“Só as empresas que colocam a sustentabilidade no centro da estratégia liderarão o futuro”, afirma Rita Nabeiro

Rita Nabeiro, Presidente do BCSD Portugal, destaca que a sustentabilidade deixou de ser um tema periférico para se tornar um fator decisivo de competitividade e resiliência empresarial.

André Manuel Mendes

Rita Nabeiro, Presidente do BCSD Portugal, destaca que a sustentabilidade deixou de ser um tema periférico para se tornar um fator decisivo de competitividade e resiliência empresarial, num contexto em que as exigências ambientais e sociais estão a redefinir a forma como as empresas operam e crescem.

“Só as empresas que colocam a sustentabilidade no centro da estratégia liderarão o futuro”, defende Rita Nabeiro, num momento em que o BCSD Portugal assinala o seu 25.º aniversário e apresenta o novo Plano Estratégico 2025-2027.

“A transição para uma economia mais sustentável, competitiva e resiliente deixou de ser uma opção para se tornar uma prioridade estratégica”, reforça a também Administradora Executiva do Grupo Nabeiro e CEO da Adega Mayor, destacando que o compromisso do BCSD Portugal passa por apoiar as empresas na transformação dos desafios ambientais e sociais em oportunidades de crescimento.

A estratégia agora apresentada define três grandes eixos de atuação — conhecimento e capacitação, influência estratégica e compromisso, e inovação e colaboração — e pretende reforçar a integração da sustentabilidade na gestão empresarial, com particular enfoque nas pequenas e médias empresas.

Num ano simbólico para a organização, que celebra um quarto de século de atividade, o BCSD Portugal pretende também reforçar o seu papel enquanto plataforma de mobilização e colaboração entre empresas, academia e sociedade.

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“Nos próximos anos, procuraremos consolidar o nosso papel enquanto plataforma de mobilização e colaboração, reforçando o desenvolvimento de competências e a produção de conhecimento”, acrescenta a presidente.

O lançamento do plano coincide ainda com a entrada em funções de um novo Conselho Consultivo, reforçando a estrutura de governação da associação num momento em que, segundo Rita Nabeiro, “o futuro das empresas será definido pela sua capacidade de integrar a sustentabilidade na estratégia”.

 

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