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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 May 2026 10:27:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Grupo ISQ investe 2 milhões de euros para criar novo centro europeu para a mobilidade inteligente no Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo ISQ vai reforçar a sua aposta na mobilidade inteligente e na indústria 4.0 com a inauguração da nova empresa Pulse Mobility Lab, instalada no novo Minho Park, em Monção. A nova unidade e representa um investimento superior a 2 milhões de euros em edificado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo ISQ vai reforçar a sua aposta na mobilidade inteligente e na indústria 4.0 com a inauguração da nova empresa Pulse Mobility Lab, instalada no novo Minho Park, em Monção.</p>
<p>A nova unidade surge na sequência da evolução do anterior ISQCTAG e representa um investimento superior a 2 milhões de euros em edificado. A estrutura conta ainda com a participação do CTAG e do fundo de investimento BlueCrown, posicionando-se como um novo polo tecnológico dedicado à mobilidade do futuro.</p>
<p>O projeto teve origem em 2019, quando o ISQ criou, em parceria com o CTAG, um laboratório de ensaios ambientais para componentes automóveis no concelho, dando origem à parceria ISQCTAG, que tem vindo a trabalhar com construtores automóveis globais e fornecedores Tier 1.</p>
<p>Com a transformação em Pulse Mobility Lab, o novo centro assume a ambição de se afirmar como um dos principais polos europeus de competência em mobilidade inteligente. A unidade será dedicada ao ensaio e validação de subsistemas de transporte para os setores da mobilidade avançada, ferrovia e indústria automóvel.</p>
<p>O laboratório mantém e aprofunda a sua especialização em áreas como testes de fiabilidade, ensaios de corrosão, compatibilidade eletromagnética, físico-química e materiais, reforçando o seu posicionamento como infraestrutura de referência para fabricantes e fornecedores internacionais.</p>
<p>Segundo Pedro Matias, CEO do Grupo ISQ, a presença no novo ecossistema industrial representa um passo estratégico para o grupo. “A presença do ISQ neste novo polo reforça o compromisso do grupo com a inovação, a transferência de conhecimento e o desenvolvimento de soluções tecnológicas para a mobilidade do futuro, contribuindo simultaneamente para a coesão territorial e para a competitividade industrial de Portugal”, afirma.</p>
<p>O responsável destaca ainda o investimento acumulado na região. “Já foram investidos em Monção 6,2 milhões de euros, através das agendas mobilizadoras do PRR, o que demonstra o empenho e o compromisso em suportar e promover soluções inovadoras e tecnicamente avançadas para a indústria automóvel”, acrescenta.</p>
<p>Com mais de 560 mil metros quadrados, o Minho Park é apresentado como um ecossistema de inovação orientado para empresas tecnológicas e industriais de elevado valor acrescentado, com infraestruturas avançadas e condições para atrair talento qualificado e investimento internacional.</p>
<p>A cooperação tecnológica entre Portugal e Galiza mantém-se como eixo estratégico central, reforçando uma oferta integrada de ensaios e validação para a indústria automóvel e dos transportes na Península Ibérica.</p>
<p>“Com esta nova etapa, o ISQ consolida Monção como um ponto estratégico europeu para investigação aplicada, testes tecnológicos e desenvolvimento industrial ligado à mobilidade sustentável e inteligente”, conclui o CEO.</p>
<p>Em termos financeiros, o Grupo ISQ fechou 2025 com uma faturação de cerca de 102 milhões de euros, um crescimento superior a 7,4% face ao ano anterior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764114]]></sapo:autor>
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		<title>Polémica com EUA nas Lajes: Rangel diz que &#8220;é o PS que tem de dar explicações&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro dos Negócios Estrageiros chamado hoje ao Parlamento para prestar declarações relacionadas com a polémica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, endureceu esta segunda-feira o tom em relação ao Partido Socialista na polémica sobre a utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos, acusando os socialistas de terem alterado a sua posição política sobre o tema e de promoverem um “aproveitamento político” de um processo que, segundo afirmou, já tinha sido amplamente esclarecido em sede parlamentar.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas antes de ser ouvido na Assembleia da República, Paulo Rangel insistiu que os principais responsáveis políticos tinham conhecimento prévio das circunstâncias relacionadas com a autorização concedida para o uso da infraestrutura militar nos Açores. O governante sublinhou que o assunto foi discutido “juntamente com outros líderes da oposição, com o Presidente na altura em funções e com o Presidente eleito”, acrescentando que os deputados socialistas tiveram igualmente acesso a todos os detalhes durante audições parlamentares realizadas “primeiro à porta aberta e depois à porta fechada”.<br />
(EM atualização)</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764078]]></sapo:autor>
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		<title>Europa em risco: quase uma em cada cinco pessoas vive sob ameaça de pobreza ou exclusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Eurostat]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza]]></category>
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					<description><![CDATA[Retrato europeu está longe de ser uniforme: as diferenças não surgem apenas entre países, mas também entre capitais e regiões dentro do mesmo Estado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2025, 92,7 milhões de pessoas na União Europeia estavam em risco de pobreza ou exclusão social, o equivalente a 20,9% da população total, ou seja, quase uma em cada cinco. A análise da &#8216;Euronews Business&#8217; mostra, no entanto, que o retrato europeu está longe de ser uniforme: as diferenças não surgem apenas entre países, mas também entre capitais e regiões dentro do mesmo Estado.</p>
<p>De acordo com os dados do Eurostat citados pela &#8216;Euronews&#8217;, a Bulgária registou a taxa mais elevada de risco de pobreza ou exclusão social, com 29%, seguida da Grécia, com 27,5%, e da Roménia, com 27,4%. No extremo oposto surgem a Rep. Checa, com 11,5%, a Polónia, com 15%, e a Eslovénia, com 15,5%.</p>
<p>Portugal surge entre os países europeus com menores diferenças internas neste indicador. Embora o risco de pobreza ou exclusão social varie de região para região, o país aparece, segundo a &#8216;Euronews&#8217;, no grupo com disparidades regionais menos acentuadas, ao lado da Eslovénia e da Dinamarca. O contraste é significativo face a países como Itália ou Espanha, onde a distância entre as regiões mais e menos expostas chega a dezenas de pontos percentuais.</p>
<p>Entre as quatro maiores economias da União Europeia, Espanha destaca-se pela negativa: 25,7% da população estava em risco de pobreza ou exclusão social, o que significa mais de uma em cada quatro pessoas. Itália, com 22,6%, e Alemanha, com 21,2%, também ficaram acima da média europeia. França, com 20,8%, ficou ligeiramente abaixo.</p>
<p>O retrato muda quando a análise passa para as capitais. Entre as 24 capitais europeias com dados disponíveis, as taxas vão de apenas 2,9% em Bratislava, capital da Eslováquia, até 33,6% em Bruxelas, na Bélgica. O dado é particularmente relevante porque nem a Eslováquia nem a Bélgica aparecem entre os três países com os valores mais baixos ou mais altos a nível nacional.</p>
<p>Bruxelas lidera entre as capitais com maior risco de pobreza ou exclusão social, seguida por Viena, com 29,4%, e Berlim, com 24,4%. Também Atenas, com 23,6%, Paris, com 20,9%, e Roma, com 20,7%, apresentam valores superiores a uma em cada cinco pessoas.</p>
<p>Já várias capitais da Europa Central e de Leste registam valores mais baixos. Além de Bratislava, também Varsóvia, com 7,1%, e Praga, com 9,1%, ficam abaixo dos dois dígitos. Budapeste, Zagreb, Liubliana e Bucareste mantêm-se abaixo dos 15%.</p>
<p>Na maioria dos países, a região da capital apresenta uma taxa de risco inferior à média nacional. Há, contudo, exceções marcantes. Bruxelas tem uma taxa de 33,6%, contra 16,5% da Bélgica, uma diferença de 17,1 pontos percentuais. Viena fica 10,6 pontos acima da média austríaca e Berlim 3,2 pontos acima da média alemã. Em Amesterdão, Copenhaga e Paris, a diferença face ao valor nacional é residual.</p>
<p>O movimento inverso também é expressivo. Na Eslováquia, a média nacional está 13,8 pontos acima de Bratislava. Na Roménia, a diferença é igual, com Bucareste bastante abaixo do valor nacional. Entre as maiores economias da UE, Espanha volta a destacar-se: a média nacional, de 25,7%, é muito superior à de Madrid, que fica nos 19,4%.</p>
<p>Quando se alarga a análise a todas as regiões, as diferenças internas tornam-se ainda mais acentuadas. Itália regista o maior fosso, com 39,7 pontos percentuais entre a Calábria, onde 45,3% da população está em risco, e o Vale de Aosta, onde a taxa é de apenas 5,6%. Em Espanha, a diferença entre Ciudad de Melilla e o País Basco chega aos 29 pontos.</p>
<p>Finlândia apresenta a menor diferença regional, de apenas três pontos, entre Helsinki-Uusimaa, com 15,5%, e Länsi-Suomi, com 18,5%. Portugal, Eslovénia e Dinamarca também estão entre os países com menores desigualdades internas neste indicador.</p>
<p>As regiões com valores mais elevados concentram-se sobretudo no sul da Europa. Quatro regiões italianas e três espanholas estão entre as 15 com maior risco de pobreza ou exclusão social. A Calábria lidera a lista, com 45,3%, seguida por outras duas regiões italianas e por Ciudad de Melilla, em Espanha, com 43,7%.</p>
<p>No total, havia em 2025 vinte regiões europeias onde pelo menos um terço da população estava em risco de pobreza ou exclusão social. Estas regiões estavam concentradas sobretudo em Itália, Espanha, Bulgária e Grécia, mas o grupo inclui também zonas urbanas da Europa Ocidental, como a Região de Bruxelas-Capital, com 33,6%, Bremen, na Alemanha, com 35,4%, e Ticino, na Suíça, com 33,1%.</p>
<p>O indicador AROPE, usado pelo Eurostat, mede a percentagem de pessoas em pelo menos uma de três situações: risco de pobreza, privação material e social severa ou residência num agregado familiar com intensidade laboral muito baixa. O limiar de pobreza é definido como 60% do rendimento mediano nacional disponível depois das transferências sociais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764084]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IL quer incentivar dádiva de sangue com atribuição de dias de férias extra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Iniciativa Liberal entregou hoje um projeto de lei que garante mais um ou dois dias de férias para quem doar sangue, com o objetivo de incentivar e reconhecer esta prática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Iniciativa Liberal entregou hoje um projeto de lei que garante mais um ou dois dias de férias para quem doar sangue, com o objetivo de incentivar e reconhecer esta prática.</p>
<p>&#8220;Como forma de também agradecermos e reconhecermos os dadores de sangue e as pessoas que se disponibilizam a isso, a Iniciativa Liberal apresentou uma proposta exatamente no sentido de fazer esse agradecimento. Uma pessoa que dê duas vezes por ano sangue tem direito a mais um dia de férias, se der mais de três vezes tem direito a dois dias de férias&#8221;, explicou a presidente da IL, Mariana Leitão, em declarações aos jornalistas.</p>
<p>A líder liberal falava à imprensa depois de ter doado sangue no Centro de Sangue e Transplantação de Lisboa, com a deputada Joana Cordeiro e mais alguns membros da comitiva.</p>
<p>O objetivo da proposta é &#8220;criar um reconhecimento&#8221; e &#8220;alertar para a importância de dar sangue&#8221;, ajudando ao aumento de dadores diários necessários.</p>
<p>Quando entrou no centro, Mariana Leitão já vinha munida de uma pequena folha de inscrição, com informações gerais e alguns dados preenchidos por si relativos à sua saúde, bem como a comportamentos e viagens recentes.</p>
<p>Depois de passar pelo balcão de inscrição de doadores, foi até à triagem onde esteve poucos minutos até chegar ao local onde se sentou para doar sangue. O processo durou cerca de 15 minutos. No final, Mariana Leitão, que disse não ser estreante nesta prática, relatou a experiência para quem possa ter receio.</p>
<p>&#8220;Qualquer pessoa chega aqui e eu tenho a certeza que em 15, 20 minutos, entre fazer a admissão, dar sangue, fica despachada e a seguir ainda tem direito ali a uns bolinhos e uns suminhos para recuperar&#8221;, respondeu, acrescentando que &#8220;a agulha não é assim tão grande&#8221; e o gesto &#8220;salva vidas&#8221;.</p>
<p>Interrogada sobre o porquê de a IL se ter abstido no passado em propostas semelhantes do BE e do PAN, Mariana Leitão respondeu que estão em causa projetos distintos. Segundo a presidente liberal, as iniciativas destes partidos visavam uma dispensa do trabalhador no dia da doação.</p>
<p>&#8220;Nós optámos por outra solução porque achamos que é o que faz mais sentido, porque se toda a gente de uma empresa for dar sangue no mesmo dia, certamente isso coloca um problema adicional às empresas&#8221;, argumentou.</p>
<p>A proposta da IL estabelece que a marcação e o gozo dos dias adicionais de férias &#8220;obedecem às regras aplicáveis em matéria laboral e dependem da apresentação de declaração comprovativa emitida pelo organismo público responsável&#8221;.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, a presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), Maria Antónia Escoval, salientou que Portugal precisa diariamente de 1.100 unidades de sangue e componentes sanguíneas nos hospitais.</p>
<p>As mulheres podem dar sangue de quatro em quatro meses, e os homens de três em três, sendo que os componentes sanguíneos têm um prazo de validade.</p>
<p>&#8220;Por isso, precisamos de uma dádiva regular e continuada ao longo do tempo&#8221;, alertou.</p>
<p>Segundo a profissional, atualmente, a doação de sangue no país &#8220;está estável&#8221; mas Maria Antónia Escoval incentivou os dadores regulares a dirigirem-se a um centro antes do período de férias de verão.</p>
<p>A dádiva de sangue é permitida desde os 18 anos até aos 70 desde que a pessoa esteja saudável.</p>
<p>O gesto, salientou a responsável, pode &#8220;salvar objetivamente três vidas&#8221;.</p>
<p>&#8220;O IPST envia uma mensagem ao dador, por e-mail com o resultado das análises, e por SMS quando a unidade é distribuída para um hospital e isso é extraordinariamente reconfortante&#8221;, enalteceu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764097]]></sapo:autor>
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		<title>Inspetora-chefe da PJ que investigou morte de Odair diz que imagens não mostram faca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A inspetora-chefe da Polícia Judiciária (PJ), que coordenou a investigação à morte de Odair Moniz, assegurou hoje que as câmaras não mostram nenhuma faca e que não foi informada da existência de um punhal quando chegou ao local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inspetora-chefe da Polícia Judiciária (PJ), que coordenou a investigação à morte de Odair Moniz, assegurou hoje que as câmaras não mostram nenhuma faca e que não foi informada da existência de um punhal quando chegou ao local.</p>
<p>O julgamento da morte de Odair Moniz está a chegar ao fim, tendo sido hoje ouvida, no Tribunal de Sintra, a última testemunha, a inspetora-chefe da PJ Cláudia Soares, que disse ao tribunal: &#8220;É a minha convicção que não existiu uma arma branca&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta é a minha interpretação. Se nós temos uma pessoa que está a empunhar uma arma branca, quando a vítima cai no chão, não se vê nenhuma arma branca. Depois, a faca não tem qualquer vestígio e em momento algum se ouve falar de uma faca logo no início&#8221;, afirmou a inspetora-chefe, sublinhando que as câmaras de vigilância não mostram Odair Moniz a utilizar uma faca.</p>
<p>Cláudia Soares explicou ainda que, quando chegou ao bairro da Cova da Moura, Amadora, onde aconteceu o crime, a equipa da Polícia Judiciária não foi informada de que existia uma faca utilizada, alegadamente, pela vítima para ameaçar os agentes da PSP, tendo encontrado posteriormente a faca durante a análise feita ao local, no chão, junto das bolsas de Odair Moniz.</p>
<p>&#8220;Quando nós chegámos ao local, nem sequer se fala da faca. O que é que é habitual num cenário destes? A primeira coisa a fazer é afastar a faca e acondicioná-la, porque é um objeto letal, guardar e dizer &#8216;está aqui'&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Durante o depoimento, a inspetora-chefe que coordenou as diligências desta investigação sublinhou que &#8220;se uma faca é manipulada, é raro não haver um vestígio biológico&#8221;.</p>
<p>Em relação ao momento em que os dois agentes tentaram deter Odair Moniz, a inspetora-chefe da PJ referiu, tendo como base as imagens captadas pelas câmaras de vigilância, que Odair Moniz chegou a agredir os agentes da PSP. &#8220;A vítima é violenta, resiste à detenção&#8221;, considerou, acrescentando que os dois agentes &#8220;estavam com receio e não estavam a conseguir a detenção&#8221;.</p>
<p>Odair Moniz, de 43 anos e residente no Bairro do Zambujal (Amadora), foi morto a tiro pelo agente da PSP Bruno Pinto em 21 de outubro de 2024, depois de ter tentado fugir à PSP e resistido a detenção na sequência de uma infração rodoviária.</p>
<p>Segundo a acusação do Ministério Público, datada de 29 de janeiro de 2025, o homem cabo-verdiano foi atingido por dois projéteis &#8211; um primeiro na zona do tórax, disparado a entre 20 e 50 centímetros de distância, e um segundo na zona da virilha, disparado a entre 75 centímetros e um metro de distância.</p>
<p>No despacho do Ministério Público não é referida qualquer ameaça com uma arma branca por parte de Odair Moniz.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764096]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: PJ identificou 33 ligações no TikTok e Pinterest associadas à Guarda Revolucionária</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pj-identificou-33-ligacoes-no-tiktok-e-pinterest-associadas-a-guarda-revolucionaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:54:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) identificou em Portugal 33 ligações no TikTok e no Pinterest associadas à Guarda Revolucionária do Irão, classificada há três meses pela União Europeia como organização terrorista, anunciou hoje a força policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) identificou em Portugal 33 ligações no TikTok e no Pinterest associadas à Guarda Revolucionária do Irão, classificada há três meses pela União Europeia como organização terrorista, anunciou hoje a força policial.</p>
<p>O reporte das ligações foi realizado no âmbito de uma ação coordenada pela Europol, que, entre 13 de fevereiro e 28 de abril, permitiu identificar no espaço europeu 14.200 publicações em vários idiomas ligadas ao exército ideológico da República Islâmica do Irão.</p>
<p>A operação, com a participação de 22 países, permitiu ainda restringir a principal conta na rede social X da Guarda Revolucionária do Irão, &#8220;com mais de 150 mil seguidores no espaço europeu&#8221;.</p>
<p>&#8220;O material variava desde discursos que misturavam narrativas de martírio religioso com mensagens políticas [&#8230;] e até vídeos gerados por Inteligência Artificial de glorificação da organização e de apelos à vingança do seu líder religioso&#8221;, precisou a PJ.</p>
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		<title>Cuatrecasas assessora Bison Bank no lançamento da primeira stablecoin portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:54:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Cuatrecasas assessorou juridicamente o Bison Bank no lançamento da “Bison Bank Electronic Money Token”, considerada a primeira stablecoin portuguesa. O novo criptoativo surge em duas versões: o EUB, indexado ao euro, e o USB, indexado ao dólar norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cuatrecasas assessorou juridicamente o Bison Bank no lançamento da “Bison Bank Electronic Money Token”, considerada a primeira stablecoin portuguesa. O novo criptoativo surge em duas versões: o EUB, indexado ao euro, e o USB, indexado ao dólar norte-americano.</p>
<p>O Bison Bank posiciona esta solução como uma ferramenta para facilitar pagamentos e transferências internacionais de forma mais rápida, segura e transparente.</p>
<p>A operação foi estruturada em conformidade com o novo enquadramento regulatório europeu para criptoativos, o Regulamento Markets in Crypto-Assets (MiCA), bem como com a legislação aplicável ao setor bancário e de moeda eletrónica.</p>
<p>Do lado da assessoria jurídica, a equipa da Cuatrecasas foi liderada pelo advogado Nuno Lima da Luz, da área de Tecnologia e Telecomunicações, contando com a participação de Tomás Gomes da Silva, da área Financeira. O projeto integrou ainda o contributo do professor universitário Paulo Cardoso do Amaral, especialista em Sistemas de Informação, que atuou como consultor externo na vertente técnica e estratégica.</p>
<p>Nuno Lima da Luz sublinha a complexidade e inovação da operação: “Esta foi uma operação muito entusiasmante, mas complexa, por exigir a harmonização da regulação financeira tradicional com os novos desafios do MiCA. Apoiámos o Bison Bank desde a conceção da estruturação operacional e jurídica até à redação do whitepaper, procurando o máximo rigor em toda a operação. Estamos muito satisfeitos com o resultado e por, mais uma vez, podermos estar ao lado do Bison Bank nestes temas vanguardistas”.</p>
<p>A principal vantagem que esta solução introduz – ‘Bison Bank Electronic Money Token’ – “é a capacidade de resolver as ineficiências, custos e incertezas dos pagamentos transfronteiriços”, aponta António Henriques, CEO do Bison Bank.</p>
<p>Por exemplo, “uma transferência internacional, fora do espaço europeu, pode envolver entre quatro e nove intermediários, o que a torna lenta e de custo imprevisível” e a “nossa solução elimina esses intermediários, reduzindo a cadeia de participantes para apenas dois — o ordenante e o beneficiário –, o que vai permitir que as transações sejam significativamente mais rápidas e económicas”, sublinha.</p>
<p>Numa fase inicial, “os EMT destinam-se exclusivamente a um segmento institucional e regulado”, ou seja, bancos, instituições de pagamento, instituições de moeda eletrónica e outros prestadpres de serviços de ativos virtuais (VASP/CASP)”.</p>
<p>Recorde-se que, em 2022, a Cuatrecasas já tinha assessorado o Bison Bank no processo de obtenção junto do Banco de Portugal do registo da Bison Digital Assets, uma filial dedicada a atividades com ativos virtuais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764079]]></sapo:autor>
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		<title>Roupa, aparência e forma de falar: Um em cada dez alunos sente discriminação na escola por razões económicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um em cada dez alunos portugueses entre os 10 e os 15 anos afirma sentir discriminação frequente na escola devido à sua condição socioeconómica, segundo um estudo realizado junto de 2500 estudantes do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um em cada dez alunos portugueses entre os 10 e os 15 anos afirma sentir discriminação frequente na escola devido à sua condição socioeconómica, segundo um estudo realizado junto de 2500 estudantes do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico. A investigação conclui que factores como a forma de falar, a roupa usada ou a falta de bens considerados “na moda” estão entre os principais motivos associados a experiências de exclusão e preconceito no contexto escolar.</p>
<p>Segundo revela o <a href="https://expresso.pt/sociedade/2026-05-18-um-em-cada-dez-alunos-sente-discriminacao-na-escola-modo-de-falar-e-roupa-usada-sao-alguns-motivos-associados-f1bcce2f" target="_blank" rel="noopener">jornal Expresso</a>, o estudo “Implicações da perceção de desigualdades socioeconómicas no bem-estar das crianças e nas suas aspirações” foi conduzido por investigadores da Universidade Lusófona, do ISCTE e da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, com financiamento do Observatório Social da Fundação “la Caixa”. Os dados mostram que, embora a maioria dos alunos refira não sofrer discriminação ou considere esses episódios pouco frequentes, cerca de 12% relatam experiências recorrentes com impacto negativo no bem-estar emocional e na integração social.</p>
<p>Os investigadores identificaram que aproximadamente metade das situações de discriminação percebida está relacionada com a aparência e o modo de falar dos alunos. A ausência de roupa ou objectos valorizados pelos colegas surge igualmente como um dos factores mais mencionados. O estudo conclui que estas experiências acabam por estar associadas a níveis mais baixos de autoestima, pior saúde mental e expectativas mais pessimistas relativamente ao futuro académico e profissional.</p>
<p>A investigação analisou também a forma como os estudantes percepcionam a sua posição social. Em média, os alunos colocam-se num nível socioeconómico intermédio, mas aqueles que referem menos recursos materiais e familiares apresentam maior vulnerabilidade social e emocional. Os autores sublinham que as “comparações diárias entre pares acentuam as experiências de privação, discriminação e preconceito”, afectando directamente o desempenho académico e o bem-estar psicológico das crianças e adolescentes.</p>
<p>Outro dos aspectos avaliados foi a chamada “privação relativa”, conceito que mede a forma como os jovens se comparam com os colegas em áreas como férias, bens materiais ou condições de vida. Embora a percepção geral de desigualdade tenha sido considerada baixa, cerca de 10% dos participantes relataram níveis elevados de privação relativa. O estudo conclui ainda que muitos alunos observam discriminação socioeconómica entre colegas nas suas escolas, mesmo quando não a sentem directamente, sem diferenças significativas entre ensino público e privado. Entre os estudantes do 7.º ao 9.º ano, esta percepção é mais acentuada.</p>
<p>Os investigadores analisaram igualmente as atitudes dos jovens perante a pobreza e detectaram diferenças entre aquilo que os alunos afirmam conscientemente e as associações inconscientes reveladas nos testes implícitos. Apesar de, de forma explícita, a maioria demonstrar atitudes positivas perante pessoas em situação de pobreza, os resultados implícitos revelam preconceitos negativos mais profundos, sobretudo entre alunos que se posicionam em estratos sociais mais elevados. Perante estas conclusões, os autores defendem que as escolas devem actuar “proactivamente na redução das desigualdades socioeconómicas”, promovendo debates sobre mérito, privilégio e estatuto social para prevenir comportamentos discriminatórios e reduzir a vulnerabilidade emocional dos alunos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764039]]></sapo:autor>
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		<title>Mota-Engil paga a partir de 25 de maio dividendo de 17,30 cêntimos por ação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Mota-Engil anunciou hoje que o dividendo de 17,30 cêntimos por ação relativo ao exercício de 2025 será pago aos acionistas a partir do dia 25.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mota-Engil anunciou hoje que o dividendo de 17,30 cêntimos por ação relativo ao exercício de 2025 será pago aos acionistas a partir do dia 25.</p>
<p>&#8220;Nos termos legais, avisam-se os senhores acionistas que, de acordo com o deliberado em assembleia-geral de 23 de abril de 2026, se encontra a pagamento, a partir de 25 de maio de 2026, o dividendo relativo ao exercício de 2025&#8221;, anunciou hoje o grupo em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</p>
<p>O dividendo de 17,30 cêntimos por ação (ilíquido) é resultante da distribuição de reservas livres de cerca de 53 milhões de euros.</p>
<p>O agente pagador nomeado para o efeito é a Caixa Geral de Depósitos, sendo o pagamento processado através da Central de Valores Mobiliários.</p>
<p>Os acionistas que beneficiem de qualquer isenção ou dispensa legal de retenção na fonte de IRS/IRC deverão fazer disso prova junto das entidades registadoras ou depositárias das ações até ao dia anterior ao pagamento do dividendo.</p>
<p>De acordo com a Mota-Engil, a partir de quinta-feira, inclusive, as ações do grupo serão transacionadas em bolsa sem conferirem direito ao dividendo.</p>
<p>Em 2025, o lucro atribuível ao grupo Mota-Engil subiu 9% para 133 milhões de euros, num ano em que a empresa diz ter tido &#8220;o melhor resultado de sempre&#8221;, apesar da quebra de 11% de volume de negócios.</p>
<p>Num comunicado divulgado em março, a construtora indica ter registado um EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) recorde de 979 milhões, com uma &#8220;margem inédita&#8221; de 18%, alinhada com um crescimento de 27% da geração da caixa (&#8216;cash-flow&#8217; operacional) para 924 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764072]]></sapo:autor>
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		<title>Irão envia proposta revista aos EUA para tentar pôr fim à guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão terá feito chegar aos Estados Unidos uma proposta revista de paz destinada a pôr fim à guerra, numa altura em que Washington aumenta a pressão sobre Teerão e admite retomar operações militares caso não haja concessões no programa nuclear iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="82" data-end="336">O Irão terá feito chegar aos Estados Unidos uma proposta revista de paz destinada a pôr fim à guerra, numa altura em que Washington aumenta a pressão sobre Teerão e admite retomar operações militares caso não haja concessões no programa nuclear iraniano.</p>
<p data-start="338" data-end="533">A informação foi avançada esta manhã pela agência Reuters, que cita uma fonte próxima do processo. Segundo a mesma fonte, o Paquistão terá transmitido aos Estados Unidos a nova proposta iraniana.</p>
<p data-start="582" data-end="781">O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baghaei, confirmou em conferência de imprensa que Teerão respondeu a uma nova proposta dos Estados Unidos para acabar com a guerra.</p>
<p data-start="783" data-end="901">“Como anunciámos ontem, as nossas preocupações foram transmitidas ao lado americano”, afirmou Baghaei aos jornalistas.</p>
<p data-start="903" data-end="1065">O responsável acrescentou que as trocas entre as partes continuam “através do mediador paquistanês”, sem divulgar mais detalhes sobre o conteúdo das conversações.</p>
<p data-start="1106" data-end="1215">A Reuters avançou que o Paquistão partilhou com Washington uma proposta revista de paz apresentada pelo Irão.</p>
<p data-start="1217" data-end="1384">“Não temos muito tempo”, afirmou a fonte citada pela agência, quando questionada sobre se seria necessário mais tempo para ultrapassar as divergências entre as partes.</p>
<p data-start="1386" data-end="1576">A mesma fonte acrescentou que tanto os Estados Unidos como o Irão “continuam a mudar as balizas”, numa referência às alterações sucessivas nas exigências de cada lado durante as negociações.</p>
<p data-start="1642" data-end="1904">Ainda não é claro o que consta da nova proposta iraniana. No entanto, exigências anteriores de Teerão terão incluído compensações pelos danos provocados pela guerra, o fim da guerra de Israel no Líbano e o levantamento do bloqueio americano aos portos iranianos.</p>
<p data-start="1906" data-end="2111">Entre as condições anteriormente associadas ao Irão estariam também garantias de que não haveria novos ataques contra território iraniano e o reconhecimento da soberania iraniana sobre o estreito de Ormuz.</p>
<p data-start="2113" data-end="2170">Esta última exigência foi rejeitada pelos Estados Unidos.</p>
<p data-start="2237" data-end="2342">A tensão aumenta num momento em que Washington estará a perder a paciência com os negociadores iranianos.</p>
<p data-start="2344" data-end="2488">Os Estados Unidos estarão a ponderar retomar operações militares caso Teerão não aceite fazer as concessões pretendidas no seu programa nuclear.</p>
<p data-start="2490" data-end="2708" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A proposta revista surge, assim, num ponto crítico das negociações, com o Paquistão a assumir o papel de mediador e com ambas as partes pressionadas pelo tempo para tentar encontrar uma saída diplomática para a guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764057]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Revolut quer ser “o maior banco do mundo” e aposta nas empresas, revela o CEO. Negócio empresarial cresceu 41% em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:28:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[revolut]]></category>
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					<description><![CDATA[A Revolut quer transformar a área de negócio B2B num dos principais motores de crescimento do grupo, revela o CEO, em mensagem interna enviada aos trabalhadores, a que a Executive Digest teve acesso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Revolut está a reforçar a aposta no segmento empresarial e quer transformar a área de negócio B2B num dos principais motores de crescimento do grupo. A ambição foi revelada por Nikolay Storonsky, CEO da fintech, numa mensagem interna enviada aos trabalhadores, a que a Executive Digest teve acesso.</p>
<p>Na mensagem, defende que a operação Revolut Business deixou de ser uma “nova aposta” para se tornar numa unidade estratégica que já representa cerca de 20% da receita bruta do grupo e ultrapassa os 800 mil clientes.</p>
<p>Em Portugal, a operação da Revolut também continua a ganhar dimensão. Em 2025, a base de clientes da Revolut Business no mercado nacional cresceu 41%, refletindo a crescente adesão de empresas portuguesas à oferta B2B da fintech.</p>
<p>“Queremos ser o maior banco do mundo”, escreveu o CEO, onde traça um plano de aceleração da operação empresarial da Revolut, tanto ao nível do desenvolvimento de produto como da expansão internacional.</p>
<p>A estratégia inclui o lançamento acelerado de novas funcionalidades para empresas, com destaque para o reforço do Revolut Pay, novas APIs, infraestrutura para programadores, produtos de investimento e crédito para empresas, cuja chegada está prevista para 2027.</p>
<p>Além da componente tecnológica, a fintech pretende criar departamentos dedicados ao crescimento e onboarding de clientes empresariais. A partir de 2027, o objetivo passa também por lançar a oferta Business em simultâneo com a operação de retalho em cada novo mercado ou sucursal onde a Revolut entre.</p>
<p>Na mesma mensagem, Storonsky anunciou ainda a criação de responsáveis específicos pela operação Business em diferentes áreas da empresa, numa lógica de “responsabilização total” pelos resultados e métricas de crescimento.</p>
<p>O CEO desafiou igualmente os colaboradores a contribuírem diretamente para a expansão da base de clientes empresariais. Segundo a comunicação interna, os trabalhadores receberão um prémio de 1.000 libras (1.145 euros) por cada empresa recomendada que conclua os passos necessários para adesão aos serviços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764050]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chega aprovou mais propostas com o PS do que com o PSD no primeiro ano do novo Parlamento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chega-aprovou-mais-propostas-com-o-ps-do-que-com-o-psd-no-primeiro-ano-do-novo-parlamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ano depois de André Ventura ter proclamado o “fim do bipartidarismo” na noite eleitoral das legislativas de 2025, os números das votações parlamentares revelam um cenário político inesperado: o Chega viabilizou mais iniciativas ao lado do PS do que em conjunto com o PSD.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano depois de André Ventura ter proclamado o “fim do bipartidarismo” na noite eleitoral das legislativas de 2025, os números das votações parlamentares revelam um cenário político inesperado: o Chega viabilizou mais iniciativas ao lado do PS do que em conjunto com o PSD. Numa Assembleia da República fragmentada e sem maiorias absolutas, o partido liderado por Ventura transformou-se simultaneamente no principal aliado parlamentar dos socialistas e dos sociais-democratas, assumindo um papel decisivo na aprovação de propostas legislativas.</p>
<p>Segundo uma análise divulgada pela Rádio Renascença, com base em dados da plataforma Voto Aberto, criada por Frederico Muñoz, PS e Chega uniram-se para viabilizar 114 iniciativas parlamentares desde o início da legislatura, entre propostas do Governo, projetos de lei e projetos de resolução. Já PSD e Chega contribuíram conjuntamente para aprovar apenas 37 das mais de 650 iniciativas votadas na generalidade até ao final de Abril. Em 89 ocasiões, PSD, PS e Chega participaram simultaneamente na viabilização de propostas, quer através de votos favoráveis quer por via da abstenção.</p>
<p>Apesar destes números, o deputado do Chega Jorge Galveias rejeita qualquer aproximação ideológica aos socialistas. Em declarações à Renascença, o parlamentar desvalorizou as estatísticas, afirmando que “não significa que estejamos mais perto do PS, que estejamos mais socialistas”. O deputado sustenta que o partido vota de acordo com aquilo que considera “bom para os portugueses” e resume os resultados como uma mera coincidência política: “Não passam de números, podiam ser exatamente o contrário.”</p>
<p>Os dados revelam igualmente um afastamento crescente entre PS e PSD, cuja convergência parlamentar se tornou muito menos frequente nesta legislatura. As duas maiores forças tradicionais apenas coincidiram na viabilização de 18 iniciativas, cerca de metade do registado na legislatura anterior. O actual quadro parlamentar consolidou assim uma lógica tripartida, em que o Chega passou a assumir um papel central na construção de maiorias ocasionais, tanto à direita como à esquerda.</p>
<p>Ainda assim, o PSD continua a ser o partido mais alinhado com o Chega em termos de votação. O partido de André Ventura apoiou 84% das propostas apresentadas pelos sociais-democratas, enquanto apenas 48% das iniciativas socialistas tiveram voto favorável do Chega. Em sentido inverso, porém, a relação não é simétrica: o PSD apoiou apenas 10% das propostas do Chega, ao passo que o PS votou favoravelmente cerca de um terço das iniciativas do partido de Ventura.</p>
<p>A cooperação entre PSD e Chega tornou-se particularmente evidente nas áreas da imigração e nacionalidade, consideradas centrais para o actual Governo. Ao longo do último ano, o Chega viabilizou medidas como a lei da imigração, a lei da nacionalidade e a chamada lei do retorno, permitindo ao Executivo avançar com algumas das suas principais bandeiras políticas. Ao mesmo tempo, o partido mantém margem de manobra estratégica noutras matérias, incluindo o Orçamento do Estado e a revisão constitucional, processos em que André Ventura continua a deixar em aberto futuras posições parlamentares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764035]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taxa Euribor sobe a seis meses para máximo desde janeiro de 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-euribor-sobe-a-seis-meses-para-maximo-desde-janeiro-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa Euribor desceu hoje, de novo, a três meses e subiu a seis e 12 meses, no prazo mais curto para um máximo desde janeiro de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa Euribor desceu hoje, de novo, a três meses e subiu a seis e 12 meses, no prazo mais curto para um máximo desde janeiro de 2025.</p>
<p>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que baixou para 2,219%, continuou abaixo das taxas a seis (2,594%) e a 12 meses (2,830%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou hoje, ao ser fixada em 2,594%, mais 0,032 pontos do que na sexta-feira e um novo máximo desde janeiro de 2025.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a março indicam que a Euribor a seis meses representava 39,41% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,62% e 24,65%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também subiu hoje, para 2,830%, mais 0,015 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>Em sentido contrário, a Euribor a três meses baixou hoje, ao ser fixada em 2,219%, menos 0,013 pontos do que na sessão anterior e depois de ter subido na passada quarta-feira para um novo máximo desde abril de 2025 (2,283%).</p>
<p>A média mensal da Euribor subiu nos três prazos em abril, mas de forma mais acentuada nos mais longos e menos do que em março.</p>
<p>A média mensal da Euribor em abril subiu 0,066 pontos para 2,175% a três meses.</p>
<p>Já a seis e a 12 meses, a média da Euribor avançou 0,132 pontos para 2,454% e 0,182 pontos para 2,747%, respetivamente.</p>
<p>Em 30 de abril, na segunda reunião desde o início da guerra, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>O mercado antecipou esta manutenção das taxas diretoras, mas prevê um aumento na próxima reunião de política monetária do BCE em junho.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 10 e 11 de junho em Frankfurt, Alemanha.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764052]]></sapo:autor>
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		<title>Trump avisa que “o tempo está a acabar” para o Irão chegar a acordo de paz com os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:22:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Donald Trump lançou um aviso duro ao Irão, exigindo que Teerão avance rapidamente para um acordo de paz com os Estados Unidos ou enfrente consequências devastadoras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="87" data-end="252">Donald Trump lançou um aviso duro ao Irão, exigindo que Teerão avance rapidamente para um acordo de paz com os Estados Unidos ou enfrente consequências devastadoras.</p>
<p data-start="254" data-end="456">A declaração surge num momento em que Washington tenta ultrapassar o impasse nas negociações para pôr fim à guerra entre os Estados Unidos, Israel e o Irão, em paralelo com a guerra de Israel no Líbano.</p>
<p data-start="509" data-end="657">Numa publicação feita no domingo na plataforma Truth Social, o presidente americano afirmou que o Irão tem pouco tempo para aceitar um entendimento.</p>
<p data-start="659" data-end="798">“Para o Irão, o relógio está a contar, e é melhor que se mexam, depressa, ou não restará nada deles. O tempo é essencial!”, escreveu Trump.</p>
<p data-start="800" data-end="953">A ameaça surge numa altura de forte tensão regional e em que a administração americana avalia os próximos passos perante a falta de avanços diplomáticos.</p>
<p data-start="1018" data-end="1213">Trump deverá reunir-se esta terça-feira com os principais conselheiros de segurança nacional para discutir opções de ação militar contra o Irão, de acordo com uma notícia do meio americano Axios.</p>
<p data-start="1215" data-end="1398">A reunião acontece num contexto de escalada no Médio Oriente, com incidentes recentes em vários países da região e acusações dirigidas a Teerão ou a grupos aliados do regime iraniano.</p>
<p data-start="1479" data-end="1601">A tensão aumentou depois de um ataque com drone nos Emirados Árabes Unidos ter provocado um incêndio numa central nuclear.</p>
<p data-start="1603" data-end="1755">As autoridades dos emirados classificaram o incidente como uma “escalada perigosa” e atribuíram a responsabilidade ao Irão ou aos seus aliados regionais.</p>
<p data-start="1757" data-end="1877">Também a Arábia Saudita informou ter intercetado três drones, num novo sinal de alastramento da instabilidade na região.</p>
<p data-start="1925" data-end="2045">O Irão, por sua vez, exige um cessar-fogo duradouro no Líbano antes de qualquer acordo de paz mais amplo com Washington.</p>
<p data-start="2047" data-end="2161">A exigência surge enquanto persistem os ataques israelitas em território libanês, apesar de um cessar-fogo frágil.</p>
<p data-start="2212" data-end="2386">No domingo, ataques aéreos de Israel mataram sete pessoas no Líbano, incluindo um comandante da Jihad Islâmica, segundo autoridades libanesas e meios de comunicação estatais.</p>
<p data-start="2388" data-end="2591">O Hezbollah afirmou que as conversações mediadas pelos Estados Unidos entre Israel e o Líbano chegaram a um “beco sem saída”, agravando as dúvidas sobre a possibilidade de uma solução diplomática rápida.</p>
<p data-start="2593" data-end="2792" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A pressão de Trump sobre o Irão intensifica, assim, uma crise regional marcada por ameaças militares, ataques com drones, bombardeamentos no Líbano e negociações bloqueadas entre Washington e Teerão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764045]]></sapo:autor>
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		<title>Europa em alerta com vaga de desinformação contra energia eólica: há projetos de milhares de milhões paralisados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[RENOVÁVEIS]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 500 contas ativas em seis plataformas diferentes difundiram dezenas de milhares de publicações contra a energia eólica nos últimos dois anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="114" data-end="432">Durante anos, a Europa destacou-se por um consenso social alargado em torno das energias renováveis, em particular da energia eólica. Para grande parte da opinião pública europeia, as turbinas eólicas tornaram-se um símbolo da transição ecológica, da independência energética e da luta contra as alterações climáticas.</p>
<p data-start="434" data-end="552">Mas esse consenso começa a mostrar sinais de desgaste. E a preocupação aumenta em Bruxelas e no sector das renováveis.</p>
<p data-start="554" data-end="1018">Um relatório encomendado pela associação europeia do sector eólico, a WindEurope, alerta para o crescimento das campanhas de desinformação contra a energia eólica nas redes sociais. Segundo a investigação, estas campanhas já estão a ter consequências concretas, com atrasos, processos judiciais e projetos de milhares de milhões de euros paralisados devido à pressão social criada em torno de alegados perigos que os especialistas consideram falsos ou enganadores.</p>
<p data-start="1020" data-end="1088"><strong>Turbinas eólicas associadas a cancro, apagões e água contaminada</strong></p>
<p data-start="1090" data-end="1365">A investigação, elaborada pela empresa britânica CASM Technology e avançada pelo Politico Europe, identifica uma forte subida de publicações que associam os parques eólicos a problemas como cancro, contaminação da água potável, apagões ou destruição de ecossistemas inteiros.</p>
<p data-start="1367" data-end="1583">O fenómeno não se limita a casos isolados. De acordo com o estudo, mais de 500 contas ativas em seis plataformas diferentes difundiram dezenas de milhares de publicações contra a energia eólica nos últimos dois anos.</p>
<p data-start="1585" data-end="1776">A atividade foi particularmente intensa em países do norte da Europa, como Suécia, Noruega e Finlândia, onde as campanhas digitais têm alimentado a oposição local a novos projetos renováveis.</p>
<p data-start="1778" data-end="1816"><strong>Da retórica de Trump ao debate europeu</strong></p>
<p data-start="1818" data-end="2010">Uma das principais preocupações dos especialistas é a importação para a Europa de uma dinâmica já muito visível nos Estados Unidos: a transformação das renováveis num alvo político e cultural.</p>
<p data-start="2012" data-end="2284">Donald Trump tem atacado a energia eólica há vários anos, descrevendo as turbinas como “monstros horríveis”, “a fraude do século” e uma fonte de energia “para pessoas estúpidas”. Desde o seu regresso ao poder, endureceu ainda mais a ofensiva contra novos projetos eólicos.</p>
<p data-start="2286" data-end="2391">Segundo os investigadores, esse tipo de discurso já circula com naturalidade no ambiente digital europeu.</p>
<p data-start="2393" data-end="2664">“A Internet misturou completamente culturas políticas distintas”, afirmou Carl Miller, fundador da CASM Technology, em declarações citadas pelo Politico. “As mesmas narrativas, os mesmos discursos e os mesmos inimigos começam a ser partilhados dos dois lados do Atlântico.”</p>
<p data-start="2666" data-end="2940">O relatório identifica mesmo mensagens de estilo MAGA reutilizadas em debates europeus sobre energia, incluindo acusações contra “elites globalistas”, teorias sobre manipulação política e campanhas que apresentam os projetos renováveis como ataques contra populações rurais.</p>
<p data-start="2942" data-end="2994"><strong>Desinformação já está a bloquear projetos no terreno</strong></p>
<p data-start="2996" data-end="3203">A preocupação em Bruxelas vai além do debate nas redes sociais. Segundo os investigadores, muitas destas narrativas acabam por sair do espaço digital e transformar-se num “sistema paralelo de licenciamento”.</p>
<p data-start="3205" data-end="3383">Na prática, as campanhas de desinformação geram oposição local, mobilizam protestos e alimentam recursos administrativos capazes de bloquear parques eólicos durante anos.</p>
<p data-start="3385" data-end="3713">O problema surge num momento especialmente sensível para a União Europeia. A guerra no Irão e as tensões no estreito de Ormuz voltaram a expor a dependência europeia de fontes externas para garantir o abastecimento energético. Ao mesmo tempo, Bruxelas procura acelerar os projetos renováveis e os investimentos na eletrificação.</p>
<p data-start="3715" data-end="3932">“O problema já não é apenas a indústria eólica”, afirmou Christoph Zipf, porta-voz da WindEurope. “Trata-se de garantir que a Europa produz a sua própria energia e não depende de combustíveis presos no Médio Oriente.”</p>
<p data-start="3934" data-end="4065">O relatório aponta a Bulgária como um exemplo simbólico da estagnação: o país não construiu um único novo parque eólico em 12 anos.</p>
<p data-start="4067" data-end="4132"><strong>Inteligência artificial pode ser o próximo campo da desinformação</strong></p>
<p data-start="4134" data-end="4246">Os autores do estudo alertam ainda que o fenómeno poderá ganhar uma nova dimensão com a inteligência artificial.</p>
<p data-start="4248" data-end="4476">Numa análise preliminar, a CASM Technology detetou que algumas ferramentas de inteligência artificial estavam a utilizar páginas contra a energia eólica como fontes destacadas nas respostas a perguntas sobre energias renováveis.</p>
<p data-start="4478" data-end="4702">Para os investigadores, este é um novo risco. Se uma parte crescente da informação passar a ser filtrada por sistemas de inteligência artificial, as campanhas de desinformação poderão também deslocar-se para esse território.</p>
<p data-start="4704" data-end="4918">“É a nova fronteira da desinformação”, afirmou Carl Miller. “Se o futuro passa por grande parte da informação ser filtrada através de inteligências artificiais, a guerra informativa também se vai deslocar para aí.”</p>
<p data-start="4920" data-end="5153" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Em Bruxelas, a preocupação é cada vez mais evidente. Por trás das informações falsas sobre turbinas eólicas, as autoridades e o sector não veem apenas um problema ambiental ou tecnológico, mas também um risco para a autonomia energética europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764040]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em baixa com Teixeira Duarte e Mota-Engil a caírem mais de 2,2%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Teixeira Duarte e a Mota-Engil a caírem 2,51% para 0,41 euros e 2,25% para 4,70 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Teixeira Duarte e a Mota-Engil a caírem 2,51% para 0,41 euros e 2,25% para 4,70 euros.</p>
<p>Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e baixava 0,30% para 9.006,06 pontos, com nove empresas a descer, cinco a subir e uma a manter a cotação (EDP em 4,28 euros).</p>
<p>Às ações das duas construtoras seguiam-se as da Semapa, CTT e BCP, que cediam 1,96% para 22,55 euros, 1,82% para 6,20 euros e 1,52% para 0,92 euros.</p>
<p>A Corticeira Amorim, Jerónimo Martins e REN também se desvalorizavam, designadamente 0,86% para 6,92 euros, 0,76% para 18,27 euros e 0,71% para 3,49 euros.</p>
<p>A Navigator e a Sonae recuavam 0,66% para 3,33 euros e 0,10% para 1,92 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, a Ibersol, Galp e EDP Renováveis avançavam 0,86% para 11,70 euros, 0,63% para 19,85 euros e 0,52% para 13,66 euros.</p>
<p>As outras duas empresas que se valorizavam eram a Altri (0,20% para 5,06 euros) e a NOS (0,09% para 5,29 euros).</p>
<p>Fora do PSI e à mesma hora, a Martifer descia 8,23% para 2,23 euros, depois de terem mudado de 30.063 ações no valor total de 68.763 euros, no dia em que começa a Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pela Visabeira sobre a empresa.</p>
<p>A OPA prolonga-se até 03 de junho e a contrapartida é de 2,057 euros por ação.</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, arrastadas por um novo aumento do petróleo, no caso do Brent para mais de 110 dólares por barril, e das dívidas soberanas.</p>
<p>Entretanto e enquanto continua sem haver avanços nas negociações entre Washington e Teerão, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, subia 1,35% para 110,74 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, avançava 1,64% para 102,68 dólares.</p>
<p>O preço do Brent chegou de madrugada a 112 dólares.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avança para 3,186%, um máximo desde 2011, depois de ter fechado em 3,166% na sessão anterior.</p>
<p>O euro estava em baixa ligeira e descia 0,08% para 1,1634 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Nas últimas horas, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurou que o Irão está a ficar sem tempo para renovar a trégua vigente desde o início de abril e voltou a ameaçar com novos ataques.</p>
<p>À mesma hora em Lisboa, os futuros do Dow Jones e do Nasdaq apontam para recuos de 0,61% e 0,38%, respetivamente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764036]]></sapo:autor>
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		<title>Jovens dos 14 aos 35 anos? Governo revê definição de juventude na nova lei do associativismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 08:56:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Vinte anos depois da entrada em vigor da lei do associativismo jovem, o Governo prepara uma revisão profunda do regime legal que regula o sector, propondo que passem a ser considerados jovens todos os cidadãos entre os 14 e os 35 anos, inclusive.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vinte anos depois da entrada em vigor da lei do associativismo jovem, o Governo prepara uma revisão profunda do regime legal que regula o sector, propondo que passem a ser considerados jovens todos os cidadãos entre os 14 e os 35 anos, inclusive. A proposta prevê ainda alterações nos modelos de financiamento, simplificação burocrática, novos mecanismos de acompanhamento e o reconhecimento de grupos informais de jovens, numa tentativa de adaptar a legislação às atuais dinâmicas do movimento associativo juvenil em Portugal.</p>
<p>Segundo avançou o jornal <a href="https://www.publico.pt/2026/05/18/p3/noticia/nova-lei-associativismo-passa-considerar-jovem-ate-35-anos-2174609" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a proposta encontra-se em consulta pública até 20 de Maio e surge após um processo de auscultação envolvendo associações juvenis, estruturas estudantis e entidades representativas da juventude. O diploma justifica a revisão com o facto de o actual regime “já não responder, de forma adequada e suficiente, às atuais dinâmicas do movimento associativo juvenil”, apontando a existência de “limitações estruturais” na legislação atualmente em vigor.</p>
<p>Uma das alterações mais significativas prende-se com o alargamento da idade máxima abrangida pela lei, que sobe dos atuais 30 para os 35 anos. Para o presidente da Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ), Fernando Vieira, a mudança corrige um limite que estava “desajustado da realidade actual do movimento associativo juvenil”. O dirigente sublinha ainda que esta era uma das reivindicações defendidas pela federação, juntamente com o reforço do financiamento e a simplificação digital dos processos administrativos.</p>
<p>Também o presidente do Conselho Nacional de Juventude (CNJ), Francisco Garcia, considera previsível esta alteração, lembrando que outras políticas públicas recentes dirigidas aos jovens, como o IRS Jovem ou medidas relacionadas com habitação, já utilizam os 35 anos como referência etária. O responsável admite que a medida pode ajudar a manter dirigentes associativos durante mais tempo num sector que enfrenta “dificuldade em captar quadros”, embora defenda que o problema de fundo exige uma maior valorização do associativismo.</p>
<p>A revisão legislativa propõe igualmente uma transformação do modelo de financiamento das associações juvenis. Em vez de privilegiar apenas critérios formais, as candidaturas aos apoios passarão a ser avaliadas com base em indicadores ligados à execução efetiva das atividades, qualidade dos projetos, impacto local, capacidade de planeamento e estabelecimento de parcerias. O Ministério da Cultura, Juventude e Desporto, liderado por Margarida Balseiro Lopes, refere ainda que o novo modelo reforça os deveres de prestação de contas e de divulgação pública dos apoios atribuídos.</p>
<p>O Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), responsável pela gestão do Registo Nacional do Associativismo Jovem, considera que a proposta representa um avanço em matéria de inclusão e simplificação administrativa. Entre as novidades está também o reconhecimento dos grupos informais de jovens e a criação de um único canal digital na plataforma gov.pt para tratar dos processos de constituição e reconhecimento das associações.</p>
<p>A proposta elimina ainda a figura das “associações de carácter juvenil”, restringindo o universo de entidades que poderão beneficiar dos apoios previstos na lei. Ao mesmo tempo, prevê a criação de uma comissão de acompanhamento responsável pela monitorização do Registo Nacional do Associativismo Jovem e dos programas de apoio. Esta estrutura terá competências para avaliar resultados, emitir recomendações, identificar prioridades anuais e elaborar relatórios públicos sobre a execução das políticas de apoio ao sector.</p>
<p>Francisco Garcia considera positiva a criação desta comissão, defendendo que “muitas vezes o problema não está na lei, está na forma como a lei é aplicada”. Já Fernando Vieira alerta que o reforço dos mecanismos de avaliação e fiscalização não deve traduzir-se em mais encargos administrativos para estruturas que assentam maioritariamente em trabalho voluntário. O dirigente da FNAJ defende que a revisão legislativa deve garantir “uma relação mais simples, transparente e eficiente entre o Estado e as associações”.</p>
<p>Outra das alterações previstas surge no artigo relativo aos critérios de apreciação das candidaturas aos programas de apoio. A proposta elimina referências ao “equilíbrio entre jovens de ambos os sexos” e à promoção da igualdade entre homens e mulheres, diálogo intercultural e não discriminação em função do sexo, origem étnica, orientação sexual, identidade de género, religião ou deficiência.</p>
<p>A nova lei contempla diferentes modalidades de apoio às associações e grupos de jovens, incluindo apoios anuais para atividades regulares, apoios pontuais para iniciativas específicas, apoios estruturais destinados ao reforço organizativo e apoios em espécie, através da atribuição de bens, equipamentos ou serviços. Tanto o CNJ como a FNAJ admitem apresentar contributos adicionais durante o período de consulta pública, numa fase considerada decisiva para definir o futuro do associativismo juvenil em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764026]]></sapo:autor>
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		<title>AEP leva empresas portuguesas ao Brasil para reforçar internacionalização no setor da saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 08:50:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A AEP - Associação Empresarial de Portugal vai organizar a participação nacional na Hospitalar, a maior feira do setor da saúde da América Latina. A iniciativa reúne seis empresas portuguesas e integra-se no projeto BOW – Business on the Way.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A AEP &#8211; Associação Empresarial de Portugal vai organizar a participação nacional na Hospitalar, a maior feira do setor da saúde da América Latina. A iniciativa reúne seis empresas portuguesas e integra-se no projeto BOW – Business on the Way.</p>
<p>Reconhecida como uma das principais plataformas globais de networking e inovação no setor da saúde, a Hospitalar, que decorre entre 19 e 22 de maio, em São Paulo, no Brasil, deverá receber cerca de 3.000 expositores e mais de 90 mil visitantes profissionais, oriundos de mais de 100 países.</p>
<p>O evento decorre num contexto de crescimento do setor da saúde na América Latina, impulsionado pelo aumento do investimento público e privado e pela procura crescente de soluções tecnológicas e inovadoras. Segundo dados do World Bank e da OECD, os países latino-americanos investem atualmente cerca de 8% do PIB em saúde, aproximando-se dos níveis europeus.</p>
<p>Neste contexto, o Brasil destaca-se como mercado estratégico. Com cerca de 230 milhões de habitantes e a maior economia da América Latina, o país assume-se como uma das principais portas de entrada para a região. São Paulo, enquanto centro económico e financeiro, concentra também importantes polos hospitalares e decisórios do setor, reforçando o seu papel como hub regional.</p>
<p>Além da dimensão do mercado, a feira distingue-se pela diversidade dos participantes, reunindo administrações hospitalares, importadores, distribuidores, plataformas de comércio eletrónico e entidades reguladoras, criando condições para a geração de parcerias e novos negócios internacionais.</p>
<p>A participação portuguesa permitirá às empresas nacionais realizar ações de prospeção comercial, identificar oportunidades de investimento e estabelecer contactos estratégicos com operadores locais e internacionais, num ecossistema considerado altamente dinâmico.</p>
<p>“O setor da saúde atravessa uma profunda transformação tecnológica e a capacidade de inovação das empresas portuguesas pode encontrar na América Latina um contexto muito favorável à expansão internacional. A presença nacional nesta feira pretende precisamente potenciar contactos qualificados, identificar oportunidades concretas e apoiar as empresas na diversificação dos seus mercados”, afirma o presidente do conselho de administração da AEP, Luís Miguel Ribeiro.</p>
<p>A relação da AEP com o mercado brasileiro tem vindo a consolidar-se ao longo das últimas décadas, através de missões empresariais, feiras internacionais e ações de matchmaking. Desde 1994, a associação já promoveu dezenas de iniciativas no Brasil, envolvendo mais de 300 empresas portuguesas, consolidando o país como uma das geografias prioritárias da internacionalização empresarial portuguesa.</p>
<p>“O Brasil continua a afirmar-se como uma plataforma prioritária para a internacionalização e para o desenvolvimento de novas parcerias de negócio”, acrescenta o mesmo responsável.</p>
<p>Entre as empresas portuguesas presentes estão a Astrolabe – Fabricação de Implantes Médicos, Ceramed Coatings, GLASS2MED, Muroplás – Indústria de Plásticos, Turtle Petals e Turtle Silicone Valve Factory, com atividade em áreas como dispositivos médicos, biotecnologia, plásticos e componentes industriais para o setor da saúde.</p>
<p>O projeto BOW – Business on the Way fechou 2025 com 22 ações de apoio à internacionalização empresarial, incluindo 14 participações em feiras internacionais e oito missões empresariais, abrangendo 21 mercados e envolvendo cerca de 150 empresas nacionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764022]]></sapo:autor>
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		<title>Farmacêuticas demoraram nove meses a submeter medicamentos e Infarmed 11 a avaliar e decidir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 08:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As farmacêuticas demoraram, em média, nove meses a submeter um medicamento após terem autorização de introdução no mercado, nos últimos cinco anos, e o Infarmed levou 11 meses a avaliar e decidir.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As farmacêuticas demoraram, em média, nove meses a submeter um medicamento após terem autorização de introdução no mercado, nos últimos cinco anos, e o Infarmed levou 11 meses a avaliar e decidir.</p>
<p>De acordo com o relatório Acesso a Novos Medicamentos 2020-2025, a que a Lusa teve acesso, o tempo médio de submissão pelas empresas após autorização europeia foi de 272 dias e o tempo médio de avaliação técnico-científica e decisão, da responsabilidade do Infarmed, foi de 332 dias.</p>
<p>Adicionalmente, o tempo em que o processo se encontra com a empresa (para resposta a pedidos de elementos e outros esclarecimentos), assim como o processo de negociação, demora, em média, 319 dias.</p>
<p>No total, em média, levou quase dois anos (650 dias) entre a submissão e a conclusão do processo, para os 102 processos concluídos entre no período 2020-2025, refere o Infarmed, que diz esperar uma redução dos tempos com o novo regulamento europeu de avaliação de tecnologias de saúde.</p>
<p>Durante o mesmo período, foram autorizados 282 novos medicamentos na União Europeia, dos quais 188 foram submetidos pelos respetivos laboratórios para avaliação de financiamento público em Portugal.</p>
<p>Destes, 102 processos ficaram concluídos até ao final de 2025, tendo resultado na aprovação para financiamento público de 77 medicamentos.</p>
<p>No documento hoje divulgado, o Infarmed explica que o tempo total de acesso resulta de vários fatores, incluindo a rapidez de submissão de pedidos de financiamento público por parte das empresas, a avaliação farmacoterapêutica e económica, a disponibilização de evidência adicional e o processo de negociação.</p>
<p>Enquanto o processo de avaliação e negociação decorre, foi possível disponibilizar terapêuticas inovadoras a pessoas com doença em situações clínicas graves através dos mecanismos existentes e, entre 2020 e 2025, foram 93 os medicamentos que beneficiaram destes processos, que aceleram o acesso à inovação.</p>
<p>No caso dos medicamentos oncológicos, que representam uma área prioritária, foram aprovados 26 medicamentos para financiamento público. Já quanto aos medicamentos órfãos, destinados a doenças raras, foram aprovados 23.</p>
<p>A maior parte dos novos medicamentos é avaliada através de um procedimento centralizado pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês), e a Autorização de Introdução no Mercado (AIM) é concedida pela Comissão Europeia.</p>
<p>A avaliação pela EMA, feita pelo Comité dos Medicamentos de Uso Humano, que tem peritos das autoridades nacionais dos Estados-membros, consiste em analisar cientificamente a evidência clínica sobre a relação benefício risco do novo medicamento, em termos de qualidade, segurança e eficácia.</p>
<p>O tempo de avaliação pela EMA pode ser reduzido para 150 dias &#8211; em vez dos 210 dias previstos &#8211; se o medicamento tiver condições para uma avaliação acelerada, o que acontece quando há grande interesse para a saúde pública, por exemplo, nos fármacos para condições que não têm outra opção de tratamento.</p>
<p>Depois de concedida a AIM, a maior parte dos países europeus faz uma avaliação para efeitos de financiamento público, analisando em termos comparativos cada novo medicamento face às alternativas.</p>
<p>Em Portugal, o Infarmed submete os novos medicamentos a um processo de avaliação de tecnologias de saúde, que inclui uma componente farmacoterapêutica, que determina o valor terapêutico acrescentado do medicamento, e uma componente económica, que avalia a relação custo/efetividade do novo medicamento.</p>
<p>Só depois de o processo de avaliação de tecnologias de saúde é que pode avançar a negociação entre o Infarmed e a farmacêutica, que apoia depois a decisão a ser tomada pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Contudo, enquanto decorre o processo de avaliação de tecnologias de saúde e de negociação, o acesso pode ser concedido a medicamentos que se encontrem em Programas de Acesso Precoce (PAP), autorizados em casos em que não há alternativas terapêuticas ou em que os doentes possam correr risco de vida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764021]]></sapo:autor>
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		<title>Teste que lê memórias cerebrais pode ser a derradeira chave para desvendar o caso de Maddie McCann</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 08:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
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		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[Maddie McCann]]></category>
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					<description><![CDATA[Um exame cerebral utilizado em vários processos criminais internacionais poderá, em teoria, ajudar a esclarecer o desaparecimento de Madeleine McCann, a criança britânica que desapareceu em 2007 na Praia da Luz, no Algarve.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um exame cerebral utilizado em vários processos criminais internacionais poderá, em teoria, ajudar a esclarecer o desaparecimento de Madeleine McCann, a criança britânica que desapareceu em 2007 na Praia da Luz, no Algarve. A hipótese é defendida pela advogada Inês de Oliveira Soares, que considera que o chamado teste P-300 poderia ser útil para determinar se um suspeito possui memórias relacionadas com o caso. O exame mede a atividade elétrica do cérebro através de elétrodos colocados no couro cabeludo e procura detetar reações cognitivas associadas ao reconhecimento de imagens, locais ou objetos ligados a uma investigação criminal.</p>
<p>Segundo revela a revista Sábado, a advogada portuguesa, recentemente premiada por uma investigação relacionada com esta técnica, acredita que “num caso como o de Madeleine McCann, o suspeito podia ser confrontado com fotografias de locais, objetos ou rostos relevantes para o caso”. Inês de Oliveira Soares explicou ainda que, caso o indivíduo reconhecesse esses elementos, “a onda P-300 seria ativada, revelando que possui memórias consistentes com os factos investigados”. A especialista sugere, por exemplo, a utilização de imagens do apartamento onde Madeleine desapareceu, de eventuais esconderijos ou de veículos associados à investigação.</p>
<p>O método já foi utilizado noutros países em processos mediáticos. Em Espanha, foi aplicado no caso “Ricla”, relacionado com o desaparecimento de uma mulher alegadamente esquartejada pelo marido em 2012. Na Índia, a técnica também foi usada no caso de Adati Sharma, uma estudante condenada por envenenar o ex-marido com arsénico. Nesse processo, o exame revelou que a arguida possuía “conhecimento prático” sobre a substância tóxica utilizada no crime. Ao contrário do polígrafo tradicional, o teste P-300 não exige respostas verbais. Em vez disso, procura identificar reações cerebrais involuntárias desencadeadas pelo reconhecimento de determinados estímulos, o que, segundo a advogada, reduz a possibilidade de manipulação consciente por parte do examinado.</p>
<p>Ainda assim, a aplicação desta tecnologia ao caso McCann enfrentaria dificuldades significativas. A elevada exposição mediática do desaparecimento fez com que muitos dos elementos relacionados com o processo se tornassem amplamente conhecidos do público. Por isso, Inês de Oliveira Soares defende que os estímulos utilizados no exame teriam de assentar exclusivamente em informações reservadas da investigação e desconhecidas do público em geral. Apesar dessas limitações, a advogada considera que o teste poderia ser “útil para apurar o que aconteceu à vítima”, sobretudo se fossem apresentados ao suspeito detalhes apenas conhecidos pelo eventual autor do crime.</p>
<p>A utilização do exame em Portugal levanta também questões jurídicas e constitucionais. A advogada aponta possíveis conflitos com direitos fundamentais, nomeadamente o direito à integridade moral, à reserva da vida privada e ao princípio da não incriminação. Na sua perspetiva, obrigar um arguido a realizar o teste sem consentimento “representaria uma prevalência inadmissível da descoberta da verdade material”. Ainda assim, considera diferente o cenário em que o próprio suspeito aceitasse voluntariamente submeter-se ao exame, ou até o solicitasse para tentar provar a sua inocência.</p>
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