Sondagem: Se fosse hoje, PS já não conquistava maioria absoluta. Jerónimo é o líder que mais cai na avaliação dos portugueses

Hoje, o PS de António Costa teria 34,5% das intenções de voto, valor abaixo dos 41,37% alcançados em janeiro.

Revista de Imprensa

O Partido Socialista (PS) já não conquistava a maioria absoluta no parlamento, se as legislativas acontecem hoje. A conclusão é de uma sondagem da Intercampus para o Correio da Manhã/Negócios, que fez também uma avaliação aos líderes partidários, concluindo que Jerónimo sofreu a maior quebra.

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Segundo a sondagem, se as eleições legislativas fossem hoje, o PS de António Costa teria 34,5% das intenções de voto, valor abaixo dos 41,37% alcançados nas legislativas de janeiro, e não teria a maioria absoluta que tem agora.

Tendência semelhante segue o PSD de Rui Rio, que reuniria apenas 18,5% das intenções de voto, valor nunca registado pelo partido em legislativas, uma vez que o resultado mais baixo foi de 24,35%, com Francisco Sá Carneiro, em 1976.

Por outro lado, o CDS ganharia uma nova oportunidade se as legislativas fosse, agora, reunindo 2,9% das intenções de voto, que lhe permitiam voltar ao Parlamento. Em janeiro, recorde-se, não foi além dos 1,60%.

A sondagem procurou ainda perceber qual a avaliação que os portugueses fazem dos líderes partidários, concluindo que aquele que mais caiu na estimativa de popularidade foi Jerónimo de Sousa, que tem apenas 1,9 pontos, em 5 (2,5 pontos em dezembro).

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Já António Costa mantém-se como o líder mais popular, com 3,3 pontos, seguido pelo presidente do Iniciativa Liberal, João Cotrim de Figueiredo, que passa assim a ser o segundo líder partidário mais bem visto, com três pontos.

Quanto aos membros do Governo, a ministra da Saúde Marta Temido é vista como a melhor governante por 27,2% dos inquiridos. Já o lugar de pior ministro passou de Eduardo Cabrita para Fernando Medina, escolhido por 16,5% dos inquiridos.

 

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