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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 May 2026 19:40:04 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Hantavírus: Sexto e último voo de repatriamento está a decorrer &#8212; Bruxelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 19:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O sexto e último voo de repatriamento dos passageiros do navio onde ocorreu um surto de Hantavírus partiu hoje das canárias, depois dos cinco realizados no domingo, anunciou a Comissão Europeia (CE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O sexto e último voo de repatriamento dos passageiros do navio onde ocorreu um surto de Hantavírus partiu hoje das canárias, depois dos cinco realizados no domingo, anunciou a Comissão Europeia (CE).</P><br />
<P>&#8220;Cinco voos de repatriamento coordenados pela União Europeia (UE) tiveram lugar no domingo. Os voos, com partida de Tenerife, onde o navio de cruzeiro estava ancorado, foram executados pela França, Espanha, Holanda, Grécia e Irlanda. Um sexto e último voo, executado pelos Países Baixos, está a decorrer hoje&#8221;, adiantou o executivo comunitário em comunicado.</P><br />
<P>A CE referiu ainda que posicionou em Tenerife uma aeronave de evacuação médica da frota da UE, assim como capacidades adicionais de transporte, logística e equipamento de proteção, que estão prontas para serem implantadas, se vier a ser necessário.</P><br />
<P>Foram usados aviões fretados por vários países e da União Europeia, ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil.</P><br />
<P>O Governo de Espanha disse hoje terem sido desembarcadas e repatriadas nas Canárias 125 pessoas de mais de 20 nacionalidades que estavam no barco com hantavírus e deu a operação por concluída.</P><br />
<P>&#8220;Missão cumprida. Acabámos a operação com êxito&#8221;, disse a ministra da Saúde espanhol, Mónica García, numa conferência de imprensa no porto de Granadilla, Tenerife, no arquipélago das Canárias, onde o navio de cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221; esteve ancorado desde domingo de manhã.</P><br />
<P>Por más condições do mar, o navio teve de acostar hoje, durante uma hora, para o desembarque do último grupo, de mais de 20 pessoas, e zarpou às 19:00 (mesma hora em Lisboa), com um grupo de tripulantes, rumo a Roterdão nos Países Baixos, país da bandeira do paquete e do armador.</P><br />
<P>Os restantes desembarques, todos no domingo, foram feitos em lanchas.</P><br />
<P>A operação foi coordenada por Espanha, Países Baixos, a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês) e outros organismos da União Europeia.</P><br />
<P>O ECDC admitiu hoje que mais casos de infeção por hantavírus podem surgir nas próximas semanas entre os ex-passageiros e tripulação do navio, devido às incertezas que ainda persistem sobre o surto e ao longo período de incubação.</P><br />
<P>Segundo adiantou, a sequenciação genética do vírus &#8220;sugere fortemente&#8221; que as amostras de passageiros testadas e confirmadas estão ligadas à mesma fonte original de infeção.</P><br />
<P>&#8220;As informações genómicas mostram ainda que o vírus envolvido no surto é semelhante aos vírus dos Andes já conhecidos por circularem na América do Sul e não é uma nova variante&#8221;, salientou ainda o centro europeu, que manteve a avaliação de risco como muito baixo para a população em geral.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram no cruzeiro MV Hondius, que saiu do sul da Argentina no início de abril. Três pessoas morreram.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761386]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: OMS assume que situação em navio era preocupante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 19:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) assumiu hoje que havia "muita preocupação" com as pessoas que estavam no navio com um surto de hantavírus e que mais dias no cruzeiro poderia ter criado uma "situação difícil".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Organização Mundial da Saúde (OMS) assumiu hoje que havia &#8220;muita preocupação&#8221; com as pessoas que estavam no navio com um surto de hantavírus e que mais dias no cruzeiro poderia ter criado uma &#8220;situação difícil&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estão agora em boas mãos. Estávamos muito preocupados. Se ficassem mais tempo no barco a situação poderia ser difícil&#8221;, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, após a conclusão, na ilha de Tenerife, nas Canárias, da operação de desembarque e repatriamento de 125 pessoas que estavam no cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;.</P><br />
<P>Tedros Adhanom Ghebreyesus deu como exemplo o caso de uma passageira francesa, que foi repatriada no domingo e está em estado crítico, depois de ter tido sintomas da doença durante o voo para Paris.</P><br />
<P>Um teste feito à chegada a França confirmou que está infetada com hantavírus.</P><br />
<P>&#8220;Está numa situação muito crítica. Imaginem se tivesse ficado mais tempo no barco. O repatriamento foi a coisa certa. Tripulantes e passageiros estão a ter agora o apoio e assistência necessários&#8221;, acrescentou Tedros Adhanom Ghebreyesus, que falava numa a jornalistas no porto de Granadilla, Tenerife, ao lado da ministra espanhola da Saúde, Mónica García.</P><br />
<P>O diretor-geral da OMS voltou a apelar a todos os países para colocarem as pessoas que estavam no barco em quarentena, durante 42 dias, o tempo de incubação máximo do hantavírus.</P><br />
<P>&#8220;Acredito que os países farão tudo para proteger os seus cidadãos&#8221;, afirmou, sublinhando que a quarentena pode ser feita em casa.</P><br />
<P>Tedros Adhanom Ghebreyesus apelou também à solidariedade, compaixão e empatia com as pessoas que estiveram no cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, durante uma viagem em que foram confirmados várias infeções com hantavírus e em que morreram três passageiros, dois deles a bordo do navio.</P><br />
<P>Passaram por uma situação de grande stress, sobretudo depois de o barco ter estado de quarentena em Cabo Verde, onde foram retiradas pessoas com sintomas de doença, e na viagem até às Canárias, onde o navio ancorou no domingo.</P><br />
<P>Tedros Adhanom Ghebreyesus elogiu o comandante do navio, que disse ser &#8220;um líder incrível&#8221;, e garantiu apoio aos 25 tripulantes (que considerou uma &#8220;tripulação corajosa&#8221;) que seguem no &#8220;MV Hondius&#8221;, para o levar até Roderdão, nos Países Baixos, o país de bandeira do cruzeiro e do armador.</P><br />
<P>O navio zarpou hoje às 19:00 (mesma hora em Lisboa) de Tenerife e a bordo seguiram também um médico e uma enfermeira da OMS.</P><br />
<P>A operação nas Canárias envolveu mais de 20 países, a OMS e a União Europeia.</P><br />
<P>Foram confirmados até agora, pela OMS e pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês) sete casos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram no cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, que saiu do sul da Argentina no início de abril. Três pessoas morreram.</P><br />
<P>Existem ainda outros casos suspeitos ou prováveis, incluindo o de um norte-americano repatriado no domingo desde Tenerife que os EUA classificaram como &#8220;positivo fraco&#8221;, enquanto a OMS e o ECDC o classificam como não conclusivo.</P><br />
<P>O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavírus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa.</P><br />
<P>Os sintomas da infeção são, inicialmente, semelhantes aos da gripe, como tosse, fadiga ou dores de cabeça e musculares.</P><br />
<P>A OMS garantiu que o risco deste surto para a população em geral é baixo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761385]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel critica UE por falta de lista de sanções a colonos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 19:34:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel criticou hoje a União Europeia (UE) por ainda não ter publicado oficialmente a lista de indivíduos e organizações de colonos israelitas sancionados por violência na Cisjordânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel criticou hoje a União Europeia (UE) por ainda não ter publicado oficialmente a lista de indivíduos e organizações de colonos israelitas sancionados por violência na Cisjordânia.</P><br />
<P>&#8220;As informações que circulam através dos canais diplomáticos indicam que a lista de sanções, cujo conteúdo também não foi divulgado, inclui indivíduos e organizações que não têm absolutamente nenhuma ligação com violência ou atividade criminosa&#8221;, afirmou a diplomacia israelita em comunicado, após a decisão hoje anunciada por Bruxelas.</P><br />
<P>A ONG israelita Paz Agora divulgou uma lista que inclui quatro organizações associadas a colonos e três líderes de colonatos judaicos na Cisjordânia, &#8220;ligados à violência e à pilhagem&#8221; contra os habitantes palestinianos.</P><br />
<P>Além da política Daniella Weiss, fundadora da organização de extrema-direita Nachala, a UE tem como alvo os movimentos de defesa dos colonatos Amana e Regavim, bem como o grupo paramilitar Hashomer Yosh e ainda os dois responsáveis destes dois últimos, segundo a Paz Agora.</P><br />
<P>A Regavim, que se concentra em exercer pressão política e jurídica sobre o Estado israelita para demolir estruturas palestinianas, foi cofundada em 2006 pelo atual ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich.</P><br />
<P>Em reação às sanções hoje anunciadas pela UE, o ministro israelita defendeu a anexação de &#8220;áreas estratégicas&#8221; na Cisjordânia, voltando a uma medida que já propusera no passado, durante a guerra na Faixa de Gaza e do reconhecimento, em setembro passado, de uma série de reconhecimentos ocidentais do Estado da Palestina.</P><br />
<P>Smotrich acrescentou que apresentou ao primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, um plano para transferir &#8220;áreas estratégicas&#8221; na Judeia e Samaria &#8212; as designações que Israel usa para se referir à Cisjordânia &#8212; das áreas A e B para a Área C, que permanece sob controlo israelita total, ao abrigo dos Acordos de Oslo.</P><br />
<P>O ministro das Finanças, que também supervisiona assuntos civis na Cisjordânia, criticou que &#8220;a hipocrisia europeia está a atingir níveis sem precedentes&#8221; e que &#8220;ninguém obrigará Israel a seguir uma política de suicídio nacional&#8221;.</P><br />
<P>Anteriormente, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel já tinha condenado o acordo da UE para sancionar colonos extremistas.</P><br />
<P>&#8220;Israel apoiou, apoia e continuará a apoiar o direito dos judeus de se estabelecerem no coração da nossa pátria&#8221;, afirmou Gideon Saar, na rede social X, referindo-se ao território ocupado por Israel desde 1967.</P><br />
<P>Segundo o chefe da diplomacia israelita, &#8220;nenhum outro povo no mundo tem um direito tão documentado e antigo à sua terra como o povo judeu tem à terra de Israel&#8221;, insistindo que se trata de &#8220;um direito moral e histórico&#8221; e também reconhecido pelo direito internacional.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum ator pode tirá-lo do povo judeu&#8221;, frisou o governante israelita, em reação à decisão anunciada pela chefe da diplomacia de Bruxelas.</P><br />
<P>Kaja Kallas observou que a proposta de sanções contra colonos violentos &#8220;já estava em discussão há algum tempo&#8221;, mas que o anterior Governo húngaro, chefiado por Viktor Orbán, a tinha vetado.</P><br />
<P>&#8220;Novas sanções contra figuras proeminentes do Hamas também foram acordadas. Era tempo de passarmos do impasse à ação. O extremo e a violência têm consequências&#8221;, considerou a alta-representante para os Negócios Estrangeiros da UE, na rede X, a propósito do grupo islamita palestiniano que atacou Israel em outubro de 2023, desencadeando a guerra na Faixa de Gaza.</P><br />
<P>A Regavim. de Smotrich, interpõe processos contra projetos de construção palestinianos e beduínos em Israel e na Cisjordânia e apoiou e financiou a Tsav 9, que foi sancionada pela UE e pelos Estados Unidos por interromper deliberadamente a entrega de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, durante o conflito no enclave palestiniano.</P><br />
<P>A Amana por sua vez é a principal financiadora de postos avançados na Cisjordânia, que funcionam como o passo inicial dos colonatos, e atribui um orçamento equivalente a cerca de 175 milhões de euros à construção de assentamentos .</P><br />
<P>A HaShomer Yosh e a Nachala coordenam milhares de voluntários e fornecem-lhes meios para estabelecer novos postos avançados e expulsarem palestinianos nas áreas circundantes, ainda de acordo com a Paz Agora.</P><br />
<P>Para a ONG israelita, as sanções europeias são &#8220;um importante sinal de alerta&#8221; de que &#8220;a violência desenfreada dos colonos na Cisjordânia, incentivada e apoiada pelo Governo, está a levar Israel à beira do colapso moral e a deixar uma mancha indelével&#8221; no país. </P><br />
<P>Os colonos israelitas, que residem em assentamentos ilegais na Cisjordânia, em violação do direito internacional, assediam diariamente a população , roubando as suas culturas e animais e invadindo as suas casas em ataques violentos, que por vezes resultam em assassínios a coberto da impunidade.</P><br />
<P>Segundo dados das Nações Unidas, entre 07 de outubro de 2023, data dos ataques do Hamas e começo da guerra na Faixa de Gaza, e 23 de abril de 2026, 1.088 palestinianos, dos quais pelo menos 238 eram crianças, foram mortos na Cisjordânia ocupada, incluindo Jerusalém Oriental.</P><br />
<P>Deste total, 42 morreram nos primeiros quatro meses de 2026, 13 por colonos, 30 por forças israelitas e um por ambos. </P><br />
<P>As deslocações forçadas atingiram mais de 40 mil habitantes nos últimos três anos, de acordo com dados da agência da ONU para os Refugiados Palestinianos (UNRWA), organização proibida por Israel.  </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761384]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Morreu ex-deputado do PSD e antigo presidente da Câmara de Faro José Vitorino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 19:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-deputado social-democrata e antigo presidente da Câmara de Faro José Vitorino morreu hoje aos 80 anos, disse à Lusa o presidente do PSD Algarve, Cristóvão Norte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-deputado social-democrata e antigo presidente da Câmara de Faro José Vitorino morreu hoje aos 80 anos, disse à Lusa o presidente do PSD Algarve, Cristóvão Norte.</P><br />
<P>José Vitorino foi presidente da Câmara de Faro entre 2001 e 2005, tendo sido eleito como independente nas listas do PSD. Foi também presidente do PSD Algarve e deputado à Assembleia da República durante cerca de uma década, entre 1976 e 1985.</P><br />
<P>O ex-autarca foi ainda governador civil de Faro, por um curto espaço de tempo, líder associativo e secretário de Estado das Comunidades durante o VIII Governo Constitucional, liderado por Francisco Pinto Balsemão.</P><br />
<P>O líder do PSD Algarve descreveu José Vitorino como &#8220;uma figura relevantíssima da história dos últimos 50 anos do Algarve&#8221;, região da qual &#8220;nunca desistiu&#8221;, tendo sido um dos autores de um projeto de lei em 1977 que abriu caminho à criação da Universidade do Algarve, dois anos depois, em 1979.</P><br />
<P>Segundo Cristóvão Norte, o seu nome ficará ligado àquela que considera uma das decisões mais transformadoras da história democrática: a criação da Universidade do Algarve. </P><br />
<P>&#8220;Há decisões políticas que sobrevivem largamente aos seus autores. A Universidade do Algarve é uma dessas obras. E o nome de José Adriano Gago Vitorino ficará justamente associado a uma das mais importantes conquistas do Algarve democrático&#8221;, referiu.</P><br />
<P>José Vitorino abandonou o PPD/PSD em 1985, mantendo, contudo, participação na vida política após a saída formal do partido.</P><br />
<P>Ainda concorreu à presidência da Câmara em 2005, mas perdeu para o socialista José Apolinário, aceitando o seu lugar como vereador independente.</P><br />
<P>Nas eleições autárquicas de 2009, José Vitorino concorreu novamente à Câmara de Faro através do Grupo de Cidadãos &#8220;Vitorino com Faro no Coração&#8221;. Em 2013, repetiu a candidatura sob o nome do Grupo de Cidadãos, Vitorino &#8211; Salvar Faro, Com Coração&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761375]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Florestas perderam 41 milhões de hectares numa década &#8211; ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:47:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A superfície florestal mundial reduziu-se em mais de 41 milhões de hectares, cerca de 1%, entre 2015 e 2025, com a América do Sul (-4,61%) e África (-4,28%) a registarem as perdas mais significativas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A superfície florestal mundial reduziu-se em mais de 41 milhões de hectares, cerca de 1%, entre 2015 e 2025, com a América do Sul (-4,61%) e África (-4,28%) a registarem as perdas mais significativas. </P><br />
<P>O ritmo de perda, de 4,12 milhões de hectares por ano, é superior ao do período de 2000 a 2015, quando se perderam anualmente 3,68 milhões de hectares, mas inferior à de 1900 a 2000, quando se chegou aos 10,7 milhões de hectares. </P><br />
<P>A redução na última década incluiu a perda de 16 milhões de hectares de florestas primárias, aquelas sem vestígios evidentes de atividade humana e que são de enorme importância para a biodiversidade, segundo o Relatório sobre os Objetivos Florestais Globais 2026, divulgado hoje durante o Fórum das Nações Unidas sobre Florestas, que está a decorrer em Nova Iorque até sexta-feira. </P><br />
<P>O documento, que avalia a implementação dos seis Objetivos Globais para as Florestas e 26 metas associadas (Plano Estratégico 2017-2030 adotado pela ONU), destaca três mensagens principais: o progresso é evidente, mas insuficiente; as florestas são fundamentais para o desenvolvimento sustentável; e a experiência demonstra que é possível avançar através da inovação, do investimento e da cooperação. </P><br />
<P>As análises indicam que já foram atingidas sete metas, 17 foram parcialmente atingidas e duas estão claramente atrasadas: o aumento da área florestal (a meta é de 3%) e a erradicação da pobreza extrema entre as pessoas que dependem das florestas, uma situação particularmente preocupante na África Subsariana. </P><br />
<P>Feito a partir de relatórios voluntários submetidos por 48 países e de dados de organizações internacionais como a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os avanços mais positivos mencionados no documento referem-se a áreas como as florestas protegidas, a gestão florestal sustentável e a cooperação internacional. </P><br />
<P>A área de floresta protegida cresceu para quase 20%, embora o ritmo de expansão tenha diminuído, passando de uma média de 10 milhões de hectares por ano entre 2000 e 2015 para quatro milhões de hectares entre 2015 e 2025. </P><br />
<P>O relatório identifica &#8220;desafios persistentes&#8221;, como a contínua perda e degradação das florestas, as pressões relacionadas com o clima e a escassez de financiamento.</P><br />
<P>O financiamento global para a gestão florestal sustentável, estimado em 84 mil milhões de dólares em 2023, &#8220;continua muito abaixo do nível necessário de 300 mil milhões de dólares anuais até 2030&#8221;. </P><br />
<P>Cerca de 90% do financiamento atual provém de fundos públicos nacionais e menos de 4% de ajuda ao desenvolvimento. A participação do setor privado é limitada, sublinha o relatório. </P><br />
<P>O Secretariado do Fórum propõe, entre as áreas prioritárias de ação, a interrupção da desflorestação e a reversão da perda florestal, a promoção do acesso aos mercados e à capacitação técnica das pessoas que dependem das florestas para o seu sustento, acabar com a lacuna de financiamento para a gestão florestal sustentável, e reforçar a governação florestal e a melhoria das parcerias intersetoriais. </P><br />
<P>Recomenda ainda mais combate à extração ilegal de madeira e ao comércio associado. </P><br />
<P>O relatório inclui vários exemplos de boas práticas, como o aumento da área florestal com planos de gestão sustentável de longo prazo no Brasil, que possibilitou a produção de mais de 2,15 milhões de metros cúbicos de madeira com origem garantida e rastreabilidade completa.</P><br />
<P>Ou a criação, em 2021, na China, dos seus primeiros cinco parques nacionais, num total de 230.000 quilómetros quadrados. </P><br />
<P>As florestas cobrem 32% da superfície terrestre, cerca de 4.140 milhões de hectares. </P><br />
<P>Cinco países representam 54% destas florestas: Rússia (20%), Brasil (12%), Canadá (9%), Estados Unidos (7%) e China (5%). </P><br />
<P>As florestas do planeta armazenam 172 toneladas de carbono por hectare e albergam 80% das espécies de anfíbios, 75% das espécies de aves e 68% das espécies de mamíferos, segundo dados da ONU. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761374]]></sapo:autor>
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		<title>Cineastas angolanos buscam oportunidade em Cannes para entrar em circuitos internacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cineastas angolanos anunciaram hoje a participação no Festival de Cannes 2026, "com meios próprios", em busca de oportunidades para colocar o cinema de Angola na rota das distribuidoras internacionais, lamentando, no entanto, a falta de apoio institucional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luanda, 11 mai 2026 (Lusa) &#8212; Cineastas angolanos anunciaram hoje a participação no Festival de Cannes 2026, &#8220;com meios próprios&#8221;, em busca de oportunidades para colocar o cinema de Angola na rota das distribuidoras internacionais, lamentando, no entanto, a falta de apoio institucional.</P><br />
<P>Os realizadores Mawete Paciência, Malef e Kayaya Júnior representam Angola neste festival que se inicia na terça-feira, em França, disse Kayaya Júnior, dando conta que está desde domingo no país europeu e manteve hoje encontros com duas distribuidoras.</P><br />
<P>&#8220;E amanhã [terça-feira] vamos continuar a nossa pesquisa, o nosso trabalho para ver também se conseguimos colocar o cinema angolano nas distribuidoras internacionais e é esse o nosso objetivo aqui neste festival&#8221;, afirmou o cineasta.</P><br />
<P>Hoje, em declarações à Lusa, o também ator e apresentador de televisão assinalou a &#8220;abertura e interesse&#8221; das distribuidoras em conhecer coisas novas, acreditando que Angola, nos próximos anos, poderá ter um espaço para exibir a sua produção cinematográfica.</P><br />
<P>&#8220;Há essa abertura, as pessoas estão muito simpáticas e abertas a conhecer coisas novas e o nosso objetivo é de facto esse, é abrir aqui um caminho para, quem sabe, para o ano, [podermos estar] melhor representados com um &#8216;corner&#8217; de exibição onde realmente possamos vender os nossos produtos cinematográficos, os nossos conteúdos de audiovisual, este é o objetivo da nossa visita&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>Kayaya, que falava a partir de França, deu nota de que, nos últimos anos, Angola tem uma produção anual de quase seis filmes, o que já justifica uma presença em festivais internacionais, como o de Cannes.</P><br />
<P>Lamentou também a falta de suporte institucional que permita ao país africano lusófono estar nos mercados internacionais de cinema, sinalizando que a participação angolana em Cannes 2026 é por conta própria.</P><br />
<P>&#8220;Não temos, infelizmente, ainda o suporte institucional que nos permita estar nestes mercados, nós estamos aqui à nossa custa, com apoios privados, mas há necessidade, e penso que esta deve ser a vontade atual dos órgãos do nosso turismo, em investir, acreditarem e estarem aqui com uma presença mais significativa&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Enalteceu ainda a qualidade dos filmes produzidos em Angola: &#8220;Quer dizer que existe produção e não temos é a oportunidade de os poder mostrar e é isso que estamos aqui a fazer para abrir portas (&#8230;), para que Angola também tenha a sua bandeira exposta no Festival de Cannes para dar a conhecer aquilo que se está a fazer em termos de audiovisuais&#8221;, concluiu Kayaya Júnior.</P><br />
<P>O festival de Cannes 2026, maior e mais influente evento cinematográfico da Europa e do mundo, decorre entre 12 e 23 de maio em França.</P><br />
<P>O evento reúne anualmente cineastas, produtores e artistas de todas as partes do mundo para exibição de filmes, debates e oportunidades de coprodução e distribuição internacional.</P><br />
<P></P><br />
<P>DAS // MLL</P><br />
<P>Lusa/Fim</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761373]]></sapo:autor>
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		<title>Movimento diz que Engie tem uma &#8220;estratégia de saque disfarçada de transição energética&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Mogadouro, Bragança, 11 mai 2026 (Lusa) &#8212; O Movimento Cultural da Terra de Miranda afirmou hoje que a instalação de &#8220;projetos massivos&#8221; de torres eólicas e painéis fotovoltaicos no Planalto Mirandês e Douro Superior é &#8220;uma estratégia de saque&#8221; da Engie &#8220;disfarçada de transição energética&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que observámos é que a Engie se prepara, agora, para lançar projetos massivos para instalação de painéis fotovoltaicos e torres eólicas no nosso território e achamos que isto não é desenvolvimento, mas a continuação de uma estratégia de saque, agora disfarçada de transição energética&#8221;, disse à Lusa o membro do Movimento Cultural da Terra de Miranda (MCTM) Óscar Afonso.</P><br />
<P>Óscar Afonso, que reagia aos quatro projetos de hibridização das centrais hidroelétricas transmontanas previstos pela Engie, acrescentou que, &#8220;depois da água, ainda querem roubar o vento e o sol&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Achamos que estes recursos [água, vento e sol] pertencem à Terra de Miranda e não podem ser continuados a ser explorados e transformado em euros por uma entidade monopolista sem que haja compensações, havendo aqui uma indústria extratora de recursos&#8221;, vincou o também economista.</P><br />
<P>Segundo os membros da MCTM, o que não se pretende &#8220;é que a Terra de Miranda seja uma colónia energética e que o Planalto Mirandês seja transformado num estaleiro industrial ao serviço dos lucros de uma entidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Queremos uma terra que soube manter a sua língua e a sua cultura e o que não queremos é que a fauna ou a flora sejam prejudicados. A Terra de Miranda não está à venda, os recursos [naturais] não são gratuitos e nem o seu povo é invisível, porque são tão portugueses como um português do Porto ou de Lisboa. Tem de haver compensações face à riqueza aqui produzida&#8221;, frisou Óscar Afonso.</P><br />
<P>O MCTM acredita que a empresa pretende transformar o Planalto Mirandês &#8220;num imenso estaleiro industrial ao serviço dos seus lucros e ocupar o território, alterar a paisagem, destruir solos, vegetação, fauna, flora e equilíbrio natural enquanto a riqueza produzida segue para fora&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para cá ficam os impactos. Para cá ficam os danos. Para cá ficam as cicatrizes. O dinheiro, esse, parte a voar. Estes projetos produzirão biliões de euros em energia elétrica. Biliões gerados com recursos que são nossos, em território que é nosso, à custa da paisagem que herdámos, da agricultura que sustenta famílias, da biodiversidade que nos pertence e da dignidade de uma região que há décadas é tratada como periferia descartável&#8221;, escreve o MCTM, numa nota enviada hoje à Lusa.</P><br />
<P>Em causa está o projeto de hibridização da Central Hidrolétrica de Picote, através de um projeto eólico que prevê instalar 35 aerogeradores com uma estimativa de produção de 157,5 Megawatts, e três projetos de hibridização em três centrais elétricas transmontanas, através de projetos fotovoltaicos com capacidade de cerca de 354 Megawatts-pico (MWp).</P><br />
<P>À Lusa, a Engie optou por não revelar o valor global destes investimentos, justificando que, &#8220;por estar ainda numa fase muito embrionária&#8221;, existem &#8220;muitas variáveis que poderão condicionar a evolução dos mesmos&#8221;, pelo que &#8220;seria prematuro e algo especulativo avançar com um montante&#8221;.</P><br />
<P>A empresa está a realizar apresentações e auscultações públicas destes projetos.</P><br />
<P>De acordo a empresa, &#8220;os projetos fotovoltaicos e eólicos estão ainda numa fase muito inicial, a dar os primeiros passos no sentido de iniciar o licenciamento ambiental&#8221;.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761371]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: &#8220;Não houve silêncio&#8221; na frente apesar de cessar-fogo &#8211; Zelensky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:29:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano afirmou hoje que os combates com o Exército russo continuaram apesar do cessar-fogo de três dias mediado pelos Estados Unidos, acusando Moscovo de não querer o fim de quatro anos de guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano afirmou hoje que os combates com o Exército russo continuaram apesar do cessar-fogo de três dias mediado pelos Estados Unidos, acusando Moscovo de não querer o fim de quatro anos de guerra.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, não houve silêncio na frente, houve combates. Testemunhámos tudo&#8221;, declarou Volodymyr Zelensky na mensagem noturna ao país, nas últimas horas da trégua.</P><br />
<P>&#8220;Constatámos também que a Rússia não tem qualquer intenção de pôr fim a esta guerra. Infelizmente, está a preparar novos ataques&#8221;, lamentou.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761370]]></sapo:autor>
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		<title>Brent sobe mais de 3% e negoceia acima dos 104 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:29:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O petróleo Brent, a referência na Europa, para entrega em julho subiu hoje 3,34%, ultrapassando os 104 dólares por barril, no dia em que o Presidente norte-americano defendeu que o cessar-fogo com o Irão é "incrivelmente frágil".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O petróleo Brent, a referência na Europa, para entrega em julho subiu hoje 3,34%, ultrapassando os 104 dólares por barril, no dia em que o Presidente norte-americano defendeu que o cessar-fogo com o Irão é &#8220;incrivelmente frágil&#8221;. </P><br />
<P>Pelas 16:40 (hora de Lisboa), o preço do Brent subia 3,34% para 104,67 dólares (cerca de 88,83 euros) por barril.  </P><br />
<P>Ao longo do dia, o Brent chegou a atingir um máximo de 106 dólares (aproximadamente 89,96 euros) por barril. </P><br />
<P>Na sexta-feira, o Brent fechou em alta, interrompendo um ciclo de três dias consecutivos em queda. </P><br />
<P>Por sua vez, hoje o preço do petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subiu 3,47% para 98,73 dólares (cerca de 83,79 euros) por barril. </P><br />
<P>Já o preço do gás natural no mercado dos Países Baixos TIF subiu 5,57% para 46,6 euros por megawatt-hora. </P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, na Casa Branca, o Presidente dos EUA defendeu hoje que o cessar-fogo &#8220;ainda está em vigor, mas é extremamente frágil&#8221;, classificando como &#8220;lixo&#8221; a proposta do Irão. </P><br />
<P>O documento do Irão prevê o levantamento das sanções económicas contra a República Islâmica, o fim do bloqueio aos portos iranianos e o controlo do Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Trump disse que ler a proposta do Irão foi uma perda de tempo e avisou que o cessar-fogo, em vigor desde 08 de abril, está em &#8220;estado de sobrevivência&#8221;. </P><br />
<P>Os Estados Unidos (EUA) e o Irão iniciaram em abril um processo de diálogo mediado pelo Paquistão, mas as posições divergentes estão a impedir uma segunda reunião, possivelmente em Islamabad.</P><br />
<P>   </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761369]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 40% dos brasileiros afirmam conviver com crime organizado na sua freguesia &#8211; estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontou que 41,2% dos brasileiros afirmam reconhecer a presença de fações criminosas ou milícias na freguesia onde moram.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontou que 41,2% dos brasileiros afirmam reconhecer a presença de fações criminosas ou milícias na freguesia onde moram.</P><br />
<P>Segundo o relatório &#8220;Medo do crime e eleições 2026: os gatilhos da insegurança&#8221;, divulgado no domingo, a presença do crime organizado &#8220;não apenas amplia a vitimização, mas interfere nas regras de convivência, altera sociabilidades e restringe a confiança nas instituições&#8221;.</P><br />
<P>A pesquisa indica que cerca de 68,7 milhões de pessoas convivem diretamente com o poder territorial exercido por essas organizações criminosas.</P><br />
<P>Destaca ainda que, embora a perceção da presença das fações seja maior nas capitais e nos grandes centros urbanos, a expansão dos grupos criminosos &#8220;passou a operar por difusão territorial, capilarização e interiorização&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, fações como o Comando Vermelho, nascida no Rio de Janeiro, e Primeiro Comando da Capital (PCC), nascida em São Paulo, expandiram a sua atuação na última década para cidades médias e pequenas.</P><br />
<P>Para essa expansão, valem-se de &#8220;rotas logísticas, alianças com grupos locais, dinâmicas prisionais e inserção em mercados ilícitos e lícitos&#8221;, observa a organização não-governamental (ONG) no relatório. </P><br />
<P>&#8220;Esse resultado reforça a ideia de que a circulação da violência armada não obedece a uma hierarquia simples de porte urbano: ela é forte nas grandes cidades, mas também alcança com intensidade cidades médias-grandes e, em certa medida, municípios pequenos&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Encomendada pela ONG, a pesquisa foi realizada pelo Instituto Datafolha com pessoas de 16 anos ou mais, em 09 e 10 de março, em 137 cidades, com 2.004 entrevistas presenciais e margem de erro de dois pontos percentuais. </P><br />
<P>A maioria dos entrevistados que reconhecem a presença dos grupos criminosos nas suas freguesias, ou seja, 61,4%, reconhecem que a atuação das fações não é invisível. </P><br />
<P>Essa percentagem representa &#8220;cerca de 42,2 milhões de pessoas vivendo em contextos nos quais o crime organizado é percebido como força que regula a vida local&#8221;, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. </P><br />
<P>A pesquisa também mostrou que o medo da violência altera a rotina de 57% dos inquiridos e afeta mais intensamente mulheres e população de baixo rendimento, as chamadas classes D e E.</P><br />
<P>A pesquisa identificou ainda que 59,6% dos brasileiros inquiridos afirmaram ter medo de sofrer agressão física por suas escolhas políticas ou partidárias, o que representa seis em cada dez pessoas e aproximadamente 99,4 milhões da população. </P><br />
<P>O relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que o medo de ser agredido fisicamente pela sua escolha política ou partidária, que era de 68% em 2022, agora é de quase 60%.</P><br />
<P>A organização não governamental destaca que os resultados de 2026 parecem indicar que não se está perante &#8220;uma dissipação do medo&#8221;, uma vez que os índices &#8220;permanecem muito elevados&#8221;, mas &#8220;sim para uma acomodação em patamar elevado do medo da violência, depois de um momento excepcionalmente tensionado em 2022&#8221;.  </P><br />
<P>O Fórum Brasileiro de Segurança Pública revela ainda que 40,1% dos entrevistados afirmaram ter sofrido pelo menos uma situação de violência ou crime nos últimos 12 meses no país.</P><br />
<P>Segundo o estudo, &#8220;a insegurança, no Brasil, ultrapassa a condição de percepção episódica e assume a forma de um clima social persistente&#8221;.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761368]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Formação em petróleo e gás no novo centro tecnológico em Moçambique arranca em 2028 &#8211; Governo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/formacao-em-petroleo-e-gas-no-novo-centro-tecnologico-em-mocambique-arranca-em-2028-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A formação de engenheiros moçambicanos em petróleo e gás no centro tecnológico de Maputo arranca em 2028, garantiu hoje a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), com a petrolífera ExxonMobil a considerar esta uma "vitória" para o conteúdo local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A formação de engenheiros moçambicanos em petróleo e gás no centro tecnológico de Maputo arranca em 2028, garantiu hoje a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), com a petrolífera ExxonMobil a considerar esta uma &#8220;vitória&#8221; para o conteúdo local.</P><br />
<P>Falando no lançamento da primeira pedra do Centro Tecnológico de Moçambique (CTM), Nelson Cossa, representante da ENH, disse que o centro vai arrancar no primeiro trimestre de 2028 com uma capacidade para 250 formandos, garantindo que o Estado vai poupar dinheiro com formação de quadros do setor petrolífero no exterior.</P><br />
<P>&#8220;Numa primeira fase vai servir, sim, aos parceiros da Área 4 [da Bacia do Rovuma], no âmbito do desenvolvimento do projeto Rovuma LNG, porém, estará aberto para que outros moçambicanos interessados em querer fazer parte da indústria petrolífera usufruam deste centro para se capacitar e prestar serviços à indústria petrolífera&#8221;, disse.</P><br />
<P>O Centro Tecnológico de Moçambique (CTM) vai ser erguido na zona do Estádio Nacional do Zimpeto, arredores de Maputo, sul do país, avaliado em 40 milhões de dólares (34 milhões de euros), após o acordo para o empreendimento ser anunciado em outubro pelo chefe do Estado, Daniel Chapo, que adiantou na altura que o plano era começar a formação com pelo menos 100 jovens vindos de todas as províncias do país em matérias de prospeção de gás e petróleo.</P><br />
<P>&#8220;O centro vai servir ao projeto da Área 4 e aos outros empreendimentos de Moçambique durante o seu tempo de vida útil, porém, numa primeira fase o foco será formar técnicos que serão integrados no projeto da Rovuma LNG&#8221;, disse o responsável da ENH.</P><br />
<P>Na mesma cerimónia, a petrolífera americana ExxonMobil considerou um dia de vitória para o conteúdo local o arranque da construção do centro para formar engenheiros em petróleo e gás em Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;Este é um dia de vitória para o conteúdo local em Moçambique, porque esse centro de formação é um exemplo magnífico sobre os &#8216;win-win&#8217; [benéfico para todos os envolvidos] que podemos encontrar entre as empresas estrangeiras e o Governo de Moçambique&#8221;, disse o diretor-geral da ExxonMobil em Moçambique, Arne Gibbs.</P><br />
<P>O responsável disse que treinar moçambicanos para estas operações petrolíferas é vantajoso, porque vai evitar formações no estrangeiro, que exigem mais custos.</P><br />
<P>&#8220;Para nós é mais barato, são menos custos, mas também é bom para Moçambique&#8221;, disse.</P><br />
<P>Em janeiro, o Presidente moçambicano perspetivou o arranque dentro de cerca de um ano da construção do megaprojeto de Gás Natural Liquefeito (GNL) Rovuma LNG, em Cabo Delgado, liderado pela petrolífera norte-americana ExxonMobil.</P><br />
<P>Moçambique tem três projetos de desenvolvimento aprovados para exploração das reservas de gás natural da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo, ao largo da costa de Cabo Delgado.</P><br />
<P>O projeto Coral Sul, da Eni, é o único em operação, desde 2022, tendo sido aprovado em outubro passado o investimento numa segunda plataforma flutuante para extração, Coral Norte, investimento de 7,2 mil milhões de dólares (6,2 mil milhões de euros) que a partir de 2028 vai permitir duplicar a produção para 7 milhões de toneladas por ano (mtpa) de GNL.</P><br />
<P>Após quatro anos de suspensão devido aos ataques terroristas em Cabo Delgado, o projeto da Mozambique LNG (Área 1), operado pela TotalEnergies, de 20 mil milhões de dólares (17,4 mil milhões de euros), retomou oficialmente em janeiro e prevê até 13 mtpa a partir de 2029, seguindo-se o projeto Rovuma LNG (Área 4), de 30 mil milhões de dólares (26,1 mil milhões de euros), operado pela ExxonMobil, com 18 mtpa previstos após 2030, e cuja decisão final de investimento é esperada para este ano.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Casa Branca convida Musk e Tim Cook para acompanhar Trump na viagem à China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:05:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Casa Branca convidou o diretor-executivo da Tesla, Elon Musk, e o líder da Apple, Tim Cook, para integrarem a comitiva do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na sua viagem à China esta semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa Branca convidou o diretor-executivo da Tesla, Elon Musk, e o líder da Apple, Tim Cook, para integrarem a comitiva do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na sua viagem à China esta semana, segundo avançou a Bloomberg, citando um responsável da administração norte-americana.</p>
<p>De acordo com a mesma informação, a delegação deverá incluir ainda vários líderes de grandes instituições financeiras e tecnológicas, entre os quais David Solomon, da Goldman Sachs, Stephen Schwarzman, da Blackstone, Larry Fink, da BlackRock, Jane Fraser, da Citigroup, e Dina Powell McCormick, da Meta Platforms.</p>
<p>O grupo, composto por mais de uma dezena de executivos de topo, acompanhará Trump numa deslocação que terá como ponto central uma cimeira com o presidente chinês, Xi Jinping. O objetivo da visita passa por desbloquear potenciais acordos comerciais e entendimentos económicos entre Washington e Pequim.</p>
<p>Segundo a reportagem, a Casa Branca espera que a presença destes líderes empresariais contribua para acelerar negociações e potenciais acordos de compra e investimento entre os dois países, num contexto de relações comerciais complexas entre as duas maiores economias do mundo.</p>
<p>Pequim, por seu lado, confirmou através da agência oficial Xinhua que a visita de Estado de Donald Trump à China está agendada para decorrer entre 13 e 15 de maio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761362]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil e China com isenção de vistos para viagens até dezembro de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil e a China aprovaram uma isenção recíproca de vistos, que entra hoje em vigor e é válida ate final do ano, informaram os ministérios das Relações Exteriores e do Turismo do Brasil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Brasil e a China aprovaram uma isenção recíproca de vistos, que entra hoje em vigor e é válida ate final do ano, informaram os ministérios das Relações Exteriores e do Turismo do Brasil.</P><br />
<P>Segundo o comunicado, os dois países &#8220;chegaram a entendimento para a isenção recíproca de vistos aos seus cidadãos para viagens de até 30 dias&#8221; de duração.</P><br />
<P>A medida tem validade até o dia 31 de dezembro para viagens entre os dois países com as seguintes finalidades: turismo, negócios, atividades artísticas, culturais, recreativas e desportivas, além de visita a familiares, participação de conferências, congressos ou reuniões.</P><br />
<P>Com a isenção, informou o Governo brasileiro, o país espera um &#8220;incremento significativo no número de turistas chineses&#8221;. </P><br />
<P>A iniciativa, refere-se ainda ano comunicado, representa &#8220;mais um passo no fortalecimento das relações bilaterais&#8221; e deverá contribuir para ampliar os fluxos turísticos e empresariais entre Brasil e China.</P><br />
<P>Em 2025, o gigante da América do Sul registou um recorde histórico no número de turistas estrangeiros, com a entrada de 9,28 milhões de viajantes estrangeiros no Brasil, informou o Ministério de Relações Exteriores brasileiro. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761356]]></sapo:autor>
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		<title>Cessar-fogo com o Irão está &#8220;em suporte de vida&#8221;, diz Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta segunda-feira que o cessar-fogo com o Irão está “inacreditavelmente fraco” e em “suporte de vida massivo”, depois de as negociações de paz entre Washington e Teerão terem sofrido um revés durante o fim de semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta segunda-feira que o cessar-fogo com o Irão está “inacreditavelmente fraco” e em “suporte de vida massivo”, depois de as negociações de paz entre Washington e Teerão terem sofrido um revés durante o fim de semana.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas na Casa Branca, Trump revelou ter rejeitado a mais recente proposta iraniana para pôr termo ao conflito, classificando os termos apresentados, cujo conteúdo não detalhou, como “estúpidos”, “totalmente inaceitáveis” e um “monte de lixo”.</p>
<p>“Eu diria que [o cessar-fogo] é o mais fraco neste momento, depois de ler aquele monte de lixo que nos enviaram”, declarou. “Nem sequer terminei de o ler. (…) O cessar-fogo está em suporte de vida massivo, como quando o médico entra e diz: ‘Senhor, o seu ente querido tem aproximadamente 1% de hipóteses de sobreviver.’”</p>
<p>A rejeição pública da proposta de Teerão surge num contexto de trégua frágil, em vigor há cerca de um mês, marcada por ataques militares e incidentes de menor escala no Golfo Pérsico. Apesar do cessar-fogo formal, a instabilidade tem persistido, contribuindo para a volatilidade nos mercados energéticos globais.</p>
<p>Após as declarações de Trump, o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão defendeu, no domingo, que as exigências apresentadas eram “razoáveis”, “responsáveis” e “generosas”, contestando implicitamente a caracterização feita por Washington.</p>
<p><strong>Trump reivindica vantagem militar</strong><br />
O Presidente norte-americano afirmou que os Estados Unidos caminham para uma “vitória completa” sobre o Irão, sustentando que as forças norte-americanas já fragilizaram significativamente as capacidades militares iranianas. Segundo Trump, a marinha e os arsenais de mísseis do Irão foram atingidos e vários dirigentes de topo foram eliminados.</p>
<p>“Eles pensam que eu me vou cansar disto, ou que me vou aborrecer”, afirmou. “Francamente, os líderes deles foram mortos ao primeiro nível, ao segundo nível e metade do terceiro nível. Depois voltam e querem negociar, e dão-nos uma proposta estúpida. Ninguém a aceitaria.”</p>
<p>Em fevereiro, os Estados Unidos e Israel lançaram ataques conjuntos em Teerão, que resultaram na morte do líder supremo iraniano. Desde então, o conflito tem tido repercussões significativas tanto no plano geopolítico como económico.</p>
<p><strong>Impacto político e económico nos EUA</strong><br />
A guerra tornou-se impopular junto da opinião pública norte-americana e provocou perturbações nos mercados globais de energia. Os preços dos combustíveis mantêm-se elevados desde o início do conflito, exercendo pressão adicional sobre a administração Trump numa fase em que se aproximam eleições intercalares decisivas.</p>
<p>Apesar das críticas e da instabilidade, Trump reiterou que o objectivo estratégico dos Estados Unidos permanece inalterado: impedir o Irão de adquirir armas nucleares.</p>
<p>“Muita gente disse: ‘Bem, ele tem um plano?’ Sim, o melhor plano de sempre”, declarou. “É um plano muito simples. O Irão não pode ter uma arma nuclear. E não terá.”</p>
<p>Apesar do tom duro, o Presidente norte-americano admitiu que ainda existe margem para uma solução diplomática entre os dois países. “É muito possível. Já tive um acordo com eles quatro ou cinco vezes”, afirmou. “Eles mudam de ideias. A liderança deles é muito desonrosa.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761337]]></sapo:autor>
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		<title>Banco de Portugal alerta que entidade genuipt não está habilitada a operar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) alertou hoje que entidade genuipt, que atua através de um 'site' e de uma página do Facebook, não está habilitada a exercer qualquer atividade financeira em território nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) alertou hoje que entidade genuipt, que atua através de um &#8216;site&#8217; e de uma página do Facebook, não está habilitada a exercer qualquer atividade financeira em território nacional.</P><br />
<P>Numa nota, o BdP advertiu que &#8220;a entidade que tem vindo a atuar através do &#8216;site&#8217; www.genuipt.com, bem como do perfil de Facebook (https://www.facebook.com/profile.php?id=61581211932073) não está habilitada a exercer, em Portugal, qualquer atividade financeira reservada às instituições sujeitas à supervisão do Banco de Portugal&#8221;, ou seja, a concessão de crédito, a intermediação de crédito e a prestação de serviços de consultoria relativamente a contratos de crédito.</P><br />
<P>A instituição lembrou que estas atividades estão reservadas &#8220;às entidades legalmente habilitadas para o efeito&#8221;.</P><br />
<P>O BdP lembrou ainda que &#8220;as listas das entidades autorizadas a conceder crédito, a intermediar contratos de crédito e a prestar serviços de consultoria relativamente a contratos de crédito podem ser consultada no sítio na &#8216;internet&#8217; do Banco de Portugal, em www.bportugal.pt, e no Portal do Cliente Bancário, em https://clientebancario.bportugal.pt&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, indicou, têm chegado ao seu conhecimento &#8220;situações em que o nome de entidades que se encontram ou foram autorizadas é indevidamente utilizado por terceiros em esquemas fraudulentos&#8221; apontando que em caso de dúvida, o Banco de Portugal pode ser contactado através do e-mail info@bportugal.pt.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761352]]></sapo:autor>
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		<title>Engie avança com hibridização de três centrais transmontanas para energia fotovoltaica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa elétrica Engie está a realizar uma auscultação pública para a instalação de projetos de hibridização em três centrais elétricas transmontanas através de projetos fotovoltaicos com capacidade de cerca de 354 Megawatts-pico (MWp), disse hoje fonte da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa elétrica Engie está a realizar uma auscultação pública para a instalação de projetos de hibridização em três centrais elétricas transmontanas através de projetos fotovoltaicos com capacidade de cerca de 354 Megawatts-pico (MWp), disse hoje fonte da empresa.</P><br />
<P>Questionada pela agência Lusa, a Engie explicou que &#8220;os projetos fotovoltaicos estão ainda numa fase muito inicial, a dar os primeiros passos no sentido de iniciar o licenciamento ambiental&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Por isso, as sessões de apresentação e esclarecimento à população têm como principal objetivo criar o envolvimento desde muito cedo das comunidades locais neste projeto, por forma a poder incorporar os seus contributos nesta fase de planeamento&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Está previsto o Parque Solar de Travanca (Mogadouro, Bragança) para hibridização da central hidroelétrica de Bemposta, que poderá ter 104 MWp, e o Parque Solar de Carviçais (Torre de Moncorvo, Bragança), para hibridização da central hidroelétrica do Baixo Sabor, que poderá produzir cerca de 110 MWp.</P><br />
<P>A Engie explicou ainda que neste momento perspetiva-se o desenvolvimento do Parque Solar de Antas (Penedono, Viseu) para hibridização da central hidroelétrica do Foz Tua, que poderá vir a ter uma capacidade de aproximadamente 140 MWp.</P><br />
<P>&#8220;Estes [três] parques solares serão projetos híbridos, pelo que respeitarão a capacidade de ligação à rede atribuídas aos aproveitamentos hidroelétricos a que estão associados&#8221;, vincou a Engie, acrescentando que, no total, estão em causa 159 hectares ocupados por painéis.</P><br />
<P>Segundo a empresa, as áreas de estudo propostas para a realização dos estudos de impacte ambiental são maiores, no sentido de permitir estudar com rigor as áreas em apreço, e possibilitar a avaliação de opções e localizações alternativas, com vista a viabilizar a escolha da configuração que se traduza num menor impacte ambiental possível&#8221;, esclareceu a Engie.</P><br />
<P>Para já os projetos estão numa fase embrionária, na preparação do procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) &#8211; Proposta de Definição de Âmbito. Dependendo da evolução do processo, poderão passar três anos até serem obtidas todas as licenças necessárias.</P><br />
<P>Questionada sobre qual o investimento previsto, a empresa avançou &#8220;que por estar ainda numa fase muito embrionária dos projetos, existindo muitas variáveis que poderão condicionar a evolução dos mesmos, seria prematuro e algo especulativo avançar com números concretos&#8221;.</P><br />
<P>Na quinta-feira foi apresentado um outro projeto de hibridização da Central Hidrelétrica de Picote e parque eólico, que decorreu na aldeia raiana de São Martinho de Angueira, que prevê uma ocupação de 105 hectares de terreno nos concelhos de Vimioso e Miranda Douro.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761349]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSP abre processo disciplinar ao polícia que terá avisado sobre investigação da esquadra do Rato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A PSP abriu um processo disciplinar ao agente que terá avisado os polícias da esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, de que estavam sob investigação, revelou hoje à Lusa fonte oficial daquela polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A PSP abriu um processo disciplinar ao agente que terá avisado os polícias da esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, de que estavam sob investigação, revelou hoje à Lusa fonte oficial daquela polícia.</P><br />
<P>Numa resposta enviada à Lusa, a Polícia de Segurança Pública refere que o polícia suspeito &#8220;está devidamente identificado e foi determinada a instauração de um processo disciplinar e a transferência do seu local de trabalho pelo Comandante do Comando Metropolitano de Lisboa&#8221;.</P><br />
<P>A PSP refere também que &#8220;seguir-se-ão diligências em termos processuais penais e disciplinares para apuramento dos factos imputados ao suspeito&#8221;.</P><br />
<P>A abertura deste processo surge após a TVI/CNN ter noticiado no sábado que um agente terá violado o segredo de justiça e transmitido informações sobre a investigação a pelo menos um dos suspeitos, que informou os colegas. </P><br />
<P>Isso permitiu aos polícias saberem alguns dos locais que iriam ser alvo de buscas, pedir aconselhamento a advogados e, em pelo menos um caso, pedir baixa médica no dia antes da operação.</P><br />
<P>A PSP sublinha ainda que a investigação teve início com base numa denúncia efetuada pela PSP ao Ministério Público, tendo coadjuvado o MP desde o início em todas as fases do processo de inquérito, assim como na execução de diversas diligências processuais, nomeadamente buscas domiciliárias e não domiciliárias, detenções e apreensões, que culminaram até ao momento com a aplicação, entre outras, de prisão preventiva para 13 polícias.</P><br />
<P>Na semana passada, a PSP e o MP realizaram a terceira operação no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra do Rato, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno.</P><br />
<P>Um dos agentes foi libertado logo depois da detenção e o civil saiu em liberdade na quinta-feira, depois de o tribunal de instrução ter aceitado o pedido de habeas corpus por detenção ilegal.</P><br />
<P>Dos restantes 14 polícias, o tribunal decidiu hoje aplicar a quatro a medida de coação de prisão preventiva, medida que poderá passar a domiciliária, por um crime de abuso de poder e dois crimes de tortura, tendo os restantes 10 ficado em liberdade, dois dos quais foram suspensos de funções e proibidos de contactar com os ofendidos por suspeitas de um crime de abuso de poder e um crime de tortura.</P><br />
<P>Com a detenção destes 15 polícias &#8211; 13 agentes e dois chefes -, aumentou para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto, numa investigação denunciada pela PSP.</P><br />
<P>Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes</P><br />
<P>As primeiras duas detenções ocorreram em julho de 2025 e outras sete em março de 2026, estando os nove polícias em prisão preventiva.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761345]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Polícia Marítima deteta irregularidades nas radiocomunicações de várias embarcações na Madeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Marítima detetou irregularidades em várias embarcações na Madeira ao nível dos equipamentos de radiocomunicações, no âmbito de uma operação de fiscalização em parceira com a ANACOM, indicou hoje a Autoridade Marítima Nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Marítima detetou irregularidades em várias embarcações na Madeira ao nível dos equipamentos de radiocomunicações, no âmbito de uma operação de fiscalização em parceira com a ANACOM, indicou hoje a Autoridade Marítima Nacional.</P><br />
<P>&#8220;A Polícia Marítima e a ANACOM [Autoridade Nacional de Comunicações] fiscalizaram um total de 14 embarcações e duas estações costeiras, tendo sido detetadas irregularidades numa embarcação de recreio, em dois navios porta-contentores e paquetes e ainda numa embarcação marítimo-turística&#8221;, refere em comunicado. </P><br />
<P>A operação decorreu entre os dias 05 e 07 de maio, envolvendo 12 elementos do Comando Local da Polícia Marítima do Funchal e 12 inspetores da ANACOM.</P><br />
<P>O objetivo principal foi verificar a conformidade dos equipamentos de radiocomunicações, bem como o cumprimento das normas legais de segurança e licenciamento em vigor, considerados determinantes para a salvaguarda da vida humana no mar e para a fiabilidade das comunicações marítimas. </P><br />
<P>A Autoridade Marítima Nacional destaca a &#8220;relevância da cooperação institucional&#8221; entre as duas organizações na Madeira na monitorização do espaço marítimo nacional, permitindo uma &#8220;resposta eficaz a situações de interferência radioelétrica&#8221; e assegurando que os operadores cumpram os padrões técnicos exigidos para a navegação segura e comunicações fiáveis. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761336]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA intensificam voos de espionagem sobre Cuba com 25 missões militares desde fevereiro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eua-intensificam-voos-de-espionagem-sobre-cuba-com-25-missoes-militares-desde-fevereiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos realizaram pelo menos 25 voos de reconhecimento militar nas imediações de Cuba desde 4 de fevereiro, numa intensificação significativa das operações de vigilância aérea junto à ilha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos realizaram pelo menos 25 voos de reconhecimento militar nas imediações de Cuba desde 4 de fevereiro, numa intensificação significativa das operações de vigilância aérea junto à ilha. A informação resulta de uma análise divulgada pela CNN Internacional, que se baseou em dados de aplicações públicas de rastreio de voos.</p>
<p>De acordo com a cadeia norte-americana, aeronaves e drones da Força Aérea e da Marinha dos EUA efetuaram missões sobretudo nas proximidades de Havana e Santiago de Cuba. Algumas destas operações aproximaram-se a menos de 65 quilómetros da linha costeira cubana, uma distância considerada suficientemente reduzida para configurar recolha ativa de informação.</p>
<p>A maioria das missões terá sido realizada com recurso a aviões de patrulha marítima P-8A Poseidon, concebidos para vigilância e reconhecimento. Em determinados voos foi também utilizado o RC-135V Rivet Joint, especializado em recolha de sinais de inteligência. Estas operações foram acompanhadas por drones de grande altitude MQ-4C Triton, igualmente vocacionados para reconhecimento estratégico.</p>
<p><strong>Aumento súbito e proximidade invulgar</strong><br />
Segundo a análise citada, antes de fevereiro este tipo de aproximações era “extremamente raro”. A frequência e a proximidade das missões recentes surpreenderam analistas, tanto pelo seu carácter repentino como pela visibilidade pública das operações, já que os trajetos puderam ser acompanhados em plataformas como o Flightradar24 ou o ADS-B Exchange, gerando comentários nas redes sociais.</p>
<p>A visibilidade das aeronaves é considerada particularmente relevante porque estes aparelhos dispõem da capacidade técnica para ocultar a sua presença, desligando os transponders. O facto de os voos terem permanecido rastreáveis levanta a hipótese de uma demonstração deliberada de força ou de intenção política.</p>
<p><strong>Contexto de retórica mais agressiva</strong><br />
A intensificação das missões coincide com um endurecimento do discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, relativamente a Cuba. Desde que ordenou um bloqueio naval à ilha em fevereiro, o chefe de Estado norte-americano passou a acusar as autoridades de Havana de representarem “um risco” militar para os Estados Unidos.</p>
<p>A CNN sublinha que a correlação entre a retórica presidencial e o aumento de voos de vigilância já foi observada noutros cenários internacionais.</p>
<p><strong>Padrões semelhantes na Venezuela e no Irão</strong><br />
Antes da captura de Nicolás Maduro na Venezuela, verificou-se um padrão semelhante. O primeiro sinal ocorreu a 2 de setembro de 2025, com um ataque no Caribe contra uma embarcação alegadamente usada para tráfico de droga. Trump associou o incidente ao próprio Maduro, acusando-o de “assassinatos em massa, tráfico de droga, tráfico de pessoas” e de “atos de violência e terror”.</p>
<p>Cerca de uma semana depois, começaram a ser registados voos de vigilância ao largo da costa venezuelana. As operações foram interrompidas entre outubro e novembro, retomando-se nos dias que antecederam a operação que culminou com a detenção de Maduro em Caracas na passagem de ano.</p>
<p>Também no caso do Irão foi identificado um padrão idêntico, embora com mobilização muito mais expressiva de meios de inteligência, envolvendo forças norte-americanas e israelitas. Novamente, foram utilizados modelos como o P-8A Poseidon, o RC-135V Rivet Joint e o MQ-4C Triton.</p>
<p>Desde o início de 2025, dezenas de aeronaves e drones norte-americanos com características semelhantes têm sido identificados na zona de guerra da Ucrânia e nas imediações de pontos sensíveis na península da Coreia e na fronteira ocidental da Rússia. De acordo com os dados analisados, estas operações tendem a prolongar-se por vários meses.</p>
<p>Ainda assim, o aumento dos voos junto a Cuba representa um cenário distinto, por envolver áreas onde anteriormente não havia registo deste tipo de destacamento regular.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761329]]></sapo:autor>
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		<title>Autoridades europeias já admitem mais casos de Hantavírus nas próximas semanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) admitiu esta segunda-feira que mais casos de infeção por hantavírus podem surgir nas próximas semanas entre os ex-passageiros e tripulação do navio onde ocorreu o surto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) admitiu esta segunda-feira que mais casos de infeção por hantavírus podem surgir nas próximas semanas entre os ex-passageiros e tripulação do navio onde ocorreu o surto.</p>
<p>&#8220;Devido às incertezas que ainda persistem e ao longo período de incubação, é possível que assistamos a casos adicionais em ex-passageiros e tripulantes nas próximas semanas&#8221;, afirmou a diretora do centro europeu, Pamela Rendi-Wagner, em comunicado.</p>
<p>Segundo o ECDC, os passageiros e os tripulantes do MV Hondius, o navio de cruzeiro que chegou no domingo às Canárias, continuam a ser retirados para os seus países de origem por motivos médicos em voos não comerciais e todos são considerados de alto risco.</p>
<p>De acordo com as recomendações científicas do ECDC, os passageiros e tripulantes que apresentem sintomas de infeção necessitam de isolamento imediato, testes e cuidados médicos, enquanto os que estão assintomáticos devem permanecer em quarentena e a monitorizar o aparecimento de sintomas até seis semanas.</p>
<p>O centro europeu confirmou ainda que hoje foi reportado um novo caso confirmado em França, uma passageira do navio que desenvolveu sintomas agudos no voo de regresso a França e que se encontra em cuidados intensivos.</p>
<p>Segundo adiantou, a sequenciação genética do vírus “sugere fortemente” que as amostras de passageiros testadas e confirmadas estão ligadas à mesma fonte original de infeção.</p>
<p>“As informações genómicas mostram ainda que o vírus envolvido no surto é semelhante aos vírus dos Andes já conhecidos por circularem na América do Sul e não é uma nova variante”, salientou ainda o centro europeu, que manteve a avaliação de risco como muito baixo para a população em geral.</p>
<p>A Comissão Europeia disse hoje que ativou o Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia, a pedido de Espanha, e realizou no domingo a partir de Tenerife quatro voos de repatriamento de passageiros do navio afetado.</p>
<p>No domingo foram retiradas do navio de cruzeiro e repatriadas 94 pessoas de 19 nacionalidades, numa operação que deve ficar hoje concluída. É previsível que o navio zarpe do arquipélago espanhol ao final da tarde, com parte da tripulação a bordo, rumo ao porto de Roterdão, nos Países Baixos.</p>
<p>A OMS confirmou até agora seis casos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram no cruzeiro MV Hondius, que saiu do sul da Argentina no início de abril. Três pessoas morreram.</p>
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