A educação e a formação foram sempre uma prioridade de Belmiro de Azevedo e, como tal, a Sonae relembra o seu legado e anuncia o lançamento de um prémio no valor de 100 mil euros com o objetivo de facilitar o acesso e promover a inovação no ensino em Portugal.
O “Prémio Sonae Educação” vai distinguir e apoiar projetos inovadores de melhoria dos modelos de aprendizagem e de promoção do acesso à educação, contribuindo para eliminar ou mitigar fatores de desigualdade ou exclusão social. Este torna-se ainda mais relevante quando, em Portugal, mais de um quinto das crianças com menos de 18 anos viviam em situação de pobreza ou exclusão social.
Os projetos podem ser entregues por entidades coletivas, com ou sem fins lucrativos, com projetos centrados no impacto social da sua intervenção na área da Educação, qualificação ou requalificação, em qualquer fase de maturidade.
“Belmiro de Azevedo promoveu o investimento nas pessoas, por considerar que o seu próprio percurso só foi possível devido às oportunidades que teve para desenvolver o seu potencial através dos estudos”, destaca a Sonae em comunicado, acrescentando que esta visão do empresário levou à criação de um grupo de reflexão dedicado à educação, ao surgimento do Colégio Efanor, e a uma política de responsabilidade corporativa da Sonae.
João Günther Amaral, membro da Comissão Executiva da Sonae, sublinha ser “fundamental garantir o acesso contínuo a modelos de educação inovadores que se reinventem ao longo do tempo. A educação desempenha, por isso mesmo, um papel fundamental no desenvolvimento social e económico das nossas sociedades, ao ser essencial para a existência de indivíduos informados e tolerantes, para o crescimento sustentável e para combater as desigualdades”.
As candidaturas à primeira edição do “Prémio Sonae Educação” estão abertas a partir de hoje em premiosonaeeducacao.pt e prolongam-se até ao dia 30 de junho. Os vencedores serão conhecidos no último trimestre do ano, podendo beneficiar de até 50 mil euros por projeto.
O júri é composto por Domingos Fernandes, presidente do Conselho Nacional de Educação, Neuza Pedro, investigadora no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, Inês Sequeira, fundadora e diretora da Casa do Impacto da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, David Justino, da Fundação Belmiro de Azevedo e membro do conselho EDULOG, e João Günther Amaral, membro da comissão executiva da Sonae.








