Kiev garantiu, esta quarta-feira, que os mercenários do grupo Wagner regressaram ao país vindos da Bielorrússia para as zonas ocupadas no flanco oriental, embora tenham esclarecido que não representam uma ameaça significativa.
Segundo o porta-voz do Grupo Oriental das Forças Armadas ucranianas, Illia Yevlash, são os mercenários que estiveram na Bielorrússia no âmbito do acordo alcançado entre o grupo paramilitar e o Kremlin para não punir aqueles que seguiram o motim fracassado do já falecido Yevgeni Prigozhin.
Os campos onde estavam até agora em algumas regiões bielorrussas que fazem fronteira com a Polónia vão ser eliminados, garantiu Yevlash. “Havia cerca de 8 mil. Alguns foram para África e outros renovaram contratos com o Ministério da Defesa russo e regressaram.”
No entanto, não constituem uma “ameaça significativa”, uma vez que se tratam de 500 soldados sem liderança. “Estão entre os mais bem preparados do exército russo mas não representam uma ameaça significativa”, referiu.













