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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>“Há muitas áreas de Portugal onde podemos ter incêndios graves”: especialista de Pedrógão Grande deixa alerta nove anos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 06:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedrógão Grande]]></category>
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					<description><![CDATA[Domingos Xavier Viegas, investigador da Universidade de Coimbra, falou à 'Executive Digest' sobre o nono aniversário do trágico incêndio que vitimou 66 pessoas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nove anos depois de Pedrógão Grande, Portugal está mais preparado para enfrentar incêndios extremos. Mas não está imune a uma nova tragédia. O aviso é de Domingos Xavier Viegas, investigador da Universidade de Coimbra e um dos especialistas que estudou os fogos de 2017, que falou à &#8216;Executive Digest&#8217; para assinalar a efeméride e deixar sérios avisos para este verão.</p>
<p>O incêndio de 17 de junho de 2017 deflagrou às 14h43, em Escalos Fundeiros, Pedrógão Grande, e alastrou com violência a Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e outros concelhos. Provocou 66 mortos, 253 feridos, sete dos quais graves, destruiu cerca de meio milhar de casas e atingiu perto de 50 empresas.</p>
<p>Mais de dois terços das vítimas mortais, 47 pessoas, seguiam em viaturas e ficaram cercadas pelas chamas na EN 236-1 ou em acessos a esta estrada. O fogo só foi extinto a 24 de junho, depois de atingir cerca de 53 mil hectares, incluindo 20 mil hectares de floresta.</p>
<p>“De modo geral, está mais bem preparado”, afirma Domingos Xavier Viegas, quando questionado sobre o Portugal de hoje face ao país que sofreu os incêndios de 2017. Mas a resposta vem acompanhada de uma ressalva decisiva: “Não quero dizer que, se acontecer um evento semelhante ao de Pedrógão, tudo corra bem”.</p>
<p><strong>“Não estamos nunca completamente preparados”</strong></p>
<p>Para o investigador, há incêndios cuja potência ultrapassa a capacidade de supressão. Nesses casos, o problema deixa de ser apenas ter mais meios no terreno. A prioridade passa a ser proteger pessoas, antecipar comportamentos do fogo, organizar forças e evitar que a população tome decisões que a coloquem em perigo.</p>
<p>“São incêndios com uma potência superior à capacidade de supressão”, explica. “Não estamos nunca completamente preparados para os enfrentar.”</p>
<p>A Comissão Técnica Independente descreveu o incêndio de Pedrógão como provavelmente aquele que, em Portugal, mais energia libertou e mais rapidamente. Chegou a atingir um máximo de 4.459 hectares ardidos numa só hora, com fenómenos extremos de vorticidade e projeção de material incandescente a curta e longa distância.</p>
<p>É por isso que Domingos Xavier Viegas insiste na preparação da população. O especialista considera que hoje existe maior sensibilização para evitar comportamentos que possam colocar vidas em risco. Também acredita que as autoridades têm mais capacidade para preparar e organizar meios, combater onde for possível e reduzir a probabilidade de acidentes pessoais.</p>
<p><strong>O risco não vive só em Pedrógão</strong></p>
<p>A memória de 2017 ficou associada a Pedrógão Grande, mas o risco de incêndios extremos não pertence apenas àquele território. Para Domingos Xavier Viegas, um fogo daquela gravidade pode ocorrer em muitas partes do país, desde que se juntem vegetação, terreno, vento e condições meteorológicas favoráveis.</p>
<p>“Infelizmente, há muitas áreas de Portugal onde podemos ter incêndios graves e com consequências graves”, alerta.</p>
<p>O investigador evita traçar um mapa fechado do perigo, mas lembra que grande parte do território nacional está coberta por floresta, matos e vegetação capaz de suportar a propagação de incêndios intensos. Em determinadas condições, como aconteceu em Pedrógão, o vento e outros fatores podem acelerar e intensificar a progressão das chamas.</p>
<p>“Podem não ser situações muito comuns, mas a probabilidade de termos este tipo de incêndios graves tem vindo a aumentar”, afirma.</p>
<p>O aviso é incómodo porque desloca a discussão da memória para o presente. Pedrógão não deve ser visto apenas como aquilo que aconteceu num lugar específico, num dia específico. Deve ser lido como uma possibilidade que pode voltar a manifestar-se noutros pontos do país.</p>
<p><strong>Quando o fogo entra nas zonas urbanas</strong></p>
<p>O risco também não se limita à floresta. Em Portugal, a construção em alvenaria reduz a probabilidade de cenários urbanos semelhantes aos que se veem noutros países, mas Domingos Xavier Viegas não exclui que incêndios graves possam afetar áreas urbanas ou periurbanas.</p>
<p><strong>“Uma situação de incêndio grave pode ocorrer em ambiente urbano”, afirma.</strong></p>
<p>O especialista recorda o que aconteceu em setembro de 2024 na região de Aveiro, em particular na zona de Albergaria, onde os incêndios atingiram áreas urbanas e causaram destruição. Não se trata, por isso, apenas de proteger povoamentos isolados no meio da floresta. Trata-se também de pensar a separação entre vegetação e habitações, entre zonas florestais e aldeias, entre combustível acumulado e espaços onde vivem pessoas.</p>
<p>Esse ponto ganha especial relevância num país onde muitas localidades estão rodeadas por vegetação, com populações envelhecidas, territórios abandonados e capacidade limitada para fazer limpeza regular. O fogo extremo não respeita a fronteira administrativa entre o rural e o urbano. Quando ganha velocidade, procura combustível, vento e continuidade.</p>
<p><strong>O que Pedrógão mostrou</strong></p>
<p>Pedrógão não foi apenas um incêndio. Foi um ponto de rutura. Durante uma semana, o fogo atingiu municípios dos distritos de Leiria, Coimbra e Castelo Branco, entre eles Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Sertã, Alvaiázere, Ansião, Arganil e Oleiros.</p>
<p>Arderam 261 habitações permanentes, cerca de 200 segundas habitações e mais de uma centena de casas devolutas. Foram destruídas empresas e afetados empregos de 372 pessoas.</p>
<p>Os prejuízos diretos foram estimados em 193,5 milhões de euros. As medidas de prevenção e relançamento económico previstas ultrapassavam os 303 milhões. Só na floresta, os danos foram calculados em mais de 83 milhões de euros. Nas habitações, ultrapassaram 27,6 milhões. Na indústria e turismo, aproximaram-se de 31,2 milhões.</p>
<p>Mas houve também a dimensão que os números não conseguem fechar: a estrada onde tantos tentaram fugir, os lugares que desapareceram em minutos, as comunidades que passaram a viver com a memória do fumo, das sirenes e das comunicações falhadas.</p>
<p>Entre as 19h00 de 17 de junho e as 09h00 do dia seguinte, o SIRESP processou 115.255 chamadas em 16 estações-base, uma média de 8.233 por hora. Cerca de 8%, mais de 10 mil chamadas, não foram feitas à primeira tentativa devido à saturação da rede.</p>
<p><strong>O verão que volta a pôr o país à prova</strong></p>
<p>A pergunta final é inevitável: poderá Portugal estar, daqui a seis meses ou um ano, a estudar outro grande incêndio?</p>
<p>Domingos Xavier Viegas responde com prudência: “Oxalá que não, mas essa possibilidade não se pode descartar.”</p>
<p>O investigador volta ao ponto essencial. Portugal está mais consciente, mas continua vulnerável. A probabilidade de incêndios graves mantém-se. E, se não houver cuidado por parte dos cidadãos, sobretudo em atividades que possam causar ignições, o risco permanece.</p>
<p>A prevenção não começa no dia em que o fogo aparece no horizonte. Começa antes, na forma como se gere a vegetação, como se limpam terrenos, como se organizam evacuações, como se mantêm comunicações, como se informa a população e como cada pessoa sabe o que fazer quando o incêndio se aproxima.</p>
<p>Pedrógão mostrou o preço da impreparação perante um fenómeno extremo. Nove anos depois, o país sabe mais. A questão é se sabe o suficiente — e se faz o suficiente — antes de o próximo incêndio deixar de ser uma hipótese e passar a ser uma emergência.</p>
<p><strong>As vítimas pedem prevenção e vigilância</strong></p>
<p>Esta quarta-feira, a Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande volta a assinalar o aniversário da tragédia. A sede da associação, na antiga escola primária da Figueira, freguesia da Graça, abre às 16h00. Às 17h45, decorre uma homenagem no Memorial às Vítimas dos Incêndios, seguindo-se uma missa na Igreja Paroquial de Vila Facaia.</p>
<p>A associação pede mais prevenção, mais vigilância e maior preparação das populações. O alerta chega num território onde a memória não é abstrata: está nas casas reconstruídas, nas que demoraram a regressar, nas empresas perdidas, nas famílias que ficaram sem alguém e na estrada onde a maioria das vítimas mortais foi encontrada.</p>
<p>O Memorial às Vítimas dos Incêndios de 2017 foi inaugurado em 15 de junho de 2023 junto à EN 236-1, em Pobrais, Pedrógão Grande. Inscreve os nomes das 115 vítimas mortais dos incêndios desse ano: as 66 de junho e as 49 dos fogos de outubro na região Centro, que provocaram ainda cerca de 70 feridos, a destruição total ou parcial de cerca de 1.500 casas e mais de 500 empresas.</p>
<p>Nove anos depois, Pedrógão continua a ser uma ferida e um aviso. Portugal está mais preparado, mas não está protegido de tudo. E a principal lição talvez seja essa: o fogo extremo pode voltar. A diferença estará no que o país fizer antes de ele chegar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773814]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Regressada Áustria vence estreante Jordânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 06:10:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Áustria, de regresso à fase final 28 anos depois, venceu hoje a estreante Jordânia por 3-1, em encontro da primeira jornada do Grupo J do Mundial de futebol de 2026, disputado em Santa Clara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Áustria, de regresso à fase final 28 anos depois, venceu hoje a estreante Jordânia por 3-1, em encontro da primeira jornada do Grupo J do Mundial de futebol de 2026, disputado em Santa Clara.</P><br />
<P>Romano Schmid, aos 20 minutos, Yazan Al Arab, aos 76, na própria baliza, e Marko Arnautovic, aos 90+12, de grande penalidade, selaram o triunfo dos europeus, enquanto Ali Olwan apontou o tento dos asiáticos, aos 50.</P><br />
<P>O conjunto austríaco igualou os três pontos da Argentina, que no outro jogo do agrupamento venceu a Argélia por 3-0, com um &#8216;hat-trick&#8217; de Lionel Messi, enquanto os jordanos ficam a zero, como o conjunto africano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777225]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial&#8217;2026: EDP oferece consumo de eletricidade durante os jogos de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 06:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o mote “Quando Portugal joga, a energia é por nossa conta”, a Power Up Portugal vai oferecer aos clientes aderentes o consumo de eletricidade registado durante os jogos da Seleção entre 17 de junho e 19 de julho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP Comercial lançou a iniciativa Powertugal, uma campanha inspirada nos jogos de Portugal e pensada para associar a energia consumida em casa a um dos momentos que mais mobilizam as famílias portuguesas.</p>
<p>Com o mote “Quando Portugal joga, a energia é por nossa conta”, a Power Up Portugal vai oferecer aos clientes aderentes o consumo de eletricidade registado durante os jogos da Seleção entre 17 de junho e 19 de julho.</p>
<p>A iniciativa está disponível para clientes residenciais de eletricidade com tarifário de preço fixo, que podem aderir até 29 de junho através da app EDP. A inscrição é única e garante acesso automático ao desconto durante todos os jogos de Portugal até ao final da competição, estando a campanha limitada aos primeiros 100 mil clientes.</p>
<p><strong>Como funciona a oferta</strong></p>
<p>A mecânica é simples: sempre que Portugal estiver em campo, a EDP oferece o consumo de eletricidade registado durante o período do jogo. A oferta inclui o tempo regulamentar, o intervalo e eventuais prolongamentos.</p>
<p>O valor correspondente será posteriormente refletido em crédito na fatura dos clientes aderentes.</p>
<p>“A EDP Comercial tem vindo a evoluir para uma relação cada vez mais próxima, simples e relevante com os clientes. Esta iniciativa traduz essa ambição: combinar inovação comercial, conveniência digital e benefícios tangíveis, reforçando a capacidade da EDP de criar propostas de valor diferenciadoras para as famílias portuguesas”, afirma Hugo Gouveia, administrador da EDP Comercial.</p>
<p><strong>Campanha também chega aos jovens</strong></p>
<p>Além da oferta associada aos jogos de Portugal, a campanha inclui uma proposta dirigida a jovens até aos 35 anos, inclusive, disponível para adesões até 31 de agosto.</p>
<p>Esta oferta prevê 35% de desconto no consumo de eletricidade nos primeiros três meses, seguido de 15% durante nove meses. A adesão é totalmente digital e pode ser feita através da app EDP ou do site da empresa.</p>
<p>Segundo a EDP Comercial, esta iniciativa pretende chegar a um público mais jovem, com um desconto significativo no consumo de eletricidade até ao final do ano.</p>
<p><strong>Futebol, energia e experiência digital</strong></p>
<p>A campanha integra ainda várias ativações associadas ao futebol. A EDP vai associar-se à LiveMode TV, novo canal digital que irá transmitir 34 jogos da competição, permitindo acompanhar gratuitamente os jogos de Portugal e outros momentos relevantes.</p>
<p>Com a Powertugal, a EDP Comercial reforça a aposta em soluções com impacto direto no dia a dia dos clientes, juntando benefícios financeiros, conveniência digital e experiências ligadas a momentos de grande mobilização nacional.</p>
<p>Atualmente, a EDP é a escolha de mais de três milhões de famílias em Portugal, com uma oferta assente na qualidade de serviço, confiança e soluções adaptadas às necessidades de cada cliente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777110]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Debate quinzenal de hoje com Montenegro começa mais cedo para evitar coincidir com jogo de Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/debate-quinzenal-de-hoje-com-montenegro-comeca-mais-cedo-para-evitar-coincidir-com-jogo-de-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 05:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia da República realiza esta quarta-feira um debate quinzenal com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, num horário excecionalmente antecipado para permitir que os trabalhos parlamentares terminem antes da estreia da seleção portuguesa no Campeonato do Mundo de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia da República realiza esta quarta-feira um debate quinzenal com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, num horário excecionalmente antecipado para permitir que os trabalhos parlamentares terminem antes da estreia da seleção portuguesa no Campeonato do Mundo de futebol. A sessão, inicialmente prevista para as 15h00, foi reagendada para as 14h00, após entendimento entre todos os líderes parlamentares.</p>
<p>A alteração surge num dia particularmente preenchido na agenda política nacional. Além do tradicional debate quinzenal com o chefe do Governo, está igualmente previsto o debate preparatório do próximo Conselho Europeu. A conjugação das duas iniciativas parlamentares poderia prolongar os trabalhos para além do início da partida entre Portugal e a República Democrática do Congo, marcada para esta tarde, levando os grupos parlamentares a procurar uma solução consensual para evitar essa sobreposição.</p>
<p>O debate quinzenal tem habitualmente uma duração superior a duas horas, enquanto o debate sobre o Conselho Europeu acrescenta cerca de uma hora adicional aos trabalhos. Com o adiantamento da sessão, o objetivo passa por assegurar que deputados, membros do Governo e restantes participantes possam concluir a agenda parlamentar antes do apito inicial do encontro da seleção nacional.</p>
<p>A antecipação de horários parlamentares não constitui, contudo, uma novidade absoluta. Na própria quinta-feira, o plenário também deverá arrancar às 14h00 devido à discussão da reforma laboral, que se prevê prolongada. Da mesma forma, é frequente as sessões de sexta-feira começarem mais cedo quando estão agendadas votações extensas ou debates de maior duração.</p>
<p>A sessão desta quarta-feira terá ainda uma particularidade institucional relevante: o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar Branco, não estará presente no hemiciclo. O responsável encontra-se em Houston, nos Estados Unidos, para assistir ao primeiro jogo de Portugal no Mundial. Trata-se da primeira vez que uma das mais altas figuras do Estado acompanha presencialmente a estreia da seleção numa fase final desta competição, antecedendo mesmo a presença do primeiro-ministro e do Presidente da República.</p>
<p>A coincidência entre compromissos parlamentares e jogos da seleção nacional já gerou situações peculiares no passado. Um dos episódios mais recordados ocorreu durante o Campeonato do Mundo de 2010, quando uma reunião da Comissão de Educação e Ciência decorreu exatamente à mesma hora da estreia de Portugal frente à Costa do Marfim, na África do Sul.</p>
<p>Na altura, a reunião contou com a presença do então secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias, e de vários deputados que manifestaram desagrado pela impossibilidade de acompanhar o encontro. Segundo foi relatado na época, o presidente da comissão, Luís Fagundes Duarte, tentou obter consenso para alterar o horário dos trabalhos, mas a proposta não reuniu apoio unânime.</p>
<p>Como alternativa improvisada, vários parlamentares foram acompanhando a partida através de uma televisão instalada junto às salas de comissão, deslocando-se alternadamente para assistir a alguns minutos do jogo. O encontro terminou sem golos, num empate a zero entre Portugal e a Costa do Marfim liderada por Didier Drogba, permitindo que os deputados não perdessem qualquer festejo, mas também sem evitar as críticas à coincidência entre a agenda política e um dos momentos mais aguardados pelos adeptos portugueses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768823]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames do 9.º ano arrancam hoje com Português e prolongam-se até julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 05:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os alunos do 9.º ano iniciam esta quarta-feira a primeira fase das provas finais do ensino básico, com a realização do exame de Português, dando início a um dos momentos mais importantes do calendário escolar de 2025-2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos do 9.º ano iniciam esta quarta-feira a primeira fase das provas finais do ensino básico, com a realização do exame de Português, dando início a um dos momentos mais importantes do calendário escolar de 2025-2026. As provas finais, que têm carácter obrigatório para a conclusão do 3.º ciclo do ensino básico, decorrem ao longo das próximas semanas e representam 30% da classificação final dos alunos nas disciplinas de Português e Matemática.</p>
<p>A prova de Português realiza-se hoje em dois turnos distintos, estando o primeiro marcado para as 09h30 e o segundo para as 12h00. Os exames decorrem ao abrigo do calendário oficial publicado em Diário da República, que definiu as datas das provas de monitorização da aprendizagem, das provas finais do ensino básico, dos exames nacionais do ensino secundário e das provas de equivalência à frequência para o ano letivo de 2025-2026.</p>
<p>Depois da realização do exame de Português, os estudantes terão alguns dias de preparação antes da segunda e última prova da primeira fase. O exame de Matemática está agendado para 22 de junho, também em dois turnos, às 09h30 e às 12h00. As duas disciplinas continuam a ser as únicas sujeitas a provas finais nacionais no 3.º ciclo do ensino básico.</p>
<p>Estas avaliações desempenham um papel determinante no percurso escolar dos alunos, uma vez que a classificação obtida em cada exame corresponde a 30% da nota final da respetiva disciplina. Além disso, a realização das provas é obrigatória para efeitos de certificação da conclusão do 9.º ano e, consequentemente, do ensino básico.</p>
<p>Após a conclusão da primeira fase, os resultados serão conhecidos a 14 de julho, data marcada para a afixação das pautas. Os alunos que pretendam solicitar a reapreciação das provas poderão fazê-lo nos termos previstos pela legislação em vigor, estando a divulgação dos resultados desses processos marcada para 6 de agosto.</p>
<p>Para os estudantes que necessitem de realizar a segunda fase, o calendário prevê a prova de Português para 16 de julho, às 09h30, e a prova de Matemática para 20 de julho, igualmente às 09h30. Estas datas assinalam o encerramento do ciclo de provas finais do ensino básico no ano letivo de 2025-2026.</p>
<p>O início dos exames desta quarta-feira marca assim o arranque de um período particularmente exigente para milhares de alunos portugueses, que procuram concluir com sucesso o 3.º ciclo e preparar a transição para o ensino secundário. Com Português a abrir oficialmente a época de provas finais, as atenções estarão centradas nas escolas de todo o país ao longo das próximas semanas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776628]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndio ativo em fábrica de calçado em Felgueiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 05:25:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio deflagrou hoje numa fábrica de calçado na freguesia de Margaride, em Felgueiras, no distrito do Porto, e às 06:15 ainda estava ativo, disse fonte da proteção civil, adiantando que não há vítimas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio deflagrou hoje numa fábrica de calçado na freguesia de Margaride, em Felgueiras, no distrito do Porto, e às 06:15 ainda estava ativo, disse fonte da proteção civil, adiantando que não há vítimas.</P><br />
<P>&#8220;O alerta para o incêndio foi dado às 04:33 de hoje e ainda não está dominado [06:15]&#8221;, disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-Regional do Tâmega e Sousa.</P><br />
<P>A mesma fonte indicou que o incêndio está confinado à fábrica de calçado.</P><br />
<P>ÀS 06:15 estavam no local 25 operacionais, com o apoio de 11 veículos, dos bombeiros de Felgueiras e outras corporações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777224]]></sapo:autor>
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		<title>Legislativas justificam subida de 69% das investigações anticorrupção em Macau em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 05:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comissariado contra a Corrupção (CCAC) de Macau anunciou hoje que instruiu 191 processos de alegada corrupção em 2025, mais 69% do que no ano anterior, em parte devido às eleições legislativas de setembro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comissariado contra a Corrupção (CCAC) de Macau anunciou hoje que instruiu 191 processos de alegada corrupção em 2025, mais 69% do que no ano anterior, em parte devido às eleições legislativas de setembro.</P><br />
<P>A agência, que também funciona como provedor de justiça, instruiu 427 processos em 2025, mais 46% do que no ano anterior, a maioria dos quais relacionada com casos de corrupção: 191, mais 69% do que em 2024.</P><br />
<P>De acordo com o relatório anual do CCAC, hoje divulgado, parte do aumento deveu-se às eleições para o Parlamento de Macau, a Assembleia Legislativa, que decorreram em setembro.</P><br />
<P>Durante todo o período das eleições, a agência recebeu 153 queixas (menos 15% do que nas legislativas de 2021), instruiu 30 processos (mais dois) e enviou para o Ministério Público cinco casos (mais um).</P><br />
<P>Destes casos, dois envolveram subornos para obter assinaturas de apoio a listas candidatas ao Parlamento da Região Administrtiva Especial de Macau (RAEM), referiu o CCAC.</P><br />
<P>O relatório alega que o gerente de uma companhia de engenharia civil ofereceu mil patacas (107 euros) para conseguir apoios, sendo que alguns suspeitos terão falsificado as assinaturas de outras pessoas.</P><br />
<P>No outro caso, a agência diz que um indivíduo é suspeito de &#8220;oferecer vantagens pecuniárias e empregos&#8221; para aliciar um eleitor a apoiar uma lista, e este terá também falsificado as assinaturas de familiares.</P><br />
<P>Em junho de 2025, o CCAC anunciou a identificação de cinco pessoas num caso em que indivíduos &#8220;terão aliciado outros para assinar formulários&#8221; de apoio &#8220;com vantagens pecuniárias ou outras&#8221;.</P><br />
<P>O caso foi divulgado um dia após a Associação dos Armadores de Ferro e Aço ter anunciado nas redes sociais a detenção do presidente, Wong Wai Man, que tinha apresentado uma candidatura às eleições.</P><br />
<P>O relatório divulgado hoje menciona ainda um eleitor que terá publicado mensagens e comentários nas redes sociais a pedir subornos &#8220;como contrapartida de votação de acordo com o sentido de voto indicado&#8221;.</P><br />
<P>A CCAC revelou também o caso de um indivíduo que terá praticado o crime de propaganda no dia das eleições, por enviar mensagens para grupos em plataformas sociais a apelar ao voto numa determinada lista.</P><br />
<P>O comissariado realizou mais de 16 mil ações de fiscalização durante as eleições de 2025, incluindo de atividades de associações que envolviam &#8220;a oferta de refeições e benefícios&#8221; ou &#8220;a distribuição de dinheiro, prendas ou cupões&#8221;.</P><br />
<P>A legislação de Macau não permite a formação de partidos políticos, pelo que as associações tradicionais tornaram-se forças políticas, apoiando diretamente candidatos ao Parlamento.</P><br />
<P>O CCAC detetou em alguns casos &#8220;a intenção de aproveitamento das atividades de atribuições de benefícios para praticar atos irregulares ou ilegais&#8221; e deu &#8220;atempadamente advertências&#8221;.</P><br />
<P>As eleições ficaram marcadas pela exclusão de duas listas, cujos candidatos foram considerados pela Comissão da Defesa da Segurança do Estado &#8220;não defensores da Lei Básica [a &#8216;mini-constituição&#8217; de Macau] ou não fiéis&#8221; à região.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777223]]></sapo:autor>
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		<title>IGCP realiza hoje leilão de Bilhetes do Tesouro de até 1.250 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 05:20:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) realiza hoje um leilão de Bilhetes do Tesouro (BT) com maturidade em maio de 2027 e um montante indicativo entre 1.000 e 1.250 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) realiza hoje um leilão de Bilhetes do Tesouro (BT) com maturidade em maio de 2027 e um montante indicativo entre 1.000 e 1.250 milhões de euros.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado divulgado no passado dia 12 pelo IGCP, o leilão da linha de BT com maturidade em 21 de maio de 2027 está agendado para as 10:30 horas, com um montante indicativo entre 1.000 e 1.250 milhões de euros.</P><br />
<P>O último leilão de BT foi realizado em 20 de maio passado, tendo o IGCP emitido 1.537 milhões de euros com prazo até maio de 2027, acima do montante indicativo de 1.250 a 1.500 milhões de euros.</P><br />
<P>A taxa de juro média foi de 2,613%, tendo a procura sido 2,09 vezes superior à oferta e o preço médio de 97,426%.</P><br />
<P>Os BT são títulos de dívida pública de curto prazo, até um ano, que permitem ao Estado obter financiamento num modelo de gestão de tesouraria mais ágil.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777222]]></sapo:autor>
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		<title>Trovoadas vêm fazer companhia a calor escaldante (e também nevoeiro a espreitar hoje)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 05:15:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental enfrenta esta quarta-feira mais um dia marcado pela subida das temperaturas, com os termómetros a aproximarem-se dos 40 graus em algumas zonas do interior do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental enfrenta esta quarta-feira mais um dia marcado pela subida das temperaturas, com os termómetros a aproximarem-se dos 40 graus em algumas zonas do interior do país. Ao mesmo tempo, a instabilidade atmosférica deverá favorecer a formação de aguaceiros e trovoadas durante a tarde, especialmente nas regiões do Interior Norte e Centro, podendo algumas células tornar-se localmente intensas.</p>
<p>Segundo as previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-quarta-17-junho-30906/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo.pt</a>, a combinação entre o forte aquecimento diurno e a presença de alguma humidade na atmosfera deverá criar condições favoráveis ao desenvolvimento de trovoadas em várias áreas do interior, num cenário semelhante ao dos últimos dias, mas potencialmente mais abrangente.</p>
<p>Os especialistas alertam que este tipo de fenómenos convectivos continua a ser extremamente difícil de prever com exatidão. Apesar de ser possível identificar as regiões com maior probabilidade de ocorrência de trovoadas, continua a ser praticamente impossível determinar com antecedência os locais exatos onde estas poderão surgir. Trata-se de situações muito localizadas, frequentemente associadas a fortes contrastes térmicos e à evolução rápida das nuvens durante a tarde.</p>
<p>As projeções meteorológicas indicam que as regiões mais suscetíveis ao aparecimento de trovoadas serão o Interior Norte e Centro, particularmente em zonas montanhosas e junto à fronteira com Espanha. Existe também a possibilidade de ocorrência de fenómenos localmente intensos, acompanhados por granizo, sobretudo nos distritos do Norte e Centro, embora o Alto Alentejo também apresente condições favoráveis ao desenvolvimento de células convectivas.</p>
<p>Enquanto o interior poderá registar trovoadas, o litoral deverá permanecer praticamente afastado deste risco. A influência do ar marítimo continuará a limitar o desenvolvimento de nuvens de grande dimensão junto à costa, reduzindo significativamente a probabilidade de ocorrência de fenómenos convectivos nessas regiões.</p>
<p><strong>Nevoeiros persistentes em várias zonas do litoral</strong><br />
A presença de humidade marítima continuará a favorecer a formação de neblinas e nevoeiros durante a madrugada e manhã, sobretudo ao longo da faixa costeira ocidental. Em algumas áreas do litoral Oeste, estes nevoeiros poderão persistir durante várias horas, prolongando-se mesmo para além do final da manhã.</p>
<p>A nortada deverá manter-se relativamente fraca durante grande parte do dia, o que contribuirá para a permanência de nebulosidade baixa em alguns pontos costeiros.</p>
<p><strong>Interior enfrenta novo episódio de calor intenso</strong><br />
As temperaturas deverão voltar a subir entre dois e três graus em várias regiões do território continental. No interior do país, os valores máximos poderão ultrapassar os 38 graus, com algumas localidades a aproximarem-se dos 40 graus.</p>
<p>Esta nova subida térmica está associada à instalação gradual de uma massa de ar mais quente sobre a Península Ibérica, reforçando as condições típicas de verão e aumentando os níveis de desconforto térmico em diversas regiões.</p>
<p>O vento deverá soprar geralmente de noroeste, fraco a moderado, entre 10 e 20 quilómetros por hora, intensificando-se durante a tarde. Nas zonas costeiras e terras altas poderá atingir velocidades entre 20 e 30 quilómetros por hora, com rajadas que poderão oscilar entre os 40 e os 45 quilómetros por hora.</p>
<p>A radiação ultravioleta deverá atingir níveis muito elevados, com índice 9, motivo pelo qual as autoridades recomendam cuidados acrescidos durante os períodos de maior exposição solar.</p>
<p><strong>Açores sob influência de frente fria e chuva</strong><br />
Enquanto o continente vive uma situação de calor crescente, os Açores deverão enfrentar um cenário meteorológico bastante diferente.</p>
<p>A aproximação de uma área de baixas pressões ao arquipélago irá provocar céu muito nublado ou encoberto, períodos de chuva e aguaceiros, por vezes persistentes, e possibilidade de trovoadas durante a madrugada.</p>
<p>As previsões apontam ainda para a formação de nevoeiros e neblinas, especialmente em zonas montanhosas, com valores de humidade próximos dos 100% ao longo de praticamente todo o dia.</p>
<p>O vento soprará de sudoeste, moderado, entre 15 e 25 quilómetros por hora, podendo registar rajadas entre os 35 e os 50 quilómetros por hora. As temperaturas mínimas deverão subir ligeiramente.</p>
<p>No mar, a ondulação deverá variar entre um e dois metros em todas as ilhas, com a temperatura da água a rondar os 21 graus.</p>
<p><strong>Madeira mantém cenário estável e soalheiro</strong><br />
Na Madeira, a situação meteorológica continuará a ser dominada pela influência anticiclónica.</p>
<p>O arquipélago deverá registar mais um dia relativamente estável, com céu geralmente pouco nublado nas encostas voltadas a sul e na região do Funchal. Nas encostas norte e zonas montanhosas poderão ocorrer períodos de maior nebulosidade e alguns aguaceiros fracos.</p>
<p>O vento deverá soprar de norte, geralmente fraco, entre 10 e 20 quilómetros por hora, aumentando temporariamente para valores moderados nas zonas montanhosas.</p>
<p>A ondulação prevista situa-se entre um e dois metros, enquanto a temperatura da água do mar deverá manter-se próxima dos 21 graus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776626]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parlamento Europeu vota hoje novas regras para retorno de migrantes irregulares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 05:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os eurodeputados vão debater na terça-feira e votar no dia seguinte a reforma da política de regressos de migrantes irregulares da União Europeia (UE), após a entrada em vigor do novo pacto para as Migrações e Asilo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os eurodeputados vão votar hoje a reforma da política de regressos de migrantes irregulares da União Europeia (UE), após a entrada em vigor do novo pacto para as Migrações e Asilo.</p>
<p>A votação no Parlamento Europeu (PE), na sessão plenária que decorre entre segunda e quinta-feira em Estrasburgo (França), formaliza o acordo provisório alcançado com o Conselho da UE, que também terá de validar o texto.</p>
<p>A reforma acordada introduz novas obrigações para os nacionais de países terceiros de cooperarem com as autoridades de regresso, permitindo a detenção por um período máximo de 24 meses, reforçando o reconhecimento mútuo das decisões de regresso em toda a UE e permitindo a utilização de &#8220;centros de regresso&#8221; em países terceiros fora da UE.</p>
<p>Esta quarta-feira, os eurodeputados debatem com a Comissão e o Conselho a cimeira que arranca do dia seguinte, em Bruxelas, dominada pelo início das discussões sobre o próximo Quadro Financeiro Plurianual 2028-2032.</p>
<p>No mesmo dia, às 12:00 (11:00 de Lisboa), o jornalista bielorrusso Andrzej Poczobut, um dos laureados com o Prémio Sakharov em 2025, discursará na sessão plenária, depois de ter sido libertado pelo regime ditatorial de Alexandr Lukashenko em abril ao abrigo de uma troca de prisioneiros entre a Bielorrússia e a Polónia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776630]]></sapo:autor>
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		<title>Benfica fica a conhecer adversário na segunda pré-eliminatória da Liga Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 04:50:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica fica hoje a conhecer o adversário na segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol de 2026/27, na qual terá estatuto de cabeça de série, o que lhe permitirá evitar as equipas teoricamente mais fortes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica fica hoje a conhecer o adversário na segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol de 2026/27, na qual terá estatuto de cabeça de série, o que lhe permitirá evitar as equipas teoricamente mais fortes.</P><br />
<P>O clube lisboeta é o mais bem posicionado no ranking da UEFA entre os presentes na fase preliminar e já sabe que não poderá defrontar, entre outros, Midtjylland, Anderlecht, Pafos, treinado pelo português Ricardo Sá Pinto, ou Qarabag, que na época passada venceu por 3-2 no Estádio da Luz, no arranque da Liga dos Campeões, precipitando a saída do técnico Bruno Lage.</P><br />
<P>O sorteio que se realiza hoje na sede da UEFA, na cidade suíça de Nyon, poderá, ainda assim, colocar uma equipa pouco &#8216;recomendável&#8217; &#8211; como o Besiktas ou o Twente &#8211; no caminho dos &#8216;encarnados&#8217;, que iniciaram pela última vez a campanha europeia na segunda prova continental de clubes mais importante há 17 anos, em 2009/10.</P><br />
<P>O Benfica atingiu por três vezes a final da competição, em 1983, 2013 e 2014, mas perdeu todas (apenas o Marselha foi derrotado tantas vezes no jogo decisivo), em contraponto com o FC Porto, a única equipa portuguesa que ergueu o troféu, tendo-se imposto nas duas vezes em que discutiu o título, em 2003 e 2011, a última frente ao Sporting de Braga.</P><br />
<P>Os jogos da segunda pré-eliminatória da Liga Europa estão marcados para 23 e 30 de julho, tal como as duas mãos da segunda ronda preliminar da Liga Conferência, na qual participará o Sporting de Braga, que também ficará a conhecer hoje o adversário, num sorteio em que é igualmente cabeça de série.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777221]]></sapo:autor>
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		<title>Fujimori aumenta vantagem sobre candidato da esquerda nas presidenciais do Peru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 04:33:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A candidata de direita à Presidência do Peru, Keiko Fujimori, aumentou a vantagem sobre o candidato da esquerda, Roberto Sánchez, quando o apuramento dos resultados da segunda volta das presidenciais de dia 07 se aproxima do fim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata de direita à Presidência do Peru, Keiko Fujimori, aumentou a vantagem sobre o candidato da esquerda, Roberto Sánchez, quando o apuramento dos resultados da segunda volta das presidenciais de dia 07 se aproxima do fim.</P><br />
<P>Keiko Fujimori regista agora mais 0,2%, ou 36.349 votos, do que Sanchez, com 99,152% dos votos já apurados e o líder do Juntos pelo Peru convocou para esta sexta-feira uma grande manifestação em &#8220;defesa do voto popular&#8221;, em protesto contra a alegada &#8220;falta de transparência&#8221; dos órgãos eleitorais.</P><br />
<P>O resulto eleitoral de Fujimori subiu esta terça-feira para 50,1% dos votos apurados, contra os 49,9% de Sánchez, quando restam apenas 787 atas contestadas por alegadas irregularidades, que foram enviadas aos júris eleitorais especiais (JEE) do país.</P><br />
<P>De acordo com a última atualização do Gabinete Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), a candidata do partido Força Popular soma 9.136.432 votos, enquanto o candidato do Juntos pelo Peru conta com 9.100.083 votos.</P><br />
<P>Os votos restantes têm ainda de ser revistos nas atas enviadas aos JEE e, caso as diferenças persistam, serão submetidos a uma nova recontagem de votos em audiência pública. </P><br />
<P>O Júri Nacional de Eleições (JNE) remeteu mais uma vez na segunda-feira o prazo máximo para a proclamação dos resultados da segunda volta presidencial para meados de julho, menos de duas semanas do prazo constitucional previsto para a passagem de poder e do início do próximo mandato governamental no Peru (2026-2031).</P><br />
<P>O Juntos pelo Peru apelou a uma &#8220;grande mobilização nacional&#8221;, como a designou, na próxima sexta-feira, com a participação de delegações de regiões, províncias e distritos do país, convocadas para assistir a uma concentração a partir das 16:00 (22:00 em Lisboa) no parque Campo de Marte, em Lima.</P><br />
<P>O partido de esquerda denunciou uma alegada &#8220;falta de transparência&#8221; por parte dos órgãos responsáveis pelo processo eleitoral, e Sánchez afirmou na rede social X que &#8220;o direito à vigilância democrática e à mobilização pacífica é um direito constitucional&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, a missão de observação eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Peru apelou para que os JEE ajam &#8220;com a celeridade que as circunstâncias exigem&#8221;, embora tenha salientado que, durante o seu processo de observação, constatou que estes &#8220;trabalham de forma diligente e em conformidade com a lei para resolver todos os litígios&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No entanto, é imperativo que se ampliem as capacidades e os horários de trabalho destas autoridades eleitorais temporárias para que os processos pendentes, que representam menos de 1% das atas, possam ser resolvidos o mais rapidamente possível&#8221;, salvaguardou.</P><br />
<P>A missão sublinhou que a justiça em matéria eleitoral &#8220;deve ser eficaz e oportuna para garantir a certeza quanto a esta segunda volta das eleições presidenciais, que decorreu com normalidade&#8221;, e reiterou que não identificou irregularidades que ponham em causa a integridade da informação apresentada pela autoridade eleitoral.</P><br />
<P>Há uma semana, a OEA apresentou um relatório preliminar de observação da segunda volta das eleições presidenciais, no qual salientou que o Peru deveria implementar um sistema de transmissão digital de atas a nível nacional que permitisse apresentar resultados preliminares de forma rápida. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777220]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pedrógão Grande: Associação homenageia vítimas nove anos após incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 04:19:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG), criada na sequência dos fogos de junho de 2017 que provocaram dezenas de mortos e centenas de feridos, presta hoje homenagem às vítimas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG), criada na sequência dos fogos de junho de 2017 que provocaram dezenas de mortos e centenas de feridos, presta hoje homenagem às vítimas.</P><br />
<P>No dia em que passam nove anos sobre a tragédia, a AVIPG abre a sua sede, na antiga escola primária da Figueira, freguesia da Graça (Pedrógão Grande), no distrito de Leiria, às 16:00.</P><br />
<P>Pelas 17:45, decorre uma homenagem no Memorial às Vítimas dos Incêndios, seguindo-se uma missa, na Igreja Paroquial de Vila Facaia, também no concelho de Pedrógão Grande.</P><br />
<P>No domingo, a AVIPG promove mais uma &#8220;Caminhada Renascer&#8221;, com saída às 09:30 da sede.</P><br />
<P>Os incêndios que deflagraram em 17 junho de 2017 em Pedrógão Grande e que alastraram a concelhos vizinhos provocaram a morte de 66 pessoas, além de ferimentos a 253 populares, sete dos quais graves. Os fogos destruíram cerca de meio milhar de casas e 50 empresas.</P><br />
<P>Em outubro do mesmo ano, incêndios na região Centro provocaram 49 mortos e cerca de 70 feridos, registando-se ainda a destruição, total ou parcial, de cerca de 1.500 casas e mais de 500 empresas.</P><br />
<P>O memorial abriu em 15 de junho de 2023, junto à Estrada Nacional 236-1 (que liga Figueiró dos Vinhos a Castanheira de Pera), na zona de Pobrais, Pedrógão Grande, com o nome das 115 vítimas mortais dos fogos naquele ano.</P><br />
<P>Nesta estrada, foi encontrada a maioria das vítimas mortais dos incêndios de junho de 2017.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777219]]></sapo:autor>
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		<title>CEO da Fujitsu demite-se devido a &#8220;conduta inapropriada com uma mulher&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 03:40:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente da Fujitsu demitiu-se devido a uma "conduta inadequada relacionada com uma mulher", anunciou na terça-feira o grupo japonês de sistemas informáticos, um dos maiores fornecedores mundiais do setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Fujitsu demitiu-se devido a uma &#8220;conduta inadequada relacionada com uma mulher&#8221;, anunciou na terça-feira o grupo japonês de sistemas informáticos, um dos maiores fornecedores mundiais do setor.</P><br />
<P>A saída de Hidenori Furuta, efetivada na terça-feira, ocorreu depois de a empresa ter tomado conhecimento dos factos no início de junho, indicou hoje um porta-voz da Fujitsu, em declarações à AFP.</P><br />
<P>A mesma fonte recusou-se a revelar detalhes sobre o caso, mas precisou que a decisão em matéria de recursos humanos não decorreu de qualquer violação da lei.</P><br />
<P>Não está prevista a substituição de Furuta de imediato, acrescentou. </P><br />
<P>Hidenori Furuta assumiu a presidência do conselho de administração da Fujitsu em 2024, após ter ocupado os cargos de vice-presidente executivo e diretor técnico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777218]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Argentina bate Argélia com &#8216;hat-trick&#8217; de Messi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 03:02:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A campeã Argentina iniciou na terça-feira a defesa do título com um triunfo por 3-0 sobre a Argélia, selado com um 'hat-trick' de Lionel Messi, na primeira jornada do Grupo J do Mundial2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A campeã Argentina iniciou na terça-feira a defesa do título com um triunfo por 3-0 sobre a Argélia, selado com um &#8216;hat-trick&#8217; de Lionel Messi, na primeira jornada do Grupo J do Mundial2026.</P><br />
<P>Num jogo em que se tornou o primeiro jogador a participar em seis Mundiais, Messi marcou aos 17, 60 e 76 minutos, tornando-se o melhor marcador da história da prova, a par do alemão Miroslav Klose, com 16 tentos.</P><br />
<P>A Argentina segue, para já, isolada na liderança do agrupamento, com três pontos, antes do embate entre a Áustria e a Jordânia, em Santa Clara.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777217]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Messi iguala Klose como &#8216;rei&#8217; dos marcadores em Mundiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 02:57:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O argentino Lionel Messi igualou na terça-feira o alemão Miroslav Klose com o melhor marcador da história dos Mundiais de futebol, ao conseguir um inédito 'hat-trick', face à Argélia, na estreia no Mundial2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O argentino Lionel Messi igualou na terça-feira o alemão Miroslav Klose com o melhor marcador da história dos Mundiais de futebol, ao conseguir um inédito &#8216;hat-trick&#8217;, face à Argélia, na estreia no Mundial2026.</P><br />
<P>Em Kansas City, em encontro do Grupo J, Messi, que tinha sai ultrapassado durante a jornada pelo francês Kylian Mbappé, que &#8216;bisou&#8217; face ao Senegal, respondeu com três golos, apontados aos 17, 60 e 76 minutos.</P><br />
<P>Com o primeiro, Messi deixou para trás o francês Just Fontaine, com o segundo ultrapassou Mbappé e o alemão Gerd Müller e, com o terceiro, colocou-se à frente do brasileiro Ronaldo, o &#8216;fenómeno&#8217;, igualando Klose.</P><br />
<P>Ainda com um quarto de hora para jogar, Messi ainda podia isolar-se na frente, mas, aos 78 minutos, Lionel Scaloni fez algo pouco habitual, substituindo-o.</P><br />
<P>No dia em que se tornou o primeiro jogador a jogar em seis Mundiais, cumprindo o 27.º jogo, Messi juntou estes três golos aos 13 das cinco primeiras presenças: um em 2006, nenhum em 2010, quatro em 2014, um em 2018 e sete em 2022.</P><br />
<P></P><br />
<PRE><br />
&#8211; Melhores marcadores em Mundiais:<br />
 1. Miroslav KLOSE (Ale)                          16 golos (5/2002, 5/2006, 4/2010, 2/2014)<br />
  . Lionel MESSI (Arg)                                 16 (1/2006, 4/2014, 1/2018, 7/2022, 3/2026)<br />
 3. RONALDO Nazário Lima (Bra)                         15 (4/1998, 8/2002, 3/2006)<br />
 4. Gerd MÜLLER (RFA)                                  14 (10/1970, 4/1974)<br />
  . Kylian MBAPPÉ (Fra)                           14 (4/2018, 8/2022, 2/2026)<br />
 6. Just FONTAINE (Fra)                           13 (1958)<br />
 7. Edson Arantes do Nascimento &#8216;PELÉ&#8217; (Bra)      12 (6/1958, 1/1962, 1/1966, 4/1970)<br />
 8. Sandor KOCSIS (Hun)                           11 (1954)<br />
  . Jürgen KLINSMANN (RFA/Ale)                         11 (3/1990, 5/1994, 3/1998)<br />
10. Helmut RAHN (RFA)                                  10 (4/1954, 6/1958)<br />
  . Teófilo CUBILLAS (Per)                             10 (5/1970, 5/1978)<br />
  . Grzegorz LATO (Pol)                           10 (4/1974, 2/1978, 1/1982)<br />
  . Gary LINEKER (Ing)                                 10 (6/1986, 4/1990)<br />
  . Gabriel BATISTUTA (Arg)                            10 (4/1994, 5/1998, 1/2002)<br />
  . Thomas MÜLLER (Ale)                           10 (5/2010, 5/2014)<br />
</PRE></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777216]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Grok de Ellon Musk utilizada nos ataques contra República Islâmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 02:13:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa de inteligência artificial (IA) de Elon Musk, Grok, foi utilizada nos ataques contra o Irão, revelou a Administração norte-americana num documento judicial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa de inteligência artificial (IA) de Elon Musk, Grok, foi utilizada nos ataques contra o Irão, revelou a Administração norte-americana num documento judicial. </P><br />
<P>A revelação consta de um documento do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que defende as turbinas a gás de um gigantesco centro de dados da empresa do multimilionário, a xAI, alvo de uma queixa ambiental.</P><br />
<P>No documento, apresentado a 15 de junho e consultado pela agência France-Presse (AFP), o Departamento de Justiça argumenta que a queixa &#8220;ameaça a segurança nacional, económica e energética&#8221; do país, ao arriscar-se a cortar o fornecimento de energia a infraestruturas de IA agora utilizadas pelo exército.</P><br />
<P>Para sustentar o argumento, o departamento apresenta o testemunho de Cameron Stanley, responsável pela IA no Pentágono, que declara sob juramento que uma ferramenta derivada do Grok, o &#8220;Grok Gov Model&#8221;, já está a ser utilizada no âmbito do &#8216;Project Maven&#8217;, o programa de seleção de alvos assistido por IA do exército, inicialmente baseado no modelo Claude, da Anthropic.</P><br />
<P>De acordo com a declaração, os processos do Maven &#8220;permitiram às forças norte-americanas lançar mais de 2.000 munições contra 2.000 alvos distintos em 96 horas&#8221;, durante a guerra contra o Irão. O alto funcionário vê nestes números &#8220;a prova de um aumento muito significativo da eficácia operacional, possibilitado pelo Grok Gov Model&#8221;, sem especificar se este é o único modelo utilizado pelo programa.</P><br />
<P>Stanley afirma ainda que os utilizadores do Maven consomem &#8220;cerca de dois mil milhões de tokens&#8221; (unidades de computação) &#8220;por dia&#8221;, o que equivale a &#8220;até seis milhões de páginas&#8221; processadas, um volume que, segundo o responsável, torna a infraestrutura de computação da xAI indispensável.</P><br />
<P>As turbinas visadas pela queixa alimentam o Colossus 2, um supercomputador da xAI que alimenta o Grok, nos arredores de Memphis.</P><br />
<P>A NAACP (Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor, na sigla em inglês) processou a xAI, acusando-a de explorar, sem licença, dezenas de turbinas, em violação da lei sobre a qualidade do ar.</P><br />
<P>As turbinas poluem bairros de maioria negra, afirma a associação. A xAI defende que as suas turbinas são temporárias e móveis e que, por isso, não estão sujeitas à regulamentação evocada.</P><br />
<P>No final de fevereiro, a Administração de Donald Trump rescindiu os contratos com a Anthropic, que recusou que as suas ferramentas fossem utilizadas para ataques totalmente automatizados ou para a vigilância em massa dos norte-americanos.</P><br />
<P>O Pentágono recorreu então à Google, à OpenAI e à xAI, as outras três empresas norte-americanas de IA de ponta. A transição leva, porém, tempo e Washington teve de admitir, em março, que o Claude continuava a ser utilizado na guerra no Irão.</P><br />
<P>A utilização militar da IA suscita controvérsia. Na Google, mais de 600 funcionários exigiram, em abril, que não fosse fornecida IA ao exército para operações confidenciais. O grupo já tinha abandonado o projeto Maven em 2018, sob pressão dos seus engenheiros.</P><br />
<P>Próximo de Donald Trump, a quem apoiou e aconselhou, Musk integrou a xAI no seu grupo espacial SpaceX em fevereiro, que realizou, a 12 de junho, a maior entrada na bolsa de valores da história.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777214]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: Martínez diz que Portugal está preparado e fala em sonho racional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 01:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O selecionador Roberto Martínez garantiu na terça-feira que Portugal está preparado para a estreia no Mundial2026 de futebol, que será hoje frente à República Democrática do Congo, e lembrou que o "sonho comanda a vida", embora de forma "racional".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Houston, Estados Unidos, 17 jun 2026 (Lusa) &#8212; O selecionador Roberto Martínez garantiu na terça-feira que Portugal está preparado para a estreia no Mundial2026 de futebol, que será hoje frente à República Democrática do Congo, e lembrou que o &#8220;sonho comanda a vida&#8221;, embora de forma &#8220;racional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Fizemos um estágio muito bom, muito positivo. Estamo-nos a ajustar muito bem ao fuso horário e a trabalhar com a humidade e a temperatura em Miami. As condições são excelentes e agora estamos preparados&#8221;, assegurou Roberto Martínez, na conferência de imprensa de antevisão da partida com os congoleses, no Estádio NRG, em Houston, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Sobre as ambições de Portugal na competição, e sobre o &#8216;objetivo mínimo&#8217; de chegar às meias-finais estipulado pelo presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Martínez negou que exista qualquer discórdia com Pedro Proença, apesar de ter um discurso bem mais cauteloso do que o dirigente.</P><br />
<P>&#8220;O sonho comanda a vida e para nós o sonho comanda o nosso Mundial. Mas, nisso, o selecionador precisa de dar clareza e é o chato que diz que primeiro temos só três jogos. Todos temos um sonho. Mas, o Mundial ganha-se racionalmente e eu sou a voz chata que explica o caminho&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Sobre o duelo com a RD Congo, da primeira jornada do Grupo K, o técnico de 52 anos destacou a fase de apuramento &#8220;extraordinária&#8221; da seleção africana, a última das 48 a qualificar-se para o Mundial2026, e confessou que espera dificuldades.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a falar de uma equipa que deixou de fora os Camarões e a Nigéria. É uma equipa muito flexível taticamente e não sabe só defender em bloco baixo. É uma equipa pressionante e respeitamos muito a RD Congo como seleção&#8221;, disse o treinador espanhol.</P><br />
<P>Martínez abordou ainda a presença de Cristiano Ronaldo naquele que será o sexto Campeonato do Mundo da carreira e voltou a frisar que o avançado, mesmo com 41 anos, continua a ser determinante na equipa das &#8216;quinas&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;É o seu sexto Mundial, mas a nível interno parece que é o seu primeiro devido ao nível de intensidade e força emotiva que tem e transmite. É o nosso finalizador e continua a ser determinante. Os números provam isso&#8221;, apontou.</P><br />
<P>O selecionador nacional abordou ainda a &#8216;americanização&#8217; do futebol durante o Mundial2026, com as pausas para hidratação, uma em cada parte, a mudarem a forma de comandar as equipas durante os jogos.</P><br />
<P>&#8220;Agora há quatro intervalos. É revolucionário. Precisamos de utilizar isso. É um período de três minutos em que podemos ajustar a equipa e que antes não tínhamos. Isso ajuda muito a ter contacto com os jogadores durante a partida&#8221;, concluiu. </P><br />
<P>O Portugal-República Democrática do Congo está agendado para hoje às 12:00 locais (18:00 de Lisboa), em Houston, no Estádio NRG, e terá arbitragem de Abdulrahman Al Jassim, do Qatar.</P><br />
<P>Segue-se o estreante Uzbequistão em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (18:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer até 19 de julho, dia da final, nos Estados Unidos, México e Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // PFO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777213]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Japão registou um défice comercial de 2.032 milhões de euros em maio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/japao-registou-um-defice-comercial-de-2-032-milhoes-de-euros-em-maio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 01:11:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Japão registou em maio um défice comercial de 378.600 milhões de ienes (cerca de 2.032 milhões de euros à taxa de câmbio atual), informou hoje o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Japão registou em maio um défice comercial de 378.600 milhões de ienes (cerca de 2.032 milhões de euros à taxa de câmbio atual), informou hoje o Governo.</P><br />
<P>O saldo negativo surge após três meses consecutivos de excedente, embora represente uma redução de 42,8% em relação ao défice registado no mesmo mês do ano anterior, de acordo com o relatório mensal publicado pelo Ministério das Finanças japonês.</P><br />
<P>As exportações japonesas cresceram 17% em termos homólogos no quinto mês de 2026, atingindo os 9,51 biliões de ienes (cerca de 51.050 milhões de euros), enquanto as importações aumentaram 12,5%, atingindo os 9,89 biliões de ienes (53.090 milhões de euros).</P><br />
<P>Com a China, o seu maior parceiro comercial, o Japão registou em maio um défice de 649.700 milhões de ienes (3.488 milhões de euros), mais 3,9% do que o registado no ano passado.</P><br />
<P>Com a primeira economia mundial e o seu segundo parceiro comercial, os Estados Unidos, o país asiático obteve um excedente de 357.000 milhões de ienes (1.916 milhões de euros), o que representa uma redução de 19,9% em relação ao ano anterior.</P><br />
<P>Com a União Europeia, o terceiro maior parceiro comercial, o Japão registou um saldo negativo no valor de 250.700 milhões de ienes (1.346 milhões de euros), 19,1% menos do que no mesmo mês de 2025.</P><br />
<P>Em relação ao Brasil, o Japão reduziu o défice em 3,5% em termos homólogos, para 49.599 milhões de ienes (266 milhões de euros), enquanto o saldo negativo com o Chile aumentou 29,5%, para 125.528 milhões de ienes (674 milhões de euros).</P><br />
<P>Em contrapartida, o Japão registou um excedente comercial com o México no valor de 79.298 milhões de ienes (426 milhões de euros), um aumento de 63% em relação ao ano anterior. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777212]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Bruno Fernandes sabe a responsabilidade de Portugal mas avisa para dificuldades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 01:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O médio Bruno Fernandes afirmou terça-feira que Portugal sabe a responsabilidade que tem no Mundial2026 de futebol, mas avisa que é necessário pensar jogo a jogo, alertando para as dificuldades que a República Democrática do Congo pode criar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio Bruno Fernandes afirmou terça-feira que Portugal sabe a responsabilidade que tem no Mundial2026 de futebol, mas avisa que é necessário pensar jogo a jogo, alertando para as dificuldades que a República Democrática do Congo pode criar.</P><br />
<P>&#8220;A melhor seleção de sempre é a que ganha, espero que no final da competição possa ser assim intitulada. Temos um grupo forte e coeso, com grandes individualidades. O sonho está lá, sonhar não é proibido, mas o foco principal é o próximo jogo e tem de ser assim, ir jogo a jogo&#8221;, disse o médio, na conferência de imprensa de antevisão à estreia de Portugal no torneio, que decorreu no Estádio NRG, em Houston, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O Portugal-República Democrática do Congo, da primeira jornada do Grupo K, está agendado para hoje, às 12:00 locais (18:00 horas de Lisboa), em Houston, no Estádio NRG, e terá arbitragem de Abdulrahman Al Jassim, do Qatar.</P><br />
<P>O internacional luso em 89 ocasiões, com 29 golos apontados, referiu que o ranking ou os nomes contam pouco nestas competições, avisando que no Mundial &#8220;não se esperam jogos fáceis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O ranking conta pouco nestas competições. A República Democrática do Congo é uma seleção capaz, com muita qualidade e com jogadores que jogam nas grandes ligas. É uma seleção bastante física defensivamente, com boa capacidade de transição, mas, mais do que isso, sabemos do que nós somos capazes e do que temos de fazer. Queremos controlar o jogo com bola e criar oportunidades, finalizando da melhor maneira&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Bruno Fernandes, de 31 anos, garantiu ainda que todos os jogadores estão preparados para dar resposta caso sejam chamados pelo selecionador Roberto Martínez, que acabou por confirmar a ausência do central Rúben Dias deste primeiro jogo.</P><br />
<P>&#8220;O mister acredita que todos estão preparados para dar resposta quando for preciso. Sabemos que existem jogadores mais falados do que outros, em clubes de maior nome, mas isso não tira qualidade aos outros jogadores. Acreditamos todos uns nos outros&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Depois de uma temporada em que disputou &#8216;apenas&#8217; 37 jogos pelo Manchester United, equipa que esteve ausente das competições europeias, Bruno Fernandes acredita que este dado poderá ser benéfico para si, para dar resposta quando for necessário com &#8220;pernas mais frescas&#8221;.</P><br />
<P>Bruno Fernandes, que elogiou as opções da seleção portuguesa para o meio-campo, mas também para as restantes posições, confessou que sente sempre nervosismo antes dos jogos e que a estreia no Mundial2026 não é exceção.</P><br />
<P>&#8220;Fico sempre nervoso. Nervoso de ansiedade de querer jogar e estar dentro do campo. O nervosismo faz parte, representamos o nosso país, o nosso povo e o sonho de milhares que estarão olhar para nós&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O médio, que esta época foi eleito o melhor jogador da Liga inglesa, deixou ainda palavras para Diogo Jota e André Silva, que morreram num acidente de viação há cerca de um ano, garantindo que vão estar sempre com o grupo de trabalho.</P><br />
<P>O camisola &#8216;oito&#8217; da seleção das &#8216;quinas&#8217;, que prepara a terceira presença numa fase final de um Mundial, explicou ainda que o coletivo é sempre mais importante que as individualidades, muitas vezes, porém, importantes para decidir jogos.</P><br />
<P>&#8220;O coletivo é sempre o mais importante, mas as individualidades têm de estar também ao melhor nível para ajudar Portugal a ganhar&#8221;, defendeu, explicando que Portugal tem muitos jogadores que podem decidir um jogo a qualquer momento.</P><br />
<P>A terminar, o médio abordou ainda a questão das visitas da seleção à praia em Palm Beach, local que acolhe a formação lusa, explicando que era algo que já estava planeado.</P><br />
<P>&#8220;A praia era algo que estava planeado, faz parte da adaptação também. Ter mobilidade, momentos de grupo e não estar fechados no quarto. Estamos a fazer de tudo para chegar ao jogo na melhor forma. Tudo o que estamos a fazer, incluído a praia, é para benefício de todos os jogadores&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Depois desta primeira partida, segue-se o estreante Uzbequistão em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (18:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer até 19 de julho, dia da final, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>AJO/LG // PFO</P></p>
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