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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Viktor Orbán reeleito presidente do Fidesz após derrota nas eleições de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 15:29:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ultranacionalista Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria de 2010 até maio passado, foi hoje reeleito presidente do Fidesz, no primeiro congresso do partido desde a sua derrota nas eleições parlamentares de abril, contra o partido conservador Tisza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ultranacionalista Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria de 2010 até maio passado, foi hoje reeleito presidente do Fidesz, no primeiro congresso do partido desde a sua derrota nas eleições parlamentares de abril, contra o partido conservador Tisza.</P><br />
<P>Orbán, de 63 anos, disse aos delegados do partido reunidos em Budapeste que &#8220;nunca&#8221; desistiria e que, embora o Fidesz não seja atualmente um partido bem-sucedido, precisa de recuperar e renovar-se nos próximos meses.</P><br />
<P>Apesar de se terem ouvido algumas vozes críticas no congresso, Orbán foi mais uma vez o único candidato à presidência do partido, recebendo o apoio de 729 dos 737 delegados, segundo a HírTV.</P><br />
<P>A reunião magna do Fidesz ocorreu dois meses após a histórica derrota do partido, quando o líder do Tisza, Péter Magyar, pôs fim aos 16 anos de governo de Orbán.</P><br />
<P>Antes das eleições, o grupo parlamentar do Fidesz detinha 133 dos 199 lugares, enquanto no atual Parlamento detém apenas 52, em comparação com os 141 do Tisza.</P><br />
<P>&#8220;Sou responsável pelos erros estratégicos e não qualquer outra pessoa&#8221;, admitiu Orbán aos delegados, depois de afirmar que &#8220;a Hungria teve 16 anos fantásticos&#8221; sob o seu Governo.</P><br />
<P>Segundo o ultranacionalista, eleito para um mandato de um ano, o Fidesz &#8220;ainda não está preparado para ser um partido da oposição bem-sucedido&#8221; e, por isso, terá de trabalhar arduamente nos próximos meses para &#8220;estar preparado para quando o Governo (Magyar) falhar e o povo se cansar dele&#8221;.</P><br />
<P>Orbán lidera o Fidesz desde 1993, com exceção de um período de três anos, entre 2000 e 2003.</P><br />
<P>Num documento publicado por ocasião do congresso de hoje, Orbán afirma que &#8220;a União Europeia representa atualmente o maior perigo para a soberania da Hungria&#8221;.</P><br />
<P>O líder do Fidesz vai participar na quarta-feira numa reunião do grupo ultraconservador de eurodeputados Patriotas pela Europa, que ele próprio fundou há dois anos.</P><br />
<P>Embora Orbán ainda mantenha o controlo dentro do Fidesz, um regresso ao poder parece cada vez mais improvável depois de Tisza ter apresentado ao Parlamento, há poucos dias, um projeto de lei que limita os mandatos dos primeiros-ministros.</P><br />
<P>A alteração, que é retroativa, estipula que os primeiros-ministros na Hungria só podem cumprir dois mandatos de quatro anos.</P><br />
<P>Orbán esteve no poder durante cinco mandatos, quatro deles consecutivos, entre 2010 e 2026. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775840]]></sapo:autor>
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		<title>Serviço de Urgência Polivalente do hospital de Évora com constrangimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 15:16:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Serviço de Urgência Polivalente do hospital de Évora está hoje a funcionar "com constrangimentos decorrentes de falhas nos sistemas informáticos", divulgou a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Serviço de Urgência Polivalente do hospital de Évora está hoje a funcionar &#8220;com constrangimentos decorrentes de falhas nos sistemas informáticos&#8221;, divulgou a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC).</P><br />
<P>Em comunicado enviado à agência Lusa, a ULSAC explicou que esta situação levou a que fossem &#8220;ativados os planos de contingência definidos para este tipo de ocorrência&#8221;, para &#8220;assegurar a continuidade da prestação de cuidados e a minimizar o impacto no funcionamento do serviço&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No entanto, estes constrangimentos poderão refletir-se no prolongamento dos tempos de espera, pelo que se apela à compreensão e colaboração dos utentes&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A ULSAC disse ainda estar &#8220;a desenvolver todas as diligências técnicas necessárias para resolver a situação com a maior brevidade possível, estando as equipas envolvidas a acompanhar permanentemente a evolução do processo&#8221;.</P><br />
<P>Enquanto se verificarem os constrangimentos, a unidade local de saúde aconselhou os utentes a contactarem a Linha SNS 24, através do número 808 24 24 24, antes de recorrerem ao Serviço de Urgência Polivalente.</P><br />
<P>Desta forma, frisou, será possível &#8220;garantir o encaminhamento mais adequado, em função da situação clínica e das diferentes respostas disponíveis no Serviço Nacional de Saúde&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775839]]></sapo:autor>
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		<title>Linha do Minho cortada em Darque, Viana do Castelo, após atropelamento mortal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 15:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A linha ferroviária do Minho foi hoje cortada em Darque, no concelho de Viana do Castelo, na sequência de um atropelamento que fez uma vítima mortal, indicou o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Minho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A linha ferroviária do Minho foi hoje cortada em Darque, no concelho de Viana do Castelo, na sequência de um atropelamento que fez uma vítima mortal, indicou o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Minho.</P><br />
<P>À Lusa, a fonte referiu que o atropelamento aconteceu às 13:45 e envolveu um comboio de mercadorias que permanece no apeadeiro próximo da Senhora das Areias.</P><br />
<P>A linha está cortada nos dois sentidos, disse a mesma fonte, cerca das 16:00, sem conseguir precisar se permanecerá assim muito mais tempo.</P><br />
<P>No local estão os bombeiros Sapadores de Viana do Castelo com oito elementos auxiliados por duas viaturas, bem como duas patrulhas da PSP local e o delegado de saúde.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775838]]></sapo:autor>
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		<title>O custo invisível do ChatGPT: mensagens longas consomem mais energia e água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[Cortesia parece inofensiva, mas no mundo da inteligência artificial até palavras como “por favor” e “obrigado” entraram na discussão sobre consumo de energia, água e emissões]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cortesia parece inofensiva, mas no mundo da inteligência artificial até palavras como “por favor” e “obrigado” entraram na discussão sobre consumo de energia, água e emissões. O &#8216;UNILAD Tech&#8217; recupera estimativas que procuram medir o impacto ambiental das interações com chatbots e levanta uma questão inesperada: será que estamos a gastar recursos só para sermos educados com uma máquina?</p>
<p>A ideia pode parecer exagerada à primeira vista. Muitos utilizadores falam com ferramentas como o ChatGPT da mesma forma como falariam com uma pessoa, usando fórmulas de cortesia, agradecimentos e frases completas. Outros, em tom de brincadeira, dizem fazê-lo para se protegerem de uma eventual revolta futura dos robôs. Mas quanto mais longa for a mensagem, mais processamento é necessário.</p>
<p>Esse processamento depende de centros de dados que consomem eletricidade e, em muitos casos, grandes quantidades de água para arrefecimento. Por isso, acrescentar palavras redundantes a uma conversa com IA pode parecer irrelevante no ecrã, mas ganha outra dimensão quando multiplicado por milhões de pedidos diários.</p>
<p>O artigo cita uma estimativa publicada por Nesibe Kırış Can na newsletter ‘techletter’, segundo a qual uma mensagem de 100 palavras enviada a um chatbot de inteligência artificial pode consumir mais de 1,4 litros de água. Nessa lógica, uma resposta curta como “de nada” poderia representar cerca de 50 mililitros de água.</p>
<p>Estes números devem ser lidos como estimativas, não como uma medição universal aplicável a todas as interações. O consumo real pode variar consoante o modelo usado, a infraestrutura, a localização do centro de dados, a fonte de energia e o método de arrefecimento. Ainda assim, a dimensão do problema cresce quando se pensa em centenas de milhões de utilizadores a escreverem diariamente para sistemas de IA.</p>
<p>O debate surge numa altura em que a expansão da inteligência artificial aumenta a pressão sobre a infraestrutura digital. De acordo com o &#8216;UNILAD Tech&#8217;, um relatório do Institute for Water, Environment, and Health da United Nations University alerta que, dentro de quatro anos, o consumo acumulado de água associado à IA poderá equivaler ao necessário para sustentar 1,3 mil milhões de pessoas.</p>
<p>O mesmo relatório aponta para uma pressão crescente também no consumo elétrico. Segundo o texto, as necessidades energéticas associadas à IA poderão atingir uma escala equivalente ao triplo do consumo conjunto de mais de 650 milhões de habitantes de países como Paquistão, Bangladesh e Nigéria. Já as necessidades de água poderão ultrapassar o consumo anual das populações da África subsaariana.</p>
<p>A pressão não se limita à água e à eletricidade. A IA também exige espaço físico, através de centros de dados cada vez maiores. Até 2030, a pegada territorial associada a esta infraestrutura poderá ultrapassar 14.500 quilómetros quadrados, uma área descrita como aproximadamente o dobro da região metropolitana de Jacarta, onde vivem mais de 32 milhões de pessoas.</p>
<p>A conclusão dos investigadores citados pelo &#8216;UNILAD Tech&#8217; é clara: a inteligência artificial não é apenas uma tecnologia digital, mas também um sistema material, com custos ambientais mensuráveis. Ou seja, aquilo que parece acontecer apenas numa janela de conversa depende, na realidade, de servidores, energia, água, terreno e cadeias de infraestrutura.</p>
<p>A conclusão prática é simples: quanto mais curtas e diretas forem as interações, menor tende a ser a carga computacional. Cortar palavras desnecessárias, evitar mensagens redundantes e pedir respostas mais concisas pode ajudar a reduzir o consumo associado ao uso diário de chatbots.</p>
<p>O texto refere ainda que ajustar a forma como a IA responde pode fazer diferença. Instruções como pedir respostas breves, limitar a informação ao essencial ou evitar explicações longas quando não são necessárias podem reduzir comunicações redundantes. Segundo especialistas citados no artigo, respostas mais curtas podem diminuir as exigências energéticas das conversas até 30%.</p>
<p>A recomendação, porém, não precisa de ser lida como um apelo à rudeza. A questão central é outra: falar com a IA de forma clara, objetiva e eficiente pode ser melhor para o resultado, para o tempo do utilizador e para a pegada ambiental da tecnologia.</p>
<p>No fundo, o problema não está num “obrigado” isolado. Está na escala. Uma palavra a mais parece irrelevante; milhões de conversas mais longas, todos os dias, já entram noutra dimensão. E é aí que a inteligência artificial começa a revelar um custo que nem sempre aparece no ecrã.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774296]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Retomada circulação de mercadorias no Corredor do Lobito com comboio de cobre da RDCongo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Lobito Atlantic Railway (LAR), operador ferroviário angolano, recebeu o primeiro comboio internacional de cobre, proveniente da República Democrática do Congo (RDCongo), após reabertura do troço ferroviário Lobito - Huambo, divulgou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Lobito Atlantic Railway (LAR), operador ferroviário angolano, recebeu o primeiro comboio internacional de cobre, proveniente da República Democrática do Congo (RDCongo), após reabertura do troço ferroviário Lobito &#8211; Huambo, divulgou hoje a empresa.</P><br />
<P>Num comunicado consultado pela Lusa, a LAR sublinhou que a chegada deste comboio de cobre assinalou a retoma da circulação de mercadorias ao longo do Corredor do Lobito, rota logística estratégica de 1.300 quilómetros que liga o Porto do Lobito, em Angola, ao interior da RDCongo e à Zâmbia.</P><br />
<P>A circulação ferroviária neste troço esteve interrompida durante dois meses, em consequência das cheias severas que afetaram a província de Benguela, em abril deste ano.</P><br />
<P>Segundo a empresa, os trabalhos de reabilitação de emergência permitiram restabelecer com sucesso a ligação ferroviária em condições de segurança entre o Lobito e o Huambo. Durante a interrupção, os serviços de mercadorias e de passageiros entre o Huambo e o Luau mantiveram-se em funcionamento, ao longo de mais de 1.000 quilómetros de infraestrutura ferroviária.</P><br />
<P>O CEO (diretor executivo) da LAR, Nicholas Fournier, citado no documento, enfatizou que &#8220;em poucas semanas foi recuperada uma infraestrutura crítica&#8221; e restabelecida a ligação ferroviária, reafirmando a importância estratégica do Corredor do Lobito para Angola e para toda a região.</P><br />
<P>&#8220;Durante a interrupção, a LAR manteve os fluxos de carga através de uma solução de contingência multimodal operada a partir da Plataforma Multimodal do Dango, garantindo a continuidade das operações logísticas, domésticas e internacionais&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>O programa de recuperação entra agora numa segunda fase, que inclui estudos de engenharia para identificar medidas que reforcem ainda mais a resiliência da infraestrutura ferroviária face a futuros fenómenos meteorológicos extremos.</P><br />
<P>A LAR é um operador ferroviário angolano, com uma equipa de gestão independente, especializada em infraestruturas ferroviárias. Com uma concessão de 30 anos, é responsável pela modernização, manutenção e operação da linha férrea de 1.300 quilómetros que liga o Porto do Lobito ao Luau, na fronteira com a República Democrática do Congo.</P><br />
<P>Esta empresa, constituída por um consórcio das europeias Trafigura, Mota-Engil e Vecturis, opera também o Terminal Mineiro do Porto do Lobito, diretamente ligado à linha férrea, garantindo um serviço mais rápido e eficiente num dos portos menos congestionados da costa atlântica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775837]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sindicato faz &#8220;balanço muito positivo&#8221; de greve nos registos e admite novas paralisações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado (STRN) fez um "balanço muito positivo" da greve de uma semana que hoje termina, aguardando agora uma reação do Governo, sem afastar novas paralisações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado (STRN) fez um &#8220;balanço muito positivo&#8221; da greve de uma semana que hoje termina, aguardando agora uma reação do Governo, sem afastar novas paralisações.</P><br />
<P>&#8220;É um balanço muito positivo, mas não nos surpreende, porque, efetivamente, nós sentíamos o pulsar do descontentamento junto dos nossos associados e de uma forma generalizada em todos os trabalhadores&#8221;, disse à Lusa Arménio Maximino, sublinhando que os profissionais se sentiram &#8220;usados como um joguete político&#8221; por o PSD não ter apresentado no Governo as soluções que tinha defendido quando estava na oposição ao executivo PS.</P><br />
<P>Segundo o presidente do STRN, o mais representativo dos conservadores e oficiais de registos, a paralisação iniciada na segunda-feira começou com uma adesão &#8220;na casa dos 80% no continente&#8221; e &#8220;acima dos 90% nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores&#8221;, e terminou com uma média nacional na &#8220;fasquia dos 90%&#8221;, levando ao encerramento de vários serviços.</P><br />
<P>Questionado sobre se existiu durante esta semana algum contacto com o STRN por parte do Governo, o representante respondeu que não.</P><br />
<P>&#8220;Vamos dar algum tempo para que o Governo tire as ilações que entender desta jornada de luta. Nós não queríamos fazer esta greve e não queremos fazer mais greves, mas, se formos obrigados a fazê-las, fá-lo-emos com a mesma convicção e com a mesma adesão desta última, ainda que tenha de ser por períodos mais prolongados&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Arménio Maximino acrescentou que o STRN vai ainda travar &#8220;um combate brutal&#8221; com a tutela no plano jurídico, uma vez que irá &#8220;arguir todas as ilegalidades e inconstitucionalidades que o Governo cometeu&#8221; na negociação coletiva.</P><br />
<P>Em causa, precisou, está sobretudo o facto de o Governo não ter respeitado os temas que, em 2025, tinha ficado protocolado que seriam negociados, propondo a alteração de &#8220;um diploma que não estava previsto ser revisto&#8221;, relativo às carreiras, e que &#8220;está muito bem como está&#8221;.</P><br />
<P>Entre outras medidas, os trabalhadores exigem &#8220;um recrutamento-choque do número de conservadores de registos e de oficiais de registos que se encontram em falta&#8221; e o cumprimento de uma recomendação da Provedoria de Justiça para eliminação de assimetrias salariais.</P><br />
<P>Segundo Arménio Maximino, &#8220;estão em falta 270 conservadores de registos e 2.731 oficiais de registos, respetivamente 38% e 55% do efetivo que é necessário&#8221;, o que torna &#8220;impossível prestar um serviço com qualidade&#8221; aos cidadãos e empresas.</P><br />
<P>&#8220;Nós não queremos prejudicar os cidadãos e as empresas, somos parte da solução. Agora, temos de ser ouvidos. E as propostas que fizemos são mínimos de dignidade, não podemos recuar mais do que já recuámos. Se o Governo entender isto, faremos acordo, teremos paz social. Se não entender, continuaremos a lutar&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o Ministério da Justiça remeteu para segunda-feira um balanço da greve, depois de, no primeiro dia da paralisação, ter registado uma adesão nacional de cerca de 52%, o que foi desvalorizado pelo STRN.</P><br />
<P>&#8220;O Governo pode mascarar os números como entender. Nós tivemos equipas no terreno a visitar todas as conservatórias, temos tudo reportado. A adesão foi real, não foi ficcional&#8221;, reagiu hoje, em declarações à Lusa, o presidente do sindicato.</P><br />
<P>Numa resposta anterior, o Ministério da Justiça destacara ainda a contratação de 165 novos conservadores e de 605 novos oficiais de registos em 2024 e 2025, que já iniciaram ou vão iniciar funções ainda este ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775828]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Documento desclassificado revela que os EUA libertaram mosquitos com doenças em zonas habitadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório, com 69 páginas, descreve experiências realizadas no final da década de 1950 para estudar a eficácia das picadas de mosquito em pessoas ao ar livre, em ambientes quentes e desérticos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos testaram uma ideia que hoje parece saída de um filme perturbador: perceber se mosquitos poderiam ser usados como veículos para espalhar doenças em território inimigo. Um documento do Pentágono agora desclassificado revelou detalhes do chamado Projeto Bellwether, avança o &#8217;20 Minutos&#8217;.</p>
<p>O relatório, com 69 páginas, descreve experiências realizadas no final da década de 1950 para estudar a eficácia das picadas de mosquito em pessoas ao ar livre, em ambientes quentes e desérticos. Os testes decorreram entre setembro e outubro de 1959 e tinham como objetivo recolher dados sobre a utilização de insetos como possíveis armas biológicas.</p>
<p>No centro da investigação estava o Aedes aegypti, uma espécie de mosquito conhecida por picar seres humanos e por poder transmitir doenças como dengue, febre-amarela, Zika e chikungunya. O documento citava literatura sobre infeções acidentais e intencionais em laboratório para sustentar que o uso deliberado de vetores artrópodes infetados poderia ter potencial estratégico.</p>
<p>O Projeto Bellwether não terá surgido isoladamente. O relatório desclassificado indicava que os ensaios com mosquitos tinham começado anos antes, no contexto de outros programas militares desenvolvidos durante a década de 1950, incluindo a Operação Drop Kick e a Operação Big Buzz.</p>
<p>Um dos episódios mais controversos referidos no relato envolve a Operação Big Buzz. Em 1955, este teste terá passado pelo lançamento de cerca de 300 mil mosquitos infetados com febre-amarela sobre Carver Village, em Savannah, na Geórgia, um bairro predominantemente negro, para avaliar se os insetos conseguiam sobreviver depois de serem libertados a partir de aviões.</p>
<p>A lógica militar da época era perceber se estes insetos poderiam funcionar como uma espécie de sistema de entrega biológica contra tropas inimigas ou zonas povoadas. A experiência inscreve-se num período em que a Guerra Fria levou governos a explorar cenários extremos de defesa, ataque e dissuasão, muitos deles mantidos durante décadas longe do escrutínio público.</p>
<p>De acordo com o &#8217;20 Minutos&#8217;, que cita uma notícia publicada pelo &#8216;Daily Mail&#8217;, estes programas faziam parte de uma linha de investigação pouco conhecida sobre a possibilidade de usar vetores naturais de doença em contexto militar. A desclassificação do documento permite agora conhecer melhor até onde chegou essa experimentação.</p>
<p>A revelação é também um retrato desconfortável de uma época em que a fronteira entre investigação militar, saúde pública e risco para populações civis podia tornar-se perigosamente estreita. Mais de seis décadas depois, o Projeto Bellwether volta a mostrar como alguns dos capítulos mais sombrios da Guerra Fria continuam a emergir dos arquivos oficiais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774291]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão afasta assinatura em 24 horas e prevê acordo &#8220;nos próximos dias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 13:58:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.</P><br />
<P>&#8220;Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]&#8221;, disse à agência noticiosa iraniana Irna o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai, citado pela agência Fance-Presse (AFP).</P><br />
<P>Segundo o responsável, que pediu &#8220;cautela quando se fazem comentários, devido às reservas da outra parte sobre este processo&#8221;, o acordo deverá ser assinado &#8220;nos próximos dias&#8221;.</P><br />
<P>O porta-voz iraniano detalhou ainda que o documento se debruça sobre o fim da guerra. &#8220;Por enquanto, decidiu-se não abordar a questão nuclear&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Durante a manhã, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, escreveu na plataforma X (antigo Twitter) que se estava &#8220;mais perto que nunca de um acordo de paz&#8221; e que a conclusão do processo estava &#8220;prevista para as próximas 24 horas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com a finalização prevista para as próximas 24 horas, o Paquistão está a preparar-se para a assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguindo-se conversações a nível técnico na próxima semana&#8221;, escreveu, então, Shehbaz Sharif na plataforma.</P><br />
<P>Na publicação, Sharif identificou as contas do Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, do vice-presidente, JD Vance, do secretário de Estado, Marco Rubio, e do enviado especial de Washington para o Médio Oriente Steve Witkoff. Além disso, identificou o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, apresentado como tendo apenas fins civis.</P><br />
<P>Em retaliação à ofensiva, o Irão encerrou o Estreito de Ormuz, abalando a economia mundial, e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região como Arábia Saudita, Barém, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.</P><br />
<P>O Paquistão posicionou-se como um mediador fundamental no conflito que alastrou ao Médio Oriente, negociando com êxito um cessar-fogo de duas semanas entre Teerão e Washington a 08 de abril, depois várias vezes prorrogado por Trump.</P><br />
<P>O objetivo era prosseguir as conversações indiretas para alcançar o levantamento das sanções internacionais ao Irão e a retirada das tropas norte-americanas da região em troca de um compromisso iraniano de não produzir armas nucleares, e garantir a passagem segura pelo Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Por agora, Teerão mantém o bloqueio em Ormuz, por onde passa 20% do crude mundial, e Washington, por sua vez, impede a passagem de navios que tenham como origem ou destino portos iranianos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775824]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Castelo Branco defende como prioridade uma agenda integrada para o Interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 13:37:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A distrital de Castelo Branco do PSD defende que o partido assuma, como prioridade nacional, uma agenda integrada para o Interior, que reforce o poder efetivo dos municípios e garanta uma fiscalidade diferenciada para famílias, trabalhadores e empresas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A distrital de Castelo Branco do PSD defende que o partido assuma, como prioridade nacional, uma agenda integrada para o Interior, que reforce o poder efetivo dos municípios e garanta uma fiscalidade diferenciada para famílias, trabalhadores e empresas.</P><br />
<P>Na proposta temática que a Comissão Política Distrital de Castelo Branco vai apresentar no 43.º Congresso do PSD, sob o lema &#8220;Acreditar no Interior Por um Portugal Maior&#8221;, defende-se que a revisão da Lei das Finanças Locais deve reforçar os meios financeiros para os novos desafios e oportunidades que se colocam aos territórios do Interior.</P><br />
<P>Defende-se ainda que qualquer alteração à lei eleitoral deve salvaguardar &#8220;uma forte representação dos territórios do Interior, com garantias de que as decisões nacionais reflitam a diversidade geográfica do país&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal não pode continuar a crescer de costas voltadas para mais de metade do seu território. Durante décadas, opções políticas concentraram investimento, infraestruturas, serviços públicos e emprego qualificado no litoral, tratando o Interior como território de compensação e não de desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a distrital social-democrata, o resultado traduz-se na perda de 78 mil habitantes no distrito de Castelo Branco em cinco décadas, de 255.575 em 1970 para 177.912 em 2021.</P><br />
<P>Para fazer face a tudo isto, o PSD distrital exige uma agenda integrada para o Interior, na qual se incluem linhas de crédito bonificado para habitação, reabilitação e investimento produtivo, recuperação de património devoluto do Estado para habitação acessível destinada a jovens, professores, médicos e trabalhadores deslocados.</P><br />
<P>Esta agenda inclui também um programa de atração a profissões críticas (como médicos) para o interior.</P><br />
<P>Na proposta é ainda defendida uma fiscalidade diferenciada e competitividade.</P><br />
<P>&#8220;O Interior precisa de medidas permanentes, previsíveis e diferenciadas&#8221;.</P><br />
<P>Neste âmbito, propõe-se a redução da carga contributiva para empresas exportadoras e para investimentos qualificados, e uma reforma administrativa que reforce a capacidade dos territórios para captar e executar investimento, sobretudo o licenciamento de projetos de investimento privado.</P><br />
<P>A Prorrogação do Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE) para empresas sediadas no Interior e incentivos à criação de empresas de base tecnológica e à emissão de obrigações verdes são defendidas no texto.</P><br />
<P>A distrital do PSD aposta ainda num olhar para a mobilidade e defende a melhoria das ligações ferroviárias a Lisboa, Porto e Salamanca, incluindo as Linhas da Beira Alta e da Beira Baixa, o reforço dos eixos rodoviários IC31, IC8, EN238, IC6, os corredores fronteiriços da raia e a necessidade de se avançar com a fase dois do regadio da Cova da Beira.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer alteração à lei eleitoral, na dimensão dos círculos, no método de conversão de votos em mandatos ou na fórmula de distribuição de deputados, deve assegurar uma forte representação dos territórios do Interior. A concentração demográfica no litoral não pode traduzir-se em domínio absoluto das prioridades legislativas e orçamentais&#8221;.</P><br />
<P>A distrital argumentou ainda que a experiência europeia mostra que os países com maior coesão territorial protegem explicitamente a diversidade geográfica da representação política.</P><br />
<P>&#8220;Esta moção afirma o compromisso do PSD Distrital de Castelo Branco com uma nova geração de políticas públicas para o Interior, que tratem a coesão territorial como prioridade nacional e reconheçam que nenhum território português deve ser considerado periferia do país&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775823]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Irão: Teerão afasta assinatura em 24 horas e prevê acordo &#8220;nos próximos dias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 13:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão prevê assinar o acordo com os Estados Unidos da América nos próximos dias, alargando o prazo inicialmente previsto pelo mediador nas negociações, o Paquistão, que tinha apontado para as próximas 24 horas.</P><br />
<P>&#8220;Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]&#8221;, disse à agência noticiosa iraniana Irna o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai, citado pela agência Fance-Presse (AFP).</P><br />
<P>Segundo o responsável, o acordo deverá ser assinado &#8220;nos próximos dias&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirmou na manhã de hoje que se estava &#8220;mais perto que nunca de um acordo de paz&#8221; e que a conclusão do processo estava &#8220;prevista para as próximas 24 horas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775822]]></sapo:autor>
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		<title>A Antártida esconde uma megastrutura em forma de mão debaixo de três quilómetros de gelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 13:00:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[Egidio Armadillo]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Génova]]></category>
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					<description><![CDATA[Formação geológica está enterrada sob o manto de gelo da Antártida Oriental e, em alguns pontos, encontra-se debaixo de mais de três quilómetros de água congelada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Debaixo das vastas camadas de gelo da Antártida existe um continente oculto, feito de montanhas, vales profundos e planícies que os cientistas ainda estão a tentar compreender. Agora, uma equipa liderada pela Universidade de Génova identificou um sistema de enormes bacias subglaciares que formam uma megastrutura em leque sob a Antártida Oriental, revela o &#8216;IFL Science&#8217;.</p>
<p>A formação geológica está enterrada sob o manto de gelo da Antártida Oriental e, em alguns pontos, encontra-se debaixo de mais de três quilómetros de água congelada. O complexo inclui estruturas já conhecidas, como as bacias de Wilkes e Aurora, e abrange também a enorme depressão onde se encontra o lago Vostok, o maior lago subglacial conhecido da Terra, selado pelo gelo há entre 15 e 30 milhões de anos.</p>
<p>A novidade está na forma como estas estruturas foram agora interpretadas. Em vez de elementos isolados, os investigadores defendem que fazem parte de uma única megastrutura de dimensão quase continental, com braços rochosos que se abrem a partir de uma zona próxima do Polo Sul. Vista de cima, a formação assemelha-se a uma mão, com os espaços triangulares entre os ‘dedos’ a formar bacias profundas.</p>
<p>“Esta investigação permitiu-nos ligar estruturas que até agora eram consideradas separadas ou independentes”, afirmou Egidio Armadillo, professor de Geofísica Aplicada na Universidade de Génova e principal autor do estudo, citado em comunicado. O investigador defende que reconhecer uma arquitetura continental única e de grande escala altera de forma significativa a compreensão da evolução geológica da Antártida Oriental.</p>
<p>Nada disto é visível à superfície. Para observar este mundo escondido, os cientistas tiveram de combinar diferentes tipos de dados, incluindo medições de gravidade, informação magnética, dados sísmicos, topografia subglacial, observações geológicas e modelos da crosta terrestre e da litosfera. Foi essa combinação que permitiu ‘ver’ através do gelo.</p>
<p>A grande pergunta passa agora pela origem desta estrutura invulgar. A forma em leque, irradiando a partir de um ponto central, sugere que poderá ter resultado de um processo raro de extensão rotacional distribuída, em que a crosta continental se vai alongando gradualmente a partir de uma zona central.</p>
<p>Os investigadores admitem várias janelas temporais para a formação da megastrutura. Poderá estar ligada a um grande evento de erosão ocorrido há cerca de 250 e 300 milhões de anos, à fragmentação do supercontinente Gondwana, entre aproximadamente 65 e 200 milhões de anos, ou a um período de perturbação de falhas geológicas há 35 e 55 milhões de anos.</p>
<p>A descoberta não interessa apenas ao passado remoto do planeta. A forma do leito rochoso escondido sob o gelo influencia a maneira como o gelo e a água do degelo se deslocam. Numa altura em que a Antártida continua a aquecer e a perder gelo, compreender aquilo que existe por baixo da superfície torna-se cada vez mais importante.</p>
<p>Segundo o &#8216;IFL Science&#8217;, esta descoberta é apenas uma parte da geologia impressionante que permanece escondida sob o manto gelado antártico. Entre as formações mais notáveis estão as montanhas subglaciares Gamburtsev, que se elevam mais de 2.743 metros acima do nível do mar, mas continuam cobertas por cerca de 3.048 metros de gelo.</p>
<p>Estas montanhas são consideradas as mais altas totalmente escondidas sob o gelo da Antártida e formam a cordilheira mais elevada que nunca foi vista diretamente por olhos humanos. O estudo foi publicado na revista científica &#8216;Nature Geoscience&#8217;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774282]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Investimento de 27 ME para obras urgentes nas praias em conclusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:44:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento de 27 milhões de euros em obras urgentes para reparar os danos das tempestades nas praias está concretizado, faltando concluir uma empreitada, revelou hoje o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O investimento de 27 milhões de euros em obras urgentes para reparar os danos das tempestades nas praias está concretizado, faltando concluir uma empreitada, revelou hoje o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).</P><br />
<P>&#8220;Fizemos tudo. As obras que estavam planeadas estão executadas. Ainda estamos a acabar uma empreitada na Costa da Caparica, mas mais dois dias [e] estará finalizada. O investimento ficou dentro daquilo que eram as nossas estimativas até ao início da época balnear, de 27 milhões [de euros]&#8221;, disse José Pimenta Machado em declarações aos jornalistas após visitar a praia de Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, distrito de Viana do Castelo, onde está concluída uma obra de reposição de areias.</P><br />
<P>De acordo com Pimenta Machado, a par de 2012, este foi &#8220;o ano mais difícil&#8221; relativamente a empreitadas para minimizar o impacto de tempestades na época balnear.</P><br />
<P>&#8220;Foi um ano muito complicado, fizemos um conjunto de intervenções no país inteiro, desde Moledo até Vila Real de Santo de António. Diria que é um dos anos em que mais reforçámos as nossas praias, acima de tudo para minimizar o risco de erosão costeira&#8221;, disse. </P><br />
<P>Em Vila Praia de Âncora, foram movimentados 12 mil metros cúbicos de areia.</P><br />
<P>&#8220;No fundo, colocámos a areia que estava a criar um problema de segurança e fomos colocar onde ela faz falta. A melhor maneira de nos defender da zona costeira é a areia. É alimentar as praias e reforçar as dunas&#8221;, observou. </P><br />
<P>A ministra do Ambiente revelou a 07 de abril que o Governo tem 174 milhões de euros para intervir no litoral até ao fim de 2027, após ter contabilizado 571 danos causados pelas tempestades do inverno.</P><br />
<P>   &#8220;No litoral, no país, temos 174 milhões de euros. Temos 571 danos que necessitam de obras no litoral. As mais urgentes, que vão ser feitas antes da época balnear, até ao início ou meio de maio, correspondem a 27 milhões&#8221;, afirmou Maria da Graça Carvalho, após uma visita às obras de consolidação do paredão de Moledo, em Caminha.</P><br />
<P>   A governante explicou que o Governo dispõe ainda de &#8220;63 milhões de euros que já estavam nos programas europeus&#8221;, para obras urgentes, e &#8220;mais cerca de 80 milhões&#8221;, para executar até ao fim de 2027 com financiamento do Fundo Ambiental ou de fundos europeus.   </P><br />
<P>Portugal continental foi atingindo por um comboio de tempestades, entre o final de janeiro e o início de fevereiro, que deixou um rasto de destruição, sobretudo na região Centro do país. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775821]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Ataques aéreos israelitas atingem sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques aéreos israelitas atingiram hoje o sul do Líbano, após um apelo israelita para a evacuação de cerca de 20 cidades e aldeias da região, incluindo a cidade de Nabatieh, informou a agência de notícias oficial libanesa ANI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ataques aéreos israelitas atingiram hoje o sul do Líbano, após um apelo israelita para a evacuação de cerca de 20 cidades e aldeias da região, incluindo a cidade de Nabatieh, informou a agência de notícias oficial libanesa ANI.</P><br />
<P>Os bombardeamentos atingiram diversas áreas, incluindo as aldeias de Rihan e Sujud, localizadas perto de Nabatieh.</P><br />
<P>Segundo a agência, foram ainda relatados disparos de artilharia dentro e à volta da cidade.</P><br />
<P>Os disparos de artilharia, que ocorreram durante a noite e hoje foram confirmados por um correspondente da AFP em Nabatieh, zona descrita como praticamente deserta.</P><br />
<P>Na sexta-feira à noite, a ANI relatou explosões e disparos de artilharia perto de colinas com vista para Nabatieh, com o Hezbollah a relatar confrontos com as forças israelitas que avançavam em direção à cidade de Majdal Zoun.</P><br />
<P>O exército israelita avisou hoje que se preparava para &#8220;tomar medidas enérgicas&#8221; contra o grupo pró-Irão Hezbollah.</P><br />
<P>O governo israelita aconselhou os residentes de 24 cidades e aldeias em Nabatieh e arredores, bem como aos mais próximos da costa, a abandonar &#8220;imediatamente as suas casas&#8221; e a dirigirem-se para norte do rio Zahrani, a cerca de 40 quilómetros da fronteira com Israel.</P><br />
<P>Hoje o Governo anunciou a interceção de uma &#8220;aeronave hostil&#8221; que tinha entrado no norte de Israel vinda do Líbano, após quatro incidentes semelhantes no dia anterior. </P><br />
<P>Nestes incidentes anteriores, alguns projéteis não foram intercetados, mas o exército afirmou que não causaram danos significativos.</P><br />
<P>O Hezbollah, por sua vez, declarou ter lançado ataques com drones contra veículos militares israelitas no sul do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775820]]></sapo:autor>
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		<title>Apareceu um ponto azul no seu Android? Não é erro, é um alerta importante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[Google Pixel]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Funcionalidade já começou a aparecer em alguns Google Pixel depois da atualização mais recente e deverá chegar a outros dispositivos Android com futuras versões do sistema operativo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um pequeno ponto azul no topo do ecrã pode parecer apenas mais um detalhe de design. Mas, para os utilizadores de Android, este sinal deverá tornar-se uma nova forma de perceber quando uma aplicação está a aceder à localização do telemóvel, avança o &#8216;UNILAD Tech&#8217;.</p>
<p>A funcionalidade já começou a aparecer em alguns Google Pixel depois da atualização mais recente e deverá chegar a outros dispositivos Android com futuras versões do sistema operativo. A ideia é simples: avisar o utilizador, de forma visível, quando uma aplicação está a usar dados de localização em tempo real.</p>
<p>Num telemóvel moderno, nem sempre é fácil perceber que permissões estão ativas a cada momento. Muitas aplicações pedem acesso à localização, à câmara, ao microfone ou a outros dados sensíveis, e o utilizador pode acabar por autorizar esses acessos sem voltar a pensar no assunto. O novo ponto azul pretende tornar essa vigilância mais imediata.</p>
<p>De acordo com o &#8216;UNILAD Tech&#8217;, que cita o &#8216;Tech Advisor&#8217;, o indicador foi lançado no Android 16 QPR3 para telemóveis Google Pixel e deverá chegar a outros equipamentos com o Android 17. Quando surgir no topo do ecrã, significa que uma aplicação está a usar ou a aceder aos dados de localização.</p>
<p>O detalhe pode ser especialmente útil porque a localização revela muito mais do que parece. Pode indicar rotinas, locais frequentados, deslocações habituais e até padrões de comportamento. Em aplicações como mapas ou serviços de mensagens, esse acesso pode fazer sentido. Mas, se surgir em momentos inesperados, pode ser sinal de que há uma aplicação a recolher dados sem que o utilizador tenha consciência disso.</p>
<p>Ao tocar no ponto azul, o sistema deverá mostrar mais informação sobre as aplicações que estão a aceder à localização naquele momento. Isto permite identificar se o acesso vem de uma aplicação aberta ou de uma aplicação a funcionar em segundo plano, algo particularmente relevante para quem quer controlar melhor a privacidade no telemóvel.</p>
<p>A novidade aproxima o Android de uma funcionalidade que os iPhone já disponibilizam há algum tempo, com indicadores visuais associados ao uso de permissões sensíveis. No caso do Android, o objetivo passa por tornar mais claro quando um dado privado está a ser usado e dar ao utilizador mais capacidade de reação.</p>
<p>Além da privacidade, há outro benefício prático: a bateria. Os serviços de localização estão entre os elementos que mais podem contribuir para o consumo de energia. Se uma aplicação estiver a usar a localização sem necessidade, desligar essa permissão pode ajudar a proteger os dados pessoais e, ao mesmo tempo, prolongar a autonomia do telemóvel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774285]]></sapo:autor>
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		<title>Lar clandestino em São João das Lampas encerrado por condições de perigo para os idosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um lar clandestino em São João das Lampas, concelho de Sintra, com 22 idosos, foi quinta-feira encerrado "de forma urgente e imediata" pelo Instituto da Segurança Social, anunciou hoje a instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um lar clandestino em São João das Lampas, concelho de Sintra, com 22 idosos, foi quinta-feira encerrado &#8220;de forma urgente e imediata&#8221; pelo Instituto da Segurança Social, anunciou hoje a instituição.</P><br />
<P>Neste lar clandestino, situado em Areias, São João das Lampas, encontravam-se 22 idosos (13 do sexo feminino e 9 do sexo masculino), com idades compreendidas entre os 62 e os 95 anos.</P><br />
<P>No local foi constatado que as condições em que os idosos se encontravam acolhidos &#8220;constituíam um perigo iminente para a sua segurança, integridade física, saúde, conforto e bem-estar&#8221;, pelo que foi determinado o encerramento imediato e coercivo do lar clandestino.</P><br />
<P>No decurso desta ação, a equipa da Segurança Social sinalizou vaga para todos os idosos e contactou as respetivas famílias, sensibilizando-as para a necessidade de assegurar o acolhimento em respostas sociais licenciadas. </P><br />
<P>Oito idosos foram integrados pelo Instituto da Segurança Social em respostas sociais condignas e 14 ficaram ao cuidado de familiares.</P><br />
<P>A ação foi realizada ao abrigo de mandado judicial, tendo em conta indícios de reincidência por parte dos proprietários do estabelecimento, e contou com a presença da equipa de inspeção do Instituto da Segurança Social, da GNR e da Autoridade de Saúde, prossegue o comunicado da Segurança Social portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775819]]></sapo:autor>
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		<title>Venâncio Mondlane é candidato único à liderança do partido moçambicano Anamola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O político moçambicano Venâncio Mondlane é o único candidato a presidente do Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo, que fundou e lidera interinamente, nas eleições internas de dia 21, disse hoje à Lusa fonte do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O político moçambicano Venâncio Mondlane é o único candidato a presidente do Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo, que fundou e lidera interinamente, nas eleições internas de dia 21, disse hoje à Lusa fonte do partido.</P><br />
<P>Cerca de 400 delegados do Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (Anamola) elegem dia 21 de junho, na Convenção Nacional agendada para Nampula, o presidente do partido, criado em agosto por Venâncio Mondlane, principal rosto da oposição no país.</P><br />
<P>O processo de submissão de candidaturas já terminou, com uma única lista, disse a mesma fonte.</P><br />
<P>Venâncio Mondlane formalizou a candidatura à liderança do Anamola em 02 de junho e defendeu na altura, questionado pela Lusa, que outros candidatos deviam também avançar: &#8220;Claro que seria melhor, mais competitivo, mais dinâmico, mais inspirador e mais desafiador. Tudo isso traz valor acrescentado à democracia e ativa um espírito sempre inconformado na busca de permanente superação, como é, aliás, o meu&#8221;.</P><br />
<P>Nas mesmas declarações, o político assumiu &#8220;disponibilidade incondicional&#8221; para ser novamente candidato presidencial, em 2029, se assim o quiserem apoiar os membros do partido.</P><br />
<P>&#8220;Os termos de referência e o regulamento que vai reger a escolha do candidato presidencial [do Anamola] às eleições nacionais será definido pela Convenção e/ou Conselho Nacional. Mas em termos pessoais, demonstro disponibilidade incondicional, se assim os membros o quiserem&#8221;, disse Venâncio Mondlane, candidato presidencial nas eleições de 2024.</P><br />
<P>O processo eleitoral interno do Anamola integra a agenda da primeira Convenção Nacional do partido, que vai decorrer de 20 a 22 de junho, na província de Nampula, norte do país.</P><br />
<P>A Convenção Nacional da Anamola é o mais alto fórum político, organizacional e deliberativo do partido, reunindo dirigentes, membros, delegados e convidados nacionais e internacionais para debater, definir e aprovar as principais orientações políticas, estratégicas e institucionais da organização.</P><br />
<P>No primeiro dia da convenção, que vai contar com cerca de 400 delegados com direito a voto, além de 50 convidados nacionais e internacionais, será realizada a abertura pública e oficial do evento, segundo informação do partido.</P><br />
<P>No dia 21 serão apresentados e debatidos vários temas estruturantes relacionados com a política, a economia e a cultura de Moçambique e do mundo, bem como as perspetivas do partido para o futuro, contando com a participação de vários oradores nacionais e internacionais, seguindo-se os processos eleitorais internos, nomeadamente a eleição do líder do partido, dos membros do Conselho Nacional e da Comissão Executiva do partido.</P><br />
<P>Serão igualmente ratificadas as nomeações dos presidentes dos conselhos nacionais de jurisdição e de fiscalização, e dos membros da comissão de ética.</P><br />
<P>Moçambique deverá realizar eleições autárquicas em 2028 e gerais em 2029.</P><br />
<P>As eleições gerais de 09 de outubro de 2024 em Moçambique ficaram marcadas pelos cinco meses de protestos e contestação &#8211; convocados por Venâncio Mondlane &#8211; aos resultados e ao processo eleitoral, em que morreram mais de 400 pessoas em confrontos com a polícia, além da destruição e saque de empresas e instituições públicas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775818]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Acordo de paz deve ser finalizado dentro de 24 horas &#8211; Paquistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:48:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O acordo de paz entre Irão e Estados Unidos da América deverá ser finalizado "nas próximas 24 horas", disse hoje o primeiro-ministro do Paquistão, que tem operado como mediador nas conversações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O acordo de paz entre Irão e Estados Unidos da América deverá ser finalizado &#8220;nas próximas 24 horas&#8221;, disse hoje o primeiro-ministro do Paquistão, que tem operado como mediador nas conversações. </P><br />
<P>&#8220;Estamos mais perto que nunca de um acordo de paz. Com a finalização prevista para as próximas 24 horas, o Paquistão está a preparar-se para a assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguindo-se conversações a nível técnico na próxima semana&#8221;, escreveu hoje Shehbaz Sharif na plataforma X (antigo Twitter).</P><br />
<P>Na publicação, o líder do Governo paquistanês agradeceu ainda aos EUA e à República Islâmica do Irão pelo &#8220;seu compromisso contínuo durante as negociações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Expressamos o nosso sincero agradecimento aos nossos irmãos da região pelo seu apoio. Estamos confiantes que este acordo de paz histórico constituirá uma base sólida para uma paz duradoura&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775817]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Irão: Acordo de paz deve ser finalizado dentro de 24 horas &#8211; Paquistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O acordo de paz entre Irão e Estados Unidos da América deverá ser finalizado "nas próximas 24 horas", disse hoje o primeiro-ministro do Paquistão, que tem operado como mediador nas conversações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O acordo de paz entre Irão e Estados Unidos da América deverá ser finalizado &#8220;nas próximas 24 horas&#8221;, disse hoje o primeiro-ministro do Paquistão, que tem operado como mediador nas conversações. </P><br />
<P>&#8220;Estamos mais perto que nunca de um acordo de paz. Com a finalização prevista para as próximas 24 horas, o Paquistão está a preparar-se para a assinatura eletrónica do acordo de paz imediatamente a seguir, seguindo-se conversações a nível técnico na próxima semana&#8221;, escreveu hoje Shehbaz Sharif na plataforma X (antigo Twitter).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775816]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Uma cruiser V4 com mudanças automáticas? A moto chinesa que vai irritar os puristas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<category><![CDATA[QJ Motor]]></category>
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					<description><![CDATA[SRV600 V já era uma moto invulgar no seu segmento. Em vez da receita mais comum das cruiser, normalmente associada a motores V2, a proposta da QJ Motor recorre a um motor V4 de 561 cc]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, a ideia de uma cruiser passava quase sempre pelo mesmo ritual: motor com personalidade, posição descontraída, punho direito com autoridade e caixa manual para controlar tudo à antiga. Mas a QJ Motor parece disposta a mexer nesse código. A marca chinesa prepara uma versão da SRV600 V com transmissão automática ou automatizada, avança a &#8216;RideApart&#8217;, juntando um motor V4 a uma solução que promete deixar parte dos motociclistas tradicionais pouco convencida.</p>
<p>A SRV600 V já era uma moto invulgar no seu segmento. Em vez da receita mais comum das cruiser, normalmente associada a motores V2, a proposta da QJ Motor recorre a um motor V4 de 561 cc. Agora, a marca chinesa quer acrescentar mais uma camada de diferença: uma caixa com comando automatizado, capaz de dispensar o uso tradicional da embraiagem.</p>
<p><strong>A cruiser que quer tirar trabalho ao pé esquerdo</strong></p>
<p>A solução, de acordo com documentos de homologação na China citados pela imprensa especializada, deverá recorrer a um sistema de mudanças automatizado, com atuadores eletrónicos para gerir embraiagem e seleção de relações. O objetivo é tornar a condução mais acessível, sobretudo em cidade, sem transformar a moto numa scooter nem retirar-lhe totalmente o carácter mecânico.</p>
<p>Na prática, a QJ Motor está a entrar num território onde outras marcas também têm feito experiências. A Honda há muito que aposta na transmissão DCT em vários modelos, enquanto BMW, KTM e Yamaha têm vindo a explorar sistemas de embraiagem automatizada ou mudanças assistidas. A diferença está no tipo de moto: uma cruiser compacta com motor V4 e caixa automática continua a ser uma combinação pouco habitual.</p>
<p>É precisamente aí que a história ganha interesse. Para muitos motociclistas, parte do prazer de conduzir está na ligação física à máquina: sentir a embraiagem, escolher a mudança, controlar a resposta do motor. Tirar esse gesto pode ser visto como conforto ou como heresia, dependendo do lado da discussão.</p>
<p><strong>Tecnologia contra ritual</strong></p>
<p>A QJ Motor parece apostar no primeiro argumento. Uma caixa automatizada pode tornar a moto mais fácil de usar no trânsito, menos cansativa em percursos urbanos e mais acessível para condutores que gostam da estética cruiser, mas não querem lidar constantemente com embraiagem e mudanças.</p>
<p>O problema é que o mundo das motos vive tanto de técnica como de ritual. E poucas coisas dividem mais os puristas do que a ideia de automatizar uma experiência que, para muitos, deve continuar a ser manual. A RideApart resume bem essa tensão ao antecipar que a novidade poderá fazer os puristas “perder a cabeça”.</p>
<p>Ainda assim, a evolução parece difícil de travar. À medida que a eletrónica entra em mais áreas da condução, das suspensões à travagem, da gestão do motor aos modos de condução, a transmissão começa também a deixar de ser intocável. A diferença é que, nas motos, essa mudança mexe diretamente com uma das sensações mais básicas da condução.</p>
<p><strong>O que a China está a testar nas motos</strong></p>
<p>A QJ Motor tem vindo a crescer fora da China e a experimentar soluções que há poucos anos pareceriam improváveis para uma marca ainda em afirmação global. Uma cruiser V4 de média cilindrada já é, por si só, uma proposta diferente. Uma versão automatizada torna-a ainda mais curiosa.</p>
<p>Não se trata apenas de uma questão de conforto. Trata-se de perceber se há mercado para motos que mantenham imagem, som e presença, mas retirem parte da complexidade da condução tradicional. Se a resposta for positiva, outros construtores poderão acelerar no mesmo sentido.</p>
<p>A discussão não será apenas técnica. Será emocional. Porque, para muitos motociclistas, a pergunta não é se uma transmissão automatizada funciona. É se uma moto continua a parecer uma moto quando começa a dispensar alguns dos gestos que sempre fizeram parte da experiência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775388]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Funeral de antigo líder Ali Khamenei marcado para 09 de julho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-funeral-de-antigo-lider-ali-khamenei-marcado-para-09-de-julho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O funeral do antigo Líder Supremo do Irão, Ali Khamenei, vai acontecer em 09 de julho, devendo ser sepultado em Mashhad, no nordeste do país, anunciou hoje a televisão estatal iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O funeral do antigo Líder Supremo do Irão, Ali Khamenei, vai acontecer em 09 de julho, devendo ser sepultado em Mashhad, no nordeste do país, anunciou hoje a televisão estatal iraniana.</P><br />
<P>O funeral de Khamenei, que liderou o Irão durante quase 37 anos, até à sua morte em ataques realizados pelos Estados Unidos da América e por Israel no final de fevereiro, estava previsto para março, mas foi adiado devido à guerra no país.</P><br />
<P>As cerimónias vão prolongar-se por seis dias, tendo início no dia 04 de julho, e passarão pela capital, Teerão, e pelas cidades sagradas de Qom (norte) e Mashhad, de onde era natural, explicou a emissora, citada pela agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Ali Khamenei tinha 86 anos, dos quais mais de 36 à frente da República Islâmica. </P><br />
<P>Milhares de iranianos prestaram homenagem ao falecido guia em abril, 40 dias após a sua morte, um rito importante do luto entre os muçulmanos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775815]]></sapo:autor>
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