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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>União Europeia falha acordo sobre nova lei de deportações de migrantes. Data de entrada em vigor criou discórdia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[As instituições europeias voltaram a falhar um entendimento sobre a nova legislação destinada a reforçar as deportações de migrantes em situação irregular na União Europeia, num impasse que continua centrado na data de entrada em vigor das medidas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições europeias voltaram a falhar um entendimento sobre a nova legislação destinada a reforçar as deportações de migrantes em situação irregular na União Europeia, num impasse que continua centrado na data de entrada em vigor das medidas. As negociações entre Parlamento Europeu, Conselho da União Europeia e Comissão Europeia decorreram esta quarta e quinta-feira, mas terminaram sem consenso, apesar de ter havido aproximação em praticamente todos os restantes pontos do diploma.</p>
<p>A proposta é considerada uma peça central da reforma migratória europeia atualmente em curso. O comissário europeu para os Assuntos Internos e Migração, Magnus Brunner, já classificou o regulamento dos retornos como a “peça em falta” da nova estratégia da União Europeia para reforçar o controlo das fronteiras externas, acelerar expulsões e apoiar os países que recebem maior pressão migratória.</p>
<p>O diploma prevê mudanças profundas na política europeia de deportações. Entre as medidas mais polémicas está a possibilidade de os Estados-membros enviarem migrantes sujeitos a ordens de expulsão para “centros de retorno” localizados em países fora da União Europeia. Vários governos europeus já estudam soluções desse tipo, mas organizações da sociedade civil e grupos de defesa dos direitos humanos alertam que estes mecanismos podem abrir caminho a abusos e violações de direitos fundamentais.</p>
<p>A futura legislação europeia prevê ainda regras mais rígidas para migrantes considerados ameaças à segurança, incluindo buscas domiciliárias, períodos de detenção mais longos, proibições de entrada no território europeu e sanções para quem não colaborar com os processos de expulsão. Apesar disso, o principal bloqueio nas negociações não está relacionado com o conteúdo das medidas, mas sim com o calendário da sua aplicação.</p>
<p>O Parlamento Europeu defende que as novas regras devem entrar em vigor imediatamente após aprovação formal, argumentando que a pressão migratória exige respostas rápidas. Já o Conselho da União Europeia pretende um período de preparação de dois anos para implementar a maioria das medidas, com exceção do mecanismo dos centros de retorno externos, que poderia avançar de imediato.</p>
<p>As negociações acabaram por fracassar precisamente por causa dessa divergência. Os negociadores chegaram a um compromisso sobre praticamente todos os restantes aspetos do texto, mas não conseguiram ultrapassar o desacordo relativo ao prazo de implementação. Um novo encontro negocial ficou já agendado para 1 de junho.</p>
<p>O Parlamento Europeu entrou nas negociações apoiado por uma maioria formada pelo Partido Popular Europeu (PPE), pelos Conservadores e Reformistas Europeus (ECR) e pelos grupos da extrema-direita Patriotas pela Europa e Europa das Nações Soberanas. Em sentido contrário, partidos liberais, verdes e forças de esquerda manifestaram forte oposição ao diploma.</p>
<p>A eurodeputada ecologista Mélissa Camara criticou duramente o rumo das negociações, considerando que o processo se transformou numa “paródia de negociações”. Segundo afirmou, os negociadores optaram por se concentrar “numa batalha ridícula sobre quando o texto começaria a aplicar-se”, em vez de discutirem “um texto digno e humano”.</p>
<p>Já o eurodeputado François-Xavier Bellamy, que lidera as negociações pelo PPE, defendeu a necessidade urgente da nova legislação. O responsável afirmou que o regulamento dará finalmente aos Estados-membros “as ferramentas para fazer respeitar um princípio simples: ninguém deve poder permanecer na Europa depois de entrar ou permanecer ilegalmente em território europeu”.</p>
<p>Bellamy acrescentou ainda que, “tendo em conta a urgência da situação migratória”, seria “injustificável” adiar a aplicação das novas regras durante um ou dois anos, reforçando a pressão para que o acordo final seja alcançado rapidamente nas próximas rondas negociais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765671]]></sapo:autor>
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		<title>Suspeita de bomba obriga a evacuar aeroporto australiano&#8230; afinal era um aparelho de depilação a laser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Melbourne]]></category>
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					<description><![CDATA[Alerta foi desencadeado durante o processo de inspeção de passageiros e bagagens, quando os agentes de segurança detetaram um objeto suspeito e decidiram acionar os procedimentos de emergência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um aparelho de depilação a laser foi confundido com um possível engenho explosivo no Aeroporto Avalon, em Melbourne, na Austrália, obrigando à evacuação do terminal doméstico e à intervenção de uma equipa antibombas. O caso, relatado pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, ocorreu esta quinta-feira de manhã, pouco antes das 6h locais.</p>
<p>O alerta foi desencadeado durante o processo de inspeção de passageiros e bagagens, quando os agentes de segurança detetaram um objeto suspeito e decidiram acionar os procedimentos de emergência. O terminal foi evacuado por precaução, enquanto a zona era isolada e as autoridades faziam as verificações necessárias.</p>
<p>A polícia do estado de Victoria informou que um homem chegou a ser detido durante algumas horas, embora não tenha esclarecido se era o proprietário do aparelho. A operação provocou atrasos e perturbações em vários voos domésticos, levando as autoridades aeroportuárias a recomendar aos passageiros que acompanhassem a informação atualizada junto das companhias aéreas.</p>
<p>Horas depois, o aeroporto anunciou a reabertura do terminal e a retoma das operações, depois de a equipa antibombas concluir que o objeto não representava perigo para passageiros, trabalhadores ou para a comunidade.</p>
<p>O objeto suspeito era, afinal, um aparelho de depilação a laser. Ainda assim, a administração do aeroporto defendeu a atuação das equipas de segurança, sublinhando que a operação demonstrou a vigilância dos sistemas de controlo e a rapidez na aplicação de medidas preventivas.</p>
<p>O Aeroporto Avalon é o segundo aeroporto de Melbourne e serve sobretudo voos domésticos de baixo custo. O incidente acabou por não ter consequências graves, mas foi suficiente para suspender temporariamente as operações e transformar um objeto de uso pessoal num alerta de segurança aeroportuária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765655]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Católica -Lisbon e Fundação Santander Portugal destinam 15 mil euros para projetos inovadores em sustentabilidade e resiliência climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:57:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Católica-Lisbon e a Fundação Santander Portugal lançaram uma iniciativa que pretende distinguir projetos inovadores que contribuam para a adaptação às alterações climáticas e para a construção de modelos mais sustentáveis e resilientes em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Católica-Lisbon e a Fundação Santander Portugal lançaram a primeira edição do Prémio Inovação para a Sustentabilidade – Resiliência Climática, uma iniciativa que pretende distinguir projetos inovadores que contribuam para a adaptação às alterações climáticas e para a construção de modelos mais sustentáveis e resilientes em Portugal.</p>
<p>O prémio, no valor de 10 mil euros, dirige-se a startups, pequenas e médias empresas (PME) e organizações da sociedade civil com projetos já implementados ou em fase de protótipo, que apresentem soluções com impacto nas áreas da sustentabilidade e da resiliência climática.</p>
<p>A iniciativa surge no âmbito da 2.ª edição da Lisbon Sustainability Week 2026, que decorre entre 30 de junho e 2 de julho, em Lisboa. As candidaturas estão abertas até 8 de junho e devem ser submetidas através da plataforma Santander X.</p>
<p>Num contexto em que a transição climática aumenta a pressão sobre a competitividade das organizações, o prémio procura incentivar o desenvolvimento de soluções capazes de antecipar riscos e integrar critérios de sustentabilidade nos modelos de negócio. “Com este prémio, queremos acelerar a integração da sustentabilidade nas estratégias das organizações, promover inovação com impacto e demonstrar que competitividade, criação de valor e responsabilidade ambiental podem, e devem, caminhar lado a lado”, afirma António Baldaque da Silva, diretor executivo do Center for Sustainable Finance da Católica-Lisbon.</p>
<p>Serão valorizados projetos nas áreas da descarbonização, transição energética, gestão sustentável de recursos naturais, economia circular e cadeias de valor sustentáveis, bem como iniciativas de inovação tecnológica, organizacional e de mercado.</p>
<p>A avaliação decorrerá em duas fases. Numa primeira etapa, os projetos serão analisados por uma equipa técnica multidisciplinar da Católica-Lisbon, com base em critérios como grau de inovação, impacto na resiliência climática, viabilidade económica, escalabilidade e compromisso organizacional.</p>
<p>As três melhores candidaturas serão depois avaliadas por um júri composto por Filipe Santos, dean da Católica-Lisbon, Inês Costa Santos, associate partner na área de sustentabilidade da Deloitte, e Joana Balsemão, head of sustainability do Kaizen Institute Western Europe.</p>
<p>O projeto vencedor receberá 10 mil euros para apoiar a escalabilidade da solução. O segundo e terceiro classificados receberão, respetivamente, 2.500 euros. Os três finalistas terão ainda acesso a sessões de mentoria com especialistas em sustentabilidade da Católica-Lisbon e entradas para a Lisbon Sustainability Week 2026.</p>
<p>O vencedor será anunciado a 30 de junho, durante a sessão plenária da Lisbon Sustainability Week 2026, no Centro Santander, em Lisboa, reforçando a ligação entre academia, setor financeiro e ecossistema de inovação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765656]]></sapo:autor>
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		<title>Acordo fiscal de Trump trava auditorias e deixa especialistas em choque: “Nunca vi nada assim”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso nasce de um processo movido por Trump contra a autoridade tributária, mas o acordo vai muito além da queixa inicial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um acordo entre o <a href="http://Acordo fiscal de Trump trava auditorias e deixa especialistas em choque: “Nunca vi nada assim”">Departamento de Justiça dos Estados Unidos e Donald Trump</a> está a causar espanto entre especialistas fiscais americanos, depois de o &#8216;POLITICO&#8217; ter revelado que o entendimento pode impedir o IRS americano de avançar com auditorias pendentes ao presidente, à sua família e às suas empresas. O caso nasce de um processo movido por Trump contra a autoridade tributária, mas o acordo vai muito além da queixa inicial.</p>
<p>O documento, autorizado pelo procurador-geral interino Todd Blanche, determina que o IRS fica “para sempre impedido” de realizar auditorias sobre “quaisquer matérias atualmente pendentes”. A formulação tem levantado dúvidas adicionais entre especialistas, que receiam que a linguagem sobre alegada “instrumentalização” política possa ser usada para travar também futuras fiscalizações.</p>
<p>“Isto não tem paralelo”, afirmou Steve Rosenthal, antigo investigador sénior do Tax Policy Center, citado pelo &#8216;POLITICO&#8217;. Para vários especialistas, o acordo representa um tratamento especial sem equivalente no sistema fiscal americano e contraria a prática interna do IRS de auditar automaticamente as declarações fiscais de presidentes e vice-presidentes.</p>
<p>Trump tinha processado o IRS em janeiro, exigindo 10 mil milhões de dólares, cerca de 9,2 mil milhões de euros, na sequência da fuga de informação fiscal para a imprensa. Os dados tinham sido divulgados por Charles Littlejohn, antigo contratado da autoridade tributária, que se declarou culpado em 2023. A informação serviu de base a investigações jornalísticas que mostraram que Trump pagou frequentemente pouco ou nenhum imposto federal.</p>
<p>No entanto, especialistas ouvidos pelo jornal consideram que o processo dificilmente teria sucesso, entre outros motivos porque Trump terá ultrapassado o prazo legal de dois anos para intentar uma ação civil por divulgação não autorizada de informação fiscal. O acordo surge, por isso, como uma viragem inesperada: em vez de uma indemnização pela fuga de dados, Trump obtém uma proteção alargada contra auditorias.</p>
<p>A abrangência do entendimento é um dos pontos mais polémicos. O acordo não se limita a Trump enquanto presidente: estende-se a familiares, empresas relacionadas, trusts, afiliadas e subsidiárias. Para os democratas, há ainda o risco de o texto criar uma espécie de blindagem permanente contra o escrutínio fiscal.</p>
<p>A Administração Trump apresenta o acordo como resposta à alegada “instrumentalização” da justiça durante a presidência de Joe Biden. Mas há um detalhe politicamente sensível: a fuga de informação fiscal ocorreu em 2019, durante o primeiro mandato de Trump, e o responsável foi processado pelo Departamento de Justiça já sob Biden.</p>
<p>O caso ameaça reacender uma das batalhas mais persistentes em torno de Trump: o acesso às suas declarações fiscais. Durante o primeiro mandato, os democratas levaram o tema até ao Supremo Tribunal, invocando poderes especiais do Congresso para analisar declarações fiscais e avaliar se o IRS estava a fiscalizar adequadamente o presidente.</p>
<p>A contestação política já começou. O senador democrata Ron Wyden prometeu combater “todos os elementos” do acordo, enquanto Richard Neal, democrata na comissão de Ways and Means da Câmara dos Representantes, alertou que é difícil perceber como Trump poderá voltar a participar de forma significativa no sistema fiscal americano.</p>
<p>Há também dúvidas legais por esclarecer. Entre elas, se a administração tinha autoridade para assinar um acordo desta natureza, quem poderá contestá-lo em tribunal e se houve violação de uma lei de 1998 que proíbe a Casa Branca de interferir em auditorias fiscais.</p>
<p>Neal e Jamie Raskin, democrata na comissão judicial da Câmara dos Representantes, já exigiram à administração a preservação de documentos internos relacionados com o acordo e com o processo de Trump contra o IRS. Se os democratas recuperarem poder nas eleições intercalares deste ano, o tema deverá voltar ao centro da fiscalização parlamentar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765644]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Número de desempregados nos centros de emprego cai 9,7% em abril, avança IEFP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IEFP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu 9,7% em abril, em termos homólogos, e recuou 4,2% face a março, segundo dados hoje publicados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu 9,7% em abril, em termos homólogos, e recuou 4,2% face a março, segundo dados hoje publicados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). </P><br />
<P>De acordo com o IEFP, no final de abril estavam registados nos serviços de emprego do continente e regiões autónomas 283.290 pessoas desempregadas, o que representa 66,1% de um total de 428.304 pedidos de emprego.</P><br />
<P>Este número é inferior em 30.333 pessoas ao verificado no mesmo mês de 2025, sendo a variação explicada pelas alterações nos inscritos há menos de 12 meses (-19.583), nos que procuram novo emprego (-25.970) e nos maiores de 25 anos (-24.928).</P><br />
<P>Já na comparação em cadeia, ou seja, em relação a março, havia em abril menos 12.466 pessoas inscritas nos centros de emprego. </P><br />
<P>Analisando os grupos profissionais dos desempregados registados no continente, os mais representativos foram os &#8220;trabalhadores não qualificados&#8221; (29,8%), os &#8220;trabalhadores dos serviços pessoais, de proteção segurança e vendedores&#8221; (19,8%), os &#8220;especialistas das atividades intelectuais e científicas&#8221; (11%) e o &#8220;pessoal administrativo&#8221; (10,4%).</P><br />
<P>Em abril, o desemprego diminuiu em todas as regiões em termos homólogos, tendo os valores mais acentuados sido registados no Norte (-13,1%), na Madeira (-12,9%) e nos Açores (-12,2%).</P><br />
<P>Relativamente ao mês anterior, em abril registou-se também uma diminuição em todas as regiões, tendo a diminuição mais significativa ocorrido no Algarve (-23,3%).</P><br />
<P>O IEFP informa também que as ofertas de emprego recebidas ao longo do quarto mês deste ano totalizaram 11.919 em todo o país, menos 12,3% em termos homólogos e 18,9% abaixo de março.</P><br />
<P>No final do mês, havia 16.458 ofertas de emprego por satisfazer nos serviços de emprego de todo o país, uma diminuição de 2,2% em termos homólogos, mas um acréscimo de 2,6% em cadeia. </P><br />
<P>As colocações realizadas durante o mês de abril atingiram 9.051 em todo o país, um número inferior (-3,2%) ao do período homólogo e ao de março (-10,7%).</P><br />
<P>Uma análise das colocações efetuadas, por grupos de profissões (dados do continente), mostra uma maior concentração nos &#8220;trabalhadores não qualificados&#8221; (43,6%), nos &#8220;trabalhadores dos serviços pessoais, de proteção e segurança e vendedores&#8221; (19,2%) e nos &#8220;trabalhadores qualificados da indústria, construção e artífices&#8221; (9,5%).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765636]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro da Generali recua 2,2% no primeiro trimestre para 1.169 M€</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-generali-recua-22-no-primeiro-trimestre-para-1-169-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[generali]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A seguradora italiana Generali, que detém a Generali Tranquilidade, teve lucros de 1.169 milhões de euros no primeiro trimestre, uma queda de 2,2% em termos homólogos, num resultado impactado pelas tempestades em Portugal, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seguradora italiana Generali, que detém a Generali Tranquilidade, teve lucros de 1.169 milhões de euros no primeiro trimestre, uma queda de 2,2% em termos homólogos, num resultado impactado pelas tempestades em Portugal, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>No total, são menos 26 milhões de euros em termos líquidos face aos 1.195 milhões de euros registados nos primeiros três meses do ano passado. Já o resultado líquido ajustado, que elimina alguns fenómenos únicos ou certas volatilidades, cresceu 5,2% para 1.266 milhões de euros.</P><br />
<P>Os prémios brutos, por sua vez, aumentaram 6,8% no período em análise, para 28.155 milhões de euros, contra 26.541 milhões de euros um ano antes.</P><br />
<P>O resultado operacional consolidado situou-se em 2.235 milhões de euros (+8,1% em termos homólogos), sendo que foi impulsionado pelo ramo Vida, que cresceu 9,9% para 1.090 milhões de euros, pelo ramo Não Vida, que aumentou 1,2% para 1.041 milhões de euros, e pelo segmento Asset Wealth Management, que cresceu 15,5% para 314 milhões de euros.</P><br />
<P>O rácio combinado líquido &#8211; sinistros mais despesas em relação às receitas de prémios &#8211; melhorou ligeiramente para 90,5%, mais 0,8 pontos percentuais em relação a idêntico período do ano anterior.</P><br />
<P>Em particular, este rácio foi prejudicado por perdas de 4,8 pontos percentuais devido a catástrofes naturais (426 milhões de euros, contra perdas de 0,6 pontos percentuais no período homólogo, 48 milhões de euros), &#8220;em especial devido a um evento muito significativo em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Portugal foi atingido entre o final de janeiro e o início de março por um comboio de tempestades. Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros. </P><br />
<P>Segundo dados divulgados esta semana pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS), 71% dos 205 mil sinistros reportados já foram concluídos, tendo as seguradoras pagado 530 milhões de euros de um total estimado de 1.300 milhões de euros devido ao comboio de tempestades.</P><br />
<P>Ainda sobre a Generali, os ativos totais sob gestão aumentaram 0,5% até março, para 904.789 milhões de euros, contra os 858.265 milhões de euros contabilizados no mesmo período do ano passado.</P><br />
<P>O administrador financeiro do Grupo Generali, Cristiano Borean, apontou que os resultados do período &#8220;confirmam a execução bem-sucedida&#8221; do seu plano estratégico, com &#8220;um forte crescimento no resultado operacional suportado por todos os segmentos, refletido igualmente no resultado líquido ajustado&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Apoiados num balanço robusto, em fontes de geração de liquidez diversificadas e de elevada qualidade, bem como numa posição de capital sólida, mantemo-nos totalmente focados na criação de valor sustentável&#8221; para todas as partes interessadas, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765617]]></sapo:autor>
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		<title>Meo atravessa ciclo de transformação estrutural profundo, indica CEO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:28:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente executiva (CEO) da Meo, Ana Figueiredo, afirma que a Meo está a atravessa um ciclo de transformação estrutural profundo e que os resultados do primeiro trimestre demonstram que a empresa está firmemente nesse caminho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente executiva (CEO) da Meo, Ana Figueiredo, afirma que a Meo está a atravessa um ciclo de transformação estrutural profundo e que os resultados do primeiro trimestre demonstram que a empresa está firmemente nesse caminho.</p>
<p>As receitas da Meo avançaram 0,9% no primeiro trimestre, face aos primeiros três meses de 2025, para 703 milhões de euros, o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) recuou 7,3% para 226 milhões de euros e o investimento subiu 5,5% para 106 milhões de euros, divulgou hoje a empresa.</p>
<p>&#8220;A Meo está a atravessar um ciclo de transformação estrutural profundo, com uma ambição clara: evoluir de operador de telecomunicações para uma plataforma integrada de serviços digitais, capaz de liderar a próxima fase de crescimento do setor&#8221;, sublinha Ana Figueiredo, citada no comunicado de resultados.</p>
<p>O primeiro trimestre &#8220;demonstra que estamos firmemente neste caminho&#8221;, uma vez que &#8220;num contexto de elevada pressão competitiva e disrupção do mercado, entregámos receitas de 703 milhões de euros, com crescimento face ao ano anterior, sustentado na diversificação do nosso modelo e na capacidade de capturar novas fontes de valor&#8221;, argumenta a executiva.</p>
<p>Este desempenho &#8220;não resulta de fatores conjunturais &#8212; é o reflexo de uma estratégia deliberada: expandir o perímetro do negócio, acelerar a inovação e construir um portefólio resiliente, capaz de crescer para além do core telco tradicional&#8221;, prossegue Ana Figueiredo.</p>
<p>A gestora salienta que Meo está a construir três motores estruturais de criação de valor: liderança em conectividade e infraestruturas críticas; expansão para um ecossistema alargado de serviços; e transformação operacional assente em tecnologia e inteligência artificial (IA).</p>
<p>Relativamente ao primeiro ponto, a CEO destaca um &#8220;investimento consistente e disciplinado &#8212; 106 milhões de euros no trimestre &#8212;&#8221; em que a Meo está &#8220;a reforçar ativos estratégicos que constituem uma vantagem competitiva única: uma rede de fibra que cobre 6,7 milhões de lares e uma cobertura móvel praticamente universal&#8221;.</p>
<p>Além disso, &#8220;estamos a ir para além do telco&#8221;, diz, dando o exemplo do desempenho da Meo Energia.</p>
<p>&#8220;Em paralelo, no segmento empresarial, consolidamos uma posição diferenciadora em áreas como cloud, cibersegurança e ICT [tecnologias de informação e comunicação], capturando a crescente procura por soluções digitais integradas&#8221;.</p>
<p>Por último, &#8220;estamos a reinventar a forma como operamos&#8221;, sublinha.</p>
<p>Isto porque &#8220;a simplificação, a digitalização e a utilização intensiva de inteligência artificial estão a redefinir os nossos modelos operacionais, com impacto direto na eficiência, na experiência do cliente e na capacidade de escalar o negócio&#8221;.</p>
<p>O primeiro trimestre &#8220;evidenciou também a robustez desta estratégia, mesmo perante eventos extraordinários, como a tempestade Kristin, a Meo demonstrou elevada resiliência operacional e capacidade de resposta, protegendo clientes, ativos e continuidade de serviço&#8221;, mas &#8220;a nossa ambição vai mais longe&#8221;, prossegue Ana Figueiredo.</p>
<p>&#8220;Queremos liderar o novo ciclo de criação de valor no setor &#8212; não apenas como operador, mas como orquestrador de um ecossistema digital integrado, capaz de ligar pessoas, empresas e serviços de forma simples, relevante e cada vez mais inteligente&#8221;, assume a CEO.</p>
<p>Para o efeito, Ana Figueiredo destaca três prioridades: &#8220;crescimento sustentável em segmentos de maior valor; disciplina rigorosa na alocação de capital e otimização estrutural de custos; escala e monetização de novas avenidas de crescimento, além do negócio telco&#8221;.</p>
<p>A Meo &#8220;não está apenas a adaptar-se ao futuro do setor, está a contribuir ativamente para o definir&#8221;, remata a executiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765630]]></sapo:autor>
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		<title>Número de casais no desemprego recua 8,1% em abril, revela IEFP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:28:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de casais com ambos os elementos desempregados desceu 8,1% em abril, em termos homólogos, e caiu 1,8% face a março, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de casais com ambos os elementos desempregados desceu 8,1% em abril, em termos homólogos, e caiu 1,8% face a março, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). </P><br />
<P>&#8220;Do total de desempregados casados ou em união de facto, 8.880 (8,2%) têm também registo de que o seu cônjuge está igualmente inscrito como desempregado no Serviço de Emprego, totalizando 4.440 casais desempregados, em abril de 2026, o que representa -8,1%, quando comparado com o período homólogo do ano anterior&#8221;, lê-se no relatório mensal do IEFP.</P><br />
<P>Já na comparação em cadeia, o número de casais em que ambos os cônjuges estão desempregados recuou 1,8%.</P><br />
<P>Há vários anos que os casais nesta situação de duplo desemprego têm direito a uma majoração de 10% do valor da prestação de subsídio de desemprego, quando tenham dependentes a cargo.</P><br />
<P>Segundo os dados do IEFP, no final de abril de 2026 estavam registados nos serviços de emprego do continente 273.785 desempregados, dos quais 39,7% eram casados ou viviam em situação de união de facto, perfazendo um total de 108.799.</P><br />
<P>No continente, o desemprego registado nos serviços de emprego diminuiu 9,6% face ao período homólogo e 4,2% em relação ao mês anterior. </P><br />
<P>Relativamente ao total de desempregados casados ou em situação de união de facto, registou-se um decréscimo de -9,6% (-11.503 desempregados) face a abril de 2025 e de -3,7% (-4.175 desempregados) relativamente a março de 2026.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765629]]></sapo:autor>
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		<title>Caso EDP: Ricardo Salgado está incapaz de compreender pena de prisão, revela perícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:24:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma perícia forense determinante para que o tribunal decida se Ricardo Salgado vai preso nos processos que resultaram dos casos EDP e Operação Marquês concluiu que o ex-banqueiro está incapaz de compreender o porquê de cumprir pena.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma perícia forense determinante para que o tribunal decida se Ricardo Salgado vai preso nos processos que resultaram dos casos EDP e Operação Marquês concluiu que o ex-banqueiro está incapaz de compreender o porquê de cumprir pena.</p>
<p>&#8220;Ainda que possa conservar uma compreensão muito genérica da existência de um processo judicial, tal será tão somente a replicação mecânica de indicações de que está em contexto pericial, sem integrar a verdadeira noção axiológica do processo, nomeadamente a relação entre os factos e a pena, o motivo pela qual ela lhe é aplicada, a duração da mesma e a finalidade da sua execução&#8221;, refere um relatório datado de 11 de maio, ao qual a Lusa teve hoje acesso.</p>
<p>O ex-presidente do Banco Espírito Santo (BES), de 81 anos e doente de Alzheimer, está condenado a duas penas de prisão de seis anos e três meses e oito anos, cujo cúmulo jurídico será calculado em 26 de maio pelo Tribunal Central Criminal de Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765596]]></sapo:autor>
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		<title>Nissan leva eletrificação ao Rock in Rio Lisboa 2026 e põe o festival a saltar em modo sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:20:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Festival regressa a Lisboa nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nissan será a Viatura Oficial do Rock in Rio Lisboa 2026, reforçando a presença da marca junto do público português através de uma parceria que junta mobilidade eletrificada, inovação tecnológica e entretenimento. O festival regressa a Lisboa nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho de 2026.</p>
<p>No âmbito desta colaboração, a marca japonesa vai assegurar uma frota de veículos eletrificados para apoiar a operação logística do evento, contribuindo para uma mobilidade mais eficiente e para a redução do impacto ambiental associado ao festival.</p>
<p>“É com enorme orgulho que anunciamos a Nissan como Viatura Oficial do Rock in Rio Lisboa 2026, um evento de referência internacional que partilha connosco uma visão de futuro mais sustentável, inovadora e de proximidade”, afirma Pedro Sá, Chief Operations Officer da Nissan Portugal.</p>
<p>Para o responsável, esta parceria “representa muito mais do que assegurar a mobilidade do festival”, funcionando também como uma oportunidade para demonstrar, “num palco de enorme visibilidade”, o compromisso da Nissan com a eletrificação, a inovação tecnológica e uma mobilidade “mais inteligente e acessível para todos”.</p>
<p>Além de assegurar a frota oficial do evento, a Nissan será também a marca oficial do slide, uma das atrações mais emblemáticas do Rock in Rio Lisboa. A experiência permite aos visitantes sobrevoar o recinto ao longo de cerca de 200 metros, em frente ao Palco Mundo, oferecendo uma perspetiva privilegiada sobre o festival.</p>
<p>“É com grande entusiasmo que recebemos a Nissan como Viatura Oficial do Rock in Rio Lisboa 2026 e como patrocinadora do icónico slide, uma das experiências mais marcantes do festival”, sublinha Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio.</p>
<p>Segundo a responsável, a parceria reforça o compromisso do festival com a inovação, a sustentabilidade e a criação de experiências memoráveis para o público, permitindo “continuar a evoluir o festival de forma mais responsável e alinhada com os desafios do futuro”.</p>
<p>A colaboração surge integrada na estratégia global de eletrificação e inovação tecnológica da Nissan, que tem vindo a reforçar a aposta em soluções de mobilidade mais limpas, seguras e acessíveis. A marca assumiu o compromisso de alcançar a neutralidade carbónica até 2050 e continua a expandir a sua gama de modelos eletrificados.</p>
<p>Em Portugal, essa estratégia passa por tecnologias como o e-POWER, presente no Nissan Qashqai, e pela gama 100% elétrica da marca, onde se destacam modelos como Micra, Ariya e o futuro LEAF.</p>
<p>A parceria com o Rock in Rio Lisboa 2026 será também estendida à rede de concessionários Nissan em Portugal, que vai desenvolver ativações e iniciativas inspiradas no universo do festival. Estão previstas experiências exclusivas, ações locais e momentos de contacto com os modelos da marca.</p>
<p>Os visitantes do Rock in Rio Lisboa poderão ainda acompanhar, através das redes sociais oficiais da Nissan em Portugal, as atividades que serão anunciadas para o espaço exclusivo da marca no recinto.</p>
<p>Com esta presença, a Nissan reforça a proximidade ao público português e consolida o posicionamento enquanto marca ligada à transformação da mobilidade, associando a eletrificação a um dos maiores palcos de música e entretenimento do mundo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765594]]></sapo:autor>
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		<title>Banca europeia vive o melhor ano em décadas mas há um alerta no horizonte, avisa especialista em mercados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:17:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os bancos europeus atravessam um dos períodos mais fortes da última década, com lucros recorde, valorizações expressivas e um regresso ao centro do interesse dos investidores. Ainda assim, o setor começa a enfrentar uma nova questão: estará em curso o pico do ciclo?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os bancos europeus atravessam um dos períodos mais fortes da última década, com lucros recorde, valorizações expressivas e um regresso ao centro do interesse dos investidores. Ainda assim, o setor começa a enfrentar uma nova questão: estará em curso o pico do ciclo?</p>
<p>Segundo uma análise de João Lampreia, especialista de mercado na Freedom24, 2025 marcou um ponto de viragem para a banca europeia, com o setor a beneficiar de um ambiente de taxas de juro normalizadas, forte atividade de mercado e uma reavaliação após anos de subdesempenho em bolsa.</p>
<p>O índice EURO STOXX Banks disparou 76% em 2025, naquele que foi o melhor desempenho anual de sempre do setor. Praticamente todos os grandes bancos registaram ganhos de dois dígitos, incluindo instituições como o Banco Santander, o BNP Paribas e o ING Groep.</p>
<p>Depois de uma década marcada por taxas de juro negativas, fraca rentabilidade e avaliações deprimidas, o setor regressou ao radar dos investidores como uma história de crescimento e geração de capital. No entanto, o início de 2026 trouxe maior complexidade ao cenário.</p>
<p>O agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente, em particular o conflito em torno do Irão, alterou o enquadramento macroeconómico. A inflação voltou a acelerar na zona euro devido à energia, levando o Banco Central Europeu a interromper o ciclo de cortes das taxas de juro e a deixar em aberto a possibilidade de novo endurecimento da política monetária.</p>
<p>Este contexto cria um efeito duplo para os bancos: por um lado, taxas de juro mais elevadas prolongam margens financeiras robustas; por outro, aumentam os riscos de desaceleração económica e deterioração da qualidade do crédito.</p>
<p>Apesar do enquadramento mais incerto, os resultados continuam sólidos. O BNP Paribas fechou 2025 com lucros recorde de 12,2 mil milhões de euros e voltou a superar expectativas no arranque de 2026, com crescimento de 9% no lucro no primeiro trimestre. Já o Banco Santander registou 14,1 mil milhões de euros de lucro em 2025, mantendo uma forte política de remuneração aos acionistas através de dividendos e recompra de ações.</p>
<p>Também o ING Groep tem vindo a destacar-se pela qualidade do modelo de negócio, com receitas recorde pelo terceiro ano consecutivo e maior peso das comissões, reduzindo a dependência da margem financeira — um fator cada vez mais relevante num ciclo de taxas instável.</p>
<p>O forte desempenho do setor em 2025 foi impulsionado por três fatores principais: a normalização das taxas de juro após anos de política monetária expansionista, o dinamismo da atividade de fusões e aquisições e a reavaliação de um setor historicamente penalizado em bolsa.</p>
<p>Contudo, o mercado começa agora a dar sinais de maior seletividade. Apesar de muitos bancos continuarem a negociar com múltiplos baixos — frequentemente abaixo de 8 a 9 vezes os lucros — os investidores estão a passar de uma aposta “no setor” para uma análise mais granular da qualidade dos resultados, estrutura de receitas e solidez de capital.</p>
<p>Na prática, o mercado começa a precificar que o pico de rentabilidade poderá estar próximo, refletido também na moderação das expectativas de dividendos futuros, apesar da recuperação das cotações.</p>
<p>Para os investidores, o foco desloca-se para bancos com maior diversificação de receitas, forte posição de capital, disciplina de custos e políticas claras de remuneração acionista. Instituições mais dependentes da margem financeira tendem a ser vistas como mais vulneráveis num cenário macroeconómico instável.</p>
<p>Entre os principais riscos para o setor destacam-se uma eventual deterioração da qualidade do crédito, um crescimento económico mais fraco na zona euro, alterações regulatórias mais exigentes, a redução da atividade de M&amp;A e a persistência de tensões geopolíticas.</p>
<p>Ainda assim, os bancos europeus mantêm-se como uma das histórias mais fortes dos mercados em 2026, combinando rentabilidade elevada e avaliações ainda relativamente contidas face a outros setores globais. A diferença face ao ano anterior é clara: já não chega apostar na banca como um todo — a seleção de ativos tornou-se determinante.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765497]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Os dois portugueses detidos na flotilha por Gaza saem de Israel às 13.00</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dois portugueses detidos pelas forças israelitas quando participavam na flotilha por Gaza têm saída prevista de Israel às 15:00 (13:00 em Lisboa) para Istambul, disse à Lusa fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois portugueses detidos pelas forças israelitas quando participavam na flotilha por Gaza têm saída prevista de Israel às 15:00 (13:00 em Lisboa) para Istambul, disse à Lusa fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros.</p>
<p>Os dois médicos portugueses devem ficar em Istambul até sexta-feira aguardando uma ligação direta para o Porto, onde residem.</p>
<p>A mesma fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros acrescentou que a Turquia disponibilizou três aviões para a retirada dos membros da flotilha que foram detidos pelas forças de Israel.</p>
<p>Os dois médicos portugueses, Maria Beatriz Bartilotti Matos e Gonçalo Reis Dias, foram detidos na segunda-feira pelas autoridades israelitas, no âmbito da missão &#8220;Sumud Global Flotilla&#8221;, que seguia para o enclave costeiro palestiniano.</p>
<p>A embarcação onde seguiam os dois portugueses e que se deslocava para a Faixa de Gaza foi intercetada na segunda-feira pelas forças israelitas em águas internacionais.</p>
<p>Na quarta-feira, o primeiro-ministro Luís Montenegro defendeu a suspensão parcial do acordo comercial entre a União Europeia e Israel na sequência de um vídeo divulgado pelo ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir.</p>
<p>Nas imagens, os membros da flotilha detidos são humilhados pelas forças de Israel.</p>
<p>A União Europeia (UE) classificou hoje como &#8220;completamente inaceitável&#8221; o tratamento dado aos ativistas da flotilha para Gaza detidos por Israel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765610]]></sapo:autor>
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		<title>Receitas da Meo sobem 0,9% no 1.º trimestre para 703 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:02:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As receitas da Meo avançaram 0,9% no primeiro trimestre, face aos primeiros três meses de 2025, para 703 milhões de euros e o investimento subiu 5,5%, anunciou hoje a empresa liderada por Ana Figueiredo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As receitas da Meo avançaram 0,9% no primeiro trimestre, face aos primeiros três meses de 2025, para 703 milhões de euros e o investimento subiu 5,5%, anunciou hoje a empresa liderada por Ana Figueiredo.</p>
<p>De acordo com a Meo, &#8220;no primeiro trimestre de 2026 as receitas fixaram-se em 703 milhões de euros, o EBITDA [resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações] totalizou 226 milhões de euros e o investimento atingiu 106 milhões de euros&#8221;.</p>
<p>As receitas subiram 0,9%, refletindo um &#8220;desempenho suportado por um aumento de 1,7% no segmento Consumo, impulsionado pelo negócio da Energia, que mitigou parcialmente a pressão sobre o ARPU [receita média por cliente] Telco num contexto de elevada competitividade, e pelo crescimento de 3,4% das receitas do segmento de Serviços Empresariais&#8221;, refere a Meo, em comunicado.</p>
<p>O EBITDA atingiu &#8220;226 milhões de euros, refletindo uma diminuição homóloga de 7,3%&#8221;.</p>
<p>Excluindo os resultados da Altice Labs e perda progressiva do MVNO [operador móvel virtual], o EBITDA decresce 4,3% penalizado pelo impacto sentido no ARPU Telco e pelo aumento de custos, nomeadamente pela pressão inflacionista sobre serviços de terceiros&#8221;, explica a Meo.</p>
<p>O investimento &#8220;atingiu 106 milhões de euros, registando um aumento de 5,5% face a igual período do ano anterior, refletindo o compromisso contínuo da Meo na expansão e modernização das suas redes e infraestruturas, garantindo níveis de excelência e segurança no serviço prestado aos clientes residenciais e empresariais&#8221;, acrescenta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765598]]></sapo:autor>
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		<title>UE/Previsões: Bruxelas avalia pedido para excluir gastos energéticos das regras orçamentais europeias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ A Comissão Europeia disse hoje estar a avaliar o pedido de Itália para excluir os gastos decorrentes da crise energética, causada pela guerra no Irão, das apertadas regras orçamentais da União Europeia (UE), mas defendeu "prudência orçamental".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia disse hoje estar a avaliar o pedido de Itália para excluir os gastos decorrentes da crise energética, causada pela guerra no Irão, das apertadas regras orçamentais da União Europeia (UE), mas defendeu &#8220;prudência orçamental&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estamos certamente a analisar a carta [da primeira-ministra italiana] e estamos a avaliar quais são as opções de política, o que pode ser feito, também em termos de política orçamental, mas no geral precisamos de ser prudentes na nossa resposta orçamental por razões de sustentabilidade das finanças públicas&#8221;, afirmou o comissário europeu da Economia, Valdis Dombrovskis.</p>
<p>Falando em entrevista a um grupo de jornalistas europeus em Bruxelas, incluindo a Lusa, no dia em que a instituição apresenta as primeiras previsões económicas desde o início da guerra do Irão, o responsável exemplificou que, &#8220;no próximo ano, por exemplo, Itália deverá tornar-se o país com a maior relação dívida/PIB [Produto Interno Bruto] da UE, pelo que existe uma justificação clara para alguma prudência orçamental&#8221;.</p>
<p>&#8220;Além disso, a resposta política não pode ser uma resposta generalizada que sustente ou aumente a procura de combustíveis fósseis porque isso apenas manteria os preços globais dos combustíveis fósseis elevados, sem trazer grandes benefícios&#8221;, acrescentou Valdis Dombrovskis.</p>
<p>Ainda assim, de acordo com o comissário europeu da tutela, Bruxelas está também a &#8220;avaliar as medidas que os Estados-membros estão a adotar &#8211; medidas temporárias e direcionadas &#8211; e a analisar possíveis opções de política&#8221;, dados os efeitos da guerra do Irão causada pelos ataques israelitas e norte-americanos.</p>
<p>&#8220;O ponto aqui é perceber qual é a resposta política adequada, tendo em conta todos os fatores que estamos a enfrentar. Estamos perante um crescimento mais lento, inflação mais elevada e um choque do lado da oferta. Assim, simplesmente estimular a procura não resolverá um choque de oferta&#8221;, justificou Valdis Dombrovskis.</p>
<p>Além disso, de acordo com o responsável, a UE enfrenta &#8220;uma situação orçamental globalmente mais difícil, também porque o ambiente de taxas de juro é muito diferente daquele que existia, por exemplo, durante a covid-19, quando foram aplicados estímulos orçamentais generalizados e havia uma recessão económica severa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nessa altura, estávamos num ambiente de taxas de juro praticamente nulas, enquanto atualmente estamos num contexto de taxas muito mais elevadas&#8221;, comparou.</p>
<p>E concluiu: &#8220;Dito isto, continuamos a analisar as flexibilidades existentes no atual enquadramento, que podem ser utilizadas. Estamos obviamente a avaliar a carta da primeira-ministra e a estudar que outras medidas poderão ser tomadas para assegurar uma resposta política equilibrada&#8221;.</p>
<p>Em meados deste mês, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, enviou uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a pedir a exclusão dos gastos decorrentes da crise energética do Pacto de Estabilidade (PEC).</p>
<p>O PEC é o conjunto de regras da União Europeia que visa garantir finanças públicas sólidas e coordenar as políticas orçamentais para a estabilidade do euro, fixando tetos de 3% do PIB ao défice público e de 60% do PIB à dívida pública.</p>
<p>Na carta, Meloni garantiu que &#8220;Itália continuará a fazer a sua parte para reforçar a segurança e a defesa europeias&#8221; e a defender que a UE invista mais na sua capacidade estratégica, sublinhando porém que &#8220;aos olhos dos cidadãos europeus existe outra emergência igualmente concreta e imediata: a energia&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765591]]></sapo:autor>
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		<title>Aumento de quase mil euros: Estudantes do Ensino Superior vão receber bolsas mais altas já em 2026/27</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O valor médio anual das bolsas de estudo no ensino superior deverá aumentar de 1734 para 2660 euros já no próximo ano letivo, no âmbito da reforma da ação social que o Governo pretende aprovar esta quinta-feira em Conselho de Ministros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O valor médio anual das bolsas de estudo no ensino superior deverá aumentar de 1734 para 2660 euros já no próximo ano letivo, no âmbito da reforma da ação social que o Governo pretende aprovar esta quinta-feira em Conselho de Ministros. O novo modelo representa um reforço médio de 926 euros por estudante e implicará um aumento significativo do investimento público, que deverá passar dos atuais 144 milhões para cerca de 220 milhões de euros.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pelo <a href="https://www.publico.pt/2026/05/21/sociedade/noticia/valor-medio-novas-bolsas-ensino-superior-aumenta-926-euros-passa-2660-euros-2175449" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, o novo sistema vai alterar profundamente a forma como as bolsas são calculadas, passando a considerar o custo real de estudar em cada concelho do país. O cálculo incluirá despesas com propinas, alimentação, transportes e alojamento, permitindo ajustar os apoios à realidade local e à capacidade financeira efetiva das famílias. O Ministério da Educação defende que o novo mecanismo garantirá maior progressividade e uma distribuição “mais justa” dos apoios sociais, assegurando que nenhum estudante fica impedido de frequentar ou concluir o ensino superior por razões económicas.</p>
<p>Com as novas regras, a bolsa passará a resultar da diferença entre o custo estimado de estudar num determinado concelho e o rendimento que o agregado familiar consegue disponibilizar ao estudante. Se essa diferença for positiva, haverá direito ao apoio. O ministério apresenta como exemplo um estudante deslocado em Lisboa, alojado no mercado privado e a frequentar uma licenciatura com propina anual de 697 euros, que poderá receber uma bolsa máxima de 7818 euros anuais. Além disso, todos os estudantes oriundos de famílias abaixo do limiar de pobreza — fixado nos 723 euros mensais — terão direito automaticamente à bolsa máxima, abrangendo cerca de 27% dos atuais bolseiros.</p>
<p>A reforma procura também corrigir distorções do actual sistema. Atualmente, mais de 70% dos estudantes bolseiros recebem apenas a bolsa mínima, fixada em 872 euros anuais, o equivalente a cerca de 87 euros mensais pagos durante dez meses. Depois de descontada a propina máxima de licenciatura, muitos estudantes acabam por ficar com pouco mais de 17 euros mensais disponíveis para despesas básicas. O Governo quer reduzir drasticamente o número de alunos abrangidos apenas pela bolsa mínima, passando dos atuais mais de 70% para cerca de 10%.</p>
<p>O novo regime prevê igualmente alterações nos apoios ao alojamento. Os estudantes deslocados que consigam vaga em residências universitárias terão uma comparticipação de 160 euros, um aumento de aproximadamente 20% face ao apoio actual. Já os estudantes sem acesso a residência receberão um complemento ajustado ao custo do alojamento privado no concelho onde estudam. Paralelamente, os alunos provenientes do escalão A da Ação Social Escolar no ensino secundário continuarão a beneficiar de uma “bolsa de incentivo” anual de 1045 euros até concluírem a licenciatura.</p>
<p>Apesar das mudanças, o Ministério da Educação garante que nenhum estudante atualmente bolseiro verá o valor da sua bolsa reduzido devido à reforma. Será criado um regime transitório em que os dois modelos funcionarão em simultâneo, permitindo manter o montante atualmente recebido sempre que as novas regras resultem num valor inferior. O diploma final deverá clarificar os detalhes da reforma e o impacto efetivo das medidas, numa altura em que o Governo procura responder às dificuldades crescentes enfrentadas pelos estudantes universitários, sobretudo nas cidades com custos de vida e habitação mais elevados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765526]]></sapo:autor>
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		<title>NIS2 já cá está. A pergunta agora é se a sua empresa tem resposta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:44:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Opinião de Miguel Silva, CEO da Datatekin]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Miguel Silva, CEO da Datatekin</em></strong></p>
<p>A NIS2 está em vigor desde 3 de abril e o calendário deixou de ser uma agenda regulatória para passar a ser um cronómetro. Os prazos para nomeação do responsável de cibersegurança e registo no CNCS já correm, e a adaptação sem coimas plenas até abril de 2027 não é uma moratória, é uma janela curta.  À exceção da Banca, a maioria das empresas não está preparada. Não por falta de investimento tecnológico, mas por falta de consciência sobre onde reside hoje o verdadeiro risco digital.</p>
<p>A diretiva aplica-se a empresas em setores críticos, mas também a entidades que integram as suas cadeias de abastecimento. O critério deixou de ser o setor para passar a ser o impacto potencial e o grau de dependência que terceiros têm na organização. Esta abordagem baseada no risco, faz com que o perímetro relevante deixe de ser apenas o interno (redes, servidores, firewalls) e passe a incluir explicitamente fornecedores tecnológicos, fluxos de dados, serviços cloud e tecnologias de terceiros integradas em websites e plataformas digitais. É neste perímetro alargado que muitas organizações continuam a ter visibilidade limitada e controlo insuficiente.</p>
<p>A NIS2 não exige um controlo absoluto de todas as dependências, mas medidas proporcionais e baseadas no risco. Isso inclui serviços na cloud, fornecedores tecnológicos e, algo ainda frequentemente subestimado, as múltiplas ferramentas de analytics, marketing, publicidade, personalização ou consentimento que executam código nos canais digitais. Cada uma destas integrações representa um elo da cadeia de fornecimento com impacto direto na segurança e na resiliência dos sistemas.</p>
<p>Na prática, muitas empresas não sabem quantas tecnologias externas estão ativas nos seus websites, que dados recolhem, para onde os enviam ou como evoluem ao longo do tempo. Ainda assim, assumem estar em conformidade com base em avaliações incompletas ou pressupostos não validados. Acreditam que os seus sistemas são seguros porque &#8220;nunca houve um incidente&#8221;. Essa crença não é uma estratégia, é uma aposta.</p>
<p>Este cenário agrava-se porque estas tecnologias vivem, muitas vezes, numa zona cinzenta de responsabilidade. Estão frequentemente sob a gestão de áreas de negócio como o Marketing, nem sempre integradas de forma sistemática nos processos de IT e segurança. O resultado é uma fragmentação da governação que a NIS2 deixa de permitir. A diretiva não pede boas intenções nem declarações de princípio. Exige evidência de controlo, processos claros e responsabilização ao mais alto nível.</p>
<p>Essa evidência traduz-se, na prática, em políticas documentadas de gestão de risco, inventários atualizados de ativos e fornecedores, auditorias periódicas e mecanismos de monitorização contínua que demonstrem supervisão efetiva.</p>
<p>Há ainda um fator adicional que aumenta o nível de risco: a inteligência artificial. Os modelos de IA estão a começar a influenciar decisões comerciais, operacionais e estratégicas, mas continuam a ser alimentados por cadeias de dados frágeis, instáveis e, muitas vezes, mal governadas. Pequenas falhas que antes teriam impacto limitado podem agora escalar rapidamente e distorcer decisões automatizadas. Não existe IA fiável sem dados fiáveis, e não existe fiabilidade sem governação.</p>
<p>É neste contexto que muitas organizações podem falhar o teste da NIS2, não pela utilização de IA si, mas pela fragilidade da governação dos dados e das dependências que a suportam. Não porque ignorem a cibersegurança, mas porque continuam a confundir recolha de dados com controlo de dados. Continuam a investir em mais tecnologia, sem garantir que a tecnologia existente é conhecida, supervisionada e auditável.</p>
<p>Este não é o momento para projetos ambiciosos ou transformações longas. É o momento para fazer o básico bem feito: mapear dependências externas, obter visibilidade contínua sobre as tecnologias ativas, definir processos mínimos de governação e estabelecer responsabilidades claras entre áreas.</p>
<p>A NIS2 já cá está e deixou de haver desculpas para adiar. A administração é, por lei, responsável. Os prazos correm e as coimas chegam aos dez milhões de euros ou 2% do volume de negócios global. Quem se mover agora, com método, transforma a obrigação em vantagem. Quem esperar pela primeira notificação do regulador ou pela primeira falha numa due diligence, vai negociar em posição fragilizada e a um custo várias vezes superior, não se mede em multas evitadas, mas em contratos ganhos e confiança de mercado consolidada. A conformidade com a NIS2 distingue quem antecipa de quem é apanhado a reagir.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Miguel Silva, CEO da Datatekin]]></sapo:autor>
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		<title>UE/Previsões: Crescimento europeu cairia para metade se guerra se prolongasse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:39:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia estima que o crescimento económico da União Europeia (UE) caia para metade caso a guerra no Irão se prolongue e continue a afetar os mercados energéticos, com a inflação a avançar significativamente, especialmente em 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia estima que o crescimento económico da União Europeia (UE) caia para metade caso a guerra no Irão se prolongue e continue a afetar os mercados energéticos, com a inflação a avançar significativamente, especialmente em 2027.</p>
<p>&#8220;Realizámos algumas análises de cenários para avaliar o que aconteceria se as perturbações no abastecimento de petróleo e gás se prolongassem e, consequentemente, os preços se mantivessem mais elevados por um período mais longo, o que levaria a um aumento mais acentuado da inflação de 0,3 pontos percentuais este ano e 1,1 no próximo ano e reduziria para cerca de metade a previsão de crescimento tanto para este ano como para o próximo&#8221;, disse o comissário europeu da Economia, Valdis Dombrovskis.</p>
<p>Falando em entrevista a um grupo de jornalistas europeus em Bruxelas, incluindo a Lusa, no dia em que a instituição apresenta as primeiras previsões económicas desde o início da guerra do Irão, o responsável explicou que, para chegar a estes valores, foi considerada a atual crise do petróleo e do gás, em linha com as expectativas do mercado, mas também abrangidas análises de cenários para um cenário potencialmente mais adverso.</p>
<p>&#8220;Há já vários meses que temos vindo a debater as implicações económicas negativas do conflito no Médio Oriente. Este desencadeou um novo choque energético e, consequentemente, conduziu a um abrandamento económico e a um aumento da inflação na UE&#8221;, adiantou Valdis Dombrovskis à Lusa e outros meios europeus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765563]]></sapo:autor>
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		<title>O escritório que pensa em várias línguas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-escritorio-que-pensa-em-varias-linguas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Sofia Sousa, Chief Commercial Officer do LACS  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Sofia Sousa, Chief Commercial Officer do LACS  </strong></em></p>
<p>Assinalar o Dia Mundial da Diversidade Cultural é, hoje, mais do que um exercício simbólico. É uma oportunidade para refletir sobre como, e onde, essa diversidade acontece de forma real, orgânica e com impacto. No contexto profissional, essa resposta está cada vez mais ligada à forma como desenhamos os espaços de trabalho.</p>
<p>Durante anos, a diversidade foi encarada como um objetivo a atingir dentro das empresas, muitas vezes através de políticas internas ou metas de contratação. Mas o futuro do trabalho está a mostrar-nos algo diferente: quando criamos os ambientes certos, a diversidade deixa de ser uma meta e passa a ser uma consequência natural. É precisamente isso que vemos emergir nos espaços de trabalho partilhados.</p>
<p>Num único edifício, cruzam-se freelancers de diferentes nacionalidades, equipas de startups em crescimento, departamentos locais de multinacionais e profissionais com percursos altamente distintos. Esta convivência diária cria um ecossistema onde a diversidade cultural, de experiências e de pensamento não só existe, como é constantemente ativada através da interação.</p>
<p>Dados da Boston Consulting Group (BCG) mostram uma ligação clara entre diversidade e desempenho: empresas com equipas de liderança mais diversas geram 45% das receitas a partir da inovação, contra 26% nas menos diversas. Assim, quando pessoas com diferentes perspetivas colaboram, o resultado tende a ser mais criativo, mais rápido e mais ajustado à realidade de mercados igualmente diversos.</p>
<p>No entanto, para que esta diversidade gere valor, não basta que ela exista, é preciso que haja contacto. E é aqui que os modelos tradicionais de escritório começam a revelar limitações. Estruturas rígidas, departamentos isolados e culturas organizacionais fechadas tendem a estimular barreiras internas, reduzindo as oportunidades de troca e aprendizagem.</p>
<p>Num contexto em que as organizações procuram constantemente formas de se tornarem mais ágeis, inovadoras e resilientes, a diversidade deixa de ser apenas um valor e passa a ser um ativo estratégico. E os espaços onde trabalhamos têm um papel determinante na forma como esse ativo é desbloqueado.</p>
<p>O escritório do futuro não será apenas mais flexível ou mais tecnológico. Será, acima de tudo, mais diverso e desenhado para que essa diversidade se traduza em colaboração real.</p>
<p>Porque, no fim, são as pessoas, nas suas diferenças, que fazem avançar as ideias.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Sofia Sousa, Chief Commercial Officer do LACS  ]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UE/Previsões: Bruxelas prevê défice de 0,1% este ano em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:35:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia está mais pessimista que o Governo e antecipa que Portugal passará de excedente a um défice de 0,1% do PIB em 2026, com o impacto dos apoios após as tempestades e das reduções de impostos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia está mais pessimista que o Governo e antecipa que Portugal passará de excedente a um défice de 0,1% do PIB em 2026, com o impacto dos apoios após as tempestades e das reduções de impostos.</p>
<p>Segundo as previsões económicas de primavera, divulgadas hoje, Bruxelas prevê um défice de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 e de 0,4% do PIB em 2027, assumindo a manutenção das políticas, enquanto o Governo projeta um saldo orçamental nulo este ano.</p>
<p>Em 2026, a queda prevista reflete o impacto das medidas de apoio governamental tomadas em resposta à série de tempestades de janeiro e fevereiro, explica o executivo comunitário.</p>
<p>Além disso, a redução do saldo em 2026 e 2027 &#8220;resulta também de medidas que deterioraram o saldo, como a redução das taxas de imposto sobre o rendimento das pessoas singulares e coletivas&#8221;.</p>
<p>&#8220;As perspetivas orçamentais enfrentam riscos relacionados com a fragilidade financeira das empresas estatais e com as contingências de passivos de parcerias público-privadas&#8221;, alerta a Comissão Europeia.</p>
<p>No que diz respeito à dívida pública, antecipa-se que a trajetória de redução continue, embora a um ritmo mais lento. A previsão é de que o rácio da dívida pública portuguesa atinja 87,6% do PIB em 2026 e 86% em 2027, devido à persistência de excedentes primários e diferenciais favoráveis entre crescimento e taxas de juro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765558]]></sapo:autor>
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		<title>UE/Previsões: Comissão revê em baixa crescimento das economias da zona euro e UE em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento da economia da zona euro vai abrandar, em 2026, para os 0,9% e o da UE para 1,1%, devido ao conflito no Médio Oriente, segundo as previsões económicas da primavera, hoje divulgadas pela Comissão Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento da economia da zona euro vai abrandar, em 2026, para os 0,9% e o da UE para 1,1%, devido ao conflito no Médio Oriente, segundo as previsões económicas da primavera, hoje divulgadas pela Comissão Europeia.</p>
<p>Na área do euro, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deverá desacelerar este ano para 0,9%, uma estimativa 0,3 pontos percentuais abaixo da anterior, divulgada em novembro de 2025, que apontava para uma subida de 1,2%.</p>
<p>Em 2027, o PIB da zona euro deverá subir 1,2%, estima hoje a Direção-geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão.</p>
<p>Na União Europeia (UE), depois de ter atingido 1,5 % em 2025, prevê-se agora que o crescimento do PIB abrande para 1,1% em 2026 &#8212; uma revisão em baixa de 0,3 pontos percentuais em relação às previsões económicas do outono de 2025 (1,4%).</p>
<p>O PIB do bloco comunitário deverá, em seguida, acelerar para 1,4 % em 2027.</p>
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