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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 10:21:31 +0000</lastBuildDate>
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		<title>&#8220;O meu trabalho está feito&#8221;: Starmer discursa pela última vez como primeiro-ministro do Reino Unido antes de apresentar demissão ao rei Carlos III</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Starmer apresentará formalmente a demissão antes de Andy Burnham assumir o cargo de novo primeiro-ministro do Reino Unido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O meu trabalho está feito&#8221;: Keir Starmer discursa pela última vez antes de apresentar demissão ao rei Carlos III</p>
<p>(Em atualização)</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791222]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O smart de dois lugares está de volta: novo #2 entra na reta final antes da estreia mundial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-smart-de-dois-lugares-esta-de-volta-novo-2-entra-na-reta-final-antes-da-estreia-mundial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[smart]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao longo das últimas semanas, os engenheiros da smart colocaram o #2 à prova em cenários urbanos exigentes, incluindo mudanças bruscas de faixa, obstáculos inesperados e pisos molhados de baixa aderência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo smart #2 já está a percorrer estradas e pistas de ensaio numa fase intensiva de desenvolvimento, preparando a estreia mundial marcada para o Salão Automóvel de Paris, em outubro de 2026. Equipado com uma camuflagem exclusiva em preto e branco criada pela equipa de Design Global da Mercedes-Benz, o novo modelo está a ser submetido a um rigoroso programa de testes destinado a validar o seu desempenho, conforto e fiabilidade.</p>
<p><strong>Concebido para a cidade, testado em condições reais</strong></p>
<p>Ao longo das últimas semanas, os engenheiros da smart colocaram o #2 à prova em cenários urbanos exigentes, incluindo mudanças bruscas de faixa, obstáculos inesperados e pisos molhados de baixa aderência.</p>
<p>O desenvolvimento contínuo da direção, suspensão e chassis tem como objetivo garantir uma condução estável, precisa e ágil, proporcionando a facilidade de utilização que se espera de um automóvel concebido para a mobilidade urbana.</p>
<p><strong>Conforto e silêncio como prioridades</strong></p>
<p>O programa de desenvolvimento vai muito além do comportamento dinâmico. O smart #2 está também a ser submetido a um extenso processo de validação NVH (Noise, Vibration and Harshness), destinado a reduzir ruído, vibrações e aspereza.</p>
<p>Os testes decorrem em túneis de vento, câmaras acústicas, instalações climatizadas, pistas especializadas e estradas públicas, permitindo otimizar o isolamento acústico do habitáculo, reduzir o ruído aerodinâmico e de rolamento, melhorar o comportamento do sistema de propulsão elétrica e criar um ambiente de condução mais confortável.</p>
<p><strong>Autonomia e durabilidade também estão em desenvolvimento</strong></p>
<p>Os engenheiros estão igualmente a avaliar diferentes compostos de pneus em superfícies de características distintas para encontrar o melhor compromisso entre baixa resistência ao rolamento — essencial para maximizar a autonomia — e redução do ruído.</p>
<p>Em paralelo, o modelo enfrenta exigentes ensaios de durabilidade em pisos degradados, estradas com ondulações contínuas, buracos e obstáculos típicos da condução urbana, incluindo impactos provocados por passeios elevados.</p>
<p><strong>Estrutura reforçada para maior segurança</strong></p>
<p>O aperfeiçoamento da rigidez estrutural e do chassis faz igualmente parte deste programa de desenvolvimento.</p>
<p>A nova geração da célula de segurança tridion combina dimensões compactas com uma estrutura altamente resistente, concebida para responder aos atuais requisitos de segurança e proporcionar elevados níveis de proteção, estabilidade e confiança ao condutor.</p>
<p><strong>O regresso do ADN smart</strong></p>
<p>Enquanto citadino 100% elétrico de dois lugares, o smart #2 recupera uma das características que marcaram a identidade do histórico fortwo: a configuração wheels-at-the-corners, que maximiza o aproveitamento do espaço e melhora significativamente a manobrabilidade.</p>
<p>Esta arquitetura foi concebida para enfrentar com facilidade os desafios da circulação e estacionamento nos centros urbanos, preservando o ADN que tornou a smart uma referência na mobilidade citadina.</p>
<p>Com a fase final de desenvolvimento em curso, o smart #2 prepara-se para a apresentação oficial no Salão Automóvel de Paris, em outubro de 2026, onde será revelado pela primeira vez ao público europeu.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791304]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Xi Jinping apresenta propostas para reforçar a governança global da inteligência artificial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xi-jinping-apresenta-propostas-para-reforcar-a-governanca-global-da-inteligencia-artificial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente chinês, Xi Jinping, defendeu a construção de um sistema global de governança da inteligência artificial mais justo e equilibrado durante a abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial 2026, que decorre em Shanghai.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Conteúdo Patrocinado por Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.</strong></em></p>
<p>No discurso de abertura, intitulado <em>“Construir em conjunto um sistema global de governança da inteligência artificial justa e razoável”</em>, Xi Jinping destacou os desafios colocados pelo rápido desenvolvimento da inteligência artificial, sublinhando a necessidade de encontrar respostas para questões relacionadas com a segurança, a ética, a tomada de decisões automatizada e a distribuição equitativa dos benefícios gerados pela tecnologia.</p>
<p>O líder chinês apresentou quatro propostas consideradas centrais para o futuro da governança global da inteligência artificial: promover a abertura e o benefício mútuo para estimular a inovação; reforçar os mecanismos de gestão de riscos para garantir uma utilização segura da tecnologia; incentivar a inclusão e o intercâmbio entre diferentes civilizações; e aprofundar a cooperação internacional na definição de modelos de governança.</p>
<p>Segundo analistas citados pelos meios oficiais chineses, estas orientações refletem a visão da China para o desenvolvimento da inteligência artificial, assente em quatro dimensões fundamentais: desenvolvimento, segurança, civilização e governança. A abordagem procura conciliar a inovação tecnológica com a proteção dos interesses sociais e o bem-estar coletivo.</p>
<p>A China destacou igualmente o crescimento do seu setor de inteligência artificial. De acordo com dados apresentados durante a conferência, o valor dos setores centrais da economia inteligente chinesa já ultrapassa um bilião de yuans, enquanto os modelos de código aberto desenvolvidos no país registaram mais de 10 mil milhões de downloads acumulados.</p>
<p>No plano internacional, Pequim tem procurado reforçar a cooperação em matéria de inteligência artificial. As autoridades chinesas salientaram os progressos alcançados na criação da Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (WAICO), iniciativa apresentada como uma plataforma destinada a promover a coordenação internacional, a harmonização de normas e o aprofundamento da cooperação tecnológica entre os países.</p>
<p>Segundo a China, a nova organização poderá contribuir para responder aos desafios globais colocados pela inteligência artificial e favorecer uma utilização mais inclusiva e equilibrada desta tecnologia à escala mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791283]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Donativos renderam deduções de 21,4 milhões de euros no IRS e PPR garantiram benefícios de 112 milhões</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/donativos-renderam-deducoes-de-214-milhoes-de-euros-no-irs-e-ppr-garantiram-beneficios-de-112-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os contribuintes portugueses beneficiaram de deduções à coleta em IRS no valor de 21,4 milhões de euros por donativos efetuados durante o ano fiscal de 2025, segundo o Relatório da Despesa Fiscal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os contribuintes portugueses beneficiaram de deduções à coleta em IRS no valor de 21,4 milhões de euros por donativos efetuados durante o ano fiscal de 2025, segundo o Relatório da Despesa Fiscal. O documento revela ainda que os benefícios fiscais associados aos Planos de Poupança Reforma (PPR) e produtos semelhantes atingiram 112,1 milhões de euros, confirmando a crescente utilização destes mecanismos para reduzir o imposto a pagar ou aumentar o reembolso do IRS.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/donativos-dao-bonus-de-21-4-milhoes-de-euros-no-irs" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, o Relatório da Despesa Fiscal de 2025 indica que a Autoridade Tributária contabilizou 13,3 milhões de euros em deduções relativas a donativos em dinheiro destinados a entidades de caráter social, ambiental ou desportivo, aos quais se somam mais 8,1 milhões de euros referentes a donativos concedidos a igrejas e instituições religiosas, perfazendo um total de 21,4 milhões de euros em benefícios fiscais. O documento mostra ainda que estes valores têm vindo a aumentar desde, pelo menos, 2022, quando as deduções ascendiam a 11,4 milhões de euros para outras entidades e a 7,2 milhões para instituições religiosas.</p>
<p>A legislação permite que estes donativos sejam deduzidos à coleta do IRS, contribuindo para reduzir o imposto devido ou aumentar o eventual reembolso. Nos casos em que não existem limitações específicas, os contribuintes podem deduzir 25% do montante doado, correspondendo a um benefício fiscal de 25 cêntimos por cada euro entregue. Em regra, estas despesas surgem já pré-preenchidas na declaração de IRS, mas, caso não aconteça, podem ser incluídas pelo contribuinte mediante a identificação dos respetivos recibos.</p>
<p>O relatório evidencia igualmente o peso crescente dos incentivos à poupança para a reforma. Os benefícios fiscais associados aos PPR, fundos de pensões e produtos equiparados ascenderam a 112,1 milhões de euros em 2025, mais 23,6 milhões do que em 2022. Nestes casos, a dedução corresponde a 20% das quantias aplicadas, estando sujeita a limites anuais entre 300 e 400 euros, consoante a idade do aforrador. No total, o Estado contabilizou 396 benefícios fiscais, dos quais 182 representam uma despesa superior a um milhão de euros cada. A despesa fiscal global foi estimada em 3,8 mil milhões de euros em 2025, refletindo um aumento face ao ano anterior, impulsionado sobretudo pelo crescimento das isenções tributárias e das deduções à coleta. Segundo a Autoridade Tributária, o aumento das isenções ficou sobretudo a dever-se ao novo regime do IRS Jovem.</p>
<p>O relatório divulgado pela Autoridade Tributária inclui ainda dados sobre o combate à fraude e à evasão fiscal, revelando que, em 2025, foram recuperados 1.550,2 milhões de euros em dívidas ao Estado através de processos de execução fiscal, um crescimento de 10% face a 2024. Mais de um terço deste montante correspondeu a dívidas de IVA, no valor de 523,6 milhões de euros, sendo que o total recuperado inclui ainda 137,8 milhões de euros em juros de mora. O documento refere igualmente que o levantamento do sigilo bancário foi solicitado em 803 processos durante o ano passado, tendo sido autorizado pelos próprios contribuintes em cerca de 73% dos casos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791281]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Como poupar na leitura este verão: ainda vai a tempo de aproveitar o Cheque-Livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[DECO PROteste deixa algumas recomendações para poupar na compra de livros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão costuma trazer mais tempo para ler. Seja na praia, na piscina ou durante as férias, é também uma boa oportunidade para renovar a estante sem gastar mais do que o necessário. Se nasceu em 2007 ou 2008, pode ainda beneficiar do Cheque-Livro, um apoio de 30 euros que foi prolongado até 31 de agosto.</p>
<p>Mas este não é o único truque para reduzir a despesa. A DECO PROteste deixa algumas recomendações para poupar na compra de livros.</p>
<p><strong>1. Verifique se tem direito ao Cheque-Livro</strong></p>
<p>O programa destina-se aos jovens nascidos em 2007 e 2008 e permite utilizar um voucher de 30 euros na compra de livros não escolares em mais de 200 livrarias aderentes. O apoio é válido apenas para uma compra igual ou superior a 30 euros e pode ser solicitado através da plataforma oficial do Cheque-Livro. O prazo termina a 31 de agosto.</p>
<p><strong>2. Compare preços antes de comprar</strong></p>
<p>O preço do mesmo livro pode variar entre livrarias, sobretudo quando existem campanhas promocionais ou programas de fidelização. Uma pesquisa rápida pode traduzir-se numa poupança relevante, especialmente quando compra mais do que um título.</p>
<p><strong>3. Aproveite campanhas e cartões de fidelização</strong></p>
<p>Ao longo do verão, muitas livrarias promovem descontos, campanhas &#8220;leve dois, pague um&#8221; ou oferecem vantagens aos clientes registados. Antes de finalizar a compra, confirme se existe alguma promoção acumulável.</p>
<p><strong>4. Recorra às bibliotecas públicas</strong></p>
<p>Nem sempre é necessário comprar. As bibliotecas municipais disponibilizam milhares de títulos gratuitamente e, em muitos casos, permitem reservar livros online ou requisitar versões digitais.</p>
<p><strong>5. Considere livros em segunda mão</strong></p>
<p>Quando procura clássicos, livros infantis ou obras já editadas há alguns anos, o mercado de usados pode representar uma poupança significativa, desde livrarias especializadas a plataformas de venda entre particulares.</p>
<p><strong>Ler mais, gastar menos</strong></p>
<p>Num contexto em que o preço dos livros continua a pesar no orçamento de muitas famílias, aproveitar apoios públicos como o Cheque-Livro e adotar hábitos de compra mais informados pode fazer a diferença. A leitura é um investimento, mas não tem de representar um esforço excessivo para a carteira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790968]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Multinacional portuguesa Capwatt vende projeto de baterias em Espanha à maior produtora de energia da Suíça</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/multinacional-portuguesa-capwatt-vende-projeto-de-baterias-em-espanha-a-maior-produtora-de-energia-da-suica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[baterias]]></category>
		<category><![CDATA[Capwatt]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Capwatt concluiu a venda à Axpo de um projeto de armazenamento de energia em baterias com 38 MW de capacidade, localizado na Catalunha, em Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Capwatt, <span data-olk-copy-source="MessageBody">detida pela Prismore Capital,</span> concluiu a venda à Axpo de um projeto de armazenamento de energia em baterias com 38 MW de capacidade, localizado na Catalunha, em Espanha. Esta é a primeira transação da empresa portuguesa na área dos sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês).</p>
<p>A operação contempla a alienação dos ativos do projeto à Axpo, maior produtora de energia da Suíça e uma das principais empresas internacionais no trading de energia e na comercialização de eletricidade de origem solar e eólica. A Capwatt manterá, por sua vez, um mandato para desenvolver o projeto e conduzir o processo de licenciamento até à fase &#8220;ready-to-build&#8221; (RTB).</p>
<p>A empresa especializada em soluções energéticas sustentáveis conta atualmente com um pipeline de cerca de 2 GW de projetos BESS em Portugal, Espanha, Itália e Polónia, em diferentes fases de desenvolvimento. A atividade passa pelo desenvolvimento e licenciamento de projetos de armazenamento de energia desde a fase inicial até à obtenção do estado RTB.</p>
<p>Os projetos desenvolvidos pela Capwatt são maioritariamente concebidos como instalações &#8220;standalone&#8221;, ou seja, sistemas independentes de armazenamento ligados diretamente às redes de transporte ou distribuição de eletricidade. A empresa desenvolve também sistemas &#8220;co-located&#8221;, integrados em centrais de produção renovável existentes ou em desenvolvimento, como complemento a projetos solares ou eólicos.</p>
<p>&#8220;O armazenamento de energia é uma peça essencial para garantir a segurança e a resiliência das redes, num contexto de crescente penetração renovável&#8221;, afirma Luís Castro Rocha, Head of Utility Scale da Capwatt.</p>
<p>Segundo o responsável, a intermitência da produção solar e eólica exige soluções capazes de gerir os desequilíbrios entre a oferta e a procura, estabilizar a rede e evitar o desperdício da energia produzida. &#8220;Os sistemas que a Capwatt desenvolve respondem precisamente a essa necessidade, contribuindo para a flexibilidade do sistema elétrico, para a descarbonização e para uma transição energética mais robusta e fiável&#8221;, acrescenta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791260]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas multa AliExpress em 550 ME por venda de produtos ilegais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia multou hoje a chinesa AliExpress em 550 milhões de euros por falhas na avaliação e redução do risco de venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia multou hoje a chinesa AliExpress em 550 milhões de euros por falhas na avaliação e redução do risco de venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico.</p>
<p>O executivo comunitário considerou que a plataforma violou as suas obrigações ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais (DAS, na sigla inglesa) &#8220;ao não avaliar e mitigar de forma diligente os riscos relacionados com a venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico&#8221;, segundo um comunicado.</p>
<p>A coima foi calculada tendo em conta a natureza das infrações, a sua gravidade em termos do número de utilizadores da União Europeia &#8211; 193 milhões &#8211; afetados e a sua duração, que se prolongou pelo menos até junho de 2025, quando a Comissão emitiu conclusões preliminares no processo contra a AliExpress.</p>
<p>A Comissão ordenou ainda que a plataforma adotasse medidas corretivas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>XLVIII BARÓMETRO: João Pinto, Católica Porto Business School</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de João Pinto, Dean da Católica Porto Business School.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de João Pinto, Dean da Católica Porto Business School</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Num contexto ainda marcado por incerteza, os dados sugerem uma nota de cautela, mas não de retração. As empresas continuam a investir, privilegiando ajustamentos moderados ou manutenção, o que revela uma leitura prudente do enquadramento, sem perda de confiança estrutural.</p>
<p style="text-align: justify;">A Inteligência Artificial começa, entretanto, a produzir efeitos mensuráveis, ainda que graduais. Os ganhos observados são maioritariamente incrementais, confirmando que não estamos perante uma rutura imediata, mas antes um processo de adoção progressiva, onde prevalece a experimentação informada. Neste quadro, a prioridade estratégica mantém-se essencialmente inalterada: crescer. A expansão de mercado continua a dominar as decisões, acima de agendas mais instrumentais, como a eficiência ou a própria digitalização. A tecnologia surge, assim, como meio e não como fim.</p>
<p style="text-align: justify;">O desafio desloca-se, por isso, para a capacidade de integrar estas ferramentas em decisões de gestão com impacto mensurável, assegurando simultaneamente critérios de utilização responsável. Neste plano, as organizações começam a procurar cada vez mais talento que combine competências técnicas com a capacidade de incorporação da Inteligência Artificial de forma ética, consistente e sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780650]]></sapo:autor>
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		<title>World Corporate Golf Challenge: Empresas de todo o país na 3.ª etapa disputada em ponte de lima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[World Corporate Golf Challenge Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Axis Golfe Ponte de Lima recebeu mais uma jornada de qualificação para a final nacional do maior torneio corporativo de golfe do mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>FOTOS: Visionari Visuals</p>
<p style="text-align: justify;">Ponte de lima recebeu, no passado dia 30 de maio, a 3.ª etapa de qualificação do world corporate Golf challenge portugal by audi, reunindo empresários, gestores e líderes empresariais de várias regiões do país no desafiante percurso do Axis Golfe Ponte de Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">Integrado no maior torneio corporativo de golfe do mundo, o World Corporate Golf Challenge continua a afirmar-se como uma plataforma privilegiada de networking, relacionamento empresarial e promoção dos valores do desporto, proporcionando aos participantes uma experiência única dentro e fora do campo.</p>
<p style="text-align: justify;">A competitividade foi uma constante ao longo da jornada disputada no Axis Golfe Ponte de Lima, com a dupla Jaime Cunha e Rui Lira Silva, da APR Mediação Seguros, a conquistar o primeiro lugar da classificação Net, assegurando a presença na Final Nacional do World Corporate Golf Challenge Portugal by AUDI. O segundo lugar Net foi alcançado por João Martins Ribeiro e Francisco Lopo, em representação da FL Construções. Na classificação Gross, o destaque foi para a equipa CGPL 2, composta por José Simão Oliveira e Custódio Castro, que arrecadou o primeiro lugar da categoria.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipa vencedora da classificação Net não escondeu a satisfação pela conquista: “Já há muito tempo que procurávamos chegar à Final do World Corporate Golf Challenge Portugal by AUDI. Temos participado nos últimos anos e ficado sempre muito perto. Esta vitória representa o culminar de todo o nosso esforço e dedicação ao longo do tempo. É uma enorme satisfação conseguir finalmente alcançar este objetivo.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Paulo Sousa, a realização desta prova representa uma importante oportunidade para promover o território: “O facto deste torneio se realizar em Ponte de Lima é muito importante para nós porque promovemos o desporto, mas também o território. Hoje é indissociável falar de qualidade de vida, de uma ligação à natureza, de bons serviços públicos e de uma excelente gastronomia. Estou certo de que este tipo de eventos é essencial para projetarmos Ponte de Lima, a vila mais antiga de Portugal, e dar a conhecer tudo aquilo que nos distingue. Estes torneios trazem pessoas de várias localidades do país, que têm a oportunidade de praticar golfe num campo de excelência e, simultaneamente, descobrir melhor esta vila extraordinária.”</p>
<p style="text-align: justify;">Também o Diretor do Axis Golfe Ponte de Lima, Manuel de Miguel, destacou a relevância da competição para o clube e para a região: “Para Ponte de Lima é um enorme orgulho receber esta etapa do World Corporate Golf Challenge, que integra o maior torneio corporativo de golfe amador do mundo. Fazemos tudo o que está ao nosso alcance para apresentar o campo nas melhores condições possíveis e para garantir que todos os jogadores saem daqui satisfeitos e a falar bem de Ponte de Lima. Esse é o nosso principal objetivo.”</p>
<p style="text-align: justify;">O patrocinador principal do circuito, a LG Portugal, voltou a reforçar o seu compromisso com o evento. O representante da marca destacou a importância estratégica da parceria: “É uma honra para a LG associar-se ao World Corporate Golf Challenge como patrocinador principal. Sendo uma das marcas líderes de eletrónica de consumo em Portugal, sentimos a responsabilidade de continuar próximos dos nossos clientes e parceiros. Este evento é particularmente importante porque reúne empresários, gestores e decisores, permitindo fortalecer relações, criar novas oportunidades de negócio e consolidar parcerias. Para a LG, trata- -se de uma plataforma privilegiada para reforçar o networking e a proximidade ao tecido empresarial português.”</p>
<p style="text-align: justify;">As Executive Partner do WCGC Portugal sublinharam igualmente a dimensão nacional do projeto e a relevância do apoio dos parceiros: “O World Corporate Golf Challenge é um circuito verdadeiramente nacional. Costumamos dizer que é um circuito nómada, porque percorre o país de norte a sul com o objetivo de estar próximo dos jogadores e das empresas, sejam elas regionais ou nacionais. O nosso propósito é unir o golfe e o mundo empresarial através de uma plataforma de relacionamento única. O apoio de parceiros como a LG confere uma enorme credibilidade ao evento e é fundamental para o seu crescimento. Partilhamos os mesmos valores de networking, proximidade e construção de relações duradouras com empresas e clientes.”</p>
<p style="text-align: justify;">Com mais uma etapa concluída, o World Corporate Golf Challenge Portugal aproxima-se da reta final da temporada, continuando a proporcionar experiências únicas aos participantes e a fortalecer a ligação entre o desporto e o mundo empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">A última etapa de qualificação decorrerá no dia 26 de Junho, antes da realização da Final Nacional, onde serão encontradas as equipas que representarão Portugal na Final Mundial do World Corporate Golf Challenge.</p>
<p style="text-align: justify;">A organização agradece ainda o apoio de todos os parceiros que contribuíram para a realização deste evento: AUDI, LG, Município de Óbidos, Turkish Airlines, Visit Azores, Axis Hotéis, CC Viagens, Associação de Promoção da Madeira, Madeira Golf Passport, IB Putter Sweetspot, Ivan Ballesteros Golf Design, Câmara Municipal de Sesimbra, Octant, Vista Alegre, BDR, Distintus, Simões e Guerreiro, Fitness Nestlé , Sogenave, Cigala, Nicola, Poças, Ursu, Uriage, Santos e Vale, Fundação S. João de Deus, Floor Sensation e Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa, Município de Ponte de Lima, Federação Portuguesa de Golfe, Executive Digest, RFM, Viagens &amp; Resorts, Evoque Mag, Analógica Group, TNews, Revista Business Portugal, Wherever Magazine.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781457]]></sapo:autor>
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		<title>Assembleia-geral de acionistas do Conta Lá convocada para 06 de agosto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/assembleia-geral-de-acionistas-do-conta-la-convocada-para-06-de-agosto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A assembleia-geral (AG) do canal Conta Lá está marcada para 06 de agosto, onde os acionistas vão votar, entre outros pontos, a nomeação de nova Comissão de Gestão, confirmaram hoje à Lusa fontes ligadas ao processo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A assembleia-geral (AG) do canal Conta Lá está marcada para 06 de agosto, onde os acionistas vão votar, entre outros pontos, a nomeação de nova Comissão de Gestão, confirmaram hoje à Lusa fontes ligadas ao processo.</p>
<p>Em 15 de julho, o presidente executivo (CEO) do Conta Lá, Sérgio Figueiredo, comunicou aos trabalhadores a sua saída e informou a convocação de uma AG de acionistas para aprovar o plano de reestruturação, segundo missiva a que Lusa teve na altura acesso.</p>
<p>De acordo com fontes contactadas hoje pela Lusa, a AG foi convocada para 06 de agosto.</p>
<p>Entre os pontos na ordem de trabalhos estão o aumento de capital social, a aprovação do plano de reestruturação (reconversão) e a nomeação da nova Comissão de Gestão.</p>
<p>Na semana passada, os trabalhadores do projeto de media Conta Lá manifestaram-se preocupados com a continuidade do projeto que &#8220;defende a coesão territorial&#8221; e o &#8220;serviço público&#8221; de televisão e sublinharam que o coletivo estava unido e empenhado na procura de soluções.</p>
<p>No final de junho foi noticiado que o canal de televisão, que é transmitido no cabo desde o ano passado, iria recorrer à suspensão temporária dos contratos de trabalho ou redução do horário (&#8216;lay-off&#8217;), numa reestruturação para reduzir custos, perante um cenário de salários em atraso.</p>
<p>Atualmente, o projeto deverá contar com cerca de 100 pessoas, dos quais 40 jornalistas, de acordo com uma fonte da empresa, e tem salários em atraso há quase três meses.</p>
<p>&#8220;Espero que, com a chegada de novos acionistas, surjam novos líderes, gente de energia renovada e enorme vontade de afirmar um projeto que, depois de religado, terá finalmente os meios de que precisa para acelerar investimentos e cumprir o seu propósito &#8211; na verdade, novos propósitos que ainda podem torná-lo maior do que foi sonhado&#8221;, referiu Sérgio Figueiredo, na mensagem enviada aos trabalhadores na semana passada.</p>
<p>&#8220;Esta Comissão Executiva, composta por Maurício Ribeiro, por Jorge Santos e por mim próprio, sai de cena no dia em que a assembleia-geral de acionistas aprovar este Plano e a Comissão de Gestão &#8211; algo que, devido aos prazos legais e estatutários da empresa, deverá ocorrer no fim deste mês&#8221;, sublinhou Sérgio Figueiredo, que assume a parte de responsabilidade &#8220;nesta hora de tremenda frustração&#8221;, que classifica &#8220;quase tão pesada quanto a desilusão&#8221; que provoca nos trabalhadores.</p>
<p>Há quase um ano, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) autorizou atividade dos canais Conta Lá Sul, Conta Lá Centro e Conta Lá Norte e ainda do Conta Lá Rural, do projeto liderado por Sérgio Figueiredo, o qual previa a criação de 205 postos de trabalho, sendo 133 afetos à área de informação, 28 na área de programas e produtora e os restantes 44 em áreas de apoio técnico, gestão, RH, financeiro, comercial e jurídico.</p>
<p>Profissionais que seriam distribuídos de forma estratégica por áreas profissionais e localizações geográficas [de norte a sul do país, incluindo ilhas, com vários polos regionais], assegurando, assim, uma cobertura operacional eficiente e descentralizada.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791276]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Diretores pedem abolição dos 25 euros para pedir reapreciação dos exames</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/diretores-pedem-abolicao-dos-25-euros-para-pedir-reapreciacao-dos-exames/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O representante dos diretores escolares defendeu hoje a abolição da taxa de 25 euros que os alunos têm de pagar para pedir a reapreciação dos exames nacionais do ensino secundário, tendo em conta as falhas no processo de classificação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O representante dos diretores escolares defendeu hoje a abolição da taxa de 25 euros que os alunos têm de pagar para pedir a reapreciação dos exames nacionais do ensino secundário, tendo em conta as falhas no processo de classificação.</p>
<p>&#8220;Gostaria que este ano fosse abolido o valor de 25 euros para pedir a revisão das provas, tendo em conta como o processo decorreu&#8221;, defendeu Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), em declarações à Lusa.</p>
<p>Os 25 euros são reembolsados apenas se a classificação final subir. Se a nota descer ou se se mantiver, o dinheiro não é devolvido.</p>
<p>Habitualmente, apenas cerca de 2% dos alunos pedem revisão de prova, mas este ano os diretores escolares temem que haja um aumento exponencial tendo em conta os problemas identificados durante o processo de classificação, com folhas de respostas perdidas, folhas em branco ou respostas de alunos misturadas.</p>
<p>As falhas no processo de digitalização levaram o ministério a adiar a divulgação dos resultados, que foi reagendada para a passada sexta-feira, mas as escolas começaram a receber as notas apenas ao início da noite.</p>
<p>Ainda na noite de sexta-feira, as notas foram afixadas, mas mais de 1.400 exames surgiram na pauta com a informação de &#8220;suspenso&#8221; por falhas no processo e muitas outras notas tiveram de ser posteriormente corrigidas, segundo o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA).</p>
<p>Apenas no domingo foram enviados às escolas os ficheiros sobre os 1.400 exames com as notas suspensas.</p>
<p>&#8220;Durante o fim de semana, enviámos os PDF com as classificações. Alguns alunos já estiveram a analisar as provas, mas vão pedir ajuda aos professores e hoje é que se vai notar mais&#8221;, estimou Filinto Lima.</p>
<p>Após receber a cópia da prova, os alunos têm apenas dois dias úteis para formalizar o pedido de revisão.</p>
<p>No requerimento é preciso justificar com argumentos científicos, pedagógicos ou processuais o motivo para pedir a revisão e por isso convém ter a ajuda de um professor, até porque a nota pode descer. Filinto Lima acredita que hoje se vai notar uma maior afluência de alunos nas escolas a pedir ajuda aos professores.</p>
<p>Por outro lado, termina hoje o prazo para os alunos se inscreverem na 2.ª fase dos exames nacionais que arrancam na terça-feira.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791272]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ibersol recompra 46.900 por 426.747 euros e passa deter 433.585 ações próprias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ibersol-recompra-46-900-por-426-747-euros-e-passa-deter-433-585-acoes-proprias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal anunciou hoje junto do mercado a recompra de 46.900 ações, passando agora a deter 433.585 ações próprias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal anunciou hoje junto do mercado a recompra de 46.900 ações, passando agora a deter 433.585 ações próprias.</p>
<p>O valor do investimento ascendeu a 426.747 euros, com o preço médio por ação adquirida a rondar os 9,10 euros.</p>
<p>No dia 09 de julho a empresa anunciou que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros, passando para um valor de 40 milhões de euros.</p>
<p>Em comunicado enviado ao mercado, a Ibersol anunciou que, &#8220;em cumprimento da deliberação aprovada na assembleia-geral de acionistas de 20 de maio de 2026, tal como oportunamente divulgado, foi cumprida a inscrição, junto da Conservatória do Registo Comercial, mostrando-se concluído, em 08 de julho de 2026, o respetivo registo, da redução do capital social da sociedade&#8221;.</p>
<p>Com esta alteração, a Ibersol extinguiu 899.126 ações próprias para libertação de excesso de capital.</p>
<p>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, anunciou então que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros, passando agora para um valor de 40 milhões de euros.</p>
<p>Em comunicado enviado ao mercado, a Ibersol anunciou então que, &#8220;em cumprimento da deliberação aprovada na assembleia-geral de acionistas de 20 de maio de 2026, tal como oportunamente divulgado, foi cumprida a inscrição, junto da Conservatória do Registo Comercial, mostrando-se concluído, em 08 de julho de 2026, o respetivo registo, da redução do capital social da sociedade&#8221;.</p>
<p>Com esta alteração, a Ibersol extinguiu 899.126 ações próprias para libertação de excesso de capital.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791269]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Residências universitárias atrasadas: apenas um quarto das novas camas está disponível</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/residencias-universitarias-atrasadas-apenas-um-quarto-das-novas-camas-esta-disponivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A menos de dois meses do prazo definido para concluir as obras financiadas pelo Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), a execução continua longe das metas previstas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A menos de dois meses do prazo definido para concluir as obras financiadas pelo Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), a execução continua longe das metas previstas. Cerca de 60% dos projetos permanecem por concluir e, das 18.758 camas planeadas, apenas 5014 estão efetivamente prontas, o equivalente a 27% da capacidade prevista. Ao mesmo tempo, o custo do alojamento continua a aumentar, com o preço médio de um quarto a ultrapassar os 400 euros e a atingir os 500 euros em Lisboa, cenário que leva as associações estudantis a defenderem desde já um reforço da estratégia nacional para responder às necessidades futuras.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/20/sociedade/noticia/alojamento-estudantil-60-projectos-estao-concluir-so-quarto-camas-pronto-2182281" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, os dados oficiais do PNAES, atualizados a 24 de junho, mostram que das 134 empreitadas previstas apenas 53 estavam concluídas, enquanto 81 continuavam em execução. Entre estas contam-se 31 novas residências, 24 projetos de adaptação de edifícios, 17 intervenções de requalificação e nove obras realizadas em edifícios parcialmente ocupados. As empreitadas concluídas representam um investimento de cerca de 129 milhões de euros, num programa global avaliado em quase 467 milhões. Apesar dos progressos registados ao longo do último ano, a Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR já tinha alertado para o risco de parte das obras não ficar concluída até ao prazo de 31 de agosto, apontando como causas os efeitos das tempestades, a escassez de mão de obra e dificuldades logísticas, incluindo ligações a infraestruturas essenciais.</p>
<p>Apesar dos atrasos, algumas instituições começam a reforçar a capacidade de alojamento. O Instituto Politécnico de Coimbra inaugurou recentemente a residência R2, com 105 camas, que se junta à residência R1, totalizando 211 camas renovadas através de um investimento de 2,7 milhões de euros financiado pelo PRR. Já a Universidade de Lisboa anunciou que disponibilizará mais 1018 camas no ano letivo de 2026/27, depois de ter acrescentado outras 488 no ano anterior, num investimento global de 80 milhões de euros, dos quais 49,5 milhões provenientes do PRR. Ainda assim, o presidente da Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico (FNAEESP), Diogo Machado, considera que o reforço em curso será insuficiente para responder às necessidades dos mais de 100 mil estudantes deslocados, defendendo a criação de um &#8220;PNAES 2.0&#8221; que permita aumentar a oferta de camas, incluindo através da recuperação de edifícios devolutos pertencentes ao Estado.</p>
<p>Enquanto a rede pública continua a crescer lentamente, muitos estudantes mantêm-se dependentes do mercado privado de arrendamento. Os dados do Observatório do Alojamento Estudantil indicam que o preço médio de um quarto subiu para 423 euros em julho, mais 30 euros do que em 2024 e mais oito euros do que há um ano. Lisboa continua a ser a cidade mais cara, com uma renda média de 500 euros, seguida do Porto, com cerca de 450 euros. Faro, Setúbal, Ponta Delgada e Funchal registam valores próximos dos 400 a 450 euros, enquanto Aveiro e Braga apresentam rendas na ordem dos 350 euros. Apesar do aumento de 63% na oferta de quartos entre 2024 e 2026, passando de 5666 para 9254 anúncios, os preços continuam elevados e a pressionar o orçamento das famílias.</p>
<p>Em paralelo, mantêm-se dúvidas sobre a entrada em vigor do novo modelo de ação social para o ensino superior. O Ministério da Educação pondera aplicar já algumas medidas no próximo ano letivo, incluindo o aumento do valor máximo cobrado aos estudantes bolseiros alojados em residências, acompanhado de um apoio de 160 euros. O novo regime prevê ainda que os bolseiros possam optar por arrendar um quarto no mercado privado sem perder esse apoio e que os estudantes sem vaga em residência recebam uma bolsa ajustada ao custo do alojamento no concelho onde estudam. No entanto, Diogo Machado receia que esta alteração reduza a procura pelas residências recentemente construídas, muitas delas com quartos duplos, e acabe também por incentivar uma nova subida das rendas no mercado privado, à medida que os proprietários passem a considerar os novos apoios atribuídos aos estudantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791239]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Euribor sobe a três meses para novo máximo desde março de 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/euribor-sobe-a-tres-meses-para-novo-maximo-desde-marco-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:24:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Euribor subiu hoje a três e a 12 meses, no prazo mais curto para um novo máximo desde março de 2025, e desceu a seis meses em relação a sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Euribor subiu hoje a três e a 12 meses, no prazo mais curto para um novo máximo desde março de 2025, e desceu a seis meses em relação a sexta-feira.</p>
<p>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,493%, continuou abaixo das taxas a seis (2,687%) e a 12 meses (2,881%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, recuou hoje, ao ser fixada em 2,687%, menos 0,001 pontos que na sexta-feira.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a maio indicam que a Euribor a seis meses representava 39,17% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,73% e 24,79%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor subiu hoje para 2,881%, mais 0,008 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>No mesmo sentido, a Euribor a três meses avançou hoje, ao ser fixada em 2,493%, mais 0,010 pontos que na sexta-feira e um novo máximo desde março de 2025.</p>
<p>Em 11 de junho, como antecipado pelo mercado, o BCE decidiu na reunião de política monetária subir, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente em 0,25 pontos percentuais.</p>
<p>Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como também tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 22 e 23 de julho em Frankfurt.</p>
<p>Em junho, a média mensal da Euribor subiu, de novo, a três e a seis meses, mas desceu no prazo mais longo.</p>
<p>A média mensal da Euribor em junho subiu 0,113 pontos para 2,339% a três meses e 0,060 pontos percentuais para 2,596% a seis meses.</p>
<p>Já a 12 meses, a média da Euribor baixou 0,006 para 2,798%.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791264]]></sapo:autor>
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		<title>A economia mundial ainda cresce, mas economistas apontam três riscos que estão a preocupar os investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:13:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia mundial deverá continuar a crescer acima da tendência na segunda metade de 2026 e nos anos seguintes, impulsionada pelo investimento em IA, pelo consumo resiliente e pelo alívio da política orçamental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia mundial deverá continuar a crescer acima da tendência na segunda metade de 2026 e nos anos seguintes, impulsionada pelo investimento em inteligência artificial (IA), pelo consumo resiliente e pelo alívio da política orçamental.</p>
<p>A previsão é da Aberdeen Investments, que, na sua análise trimestral House View para o terceiro trimestre, alerta, contudo, para uma maior volatilidade da inflação, riscos geopolíticos e sinais de uma fase mais avançada do ciclo económico.</p>
<p>A gestora de ativos estima que o crescimento global atinja cerca de 3,2% este ano, apesar de a inflação permanecer elevada na sequência do recente choque energético. Embora o contexto macroeconómico continue a favorecer os ativos de risco, a Aberdeen considera que o nível de incerteza é elevado e limita a convicção dos investidores.</p>
<p>&#8220;A economia global continua a demonstrar resiliência, apoiada pelos fortes resultados das empresas e pela continuidade do ciclo de investimento em IA. No entanto, estamos claramente numa fase mais complexa do ciclo, em que os riscos geopolíticos permanecem elevados e os choques inflacionistas são mais frequentes&#8221;, afirma Peter Branner, Chief Investment Officer da Aberdeen Investments.</p>
<p>O cenário central da gestora prevê uma estabilização dos mercados petrolíferos e a continuidade da expansão económica, embora os riscos extremos permaneçam significativos. Neste contexto, a Aberdeen recomenda uma postura ainda construtiva face aos ativos de risco, mas defende uma maior diversificação e resiliência das carteiras.</p>
<p>A inflação deverá permanecer acima do anteriormente previsto devido aos efeitos persistentes da energia, embora as pressões subjacentes tendam a moderar-se. Por isso, a gestora antecipa que os bancos centrais poderão alterar as taxas de juro menos do que os mercados atualmente esperam.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Reserva Federal deverá manter as taxas inalteradas durante 2026, retomando os cortes apenas em 2027. Também o Banco de Inglaterra e o Banco Central Europeu deverão interromper o ciclo de subida das taxas, enquanto o Banco do Japão deverá continuar a aumentá-las de forma gradual.</p>
<p>Na China, o crescimento continua a beneficiar da procura associada à IA e às tecnologias verdes. No entanto, a fragilidade do consumo interno e os desafios no setor imobiliário deverão levar Pequim a adotar novas medidas de estímulo direcionadas.</p>
<p>Os mercados emergentes mantêm, de forma geral, uma perspetiva resiliente, apoiados pelo investimento relacionado com a IA, embora com diferenças significativas entre regiões.</p>
<p>&#8220;A economia global entrou num regime de maior volatilidade da inflação, impulsionada em parte pela geopolítica e pelas perturbações nas cadeias de abastecimento. Embora o choque energético esteja a revelar-se temporário, futuros choques do lado da oferta poderão tornar-se mais frequentes&#8221;, afirma Paul Diggle, Chief Economist da Aberdeen Investments.</p>
<p>Segundo o economista, este cenário aumenta a probabilidade de períodos em que as ações e as obrigações evoluem na mesma direção, reforçando a importância de diversificar os investimentos por diferentes classes de ativos e regiões.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Emergentes e imobiliário entre as apostas</strong></p>
<p>A gestora mantém uma visão positiva sobre as obrigações e ações dos mercados emergentes, que continuam a apresentar um crescimento superior às tendências registadas antes da pandemia. A dinâmica é particularmente evidente na Ásia emergente, onde o investimento associado à IA constitui um importante motor de crescimento.</p>
<p>O recente choque energético poderá penalizar temporariamente os países que não são exportadores de matérias-primas, mas os fatores estruturais continuam a ser favoráveis. Na América Latina, várias economias mantêm margem para novos cortes nas taxas de juro. Ainda assim, a dispersão de desempenho entre mercados está a aumentar, com os ganhos cada vez mais concentrados num grupo restrito de exportadores ligados à tecnologia.</p>
<p>No crédito privado, a Aberdeen mantém uma posição neutra, refletindo preocupações crescentes relacionadas com uma fase mais avançada do ciclo económico. Os segmentos de investment grade continuam resilientes e oferecem um prémio de rendimento atrativo face aos mercados públicos, mas começam a surgir sinais de pressão em algumas áreas do mercado de direct lending, nomeadamente ao nível dos critérios de concessão de crédito, da liquidez dos fundos e do risco de deterioração das condições à medida que o ciclo económico avança.</p>
<p>Já no imobiliário direto global, a gestora mantém uma visão positiva, sustentada pela procura resiliente dos arrendatários e pela estabilidade dos fluxos de rendimento. A evolução está a tornar-se mais equilibrada entre regiões e setores, refletindo a melhoria dos fundamentos, embora alguns segmentos, como o alojamento estudantil no Reino Unido, continuem a ser considerados menos atrativos.</p>
<p>A infraestrutura é, por sua vez, uma das áreas onde a Aberdeen mantém uma visão mais otimista. A digitalização, a descarbonização e o aumento da despesa em defesa deverão gerar necessidades significativas de investimento em todo o mundo e uma oferta sustentada de oportunidades.</p>
<p>A gestora antecipa ainda um papel crescente do capital privado no financiamento destas necessidades. Embora as energias renováveis continuem a dominar o volume de transações, as infraestruturas digitais estão a conquistar uma fatia cada vez maior do valor total investido. As avaliações são, segundo a Aberdeen, geralmente mais atrativas nas operações de pequena e média dimensão.</p>
<p>No conjunto, a gestora considera que ações e obrigações deverão manter um desempenho moderadamente positivo, com a inteligência artificial a continuar a ser um dos principais motores dos mercados. A maior volatilidade da inflação, a geopolítica e os riscos associados à fase avançada do ciclo económico deverão, contudo, exigir uma abordagem mais diversificada e seletiva por parte dos investidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791249]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Maioria das escolas já afixou notas das provas do 9.º ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-maioria-das-escolas-ja-afixou-notas-das-provas-do-9-o-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A grande maioria das escolas já afixou os resultados das provas finais do 9.º ano, havendo apenas casos pontuais que continuam a aguardar a chegada dos ficheiros, revelou o representante dos diretores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A grande maioria das escolas já afixou os resultados das provas finais do 9.º ano, havendo apenas casos pontuais que continuam a aguardar a chegada dos ficheiros, revelou o representante dos diretores.</p>
<p>&#8220;Algumas escolas já receberam as provas, outras não. Mas o grosso já recebeu. Neste momento tenho apenas dois ou três relatos de colegas que não receberam&#8221;, afirmou à agência Lusa o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima.</p>
<p>Às 09:30, havia já famílias a consultar os resultados das provas de Português e de Matemática, até porque também estes alunos podem precisar de ir à 2.ª fase, que começa terça-feira.</p>
<p>&#8220;Na minha escola tenho dois alunos que chumbaram e precisam de se inscrever hoje para fazer a prova. É tudo muito em cima do acontecimento, mas nada comparado com o que se passa com os exames do secundário&#8221;, disse Filinto Lima.</p>
<p>A 2.ª fase da prova de Português realiza-se na terça-feira de manhã e a de Matemática na quinta-feira, segundo o calendário. No caso destes exames do 9.º ano as provas são realizadas em formato digital.</p>
<p>As classificações das provas finais do ensino básico também deveriam ter sido publicadas na sexta-feira, mas, nesse mesmo dia, o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) anunciou que tal não seria possível, uma vez que iria ser dada prioridade aos resultados dos exames do 11.º e 12º ano.</p>
<p>Este ano, pela primeira vez, os exames nacionais do secundário foram digitalizados, apesar de terem sido feitos pelos alunos em papel.</p>
<p>Assim que arrancou o período de classificação dos exames dos cerca de 166 mil alunos, começaram também os problemas com a plataforma e com o processo de digitalização, obrigando a tutela a adiar uns dias a divulgação dos resultados.</p>
<p>As escolas começaram a receber apenas ao início da noite de sexta-feira as notas dos exames nacionais do secundário, que ainda foram afixadas nesse dia.</p>
<p>No entanto, mais de 1.400 exames surgiram na pauta com a informação de &#8220;suspenso&#8221;, por falhas no processo, e muitas outras notas tiveram de ser corrigidas, segundo o EduQa.</p>
<p>Apenas no domingo foram enviados às escolas os ficheiros sobre os 1.400 exames com a sua nota suspensa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791252]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo Pestana insiste há mais de uma década numa solução para melhorar acessos em Tróia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 09:01:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tróia]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo hoteleiro garante que está disponível para colaborar com a Câmara Municipal de Grândola, o Governo e as restantes entidades competentes na procura de uma solução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pestana Hotel Group voltou a defender uma solução integrada para melhorar o acesso público à Praia das Camarinhas, em Tróia, que passe pela criação de uma zona de estacionamento público junto ao atual acesso pedonal. O grupo hoteleiro garante que está disponível para colaborar com a Câmara Municipal de Grândola, o Governo e as restantes entidades competentes na procura de uma solução.</p>
<p>A posição surge na sequência da visita da ministra do Ambiente e Energia às praias do concelho de Grândola e recupera um processo que, segundo o Pestana Hotel Group, se prolonga há mais de uma década.</p>
<p>No âmbito do desenvolvimento do Pestana Tróia Eco-Resort, o grupo disponibilizou, em 2011, uma faixa de terreno no extremo norte da propriedade para permitir a criação de um acesso pedonal público à Praia das Camarinhas. A solução, formalizada em 2015 em articulação com as entidades competentes, criou um percurso com cerca de 200 metros, no ponto onde a distância entre a estrada e a praia é mais curta, procurando minimizar a intervenção no sistema dunar.</p>
<p>De acordo com o Pestana Hotel Group, o local já era utilizado pelo público para chegar à praia antes da construção do empreendimento, precisamente por ser o percurso mais direto para o areal. O acesso pedonal permanece atualmente aberto e livre ao público, mas não é acompanhado por estacionamento público.</p>
<p>A criação de uma área de estacionamento ordenado foi, aliás, uma das soluções defendidas pelo grupo desde o início. Em 2014, o Pestana Hotel Group apresentou uma proposta para instalar uma zona de estacionamento público em terreno da sua propriedade, com o objetivo de facilitar o acesso à praia e evitar o estacionamento desorganizado junto à via.</p>
<p>A proposta acabou por não avançar devido às regras previstas no Plano de Ordenamento da Orla Costeira em vigor na altura. Ainda assim, o grupo afirma ter mantido a intenção de encontrar uma solução integrada para melhorar as condições de acesso à Praia das Camarinhas.</p>
<p>Em 2024, perante a evolução do enquadramento aplicável, o Pestana Hotel Group retomou o tema junto da Câmara Municipal de Grândola, formalizando novamente a sua disponibilidade para colaborar na procura de uma solução conjunta.</p>
<p>“O acesso pedonal à Praia das Camarinhas existe, está aberto e nunca foi condicionado pelo Pestana Hotel Group. O que continuamos a defender é que esse acesso seja complementado por uma solução de estacionamento, que permita o acesso à praia em melhores condições ao público”, afirmou José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group.</p>
<p>“Há cerca de uma década que procuramos contribuir para essa solução e continuamos totalmente disponíveis para trabalhar com a Câmara Municipal de Grândola, com o Governo, com as entidades competentes e com os proprietários do empreendimento”, acrescentou.</p>
<p>O grupo considera que o próximo passo deverá passar pela definição de um processo de trabalho estruturado, com alternativas concretas, interlocutores identificados e articulação entre todas as partes envolvidas, incluindo o universo de proprietários do Pestana Tróia Eco-Resort.</p>
<p>O objetivo, segundo o Pestana Hotel Group, é encontrar uma solução que permita melhorar a acessibilidade, a segurança e a organização da chegada à Praia das Camarinhas, conciliando o acesso público com a proteção ambiental e o cumprimento das regras de ordenamento do território.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791241]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Doentes com cancro continuam a morrer à espera de vaga em cuidados paliativos, revela estudo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/doentes-com-cancro-continuam-a-morrer-a-espera-de-vaga-em-cuidados-paliativos-revela-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo realizado por profissionais do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa concluiu que muitos doentes com cancro continuam a morrer antes de conseguirem acesso a cuidados paliativos especializados, evidenciando atrasos significativos na referenciação e limitações na capacidade de resposta da Rede Nacional de Cuidados Paliativos (RNCP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado por profissionais do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa concluiu que muitos doentes com cancro continuam a morrer antes de conseguirem acesso a cuidados paliativos especializados, evidenciando atrasos significativos na referenciação e limitações na capacidade de resposta da Rede Nacional de Cuidados Paliativos (RNCP). Os investigadores alertam que, apesar da evolução registada na rede nos últimos anos, persistem obstáculos que impedem um acesso atempado a estes cuidados, considerados essenciais para doentes com doença oncológica avançada.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/20/sociedade/noticia/demora-leva-doentes-cancro-morrer-terem-acesso-cuidados-paliativos-2179597" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a investigação, publicada na revista Acta Médica Portuguesa, analisou o percurso de 3177 doentes oncológicos internados no IPO de Lisboa entre janeiro de 2022 e junho de 2024. Desse universo, apenas 208 doentes (6,5%) foram referenciados para cuidados paliativos especializados. Destes, apenas 77 (37%) chegaram a ser internados numa unidade de cuidados paliativos, enquanto 131 (63%) morreram antes de conseguirem admissão. O estudo apurou ainda que o tempo mediano entre a referenciação e a admissão foi de 29,5 dias, ao passo que os doentes que nunca chegaram a ser admitidos faleceram, em média, 34 dias após a referenciação. Os investigadores identificam atrasos em várias fases do processo, concluindo que a maior demora ocorre após o registo do pedido, apontando como principais causas a limitada capacidade instalada, a escassez de camas disponíveis, as listas de espera, bem como fatores relacionados com decisões familiares e alguma relutância dos próprios doentes em aceitar a referenciação.</p>
<p>As conclusões acompanham um cenário já identificado a nível nacional. Um relatório da Entidade Reguladora da Saúde divulgado este ano concluiu que, em 2024, mais de metade dos utentes referenciados para unidades de cuidados paliativos da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados morreu antes de conseguir internamento. Perante esta realidade, os autores do estudo defendem que é indispensável otimizar os circuitos de referenciação, reforçar a capacidade da rede e melhorar a coordenação entre os serviços de saúde, garantindo igualmente um maior envolvimento dos doentes e das famílias durante todo o processo clínico.</p>
<p>A necessidade de reforçar esta resposta motivou também uma petição lançada pela Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP), que já reuniu mais de 8900 assinaturas e seguiu para a Assembleia da República. A associação defende o aumento urgente do número de equipas, camas e respostas especializadas para adultos e crianças, bem como um investimento estruturado na formação de profissionais, incentivos à sua fixação e o reconhecimento da medicina paliativa como especialidade médica autónoma. A presidente da APCP, Catarina Pazes, considera que &#8220;as equipas têm de ter condições para fazer o seu trabalho&#8221; e lamenta que o plano estratégico para os cuidados paliativos continue sem metas quantitativas, indicadores de monitorização, financiamento próprio e sem a nomeação da Comissão Nacional de Cuidados Paliativos prevista na lei.</p>
<p>A Direção Executiva do SNS reconhece que a disponibilidade de profissionais especializados continua a ser um dos principais desafios ao reforço da rede. Atualmente, a RNCP dispõe de 24 equipas comunitárias de apoio domiciliário, 41 equipas intra-hospitalares — às quais se juntam dez equipas pediátricas — e 32 unidades de internamento, incluindo 17 de alta complexidade, 14 de baixa a moderada complexidade e uma unidade pediátrica. A entidade destaca ainda que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) tem permitido reforçar a capacidade instalada, indicando que a meta inicial de criação de 100 lugares nas equipas comunitárias já foi ultrapassada e que foram apresentadas candidaturas para a totalidade dos 400 lugares financiados para internamento de baixa e moderada complexidade, embora muitos dos projetos permaneçam em diferentes fases de execução.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791236]]></sapo:autor>
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		<title>Multinacional Cirsa compra Casino da Figueira e reforça presença em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/multinacional-cirsa-compra-casino-da-figueira-e-reforca-presenca-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:54:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A multinacional espanhola do setor do jogo Cirsa reforçou a presença em Portugal com a aquisição do Casino da Figueira, situado na Figueira da Foz, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A multinacional espanhola do setor do jogo Cirsa reforçou a presença em Portugal com a aquisição do Casino da Figueira, situado na Figueira da Foz, anunciou hoje a empresa.</p>
<p>Em comunicado, a empresa com sede em Terrassa, nos arredores de Barcelona, indicou que adquiriu uma participação maioritária na Sociedade Figueira Praia, S.A., entidade proprietária e operadora do Casino da Figueira, um dos estabelecimentos de jogo mais antigos e emblemáticos do país.</p>
<p>A operação surge cerca de sete meses depois da entrada da Cirsa no mercado português, com a aquisição, em dezembro de 2024, do operador CasinoPortugal.pt, reforçando agora a presença no segmento dos casinos físicos.</p>
<p>O Casino da Figueira dispõe de licença de exploração desde 1948 e, além da atividade de jogo, integra uma oferta de restauração e eventos.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente executivo da Cirsa, Joaquin Agut, afirmou que o Casino da Figueira &#8220;representa um novo marco&#8221; na história da empresa.</p>
<p>A empresa espanhola não divulgou o valor da transação, limitando-se a indicar que o montante &#8220;está em linha com transações anteriores realizadas&#8221;.</p>
<p>A multinacional adiantou ainda que a aquisição será financiada com fundos próprios e que não deverá ter um impacto significativo no endividamento do grupo.</p>
<p>A Cirsa é o maior operador de jogo em Espanha e está presente em 11 países, explorando 458 casinos, mais de 85.000 máquinas de jogo e cerca de 2.500 pontos de apostas desportivas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791240]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em alta com Galp a subir 2% e Altri a cair mais de 2,2%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:50:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Galp a subir 2% para 19,33 euros e a Altri a descer 2,24%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Galp a subir 2% para 19,33 euros e a Altri a descer 2,24%.</p>
<p>Cerca das 09:15 em Lisboa, o PSI avançava 0,22% para 9.082,18 pontos, com sete empresas a subir e nove a descer a cotação.</p>
<p>Às ações da Galp seguiam-se as da EDP Renováveis, EDP e Mota-Engil, que subiam 1% para 13,96 euros, 0,82% para 4,55 euros e 0,67% para 4,53 euros.</p>
<p>A Teixeira Duarte, BCP e CTT também se valorizavam, designadamente 0,62% para 0,49 euros, 0,34% para 1,03 euros e 0,17% para 5,77 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, além da Altri, a Navigator, Ibersol e Semapa recuavam 1,07% para 3,15 euros, 0,99% para 9,02 euros e 0,49% para 20,15 euros.</p>
<p>A NOS, Corticeira Amorim e REN baixavam 0,33% para 4,89 euros, 0,31% para 6,53 euros e 0,27% para 3,63 euros.</p>
<p>As outras duas empresas que desciam de cotação eram a Sonae (-0,24% para 2,08 euros) e a Jerónimo Martins (-0,18% para 16,81 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, perante a nova subida do petróleo Brent, que se encontra em 90 dólares na sequência do recrudescimento do conflito entre os EUA e o Irão, com novos bombardeamentos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,03% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1442 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Depois da nona noite de ataques dos EUA contra o Irão, estendendo os objetivos além dos estritamente militares, ao visarem pontes, infraestruturas e portos, e perante a perspetiva de que o retorno ao cessar-fogo é mínima, o preço do Brent sobe 3% e o barril encontra-se acima de 90 dólares, embora tenha chegado a superar os 91 dólares na passada madrugada.</p>
<p>Por sua vez, a Guarda Revolucionária iraniana assegurou hoje que dois petroleiros que tentavam transitar por uma rota &#8220;insegura&#8221; ao sul do estreito de Ormuz explodiram no domingo à noite e &#8220;ficaram imobilizados&#8221;, enquanto se mantém a escalada militar e o confronto com os Estados Unidos pelo controlo deste estreito marítimo.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3% para 90,75 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em setembro, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), sobe 2,53% para 83,85 dólares.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam agora uma queda de 0,12% e um avanço de 0,15%.</p>
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