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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mulheres são mais afetadas no emprego pela impacto da IA, alerta estudo alemão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A revolução impulsionada pela inteligência artificial (IA) no mercado de trabalho alemão terá um impacto maior nas mulheres, segundo um estudo publicado hoje pelo jornal económico Handelsblatt.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A revolução impulsionada pela inteligência artificial (IA) no mercado de trabalho alemão terá um impacto maior nas mulheres, segundo um estudo publicado hoje pelo jornal económico Handelsblatt.</P><br />
<P>O diário cruzou dados do Instituto de Investigação sobre o Emprego (IAB), da Agência Federal de Emprego, do instituto económico IfW Kiel e da plataforma de recrutamento Indeed.</P><br />
<P>A principal conclusão: as mulheres são, &#8220;globalmente, mais afetadas pelas transformações ligadas à IA&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com um estudo do Handelsblatt, as 10 profissões em que as mulheres representam 95% da força de trabalho estão &#8220;mais sujeitas a pressões para a transformação&#8221; devido a esta tecnologia.</P><br />
<P>Isto aplica-se especialmente a profissionais de escritório, como datilógrafos e assistentes administrativos.</P><br />
<P>Inversamente, os empregos na indústria e artesanais &#8212; ocupados maioritariamente por homens &#8212; são de difícil automatização.</P><br />
<P>No entanto, Virginia Sondergeld, especialista em mercado de trabalho da Indeed entrevistada pelo Handelsblatt, alerta para o risco de presumir uma relação direta entre a proporção de mulheres e o grau de automatização.</P><br />
<P>Em termos absolutos, as mulheres também estão fortemente representadas em profissões de cuidado (assistência a doentes e idosos), as quais dificilmente serão substituídas pela IA.</P><br />
<P>Contudo, ao analisar as tarefas específicas desempenhadas pelos funcionários, aquelas que podem ser delegadas à IA envolvem, com maior frequência, as mulheres.</P><br />
<P>Em média, para as mulheres, o &#8220;potencial de transformação&#8221; dos seus empregos devido à IA é de 51%, em comparação com 42% para os homens, segundo cálculos citados no inquérito.</P><br />
<P>A concretização deste &#8220;potencial&#8221; depende de vários fatores: a disponibilidade da empresa para inovar, a resistência dos colaboradores, o quadro regulamentar, entre outros.</P><br />
<P>Ter um emprego minimamente afetado pela IA não é necessariamente algo bom, observa também Virginia Sondergeld.</P><br />
<P>&#8220;São os empregos com menor remuneração que são considerados seguros em relação à IA&#8221;, aponta o jornal.</P><br />
<P>Na Alemanha, espera-se que a inteligência artificial crie ou elimine cerca de 1,6 milhões de empregos nos próximos 15 anos, de acordo com um estudo do IAB.</P><br />
<P>Isto representa 3,5% do total de empregos atuais do país, com base nos dados do instituto Destatis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781925]]></sapo:autor>
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		<title>Mais armas, mais produção e pressão de Trump: NATO prepara cimeira decisiva em Ankara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Turquia]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião dos líderes da NATO, incluindo o presidente americano, Donald Trump, decorrerá nos dias 7 e 8 de julho, na capital turca]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os aliados da NATO deverão comprometer-se com milhares de milhões de dólares em novos contratos de armamento e com o aumento da produção militar na cimeira da Aliança Atlântica, marcada para julho em Ankara, avança o &#8216;POLITICO&#8217;, citando cinco diplomatas da organização.</p>
<p>A reunião dos líderes da NATO, incluindo o presidente americano, Donald Trump, decorrerá nos dias 7 e 8 de julho, na capital turca, num momento de tensão transatlântica e de crescente pressão dos Estados Unidos sobre os aliados europeus.</p>
<p>Apesar das críticas repetidas de Trump à NATO desde o seu regresso à Casa Branca, os aliados deverão reafirmar na declaração final o compromisso com o Artigo 5.º, a cláusula de defesa mútua da Aliança. O texto deverá também voltar a descrever a Rússia como uma ameaça de longo prazo.</p>
<p>A declaração conjunta ainda está a ser negociada pelos embaixadores dos países aliados e pode sofrer alterações até ao último momento. Segundo os diplomatas citados, o documento deverá ser curto, à semelhança do que aconteceu no ano passado.</p>
<p>O valor exato dos contratos de armamento ainda não está fechado. Parte dos acordos de aquisição poderá já estar previamente negociada e ser apresentada no contexto da cimeira como sinal político de reforço da defesa comum.</p>
<p>O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, quer centrar a reunião no aumento da produção industrial de defesa. O objetivo é encontrar um tema capaz de unir os aliados e, ao mesmo tempo, atenuar as divisões internas da organização.</p>
<p>A aposta na produção militar responde a um dos principais desafios europeus: passar de uma indústria focada em armamento de elevado valor para uma capacidade de produção rápida e em grande escala. Ao mesmo tempo, novos contratos que beneficiem a indústria americana permitem a Rutte apresentar a NATO como uma aliança com retorno económico para os Estados Unidos, um argumento que pode ter peso junto de Trump.</p>
<p>Na semana passada, Rutte afirmou que os aliados europeus e o Canadá investiram mais 139 mil milhões de dólares, cerca de 119,5 mil milhões de euros, em defesa no ano passado face a 2024. O aumento surge depois de os aliados terem acordado gastar 3,5% do PIB em defesa até 2035.</p>
<p>O apoio à Ucrânia será outro ponto central da cimeira. No projeto de declaração, os aliados da NATO comprometem-se a reforçar Kiev com 70 mil milhões de euros em apoio militar e prometem uma verba pelo menos equivalente para o próximo ano, segundo os diplomatas ouvidos pelo &#8216;POLITICO&#8217;. Os Estados Unidos não deverão participar neste objetivo financeiro.</p>
<p>Um dos diplomatas admitiu que o apoio à Ucrânia será provavelmente o ponto mais sensível das negociações. Ainda assim, outro responsável sénior da NATO afirmou que as conversações sobre a declaração estão a decorrer “sem sobressaltos”.</p>
<p>A divisão de responsabilidades entre a Europa e os Estados Unidos também deverá ganhar destaque. Washington tem pressionado os aliados europeus a assumirem uma fatia maior da defesa do continente, numa estratégia descrita como transferência de encargos.</p>
<p>Na semana passada, o secretário da Defesa americano, Pete Hegseth, anunciou uma revisão de seis meses à presença militar dos Estados Unidos na Europa, numa tentativa de pressionar os aliados a aumentarem a despesa em defesa. A decisão surgiu poucas semanas depois de Washington ter informado os parceiros de que passaria a disponibilizar menos equipamento militar, como aviões, submarinos e drones, para o conjunto de capacidades que a NATO pode usar em caso de guerra.</p>
<p>No projeto de declaração, os aliados europeus prometem assumir maior envolvimento na defesa do continente, com referências específicas ao investimento em capacidades de ataque em profundidade, sistemas de defesa aérea e drones.</p>
<p>As capacidades de ataque em profundidade, ou seja, mísseis de longo alcance capazes de atingir alvos inimigos atrás da linha da frente, tornaram-se um ponto de tensão entre os Estados Unidos e a Europa. Os europeus querem desenvolver estes meios para dissuadir a Rússia, mas Washington tem reservas quanto à sua utilização. O Pentágono recusou recentemente enviar mísseis Tomahawk para a Alemanha, argumentando que Moscovo poderia interpretar a decisão como uma escalada.</p>
<p>Outro tema sensível será a guerra no Irão. Apesar de os Estados Unidos terem assinado um acordo preliminar para pôr fim ao conflito, responsáveis europeus receiam que questões ainda por resolver, como a reabertura do Estreito de Ormuz, possam tornar-se um foco de tensão na cimeira de Ankara.</p>
<p>Num gesto que poderá ser lido como uma aproximação a Trump, apesar das divisões internas sobre a guerra, o projeto de declaração deverá apelar ao Irão para respeitar a liberdade de navegação naquela rota crítica para o comércio internacional. O texto deverá também afirmar que Teerão nunca deve adquirir uma arma nuclear.</p>
<p>A cimeira de Ankara surge, assim, num momento delicado para a NATO. Os aliados procuram mostrar unidade perante a Rússia, garantir novo apoio militar à Ucrânia, responder às exigências americanas por mais despesa europeia e, ao mesmo tempo, evitar que as divergências sobre o Irão e a defesa do continente dominem a reunião.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781916]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha em alta com Teixeira Duarte a ganhar mais de 6%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:21:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 1,12% para 9.157,33 pontos e a Teixeira Duarte a ascender mais de 6%, em linha com a restante Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 1,12% para 9.157,33 pontos e a Teixeira Duarte a ascender mais de 6%, em linha com a restante Europa. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que fazem parte do PSI, 12 subiram, duas desceram e o BCP e a Altri ficaram inalterados em, respetivamente, 1,02 e 4,88 euros.</P><br />
<P>A liderar as subidas ficou a Teixeira Duarte, que ganhou 6,78% para 0,55 euros.</P><br />
<P>No resto da Europa, Frankfurt progrediu 1,03%, Londres 0,65%, Madrid 0,64% e Paris 0,55%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781898]]></sapo:autor>
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		<title>CIP quer voltar a discutir alterações à lei laboral com &#8220;documento novo de raiz&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[reforma laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Confederação Empresarial de Portugal defendeu hoje que a discussão sobre as alterações à lei laboral deve ser retomada, mas que o processo não deve ser "precipitado" e que deve existir "um documento novo de raiz".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente Confederação Empresarial de Portugal defendeu hoje que a discussão sobre as alterações à lei laboral deve ser retomada, mas que o processo não deve ser &#8220;precipitado&#8221; e que deve existir &#8220;um documento novo de raiz&#8221;. </P><br />
<P>Em declarações à Lusa, à margem da iniciativa &#8220;O Futuro de Portugal&#8221;, organizada pelo IDL &#8211; Instituto Amaro Da Costa, em Lisboa, Armindo Monteiro indicou que o &#8216;chumbo&#8217; da proposta de lei de revisão da legislação laboral não invalida que a discussão seja retomada. </P><br />
<P>&#8220;O propósito para as alterações propostas continua a ser absolutamente premente&#8221;, defendeu, considerando que continua a haver &#8220;uma necessidade de fazer uma alteração ao Código do Trabalho&#8221;.</P><br />
<P>Para o líder da CIP, parceiros sociais e Governo têm agora &#8220;uma oportunidade de fazer diferente&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre se a discussão deve ser retomada já na próxima reunião de Concertação Social, Armindo Monteiro considera que &#8220;este processo não pode ser um processo precipitado&#8221; e que &#8220;os parceiros [sociais] têm que estar de acordo&#8221; com a necessidade de retomar a discussão. </P><br />
<P>Deste modo, para a CIP, caso a discussão seja retomada, esta deve partir de &#8220;um documento novo de raiz&#8221;. </P><br />
<P>No entanto, o presidente desta confederação sublinha que a necessidade de mexer nas leis laborais &#8220;não é uma birra da CIP&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A CIP tem muitas discussões e portanto não quer concentrar toda a sua energia em volta do Código do Trabalho&#8221;, sublinhou, dando como exemplos os salários e as pensões.</P><br />
<P>Questionado sobre se tornaria mais provável uma eventual aprovação no parlamento caso o Governo tivesse vertido na proposta de lei todas as medidas que constavam do último documento discutido na Concertação Social, Armindo Monteiro disse acreditar que &#8220;teria sido mais benéfico&#8221;, mas afirma compreender &#8220;a posição do Governo&#8221; de ter optado por um documento que lhe permitisse &#8220;ter margem para negociar&#8221;, isto é, &#8220;dando aos partidos aquilo que já tinha dado à UGT&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Portanto, entendo isso mais como uma estratégia negocial, do que propriamente como uma questão de querer ir mais longe ou querer ir mais perto&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Questionado sobre se o Governo explicou da melhor forma as razões que tinha para alterar o Código do Trabalho, Armindo Monteiro admite que numa fase inicial &#8221; foi criada uma primeira impressão que, de alguma maneira, condicionou as explicações seguintes&#8221;. </P><br />
<P>Na sua intervenção durante o almoço organizado pelo IDL, o presidente da CIP já tinha referido a necessidade de alterar a legislação laboral, admitindo que é uma &#8220;matéria que gera desconforto&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;E as matérias que geram desconforto, os partidos entenderam ou ignorá-las ou não querer dar a cara por elas. Isto aconteceu na Assembleia da República como já tinha acontecido em Concertação Social&#8221;, rematou. </P><br />
<P>A proposta do Governo para rever a legislação laboral foi chumbada na sexta-feira passada, na generalidade, com os votos contra do Chega e da esquerda parlamentar, após o partido de André Ventura não ter alcançado um acordo com o PSD. </P><br />
<P>O texto contou apenas com os votos a favor dos partidos que suportam o Governo (PSD-CDS-PP) e da IL.</P><br />
<P>Chega, PS, Livre, PCP, BE, PAN e JPP votaram contra. </P><br />
<P>Após não ter alcançado acordo na Concertação Social, a proposta de lei deu entrada na Assembleia da República em 18 de maio e contemplava &#8220;mais de 50 alterações&#8221; ao anteprojeto inicial, das quais 12 provenientes da UGT, segundo referiu a ministra do Trabalho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781901]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Miguel Albuquerque confirma duas lusodescendentes entre as vítimas mortais na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Albuquerque]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Governante madeirense afirmou já ter a confirmação de que pelo menos “duas lusodescendentes perderam a vida” na sequência dos abalos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas lusodescendentes com ligação à Madeira estão entre as vítimas mortais dos sismos que atingiram a Venezuela, adiantou Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, o governante madeirense afirmou já ter a confirmação de que pelo menos “duas lusodescendentes perderam a vida” na sequência dos abalos.</p>
<p>As duas vítimas tinham ligação à Madeira, região com uma forte comunidade emigrante e lusodescendente na Venezuela.</p>
<p>Além das mortes já confirmadas, Miguel Albuquerque referiu que há ainda registo de muitos desaparecidos, num momento em que as autoridades continuam a avaliar a dimensão total da tragédia.</p>
<p>A confirmação surge na sequência dos sismos que abalaram a Venezuela e que provocaram danos significativos em várias zonas do país, afetando também comunidades com fortes ligações a Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781907]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pela primeira vez na história da UE, um bebé senta-se à mesa dos ministros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:12:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho da UE]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Romina Pourmokhtari]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministra sueca do Clima, Romina Pourmokhtari, levou o filho, Adam, para o encontro do Conselho da UE, no Luxemburgo, num gesto destinado a chamar a atenção para a importância das políticas de licença parental]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reunião de ministros da União Europeia dedicada às políticas climáticas teve esta quinta-feira um participante inesperado: um bebé de três meses. A ministra sueca do Clima, Romina Pourmokhtari, levou o filho, Adam, para o encontro do Conselho da UE, no Luxemburgo, num gesto destinado a chamar a atenção para a importância das políticas de licença parental, noticia a &#8216;Reuters&#8217;.</p>
<p>A governante sueca quis mostrar que a vida profissional e as responsabilidades familiares não têm de ser vistas como escolhas incompatíveis, sobretudo para as mulheres.</p>
<p>“Quis mostrar, dando o exemplo, que não é preciso fazer essa escolha. O que, claro, também exige ter um parceiro que não seja um dinossauro, alguém bastante moderno e disponível para acompanhar”, afirmou Pourmokhtari à agência.</p>
<p>Um responsável do Conselho da UE confirmou que, tanto quanto a instituição tem conhecimento, foi a primeira vez que um bebé participou numa reunião de ministros europeus.</p>
<p>Pourmokhtari, de 30 anos, tornou-se em 2022 a ministra mais jovem da história do Governo sueco. Regressou recentemente da licença parental, enquanto o marido está agora de licença até às eleições suecas de setembro e viajou com ela para o Luxemburgo para cuidar de Adam.</p>
<p>A Suécia tem uma das políticas de licença parental mais generosas do mundo, financiada pelo sistema fiscal do país. Os pais têm direito, no total, a cerca de 16 meses de licença remunerada. Desse período, 90 dias estão reservados individualmente para cada progenitor e não podem ser transferidos para o outro.</p>
<p>Esses períodos intransmissíveis, frequentemente chamados ‘meses do pai’, foram criados para incentivar os homens a passarem mais tempo com os filhos e a assumirem uma parte maior das responsabilidades familiares.</p>
<p>A ministra sueca considera que esta política, aliada ao apoio da sua equipa, tornou “muito menos controverso” que o marido cuide do filho enquanto ela trabalha.</p>
<p>Pourmokhtari defende, no entanto, que as políticas de apoio às famílias não devem limitar-se a gastar mais dinheiro público em licenças mais longas. Para a governante, os governos devem também pensar em regras mais flexíveis para a partilha da licença parental e em creches mais acessíveis.</p>
<p>“Está a criar muito valor que não deve ser subestimado. Um valor que talvez nem sempre seja económico, mas que, no fim, também pode ser económico, ao evitar trabalhadores esgotados”, afirmou, referindo-se à pressão sentida por muitos pais que tentam conciliar trabalho e família.</p>
<p>A presença do bebé na reunião não causou desconforto entre os participantes. Krzysztof Bolesta, vice-ministro polaco do Clima, disse à Reuters que não houve qualquer problema em ter uma criança num encontro político.</p>
<p>“Acho ótimo. Não é uma desvantagem, é apenas parte da vida”, afirmou.</p>
<p>O gesto da ministra sueca levou para a mesa europeia uma discussão que vai além da licença parental. Num momento em que vários países enfrentam desafios demográficos, dificuldades de conciliação entre trabalho e família e níveis elevados de desgaste profissional, Pourmokhtari quis transformar uma presença invulgar numa mensagem política: a parentalidade não deve ser tratada como obstáculo à vida pública ou profissional.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781896]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rendibilidade do sistema bancário recua no 1.º trimestre para 1,27%, indica BdP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:03:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A rendibilidade do sistema bancário português atingiu 1,27% no primeiro trimestre deste ano, uma redução de 0,02 pontos percentuais face ao mesmo período de 2025, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A rendibilidade do sistema bancário português atingiu 1,27% no primeiro trimestre deste ano, uma redução de 0,02 pontos percentuais face ao mesmo período de 2025, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).</P><br />
<P>Na análise trimestral ao sistema, o supervisor e regulador bancário aponta que a rendibilidade do ativo (ROA) e do capital próprio (ROE) caíram 0,02 p.p. e 0,29 p.p. em termos homólogos, para 1,27% e 13,65%.</P><br />
<P>A evolução destes indicadores &#8220;refletiu o aumento do ativo/capital próprio (contributo de -0,07/-0,84 p.p.), dos custos operacionais (-0,06/-0,62 p.p.) e a diminuição da margem financeira (-0,04/-0,38 p.p.)&#8221;, aponta do BdP.</P><br />
<P>A margem financeira resultou da diminuição dos juros recebidos de empréstimos a famílias e empresas, &#8220;que mais do que compensou a diminuição dos juros pagos em depósitos de clientes&#8221;.</P><br />
<P>Em sentido inverso, os aumentos das comissões recebidas (+0,05/0,49 p.p.) e dos resultados das operações financeiras (0,04/0,39 p.p.) destacaram-se.</P><br />
<P>O resultado de exploração recuou 0,14 p.p. e atingiu 1,61%, &#8220;refletindo o aumento do ativo e dos custos operacionais e, em menor medida, a diminuição da margem financeira&#8221;, enquanto o custo do risco de crédito aumentou em termos homólogos para 0,12% (+0,01 p.p.).</P><br />
<P>Já o rácio de eficiência (custo face a receitas) cresceu 0,9 p.p. em termos homólogos para 44,0%, fruto do aumento dos custos operacionais (+1,7 p.p.) ter mais do que compensado o aumento do produto bancário (-0,8 p.p.).</P><br />
<P>Quanto à qualidade dos ativos, no primeiro trimestre do ano, o rácio de crédito malparado bruto (&#8216;NPL- non performing loans&#8217; na expressão técnica em inglês) manteve-se em 2,1%.</P><br />
<P>Nas famílias, o rácio aumentou 0,1 p.p. no segmento de consumo e outros fins, para 5,9%, e diminuiu para 0,8% nos empréstimos à habitação (-0,1 p.p.), tendo-se mantido em 3,7% entre as empresas.</P><br />
<P>Já o ativo total do sistema bancário aumentou 2,1%, salientando-se os contributos dos empréstimos (1,3 p.p.), em particular para habitação (0,5 p.p.) e a empresas (0,4 p.p.), tendo os títulos de dívida contribuído com 0,7 p.p..</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781884]]></sapo:autor>
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		<title>Circulação de pesados de mercadorias na VCI no Porto proibida em dias úteis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:02:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A circulação de veículos pesados de mercadorias na VCI, no Porto, vai ser proibida nos dias úteis, entre as 07:00 e as 21:00, para descongestionar uma das vias nacionais com mais tráfego, anunciou hoje o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A circulação de veículos pesados de mercadorias na VCI, no Porto, vai ser proibida nos dias úteis, entre as 07:00 e as 21:00, para descongestionar uma das vias nacionais com mais tráfego, anunciou hoje o Governo.</P><br />
<P>&#8220;O que nós fazemos é um desincentivo e uma proibição do trânsito e circulação de veículos pesados de mercadorias nessa estrada, nos dias úteis entre as 07:00 e as 21:00 &#8211; as exceções estão reguladas &#8211; e com o objetivo de desviar esse tráfego para a Circular Externa do Porto (CREP)&#8221;, anunciou o ministro da Presidência do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro, em conferência de imprensa após a reunião do Governo, no Campus XXI, em Lisboa.</P><br />
<P>O Governo salientou que esta solução para diminuir o tráfego na Via de Cintura Interna (VCI) tem sido estudada desde 2025 e foi coordenada com a Câmara Municipal do Porto.</P><br />
<P>O objetivo, apontou Leitão Amaro, é contribuir para descongestionar &#8220;uma das vias com mais tráfego do país, muitas vezes congestionada também por causa do tráfego de mercadorias&#8221; e, assim, &#8220;reforçar a qualidade de vida daqueles que se movem na região e na cidade do Porto&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781855]]></sapo:autor>
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		<title>Exame de Física e Química do 11º ano: veja aqui a prova e os critérios de correção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Documentos que permitem aos estudantes, professores e encarregados de educação analisar as perguntas colocadas e compreender de que forma serão avaliadas as respostas apresentadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 37 mil alunos realizaram, esta quinta-feira, a prova de Física e Química do 11º ano, com o código 715. </p>
<p>Veja aqui a <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/exame-fisica-quimica-2026-20260625-132831.pdf">prova</a> e os <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/exame-fisica-quimica-2026-20260625-132831.pdf">critérios de correção</a>. A prova decorreu em todo o país, integrando o calendário nacional de exames do ensino secundário para o presente ano letivo.</p>
<p>Após a realização do exame, foram disponibilizados o enunciado oficial da prova e os respetivos critérios de correção, documentos que permitem aos estudantes, professores e encarregados de educação analisar as perguntas colocadas e compreender de que forma serão avaliadas as respostas apresentadas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781881]]></sapo:autor>
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		<title>NOS oferece chamadas gratuitas entre Portugal e Venezuela após sismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 25 de junho e 5 de julho, os clientes NOS beneficiam de 100 minutos gratuitos para chamadas internacionais de Portugal para números da Venezuela]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NOS anunciou que vai oferecer chamadas gratuitas entre Portugal e a Venezuela, na sequência dos sismos registados no país esta quarta-feira, numa medida de solidariedade com as populações afetadas e de apoio aos clientes que precisam de contactar familiares e amigos.</p>
<p>Entre 25 de junho e 5 de julho, os clientes NOS beneficiam de 100 minutos gratuitos para chamadas internacionais de Portugal para números da Venezuela.</p>
<p>A medida aplica-se também aos clientes NOS que se encontrem na Venezuela, permitindo chamadas para Portugal sem custos de roaming durante o mesmo período.</p>
<p>A iniciativa abrange clientes com tarifários móveis NOS e WTF, pré-pagos e pós-pagos, bem como clientes com serviços de voz fixa NOS.</p>
<p>Com esta medida, a operadora pretende facilitar a comunicação entre famílias e amigos num momento particularmente difícil para as comunidades afetadas pelo sismo, evitando preocupações acrescidas com custos de telecomunicações.</p>
<p>A NOS reforça, assim, o seu compromisso de proximidade e solidariedade, associando-se aos esforços de apoio às populações afetadas na Venezuela.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781862]]></sapo:autor>
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		<title>Quatro sismos em poucas horas abalaram três continentes: coincidência sísmica ou fenómeno ligado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[sismos]]></category>
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					<description><![CDATA[Abalos foram registados no norte da Califórnia, na Venezuela, no norte do Japão e no Chile]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro sismos de grande dimensão atingiram diferentes partes do mundo num intervalo de poucas horas, entre a tarde de quarta-feira e a madrugada de quinta-feira, com atividade sísmica nas Américas, na Ásia e nas Caraíbas. Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, com base em dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos, os abalos foram registados no norte da Califórnia, na Venezuela, no norte do Japão e no Chile.</p>
<p>O episódio mais grave ocorreu na Venezuela, onde dois sismos consecutivos, de magnitude preliminar 7,2 e 7,5, atingiram a região centro-norte do país com apenas 39 segundos de intervalo. O fenómeno, descrito por especialistas como um dupleto sísmico, foi sentido com grande intensidade e levou as autoridades venezuelanas a declarar o estado de emergência.</p>
<p>Os dois abalos ocorreram por volta das 18h05, hora local, com epicentros próximos da região de Morón. A zona de La Guaira foi identificada como uma das mais afetadas, com vários edifícios colapsados e danos em infraestruturas críticas.</p>
<p>O Aeroporto Internacional de Maiquetía foi temporariamente encerrado devido aos danos, enquanto equipas de emergência nacionais e internacionais foram mobilizadas para apoiar operações de busca e salvamento.</p>
<p>Algumas horas depois, às 22h17, hora local, um sismo de magnitude 4,2 atingiu o Chile e foi também sentido no Peru. O epicentro foi localizado na cidade de Calama, a uma profundidade de 123 quilómetros, segundo o Centro Sismológico Nacional chileno.</p>
<p>Do outro lado do mundo, o Japão registou um sismo de magnitude 6,9 no norte do país, com epicentro nas águas próximas da província de Iwate. O abalo foi sentido em várias cidades, incluindo Tóquio, e provocou pelo menos cinco feridos, sobretudo durante evacuações ou devido à queda de objetos.</p>
<p>Apesar da intensidade do tremor, não foi emitido alerta de tsunami. O sismo ocorreu por volta das 7h30, hora local, a uma profundidade de 50 quilómetros da costa de Iwate, segundo a Agência Meteorológica do Japão.</p>
<p>As autoridades japonesas ativaram de imediato os protocolos de emergência e suspenderam temporariamente alguns serviços, incluindo o comboio de alta velocidade em determinadas zonas do arquipélago. A primeira-ministra Sanae Takaichi pediu à população que permanecesse atenta a possíveis réplicas.</p>
<p>Na América do Norte, um sismo de magnitude 5,6 atingiu o norte da Califórnia, com epicentro no condado de Mendocino, perto de Redwood Valley. O abalo foi sentido em áreas como Sacramento e noutras localidades do norte do estado, mas não foram reportadas vítimas nem danos significativos.</p>
<p>O sismo na Califórnia ocorreu às 8h10, hora local, e foi seguido por várias réplicas de menor intensidade. A mais forte atingiu magnitude 2,7, sem consequências relevantes. As autoridades locais ativaram protocolos de avaliação de danos, mas descartaram risco de tsunami.</p>
<p>A sucessão de quatro sismos em pontos tão distantes do planeta levantou dúvidas sobre uma possível ligação entre os eventos. Mas, segundo Carlos González, geólogo do Instituto Geográfico Nacional e da Rede Sísmica Nacional de Espanha, a hipótese mais provável é que não exista relação direta.</p>
<p>“Em princípio, não estão relacionados”, explicou o especialista ao &#8217;20 Minutos&#8217;, embora ressalve que uma conclusão definitiva exige tempo e análise específica. “Não é algo que alguém possa confirmar tão cedo. Talvez daqui a um mês, alguns meses, surja um estudo que os ligue. Muito provavelmente não”, acrescentou.</p>
<p>O geólogo recorda que sismos de magnitude superior a 7 não são excecionais à escala global. “Acontecem alguns todos os anos, de vez em quando”, sublinha.</p>
<p>Determinar se dois sismos estão ligados implica estudar a energia libertada, a forma como essa energia se distribuiu e a direção em que se propagou. Como exemplo, o especialista recorda o dupleto sísmico que atingiu a Turquia em 2023, quando dois grandes sismos ocorreram com cerca de nove horas de intervalo e a aproximadamente 90 quilómetros de distância, dentro da mesma região geológica.</p>
<p>Já estabelecer uma ligação entre eventos separados por milhares de quilómetros, como os registados na Venezuela, no Japão, na Califórnia e no Chile, é muito mais difícil. “É muito complicado”, conclui Carlos González.</p>
<p>A concentração temporal dos abalos pode impressionar, mas não significa necessariamente que o planeta tenha entrado numa fase sísmica excecional. Para já, a explicação mais prudente é que se tratou de vários eventos independentes, ocorridos em regiões já conhecidas pela sua atividade tectónica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781842]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo aprova eliminação da revisão prévia do projeto de execução nos contratos públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:26:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo aprovou hoje um conjunto de alterações ao Código dos Contratos Públicos, que incorporam os contributos da discussão pública, onde se inclui a eliminação da revisão prévia do projeto de execução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo aprovou hoje um conjunto de alterações ao Código dos Contratos Públicos, que incorporam os contributos da discussão pública, onde se inclui a eliminação da revisão prévia do projeto de execução. </P><br />
<P>A primeira versão do Código dos Contratos Públicos já tinha sido aprovada, mas após uma audição pública foram recebidos mais de 100 contributos e introduzidas novas alterações, agora aprovadas em Conselho de Ministros. </P><br />
<P>&#8220;As principais alterações [&#8230;] são, desde logo, a eliminação da revisão previa do projeto de execução, um mecanismo que introduzia alguma burocracia no processo de decisão, que é eliminado&#8221;, afirmou o ministro da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, em conferência de impressa, após o Conselho de Ministros.</P></p>
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		<title>Lusíadas Saúde cria Comissão Estratégica Médica e reforça modelo de co-governação pioneiro em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:21:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Lusíadas Saúde concluiu a constituição da sua Comissão Estratégica Médica, um novo órgão consultivo que marca mais um passo na implementação da denominada "Terceira Via", um modelo de co-governação considerado pioneiro em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Lusíadas Saúde concluiu a constituição da sua Comissão Estratégica Médica, um novo órgão consultivo que marca mais um passo na implementação da denominada &#8220;Terceira Via&#8221;, um modelo de co-governação considerado pioneiro em Portugal e que permite aos médicos tornarem-se acionistas do grupo, participando também na discussão e acompanhamento de temas estratégicos da organização.</p>
<p>A nova comissão resulta de um processo eleitoral realizado entre os médicos acionistas da Lusíadas Saúde, tendo sido eleitos quatro representantes para assegurar a representação dos diferentes clusters da organização: Sónia Vilaça, Leonel Luís, Sara Freitas e Alexandra Marques.</p>
<p>Segundo a Lusíadas Saúde, a criação deste órgão reforça o alinhamento entre a visão clínica e a estratégia de crescimento do grupo, promovendo uma maior participação dos profissionais de saúde na definição do futuro da organização.</p>
<p>&#8220;A constituição da Comissão Estratégica Médica traduz a nossa convicção de que os médicos devem ter um papel mais ativo não apenas na prestação de cuidados de saúde, mas também na construção do futuro do Grupo Lusíadas&#8221;, afirma Rui Assoreira Raposo, vice-presidente executivo do Conselho de Administração da Lusíadas Saúde.</p>
<p>O responsável considera que a &#8220;Terceira Via&#8221; está a consolidar &#8220;um modelo de governação mais participativo, colaborativo e alinhado com os desafios da saúde do futuro&#8221;.</p>
<p>Também Eduarda Reis, Chief Medical Officer da Lusíadas Saúde, destaca o potencial da iniciativa para reforçar a atratividade da organização junto dos profissionais de saúde. &#8220;A Terceira Via é um modelo diferenciador que contribuirá certamente para a atração e retenção de talento médico e para a evolução dos cuidados de saúde centrados na pessoa&#8221;, sublinha.</p>
<p>Com a constituição da Comissão Estratégica Médica, a Lusíadas Saúde pretende aprofundar uma cultura de participação ativa dos profissionais, reforçando a proximidade entre a gestão e as equipas clínicas e consolidando um modelo de co-governação único no setor privado da saúde em Portugal.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781827]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sismos na Venezuela fazem 164 mortos e quase um milhão de afetados: Cruz Vermelha pede ajuda aos portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Cruz Vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois terramotos, com magnitudes preliminares de 7.1 e 7.5, atingiram o centro-norte do país em rápida sucessão, com epicentros próximos de Morón, no Estado de Carabobo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cruz Vermelha Portuguesa lançou um apelo à solidariedade dos portugueses para apoiar milhares de pessoas afetadas pelos sismos que abalaram a Venezuela esta quinta-feira.</p>
<p>Os dois terramotos, com magnitudes preliminares de 7.1 e 7.5, atingiram o centro-norte do país em rápida sucessão, com epicentros próximos de Morón, no Estado de Carabobo. Os abalos foram sentidos em várias regiões, incluindo Caracas, La Guaira, Aragua, Carabobo e estados vizinhos. Face à dimensão dos danos, as autoridades venezuelanas declararam o estado de emergência.</p>
<p>Até ao momento, as autoridades confirmam 164 vítimas mortais, 971 pessoas feridas, cerca de 973 mil pessoas afetadas e 530 mil pessoas com necessidades humanitárias urgentes. Os números continuam a ser atualizados à medida que as equipas no terreno avaliam a dimensão total do impacto.</p>
<p>As informações iniciais apontam para danos significativos em edifícios residenciais e comerciais, colapsos estruturais em algumas áreas, danos em infraestruturas essenciais, falhas no fornecimento de energia e nas telecomunicações, bem como múltiplas admissões de feridos nos hospitais locais. São ainda esperadas réplicas significativas, aumentando o risco para as comunidades afetadas e para as equipas de emergência.</p>
<p>A Cruz Vermelha Venezuelana está no terreno, com equipas mobilizadas para apoiar operações de resgate, salvamento e evacuação, realizar avaliações rápidas de necessidades e prestar assistência às populações afetadas. A resposta está a ser priorizada nas zonas de La Guaira e Grande Caracas, onde a dimensão dos danos exige maior concentração de meios.</p>
<p>Em La Guaira, foi já preparado um espaço de acolhimento para receber pessoas afetadas. Foram também mobilizadas equipas de avaliação de necessidades para La Guaira e Grande Caracas, num esforço coordenado com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.</p>
<p>A própria sede nacional da Cruz Vermelha Venezuelana sofreu danos estruturais críticos, um sinal da gravidade da emergência e do impacto sobre as estruturas que estão a responder à crise.</p>
<p>Neste momento, a resposta humanitária está concentrada em salvar vidas, através de operações de resgate, salvamento e evacuação; prestar cuidados médicos urgentes às pessoas feridas; garantir abrigo seguro a quem não pode regressar a casa; distribuir bens de primeira necessidade, como água potável, alimentos e artigos de higiene; proteger os grupos mais vulneráveis, incluindo crianças, idosos, pessoas com deficiência e famílias em situação de maior fragilidade; e disponibilizar apoio psicossocial às famílias afetadas pelo medo, pela perda e pelo trauma provocado por esta emergência.</p>
<p>No website da Cruz Vermelha Portuguesa, podem ser realizados donativos para apoiar a resposta humanitária e contribuir para o recomeço de milhares de pessoas, através do endereço apoiar.cruzvermelha.pt/venezuelaprecisadesi.</p>
<p>“A dimensão desta emergência exige uma resposta rápida, coordenada e solidária. A Cruz Vermelha Portuguesa junta-se ao esforço internacional de apoio às populações afetadas, apelando à mobilização de todos. Cada contributo permitirá reforçar a assistência humanitária e fazer chegar ajuda concreta a quem enfrenta, neste momento, uma situação de extrema vulnerabilidade”, afirma António Saraiva, presidente nacional da Cruz Vermelha Portuguesa.</p>
<p>A Cruz Vermelha Portuguesa garante que continua a acompanhar a evolução da situação e reforça o apelo à solidariedade de todos os portugueses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781822]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Quatro Ministérios preparam envio de equipa de apoio às operações, anuncia Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:17:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro Ministérios estão hoje a preparar o envio da equipa portuguesa de apoio às operações na Venezuela de cerca de 50 pessoas, que incluirá especialistas em resgate, elementos do INEM e da Unidade de Emergência e Socorro da GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro Ministérios estão hoje a preparar o envio da equipa portuguesa de apoio às operações na Venezuela de cerca de 50 pessoas, que incluirá especialistas em resgate, elementos do INEM e da Unidade de Emergência e Socorro da GNR.</p>
<p>Na conferência de imprensa no final da reunião de Conselho de Ministros, o ministro da Presidência detalhou a constituição desta equipa, que tinha sido anunciada minutos antes pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, através da rede social X.</p>
<p>De acordo com Leitão Amaro, &#8220;o envio será o mais rápido possível&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Ministério dos Restos Estrangeiros, o Ministério da Administração Interna, a Defesa Nacional e a Saúde estão agora com as suas entidades reunidas para preparar a deslocação de uma equipa, exatamente a partir do aeroporto, que se estima ser cerca de 50 pessoas, muito focadas nas capacidades de apoio ao resgate, envolvendo pessoas do INEM, equipas de resgate, equipas da Unidade de Emergência e Socorro da GNR, com capacidade e experiência já em cenários semelhantes como, por exemplo, os terremotos na Turquia&#8221;, disse.</p>
<p>António Leitão Amaro transmitiu a &#8220;profunda consternação&#8221; do Governo português pelas vítimas mortais na sequência dos dois sismos desta madrugada na Venezuela, incluindo uma já identificada de nacionalidade portuguesa, anunciada antes pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781807]]></sapo:autor>
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		<title>A ilha que já tem mais animais de estimação do que crianças: crise da natalidade torna-se questão de segurança nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[natalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Taiwan]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2025, existiam cerca de 3,2 milhões de cães e gatos de estimação em Taiwan, contra apenas 2,68 milhões de crianças com 14 anos ou menos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Taiwan tem hoje mais cães e gatos de estimação do que crianças até aos 14 anos, um sinal claro da profundidade da crise demográfica que o presidente Lai Ching-te já classificou como uma questão de segurança nacional, avança a &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p>Em 2025, existiam cerca de 3,2 milhões de cães e gatos de estimação em Taiwan, contra apenas 2,68 milhões de crianças com 14 anos ou menos. Os dados resultam de uma análise da imobiliária Sinyi Realty, sediada em Nova Taipé, com base em estatísticas oficiais.</p>
<p>A diferença, superior a meio milhão, traduz uma mudança social que vai além da relação com os animais de companhia. Mostra uma sociedade onde cada vez mais jovens adiam ou afastam a possibilidade de ter filhos, ao mesmo tempo que os animais assumem um lugar crescente na vida doméstica.</p>
<p>O fenómeno não é exclusivo de Taiwan. Segundo as Nações Unidas, cerca de dois terços da população mundial vivem atualmente em países ou regiões onde a taxa de fertilidade está abaixo dos 2,1 filhos por mulher, o valor necessário para manter a população estável sem imigração.</p>
<p>Mas em Taiwan a queda tem sido particularmente acentuada. No ano passado, a ilha ultrapassou a Coreia do Sul como a sociedade com a taxa de fertilidade mais baixa do mundo. A taxa caiu de 0,885 filhos por mulher em 2024 para apenas 0,695 em 2025.</p>
<p>Taiwan registou cerca de 107 mil nascimentos no ano passado, aproximadamente um quarto dos nascimentos anuais observados na década de 1960. A redução coloca pressão crescente sobre o futuro económico, o mercado de trabalho, o sistema de pensões e os cuidados de saúde.</p>
<p>A tendência é visível em praticamente todo o território. Dos 22 condados e municípios especiais de Taiwan, apenas sete ainda têm ligeiramente mais crianças do que cães e gatos. O caso mais evidente é Nova Taipé, o município mais populoso da ilha.</p>
<p>Nova Taipé tem cerca de 597 mil cães e gatos, mais 162 mil do que a população com 14 anos ou menos. A diferença é explicada, em parte, pelo desenvolvimento rápido de novas zonas urbanas e pela deslocação de residentes que já não conseguem suportar os preços da habitação na vizinha Taipé, a capital taiwanesa.</p>
<p>O aumento dos custos da habitação, a redução do espaço disponível e o peso financeiro associado à criação de filhos estão a alterar decisões familiares. Muitos jovens taiwaneses atrasam a parentalidade ou optam por não ter filhos, procurando nos animais de companhia uma forma de proximidade e companhia.</p>
<p>A &#8216;Newsweek&#8217; sublinha que esta “geração dos filhos de quatro patas” já está a transformar padrões de consumo e preferências no mercado imobiliário. Casas, serviços, produtos e estilos de vida começam a adaptar-se a uma sociedade onde os animais ocupam cada vez mais espaço na organização familiar.</p>
<p>As autoridades taiwanesas têm tentado responder à crise. Em maio, Lai Ching-te descreveu a queda da natalidade como uma “questão de segurança nacional” e anunciou um pacote alargado de apoios às famílias, incluindo um subsídio mensal de cerca de 150 dólares por cada filho menor de 18 anos, aproximadamente 129 euros.</p>
<p>Ainda assim, demógrafos alertam que apoios financeiros isolados dificilmente serão suficientes para inverter a tendência. O problema está ligado a fatores estruturais mais profundos, como longas jornadas de trabalho, preços elevados da habitação e aumento do custo de vida.</p>
<p>A experiência de países como Coreia do Sul, China e Japão mostra a dificuldade de travar a queda da natalidade apenas com políticas de incentivo. Apesar de anos de medidas pró-natalidade, estas economias continuam a enfrentar taxas de fertilidade muito baixas.</p>
<p>Em Taiwan, o número de cães e gatos superior ao de crianças tornou-se, por isso, mais do que uma curiosidade estatística. É o retrato de uma transformação demográfica profunda: há cada vez menos bebés, mais idosos, menos adultos em idade ativa no horizonte e uma geração que vê a parentalidade como uma decisão cada vez mais difícil de sustentar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781811]]></sapo:autor>
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		<title>Washington vê viragem na guerra: “A Ucrânia está a ganhar neste momento”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Levin]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Jeremy Levin, subsecretário de Estado dos EUA, afirmou antes da Conferência para a Recuperação da Ucrânia, em Gdańsk, na Polónia, que a situação no campo de batalha mudou a favor de Kiev]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos consideram que a Ucrânia entrou numa fase em que está a ganhar a guerra contra a Rússia, segundo declarações de um alto responsável do Departamento de Estado americano citadas pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>Jeremy Levin, subsecretário de Estado dos EUA, afirmou antes da Conferência para a Recuperação da Ucrânia, em Gdańsk, na Polónia, que a situação no campo de batalha mudou a favor de Kiev.</p>
<p>“Neste momento, estamos numa posição em que a Ucrânia está a ganhar a guerra”, afirmou Levin, acrescentando que Washington já pode falar do sucesso ucraniano como uma realidade atual, e não apenas como um objetivo distante.</p>
<p>Segundo o responsável americano, a dinâmica do conflito inverteu-se: as forças ucranianas estão agora a avançar, enquanto as tropas russas aguardam, na prática, pela chegada do inverno.</p>
<p>Levin atribui esta mudança, em parte, aos ataques ucranianos contra infraestruturas petrolíferas críticas dentro da Rússia. Esses ataques estão a aumentar o custo da guerra para Moscovo e a obrigar o Kremlin a desviar recursos que poderiam ser usados na frente de combate.</p>
<p>O subsecretário de Estado defendeu que este é um momento importante para a Ucrânia “continuar a exercer pressão no campo de batalha”. Para Washington, manter e alargar o apoio internacional será essencial para consolidar os ganhos ucranianos.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, os ataques ucranianos com drones continuam a agravar a crise de combustíveis na Rússia. Ao mesmo tempo, os líderes da União Europeia reforçaram a pressão sobre Moscovo, ao prolongarem por 12 meses as sanções económicas contra a Rússia.</p>
<p>Levin apontou precisamente as sanções como uma peça central da estratégia. O responsável admitiu que Washington está a ponderar rever as isenções ainda existentes nas sanções ligadas ao petróleo russo, o que poderá significar um aperto adicional sobre as receitas energéticas de Moscovo.</p>
<p>Qualquer decisão deste tipo deverá ser coordenada com os parceiros europeus, de forma a preservar a unidade ocidental e gerir o impacto económico mais amplo. Para Levin, decisões rápidas serão importantes para apoiar novos avanços ucranianos e aumentar a pressão diplomática sobre a Rússia.</p>
<p>A pressão sobre o setor energético russo já tem efeitos visíveis, segundo o jornal ucraniano. Após recentes ataques, a maior refinaria de petróleo de Moscovo, propriedade da Gazprom Neft e responsável por grande parte do abastecimento de combustível da capital russa, deverá parar a produção durante pelo menos seis meses, podendo ficar inativa até ao início de 2027.</p>
<p>A crise levou também a Rússia a prolongar indefinidamente, a 15 de junho, uma isenção governamental que permite às refinarias vender gasolina e gasóleo abaixo dos padrões ambientais Euro 5. Na prática, essa decisão permite níveis de enxofre até 15 vezes superiores ao limite legal, num contexto em que as falhas de abastecimento já se espalharam a pelo menos 25 regiões.</p>
<p>Na Crimeia ocupada e em Sevastopol, as autoridades instaladas pela Rússia suspenderam todas as vendas civis de combustível, reservando gasolina e gasóleo apenas para veículos de emergência e do Estado. A medida surgiu depois de ataques ucranianos com drones e incêndios em terminais de combustível em Kerch e no Porto Kavkaz, junto ao estreito de Kerch.</p>
<p>Apesar destes sinais de pressão, o Kremlin mantém um discurso de estabilidade. O porta-voz Dmitry Peskov afirmou esta terça-feira que a estabilidade macroeconómica da Rússia está “absolutamente assegurada”, apesar de um défice orçamental federal de 2,1 biliões de rublos, equivalente a 20 mil milhões de dólares, cerca de 17,2 mil milhões de euros, e do aumento das despesas relacionadas com a guerra.</p>
<p>A leitura americana, porém, aponta noutra direção. Para o Departamento de Estado, a combinação entre avanços ucranianos no terreno, ataques à infraestrutura energética russa e sanções prolongadas está a criar uma nova fase do conflito: uma fase em que Kiev já não é vista apenas como resistente, mas como capaz de pressionar Moscovo de forma crescente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781784]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Cidadão português morto na sequência dos sismos, revela MNE português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:05:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério dos Negócios Estrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[MNE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 25 jun 2027 -- Pelo menos um cidadão português morreu na sequência dos dois sismos que atingiram na quarta-feira a Venezuela, anunciou hoje o Ministério dos Negócios português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 25 jun 2027 &#8212; Pelo menos um cidadão português morreu na sequência dos dois sismos que atingiram na quarta-feira a Venezuela, anunciou hoje o Ministério dos Negócios português.</P><br />
<P>A vítima, do sexo masculino, foi retirada dos escombros com vida, mas acabou por morrer a caminho do hospital.</P><br />
<P>Através do MNE português, Portugal apresentou as &#8220;sentidas condolências à família&#8221; e expressou &#8220;solidariedade às autoridades e ao povo venezuelano&#8221;.</P><br />
<P>A diplomacia portuguesa já tinha anuncido que pelo menos cinco portugueses, quatro dos quais de uma família, estavam desaparecidos na sequência destes sismos.</P><br />
<P>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos e mais de 900 feridos, segundo balanço oficial provisório.</P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781777]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: TAP permite alterar voos de e para Caracas e diz que tripulação retida está em segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[TAP]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A TAP informou que os clientes com bilhetes para voos de e para Caracas até 30 de julho podem alterar viagens, indicando também que a tripulação da companhia retida na capital venezuelana está "bem e em segurança" após os sismos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A TAP informou que os clientes com bilhetes para voos de e para Caracas até 30 de julho podem alterar viagens, indicando também que a tripulação da companhia retida na capital venezuelana está &#8220;bem e em segurança&#8221; após os sismos. </P><br />
<P>Segundo a informação publicada no seu &#8216;site&#8217;, &#8220;todos os clientes com bilhetes emitidos até 24 de junho, para voos de e para a capital venezuelana a realizar até 30 de julho, podem alterar as datas da sua viagem para voos a realizar dentro da validade dos bilhetes de que são portadores&#8221;.</P><br />
<P>Numa mensagem interna a que a Lusa teve acesso, assinada pelo presidente executivo, Luís Rodrigues, e pelo administrador com o pelouro operacional, Mário Chaves, a TAP expressa &#8220;solidariedade com a Venezuela, com os venezuelanos, com toda a comunidade portuguesa residente naquele país, e com todos os afetados pelos trágicos acontecimentos&#8221;, manifestando &#8220;pesar por todas as vítimas&#8221;.</P><br />
<P>Na mesma mensagem interna, a administração da TAP refere que alguns elementos da equipa da companhia na Venezuela sofreram danos materiais, encontrando-se, no entanto, fisicamente bem.</P><br />
<P>Fonte oficial da companhia confirmou ainda à Lusa que uma tripulação da TAP, constituída por 11 pessoas, está retida em Caracas, capital venezuelana, devido aos fortes sismos que atingiram o país na noite de quarta-feira.</P><br />
<P>A tripulação encontrava-se no hotel no momento em que ocorreram os sismos. Devido a danos provocados nessa unidade hoteleira, os tripulantes foram transferidos para outro hotel, tendo uma pessoa sofrido ferimentos ligeiros.</P><br />
<P>Na mensagem interna, a administração da TAP indica que a tripulação &#8220;está bem e em segurança&#8221;, alojada num hotel, e que a companhia está em contacto permanente com as suas equipas na Venezuela e com as autoridades locais para apoio, acompanhamento e avaliação da situação.</P><br />
<P>&#8220;Nenhuma aeronave da TAP se encontrava na Venezuela&#8221;, lê-se ainda na mensagem interna.</P><br />
<P>A companhia aérea indicou que atualizará todas as informações sempre que se revelar necessário.</P><br />
<P>A retoma da normalidade dos voos, não só da TAP como de outras companhias aéreas, dependerá de decisão das autoridades responsáveis locais. </P><br />
<P>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos e mais de 900 feridos, segundo o balanço oficial provisório.</P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</P><br />
<P>A Venezuela acolhe uma das maiores comunidades de emigrantes portugueses e lusodescendentes no mundo.</P><br />
<P>Pelo menos cinco portugueses, quatro dos quais da mesma família, estão desaparecidos em La Guaira, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros português.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781780]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ligação aérea entre Lisboa e Pequim é reativada para reforçar ponte entre Portugal e China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea chinesa Beijing Capital Airlines inaugurou uma nova ligação direta entre o Aeroporto Internacional de Pequim Daxing e Lisboa, reforçando as ligações aéreas entre Portugal e a China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A companhia aérea chinesa Beijing Capital Airlines inaugurou uma nova ligação direta entre o Aeroporto Internacional de Pequim Daxing e Lisboa, reforçando as ligações aéreas entre Portugal e a China.</p>
<p>Esta é a primeira rota direta entre o aeroporto de Daxing e a capital portuguesa, terá uma duração aproximada de 13 horas e será operada uma vez por semana, às segundas-feiras, com aeronaves Airbus A330.</p>
<p>A rota estará disponível durante cerca de três meses e junta-se ao voo regular que a companhia já assegura entre Lisboa e Hangzhou, capital da província chinesa de Zhejiang, com duas frequências semanais.</p>
<p>Na cerimónia de receção do voo, organizada pela Beijing Capital Airlines em parceria com a ANA Aeroportos de Portugal e a Embaixada da China em Lisboa, o embaixador chinês em Portugal, Yang Yirui, destacou que a nova ligação representa “um importante marco na cooperação aeronáutica entre a China e Portugal”, contribuindo para aprofundar as relações bilaterais nas áreas do comércio, investimento, turismo, educação e intercâmbio cultural. Já a diretora comercial da ANA, Karen Strougo, sublinhou o reforço do papel de Lisboa como plataforma de ligação entre a Europa, África e Américas.</p>
<p>Fundada em 2010 com o apoio do Governo Municipal de Pequim e do Grupo HNA, a Beijing Capital Airlines foi também responsável pela inauguração da primeira ligação aérea direta entre a China e Portugal, em 2017, tendo transportado mais de 80 mil passageiros no seu primeiro ano de operação no mercado português.</p>
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