Um barómetro da Intercampus para o “Jornal de Negócios”, “Correio da Manhã” e “CMTV”, revela que a maioria dos inquiridos (48,3%) defende que a China não deve ser culpabilizada pela pandemia de Covid-19.
Da mesma forma, os inquéritos realizados entre 9 e 14 de Abril dão conta de que os inquiridos consideram que não lhe deve ser pedida qualquer indemnização. E mesmo entre aqueel que culpam a China, nem todos defendem que deve ser pedida uma indemnização.
Por outro lado, 23,4% consideram que a China deve ser culpabilizada e que lhe deve ser pedida uma indemnização. Outros 14,3% defendem que mesmo tendo culpa, essa indemnização não é devida.
O “Jornal de Negócios” explica que a questão coloca-se porque o novo coronavírus surgiu pela primeira vez na China, na cidade de Wuhan, em Dezembro do ano passado.
O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de ± 3,9%. A taxa de resposta obtida neste estudo foi de 69%. O barómetro foi realizado junto de população portuguesa, com 18 e mais anos de idade, eleitoralmente recenseada, residente em Portugal Continental.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias “France-Press”, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 190 mil mortos e infectou mais de 2,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios, com mais de 708 mil doentes considerados curados.
Portugal regista já 22.353 casos de infecção pelo novo coronavírus, mais 371 do que ontem, segundo o boletim da Direção-Geral da Saúde, divulgado nesta quinta-feira, que dá conta de 820 vítimas mortais (+35).
O Governo decretou o estado de emergência a 19 de Março, que já foi prorrogado duas vezes, estando previsto agora o seu fim a 2 de Maio. O diploma prevê a possibilidade de uma «abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais».














