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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sat, 30 May 2026 05:20:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Do chuvisco no litoral ao calor sufocante no Interior: Fim de semana de contrates no tempo em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 05:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental prepara-se para um fim de semana marcado por fortes contrastes meteorológicos, com nevoeiros e temperaturas amenas junto ao litoral, enquanto várias zonas do Interior poderão enfrentar calor extremo, especialmente no Alentejo e Algarve.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental prepara-se para um fim de semana marcado por fortes contrastes meteorológicos, com nevoeiros e temperaturas amenas junto ao litoral, enquanto várias zonas do Interior poderão enfrentar calor extremo, especialmente no Alentejo e Algarve. As previsões, divulgadas pelo portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-no-fim-de-semana-49-30677/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, apontam para máximas que poderão aproximar-se dos 40 graus em algumas regiões do sul do país já este sábado e, sobretudo, no domingo.</p>
<p>O cenário meteorológico deverá dividir o país em dois ambientes completamente distintos. Nas zonas costeiras, particularmente na faixa litoral ocidental, prevê-se céu muito nublado durante a manhã, formação de nevoeiro e possibilidade de chuvisco, acompanhados por vento moderado a forte de norte e noroeste, a tradicional “nortada”, que deverá impedir uma subida significativa das temperaturas.</p>
<p>Em contraste, no Interior e no sul do território continental, o calor continuará a intensificar-se, impulsionado pelo ar quente acumulado nos últimos dias e pelo efeito do vento nas regiões mais interiores. Segundo as previsões analisadas por modelos meteorológicos de alta resolução, como o ARPEGE, os termómetros poderão atingir valores próximos dos 40ºC em áreas do Baixo Alentejo, sobretudo nos vales do Guadiana.</p>
<p>O episódio surge poucos dias depois de Mora, no distrito de Évora, ter registado um novo recorde nacional para o mês de maio, ao atingir 40,3ºC no passado dia 27.</p>
<p><strong>Litoral com ambiente fresco apesar da água quente</strong><br />
Apesar do tempo mais fresco no litoral, a temperatura da água do mar mantém-se elevada para esta época do ano. Na costa ocidental, a água deverá oscilar entre os 17ºC e os 18ºC, enquanto na costa sul do Algarve poderá atingir cerca de 19ºC, valores mais típicos de pleno verão.</p>
<p>Ainda assim, o vento forte e a nebulosidade deverão criar condições pouco agradáveis para quem planeia passar o fim de semana na praia. A nortada deverá intensificar-se durante a tarde, com rajadas que poderão chegar aos 45 quilómetros por hora em vários pontos da faixa costeira, Algarve e terras altas.</p>
<p>Para este sábado, o Instituto prevê céu geralmente pouco nublado no Interior, mas com nuvens baixas persistentes nas zonas costeiras e vales durante a manhã. Não está excluída a ocorrência de chuvisco no litoral ocidental nas primeiras horas do dia.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão descer ligeiramente junto ao mar, enquanto no Interior, sobretudo no sul, se espera nova subida.</p>
<p><strong>Domingo pode trazer temperaturas ainda mais elevadas</strong><br />
Para domingo, o padrão meteorológico deverá manter-se praticamente inalterado, mas com agravamento do calor no sul do país. O Algarve e o Interior alentejano poderão registar os valores mais elevados do fim de semana, aproximando-se novamente dos 40ºC nas regiões mais quentes.</p>
<p>A persistência da nortada continuará a favorecer manhãs frescas e húmidas no litoral, seguidas de tardes mais soalheiras, embora sem grande subida térmica nas zonas costeiras.</p>
<p>Os meteorologistas alertam também para níveis muito elevados de radiação ultravioleta, com índices entre 9 e 11, considerados muito elevados a extremos, recomendando-se precauções adicionais durante a exposição solar.</p>
<p>O aumento do vento e o tempo seco no Interior elevam igualmente o risco de incêndio rural, sobretudo nas regiões mais quentes do sul do país.</p>
<p><strong>Açores com humidade e chuva fraca</strong><br />
Nos Açores, o fim de semana deverá ser marcado por tempo húmido, com céu muito nublado ou encoberto em várias ilhas e possibilidade de chuva fraca ou aguaceiros, principalmente nos grupos Ocidental e Central.</p>
<p>O vento soprará de sudoeste, entre fraco e moderado, podendo tornar-se mais intenso nas ilhas ocidentais, com rajadas até 45 quilómetros por hora.</p>
<p>Apesar da instabilidade, prevê-se uma ligeira subida das temperaturas no arquipélago, ficando acima da média para a época, numa mudança associada ao reposicionamento do anticiclone no Atlântico.</p>
<p>A ondulação poderá atingir entre dois e quatro metros nas ilhas ocidentais, enquanto a temperatura da água do mar deverá rondar os 19ºC.</p>
<p><strong>Madeira mais estável e com subida gradual das temperaturas</strong><br />
Na Madeira, o sábado deverá começar com períodos de céu muito nublado, sobretudo nas encostas voltadas a norte e nas regiões montanhosas, onde poderá ocorrer chuva fraca ou chuvisco até meio da tarde.</p>
<p>No entanto, a tendência aponta para melhoria gradual do estado do tempo, com mais abertas e ambiente mais seco no domingo. O vento soprará de norte ou nordeste, por vezes moderado, especialmente nas terras altas e extremo leste da ilha.</p>
<p>As temperaturas deverão subir ligeiramente ao longo do fim de semana, enquanto a água do mar permanecerá perto dos 20ºC.</p>
<p><strong>Junho poderá começar com algum arrefecimento</strong><br />
Apesar do calor intenso previsto para este fim de semana, os modelos meteorológicos começam a indicar alguma mudança no início de junho.</p>
<p>Segundo a LusoMeteo, os primeiros dias do novo mês poderão trazer temperaturas ligeiramente mais baixas e até alguma precipitação ocasional, sobretudo nas regiões do norte do país, entre os dias 3 e 6 de junho.</p>
<p>Ainda assim, os especialistas sublinham que a incerteza permanece elevada. As previsões de médio prazo apontam novamente para subida das temperaturas durante a segunda semana de junho, não sendo excluído um novo episódio de calor intenso ou mesmo uma onda de calor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769859]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Greve geral: CGTP diz que Chega dança &#8220;conforme a música&#8221; e exige a PR que vete reforma laboral &#8220;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 04:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Oliveira recorda as tomadas de posição do partido liderado por André Ventura sobre as alterações à lei laboral propostas pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral da CGTP considera que o Chega dança &#8220;conforme a música&#8221; no parlamento, onde será votada a reforma laboral, mas avisa que &#8220;quem vai tocar a música&#8221; são os trabalhadores, exigindo ao Presidente da República que vete o diploma.</p>
<p>Em entrevista à agência Lusa, Tiago Oliveira recorda as tomadas de posição do partido liderado por André Ventura sobre as alterações à lei laboral propostas pelo Governo, argumentando que quando o anteprojeto foi apresentado, em julho de 2025, o Chega identificou como linhas vermelhas &#8220;a questão da parentalidade e a questão da amamentação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Depois o Chega esqueceu esta linha vermelha que tinha colocado e encontrou outra: a questão do trabalho por turnos e do trabalho noturno&#8221;, recorda, apontando que &#8220;entretanto, [o partido de André Ventura] também parece ter esquecido esta matéria&#8221;, dado que veio apresentar &#8220;outra linha vermelha&#8221;, sublinhou, referindo-se à descida da idade da reforma e ao aumento dos dias de férias, duas condições impostas recentemente pelo partido para dar &#8216;luz verde&#8217; às alterações ao Código do Trabalho.</p>
<p>Questionado sobre se acredita que o diploma pode ser chumbado na generalidade, já que o PS confirmou que vai votar contra e que André Ventura disse que o Chega vai votar contra caso o texto que deu entrada no parlamento não seja alterado, Tiago Oliveira deixa o aviso: &#8220;Como um camarada meu dizia, há partidos que dançam conforme a música e quem vai tocar a música vão ser os trabalhadores&#8221;.</p>
<p>Acresceu que o partido de Ventura demonstrou &#8220;desde sempre&#8221; que a sua orientação não está &#8220;desligada daquilo que é a pressão popular&#8221;.</p>
<p>O secretário-geral da CGTP adianta ainda que a central sindical vai &#8220;criar essa pressão popular&#8221; e tentar &#8220;influenciar a discussão na Assembleia da República&#8221;, tendo em vista &#8220;derrotar&#8221; o pacote laboral.</p>
<p>Lembrando que ao longo dos últimos 10 meses já reuniram com os vários grupos parlamentares, Tiago Oliveira acredita que &#8220;este é o momento&#8221; de &#8220;dar voz aos trabalhadores&#8221;, esperando, por isso, uma &#8220;grande&#8221; mobilização na greve geral.</p>
<p>O líder da CGTP voltou a criticar a postura negocial do executivo, ao longo dos mais de nove meses de negociações, referindo que &#8220;Governo não quis discutir as propostas da CGTP&#8221;, tendo, por isso, reunido nos últimos meses apenas com a UGT e com as quatro confederações empresariais.</p>
<p>Sobre a proposta de lei que deu entrada na Assembleia da República, Tiago Oliveira reconhece &#8220;um ou outro acerto&#8221; alcançado à luz das negociações com os parceiros sociais, mas defende que &#8220;em nada&#8221; alterou &#8220;a raiz de fundo&#8221; do pacote laboral, mantendo-se as traves mestras.</p>
<p>Tiago Oliveira considera que não houve nenhum avanço &#8220;significativo&#8221; em matérias que visam a amamentação, os despedimentos, a precariedade laboral ou os horários de trabalho e sustenta que, pelo contrário, há uma &#8220;regressão de direitos&#8221; face à lei atual.</p>
<p>&#8220;Este Governo tem sido muito eficaz a tentar passar essa mensagem, [mas] nós não podemos esquecer que muito daquilo que hoje estamos a discutir, até de pequenos avanços, os trabalhadores há uns anos atrás tinham isso e muito mais&#8221;, disse, dando como exemplo, o aumento da compensação por despedimento coletivo que o Governo propõe que suba de 14 para 15 dias e que chegou a ser de &#8220;um mês por cada ano de trabalho&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre o compromisso assumido pelo então candidato à Presidência da República António José Seguro, que disse que vetaria o diploma caso não houvesse acordo em Concertação Social, o secretário-geral da CGTP disse que &#8220;exige&#8221; do chefe de Estado que cumpra a promessa e garante que a central vai &#8220;responsabilizá-lo por isso&#8221;.</p>
<p>Ainda perante o cenário de o diploma chegar a Belém, Tiago Oliveira argumenta que há &#8220;matérias que são inconstitucionais&#8221;, nomeadamente em questões ligadas aos despedimentos ou à precariedade, defendeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770110]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Greve geral: CGTP não conhece &#8220;nenhuma greve geral extemporânea&#8221; e recusa &#8220;correr atrás do prejuízo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 04:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Oliveira argumenta que é preciso "derrotar já" o pacote laboral e que isso "só se faz envolvendo os trabalhadores" e trazendo a discussão pública para a rua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, rejeita que a greve geral convocada para quarta-feira seja extemporânea, recusando &#8220;correr atrás do prejuízo&#8221;, e reitera que cada central sindical será responsabilizada &#8220;pelo caminho que decidiu seguir&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não conheço nenhuma greve que seja assumida pelos trabalhadores da forma como as lutas têm sido assumidas como extemporâneas&#8221;, disse o secretário-geral da CGTP, em entrevista à agência Lusa, quando questionado com as declarações do secretário-geral da UGT, que considerou que a greve geral de 03 de junho é &#8220;extemporânea, não excluindo, no entanto, uma nova paralisação quando a proposta de lei de alterações à lei laboral for votada na generalidade, no parlamento.</p>
<p>Tiago Oliveira argumenta que é preciso &#8220;derrotar já&#8221; o pacote laboral e que isso &#8220;só se faz envolvendo os trabalhadores&#8221; e trazendo a discussão pública para a rua.</p>
<p>&#8220;Temos que procurar responsabilizar o Governo, porque é ele que é o grande [responsável] deste processo [e] temos que responsabilizar os partidos com assento na Assembleia da República porque serão eles que irão discutir o pacote laboral na Assembleia da República&#8221;, afirmou.</p>
<p>O líder da CGTP recusa, por isso, &#8220;correr atrás do prejuízo&#8221; e salienta que uma greve geral exige &#8220;um tempo alargado de preparação&#8221;.</p>
<p>&#8220;O pior que podíamos fazer era deixar perpetuar no tempo algo indefinido para depois de ser concretizado, irmos a correr atrás do prejuízo&#8221;, sustenta.</p>
<p>Questionado sobre se compreende a decisão da UGT em não aderir a esta greve geral, Tiago Oliveira escusou-se a responder diretamente, sublinhando, no entanto, que &#8220;os contactos foram feitos&#8221; e foram exatamente os mesmos&#8221; que na greve anterior, de 11 de dezembro, que contou com a participação da central sindical liderada por Mário Mourão.</p>
<p>&#8220;Cada um, no final, irá ser responsabilizado pelo caminho que decidiu seguir&#8221;, avisou Tiago Oliveira, lembrando que estas palavras aplicam-se quer à UGT quer à CGTP.</p>
<p>Tiago Oliveira diz ainda acreditar que &#8220;o desfecho&#8221; esperado pelas duas centrais sindicais &#8220;é a derrota do pacote laboral&#8221;, realçando que da parte da sua central sindical o objetivo para atingir esse fim é &#8220;mobilizar os trabalhadores&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre se o impacto da greve geral poderá ser menor do que o da greve de dezembro do ano passado, que contou com a adesão das duas centrais sindicais, Tiago Oliveira afirma que será &#8220;uma grande greve geral&#8221;, dado que contará com a participação de &#8220;um conjunto larguíssimo de sindicatos&#8221;, incluindo não filiados na CGTP.</p>
<p>&#8220;O pré-aviso de greve emitido pela CGTP abrange trabalhadores sindicalizados, não sindicalizados, trabalhadores afetos a qualquer tipo de filiação sindical&#8221;, sustentou, acrescentando que &#8220;quem vai construir o êxito da greve geral são os trabalhadores&#8221;.</p>
<p>Em entrevista à Lusa, o secretário-geral da CGTP voltou a criticar a postura negocial do executivo, referindo que &#8220;o Governo não quis discutir as propostas da CGTP&#8221;, tendo, por isso, reunido nos últimos meses apenas com a UGT e com as quatro confederações empresariais.</p>
<p>O líder desta central sindical deixou ainda críticas a um episódio concreto, que aconteceu a 16 de abril. Segundo adiantou a central sindical na altura, a ministra do Trabalho esteve reunida com os líderes patronais e UGT antes da reunião de Concertação Social começar, deixando a CGTP de fora.</p>
<p>&#8220;A CGTP, naquela reunião, disse, perante todos [&#8230;] quando a reunião recomeçou [&#8230;] que da parte da CGTP nunca permitiria que algum deles, fosse quem fosse, fosse afastado de uma discussão, fosse remetido para o lado como foi a CGTP. Nunca permitiria isso&#8221;, afirmou, sublinhando que a central &#8220;tem uma forma de estar e de agir completamente diferente&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770109]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Agricultores pedem investimento para um dos oásis de Cabo Verde não esmorecer</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-agricultores-pedem-investimento-para-um-dos-oasis-de-cabo-verde-nao-esmorecer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 04:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Kívia Rodrigues (texto), Rosana Semedo (texto e vídeo) e Elton Monteiro (foto) ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Kívia Rodrigues (texto), Rosana Semedo (texto e vídeo) e Elton Monteiro (foto) ***</P><br />
<P></P><br />
<P>São Domingos, Cabo Verde, 30 mai 2026 (Lusa) &#8212; Num país de pouca chuva, à entrada do mês de junho, os vales de Nossa Senhora da Luz, na ilha cabo-verdiana de Santiago, contrastam com a paisagem seca de uma ilha árida. </P><br />
<P>São como um oásis, mantidos pelo esforço de agricultores que enfrentam escassez de água e pedem mais investimento, segundo relataram à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Eu escolhi trabalhar na agricultura porque é aquilo de que gosto. Cultivamos para vender na cidade da Praia, mas a maior dificuldade é a falta de água&#8221;, disse à Lusa Ana Tavares, na zona de Portal, concelho de São Domingos.</P><br />
<P>Entre fileiras de cebola, tomate e abóbora, sob sol forte, trabalha a terra com a filha de sete meses às costas, num espaço onde tudo acontece em simultâneo: plantar, cozinhar e cuidar dos filhos.</P><br />
<P>Filha de agricultores, cresceu neste meio e acabou por seguir o mesmo caminho.</P><br />
<P>No terreno, estão também os dois filhos mais velhos, de 15 e 12 anos, que se preparam ali antes de irem para a escola.</P><br />
<P>Entre tarefas, a vida improvisa-se: panelas no chão, um fogão a lenha de três pedras e roupa organizada para o dia.</P><br />
<P>Papaia, manga e pinhão caídos das árvores servem de lanche entre o trabalho que tenta rentabilizar cada gotinha de água, cada vez mais rara à medida que os meses passam &#8211; as últimas chuvas caíram há meio-ano.</P><br />
<P>&#8220;Se não tivesse agricultura, não teria mais nada para fazer. Aqui, a única forma de viver é da agricultura&#8221;, afirmou, enquanto prepara os filhos para a escola, com um pote de creme na mão, e enquanto a bebé chora por já não querer ficar às costas.</P><br />
<P>A cor verde só se vê nas hortas, onde tanques e tubos permitem manter a produção agrícola num cenário de escassez hídrica, muitas vezes com recurso à compra de água transportada em camiões-cisterna.</P><br />
<P>São cerca das 09:00 (11:00 em Lisboa), mas o sol já aquece e os agricultores iniciam cedo a rega e a manutenção das plantações.</P><br />
<P>Batata-doce, cebola, tomate, cenoura e repolho dominam os terrenos &#8211; culturas escolhidas pela resistência e pela necessidade.</P><br />
<P>&#8220;A maior dificuldade aqui é a falta de água. Estão a fazer projetos de mobilização hídrica nas zonas mais baixas, mas ainda não chegou até nós&#8221;, disse José Rodrigues, de enxada na mão.</P><br />
<P>Para contornar a escassez, os produtores recorrem ao sistema de rega gota a gota.</P><br />
<P>Tubos serpenteiam pelos terrenos e, de cada pequeno orifício, saem gotinhas, numa cadência suficiente para manter as culturas.</P><br />
<P>&#8220;Cultivamos um pouco de tudo e utilizamos o sistema gota a gota para conseguir resultados, porque há terrenos que gastam muita água&#8221;, explicou Jeremias Miranda.</P><br />
<P>&#8220;Sem rega gota a gota, não conseguimos trabalhar&#8221;, reforçou José.</P><br />
<P>O abastecimento depende sobretudo de furos e poços, frequentemente insuficientes à medida que os meses secos avançam.</P><br />
<P>Em Cabo Verde, a chuva concentra-se entre agosto e novembro, deixando longos períodos de seca no resto do ano.</P><br />
<P>Quando a água não chega, os agricultores recorrem à compra através de camiões-cisterna vindos da capital, a cerca de 20 quilómetros: &#8220;Quando já não há água, temos de a comprar e vem da Praia, para continuarmos a produzir&#8221;, disse José.</P><br />
<P>A escassez de água tem também impacto na mão-de-obra e na permanência dos jovens na agricultura.</P><br />
<P>&#8220;Há problemas em ter pessoas para trabalhar, porque muitos jovens procuram sair e ainda não temos água suficiente para todos se envolverem na agricultura&#8221;, explicou Jeremias.</P><br />
<P>Apesar das dificuldades, os agricultores mantêm a esperança na expansão do sistema de abastecimento.</P><br />
<P>&#8220;A água ainda está na zona de Achada Baleia&#8221;, mais abaixo, &#8220;mas esperamos que chegue até aqui&#8221;, disse Jeremias.</P><br />
<P>Em março, o Governo inaugurou a segunda fase do projeto de mobilização de água para rega em Achada Baleia, no concelho de São Domingos, integrado no programa de dessalinização e reforço da disponibilidade hídrica para a agricultura.</P><br />
<P>&#8220;Se a água chegar, a agricultura aqui pode ter muito futuro&#8221;, concluiu José.</P><br />
<P></P><br />
<P>RS/KZR // MLL</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770108]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: ONU alerta para risco de &#8220;escalada perigosa&#8221; após drone atingir Roménia</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2026 23:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ONU alertou na sexta-feira para o risco de uma escalada perigosa na guerra na Ucrânia, após um drone ter atingido um edifício habitacional na Roménia, território da União Europeia e da NATO, fazendo pelo menos dois feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ONU alertou na sexta-feira para o risco de uma escalada perigosa na guerra na Ucrânia, após um drone ter atingido um edifício habitacional na Roménia, território da União Europeia e da NATO, fazendo pelo menos dois feridos.</p>
<p>&#8220;O secretário-geral está consternado com o ataque que terá ocorrido durante a noite e atingido um edifício residencial na cidade de Galati, na Roménia&#8221;, referiu Stéphane Dujarric, porta-voz adjunto de António Guterres, em conferência de imprensa.</p>
<p>O porta-voz recordou que o diplomata português alertou, no seu discurso ao Conselho de Segurança, para &#8220;os perigos de uma escalada ainda maior&#8221; na guerra na Ucrânia.</p>
<p>&#8220;Condenamos veementemente qualquer ataque contra a população civil e as infraestruturas civis, independentemente do local onde ocorra&#8221;, acrescentou, depois de a Rússia ter questionado se o drone era de origem russa e ter ordenado uma &#8220;investigação objetiva&#8221; ao incidente.</p>
<p>Um drone caiu num prédio de apartamentos em Galati, uma cidade no leste da Roménia, perto da fronteira com a Ucrânia, na madrugada de sexta-feira, provocando uma explosão seguida de um incêndio.</p>
<p>O incidente ocorreu em simultâneo com uma nova vaga de ataques de drones russos contra infraestruturas e alvos civis em território ucraniano, perto da fronteira fluvial com a Roménia.</p>
<p>A Aliança Atlântica condenou prontamente o incidente, classificando-o de imprudente e acusando e culpando diretamente o Kremlin.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, acusou a Rússia de &#8220;cruzar uma nova linha&#8221; no conflito.</p>
<p>&#8220;Condenamos a imprudência da Rússia. A NATO continuará a reforçar as nossas defesas contra todas as ameaças, incluindo os drones&#8221;, realçou, acrescentando que Mark Rutte, secretário-geral da Aliança Atlântica, da qual Portugal faz parte, está &#8220;em contacto&#8221; com as autoridades romenas.</p>
<p>A Roménia anunciou que vai tomar medidas proporcionadas na sequência deste incidente e solicitou à NATO que mobilize mais meios antiaéreos no país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770107]]></sapo:autor>
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		<title>Reguladora bolsista dos EUA quer isentar empresas de prestar contas climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 23:16:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A reguladora do mercado de capitais dos EUA (SEC, na sigla em Inglês) propôs na sexta-feira a derrogação de normas que obrigam as empresas a proporcionar informação sobre o clima nos relatórios anuais, por a considerar "excessivamente onerosa e custosa".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A reguladora do mercado de capitais dos EUA (SEC, na sigla em Inglês) propôs na sexta-feira a derrogação de normas que obrigam as empresas a proporcionar informação sobre o clima nos relatórios anuais, por a considerar &#8220;excessivamente onerosa e custosa&#8221;.</P><br />
<P>Impulsionadas durante a Presidência de Joe Biden e aprovadas em março de 2024, as normas exigem as empresas cotadas uma divulgação detalhada sobre assuntos relacionados com o clima, incluindo emissões de gases com efeito de estufa, a gestão dos riscos climáticos e os efeitos dos fenómenos meteorológicos extremos nas suas contas, se bem que nunca tenham entrado em vigor, já que em 04 de abril de 2024 a sua aplicação foi suspensa enquanto espera uma resolução judicial.</P><br />
<P>Mesmo assim, em março de 2025, já com Donald Trump de regresso à Casa Branca, a SEC votou a favor de acabar com os seus esforços legais em defesa das ditas normas para a divulgação dos riscos climáticos das empresas.</P><br />
<P>De tal maneira, a SEC propôs &#8220;derrogar na sua totalidade as normas de divulgação climática&#8221;, já que excedem o alcance da sua competência legal e considera que existem razões de política pública independentes e convincentes para as anular por completo. </P><br />
<P>Neste sentido, a SEC sustenta que as regras &#8220;são desnecessárias e incompatíveis&#8221; com um foco de divulgação específico para cada entidade registada, baseado na materialidade, que melhor serve os interesses das entidades registadas e dos investidores.</P><br />
<P>Mesmo assim, considera que se desviam consideravelmente das considerações de política pública contempladas nas leis federais de valores, enquanto impõem custos substanciais às empresas cotadas e aos seus acionistas que não se justificam pelos benefícios informativos que possam proporcionar a alguns investidores.</P><br />
<P>&#8220;Devemos centrar-nos no que nos respeita, deixar que a Agência de Proteção Ambiental faça o seu trabalho enquanto nós fazemos o nosso&#8221;, comentou o presidente da SEC, Paul Atkins, em declarações à Fox Business.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770105]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Onze mortos incluindo um socorrista em ataques israelitas no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 23:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques israelitas em três localidades na região de Tiro, no sul do Líbano, causaram sexta-feira a morte de onze pessoas, incluindo um socorrista e um cidadão sírio, anunciou o Ministério da Saúde do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ataques israelitas em três localidades na região de Tiro, no sul do Líbano, causaram sexta-feira a morte de onze pessoas, incluindo um socorrista e um cidadão sírio, anunciou o Ministério da Saúde do país. </P><br />
<P>Estes ataques também deixaram oito feridos, incluindo outro socorrista, segundo o ministério, que denuncia &#8220;uma violação flagrante do direito humanitário&#8221;, apesar de um cessar-fogo supostamente em vigor desde 17 de abril com Israel, que afirma visar o Hezbollah pró iraniano.</P><br />
<P>Com o óbito registado hoje aumnetou para pelo menos 121 o número de socorristas mortos desde o início da guerra, a 02 de março. </P><br />
<P>O Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que o seu exército tinha avançado ainda mais no interior do Líbano paralelamente aos seus ataques intensivos, no momento em que os dois países iniciam em Washington negociações militares inéditas. </P><br />
<P>Israel ordenou a retirada das populações de aldeias e continuou os seus ataques a mais de 30 localidades no sul, algumas próximas da cidade milenar de Tiro, alegando visar o Hezbollah pró Irão.  </P><br />
<P>O Hezbollah, por sua vez, reivindicou uma nova série de ataques contra alvos militares no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, paralelamente à reunião em Washington. </P><br />
<P>Numa série de comunicados, o movimento islamista afirmou ter atacado com drones ajuntamentos de militares perto de uma localidade no norte de Israel, outro num campo militar na Galileia, bem como um quartel. </P><br />
<P>Também disse ter atacado tropas israelitas que tentam avançar na região da fortaleza medieval de Beaufort, perto da cidade de Nabatiyé. </P><br />
<P>Os ataques israelitas no sul do Líbano colocam em &#8220;grave perigo&#8221; importantes sítios arqueológicos, incluindo as ruínas de Tiro e a fortaleza medieval de Beaufort, alertou hoje o ministro da Cultura líbio, Ghassan Salamé.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770104]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MP pede prisão preventiva para quatro dos 14 detidos na operação &#8220;Águas Turvas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 22:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público (MP) pediu prisão preventiva para quatro dos 14 arguidos na operação "Águas Turvas", que investiga um alegado esquema de corrupção na empresa municipal Águas de Gaia (ADGaia), segundo documento a que a Lusa teve hoje acesso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público (MP) pediu prisão preventiva para quatro dos 14 arguidos na operação &#8220;Águas Turvas&#8221;, que investiga um alegado esquema de corrupção na empresa municipal Águas de Gaia (ADGaia), segundo documento a que a Lusa teve hoje acesso.</p>
<p>A aplicação de prisão preventiva &#8211; medida de coação mais gravosa &#8211; a estes quatro detidos &#8220;implicará, de certo, o desmoronar&#8221; das práticas criminosas, defendeu o MP.</p>
<p>Para outros cinco suspeitos, o MP solicitou a suspensão do exercício de funções e a proibição de contactos, por qualquer meio ou por interposta pessoa, com os outros arguidos, funcionários e dirigentes da ADGaia.</p>
<p>Para os restantes cinco arguidos, o MP requereu que seja prestada, por cada um deles, uma caução não inferior a 100 mil euros e que fiquem proibidos de contactar entre si e com os restantes suspeitos.</p>
<p>O MP pediu ainda, para um destes cinco arguidos, a proibição de se ausentar do país e a entrega do passaporte.</p>
<p>Inicialmente, a indicação era de que seriam 13 detidos, mas este número aumentou para 14, segundo o documento.</p>
<p>Os detidos, funcionários da ADGaia, alguns com cargos de chefia, ex-funcionários e empresários ligados à construção civil e à venda de materiais, remeteram-se hoje ao silêncio no primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, adiantou à Lusa fonte judicial.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, as medidas de coação serão conhecidas entre segunda e terça-feira, devendo os arguidos permanecer detidos até lá.</p>
<p>&#8220;A investigação, em curso há cerca de 17 meses, incide sobre um amplo esquema organizado de criminalidade económico-financeira, desenvolvido através da conjugação de esforços entre empresários do setor privado e funcionários da Empresa Municipal Águas de Gaia (ADGaia), com poderes decisórios relevantes no âmbito da contratação pública e sua respetiva execução&#8221;, adiantou a Polícia Judiciária (PJ) na terça-feira, dia das detenções, em comunicado.</p>
<p>O MP sustenta que os funcionários da Águas de Gaia detidos manipularam, alegadamente, dezenas de contratos para adjudicação ao mesmo empreiteiro em troca de dinheiro, eletrodomésticos, compras, jantares, férias, obras em casa e consultas médicas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770103]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Trump só assinará acordo se as suas linhas vermelhas forem cumpridas, diz Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 22:54:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, apenas assinará um acordo com o Irão se as suas "linhas vermelhas" forem cumpridas, adiantou hoje fonte da Casa Branca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, apenas assinará um acordo com o Irão se as suas &#8220;linhas vermelhas&#8221; forem cumpridas, adiantou hoje fonte da Casa Branca.</p>
<p>&#8220;A reunião na Sala de Situação terminou e durou cerca de duas horas. O presidente Trump só assinará um acordo se for bom para os Estados Unidos e se as suas linhas vermelhas forem cumpridas. O Irão não pode ter uma arma nuclear&#8221;, frisou a fonte presidencial num comunicado enviado à agência France-Presse (AFP).</p>
<p>Antes, o Irão já tinha afirmado ainda não ter chegado a um acordo com os Estados Unidos para pôr fim à guerra, na sequência de declarações do Presidente norte-americano a anunciar uma decisão iminente.</p>
<p>&#8220;As negociações continuam, mas ainda não foi concluído qualquer acordo definitivo&#8221;, comentou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmaeil Baghaei, citado pelos meios de comunicação de social estatais.</p>
<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, tinha anunciado anteriormente que se preparava para tomar uma &#8220;decisão final&#8221; sobre um possível acordo, mas fontes iranianas desmentiram à agência de notícias Fars aquelas afirmações em dois pontos centrais: a reabertura do estreito de Ormuz e o programa nuclear iraniano.</p>
<p>A diplomacia iraniana garantiu também que a questão nuclear não constava do memorando de entendimento atualmente em discussão com os Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;Nesta fase, a nossa prioridade é pôr fim à guerra, e não há negociações sobre a questão nuclear&#8221;, adiantou Baghaei.</p>
<p>Trump, no momento em que anunciou que ia tomar uma decisão sobre um acordo sugeriu que o Irão tinha aceitado destruir o &#8216;stock&#8217; de urânio enriquecido.</p>
<p>Momentos antes, de acordo com fontes citadas pela agência de notícias iraniana Fars, algumas das exigências referidas por Trump não constam da proposta de acordo atualmente em discussão entre as partes.</p>
<p>&#8220;Trump afirmou que o Irão estava obrigado a abrir o estreito de Ormuz sem cobrança de portagens, no entanto tal cláusula não consta do texto do acordo&#8221;, disseram as fontes, acrescentando que a destruição do material nuclear iraniano também não faz parte do documento negociado.</p>
<p>As declarações surgiram depois de Trump ter afirmado, na sua rede social, que se preparava para tomar uma &#8220;decisão final&#8221; sobre um eventual acordo com o Irão.</p>
<p>Na publicação, o Presidente norte-americano defendeu que o estreito de Ormuz deve ser reaberto imediatamente à navegação internacional e exigiu que o urânio enriquecido iraniano fosse destruído.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770102]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Otamendi regressa à Argentina e assina pelo River Plate após seis épocas no Benfica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 22:30:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O defesa central argentino Nicolás Otamendi assinou um contrato de 18 meses com o River Plate, anunciou hoje o clube, com o futebolista a regressar ao seu país após 16 épocas na Europa, as últimas seis ao serviço do Benfica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O defesa central argentino Nicolás Otamendi assinou um contrato de 18 meses com o River Plate, anunciou hoje o clube, com o futebolista a regressar ao seu país após 16 épocas na Europa, as últimas seis ao serviço do Benfica.</P><br />
<P>&#8220;Nicolás Otamendi assinou o contrato com o River Plate. Esta sexta-feira, dia 29 de maio, o defesa selou o vínculo que o vai unir ao clube a partir de 01 de julho e até 31 de dezembro de 2027&#8221;, refere o River Plate em comunicado.</P><br />
<P>Otamendi, de 38 anos, deixou o Benfica no final da época 2025/26, depois de ter terminado contrato com os lisboetas, e regressa ao futebol argentino para representar o River Plate, sempre assumido como o clube do seu coração.</P><br />
<P>Ao serviço dos &#8216;encarnados&#8217;, Otamendi conquistou um campeonato, uma Taça da Liga e duas Supertaças, depois de ter chegado ao clube em 2020/21, proveniente do Manchester City, numa transferência ligada à saída de Ruben Dias para o clube inglês.</P><br />
<P>O defesa chegou ao futebol europeu na temporada de 2010/11 para representar o FC Porto, proveniente do Vélez Sarsfield, e saiu para o Valência em 2014/15, com um empréstimo aos brasileiros do Atlético Mineiro pelo meio.</P><br />
<P>Depois, seguiu a carreira no Manchester City, a partir de 2015/16, antes de regressar ao futebol luso.</P><br />
<P>Otamendi é internacional pela seleção da Argentina e sagrou-se campeão do mundo em 2022, no Qatar, estando novamente na lista de opções do selecionador Lionel Scaloni para o Mundial2026, que vai decorrer nos Estados Unidos, no Canadá e no México, entre 11 de junho e 19 de julho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770100]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro e Carneiro tiveram &#8220;interlocução política&#8221; nas negociações para TC e provedor de Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 22:24:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder da bancada socialista afirma que o processo para indicação de candidatos a juízes do Tribunal Constitucional e provedora de Justiça teve "interlocução política" do primeiro-ministro e do secretário-geral do PS, além das respetivas lideranças parlamentares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder da bancada socialista afirma que o processo para indicação de candidatos a juízes do Tribunal Constitucional e provedora de Justiça teve &#8220;interlocução política&#8221; do primeiro-ministro e do secretário-geral do PS, além das respetivas lideranças parlamentares.</p>
<p>Na mesma nota de Eurico Brilhante Dias, à qual a agência Lusa teve acesso, refere-se também que os socialistas esperam que os processos eleitorais para a escolha da provedora de Justiça, Luísa Neto, indicada pelo PS, e dos quatro juízes para o Tribunal Constitucional (TC) sejam efetivamente encerrados a bem do funcionamento das instituições da República.</p>
<p>As eleições no parlamento para a substituição de quatro juízes no TC e para a escolha do novo provedor de Justiça estão marcadas para 12 de junho e requerem aprovações por maioria de dois terços.</p>
<p>Para a lista conjunta destinada a preencher as vagas no TC, o PSD indicou Joaquim Cardoso da Costa e Paula Ribeiro Faria, o PS Gabriela Cunha Rodrigues e o Chega Luís Filipe Brites Lameiras. Para as funções de provedor de Justiça, o PS indicou como candidata Luísa Neto, nome que teve acordo do PSD.</p>
<p>Nesta nota, o presidente do Grupo Parlamentar do PS refere que, após &#8220;um longo processo, a questão em torno do TC está fechada do ponto de vista negocial&#8221;.</p>
<p>&#8220;E, em paralelo, o caso lamentável da Provedoria de Justiça&#8221; &#8211; uma alusão de Eurico Brilhante Dias ao facto de o primeiro nome apresentado pelo PS, o antigo secretário de Estado Tiago Antunes, não ter alcançado no mês passado os dois terços necessários para ser eleito provedor de Justiça, apesar de o seu nome ter sido acordado com o PSD.</p>
<p>Eurico Brilhante Dias refere depois que, no caso dos quatro candidatos ao TC, o PS &#8220;incluirá o nome da magistrada Gabriela Cunha Rodrigues&#8221;.</p>
<p>&#8220;E deu anuência depois de verificar o perfil dos dois nomes que hoje o PSD propôs&#8221; &#8212; aqui, uma referência do líder da bancada social-democrata aos dois candidatos indicados pelos sociais-democratas, Joaquim Cardoso da Costa e Paula Ribeiro Faria.</p>
<p>A conclusão deste processo, de acordo com Eurico Brilhante Dias, aconteceu, &#8220;naturalmente, depois de interlocução política&#8221; do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, com o primeiro-ministro e presidente do PSD, Luís Montenegro, &#8220;e também entre lideranças parlamentares&#8221; socialista e social-democrata. &#8220;Adicionalmente, o PS propôs o nome da professora Maria Luísa Neto&#8221;, atual presidente do Instituto Nacional de Administração, para provedora de Justiça.</p>
<p>Um nome que, segundo Eurico Brilhante Dias, &#8220;foi sugerido depois de consulta interna e teve parecer positivo de quem trabalhou diretamente com a candidata, em particular alguns dos membros dos governos PS com quem trabalhou mais diretamente.&#8221;</p>
<p>Ainda à possibilidade de Luísa Neto ser eleita provedora de Justiça, o líder da bancada socialista assinala: &#8220;Foi com satisfação que constato que podemos ter mais uma mulher no Conselho de Estado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Espero que se encerrem estes processos, na salvaguarda das instituições da República e do seu bom funcionamento&#8221;, acrescenta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770099]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Juiz considera que nome de Trump foi colocado ilegalmente no Kennedy Center e trava obras</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2026 22:09:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um juiz federal determinou hoje que o nome do Presidente norte-americano Donald Trump foi adicionado ilegalmente ao Kennedy Center e impediu o Governo de encerrar o centro cultural e artístico para uma grande renovação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um juiz federal determinou hoje que o nome do Presidente norte-americano Donald Trump foi adicionado ilegalmente ao Kennedy Center e impediu o Governo de encerrar o centro cultural e artístico para uma grande renovação.</P><br />
<P>O juiz distrital Christopher Cooper, em Washington, D.C., decidiu que a votação do conselho do Kennedy Center, em 16 de março, para encerrar o local, foi &#8220;mal informada e aparentemente predeterminada&#8221;, sem ter em conta as suas obrigações legais.</P><br />
<P>&#8220;Os membros do conselho poderiam ter avaliado a adequação do encerramento de diversas formas prudentes. Esta não foi uma delas&#8221;, frisou o juiz nomeado para o cargo pelo presidente democrata Barack Obama.</P><br />
<P>Cooper concluiu ainda que o conselho &#8220;ultrapassou os seus limites legais&#8221; ao acrescentar unilateralmente o nome de Trump ao centro. </P><br />
<P>O Congresso deu o nome ao Kennedy Center, e só o Congresso pode alterá-lo, sublinhou o juiz. </P><br />
<P>Roma Daravi, vice-presidente de relações públicas do Kennedy Center, referiu hoje que a instituição está &#8220;confiante de que, em recurso, o tribunal confirmará a vontade do conselho de reconhecer as contribuições históricas do Presidente Trump para o centro cultural&#8221;.</P><br />
<P>Daravi acrescentou que a realidade é a mesma e que o centro necessita de uma restauração urgente e significativa.</P><br />
<P>&#8220;Com 257 milhões de dólares garantidos pelo Presidente Trump e aprovados pelo Congresso, os recursos estão disponíveis e continuamos empenhados em procurar todos os meios legais para garantir que o Trump Kennedy Center seja restaurado como um marco cultural nacional para todos os americanos desfrutarem&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Cooper realizou audiências no final de abril para ações judiciais paralelas que contestavam o projeto. </P><br />
<P>Uma foi movida por um conjunto de organizações de preservação cultural e histórica, enquanto a outra foi apresentada pela congressista Joyce Beatty, democrata do Ohio e ex-membro do conselho do Kennedy Center. </P><br />
<P>Os advogados do Departamento de Justiça afirmaram que os planos de renovação do edifício têm um âmbito limitado e estão dentro da autoridade do conselho, sem necessidade de aprovações externas.</P><br />
<P>Os autores da ação temem que o Presidente e os seus aliados no conselho desrespeitem as normas de preservação destinadas a manter a estrutura histórica do edifício. </P><br />
<P>Trump, um republicano, tem demonstrado um grande interesse nas operações do Kennedy Center desde que regressou à Casa Branca, no ano passado. </P><br />
<P>Nomeou um conselho escolhido a dedo, que o colocou como presidente. O seu nome foi acrescentado à fachada de um edifício considerado um monumento vivo ao presidente John F. Kennedy.</P><br />
<P>O Kennedy Center manteve as suas atuações antes do encerramento, embora a um ritmo muito mais lento do que nos anos anteriores. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770098]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Hezbollah reivindica múltiplos ataques no norte de Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 22:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Hezbollah reivindicou hoje e uma nova série de ataques contra alvos militares no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, enquanto os dois países realizam negociações em Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Hezbollah reivindicou hoje e uma nova série de ataques contra alvos militares no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, enquanto os dois países realizam negociações em Washington.</P><br />
<P>Numa série de comunicados, o movimento xiita pró-iraniano referiu ter utilizado drones para atacar concentrações de soldados perto de uma cidade no norte de Israel, um acampamento militar na Galileia e um quartel.</P><br />
<P>Já o Exército israelita acusou hoje o Hezbollah de danificar a Igreja de São Jorge na cidade maioritariamente cristã de Marjayoun, no sul do Líbano, após uma saraivada de projéteis disparados contra a zona.</P><br />
<P>As forças israelitas divulgaram um vídeo do alegado ataque, mostrando o impacto de pelo menos sete projéteis em vários locais de Marjayoun, embora não tenha sido incluída nenhuma imagem específica do ataque à igreja.</P><br />
<P>As autoridades militares divulgaram ainda fotografias que mostram os danos no edifício, com parte do telhado a ruir e destroços espalhados pelo chão. </P><br />
<P>&#8220;Este incidente demonstra mais uma vez como o Hezbollah continua a pôr em perigo e a prejudicar a população civil libanesa&#8221;, sublinhou o Exército, sem adiantar mais pormenores.</P><br />
<P>A acusação surge horas depois de o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter confirmado que as tropas israelitas atravessaram o rio Litani, avançando em direção a posições estratégicas do sul do Líbano para o centro do país.</P><br />
<P>O Exército israelita intensificou a sua ofensiva no Líbano nas últimas horas, apesar do acordo de cessar-fogo em vigor e das negociações em curso com o Governo libanês para tentar alcançar um acordo de paz.</P><br />
<P>As mais recentes hostilidades em grande escala eclodiram em 02 de março, quando o movimento xiita lançou &#8216;rockets&#8217; contra Israel em retaliação pelo assassinato do líder supremo do Irão, o ayatollah Ali Khamenei, durante a ofensiva lançada em 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos contra a nação asiática.</P><br />
<P>Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do país vizinho durante o conflito anterior.</P><br />
<P>Desde 02 de março, pelo menos 3.324 pessoas morreram, incluindo cerca de 200 crianças e acima de 100 profissionais de saúde, e mais de 10 mil ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde libanês, em resultado dos ataques israelitas, que provocaram também acima de um milhão de deslocados.</P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra de Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e que foi interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770097]]></sapo:autor>
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		<title>Luísa Neto proposta pelo PS com acordo do PSD como candidata a provedora de Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:21:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PSD aceitou a indicação do PS de propor Luísa Neto, atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração (INA), como candidata a provedora de Justiça, eleição que requer maioria de dois terços no parlamento.</P><br />
<P>A eleição para as funções de provedora de justiça está marcada para 12 de junho e será a segunda tentativa nesta legislatura no sentido de se eleger uma personalidade para um cargo que está por preencher desde o início da presente legislatura, quando Maria Lúcia Amaral saiu desse lugar para então desempenhar as funções de ministra da Administração Interna, cargo do qual se demitiu no começo deste ano.</P><br />
<P>Em 12 de abril, numa primeira eleição falhada, o antigo secretário de Estado socialista Tiago Antunes, proposto pelo PS para provedor de Justiça, alcançou um resultado inferior a dois terços, tendo apenas 104 votos favoráveis num total de 230 deputados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770096]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em alta e a renovar recordes dos seus índices emblemáticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:19:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, ajudada pelo interesse pelos valores da inteligência artificial (IA) e pela esperança de um acordo entre os EUA e o Irão, com a renovação dos recordes dos seus índices emblemáticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, ajudada pelo interesse pelos valores da inteligência artificial (IA) e pela esperança de um acordo entre os EUA e o Irão, com a renovação dos recordes dos seus índices emblemáticos. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o seletivo Dow Jones Industrial Average ganhou 0,72%, o tecnológico Nasdaq progrediu 0,20% e o alargado S&amp;P500 subiu 0,22%.</P><br />
<P>&#8220;Terminamos uma nona semana consecutiva em alta, principalmente graças à chegada de novos atores que parecem tirar proveito&#8221; da atração pela IA, observou Art Hogan, da B. Riley Wealth Management, em declarações à AFP.</P><br />
<P>Depois dos títulos Micron e Sandisk, a última ação no centro da atenção dos investidores foi hoje a da Dell, que valorizou 32,77%.</P><br />
<P>A empresa surpreendeu na véspera, ao divulgar resultados acima do previsto e com o volume de negócios da linha de servidores para IA a ser multiplicado por oito em relação ao ano anterior. </P><br />
<P>&#8220;A revolução da IA parece estar a estender-se a outros atores&#8221;, além dos conglomerados dos semicondutores, como a Nvidia ou a Broadcom, notou Art Hogan.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, a praça bolsista beneficiou &#8220;d um vento de otimismo quanto à conclusão (&#8230;) de um acordo de paz&#8221; entre EUA e Irão, observaram os analistas da Briefing.com.</P><br />
<P>Quando se acreditava que as negociações restavam ameaçadas, fontes em Washington divulgaram uma possibilidade de acordo com Teerão, que prevê uma extensão em 60 dias do cessar-fogo em vigor desde 08 de abril, mas que depende da aprovação de Donald Trump. </P><br />
<P>Perante esta possibilidade, os preços do petróleo caíram para níveis desconhecidos desde há mais de mês e meio, atenuando os receios inflacionistas. </P><br />
<P>Mas os investidores não se entusiasmaram, relativizou Art Hogan, dado que o Irão fustigou &#8220;as pretensões excessivas bem como as posições inconstantes e contraditórias&#8221; dos EUA. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770095]]></sapo:autor>
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		<title>PSD, Chega e PS entregam lista conjunta para eleger quatro juízes do Tribunal Constitucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:15:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>PSD, Chega e PS entregaram hoje uma lista conjunta de candidatos para substituir quatro juízes no Tribunal Constitucional, eleição que está marcada no parlamento para 12 de junho e que requer aprovação por maioria de dois terços.</P><br />
<P>O PSD indicou Joaquim Cardoso da Costa, ex-secretário de Estado e atual diretor do Centro Jurídico do Estado, e a professora catedrática Maria Paula Ribeiro Faria. Estes dois nomes tiveram já o acordo do PS.</P><br />
<P> Gabriela Cunha Rodrigues, candidata indicada pelo PS, é juíza desembargadora e atualmente exerce as funções de chefe de gabinete do presidente do Supremo Tribunal de Justiça.</P><br />
<P>Já em relação ao candidato proposto pelo Chega, o líder deste partido, André Ventura, anunciou logo em março que iria propor para o Tribunal Constitucional Luís Filipe Brites Lameiras, que foi juiz desembargador nos tribunais da Relação de Lisboa e do Porto.</P><br />
<P>Dos quatro juízes a substituir pelo parlamento, José António Teles Pereira e Gonçalo Almeida Ribeiro, que renunciaram ao cargo em 01 de outubro do ano passado, tinham sido eleitos por proposta do PSD, enquanto Joana Fernandes Costa e José João Abrantes foram eleitos por proposta do PS.</P><br />
<P> </P><br />
<P>PMF/SMA</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770094]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>FMI e Banco Mundial alertam para escassez de petróleo sem reabertura rápida de Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:13:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e as agências globais de energia e comércio alertaram hoje para uma potencial escassez de petróleo este verão, caso o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz não seja rapidamente normalizado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e as agências globais de energia e comércio alertaram hoje para uma potencial escassez de petróleo este verão, caso o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz não seja rapidamente normalizado.</P><br />
<P>&#8220;Os stocks globais de petróleo estão a diminuir a um ritmo recorde devido à grande perda de carregamentos que passam pelo Estreito de Ormuz&#8221;, alertaram o FMI, o Banco Mundial, a Agência Internacional de Energia (AIE) e a Organização Mundial do Comércio (OMC) numa declaração conjunta após uma reunião dos seus líderes.</P><br />
<P>&#8220;Se o tráfego marítimo não regressar à normalidade, uma redução rápida e sustentada dos stocks globais antes do pico da procura de verão no Hemisfério Norte representaria um risco acrescido para a segurança energética (&#8230;) e, de forma mais ampla, para a resiliência da economia&#8221;, advertiram.</P><br />
<P>Iniciada a 28 de fevereiro, a campanha militar de Estados Unidos e Israel contra o Irão levou a República Islâmica a responder declarando o fecho do Estreito de Ormuz, uma via fundamental para o transporte global de petróleo e gás, e a atacar instalações petrolíferas de países vizinhos, afetando o fornecimento global de energia.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que decidiria hoje sobre um possível acordo com o Irão para prolongar o cessar-fogo em vigor, que necessitaria de incluir a abertura do Estreito de Ormuz e o desmantelamento da capacidade de Teerão de produzir armas nucleares. </P><br />
<P>Segundo a declaração das quatro instituições globais, a economia mundial continua resiliente, mas o conflito está a afetar desproporcionalmente os países mais pobres, com o aumento dos preços dos combustíveis e dos fertilizantes, da crescente incerteza e dos riscos para o emprego.  </P><br />
<P>A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou em meados de abril nas reuniões de Primavera das instituições de Bretton Woods que a instituição estava preparada para lidar com um aumento súbito dos pedidos de assistência de países em dificuldades.</P><br />
<P>Na altura, Georgieva estimou que, em resultado da guerra, poderiam ser necessários entre 20 mil milhões e 50 mil milhões de dólares (17,1 mil milhões e 42,9 mil milhões de euros) em ajuda adicional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770093]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MAI esclarece que decisão de suspensão temporária dos registos biométricos nos aeroportos cabe à PSP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 21:03:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Administração Interna (MAI) esclareceu hoje que a decisão sobre a suspensão temporária da recolha de dados biométricos dos passageiros nos aeroportos é da responsabilidade da PSP, que a comunica à Comissão Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério da Administração Interna (MAI) esclareceu hoje que a decisão sobre a suspensão temporária da recolha de dados biométricos dos passageiros nos aeroportos é da responsabilidade da PSP, que a comunica à Comissão Europeia.</P><br />
<P>Num esclarecimento, o MAI refere que, no âmbito do sistema europeu de controlo de fronteiras, denominado Sistema de Entradas/Saídas (EES, sigla em inglês), está previsto como medida de contingência a possibilidade de suspender pontualmente a recolha de dados biométricos (impressões digitais e reconhecimento facial) dos passageiros, cabendo à autoridade de fronteira, que neste caso é a PSP, avaliar a necessidade de recorrer a este mecanismo.</P><br />
<P>&#8220;O diálogo com a Comissão Europeia é permanente. Sempre que a autoridade de fronteira suspende temporariamente a recolha de biometria, essa decisão tem de ser comunicada à Comissão Europeia. Trata-se de uma comunicação e não de um pedido de autorização&#8221;, precisou o ministério tutelado por Luís Neves.</P><br />
<P> O MAI sublinha que Portugal não fez qualquer pedido à Comissão Europeia para suspender a recolha da biometria, frisando que aquilo que a Comissão Europeia diz &#8220;é que tem recebido notificações pontuais por parte de Portugal&#8221;. </P><br />
<P>O Ministério da Administração Interna explica que as suspensões temporárias da recolha de dados biométricos têm uma duração máxima de seis horas, referindo que o EES é um sistema europeu, comum e integrado, estando Portugal, tal como os outros países do espaço Schengen, &#8220;obrigado a utilizá-lo e aplicar as regras que são comuns a todos&#8221;. </P><br />
<P>O novo sistema europeu de controlo de fronteiras entrou em funcionamento em outubro de 2025 de forma faseada em Portugal e nos restantes países do espaço Schengen e desde então os tempos de espera nas fronteiras aéreas agravaram-se, principalmente no aeroporto de Lisboa, com os passageiros a terem de esperar, por vezes, várias horas.</P><br />
<P>O EES está a funcionar a 100% desde o passado dia 10 de abril e desde então, segundo avançou à Lusa o porta-voz da PSP, Sérgio Soares, a Polícia de Segurança Pública tem recorrido à suspensão parcial da recolha dos dados biométricos em &#8220;circunstâncias excecionais&#8221;, nomeadamente quando &#8220;o tempo de espera num posto de fronteira aérea se torne excessivo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ainda que tenham natureza excecional a PSP admite recorrer, sempre que necessário, durante o período inicial previsto de 90 dias e complementar de 60 dias, às medidas previstas em regulamento tendentes a garantir um equilíbrio entre segurança das fronteiras externas e tempos aceitáveis de espera&#8221;, afirmou o porta-voz da polícia.</P><br />
<P>O MAI garante ainda que nestes últimos meses, &#8220;nunca a segurança&#8221; das fronteiras &#8220;esteve em causa&#8221;, considerando que &#8220;o controlo de segurança de fronteiras tem de ser rigoroso&#8221;. </P><br />
<P>Para diminuir as filas de espera dos passageiros de fora do espaço Schengen entrou hoje em funcionamento no aeroporto de Lisboa um reforço de meios humanos e técnicos no controlo de fronteiras.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770092]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Área Metropolitana do Porto teme que nova lei orgânica da proteção civil crie &#8220;instabilidade desnecessária&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 20:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguns concelhos da Área Metropolitana do Porto (AMP) expressaram hoje preocupação face às alterações da lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que temem que possa um "retrocesso" e criar "instabilidade desnecessária".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Alguns concelhos da Área Metropolitana do Porto (AMP) expressaram hoje preocupação face às alterações da lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que temem que possa um &#8220;retrocesso&#8221; e criar &#8220;instabilidade desnecessária&#8221;.</P><br />
<P>O receio quanto à nova lei foi levantado hoje na reunião do Conselho Metropolitano do Porto pela presidente da Câmara Municipal de Arouca, Margarida Belém (PS), que relembrou que os vários municípios têm trabalhado nos seus programas municipais de execução para a gestão integrada de fogos rurais, que exigem &#8220;uma forte articulação&#8221; entre as forças de proteção civil e que as alterações à lei podem alterar a lógica de atuação.</P><br />
<P>&#8220;Tenho alguma dificuldade de entender como é que, desde 2022, temos aqui adotado esta divisão territorial por NUTs e por sub-regiões (&#8230;) e aquilo que se ouve falar é que haverá alterações até ao final do ano e irá haver certamente um retrocesso nesta organização que passará a ser uma organização por distritos&#8221;, afirmou a autarca, relembrando que a ÁMP abrange dois distritos, Porto e Aveiro.</P><br />
<P>Apesar de incentivar os autarcas a estarem dispostos a &#8220;discutir e refletir, o presidente do Conselho Metropolitano do Porto, Pedro Duarte (PSD), considerou ser &#8220;no mínimo estranho&#8221; que &#8220;de repente&#8221; se volte a uma lógica distrital.</P><br />
<P>Já à margem da reunião, em declarações aos jornalistas, Pedro Duarte, que é também presidente da Câmara do Porto, considerou que para o caso da AMP a alteração pode criar uma &#8220;instabilidade desnecessária&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Parece-nos que em certo sentido isto pode ser um retrocesso, porque hoje em dia temos uma organização territorial diferente. Nomeadamente a Área Metropolitana do Porto, nós somos o melhor exemplo disso mesmo, que é composta por conselhos de dois distritos diferentes e temos funcionado bem, estamos coordenados, temos uma estrutura montada, a Proteção Civil na área metropolitana está a funcionar&#8221;, acrescentou, ressalvando ser ainda &#8220;prematuro&#8221; para a AMP tomar uma posição.</P><br />
<P>A 18 de março, o secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, assumiu que a nova lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) deverá estar pronta no verão para ser implementada em novembro.</P><br />
<P>&#8220;Aquilo que estamos a desenhar, a proposta está no gabinete do senhor ministro, para depois seguir o circuito legislativo para que possa, eu diria, estar concluída no final deste verão para entrar em vigor em novembro, tem a componente de separarmos aquilo que era o comando nacional em duas vertentes&#8221;, afirmou à data Rui Rocha.</P><br />
<P>Uma das vertentes, continuou, é a de &#8220;coordenação, planeamento estratégico, de planeamento de emergência e proteção civil e, a outra, do comando nacional de bombeiros, direcionado para o comandante das operações dos incêndios rurais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos de voltar aos distritos, porque, de facto, as sub-regiões não vieram acrescentar nada de novo, nem de muito bom, em grande parte do território, apesar de haver bons exemplos, naquilo que é o funcionamento como as Comunidades Intermunicipais&#8221;, apontou à data.</P><br />
<P>Neste sentido, lembrou organismos que estão organizados por distrito como a Polícia de Segurança Pública (PSP), a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Saúde, a Educação, &#8220;e ninguém fala nisso, e de repente parece que o alfa e o ómega tem que ser a proteção civil&#8221;.</P><br />
<P>Rui Rocha adiantou que o que está a fazer na lei orgânica &#8220;é um bocadinho aquilo que o Governo já estava a trabalhar e tem a ver com separar aquilo que são os incêndios rurais, porque estão muito capturados, até pelo seu mediatismo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770091]]></sapo:autor>
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		<title>ONU inclui forças israelitas e russas em relatório sobre violência sexual em conflitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 20:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As Nações Unidas incluíram as forças de segurança israelitas e russas no anexo do relatório anual sobre violência sexual em conflitos, indica um documento apresentado hoje pela representante especial para o tema, Pramila Patten.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Nações Unidas incluíram as forças de segurança israelitas e russas no anexo do relatório anual sobre violência sexual em conflitos, indica um documento apresentado hoje pela representante especial para o tema, Pramila Patten.</P><br />
<P>O anexo do relatório, que identifica 77 partes consideradas responsáveis por padrões de violência sexual relacionados com conflitos, incluindo 62 atores não estatais, acrescenta as Forças Armadas e de Segurança russas e israelitas &#8220;após a constatação de padrões contínuos de violência sexual documentados pela ONU&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o documento, ambas as partes foram notificadas no ano passado sobre a possível inclusão na lista.</P><br />
<P>A este respeito, Patten comunicou às autoridades israelitas que deviam adotar uma série de &#8220;medidas preventivas&#8221;, de acordo com as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança da ONU para evitar a inclusão na lista, comunicação à qual responderam por carta, rejeitando as conclusões do relatório e a possibilidade de figurarem na referida lista.</P><br />
<P>Em relação à recusa de acesso aos observadores da ONU, Patten explicou que o Governo israelita declarou que não ia conceder vistos devido ao &#8220;viés institucional&#8221; por parte dos órgãos e mecanismos da ONU.</P><br />
<P>No caso dos territórios palestinianos e de Israel, o relatório documenta casos comprovados de violência sexual em contextos de detenção, incluindo vítimas em Gaza e na Cisjordânia, e atribui os padrões de abuso às forças de segurança israelitas em vários centros de detenção, postos de controlo e instalações militares.</P><br />
<P>O documento descreve violações, agressão genital, nudez forçada, revistas corporais humilhantes e ameaças de violação.</P><br />
<P>O relatório, que reúne 9.788 casos verificados em 2025 em contexto de guerra, repressão política e detenção em todo o mundo, observa &#8220;um aumento significativo nos casos de violência sexual em comparação com o ano anterior&#8221; e alerta que os números &#8220;refletem apenas uma parte do fenómeno&#8221; devido às dificuldades de acesso em zonas de conflito.</P><br />
<P>Patten afirmou, numa conferência de imprensa, que a prevenção, a responsabilização e o apoio às vítimas devem ser reforçados, assim como a garantia de acesso humanitário e investigação independente em zonas de conflito.</P><br />
<P>O embaixador de Israel nas Nações Unidas, Danny Danon, declarou nas redes sociais ser &#8220;ridículo que a ONU coloque uma democracia como Israel, com um forte Estado de Direito que investiga e responsabiliza os culpados, no mesmo nível de organizações terroristas como o Hamas e o Estado Islâmico, que atacam civis deliberadamente e usam a violência sexual como arma de terror&#8221;.</P><br />
<P>Na quinta-feira, Danon já havia anunciado o corte de relações com o líder da ONU, António Guterres, devido à inclusão de Israel nessa &#8220;lista negra&#8221;.</P><br />
<P>Da mesma forma e também nas redes sociais, o embaixador norte-americano na ONU, Mike Waltz, descreveu a inclusão de Israel ao lado de organizações como o Hamas ou o Estado Islâmico como ridícula e defendeu Telavive como &#8220;uma democracia com um sistema judicial que investiga denúncias&#8221;, ao mesmo tempo que acusou a organização de &#8220;equiparar um Estado a grupos terroristas&#8221;.</P><br />
<P>As Nações Unidas insistem que o relatório não constitui um processo legal, mas sim um mecanismo de monitorização baseado em informações verificadas e na avaliação de padrões de comportamento em contextos de conflito armado. </P></p>
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