barco viajava desde a Argentina até Cabo Verde, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana.</P><br />
<P>O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavirus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760829]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Estaciona o Lamborghini no lugar errado. Quando volta, tinha uma lição de um milhão à espera&#8230;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estaciona-o-lamborghini-no-lugar-errado-quando-volta-tinha-uma-licao-de-um-milhao-a-espera/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 16:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lamborghini]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Episódio ganhou força nas redes sociais através de um vídeo em que o proprietário surge a inspecionar o carro, visivelmente irritado, enquanto lamenta os danos causados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um Lamborghini Revuelto preto mate, avaliado em cerca de um milhão de dólares (aproximadamente 880 mil euros), bastou para chamar atenções num parque de estacionamento. Mas, desta vez, não foi pelo V12 híbrido nem pelo design de nave espacial. A história que o &#8216;Motor1&#8217; conta tornou-se viral por uma razão bem menos glamorosa: o superdesportivo apareceu parado num lugar reservado a pessoas com deficiência e acabou coberto de autocolantes humilhantes.</p>
<p>O episódio ganhou força nas redes sociais através de um vídeo em que o proprietário surge a inspecionar o carro, visivelmente irritado, enquanto lamenta os danos causados. O Revuelto estava estacionado num lugar acessível e, pior do que isso, parcialmente sobre a zona riscada lateral — o espaço extra que permite, por exemplo, abrir uma rampa de cadeira de rodas ou facilitar a entrada e saída de pessoas com mobilidade reduzida.</p>
<p>Os autocolantes deixavam pouca margem para dúvidas quanto à mensagem. Eram uma reprimenda pública, colada diretamente à carroçaria, com frases a acusar o condutor de estacionar mal e de não respeitar pessoas com deficiência. A ‘vingança’ era, acima de tudo, pensada para humilhar.</p>
<p>A história complica-se porque o proprietário do Lamborghini não negou totalmente o problema. Pelo contrário: admitiu que tinha estacionado mal. Ainda assim, tentou justificar-se, dizendo que tinha uma lesão no ligamento cruzado anterior do joelho, que estava “temporariamente incapacitado” e que possuía autorização para usar aquele lugar.</p>
<p>Ou seja, a polémica não estava apenas no uso do lugar reservado, mas no facto de o Revuelto estar também a invadir a chamada access aisle, a zona riscada ao lado da vaga. E é precisamente aí que a discussão muda de figura.</p>
<p>Esse espaço não é decorativo, nem uma margem de manobra opcional. É uma área essencial para quem precisa de abrir totalmente a porta, usar cadeira de rodas, desdobrar uma rampa ou sair do carro com equipamento de apoio. Bloqueá-la, mesmo que só em parte, pode tornar aquele lugar inútil para quem realmente dele precisa.</p>
<p>O Motor1 sublinha esse ponto com clareza e é por aí que a internet acabou por se dividir menos do que seria de esperar. Houve quem achasse a resposta do ‘justiceiro dos autocolantes’ excessiva, até porque continua a ser uma forma de vandalismo. Mas também houve muitos comentários a aplaudir a reprimenda, precisamente por entenderem que o Lamborghini estava a ocupar um espaço que não devia.</p>
<p>A cena ganhou um novo capítulo quando surgiu um segundo vídeo, publicado por uma conta que se identificava como autora da operação. Nessa gravação, o alegado ‘bumper sticker bandit’ escolhe os autocolantes, aproxima-se do carro e filma depois a reação do proprietário. A mensagem era quase de super-herói de parque de estacionamento: justiça rápida, colada e altamente visível.</p>
<p>É precisamente esse contraste que transforma a história numa peça tão eficaz para fim de semana. De um lado, um dos superdesportivos mais desejados do momento, símbolo de excesso, estatuto e espetáculo. Do outro, um gesto banal — estacionar mal — que bastou para o transformar num alvo.</p>
<p>O Lamborghini Revuelto, convém lembrar, não é um carro qualquer. É o sucessor eletrificado dos grandes V12 da marca, um híbrido com números absurdos e uma presença que praticamente exige ser filmada. Mas bastaram alguns minutos num parque e alguns autocolantes bem escolhidos para que todo esse glamour passasse para segundo plano.</p>
<p>Mais à frente no texto, o &#8216;Motor1&#8217; lembra ainda que as multas por uso indevido de estacionamento acessível, nos Estados Unidos, podem facilmente chegar a várias centenas de dólares. E, em muitos locais, ocupar a zona riscada lateral pode dar origem a uma infração própria, separada da multa principal.</p>
<p>No fim, esta não é apenas uma história sobre um Lamborghini ‘castigado’. É uma história sobre a facilidade com que um carro de sonho pode transformar-se em símbolo de arrogância — e sobre como, na era das redes sociais, um erro de estacionamento pode valer mais atenção do que qualquer arranque de 0 aos 100 km/h.</p>
<p>O dono do Revuelto queria provavelmente mostrar um carro de exceção. Acabou, isso sim, por oferecer à internet mais uma fábula moderna sobre luxo, mau estacionamento e justiça improvisada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760148]]></sapo:autor>
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		<title>Mulher apresenta queixa por violação no Queimódromo do Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 16:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma mulher de 22 anos apresentou queixa por violação contra um homem, de 25 anos, crime que afirmou ter ocorrido na madrugada de sexta-feira no Queimódromo do Porto, disse à Lusa fonte policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma mulher de 22 anos apresentou queixa por violação contra um homem, de 25 anos, crime que afirmou ter ocorrido na madrugada de sexta-feira no Queimódromo do Porto, disse à Lusa fonte policial. </P><br />
<P>&#8220;A mulher disse ter sido violada por um homem de 25 anos, no Queimódromo [espaço para concertos no âmbito da queima das fitas no Porto], de 7 para 8 de maio, entre as 04:45 e as 05:00&#8221;, detalhou a fonte.</P><br />
<P>Segundo a fonte da Polícia, a vítima teve de receber assistência hospitalar no Pedro Hispano, em Matosinhos.</P><br />
<P>A fonte da PSP acrescentou que a Polícia Judiciária está a investigar a denúncia.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760828]]></sapo:autor>
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		<title>África está a “partir-se ao meio” e pode redesenhar o mapa do mundo mais depressa do que se pensava</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 16:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[quénia]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação analisou a zona do Rift de Turkana, no Quénia, uma região que se estende por centenas de quilómetros entre o Quénia e a Etiópia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>África está a dividir-se mais depressa do que os cientistas pensavam. A descoberta, divulgada pelo &#8216;ScienceAlert&#8217; a partir de um estudo publicado na revista &#8216;Nature Communications&#8217;, indica que uma zona ativa de rift no leste do continente atingiu um ponto crítico e deverá, no futuro, dar origem a um novo oceano.</p>
<p>Mas há uma ressalva importante: “mais depressa” não significa amanhã, nem sequer nos próximos séculos. Em geologia, o tempo conta-se de outra forma. O processo ainda deverá demorar alguns milhões de anos, mas, à escala da Terra, isso é quase um instante.</p>
<p>A investigação analisou a zona do Rift de Turkana, no Quénia, uma região que se estende por centenas de quilómetros entre o Quénia e a Etiópia. Os cientistas concluíram que a crosta terrestre nessa área está muito mais fina do que se pensava, sinal de que a separação continental está numa fase mais avançada.</p>
<p>“Descobrimos que o rifting nesta zona está mais avançado, e que a crosta é mais fina, do que qualquer pessoa tinha reconhecido”, explicou Christian Rowan, geocientista da Universidade de Columbia. “A África Oriental progrediu mais no processo de rifting do que se pensava anteriormente.”</p>
<p>A Terra parece estável quando vista à escala de uma vida humana, mas os continentes estão sempre em movimento. Há mais de 200 milhões de anos, estavam unidos num supercontinente. No futuro distante, poderão voltar a aproximar-se. Pelo caminho, as placas tectónicas chocam, afastam-se e redesenham o planeta.</p>
<p>Quando duas placas se encontram, podem formar montanhas. Quando se afastam, podem abrir espaço para oceanos. É precisamente isso que está em curso no Sistema de Rift da África Oriental.</p>
<p>A placa africana está a dividir-se em duas grandes partes: a placa Núbia, a oeste, que inclui a maior parte do continente, e a placa Somali, a leste, que inclui grande parte da costa oriental africana e Madagáscar.</p>
<p>No Rift de Turkana, a equipa analisou medições sísmicas já recolhidas na região e calculou a espessura da crosta. O resultado surpreendeu: no centro da fenda, a crosta tem apenas cerca de 13 quilómetros de espessura. Nas margens da região, ultrapassa os 35 quilómetros.</p>
<p>Este dado é essencial porque, quando a crosta numa zona de rift fica abaixo dos 15 quilómetros, entra numa fase conhecida como ‘necking’. A partir daí, a rutura continental torna-se praticamente inevitável.</p>
<p>Quanto mais fina fica a crosta, mais fraca se torna. E, quanto mais fraca, mais fácil é a continuação da separação. O processo alimenta-se a si próprio, até que a crosta se estique ao ponto de permitir a subida de magma.</p>
<p>Será essa a fase seguinte: a ‘oceanização’. O magma vindo do interior da Terra emerge, arrefece e forma uma nova bacia oceânica. Com o tempo, a água do Oceano Índico deverá avançar para essa depressão e criar um novo fundo marinho.</p>
<p>Este processo já começou noutra zona próxima: a Depressão de Afar, no nordeste de África, junto ao Mar Vermelho. O que o novo estudo sugere é que o Rift de Turkana também está mais próximo dessa transição do que se julgava.</p>
<p>A descoberta tem ainda uma segunda leitura, talvez menos espetacular, mas muito importante para a história humana. O Rift de Turkana é uma das regiões mais ricas do mundo em fósseis de hominíneos, antepassados e parentes antigos da espécie humana.</p>
<p>Durante muito tempo, essa abundância de fósseis foi interpretada como sinal de que a região teria tido uma importância especial na evolução humana. Mas o novo estudo propõe uma hipótese diferente: talvez Turkana não tenha sido necessariamente mais importante para os nossos antepassados do que outras zonas de África; talvez tenha sido apenas melhor a preservar vestígios.</p>
<p>A explicação está na própria geologia. Os investigadores estimam que o Rift de Turkana entrou nesta fase de afinamento há cerca de quatro milhões de anos, depois de um período prolongado de atividade vulcânica. Essa transição coincidiu com o aparecimento de camadas sedimentares espessas e contínuas, ideais para conservar fósseis.</p>
<p>Ou seja, a mesma força que está lentamente a rasgar África poderá também ter ajudado a guardar algumas das pistas mais valiosas sobre a origem humana.</p>
<p>O &#8216;ScienceAlert&#8217; sublinha que a coincidência temporal entre a transformação tectónica e a preservação de fósseis pode mudar a forma como os cientistas interpretam o registo paleoantropológico da região. Turkana pode não ser apenas um berço da evolução humana; pode ser também um dos lugares onde a Terra melhor soube arquivar essa história.</p>
<p>No fim, a descoberta junta duas escalas difíceis de imaginar: a de um continente que se separa ao longo de milhões de anos e a de uma espécie que tenta reconstruir a sua própria origem a partir de ossos presos na rocha.</p>
<p>África ainda não vai partir-se amanhã. Mas, algures no tempo profundo da Terra, um novo oceano já começou a nascer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760126]]></sapo:autor>
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		<title>E se descobrisse que os seus avós foram nazis? Alemanha lança motor de busca que permite saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 15:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Die Zeit]]></category>
		<category><![CDATA[famílias]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma]]></category>
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					<description><![CDATA[Lançada por um jornal alemão, a nova ferramenta digital reúne milhões de registos do partido nazi preservados após a Segunda Guerra Mundial e permite aos utilizadores identificar possíveis ligações familiares ao regime. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo motor de busca desenvolvido na Alemanha está a despertar grande interesse ao permitir que qualquer pessoa descubra se os seus familiares foram membros do partido nazi. A ferramenta, lançada pelo jornal <a href="https://www.zeit.de/wissen/2026-04/nsdap-mitgliederkartei-karteikarten-familienmitglieder-suche" target="_blank" rel="noopener">Die Zeit</a>, já foi utilizada milhões de vezes desde o seu lançamento, refletindo uma crescente vontade de confrontar o passado.</p>
<p>De acordo com a CNN, esta plataforma reúne registos do partido fundado por Adolf Hitler, permitindo aos utilizadores pesquisar nomes e verificar ligações familiares ao regime nazi. O objetivo, segundo o próprio jornal alemão, é “acabar com o silêncio nascido de uma vergonha mal colocada”.</p>
<p>A base de dados resulta de uma colaboração entre arquivos alemães e norte-americanos. Estes documentos incluem milhões de cartões de filiação do partido nazi, que foram preservados no final da Segunda Guerra Mundial, apesar das tentativas de destruição por parte dos nazis.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, o interesse por este tipo de informação parece estar a aumentar, especialmente numa altura em que a maioria dos envolvidos diretos no regime já não está viva. Antes desta ferramenta, cerca de 75 mil pessoas por ano procuravam este tipo de informação junto dos Arquivos Federais Alemães.</p>
<p>Christian Staas, responsável pela área de História do Die Zeit, explica que esta nova acessibilidade permite uma visão mais realista do passado. Muitos alemães acreditam que os seus familiares não apoiaram o regime nazi, mas os números históricos mostram uma realidade diferente.</p>
<p>Entre 1925 e o final da Segunda Guerra Mundial, cerca de 10,2 milhões de alemães aderiram ao partido nazi, que chegou a ter aproximadamente 9 milhões de membros no seu auge. No final da década de 1930, a maioria da população alemã apoiava o regime de Hitler.</p>
<p>A adesão ao partido teve várias motivações, desde dificuldades económicas até à influência do nacionalismo e da liderança carismática, bem como convicções antissemitas.</p>
<p><strong>Reações emocionais às descobertas</strong></p>
<p>Os utilizadores que recorreram à plataforma têm partilhado reações intensas. Alguns confirmaram suspeitas antigas sobre familiares, enquanto outros ficaram surpreendidos com as descobertas.</p>
<p>De acordo com a CNN, há relatos de pessoas que lidam com sentimentos contraditórios ao descobrir que familiares próximos aderiram ao partido nazi, questionando até o momento em que essas decisões foram tomadas.</p>
<p>Especialistas consideram esta ferramenta um avanço significativo para o estudo do período nazi e para a compreensão coletiva da história. A acessibilidade aos documentos originais permite combater a desinformação e reforça a importância da evidência histórica.</p>
<p>Esta iniciativa surge também como um contributo relevante num contexto em que persistem tentativas de distorcer ou negar os acontecimentos do Holocausto.</p>
<p>Ao tornar esta informação acessível ao público, o projeto pretende incentivar uma reflexão mais honesta sobre o passado. Para muitos, trata-se de um passo essencial para lidar com a herança histórica e promover uma maior consciência coletiva.</p>
<p>A ferramenta do Die Zeit mostra que, mesmo décadas depois, a história continua a ter impacto nas gerações atuais e que o conhecimento pode ser fundamental para compreender o presente e evitar erros do passado.</p>
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