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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Polícia de Toronto confirma que vítimas mortais eram alvo em tiroteio em festival</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Toronto, Canadá 13 jul 2026 (Lusa) - A polícia de Toronto confirmou hoje que os dois homens mortos no tiroteio de sábado entre dois grupos num festival de rua na cidade canadiana eram o alvo dos disparos, prosseguindo a investigação até agora sem detenções.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Toronto, Canadá 13 jul 2026 (Lusa) &#8211; A polícia de Toronto confirmou hoje que os dois homens mortos no tiroteio de sábado entre dois grupos num festival de rua na cidade canadiana eram o alvo dos disparos, prosseguindo a investigação até agora sem detenções.</P><br />
<P>O chefe da Polícia de Toronto, Myron Demkiw, confirmou que os cinco restantes feridos eram transeuntes que foram atingidos pela troca de tiros, revelou que foram recuperadas duas armas de fogo no local e apelou à colaboração de testemunhas com imagens ou outras informações relevantes.</P><br />
<P>As vítimas mortais do ataque ocorrido cerca das 20:00 locais de sábado (01:00 de domingo em Lisboa) foram identificadas como Shaquan Quashie, de 25 anos, e Cesar Vernaza, de 20, mortos.</P><br />
<P>Demkiw adiantou que os dois homens conheciam-se, embora não tenha divulgado pormenores sobre a relação entre ambos nem sobre as circunstâncias que antecederam o incidente.</P><br />
<P>O tiroteio ocorreu durante o festival Salsa on St. Clair, que atraiu cerca de 13 mil pessoas, e levou ao cancelamento do evento.</P><br />
<P>O chefe da Polícia de Toronto indicou que os investigadores continuam a analisar um elevado volume de imagens de videovigilância e depoimentos recolhidos desde o ataque, acrescentando que ainda não foram efetuadas detenções.</P><br />
<P>&#8220;Os tiroteios diminuíram mais de 26 por cento na cidade em comparação com o mesmo período do ano passado, mas quando ocorre um ataque armado num espaço público, isso abala o sentimento de segurança que os habitantes de Toronto esperam e merecem&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Demkiw garantiu que os festivais de rua continuarão com presença policial, mas defendeu uma revisão das medidas de segurança aplicadas a este tipo de eventos.</P><br />
<P>Entre as opções em análise estão pontos de acesso controlados, revistas de segurança e um reforço do policiamento, em função da avaliação de risco e da informação disponível para cada evento.</P><br />
<P>O chefe da polícia revelou ainda que já tinha alertado anteriormente a administração municipal para a necessidade de reforçar a coordenação entre a cidade, a polícia e os organizadores de festivais.</P><br />
<P>Demkiw apontou a realização dos seis jogos do Mundial de Futebol FIFA 2026 em Toronto como um exemplo de cooperação que poderá servir de base para futuras medidas de segurança.</P><br />
<P>O responsável voltou igualmente a defender alterações legislativas para que homicídios cometidos com armas de fogo em locais públicos com grande concentração de pessoas possam ser classificados como homicídio em primeiro grau.</P><br />
<P>Segundo o chefe da polícia, entre 85 e 90 por cento das armas de fogo apreendidas em Toronto e cuja origem pode ser rastreada entram ilegalmente no Canadá provenientes dos Estados Unidos.</P><br />
<P>A presidente da Câmara de Toronto, Olivia Chow, classificou a violência registada no festival como &#8220;irresponsável e repugnante&#8221;, manifestando confiança de que a polícia identificará os responsáveis.</P><br />
<P>A autarca revelou ter solicitado ao ministro federal da Segurança Pública um reforço da cooperação com as autoridades norte-americanas para travar o tráfico de armas ilegais para Toronto.</P><br />
<P>Olivia Chow assegurou que a cidade continuará a realizar festivais de rua e prometeu trabalhar com a polícia e os serviços municipais para reforçar a segurança destes eventos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788843]]></sapo:autor>
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		<title>PR quer redução do risco sísmico como prioridade nacional acima dos ciclos políticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:28:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República defende que a redução do risco sísmico deve ser "entendida como uma prioridade nacional e um compromisso de Estado, acima dos ciclos políticos", com políticas públicas "coordenadas, continuadas e avaliáveis no terreno".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República defende que a redução do risco sísmico deve ser &#8220;entendida como uma prioridade nacional e um compromisso de Estado, acima dos ciclos políticos&#8221;, com políticas públicas &#8220;coordenadas, continuadas e avaliáveis no terreno&#8221;.</P><br />
<P>Esta posição de António José Seguro consta de uma nota publicada hoje à noite no sítio oficial da Presidência da República na Internet, na qual se dá conta de que o chefe de Estado recebeu no Palácio de Belém &#8220;especialistas em engenharia civil, geologia e sismologia&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a nota, nesse encontro &#8220;foi analisado o estado da preparação nacional face ao risco sísmico e as condições para a sua redução&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal dispõe hoje de conhecimento científico, capacidade técnica e experiência profissional suficientes para reduzir significativamente o risco sísmico do país, importando dar a esse conhecimento continuidade em políticas públicas coordenadas, continuadas e avaliáveis no terreno&#8221;, refere-se.</P><br />
<P>Para o Presidente da República, &#8220;a redução do risco sísmico deve ser entendida como uma prioridade nacional e um compromisso de Estado, acima dos ciclos políticos&#8221;, acrescenta-se na mesma nota.</P><br />
<P>António José Seguro, que assumiu a chefia do Estado em 09 de março, tem insistido na necessidade de melhor organização e planeamento a médio e longo prazo, contra a cultura do improviso perante catástrofes.</P><br />
<P>Em 17 de abril, reuniu pela primeira vez o Conselho de Estado, sobre segurança e defesa, e dessa reunião saiu como conclusão &#8220;a importância de reforçar a preparação nacional face a fenómenos atmosféricos severos, a ameaças híbridas e a riscos emergentes, bem como de assegurar a proteção eficaz de infraestruturas críticas e o regular funcionamento dos serviços essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o comunicado divulgado na altura, &#8220;foi igualmente destacada a necessidade de continuar a promover a articulação entre as diferentes entidades com responsabilidades nestas áreas, reforçando a capacidade de prevenção, resposta e recuperação em situações de crise&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788841]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 116</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 116 e o número de desaparecidos diminuiu para 53, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 116 e o número de desaparecidos diminuiu para 53, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 116 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 99 tinham também a nacionalidade venezuelana, contam-se 22 crianças e 94 adultos, acrescentou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado no domingo, contabilizava 114 portugueses e lusodescendentes mortos e 54 desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>O número total de mortos subiu hoje para 4.561, enquanto o número de feridos se manteve em 16.740, informa o relatório oficial hoje divulgado na rede social Telegram pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>As autoridades não referiram o número total de desaparecidos.</P><br />
<P>A Organização das Nações Unidas estimou, dois dias após o desastre, que o número de desaparecidos poderia chegar a 50 mil, enquanto outras projeções, citadas pela Agence France-Presse (AFP), sugerem um número próximo de 10 mil.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788838]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: EUA condenam &#8220;desrespeito&#8221; do Irão pela soberania do Iémen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos (EUA) consideraram hoje inaceitável o "desrespeito deliberado" do Irão pela soberania do Iémen e pelas decisões coletivas do Conselho de Segurança da ONU.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos (EUA) consideraram hoje inaceitável o &#8220;desrespeito deliberado&#8221; do Irão pela soberania do Iémen e pelas decisões coletivas do Conselho de Segurança da ONU.</P><br />
<P>Numa reunião de emergência do Conselho de Segurança solicitada pelo Governo iemenita, a diplomata norte-americana Tammy Bruce afirmou que voos iranianos aterraram recentemente no Iémen para transportar membros da Guarda Revolucionária Islâmica, incluindo especialistas em &#8216;drones&#8217; e mísseis, &#8220;em apoio ao terrorismo dos Huthis&#8221;, sob o pretexto de participarem nas cerimónias fúnebres do antigo líder supremo iraniano Ali Khamenei. </P><br />
<P>&#8220;Esse tipo de apoio permite que os Huthis aterrorizem o povo iemenita e ameacem a liberdade de navegação no Mar Vermelho e nas vias navegáveis adjacentes. (&#8230;) Aliás, os líderes Huthis comemoraram publicamente o voo recente como uma bem-sucedida evasão dos esforços internacionais para isolar o grupo terrorista&#8221;, afirmou Bruce, representante adjunta dos EUA junto às Nações Unidas.</P><br />
<P>Essas ações, avaliou a diplomata, constituem uma violação da Resolução 2216 do Conselho de Segurança da ONU, que proíbe o fornecimento, a venda ou a transferência de armas, assistência técnica, treino ou outro tipo de apoio aos Huthis relacionado com atividades militares ou uso de armas e material similar, incluindo &#8216;drones&#8217; e mísseis.</P><br />
<P>De acordo com Tammy Bruce, os rebeldes xiitas têm demonstrado, devido à assistência iraniana, uma crescente sofisticação militar, incluindo frequentes ataques transfronteiriços com &#8216;drones&#8217; e mísseis, além do uso de munições de fragmentação.</P><br />
<P>&#8220;Essa crescente capacidade, por si só, é uma evidência de que os Huthis receberam apoio externo, em violação ao embargo de armas imposto&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;O desrespeito deliberado da República Islâmica do Irão pela soberania do Iémen e pelas decisões coletivas deste Conselho é simplesmente inaceitável&#8221;, frisou a representante de Washington.</P><br />
<P>Tammy Bruce fez ainda referência aos recentes ataques iranianos contra navios que passam pelo estreito de Ormuz e contra países vizinhos, os quais considerou uma provocação deliberada que contradiz o memorando de entendimento alcançado em maio.</P><br />
<P>&#8220;Os EUA não implementarão unilateralmente o memorando de entendimento enquanto o Irão continuar a ameaçar a passagem segura protegida pelo Memorando. Em resumo, se o Irão disparar contra navios, responderemos imediatamente com força&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o embaixador francês frisou que, ao pousar aeronaves nos aeroportos iemenitas de Sana e Hodeida sem o consentimento das autoridades legítimas do Iémen, o Irão violou o direito internacional.</P><br />
<P>&#8220;Isso demonstra o comportamento desestabilizador do Irão na região. Essas ações precisam de acabar&#8221;, apelou Jérôme Bonnafont.</P><br />
<P>Por outro lado, Moscovo insistiu que o voo de 03 de julho do Irão para Sana teve um propósito &#8220;estritamente humanitário&#8221;.</P><br />
<P>A diplomata russa Anna Evstigneeva reconheceu que o voo deveria ter sido acordado com as autoridades oficiais, insistindo, no entanto: &#8220;Este foi um voo estritamente humanitário&#8221;.</P><br />
<P>O incidente não causou vítimas nem danos materiais, porém, resultou numa escalada da violência no Iémen e na região, o que é &#8220;particularmente perigoso&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o embaixador Abdullah Al-Saadi, do Iémen, afirmou que os recentes acontecimentos no seu país constituem &#8220;um verdadeiro teste&#8221; dos princípios sobre os quais o sistema internacional se fundamenta, principalmente o respeito à soberania e a não interferência.</P><br />
<P>O diplomata afirmou que o Iémen solicitou a reunião de hoje pois o recente voo não autorizado constitui um &#8220;precedente extremamente perigoso&#8221;, questionando se o Conselho é capaz de proteger as regras do sistema internacional.</P><br />
<P>O uso do aeroporto de Sana poderia encorajar grupos armados a explorar instalações civis que estão fora do controlo de governos legítimos, alertou ainda.</P><br />
<P>Os Huthis, apoiados pelo Irão, controlam Sana e grande parte do norte do Iémen, enquanto o Governo internacionalmente reconhecido está instalado sobretudo no sul do país e conta com o apoio de Riade.</P><br />
<P>O Irão nega repetidamente que esteja a armar os Huthis, apesar das conclusões reiteradas de peritos da ONU e de governos ocidentais que associam Teerão a envios de armas e apoio militar ao grupo xiita.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788825]]></sapo:autor>
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		<title>Defesa de Flávio Bolsonaro critica juiz por proibi-lo de visitar pai durante 90 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasília 13 jul 2026 (Lusa) -- A defesa do pré-candidato presidencial brasileiro Flávio Bolsonaro criticou hoje a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu o senador de visitar o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 13 jul 2026 (Lusa) &#8212; A defesa do pré-candidato presidencial brasileiro Flávio Bolsonaro criticou hoje a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu o senador de visitar o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.</P><br />
<P>A decisão de hoje do juiz Alexandre de Moraes, consultada pela Lusa, ocorre após Flávio Bolsonaro divulgar no último sábado nas redes sociais uma carta do pai, em que este declara apoio à pré-candidatura do filho nas eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>Moraes escreveu que, ao conceder prisão domiciliária humanitária ao ex-presidente brasileiro, em março, determinou, entre as medidas cautelares, a &#8220;proibição de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros&#8221;.</P><br />
<P>Em nota enviada à imprensa, a advogada Tracy Reinaldet, que faz a defesa de Flávio Bolsonaro durante a pré-campanha, chama a decisão de Moraes de ilegal e inconstitucional.</P><br />
<P>&#8220;Vale lembrar que o senador Flávio Bolsonaro é também advogado de seu pai. A proibição de contacto viola, portanto, o direito que o advogado tem de se comunicar com seu representado&#8221;, escreveu Reinaldet.</P><br />
<P>&#8220;Desde a proclamação da Constituição de 1988, deixar o preso incomunicável sempre foi visto pelo Supremo Tribunal Federal como algo inconstitucional. No entanto, a decisão de hoje aproxima o Presidente Jair Bolsonaro da incomunicabilidade&#8221;, completou.</P><br />
<P>Na decisão, Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai, o que, na prática, impede o senador de se encontrar com ele durante a primeira volta das eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>Segundo o juiz do Supremo brasileiro, Flávio desrespeitou a medida cautelar e utilizou o seu direito de visita ao pai &#8220;com a exclusiva finalidade&#8221; de divulgar a carta nas redes sociais.</P><br />
<P>Moraes considerou ainda que houve &#8220;propaganda eleitoral antecipada em período vedado pela legislação&#8221; e determinou que o Ministério Público Eleitoral apure se houve incumprimento da legislação.</P><br />
<P>Além de suspender as visitas, Moraes deu um prazo de 48 horas para que Jair Bolsonaro explique se tinha conhecimento de que a carta seria divulgada nas redes sociais pelo senador.</P><br />
<P>Na carta lida por Flávio Bolsonaro, Jair sinaliza que o filho é seu &#8220;porta-voz&#8221;, no qual confia &#8220;para resgatar o Brasil e (&#8230;) conduzir [o país] para a paz e a prosperidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à presidência&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Na decisão, o juiz do Supremo brasileiro lembrou que Flávio Bolsonaro é reincidente na &#8221; conduta desrespeitosa às decisões judiciais&#8221;, por ter violado a mesma medida cautelar em agosto do ano passado.</P><br />
<P>Na altura, lembrou Moraes, o senador telefonou para o pai durante um ato político e transmitiu a ligação nas redes sociais.</P><br />
<P>Quem também se pronunciou contra Moraes foi o líder da oposição no Senado brasileiro, o senador Rogério Marinho, que acusou o juiz do supremo de &#8220;interferência no jogo político&#8221; e &#8220;perseguição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A decisão (&#8230;) é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável&#8221;, informou nota à imprensa.</P><br />
<P>Marinho, que pertence ao Partido Liberal (PL) tal como Flávio Bolsonaro, afirmou que &#8220;calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contacto familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Jair Bolsonaro foi condenado e está preso por tentativa de golpe de Estado e organização criminosa, e cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788820]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA atingem alvos iranianos pela terceira noite consecutiva</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) anunciou hoje que lançou, pela terceira noite consecutiva, ataques contra o Irão, após Donald Trump ter ameaçado que as forças norte-americanas atacariam "com muita força" a República Islâmica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) anunciou hoje que lançou, pela terceira noite consecutiva, ataques contra o Irão, após Donald Trump ter ameaçado que as forças norte-americanas atacariam &#8220;com muita força&#8221; a República Islâmica.</P><br />
<P>Numa nota na rede social X, o Centcom indicou que os bombardeamentos procuram degradar a capacidade do Irão de atacar civis e navios mercantes no estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Os ataques começaram poucos minutos depois do Presidente norte-americano, Donald Trump ter declarado, numa entrevista, que a República Islâmica seria atingida &#8220;com muita força&#8221; na mesma noite. </P><br />
<P>&#8220;Não podem fazer nada quanto a isso. Não têm nada. Só têm bocas grandes. Eu conheço-os e são completamente malucos&#8221;, frisou.</P></p>
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		<title>Wall Street fecha em baixa generalizada devido a Médio Oriente e semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:29:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, a ceder a uma subida da cotação do petróleo, no seguimento do agravamento da situação no Médio Oriente e em contexto de fraqueza dos semicondutores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, a ceder a uma subida da cotação do petróleo, no seguimento do agravamento da situação no Médio Oriente e em contexto de fraqueza dos semicondutores. </P><br />
<P>O resultado da sessão indica que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average recuou 0,26%, tecnológico Nasdaq perdeu 1,55% e o alargado S&amp;P500 baixou 0,79%.</P><br />
<P>&#8220;Um fim de semana marcado por tensões entre Washington e Teerão originou uma sessão de aversão ao risco em Wall Street&#8221;, disse Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Os EUA bombardearam o Irão na noite de domingo e Teerão anunciou resposta com ataques às bases militares norte-americanas no Golfo Pérsico. </P><br />
<P>Na segunda-feira, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o restabelecimento do bloqueio dos portos iranianos no Estreito de Ormuz e disse que tencionava criar uma taxa sobre as mercadorias transportadas pelos navios nesta via marítima estratégica. </P><br />
<P>Estes desenvolvimentos &#8212; que fazem recear uma escassez de petróleo &#8212; propulsionaram a cotação do petróleo em mais de 9%, agravando as inquietações com a inflação na praça bolsista, apontou Torres.</P><br />
<P>Tanto assim que um dirigente da Reserva Federal já preveniu que o banco central pode subir a sua taxa de juro de referência &#8220;em breve&#8221;, se a inflação continuar a subir. </P><br />
<P>Justamente, os investidores vão conhecer na terça-feira a evolução do índice de preços no consumidor (IPC) em junho e no dia seguinte a do índice de preços no produtor (IPP). </P><br />
<P>Entretanto, &#8220;os títulos do setor dos semicondutores estão sob pressão, com a SK Hynix a sofrer uma forte quebra, depois de um excelente inicio de cotação&#8221; na sexta-feira, comentaram os analistas da Briefing.com.</P><br />
<P>Este fabricante sul-coreano perdeu hoje 9,32%, desempenho extensível a nomes relevantes do setor, como Nvidia (-3,52%), Broadcom (-3,98%), AMD (-4,21%) ou Intel (-6,12%).</P><br />
<P>O desempenho destes grupos é particularmente escrutinado, mais a mais quando está prestes a começar mais uma época de apresentação de resultados trimestrais. </P></p>
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		<title>Rebeldes Huthis retaliam contra sauditas após ataque ao aeroporto de Sana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:21:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os rebeldes Huthis do Iémen reivindicaram hoje o ataque a um aeroporto no sul da Arábia Saudita em retaliação por uma ofensiva que atribuem a Riade contra o aeroporto de Sana, que controlam.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os rebeldes Huthis do Iémen reivindicaram hoje o ataque a um aeroporto no sul da Arábia Saudita em retaliação por uma ofensiva que atribuem a Riade contra o aeroporto de Sana, que controlam.</P><br />
<P>O porta-voz militar Huthi, Yahya Saree, referiu num vídeo que as forças do movimento pró iraniano lançaram um ataque ao Aeroporto Internacional de Abha com recurso a mísseis e &#8216;drones&#8217;.</P><br />
<P>A mesma fonte alertou ainda &#8220;todas as companhias aéreas para que não sobrevoem o espaço aéreo do Reino da Arábia Saudita&#8221;.</P><br />
<P>O Governo iemenita, apoiado por Riade, reivindicou a responsabilidade pelo ataque ao aeroporto, mas os Huthis culparam a Arábia Saudita e prometeram retaliar.</P><br />
<P>O ataque ao aeroporto de Sana é o incidente mais grave entre as duas partes em anos e ameaça o cessar-fogo mediado pela ONU em 2022.</P><br />
<P>A ofensiva ocorre no meio de tensões regionais crescentes após a retoma das hostilidades entre os Estados Unidos e o Irão.</P><br />
<P>O Governo iemenita, reconhecido internacionalmente, afirmou ter disparado contra o aeroporto da capital para impedir que um avião iraniano, que transportava uma delegação Huthi, regressasse de Teerão, onde na semana passada participou no funeral do antigo líder supremo Ali Khamenei.</P><br />
<P>O Governo disse ter tentado, sem sucesso, persuadir a delegação a viajar num avião da companhia aérea nacional. </P><br />
<P>&#8220;As milícias terroristas Huthis, apoiadas pelo regime iraniano&#8221;, insistiram &#8220;em permitir que um avião iraniano violasse o espaço aéreo iemenita. Como resultado, a pista do aeroporto foi alvejada&#8221;, afirmou o Ministério da Defesa em comunicado.</P><br />
<P>Segundo os meios de comunicação Huthis, o avião acabou por aterrar na cidade costeira de Hodeida (oeste), controlada pelos rebeldes.</P><br />
<P>O Irão, aliado do país, condenou o ataque, classificando-o como um &#8220;ataque à integridade territorial do Iémen&#8221;, de acordo com a agência de notícias oficial iraniana IRNA.</P><br />
<P>O espaço aéreo iemenita continua sob o controlo da coligação, exigindo que as companhias aéreas obtenham autorização prévia para aterrar.</P><br />
<P>Os Huthis, no entanto, parecem ter minado este acordo ao organizarem voos diretos entre o Irão e Sana, provocando a ira das autoridades e do seu aliado saudita.</P><br />
<P>No início de julho, os Huthis já tinham acusado Riade de tentar atacar um avião iraniano que aterrou em Sana antes de partir. De seguida, ameaçaram atacar os aeroportos e as infraestruturas estratégicas sauditas, como já tinham feito no passado.</P><br />
<P>O ataque aumentou os receios de um conflito mais amplo, com o Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Huthis a afirmar que marcava &#8220;o fim da fase de desanuviamento e do cessar-fogo, e o início da guerra&#8221;.</P><br />
<P>O chefe do Conselho Presidencial do Iémen, Rashad al-Alimi, disse, no entanto, ter instruído o seu lado para não intensificar o confronto.</P><br />
<P>O enviado especial da ONU para o Iémen, Hans Grundberg, manifestou &#8220;extrema preocupação&#8221; e apelou à &#8220;desescalada&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a ONU, a guerra ceifou centenas de milhares de vidas ao longo de mais de uma década e mergulhou o país numa das piores crises humanitárias do mundo.</P></p>
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		<title>Israel e Líbano voltam a negociar retirada israelita do sul libanês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:17:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A nova sessão de negociações diretas entre Israel e o Líbano deve desenrolar-se terça e quarta-feira em Roma, disse hoje uma fonte oficial libanesa à AFP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A nova sessão de negociações diretas entre Israel e o Líbano deve desenrolar-se terça e quarta-feira em Roma, disse hoje uma fonte oficial libanesa à AFP. </P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano tinha indicado na semana passado à AFP que o sexto ciclo de discussões deveria ocorrer na quarta e quinta-feira. </P><br />
<P>Após cinco rondas negociais em Washington, Israel e o Líbano concluíram um acordo-quadro em 26 de junho com vista a uma &#8220;paz duradoura&#8221; entre os dois países, em estado de guerra desde há décadas.</P><br />
<P>O acordo prevê que o exército libanês restabeleça a sua autoridade no sul do país, sob reserva de desarmamento do Hezbollah, a começar em &#8216;zonas piloto&#8217;, das quais se retirariam os militares israelitas.  </P><br />
<P>&#8220;A delegação libanesa recebeu como instrução reclamar o início imediato da retirada das forças israelitas de duas zonas piloto antes de qualquer discussão&#8221;, indicou a Presidência libanesa, em comunicado, depois de uma reunião entre o presidente, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro, Nawaf Salam.</P><br />
<P>Uma delegação militar dos Estados Unidos (EUA) iniciou sábado em Beirute discussões com os militares libaneses sobre as modalidades de aplicação da retirada israelita de uma destas zonas. </P><br />
<P>O movimento islamita pró-iraniano Hezbollah opõe-se a estas negociações e recusa ser desarmado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788811]]></sapo:autor>
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		<title>França e Ucrânia acordam aquisição de aviões, baterias e misseis por Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A França e a Ucrânia concluíram hoje um plano para a aquisição por Kiev de 16 aviões de combate Rafale, os primeiros dos quais devem voar em 2028-2029 "nos ares ucranianos", anunciou o Presidente francês, Emmanuel Macron.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A França e a Ucrânia concluíram hoje um plano para a aquisição por Kiev de 16 aviões de combate Rafale, os primeiros dos quais devem voar em 2028-2029 &#8220;nos ares ucranianos&#8221;, anunciou o Presidente francês, Emmanuel Macron.</P><br />
<P>Para reforçar a defesa antiaérea ucraniana, Kiev vai também dotar-se &#8220;de uma primeira série de baterias SAMP/T de nova geração, que vem completar os sistemas que vão ser vendidos com os seus mísseis nas próximas semanas&#8221;, acrescentou Macron, depois de uma cimeira dos países integrantes da designada &#8216;coligação de voluntários&#8217; em Paris. </P><br />
<P>O acordo prevê ainda o fornecimento de radares e a produção, licenciada, na Ucrânia de mísseis antiaéreos Aster 30 e de cruzeiro Scalp, avançou o Presidente francês.    </P></p>
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		<title>Médio Oriente: Irão condena ataque do Governo do Iémen ao aeroporto de Sana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Irão condenou hoje o ataque reivindicado pelo Governo do Iémen, apoiado pela Arábia Saudita, contra o aeroporto de Sana, controlado pelos rebeldes Huthis, para impedir a aterragem de um avião proveniente de Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão condenou hoje o ataque reivindicado pelo Governo do Iémen, apoiado pela Arábia Saudita, contra o aeroporto de Sana, controlado pelos rebeldes Huthis, para impedir a aterragem de um avião proveniente de Teerão.</P><br />
<P>Segundo a agência de notícias iraniana IRNA, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmaeil Baghaei, descreveu o ato como uma &#8220;violação flagrante do direito internacional e da Carta das Nações Unidas, bem como uma violação da soberania nacional e da integridade territorial do Iémen&#8221;.</P><br />
<P>O porta-voz militar dos Huthis, Yahya Saree, tinha anteriormente atribuído o ataque à Arábia Saudita, afirmando que o aeroporto da capital iemenita fora alvo de &#8220;ataques aéreos sauditas&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, o Governo iemenita, reconhecido internacionalmente e apoiado por Riade, reivindicou a responsabilidade pelo ataque ao aeroporto, afirmando que a operação teve como objetivo impedir a aterragem de um avião iraniano que transportava uma delegação Huthi de regresso de Teerão, onde participou nas cerimónias fúnebres do ex-líder supremo iraniano Ali Khamenei.</P><br />
<P>A coligação militar liderada pela Arábia Saudita anunciou hoje ter intercetado mísseis balísticos lançados pelos rebeldes Huthis contra o sul do território saudita, depois do ataque ao aeroporto.</P><br />
<P>O agravamento da situação ocorre também num contexto de crescente tensão regional, na sequência do reinício dos confrontos entre Estados Unidos e Irão.</P></p>
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		<title>Andy Burnham confirmado único candidato à sucessão de Keir Starmer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O político britânico Andy Burnham garantiu o apoio de cerca de 87% dos deputados do Partido Trabalhista no processo de escolha do novo líder partidário, excluindo a possibilidade de candidatura de um adversário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O político britânico Andy Burnham garantiu o apoio de cerca de 87% dos deputados do Partido Trabalhista no processo de escolha do novo líder partidário, excluindo a possibilidade de candidatura de um adversário.</P><br />
<P>De acordo com dados do partido publicados hoje, o antigo Presidente da Câmara de Manchester obteve o apoio de 349 dos 403 deputados trabalhistas, mais 27 que os 322 confirmados desde a abertura das candidaturas, na quinta-feira. </P><br />
<P>O primeiro requisito para formalizar uma candidatura à liderança do &#8216;Labour&#8217; é o apoio de um mínimo de 20% dos deputados do grupo parlamentar, ou seja, 81.  </P><br />
<P>O cenário de &#8220;entronização&#8221; &#8211; ou &#8220;coroação&#8221;, como lhe chama a comunicação social britânica &#8211; já era considerado muito provável, porque os principais potenciais concorrentes afastaram-se da corrida desde que Burnham regressou ao Parlamento, após vencer uma eleição legislativa parcial em 18 de junho.</P><br />
<P>O antigo ministro da Saúde Wes Streeting, o ex-secretário de Estado da Defesa Al Carns e o atual secretário de Estado para as Relações Intergovernamentais, Darren Jones, desistiram de avançar, declarando apoio a Burnham para evitar um debate interno prolongado no partido.</P><br />
<P>As nomeações decorrem até 16 de julho, pelo que Burnham deverá ser confirmado como líder trabalhista no dia seguinte e assumir funções como primeiro-ministro após uma audiência com o rei Carlos III, prevista para 20 de julho.</P><br />
<P>O sistema parlamentar britânico permite a substituição do líder do partido no poder e, consequentemente, do primeiro-ministro, sem necessidade de eleições legislativas, sendo que o próximo escrutínio nacional só terá de ocorrer até 2029.</P><br />
<P>Keir Starmer anunciou no mês passado que se demitiria assim que fosse escolhido um sucessor, após cerca de dois anos no cargo marcados por decisões controversas que fragilizaram a sua posição política.</P></p>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos ultrapassa os 4.500</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:29:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho ultrapassou os 4.500, segundo os mais recentes dados oficiais divulgados hoje pelas autoridades venezuelanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho ultrapassou os 4.500, segundo os mais recentes dados oficiais divulgados hoje pelas autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>De acordo com o relatório oficial divulgado na rede social Telegram pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o número de mortos é agora de 4.561, mantendo-se o número de feridos inalterado em 16.740.</P><br />
<P>O anterior número de mortos, segundo o balanço de domingo, era de 4.490.</P><br />
<P>Destes, 114 mortos são cidadãos portugueses e lusodescendentes, havendo ainda 54 desaparecidos, segundo dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros português divulgados no domingo.</P><br />
<P>As autoridades não referiram o número total de desaparecidos. A ONU estimou que este número poderia chegar aos 50.000, dois dias após o desastre. Algumas projeções sugerem um número mais próximo de 10.000, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Mais de 20.200 pessoas estão sem casa e a viver nestes abrigos improvisados, segundo o relatório oficial.</P><br />
<P>Equipas de resgate venezuelanas e estrangeiras continuam a tentar recuperar corpos soterrados sob os escombros. </P><br />
<P>De acordo com o Governo, mais de 850 edifícios foram afetados e 190 ruíram por completo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788802]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: ONU pede contenção para impedir que Iémen seja arrastado para conflito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:23:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ONU pediu hoje a todas as partes envolvidas no conflito no Médio Oriente para que atuem com contenção e não permitam que o Iémen "seja arrastado ainda mais" para a instabilidade regional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU pediu hoje a todas as partes envolvidas no conflito no Médio Oriente para que atuem com contenção e não permitam que o Iémen &#8220;seja arrastado ainda mais&#8221; para a instabilidade regional.</P><br />
<P>O apelo foi deixado pelo secretário-geral adjunto interino da ONU para os Assuntos Humanitários, Indrika Ratwatte, numa reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas solicitada pelo Governo iemenita.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o secretário-geral adjunto da ONU para o Médio Oriente, Khaled Khiari, indicou que os recentes acontecimentos no Iémen são um lembrete contundente de que &#8220;não existe alternativa a um processo político inclusivo e liderado pelos iemenitas&#8221;.</P><br />
<P>Ao descrever os acontecimentos recentes, Khiari afirmou que, em 03 de julho, uma aeronave iraniana teria viajado de Teerão para o Aeroporto Internacional de Sana antes de retornar à origem.</P><br />
<P>A aeronave transportava uma delegação de rebeldes Huthis ao funeral do ex-líder supremo iraniano, Ali Khamenei, e o governo do Iémen considerou o voo uma violação do seu espaço aéreo e da sua soberania.</P><br />
<P>Hoje, outro avião iraniano que transportava uma delegação dos Huthis que retornava de Teerão aterrou no Aeroporto de Hudaydah. </P><br />
<P>Tudo isto após relatos de ataques aéreos no Aeroporto Internacional de Sana, os quais os Huthis atribuíram à Arábia Saudita.</P><br />
<P>Entretanto, o governo iemenita, reconhecido internacionalmente e apoiado pela Arábia Saudita, reivindicou a responsabilidade pelo ataque ao aeroporto, afirmando que a operação visou impedir a aterragem do avião iraniano.</P><br />
<P>O executivo iemenita já havia alertado o Irão contra voos não autorizados para o país e prometeu tomar todas as medidas necessárias.</P><br />
<P>Após os ataques aéreos relatados contra o Aeroporto Internacional de Sana, os Huthis anunciaram o &#8220;fim da fase de desescalada&#8221; com a Arábia Saudita e, em seguida, lançaram mísseis balísticos contra aquele país, que foram intercetados.</P><br />
<P> &#8220;Estamos profundamente preocupados com o risco de uma escalada mais ampla. O Iémen e a região em geral não podem suportar outro ciclo de escalada. Apelamos a todos os intervenientes para que se empenhem construtivamente em negociações sob os auspícios da ONU&#8221;, instou Khaled Khiari.</P><br />
<P>&#8220;A nossa mensagem é clara: medidas unilaterais não aproximarão o Iémen da paz. Pelo contrário, elevam o risco de aprofundar as divisões, acelerar a fragmentação e aumentar o perigo de uma nova escalada e confronto militar&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Na frente humanitária, Ratwatte frisou que o Iémen está a enfrentar múltiplos choques, como o agravamento da insegurança alimentar, o impacto previsto do El Niño na produção de alimentos e nos meios de subsistência e uma queda sem precedentes no financiamento humanitário.</P><br />
<P>Segundo o representante da ONU, em todo o país, as famílias enfrentam uma combinação assustadora de fome, declínio económico, deslocamento forçado, surtos de doenças e colapso dos serviços básicos.</P><br />
<P>&#8220;Todo o corte de verbas tem um rosto humano&#8221;, observou,</P><br />
<P>Ratwatte apelou aos doadores por financiamento sustentado e flexível, e ao Conselho de Segurança para que defenda, nos &#8220;termos mais enfáticos possíveis&#8221;, a libertação imediata e incondicional de todos os detidos arbitrariamente, incluindo 73 colegas da ONU.</P><br />
<P>Já a representante do Reino Unido, Kate Foster, afirmou que o seu país apoiou a reunião de hoje, juntamente com os Estados Unidos, a França e o Bahrein, a favor da soberania do Iémen e da segurança regional.</P><br />
<P>A diplomata condenou os ataques de hoje dos Huthis contra a Arábia Saudita como ações &#8220;imprudentes&#8221; que ameaçam a segurança regional e minam os esforços para garantir a paz no Iémen. </P><br />
<P>Expressou ainda profunda preocupação com as notícias de que duas aeronaves iranianas pousaram no Iémen sem permissão ou autorização das autoridades competentes &#8212; uma violação da soberania do Iémen e do direito internacional.</P><br />
<P>&#8220;Se confirmadas, suscitariam sérias preocupações as informações de que os voos podem ter transportado pessoal militar, especialistas técnicos e equipamentos para apoiar as capacidades militares dos Huthis&#8221;, disse Kate Foster, que alertou ainda para possíveis violações de resoluções do Conselho de Segurança.</P><br />
<P>Os Huthis, apoiados pelo Irão, controlam Sana e grande parte do norte do Iémen, enquanto o Governo internacionalmente reconhecido está instalado sobretudo no sul do país e conta com o apoio de Riade.</P><br />
<P>O Irão nega repetidamente que esteja a armar os Huthis, apesar das conclusões reiteradas de peritos da ONU e de governos ocidentais que associam Teerão a envios de armas e apoio militar ao grupo xiita.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788801]]></sapo:autor>
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		<title>Várias crianças raptadas de escolas na Nigéria foram espancadas no cativeiro &#8211; professora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Várias das crianças raptadas no Estado de Oyo, no sudoeste da Nigéria, foram vítimas de violência física durante os quase dois meses de cativeiro, disse hoje a diretora de uma das escolas atacadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Várias das crianças raptadas no Estado de Oyo, no sudoeste da Nigéria, foram vítimas de violência física durante os quase dois meses de cativeiro, disse hoje a diretora de uma das escolas atacadas.</P><br />
<P>Os cerca de quarenta alunos e membros do pessoal, cuja libertação foi anunciada na sexta-feira, tinham sido raptados em três escolas do estado de Oyo, situadas na periferia do vasto Parque Nacional de Old Oyo, no dia 15 de maio.</P><br />
<P>&#8220;Algumas das crianças foram espancadas. Faziam muito barulho, e era isso que os sequestradores mais detestavam&#8221;, explicou Racheal Alamu durante uma conferência de imprensa na sede do governo do Estado de Oyo, onde o exército entregou oficialmente as crianças e os seus professores às autoridades civis.</P><br />
<P>Segundo o seu testemunho, os alunos mais novos foram alvo especial dos seus raptores: &#8220;Foram eles que receberam mais golpes. Tapavam-lhes a boca, amarravam-nas com roupas e batiam-lhes violentamente&#8221;.</P><br />
<P>Os adultos raptados também foram vítimas de maus-tratos, relatou: &#8220;Os homens tiveram um destino ainda mais difícil, estavam com os olhos vendados, as mãos algemadas e as pernas acorrentadas&#8221;.</P><br />
<P>Durante o seu cativeiro, os reféns foram obrigados a deslocar-se regularmente pelas florestas do Parque Nacional de Old Oyo para escapar às operações de busca.</P><br />
<P>Segundo a diretora e o governador do estado de Oyo, Seyi Makinde, dois professores foram mortos, um no primeiro dia, durante o sequestro, e o outro durante o cativeiro.</P><br />
<P>As crianças e os membros do pessoal foram resgatados no final de operações que o exército descreveu como &#8220;cuidadosamente planeadas e executadas&#8221;, realizadas em colaboração com os serviços de informações, a polícia e grupos locais de autodefesa.</P><br />
<P>Cinco membros das forças de segurança, incluindo elementos de grupos de vigilância comunitária, também foram mortos durante a operação, indicou Makinde.</P><br />
<P>Este sequestro em massa foi atribuído a combatentes do Ansaru, uma fação dissidente do Boko Haram conhecida por operar no centro da Nigéria e por alargar as suas atividades para o sudoeste.</P><br />
<P>O sudoeste da Nigéria tem sido considerado uma das regiões mais seguras de um país assolado por múltiplas crises de segurança.</P><br />
<P>Os sequestros para obtenção de resgate constituem um desafio constante para as autoridades nas regiões instáveis do norte da Nigéria. No entanto, os sequestros em massa têm sido raros no sul do país.</P><br />
<P>O estado de Oyo é um dos mais populosos da Nigéria e tem como capital Ibadan, um importante centro de ensino no país.</P></p>
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		<title>Trump anuncia discurso à nação na quinta-feira à noite sem revelar tema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:55:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, revelou hoje que vai proferir um discurso à nação na quinta-feira à noite, num momento em que os Estados Unidos retomaram os confrontos com o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, revelou hoje que vai proferir um discurso à nação na quinta-feira à noite, num momento em que os Estados Unidos retomaram os confrontos com o Irão.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente Trump fará um pronunciamento à nação na quinta-feira à noite, às 21:00 (02:00 de sexta-feira em Lisboa)&#8221;, escreveu o republicano na sua plataforma de rede social, a Truth Social.</P><br />
<P>Trump não revelou quais os temas que irá abordar, e a Casa Branca não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários da agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Esta intervenção acontece num momento de aumento das tensões entre os Estados Unidos e o Irão na guerra que começou em 28 de fevereiro com ataques aéreos israelitas e norte-americanos e que está a abalar o Médio Oriente e a economia global.</P><br />
<P>Também na Truth Social, o Presidente norte-americano realçou hoje que os Estados Unidos são agora &#8220;os guardiões do estreito de Ormuz&#8221; e vão impor aos navios &#8220;uma taxa equivalente a 20% do valor da sua carga&#8221; que transitam por esta via navegável estratégica, que está sujeita ao direito internacional que supostamente garante a liberdade de navegação.</P><br />
<P>Anunciou também a retoma do bloqueio do estreito, com os militares norte-americanos a especificarem que entrará em vigor às 21:00 (hora de Lisboa) de terça-feira.</P><br />
<P>O último discurso televisivo de Donald Trump foi em 01 de abril, quando justificou pela primeira vez a intervenção norte-americana no Irão, mais de um mês após o início da campanha de bombardeamento israelo-americana. </P><br />
<P>O estreito de Ormuz, palco central de disputas geopolíticas entre o Irão e os Estados Unidos, é uma das principais rotas marítimas mundiais para o transporte de petróleo e gás natural liquefeito, sendo considerado um ponto estratégico para o comércio internacional e para o abastecimento energético global.</P><br />
<P>No âmbito do memorando de entendimento firmado entre Washington e Teerão, os Estados Unidos tinham levantado, a 18 de junho, o bloqueio aos portos iranianos instituído dois meses antes, em resposta ao encerramento do estreito de Ormuz pelo Irão.</P><br />
<P>Mas com o recomeço das hostilidades entre os dois países nos últimos dias, o líder norte-americano garantiu, desta vez em declarações ao canal Fox News, que os Estados Unidos iam &#8220;assumir o controlo&#8221; do estreito.</P><br />
<P>Entretanto, o Irão advertiu já que vai impedir os Estados Unidos de interferirem na gestão do estratégico estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Na noite passada, os Estados Unidos lançaram uma nova vaga de ataques contra o Irão, para impedir Teerão de atacar navios no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Teerão respondeu com ataques aos aliados regionais de Washington, pondo em causa o cessar-fogo de 08 de abril e o memorando de entendimento firmado em junho passado.</P><br />
<P>Irão e Omã partilham geograficamente o estreito de Ormuz, uma passagem marítima estratégica bloqueada desde março devido ao conflito iniciado por uma intervenção militar dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão e Mascate estão a negociar um protocolo de segurança no estreito para gerir a navegação por onde, antes do conflito, circulava aproximadamente um quinto do petróleo mundial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788799]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Força multinacional começa treino em países vizinhos nos próximos meses &#8212; Macron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:51:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A força multinacional criada para ser destacada na Ucrânia após o fim da guerra com a Rússia vai começar a treinar nos "países vizinhos" nos "próximos meses", adiantou hoje o Presidente francês, Emmanuel Macron.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A força multinacional criada para ser destacada na Ucrânia após o fim da guerra com a Rússia vai começar a treinar nos &#8220;países vizinhos&#8221; nos &#8220;próximos meses&#8221;, adiantou hoje o Presidente francês, Emmanuel Macron.</P><br />
<P>&#8220;Decidimos hoje sobre os exercícios que terão lugar nos próximos meses (&#8230;) Serão realizados nos países vizinhos da Ucrânia para validar os nossos planos de destacamento e demonstrar que estamos prontos, determinados e fiáveis&#8221;, referiu Macron após uma reunião da Coligação dos Voluntários em Paris.</P><br />
<P>As manobras, que terão lugar em terra, no ar e no mar, visam demonstrar que os aliados estão &#8220;preparados, determinados e credíveis&#8221; para agir em apoio da Ucrânia assim que for alcançado um cessar-fogo, frisou Macron.</P><br />
<P>O chefe de Estado francês explicou que estes exercícios fazem parte do planeamento da futura força multinacional de apoio à Ucrânia, concebida para ser destacada após o fim das hostilidades.</P><br />
<P>O Presidente francês convocou para hoje uma reunião dos líderes dos cerca de 30 países que integram a Coligação dos Voluntários sobre a Ucrânia, da qual Portugal faz parte, de forma a planear novas iniciativas que permitam dar &#8220;garantias de segurança&#8221; a Kiev.</P></p>
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		<title>Irão: EUA retomam bloqueio dos portos iranianos na terça-feira &#8211; exército</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:35:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos vão retomar o bloqueio dos portos iranianos na terça-feira, às 21:00 de Lisboa, anunciou hoje o Comando Central militar norte-americano (CENTCOM), após o anúncio da decisão pelo Presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos vão retomar o bloqueio dos portos iranianos na terça-feira, às 21:00 de Lisboa, anunciou hoje o Comando Central militar norte-americano (CENTCOM), após o anúncio da decisão pelo Presidente Donald Trump.</P><br />
<P>&#8220;As forças do CENTCOM vão fazer cumprir o bloqueio contra as embarcações que transitem de ou para portos e áreas costeiras do Irão&#8221;, refere o comunicado emitido pelo comando militar responsável pelo Médio Oriente, pela Ásia Central e pela Ásia Meridional.</P><br />
<P>&#8220;O fluxo de tráfego nas águas regionais para todas as embarcações que não estejam a violar o bloqueio continuará a ser apoiado pelas forças armadas dos EUA&#8221;, adianta a nota.</P><br />
<P>A unidade militar esclarece ainda que o bloqueio vai seguir os moldes daquele que esteve em vigor entre 13 de abril e 18 de junho, período em que afirma ter neutralizado nove embarcações e redirecionado mais de 140 que não aceitaram as orientações norte-americanas e em que autorizou a passagem de mais de 50 navios com ajuda humanitária.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz, palco central de disputas geopolíticas entre o Irão e os Estados Unidos, é uma das principais rotas marítimas mundiais para o transporte de petróleo e gás natural liquefeito, sendo considerado um ponto estratégico para o comércio internacional e para o abastecimento energético global.</P><br />
<P>No âmbito do memorando de entendimento firmado entre Washington e Teerão, os Estados Unidos tinham levantado, a 18 de junho, o bloqueio aos portos iranianos instituído dois meses antes, em resposta ao encerramento do estreito de Ormuz pelo Irão.</P><br />
<P>Mas com o recomeço das hostilidades entre os dois países nos últimos dias, o líder norte-americano garantiu, desta vez em declarações ao canal Fox News, que os Estados Unidos iam &#8220;assumir o controlo&#8221; do estreito.</P><br />
<P>Entretanto, o Irão advertiu já que vai impedir os Estados Unidos de interferirem na gestão do estratégico estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Na noite passada, os Estados Unidos lançaram uma nova vaga de ataques contra o Irão, para impedir Teerão de atacar navios no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Teerão respondeu com ataques aos aliados regionais de Washington, pondo em causa o cessar-fogo de 08 de abril e o memorando de entendimento firmado em junho passado.</P><br />
<P>Irão e Omã partilham geograficamente o estreito de Ormuz, uma passagem marítima estratégica bloqueada desde março devido ao conflito iniciado por uma intervenção militar dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão e Mascate estão a negociar um protocolo de segurança no estreito para gerir a navegação por onde, antes do conflito, circulava aproximadamente um quinto do petróleo mundial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788797]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Conselho Superior de Defesa deu parecer favorável a &#8220;potencial nova missão multinacional&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:32:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Superior de Defesa Nacional, que se reuniu hoje no Palácio de Belém, deu parecer favorável, por unanimidade, a propostas de ajustamento de forças nacionais destacadas e a uma "potencial nova missão multinacional", não especificada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Superior de Defesa Nacional, que se reuniu hoje no Palácio de Belém, deu parecer favorável, por unanimidade, a propostas de ajustamento de forças nacionais destacadas e a uma &#8220;potencial nova missão multinacional&#8221;, não especificada.</P><br />
<P>Esta informação consta de uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet sobre a reunião de hoje deste órgão de consulta para os assuntos relativos à defesa nacional e às Forças Armadas, a segunda realizada no mandato do atual chefe de Estado, António José Seguro.</P><br />
<P>Segundo a nota informativa, na sessão ordinária de hoje o Conselho Superior de Defesa Nacional fez &#8220;uma apreciação respeitante à situação de defesa e segurança internacional, bem como às conclusões da Cimeira da NATO, realizada em Ancara&#8221; na semana passada.</P><br />
<P>&#8220;O Conselho Superior de Defesa Nacional fez ainda uma análise a um pedido de parecer por parte da Comissão de Defesa Nacional da Assembleia da República. Efetuou um ponto de situação sobre forças nacionais destacadas e deu parecer favorável, por unanimidade, às propostas de ajustamento da Iniciativa Mar Aberto e da participação nacional na Missão Portuguesa de Capacitação na República Democrática de São Tomé e Príncipe, bem como, a uma potencial nova missão militar multinacional&#8221;, lê-se na nota.</P><br />
<P>O Conselho Superior de Defesa Nacional &#8220;deliberou ainda, por unanimidade, expressar o seu agradecimento e louvor às Forças Armadas pelo papel que desempenham na sociedade portuguesa e na projeção de Portugal no mundo&#8221;, acrescenta-se.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788796]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Supremo brasileiro suspende visitas de Flávio a Jair Bolsonaro durante as eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:31:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 13 jul 2026 (Lusa) -- O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil suspendeu hoje por 90 dias as visitas do senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro ao seu pai, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 13 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil suspendeu hoje por 90 dias as visitas do senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro ao seu pai, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.</P><br />
<P>A decisão do juiz Alexandre de Moraes, consultada pela Lusa, ocorre após Flávio Bolsonaro ler uma carta do pai nas redes sociais no último sábado, em que Jair declara apoio à pré-candidatura do filho nas eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>Moraes escreveu que, ao conceder prisão domiciliária humanitária a Jair Bolsonaro, em março deste ano, determinou, entre as medidas cautelares, a &#8220;proibição de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros&#8221;.</P><br />
<P>Para Moraes, Flávio desrespeitou a medida cautelar e utilizou o seu direito de visita ao pai &#8220;com a exclusiva finalidade&#8221; de divulgar a carta nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Não há dúvidas, portanto, que a conduta irregular de Flávio Nantes Bolsonaro desrespeitou expressa vedação judicial e configurou ostensivo desvio de finalidade no exercício de seu direito de visita&#8221;, escreveu Moraes.</P><br />
<P>Para Moraes, a &#8220;divulgação de vídeo em rede social e utilização de expressões com carga semântica equivalente a pedido explícito de voto pode configurar propaganda eleitoral antecipada em período vedado pela legislação&#8221;.</P><br />
<P>O juiz do STF determinou ainda que o Ministério Público Eleitoral apure se houve incumprimento da legislação eleitoral do país.</P><br />
<P>Além de suspender as visitas de Flávio, Moraes deu um prazo de 48 horas para que Jair Bolsonaro explique se tinha conhecimento de que a carta seria divulgada nas redes sociais pelo senador.</P><br />
<P>Na carta lida por Flávio Bolsonaro, Jair sinaliza que o filho é seu &#8220;porta-voz&#8221; e no qual confia &#8220;para resgatar o Brasil e (&#8230;) conduzir [o país] para a paz e a prosperidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à presidência&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Na decisão, o juiz do Supremo brasileiro lembrou que Flávio é reincidente &#8220;em sua conduta desrespeitosa às decisões judiciais&#8221; ao violar a mesma medida cautelar em agosto do ano passado.</P><br />
<P>Na altura, lembrou Moraes, o senador telefonou para o pai durante um ato político e transmitiu a ligação nas redes sociais.</P><br />
<P>A decisão de Moraes de suspender Flávio Bolsonaro por 90 dias pode ter impacto na sua campanha eleitoral, uma vez que ficará autorizado a visitar o pai apenas em meados de outubro, após a primeira volta das eleições gerais.</P><br />
<P>Jair Bolsonaro foi condenado e está preso por tentativa de golpe de Estado e organização criminosa, e cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão.</P></p>
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