
O maior sindicato da Renault, a CGT, criticou a proposta do fabricante de aumentar para mais do dobro o rendimento do CEO Carlos Ghosn para 7.22 milhões de euros, como a Automonitor já tinha noticiado.
“Ghosn ganha o jackpot e nós ficamos com as migalhas”, declarou a CGT, num comunicado divulgado esta semana.
O descontentamento do sindicato é intensificado depois de a Renault ter anunciado que iria despedir 7500 colaboradores em França no próximo ano, com o objectivo de reduzir custos fixos na ordem dos 396 milhões de euros e ajudar a aumentar o lucro do fabricante como parte de um acordo laboral estabelecido com os sindicatos em 2013, que incluía ainda o congelamento de salários.
Sindicato principal da Renault contra aumento do rendimento de Ghosn
O maior sindicato da Renault, a CGT, criticou a proposta do fabricante de aumentar para mais do dobro o rendimento do CEO Carlos Ghosn para 7.22 milhões de euros, como a Automonitor já tinha noticiado. “Ghosn ganha o jackpot e nós ficamos com as migalhas”, declarou a CGT, num comunicado divulgado esta semana. O descontentamento do sindicato é intensificado depois de a Renault ter anunciado que iria despedir 7500 colaboradores em França no próximo ano, com o objectivo de reduzir custos fixos na ordem dos 396 milhões de euros e ajudar a aumentar o lucro do fabricante como parte de um acordo laboral estabelecido com os sindicatos em 2013, que incluía ainda o congelamento de salários.
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